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	<title>Guia do Design</title>
	
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		<title>INFOGRAFIA</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 02:07:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Incoming search terms:guia infografiaguia de infografia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="column  wpb_text_column full-width last"><div class="wpb_wrapper">
<h5>TÉCNICA DE DESIGN, RECURSO DE TODOS OU USO EXCLUSIVO PARA DESIGNERS QUE TRABALHAM COM JORNALISMO?</h5>
</div></div> <div class="vc_clear"></div>
<h4>Incoming search terms:</h4><ul><li>guia infografia</li><li>guia de infografia</li></ul><!-- SEO SearchTerms Tagging 2 plugin took 0.968 ms --><img src="http://guiadodesign.com.br/?ak_action=api_record_view&id=331&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Plug-in de Photoshop X Criar efeitos manualmente</title>
		<link>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/10/09/plug-in-de-photoshop-x-criar-efeitos-manualmente/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 19:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>innovart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Desenhar]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>É correto usar usar plug-in? Dizer que &#8220;depende de cada um&#8221; é ser hipócrita ou &#8220;politicamente correto&#8221;. Eu diria que não é correto usar plug-in, se você tem criatividade suficiente para criar efeitos na unha.</p> <p> </p> <p>Um dos fascínios do Photoshop são seus filtros adicionais, os famosos plug-ins. É comum entre muitos designers iniciantes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>É correto usar usar plug-in? Dizer que &#8220;depende de cada um&#8221; é ser hipócrita ou &#8220;politicamente correto&#8221;. Eu diria que não é correto usar plug-in, se você tem criatividade suficiente para criar efeitos na unha.</p></blockquote>
<p><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/frase_plugin11.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><br />
</a></p>
<p>Um dos fascínios do Photoshop são seus filtros adicionais, os famosos plug-ins. É comum entre muitos designers iniciantes, também os de pouca vocação para desenhar na mão ou ainda o curto prazo de execução de um serviço. Mas é a empolgação que estas ferramentas trazem que faz muitos insistirem em seu uso, os famosos &#8220;efeitos especiais&#8221; que fazem encher as vistas de qualquer um que se arrisque no campo da criatividade (ou falta dela).</p>
<p>É correto usar plug-in? Dizer que &#8220;depende de cada um&#8221; é tentar ser hipócrita ou mesmo &#8220;politicamente correto&#8221;. Eu diria que não é correto usar plug-in, se você tem criatividade suficiente para criar efeitos na unha. Um designer que se preze, tem que tirar para fora sua criatividade, e muitas vezes isto demanda treino, estudo, experiências &#8220;erro-acerto&#8221;, dedicação, etc, etc, etc.</p>
<p>O mercado não dá muito tempo para ninguém, quem faz o tempo é o artista. Dizer que não há tempo é uma desculpa para não se esforçar apenas com sua criatividade individual e, ficar nos famosos &#8220;Alien Sky&#8221;, &#8220;Eye Candy&#8221;, &#8220;KTP&#8221; e tantos outros filtros famosos, adicionais ao Photoshop, acaba sendo um escape. Se no final você não se importa mesmo, assine com a marca deles, porque assinar um trabalho cheio de efeitos de terceiros é pedir para ser chamado de designer de &#8220;fundo de quintal&#8221; ou o famoso &#8220;sobrinho&#8221;.</p>
<p>E se o cliente pede? O cliente tem razão até um ponto, de um ponto em diante é o profissional que responde pela criação e pelo sucesso ou não dela. Ter um pouco de pulso e saber defender o seu &#8220;queijo&#8221; é importante nestas horas, afinal, não dá para passar a vida inteira dizendo: &#8220;não tô nem ai, ele paga, eu faço&#8221;. Quem quer uma carreira no mundo de design tem que sair deste estágio atrasado.</p>
<p>Todos sabemos que estamos tocando num ponto que pode gerar tempestades dos profissionais, mas não é algo que eu mesmo não tenha vivido. Muitas vezes me animei com estes filtros. Eles ajudaram em várias soluções. Mas chega uma hora que você quer ver algo feito por si mesmo. E o que saberá fazer além de aplicar um efeito pronto, se são sempre eles que salvam a pátria?</p>
<p>Na época que comecei a brincar com o Photoshop, quando estes efeitos começaram a surgir, sempre tinha a curiosidade de brincar com imagens, tentando fazer na mão o que o efeito fazia por mim. Tenho muitas boas recordações desta época. Algumas vezes, para aplicar um &#8220;bevel&#8221; (alto-relevo), tinha que apelar para desenho vetorial (Corel, Ilustrator), mas sempre tentava fazer algo na unha, por mim mesmo e sem o uso de tantos artifícios. Quando for aplicar algum efeito pronto, pense antes, e veja se não consegue fazer por você mesmo. Você terá muito mais dignidade na hora de assinar seu serviço e mostrar seu portfólio.</p>
<p>Vamos à algumas dicas para você começar hoje mesmo a fazer seus efeitos na mão:</p>
<p><strong>Nuvens</strong><br />
Tem efeitos para fazer nuvens aos montes por ai, tem até aqueles que fazem pôr-do-sol e outros mais. Mas é um efeito bastante simples de se fazer.</p>
<p>1) Abra um documento em branco no Photoshop, na proporção do trabalho que for executar. Escolha as cores azul tipo céu e branco nas cores de plano primário e plano de fundo (não importa a ordem). Em outras palavras, coloque num dos quadradinhos da ferramenta cor, o azul e no outro, o branco.</p>
<div id="attachment_99" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/photoshopembranco1.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-99" title="photoshopembranco" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/photoshopembranco-300x273.jpg" alt="Primeiro passo para efeito Nuvens em perspectiva" width="300" height="273" /></a><p class="wp-caption-text">Primeiro passo para efeito Nuvens em perspectiva</p></div>
<p>2) Aplique o Filtro Nuvens que está no menu Filtro &gt; Acabamento &gt; Nuvens. Você obterá o seguinte resultado.</p>
<div id="attachment_100" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/nuvens2.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-100" title="nuvens" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/nuvens-300x194.jpg" alt="Efeito Nuvens em perspectiva" width="300" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Efeito Nuvens em perspectiva</p></div>
<p>3) Você poderia dizer, mas estou usando filtro, se não quiser usar o filtro nativo do Photoshop, indicado acima, pegue a ferramente pincel e vá pintando sua tela até conseguir algo parecido com este efeito básico. Você pode até usar o Corel Painter, que é ótimo para este tipo de tarefa. Seguindo, o resultado que queremos neste tutorial é a aplicação de um horizonte. Então, transformamos o plano de fundo em camada:</p>
<div id="attachment_102" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/nuvens_camada2.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-102" title="nuvens_camada" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/nuvens_camada-300x137.jpg" alt="Transformando em Camada" width="300" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">Transformando em Camada</p></div>
<div id="attachment_103" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/nuvens_camada11.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-103" title="nuvens_camada1" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/nuvens_camada1-300x137.jpg" alt="Transformando Plano de Fundo em Camada" width="300" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">Transformando Plano de Fundo em Camada</p></div>
<p>4) E assim podemos aplicar a ferramenta Transformação Livre que está no menu Editar (ou simplesmente o atalho Ctrl + T). Com um dos cantos de cima selecionado, mantendo pressionada a tecla Ctrl + Alt + Shift, iremos movimentá-lo, como se tivessemos fazendo um plano em perspectiva. Veja que quando aplicamos as teclas indicadas, ambos os cantos superior direito e esquerdo vão se deslocando para dentro ou para fora, como na figura abaixo:</p>
<div id="attachment_101" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/nuvens11.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-101" title="nuvens1" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/nuvens1-300x154.jpg" alt="Nuvem em perspectiva" width="300" height="154" /></a><p class="wp-caption-text">Nuvens em perspectiva</p></div>
<p>5) Após chegar ao resultado de perspectiva que você se sente satisfeito, veja que já posicionei minha camada, diminuindo ela até o centro, para já definir a linha do horizonte.</p>
<p>6) Crie uma nova camada e crie uma seleção a partir da camada da nuvem, para ter uma seleção exatamente nos limites da nuvem criada, você pode permanecer na camada nova, pressionar Ctrl e clicar sobre a camada da nuvem, e verá que será criada uma seleção. Se você ainda está na camada da nuvem, troque para a camada nova, e não perderá a seleção. Isto é feito para que você tenha exatamente uma seleção nos limites do próximo efeito a ser criado. Usar o laço ou outro caminho poderia ser impreciso e demorado. Veja:</p>
