<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>História Ativa.blog</title><description>"Uma história é feita de muitas histórias. E nem todas posso contar..."
Clarice Lispector</description><managingEditor>noreply@blogger.com (roberto)</managingEditor><pubDate>Sat, 14 Sep 2024 06:45:52 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">113</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://robertoaalves.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:image href="http://i1229.photobucket.com/albums/ee476/robalves69/pedrocalmom040.jpg"/><itunes:keywords>PEDRO,CALMON,ALUNOS</itunes:keywords><itunes:summary>A galera do Pedro</itunes:summary><itunes:subtitle>A galera do Pedro</itunes:subtitle><itunes:category text="Education"><itunes:category text="Educational Technology"/></itunes:category><itunes:author>Roberto Alves</itunes:author><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email><itunes:name>Roberto Alves</itunes:name></itunes:owner><item><title>Identidade negra neste país africano da Bahia</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2016/10/identidade-negra-neste-pais-africano-da.html</link><category>Bahia</category><category>História</category><category>História Afro-Brasileira.</category><category>História da Bahia</category><category>História do Brasil</category><category>África</category><pubDate>Fri, 14 Oct 2016 19:05:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-5074517317808942830</guid><description>&lt;h2 style="background-color: #f0f0f0; clear: left; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; margin: 0px 0px 10px; padding: 4px 10px;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Artigos institucionais: Conexão Atlântica: História, Memória e Identidade&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="detalhes" style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin: 0px; padding: 0px 10px;"&gt;
&lt;div style="font-size: 1.1em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;CONEXÃO ATLÂNTICA: HISTÓRIA, MEMÓRIA E IDENTIDADE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: left;"&gt;
&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Artigo do site:&amp;nbsp;http://www.palmares.gov.br/&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: right;"&gt;
Ubiratan Castro de Araújo&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 1.4em;"&gt;Doutor em História pela Université de Paris IV – Sorbonne. Professor do Departamento de História e ex-diretor do Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia. Atual presidente da Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura. Endereço para correspondência: SBN Qd.02, Ed. Central Brasília, bloco F, 1º Subsolo – 70.040.904 Brasília-DF. E-mail: ubiratan.castro@palmares.gov.br&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Website: http://www.palmares.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;A utopia africana&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieFJbUenWQktHlpASNPsNUDd2C79NQUHgv2tfAxE5OGcxhStD461fpx5t6ZM0eiyyJqxfXbr00aT8SeD5dXAvLkSCPjoXx_1C3cL9h7ukGKWb9cocwvhrVct4fk8AIRY7xJcaH-rEzv3U/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieFJbUenWQktHlpASNPsNUDd2C79NQUHgv2tfAxE5OGcxhStD461fpx5t6ZM0eiyyJqxfXbr00aT8SeD5dXAvLkSCPjoXx_1C3cL9h7ukGKWb9cocwvhrVct4fk8AIRY7xJcaH-rEzv3U/s1600/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Para compreender o processo permanente de elaboração da identidade negra neste país africano da Bahia, é necessário, sobretudo, não esquecer o cordão umbilical pelo qual os baianos acreditam estar ligados à África. Ao longo da história, depois do tempo da escravidão, este mito fundador dos negros da Bahia se adapta, se transforma, muda suas máscaras e seus hábitos para desempenhar o papel mágico de um espantalho que afasta a tentação, aliás sempre proposta pelas elites brancas, de aceitar a idéia segundo a qual os negros brasileiros seriam um simples produto da sociedade escravista luso-tropical. Para esses negros da Bahia, é necessário estabelecer suas raízes antes e fora da escravidão. Assim, o tempo e o lugar da liberdade original não podem estar dentro do Brasil. Utopia, anacronismo, pouco importa, esse refúgio da herança cultural da escravidão é o núcleo duro da identidade negra baiana. 1&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Essas tentações são especialmente apresentadas durante as conjunturas de mudança acelerada dos termos de integração do Brasil em uma economia mundial, durante as quais foram registradas algumas medidas importantes para a modernização da sociedade brasileira e, por conseqüência, das relações raciais no país. Entretanto, o fracasso de todas as sinceras tentativas de desenvolvimento das novas identidades negras nessas conjunturas de modernização explica o retorno dos movimentos de afirmação do negro à tradição africana, tal como ela é preservada dentro das comunidades religiosas.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Os Nagôs e os Sabinos: a formação do Estado Nacional Brasileiro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Por volta do fim do século XVIII, no início do século XIX, o Ocidente foi sacudido pela primeira vaga de revoluções liberais, desencadeadas pela independência dos Estados Unidos da América, pela Revolução Francesa, pela Revolução dos Negros do Haiti, e pelas Revoluções produzidas pela expansão napoleônica na Europa, e pelo desmoronamento do Império de Portugal. Dentro desse novo momento da mudialização, fundado sobre o ?livre comércio? e sobre a universalização dos direitos do homem, dois desafios se apresentaram para a sociedade escravista brasileira: o fim do pacto colonial com a metrópole portuguesa e o fim do tráfico de escravos africanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
No que diz respeito ao primeiro desafio, foi necessário às elites coloniais &lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzfavb2CNF8mlOQGctLvTqoiIY1on-5YZ6IollvmBcISHnZG2uIYa4qtcvk0BBjRndfL2ddlxxNu8qoqZFDSXM6A4SmLLGiYWmaPEPZfVstijsNS-OTLCIygeW4NZAathJbhNPDpbcbv4/s1600/download.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzfavb2CNF8mlOQGctLvTqoiIY1on-5YZ6IollvmBcISHnZG2uIYa4qtcvk0BBjRndfL2ddlxxNu8qoqZFDSXM6A4SmLLGiYWmaPEPZfVstijsNS-OTLCIygeW4NZAathJbhNPDpbcbv4/s1600/download.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;formarem um estado independente, com novas instituições, com uma ideologia nacional e com novos critérios de enquadramento dos povos habitantes do território do novo estado americano. Dentro dessa nova nação, quem seriam os brasileiros? As minorias de ?brancos portugueses e de brancos da terra? ao lado da maioria de escravos africanos, escravos crioulos, de pretos e pardos libertos e livres? Um novo regime político, ainda que exaltando um liberalismo semeado por todos os lugares, seria capaz de aceitar a universalização dos direitos de cidadania em benefício das pessoas de cor? A Revolução Francesa, ela mesma, não foi capaz de aceitar as reivindicações de Vicent Ogé para o alargamento dos direitos de cidadania para os negros de São Domingos – esta é a origem da Revolução Negra Haitiana. Da mesma maneira no Brasil, os independentes tiveram necessidade de pessoas de cor para carregar os fuzis, mas não os incorporaram como negros cidadãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Neste quadro muito estreito de escolha, as populações negras da Bahia se dividiram em dois movimentos. Os negros nascidos no Brasil, chamados na época de crioulos – libertos, escravos e negros livres – escolheram o caminho da participação no processo de formação do estado nacional, reclamando para eles uma nova identidade nacional, assim como na América Espanhola, sob o impulso do movimento bolivariano. Segundo o barão de Aramaré, um general baiano, estes negros eram pessoas sem pátria, que desejavam fazer um a seu modo, contra aquela dos descendentes dos portugueses, verdadeiros brasileiros. Esta massa crioula constituiu a base armada das revoltas e dos levantes populares, desde a Revolução dos Búzios, em 1798, até 1838, por ocasião do aniquilamento da revolução federalista chamada Sabinada. O saldo dessa participação política foi muito negativo: a manutenção da escravidão negra, a exclusão política pela adoção do voto censitário e o reforço da discriminação contra os negros segundo o critério da cor da pele. Em lugar de uma república liberal, eles viram se afirmar um Império Brasileiro escravista. Abatidos, humilhados, esses negros brasileiros fracasssaram nos seus propósitos de afirmação de uma identidade brasileira plena, a seu modo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Os negros nascidos na África, escravos e libertos, rechaçados por todos, brancos e negros brasileiros, foram estimulados a empreender várias revoluções escravas. De 1811 até 1835, por ocasião do levante dos africanos islamizados chamados de Malês, suas esperanças foram renovadas. Para esses revolucionários, não estava em questão a criação de um novo Estado Americano mas, simplesmente, a superação do estatuto da escravidão e a colocação, em seu lugar, de um estado negro fundado sobre as tradições africanas. Derrotados como os outros, eles guardaram ao menos a honra do bom combatente. A propósito desses combatentes, foi formado o mito da resistência africana, com um forte apelo identitário.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;A Abolição e a República&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
No final do século XIX, tempo do cientificismo e do imperialismo, as elites brasileiras propuseram, mais uma vez, a modernização da sociedade brasileira. O Brasil era o último país escravista do Ocidente e a única monarquia na América. Era necessário então abolir a escravidão e proclamar a república. E os negros brasileiros, que pensavam eles? Abolição, sim, mas com o direito a terra e ao trabalho. República sim, mas com a ampliação dos direitos de cidadania para todos os brasileiros. Para miséria deles, foram considerados pelos republicanos positivistas como pouco civilizados para o trabalho qualificado e para a liberdade. Assim, o novo regime republicano brasileiro decidiu pela substituição da mão-de-obra escrava pela mão de obra livre pela via da imigração européia. No que diz respeito aos direitos de cidadania, a Constituição de 1891 decidiu pela incapacidade política da maioria negra, recentemente saída da escravidão, excluindo-os do direito ao voto sobre o pretexto do analfabetismo. Era ainda uma questão de cultura! Existiam no Brasil pessoas civilizadas e outras bárbaras. Esta república constituiu então uma espécie de colonialismo interno pelo qual os verdadeiros brasileiros seriam aqueles que guardariam, dentro da sua cultura, os traços construtivos da civilização européia.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Era o tempo de civilizar os bárbaros a tiros de fuzis. Essa nova ordem foi finalmente imposta em 1897, quando o Exército brasileiro, sob o comando da esquerda republicana, exterminou o arraial baiano de Canudos, e decapitou milhares de camponeses negros e mestiços, considerados culpados de barbarismo, resistência à modernidade, monarquismo, etc… Ainda no território do massacre, o coronel Dantas Barreto escreveu à família dizendo que ele estava impaciente para retornar à civilização – Rio de Janeiro – porque ele estava, por muito tempo, entre os Tuaregs, no deserto, de fato naquele fim de mundo que era o interior da Bahia? Depois dessa derrota, todos os movimentos negros de integração política fracassaram: os negros republicanos, a guarda negra monárquica e mesmo o Partido Operário Democrático da Bahia, dirigido por antigos negros abolicionistas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Na experimentação de um papel colonizador, as elites brasileiras e sua republica adotaram as idéias racistas, desenvolvidas na Europa, sob o rotulo da modernidade cientifica. Produziram um sistema de representações que se dizia cientifico, no qual os negros da Bahia e suas tradições africanas foram enquadrados em uma classificação inferior enquanto raça negra africana, portadora de uma cultura selvagem, um perigo potencial à civilização. Era necessário então, segundo esses cientistas do racismo, compreender as diferenças culturais das etnias africanas representadas na Bahia, entender todos os perigos ocultos que eles poderiam aportar contra a civilização e contra a civilização e contra a ordem republicana. Esse barbarismo era muito mais perigoso porque estava disfarçado em práticas religiosas, ou em manifestações folclóricas. A Faculdade de Medicina da Bahia foi um dos centros mais prestigiados no Brasil, nos domínios da Medicina Legal, da criminologia, da Antropologia Criminal. Nessa instituição foram produzidos os critérios da racialização do povo baiano. Era o tempo da Antropologia de Nina Rodrigues.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Da teoria a pratica, o novo regime passara então a considerar toda manifestação publica da cultura negra de origem africana como uma vergonha para o Brasil civilizado. A capoeira foi então declarada como contravenção criminal, assim como a religião africana – o Candomblé. Os grupos de carnaval formados por negros, que desfilavam na rua com motivos africanos – a coroação do rei Ménelik da Ethiopia, por exemplo – foram proibidos pela policia. Não estavam em questão fazer a Bahia parecer com a África.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
É assim que os negros da Bahia, para salvar suas identidades, se refugiaram na africanidade originária. Apesar das expedições punitivas da policia, os candomblés resistiram. Apesar das dificuldades, os intelectuais negros, tal como o Prof. Martiniano Bonfim, estabeleceram contato direto com os Agoudas da Costa Ocidental Africana. A pureza africana constitui então o núcleo duro da resistência negra contra o colonialismo interno. Manoel Querino, um antigo abolicionista, desenvolve as proposições sobre o papel do ?colono negro? na formação do Brasil. Segundo ele, a honra dos negros brasileiros seria a sua africanidade, porque o colono negro tinha trazido para o Brasil todas as virtudes do trabalho, da disciplina, da sociabilidade, da espiritualidade, da força civilizatória. Os portugueses, ao contrário, aportaram para o país o resto de suas civilizações, os condenados pela justiça, a violência da conquista, a preguiça dos senhores de escravos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;A democracia Racial.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Depois dos anos 30 do século XX, em seguida a revolução que propôs a modernização do velho Brasil republicano, mais uma vez a questão racial estava no centro da questão nacional brasileira. Os imperativos da industrialização e o surgimento de uma nova classe operaria exigiam um novo enquadramento das classes populares no Brasil. Quem são os brasileiro? É sempre a mesma questão! Um novo paradigma, aquele da democracia racial brasileira, substitui o racismo cientifico de outrora.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Este novo choque de modernidade impôs as elites brasileiras um grande desafio: como integrar as massas dentro de um processo de desenvolvimento, sem os riscos da revolução social e fracionamento do tecido social, levando em conta a diversidade racial da população? Os dois grandes modelos propostos ao mundo, justamente após a segunda Guerra Mundial, eram, de um lado a revolução e o comunismo soviético e, do outro lado, a democracia americana, marcada pela segregação e conflitos raciais permanentes. Como então enquadrar as massas sem perder o controle? Contra o perigo revolucionário, é colocada em ação uma dinâmica social centrada sobre a mensagem de união nacional à procura do desenvolvimento econômico, sob controle do estado populista, interposto entre os burgueses e os operários para amortecer a luta de classes.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
No que respeita a população negra, viu-se o estabelecimento sólido de uma ideologia nacional, em que um dos elementos constitutivos era a negação da questão racial. Este novo conceito se apoiara sob a convergência de duas fortes correntes teóricas, da direita e da esquerda. Inicialmente, o desenvolvimento do marxismo como instrumento de analise e ação política, a partir da obra de Caio Prado Jr., recolocara a questão racial no domínio da historia da escravidão colonial, nos termos da expansão do capitalismo centrado na Europa e depois nos Estados Unidos. De fato, a questão racial seria amplamente secundária, pois os descendentes dos antigos escravos são hoje os explorados sob o capitalismo contemporâneo. Do antigo sistema de exploração, restam alguns traços secundários, no domínio da cultura de fato um epifenômeno da superestrutura social. O verdadeiro problema do povo seria sua consciência de classe, o instrumento necessário para o inicio da revolução social e não as identidades fundadas sobre algumas permanências culturais. Esta tradição está enraizada no pensamento de esquerda no Brasil. É a convicção de que a questão racial e as identidades que ai decorrem são questões externas ao Brasil, uma espécie de exportação malvada ou desastrosa de um problema que não interessa senão aos Estados Unidos, e cuja evocação no Brasil somente pode acarretar o fracionamento do proletariado brasileiro.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Do lado da direita, a obra de Gilberto Freyre lança as bases da negação da questão racial no Brasil pela afirmação da democracia racial contemporânea, resultado histórico da adaptação da sociedade patriarcal portuguesa aos trópicos. A apologia da mestiçagem das três raças, do branco, do índio e do negro foi tomada como ideologia de estado para demonstrar e desenvolvimento harmônico do povo brasileiro, um ?povo novo? dentro da versão contemporânea apresentada por Darci Ribeiro. Segundo Gilberto Freyre, estava se estabelecendo no Brasil um tipo ?meta racial? denominado ?moreno?. Uma vez que não havia uma prática de segregação de raças como nos Estados Unidos, a questão racial não aparecia na classificação dos problemas brasileiros. O racismo seria então uma questão americana, e os brasileiros, em seu subdesenvolvimento, deveriam ser muito orgulhosos de terem superado um problema que sempre constrange os ricos americanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Para os movimentos negros brasileiros, o grande obstáculo à formação das identidades negras, autônomas e anti-racistas, foi a deportação da questão racial do imaginário brasileiro. Racismo era coisa de estrangeiro, de americano. Diz-se hoje que o pior do racismo brasileiro é crer e fazer crer que não existe racismo no Brasil. Em um cenário contemporâneo de mundialização da cultura e da informação, em que se tornam possíveis as trocas entre vários movimentos negros no mundo, este obstáculo não chega a ser superado. Apesar do surgimento e da estabilização de novas identidades e de práticas sociais formadas dentro destes contatos, do panafricanismo, do black power, do reggae, do hip hop, tudo termina sendo reduzido a uma escala de efêmeros acontecimentos da moda internacional, igualmente estrangeiros em relação ao Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
O único refúgio dos movimentos negros na Bahia para a afirmação de sua identidade, para além da sua herança da sociedade escravista da Bahia, é a tradição africana, guardada com cuidado pelas comunidades religiosas do candomblé. Ninguém ousa dizer que o candomblé, cada um cultivando suas raízes africanas específicas ? suas nações, seja estrangeiro na Bahia. Isto explica o fato de que, desde a experiência política e cultural de Edison Carneiro sob a ditadura do Estado Novo em 1937, até os movimentos de esquerda negra contemporânea, inspirados por ?aggiornamientos? à la Gramsci e Thompson, todos esses marxistas negros procuram dentro do candomblé o relicário de sua identidades ancestrais. Esta co-habitação necessária entre o materialismo e o camdomblé produziu a deliciosa excentricidade cultura que Jorge Amado chamava ?materialismo? mágico.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Os suportes materiais da Utopia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Assim, ao longo da historia do Brasil independente, as comunidades formadas por homens e mulheres muito pobres, colocados em regiões negras nos subúrbios da cidade, todos submetidos ao peso do racismo, foram capazes de constituir um lugar da memória africana. Como isto foi possível? Os que crêem respondem logo em seguida: é o poder dos Orixás!. Os menos crentes estão sempre em condição de afirmar que as características das religiões africanas. Fundadas sobre os cultos dos ancestrais, têm necessidade guardar na memória coletiva toda a ambiência cultural originaria, sem a qual os orixás não teriam sentido. Isto explica o empenho dessas comunidades na preservação das tradições africanas, da língua Yorubá e da recusa à nacionalização do candomblé, tal como ocorreu com a Umbanda.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
As razões religiosas, somente, não explicam totalmente o fenômeno da preservação da memória africana. O Candomblé, como aliás as outras tradições, foi atacado por todos os choques da modernidade, e também obrigado a toda sorte de adaptação para assegurar a solidariedade interna nas comunidades. Teve igualmente que estabelecer as negociações e as trocas com ?os outros?, os clientes, os que procuram no Candomblé socorros e cuidados materiais e espirituais. Como fazer para impedir que as adaptações sucessivas não resultem em um tipo de deformação da tradição originária e, por conseqüência, o enfraquecimento desses lugares de memória, sés e bastiões de nossa identidade negra baiana?&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Ao longo dos anos, as pessoas do camdomblé desenvolveram estratégias para assegurar a sobrevivência das comunidades e, ao mesmo tempo, para a consolidação desse corpus de memória. Antes de mais nada, era necessário manter o contato permanente com a ?fonte?, com o fundamento, com a África. Durante a escravidão, assim como a aranha, o tráfico transatlântico de escravos teceu sua teia de conexões entre as duas bordas do Atlântico, um verdadeiro e complexos territórios de terras e de águas pelo qual circularam homens e mulheres, com seus bens, seus poderes e seus saberes. Este foi o fluxo e refluxo da Bahia para o Golfo de Benin, de que nos falou Pierre Verger, que ocorreu por meio do transporte de pessoas. Isso tornou possível um sistema de circulação de mercadorias, compreendendo os produtos utilizados nos rituais, como também a circulação de religiosos ? Yialorixás, babalorixás e babalôs.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Este vai-e-vem sobre o Atlântico nutriu a tradição religiosa e, por conseqüência, assegurou o fluxo de informações políticas e culturais entre a África e a Bahia. As revoltas africanas do início do século XIX determinaram a chegada, na Bahia, das informações sobre os movimentos sociais na África. Depois do fim do tráfico de escravos, de 1850 até 1889 a navegação na direção da costa da África quase cessou. Apesar da interdição, a antiga teia ancorou seus laços na memória efetiva dos povos sobreviventes, os afro-descendentes baianos na borda oeste e os Agudas espalhados ao longo da borda leste do Atlântico. Persistiu ainda a correspondência entre familiares e conhecidos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
No final do século XIX, a chegada da republica ao Brasil e a ocupação colonial na África impuseram o distanciamento das duas bordas do Atlântico. Alguns religiosos, como o Babalaô Martiniano Bonfim e a Yalorixá Aninha, ainda conseguiram várias vezes realizar a travessia para a Costa da África, durante a primeira metade do século XX. Apesar desses esforços heróicos, aquele foi o tempo mais difícil para a preservação da memória africana no Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Em 1959, ano da criação do Centro de Estudos Afro-Orientais na Universidade Federal da Bahia, assistiu-se ao restabelecimento das relações bilaterais entre Bahia e África, por força da ação desse encontro universitário, em quadro da diplomacia brasileira para a África. Durante uma dezena de anos, pesquisadores e professores partiram em missão nas duas bordas do Atlântico. Foi assim que os religiosos do Candomblé fizeram a descoberta de que seu modo de falar dos Yorubá, mesmo arcaico em relação àquele falado contemporaneamente na Nigéria, ainda era entendido e louvado nos cursos dados por professores da língua Yorubá no CEAO, vindos da Universidade de Ilê Ifé. Depois de 1970, mais algumas personalidades negras da Bahia tiveram sucesso na Bahia tiveram sucesso na travessia do Atlântico, graças ao apoio da UNESCO e de outros organismos internacionais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Hoje, constatamos que as possibilidades de contatos entre as comunidades africanas e as afro-baianas, por sus próprios meios, são praticamente impossíveis diante dos custos da viagem. De outra parte, as instituições públicas, tal como a universidade, não tem êxito na constituição dos suportes materiais para assegurar a circulação de pessoas e de idéias entre os dois lados do Atlântico, de forma a realimentar a memória africana das comunidades religiosas da Bahia. Diante do perigo da desafricanização, da dissolução da memória afro referente, em uma conjuntura cultural marcada pela pressão interna para a navegação das identidades negras e da pressão externa da geléia geral globalizante, é imperioso redobrar os esforços para o restabelecimento desta conexão atlântica, condição indispensável para o fortalecimento da identidade negra baiana. É importante reconhecer também que esta conjuntura é marcada por um novo choque de modernidade, com a realização da III Conferência Mundial contra o Racismo, na África do Sul, em 2001, e pela posse de um novo governo de esquerda no Brasil. Esta será, com fé nos Orixás, uma outra história.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;REFERÊNCIAS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
