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	<title>Grupo Excursionista Agulhas Negras &#8211; GEAN</title>
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	<description>Site dedicado a divulgação das atividades do Grupo Excursionista Agulhas Negras.</description>
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	<title>Grupo Excursionista Agulhas Negras &#8211; GEAN</title>
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		<title>Observação das Prateleiras com Cadeira Julietti (Montanha Para Todos) &#8211; 19 de agosto de 2018</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 02:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dia que eu quero lembrar para sempre. Este dia 19 de agosto de 2018, local Parque Nacional do Itatiaia, base das Prateleiras. Com pessoas lindas e maravilhosas. Estou falando [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um dia que eu quero lembrar para sempre.</strong></p>
<p>Este dia 19 de agosto de 2018, local Parque Nacional do Itatiaia, base das Prateleiras. Com pessoas lindas e maravilhosas. Estou falando do passeio com o grupo GEAN que realizou o desejo de minha filha única com necessidades especiais (cadeirante) subir aproximadamente 2500m acima do mar.<br />
Foi maravilhoso assistir um grupo unido voluntariamente para conduzir minha filha de 21 anos, 178cm, 70kg nos braços usando uma cadeira adaptável para trilha. Foi emocionante presenciar o amor de tantas pessoas que eu não conhecia se importar, se preocupar com o bem-estar de minha filha, que as centenas de fotos sejam testemunha dos sorrisos autênticos de pai e filha deslumbrado com a fraternidade unida em um só objetivo.<br />
Tudo começou com minha filha que conseguiu o contato com o membro do GEAN Raphael que organizou transporte e transmitiu todas as informações necessárias para que este evento acontecesse.<br />
Neste dia tudo conspirou a favor, pois dias antes o clima estava nublado com perspectiva de chuva, no entanto no domingo do passeio foi um lindo céu de brigadeiro, acredito que Deus disse hoje vou presentear a Fernanda e vou usar as pessoas certas para proporcionar um dia feliz para pai e filha.<br />
No horário marcado a van chegou em frente de minha casa e começou o passeio todos ajudando colocar Fernanda na Van. A viagem percorreu tranquila na ida e volta. Na portaria do PNI foi rápido. Mal estacionamos a van e logo surgi a cadeira adaptável cujo o nome julietti, e fomos todos vibrando de alegria transportar fernanda no percurso da portaria rumo prateleiras.<br />
Um cenário típico de filme antigo da sessão da tarde (observação sou da época da primeira vez que passou lagoa azul.) Eu particularmente não consegui controlar o êxtase de tão emocionado que fiquei ao ver minha Cleópatra sendo conduzida por até 8 membros que de modo varonil não sucumbiram diante dos obstáculos que encontraram. Pedras lisas, outras pontiagudas, outras altas, teve um membro o Raphael teve a mão espetada por um espinho que protegeu para que nada acontecesse com minha filha. Todos revezavam à medida que cansavam, porém em nenhum momento minha filha ficou desprotegida. Teve momentos que eles paravam para saber se ela estava confortável, davam alimentos, água e toda infraestrutura necessários. Isto sem mencionar as esposas de cada um que com simpatia conversavam animadamente fazendo o passeio ficar melhor do que poderia.<br />
Diante do exposto podemos imaginar como deve ter sido para minha filha que habituada predominantemente com um universo hospitalar, deslumbrar uma linda e majestosa natureza. Não consigo imaginar o contraste que deve ter sido para o cérebro de minha filha que fica muito em casa reclusa em uma cadeira, poder experimentar as pessoas emanando amor, carinho, solidariedade, sorrisos felizes. Teve um momento que meu ego quase explodiu de felicidade quando vários celulares, câmeras fotográficas deram uma rajada de fotos, neste momento eu me segurei para não chorar.<br />
Hoje fico pensando. Os meios de comunicações difundem tanta violência, tanta coisa feia na tv. Porque não mostrar que ainda existe e muito pessoas do bem que gastam tempo, dinheiro para realizar o sonho de alguém que nunca viu. Obrigado a todos que foram com minha filha, todos, sem exceção que ficaram ao lado dela e de mim passando segurança e conforto. Você que está lendo este texto, por favor imagine um lugar bonito com pessoas bonitas e bondosas, acredite eu e minha filha vivemos este paraíso. Foram muitos acontecimentos nobres em um só dia. A guisa de exemplo você leitor imagine que faltando pouco para chegarmos ao nosso destino base prateleiras que me dei conta que havia esquecido minha mochila com alimentos. Imagine qual foi minha surpresa ao contemplar a linda paisagem ser abordado pelo líder do GEAN que dividiu metade da marmita dele comigo. Isto sem mencionar que todos rapidamente se prontificaram fazendo o mesmo para com minha filha, antes que eu desse a primeira garfada, ela já estava saboreando frutas secas, maçãs, geleia de mocotó. Depois de tanta emoção o que você acha? Só fazendo igual as professoras de antigamente faziam, escrever no quadro 500 vezes obrigado a todos (coloco todos porque não gravei o nome de todos, mas foram todos mesmo), gratidão a todos.<br />
Gente de verdade quando cheguei em casa eu chorei de gratidão e agradeci ao Criador de ter feito o homem a sua imagem.<br />
Termino com um trecho da música de Beto Guedes, O Sal da Terra.</p>
<p>Terra, és o mais bonito dos planetas<br />
Tão te maltratando por dinheiro, tu que és a nave nossa irmã<br />
Canta, leva tua vida em harmonia<br />
E nos alimenta com teus frutos, tu que és do homem a maçã<br />
Vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois<br />
Pra melhor juntar as nossas forças é só repartir melhor o pão<br />
Recriar o paraíso agora para merecer quem vem depois<br />
Deixa nascer o amor<br />
Deixa fluir o amor<br />
Deixa crescer o amor<br />
Deixa viver o amor<br />