<div id="attachment_105" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/dupla_camada1.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-105" title="dupla_camada" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/dupla_camada-300x165.jpg" alt="Criando dupla camada" width="300" height="165" /></a><p class="wp-caption-text">Criando dupla camada</p></div>
<p>7) Com a seleção feita, e posicionado na nova camada, selecione a ferramente de Gradiente, confira se está no modo cor branca para invisível:</p>
<div id="attachment_104" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/gradiente1.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-104" title="gradiente" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/gradiente-300x165.jpg" alt="Gradiente de Primeiro Plano para Transparente" width="300" height="165" /></a><p class="wp-caption-text">Gradiente de Primeiro Plano para Transparente</p></div>
<p>8 ) Na nova camada, você irá aplicar um gradiente, lembre-se que você tem uma seleção, então aplicará o gradiente do branco para o transparente, debaixo para cima, assim terá um efeito de linha de horizonte, veja:</p>
<div id="attachment_107" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/gradiente_aplicado1.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-107" title="gradiente_aplicado" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/gradiente_aplicado-300x192.jpg" alt="Gradiente aplicado na nova camada" width="300" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Gradiente aplicado na nova camada</p></div>
<p>9) Agora viria algumas perguntas naturais. Por que usar nova camada? E por que o efeito degradê branco ficou tão exagerado? Esta pergunta tem a mesma resposta. Usando uma camada nova, você pode controlar o efeito de brilho de linha de horizonte, separado do fundo, o que não seria possível se tivesse aplicando diretamente sobre as nuvens. Ou seja, mesmo que você já tenha chegado a um bom resultado, poderá fazer ajustes precisos trabalhando efeitos sempre em uma nova camada, isto se chama planejamento. E quem planeja tem mais controle. Veja o que podemos fazer, alterando com a ferramenta transformação livre no brilho branco do horizonte, que está bem menor na altura:</p>
<div id="attachment_131" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/efeito_controlado31.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-131" title="efeito_controlado3" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/efeito_controlado3-300x192.jpg" alt="Controlando Efeito pela segunda camada" width="300" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Controlando Efeito pela segunda camada</p></div>
<p>10) Você ainda poderia controlar transparência da camada, direção, etc.</p>
<p>11) Agora duplique cada uma das 2 camadas, a de efeito branco e a de nuvens, e espelhe as 2 novas duplicadas. A forma mais simples que conheço para fazer isto é você usar a ferramenta Transformação Livre (Ctrl + T) em cada uma das camadas, e segurar shift (para não deformar a camada), levando o curso de transformação do meio superior para o lado oposto da área do arquivo.</p>
<div id="attachment_110" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/efeito_duplicado1.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-110" title="efeito_duplicado" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/efeito_duplicado-300x192.jpg" alt="Duplicando as camadas e espelhando" width="300" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Duplicando as camadas e espelhando</p></div>
<p>12) Realizado isto em cada uma das camadas, você já terá um horizonte feito manualmente, poderá então brincar com cores, aplicar as dicas em novas intensidades, para chegar ao resultado que você deseja. Veja alguns exemplos:</p>
<div id="attachment_111" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/normal1.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-111" title="normal" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/normal-300x141.jpg" alt="Resultado do efeito manual final" width="300" height="141" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado do efeito manual final</p></div>
<div id="attachment_112" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cor1.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-112" title="cor" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/cor-300x141.jpg" alt="Alterando a cor da camada de nuvem espelhada" width="300" height="141" /></a><p class="wp-caption-text">Alterando a cor da camada de nuvem espelhada</p></div>
<div id="attachment_113" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/novas_azuis1.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-113" title="novas_azuis" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/novas_azuis-300x141.jpg" alt="Novas camadas de brilho alteradas para azul" width="300" height="141" /></a><p class="wp-caption-text">Novas camadas de brilho alteradas para azul</p></div>
<div id="attachment_114" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/diferenca1.jpg" rel="shadowbox[post-98];player=img;"><img class="size-medium wp-image-114" title="diferenca" src="http://guiadodesign.com.br/guia/wp-content/uploads/2008/10/diferenca-300x141.jpg" alt="Aplicando filtro de camada &quot;diferença&quot; no efeito azul superior" width="300" height="141" /></a><p class="wp-caption-text">Aplicando filtro de camada &quot;diferença&quot;</p></div>
<p>É um tutorial simples, com efeitos simples, mas que muitos usam um Bryce 3D, ou um Aurora, ou outros que fazem tudo sozinho. Então, vale a pena começar a treinar. Futuramente virão outros tutoriais mais avançados.</p>
<p>Assim, se você não entendeu alguma coisa, deixe sua dúvida nos comentários.</p>
<p>Abraço e até a próxima!</p>
<h4>Incoming search terms:</h4><ul><li>efeitos azuis</li><li>criar fotoshop</li><li>efeito lanterna verde photoshop</li><li>efeitos prontos photoshop</li><li>efeito nuvem</li><li>aprendendo a fazer efeitos De Famosos no PhotoShop</li><li>criar efeitos em fotos</li><li>photoshop x</li><li>a pricar efeioto no photoshop</li><li>nuvens photoshop</li></ul><!-- SEO SearchTerms Tagging 2 plugin took 1.846 ms --><img src="http://guiadodesign.com.br/?ak_action=api_record_view&id=98&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Recorte de cabelo no Photoshop. Elimine o fundo sem sofrer.</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 18:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>innovart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[Recorte]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Existem tutoriais na internet que nos tiram do sufoco. Este video-tutorial abaixo do Diotto é uma boa solução para recorte de cabelos. Eu ousaria dizer que em muitos outros casos pode ser usado como forma de retirar o fundo no Photoshop, sem erro, sem necessidade de usar a ferramenta Caneta ou Pen Tool no Photoshop, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem tutoriais na internet que nos tiram do sufoco. Este video-tutorial abaixo do <a title="Site do Diotto" href="http://www.diotto.net/">Diotto</a> é uma boa solução para recorte de cabelos. Eu ousaria dizer que em muitos outros casos pode ser usado como forma de retirar o fundo no Photoshop, sem erro, sem necessidade de usar a ferramenta Caneta ou Pen Tool no Photoshop, nem usar os famosos plugins para recorte, tais como KnockOut, que inclusive é comercial.</p>
<p>Todas as ferramentas necessárias estão no próprio Photoshop, assista ao vídeo e faça bastante testes, é possível dominar esta técnica e aprimorá-la para conseguir recortes mais difíceis em tempo recorde. Bom proveito.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="395" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.diotto.net/tutoriais/photoshop/recorte_cabelos/recorte_cabelos.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="395" src="http://www.diotto.net/tutoriais/photoshop/recorte_cabelos/recorte_cabelos.swf" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O tutorial original está disponível no link do site do <a title="Site do Diotto" href="http://www.diotto.net/">Diotto</a>. (<a title="Tutorial original" href="http://www.diotto.net/artigos/recortando-cabelo-no-photoshop/" class="broken_link">http://www.diotto.net/artigos/recortando-cabelo-no-photoshop/</a>)</p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">Para quem prefere ver o tutorial fora do vídeo, veja passo-a-passo abaixo:</span><del datetime="2008-10-09T16:02:58+00:00"><br />
</del></p>