ARAÚJO, Ubiratan Castro de. 1846: um ano na rota Bahia-Lagos: negócios, negociantes outros parceiros. Afro-Ásia, Salvador, nº 21-22, p.83-110, 1998-1999.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
______. A política dos homens de cor no tempo da Independência. Recife:CLIO/UFPE,2001.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
______. Sans glorie: le soldat noir sous le drapeau brésilien, 1798-1838.In:CROUZET, François (Org.). Pour l´histoire du Brésil. Paris: Harmattan, 2000. p.527-540.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
AMOS, Alcione M. Afro-brasileiros no Togo: a história da família Olympio, 1882-1945. Afro-Ásia, Salvador, nº23, p.175-197,1999.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
BACELAR, Jéferson. A Frente Negra Brasileira na Bahia. Afro-Ásia, Salvador, nº17, p.73-85, 1996.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
CENTRO de Estudos Afro-Orientais da UFBA (CEAO. Encontro de Nações do Candomblé. Salvador: Ianamá/CEAO-UFBA, 1984.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
MATTOSO, Kátia M. de Queirós. Ser escravo no Brasil. São Paulo, SP: Brasiliense, 1982.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
MESTRE DIDI (Deoscóredes Maximiliano dos Santos). História de um Terreiro Nagô: crônica histórica. São Paulo, SP: Carthago e Forte, 1994.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
OLIVEIRA, Maria Inês Côrtes de. Quem eram os negros da Guiné? A origem dos africanos na Bahia. Afro-Ásia, Salvador, nº 19-20, p.37-73, 1997.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
QUERINO, Manoel. O colono preto como fator da civilização brasileira. Afro-Ásia, Salvador, nº13, p.143-158, 1980.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos Malês (1835). São Paulo, SP: Brasiliense, 1986.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
RODRIGUES, João Jorge (org.). A música do Olodum: a revelação da emoção. Salvador: Olodum, 2002.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
SOUMONNI, Elisée. Daomé e o mundo atlântico. Amsterdam: Brasil: SEPHIS:CEAA, Universidade Cândido Mendes, 2001.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.4em; font-stretch: normal; line-height: 1.7em; margin-bottom: 1.8em; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
VERGER, Pierre. Fluxo e relfuxo do tráfico de escravos entre o Golfo do Benin e a Bahia de Todos os Santos, dos séculos XVII a XIX. São Paulo, SP: Corrupio, 1987&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieFJbUenWQktHlpASNPsNUDd2C79NQUHgv2tfAxE5OGcxhStD461fpx5t6ZM0eiyyJqxfXbr00aT8SeD5dXAvLkSCPjoXx_1C3cL9h7ukGKWb9cocwvhrVct4fk8AIRY7xJcaH-rEzv3U/s72-c/images.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Os hérois da Independencia do Brasil na Bahia</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2016/10/os-herois-da-independencia-do-brasil-na.html</link><category>2 de julho</category><category>História da Bahia</category><category>Independência da Bahia</category><category>Independência do Brasil.</category><pubDate>Fri, 14 Oct 2016 19:05:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-7985431136719088392</guid><description>&lt;div class="materia-titulo" style="background: rgb(255, 255, 255); font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; margin: 0px 0px 2.5em; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;h1 class="entry-title" style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.06em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Especialistas relatam a trajetória para a conquista da independência na BA&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div&gt;
Matéria do site G1&amp;nbsp;http://glo.bo/LKzdC2&lt;/div&gt;
&lt;h2 style="background: transparent; font-family: inherit; font-weight: normal; letter-spacing: -0.01em; line-height: 1.2em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0.3em 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Independência no estado foi concretizada na manhã de 2 de julho de 1823.&lt;br style="background: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;" /&gt;Historiador diz que caboclos não traduzem luta da independência na Bahia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="background: transparent; font-family: inherit; font-weight: normal; letter-spacing: -0.01em; line-height: 1.2em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0.3em 0px 0px;"&gt;
&lt;strong class="fn" style="background: transparent; color: #444444; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0.25em 0px 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="background: transparent; font-family: inherit; font-weight: normal; letter-spacing: -0.01em; line-height: 1.2em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0.3em 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong class="fn" style="background: transparent; color: #444444; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0.25em 0px 0px;"&gt;Jairo Gonçalves&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #666666; font-family: inherit;"&gt;Do G1 BA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="background: transparent; font-family: inherit; font-weight: normal; letter-spacing: -0.01em; line-height: 1.2em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0.3em 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="background: transparent; font-family: inherit; font-weight: normal; letter-spacing: -0.01em; line-height: 1.2em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0.3em 0px 0px;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A Independência do Brasil foi declarada por D. Pedro I no dia 7 de setembro de 1822, entretanto, o exército português continuava resistindo e por este motivo dominava o território baiano, que declarou independência somente em 2 de julho de 1823.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="materia-conteudo entry-content clearfix" id="materia-letra" style="background: rgb(255, 255, 255); clear: both; font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;div style="background: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;div class="foto componente_materia midia-largura-225" style="background: transparent; float: left; font-family: inherit; margin: 0px 1.75em 2.5em 0px; outline: 0px; overflow: hidden; padding: 0px; zoom: 1;"&gt;
&lt;span style="background: rgb(238 , 238 , 238); display: block; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0.67em;"&gt;Historiador Ricardo avalia 2 de Julho&lt;br style="background: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;" /&gt;
 como 'Dia da libertação nacional' (Foto:&lt;br style="background: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;" /&gt;
 Ricardo Carvalho/ Arquivo Pessoal)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
Diante deste contexto, a luta pela libertação da Bahia do domínio português ganha força e, como afirma o historiador da Universidade Federal da Bahia Ricardo Carvalho, o processo de luta na Bahia representa o rompimento com a presença militar portuguesa. “O fator determinante para o início da luta está ligado ao fato de que as tropas portuguesas instaladas na Bahia não aceitaram a tutela de D. Pedro I após a declaração unilateral de independência [realizada no dia 7 de setembro de 1822]”, afirma.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
Ricardo Carvalho também cita a situação econômica da época e o passado de lutas no estado baiano como propulsores do movimento de independência.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
&lt;strong style="background: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;Conflito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Entre os motivos que já incitavam a população baiana e o exército brasileiro contra o domínio português estava a insatisfação com a nova junta de governo que era administrada pelo brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo e que foi instituída em fevereiro de 1822. A posição do novo governador da Bahia, que se declarava fiel a Portugal, não agradou a população, contribuindo para a disputa do território e luta pela independência.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
O novo governador da época, Madeira de Melo, na tentativa de impor a sua autoridade, resolveu inspecionar as infantarias, que em sua maioria eram brasileiras, e essa atitude deu início aos primeiros conflitos no dia 19 de fevereiro de 1822 nas proximidades do Forte de São Pedro. Em Salvador, locais como Mercês, Praça da Piedade e Campo da Pólvora se tornaram os principais campos de batalha na luta pela libertação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
Foi exatamente no dia 19 de fevereiro que tropas portuguesas invadiram o Convento da Lapa alegando que havia combatentes baianos escondidos no local. Para proteger a tropa, a abadessa Sóror Joana Angélica tentou impedir a entrada dos portugueses no Convento e acabou ferida no peito por uma baioneta e morreu no dia seguinte.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
A luta pela independência consolidou o nome de Joana Angélica e outras personalidades que participaram dos conflitos que resultaria na derrota dos portugueses. Esses personagens ficaram conhecidos como “heróis da independência”. Para Ricardo Carvalho, a ideia dos “heróis da independência” está ligada a uma necessidade de personalização da história do que a uma intensa participação ou possível demanda da luta quando ela aconteceu. “De qualquer forma eles representam uma expressão dos vários setores que lutaram. O Corneteiro Lopes é a alma irreverente do baiano. Maria Quitéria, que considero a mais 'útil', a nossa coragem de transgredir e Joana Angélica responde ao nosso lado místico”, relata.&lt;/div&gt;
&lt;div class="foto componente_materia midia-largura-300" style="background: transparent; float: left; font-family: inherit; margin: 0px 1.75em 2.5em 0px; outline: 0px; overflow: hidden; padding: 0px; zoom: 1;"&gt;
&lt;img alt="Cabocla na independência da Bahia (Foto: Imagem/ TV Bahia)" height="225" src="https://s2.glbimg.com/7KRT9UFn4TbTrhStB4g993oI8H0iIeFX1Y1kbtSMCHVIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/07/01/cabocla_imagem.jpg" style="background: transparent; border: 0px; display: block; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;" title="Cabocla na independência da Bahia (Foto: Imagem/ TV Bahia)" width="300" /&gt;&lt;span style="background: rgb(238 , 238 , 238); display: block; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0.67em;"&gt;Tradicionalmente, caboclo é homenageado nos&lt;br style="background: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;" /&gt;
 festejos da independência (Foto: Imagem/ TV Bahia)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
&lt;strong style="background: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;Participação do interior&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Com a chegada de novas tropas para o exército do governador português, Madeira de Melo, em março de 1822, tropas baianas deixam a capital e fogem para o interior do estado, principalmente no recôncavo baiano, como Cachoeira, São Francisco do Conde e Santo Amaro. “Cachoeira é referência até hoje no recôncavo pela posição geográfica estratégica e pela questão econômica. A atitude insurrecta contra os portugueses deu a Cachoeira a vanguarda na luta na região”, ressalta Ricardo Carvalho.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
Neste momento, a população favorece o reconhecimento do príncipe regente D. Pedro I e os intensos conflitos ocorreram em Cachoeira chegam a outras cidades do recôncavo e a Salvador.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
No dia 25 de junho de 1823, a população homenageava D. Pedro I na Vila de Cachoeira quando foi atacada por cerca de 30 marujos que dispararam tiros de canhão a partir de um barco que estava parado no Rio Paragaçu. Depois de três dias de confronto, os brasileiros conseguiram tomar o barco e prender os portugueses, evento que marca o desligamento da Vila do domínio da Corte Portuguesa. Por isso, todo dia 25 de junho a capital da Bahia é transferida para a cidade de Cachoeira em reconhecimento histórico pelos feitos da cidade em prol do país.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
A ação dos revoltosos também ganha destaque com a criação de um governo interino que passou a administrar a partir da Vila de Cachoeira e a resistência contra o governo de Madeira de Melo passa a ser coordenada por Miguel Calmon du Pin e Almeida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em;"&gt;Após algumas lutas e forte resistência dos defensores da Independência e apoio do militar britânico Thomas Cochrane, as tropas portuguesas foram derrotadas na madrugada do dia 2 de julho de 1823 e a data tornou-se marco da Independência do Brasil na Bahia. Após constatar a vitória, as tropas brasileiras começaram a comemorar na “Estrada das Boiadas”, que ficava na entrada da cidade e hoje é conhecida como Rua Lima e Silva, que fica no bairro da Liberdade. Inclusive, o bairro foi batizado com o nome “Liberdade” para que fizesse referência ao desejo dos baianos na época e que tinha se concretizado, a busca pela “Liberdade”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em;"&gt;.&lt;/span&gt;Entre os meses de maio e junho de 1822 chega ao Rio de Janeiro o general francês Pierre Labatut, conhecido com Pedro Labatut, que foi admitido como Brigadeiro do “Exército Pacificador” em julho do mesmo ano e, meses depois, em novembro de 1822, e sob a ordem de D. Pedro I confronta os portugueses na Batalha de Pirajá, realizada na Bahia. A luta vencida pelas tropas brasileiras contribuiu para a deflagração da Independência na Bahia em 2 de julho de 1823. Ao falar sobre a formação do Exército brasileiro, o historiador Ricardo Carvalho destaca que as tropas eram formadas pelo povo que “compulsoriamente ou voluntariamente” aderiu às brigadas, mas ele ressalta que toda a liderança sempre foi exercida pelas elites aristocráticas da época.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
Ricardo Carvalho comenta que na época houve pouca repercussão da vitória brasileira no território baiano. “Houve pouco revérbero nacional naquele momento, meses depois o Império recém-instalado reconheceu o papel dos baianos e houve inclusive homenagens e honrarias”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
Sobre uma possível mudança na data de comemoração da Independência do Brasil, que hoje é celebrada em 7 de setembro, para o dia 2 julho, o historiador apenas comenta. “Gosto da ideia de chamar o 2 de julho de Dia da Libertação Nacional”.&lt;/div&gt;
&lt;div class="foto componente_materia midia-largura-300" style="background: transparent; float: left; font-family: inherit; margin: 0px 1.75em 2.5em 0px; outline: 0px; overflow: hidden; padding: 0px; zoom: 1;"&gt;
&lt;span style="background: rgb(238 , 238 , 238); display: block; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0.67em;"&gt;Historiador Luís Henrique avalia que negros mereciam&lt;br style="background: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;" /&gt;
 destaque nas homenagens pela independência&lt;br style="background: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;" /&gt;
 (Foto: Jairo Gonçalves/ G1)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
&lt;strong style="background: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;Símbolos da Independência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para o historiador e autor do livro “A Independência do Brasil na Bahia”, publicado em 1982, Luís Henrique Dias Tavares, o processo de Independência do Brasil na Bahia tem um equívoco nas homenagens que são dispensadas ao caboclo e à cabocla durante os festejos. Segundo ele, a imagem dos indígenas acaba ganhando um destaque que não corresponde ao que de fato aconteceu durante as lutas que resultaram na Independência do Brasil na Bahia na madrugada do dia 2 de julho de 1823.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
Os personagens que deveriam ocupar o lugar mais alto ou de destaque no desfile cívico, segundo o historiador, são os lavradores e ex-escravos que pegaram em armas e consolidaram a independência no estado baiano. “Ficou bonito fazer o 2 de julho com as imagens dos caboclos e índios em geral. Era mais fácil e menos conflituoso. Imagina homenagear a população negra naquela época, mas foram essas pessoas responsáveis pelo avanço do nosso exército em meio a várias adversidades e muitos acabaram morrendo em decorrência disso”, afirma.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
O historiador reconhece a participação dos indígenas na luta da independência, mas pontua que uma pequena parte desta população foi para a luta armada. “O nosso exército entra em Salvador faminto e a grande contribuição dos índios foi justamente prover alimentos para os soldados”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
Ele ainda comenta que os motivos de confronto entre os índios e o colonizador português estavam relacionados a questões como demarcação de território e o reconhecimento de que os índios eram os donos das terras brasileiras e que não havia uma luta política pela independência no país.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;"&gt;
Luís Henrique ressalta que deve haver uma correção no desfile e para isso é necessário reconhecer o papel do negro na Independência do Brasil na Bahia. “A imagem do caboclo não é suficiente para traduzir o instante da luta de 1823”, comenta.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Desafios e dilemas da escola atual</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2016/04/desafios-e-dilemas-da-escola-atual.html</link><category>aluno</category><category>educador</category><category>educação</category><category>Escola</category><category>estudante</category><category>professor</category><category>SOCIEDADE</category><pubDate>Sun, 17 Apr 2016 13:50:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-8136640523303830825</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 31.5pt; margin-bottom: 24.0pt; mso-outline-level: 2;"&gt;
&lt;span style="color: #2d2e83; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; letter-spacing: -0.75pt;"&gt;&lt;span style="color: #2d2e83; text-decoration: none;"&gt;&lt;a href="http://www.labor.org.br/2015/blog-exb.asp?nt=15" title="Algumas constatações sobre desafios e dilemas colocados para a escola de hoje"&gt;Algumas
constatações sobre desafios e dilemas colocados para a escola de hoje&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 31.5pt; margin-bottom: 24.0pt; mso-outline-level: 2;"&gt;
&lt;span style="color: #2d2e83; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; letter-spacing: -0.75pt; line-height: 31.5pt;"&gt;Compartilhado do site:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; letter-spacing: -1px;"&gt;&lt;span style="color: #2d2e83; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;"&gt;http://www.labor.org.br/2015/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75"
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&lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="Imagem_x0020_1" o:spid="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75"
 alt="https://opiniaorh.files.wordpress.com/2015/12/2740113_orig.jpg" style='width:3in;
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&lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Nossa sociedade
está exigindo e impondo à instituição escola mudanças estruturais, mexendo nos
seus próprios alicerces. São mudanças de fundo, não só de figura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZ0Bw6C_oUb94AtXTJCaSsDkoRdgKEHoPUjE2oGfWaWNVlJ-DoWSeB2VMwKKRR8j46V6AsFXMd_bp_nncNKFUjJ3N9kBkXWKdrvGYEi3S3wlQagHvtfT-W_Wc7YL6gqcZAFHOajuc5dNg/s1600/Dona-da-historia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZ0Bw6C_oUb94AtXTJCaSsDkoRdgKEHoPUjE2oGfWaWNVlJ-DoWSeB2VMwKKRR8j46V6AsFXMd_bp_nncNKFUjJ3N9kBkXWKdrvGYEi3S3wlQagHvtfT-W_Wc7YL6gqcZAFHOajuc5dNg/s200/Dona-da-historia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;O papel e a finalidade da escola na sociedade mudou; o aluno que ela
recebe, mudou; a expectativa do aluno que ela deve formar, mudou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Por exemplo: até por volta dos anos 60, a escola era uma instituição
voltada para a formação intelectual das pessoas, desenvolvendo algumas competências
básicas para a vida social e algumas habilidades necessárias para o exercício
de diversas profissões. À medida que o aluno progredia na escola,
especializava-se naquelas áreas de conhecimento chamadas acadêmicas e também
conseguia exercer uma das poucas profissões que lhe davam o direito de usar o
título de doutor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;A escola era seletiva - confortavelmente, escancaradamente,
legitimamente seletiva. Como qualquer instituição que forma profissionais e
especialistas, a escola, a cada etapa, ia selecionando aqueles mais capazes
para o exercício destas “especialidades”. Era isso, o que a sociedade esperava
dela. Como ainda espera das escolas de música, de desenho ou de especialidades
esportivas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;O “exame de admissão”, prova obrigatória para ingresso no ginásio (5a a
8a séries), era um pequeno vestibular com um nível de exigência espantoso.
Quanto mais difícil a entrada do aluno numa escola ginasial, melhor ela era
vista em termos de qualidade de ensino e melhores eram suas chances de
corresponder a esta expectativa, pois lidava com alunos selecionados (os mais
competentes e talentosos para aquele conjunto específico de atividades).
Evidentemente, como a procura pelas escolas públicas (gratuitas) era maior,
acontecia com as escolas públicas de ensino ginasial, o que hoje acontece com
as universidades públicas que atendem alunos selecionados: valorizadas enquanto
qualidade de ensino e atacadas por atenderem as camadas mais ricas da
população.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Os alunos que não tinham talento ou interesse para os estudos acadêmicos
saíam da escola e se integravam na sociedade através do trabalho.
Especializavam-se nas mais diversas profissões aprendendo com o pai, o patrão,
até mesmo por conta própria no exercício das suas funções.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;É um equívoco pensar que os alunos que abandonavam a escola eram todos
das camadas mais pobres da população. As famílias abastadas não se preocupavam
muito em dar uma alta escolaridade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt; para seus filhos. Havia uma quantidade de
profissões de prestígio para as quais o número de anos de escola pouco contava:
fazendeiros, negociantes, políticos, uma grande variedade de autônomos podiam
exercer com sucesso suas funções sem alta escolaridade. As “moças de família”
eram, mesmo, retiradas da escola ou incentivadas a abandonar seus estudos antes
de chegar ao segundo ou terceiro grau, pois se acreditava que moça muito
instruída não conseguia marido. (note-se que isso acontecia no Brasil até a
segunda metade do século 20!) Famílias menos abastadas costumavam escolher um
dos filhos para “seguir carreira” na escola enquanto todos os outros
trabalhavam para assegurar seus estudos. Este filho escolhido era, em geral,
aquele que mostrava mais interesse pelos estudos, mais gosto pela leitura e
encarnava na família, a figura do intelectual, do doutor em potencial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Certamente a escolaridade dos pais influenciava nas suas ambições com
relação à escola e, portanto, filhos de pais com menor escolaridade também
saíam mais cedo da escola ou nem mesmo chegavam a frequenta-la.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Mas, o fundamental é que a sociedade absorvia bem, sem qualquer
percalço, aquelas crianças que deixavam a escola, em qualquer momento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Hoje, a sociedade exige que absolutamente todas as crianças de 7 a 14 ou
15 anos estejam frequentando escola: até os 14 anos, a única ocupação possível
e legítima para um cidadão, é a escola. Não há espaço que substitua, para as
crianças, o espaço da escola e, se pretendem ocupar-se em qualquer outra
atividade, deverão apresentar um comprovante de frequência à escola. Às
famílias, já não é permitido manter seus filhos em casa, sem escola: se o fazem
são procuradas, advertidas e até punidas pelos órgãos competentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Por outro lado, hoje a sociedade não absorve mais aqueles que não
completaram seu curso fundamental, isto é, no mínimo 8 anos de escolaridade.