O sal da terra, amor&#8230;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-458 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180819_145541767-1024x576.jpg" alt="" width="640" height="360" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180819_145541767-1024x576.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180819_145541767-300x169.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180819_145541767-768x432.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180819_145541767-50x28.jpg 50w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-454 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2227-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2227-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2227-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2227-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2227-50x38.jpg 50w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2227-134x100.jpg 134w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-456 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2283-768x1024.jpg" alt="" width="640" height="853" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2283-768x1024.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2283-225x300.jpg 225w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2283-38x50.jpg 38w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-457 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2450-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2450-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2450-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2450-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2450-50x37.jpg 50w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2450-134x100.jpg 134w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_2450.jpg 1243w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Por: Hidelbrando Pizzarino.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chaminé Pão de Açúcar &#8211; 12 de agosto de 2018</title>
		<link>http://gean.org.br/2018/08/12/chamine-pao-de-acucar-12-de-agosto-de-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2018 02:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
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					<description><![CDATA[Domingo 12 de Agosto, Dia dos Pais, sete geanistas seguiram rumo ao Pão de Açúcar, Rio de Janeiro para mais uma atividade do grupo. Marcamos a saída de Resende para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo 12 de Agosto, Dia dos Pais, sete geanistas seguiram rumo ao Pão de Açúcar, Rio de Janeiro para mais uma atividade do grupo.</p>
<p>Marcamos a saída de Resende para as quatro e meia da manhã com a intenção de ganhar um tempinho e voltar mais cedo, afinal de contas era dia dos Pais, apesar de o Igor estar curtindo o dia junto de seu pai. Quer comemoração melhor?</p>
<p>Chegamos à Praia Vermelha sem problemas e após um breve café com esfiha seguimos pela pista Claudio Coutinho com o nosso presidente / guia turístico Dimi nos mostrando os boulders ao longo do caminho. Seguimos pela trilha até a base da Via Chaminé Pão de Açúcar, ao nosso lado um grupo do CERJ iniciava uma das vias “cerveja”. Todo mundo equipado, cordadas distribuídas iniciamos a escalada.</p>
<p>Na primeira cordada Igor, Daiana e o Véio Júlio em seguida Dimi e Grazi e fechando a terceira cordada eu e Sérgio Lagkamer. Tudo correndo bem até que chega a chaminé Pão de Açúcar. Congestionamento já esperado! Chaminé vencida, quando você pensa que acabou tem aquela saidinha exposta, que mexe um pouco com o psicológico. A Grazi teve que ter um pouquinho de apoio do Dimi, no início carinhoso depois o tom de voz mudou, pra vencer o obstáculo, mais psicológico que físico, afinal de contas já a presenciei fazendo coisa muito mais difícil.</p>
<p>Superadas as dificuldades seguimos pra frente e para o alto. Eu e Sérgio, rei das selfies, sempre na cola do Dimi e da Grazi. A essa altura o pessoal da primeira cordada já estava bem à nossa frente. Terminado o trecho de escalada, seguimos pela trilha do Costão até o topo do Pão de Açúcar. Fotos tiradas descemos até a praça onde o pessoal nos esperava. Mais um café com esfiha, bate papo e resolvemos retornar pra casa.</p>
<p>Domingo dos Pais, se bem que dias dos pais é todo dia, bem aproveitado, mais um local explorado em excelentes companhias.</p>
<p>Vida longa ao GEAN!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-488 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180813-WA0528-768x1024.jpg" alt="" width="640" height="853" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180813-WA0528-768x1024.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180813-WA0528-225x300.jpg 225w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180813-WA0528-38x50.jpg 38w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180813-WA0528.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-487 " src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180812_130703-e1535385034658-576x1024.jpg" alt="" width="640" height="1138" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180812_130703-e1535385034658-576x1024.jpg 576w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180812_130703-e1535385034658-169x300.jpg 169w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180812_130703-e1535385034658-768x1365.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180812_130703-e1535385034658-28x50.jpg 28w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180812_130703-e1535385034658.jpg 1440w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-489" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0069.jpg" alt="" width="640" height="1137" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0069.jpg 581w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0069-169x300.jpg 169w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0069-576x1024.jpg 576w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0069-28x50.jpg 28w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-482 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0117-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0117-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0117-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0117-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0117-50x38.jpg 50w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0117-134x100.jpg 134w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180812-WA0117.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Por: Marcelo Correia da Silva, sócio nº 1005.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prateleiras &#8211; Via Furnas &#8211; 14 de julho de 2018</title>
		<link>http://gean.org.br/2018/07/14/prateleiras-via-furnas-14-de-julho-de-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2018 02:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma subida que gera e fortalece amizades “Escalar, escalar, subir, subir” trocando as palavras do refrão da famosa música (bem velha. Talvez você não a conheça) do Byafra pra começar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma subida que gera e fortalece amizades</strong></p>
<p>“Escalar, escalar, subir, subir” trocando as palavras do refrão da famosa música (bem velha. Talvez você não a conheça) do Byafra pra começar um texto sobre amizade. Um convite despretensioso de uma amiga que fiz em 2005 na praia de Trindade-RJ. Essa amiga, a Camila, uma moradora de Resende, onde tinha o Jean, que me levaria para conhecer o Parque Nacional de Itatiaia, que levava as pessoas escalar e conhecer as trilhas. Não sabia o que esperar e nem o que era esse Jean. Mas achei a ideia interessante.</p>