<h4>Incoming search terms:</h4><ul><li>recorte de cabelo</li><li>recorte de cabelo em fundo escuro</li><li>recortar cabelo</li><li>recorte de cabelo com fundo colorido</li><li>recorte de cabelo no photoshop</li><li>como recortar cabelo com fundo colorido</li><li>recortar cabelo fundo colorido</li><li>imagem de como cortar cabelo so no photoshop sem estragar</li><li>como recortar cabelo no photoshop 7 0 1</li><li>como tirar fundo colorido de mensagens de net</li></ul><!-- SEO SearchTerms Tagging 2 plugin took 4.171 ms --><img src="http://guiadodesign.com.br/?ak_action=api_record_view&id=88&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Entendendo a composição de Cores CMYK</title>
		<link>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/09/28/entendendo-a-composicao-de-cores-cmyk/</link>
		<comments>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/09/28/entendendo-a-composicao-de-cores-cmyk/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 05:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>innovart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> </p> <p>Uma dica importante direto de impressores profissionais. A melhor composição para um preto de qualidade é: Cyan = 50%; Magenta = 30%; Yellow = 0%; Black = 100%.</p> <p>Vou iniciar os assuntos a que se propõem o nome deste site, Guia do Design. Tenho feito apenas posts experimentais em áreas mais genéricas, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/10/frase_cmyk1.jpg" rel="shadowbox[post-64];player=img;"><br />
</a></p>
<blockquote><p>Uma dica importante direto de impressores profissionais. A melhor  composição para um preto de qualidade é: Cyan = 50%; Magenta = 30%;  Yellow = 0%; Black = 100%.</p></blockquote>
<p>Vou iniciar os assuntos a que se propõem o nome deste site, Guia do Design. Tenho feito apenas posts experimentais em áreas mais genéricas, mas agora vamos partir para o lado mais profissional do Design.</p>
<p>O blog vai entrar nesta nova fase, analisando, para começar, o Design Gráfico.</p>
<p>Entende-se por Design Gráfico tudo que componha o papel, tudo que seja impresso e se utilize das mídias gráficas. Até bem pouco tempo eram poucas, ou quase únicas, subdivididas por especialidades: Gráfica, com criação, diagramação e tratamento de imagens.</p>
<p>Hoje a gama é incrível, pois as mídias impressas amplificaram a pontos quase personalisados, devido ao grande número de formas de imprimir: banners, fachadas, comunicação visual interna de uma empresa, de um estacionamento, gráficas rápidas, gráficas convencionais, plotter de vinil, plotter fotográfico, out-door, impressão off-set em rolo, impressão off-set em bopp, impressão laser em bopp, mala direta, impressão silk, serigrafia, litografia, flexografia, fotolitos emborrachados, fotolitos convencionais, etc. Se eu for ficar citando um a um das milhares de possibilidades, faria uma enciclopédia.</p>
<p>Todos estes tipos de impressão tem características próprias, convenções individuais, uma ciência que lhe é particular. Mas todas atendem a alguns padrões comuns a todos: sistema de cores comum, trabalhar sobre papel e exigir a atenção técnica de quem executa.</p>
<p>Não é objetivo aqui abordar a história da impressão ou mesmo listar cada um dos sistemas de impressão existente. A intenção é entender o sistema comum de cores e como isto funciona sobre o papel. No caso, estaremos analisando a composição de cores CMYK.</p>
<p>No post sobre cores, analisamos de forma genérica a ciência das cores CMYK pelo prisma da luz. Agora analisaremos como se compõe esta escala.</p>
<p>É necessário primeiro entender a base de qualquer sistema de cores. Eu pergunto a você porque chamamos &#8220;sistema de cor&#8221;? Sistema é um grupamento, mas neste caso, talvez uma informação nova e que quero chamar a atenção do leitor, é que se chama sistema porque é uma convenção. Não existe um sistema de cores CMYK na natureza, principalmente na forma como ele é formatado. Veremos porque quando analisarmos os famosos &#8220;grãos&#8221; ou pontos de impressão.</p>
<p>Sendo uma convenção, significa que foram determinadas regras para sua composição e aceita por um grupo, no caso as gráficas. Mas é uma convenção baseada no estudo científico das cores, através da composição sobre o papel. Como vimos no post de cores, o papel perde luz, por estar em estado original branco (refletindo luz).</p>
<p><a rel="lightbox[roadtrip]" href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/preto1.jpg"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" title="Comparação de Pretos" src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/preto1.jpg" alt="" width="267" height="132" align="left" /></a>O sistema de cores puras CMY (C = Cian; M = Magenta; Y = Yellow) são as correspondentes cores primárias. Bem sabemos que da misturas de duas cores primárias nasce uma secundária. E assim até chegarmos ao preto composto. Mas o preto composto por cores primárias não é um preto de qualidade. Desta forma foi adicionado o Preto na escala CMYK (K = Black), para dar mais qualidade na composição do preto e melhor nuance na definição das imagens. Vejam na gravura ao lado. Na figura preto puro o black do CMYK está 100%) e na figura do preto composto há apenas as cores c = 100%; m = 100%; y = 100%. Apesar da sobreposição de cores, o preto composto não atinge a qualidade do preto puro.</p>
<p>Uma dica importante direto de impressores profissionais. A melhor composição para um preto de qualidade é: Cyan = 50%; Magenta = 30%; Yellow = 0%; Black = 100%. Talvez a gráfica com quem você trabalhe não concorde, preferindo colocar alguma porcentagem de Yellow, mas é importante frisar que o amarelo tem uma secagem mais lenta, pois é uma cor clara, fazendo com que a composição demore mais tempo para secar, dificultando a manutenção da qualidade.</p>
<p>A seguir analisaremos a formação dos &#8220;pontos&#8221; do Sistema CMYK.</p>
<h4>Incoming search terms:</h4><ul><li>composição de cores</li><li>composição das cores</li><li>azul rei cmyk</li><li>azul turquesa cmyk</li><li>preto composto cmyk</li><li>composição cmyk</li><li>composição preto cmyk</li><li>cmyk azul turquesa</li><li>composição cores</li><li>a composicao das cores</li></ul><!-- SEO SearchTerms Tagging 2 plugin took 2.151 ms --><img src="http://guiadodesign.com.br/?ak_action=api_record_view&id=64&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>BROffice x Microsoft Office = que diferença faz?</title>
		<link>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/09/05/broffice-x-microsoft-office-que-diferenca-faz/</link>
		<comments>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/09/05/broffice-x-microsoft-office-que-diferenca-faz/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 07:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>innovart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Gratuito]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Existe uma briga entre software livre e software pago.</p> <p>Eu não responderia qual é melhor, eu faria perguntas primeiro: quantos recursos você usa de um editor de texto? E de uma planilha de cálculo? Você utiliza 10% dos recursos de um programa destes? Você, por exemplo, alterna a caixa de texto de minúscula para maiúscula? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="BROffice" href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/broffice1.jpg" rel="shadowbox[post-45];player=img;"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/broffice1.jpg" border="5" alt="BROffice" align="left" /></a>Existe uma briga entre software livre e software pago.</p>
<p>Eu não responderia qual é melhor, eu faria perguntas primeiro: quantos recursos você usa de um editor de texto? E de uma planilha de cálculo? Você utiliza 10% dos recursos de um programa destes? Você, por exemplo, alterna a caixa de texto de minúscula para maiúscula? Usa macros? Usa hiperlinks? Muda a cor de fundo? Usa página mestre? Mais de uma coluna?</p>
<p>Se você disser sim para todas, então eu pergunto: o programa gratuíto te oferece tudo isso? Sim. Beleza. Mude. Por que as pessoas demoram para mudar? Por costume (leia preguiça, falta de tempo ou qualquer outra justificativa parecida).</p>
<p>Aqueles que acham que é tudo a mesma coisa, que são os mesmos recursos e que não há porque pagar por este tipo de software defendem o uso do software livre. Por outro lado, há aqueles que afirmam que o nosso sistema é capitalista e precisa se manter para que todos possam alimentar seus filhinhos. Eu particularmente acho que o Bill Gates ajuda as crianças da África com o dinheiro ganho com software pago e já conseguiu dar a melhor marca de leite ninho para seus filhos.</p>