Para eles, não há profissão nem emprego. E, para cada função adulta que o
cidadão exerce, há algumas habilidades que necessariamente passam pela formação
escolar, já que para lidar com os diversos equipamentos de trabalho que a
moderna tecnologia propiciou são necessários procedimentos cada vez mais
sofisticados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Assim, a escola não é mais uma oportunidade de se preparar para um
conjunto mais ou menos extenso de profissões: a escola é uma condição de
socialização e, sem ela, a criança estará á margem da nossa sociedade. Sem
escolaridade, o adulto correrá um enorme risco de exclusão social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;E que consequências esta nova ordem das coisas trás para a instituição
escola? Pretendemos analisar aqui, 3 consequências essenciais:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Primeira&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;: A escola não pode ser seletiva. Ela tem que absorver&amp;nbsp;&lt;b&gt;toda&lt;/b&gt;&amp;nbsp;a
população de crianças e adolescentes; e tem que dar espaço para&amp;nbsp;&lt;b&gt;todos&lt;/b&gt;&amp;nbsp;os
adultos que ainda não atingiram escolaridade suficiente para o exercício das
profissões que escolheram. A escola não pode excluir, não pode expulsar, não
pode encaminhar alunos para outras instituições, não pode rejeitar nem
abandonar seus alunos. Costumamos dizer que as famílias não conseguem mais
educar suas crianças e que a escola é chamada a cumprir aquilo que a família se
tornou incapaz. Na verdade, a sociedade subtraiu da família o poder de decidir
e a exclusividade na formação dos seus membros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Perrenoud[1] deixa isso bem explícito quando comenta:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;“&lt;i&gt;&amp;nbsp;a
escolaridade obrigatória constituiu uma formidável máquina de privar os pais de
seu poder educativo, (...) A criança deixou de pertencer à sua família. A lei
obriga os pais, não somente a proverem a educação de seus filhos, mas a cederem
uma parte dela à escola&lt;/i&gt;.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Ao mesmo tempo que não mais permite que a família decida sozinha sobre a
educação dos seus membros, a sociedade transferiu para a escola uma
responsabilidade que era só da família: a de acolher e dar um espaço legítimo
para alunos com os mais diversos talentos e as mais diversas limitações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Esta mudança nos papéis, embora até aprovada em tese por famílias e escolas,
não tem acontecido sem conflitos, desequilíbrios e insatisfações de parte a
parte. Por um lado, a escola se sente obrigada a desenvolver papéis para os
quais ainda não está preparada nem equipada; por outro lado, os pais se
ressentem de serem obrigados a partilharem a educação de seus filhos com alguém
que pensa diferente ou cuja orientação pode não combinar com a sua própria
forma de educar. No caso das escolas públicas no Brasil, os pais nem sequer
podem escolher a escola onde gostariam que seu filho estudasse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Isso também
acontece em países do primeiro mundo, como atesta Perrenoud: “&lt;i&gt;Um observador
apressado veria, na relação dos pais com os professores, uma figura particular
de sua relação com todos aqueles que se ocupam de seus filhos (...) Ele imaginaria
que os pais, não tendo competência ou o tempo requerido para cuidar ou educar
seus próprios filhos, delegariam facilmente esta tarefa a profissionais mais
disponíveis ou qualificados. (,,,) Entre professores e pais, a relação não é
tão simples. Os pais não são simples usuários, não têm o poder de renunciar à
escolaridade. Os mais afortunados ou os mais hábeis podem pedir e obter uma
mudança de classe ou de escola mas...&lt;/i&gt;” pg 111, 112&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Segunda&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;: A escola atual não pode mais ter como função preparar para um tipo ou
um conjunto de profissões. Ela deverá ser mais abrangente, mais diversificada e
plural para garantir um espaço legítimo para todos os tipos de crianças e
adolescentes. Sua função não pode mais ser preparar para a carreira acadêmica,
mas é agora socializar, preparar para a vida na nossa sociedade, desenvolver
habilidades básicas para o exercício das mais diversas profissões, encontrar
formas de superar eventuais limitações, descobrir talentos, despertar vocações
e tantas coisas mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;“&amp;nbsp;&lt;i&gt;A democratização
dos estudos trouxe para as escolas de ensino médio alunos que outrora
ingressavam diretamente na vida ativa. Não há mais “herdeiros” e defensores da
cultura escolar (...) No ensino médio os estabelecimentos recebem alunos muito
heterogêneos no que tange à relação com o saber&lt;/i&gt;" idem pg 68.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Phillippe Perrenoud se detém na necessidade da escola atender a uma
população de alunos com diferentes níveis de interesse. Trabalha o desejo de
saber e a decisão de aprender como um tipo de fenômeno que se manifesta em
diferentes intensidades, distribuídas na população seguindo o padrão de uma
curva normal, como a altura ou o tamanho do pé. Isso quer dizer que haveria um
punhado de alunos sem interesse em aprender, outro tanto de alunos muito
interessados em aprender e uma maioria de alunos medianamente interessados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Perrenoud considera que, ao receber toda a população de crianças e
adolescentes, sem qualquer discriminação, a escola obrigatória não pode mais
exigir o mesmo nível de interesse e a mesma disposição para aprender. Ela deve,
portanto, modificar seu programa de ensino:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;"&lt;i&gt;Se a
escola quisesse criar e manter o desejo de saber e a decisão de aprender,
deveria diminuir consideravelmente seus programas, de maneira a integrar em um
capítulo tudo que permitiria aos alunos dar-lhe sentido e ter vontade de se
apropriar desse conhecimento&lt;/i&gt;” idem pg 69&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Mas podemos entender tal fenômeno de uma forma diferente, ou seja,
considerando que o interesse em aprender está distribuído, sobretudo em relação
ao objeto da aprendizagem, ao que se quer aprender. Assim, quanto maior a
diversidade de pessoas, maior a diversidade de alvos de interesse. Isso quer
dizer que a variação se daria, sobretudo na direção do desejo de aprender, como
variam as opções profissionais ou as preferências em relação a músicas ou
filmes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Se a escola passou a ser obrigatória para todos, ela deveria, então,
oferecer um cardápio de assuntos mais variado, de forma a atender melhor à
inevitável diversidade de interesses.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;O que aconteceu com a nossa programação de ensino, foi o contrário: o
leque de disciplinas obrigatórias diminuiu muito para favorecer um maior tempo
de estudo para aquelas disciplinas consideradas mais nobres e cuja aprendizagem
de uma grande parcela de alunos não tem atingido o esperado. Assim, para
garantir que todos os alunos aprendam todo o programa de matemática e
português, essas matérias ocupam tanto tempo do aluno que outras matérias como
trabalhos manuais, canto, francês, foram abolidas do programa das escolas
enquanto outras, como geografia, história, ciências, artes, tiveram reduzido o
tempo de aulas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Isso acontece porque ainda se considera a escola uma instituição com o
objetivo de ensinar um determinado tipo de competências, umas poucas
especialidades: uma instituição que tem por obrigação formar doutores, como era
antes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Um aluno com pouco interesse por atividades teóricas e pouco talento
para desenvolver abstrações, demandará muito tempo e muito esforço para
assimilar a resolução de uma equação de segundo grau. Este conteúdo, do ponto
de vista da matemática ou do raciocínio abstrato, corresponde a uma atividade
com alguma sofisticação, assim como, no caso da música, seria tocar uma sonata
de Beethovan; também corresponde a uma competência necessária para um nível de
especialização profissional, assim como, no caso do futebol, para ser jogador
profissional de um time organizado, é necessária uma maior desenvoltura e
domínio de bola. Resolver uma equação de segundo grau não será,
necessariamente, obrigatório para o exercício de muitas especialidades. Há uma
infinidade de pessoas bem sucedidas, consideradas expoentes da intelectualidade
ou de outras formas de realização que atualmente, seriam incapazes de resolver
uma equação de segundo grau. No entanto, a resolução de uma equação de segundo
grau é uma competência obrigatória para finalizar a 8a série!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Na nossa forma de ver, a escola deveria diversificar MUITO a oferta de
disciplinas, de formas ou estratégias de ensino, de objetivos. Deveria também
oferecer um grande número de opções de cursos mais avançados, de forma que cada
aluno tivesse a oportunidade de conhecer o básico em diferentes áreas e pudesse
escolher se aprofundar na área que melhor lhe conviesse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Terceira&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;: ​a escola atual estaria oscilando entre dois objetivos aparentemente
antagônicos - melhorar a qualidade de ensino e acolher todas as pessoas com
suas variadas aptidões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Por exemplo: a boa escola seria aquela que oferece um ensino bom,
"puxado", que realmente prepara o aluno para vencer os desafios de
uma sociedade e um mercado de trabalho cada vez mais exigentes? Esta escola
valoriza um ensino que reprova todos aqueles alunos que não atingem um bom
nível de evolução no espaço de cada ano. Reprovando, estimula a evasão. Ali,
não haverá lugar para crianças que, trazidas pelo PETI, desembarcam na escola
com 10 ou 11 anos, depois de estarem desde os 5 ou 6 anos trabalhando junto com
suas famílias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Ou a boa escola seria aquela que tem espaço para todos os alunos que a
procuram, oferecendo um ambiente acolhedor, que valoriza seus progressos e seus
esforços, dá mais tempo para os alunos aprenderem e vencerem suas barreiras,
evita reprovações que possam desestimulá-los, etc.? Esta escola valoriza um
ensino mais direcionado para as necessidades dos alunos e põe em segundo plano
a excelência da própria produção que tradicionalmente se espera. Em geral,
comparada ao primeiro tipo, será considerada uma escola fraca. Não prepara seus
alunos para competirem num mercado de trabalho cada vez mais sofisticado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Quando o governo impõe às escolas públicas o ciclo de 4 anos, os
programas de recuperação paralela e progressão continuada, está optando pelo
segundo tipo de atendimento escolar. Mas quando o governo impõe a aplicação do
SARESP (SAEB, PISA, ...) e classifica as escolas de acordo com o número de
crianças aprovadas nesse exame, está optando pelo primeiro tipo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;O que motivou ambas as iniciativas é válido de alguma forma. Pois,
eticamente não podemos nos submeter a este dilema. Entretanto, a superação
deste e de muitos dilemas que estão sendo colocados para a escola no nosso
tempo, não é tarefa fácil e exige muita reflexão, muita criatividade, muita
renúncia aos nossos padrões antigos, nossos preconceitos, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Provavelmente haverá outras consequências das quais ainda não nos demos
conta. Mas essas três já prenunciam o quanto e o tanto de transformações que a
escola deverá sofrer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Não será preciso modificar currículos, ampliar o leque de disciplinas,
repensar exigências?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Não será preciso avaliar a avaliação, tanto aquela que se tem feito a
respeito do aluno quanto a que se refere a professores, escolas e ao próprio
sistema?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Não será preciso nos preparar para as novas tarefas que se impõem?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Pois é: não é à toa que estamos vivendo tanta turbulência nas escolas e
no sistema educacional como um todo. Não é à toa que há tantas hesitações,
tantas contradições, oportunidades e descaminhos, idas e voltas, ansiedades e
angústias...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Evidente que não é fácil e nem mesmo saudável para o professor,
principalmente aquele que trabalha nas escolas públicas: ele está no olho deste
furacão!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Nossa experiência nos revelou o quanto esses professores das escolas
públicas se sentem desamparados e pouco instrumentalizados dentro da sala de
aula.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;O quanto se embaraçam na tentativa de reproduzir os modelos de ensino
que tiveram ou idealizaram e que, agora, não atingem o menor sucesso. O quanto
se sentem perdidos na tentativa de compreender, assimilar e cumprir a enxurrada
de orientações que recebem, sempre diversas e muitas vezes contraditórias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Nós, da Associação Educacional Labor, acreditamos na importância
fundamental de se trabalhar na formação e aperfeiçoamento dos professores para
que eles possam se sentir mais conscientes, mais fortalecidos, mais capazes de
se tornarem protagonistas dessas profundas mudanças que estão sendo cobradas
das escolas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Mas parece-nos que antes de qualquer trabalho de ensino, sua capacitação
passa por ajudá-los a reconhecer:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;1. a situação
complicada e promissora em que se encontra a tarefa de educar no nosso tempo;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;2. que as
dificuldades que enfrentam não são apenas por falhas suas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;3. que não devem se
sentir vítimas mas protagonistas do processo de mudança;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;4. que o papel do
professor é fundamental, digno e precioso. Uma arte que merece toda inspiração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Percebemos que depois de se situarem com realismo dentro do contexto do
seu trabalho e a sua missão e depois de se sentirem valorizados e respeitados,
os professores desejam se aperfeiçoar e começam a valorizar seus alunos e a fazer
deles seus parceiros. Então, a mudança é, mesmo, radical!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; line-height: 18.0pt; margin-bottom: 15.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;Cabe à nossa geração enfrentar o enorme desafio de reinventar a escola!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZ0Bw6C_oUb94AtXTJCaSsDkoRdgKEHoPUjE2oGfWaWNVlJ-DoWSeB2VMwKKRR8j46V6AsFXMd_bp_nncNKFUjJ3N9kBkXWKdrvGYEi3S3wlQagHvtfT-W_Wc7YL6gqcZAFHOajuc5dNg/s72-c/Dona-da-historia.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Banco de imagens grátis, com licença livre.</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2016/04/banco-de-imagens-gratis-com-licenca.html</link><category>Creative commons</category><category>fotos</category><category>imagens</category><category>licença livre</category><category>Photos</category><pubDate>Mon, 4 Apr 2016 19:44:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-7378444316482925483</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14.0pt;"&gt;Matéria do site:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.designerd.com.br/"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;http://www.designerd.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14.0pt;"&gt;7 bancos de imagens gratuitos para você salvar nos favoritos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 14.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="border: none 1.0pt; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt; padding: 0cm; text-transform: uppercase;"&gt;POR&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.designerd.com.br/author/julian-nunes/" title="Posts de Julian Nunes"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;JULIAN NUNES&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;EM
&amp;nbsp;23 DE MARÇO DE 2015 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 22.3pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Já fez
trabalhos pessoais com pouca verba ou teve clientes que não tinham interesse em
ter um gasto extra na compra de imagens?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgb-Mv3nMdgeUTWHsTtRE_zk9XzGUi0lA4qKHPvTlRwRSCOseNBvnDB9EdOgsW72DeNdHYwoCziZCAn_uwtQaX5yDXfIvfyEORaOaszW3GOs41oKeZ8xoNEVymxf5w74o83Pk_nuplGfRw/s1600/img_sitebusca.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgb-Mv3nMdgeUTWHsTtRE_zk9XzGUi0lA4qKHPvTlRwRSCOseNBvnDB9EdOgsW72DeNdHYwoCziZCAn_uwtQaX5yDXfIvfyEORaOaszW3GOs41oKeZ8xoNEVymxf5w74o83Pk_nuplGfRw/s320/img_sitebusca.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Aposto
que a maioria já passou por situações assim e também já ficaram tentados em
pegar imagens no Google mesmo sem autorização. Mas cuidado!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Como
buscar imagens de qualidade para download é uma grande necessidade de vários
designers, montamos essa listinha pra você =)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Confira:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;PIXABAY&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.pixabay.com/" target="_blank" title="pixabay.com"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;pixabay.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Site com
imagens incríveis e de ótima resolução, com um banco de centenas de milhares de
fotos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Existem
alguns anúncios no site, mas podem ser removidos criando um login e
compartilhando 10 fotos/trabalhos próprios para outros usuários também
utilizarem. Estratégia muito legal para aumentar a quantidade de arquivos
disponíveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;RGBSTOCK&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.rgbstock.com/" target="_blank" title="rgbstock.com"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;rgbstock.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;O site
tem uma grande coleção de fotos em alta resolução. Apesar de requerer registro
para fazer o download do conteúdo, o processo é bem rápido. Tem também uma
busca funcional, possibilitando a utilização de filtros e categorias para
facilitar ainda mais encontrar a imagem perfeita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;FREE IMAGES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.freeimages.com/" target="_blank" title="freeimages.com"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;freeimages.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Já foi um
grande conhecido por seus antigos nomes (sxc.hu, stock.XCHNG). Com certeza um
dos maiores sites da categoria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;É do
mesmo grupo de sites pagos como Getty Images e iStock, por isso todas as buscas
realizadas trarão também resultados desses sites pagos e os resultados
gratuitos ficam logo abaixo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;FLICKR&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/" target="_blank" title="flickr.com"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Flickr?
Como assim? Não é um site onde os fotógrafos mostram suas fotos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Exato!
Flickr é a mais tradicional rede de fotógrafos em atividade. Novos chegaram e
antigos já se foram, mas o Flickr continua forte. Vários fotógrafos optam por
compartilhar seus trabalhos gratuitamente. Ao buscar uma foto, podemos definir
isso como um filtro e encontrar apenas trabalhos publicados na licença Creative
Commons.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Para
fazer essa busca avançada, pode usar o link&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.flickr.com/search/advanced" target="_blank" title="https://www.flickr.com/search/advanced/ "&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;https://www.flickr.com/search/advanced/&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;e
na última parte ativar tanto a parte “Busque apenas no conteúdo licenciado pelo
Creative Commons” quanto as opções abaixo, dependendo se seu trabalho será uma
adaptação ou de uso comercial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;MORGUEFILE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.morguefile.com/" target="_blank" title="morguefile.com"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;morguefile.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Um site
muito prático e com uma boa quantidade de fotos e sem a necessidade de login
para download. Uma das coisas boas dele é um mecanismo de busca bem legal,
baseado em filtros e categorias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;STOCKVAULT&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.stockvault.net/" target="_blank" title="stockvault.net"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;stockvault.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Apesar de
não ser um dos maiores, tem ótimas fotos, assim como outras coisas úteis como
templates, vetores, texturas e planos de fundo… MAS… A grande desvantagem é que
essas fotos não tem a licença estendida para uso comercial, apenas pessoal. Ou
seja, não utilize para clientes ou para fins lucrativos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;UNPROFOUND&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.unprofound.com/" target="_blank" title="unprofound.com"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;unprofound.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Boas
fotos, sem a necessidade de registro para baixar e sem anúncios!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Bom né?
Mas assim como o anterior, cuidado com as licenças atribuídas para as imagens
que irá encontrar aqui, não é recomendável para usar em trabalhos para clientes
ou fins lucrativos também.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Bônus: buscadores de imagens
gratuitas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;EVERYSTOCKPHOTO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.everystockphoto.com/" target="_blank" title="everystockphoto.com"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;everystockphoto.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Os 7
sites já foram e espero que tenham gostado. Mas não é sempre que podemos nos
dar ao luxo de procurar em tantos bancos assim, separadamente. Esse site então
poderá lhe ajudar de maneira mais rápida, fazendo a busca em diversos bancos de
imagens gratuitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;CC SEARCH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://search.creativecommons.org/" target="_blank" title="search.creativecommons.org"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;http://search.creativecommons.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Creative
Commons vai ser a licença mais utilizada para conteúdo livre para uso e com
essa busca avançada, desenvolvida pela própria instituição criadora desse tipo
de licença, você poderá buscar conteúdo em diversos sites parceiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;GOOGLE IMAGES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://images.google.com/" target="_blank" title="images.google.com"&gt;&lt;span style="border: none windowtext 1.0pt; color: windowtext; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;"&gt;http://images.google.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;O Google
tem ótimas opções de busca avançada também nas imagens. Essas opções estão
dentro de “Ferramentas de pesquisa”, lá você poderá procurar apenas por imagens
em alta resolução, na cor e formato de arquivo desejado. E o mais importante
para esse artigo, a opção de filtro de licença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;No lugar
de “Sem filtro de licença” use “Marcadas para reutilização com modificação” e
tenha acesso a fotos de diversos sites que compartilharam esse conteúdo
gratuitamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 6pt; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12.0pt;"&gt;Essa é
mais uma lista que não tem a intenção de listar por ordem de preferência, mas
apenas alguns dos sites que com certeza poderão ajudar em diversos momentos =)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgb-Mv3nMdgeUTWHsTtRE_zk9XzGUi0lA4qKHPvTlRwRSCOseNBvnDB9EdOgsW72DeNdHYwoCziZCAn_uwtQaX5yDXfIvfyEORaOaszW3GOs41oKeZ8xoNEVymxf5w74o83Pk_nuplGfRw/s72-c/img_sitebusca.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>11 motivos pra você não andar de bike</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2016/04/11-motivos-pra-voce-nao-andar-de-bike.html</link><category>bike</category><category>Saude</category><pubDate>Sat, 2 Apr 2016 23:35:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-1499499449271338846</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; letter-spacing: .75pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Por:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.saudenarotina.com.br/author/admin/" title="Posts de Diego Paladini"&gt;DIEGO PALADINI&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp;11 DE DEZEMBRO DE 2013&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Trânsito
cada vez mais complicado, poluição, estresse e busca por melhor qualidade de
vida. Vários são os motivos pelos quais as pessoas estão cada vez mais andando
de bicicleta. O blog português&amp;nbsp;&lt;a href="http://oprojetopedal.wordpress.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Projeto Pedal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;criou uma lista
(irônica) com 10 motivos pelos quais as pessoas NÃO DEVERIAM andar de bike.
Traduzi (sou poliglota, desculpa, rs) e adaptei para o português brasileiro.
Veja:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJimzaea9zspxLDG0iUTUgBCmgWxOnWfz9uZ7c0RVarUKdBwtV3i6zviFAVNkSs-9l8WErddVvBHSzwqkGdJyItQQuTifXV8_gqqTGyvBVC15sfYbudAnlQ4nPF_m-d8hhuqkWQDoxxWM/s1600/bike.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJimzaea9zspxLDG0iUTUgBCmgWxOnWfz9uZ7c0RVarUKdBwtV3i6zviFAVNkSs-9l8WErddVvBHSzwqkGdJyItQQuTifXV8_gqqTGyvBVC15sfYbudAnlQ4nPF_m-d8hhuqkWQDoxxWM/s320/bike.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;1. Pedalar te deixa mais atraente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;É chato
ser a pessoa mais bonita da turma. Por isso, tente não ficar com as pernas tão
durinhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;2. Pedalar te deixa mais saudável&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;É
deselegante ser saudável no meio dos seus colegas de escritório gordos e com
falta de ar. Arranje um problema de saúde e conviva melhor com eles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;3. Pedalar te deixa mais feliz e com a auto-estima
melhor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Não
ofenda seus colegas de trabalho sendo feliz. Ninguém gosta de pessoas com a
auto-estima boa, principalmente se eles estão frustrados com um trabalho que
não os realiza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;4. Pedalar não gera impostos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Pedalando
você não ajuda seu país a arrecadar dinheiro pra cuidar da saúde (hahah),
moradia (putz), educação (hahaha, tá, parei). A bicicleta não usa etanol,
gasolina, diesel, não tem seguros obrigatórios, nem inspeções obrigatórias e a
manutenção é ridiculamente baixa. Contribua com muitos impostos e vá de carro:
o país agradece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;5. Pedalar prolonga a sua vida na velhice e com
mais qualidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Haja
aposentadoria pra todo mundo. Morra e ajude a equilibrar as contas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;6. Pedalar te dá má fama no bairro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Seus
vizinhos terão certeza de que você não tem carro porque é pobre. Ou que anda de
bike porque virou hippie, vegetariano ou usa drogas. Quando você sair do
padrão, os outros imediatamente julgarão você usando os critérios deles. Pra
fugir do julgamento compre um carro caro e trabalhe num emprego que você odeia
pra pagar as prestações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;7. Pedalar até o trabalho é chato&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Convenhamos
que ouvir rádio fechado num carro ou apertado no ônibus é muito melhor do que
sentir a endorfina agir. Fora a diversão de encontrar (e pagar) um
estacionamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;8. Pedalar tonifica o corpo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Quem quer
ter um corpo todo durinho? Vão acabar achando que você fez lipo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;9. Pedalar favorece o comercio local&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Fortalecer
os pequenos comerciantes é uma das maneiras de promover uma sociedade mais
equilibrada e menos desigual. Mas quem liga? Depois você passa no supermercado
do shopping mesmo e deixa o megaempresário dono da porra toda mais bilionário
ainda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;10. Pedalar contagia os amigos e colegas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Tenha
cuidado para que não sigam o seu exemplo. Em breve as pessoas podem querer
ficar mais próximos a você, organizar grupos a vida lá no escritório pode
começar a ficar agitada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;11. Pedalar é uma maneira muito simples de colocar
saúde na sua rotina&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,sans-serif; font-size: 13.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Quem é
Saúde na Rotina? E Diego Paladini? Jogou onde? Fez o que pelo futebol?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJimzaea9zspxLDG0iUTUgBCmgWxOnWfz9uZ7c0RVarUKdBwtV3i6zviFAVNkSs-9l8WErddVvBHSzwqkGdJyItQQuTifXV8_gqqTGyvBVC15sfYbudAnlQ4nPF_m-d8hhuqkWQDoxxWM/s72-c/bike.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>LIVROS DE ARTE PARA DOWNLOAD GRATUITO</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2016/03/livros-de-arte-para-download-gratuito.html</link><category>arte</category><category>download</category><category>história da arte</category><category>livros</category><pubDate>Sun, 20 Mar 2016 17:51:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-3077736572649738096</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #c32a34; font-family: 'open sans', 'helvetica neue', helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 1.4; text-transform: uppercase;"&gt;Vá ao site:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.metmuseum.org/art/metpublications/titles-with-full-text-online?searchtype=F" style="font-family: 'open sans', 'helvetica neue', helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 1.4; text-transform: uppercase;" target="_blank"&gt;O Metropolitan Museum of Art, de Nova York&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #c32a34; font-family: 'open sans', 'helvetica neue', helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 1.4; text-transform: uppercase;"&gt;, um dos maiores e mais importantes museus do mundo, você terá acesso gratuito à 474 livros para download.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="entry-content" style="background-color: transparent; box-sizing: border-box; font-family: 'Open Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19.6px; margin: 30px 0px 20px;"&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; line-height: 1.4; margin-bottom: 20px;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeoHZOr1_vjTMF-YMsuvm2nZrAyMvwGxpsoEG8gcqi6ldhRnDCHpHmSaloqMlXyLx6shBs24VceUdcT2YtA9d_InlXjTjqvFd-9wjwlWiDWFF-SsBDmKuj9JyM8NG28bssAbWZSyb4yiE/s1600/meet.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="191" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeoHZOr1_vjTMF-YMsuvm2nZrAyMvwGxpsoEG8gcqi6ldhRnDCHpHmSaloqMlXyLx6shBs24VceUdcT2YtA9d_InlXjTjqvFd-9wjwlWiDWFF-SsBDmKuj9JyM8NG28bssAbWZSyb4yiE/s400/meet.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
São obras publicadas entre 1964 e 2016 e compreendem todo o período da história da arte — classificando as diferentes formas de cultura e estabelecendo a sua periodização.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; line-height: 1.4; margin-bottom: 20px;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tudo pode ser lido online, ou baixado no formato PDF.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; line-height: 1.4; margin-bottom: 20px;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para quem lê fluentemente, ou dá suas cacetadas na língua inglesa, esse é um bom investimento.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="box-sizing: border-box; line-height: 1.4;"&gt;
Clique neste link, e se divirta: &amp;nbsp;&lt;a href="http://bit.ly/1cHH9A4" style="background: 0px 0px; box-sizing: border-box; color: #c32a34; font-weight: 800; text-decoration: none; transition: color 0.2s;" target="_blank"&gt;download gratuito&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeoHZOr1_vjTMF-YMsuvm2nZrAyMvwGxpsoEG8gcqi6ldhRnDCHpHmSaloqMlXyLx6shBs24VceUdcT2YtA9d_InlXjTjqvFd-9wjwlWiDWFF-SsBDmKuj9JyM8NG28bssAbWZSyb4yiE/s72-c/meet.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>A tecnologia e seu impacto na pedagogia - O conectivismo</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2016/03/a-tecnologia-e-seu-impacto-na-pedagogia.html</link><category>conectivismo</category><category>pedagogia</category><category>tecnlogia educacional</category><category>TIC</category><pubDate>Sat, 19 Mar 2016 18:27:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-1453311010659126649</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://revistaeducacao.com.br/textos/211/o-impacto-na-pedagogiacomo-as-novas-abordagens-pedagogicas-surgidas-a-330334-1.asp" target="_blank"&gt;Matéria do site: Revista Educação.&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Publicada em novembro de 2014&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Como as novas abordagens pedagógicas surgidas a partir do
uso tecnológico estão alterando o processo de ensino-aprendizagem nas salas de
aula brasileiras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Paula Ribeiro e Luciana Zenti&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Em recente pesquisa realizada
pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo
(Apeoesp), pais e alunos declararam acreditar que a tecnologia pode ser uma das
ferramentas para melhorar a qualidade da educação no Brasil. Também é cada vez
mais comum que os estudantes cheguem com seus dispositivos móveis no ambiente
escolar. Em inegável momento de pressão pelo uso de ferramentas digitais em
sala de aula, cabe perguntar: até que ponto a tecnologia está influenciando a
pedagogia? As novas abordagens que começam a aparecer como “modas” no processo
ensino-aprendizagem vão realmente alterar a relação professor-aluno?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimprzE8bRFAu7bG-kdqHz03p-zEb6ZuRNC6denQLHyOSsuW4fZVoVTwV7S2TZXpRNv9OLMQ_tV-jtRlFnE-EET3pmXvxWJrrrqACGLCF-RDKcaJh4qLlo8NdElgL33VlFz0CG2SNpu0FE/s1600/i449933.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="192" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimprzE8bRFAu7bG-kdqHz03p-zEb6ZuRNC6denQLHyOSsuW4fZVoVTwV7S2TZXpRNv9OLMQ_tV-jtRlFnE-EET3pmXvxWJrrrqACGLCF-RDKcaJh4qLlo8NdElgL33VlFz0CG2SNpu0FE/s320/i449933.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Em um cenário onde o uso desses
dispositivos em sala de aula é incipiente, e as pesquisas de avaliação de
impacto ainda estão em estágio inicial, questões como essas estão sendo
formuladas e suscitam todo tipo de reação, inclusive a resistência. Se por um
lado a tecnologia parece uma “onda” invadindo a escola, por outro a instituição
escolar tem natural receio de mudanças. Mesmo assim, especialistas, professores
e gestores podem pressentir que elas estão acontecendo. É o que Alexandre
Barbosa, gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da
Sociedade da Informação (CETICbr.), chama de “revolução silenciosa”. “Há um
movimento de mudança, é claro que não na velocidade que gostaríamos, mas as
escolas estão nesse movimento muitas vezes silencioso. ”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Para Alexandre, o principal
impacto na ciência da educação será a passagem para a construção coletiva do
conhecimento – um desafio atual que afeta a escola, quer ela queira, quer não.
“A escola certamente vai ser reinventada. Passará de uma escola menos focada na
aquisição de conhecimento individual para uma conhecimento mais coletivo”,
exemplifica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Para a professora em Educação,
Comunicação e Tecnologia, da Universidade de Brasília (UnB), Laura Maria
Coutinho, os alunos são os principais agentes dessa transformação em curso.
“Minha hipótese é a de que os alunos já trazem para a sala de aula seus
equipamentos conectados [e isso contribui para as mudanças].” Para ela, esse é
um movimento em ascensão. “Cada vez mais, vamos ter acesso aos meios digitais.
E vamos ter de lutar para que isso ocorra porque é parte da democratização da
educação.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Uma teoria alternativa&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Em dezembro de 2004, o canadense
George Siemens, juntamente com Stephen Downes, lançou um novo conceito de
aprendizagem no texto intitulado Conectivismo: Uma teoria de aprendizagem para
a idade digital. No texto, Siemens critica o behaviorismo, o cognitivismo e o
construtivismo como as três grandes teorias da aprendizagem mais frequentemente
usadas na criação de ambientes instrucionais, sendo que as três foram
desenvolvidas em um tempo em que a aprendizagem não sofria o impacto da
tecnologia – que hoje realiza muitas das operações cognitivas anteriormente
realizadas pelos aprendizes, como armazenamento e recuperação de informação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Siemens reflete que um dogma central da maioria das teorias
de aprendizagem é a ideia de que a aprendizagem ocorre dentro da pessoa.
