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Esse é o custo dos presidentes numa democracia... São tão populares, fizeram tanto pelo povo (nos representando democraticamente) que precisam de segurança pública para os proteger do carinho e do amor dos seus iguais.&lt;br /&gt;Se contarmos os ex-presidentes vivos (Sarney, Collor, Itamar, Fernando, esqueci algum?) são 16 seguranças que estamos pagando com nosso dinheiro. O nosso popularíssimo Lula quer oito seguranças,ele se sente tão seguro entre os seus eleitores que ao sair deseja continuar contribuindo com a nação, oferecendo mais estes oito empregos a brasileiros.&lt;br /&gt;Como o decreto não regulamenta, nas viajens ao exterior para cursos e palestras milionárias, certamente os seguranças acompanharão os ex-presidentes tendo as despesas pagas pela União.&lt;br /&gt;Belo exemplo de autruismo, dedicação, desapego, e amor à nação destes ex-presidentes, não?&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Subject: Fwd: Fw: Fwd: PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO&lt;br /&gt;O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei no 7.474, de 8 de maio de 1986, &lt;br /&gt;DECRETA:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Art. 1o&amp;nbsp;&amp;nbsp; Findo o mandato do Presidente da República, quem o houver exercido, em caráter permanente, terá direito:&lt;br /&gt;I - aos serviços de quatro servidores para atividades de segurança e apoio pessoal;&lt;br /&gt;II - a dois veículos oficiais, com os respectivos motoristas; e&lt;br /&gt;III - ao assessoramento de dois servidores ocupantes de cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, nível 5.&lt;br /&gt;Art. 2o&amp;nbsp; Os servidores e motoristas a que se refere o art. 1o serão de livre escolha do ex-Presidente da República e nomeados para cargo em comissão destinado ao apoio a ex-Presidentes da República, integrante do quadro dos cargos em comissão e das funções gratificadas da Casa Civil da Presidência da República.&lt;br /&gt;Art. 3o&amp;nbsp; Para atendimento do disposto no art. 1o, a Secretaria de Administração da Casa Civil da Presidência da República poderá dispor, para cada ex-Presidente, de até oito cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, sendo dois DAS 102.5, dois DAS 102.4, dois DAS 102.2 e dois DAS 102.1.&lt;br /&gt;Art. 4o&amp;nbsp; Os servidores em atividade de segurança e os motoristas de que trata o art. 1o receberão treinamento para se capacitar, respectivamente, para o exercício da função de segurança pessoal e de condutor de veículo de segurança, pelo Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.&lt;br /&gt;Art. 5o&amp;nbsp; Os servidores em atividade de segurança e os motoristas aprovados no treinamento de capacitação na forma do art. 4o, enquanto estiverem em exercício nos respectivos cargos em comissão da Casa Civil, ficarão vinculados tecnicamente ao Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional, sendo considerados, para os fins do art. 6o, inciso V, segunda parte, da Lei no 10.826, de 22 de dezembro de 2003, agentes daquele Departamento.&lt;br /&gt;Art. 6o&amp;nbsp; Aos servidores de que trata o art. 5o poderá ser disponibilizado, por solicitação do ex-Presidente ou seu representante, porte de arma institucional do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional, desde que cumpridos os seguintes requisitos, além daqueles previstos na Lei no 10.826, de 2003, em seu regulamento e em portaria do Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional:&lt;br /&gt;I - avaliação que ateste a capacidade técnica e aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, a ser realizada pelo Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional;&lt;br /&gt;II - observância dos procedimentos relativos às condições para a utilização da arma institucional, estabelecidos em ato normativo interno do Gabinete de Segurança Institucional; e&lt;br /&gt;III - que se tratem de pessoas originárias das situações previstas no art. 6o, incisos I, II e V, da Lei no 10.826, de 2003.&lt;br /&gt;Parágrafo único.&amp;nbsp; O porte de arma institucional de que trata o caput terá prazo de validade determinado e, para sua renovação, deverá ser realizada novamente a avaliação de que trata o inciso I do caput, nos termos de portaria do Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional.&lt;br /&gt;Art. 7o&amp;nbsp; Durante os períodos de treinamento e avaliação de que tratam os arts. 4o e 6o, o servidor em atividade de segurança e motorista de ex-Presidente poderá ser substituído temporariamente, mediante solicitação do ex-Presidente ou seu representante, por agente de segurança do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional.&lt;br /&gt;Art. 8o&amp;nbsp; O planejamento, a coordenação, o controle e o zelo pela segurança patrimonial e pessoal de ex-Presidente caberá aos servidores de que trata o art. 1o, conforme estrutura e organização própria estabelecida.&lt;br /&gt;Art. 9o&amp;nbsp; A execução dos atos administrativos internos relacionados com a gestão dos servidores de que trata o art. 1o e a disponibilidade de dois veículos para o ex-Presidente serão praticadas pela Casa Civil, que arcará com as despesas decorrentes.&lt;br /&gt;Art. 10.&amp;nbsp; Os candidatos à Presidência da República terão direito a segurança pessoal, exercida por agentes da Polícia Federal, a partir da homologação da respectiva candidatura em convenção partidária.&lt;br /&gt;Art. 11.&amp;nbsp; O Ministro de Estado da Justiça, no que diz respeito ao art.. 10, o Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, no que concerne aos arts. 4o, 5o, 6o e 7o, e o Secretário de Administração da Casa Civil, quanto ao disposto nos arts. 2o e 9o, baixarão as instruções e os atos necessários à execução do disposto neste Decreto..&lt;br /&gt;Art. 12.&amp;nbsp; Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação.&lt;br /&gt;Art. 13.&amp;nbsp; Revoga-se o Decreto no 1..347, de 28 de dezembro de 1994.&lt;br /&gt;Brasília, 27 de fevereiro de 2008; 187o da Independência e 120o da República.&lt;br /&gt;LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA &lt;br /&gt;Tarso Genro &lt;br /&gt;Jorge Armando Felix&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-7908350615389013150?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2009/03/exemplo-de-gasto-republicano-com-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-1151983198244102032</guid><pubDate>Fri, 06 Feb 2009 22:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-06T20:44:18.289-02:00</atom:updated><title>Triste Coincidência</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: navy; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Diario de Pernambuco - Economia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;?xml:namespace prefix ="" o ns ="" "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 7.5pt; COLOR: navy; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'"&gt;06/Fevereiro/&lt;wbr&gt;2009 | 11h10&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="COLOR: navy; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"&gt;&lt;font size="3"&gt;Miriam Leitão&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 13.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Pior para nós que na mesma semana em que o presidente Barack Obama perdeu dois assessores, porque eles erraram na declaração do imposto de renda, a Câmara tenha escolhido um corregedor que acha que políticos não devem julgar quebra de decoro porque "têm o vício insanável" da amizade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior para nós os bate-bocas, troca-trocas e negociatas dos últimos dias no Congresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barack Obama já perdeu quatro do time escalado e viu seu secretário do Tesouro, Timothy Geithner, em apuros, explicando por que errou no imposto de renda. Um jovem brasileiro me perguntou: "mas isso é escândalo?". A pergunta é reveladora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está errado não pagar imposto, e isso é tão sério que foi o que levou Al Capone à cadeia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para muitos brasileiros, tem sido difícil definir a partir de que ponto um escândalo é escandaloso, já que o patamar das nossas irregularidades tem ficado cada vez mais alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atingidos do time do presidente Obama deram explicações e pagaram os impostos atrasados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas só um deles se salvou. Nancy Killefer não tinha recolhido impostos trabalhistas de ex-empregados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tim Geithner contratou um imigrante em situação irregular e, quando era do FMI, entendeu que por trabalhar em órgão internacional não devia certos impostos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tom Daschle perdeu o cargo fundamental que teria na equipe de Obama porque usou um carro de uma empresa à qual prestava consultoria e não pagou impostos sobre esseganho extra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as descobertas e cobranças foram feitas pelo Congresso americano, de maioria governista. Bill Richardson disse que provará que não fechou contrato com uma empresa que o financiou, mas enquanto não prova, desistiu da Secretaria de Comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que diriam alguns dos nossos parlamentares desses deslizes? Provavelmente nem considerariam que isso era erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corregedor é aquele que corrige, é o que zela pelo decoro, mas o deputado Edmar Moreira não se preocuparia com o tipo de falta que derrubou Daschle. O que é não declarar um carro cedido pela empresa quando se esquece de declarar um castelo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua tese, de que o Congresso não pode julgar colegas porque eles são todos amigos, faria até sentido, afinal foram tantos os casos de absolvição indevida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para isso, ele teria que, em seguida, pedir a extinção do cargo de corregedor que fez tanto esforço para ocupar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está errado não pagar imposto, e isso é tão sério que foi o que levou Al Capone à cadeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deslizes tributários também não devem produzir maiores preocupações no senador Renan Calheiros, que jamais explicou como foi mesmo que envelopes de R$ 12.000 por mês eram entregues à mãe de sua filha na sede de uma empreiteira; ou ao senador Eduardo Azeredo, que teve contas de campanha pagas por empresas de publicidade num esquema parecido com o do mensalão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensalão este que, quando foi descoberto, mostrou ser uma extensa rede de tráfico de influências e de pagamentos de gastos de campanha feitos por fornecedores do governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tipo de deslize que derrubou Tom Daschle, que seria peça chave no governo Barack Obama na reforma do programa de assistência médica, não faria derrapar o Fiat Elba do ex-presidente Fernando Collor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, segundo seu então e desafortunado tesoureiro, o objetivo do collorismo era arrecadar R$ 1 bilhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deprimente dos escândalos de Obama é a dificuldade de o Brasil se escandalizar com eles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, a anestesia com os desmandos faz parecer normais certas frases, comportamentos e fatos extravagantes e desviantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos vivem ainda o espetáculo estimulante da renovação do poder, enquanto no Brasil tantos perdemos fios tingidos de cabelo para se manter agarrados às mesmas cadeiras tantas vezes ocupadas por eles mesmos no passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idade em si não torna alguém moderno ou antiquado. Há jovens ultrapassados e velhos atualizados. Nos virtuosos, a idade confirma as virtudes. Nos outros, ela convalida defeitos, e um dos piores é ser obstáculo à renovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certos erros da juventude o tempo apaga, mas servir lealmente a uma ditadura não é um desses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem cometeu este erro indesculpável deveria, ao menos, poupar os interlocutores e não falar que será a "consolidação da democracia", como fez o presidente do Senado, José Sarney. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deve também prometer corte de gastos e austeridade quem tem o desejo manifesto de tirar, do contribuinte, dinheiro para sandices como cobrir os atos dos deputados em seus estados de origem na TV Câmara, como fez o deputado Michel Temer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na melhor das hipóteses, é perda de dinheiro. Mas pode ser pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo parlamento há negociações e disputas para a ocupação dos cargos-chave e comissões decisivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada normal é o balcão de negócios que virou essa distribuição no Congresso brasileiro esses dias, o troca-troca, os bate-bocas, os acordos secretos, as traições públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infeliz é a coincidência. Lá, as exigências éticas aumentam e quem errou é punido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, todo erro é aceito e, com o tempo, esquecido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil está ficando menor - e não falo do PIB - e o Congresso tem escolhido ficar desimportante.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 8.5pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;!--~-|**|PrettyHtmlStart|**|-~--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-1151983198244102032?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2009/02/triste-coincidencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-7307534089512689572</guid><pubDate>Sat, 18 Oct 2008 00:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-17T21:50:47.855-03:00</atom:updated><title>Pane financeira e sua gênese</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="WORD-SPACING: 0px; FONT: 16px 'times new roman'; TEXT-TRANSFORM: none; COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-INDENT: 0px; WHITE-SPACE: normal; LETTER-SPACING: normal; BORDER-COLLAPSE: separate; orphans: 2; widows: 2; webkit-border-horizontal-spacing: 0px; webkit-border-vertical-spacing: 0px; webkit-text-decorations-in-effect: none; webkit-text-size-adjust: auto; webkit-text-stroke-width: 0"&gt;From: noticias@lepanto.com.br&lt;br /&gt;Date: Mon, 13 Oct 2008 14:33:23 -0300&lt;br /&gt;Subject: [noticias-lepanto] As Viúvas de Stalin e a Crise Americana&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="EC_ygrp-mlmsg" style="WIDTH: 655px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="EC_ygrp-msg" style="PADDING-RIGHT: 25px; PADDING-LEFT: 0px; FLOAT: left; PADDING-BOTTOM: 0px; WIDTH: 470px; PADDING-TOP: 0px"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="EC_ygrp-text"&gt;Para comentar este artigo, acesse:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias-lepanto.blogspot.com/2008/10/as-vivas-de-stalin-e-crise-americana.html" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://noticias- lepanto.blogspot .com/2008/ 10/as-vivas- de-stalin- e-crise-american a.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Segundo esse artigo, no governo Carter (democratas) em 1977 foi criado decreto federal que obrigava os bancos a fazerem os empréstimos aos cidadãos sem capacidade de honrar suas dividas. Portanto embora o Obama insista em jogar a crise no colo dos republicanos, na realidade, a crise foi gerada pela interferência indevida do poder público, e mais pelos democratas do que pelos republicanos. .. A crise não constitui falência do capitalismo em si mas foi gerada pela interferência socialista indevida no mercado financeiro.. .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Viúvas de Stalin e a Crise Americana&lt;br /&gt;Análise escrita por Cezar Cauduro Roedel, em 08/10/2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe de ser uma 'falha de mercado', o que estamos vivenciando é o resultado de uma política muito antiga de intervenção na economia. Enquanto alguns saem dizendo que o capitalismo falhou, não percebem que a falha veio do governo, de uma política redistributivista e socialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não demorou para que as 'Viúvas de Stalin' fossem propalando suas análises embusteiras sobre a 'crise' do subprime americano. Com muita felicidade estampada no rosto davam gargalhadas e seus veredictos intelectualescos, comentando a derrocada do capitalismo, o fim do livre mercado, o modelo americano ruindo em suas próprias contradições.. .Portanto é necessário fazer alguns esclarecimentos sobre esta crise do mercado imobiliário, que de longe não é nada recente. A pergunta que devemos responder é a seguinte: Esta crise foi realmente gerada por uma 'falha de mercado'? Segue o argumento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- A origem da crise está ligada com a criação das gigantes hipotecárias, Fannie Mae e Freddie Mac, que recentemente reberam grandes verbas do governo americano. A Fannie Mae foi criada em 1938 pelo governo de Franklin Delano Roosevelt, dentro dos objetivos da política do New Deal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- O New Deal previa o acesso de todos os cidadão americanos a casa própria. Mesmo àqueles sem capacidade creditícia, um plano de reestruturação com forte intervenção na economia. Assim, a gigante hipotecária forneceria liquidez ao mercado de hipotecas de alto risco, com a verba do contribuinte americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- As gigantes hipotecárias são instituições paraestatais, não são eminentemente privadas, por isso não estão 'a prova do mercado', no sentido puro da expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- O Governo americano sempre injetou muito dinheiro nestas instituições, que compram as hipotecas de alto risco do bancos americanos, dando assim, acesso aos cidadãos a sua casa própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- Em uma situação de economia de mercado, os Bancos não cederiam empréstimos para pessoas com histórico creditício duvidoso. A economia de mercado prevê que só pode emprestar dinheiro para pessoa que pode honrar a dívida. Então porque os banqueiros cediam estes empréstimos? Veja abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- Em 1977, então governo Carter, foi criado o decreto federal (Community Reivestment Act - Decreto de Reinvestimento Comunitário) que 'obrigava' os bancos a fazerem os empréstimos aos cidadãos sem capacidade de honrar suas dividas com o aval das gigantes hipotecárias, a juros mais baixos, justamente para que todos tivessem acesso a casa própria. Os bancos que não se adaptassem as essas regras não poderiam fazer fusões, aquisições e novas linhas de negócio, até que provassem ao governo um certo número de empréstimos a estes 'maus pagadores'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe de ser uma 'falha de mercado', o que estamos vivenciando é o resultado de uma política muito antiga de intervenção na economia. Enquanto alguns saem dizendo que o capitalismo falhou, não percebem que a falha veio do governo, de uma política redistributivista e socialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.if.org.br/analise.php" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.if. org.br/analise. php&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-7307534089512689572?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2008/10/pane-financeira-e-sua-gnese.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-5460549528589908185</guid><pubDate>Thu, 28 Aug 2008 11:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-28T09:05:26.303-03:00</atom:updated><title>Planejamento Financeiro</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Um video em inglês, mas muito explicativo. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;object width="312" height="242"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.monkeysee.com/play/KPShare.swf?videoId=478&amp;clipId=2717" /&gt;&lt;embed src="http://www.monkeysee.com/play/KPShare.swf?videoId=478&amp;clipId=2717" width="312" height="242" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-5460549528589908185?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2008/08/planejamento-financeiro.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-675542018031167818</guid><pubDate>Mon, 04 Aug 2008 12:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-04T09:26:46.814-03:00</atom:updated><title>Um choque para a psique coletiva</title><description>&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Um choque para a psique coletiva&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Notícias Ruins e Corridas aos bancos por MIKE WHITNEY, no Counterpunch&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;O governo Bush vai enviar em futuro próximo, pelo correio, mais cheques de 'estímulo' da economia. Não há outra saída. O Banco Central está num beco sem saída e não pode reduzir a taxa de juros por medo de que os preços da comida e da energia atingirão a estratosfera. Ao mesmo tempo, a economia está se retraindo mais rápido do que se pensava e não há sinal de recuperação. Isso torna os cheques de estímulo a única forma de dar gás na economia e manter os gastos do consumidor. Caso contrário a atividade dos negócios vai cair e a economia mergulhar. Não há outra escolha.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;A barragem de más notícias está deixando as pessoas nervosas; é óbvia onde quer que você olhe. A maioria dos 'faladores' da TV acabou com as previsões encorajadoras sobre o mercado de ações e ninguém mais elogia o 'poder impressionante do mercado livre'. Eles sabem que as coisas vão mal, bem mal. É por isso que as notícias de economia não mais são apresentadas como um extravagante filme de Bollywood, com mulheres ondulantes e música exótica. Agora parece flme de horror 'B', no qual todo mundo está morto no final.