<p>Aceitei o convite e fui conhecer “o monte de informações” que a Camila me fornecia, parte alta, parte baixa, prateleiras, acampamento e trilhas. Era muita coisa e fui sem pesquisar e sem criar expectativas. Chegando a Resende, fui conhecer o Jean. E descobri que era GEAN. Grupo Excursionista Agulhas Negras, e não<br />
uma pessoa chamada Jean.</p>
<p>Confesso que essa informação me acalmou. Por que seria difícil confiar no Jean, um guia que subia montanhas. Mas conhecer o GEAN me tranquilizou muito. Na sede desse grupo conheci pessoas empenhadas em difundir a prática do montanhismo em uma instituição que está na terceira geração familiar. E onde o membro mais antigo participou da escalada. O seu Júlio (vulgo “veio da toca”). Que conta com orgulho de que quando criança lembra das reuniões para a fundação do GEAN em sua casa, com seu pai puxando a iniciativa.</p>
<p>No GEAN tudo foi muito bem esclarecido e o equipamento foi cedido. A confiança e a adrenalina para a subida só foram aumentando. Mas ao olhar o profissionalismo e a história do GEAN personificada pelo “veio da toca” ao meu lado, fui me acalmando e a subida foi sensacional. Fiz coisas que nunca imaginei que fosse fazer. Aquelas coisas que vemos as pessoas fazendo na TV e nos filmes. Olhar os precipícios, observar os caras do GEAN fazendo e copiar os movimentos com calma, pensamento positivo e confiança foram coisas que fizeram subir as Prateleiras do Parque Nacional do Itatiaia sem preocupações e com altas doses de diversão. Observar a imensidão do parque e não se preocupar em cair é muito legal. Uma sensação que todos deveríamos experimentar. Subimos, chegamos ao pico e confesso que me emocionei ao chegar ao cume. É um momento bem legal assinar o livro que tem lá em cima. Senti-me vitorioso. Agradeci membro por membro da equipe do GEAN que me acompanhou. Estava tudo muito bem, tudo muito legal mas&#8230;</p>
<p>Tinha a volta. Que ocorreu também de forma sensacional. Deu tudo certo. Foi tudo muito calmo e tranquilo também. Exceto pelo meu medo de fazer rapel. Quando vi um por um da equipe descendo de rapel, confesso que toda alegria da subida se transformou em desespero. Pipoquei grandão!!</p>
<p>Pensei comigo “pô! Só eu não vou descer?!?!” Sim. Só eu não fiz o rapel. Bom eu e o Igor. Filho do “Veio da Toca” e parte da terceira geração de escaladores da família fundadora do GEAN. Ele não me deixou descer sozinho do cume, respeitou o meu medo e me acompanhou com a mesma tranquilidade da subida. Fiquei frustrado de ser o único que não fez rapel. Mas tudo tem um lado bom e devemos sempre ver o copo como meio cheio e não meio vazio.</p>
<p>Agora tenho pretexto pra voltar a visitar a Camila e o pessoal do GEAN. Depois de subir as Prateleiras e não fazer rapel terei de voltar para fazer o rapel. E já que estarei lá, porque não fazer outra escalada e fortalecer os laços das novas e velhas amizades. Valeu Camila e muito obrigado GEAN pela aventura.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-320 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180714_120615-1024x576.jpg" alt="" width="640" height="360" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180714_120615-1024x576.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180714_120615-300x169.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180714_120615-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-323 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_7137-768x1024.jpg" alt="" width="640" height="853" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_7137-768x1024.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_7137-225x300.jpg 225w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_7137.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Por: Márcio Francisco Martins</p>
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		<item>
		<title>Circuito Couto-Prateleiras &#8211; 08 de julho de 2018</title>
		<link>http://gean.org.br/2018/07/08/circuito-couto-prateleiras-08-de-julho-de-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 02:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi a segunda vez que fiz o circuito Couto/Prateleiras e cada uma das vezes vai deixar boas lembranças. Foi um domingo bem ensolarado, com céu azul. Nosso guia foi o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi a segunda vez que fiz o circuito Couto/Prateleiras e cada uma das vezes vai deixar boas lembranças. Foi um domingo bem ensolarado, com céu azul. Nosso guia foi o Sr. Eduardo, que sempre com bom humor e paciência ficava de olho no grupo e se alguém ficava para trás logo fazia uma parada para aguardar o pessoal juntar-se ao grupo novamente. Mesmo com muitas paradas para fotos, chegamos ao cume do Morro do Couto por volta das 10:30h, lá pudemos contemplar a paisagem e tirar mais algumas fotos. Quando não aguentávamos mais tanto sol, chegamos na Toca do Índio, onde paramos para aproveitar a sombra e lanchar. Seguimos caminhando e chegamos próximo a base das Prateleiras, nessa parte da trilha a paisagem também é linda, podemos ver a represa de Furnas no vale a nossa frente e a formação rochosa das Prateleiras ao lado. Infelizmente, como o parque estava muito movimentado nesse dia, o Sr. Eduardo achou melhor não subir até a base das Prateleiras e acabamos voltando, terminamos a trilha por volta das 16h. Levar alguns tombos e escorregões durante o percurso é normal, mas graças a Deus ninguém se machucou e todos terminaram bem o percurso. Em geral é uma trilha bem tranquila, ótima para ir com a família e os amigos. Quem vai a primeira vez e não está acostumado, encontra um pouco de dificuldade na parte da subida nas pedras, mas não é nada que impeça alguém de conseguir vencer esses obstáculos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-359 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0018-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0018-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0018-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0018-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0018-134x100.jpg 134w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0018.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-355" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180708_120321.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180708_120321.jpg 640w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180708_120321-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180708_120321-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-358 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0009-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0009-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0009-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0009-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0009-134x100.jpg 134w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0009.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-357 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0004-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0004-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0004-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0004-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0004-134x100.jpg 134w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG-20180711-WA0004.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Por: Hisly Any Stiegelmeier, sócia nº 1010.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pedra do Picu &#8211; Via do Naval &#8211; 09 de junho de 2018</title>