<p>Brigas a parte, a verdade é que o Microsoft Office, apesar que em sua versão 2007, para casa e estudantes está baratinho (R$ 199,00 até agora), perde para si mesma. Por que?  Porque é Microsoft e vai contra a correnteza, demorando muito para dar a resposta que o mercado necessita: preço em conta. Somente software gratuíto para disciplinar um pouco isto.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm" lang="pt-BR" align="justify">É importante saber que o formato de arquivos ODF, nativo no OpenOffice e BROffice é o padrão de documentos para escritório que está sendo escolhido pelo governo e entidades. Imagine daqui a 10 anos, o atual docx da Microsoft já obsoleto, e o Word 2019, versão 199.099.999.999, service pack 250, com 550 mil brechas de segurança e falhas de fabricação, na tela ocre de erro (mudam a cor da tela de erro para você achar que houve upgrade), toda esta parafernália que não consegue mais abrir o famoso docx do Word 2007 (muitos nem sabem que o doc não é mais doc, agora é docx).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm" lang="pt-BR" align="justify">Neste sentido, há uma política de escolha de formato universal e até o momento quem ganha é o ODF do BROffice, <strong>isto significa que quem adotar o padrão terá certeza que o que faz hoje será aberto no futuro,</strong> pois estão tornando certos formatos universais, através do empacotamento XML. Se você ainda não entendeu, leia a respeito no <a title="Jackson Medeiros" href="http://jacksonmedeiros.wordpress.com/2008/04/14/odf-x-ooxml-interoperabilidade-e-padronizacao-para-que/" target="_blank" class="broken_link">blog do Jackson Medeiros</a>.</p>
<p>Isto vale a pena? Não sabemos, mas que a adoção de um software livre para padrão é garantia que a Microsoft e todos os outros terão que se esforçar mais, isto sim é verdade. Além disso, os sistemas para escritório on-line estão correndo por fora (Google Docs, Office On-line, Zoho e outros). Digo por fora porque são poucas pessoas que estão adotando-os por agora.</p>
<p>E pra quem acha que pára por aí, seguindo a tendência de Mashups e Widgets, temos o TinyMCE. Para quem ainda não sabe programar um pouco, talvez isto esteja um pouco mais distante. Mas para quem entende um pouco de Ajax, PHP ou alguma linguagem deste estilo, o TinyMCE é um editor WYSIWYG (<em>What You See Is What You Get</em>, ou <em>O que você vê é o que você obtém), </em>assim como qualquer outro editor de texto. A diferença é que ele é todo escrito em Javascript, para ser lido em um browser e pode ser ligado à Ajax, PHP e bancos de dados (MySQL, PostGres, etc). Qual a função? Você pode fazer seu próprio ambiente de edição de texto, controlando por um banco de dados todos seus documentos, muito útil em uma intranet compartilhada. Veja uma tela do TinyMCE <a title="Exemplo de TinyMCE" href="http://guiadodesign.com.br/tinymce/examples" target="_blank" class="broken_link">aqui</a>.</p>
<p>Ai você me diz: &#8220;Bah, mas não tem 90% dos recursos do Word ou BROffice!!!&#8221;. Eu devolvo com outra pergunta: &#8220;Você usa 5% dos recursos de um editor de textos???&#8221; Se sim, compre o Microsoft Office Word ou baixe o BROffice gratuíto abaixo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm" lang="pt-BR" align="justify"><a title="Download BROffice" href="http://ftp.unicamp.br/pub/broffice/stable/2.4.1/BrOo_2.4.1_Win32Intel_install_pt-BR.exe" class="broken_link">Download</a><a title="Original BROffice" href="http://www.broffice.org/download"><br />
</a><a title="Original BROffice" href="http://www.broffice.org/download">Link Original</a><br />
<a title="Outros BROffice" href="http://www.broffice.org/download"> Outros sistemas</a><br />
<span style="text-decoration: line-through;"> Aprenda mais sobre BROffice: Slideshare</span></p>
<h4>Incoming search terms:</h4><ul><li>a diferença entre microsoft e Broffice</li><li>broffice x office 2010</li><li>broffice x ms office</li><li>pricipais diferenças brofficexoffice</li><li>diferenças entre openoffice x office</li><li>diferença do office 2010 para o broffice</li><li>qual a diferença de office e broffice</li><li>broffice x office</li><li>Diferenças entre BrOffice e Office</li><li>openoffice x office</li></ul><!-- SEO SearchTerms Tagging 2 plugin took 3.34 ms --><img src="http://guiadodesign.com.br/?ak_action=api_record_view&id=45&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>XNView para visualizar imagens e trabalhar em lote. Mais de 400 formatos.</title>
		<link>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/09/05/xnview-para-visualizar-imagens-e-trabalhar-em-lote-mais-de-400-formatos/</link>
		<comments>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/09/05/xnview-para-visualizar-imagens-e-trabalhar-em-lote-mais-de-400-formatos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 07:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>innovart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Gratuito]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p> <p>O XNView é um visualizador de imagens, no qual você possui uma imensa capacidade de recursos, como trabalhar com conversão de lotes de imagens (veja tutorial abaixo sobre), pode fazer uma lista de ficheiros em .txt dos arquivos selecionados com as mais diversas características (hora, data, nome, etc), pode renomear em lote, fazer web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/xnview_logo1.jpg" rel="shadowbox[post-44];player=img;" title="XNView"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/xnview_logo1-150x150.jpg" alt="XNView" align="left" border="5" /></a></p>
<p>O XNView é um visualizador de imagens, no qual você possui uma imensa capacidade de recursos, como trabalhar com conversão de lotes de imagens (veja tutorial abaixo sobre), pode fazer uma lista de ficheiros em .txt dos arquivos selecionados com as mais diversas características (hora, data, nome, etc), pode renomear em lote, fazer web pages de imagens que você necessita de thumbs, criar páginas de impressão de imagens (com o recurso criação de folhas de contato), fazer captura de tela diretamente para ele, classificar suas imagens das mais diversas formas. Ele tem as seguintes características:</p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"> 	importa mais de 400 formatos de arquivos</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"> 	exporta em mais de 50 formatos,</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR">Suporte multipáginas TIFF, GIF animados e Icones animados (ICO)</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"> 	Os mais recursos de edição (rotação, edição, 	redimensionamento, cortes, ajuste de brilho e contraste, etc)</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"> 	Capacidade de exportar em lote, podendo utilizar os recursos de 	edição durante o loteamento</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"> 	Conversão em lote gravável, renomeamento de arquivos em loteamento</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"> 	Criação de Web Pages</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"> 	Captura de tela, suporte a impressão, Suporte a arrastar e soltar, 	comparação de imagens lado a lado</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"> 	Suporte a 44 idiomas (incluindo português)</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"> 	Sem anúncios nem spywares.</p>
</li>
</ul>
<p><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=583673&amp;doc=xnview-1220598120115751-8&amp;w=425" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent" /><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=583673&amp;doc=xnview-1220598120115751-8&amp;w=425" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"> Gratuito para o uso privado não comercial e uso educacional. Para uso comercial é necessário registro. É bom citar que é muito melhor que o também gratuíto IrfanView ou mesmo o antigo pago ACDSee.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR"><a href="http://download.xnview.com/XnView-win.exe" title="Download XNView">Download para Windows</a><br />
<a href="http://pagesperso-orange.fr/pierre.g/xnview/endownloadwin32.html" title="Original XNView">Link Original</a><a href="http://"><br />
</a><a href="http://pagesperso-orange.fr/pierre.g/xnview/enformats.html" title="Formatos XNView"></a><a href="http://pagesperso-orange.fr/pierre.g/xnview/endownload.html" title="Outros XNView">XNView para outros sistemas</a><br />
<a href="http://pagesperso-orange.fr/pierre.g/xnview/enformats.html" title="Formatos XNView"> Saiba aqui todos os Formatos que XNView lê</a>. <a href="http://pagesperso-orange.fr/pierre.g/xnview/enformats.html"><br />
</a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify" lang="pt-BR">&nbsp;</p>
<h4>Incoming search terms:</h4><ul><li>visualizador imagem lado a lado</li><li>como trabalhar imagens em lote</li><li>como colocar nome na foto no xnview</li><li>xnview guia</li><li>como colocar marca d\água nas fotos no xnview</li><li>visualizador de imagens</li><li>TUTOURIAL COMO FAZER IMAGENS GIF COM XNVIEW</li><li>tutorial: como inserir marca d\agua xnview</li><li>tutorial xnview</li><li>redimensionar em lote xnview</li></ul><!-- SEO SearchTerms Tagging 2 plugin took 1.153 ms --><img src="http://guiadodesign.com.br/?ak_action=api_record_view&id=44&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Descobrindo qual cor você está vendo com ColorCop (RGB e Hexadecimal)</title>