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Uma sensação de baixo astral penetrou nos estúdios de televisão como já havia penetrado nos pregões das bolsas e nas penthouses luxuosas do West End de Manhattan. É palpável. Essa mesma sensação invade como uma nuvem tóxica todas as vilas e cidades do país. Todo mundo está cortando o não-essencial e tirando a gordura do orçamento familiar. Os dias de compras impulsivas no shopping acabaram. Assim como as grandes compras e as viagens para a Europa. A confiança do consumidor está em baixa histórica, a renda disponível é coisa do passado e os cartões de crédito estão no limite.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Nos últimos três meses o crédito bancário encolheu mais rápido do que em qualquer outro período desde 1948. Os bancos não estão emprestando e os consumidores não estão pedindo; é uma combinação letal. Quando o crédito é reduzido, a economia falha, o desemprego aumenta e os índices de miséria disparam. É por isso que o governo Bush vai mandar mais cheques de estímulo queira ou não; ele está de costas contra a parede.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Na sexta-feira, depois que os mercados fecharam, o FDIC fechou mais dois bancos, o First Heritage Bank e o First National Bank. Buuumm. Duas semanas atrás os fiscais fizeram a intervenção no Indymac Bancorp depois de uma corrida de clientes. O FDIC agora opera como uma unidade paramilitar secreta, distribuindo suas tropas nos fins de semana para fazer o trabalho sujo longe dos olhos do público e em momentos que afetem menos o mercado. As razões são óbvias: só tem uma coisa que o governo odeia mais do que ver caixões com bandeiras americanas no noticiário noturno, e isso são as filas de gente impacientemente esperando para tirar o que sobrou de sua poupança em bancos falidos. Filas que mostram que o sistema quebrou.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Corridas aos bancos são um choque na psique coletiva. Quando depositantes vêem a corrida a um banco eles se dão conta de que o dinheiro deles não está seguro. Quando a confiança some o problema se estende para todo o sistema. De repente os clientes passam a questionar tudo o que sempre deram como certo. Eles se tornam céticos em relação às instituições que, dias atrás, imaginavam sólidas como rochas.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Corridas bancárias são um golpe na fundação do sistema de livre mercado. Sem respostas, tremores podem se espalhar por toda a sociedade e provocar movimentos políticos violentos, até revolução. O público pode não entender o seu significado, mas todos em Washington estão prestando atenção. Levam isso a sério, muito a sério.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Um artigo no San Francisco Business Times diz que o FDIC está preocupado com as notícias nos blogs da internet. Eles prefeririam manter as notícias sobre os problemas do sistema bancário fora do noticiário. Sheila Bair, presidente da Federal Deposit Insurance Corp., resumiu da seguinte forma depois da corrida ao Indymac:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;'Os blogs estavam fora de controle. Temos em mente a cobertura da mídia e dos blogs no controle da desinformação. Tudo o que posso dizer é que continuaremos acompanhando. A desinformação do fim de semana alimentou o medo dos depositantes'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma ameaça? A cura para um sistema bancário falido é capital adequado e fiscalização prudente, não ameaças aos críticos imparciais do sistema. A comissária Blair aparentemente acredita que os blogueiros deveriam ser tratados da mesma forma que os jornalistas no Iraque, os quais, se saem fora do script do Pentágono de que 'o aumento do número de tropas foi um grande triunfo', acabam sob ameaça de um M-16 em algum posto de vigilância perto de Baquba.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Domingo passado o secretário do Tesouro Henry Paulson tentou reassegurar o público de que o sistema bancário está bem, já se preparando para mais problemas adiante:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;'Acho que serão meses de trabalho nesse caminho - claramente meses. Mas, de novo, é um sistema bancário seguro, uma sistema bancário firme. Nossos fiscais estão acompanhando. É uma situação gerenciável.'&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Paulson está errado; o sistema bancário não é firme, nem está bem capitalizado.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Se a taxa de fechamento de bancos continuar no ritmo atual, até a metade de 2009 haverá restrições em saques. Aposte nisso.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Então, enquanto o seu banco ainda tiver dinheiro para honrar os seus cheques, pode ter chegado a hora de pagar dívidas, de pagar adiantado os impostos trimestrais e as prestações da casa própria e pense em ter dinheiro fora dos bancos (ouro, moeda estrangeira), etc., antes que seu dinheiro fique inacessível ou evapore. Não pense que os seus investimentos fora dos bancos estão imunes a essa confusão. Por exemplo, fundos mútuos, nos quais os americanos têm 3 trilhões investidos, não são cobertos pelo seguro do FDIC. Recentes perdas em alguns desses fundos mútuos fizeram com que algumas companhias&amp;nbsp; fossem obrigadas a tapar o buraco. Por exemplo, Legg Mason Inc. e a SunTrust Banks Inc. recentemente bombearam 1,4 bilhão de dólares em seus fundos. O Bank of America Corp. injetou 600 milhões.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Quanto às suas contas de poupança e bancária, considere que você pode ter cinco contas diferentes no mesmo banco, mas que o FDIC segura apenas indivíduos, não cada conta, em até 100 mil dólares. Colocar o seu dinheiro em diferentes contas no mesmo banco não dá maior segurança aos seus depósitos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Mike Whitney lives in &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Washington&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt; state and can be reached at &lt;a href="mailto:fergiewhitney@msn.com" target="_blank" rel="nofollow" ymailto="mailto:fergiewhitney@msn.com"&gt;&lt;u&gt;fergiewhitney@msn.com&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; MARGIN: auto 0cm; TEXT-ALIGN: justify; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-675542018031167818?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2008/08/um-choque-para-psique-coletiva.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-6345045881537440130</guid><pubDate>Mon, 04 Aug 2008 12:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-04T09:25:17.427-03:00</atom:updated><title>O que vai acontecer após a crise de Fannie &amp; Freddie?</title><description>&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;span class="ectitulo"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;O que vai acontecer após a crise de Fannie &amp;amp; Freddie?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68); FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: center" align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: red; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Walter Eichelburg&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="ecsubtitulo"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&amp;nbsp;O próximo capítulo &amp;ldquo;impensável&amp;rdquo; será a venda mundo afora dos dólares&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Duas semanas após a verdadeira grande crise de ambas as financeiras imobiliárias meio-estatais &lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Fannie Mae&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Freddie Mac&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, procura-se fazer de tudo para varrer esta crise debaixo do tapete. Faz parte disso a ajuda através de um grande pacote estatal e garantias &lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;de facto&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; para os empréstimos MBS (Mortgage Backed Security) concedidos por ambas empresas, no valor de 5,3 trilhões de dólares.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;O aparecimento da crise não foi surpresa, pois estas empresas foram forçadas ou convencidas, no embalo da &lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Crise dos Subprimes&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; do ano passado, a aceitar de hipotecas &lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Subprime&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; até créditos &lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Jumbo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (para salvar o mercado imobiliário da Califórnia).&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Mercado financeiro&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;A crise de &lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Fannie&amp;amp;Freddie&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; é um bom sinal de que a crise imobiliária não é mais &amp;ldquo;subprime&amp;rdquo;, mas sim generalizada. Os EUA foram os mais atingidos, mas a Europa vem também vigorosamente logo atrás. Vale citar aqui especialmente a Espanha e a Inglaterra, as quais estão no mesmo caminho da depressão que aquele dos EUA.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;O impensável aconteceu e os preços dos &amp;ldquo;Credit Default Swaps&amp;rdquo; (CDS, Seguro de fundos) dos títulos do tesouro mostram isso. A probabilidade de queda dos títulos norte-americanos foram considerados por causa do &lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;bailout&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (ajuda) de &lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Fannie&amp;amp;Freddie&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; várias vezes maior do que do títulos públicos alemães.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;O próximo capítulo &amp;ldquo;impensável&amp;rdquo; será a venda mundo afora dos dólares e todos os papéis atrelados a ele. Vários países asiáticos já pensam no momento como se desfazer de suas reservas em dólares. Infelizmente são muitos. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;font size="3"&gt;E o atual governo ainda se gaba de formar um &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco168206,0.htm" target="_blank" rel="nofollow"&gt;&lt;u&gt;&lt;font size="3"&gt;Fundo Soberano&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3"&gt;... em dólar e "investimentos de maior risco e retorno"!! - NR&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Com o desmoronamento do consumo dos EUA, o financiamento dos fornecedores chega ao fim. Bill Buckler pensa que a derrocada do dólar norte-americano poderia acontecer por completo dentro de uma semana. Por isso ele é ajudado maciçamente no momento. Por quanto tempo ainda?