		<link>http://gean.org.br/2018/06/09/pedra-do-picu-via-do-naval-09-de-junho-de-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jun 2018 02:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 9 de junho 7 (sete) Geanistas seguiram rumo à cidade de Itamonte, mais precisamente para a belíssima Pedra do Picu, um símbolo da cidade que pode ser vista [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 9 de junho 7 (sete) Geanistas seguiram rumo à cidade de Itamonte, mais precisamente para a belíssima Pedra do Picu, um símbolo da cidade que pode ser vista desde a BR354 (Rio x Caxambu) devido aos seus 2.151m de altitude e mesmo não estando localizado dentro do Parque Nacional do Itatiaia é protegida por Lei pela APA da Mantiqueira.</p>
<p>Nesse climb foi escolhido dentre todas as vias existentes a VIA do NAVAL (3º IV A0/V E2) para chegar ao cume, pois a mesma é a via mais clássica do Picu, é ideal para quem está iniciando (ou retornando como é o meu caso), sendo que o acesso a Via do Naval, como para todas as outras, se inicia com uma caminhada de aproximação de 2h vindo do bairro Engenho da Serra até a Pedra do Picu considerada uma caminhada moderada mesmo com o terreno um pouco molhado como pegamos.</p>
<p>Na base da Via do Naval composta de múltiplas enfiadas, nos dividimos em três cordadas escalando em simultâneo, e logo na primeira enfiada, bem no início havia uma passagem horizontal o que<br />
poderia ocasionar uma “vaca” (queda) em pendulo, o que foi um teste pra ver como estava o psicológico depois de um tempo parado, e já após a segunda parada encontramos o “crux” (lance<br />
mais difícil) que pode ser feito em artificial, passado o crux, o que se encontra é uma parte bem mais tranquila da via, quase só de agarrões e aderência com um nível inclinação da parede bem positiva e depois disso foi só curtir o visual sem igual de toda a Serra da Mantiqueira.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-332 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_115638235_HDR-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_115638235_HDR-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_115638235_HDR-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_115638235_HDR-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_115638235_HDR-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-334 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_133630479-768x1024.jpg" alt="" width="640" height="853" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_133630479-768x1024.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_133630479-225x300.jpg 225w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_133630479.jpg 1944w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-333 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_132211732-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_132211732-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_132211732-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_132211732-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/IMG_20180609_132211732-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-330 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180609_142822-1024x576.jpg" alt="" width="640" height="360" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180609_142822-1024x576.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180609_142822-300x169.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180609_142822-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Por: Gustavo Fernandes de Almeida, sócio nº 908.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Três Picos do PNI &#8211; 03 de junho de 2018</title>
		<link>http://gean.org.br/2018/06/03/tres-picos-do-pni-03-de-junho-de-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jun 2018 02:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
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					<description><![CDATA[Cada trilha que realizamos reflete um anseio. Para mim, é a oportunidade de encontro – com o ambiente, com a realidade, comigo mesmo. Percorrer um caminho em meio à densa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cada trilha que realizamos reflete um anseio. Para mim, é a oportunidade de encontro – com o ambiente, com a realidade, comigo mesmo. Percorrer um caminho em meio à densa mata é, assim, uma forma de conectar-me. De fato, o mês de maio fora muito difícil para mim: prazos apertados, ansiedade pelo porvir incerto e, sobretudo, coragem. Eu precisava respirar.</p>
<p>No dia 03 de junho de 2018, tive a oportunidade de fazer a trilha dos Três Picos, na parte baixa do Parque Nacional do Itatiaia, pelo GEAN. Tratava-se de uma atividade duplamente irrecusável. Primeiramente, era a chance de sentir-me novamente integrado, após um mês de muitos desafios. Além disso, era a oportunidade de reencontrar a floresta das partes baixas do Itatiaia, a qual não via desde quando era criança.</p>
<p>Acompanhado pelo guia, Agenor, e de mais dois geanistas, Douglas e Alexandre, percorremos cerca de 6km em mata fechada. O entorno verdejante causava ora uma sensação de conexão e deslumbramento, ora uma leve vertigem, reforçada pelo terreno bastante lodoso e cheio de aclives. Havia também a possibilidade de cruzar com algum animal silvestre de médio porte, como queixadas e macacos, ou até mesmo – quem sabe? – com alguma onça. Infelizmente, contudo, não tivemos essa sorte. Para não dizer que a natureza não foi gentil, verdade seja dita: fomos agraciados pelo canto dos mais diversos pássaros. O guia, transparecendo sua sensibilidade e paixão pelas aves, estava sempre atento e a postos. Com a destreza de um ornitólogo, era capaz de identificar o artista pela sua melodia, e rapidamente sacava sua câmera fotográfica à procura do melhor enquadramento. Não sem ironia, nossos músicos eram arredios à fama, e partiam em revoada na iminência de serem fotografados, como artífices de um concerto anônimo.</p>