		<link>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/09/05/descobrindo-a-cor-voce-esta-vendo-com-colorcop-rgb-e-hexadecimal/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 07:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>innovart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Gratuito]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Você não sabe que cor é aquela ali que você tá vendo? E quer saber para usá-la em algum outro lugar?</p> <p>Use o Colorcop para descobrir. Ele detecta a cor em formato RGB e também em valor Hexadecimal (#000000). Tem uma interface que se fixa na tela, bastante simples, contendo o conta-gotas para copiar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você não sabe que cor é aquela ali que você tá vendo? E quer saber para usá-la em algum outro lugar?</p>
<p><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/colorcop1.jpg" rel="shadowbox[post-46];player=img;" title="ColorCop"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/colorcop1-150x150.jpg" alt="ColorCop" align="left" border="5" /></a>Use o <strong>Colorcop </strong>para descobrir. Ele detecta a cor em formato RGB e também em valor Hexadecimal (#000000). Tem uma interface que se fixa na tela, bastante simples, contendo o conta-gotas para copiar a cor, visualizador e lupa para ampliar localização da cor, os valores em RGB e Hex Color, 7 históricos de cores, uma pequena paleta e uma paleta ampliada no botão custom. Tem modo expandido para todas as funções e resumido somente para as básicas. Se apenas RGB ou Hex Color não resolvem seu problema, lance os valores do RGB no programa que você usa (Corel, Photoshop ou Ilustrator) e lá você terá como ver esta mesma cor em outros padrões (HSB, Lab, CMYK, etc).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><a href="http://www.download.com/3001-2383_4-10585977.html" title="Download ColorCop">Download<br />
</a><a href="http://colorcop.net/download" title="Original ColorCop">Link Original</a><br />
<object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=583177&amp;doc=colorcop-1220566614361756-8&amp;w=425" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent" /><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=583177&amp;doc=colorcop-1220566614361756-8&amp;w=425" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify">&nbsp;</p>
<p><strong>Color Detector</strong>: se você não está contente com o ColorCop e quer ver outra opção, use o Color Detector. Apesar de ser bem mais simples, tem algumas funções interessantes. Com F5 você congela na cor que está passando sobre com o mouse e com F6 a mesma cor é copiada para a área de transferência do computador em valor hexadecimal. Depois basta colar (ctrl+v) no programa que te interessar. Também só traz o formato da cor em formato RGB ou hexadecimal, e também o nome padrão em HTML. Além disso marca a posição do cursor do mouse com valores x e y.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm" align="justify"><a href="http://www.cosmin.com/redirect.php?d=http://www.vif.com/users/cosmin.smeu/GlobexPro-trial.exe" title="Download Color Detector">Download</a><br />
<a href="http://www.cosmin.com/download.html" title="Original Color Detector">Link Original</a></p>
<p><strike> Slideshare do Color Detector:<br />
O que é cor Hexadecimal?<br />
O que é cor RGB?</strike></p>
<h4>Incoming search terms:</h4><ul><li>como descobrir a cor no photoshop</li><li>o que voce esta vendo?</li><li>descobrir valor rgb</li><li>codigo RGB de cores do broffice</li><li>detectar hexa da cor</li><li>qual o rgb de uma cor</li><li>ver cor rgb passando mouse</li><li>descobrir o código de uma cor no broffice</li><li>como ver código da cor rgb illustrator</li><li>descobrir cor photoshop</li></ul><!-- SEO SearchTerms Tagging 2 plugin took 2.341 ms --><img src="http://guiadodesign.com.br/?ak_action=api_record_view&id=46&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/09/05/descobrindo-a-cor-voce-esta-vendo-com-colorcop-rgb-e-hexadecimal/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Programas gratuítos para Design (1ª parte)</title>
		<link>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/09/05/programas-gratuitos-para-design-1%c2%aa-parte/</link>
		<comments>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/09/05/programas-gratuitos-para-design-1%c2%aa-parte/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 07:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>innovart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p> <p></p> <p></p> <p>Dá pra gastar menos com software de Design? Dá para se virar com software gratuíto em Design? Os P2Ps da vida, tais como, torrent, ed2k (edonkers e emules), kaaza, rapidshare e megauploads e todo tipo de local para fazer upload de arquivos ou compartilhar eles são responsáveis por “brutais” pauladas no lucro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8" /><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.0 Beta (Win32)" /></p>
<style type="text/css"> 	</style>
<p><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/xnview_logo1.jpg" rel="shadowbox[post-43];player=img;" title="XNView"></a></p>
<style type="text/css"><!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--> 	</style>
<p><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8" /><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 3.0 Beta (Win32)" /></p>
<style type="text/css"> 	<!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--> 	</style>
<p>Dá pra gastar menos com software de Design? Dá para se virar com software gratuíto em Design? Os P2Ps da vida, tais como, torrent, ed2k (edonkers e emules), kaaza, rapidshare e megauploads e todo tipo de local para fazer upload de arquivos ou compartilhar eles são responsáveis por “brutais” pauladas no lucro de muitos fabricantes de software, seja qual área que for. Design não escapa e são estes compartilhamentos que &#8220;salvam&#8221; quem precisa usar uma ferramenta e não tem rios de dinheiro para pagar caro por ela e &#8220;matam&#8221; os fabricantes que precisam sobreviver.</p>
<p><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/linux31.jpg" rel="shadowbox[post-43];player=img;" title="Linux"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/linux31-150x150.jpg" alt="Linux" align="left" border="5" /></a>Mas existe mais do que software pago para nos acudir. Existe o software livre e o gratuíto (freeware). E substitui mesmo? Antes de responder a esta pergunta, responda outra: quantos recursos realmente você usa nos softwares de cada dia? E outra: o software pago realmente tem todos os recursos que você necessita?</p>
<p>Para responder a estas perguntas, vamos usar a famigerada ferramenta da comparação. Pra iniciar um exemplo bem simples. Que software você usaria para redimensionar fotos em lote? Imagine. Você tem 500 fotos tiradas em várias máquinas (ou mesmo só uma), em tamanhos diferentes daquilo que você precisa, e quer aplicar alguns pequenos ajustes de melhoria. Você conhece algum programa pago que faça isto? Eu conheço um gratuíto. Já vamos falar dele abaixo.</p>
<p>Somente mais um exemplo, se você ainda não entendeu meu argumento. Quantos recursos você realmente usa do pacote Office (Word, Excel, Power Point e outros que a gente nem lembra)? Você realmente precisa de todos estes recursos? Eles realmente tem o que você precisa? Se tem, compre-os. Se não tem, procure um gratuíto, use o tempo que você normalmente dispende buscando em P2Ps, torrents e blogs com “links para download”, use este tempo para buscar software livre e gratuito. Isto se chama troca de cultura. E quando precisar de um programa pago, pague por ele, pois alguém dispendeu tempo, dinheiro e investimento para fazê-lo. Se não puder fazer isto de uma vez, faça aos poucos.</p>
<p>Neste espírito, fizemos uma seleção de 10 programas que ajudam você diariamente em design. Todos freeware ou livres. Este será apenas um dos posts sobre este assunto:</p>
<p><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/xnview_logo1.jpg" rel="shadowbox[post-43];player=img;" title="XNView"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/xnview_logo1-150x150.jpg" alt="XNView" width="80" align="left" border="5" height="76" /></a>1) <strong>XNView</strong>: já falamos dele acima, respondendo a quem está procurando um programa que converta imagens em lote. No tutorial abaixo você poderá ver como usar esta funcionalidade. É importante entender que o XNView é muito mais do que isto, ele é um programa visualizador de imagens, lendo mais de 400 formatos (incluindo EPS, PSD, CDR e os comuns JPG, BMP, TIF, etc).<a href="http://guiadodesign.com.br/guia/?p=44" title="Post XNView"><br />
</a> <strong><a href="http://guiadodesign.com.br/guia/?p=44" title="Post XNView">Teste agora o XNView: Download</a>. <a href="http://guiadodesign.com.br/guia/?p=44" title="Post XNView"><br />
Veja post completo sobre XNView</a>.</strong></p>
<p><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/broffice1.jpg" rel="shadowbox[post-43];player=img;" title="BROffice"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/broffice1-150x150.jpg" alt="BROffice" width="75" align="left" border="5" height="98" /></a></p>