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Ouro &amp;amp; Prata&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Todos os possuidores de dólar deverão ver após cuidadosa análise, que resta a eles, junto ao ouro, bem poucas alternativas. Nada mais pode absorver grandes quantidades de capital e oferecer uma real proteção ao patrimônio. &lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Também o &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Euro&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt; não é uma alternativa real&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;; como outras moedas, ele é somente &amp;ldquo;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;papel higiênico&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;rdquo; &amp;ndash; sem lastro e fartamente impresso.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Mesmo que agora os marcadores da crise tenham dobrados para trás para demonstrar que o mundo financeiro se apresenta saudável, deve-se estar claro a cada um que este mundo, na verdade, está em chamas. Somente valor real sem &lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Counterparty&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (contrapartida) como ouro e prata mantém o capital. Dever-se-ia aproveitar o preço vantajoso do momento para se abastecer: &amp;ldquo;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Arial"&gt;Buy the Dips&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;span class="ecsubtitulo"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Informação&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&lt;font size="3"&gt;Os comentários atuais sobre o mercado de Walter K. Eichelburg aparecem a cada duas semanas em &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.rohstoff-spiegel.de/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;&lt;u&gt;&lt;font size="3"&gt;Rohstoff-Spiegel&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;25 de julho de 2008&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;O autor do artigo é engenheiro e não é um consultor financeiro, mas sim um investidor em Viena - NR.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="ecmsonormal" style="MARGIN: 5pt 3.75pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="COLOR: blue; FONT-FAMILY: Arial"&gt;Fonte: http://www.inacreditavel.com.br/economia/verao_quente_2008.html&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(68,68,68)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" color="#000000" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-6345045881537440130?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2008/08/o-que-vai-acontecer-aps-crise-de-fannie.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-3964493970743927988</guid><pubDate>Wed, 21 May 2008 11:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-21T08:20:14.395-03:00</atom:updated><title>Dicas para você não entrar em desespero</title><description>&lt;blockquote cite="http://www.endividado.com.br/colunas_det.php?id=11170#"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;Guia Financeiro deveria ser um blog apenas de sugestões de financiamento. Entretanto, principiantes sempre se encontram com pequenas ou grandes dívidas. Como começar um investimento se não existe dinheiro para isso, se invez de investir o seu dinheiro ele foi gasto em bobagens? Então, vamos colocar a casa em ordem seguindo os conselhos do Lisandro Moraes neste excelente artigo. Equilibrar as finanças para depois começar a investir.&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Dicas para você não entrar em desespero&lt;br /&gt;Por Lisandro Moraes&lt;br /&gt;Milhões de brasileiros estão endividados. Caíram na armadilha do &amp;ldquo;crédito fácil&amp;rdquo;, acharam que um empréstimo era um bom investimento, que o cartão de crédito era uma ótima opção para gastar e pagar contas, que o banco era seu amigo e os considerava ótimos clientes, por isso lhes deu cheque especial, cartão, financiamentos, empréstimos e portanto usaram todos estes recursos, sem pensar nas conseqüências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, se você é um destes milhões de brasileiros e está totalmente endividado, usando o limite do cartão para cobrir dívidas de lojas, usando o cheque especial para cobrir despesas de casa, tirando um empréstimo para quitar outro, com contas atrasando. Se os juros estão multiplicando suas dívidas mês a mês, as cartas e ligações telefônicas de cobrança e ameaças de seus credores não param, seu nome já foi para o SPC e SERASA ou está prestes a ir e você já não consegue dormir, não consegue pensar, não sabe o que fazer, certamente sabe sobre do que estou falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa o desespero. Você está deixando de pagar contas importantes, como seguro do carro, colégio das crianças, condomínio, água, luz e deixando de comprar produtos necessários para sua família, pois está tentando tapar o buraco dos juros e dos juros sobre juros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você continuar cedendo, aceitando renegociações e pagando mais juros sobre as dívidas, os meses e anos passarão, você gastará uma fortuna, talvez tenha que vender o carro e a casa, destruindo o patrimônio e o orçamento da sua família, e ainda continuará devendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja o momento de você dar um basta na situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as dívidas com juros começam a corromper o orçamento e prejudicar a subsistência da família, e você tem que escolher entre sobreviver ou pagar juros, a melhor escolha é sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, é melhor parar de pagar estas dívidas que não param de crescer e parecem eternas e dedicar seus rendimentos apenas para pagar as dívidas básicas (moradia, alimentação, luz, água, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abra uma poupança e guarde tudo o que sobrar no final do mês. Esta reserva será muito importante para você poder começar a ajeitar sua vida e saldar as dívidas com seus credores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dever não é crime, quanto mais se sua dívida se originou da cobrança dos juros absurdos que são cobrados no Brasil e o pagamento destas dívidas está prejudicando a subsistência de sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, agora é hora de respirar e começar a enfrentar esta nova realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros dias, você começará a receber uma avalanche de cartas e telefonemas de seus credores. As ligações são feitas sem respeitar horário ou local. Eles ligam para o seu telefone residencial, celular e para qualquer telefone que saibam onde você pode estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles vão infernizar a sua vida. É o trabalho deles. Vão ligar dia e noite e vão fazer ameaças: - Seu nome vai para o SPC e SERASA! Vamos entrar com um processo e tirar seus bens! Você vai ser preso! Etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se intimide com estas ameaças, na maioria dos casos não passam de &amp;ldquo;ameaças&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, em relação ao SPC e SERASA, não precisa nem de ameaça. Se você não pagar a dívida, a chance de seu nome ser cadastrado é de 99,9%. Mas existe um lado bom nisso: você não vai mais fazer dívidas, pois não terá crédito no mercado. Terá que comprar tudo à vista e aprender a controlar seu orçamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às ligações para seus telefones, evite aborrecimentos! Eles têm o direito de ligar para o seu telefone, mas você tem o direito de não atender. Portanto, no celular, basta bloquear a ligação e o telefone fixo coloque um identificador de chamadas ou em último caso troque o telefone. Ninguém é obrigado a ficar ouvindo desaforos e ameaças de um funcionário mal educado e que é pago para agir assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bancos, cartões de crédito, financeiras e outras instituições do gênero não costumam entrar com ações de cobrança judicial, apenas em casos de grandes dívidas, pois o melhor (mais rápido, barato e eficiente) negócio para eles é colocar o nome do devedor no SPC e SERASA e infernizar a sua vida através de empresas de cobrança que ficam ligando dia e noite e fazendo ameaças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à ameaça de prisão, lembre-se: Dever não é crime! E você não ficou devendo por que quis, mas sim porque teve que fazer uma escolha entre pagar os juros absurdos cobrados ou colocar o alimento na mesa para sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ATENÇÃO aos seus direitos: Eles têm o direito de cobrar (ligar e mandar cartas), mas o direito deles vai até onde começa o seu. Portanto, cobranças que começam a incomodar você, que sejam em lugares ou horários impróprios não são permitidas e você pode buscar a Justiça para limitar estes abusos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles também não podem ligar para seu trabalho, para familiares ou vizinhos, tampouco fazer você passar vergonha, isto é crime! (Leia mais em "É crime fazer o devedor passar vergonha")&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, passados alguns meses, você vai começar a colocar a sua vida em ordem e procurar os credores para quitar às dívidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o quanto você conseguiu guardar na poupança (lembre-se de fazer a poupança, isto é muito importante, ou estes conselhos não servirão para nada). Faça uma listagem dos credores, em ordem da maior para a menor dívida. Comece pela menor. Entre em contato e veja a possibilidade de acordo com um bom desconto para pagamento à vista. Se não obtiver sucesso, passe para o próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloque os mais flexíveis no topo da lista. Negocie com um de cada vez, e só aceite a proposta se for para pagamento à vista, com um bom desconto e que o valor caiba dentro do seu orçamento. (novos parcelamentos somente nos casos em que você tenha certeza de que são um "ótimo" negócio, em relação à dívida)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tente fazer acordos com vários credores ao mesmo tempo, a não ser que suas economias permitam que você consiga quitar as dívidas à vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenha pressa, você se endividou ao longo de meses (ou anos) e não será da noite para o dia que irá resolver &amp;ldquo;todas as suas dívidas&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, lembre-se de ter disciplina e força de vontade. Você tem que economizar e tem que correr atrás de seus credores para quitar as dívidas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a médio prazo, você conseguirá saldar todas as suas dívidas e poderá começar uma vida nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vai um último conselho: Não adianta limpar o nome e começar a gastar novamente, seja consciente com o quanto você ganha e o quanto pode gastar, tenha os pés no chão e nunca "dê o passo maior que a perna", assumindo algo que não poderá pagar sem folga no orçamento, e viva bem, sem preocupações, sem desespero e sem dívidas.&lt;br /&gt;Comente esta matéria. Clique aqui! [231 comentários]&lt;br /&gt;Lisandro Moraes é colunista do site Endividado.com.&lt;br /&gt;E-mail: lisandro@moraesemoraes.com.br&lt;br /&gt;Leia as suas outras colunas.