<p>Faltando apenas um terço do percurso para chegar ao cume e já exauridos pelo cansaço, deparamo-nos com um platô de rocha, ricocheteado por uma cachoeira de águas gélidas e límpidas. É a deixa para pararmos, respirar profundamente o ar frio e doce da montanha verde e recuperar o fôlego. Sossego.</p>
<p>O último trecho já trazia as pistas de que a trilha estava se aproximando de seu fim. O terreno estreitava-se, tomando a forma de uma crista; as árvores-de-troncos-espessos e o torreame de palmeiras juçara vão gradualmente dando lugar a vegetações arbustivas e árvores-de-trocos-mais-finos. Já era visível o último lance que deveríamos galgar, um pedregulho de grande altitude e descoberto. Nesse momento, o corpo, que estivera na maior parte do tempo teso e alerta, começa a distrair-se, pressagiando o relaxamento e o êxtase que o esperam.</p>
<p>Cume. Estar no topo é uma espécie de reencontro. Eis o paradoxo da Montanha: para integrar-se é preciso distanciar-se, subir a determinada altura para se dar conta de que, lá de cima, a humanidade é apenas um risco, um traço, um resquício&#8230; Paz. Costumo dizer que o silêncio é um artigo de luxo, seja por causa do manicômio sonoro que a vida urbana se tornou, seja pela tendência absolutista de emitir opiniões e julgamentos alheios&#8230; Contentamento. Nada mais importa, é como se presenciássemos um presente perpétuo&#8230; Sobre o rochedo quente, durmo. Por um breve instante não tão breve, retomo as energias. É hora de voltar. A quietude do entorno é rompida pelos rasantes estridentes dos urubus em dança – acaso nos viam como comida? – e também pelo ronco do aventureiro mais fatigado.</p>
<p>A volta foi ansiosa. Dizem que o retorno é perigoso, que o corpo pisa em falso, cambaleia, que o cérebro engana. É preciso cautela. A gravidade até ajuda nas descidas, mas cobra o seu preço. Os joelhos doem e levamos tombos na lama. O céu enegrecia, tornava-se sorumbático. A previsão era de chuva mais tarde. Eu já ansiava pelo banho quente, o café na xícara e a rede de casa.<br />
O concerto anônimo que nos recepcionou agora se despede.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-288 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos02-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos02-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos02-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos02-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos02-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-287 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos01-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos01-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos01-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos01-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos01-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-289 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos13-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos13-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos13-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos13-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos13-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-290 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos21-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos21-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos21-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos21-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/trespicos21-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>por: Edmar Machado Braga Filho, sócio nº 1006.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pedra da Mina via Paiolinho &#8211; 26 e 27 de maio de 2018</title>
		<link>http://gean.org.br/2018/05/27/pedra-da-mina-via-paiolinho-26-e-27-de-maio-de-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2018 02:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
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					<description><![CDATA[Maravilhoso!!!! Mais uma grande atividade do grupo GEAN realizada com sucesso, porém, a minha história já começa no dia anterior pois não consegui relaxar porque sabia que seria a minha [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Maravilhoso!!!!</p>
<p>Mais uma grande atividade do grupo GEAN realizada com sucesso, porém, a minha história já começa no dia anterior pois não consegui relaxar porque sabia que seria a minha primeira atividade de caminhada pesada com camping selvagem. Felizmente, o grupo estava composto por grandes parceiros e meu companheiro inseparável e namorado, os quais fizeram de tudo para me tranquilizar e ajudar nas horas em que precisei. Ajuda essa que foi desde apoio moral quanto em momentos em que tive dificuldades físicas, me ajudando a me superar e tornar essa experiência mais incrível ainda.</p>
<p>O dia começou bem cedinho, eu e o Paulo encontramos com o Fábio, que nos deu carona e saímos ainda com a luz da lua em direção a Passa Quatro encontrar com o Zé Roberto no início da trilha. As 7:30 estávamos todos reunidos, motivados e prontos para iniciar um dia de muito companheirismo e superação. A caminhada começou em mata fechada, mas tão logo o sol se fez presente e ao perdermos o aconchego das sombras das arvores nos vimos diante de uma montanha que oferece aos seus conquistadores, todos os tipos de conquistas, cabendo a nós extrair o que nos torna melhores. Me vi diante dessa situação quando após horas de subida constante, me deparar com os trechos que por si só são bastantes famosos por nome, e pude entender a fama dos trechos Deus me livre e Misericórdia. Para cruzar esses trechos, realmente tive que me impor muita superação e esforço, mas com muita paciência e reposição de energia (paradas para ar e água hehehehe), conseguimos.</p>
<p>O mais incrível disso tudo, é que mesmo diante da dificuldade eu me via com um objetivo traçado e iria me levar ao máximo para consegui-lo. Conforme íamos entrando montanha acima e a hora ia passando, conseguíamos fazer nossas pausas e curtir ao máximo o visual e energia que aquele lugar nos oferece.</p>
<p>O nosso guia Fábio foi sempre muito assertivo e nos orientou perfeitamente pela trilha, nos dando sempre muita segura e informações, já o Zé eu não consigo falar muito da subida porque ele simplesmente disparou, não consegui alcança-lo hehehehe&#8230;&#8230;mas tenho certeza que ele teve um bom ritmo da subida e como não era a primeira vez que ele estava lá, não vimos problemas em ele puxar a dianteira, e ao final da subida nos encontramos.</p>