<p>2) <strong>BRO</strong><strong>ffice</strong>: Respondendo a segunda questão, como abandonar o Microsoft Office? Como deixar de lado Word, Excel e Power-point e ter tudo isto em um software livre? Muitos já sabem a resposta: BROffice.<br />
<strong><a href="http://ftp.unicamp.br/pub/broffice/stable/2.4.1/BrOo_2.4.1_Win32Intel_install_pt-BR.exe" title="Download BROffice" class="broken_link">Teste agora o BROffice: Download</a>. <a href="http://guiadodesign.com.br/guia/?p=45" title="Post BROffice"><br />
Veja post completo sobre BROffice</a>.</strong></p>
<p>3) <strong>Colorcop</strong>: você não sabe que cor é aquela ali que você tá vendo? Use o Colorcop para descobrir. Ele dá a cor em RGB e formato para WEB, a cor em valor Hexadecimal (#000000).</p>
<p><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/colorcop1.jpg" rel="shadowbox[post-43];player=img;" title="ColorCop"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/colorcop1-150x150.jpg" alt="ColorCop" width="83" align="left" border="5" height="134" /></a>Ele tem uma interface que se fixa na tela, bastante simples, contendo o conta-gotas para copiar a cor, visualizador e lupa para ampliar localização da cor, os valores em RGB e Hex Color, 7 históricos de cores, uma pequena paleta e uma paleta ampliada no botão custom.</p>
<p>Tem modo expandido para todas as funções e resumido somente para as básicas. Se apenas RGB ou Hex Color não resolvem seu problema, lance os valores do RGB no programa que você usa (Corel, Photoshop ou Ilustrator) e lá você terá como ver esta mesma cor em outros padrões (HSB, Lab, CMYK, etc).<br />
<strong><a href="http://www.download.com/3001-2383_4-10585977.html" title="Download ColorCop">Teste agora o ColorCop: Download</a>. <a href="http://guiadodesign.com.br/guia/?p=46" title="Post BROffice"><br />
Veja post completo sobre ColorCop</a>.</strong></p>
<p><a href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/foxitreader1.jpg" rel="shadowbox[post-43];player=img;" title="FoxItReader"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/foxitreader1-150x150.jpg" alt="FoxItReader" width="86" align="left" border="5" height="97" /></a>4) Para quem ainda não viu o post sobre conversão de PDF, vai duas dicas. Uma para visualizar PDF: FoxItReader, e outra para converter documentos em PDF através do menu de impressão, com o CutePDF Writer.</p>
<p><strong><a href="http://downloads.foxitsoftware.com/foxitreader/FoxitReader23_setup.exe" title="Download ColorCop">Teste agora o FoxItReader: Download</a>.<br />
</strong><a href="http://www.acrosoftware.com/download/CuteWriter.exe" title="Post CutePDF Writer"></a><strong><a href="http://www.download.com/3001-2383_4-10585977.html" title="Download ColorCop">Teste agora o CutePDF Writer: Download</a>.</strong><br />
<strong><a href="http://guiadodesign.com.br/guia/?p=22" title="Post PDF"> Veja post completo sobre PDF</a>.</strong></p>
<p>Aguarde mais programas na segunda parte deste post.</p>
<h4>Incoming search terms:</h4><ul><li>imagens do broffice</li><li>imagens BrOffice</li><li>imagens de design</li><li>brOffice em jpg</li><li>software pago</li><li>programas que ajudam design</li><li>PowerPoint: Guia de Design</li><li>logotipo linux cdr</li><li>imagens para broffice</li><li>como deixar o broffice com a cara do microsoft office</li></ul><!-- SEO SearchTerms Tagging 2 plugin took 0.776 ms --><img src="http://guiadodesign.com.br/?ak_action=api_record_view&id=43&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>A forma</title>
		<link>http://guiadodesign.com.br/blog/2008/01/10/a-forma/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 20:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>innovart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que melhor define a forma, é o cenário vazio sobre o qual o ela está inserida. Este cenário pode ser uma folha de papel ou o monitor desligado.</p> <p>Conforme a criatividade do Designer pode variar o cenário, qualquer plano de fundo, qualquer textura, qualquer dinâmica, qualquer envolvimento.</p> <p></p> <p>Basta uma idéia para ser jogada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que melhor define a forma, é o cenário vazio sobre o qual o ela está inserida. Este cenário pode ser uma folha de papel ou o monitor desligado.</p>
<p>Conforme a criatividade do Designer pode variar o cenário, qualquer plano de fundo, qualquer textura, qualquer dinâmica, qualquer envolvimento.</p>
<p><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/pb1.jpg" alt="pb.jpg" align="left" height="198" width="271" /></p>
<p>Basta uma idéia para ser jogada sobre o cenário escolhido. Os extremos são o branco ou negro, ligado ou desligado, vazio ou cheio, zero ou um, a própria forma digital da informática, infinitos cenários. Vejamos os mais simples:</p>
<p>O primeiro instante de um desenho é um ponto sobre o cenário.</p>
<p><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/ponto1-150x150.jpg" alt="ponto.jpg" align="left" height="201" width="271" /></p>
<p>Tive uma professora muito criativa de educação artística em uma escola pública. Ela chegou em sua primeira aula de 5ª série e sobre o quadro negro fez um ponto de giz e perguntou. Quantos pontos temos neste quadro? A resposta por maioria é sempre “um ponto, professora”.<br />
A lógica não é necessariamente o melhor combustível para o Designer, então vem a pergunta que nos leva a imaginação. Quantos pontos tem dentro deste mesmo ponto? E quantos pontos cabem ao redor deste único ponto? Minha resposta na época: infinitos, e quando entendi o conceito e a amplitude do “infinito”, me apaixonei terminalmente pelo Design.</p>
<p>O que define a possibilidade de estarmos vendo este único ponto? A determinação do Designer, ou seja, o observador, pois é ele que percebe o ponto. Ele quem o estipulou. Antes, eram possibilidades infinitas do ponto existir em qualquer tamanho, espaço, posição ou conceito. Por que conceito? Porque o ponto poderia ser somente imaginado. Dizemos através do giz marcando na lousa que ele está ali. Ali onde? Ali. Isto é Design. Conceito.</p>
<p><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/pontos1-150x150.jpg" alt="pontos.jpg" align="right" height="188" width="257" /></p>
<p>Cada cabeça é uma sentença e as possibilidades do Design se tornam então, infinitas, pois cada Designer tem sua própria criatividade, que varia de acordo com sua inspiração e humor.</p>
<p>Mas no conceito mais rudimentar, seguimos a formação básica das formas. No caso exemplificado, criamos outro ponto.</p>
<p>Quantos pontos cabem entre estes dois pontos? Infinitos, ou, se determinarmos um sistema de medição convencionado em centímetros, um número X de pontos. Mas como será convencionado o posicionamento de cada ponto? Logo ao lado? Sobrepostos? Com um pequeno espaço entre eles? Ah, veja que a convenção vai moldando o Design, como prender um pássaro (quando a convenção atrapalha) ou como o escultor que lapida uma pedra (quando a convenção ajuda).</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/retapontos1.jpg" alt="retapontos.jpg" height="140" width="396" /></p>
<p align="center"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/reta1.jpg" alt="reta.jpg" height="142" width="396" /></p>
<p>Não importando como determinamos a convenção da distribuição dos pontos entre si, o que é mais correto afirmar é que surgiu a segunda forma básica: uma linha. Agora os dois pontos estão ligados entre si, ou poderíamos dizer diferente, o ponto inicial foi projetado, alongado, etc. E damos nome a este fenômeno. Um alongamento pela largura. Mas largura, como já falamos é apenas um conceito que se tornou convenção para explicar um fenômeno.</p>
<p>Então, começamos a compreender, se até agora não compreendemos, que convenção é darmos nome a alguma coisa e todos respeitarmos aquele nome, aquele conceito. É uma regra. Rígida? Depende da seriedade em que respeitamos essa regra.</p>
<p>As convenções ajudam e atrapalham o Design. É uma ferramenta e não nosso patrão. Entender isto é elevar-se sobre a regra e dar asas para a criatividade em uma amplitude variável ao nosso próprio impulso de liberdade. Designers que respeitam demais as convenções não tem grande criatividade, porque não conseguem ver o mundo de forma diferente ao qual já se sujeita.</p>
<p>Um exemplo: o teclado foi criado por algum técnico que precisou da matéria de Design para fazê-lo, talvez nem entendesse de Design, mas aplicou regras desta área. Baseado em que? Baseado na língua inglesa. E ninguém até hoje conseguiu pensar muito diferente disso para dispor de um novo teclado. É um tabu, porque todos seguem como autômatos a convenção pré-estabelecida. Quem disse que o teclado tem que estar disposto desta forma? Alguém disse e nós aceitamos isso como regra.</p>
<p>Porém um homem chamado August Dvorak tentou fazer diferente, dispôs as teclas num formato não voltado a língua inglesa e sim voltado no maior uso de determinadas teclas. Isto originou o Teclado Dvorak, que existe sim até hoje! Você pode procurar ele pela internet ou até mesmo mudar através de software para ver como funciona! Por que não substitui o antigo formato? Preguiça das pessoas. Nada como experimentar algo diferente para ver o que acontece.<br />