“Mesmo a visão construtivista social, que defende que a aprendizagem é um
processo rea­lizado socialmente, promove a primazia da pessoa (e sua presença
física – i.e. baseado no cérebro) na aprendizagem. Estas teorias não abordam a
aprendizagem que ocorre fora da pessoa (i.e. aprendizagem que é armazenada e
manipulada através da tecnologia). Elas também falham em descrever como a
aprendizagem acontece dentro das organizações”, escreve.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Segundo a nova teoria, posteriormente sistematizada no livro
Knowing Knowledge (2006), o conhecimento não é um objetivo ou um estado que
pode ser alcançado ou através do raciocínio ou das experiências. Considerando
que a produção do conhecimento cresceu exponencialmente, os indivíduos devem
aprender a acessá-los. “Não podemos mais, pessoalmente, experimentar e adquirir
a aprendizagem de que necessitamos para agir. (...) Para aprender, em nossa
economia do conhecimento, é necessário ter a capacidade de formar conexões
entre fontes de informação e daí criar padrões de informação úteis. (...) Este
ciclo de desenvolvimento do conhecimento (da pessoa para a rede para a
organização) permite que os aprendizes se mantenham atualizados em seus campos,
através das conexões que formaram”, descreve.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Para o professor aposentado da USP e especialista em
inovação na educação, José Moran, a teoria de Siemens e Downes ainda são
estudos parciais acerca da nova realidade, muito recente. As mudanças pelas
quais passa o campo educacional, entretanto, não desvalidam as teorias
interacionistas idealizadas por pensadores como J. Piaget, Lev Vigotski e Paulo
Freire, que defendem que a aprendizagem é fruto da interação do aprendiz com as
pessoas do mundo. “As teorias continuam válidas, mas começam a ser adaptadas a
um mundo conectado, no qual podemos aprender em espaços, tempos e de formas
muito diferentes, num contínuo entre o encontro físico e digital, impensável
décadas atrás”, avalia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Mudanças em curso&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Há mais de três décadas, o antropólogo, sociólogo e filósofo
francês Edgar Morin tem pensado as mudanças globais da contemporaneidade, entre
elas o avanço da tecnologia da informação. Longe de citar a tecnologia como
reformadora da educação, sua aposta é no pensamento complexo (aquilo que é
pensado em conjunto), e na ideia de totalidade (contra a fragmentação dos
saberes). Sua teoria, indicada, entre outros, no livro Os sete saberes
necessários à educação do futuro (Cortez Editora), aponta para a necessidade de
os professores religarem os seres e os saberes. Seriam as novas tecnologias
instrumentos propulsores – e não veículos – para o professor se apoiar em tais
mudanças?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;“Vejo para o futuro uma educação integral, com níveis
distintos de qualidade e intencionalidade pedagógica. O ensino ficará menos
teórico. Será mais vivencial”, diz Anna Penido, diretora do Instituto
Inspirare. Para ela, na prática isso se manifestará em menos aulas expositivas.
“Haverá mais projetos, mais experiências em laboratórios. Serão criadas coisas
a partir do conhecimento, do teste de hipóteses. O conhecimento será mais
vivido e a ênfase na teoria diminuirá.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Por ora, o impacto desse pensamento se dá em diversas
abordagens que, em comum, têm no uso da tecnologia o cerne para promover
práticas que se coadunam em eixos similares: ensino personalizado (ou
aprendizado adaptativo), compartilhamento de saberes e descentralização da sala
de aula como único ambiente de aprendizagem. Entretanto, elas não devem ser
vistas separadamente – o importante é que o recurso escolhido esteja adequado
ao planejamento e aos objetivos pedagógicos traçados pelo professor, e não o
contrário (a aula planejada para a utilização da ferramenta).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;No mundo real&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;As opções que se apresentam aos professores são cada vez
mais globais, e normalmente vindas de países imersos na cultural digital. Em
2012, o editor da revista Wired­ e autor do best-seller A cauda longa, Chris
Anderson, lançou o livro Makers – A nova revolução industrial (Elsevier).
Segundo sua teoria, “os últimos dez anos foram de descobertas de novas maneiras
de criar, de inventar e de colaborar na web. Os próximos dez anos serão de
aplicações desses ensinamentos no mundo real”. Já aportado no campo
educacional, o movimento “maker” ou “faça você mesmo” preconiza que alunos e
professores desenvolvam os projetos que desejarem (leia mais na página 42).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;“Devemos repensar a divisão em disciplinas, aulas, conteúdos
programáticos e a ideia da sala de aula como único espaço da aprendizagem”,
acredita Adolfo Tanzi Neto, consultor pedagógico e de pesquisas da Fundação
Lemann.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;A mudança, porém, é ampla e afeta a concepção da própria
escola e do trabalho docente. Em meados de 2009, o educador português António
Nóvoa publicou o livro Professores: Imagens do futuro presente (Lisboa:
Educa). Para ele, desenha-se neste momento um novo espaço público da educação,
onde deverá ser firmado um novo contrato entre os professores e a sociedade, no
qual os professores devem assumir uma nova capacidade de comunicação e um
reforço da sua presença pública. Neste contexto, o “bom professor” ganha
relevância, definindo-se em função de cinco características: conhecimento,
cultura profissional, tato pedagógico, trabalho em equipe e compromisso social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Educação em rede&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;A tarefa de religar diretores, coordenadores e professores
em torno de um mesmo projeto tem se materializado em currículos desenvolvidos a
partir da integração de mídias e tecnologias digitais de informação e
comunicação, chamado de “webcurrículo” por alguns especialistas. Segundo a
pesquisa TIC Educação 2013, os professores já estão ligados nesse movimento:
96% dos docentes de escolas públicas usam ferramentas on-line para preparar aulas
ou atividades do dia a dia. Mas a maior prova dessa mudança talvez seja o
crescente compartilhamento de conteúdos, chamados de Recursos Educacionais
Abertos (REA) (leia mais na página 54).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;“O grupo de professores terá de se valorizar, trocar ideias,
falar sobre seus dilemas. E tudo isso em rede, conectado, para aprender com
outras realidades e trazer para a sua os exemplos que estão dando certo”, diz
Priscila Gonsales, diretora-executiva do Instituto Educadigital. Para Priscila,
um dos impactos na relação professor-aluno é o compartilhamento de
experiências. “O professor não precisa aprender primeiro para depois passar o
conhecimento. Todos podem aprender juntos”, acredita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Quando contemplam diversos recursos multimídia – vídeo, som
e imagem –, os materiais didáticos começam a responder a uma das demandas mais
contemporâneas da educação: o ritmo e a forma de aprendizagem de cada aluno. “A
principal vantagem do uso desses materiais está no fato de promover autonomia e
protagonismo de maneira efetiva para os alunos, pois eles têm controle do
objeto analisado, desde o horário até o local e a forma com que irão
desenvolver o conteúdo”, diz Ailton Luiz Camargo, professor de história do
Colégio Objetivo Sorocaba e da rede municipal de Iperó (SP).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Nesse sentido, uma das fortes tendências apontadas por
especialistas é o ensino híbrido, em que se mesclam aulas presenciais com
atividades virtuais personalizadas: pode ser uma videoaula sobre um tópico em
que o aluno está com dificuldade, um jogo pedagógico para aprofundar um
conteúdo ou um curso on-line inteiro. “A ideia é que educadores e estudantes
ensinem e aprendam em tempos e locais variados”, explica Lilian Bacich, que
pesquisa o tema no seu doutorado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento na
Universidade de São Paulo (USP).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Princípios do conectivismo&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;* Aprendizagem e conhecimento apoiam-se na diversidade de
opiniões;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;* Aprendizagem é um processo de conectar nós especializados
ou fontes de informação;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;* Aprendizagem pode residir em dispositivos não humanos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;* A capacidade de saber mais é mais crítica do que aquilo
que é conhecido atualmente;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;* É necessário cultivar e manter conexões para facilitar a
aprendizagem contínua;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;* A habilidade de enxergar conexões entre áreas, ideias e
conceitos é fundamental;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;* Atualização (currency – conhecimento acurado e em dia) é
a intenção de todas as atividades de aprendizagem conectivistas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;* A tomada de decisão é, por si só, um processo de
aprendizagem. Escolher o que aprender e o significado das informações que chegam
é enxergar através das lentes de uma realidade em mudança. Apesar de haver uma
resposta certa agora, ela pode ser errada amanhã devido a mudanças nas
condições que cercam a informação e que afetam a decisão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Independentemente da abordagem utilizada, as questões
levantadas por pensadores e professores em sua prática diária ainda precisarão
de tempo para obter respostas duradouras. Em momentos de mudanças, é natural
que as tentativas de adaptação sejam permeadas pelo erro-acerto. Mas, assim
como estão ocorrendo transformações nas relações pessoais no espaço social,
elas parecem irreversíveis no ambiente educacional. Resta saber como serão
processadas.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimprzE8bRFAu7bG-kdqHz03p-zEb6ZuRNC6denQLHyOSsuW4fZVoVTwV7S2TZXpRNv9OLMQ_tV-jtRlFnE-EET3pmXvxWJrrrqACGLCF-RDKcaJh4qLlo8NdElgL33VlFz0CG2SNpu0FE/s72-c/i449933.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>BASE NACIONAL COMUM - BNC</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2015/09/base-nacional-comum-bnc.html</link><category>BASE NACIONAL COMUM</category><category>BNC</category><category>COMPETÊNCIAS</category><category>educação</category><category>HABILIDADES</category><pubDate>Sun, 6 Sep 2015 23:25:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-290621151387589632</guid><description>A crença de que é preciso definir um norte à educação brasileira, tem levado a uma discussão equivocada quanto a elaboração de uma Base Nacional Comum de Educação.&lt;br /&gt;
O principal e mais distorcido equivoco é associar BNC a conteúdos e currículo:&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
&lt;i&gt;"A definição de quais conteúdos ensinar e do que é desejado que os estudantes saibam é influenciada por diferentes referências. Buscando solucionar a questão, o Ministério da Educação (MEC) convocou pesquisadores, formadores de professores e representantes de associações como a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped). O grupo vem se reunindo periodicamente &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;para criar a base nacional comum dos currículos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, um &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;descritivo de conteúdos &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;e saberes necessários para cada ano e segmento da Educação Básica" Matéria da Nova Escola -&amp;nbsp;Camila Camilo.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
Como podemos ver, a discussão, posta por algumas pessoas, de quais conteúdos e qual currículo atende às necessidades educacionais do nosso país, nos remete a discussão de um currículo nacional, o que é inconcebível, diante da nossa diversidade cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só pra lembrar: &lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;BASE NACIONAL COMUM NÃO É CURRÍCULO!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A BNC tem dentre seus objetivos elencar saberes necessários em cada ano, série, etapa e segmento da Educação Básica e assegurar que todo estudante brasileiro, em todas as regiões do país, tenha garantido o acesso à aprendizagem de conhecimentos fundamentais, promovendo equidade e maior coerência em todo o sistema educacional. Esse é o objetivo que se pretende atingir por meio da Base Nacional Comum da Educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de definido essa Base, ai sim partiremos para a elaboração de um currículo que respeite as individualidades e garanta uma educação de qualidade na diversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
Roberto Alves&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Como usar o tempo dos estudantes na sala de aula para ampliar as possibilidades de aprendizagem respeitando os ritmos individuais?</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2015/09/como-usar-o-tempo-dos-estudantes-na.html</link><category>educação</category><category>tecnologia</category><category>Tempo</category><category>temporalidade</category><pubDate>Sun, 6 Sep 2015 22:33:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-6823057860341245626</guid><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Sala de aula invertida: método de ensino + tecnologia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;Karen Sasaki | Doutora, professora e gestora acadêmica da
Unijorge&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;Retirado do site: http://www.atarde.uol.com.br/opiniao/noticias/1640034-sala-de-aula-invertida-metodo-de-ensino--tecnologia-premium&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
As principais teorias de aprendizagem (behaviorismo,
construtivismo e cognitivismo) não estão conseguindo responder à recente
dinâmica que envolve a sala de aula contemporânea com a imersão de estudantes
no mundo tecnológico. Como professores, percebemos que nossas aulas concorrem
com a distração em redes sociais via smartphones, bem como podemos ser
desafiados pelos estudantes que acessam o Google enquanto problematizamos uma
discussão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO9Qu4IfwIWoh2ESQOJdOZPLLEOvqCfsMEKPcHhZu741Z5dgdQAUixYsgz3vgxBZaCup9VG2e_IyM32HjEYY6a7A9N46rRG-IVF3P1skGryHIlLAHeCMcuIao_3HNYuohJ2QEFOINtMqA/s1600/TECLADO.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="229" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO9Qu4IfwIWoh2ESQOJdOZPLLEOvqCfsMEKPcHhZu741Z5dgdQAUixYsgz3vgxBZaCup9VG2e_IyM32HjEYY6a7A9N46rRG-IVF3P1skGryHIlLAHeCMcuIao_3HNYuohJ2QEFOINtMqA/s400/TECLADO.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Temos uma nova configuração de sala de aula com utilização
de tecnologia independente do seu uso pelo professor. A sala de aula
tradicional, com modelo centrado no professor, ainda existe, mas é importante
desistir de reproduzir uma prática que tende a confrontar com a realidade de
jovens e adultos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Uma tendência na educação é a sala de aula invertida, um
conceito criado em 2007 por dois professores que disponibilizavam suas aulas em
PowerPoint narrado com voz para reposição de aulas de estudantes que
eventualmente se ausentavam. A iniciativa de reposição superou as expectativas
dos alunos ausentes que conseguiram aproveitamento curricular satisfatório,
popularizou a dinâmica na escola com o sucesso de aprendizagem e motivação dos
estudantes, e chegou às salas de aula da Universidade de Harvard como
estratégia de aprendizagem inovadora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Essa estratégia de aprendizagem funciona da seguinte forma:
o professor seleciona recursos audiovisuais (ou cria através de tablets e
computadores) que podem ser acessados, inclusive, por celulares; disponibiliza
a aula previamente para os estudantes com o objetivo de aprendizagem
estruturado, invertendo a lógica de acesso ao conteúdo. Diferente da lógica
tradicional na qual o estudante tem acesso ao conteúdo apenas durante a aula e
depois aprofunda por iniciativa própria, na sala de aula invertida o aluno tem
acesso aos conceitos fundamentais antes do encontro com o professor. Durante a
aula é oportunizado espaço para aprofundamento e prática do conhecimento
teórico com a criação de grupos de discussão e socialização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Depois, os recursos audiovisuais continuam disponíveis para
revisão, consulta dos estudantes e verificações de aprendizagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A essência da prática da sala de aula invertida não é uma
novidade e não é uma atividade que acarreta mais trabalho para o professor que
já desenvolve suas estratégias de planejamento pedagógico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 107%;"&gt;Essência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Desenvolver atividades durante uma aula na qual o estudante
já teve oportunidade de conhecer o conteúdo através de um recurso audiovisual
otimiza o tempo do professor para ajudar os estudantes a compreender conceitos
e receber retorno mais imediato. É importante também para diminuir a
"frustração" daqueles que são tímidos ou que tenham um ritmo ou uma
forma de aprendizagem diferente da média da sala de aula.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A sala de aula invertida tem feito sucesso por alguns
motivos: se adapta ao perfil do estudante respeitando os seus ritmos e os
interesses; aproxima da realidade de utilização de recursos tecnológicos em
sala de aula; está alinhada com resultados de pesquisas que comprovam a
eficácia de aprendizagem quando se tem acesso ao conteúdo previamente; bem como
transforma a sala de aula num verdadeiro laboratório de aprendizagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Para o professor fica a reflexão: como usar o tempo dos
estudantes na sala de aula para ampliar as possibilidades de aprendizagem respeitando
os ritmos individuais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO9Qu4IfwIWoh2ESQOJdOZPLLEOvqCfsMEKPcHhZu741Z5dgdQAUixYsgz3vgxBZaCup9VG2e_IyM32HjEYY6a7A9N46rRG-IVF3P1skGryHIlLAHeCMcuIao_3HNYuohJ2QEFOINtMqA/s72-c/TECLADO.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Seminário Internacional "A Educação Medicalizada"</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2015/09/seminario-internacional-educacao.html</link><category>Carl Hart</category><category>educação</category><category>Papel da escola?</category><category>TDAH</category><pubDate>Sun, 6 Sep 2015 22:12:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-3629332215189971669</guid><description>&lt;h4 class="colorNot" style="background-color: tranparent; border-bottom-color: rgb(205, 205, 205); border-bottom-style: solid; border-width: 0px 0px 1px; margin: 0px 0px 15px; padding: 10px 0px 10px 10px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 25px;"&gt;Salvador sediou recentemente o Seminário Internacional "A Educação Medicalizada", em sua IV edição.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 class="colorNot" style="background-color: tranparent; border-bottom-color: rgb(205, 205, 205); border-bottom-style: solid; border-width: 0px 0px 1px; margin: 0px 0px 15px; padding: 10px 0px 10px 10px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 25px;"&gt;Reportagem do Jornal A tarde.com.br, 06/09/2015&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 class="colorNot" style="background-color: tranparent; border-bottom-color: rgb(205, 205, 205); border-bottom-style: solid; border-width: 0px 0px 1px; margin: 0px 0px 15px; padding: 10px 0px 10px 10px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 25px;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;http://www.atarde.uol.com.br/educacao/noticias/1709947-educacao-medicalizada-preocupa-especialistas)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="background-color: tranparent; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px; padding: 0px 0px 15px; vertical-align: baseline;"&gt;
No evento, que reuniu especialistas de vários países, foram debatidos questões sobre&amp;nbsp; diagnósticos imprecisos, que têm contribuído para aumentar o consumo de substâncias tarja preta naquela faixa etária.&amp;nbsp; Bem como discutir&amp;nbsp; qual a influência familiar nesse contexto além do papel da escola. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: tranparent; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 25px; padding: 0px 0px 15px; vertical-align: baseline;"&gt;
Tais questões estão inseridas em discussões de âmbito educacional, político e social que culminaram no seminário.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h4 class="colorNot" style="background-color: tranparent; border-bottom-color: rgb(205, 205, 205); border-bottom-style: solid; border-width: 0px 0px 1px; color: rgb(62, 136, 215) !important; font-family: TazRegular; font-size: 18px; margin: 0px 0px 15px; padding: 10px 0px 10px 10px; vertical-align: baseline;"&gt;
''Criança é aprisionada por erro de diagnóstico'&lt;/h4&gt;
&lt;div style="background-color: tranparent; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; padding: 0px 0px 15px; vertical-align: baseline;"&gt;
“Era preciso desver o mundo para encontrar nas palavras novas coisas de ver”. Este&amp;nbsp; trecho&amp;nbsp; do livro “O menino do Mato”, do autor cuiabense Manoel de Barros,&amp;nbsp; foi o emblema usado para compor o IV Seminário Internacional “A Educação Medicalizada: Desver o mundo, perturbar os sentidos”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: tranparent; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; padding: 0px 0px 15px; vertical-align: baseline;"&gt;
O evento aconteceu na semana passada no auditório&amp;nbsp; da Faculdade de Tecnologia Senai Cimatec, na capital baiana.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: tranparent; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; padding: 0px 0px 15px; vertical-align: baseline;"&gt;
Segundo Lygia Viegas,&amp;nbsp;&amp;nbsp; psicóloga, professora da Ufba, membro do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade e uma das organizadoras do evento, o&amp;nbsp; objetivo do seminário é colocar o tema em discussão de uma forma cada vez mais ampla, afim de refletir sobre as instâncias que o processo de medicalização da educação está inserido.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: tranparent; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; padding: 0px 0px 15px; vertical-align: baseline;"&gt;
“É preciso desconstruir soluções conservadoras. Precisamos pensar que escola é essa, se tem estrutura, se as condições de trabalho dos professores são adequadas. E também pensar que criança é essa que está na sala de aula. Com acesso a tanta informação e tecnologia, as crianças mudaram seus comportamentos. É preciso repensar a forma de ensinar para não precisar recorre a medicalização. Porém, a questão requer um debate amplo, de caráter político e educacional”, diz.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: tranparent; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; padding: 0px 0px 15px; vertical-align: baseline;"&gt;
A pesquisadora do Centro de Investigação e Intervenção Educativa de Porto, Rosa Soares Nunes,&amp;nbsp; destacou&amp;nbsp; o consumismo de medicamentos dentro do discurso capitalista. “É aprisionar a criança em um presídio que não é seu, porque foi erroneamente diagnosticada”, disse.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: tranparent; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; padding: 0px 0px 15px; vertical-align: baseline;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Lygia destaca ainda o desafio de realizar um evento do porte&amp;nbsp; do porte do seminário com os problemas enfrentados pela universidades estaduais e federais e com a rede em greve.&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: tranparent; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; padding: 0px 0px 15px; vertical-align: baseline;"&gt;
“Salvador tem um núcleo muito forte. Mas, foi um grande desafio para nós. Principalmente, por ser um evento gratuito, o qual fizemos questão de sê-lo, pois entendemos que assuntos como este precisa estar ao alcance de todos. No entanto, felizmente conseguimos, com a ajuda dos&amp;nbsp; parceiros”, disse.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: tranparent; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; padding: 0px 0px 15px; vertical-align: baseline;"&gt;
O seminário reuniu especialistas&amp;nbsp; das mais diversas áreas de educação e saúde, como psicólogos, pedagogos, médicos, psiquiatras, fonoaudiólogos, a exemplo do neurocientista e professor da Universidade de Columbia (EUA) Carl Hart.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Mudanças no Currículo no Ceará</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2015/09/ceara-prepara-professor-para-escola-com.html</link><category>Competências socioemocionais</category><category>curriculo</category><category>o currículo no Ceará</category><pubDate>Wed, 2 Sep 2015 00:05:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-6510256324308924662</guid><description>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Ceará prepara professor para escola com a cara da juventude&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Retirado do site:&amp;nbsp;http://www.porvir.org/especiais/socioemocionais/#prettyPhoto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Despertar o interesse e garantir a aprendizagem do estudante do ensino médio estão entre os maiores desafios da educação brasileira. O mais recente alerta veio com a divulgação dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2013, em que o país repetiu os 3,7 registrados em 2011 e ficou abaixo da meta proposta pelo MEC (Ministério d Educação) de 3,9. Apesar do quadro desolador, existem, sim, experiências que buscam virar a chave para dar sentido à experiência escolar e valorizar o aluno.&lt;br /&gt;
Foi diante desse cenário que o estado do Ceará começou a mudar a cara de suas escolas. Em 2009, levou aos colégios a metodologia do programa Com.Domínio Digital, realizado em parceria com o Instituto Aliança, que oferecia aulas de tecnologia da informação no contraturno escolar. Dois anos mais tarde, a Secretaria de Educação do Estado do Ceará (Seduc) percebeu a necessidade de realizar uma maior integração desses conteúdos à grade regular das escolas, após a Unesco divulgar um protótipo curricular que defendia o protagonismo estudantil, a interdisciplinaridade, o ensino baseado em projetos, a pesquisa e a abordagem de competências socioemocionais.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" class="YOUTUBE-iframe-video" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/gH5Jf42_pD0/0.jpg" frameborder="0" height="266" src="https://www.youtube.com/embed/gH5Jf42_pD0?feature=player_embedded" width="320"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
“A gente percebe que um fator crítico é a relação do profissional e da instituição com o jovem, sua visão de mundo e seus anseios”&lt;br /&gt;
O primeiro passo foi pensar em um currículo que tivesse a cara da juventude. “A gente percebe que um fator crítico é a relação do profissional e da instituição com o jovem, sua visão de mundo e seus anseios”, diz Rogers Vasconcelos, coordenador de aperfeiçoamento pedagógico da Seduc. “Era importante que a história de vida dos alunos fosse pauta curricular. Estudantes tinham que ter espaço para conhecer suas características e habilidades sociais, para falar de ética, sexualidade e projeto de vida”, diz.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe width="320" height="266" class="YOUTUBE-iframe-video" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/XvqoCUNTH18/0.jpg" src="https://www.youtube.com/embed/XvqoCUNTH18?feature=player_embedded" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que precisasse de ajustes, esse novo desenho curricular não colocou tudo abaixo. Em vez disso, buscou articular o ensino das áreas de conhecimento com ciência, pesquisa e trabalho, entendidos como eixos integradores. Em 2012, a entrada dessas novas práticas na sala de aula da rede estadual foi noticiada pelo Porvir. Inicialmente, o projeto foi adotado por 12 escolas (oito em Fortaleza, duas na região metropolitana e duas no interior) que já participavam do Com.Domínio Digital. “Elas nos relatavam o quanto a metodologia do projeto fazia com que o estudante tivesse autoestima elevada, perspectiva positiva sobre a família e seu projeto de vida. Por isso, decidimos casar o Com.Domínio Digital e os protótipos [da Unesco] com o que a gente tentava implantar nas escolas”, afirma&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Nascia ali o que ficou conhecido como “Núcleo Trabalho, Pesquisa e Práticas Sociais”. De acordo com Vasconcelos, a partir do momento em que o estudante é desafiado por um projeto, ele consegue enxergar a totalidade do que lhe é ensinado, ao contrário do que acontece quando se trabalham as disciplinas de forma isolada. “Quando desenvolve um projeto de pesquisa, o estudante pode aproveitar o que estudou em história, física e química. É vivendo a experiência da busca que ele consegue aprender de forma integrada”. Desde 2012, o programa mais que triplicou a quantidade de envolvidos, que já somam 25,6 mil estudantes em 87 escolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensino médio redesenhado no Ceará&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEqsnZ9LAY_IOnLqB0vv4ule1nPBxEfkrk52GgEPSCd6_Qgh4DVZ17tJTnEgfv54CxtuWsW1RfmIU0qbwfbMM4ePS-z7qM7yg-qSihHLfk9A0INWzGBCXeQMVbbghkJQSwoJiYosNhd-Q/s1600/tabela-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="183" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEqsnZ9LAY_IOnLqB0vv4ule1nPBxEfkrk52GgEPSCd6_Qgh4DVZ17tJTnEgfv54CxtuWsW1RfmIU0qbwfbMM4ePS-z7qM7yg-qSihHLfk9A0INWzGBCXeQMVbbghkJQSwoJiYosNhd-Q/s400/tabela-2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novo curso, novo aluno, novo professor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que a escola se apresentasse como um espaço para o aluno se manifestar e ter autonomia em seu próprio aprendizado, foi preciso olhar de uma outra maneira também para a formação de professores. Isso porque o professor do Núcleo exerce um papel de agente mobilizador e articulador dentro das escolas, atuando com os demais docentes e com a equipe gestora, formada por diretor e coordenadores pedagógicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo de 2012, equipes do Instituto Aliança e dos professores que deram o pontapé inicial dos núcleos desenvolveram atividades diversas, com foco em cinco grandes ações: 1) articulação de gestores, professores do Núcleo, professores da Escola, técnicos da Seduc; 2) criação e estruturação do material didático-pedagógico; 3) capacitação por imersão, continuada e em serviço 4) monitoramento e avaliação do processo e 5) sistematização da prática.&lt;br /&gt;
“A metodologia busca provocar no professor uma reflexão sobre suas práticas, crenças e sobre seu olhar diante de alunos com multiplicidade de sonhos e de desejos com os quais ele vai ter que conviver na escola”&lt;br /&gt;
O conteúdo oferecido pelo Núcleo é implantado gradativamente até completar o ciclo do ensino médio. São duas aulas semanais de duas horas para o Desenvolvimento de Práticas Sociais (DPS) acompanhadas de uma hora de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), que facilitam a aquisição de habilidades digitais necessárias para a elaboração das pesquisas.&lt;br /&gt;
“A metodologia busca provocar no professor uma reflexão sobre suas práticas, crenças e sobre seu olhar diante de alunos com multiplicidade de sonhos e de desejos com os quais ele vai ter que conviver na escola”, explica Eveline Corrêa, coordenadora do Instituto Aliança. Segundo ela, o importante é que o docente entenda que isso também representa um ganho, e não um problema. “Se tentar pela força, nunca vai chegar a um diálogo genuíno”.&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O caminho para inserção da nova metodologia também precisa
vencer alguns obstáculos. Dentro das próprias escolas, existem professores que
criticam a proposta que supostamente tira espaço de matérias cognitivas como