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="citation"&gt;&lt;cite cite="http://www.endividado.com.br/colunas_det.php?id=11170#"&gt;&lt;a href="http://www.endividado.com.br/colunas_det.php?id=11170#"&gt;Dicas para você não entrar em desespero&lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-3964493970743927988?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2008/05/dicas-para-voc-no-entrar-em-desespero.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-3167248117243474706</guid><pubDate>Sat, 02 Feb 2008 12:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-02T10:37:11.290-02:00</atom:updated><title>Achado no !!! TIOTRUTA !!!</title><description>&lt;blockquote cite="http://www.tiotruta.net/"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Fazer um dinheirinho extra para investir não é nada mal. Hoje em dia, muitos investimentos podem ser feitos através do PayPal, e o site abaixo, paga nesse site. Bastará ter um email reconhecido pelo PAYPAL para ganhar o dinheiro. Mas é preciso seguir as regras e, o TioTruta, explica bem. Leia com atenção e depois acesse o link abaixo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Ganhe Com AwSurveys [ 27 dollares em 15 minutos ]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DICA PARA GANHAR UMA GRANA......&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este programa mesmo que muitos digam que não funciona está funcionando pra mim sim tenho ganhado bastante dinheiro com ele, só os dou uma dica não tente fraudar ele, pois se tentar fraudar você não ira receber nada, Experiencia própria xD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem ainda não fez sua conta vou explicar passo a passo novamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique aqui para entrar no site, Após você entrar no site basta você criar um cadastro,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ter criado o cadastro vá ate sua home ( pagina inicial no site ) Ira ter alguns links lá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;você clica no primeiro clique em enter ai vai aparecer dois sites bem simples clica no primeiro e da uma nota pra ele em inglês tipo great (ótimo) not bad (nada mal ) perfect (perfeito )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai você faz isso com os dois e aperta submit both sites, em baixo ae vai ganhar 6 dollares pela primeira e 4 dollares pelas proximas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve muitas perguntas no outro blog vou responder algumas aqui já pra não repetir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabou meus links o que eu faço? começe a indicar seus amigos ate aparecer novos links você ira receber 1.25 dollares por amigo indicado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pediu a minha conta paypal como vou receber? Eles só iram pedir a sua conta a partir do momento que você tiver com no minimo 75 dollares, ae eles iram pedir sua conta paypal para deposito.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="citation"&gt;&lt;cite cite="http://www.tiotruta.net/"&gt;Aqui vai o meu link &lt;a href="http://www.awsurveys.com/HomeMain.cfm?RefID=maurodemarchi"&gt;http://www.AWSurveys.com/HomeMain.cfm?RefID=maurodemarchi&lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-3167248117243474706?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2008/02/achado-no-tiotruta.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-5490150301965967714</guid><pubDate>Sat, 26 Jan 2008 19:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-26T17:02:48.902-02:00</atom:updated><title>Portal Bertolina Maffei &amp; Mauro Demarchi</title><description>&lt;blockquote cite="http://www.familia.demarchi.nom.br/abelha.htm"&gt;http://www.familia.demarchi.nom.br/abelha.htm&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="citation"&gt;&lt;cite cite="http://www.familia.demarchi.nom.br/abelha.htm"&gt;&lt;a href="http://www.familia.demarchi.nom.br/abelha.htm"&gt;Portal Bertolina Maffei &amp;amp; Mauro Demarchi&lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-5490150301965967714?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2008/01/portal-bertolina-maffei-mauro-demarchi.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-5774592409357783639</guid><pubDate>Fri, 25 Jan 2008 23:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-25T21:32:14.031-02:00</atom:updated><title>Bobby McFerrin » Radio</title><description>&lt;blockquote cite="http://bobbymcferrin.com/radio.php"&gt;Bobby McFerrin &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="citation"&gt;&lt;cite cite="http://bobbymcferrin.com/radio.php"&gt;&lt;a href="http://bobbymcferrin.com/radio.php"&gt;Bobby McFerrin &amp;raquo; Radio&lt;/a&gt;&lt;/cite&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-5774592409357783639?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2008/01/bobby-mcferrin-radio.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-8428752567655760549</guid><pubDate>Sun, 06 Jan 2008 18:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-06T16:06:33.673-02:00</atom:updated><title>9 erros que você deve evitar</title><description>&lt;h2 class="date-header"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Os blogs sempre trazem matérias interessantes e de grande utilidade. Este texto foi publicado pelo blog: &lt;a href="http://www.egambiarra.blogspot.com/"&gt;http://www.egambiarra.blogspot.com&lt;/a&gt; Republico, pois acho muito útil para quem quer começar a investir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="date-header"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="date-header"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sábado, 13 de Outubro de 2007&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;                      &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a name="5826481024059460367"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;            &lt;h3 class="post-title"&gt;                          &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://egambiarra.blogspot.com/2007/10/dinheiro.html"&gt;[DINHEIRO]&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;                      &lt;/h3&gt;                    &lt;div class="post-body"&gt;       &lt;p style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;9 erros que você deve evitar na gestão do seu dinheiro&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="style10"&gt;E como aprender com eles para controlar suas dívidas, fazer seu patrimônio crescer e abrir um negócio de sucesso &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;Degustar um bom vinho e escolher uma roupa de grife já são hábitos incorporados à rotina de muitos brasileiros. Aliás, comprar, gastar, consumir parecem não ter qualquer mistério para a maioria. Mas, quando o assunto é controlar e administrar com inteligência as próprias finanças, a situação muda completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente erra. E não é difícil entender por que isso acontece. Decisões relacionadas a dinheiro geralmente são complexas e envolvem o lado emocional das pessoas. Um grande passo mal dado ou uma sucessão de equívocos menores pode colocar tudo a perder. "Seja nas bolsas de valores, no mercado imobiliário ou no supermercado, nós sempre cometemos erros financeiros que nos causam enormes perdas", afirma Thomas Gilovich, professor da Cornell University, nos Estados Unidos, e autor do livro Why Smart People Make Big Money Mistakes and How to Correct Them (Por que pessoas inteligentes cometem grandes erros financeiros e como corrigi-los), ainda não traduzido no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os enganos podem começar pelas pequenas economias que deixam de ser feitas no dia-a-dia, passar pela falta de informação na hora de aplicar o dinheiro que sobra e chegar às grandes decisões, como a compra de um imóvel ou a abertura de um negócio próprio. Mesmo o investimento em imóveis, tido como um negócio incondicionalmente lucrativo, pode não trazer o retorno esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endividar-se além das possibilidades também está entre os maiores pecados financeiros que se podem cometer. Você certamente deve conhecer alguém que tem um bom carro, uma casa confortável, freqüenta os melhores restaurantes, mas vive atolado em dívidas (ou será você mesmo?). Pessoas assim não poupam um centavo sequer porque querem manter o status. Pagam altos juros no cartão de crédito e no cheque especial e nem se dão conta de quanto isso é prejudicial para o seu bolso. Outro engano comum é pensar mais no curto prazo do que em planejamentos mais longos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente ainda pensa como nos tempos de inflação alta - em que o importante era a sobrevivência imediata - e acaba por tomar decisões erradas. "Não há problema em cometer erros, isso acontece até com os especialistas", diz a americana Ilyce R. Glink, consultora de finanças pessoais. "Mas você realmente terá dificuldades se não aprender com eles ou se continuar a cometer os mesmos erros um dia depois do outro." Melhor ainda do que aprender com os próprios erros, como sugere Ilyce Glink, é poder antecipar-se e conhecer os erros dos outros para não repeti-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, &lt;strong&gt;MEU DINHEIRO &lt;/strong&gt;fez um levantamento com consultores, acadêmicos, administradores de recursos e executivos de bancos de primeira linha para chegar à lista dos nove principais erros cometidos na gestão do patrimônio, publicada a seguir. &lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;&lt;strong&gt;1 - Investir naquilo que você não conhece &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;É provável que você já tenha ouvido falar de alguém que perdeu grandes quantias num negócio próprio que não deu certo ou num investimento exótico oferecido por um vendedor mal-intencionado. Pode ser que você mesmo já tenha passado por uma situação semelhante e, no final, vociferado contra o gerente do banco ou qualquer outra pessoa que o tenha estimulado a tomar aquela decisão. Infelizmente, nessas ocasiões, encontrar culpados não costuma ser recomendável para a sua saúde física e mental nem alivia o tamanho da sua perda. O erro maior, segundo os especialistas, não está em ouvir a opinião de fulano ou beltrano, mas em deixar de conferir se o que se diz tem real fundamento antes de entrar numa barca furada. "Se você não for capaz de compreender em que está investindo, não o faça", afirma o americano Warren Buffet, um dos maiores investidores do mundo, cuja fortuna alcança 32,3 bilhões de dólares, de acordo com a revista americana Forbes. Muitas vezes, alguns investidores se empolgam com o que acreditam ser um verdadeiro "negócio da China", aquele que vai torná-los milionários em pouco tempo e sem grande esforço. Mas a verdade é que mamatas assim não existem - ou são raras, raríssimas. "Já vi várias famílias perderem muito dinheiro tentando fazer o negócio de suas vidas", diz Roy Martelanc, professor de administração financeira da Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis da USP. Por isso, antes de tomar uma decisão, é aconselhável informar-se, primeiro, sobre as características do negócio ou da aplicação nos quais você está