<img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/teclado-21.jpeg" alt="teclado-2.jpeg" align="right" height="141" width="274" /></p>
<p>Este teclado foi testado pelo exército americano e foi comprovado que esta disposição de teclas aumenta em 68% a precisão de digitação e em 74% a velocidade. Claro que há um período de adaptação. Mas vale a pena estudar coisas diferentes para entendermos melhor o que é Design.</p>
<p>O Designer é alguém que subestima a convenção e cria novas regras, determinando através da facilidade de uso ou usabilidade, no caso do teclado, uma nova disposição, que, se aceita pelos demais será a nova regra. Mas como o Dvorek só criou uma nova disposição de teclas, sendo pouco atrativo para a mudança, as pessoas talvez não tenham vontade de mudar. Certas mudanças exigem uma nova visão e não somente uma nova disposição.</p>
<p>Voltando à linha, o ponto foi projetado pela sua largura, , esta descrição é razoável, porque quando explicado assim, é como se estivéssemos vendo na tela de nossa imaginação um ponto se transformando em uma reta. Desta forma, o conceito é bom, porque exercita a imaginação. E isto se torna convenção</p>
<p align="center"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/quadrado1.jpg" alt="quadrado.jpg" height="154" width="436" /></p>
<p>Seguindo no exemplo, projetemos novamente os dois pontos, mas agora em sua altura e criamos uma forma geométrica, que, por convenção, chama-se quadrado, porque tem 4 lados. As formas geométricas são normalmente batizadas pela matemática, ou seja, pelo número de lados, quando estes são enumeráveis.</p>
<p>Ao mesmo tempo, podemos mudar o conceito e descrever que temos uma forma bidimensional, ou seja, já começamos a projetar um mundo baseado em dimensões.</p>
<p>Em outro prisma, podemos descrever matematicamente este quadrado, enumerando seus lados, seus vértices, seu tamanho em alguma convenção de medida, sua área, etc.</p>
<p>Com a imaginação, podemos dizer que abrimos uma janela no cenário inicial, ou que até mesmo ampliamos o tamanho do ponto e o tornamos uma ruptura no cenário. Ou que criamos um plano sobre o nada.</p>
<p>Os conceitos são infinitos, basta mudar o cenário e olhar através de prismas diferentes. Isto é enfoque da criatividade. Realização é fixar um destes prismas diferentes, ou seja, depois que imaginamos algo, fixamos isso através do Design. Este é o exercício de dar significado a uma imagem.</p>
<p align="center"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/cubo1.jpg" alt="cubo.jpg" /></p>
<p>Projetemos novamente os pontos, porém agora pela sua profundidade ou espessura, e criaremos dentro do cenário uma forma, que por convenção se chama cubo. Aqui entra o conceito de 3 dimensões: largura, comprimento e profundidade. Ou largura, altura e espessura. Ou outros conceitos ainda.</p>
<p>Atualmente o desenho tridimensional é uma matéria muito ampla, devido ao surgimento de ferramentas que facilitam a criação do Design 3D.<br />
Este Design é baseado na projeção do mundo e novamente a imaginação aqui respeita regras rígidas, até mais rígidas que as matemáticas, porque as convenções dependem agora de tantas outras regras físicas, por exemplo, se for um cubo de chumbo ou de isopor, terão pesos diferentes, sua textura será diferente, sua velocidade em um cenário de ação será diferente, etc.</p>
<p>Veja que em cada etapa da formação da figura há diversos prismas para se observar o objeto, de acordo com o interesse de quem observa.</p>
<p>Conclui-se que um Design depende do cenário, do objeto e do observador e, invariavelmente da forma como o observador quer ver este objeto. A vontade do Designer é o elo que compõe o Design.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Cores</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 20:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>innovart</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O papel em seu estado original é branco, quando ele recebe cor, ele está perdendo luz. O monitor em seu estado original é negro, quando ligamos ele, as cores aparecem por adição de luz. São caminhos contrários, esta é uma das justificativas da dificuldade de acertar cores entre monitor e papel impresso.</p> <p>Antes de darmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O papel em seu estado original é branco, quando ele recebe cor, ele está perdendo luz. O monitor em seu estado original é negro, quando ligamos ele, as cores aparecem por adição de luz. São caminhos contrários, esta é uma das justificativas da dificuldade de acertar cores entre monitor e papel impresso.</p></blockquote>
<p>Antes de darmos continuidade no estudo das formas, vamos observar o empolgante <strong>mundo das cores</strong>. Não é só pela variedade, nuances, gama, diversidade ou complexidade que as cores se destacam. A teoria das cores também é fabulosa e nos ajuda muito a entender diversos pontos do Design.</p>
<p>Vamos ao básico e fundamental disco de cores:</p>
<p>Neste simples <strong>disco de cores </strong>podemos ver somente as cores primarias e secundárias, observando a direção da luz para as trevas, ou sombras, ou seja, pela decomposição da luz. Vamos aprofundar: são primárias (ciano ou azul céu, amarelo e magenta) porque estão mais próximas da luz e são secundárias (verde, vermelho e azul) porque estão mais próximas dos tons escuros. As cores secundárias estão mais próximas de perder toda a luz. As cores primárias estão mais próximas de se tornarem luz. Isto explica o fenômeno de porque em uma cópia preto e branco (xerox), o amarelo não aparece (está muito próximo do branco, sobre papel branco, se torna branco) e o vermelho fica preto (está próximo do negro, sobre papel branco se torna negro).</p>
<p><a title="disco.jpg" href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/disco1.jpg" rel="shadowbox[post-39];player=img;"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/disco1.jpg" border="5" alt="disco.jpg" align="right" /></a></p>
<p>Observe no disco de cores que de um lado está a cor primária e no seu oposto a secundária. Por matemática, ciência e química, elas são cores contrárias. Isto nos permite afirmar que, por exemplo, o azul blue secundário é contrário ao amarelo primário, porque o que um tem o outro não tem. Desta forma se as cores forem encaixadas aparecerá ou branco ou negro, que não são cores.</p>
<p>Se for sobre um papel, estamos perdendo luz, então aparecerá o negro, aparecerá as trevas. No caso do papel, as cores são adicionadas e compostas pelo sistema CMY, adição das cores primárias para formar as secundárias e todas as outras. O K ou black do sistema CMYK é adicionado para dar qualidade à composição, porque uma mistura CMY pura não dá boas nuances de claro e escuro e também não dá um preto de qualidade.</p>
<p>Analisando uma<strong> folha de papel</strong> em seu estado normal é branca, ou seja, a luz é 100%, neste caso, se aplicarmos cores nesta folha de papel estaremos perdendo luz. Por isto que o sistema de composição de cores de gráfica é baseado nas cores primárias ciano, amarelo e magenta, com a adição do Black (K = preto), porque uma mistura de CMY pura não dá boas nuances de claro e escuro, nem um preto de qualidade. O sistema CMYK adiciona o preto para realizar uma composição de cores com qualidade.</p>
<p>Se for um <strong>monitor</strong>, seu estado desligado é negro, então iremos ligá-lo e o tubo de imagem ou células do LCD provocarão a adição de luz e as cores surgirão, primeiro as secundárias (RGB), por este motivo os monitores são calibrados pelo sistema RGB e não pelas cores primárias. A partir da decomposição da cor secundária (vermelho), ou seja, mais adição de luz sobre ele, ela se decompõe em cores primárias (magenta ou amarelo conforme intensidade da luz). Mesma coisa no caso do verde, conforme a intensidade de adição de luz do tubo de imagem, ele se decompõe em amarelo ou azul céu e assim por diante. Assim as cores secundárias nunca serão opostas porque elas tem sempre uma cor primária em comum (vermelho tem amarelo e magenta, verde tem amarelo e cian, blue tem cian e magenta), porém em cada uma delas sempre falta uma cor primária.</p>
<p>São processos contrários mas totalmente inseridos em nosso dia à dia. O monitor, partindo da adição de luz e o papel, formando as cores pela perda da luz.</p>
<p>E se misturarmos quimicamente duas cores opostas? Curiosamente, por mistura química de tinta, os contrários sempre resultarão na <strong>cor marrom</strong>. Entenda-se mistura química quando você pegar duas latas de tintas opostas e mistura numa mesma lata, agitando até as moléculas se mesclarem totalmente. Sempre aparecerá o marrom, neste caso, desde que as cores sejam exatamente opostas (magenta com verde, vermelho com cian, azul blue com amarelo).</p>