física e matemática e “do conteúdo para o Enem”. Além disso, o trabalho de
formação que é intencionalmente mais participativo e questionador, deixa alguns
com o “pé atrás”. “Eles começam o ano questionando, mas mudam quando chega a
época da apresentação das pesquisas e percebem os meninos mais motivados”, diz
Eveline.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Ao mesmo tempo em que tenta tirar o educador da “zona de
conforto”, a metodologia o abastece para garantir maior segurança, com matriz
curricular, fichas pedagógicas e planos de aula. Além do material teórico, a
formação docente é apoiada em dinâmicas de grupo, supervisão técnica e estudos
temáticos. Nas reuniões, discute-se, por exemplo, o papel da escola pública e
do ensino médio e os professores participam de experiências que depois
realizarão com seus alunos. Logo no terceiro encontro de formação, acontece o
exercício chamado “Memória fotográfica”, quando cada educador apresenta ao
grupo uma fotografia marcante de seu passado. “Essa atividade fala muito e
fortalece o pertencimento e a identidade, porque eles passam a ser reconhecidos
por aquilo em que se dizem fortes”, diz Eveline. Ao reproduzir a atividade com
seus aluno, o professor já “sentiu na pele” os seus resultados.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="line-height: 15.6933336257935px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O caminho para inserção da nova metodologia também precisa vencer alguns obstáculos. Dentro das próprias escolas, existem professores que criticam a proposta que supostamente tira espaço de matérias cognitivas como física e matemática e “do conteúdo para o Enem”. Além disso, o trabalho de formação que é intencionalmente mais participativo e questionador, deixa alguns com o “pé atrás”. “Eles começam o ano questionando, mas mudam quando chega a época da apresentação das pesquisas e percebem os meninos mais motivados”, diz Eveline.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="line-height: 15.6933336257935px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="line-height: 15.6933336257935px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ao mesmo tempo em que tenta tirar o educador da “zona de conforto”, a metodologia o abastece para garantir maior segurança, com matriz curricular, fichas pedagógicas e planos de aula. Além do material teórico, a formação docente é apoiada em dinâmicas de grupo, supervisão técnica e estudos temáticos. Nas reuniões, discute-se, por exemplo, o papel da escola pública e do ensino médio e os professores participam de experiências que depois realizarão com seus alunos. Logo no terceiro encontro de formação, acontece o exercício chamado “Memória fotográfica”, quando cada educador apresenta ao grupo uma fotografia marcante de seu passado. “Essa atividade fala muito e fortalece o pertencimento e a identidade, porque eles passam a ser reconhecidos por aquilo em que se dizem fortes”, diz Eveline. Ao reproduzir a atividade com seus aluno, o professor já “sentiu na pele” os seus resultados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="line-height: 15.6933336257935px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="line-height: 15.6933336257935px;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por conta de experiências como essa, a professora Maria Flávia Coelho, do primeiro ano da escola João Mattos, se diz transformada. Ela conta que sempre se preocupou em inovar e “não deixar alunos parados”, mas essa formação específica para o Núcleo a ajudou a adotar um novo posicionamento na sala de aula. “A preocupação com o bem-estar do aluno e seu protagonismo era o que faltava. Hoje ainda dou aula de geografia em outra escola e percebo como mudei nas minhas ações”. A estratégia tem dado resultados com estudantes cada vez mais comunicativos e tomando a iniciativa para envolver os demais em debates e atividades em grupo. “Eu lembro da escola da Ponte, em Portugal, em que educadores atuam como colaboradores. Hoje em dia, não cabe mais o autoritarismo em sala de aula. Autoridade é importante, porém ter na cabeça que você é um colaborador muda a forma de ver o aluno. Você passa a respeitar, a entrar na vida do aluno e a entender por que ele não participou hoje, mas vai participar na próxima aula”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/gH5Jf42_pD0/default.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title/><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2015/09/competencias-socioemocionais-mais.html</link><category>Competências socioemocionais</category><category>educação socioemocional</category><pubDate>Tue, 1 Sep 2015 23:49:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-4152210866871328419</guid><description>COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
Do site: http://www.porvir.org/&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Mais exercícios, mais repetição e mais testes podem até resultar em uma nota maior, mas não prepararão o aluno de forma integral e, muito menos, darão conta de desenvolver todas as competências que ele necessita para enfrentar os desafios do século 21. Enquanto o mundo abre espaço e cobra que os jovens sejam protagonistas de seu próprio desenvolvimento e de suas comunidades, o ensino tradicional ainda responde com modelos criados para atender demandas antigas. A realidade é que o ser humano é definitivamente complexo e, para desenvolvê-lo de maneira completa, é necessário incorporar estratégias de aprendizagem mais flexíveis e abrangentes.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" class="YOUTUBE-iframe-video" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/ZKcCfXjirsU/0.jpg" frameborder="0" height="266" src="https://www.youtube.com/embed/ZKcCfXjirsU?feature=player_embedded" width="320"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das saídas para reconectar o indivíduo ao mundo onde vive passa pelo desenvolvimento de competências socioemocionais. Nesse processo, tanto crianças como adultos aprendem a colocar em prática as melhores atitudes e habilidades para controlar emoções, alcançar objetivos, demonstrar empatia, manter relações sociais positivas e tomar decisões de maneira responsável, entre outros. Uma abordagem como essa pode ajudar, por exemplo, na elaboração de práticas pedagógicas mais justas e eficazes, além de explicar por que crianças de um mesmo meio social vão trilhar um caminho mais positivo na vida, enquanto outras, não.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Longe de ser um modismo, a preocupação com o desenvolvimento dessas características sempre foi objetivo da educação e precisa ser entendido como um processo de formação integral, que não se restringe à transmissão de conteúdos. Então o que muda? Para que consiga alcançar esse propósito, a inclusão de competências socioemocionais na educação precisa ser intencional.&lt;br /&gt;
“As competências socioemocionais são habilidades que você pode aprender; são habilidades que você pode praticar; e são habilidades que você pode ensinar”&lt;br /&gt;
“A gente está falando de uma mudança de cultura, de compreensão de vida, do que a gente acredita que é o ser humano, o conhecimento, a aprendizagem e de qual é o papel da escola”, explica Anita Abed, consultora da Unesco (organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura). “O conhecimento em si deve ser amplamente significativo e prazeroso, algo da ordem socioemocional”, diz.&lt;br /&gt;
A nova visão não implica em deixar de lado o grupo de competências conhecidas como cognitivas (interpretar, refletir, pensar abstratamente, generalizar aprendizados), até porque elas estão relacionadas estreitamente com as socioemocionais. Pesquisas revelam que alunos que têm competências socioemocionais mais desenvolvidas apresentam maior facilidade de aprender os conteúdos acadêmicos. No livro “Uma questão de caráter” (Intrínseca, 272 págs), o escritor e jornalista americano Paul Tough vai além, e coloca que o sucesso no meio universitário não está ligado ao bom desempenho na escola, mas sim à manifestação de características como otimismo, resiliência e rapidez na socialização. O livro ainda explica que competências socioemocionais não são inatas e fixas: “elas são habilidades que você pode aprender; são habilidades que você pode praticar; e são habilidades que você pode ensinar”, seja no ambiente escolar ou dentro de casa.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/ZKcCfXjirsU/default.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Plano Nacional de Educação - PNE</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2015/07/plano-nacional-de-educacao-pne.html</link><category>educação</category><category>Plano Nacional de Educação</category><category>PNE</category><pubDate>Sun, 26 Jul 2015 21:47:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-4835113038449976493</guid><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;PNE: 10 PERGUNTAS PARA ENTENDER O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Fonte: Ana Elisa Santana para o Portal EBC &amp;nbsp;-&amp;nbsp;http://www.deolhonosplanos.org.br/pne-10-perguntas-para-entender-o-plano-nacional-de-educacao/&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Foi sancionado no dia 26 de junho de 2014, o Plano Nacional de
Educação (PNE), lei que tramitou no Congresso Nacional durante quatro anos e
estabelece 20 metas para serem cumpridas até 2023. Entre os objetivos estão
ampliar o acesso desde a educação Infantil até o ensino superior, melhorar a
qualidade de forma que os estudantes tenham o nível de conhecimento esperado
para cada idade, e valorizar os professores com medidas que vão da formação ao
salário dos docentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Abaixo, listamos 10 perguntas básicas que ajudam a entender
melhor o PNE, como ele será colocado em prática e quais serão as suas
consequências:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1. O QUE É O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O Plano Nacional de Educação (PNE) é uma lei ordinária,
prevista na Constituição Federal, que entrou em vigência no dia 26 de junho de
2014 e valerá por 10 anos. Ela estabelece diretrizes, metas e estratégias de
concretização no campo da educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A partir do momento em que o PNE começa a valer, todos os
planos estaduais e municipais de Educação devem ser criados ou adaptados em
consonância com as diretrizes e metas estabelecidas por ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
2. QUAIS SÃO AS METAS DO PNE?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;O PNE tem 20 metas que abrangem todos os níveis de formação,
desde a educação infantil até o nsino superior, com atenção para detalhes como
a educação inclusiva, a melhoria da taxa de escolaridade média dos brasileiros,
a formação e plano de carreira para professores, bem como a gestão e o
financiamento da Educação. O plano também dá grande peso ao financiamento e
ampliação dos investimentos. Conheça cada uma das metas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
3. QUANTO O BRASIL INVESTE EM EDUCAÇÃO ATUALMENTE?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A porcentagem do investimento público direto em educação, em
relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do país, foi de 5,3% em 2012, segundo o
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
A meta do PNE é que o país passe a investir o equivalente a 10% do PIB em
educação. Isso deverá significar o montante de R$ 50 bilhões investidos
anualmente em educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Ou seja, o dinheiro destinado à educação deverá ser quase o
dobro ao fim da vigência do plano, em 2023. Lembrando que a meta é que o
investimento cresça gradualmente: a ampliação deve ser para 7% do PIB nos
próximos cinco anos, chegando a 10% no prazo dos cinco anos seguintes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
4. DE ONDE VAI SAIR O DINHEIRO PARA AUMENTAR O INVESTIMENTO
EM EDUCAÇÃO PARA 10% DO PIB?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A lei de destinação dos royalties do petróleo, sancionada em
2013, estabelece que 75% desses recursos e 50% do Fundo Social do Pré-Sal serão
destinados à educação. Esta é uma das principais fontes para se atingir, em 10
anos, a meta equivalente a R$ 50 bilhões anuais para a área.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
No decorrer da vigência da lei deverá também haver uma
redistribuição orçamentária, especialmente do governo federal – que passará a
ter maior participação no investimento total em educação, além da criação de
novas fontes de recursos que garantam que o objetivo do PNE seja atingido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
5. O QUE É CUSTO ALUNO-QUALIDADE INICIAL (CAQI)?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
No prazo de dois anos a partir da vigência do PNE, será
implantado o Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi), um valor nacional mínimo que
deverá ser invetsido por estudante para garantir a qualidade do ensino a cada
etapa da educação básica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O indicador será referenciado no conjunto de padrões mínimos
estabelecidos na legislação educacional, e terá o financiamento calculado com
base nos respectivos insumos indispensáveis ao processo de ensino-aprendizagem.
O CAQi será progressivamente reajustado até a implementação plena do Custo
Aluno-Qualidade (CAQ).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6. O DINHEIRO DO PNE PODERÁ SER INVESTIDO NA EDUCAÇÃO
PRIVADA?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O PNE prevê investimento na educação privada uma vez que
estabelece, como estratégia para o aumento de matrículas no ensino superior, a
ampliação de programas como o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino
Superior (Fies) e o Programa Universidade para Todos (Prouni).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Para a expansão de matrículas na educação profissional,
também há a previsão de aumentar a oferta de financiamento estudantil que é
oferecida em instituições privadas de nível superior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
7. O SALÁRIO DOS PROFESSORES VAI AUMENTAR?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Este é um dos grandes desafios do PNE. Algumas das metas do
plano envolvem diretamente o professor, a valorização do magistério e o
investimento na formação e na carreira de docentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A meta 17, por exemplo, estabelece o respeito a
profissionais de magistério das redes públicas da educação básica, com o
objetivo de equiparar seu rendimento médio ao dos profissionais com
escolaridade equivalente. Portanto, o salário dos professores deve, sim,
aumentar. Isto deve acontecer até o final do sexto ano da vigência da lei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8. O PNE VAI AUMENTAR O NÚMERO DE VAGAS EM CRECHES?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Sim. A primeira meta do PNE trata da Educação Infantil, e
estabelece até o fim da vigência da lei deve-se ampliar a oferta de vagas em
creches para atender pelo menos 50% das crianças de zero a 3 anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A meta é, também, que esta fase do ensino seja
universalizada até 2016 para crianças de 4 a 5 anos de idade. Ou seja: em 2023,
metade das crianças de até 3 anos de idade deverão estar matriculadas em
creches, e 100% das que têm 4 ou 5 anos de idade devem frequentar a escola.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
9. O PNE VAI AUMENTAR O NÚMERO DE VAGAS NO ENSINO SUPERIOR?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Sim. A meta número 12 do Plano é elevar a taxa bruta de
matrícula na Educação Superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população
de 18 a 24 anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos,
40% das novas matrículas, no segmento público.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10. QUEM VAI FISCALIZAR O CUMPRIMENTO DO PNE?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O próprio PNE estabelece que a execução e cumprimento
deverão ser monitorados de forma contínua, com avaliações periódicas. São
responsáveis por esta fiscalização o Ministério da Educação (MEC), a Comissão
de Educação da Câmara dos Deputados e a Comissão de Educação, Cultura e Esporte
do Senado Federal, o Conselho Nacional de Educação (CNE) e o Fórum Nacional de
Educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O monitoramento será realizado por meio de documentos, como
estudos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira (Inep) que devem ser publicados a cada dois anos durante a vigência da
lei para mostrar a aplicação do Plano, e a realização de atividades como
Conferências Nacionais de Educação. Os cidadãos que desejarem acompanhar o
cumprimento das metas podem monitorar os índices no Observatório do PNE.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
*Com informações do Inep, Observatório do PNE e da Campanha
Nacional pelo Direito à Educação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Modelagem Matemática</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2015/06/modelagem-matematica.html</link><category>Aplicações</category><category>Metodologia de Ensino da Matemática</category><category>Modelagem Matemática</category><pubDate>Fri, 26 Jun 2015 11:25:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-4244118681489716259</guid><description>&lt;div align="center" style="background: transparent; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;DISCUSSÕES
SOBRE MODELAGEM MATEMÁTICA&lt;br /&gt;
E O ENSINO-APRENDIZAGEM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Jean
Carlos Silveira&lt;br /&gt;
João Luiz Domingues Ribas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Retirado do Site:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: transparent;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;http://www.somatematica.com.br/&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;RESUMO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Este trabalho visa fazer uma
análise crítica das discussões sobre a Modelagem Matemática no processo de
ensino, relata os principais temas abordados durante o I EPMEM (Encontro
Paranaense de Modelagem no Ensino da Matemática) realizado na cidade de Londrina-PR.
durante os dias 14, 15 e 16 de outubro de 2004, pela Universidade Estadual de
Londrina (UEL).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDRNZ4Y2B35crwCqbiRgWOIiBsQJiJ7MrW6tyRYsVN6g3pSSqZqGkWILrchGaVypBlJUm-l4cdRfPoQcurz0awIApKBCC_ky9HM-lHowIy_AdBBh6GaH80aHHs_Rb7QtDzMdKqkloQZaY/s1600/hqdefault.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDRNZ4Y2B35crwCqbiRgWOIiBsQJiJ7MrW6tyRYsVN6g3pSSqZqGkWILrchGaVypBlJUm-l4cdRfPoQcurz0awIApKBCC_ky9HM-lHowIy_AdBBh6GaH80aHHs_Rb7QtDzMdKqkloQZaY/s320/hqdefault.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;As buscas de novas
metodologias de ensino da matemática devem ser constantes, no momento fala-se
muito sobre Modelagem Matemática, mas mesmo após quase vinte e cinco anos de
discussões e estudos ainda existem muitas dúvidas sobre a Modelagem Matemática,
na ocasião tivemos a oportunidade de debater juntamente com professores mestres
e doutores na área em questão sobre as dificuldades e os benefícios de trabalharmos
com a modelagem no ensino de nossos alunos.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Palavras-Chave:&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Metodologia de Ensino da Matemática, Modelagem
Matemática, Aplicações, cotidiano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Segundo o prof. Dr. Dionísio
Burak UEPG – Ponta Grossa – PR, a Modelagem Matemática no Brasil começou a ser
trabalhada, na década de 80 na Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP –
com um grupo de professores, em Biomatemática, coordenados pelo Prof. Dr.
Rodney Carlos Bassanezi- IMECC.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Em princípio, os estudos
envolviam modelos de crescimento cancerígenos. Também foi realizada uma
experiência com a Modelagem, pelo professor Rodney, com turma regular de
Engenharia de Alimentos, na disciplina de Cálculo Diferencial e Integral, que
possuía programa definido. A experiência foi muito satisfatória.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Na educação brasileira a
Modelagem Matemática teve início com os cursos de especialização para
professores, em 1983, na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Guarapuava
- FAFIG, hoje Universidade Estadual do Centro-Oeste – UNICENTRO.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Com o início do Programa de
Mestrado em Ensino de Matemática pela UNESP – Campus de Rio Claro, a Modelagem
angariou adeptos, pois a grande preocupação sentida consistia em encontrar
formas alternativas para o ensino de Matemática que trabalhassem ou que
tivessem a preocupação de partir de situações vivenciadas pelo aluno do ensino
de 1º e 2º graus, atualmente ensino Fundamental e Médio.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Os primeiros trabalhos
enfocando a Modelagem como uma alternativa para o Ensino de Matemática,
começaram a ser elaborados sob forma de dissertações e artigos, a partir de
1987. Em 1999 foi realizada a 1º Conferência Nacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 11.25pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: center; text-indent: 11.25pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;DISCUSSÕES
SOBRE MODELAGEM MATEMÁTICA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" style="background: transparent; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: center; text-indent: 11.25pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;E O ENSINO-APRENDIZAGEM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 11.25pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Devido ao grande avanço das
tecnologias informáticas muitas das atividades do nosso cotidiano passaram a
ser feitas por máquinas, com os computadores surgiu, por exemplo, a “Era da
Informática” onde as informações se difundiram em grande escala revolucionando
o modo de vida da humanidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7gbDt4Apmbn-DL7KbQdvv80Lqb-FCuSfYIullxccZTg8Qtb6K3tB_AE1Ja2DngGts5nGVjihtIMrFDwbhlsmHfCkLxY31RNF6H6rj1rnrGb5t1L10Xf188gqJXlKeYApNVh0gqtqZowk/s1600/calvin.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7gbDt4Apmbn-DL7KbQdvv80Lqb-FCuSfYIullxccZTg8Qtb6K3tB_AE1Ja2DngGts5nGVjihtIMrFDwbhlsmHfCkLxY31RNF6H6rj1rnrGb5t1L10Xf188gqJXlKeYApNVh0gqtqZowk/s320/calvin.jpg" width="259" /&gt;&lt;/a&gt;Com toda esta revolução
ocasionada pela informática, os conceitos matemáticos tornaram-se implícitos,
pois os programas de computação são capazes de realizar cálculos em uma fração
de segundo, o que manualmente levariam horas para o ser humano resolver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Com essa “facilidade” que a
informática proporciona, houve uma desmatematização natural das pessoas em
geral, ocasionando deste modo, uma desvalorização dos conhecimentos
matemáticos, ou seja, para que decorar fórmulas ou teoremas, se no computador
elas já estão todas armazenadas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Segundo o Prof. Dr. Jonei
Cerqueira Barbosa da Universidade Jorge Amado-Salvador, a matemática pode
servir como “poder para alguém” agindo como um instrumento de controle social,
pois afinal, os números governam o mundo, decisões são tomadas a partir de
fórmulas, de cálculos, de estatísticas, planejamentos de governo são decididos
através da matemática, decisões estas que afetam as vidas de todos aqueles que
a elas se submetem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Neste sentido muitas pessoas
questionam sobre o papel da matemática na formação de nossos alunos, qual o
professor que nunca ouviu aquela velha pergunta que os alunos sempre fazem: “para
que serve esta matéria que eu estou aprendendo? ”&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: transparent; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Talvez uma resposta para
esta questão possa ser a Modelagem Matemática, pois ela tem como objetivo
interpretar e compreender os mais diversos fenômenos do nosso cotidiano, devido
ao “poder” que a Modelagem proporciona pelas aplicações dos conceitos
matemáticos. Podemos descrever estes fenômenos, analisá-los e interpretá-los
com o propósito de gerar discussões reflexivas sobre tais fenômenos que cercam
nosso cotidiano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;O que é Modelagem Matemática?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Modelagem Matemática é acima de tudo
uma perspectiva, algo a ser explorado, o imaginável e o inimaginável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;A Modelagem Matemática é livre e
espontânea, ela surge da necessidade do homem em compreender os fenômenos que o
cercam para interferir ou não em seu processo de construção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Ao trabalharmos Modelagem Matemática
dois pontos são fundamentais: aliar o tema à ser escolhido com a realidade de
nossos alunos e aproveitar as experiências extraclasse dos alunos aliadas à
experiência do professor em sala de aula.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Porque fazer Modelagem Matemática?&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Podemos enumerar os diversos benefícios
de trabalharmos com Modelagem Matemática:&lt;br /&gt;
1) Motivação dos alunos e do próprio professor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;2) Facilitação da aprendizagem. O
conteúdo matemático passa a ter significação, deixa de ser abstrato e passa a
ser concreto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;3) Preparação para futuras profissões
nas mais diversas áreas do conhecimento, devido a interatividade do conteúdo
matemático com outras disciplinas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;4) Desenvolvimento do raciocínio,
lógico e dedutivo em geral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;5) Desenvolvimento do aluno como
cidadão crítico e transformador de sua realidade.&lt;br /&gt;
6) Compreensão do papel sociocultural da matemática, tornando-a assim, mais
importante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Como surgiram as grandes descobertas da humanidade?&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Surgiram da necessidade do homem em
resolver determinadas situações-problema do seu dia-a-dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Etnomatemática e Modelagem Matemática&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Se a Modelagem Matemática procura
modelar um determinado fenômeno da realidade com o objetivo de compreender este
fenômeno a Etnomatemática se faz presente, pois ela trata de um conjunto de
saberes que um determinado grupo cultural possui com um objetivo em comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Qual o perfil de um professor que queira trabalhar com Modelagem Matemática?&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Deve ser criativo, motivador e acima de
tudo deve assumir a postura de um mediador entre o saber comum e o saber
matemático, fazendo com que o aluno passe a ser um agente ativo no processo de
construção do saber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A Modelagem Matemática é eficaz no Ensino Médio e Fundamental?&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;A Modelagem Matemática é uma
metodologia alternativa para o ensino de Matemática que pode ser utilizada
tanto no ensino fundamental como no ensino médio. A partir de conceitos gerais,
procura –se mostrar a importância da Matemática para o conhecimento e
compreensão da realidade onde se vive. Uma forma de avaliar se a Modelagem
Matemática é eficiente no processo de ensino-aprendizagem é estabelecer um
paralelo entre o ensino tradicional e o ensino através da Modelagem Matemática,
abordando aspectos como a pedagogia adotada, a criatividade, o interesse pelo
estudo de Matemática, a motivação e entusiasmo por parte dos alunos, e a
avaliação do que eles realmente aprenderam com a Modelagem Matemática, levando
o professor a refletir sobre a sua metodologia de ensino da matemática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: transparent; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;É evidente que a Modelagem Matemática
não deve ser usada como uma única metodologia de ensino, o professor no
exercício das suas atividades, deve sempre procurar a melhor metodologia de
ensino da matemática, como por exemplo: jogos, brincadeiras, a história da
matemática, metodologia dos três momentos, resolução de problemas, enfim usar
todos os seus recursos para obter o melhor resultado possível no ensino da
matemática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDRNZ4Y2B35crwCqbiRgWOIiBsQJiJ7MrW6tyRYsVN6g3pSSqZqGkWILrchGaVypBlJUm-l4cdRfPoQcurz0awIApKBCC_ky9HM-lHowIy_AdBBh6GaH80aHHs_Rb7QtDzMdKqkloQZaY/s72-c/hqdefault.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Como fazer o PPP funcionar | Maura Visita</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2014/09/como-fazer-o-ppp-funcionar-maura-visita.html</link><pubDate>Thu, 25 Sep 2014 18:56:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-1874990882302605000</guid><description>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" src="//www.youtube.com/embed/s_tnaiuAksM" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Embasamento teórico para o PPP</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2014/09/embasamento-teorico-para-o-ppp.html</link><pubDate>Thu, 25 Sep 2014 02:24:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-3634202503087300713</guid><description>Textos para embasamento da construção do PPP.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Roteiro PPP - &lt;a href="https://docs.google.com/document/d/1xQCs3zqX61tijC_R3NBPG5tecCcZGLhJ7GDtMass038/edit?usp=sharing" target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PPP Elaboração &amp;nbsp;- &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/0B07XGWVDsjrSZ2NHdmxpX3Z5OWs/edit?usp=sharing" target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais orientações - &lt;a href="https://docs.google.com/uc?export=download&amp;amp;id=0B07XGWVDsjrSZV9MaTF6b0llZlE" target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DCN Ensino Fundamental - &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/0B07XGWVDsjrSbExQMHljaGFObzA/edit?usp=sharing" target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title/><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2014/09/lista-de-repositorios-de-recursos.html</link><pubDate>Wed, 24 Sep 2014 22:48:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-7385618376860560837</guid><description>&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin-bottom: 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 21.5pt;"&gt;Lista de repositórios de recursos educacionais disponíveis online&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Retirado do site da WIKIVERSIDADE&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #0b0080; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Mapeamento
REA (Brazil Program)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Esta lista
(organizada em ordem alfabética) contém links para alguns repositórios digitais
de materiais educativos, principalmente direcionados à educação básica, que
estão sendo levantados pela equipe da pesquisa "Mapeamento REA". Cada
item contém o nome da plataforma, seus responsáveis, o link e uma breve descrição
da iniciativa, retirada de seu próprio site ou de falas de seus responsáveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: green; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Se você conhece
algum repositório que não está nesta lista ou pensa que pode complementar as
informações nela contidas, sua colaboração será muito bem-vinda!&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Banco Internacional de Objetos Educacionais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Ministerio da
Educação, Ministerio de Ciência e Tecnologia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Esse Banco
Internacional tem o propósito de manter e compartilhar recursos educacionais
digitais de livre acesso, mais elaborados e em diferentes formatos - como
áudio, vídeo, animação, simulação, software educacional - além de imagem, mapa,
hipertexto considerados relevantes e adequados à realidade da comunidade
educacional local, respeitando-se as diferenças de língua e culturas regionais.