interessado. Mergulhar em algo novo sem conhecer as suas especificidades pode ser um convite ao fracasso. Em 1999, o advogado Renato Ochman, de São Paulo, decidiu investir num negócio de bombas de gasolina digitais, de tecnologia americana. Sua intenção era trazer o equipamento para ser montado no Brasil. Só que a Petrobras, que seria o principal cliente da nova empresa, não comprou a idéia. Resultado: Ochman e seus três sócios tiveram um prejuízo master, de 1 milhão de reais. "Aprendi a lição", diz Ochman. "Nunca mais aposto num negócio que não conheço." A promessa de lucros fabulosos também pode, muitas vezes, não se concretizar. Se for possível, os consultores sugerem que você procure saber com gente do ramo qual é o retorno histórico que o negócio ou a aplicação costumam dar. Quem quiser investir em boi gordo, por exemplo, deve pesquisar com as empresas do setor o rendimento que os clientes receberam em diferentes períodos. E saber quais são os fatores que podem influenciar o seu ganho (ou perda). Em tempo: não se esqueça de que o olho do dono engorda a boiada. Quem deixa a cargo de um conhecido ou de um profissional as decisões de sua empresa ou de todos seus investimentos pode abrir uma brecha para surpresas indesejáveis. Os inventários e as heranças, muitas vezes, são terreno fértil para aproveitadores. Mesmo que você acredite que um expert possa trazer melhores resultados na gestão de seu patrimônio, você será sempre a melhor pessoa para administrar o seu dinheiro. Não é à toa que o McDonald's só aceita franquear suas lojas para empresários que irão ficar à frente do negócio. &lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;&lt;strong&gt;2 - Concentrar seus investimentos em imóveis &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;A concentração de quase todo o patrimônio em imóveis é um dos principais erros cometidos pelos investidores brasileiros. Nem poderia ser diferente. Nossos avós costumavam dizer que um bem de raiz, como o imóvel, é o melhor investimento do mundo. E, realmente, durante a era da superinflação, ter um imóvel era uma forma eficiente e segura de proteger o dinheiro contra a desvalorização da moeda e as bruxarias heterodoxas geradas pelos economistas do governo. Ao contrário do dinheiro que está no banco, o imóvel é um bem palpável, real. Você vê, os outros vêem. Além disso, viver num imóvel confortável e, de preferência, luxuoso ainda é o maior sonho de muita gente - nem que isso custe todas as suas economias. Uma família típica brasileira chega a ter 90% do patrimônio em imóveis, segundo consultores de finanças pessoais. O ideal, no entanto, de acordo com os especialistas, seria imobilizar de 35% a, no máximo, 60% do patrimônio, contando com a sua própria casa. "O brasileiro precisa da percepção de segurança que o imóvel dá", diz Ronaldo Magalhães, diretor executivo da Sul América Investimentos, empresa de gestão de recursos ligada à seguradora do mesmo nome. "Mas a compra de imóveis nem sempre compensa." É claro que, do ponto de vista do investimento, tudo depende do tipo de imóvel do qual se está falando, da região, do bairro e até do trecho da rua em que ele se localiza. Lojas, escritórios, flats, residências, sítios e fazendas são mercados muito diferentes entre si e cada um deles possui dinâmica própria. Investir num flat, por exemplo, numa determinada região do país, em certo momento pode ser um bom negócio, enquanto comprar um apartamento no mesmo local, uma péssima decisão. Mas, num mercado tão diversificado, existem alguns inconvenientes comuns à concentração do patrimônio em imóveis. Talvez a principal desvantagem seja a falta de liquidez. Você coloca o imóvel à venda, mas entra mês, sai mês e o negócio simplesmente não acontece. Se estiver precisando do dinheiro com urgência, você, provavelmente, terá de baixar o preço. Conseguir o valor que você acredita ser justo leva tempo, às vezes, anos. E, no final, é possível que você se dê conta de que aquele imóvel ao qual se afeiçoou tanto pode não valer a quantia imaginada. É preciso considerar também o impacto negativo da depreciação do imóvel, normalmente negligenciado pelos investidores na hora da compra. É fácil entender isso. Imagine duas casas exatamente iguais, só que uma nova e outra construída há dez anos. A mais antiga estará, obviamente, mais propensa a ter problemas de encanamento, pintura, eletricidade etc. Essas coisas todas provocam uma queda progressiva no preço ao longo dos anos. Outro ponto importante: a mudança do tipo de construção e das necessidades das famílias dos profissionais liberais e das empresas. Por exemplo: um apartamento de alto padrão, há 20 anos, tinha, em geral, três dormitórios espaçosos, um banheiro com azulejos verdes, um lavabo com piso lilás e apenas uma vaga na garagem. Hoje, mesmo apartamentos menores têm três dormitórios, uma suíte e, no mínimo, duas garagens, além de um amplo espaço de lazer na área comum. Além disso, a rua ou a região na qual o imóvel se localiza pode se desvalorizar e o proprietário ainda pode ter a surpresa desagradável de, um dia, descobrir que no terreno ao lado haverá uma escola, um hospital ou... uma discoteca. Quem pode prever? Ninguém está dizendo que a casa ou o apartamento em que você mora com a família não precisa ser seu. Mas, uma vez realizado o sonho da casa própria, comprar outro imóvel nem sempre está entre as melhores opções de investimento. O empresário carioca Luis José Ramalho, de 45 anos, espelhou-se no exemplo de parentes que viviam da renda proveniente de aluguéis e decidiu seguir o mesmo caminho. "Tenho 11 imóveis, mas o rendimento de cada um deles é muito inferior às minhas expectativas", diz. Segundo ele, 70% de seu patrimônio estão imobilizados, e os 30% restantes, aplicados em fundos de renda fixa. "Se tivesse de investir meu dinheiro hoje, não concentraria tanto o patrimônio em imóveis", afirma. Com o dinheiro "empatado" em imóveis, o investidor deixa de ganhar com sua aplicação no mercado financeiro. Pode parecer algo desprezível, mas não é. Historicamente os aluguéis residenciais rendem cerca de 1%. Mas, como o mercado não está aquecido, o preço do aluguel mensal de uma residência varia hoje, em média, de 0,6% a 0,8% do valor do imóvel. No caso de um apartamento de 100000 reais, por exemplo, a renda anual do proprietário ficaria entre 7 200 e 9 600 reais por ano. Isso é mais ou menos o que o investidor ganharia se aplicasse os mesmos 100000 reais no mercado financeiro, sem correr risco algum. Num imóvel alugado, pode acontecer de o inquilino não cuidar bem da propriedade, atrasar o pagamento ou até mesmo ficar inadimplente. Há também a possibilidade de o imóvel ficar desocupado por um longo período. Nesse caso, em vez de uma fonte de renda, o imóvel torna-se uma torneira de despesas. O proprietário precisa arcar com os custos do condomínio (no caso de um apartamento), de manutenção (se for uma casa) e do imposto predial. O total de despesas pode chegar a milhares de reais por ano a fundo perdido. &lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;&lt;strong&gt;3 - Não ter uma reserva para emergências &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;Você gasta tudo o que ganha mensalmente e não tem uma reserva, por menor que seja, no banco? Se a resposta for positiva, cuidado! Você pode estar no fio da navalha. O que você faria se precisasse de um dinheiro extra para cobrir acidentes de percurso: uma doença, um falecimento na família, uma demissão ou um período de entressafra no seu negócio? Provavelmente, ficaria na mão ou teria de recorrer a parentes ou amigos. Ou pediria um empréstimo no banco a juros estratosféricos. Portanto, se você faz parte do time dos sem-reserva, talvez seja conveniente começar a formá-la. Em princípio, essa poupança deve ser feita para não ser usada. Mas, se for preciso, ela estará lá. Segundo os especialistas, essa reserva não deve ser misturada com a sua poupança de longo prazo. Deve ficar numa conta à parte. Como ela pode ser necessária quando você menos espera, é recomendável que esteja investida em aplicações de alta liquidez, ou seja, que permitam resgate a qualquer hora, como a velha caderneta de poupança ou um fundo de renda fixa. O objetivo aqui não é conseguir a melhor rentabilidade do mercado. Apenas preservar o valor do dinheiro. "Para a pessoa física, manter uma reserva para emergências é uma obrigação, assim como uma empresa não pode viver sem capital de giro", afirma Reinaldo Zakalski, ex-Deutsche Bank e hoje responsável pela Boutique de Investimentos, com escritórios em São Paulo, Ribeirão Preto e Brasília. E qual é o valor que você deve poupar para cobrir gastos inesperados? Os consultores geralmente dizem que é preciso guardar o equivalente a, no mínimo, seis meses de despesas familiares. Ou seja, se sua família gasta 3 000 reais por mês com alimentação, moradia e serviços essenciais - como água, luz e telefone -, a reserva deveria somar, ao menos, 18 000 reais. Mas, na vida real, a conta nem sempre é igual para todos. Quem não possui um seguro de vida, por exemplo, precisará poupar um capital adicional para cobrir as necessidades de sua família se acontecer um imprevisto. Nesse caso, a reserva deve ser suficiente para garantir o sustento da família por um período que gira em torno de dois anos. E a renda mensal usada como base do cálculo deve levar em conta que as despesas serão menores, caso você lhes falte. Se o desemprego lhe parecer uma situação remota, é possível reduzir o valor da reserva. Quem está em ascensão na carreira, faz cursos de atualização na sua área profissional e acredita que, no caso de ser demitido, não ficaria sem trabalho por mais de três meses, pode pensar em diminuir o valor citado acima para 9000 reais. "O emprego é uma questão de mercado e de quanto você aceita ganhar", diz Martelanc, da USP. No caso do profissional autônomo, é preciso levar em conta que qualquer lesão que o impossibilite de trabalhar provocará uma redução imediata na renda da família. Se um dentista machucar a mão, certamente recorrerá ao fundo emergencial da família para cobrir suas despesas básicas habituais. &lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;&lt;strong&gt;4 - Perder o controle das dívidas &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;Ficar no vermelho por causa de uma emergência ou de um descuido eventual não é demérito para ninguém. O crédito bancário existe exatamente para isso. Mas pagar juros no cartão de crédito ou no cheque especial com freqüência é, obviamente, um erro drástico. Seja simplesmente pelo fato de se gastar mais do que se ganha, seja por não querer sacar o dinheiro aplicado no banco. Não há investimento que compense os juros exorbitantes do cheque especial e do cartão de crédito, os maiores do mercado, hoje na faixa de 9% ao mês. A essas taxas, uma dívida dobra de valor em apenas apenas oito meses. Imagine, por exemplo, que você pagaria, em média, 450 reais de juros por mês ao banco se tivesse com um saldo devedor no cheque especial de 5 000 reais durante o mês inteiro. Se a sua renda líquida mensal fosse de 3 000 reais, isso representaria 15% do seu ganho total. Trata-se de um dinheiro que poderia ir para a poupança ou