<p>O que há de interessante nisso tudo? Talvez já tenham percebido o espírito da coisa. <strong>O segredo das cores está na luz refletida sobre os objetos.</strong> Vamos a outro exemplo clássico, fazendo-nos uma pergunta. Por que percebemos um tom amarelo, por exemplo?</p>
<p><a title="prisma.jpeg" href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/prisma1.jpeg" rel="shadowbox[post-39];player=img;"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/prisma1.jpeg" border="5" alt="prisma.jpeg" width="180" height="187" align="left" /></a></p>
<p>Este é o famoso “<strong>prisma</strong>”. Quando um raio de luz é projetado através de um prisma, este faz com que ele se amplifique e mostre sua verdadeira forma, ou seja, como um arco-íris, porque um raio de luz é composto por todas as cores concentradas em um único feixe. A concentração de cores em um feixe energético faz com que a luz brilhe na cor branca; ao invés de vermos cores, veremos luz. Porém é errado dizer &#8220;a cor branca&#8221;, correto é dizer a luz apareceu.</p>
<p>Mas há uma questão bastante interessante diante da formação das cores. E quando tudo fica totalmente escuro, não existe cor?</p>
<p>Mesmo no negro absoluto há cores. E prova disso são os animais noturnos. Eles vêem as cores no escuro porque sua visão está preparada para esta gama de cores, ou seja, ocorre uma adaptação em sua visão para que possam ver as cores. Podemos dizer que seus olhos tem a capacidade de ver a quase inexistente luz que está nas trevas. Quase inexistente porque somos incapazes de perceber esta luz. Mas para a visão de um animal destes pode ser muita luz.</p>
<blockquote><p>O branco reflete e o negro absorve. Este fenômeno provoca a ausÊncia ou o aparecimento das cores.</p></blockquote>
<p>O que ocorre de diferente entre preto e branco? Há objetos que refletem luz e outros que absorvem luz. O branco reflete e o negro absorve. Este fenômeno provoca a ausência ou o aparecimento das cores. Pelo fato do negro absorver cores não significa que ele não às tenha, elas estão ali, absorvidas. Assim como o branco, que reflete uma cor em específico, não significa que não tenha as outras, elas estão ali, não refletidas. Tudo dependerá da capacidade de visão do observador.</p>
<p>Indiferente das cores aparecerem por adição ou ausência de luz, será o <strong>observador</strong> que será capaz de identificá-las ou não. Se sua &#8220;lente biológica&#8221; está preparada para ver cores, e até quais cores é capaz de processar, pois existem cores não identificadas até mesmo para a melhor das visões.</p>
<p>Então, grande parte do segredo das cores está na &#8220;lente biológica&#8221; de quem observa. Esta é uma questão interessante e dentro destas diferenças de qualidade de visão, podemos afirmar que nenhuma pessoa vê as cores da mesma forma, há variações de acordo com o desgaste ou não da visão, ou até mesmo problemas de saúde como o daltonismo, que é ver algumas cores em tons de cinza.</p>
<p><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2008/09/daltonismo921.jpg" border="5" alt="Daltonismo" width="184" height="184" align="left" />Destacando o <strong>daltonismo</strong> para entendermos bem as cores com um exemplo prático, o daltônico não consegue distinguir algumas cores das outras, sendo mais comum não distinguir vermelho do verde (cores opostas, por sinal). Veja a imagem ao lado, se você identificar que número está dentro dela, você não é daltonico. Existem vários graus de daltonismo e daltônicos que distiguem umas cores e outras não e outros que não distinguem nenhuma.</p>
<p>Explicando o que ocorre no olho, &#8220;os portadores do gene anômalo apresentam dificuldade na percepção de determinadas cores primárias, que compoem o verde e o vermelho, o que se repercute na percepção das restantes cores do espectro. Esta perturbação é causada por ausência ou menor número de alguns tipos de cones ou por uma perda de função parcial ou total destes, normalmente associada à diminuição de pigmento nos fotoreceptores que deixam de ser capazes de processar diferencialmente a informação luminosa de cor&#8221; (Wikipédia).</p>
<p>Neste caso podemos dizer que os fotoreceptores de um daltônico acabam absorvendo a luz de certas cores, fazendo a cor desaparecer, que nos olhos de uma pessoa normal são refletidas e processadas. Porém um daltônico nunca deixa de ver preto, branco ou tons de cinza. Com isto podemos afirmar com uma prova que preto, branco e cinza nao são cores. São ausência ou adição de luz, que um daltônico é capaz de ver.</p>
<p>Desta forma podemos entender bem que a formação das cores depende do observador e de sua capacidade de visão. Originalmente o mundo é preto e branco, mas é a química biológica que percebe as nuances da luz e trevas. Já há estudos sobre visão de pássaros, que eles são capazes de enxergar muito mais cores que nós humanos. De forma figurativa, podemos dizer que vemos o mundo porque temos uma lente capaz de processar cores. Esta lente pode mudar conforme cada pessoa (daltônica ou não), animal (noturno ou diurno).</p>
<p>Isto nos capacita afirmar que <em>existem milhões de cores que não somos capazes de processar</em>, que estão ao nosso redor diariamente. O que nos falta é a lente adequada para observá-las. Usando o vulgo popular, que não tem valor científico, mas ilustra bem a questão, a psique também parece influenciar na capacidade biológica de um observador, como é o caso de quando se diz popularmente: &#8220;fulano está vendo tudo azul de tão calmo&#8221;, &#8220;sicrano só vê vermelho de tão irado que está&#8221;, &#8220;beltrano está vendo tudo rosa porque está amando&#8221;.</p>
<p>Ainda num exemplo popular, há quem diga que as mulheres vêem muitas nuances de cores, por isso dão tantos nomes para um mesmo azul (bebê, marinho, claro, celeste, escuro, esmeralda, turquesa, etc). Estamos querendo aqui elogiar a capacidade das mulheres em destacar tantas cores. Um homem que esteja na área de Design também terá esta percepção, é óbvio, pois observação é um exercício a ser desenvolvido com constância, tanto por homens quanto por mulheres.</p>
<p>No caso de nossa pergunta, ainda lembra qual? <strong>Por que percebemos um tom específico de amarelo?</strong> Porque a luz que incidiu sobre o objeto foi absorvida em todas as outras cores e somente o amarelo foi refletido. Em outras palavras, o objeto “absorveu” todas as outras cores e refletiu o amarelo.</p>
<p>Então vemos a radiação do tom amarelo, promovida pela luz que incidiu sobre o objeto.<br />
<a title="decomposicao.jpg" href="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/decomposicao1.jpg" rel="shadowbox[post-39];player=img;"><img src="http://guiadodesign.com.br/wp-content/uploads/2007/12/decomposicao1.jpg" alt="decomposicao.jpg" /></a></p>
<p>Mas por que o objeto é capaz de absorver as outras cores da luz? Essa é uma pergunta mais profunda. No caso, podemos dizer que a vibração das moléculas da superfície do objeto fazem com que a luz seja absorvida de forma diferenciada, aparecendo assim as cores. Mas e no caso das vistas “doentes”, como o daltonismo ou outros casos em que o individuo tem dificuldade de diferenciar um azul de um verde? Isto se deve a que a capacidade de ver cores depende do observador. De qualquer forma a percepção de cores ocorre e o tom de cinza que um dautônico vê para um amarelo específico é sempre o mesmo. Ou seja, na lente do daltônico, o amarelo é cinza e para um pássaro pode haver outras cores que não vemos. Isto por causa da lente biológica individual que cada observador tem para &#8220;ver a luz&#8221;que reflete dos objetos.</p>
<blockquote><p>A luz para apresentar cores perfeitas é medida pela sua temperatura em <strong>unidade  kelvin</strong>, que é comparada com a luz do sol em um dia normal.</p></blockquote>
<p>Para podermos dizer que um objeto é amarelo, basta todos vermos a mesma cor. Isto não é convenção, é fato. Todos temos a mesma &#8220;lente biológica&#8221;. Mas para dizermos que um amarelo é perfeito e igual em todas as visões? Isto já depende do nosso ponto de referencial para manter uma convenção. Ou seja, medir a luz e dizer que um amarelo é perfeito de acordo com alguma escala matemática de medição da luz. No caso esta escala existe.</p>
<p>A luz para apresentar cores perfeitas é medida pela sua temperatura em <strong>unidade kelvin</strong>, que é comparada com a luz do sol em um dia normal. No caso 5000K (kelvin), ou seja, se você for montar um estúdio para observar cores corretamente, para tirar fotos, para ver provas de cores, sempre escolha lâmpadas com temperatura de luz 5000K. Claro que a qualidade de fabricação e durabilidade entram aqui para diferenciar uma marca de outra, mas, por convenção esta é a intensidade de luz que exibe corres corretamente. Vá também ao oculista periodicamente, para ver se seus olhos não estão cansados ou necessitando óculos.</p>
<p>Daremos seqüência nesta linha de estudo das cores para compreendermos melhor este mundo. Este é só o começo. Até mais!</p>
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