<p>Após cruzar os dois trechos de subidas mais famosas, nos deparamos com o maciço da montanha da Pedra da Mina. Nosso objetivo estava ali, tão próximo, mas tão longe porque ainda tinha que cruzar um pequeno vale e fazer o ataque final de cume. Tiramos forças lá do fundo e sem pestanejar iniciar o trecho final já ao entardecer do dia sob uma nevoa que nos assustou, pois era sinal de que a noite seria muito fria e eu realmente sinto muitooooo frio. Porém, para nossa surpresa, após montarmos a barraca e nos regozijarmos de uma comida quentinha, fomos surpreendidos por uma noite de céu limpo e clareado pela lua.</p>
<p>Depois de descansar veio a parte SURPREENDENTE, que foi poder contemplar o nascer do sol atrás do maciço das Agulhas Negras. Esse foi um momento da realização de um sonho para mim e meu namorado, pois somos frequentadores assíduos do PNI e sempre desejamos poder contemplar o nascer do sol nas Agulhas estando na Pedra da Mina, e após muitas, muitas e muitas fotos iniciamos a nossa decida.</p>
<p>A descida, agora com o grupo junto, foi para mim tão difícil quanto a subida, pois o corpo já sentia o esforço empreendido no dia anterior e meus dedos dos pés já reclamavam bastante. Tudo deu certo, algumas paradas, algumas tiradas de bota para acochar os dedos, paradas para lanche e hidratação, e muitas, muitas e muitas histórias dos participantes que tornaram o dia mais legal ainda.</p>
<p>Quanto mais o fim da trilha se aproximava e a sensação do aconchego de casa próximo, mais eu me sentia realizada e feliz por poder ter tido experiência que me tornou uma montanhista e geanista melhor. Agradeço a todos, que participaram desse momento inesquecível e em especial ao nosso grupo GEAN que não mede esforço para propagar uma atividade saudável e consciente na região.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-312 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6197-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6197-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6197-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6197-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6197-134x100.jpg 134w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6197.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-309 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/DSCF5782-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/DSCF5782-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/DSCF5782-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/DSCF5782-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/DSCF5782-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-310 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/DSCF5810-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/DSCF5810-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/DSCF5810-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/DSCF5810-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/DSCF5810-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-313 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6391-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6391-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6391-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6391-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6391-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Por: Jéssika Carvalho, sócia nº 965.</p>
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		<title>Rio nas Montanhas &#8211; ATM 2018 &#8211; 06 de maio de 2018</title>
		<link>http://gean.org.br/2018/05/06/rio-nas-montanhas-atm-2018-06-de-maio-de-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2018 02:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde que me associei ao GEAN, em 2015, eu vinha alimentando o desejo de participar de uma Abertura de Temporada de Montanhismo no Rio de Janeiro. Os compromissos familiares e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que me associei ao GEAN, em 2015, eu vinha alimentando o desejo de participar de uma Abertura de Temporada de Montanhismo no Rio de Janeiro. Os compromissos familiares e profissionais vinham me impedindo, mas dessa vez eu consegui&#8230;</p>
<p>Aquele domingo começou bem cedo para mim, já que eu havia me comprometido a auxilar na montagem do stand do GEAN, mas a expectativa era tão grande que nem senti sono ao acordar tão cedo para percorrer dirigindo os quase 200km que me separavam do meu objetivo.</p>
<p>A chegada à Praça General Tibúrcio foi o primeiro impacto daquele dia, o sol ainda estava tímido mas o local já pulsava  com a energia dos diversos clubes, entidades, lojas e lanchonetes finalizando a organização dos seus stands. No nosso cantinho a harmonia entre os associados era tão boa quanto aquela presente nas atividades de montanha. Todos trabalhavam com satisfação e dedicação para que o resultado fosse o melhor possível.</p>
<p>Já com tudo pronto, era hora de aproveitar. Caminhar pelo evento ou simplesmente observar o entorno era algo muito satisfatório, pois o que se via eram pessoas que comungam da mesma paixão em momentos de intensa confraternização. Por todos os lados podíamos ver amigos se reencontrando, desenterrando histórias e traçando novos planos, tudo sempre com aquele característico brilho nos olhos de quem se conforta ao conectar-se com a montanha de alguma maneira.</p>
<p>Além de toda essa confraternização o evento conta ainda com palestras, oficinas, premiações, comercialização de material de montanhismo, show musical e a divertidíssima gincana interclubes, na qual o GEAN se esforçou bastante, mas não conseguiu alcançar a vitória como no ano anterior.</p>
<p>Para mim o que ficou marcado foi a percepção que tive    de como o GEAN é reconhecido e respeitado nesta comunidade. Inúmeras foram as vezes que recebemos em nosso stand pessoas que relatavam ter conhecido as montanhas do Itatiaia durante atividades do grupo. Muitos outros perguntavam pelos nossos associados mais antigos, como o saudoso Cel. Santiago e o lendário “Sôduardo”! Senti-me ainda mais honrado por fazer parte disso tudo&#8230;</p>