custear os prazeres da vida. Num ano, numa conta grosseira, isso representaria 5400 reais, ou seja, o equivalente a quase dois meses de salário! Segundo especialistas do mercado, muita gente incorpora o limite de crédito dado por bancos e administradoras de cartões como parte da renda familiar. Às vezes, ao juntar todas essas facilidades, a capacidade de compra pode até dobrar. O cliente fica com a sensação equivocada de poder consumir mais, sem se dar conta de que, na prática, ao usar boa parte de sua renda para o pagamento de juros, estará dimi- nuido o seu padrão de vida. Algumas famílias, ao perceber que ultrapassaram seus limites de crédito, vão além: decidem vender terrenos, imóveis, carros e outros bens para solucionar seus problemas financeiros. Isso pode até ajudá-las a sair do sufoco. E é mesmo preferível usar esse capital para pagar dívidas com taxas de juro elevadas a continuar no vermelho. Mas de nada adiantará vender os bens para liquidar as dívidas se não houver um corte nos gastos, pois o problema reaparecerá a médio prazo. Há cerca de um ano, o consultor Erasmo Vieira, da Planner Finanças Pessoais, de Belo Horizonte, diz ter sido procurado por um médico de uma tradicional família mineira. Segundo o consultor, a renda mensal de seu cliente era de 39 000 reais, valor mais do que suficiente para qualquer mortal levar uma vida extravagante. No entanto, diz ele, a família do médico, cujos gastos chegavam a 46 000 reais por mês, vivia endividada. Eles atrasavam até o pagamento da conta de luz e, dos nove cartões de crédito que tinham, apenas um era pago em dia. Só de juros a conta somava na época 6 000 reais mensais, de acordo com o consultor. Durante cinco anos, a família contou ter vendido imóveis e outros bens para tentar sanear suas finanças. Até perceber que, se não decidisse fazer alguns cortes nas despesas, acabaria dilapidando todo seu patrimônio sem conseguir equilibrar o orçamento. Dá para acreditar? &lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;&lt;strong&gt;5 - Dar importância às grandes decisões e menosprezar as pequenas &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;Quase todo mundo costuma se preocupar com os grandes gastos, como a compra de um carro ou de um imóvel, mas acaba se esquecendo das pequenas despesas do dia-a-dia. Não há dúvida de que um negócio de 20 000, 50 000 ou 100 000 reais pode afetar o orçamento de qualquer um. Mas quantas operações desse porte alguém fará no ano ou na vida? Uma? Talvez duas? Três? Certamente, para a maioria, não muitas vezes mais. Mas, quando o que está em pauta são as compras no supermercado, a coisa muda de figura. Como as compras, em geral, são semanais ou mensais, cada ida ao supermercado oferece uma infinidade de possibilidades de economizar preciosos trocados. Quem conseguir economizar 10 reais uma vez por semana a cada ida ao supermercado terá acumulado no final de um ano 540 reais, o suficiente para passar, no mínimo, dois fins de semana com a família na praia. O mesmo princípio vale para as idas ao restaurante, à padaria, a consultas médicas e a outras atividades corriqueiras. "O importante não é poupar muito, mas poupar sempre", afirma Vieira, da Planner. É claro que ninguém vai quebrar porque paga uma tarifa de 20 reais por um pacote de serviços de um banco, enquanto poderia estar gastando apenas 5 reais em outra instituição. Ou até na mesma, muitas vezes, dependendo do pacote de serviços que contratar. Mas, ao longo de um ano, esses 15 reais de diferença se transformarão em 180 reais. E se você somar os 180 reais que poderiam ser economizados em tarifas bancárias com os 540 reais do supermercado, já seriam 720 reais num ano. Isso para ficar em apenas dois exemplos banais. A compulsão pelas compras com cheque pré-datado, essa instituição nacional que se popularizou na era da superinflação, é mais uma armadilha que consome valiosos reais que poderiam estar reforçando sua poupança. Muita gente pensa que um desconto de 5% nas compras à vista é desprezível. Mas é preciso levar em conta que, num cenário de economia relativamente estável como o atual, representa muito. A maioria das aplicações financeiras hoje em dia não rende nem 1% ao mês. O mesmo vale para os pagamentos em três, quatro, cinco ou até dez vezes "sem juros" oferecidos por muitas lojas. O dinheiro, como qualquer outra mercadoria, tem um custo, e ne- nhum comerciante, absolutamente nenhum, vai cobri-lo para você de graça. Na verdade, o que costuma acontecer nesses casos é que o lojista, que deveria viver da venda de suas mercadorias, acaba atuando como se fosse um banqueiro. Com a diferença de que você acha que ele está sendo "bonzinho". &lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;&lt;strong&gt;6 - Não seguir os objetivos financeiros que você mesmo definiu &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;Você decide economizar para comprar um apartamento. No meio do caminho, não resiste a uma promoção tentadora e desvia aquele suado dinheiro para a compra de um carro. Resultado: tem de recomeçar do zero a poupança para o apartamento. E sejamos sinceros: se a cada novo impulso consumista você deixar de lado o apartamento, dificilmente vai conseguir comprá-lo. O mesmo raciocínio vale para a simples compra de um computador, a tão sonhada temporada no exterior ou aquela renda complementar para aproveitar tranqüilamente a aposentadoria. Por falta de disciplina, muita gente não estabelece prioridades em seus objetivos e acaba desviando seu foco de atenção daquilo que realmente importa. A maioria das pessoas não traça planos nem sequer controla seus hábitos de consumo. Simplesmente sai gastando sem se planejar, endivida-se além da conta e depois reclama que não ganha o suficiente. A culpa, como sempre, sobra para o patrão. De acordo com os consultores, a palavra-chave para se ater às suas prioridades é disciplina. Sem ela, fica difícil conseguir realizar qualquer um de seus sonhos. E disciplina significa, quase sempre, poupar, fazer uma reserva para alcançar seus objetivos, separar uma parte da sua renda mensal, de 10% a 20%, para aplicar e esquecer que esse dinheiro existe. Os especialistas recomendam ter uma conta para o dia-a-dia, outra para objetivos de médio prazo, como uma viagem, e uma terceira para metas de prazo mais longo, como a aposentadoria e a poupança para a faculdade de seus filhos. Embora muita gente acredite que é preciso estar bem de vida para conseguir economizar alguma coisa, o hábito de poupar, independe da sua renda. É muito mais uma questão de atitude, que pode ser incorporada ao cotidiano de qualquer um. Tem gente que ganha pouco e consegue guardar seu rico dinheirinho. Outras pessoas, que recebem verdadeiras fortunas, gastam absolutamente tudo. Isso quando não entram no cheque especial. "Um dos grandes erros do brasileiro é investir apenas o que sobra no final do mês e não ter disciplina de guardar um pouco de seu dinheiro com regularidade", diz Fábio Garcia, responsável pela área de produtos de investimento do BankBoston. &lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;&lt;strong&gt;7 - Usar mais a emoção do que a razão na hora de investir &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;Eis aqui outro erro clássico do brasileiro. É difícil, mas é fundamental deixar a emoção de lado na hora de aplicar seu dinheiro. "O investimento deve ser racional", afirma o investidor americano Warren Buffet. Em razão do sucesso de Buffet, o segundo homem mais rico dos Estados Unidos, sua afirmação pode e deve ser vista como uma espécie de mantra por qualquer aplicador do planeta. Em geral, por medo ou desconhecimento, as pessoas agem precipitadamente e acabam perdendo dinheiro por isso. "Para se sentir livre em relação ao dinheiro, é essencial perder o medo que se tem dele", diz Suze Orman, uma das consultoras financeiras americanas de maior prestígio atualmente, autora de diversos livros, entre eles A Coragem para Ser Rico, a ser lançado no ano que vem pela editora Rocco (leia um trecho do livro na pág. 76). O mercado acionário costuma ser um dos melhores testes para avaliar o lado emocional dos investidores. O sobe-e-desce faz parte da dinâmica das bolsas, sujeitas a turbulências provocadas pela variação de resultado das empresas e pelas expectativas de investidores em relação ao desempenho econômico do Brasil e de outros países. Quem investe em ações sabe (ou deveria saber) que bolsa não é o lugar apropriado para cardíacos. Mesmo assim, é comum encontrar investidores que se desesperam nos piores momentos do mercado. Agem de forma emocional e tiram o dinheiro justamente quando a ação chega ao seu nível mais baixo, teoricamente o melhor momento para comprar. Se agissem racionalmente, provavelmente manteriam seus investimentos até que passasse o pânico e o cenário clareasse (faça o teste da pág. 28 para medir sua tolerância ao risco). "As reações emocionais causadas pela perda são enormes e muitos investidores comuns não conseguem suportá-las", diz William Eid Jr., professor de finanças da FGV de São Paulo e coordenador do Centro de Estudos de Finanças da instituição. Pular de galho em galho na tentativa de sempre acertar o melhor alvo também é uma atitude emocional. A probabilidade de ser bem-sucedido é mínima - nem os experts costumam conseguir essa proeza. De acordo com um estudo feito pela Corretora Souza Barros, uma das mais tradicionais de São Paulo, o investidor assíduo, que aplica sempre, com consciência e sob o império da razão, tem mais chance de se dar bem do que aquele que está sempre em busca do melhor momento para entrar e sair do mercado. O levantamento da corretora mostra que quem tivesse investido mensalmente numa carteira semelhante à do índice Bovespa, que reflete o desempenho médio dos papéis mais negociados na Bolsa de São Paulo, teria ganho 384,6% nos últimos 20 anos (em dólar). No mesmo período, de acordo com o estudo, os investidores que tivessem procurado acertar os momentos de baixa para comprar e de alta para vender teriam obtido um lucro bem menor, de 284,9%. Obviamente, ser racional não significa ser omisso. Quem fica parado é poste. Mas muita gente acaba por avaliar seus investimentos pelo que eles eram quando foram feitos, e não pelo que valem hoje ou pelo seu potencial futuro de valorização. E isso vale para tudo, não apenas para o mercado financeiro. Um prédio no centro de São Paulo, por exemplo, poderia ser muito valioso nos anos 30, mas hoje, com a desvalorização da região, é quase um mico. Mesmo assim, muitos proprietários de escritórios na região central da cidade não se desfazem do imóvel por uma questão sentimental, seja porque o receberam de herança, seja porque passaram boa parte de suas vidas por lá. "As pessoas casam com o mau resultado para não admitir que erraram", diz Ronaldo Magalhães, da Sul América Investimentos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;&lt;strong&gt;8 - Não correr riscos &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;Desde pequeno, todo mundo aprendeu a evitar riscos. "Cuidado com o escorregador, não brinque perto do carro", diziam e dizem as mamães. A lição começou em casa, continuou na escola e entrou na vida das pessoas - a insegurança, o