Este repositório está integrado ao Portal do Professor, também do Ministério da
Educação. Espera-se ainda com este repositório estimular e apoiar experiências
individuais dos diversos países, ao mesmo tempo que se promove um nivelamento
de forma democrática e participativa. Assim, países que já avançaram
significativamente no campo do uso das tecnologias na educação poderão ajudar
outros a atingirem o seu nível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Copyleft Pearson Education&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Pearson&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.copyleftpearson.com.br/home.aspx" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.copyleftpearson.com.br/home.aspx&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Copyleft é um
site criado pela Pearson Education do Brasil para promover o amplo acesso a
obras educacionais ou de apoio ao aprendizado, não se restringindo a textos mas
também abrangendo objetos de aprendizado nos formatos suportados (txt, xls,
ppt, pps, doc, pdf, docx, xlsx, pptx, ppsx) Sem fins lucrativos, o Copyleft tem
como meta propiciar uma distribuição democrática do conhecimento e criar uma
base de referência para professores, estudantes, pesquisadores e para a
população em geral, além de abrir espaço para novas idéias e abordagens que
possam vir a ser publicados comercialmente. Se você é um autor e está disposto
a compartilhar seu conteúdo, clique no botão “Publicar” e siga as instruções. A
publicação é gratuita, não remunerada e somente pelo período desejado pelo
autor. Se estiver buscando conteúdos, poderá fazer buscas por área ou título,
por autor e por palavras-chave. Ao encontrar o conteúdo que deseja, clique em
“Download” e siga as instruções. Tanto a busca como o download são gratuitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Curriculo+&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Secretaria de
Educação do Estado de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://curriculomais.educacao.sp.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://curriculomais.educacao.sp.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Iniciativa que,
por meio de uma plataforma online de sugestões de objetos digitais de
aprendizagem (ex: vídeos, animações, jogos, simuladores, infográficos, áudios),
relacionadas ao Currículo do Estado de São Paulo, visa estimular e incentivar o
uso de novas tecnologias como recurso pedagógico complementar pelos professores
e alunos, em especial, na sala de aula.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Educopédia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Prefeitura da
Cidade do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.educopedia.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.educopedia.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Plataforma
online onde alunos e professores podem acessar atividades autoexplicativas de
forma lúdica e prática. As aulas incluem planos de aula e apresentações
voltados para professores que queiram utilizar as atividades com os alunos.
Cada uma delas possui temas, competências e habilidades contempladas nas
orientações curriculares da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro.
Essas orientações curriculares de cada ano e cada disciplina foram divididas em
32 aulas digitais, que correspondem às semanas do ano letivo, retiradas àquelas
voltadas para avaliações e revisões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Escola Digital&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Instituto
Inspirare, Instituto Natura, Instituto Educadigital, TIC Educa, Secretaria de
Educação do Estado de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://escoladigital.org.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://escoladigital.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Escola Digital é
uma plataforma de busca que reúne objetos e recursos digitais voltados a apoiar
processos de ensino e aprendizagem dentro e fora da sala de aula. O site foi
criado com o objetivo de facilitar o acesso de educadores, escolas e redes de
ensino a materiais educativos de base tecnológica, de forma a enriquecer e
dinamizar as práticas pedagógicas. A plataforma também apoia alunos que querem
aprofundar seus estudos e familiares preocupados em acompanhar a educação de
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;seus filhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Portal do Professor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Ministério da
Educação, Ministério da Ciência e Tecnologia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://portaldoprofessor.mec.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://portaldoprofessor.mec.gov.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Espaço para o
professor acessar sugestões de planos de aula, baixar mídias de apoio, ter
notícias sobre educação e iniciativas do MEC ou até mesmo compartilhar um plano
de aula, participar de uma discussão ou fazer um curso. Poderão se inscrever
apenas pessoas ligadas às instituições de ensino públicas e privadas. As demais
poderão navegar livremente, pois todas as informações são de acesso público.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Portal Domínio Público&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Ministério da
Educação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.dominiopublico.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O "Portal
Domínio Público", lançado em novembro de 2004 (com um acervo inicial de
500 obras), propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime,
colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores -
Internet - uma biblioteca virtual que deverá se constituir em referência para
professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral. Este portal
constitui-se em um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a
preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo
o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na
forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a
sua divulgação devidamente autorizada, que constituem o patrimônio cultural
brasileiro e universal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Secretaria Municipal de Educação de São Paulo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Prefeitura Municipal
de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/default.aspx" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/default.aspx&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Desde setembro
de 2011, com a assinatura do decreto nº 52.681, de 26 de setem­bro de 2011, do
então prefeito Gilberto Kassab (PSD-SP), todo material didático produzido pela
Secretaria Municipal de Educação de São Paulo é registrado sob licenças
flexíveis e está disponível online.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;REA Dante&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Colégio Dante
Alighieri&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.colegiodante.com.br/rea/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.colegiodante.com.br/rea/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O REA Dante é o
espaço de Recursos Educacionais Abertos do Colégio Dante Alighieri. Nele, são
disponibilizados alguns materiais didáticos em formato digital. Além disso,
você pode conferir o material multimídia produzido pela equipe do Dante. A
melhor parte desse projeto é que todo o conteúdo disponibilizado neste site
pode ser utilizado e adaptado, já que está sob licença Creative Commons.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Porto OCW&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Colégio Visconde
de Porto Seguro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.ocw.portoseguro.org.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.ocw.portoseguro.org.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O ambiente
PortoOpenCourseWare oferece conteúdos educacionais digitais produzidos pela
comunidade escolar do Colégio Visconde de Porto Seguro. Todos os que publicam
conteúdos aqui o fazem voluntariamente, respeitando os Termos de Uso. Adotamos
licenças livres Creative Commons e nos associamos ao OpenCourseWare Consortium,
que reúne respeitadas instituições de ensino de todo o mundo. Nós, da Fundação
Visconde de Porto Seguro compartilhamos as ideias de democratização do acesso à
educação propagadas pelo movimento REA. Por isso, somos a primeira escola de
educação básica do mundo a fazer parte deste Consórcio. Acreditamos que o
conhecimento produzido e difundido em nossa Escola deva ser compartilhado com
todas as pessoas. Sejam todos bem-vindos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Ambiente Educacional Web&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://ambiente.educacao.ba.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://ambiente.educacao.ba.gov.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O Ambiente
Educacional Web - AEW é um espaço pedagógico multidisciplinar criado para que
estudantes e professores possam acessar, compartilhar e construir conhecimentos
por meio das novas tecnologias da informação e da comunicação. No AEW, a
comunidade escolar pode encontrar conteúdos digitais registrados em licenças
livres, ter acesso a softwares livres que auxiliam na produção de mídias, e a
sites temáticos das disciplinas e dos temas transversais. Futuramente, será
possível interagir e compartilhar produções através de uma Rede Social
Educacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Edukatu&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://edukatu.org.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://edukatu.org.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O Edukatu é uma
rede de aprendizagem que visa incentivar a troca de conhecimentos e práticas
sobre consumo consciente entre professores e alunos do Ensino Fundamental de
escolas em todo o Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Além de reunir
informações e materiais de referência sobre o tema, o Edukatu convida os
participantes a realizar atividades por meio de circuitos de aprendizagem. Essa
navegação guiada é uma experiência inovadora que os levará: 1. a solucionar
desafios de pesquisa e estudo; 2. a comentar e debater com outros internautas;
3. a compartilhar suas produções e/ou criações sobre o tema; e 4. a promover
ações práticas de intervenção nas comunidades escolares envolvidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 5pt;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Por
meio dos circuitos de aprendizagem e de outras ferramentas interativas, o Edukatu
visa ser também um instrumento de mobilização, facilitando o desenvolvimento de
uma comunidade de engajamento contínuo em favor do consumo consciente. Nessa
rede, cada participante se tornará um disseminador do que aprendeu, ampliando
de forma colaborativa o alcance dos debates e intervindo diretamente no dia a
dia e nas práticas cotidianas daqueles que o cercam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Recursos educacionais multimídia para a
matemática do ensino médio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Unicamp&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://m3.ime.unicamp.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://m3.ime.unicamp.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Esse é o portal
principal da coleção M³ Matemática Multimídia, que contém recursos educacionais
multimídia em formatos digitais desenvolvidos pela Unicamp com financiamento do
FNDE, SED, MCT e MEC para o Ensino Médio de Matemática no Brasil. São mais de 350
recursos educacionais no formato de vídeos, aúdios, softwares e experimentos,
que estão licenciados sob uma licença Creative Commons - é permitido copiar,
distribuir, exibir, executar a obra e criar obras derivadas, mas não é
permitido o uso comercial ou o relicensiamento sobre uma licença mais
restritiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;FGV OCW&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Fundação Getúlio
Vargas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A Fundação
Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a ser membro do
OpenCourseWare Consortium – OCWC –, um consórcio de instituições de ensino de
diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos sem custo, pela
internet. Membro desde julho de 2008, o FGV Online venceu, em 2011, a primeira
edição do OCW People's Choice Awards – premiação para as melhores iniciativas
dentro do consórcio –, na categoria de programas mais inovadores e de
vanguarda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;RIVED&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Secretaria de
Educação a Distância - SEED&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://rived.mec.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://rived.mec.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O RIVED é um
programa da Secretaria de Educação a Distância - SEED, que tem por objetivo a
produção de conteúdos pedagógicos digitais, na forma de objetos de
aprendizagem. Tais conteúdos primam por estimular o raciocínio e o pensamento
crítico dos estudantes, associando o potencial da informática às novas
abordagens pedagógicas. A meta que se pretende atingir disponibilizando esses
conteúdos digitais é melhorar a aprendizagem das disciplinas da educação básica
e a formação cidadã do aluno. Além de promover a produção e publicar na web os
conteúdos digitais para acesso gratuito, o RIVED realiza capacitações sobre a
metodologia para produzir e utilizar os objetos de aprendizagem nas
instituições de ensino superior e na rede pública de ensino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Biblioteca Digital de Ciências&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Laboratório de
Tecnologia Educacional (Unicamp)&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.bdc.ib.unicamp.br/bdc/index.php" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.bdc.ib.unicamp.br/bdc/index.php&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A Biblioteca
Digital foi inaugurada em Abril de 2006 com todo material já desenvolvido pelo
LTE e aberta à submissão de softwares, imagens, teses, monografias e apostilas
voltadas ao ensino de qualquer disciplina da área biológica. Todo conteúdo aqui
disponibilizado é oferecido gratuitamente para ser usado livremente, sendo de
responsabilidade dos autores. Disponibilizamos inclusive os arquivos fontes de
softwares, para que estes possam ser modificados, visando o ajuste mais
adequado às necessidades de cada usuário. Além dos materiais já citados, a
Biblioteca Digital do LTE também disponibiliza os artigos científicos
publicados pela Revista Brasileira de Ensino de Bioquímica e Biologia
Molecular. Todo conteúdo publicado pela Biblioteca Digital do LTE passa por um
processo de revisão semelhante ao das publicações científicas tradicionais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Edumatec&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;UFRGS&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www2.mat.ufrgs.br/edumatec/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www2.mat.ufrgs.br/edumatec/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O site Educação
Matemática e Tecnologia Informática tem como um dos objetivos a apresentação de
material que trate do potencial da tecnologia informática no âmbito da educação
matemática escolar. Especial atenção é dada a seleção de software, com escolhas
que recaem sobre aqueles que se caracterizam como ambientes de expressão e
exploração, o que significa a oportunidade de viabilizar práticas pedagógicas
que coloquem os alunos no papel de ativos aprendizes. Pensando-se naqueles
professores ainda com pouca experiência na utilização desta tecnologia também
apresentamos atividades que podem servir como ponto de partida para trabalho em
sala de aula. E dado o crescente número de informação que circula na Internet,
procuramos também selecionar artigos e links que contribuam para a formação de
professores e alunos. O site também e' utilizado ao longo dos trabalhos da
disciplina, de mesmo nome, do curso de Licenciatura em Matemática da UFRGS.
Esta disciplina tem como propósito preparar o futuro professor no uso de
tecnologia informática no âmbito do ensino e aprendizagem da Matemática
escolar. Parte da produção dos alunos tem sido aqui publicada, criando-se desta
forma um ambiente para produção de cultura no uso de tecnologia informática.
Sobre as licenças de uso do material disponibilizado no site EDUMATEC: é
permitido copiar, distribuir, exibir, executar o material , desde que sejam
dados os créditos de autoria, na forma especificada pelos autores. Não é
permitido o uso do material com finalidades comerciais. Em cada cada novo uso
ou distribuição do material deve ser deixado claro os termos desta licença de
uso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Klick Educação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://www.klickeducacao.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.klickeducacao.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;LabVirt&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Universidade de
São Paulo (USP)&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.labvirt.futuro.usp.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.labvirt.futuro.usp.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Biblioteca Brasilianna Guita e José Mindlin&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Universidade de
São Paulo (USP)&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.bbm.usp.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.bbm.usp.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Atualmente,
cerca de 3.000 títulos da Biblioteca Mindlin estão disponíveis, para livre
acesso, na Brasiliana USP. São diferentes tipos de materiais que abordam temas
variados da história do Brasil. As coleções de livros de literatura e de
história, mapas, iconografias, e uma coleção de periódicos dos séculos XIX e XX
são particularmente significativos. O pesquisador pode consultar o material no
próprio site ou fazer o download das obras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;BVCH Livros Brasileiros&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Centro Edelstein&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.bvce.org.br/LivrosBrasileiros.asp" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.bvce.org.br/LivrosBrasileiros.asp&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A Biblioteca
Virtual de Ciências Humanas do Centro Edelstein disponibiliza na Internet, para
acesso gratuito, livros já publicados, de autores brasileiros ou residentes no
Brasil, em português ou outras línguas, de todas as disciplinas das ciências
humanas. Os livros que integram o site se encontram esgotados e os direitos
autorais retornaram aos autores, ou seus direitos autorais ainda se encontram
em mãos das editoras, mas estas autorizaram a colocação no site.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;BVCH Sociedade da Informação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Centro Edelstein&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.bvce.org.br/SociedadeInformacao.asp" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.bvce.org.br/SociedadeInformacao.asp&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Este site
disponibiliza livros e artigos sobre a sociedade da informação em varias
línguas. Todos os textos podem ser consultados em forma gratuita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Plataforma Democrática&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Centro Edelstein
e iFHC&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.plataformademocratica.org/BuscaPublicacoes.aspx"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.plataformademocratica.org/BuscaPublicacoes.aspx&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A Biblioteca
dispõe de um fundo documental especializado nos temas da Democracia na América
Latina. Nesta seção você poderá ter livre acesso a nossa coleção de 20.000
títulos. Os títulos podem ser buscados por autor ou por palavras-chave no
título do trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Portal Dia a Dia da Educação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Secretaria de
Estado da Educação do Paraná&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Acervo Multimeios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://multimeios.seed.pr.gov.br/resourcespace-seed/pages/home.php" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://multimeios.seed.pr.gov.br/resourcespace-seed/pages/home.php&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Fábrica Virtual - LEC&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;UFRGS&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.lec.ufrgs.br/index.php/F%C3%A1brica_Virtual" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.lec.ufrgs.br/index.php/Fábrica_Virtual&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;UFF (melhorar)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://www.uff.br/cdme/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.uff.br/cdme/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Coursera&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Tradução ao
português em parceria com a Fundação Lemann&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.coursera.org/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;https://www.coursera.org/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O Coursera é uma
plataforma de ensino que realiza parcerias com as melhores universidades e
instituições de ensino em todo o mundo, para oferecer cursos online e gratuitos
a todos. Trabalhamos para que no futuro, todos tenham acesso a uma educação de
qualidade a nível mundial, O Coursera promove a melhora na vida das pessoas, de
suas famílias e das comunidades onde vivem através da educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Khan Academy&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Tradução ao
português em parceria com a Fundação Lemann&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://pt.khanacademy.org/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;https://pt.khanacademy.org/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A Khan Academy é
uma organização que tem uma missão. Somos uma entidade sem fins lucrativos com
o objetivo de mudar a educação para melhor, fornecendo educação de qualidade
internacional para todos, em qualquer lugar. Todos os recursos do site estão
disponíveis para todos. Não importa se você é aluno, professor, aluno a
distância, diretor, adulto voltando à sala de aula após 20 anos ou um leigo
interessado que procura uma mãozinha em biologia básica. Os materiais e
recursos da Khan Academy estão disponíveis para você inteiramente de graça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Cláudio André.com.br&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Professor
Cláudio André, Educommática, Instituto Gemte&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.claudioandre.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.claudioandre.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Meu propósito é
compartilhar experiências vivenciadas, tomando como referência diversos
projetos que desenvolvi/ /participei/colaborei e contribuíram para que todos
pudessem utilizar com mais proficiência os recursos da tecnologia de informação
e de comunicação disponíveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Não tenho a
pretensão de esgotar os assuntos propostos neste site e sim compartilhar
conteúdos com indivíduos que queiram adquirir ou ampliar suas habilidades em
tecnologias digitais, ampliando também, sua fluência digital (&lt;a href="http://www.objetivosdomilenio.org.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.objetivosdomilenio.org.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;).
O termo fluência digital representa “a capacidade de reformular conhecimentos,
expressar-se criativa e apropriadamente, bem como produzir e gerar informação
em vez de meramente compreende-la” (Livro Verde da Sociedade de Informação no
Brasil, 2000). Isso significa que trata-se de formar indivíduos para “aprender
a aprender” de modo a serem capazes de lidar positivamente com a contínua
transformação de base tecnológica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 5pt;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;As
várias seções que compõem o site procuram auxiliar no desenvolvimento do seu
autoaprendizado e, dependendo de cada caso, tem atualização semanal, quinzenal
ou mensal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Química em Ação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Professor Paulo
Valim&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.quimicaemacao.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.quimicaemacao.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Química em Ação
é um projeto voltado para alunos, professores e comunidade em geral, que buscam
qualidade e excelência nos seus estudos na área de Química.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Consciente da
realidade do nosso país, nosso objetivo é permitir que todos com acesso a
internet tenham chances de se preparar em Química e ter chances reais de
aprovação nos vestibulares e ótimo desempenho no ENEM, tendo acesso a um
conteúdo de qualidade com um baixo investimento financeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 5pt;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Essa
é a nossa contribuição para formar um país de menor desigualdade social,
apostando no bem mais valioso de nossa sociedade: a Educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Física Interativa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Professor Paulo
Vicente&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://fisicainterativa.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://fisicainterativa.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Scratch&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Mit Media Lab,
Fundação Lemann (tradução)&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://scratch.mit.edu/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://scratch.mit.edu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Com o Scratch,
você pode programar suas próprias histórias interativas, jogos e animações - e
compartilhar suas criações com outros membros da comunidade online. O Scratch
ajuda os jovens a aprender a pensar de maneira criativa, refletir de maneira
sistemática, e trabalhar de forma colaborativa - habilidades essenciais para a
vida no século 21. Scratch é um projeto do grupo Lifelong Kindergarten no Media
Lab do MIT. Ele é fornecido gratuitamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Geekie&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://www.geekie.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.geekie.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Baseados no
conceito de aprendizado adaptativo, usamos a tecnologia para personalizar o
estudo de acordo com as características individuais de cada um. Com base nessa
tecnologia, oferecemos soluções integradas para escolas, levando em conta as
diferentes necessidades dos gestores, professores e alunos. Com isto, o aluno é
continuamente desafiado e incentivado de acordo com suas habilidades atuais, de
modo que sua evolução seja constante. Nosso Propósito: Melhorar o aprendizado,
tornando-o mais rápido, mais eficiente e mais prazeroso, sempre respeitando a
individualidade e a liberdade de cada um na sua melhor forma de aprender,
inspirando assim cada indivíduo a realizar seu potencial e atingir seus sonhos
e contribuindo para elevar o nível da educação no Brasil e no mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;CESTA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Centro
Interdisciplinar de Novas Tecnologias na Educação - CINTED - UFRGS&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://cesta2.cinted.ufrgs.br/xmlui/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://cesta2.cinted.ufrgs.br/xmlui/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Este portal está
usando o Manakin, uma nova facilidade criada pela Biblioteca da Universidade do
Texas A&amp;amp;M. University. A interface pode ser extensivamente modificada pelos
"Aspectos" e "Temas" baseado em XSL.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;FEB&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;RNP&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://feb.ufrgs.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://feb.ufrgs.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O Serviço
Experimental Federação Educa Brasil (SE-FEB) a ser oferecido pela RNP consiste
em disponibilizar uma infraestrutura nacional para confederação de repositórios
de objetos de aprendizagem (OA) visando o reuso de OAs a partir de um único
ponto de busca. Portanto, o SE-FEB prove mecanismos para integrar vários
repositórios de OAs, através da recuperação de seus metadados, tornando-os
acessíveis por um sistema de busca global. Assim, o serviço FEB destina-se
basicamente a qualquer instituição educacional ou de pesquisa que deseje
expandir o reuso e/ou compartilhar seus repositórios de OAs além da própria
instituição que os criou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Biblioteca Nacional Digital&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Fundação
Biblioteca Nacional&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bndigital.bn.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://bndigital.bn.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A BNDigital
materializa duas das tradicionais missões das bibliotecas nacionais: preservar
a memória cultural e proporcionar o amplo acesso às informações contidas em seu
acervo. Ao ser criada, a BNDigital tinha propósitos bem definidos que ainda se
mantêm como objetivos de sua existência, são eles:- Ser fonte de excelência
para a informação e a pesquisa; - Ser veículo disseminador da memória cultural
brasileira; - Proporcionar conteúdo atualizado e de interesse dos usuários; -
Alcançar públicos cada vez maiores, neutralizando as barreiras físicas; -
Atender interesses das diversas audiências (pesquisadores profissionais,
estudantes, público “leigo”);- Preservar a informação através de sua
disseminação; - Preservar os documentos originais evitando o manuseio
desnecessário; - Ajudar instituições parceiras na preservação e acesso à
memória documental brasileira; - Reunir e completar virtualmente coleções e
fundos dispersos fisicamente em diversas instituições; - Aumentar os conteúdos
em língua portuguesa disponíveis na web; e - Replicar para instituições
interessadas através de cursos, estágios e treinamentos as tecnologias, normas
e padrões adotados na gestão de conteúdos digitais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;ARCA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Fundação Oswaldo
Cruz&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.arca.fiocruz.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://www.arca.fiocruz.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O Repositório
Institucional(RI) da Fiocruz (ARCA), é mantido pelo Instituto de Comunicação e
Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT), da Fundação Oswaldo Cruz,
para dar visibilidade à produção cientifica e intelectual da Fiocruz
(reunindo-a em um único ponto de acesso, com texto completo) e estimular a mais
ampla circulação do conhecimento, fortalecendo o compromisso institucional com
o livre acesso da informação cientifica em saúde, além de conferir
transparência e incentivar a comunicação científica entre pesquisadores,
educadores, acadêmicos, gestores, alunos de pós-graduação, bem como toda a
sociedade civil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Missão: Reunir,
preservar e disponibilizar a produção intelectual da Fiocruz de forma mais
ampla, em consonância com o movimento de livre acesso à informação científica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 5pt;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Objetivo:
Reunir e dar visibilidade à produção técnico-científica da Fiocruz em acesso
aberto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;NOAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Sistema de
Ensino CNEC&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://noas.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://noas.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O NOAS é um
núcleo de computação aplicada, destinado ao desenvolvimento de objetos de
aprendizagem significativa, estruturados em simulações computacionais de
fenômenos. Nesse cenário, foi criado o NOAS com a proposta de desenvolver
objetos que contribuam para uma aprendizagem significativa. Esses atividades
são baseadas em simulações computacionais (applets Java, animações em flash,
realidade virtual) que permitem ao aprendiz a interação necessária à
compreensão dos fenômenos estudados. A equipe do NOAS é constituída por
educadores, especialistas em softwares, engenheiros, que se utilizam da
tecnologia digital como elemento potencializador do processo de ensino e
aprendizagem. Uma biblioteca virtual de aplicativos de diversas áreas, sob a
concepção de software livre, acaba de ser lançada pelo NOAS - Galileu.