<p>Agora posso dizer: estive na edição 2018 da ATM Rio nas Montanhas e voltei pra casa com a certeza de que essa havia sido apenas a primeira de muitas que ainda participarei!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-300 " src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_091920018_HDR-1024x768.jpg" alt="" width="701" height="526" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_091920018_HDR-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_091920018_HDR-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_091920018_HDR-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_091920018_HDR-134x100.jpg 134w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_091920018_HDR.jpg 1248w" sizes="auto, (max-width: 701px) 100vw, 701px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-301" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_133233478.jpg" alt="" width="701" height="526" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_133233478.jpg 1248w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_133233478-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_133233478-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_133233478-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_20180506_133233478-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 701px) 100vw, 701px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-297 size-full" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_0077.jpg" alt="" width="702" height="936" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_0077.jpg 702w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_0077-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 702px) 100vw, 702px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-296" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_0039.jpg" alt="" width="702" height="936" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_0039.jpg 702w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_0039-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 702px) 100vw, 702px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-299 " src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6006-576x1024.jpg" alt="" width="701" height="1246" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6006-576x1024.jpg 576w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6006-169x300.jpg 169w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/07/IMG_6006-768x1365.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 701px) 100vw, 701px" /></p>
<p>Por: Fabio Lima Rocha, sócio nº 947.</p>
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		<title>Pedra do Altar &#8211; 29 de abril de 2018</title>
		<link>http://gean.org.br/2018/04/29/pedra-do-altar-29-de-abril-de-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2018 02:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
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					<description><![CDATA[Estar entre as montanhas é sempre uma experiência única e maravilhosa. Dividir essa experiência com as pessoas que amamos torna esse momento ainda mais especial. Foi isso que aconteceu  no [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estar entre as montanhas é sempre uma experiência única e maravilhosa. Dividir essa experiência com as pessoas que amamos torna esse momento ainda mais especial. Foi isso que aconteceu  no dia 29 de abril deste ano, quando tive a oportunidade de levar minha filha Raica até a Pedra do Altar, em atividade oficial do GEAN. O Altar foi um dos primeiros lugares que visitei no Parque Nacional do Itatiaia, e ao longo dos meus singelos cinco anos pelas montanhas, já fiz essa trilha algumas vezes, mas confesso caminhar com a Raica por essa trilha teve um gostinho especial. A expectativa no dia anterior já era grande, minha e dela. Passei a noite respondendo a perguntas como: é difícil? É alto? Por que chama Pedra do Altar? Quem vai? Quantas vezes você já foi lá? Vai passar pela ponte?</p>
<p>Diante da ansiedade de ambas, dormimos pouco, mas as 6 horas já estávamos prontas, á espera do Dimi. Subimos a Serra, rolou aquela tradicional paradinha no seu Miguel para tomarmos um café e nos encontramos com o restante da turma. Ao todo éramos oito, Raica, Agenor, Camargo, Fábio, Alexandre, Jobson, Dimi e eu. Café tomado e todo mundo partiu para os quilômetros finais até a portaria do parque.</p>
<div dir="auto">Chegando ao Parque, um tradicional dia de alta temporada nos esperava, muito sol, frio e céu azul. A manhã estava perfeita para trilharmos os caminhos do Altar. A caminhada foi tranquila, embora a expectativa saltasse aos olhos da Raica que passando o abrigo já começou a perguntar da Ponte (rs sim, acreditem, ela adora passar naquela ponte). Muitas risadas, muita prosa boa, muitas histórias do senhor Camargo, não demorou muito e já estávamos na bifurcação Pedra do Altar/Cachoeira do Aiuruoca, onde nos dividimos, quem iria escalar para um lado, quem faria a trilha do Altar para o outro. A Raica foi com Agenor e Camargo rumo ao cume, enquanto Dimi, Jobson, Fábio, Alexandre e eu fomos escalar. Nossa ideia inicial era escalar umas vias mais tranquilas na base e depois fazer a Gênesis, tradicional via do Altar. Com o clima de descontração, acabamos escalando apenas as vias da base, onde rolou um campo escola bem legal. Destaque para o Alexandre, que escalou pela primeira vez e mandou super bem. Destaque também para o Jobson, que por mais uma vez nos acompanhou em mais uma escalada. E não posso deixar de destacar o retorno do Fábio as escaladas, que estava a mais de um ano sem escalar. Outro que merece destaque foi o Agenor, por mais uma vez ter confirmado sua fama de fujão e ter corrido da escalada. Pelo menos dessa vez, deu para perceber que ele passou vontade enquanto nos via escalar, o que nos fará insistir até que ele dê uma escaladinha esse ano. K-mon, Agenor. Agora, como mãe coruja que sou, tenho que dar um destaque especial a minha baixinha, minha filha, que superou todas as minhas expectativas. Fez a trilha de boa! Com certeza, a primeira de muitas. Como eu sei disso? Porque ela já disse que agora quer subir o pico. Sinal de que o bichinho da montanha já a picou&#8230; e isso é maravilhoso. Gratidão enorme ao GEAN por me proporcionar momentos como este. Até a próxima, galera! Vida longa ao GEAN.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-386 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/DSCF5686-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/DSCF5686-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/DSCF5686-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/DSCF5686-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/DSCF5686-50x38.jpg 50w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/DSCF5686-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-383 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/021-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/021-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/021-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/021-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/021-50x38.jpg 50w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/021-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></div>
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<div dir="auto"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-385 " src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_130401-e1533645909573-576x1024.jpg" alt="" width="640" height="1138" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_130401-e1533645909573-576x1024.jpg 576w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_130401-e1533645909573-169x300.jpg 169w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_130401-e1533645909573-768x1365.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_130401-e1533645909573-28x50.jpg 28w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_130401-e1533645909573.jpg 1440w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></div>