medo de trocar o certo pelo duvidoso, ainda é muito forte para a maioria, principalmente na carreira e nos assuntos relacionados a dinheiro. Não é raro encontrar quem se acomode numa posição na qual o salário não parece bom e o trabalho não satisfaz. Afinal, para que arriscar? "É difícil evoluir profissionalmente sem correr riscos", afirma o headhunter Guilherme Velloso, diretor da PMC Amrop, uma das principais empresas de recrutamento do país. "Na carreira, assim como nos investimentos, as grandes oportunidades embutem risco, por isso as recompensas são maiores", diz Velloso. Com as aplicações financeiras não é diferente. A maioria não suporta a idéia de investir suas economias e não tê-las de volta integralmente. Uma máxima do mercado financeiro, no entanto, diz justamente que, quanto maior for o risco de uma aplicação, maior a possibilidade de ganho. "Essencialmente, toda decisão que nós tomamos é um risco, de uma forma ou de outra", afirma o consultor econômico americano Peter L. Bernstein, autor do livro Desafio aos Deuses: A Fascinante História do Risco (editora Campus), considerado o livro de negócios mais inovador e criativo dos Estados Unidos em 1996. Em razão do que diz Bernstein, talvez convenha aprender a gerenciar o risco, em vez de evitá-lo. No dia-a-dia, já fazemos isso sem nos dar conta. Quando deixamos de ir a um caixa eletrônico à noite, num lugar escuro, por exemplo, estamos minimizando o risco de ser assaltados. Se não fizermos esportes radicais, também teremos menor probabilidade de morrer ou de nos acidentar (toc, toc, toc). Que tal aplicar esse princípio para fazer a gestão de risco de seus investimentos? Ao diversificar as suas aplicações, por exemplo, você poderá diminuir o risco de ver o seu patrimônio minguar. "A idéia do gerenciamento de riscos é não ser surpreendido", diz Bernstein. "Se estiver errado, não quero ser eliminado, quero estar seguro de que vou sobreviver." &lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;&lt;strong&gt;9 - Não levar em conta a inflação, por menor que ela seja &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="style101"&gt;Quando se fala em investimento, um dos maiores erros que se podem cometer é desprezar a inflação, independentemente de ela ser alta ou baixa. A inflação pode anular parte ou todo o ganho que o investidor acredita estar obtendo com uma aplicação financeira. Principalmente quando o que está em pauta é uma poupança de longo prazo, seja para custear a sua aposentadoria, seja para pagar a faculdade das crianças dentro de alguns anos. É certo que, hoje em dia, com a estabilidade trazida pelo Plano Real, implementado em 1994, esse problema já não é tão grave quanto alguns anos atrás. Afinal, desde então, o salário deixou de ser corroído diariamente pela inflação e as pessoas puderam organizar seus gastos. Muita gente tem conseguido até se planejar para realizar objetivos futuros. Mas nem por isso a inflação deve ser desprezada por qualquer investidor digno do nome. Mesmo nos Estados Unidos, onde a inflação está hoje na casa dos 2% ou 3% ao ano, essa é uma questão que merece atenção dos consultores mais respeitados do mercado. Aqui, desde que a super inflação foi domada, muitos investidores praticamente a esqueceram. Só que, mesmo em patamares civilizados, ela continua presente. E é melhor contar com ela na hora de aplicar o seu dinheiro do que ignorar sua existência. Basta ir à padaria ou ao supermercado e conferir. Desde o começo deste ano, por exemplo, a inflação acumulada chega a 2,41%, segundo dados do IPCA, calculado pelo IBGE. No ano passado, em dois meses, a poupança chegou a render menos que a inflação (1,61% de inflação contra 0,66% de rendimento da poupança, em julho, e 1,31% de inflação contra 0,70% da poupança, em agosto). Em dezembro, os dois índices praticamente empataram. A longo prazo, se isso se repetir muitas vezes, pode ser algo fatal para suas economias. A tendência é que a inflação continue sob controle. Ao menos é o que se espera. Mas a recente desvalorização cambial mostra que nem tudo pode ser previsto. Para se garantir, é importante, sempre, levar em conta o rendimento real, ou seja, descontado da inflação, de seus investimentos. Muitas vezes, ao descontar os impostos e a inflação, os ganhos que você julgava extraordinários são mínimos e, em alguns casos, até inexistentes. Isso significa que, em termos reais, o investidor está perdendo dinheiro ou diminuindo o seu patrimônio. "A única maneira realmente efetiva para resguardar o valor das aplicações é obter um rendimento maior do que a taxa inflacionária do período em que você está aplicando seu capital", afirma Louis Frankenberg, consultor de finanças pessoais, no livro Seu Futuro Financeiro, editora Campus.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por DANIELA D'AMBROSIO e JULIANA ALMEIDA&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;             &lt;/div&gt;                 &lt;span class="post-author"&gt;                    Postado por RoCkInChAiR &lt;/span&gt;&lt;span class="post-icons"&gt;&lt;span class="item-action"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/email-post.g?blogID=4623522264994390325&amp;amp;postID=5826481024059460367" title="Enviar esta postagem"&gt;&lt;span class="email-post-icon"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/email-post.g?blogID=4623522264994390325&amp;amp;postID=5826481024059460367" title="Enviar esta postagem"&gt;           &lt;/a&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-8428752567655760549?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2008/01/9-erros-que-voc-deve-evitar_06.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-6482057799746350834</guid><pubDate>Sat, 15 Sep 2007 14:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-15T11:34:44.713-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tesouro Direto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">venda</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">garantia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aplicação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">renda fixa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vantagens</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Investimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">rendimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">títulos</category><title>Conhecendo o Tesouro Direto</title><description>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Governo quer vender seu peixe, ou melhor, seu tesouro para poder pagar as contas internas. Se você deseja conhecer melhor o que é o Tesouro Direto e começar a investir no mercado financeiro, deve ler o que o site oficial do Tesouro Nacional oferece: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Se você quer segurança e tranqüilidade em seus investimentos, você precisa conhecer o Tesouro Direto. O Tesouro Direto é um programa de venda de títulos a pessoas físicas desenvolvido pelo Tesouro Nacional, em parceria com a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia - CBLC."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"É simples e você não precisa de muito dinheiro para investir. Com apenas R$ 100,00 você já pode iniciar uma aplicação. E o melhor: não precisa nem sair de casa, pois as transações podem ser feitas pela Internet.&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"No Tesouro Direto, você mesmo gerencia seus investimentos, que podem ser de curto, médio ou longo prazo. É uma ótima opção para quem quer investir com baixo custo, alta rentabilidade e liquidez quase imediata. Sempre que você precisar, poderá resgatar os títulos antes do vencimento pelo seu valor de mercado, uma vez que o Tesouro Nacional garante a recompra de seu título todas as quartas-feiras. Caso não queira gerenciar seus investimentos, você pode autorizar uma das instituições financeiras habilitadas a operar no Tesouro Direto (Agentes de Custódia) para efetuar compras e vendas dos títulos públicos.&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"As vantagens não param por aí. O rendimento da aplicação em títulos públicos é bastante competitivo se comparado com as outras aplicações financeiras de renda fixa existentes no mercado. As taxas de administração e de custódia são baixas e o Imposto de Renda só é cobrado no momento da venda ou vencimento do título (quanto aos títulos que pagam cupom de juros, também é descontado Imposto de Renda no pagamento do cupom).&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Seja um investidor do Tesouro Direto. Você só tem a ganhar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos próximos posts vamos analisar cada tipo de investimento no Tesouro Direto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-6482057799746350834?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2007/09/conhecendo-o-tesouro-direto.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6019414219475426920.post-3778327622861741742</guid><pubDate>Sat, 30 Jun 2007 23:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-06-30T20:51:58.715-03:00</atom:updated><title>Um Tesouro para todos</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nDLoPiQaVeg/RobpD2Ai8RI/AAAAAAAAAAU/zr0hMAo4lSE/s1600-h/arca.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5082005481780867346" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nDLoPiQaVeg/RobpD2Ai8RI/AAAAAAAAAAU/zr0hMAo4lSE/s320/arca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Quem de nós, quando crianças, não ouvia maravilhados histórias de tesouros enterrados, guardados ou escondidos? Brincar de Pirata a procura de um tesouro é atividade ainda frequente entre meninos e meninas, e isso é um sintoma social.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tesouros escondidos, de piratas ou do famoso Ali Baba, talves exitam, mas são muito difícieis de achar. Mas existe um tesouro, o Nacional, que está bem a sua mão, é barato, e tem um tipo de investimento para cada gosto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, vamos começar a explicar direito esse assunto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Governo Brasileiro, para custear seus projetos, necessita dinheiro e muito dinheiro. Então o que ele faz? Empresta o dinheiro de pessoas fisicas ou juridicas e paga com juros. O Mercado financeiro garante que é um investimento seguro, pois o único perigo seria em caso de moratória, o que, de momento, estamos salvos. Assim sendo, investir o dinheiro em Títulos do Tesouro Nacional garante um rendimento seguro e bem remunerado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como e quanto investir? É o que veremos no proximo post.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Guia Financeiro para iniciantes&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6019414219475426920-3778327622861741742?l=guia-financeiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://guia-financeiro.blogspot.com/2007/06/um-tesouro-para-todos.html</link><author>noreply@blogger.com (Mauro Demarchi)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_nDLoPiQaVeg/RobpD2Ai8RI/AAAAAAAAAAU/zr0hMAo4lSE/s72-c/arca.jpg" height="72" width="72" /></item></channel></rss>