Professores terão em suas mãos um fantástico material que, poderá propiciar o
aprendizado que todos desejamos: significativo, na concepção mais profunda da
palavra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border-bottom: solid #AAAAAA 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; margin: 12pt 0cm 3pt; padding: 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="font-family: Georgia, serif; font-size: 16pt;"&gt;Biblioteca Digital do Centro de Trabalho
Indigenista&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Centro de
Trabalho Indigenista (CTI)&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bd.trabalhoindigenista.org.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #663366;"&gt;http://bd.trabalhoindigenista.org.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;
&lt;span lang="PT" style="color: #252525; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Nessa seção você
terá acesso a links de destaque para a Biblioteca Digital do Centro de Trabalho
Indigenista (Bd). A Bd está sendo lançada em versão piloto e nela podem ser
encontrados registros de documentos, fotos, vídeos, livros, objetos de cultura
material, entre outros registros, a respeito dos Povos Indígenas junto aos
quais atuamos, tanto do Acervo próprio do CTI, como de outras acervos de
instituições levantadas pelo CTI.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Unificação da Itália </title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2014/03/unificacao-da-italia.html</link><category>Unificação da Itália</category><pubDate>Tue, 25 Mar 2014 01:27:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-8631448995659845624</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" style="margin-left: 40px; margin-right: 40px;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Unificação da Itália&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 40px; margin-right: 50px;"&gt;
&amp;nbsp;Fonte:&amp;nbsp;http://www.suapesquisa.com/historia/unificacao_da_italia.htm&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;Península Itálica antes da Unificação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.suapesquisa.com/historia/unifica%C3%A7%C3%A3o_italia.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Vitor Emanuel II: primeiro rei da Itália" border="0" src="http://www.suapesquisa.com/historia/unifica%C3%A7%C3%A3o_italia.jpg" height="177" width="141" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Vitor Emanuel II: &lt;br /&gt;primeiro rei da Itália&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Na segunda metade do século XIX, a Península Itálica estava dividida em vários reinos, que eram Estados independentes. Alguns destes reinos eram, inclusive, governados de forma autoritária por famílias reais da Áustria e da França. A Igreja Católica também tinha grande poder político em algumas regiões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Neste contexto, não havia unificação de leis, moeda, língua e sistema político. Portanto, ainda não havia um país com nome de Itália com poder centralizado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;Causas da unificação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
A região norte da Península Itálica, principalmente o reino de Piemonte-Sardenha, era muito mais desenvolvida do que o centro e o sul. &lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Interessava à nobreza e, principalmente, à burguesia industrial que ocorresse a unificação, pois assim aumentaria o mercado consumidor, além de facilitar o comércio com a unificação de padrões, impostos, moeda, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Portanto, o movimento de unificação teve início e foi liderado pelo reino de Piemonte-Sardenha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;Processo e Guerras de Unificação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
O processo de unificação italiana não foi pacífico. O Império Austro-Húngaro não queria ceder os reinos controlados pelas famílias reais austríacas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Em 1859, com apoio de movimentos populares, liderados por Giuseppe Garibaldi, e de tropas francesas, os piemonteses entraram em guerra contra o Império Áustro-Húngaro. Vencedores, os piemonteses conquistaram o reino da Lombardia. Foi o primeiro passo em direção à unificação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
No ano seguinte, com apoio de movimentos populares, ocorreu a anexação ao Piemente dos reinos papais de Parma, Modena, Romagna e Toscana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Ainda em 1860, tropas piemontesas e os "camisas vermelhas", liderados por Garibaldi, incorporam o reino das Duas Sicílias (sul da Península Itálica).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Em 1861, os Estados Pontifícios (governados pela Igreja Católica) foram anexados à Alta Itália. Formou-se assim o Reino da Itália que teve como primeiro rei Vitor Emanuel II.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
No ano de 1866, os italianos, com apoio da Prússia, anexaram o reino de Veneza que até então era governado pelos austríacos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Faltava apenas anexar Roma que era a capital do Estado da Igreja Católica. Nesta época, Roma era muito bem protegida por militares da França. Porém, em 1870, a França entrou em guerra contra a Prússia, sendo que as tropas francesas instalada em Roma foram convocadas para a guerra. Sem a proteção militar francesa, os italianos conquistaram a cidade, transformando-a na capital do Itália, que teve sua unificação concluída.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;A Questão Romana&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="https://ytimg.googleusercontent.com/vi/Mf-_jK-kNCM/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="https://youtube.googleapis.com/v/Mf-_jK-kNCM&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="https://youtube.googleapis.com/v/Mf-_jK-kNCM&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
A Igreja Católica só reconheceu o Estado Italiano em 1929, através do Tratado de Latrão. Esse&amp;nbsp;acordo&amp;nbsp;foi firmado entre Benito Mussolini (ditador italiano) e o Papa Pio IX. A Igreja Católica reconheceu o Estado da Itália em troca da criação do Estado do Vaticano e do recebimento de indenizações por perdas territoriais relativas à anexação de regiões católicas no processo de unificação.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Unificação da Alemanha</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2014/03/unificacao-da-alemanha.html</link><category>Unificação da Alemanha</category><pubDate>Tue, 25 Mar 2014 01:24:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-2770968402680554057</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" style="margin-left: 40px; margin-right: 40px;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Unificação da Alemanha&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 40px; margin-right: 50px;"&gt;
&amp;nbsp;Fonte:&amp;nbsp;http://www.suapesquisa.com/historia/unificacao_da_alemanha.htm&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;Contexto histórico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.suapesquisa.com/historia/unificacao_alemanha.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Bismarck, unificação da Alemanha" border="0" src="http://www.suapesquisa.com/historia/unificacao_alemanha.jpg" height="186" width="125" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Otto von Bismarck:&lt;br /&gt;líder da unificação da Alemanha&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Antes da unificação, o território germânico estava fragmentando em 39 estados que formavam a Confederação Germânica. A Confederação era governada por uma assembleia com representantes de todos os estados. Porém, eram os representantes dos maiores estados, Prússia e Áustria, que tinham maior poder e acabam por decidir quase tudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Havia também um conflito de interesses entre Áustria e Prússia. Enquanto a Áustria era contrária a unificação, a Prússia era favorável, pois pretendia aumentar seu poder sobre o território germânico e ampliar o desenvolvimento industrial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;O Zollverein&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Em 1834, a Prússia liderou a criação do Zollverein (união &lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;aduaneira dos Estados Germânicos) com o objetivo de facilitar o comércio entre os Estados e incentivar o desenvolvimento industrial. Grande parte dos estados entrou nesta união, porém a Áustria optou por ficar de fora. A criação desta união fez aumentar ainda mais o poder da Prússia e diminuir o da Áustria na Confederação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;O Chanceler de Ferro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
No ano de 1862, o rei prussiano Guilherme I escolheu para ser o primeiro-ministro da Prússia o político e diplomata Otto von Bismarck, o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Chanceler de Ferro&lt;/i&gt;. A ideia de Guilherme I era unificar os Estados Germânicos, processo que seria organizado por Bismarck. Porém, o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Chanceler de Ferro&lt;/i&gt;&amp;nbsp;acreditava que para isso seria necessário o caminho militar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/-JOf0I7tz2E?feature=player_embedded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
Para atingir seu objetivo, Bismarck passou a aumentar o poder bélico da Prússia, ampliando o número de militares e investindo na produção de armamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;A Guerra dos Ducados&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Foi a primeira etapa do plano militar de unificação germânica colocado em prática por Bismark. Em 1864, com apoio da Áustria, a Prússia conquistou os ducados de Holstein e Schleswig que eram habitados por germânicos, porém estavam sob posse da Dinamarca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;A Guerra contra a Áustria&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Após a Guerra dos Ducados, a Áustria havia ficado com o ducado de Holstein. Bismarck ficou descontente com a administração austríaca no condado e declarou guerra à Àustria no ano de 1866.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
A Prússia venceu a Áustria na guerra e passou a dominar os estados do norte da Confederação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;A Guerra Franco-Prussiana e a unificação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Para concluir o objetivo de unificar todos os Estados Germânicos, a Prússia precisava conquistar os estados do sul. Porém, o imperador da França, Napoleão III, se opôs a ideia de Bismark. Após um problema de sucessão no trono da Espanha, um parente do rei da Prússia teria direito a ocupar o cargo. Porém, Napoleão III, temendo o aumento do poder prussiano na Península Ibérica, foi contra e declarou guerra a Prússia em 1870.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Com um exército formado por militares prussianos e de outros estados germânicos, a Prússia comandou a invasão e conquista da França.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Guilherme I foi proclamado Imperador da Alemanha em 1871, concluindo assim o processo de unificação da Alemanha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
Ainda em 1871 foi assinado o Tratado de Frankfurt entre França e Alemanha. Como derrotados, os franceses tiveram de pagar uma elevada indenização de guerra, além de ceder à Alemanha os territórios da Lorena e da Alsácia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
&lt;b&gt;Consequências da unificação alemã&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
- Criação do II Reich na Alemanha (Império Alemão);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
- Desenvolvimento econômico e militar da Alemanha;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
- Crescimento do poder geopolítico da Alemanha na Europa;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
- Entrada da Alemanha na disputa por território no processo de neocolonização da África e Ásia, aumentando a disputa por territórios com o Reino Unido no final do século XIX. Este fato fez aumentar as tensões entre Alemanha e Reino Unido, um dos fatores desencadeantes da Primeira Guerra Mundial;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;"&gt;
- Formação da Tríplice Aliança em 1882, bloco político-militar composto por Áustria, Itália e Alemanha.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Testando seus conhecimentos: Congresso de Viena</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2014/03/testando-seus-conhecimentos-congresso.html</link><category>Exercicios</category><pubDate>Mon, 24 Mar 2014 22:53:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-3932573464962608864</guid><description>Bom dia meninas! :)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquele espaço reservado às minhas aulas, gostaria que um breve resumo sobre esse assunto, relacionando o seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;O que foi o Congresso de Viena.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Seus objetivos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Países participantes.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quais princípios nortearam as ações desse Congresso.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Suas consequências.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div&gt;
Não esqueçam de ler o livro sobre o assunto. (Chato nada, necessário), rs.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Amanhã estou ai com vocês, bjs.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Congresso de Viena</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2014/03/congresso-de-viena.html</link><category>Congresso de Viena</category><pubDate>Mon, 24 Mar 2014 22:42:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-628603509572164668</guid><description>&lt;h1 style="background-color: transparent; color: rgb(51, 51, 51) !important; font-family: 'Trebuchet MS', 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; margin: 5px 0px 0px; padding: 0px;"&gt;
Congresso de Viena&lt;/h1&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="3" cellspacing="0" id="block_before_text" style="background-color: transparent; color: black; font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; width: 100%px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td width="336"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="background-color: transparent; font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; height: 20px; margin: 2px 0px 5px;"&gt;
&lt;div style="float: left;"&gt;
Por&amp;nbsp;Fernando Rebouças&lt;span style="text-align: right;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;iframe allowtransparency="true" class="twitter-share-button twitter-tweet-button twitter-count-horizontal" data-twttr-rendered="true" frameborder="0" id="twitter-widget-0" scrolling="no" src="http://platform.twitter.com/widgets/tweet_button.1395439856.html#_=1395708991830&amp;amp;count=horizontal&amp;amp;id=twitter-widget-0&amp;amp;lang=pt&amp;amp;original_referer=http%3A%2F%2Fwww.infoescola.com%2Fhistoria%2Fcongresso-de-viena%2F&amp;amp;size=m&amp;amp;text=Congresso%20de%20Viena%20-%20Hist%C3%B3ria%20-%20InfoEscola&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.infoescola.com%2Fhistoria%2Fcongresso-de-viena%2F&amp;amp;via=infoescola" style="height: 20px; text-align: right; width: 123px;" title="Twitter Tweet Button"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="entry" style="background-color: transparent; font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 1.4em;"&gt;
&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt;
Depois da época napoleônica e das consequências bélicas, sociais, políticas e econômicas, os países que haviam vencido os conflitos, entre eles Áustria, Rússia,&amp;nbsp;Prússia&amp;nbsp;e Inglaterra, organizaram em Viena um congresso para redesenhar as fronteiras entre as nações europeias e restaurar os tronos às famílias reais derrotadas.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/05/congresso-de-viena.jpg" style="color: #398671;"&gt;&lt;img alt="" class="alignright size-medium wp-image-24644" src="http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/05/congresso-de-viena-300x182.jpg" height="242" style="border: none; display: inline; float: right; margin: 0px 0px 2px 7px; max-width: 100%; padding: 4px;" title="congresso de viena" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Congresso de Viena&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;ocorreu de 1° de outubro de 1814 a 9 de junho de 1815, período posterior à derrota da França de Napoleão. &amp;nbsp;O restabelecimento da ordem na França e a busca da paz comum no velho continente foram também os principais objetivos do congresso.&lt;br /&gt;
Foi decidido que a França deveria pagar uma indenização de guerra e instituir um novo governo conservador sob as influências do clero e da nobreza, mantendo os mesmo limites territoriais. A Prússia e a Áustria receberam territórios da Alemanha e da Itália.&lt;br /&gt;
Além das &lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;vantagens políticas às nações vencedoras, os termos de paz foram documentados pela assinatura do Tratado de Paris assinado em 30 de maio de 1814. O Ato Final do Congresso de Viena foi assinado em 9 de junho de 1815, nove dias antes da última derrota das tropas napoleônicas na&amp;nbsp;batalha de Waterloo.&lt;br /&gt;
O Congresso buscou equilibrar as questões de território entre as nações que haviam perdido parte de seus territórios à França napoleônica. Em suma, tratou-se de uma conferência entre os vencedores e o derrotado Império de Napoleão para a instauração da paz na Europa, restabelecimento&amp;nbsp; do território entre os países, restabelecimento do poder de modo equilibrado, pagamento de indenização por parte da França e demais garantias.&lt;br /&gt;
Foi adotado também o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Instrumento de Ação&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;na qual a&amp;nbsp;Santa Aliança, uma frente político-militar formada pelos exércitos feudais, tinha plenos poderes para atuar sobre qualquer conflito que ameaçasse ou afetasse as bases e tranqüilidade do&amp;nbsp;Antigo Regime. A Santa Aliança tinha poderes de também intervir nas independências da América.&lt;br /&gt;
O Congresso de Viena foi liderado pelo estadista austríaco Klemens Wenzel Von Metternich, Príncipe da Áustria, com a presença do Ministro de Negócios Estrangeiros e do Barão Wessenberg. A Prússia teve o príncipe Karl August Von Hardenberg como seu representante, ao lado do chanceler Wilhelm Von Humboldt.&lt;br /&gt;
A Áustria foi representando por Metternich, general-chefe. A França, nação derrotada no fim dos conflitos, foi representada por Charles Maurice de Talleyrand Périgord. O representante francês conseguiu incluir a França nas reuniões, teimando com a decisão inicial, dos países vitoriosos, de bani-la das decisões.&lt;br /&gt;
Fontes:&lt;br /&gt;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Congresso_de_Viena&lt;br /&gt;
http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/congresso-de-viena.htm&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Venha construir um império: FORGE OF EMPIRES</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2013/12/venha-construir-um-imperio-forge-of.html</link><category>jogos on line</category><pubDate>Sun, 29 Dec 2013 13:59:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-2414613798696003880</guid><description>FORGE OF EMPIRES&lt;br /&gt;
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Roberto Alves&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Bom pra caralho!</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2013/09/colaboracao-do-site-httpsaibahistoria.html</link><category>Caralho</category><pubDate>Mon, 9 Sep 2013 21:02:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-206390387217442904</guid><description>&lt;h3 class="post-title entry-title" style="background-color: transparent; color: transparent; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 20px; font-weight: normal; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="color: #000033;"&gt;Colaboração do site - www.saibahistoria.blogspot.com.br&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 class="post-title entry-title" style="background-color: transparent; color: #000033; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 20px; font-weight: normal; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 class="post-title entry-title" style="background-color: transparent; color: #000033; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 20px; font-weight: normal; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;a href="http://saibahistoria.blogspot.com.br/2013/08/historia-da-palavra-caralho.html" style="color: #000033;"&gt;História da palavra Caralho&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="post-header" style="background-color: transparent; color: #000033; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 14px; font-weight: bold;"&gt;
&lt;div class="post-header-line-1"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-7001957822473764744" style="background-color: transparent; color: #000033; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 14px; font-weight: bold;"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O que significa a palavra Caralho?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Segundo a Academia Portuguesa de Letras, "Caralho" é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas, de onde os vigias prescrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBf5GtpceQHQt3Cg0kI-qz5QCLmhkaN4tHO3amKYsLOP5SZvy-OnJ_7nmAE1zWvFvfJHU6_r5fodCgSHMhE2LyIAeM0AvIq-DOk3PfUq3cqjhIv4PCYzqawaO1z0VvoB_OUUlmGqt66Yx-/s1600/gavea2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; color: #134f5c; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" wrc_done="true"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBf5GtpceQHQt3Cg0kI-qz5QCLmhkaN4tHO3amKYsLOP5SZvy-OnJ_7nmAE1zWvFvfJHU6_r5fodCgSHMhE2LyIAeM0AvIq-DOk3PfUq3cqjhIv4PCYzqawaO1z0VvoB_OUUlmGqt66Yx-/s1600/gavea2.jpg" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O Caralho, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro) era onde se manifestava com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco. Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infração a bordo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no Caralho e quando descia ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí surgiu a expressão: "&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Mandar pro Caralho"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Hoje em dia, Caralho é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo. Ao apreciarmos algo de nosso agrado, costumamos dizer:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;“Isto é bom pra Caralho”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se alguém fala conosco e não entendemos, perguntamos:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Mas que Caralho é que estás a dizer?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se nos aborrecemos com alguém ou algo, mandamo-lo pro Caralho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se algo não nos interessa dizemos: Não quero saber nem pelo Caralho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se, pelo contrário, algo chama a nossa atenção, então dizemos:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Isso me interessa pra Caralho.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Também são comuns as expressões: Essa mulher é boa pra Caralho (definindo a beleza);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Essa gaja é feia pra Caralho (definindo a feiura);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Esse filme é velho pra Caralho (definindo a idade);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Essa mulher mora longe pra Caralho (definindo a distancia).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Enfim, não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar sem juntar um “Caralho”.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se a forma de proceder de uma pessoa nos causa admiração dizemos:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;"Este tipo é do Caralho"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se um comerciante está deprimido pela situação do seu negócio, exclama: “Estamos a ir pro Caralho”.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Se encontramos um amigo que há muito não víamos, dizemos:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Porra, por onde Caralho tens andado?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;É por isso que lhe envio este cumprimento do Caralho e espero que o seu conteúdo lhe agrade pra Caralho, desejando que as suas metas e objetivos se cumpram, e que a sua vida, agora e sempre, seja boa pra Caralho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A partir deste momento poderemos dizer "Caralho", ou mandar alguém pro "Caralho" com um pouco mais de cultura e autoridade acadêmica.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Envie esta mensagem para alguém que você goste pra “Caralho”. E tenha um dia feliz! “Um dia do Caralho”.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Mais informações em:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caralho" style="color: #134f5c;" wrc_done="true"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Caralho&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBf5GtpceQHQt3Cg0kI-qz5QCLmhkaN4tHO3amKYsLOP5SZvy-OnJ_7nmAE1zWvFvfJHU6_r5fodCgSHMhE2LyIAeM0AvIq-DOk3PfUq3cqjhIv4PCYzqawaO1z0VvoB_OUUlmGqt66Yx-/s72-c/gavea2.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Sociologia - Cultura e ideologia</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2013/09/sociologia-cultura-e-ideologia.html</link><category>cultura</category><category>Ideologia</category><category>sociologia</category><pubDate>Mon, 9 Sep 2013 19:20:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-1705419210438913350</guid><description>&lt;table align="left" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td height="0" width="0"&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="43"&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="6"&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td width="424"&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td height="3"&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td colspan="2"&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td height="46" rowspan="2" style="vertical-align: top;" width="424"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]--&gt;&lt;span style="mso-ignore: vglayout; position: absolute; z-index: 251659264;"&gt;
  &lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 100%px;"&gt;
   &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;&lt;!--[endif]--&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;div class="shape" style="padding: 3.6pt 7.2pt 3.6pt 7.2pt;" v:shape="Caixa_x0020_de_x0020_texto_x0020_2"&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Agency FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18.0pt; mso-effects-shadow-align: topleft; mso-effects-shadow-alpha: 40.0%; mso-effects-shadow-angledirection: 2700000; mso-effects-shadow-anglekx: 0; mso-effects-shadow-angleky: 0; mso-effects-shadow-color: black; mso-effects-shadow-dpidistance: 3.0pt; mso-effects-shadow-dpiradius: 4.0pt; mso-effects-shadow-pctsx: 100.0%; mso-effects-shadow-pctsy: 100.0%;"&gt;Colégio Estadual Pedro Calmon&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;!--[if !mso]--&gt;&lt;/td&gt;
   &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if !mso &amp; !vml]--&gt;&amp;nbsp;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td height="43"&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td align="left" rowspan="2" valign="top"&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td height="1"&gt;&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div align="left" class="MsoNormal" style="margin-left: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t202"
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&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 1.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-left: 0cm; mso-outline-level: 1; page-break-after: avoid; text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br clear="ALL" /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="left" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 6pt 0cm 0.0001pt; page-break-after: avoid; text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZIrFat4zA-f6cGnvq32ElmgUZVJqP0tOrx6TxFR3FRuS-pF367M_gAWiJu5LM8Z9pHYIUsN8vx2Id3HzaSLKe41Kw5UxfGTbyZ4kvso2mA9ICrJYfBPUnHNXuMp7fVk0XXs6h-HnJvxs/s1600/escudo+PC.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZIrFat4zA-f6cGnvq32ElmgUZVJqP0tOrx6TxFR3FRuS-pF367M_gAWiJu5LM8Z9pHYIUsN8vx2Id3HzaSLKe41Kw5UxfGTbyZ4kvso2mA9ICrJYfBPUnHNXuMp7fVk0XXs6h-HnJvxs/s1600/escudo+PC.JPG" title="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Professor Roberto Alves &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="color: windowtext; font-size: 12pt; line-height: 150%; text-indent: 0cm;"&gt;1º ANO -&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b style="line-height: 102%; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 102%;"&gt;SOCIOLOGIA 3ª UNIDADE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 12pt -0.75pt 6pt 0cm; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;CULTURA E
IDEOLOGIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Cultura
e ideologia talvez sejam os conceitos mais amplos das ciências sociais, com
diferentes definições. Vamos examinar os significados e usos desses dois
conceitos de acordo com diferentes autores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;OS
SIGNIFICADOS DE CULTURA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O
emprego da palavra cultura, no cotidiano, é objeto de estudo de diversas
ciências sociais. Félix Guattari, pensador francês (1930-1992) interessado
nesse tema, reuniu os diferentes significados de "cultura" em três
grupos, por ele designados cultura-valor, cultura-alma coletiva e
cultura-mercadoria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Cultura-valor
é o sentido mais antigo e aparece claramente na ideia de "cultivar o
espírito". É o que permite estabelecer a diferença entre quem tem cultura
e quem não tem ou determinar se o indivíduo pertence a um meio culto ou
inculto, definindo um julgamento de valor sobre essa situação. Nesse grupo
inclui-se o uso do termo para identificar, por exemplo, quem tem ou não cultura
clássica, artística ou científica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O
segundo significado, designado cultura-alma coletiva, é sinônimo de
"civilização". Ele expressa a ideia de que todas as pessoas, grupos e
povos têm cultura e identidade cultural. Nessa acepção, pode-se falar de
cultura negra, cultura chinesa, cultura marginal, etc. Tal expressão presta-se
assim aos mais diversos usos por aqueles que querem dar um sentido para a ação
dos grupos aos quais pertencem, com a intenção de caracterizá-los ou identificá-los.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O
terceiro sentido, o de cultura-mercadoria, corresponde à "cultura de
massa". Ele não comporta julgamento de valor, como o primeiro significado,
nem delimitação de um território específico, como o segundo. Nessa concepção,
cultura compreende bens ou equipamentos, como os centros culturais, os cinemas,
as bibliotecas e as pessoas que trabalham nesses estabelecimentos, e conteúdos
teóricos e ideológicos de produtos, como filmes, discos e Iivros que estão à
disposição de quem quer e pode comprá-los, ou seja, que estão disponíveis no
mercado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;As três
concepções de cultura estão presentes em nosso dia-a-dia, marcando sempre uma
diferença bastante clara entre as pessoas - seja no sentido mais elitista
(entre as que têm e as que não têm uma cultura clássica e erudita, por
exemplo), seja no sentido de identificação com algum grupo específico, seja
ainda em relação à possibilidade de consumir bens culturais. Todas essas
concepções trazem uma carga valorativa, dividindo indivíduos, grupos e povos
entre os que têm e os que não têm cultura ou, mesmo, entre os que têm uma
cultura superior e os que têm uma cultura inferior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;CULTURA
SEGUNDO A ANTROPOLOGIA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O
conceito de cultura com frequência é vinculado à Antropologia, como se fosse
específico dessa área do conhecimento. Por isso, vamos verificar como os
antropólogos, partindo de uma visão universalista para uma visão
particularista, definiram esse conceito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Uma das
primeiras definições de cultura apareceu na obra do antropólogo inglês Edward
B. Tylor (1832-1917). De acordo com esse autor, cultura é o conjunto complexo
de conhecimentos, crenças, arte, moral e direito, além de costumes e hábitos
adquiridos pelos indivíduos em uma sociedade. Trata-se de uma definição
universalista, ou seja, muito ampla, com a qual se procura expressar a
totalidade da vida social humana, a cultura universal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Já o
antropólogo alemão Franz Boas (1858-1942), que desenvolveu a maior parte de
seus trabalhos nos Estados Unidos, tinha uma visão particularista. Ele
pesquisou as diferentes formas culturais e demonstrou que as diferenças entre
os grupos e sociedades humanas eram culturais, e não biológicas. Por isso,
recusou qualquer generalização que não pudesse ser demonstrada por meio da pesquisa
concreta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Bronislaw
Malinowski (1884-1942), antropólogo inglês, afirmava que, para fazer uma
análise objetiva, era necessário examinar as culturas em seu estado atual, sem
preocupações com suas origens. Concebia as culturas como sistemas funcionais e
equilibrados, formados por elementos interdependentes que lhes davam
características próprias, principalmente no tocante às necessidades básicas,
como alimento, proteção e reprodução. Por ser interdependentes, esses elementos
não poderiam ser examinados isoladamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Duas
antropólogas estadunidenses, Ruth Benedict (1887-1948) e Margareth Mead
(1901-1978), procuraram investigar as relações entre cultura e personalidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Benedict
desenvolveu o conceito de padrão cultural, destacando a prevalência de uma homogeneidade
e coerência em cada cultura. Em suas pesquisas, identificou dois tipos
culturais extremos; o apolínico, representado por indivíduos conformistas,
tranqüilos, solidários, respeitadores e comedidos na expressão de seus
sentimentos, e o dionisíaco, que reunia os ambiciosos, agressivos,
individualistas, com uma tendência ao exagero afetivo. De acordo com ela, entre
os apolínicos e os dionisíacos haveria tipos intermediários que mesclariam
algumas características dos dois tipos extremos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Mead,
por sua vez, investigou o modo como os indivíduos recebiam os elementos de sua
cultura e a maneira como isso formava sua personalidade. Suas pesquisas tinham
como objeto as condições de socialização da personalidade feminina e da
masculina. Ao analisar os Arapesh, os Mundugumor e os Chambuli, três povos da
Nova Guiné, na Oceania, Mead percebeu diferenças significativas. Entre os
Arapesh não havia diferenciação entre homens e mulheres, pois ambos eram
educados para ser dóceis e sensíveis e para servir aos outros. Também entre os
Mundugumor não havia diferenciação: indivíduos de ambos os sexos eram treinados
para a agressividade, caracterizando-se por relações de rivalidade, e não de
afeição. Entre os Chambuli, finalmente, havia diferença entre homens e
mulheres, mas de modo distinto do padrão que conhecemos: a mulher era educada
para ser extrovertida, empreendedora, dinâmica e solidária com os membros de
seu sexo. Já os homens eram educados para ser sensíveis, preocupados com a
aparência e invejosos, o que os tornava inseguros. Isso resultava em uma
sociedade em que as mulheres detinham o poder econômico e garantiam o
necessário para a sustentação do grupo, ao passo que os homens se dedicavam às
atividades cerimoniais e estéticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Baseada
em seus achados, Mead afirmou que a diferença das personalidades não está
vinculada a características biológicas, como o sexo, mas à maneira como em cada
sociedade a cultura define a educação das crianças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Para
Claude Lévi-Strauss, antropólogo que nasceu na Bélgica, mas desenvolveu a maior
parte de seu trabalho na França, a cultura deve ser considerada como um
conjunto de sistemas simbólicos, entre os quais se incluem a linguagem, as
regras matrimoniais, a arte, a ciência, a religião e as normas econômicas.