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<div dir="auto"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-388 " src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_123145-576x1024.jpg" alt="" width="640" height="1138" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_123145-576x1024.jpg 576w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_123145-169x300.jpg 169w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_123145-768x1365.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_123145-28x50.jpg 28w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/08/20180429_123145.jpg 1440w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Por: Graziela da Costa Féo Vieira, sócia nº 887.</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prateleiras &#8211; Via Sul &#8211; 08 de abril de 2018</title>
		<link>http://gean.org.br/2018/04/08/230/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2018 02:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relatos]]></category>
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					<description><![CDATA[Numa agradável manhã de outono do dia 08 de abril de 2018 quatro Geanistas saíram de Resende com o objetivo de chegar ao Cume das Prateleiras. No carro do Bruno  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Numa agradável manhã de outono do dia 08 de abril de 2018 quatro Geanistas saíram de Resende com o objetivo de chegar ao Cume das Prateleiras. No carro do Bruno  foram o líder da atividade Sérgio Pêgas e o Edmar que ainda não havia subido aquela Montanha, Sérgio Langkamer por sua vez levou o também Geanista Evandro  e suas clientes para fazer o famoso Circuito que ligam as montanhas da crista da serra. Chegando a Garganta do Registro surpreendentemente toda localidade estava sem energia elétrica, mas não pôde faltar o tradicional café da manhã e bate-papo no Bar do Miguelzinho antes de partir para o Planalto.</p>
<p style="font-weight: 400;">Chegando à portaria preenchemos a ficha de entrada e pegamos a braçadeira. Já no estacionamento ajeitamos as mochilas, fizemos um alongamento e iniciamos a caminhada. Num clima descontraído, caminhando, olhando as lindas paisagens colocando a conversa em dia e ao mesmo tempo comentado sobre as Montanhas que avistávamos no percurso, quando nos demos conta já havíamos chegado ao Abrigo Rebouças. Parada para abastecer os cantis, ir ao banheiro e continuar a caminhada sentido às Prateleiras. Continuando a caminhada passamos pelo mirante dos totens que nos permite uma vista privilegiada da Cachoeira das Flores, já iniciando a trilha principal passamos por uma pedra alta que se assemelhava com um triângulo retangulo antes da bifurcação da Ruy Braga, onde ficamos com a impressão que havia um grampo no seu topo. Passamos pela Toca da Onça, entramos molhamos o rosto e os pulsos para refrescar e continuamos até o Mirante frontal das Prateleiras onde tiramos algumas fotos.</p>
<p style="font-weight: 400;"> Já na base das Prateleiras preparamos todos os equipamentos necessários e percebemos que a cadeirinha não serviria no Bruno, mas meu Xará Sérgio e eu o tranquilizamos informando que quando necessário iríamos improvisar uma fita expressa de 25KN para garantir sua segurança. Vestimos as cadeirinhas, realizamos o procedimento de checagem mútua e começamos a ascensão. Percebemos desde o início que o Bruno estava com um pouco de dificuldade nos lances de trepa-pedra, mas ele conseguiu bravamente chegar até o último platô da Pedra do Elefante onde foi seu limite, conseguindo se superar. Pois anteriormente, só tinha chegado até a base da Montanha. Os outros três Geanistas continuaram a ascensão, passando pelo Portal do Elefante e a pequena floresta. Com muita coragem, principalmente por parte do Edmar que ficou um pouco impressionado com o precipício que avistamos da face norte, conseguimos todos subir o rampão principal solando e incentivando os companheiros até chegar no lance do Pulo do Gato. Onde o Líder da Atividade montou toda a segurança para os participantes ultrapassarem o obstáculo mais famoso daquele dia, logo depois na última rampa antes de chegar ao cume, fiz aquele pequeno lance de chaminé amarrei a corda na proteção natural e os outros Geanistas conseguiram chegar até o Cume das Prateleiras sem dificuldades.</p>
<p style="font-weight: 400;">Chegando ao ponto mais alto, sem demora tiramos os lanches da mochilas e fizemos nosso humilde banquete que acabou ficando em segundo plano enquanto admirávamos todo aquele visual. O dia estava lindo e com poucas nuvens, que nos permitiu uma privilegiada visão de 360º. Conversamos um pouco com as outras pessoas que também estavam lá que perguntaram sobre o Grupo GEAN, tiramos algumas fotos e logo providenciamos as tradicionais fotos com a bandeira. Depois de cerca de 40 minutos bem agradáveis no ponto mais alto, iniciamos a descida. Montei um pequeno rapel para que o Edmar se ambientasse com aquele procedimento, pois foi a primeira vez que fizera uma descida desse tipo. Continuamos nosso caminho e chegamos até a base onde o Bruno já estava nos esperando, pois no local onde ele resolveu ficar para nos esperar tinham algumas abelhas que o incomodaram. Nos “desequipamos”, tiramos mais algumas fotos, já com aquelas névoas que frequentemente se acomodam naquele local, refrescando o vento e mudando drasticamente a paisagem. Sem pressa continuamos o caminho de volta e confirmamos que no alto da pedra com formato de um triângulo retângulo, que avistamos na ida realmente tinha um antigo grampo que ficamos tentados a utilizar em outra oportunidade para fazer aquele rapel que foi pensado há várias décadas antes deste dia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-236 size-large" src="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180408_133052201_HDR-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" srcset="http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180408_133052201_HDR-1024x768.jpg 1024w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180408_133052201_HDR-300x225.jpg 300w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180408_133052201_HDR-768x576.jpg 768w, http://gean.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180408_133052201_HDR-134x100.jpg 134w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
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<p>por: Sérgio Pêgas, sócio nº 960.</p>
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