Esses sistemas se relacionam e influenciam a realidade social e física das
diferentes sociedades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
grande preocupação de Lévi-Strauss foi analisar o que era comum e constante em
todas as sociedades, ou seja, as regras universais e os elementos
indispensáveis para a vida social. Um desses elementos seria a proibição do
incesto (relações sexuais entre irmãos ou entre pais e filhos), presente em
todas as sociedades. Partindo dessa preocupação, ele desenvolveu amplos estudos
sobre os mitos, demonstrando que os elementos essenciais da maioria deles se
encontram em todas as sociedades ditas primitivas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;CONVIVÊNCIA
COM A DIFERENÇA: O ETNOCENTRISMO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Ter uma
visão de mundo, avaliar determinado assunto de certa ótica, nascer e conviver
em uma classe social, pertencer a uma etnia, ser homem ou mulher são algumas
das condições que nos levam a pensar há diversidade humana, cultural e
ideológica, e, consequentemente, na alteridade, isto é, no outro ser humano,
que é igual a cada um de nós e, ao mesmo tempo, diferente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Observa-se,
no entanto, grande dificuldade na aceitação das diversidades em uma sociedade
ou entre sociedades diferentes, pois os seres humanos tendem a tomar seu grupo
ou sociedade como medida para avaliar os demais. Em outras palavras, cada grupo
ou sociedade considera-se superior e olha com desprezo e desdém os outros,
tidos como estranhos ou estrangeiros. Para designar essa tendência, o sociólogo
estadunidense William G. Summer (1840-1910) criou em 1906 o termo
etnocentrismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Manifestações
de etnocentrismo podem ser facilmente observadas em nosso cotidiano. Quando
lemos notícias sobre crises enfrentadas por povos de outros países, por
exemplo, com frequência estabelecemos comparações entre a cultura deles e a
nossa, considerando a nossa superior, principalmente se as diferenças forem muito
grandes. Na história não faltam exemplos desse tipo de comparação: na
Antiguidade os romanos chamavam de "bárbaros" aqueles que não eram de
sua cultura; no Renascimento, após os contatos com culturas diversas
propiciados pela expansão marítima, os europeus passaram a chamar os povos
americanos de "selvagens", e assim por diante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O
etnocentrismo foi um dos responsáveis pela geração de intolerância e
preconceito - cultural, religioso, étnico e político -, assumindo diferentes
expressões no decorrer da história. Em nossos dias ele se manifesta, por
exemplo, na ideologia racista da supremacia do branco sobre o negro ou de uma
etnia sobre as outras. Manifesta-se, também, num mundo que é globalizado, na
ideia de que a cultura ocidental é superior, e os povos de culturas diferentes
devem assumi-la, modificando suas crenças normais e valores. Essa forma de
etnocentrismo pode levar a consequências sérias em nossa convivência com os
outros e nas relações entre os povos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;TROCAS
CULTURAIS E CULTURAS HÍBRIDAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;No
mundo globalizado em que vivemos, tendo o nosso cotidiano invadido por
situações e informações provenientes dos mais diversos lugares, é possível
afirmar que haja uma cultura "pura"? Até que ponto chegou o processo
de mundialização da cultura?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Em seu
livro Culturas híbridas, o pensador argentino Néstor García Canclini analisa
essas questões. Lançando um olhar sobre a história, ele declara que, até o
século XIX, as relações culturais ocorriam entre os grupos próximos, familiares
e vizinhos, com poucos contatos externos. Os padrões culturais resultavam de
tradições transmitidas oralmente e por meio de livros, quando alguém os tinha
em casa, porque bibliotecas públicas ou mesmo escolares eram raras. Os valores
nacionais eram quase uma abstração, pois praticamente não havia a consciência
de uma escala tão ampla.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Já no
século XIX e início do século XX, cresceu a possibilidade de trocas culturais,
pois houve um grande desenvolvimento dos meios de transporte, do sistema de
correios, da telefonia, do rádio e do cinema. As pessoas passaram a ter contato
com situações e culturas diferentes. As trocas culturais efetivadas a partir de
então ampliaram as referências para avaliar o passado, o presente e o futuro. O
mundo não era mais apenas o local em que um grupo vivia. Tornou-se muito mais
amplo, assim como as possibilidades culturais. A cultura nacional passou a ter
determinada constituição e os valores e bens culturais de vários povos ou
países cruzaram-se, com a consequente ampliação das influências recíprocas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;No
decorrer do século XX, com o desenvolvimento das tecnologias de comunicação, o
cinema; a televisão e a internet tornaram-se instrumentos de trocas culturais
intensas, e os contatos individuais e sociais passaram a ter não um, mas
múltiplos pontos de origem. Desde então as trocas culturais são feitas em tal
quantidade que não se sabe mais a origem delas. Elementos de culturas antes
pouco conhecidas aparecem com força em muitos lugares, ao mesmo tempo. As
expressões culturais dos países centrais, como os Estados Unidos e algumas
nações da Europa, proliferam-se em todo o mundo. As culturas de países
distantes ou próximos se mesclam a essas expressões, construindo culturas
híbridas que não podem ser mais caracterizadas como de um país, mas como parte
de uma imensa cultura mundial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Isso
não significa que as expressões representativas de grupos, regiões ou até de
nações tenham desaparecido. Elas continuam presentes e ativas, mas coexistem
com essas culturas híbridas que atingem o cotidiano das pessoas por meios
diversos, como a música, a pintura, o cinema e a literatura, normalmente
fomentadas pela concentração crescente dos meios de comunicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Alguém
poderia perguntar: Por que essas formas particulares, grupais, regionais ou
nacionais deveriam existir no universo cultural mundial, já que vivemos num
mundo globalizado? Em seu livro Artes sob pressão: promovendo a diversidade
cultural na era da globalização, o sociólogo holandês Joost Smiers responde que
assim haveria a possibilidade de uma diversidade cultural ainda maior e mais
significativa: haveria uma democracia cultural de fato à disposição de todos.
Em suas palavras: “A questão central é a dominação cultural, e isso precisa ser
discutido com propostas alternativas para preservar e promover a diversidade no
mundo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;CULTURA
ERUDITA E CULTURA POPULAR&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
separação entre cultura popular e erudita, com a atribuição de maior valor à
segunda, está relacionada à divisão da sociedade em classes, ou seja, é
resultado e manifestação das diferenças sociais. Há, de acordo com essa classificação,
uma cultura identificada com os segmentos populares e outra, superior,
identificada com as elites.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
cultura erudita abrangeria expressões artísticas como a música clássica de
padrão europeu, as artes plásticas - escultura e pintura -, o teatro e a
literatura de cunho universal. Esses produtos culturais, como qualquer
mercadoria, podem ser comprados e, em alguns casos, até deixados de herança
como bens físicos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
chamada cultura popular encontra expressão nos mitos e contos, danças, música -
de sertaneja a cabocla -, artesanato rústico de cerâmica ou de madeira e
pintura; corresponde, enfim, à manifestação genuína de um povo. Mas não se
restringe ao que é tradicionalmente produzido no meio rural. Inclui também
expressões urbanas recentes, como os grafites, o hip-hop e os sincretismos
musicais oriundos do interior ou das grandes cidades, o que demonstra haver
constante criação e recriação no universo cultural de base popular. Nesse
universo quem cria é o povo, nas condições possíveis. A palavra folclore (do
inglês folklore, junção de folk, "povo", e lore, "saber")
significa "discurso do povo", "sabedoria do povo" ou
"conhecimento do povo".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Para
examinar criticamente essa diferenciação, voltemos ao termo cultura, agora
segundo a análise do pensador brasileiro Alfredo Bosi. De acordo com Bosi, não
há no grego uma palavra específica para cultura; há, sim, uma palavra que se
aproxima desse conceito, que é Paideia, "aquilo que se ensina à
criança", "aquilo que deve ser trabalhado na criança até que ela se transforme
em adulta". A palavra cultura vem do latim e designa "o ato de
cultivar a terra", "de cuidar do que se planta", ou seja, é o
trabalho de preparar o solo, semear e fazer tudo para que uma planta cresça e
dê frutos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Cultura
está assim vinculada ao ato de trabalhar, a determinada ação, seja a de ensinar
uma criança, seja a de cuidar de um plantio. Se pensarmos nesse sentido
original, todos têm acesso à cultura, pois todos podem trabalhar. Para escrever
um romance, é preciso trabalhar uma narrativa; para fazer uma toalha de renda,
uma música, uma mesa de madeira ou uma peça de mármore, é necessário trabalhar.
Para Bosi, isso é cultura. E é por essa razão que os produtos culturais gerados
pelo trabalho chamam-se obras, que vem de opus, derivado do verbo operar, ou
seja, é o processo de fazer, de criar algo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Se uma
pessoa compra um livro, um disco, um quadro ou uma escultura, vai ao teatro ou
a exposições, adquire, mas não produz cultura, ou seja, ela pode possuir ou ter
acesso aos bens culturais gerados pelo trabalho, sem produzi-las. Esses bens
servem para proporcionar deleite e prazer, e são usados por algumas pessoas
para afirmar e mostrar que "possuem cultura", quando são apenas
consumidoras de uma mercadoria como qualquer outra. Não ter acesso a esses bens
não significa, portanto, não ter cultura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Bosi
chama a atenção para o fato de haver em muitos países órgãos públicos que
procuram desenvolver ações para "conservar a cultura popular
original", com certo receio de que ela não resista ao avanço da indústria
cultural. Ora, os produtos culturais são criados em determinadas condições,
remodelando-se continuamente, como ocorre com as festas, as músicas, as danças,
o artesanato e outras tantas manifestações. Nesse sentido, é necessário
analisar a cultura como processo, como ato de trabalho no tempo que não se
extingue. A criação cultural não morre com seus autores, e basta que o povo
exista para que ela sobreviva. Entenda-se aqui povo não como uma massa amorfa e
homogênea de oprimidos submissos, mas como um conjunto de indivíduos, com
ideias próprias e capacidade criativa e, produtiva, que resiste muitas vezes
silenciosamente, sobretudo por meio da produção cultural, como seus cantos e
festas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Para
Bosi, a cultura é alguma coisa que se faz, e não apenas um produto que se
adquire. É por isso que não tem sentido comparar cultura popular com cultura
erudita. Quando afirmamos que ter cultura significa ser superior e não ter
cultura significa ser inferior, utilizamos a condição de posse de cultura como
elemento para diferenciação social e imposição de uma superioridade que não
existe. Isso é ideologia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
IDEOLOGIA, SUAS ORIGENS E PERSPECTIVAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A ideia
de cultura nasce da análise das sociedades antigas, mas o conceito de ideologia
é um produto essencialmente moderno, pois antes da Idade Moderna as explicações
da realidade eram dadas pelos mitos ou pelo pensamento religioso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Uma das
primeiras ideias sobre ideologia foi expressa por Francis Bacon (1561-1626), em
seu livro Novum organum (1620). Ele não utilizava o termo ideologia, mas, ao
recomendar um estudo baseado na observação, declarava que, até aquele momento,
o entendimento da verdade estava obscurecido por ídolos, ou seja, por ideias
erradas e irracionais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O termo
ideologia foi utilizado inicialmente pelo pensador francês Destutt de Tracy
(1754-1836), em seu livro Elementos de ideologia (1801), no sentido de
"ciência da gênese das ideias". Tracy procurou elaborar uma
explicação para os fenômenos sensíveis que interferem na formação das ideias,
ou seja, a vontade, a razão, a percepção e a memória.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Um
segundo sentido de ideologia, o de "ideia falsa" ou
"ilusão", foi utilizado por Napoleão Bonaparte num discurso perante o
Conselho de Estado, em 1812. Napoleão afirmou nesse discurso que seus
adversários, que questionavam e perturbavam a sua ação governamental, eram
apenas metafísicos, pois o que pensavam não tinha conexão com o que estava acontecendo
na realidade, na história.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Auguste
Comte (1798-1857), em seu Curso de filosofia positiva (1830-1842), retomou o
sentido de ideologia utilizado por Tracy - o de estudo da formação das ideias,
partindo das sensações (relação do corpo com o meio) - e acrescentou outro, o
de conjunto de ideias de determinada época.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Karl
Marx também não apresentou uma única definição de ideologia. O livro A
ideologia alemã (1846), ele se referiu à ideologia como um sistema elaborado de
representações e de ideias que correspondem a formas de consciência que os
homens têm em determinada época. Ele afirmou ainda que as ideias dominantes em
qualquer época são sempre as de quem domina a vida material e, portanto, a vida
intelectual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Marx
desenvolveu a concepção de que a ideologia é a inversão da realidade, no
sentido de reflexo, como na câmara fotográfica, em que a imagem aparece
"invertida". Contrapondo-se a muitos autores que acreditavam que as
ideias transformavam e definiam a realidade, Marx afirmava que a existência
social condicionava a consciência dos indivíduos sobre a situação em que
viviam. Assim, para Marx, as ideologias não são meras ilusões e aparências - e
muito menos o fundamento da história -, mas são uma realidade objetiva e
atuante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;No
mesmo livro de Marx, pode-se encontrar a explicação de que a ideologia é
resultante da divisão entre o trabalho manual e o intelectual. O trabalho
intelectual esteve nas mãos da classe dominante e, assim, à medida que pôde
"emancipar-se" da realidade concreta em que foi produzido e se
transformar em teoria pura, pôde também transformar-se em teoria geral para
todas as sociedades, sem levar em conta a história de cada uma delas. Essa
emancipação das ideias é muito bem exemplificada por Marx. Ele se refere a um
indivíduo que afirmava que os homens só se afogavam porque estavam possuídos
pela ideia de gravidade. Se abandonassem essa ideia, estariam livres de
qualquer afogamento. Marx não diz se esse homem foi bem-sucedido na luta contra
a ilusão de gravidade nem se tentou testar sua teoria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Émile
Durkheim, ao discutir a questão da objetividade científica em seu livro As
regras do método sociológico (1895), afirma que, para ser o mais preciso
possível, o cientista deve deixar de lado todas as pré-noções, as noções
vulgares, as ideias antigas e pré-científicas e as ideias subjetivas. São essas
ideias que ele entende por ideologia, ou seja, o contrário de ciência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Karl
Mannheim (1893-1947) talvez seja o sociólogo depois de Marx que mais tenha
influenciado a discussão sobre ideologia. No livro Ideologia e utopia (1929),
ele conceitua duas formas de ideologia: a particular e a total. A particular
corresponde à ocultação da realidade, incluindo mentiras conscientes e
ocultamentos subconscientes e inconscientes, que provocam enganos ou mesmo autoenganos.
A ideologia total é a visão de mundo (cosmovisão) de uma classe social ou de
uma época. Nesse caso, não há ocultamento ou engano, apenas a reprodução das
ideias próprias de uma classe ou ideias gerais que permeiam toda a sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Para
Mannheim, as ideologias são sempre conservadoras, pois expressam o pensamento
das classes dominantes, que visam à estabilização da ordem. Em contraposição,
ele chama de utopia o que pensam as classes oprimidas, que buscam a
transformação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
IDEOLOGIA E O GRUPO SOCIAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Todos
nós participamos de certos grupos de ideias. São espécies de
"bolsões" ideológicos, onde há pessoas que dizem coisas em que nós
também acreditamos, pelas quais também lutamos, que têm opiniões muito
parecidas com as nossas. Há alguns autores que dizem que na verdade nós não
falamos de fato o que acreditamos dizer, haveria certos mecanismos, certas
estruturas que "falariam por nós". Ou seja, quando damos nossas
opiniões, quando participamos de algum acontecimento, de alguma manifestação,
temos muito pouco de nosso aí, reproduzimos conceitos que já circulam nesses
grupos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Ideologia
não é, portanto, um fato individual, não atua inclusive de forma consciente na
maioria dos casos. Quando pretendemos alguma coisa, quando defendemos uma ideia
um interesse, uma aspiração, uma vontade, um desejo, normalmente não sabemos,
não temos consciência de que isso ocorre dentro de um esquema maior, do qual
somos apenas representantes - repetimos conceitos e vontades, que já existiam
anteriormente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Depois
de Mannheim, muitos outros pensadores estudaram e utilizaram o conceito de
ideologia, mas todos eles tiveram como referência os autores que citamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
IDEOLOGIA NO COTIDIANO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Em
nosso cotidiano, ao nos relacionarmos com as outras pessoas, exprimimos por
meio de ações, palavras e sentimentos uma série de elementos ideológicos. Como
vivemos em uma sociedade capitalista, a lógica que a estrutura, a da
mercadoria, permeia todas as nossas relações, sejam elas econômicas, políticas,
sociais ou sentimentais. Podemos dizer que há um modo capitalista de viver, de
sentir e de pensar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
expressão da ideologia na sociedade capitalista pressupõe a elaboração de um
discurso homogêneo, pretensamente universal, que, buscando identificar a
realidade social com o que as classes dominantes pensam sobre ela, oculta as
contradições existentes e silencia outros discursos e representações
contrárias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Esse
discurso não leva em conta a história e destaca categorias genéricas - a
família ou a juventude, por exemplo -, passando, em cada caso, uma ideia de
unidade, de uniformidade. Ora, existem famílias com constituições diferentes e
em situações econômicas e sociais diversas. Há jovens que vivem nas periferias
das cidades ou na zona rural, enfrentando dificuldades, bem como jovens que
moram em bairros luxuosos ou condomínios fechados, desfrutando de privilegiada
situação econômica ou educacional. Portanto, não existe a família e a
juventude, mas famílias e jovens diversos, cada qual com sua história.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Outra
manifestação ideológica na sociedade capitalista é a ideia de que vivemos em
uma comunidade sem muitos conflitos e contradições. As expressões mais claras
disso são as concepções de nação ou de região como determinado país ou dado
espaço geográfico. Essas concepções passam a visão de que há uma comunidade de
interesses e propósitos partilhados por todos os que vivem num país ou num
espaço específico. Ficam assim obscurecidas as diferenças sociais, econômicas e
culturais, os conflitos entre os vários grupos e classes, enfatizando-se uma
unidade que não existe. Um exemplo disso é a atribuição de determinadas
características a toda uma região que tem em seu interior uma diversidade muito
grande.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Mas
existem outras formas ideológicas que são desenvolvidas sem muito alarde e que
penetram nosso cotidiano. Uma delas é a ideia de felicidade. Felicidade, para
muitos, é um estado relacionado ao amor, mas também significa estabilidade
financeira e profissional, bem-estar existencial e material. É um conjunto de
situações, mas normalmente a mais focalizada é a amorosa. E os filmes, as
novelas, as revistas, apesar de todas as condições adversas que um indivíduo
possa enfrentar, estão sempre reforçando o lema: "o amor vence todas as
dificuldades".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Talvez
a maior de todas as expressões ideológicas que encontramos em nosso cotidiano
seja a ideia de que o conhecimento científico é verdade inquestionável. Muitas
pessoas podem não acreditar em uma explicação oferecida por campos do
conhecimento que não são considerados científicos, mas basta dizer que se trata
de resultado de pesquisa ou informação de um cientista para que a tomem como
verdade e passem a orientar suas práticas cotidianas por ela. Isso aparece
principalmente quando as informações e notícias são veiculadas pelos meios de
comunicação e se referem à saúde. Da busca do sentido da vida às possibilidades
de sucesso, a ciência é vista como uma grande solução para todos os problemas,
males e enigmas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Ora,
nada está mais distante do conhecimento científico do que a ideia de verdade
absoluta e a pretensão de explicar todas as coisas. A ciência nasceu e se
desenvolveu questionando as explicações dadas a situações e fenômenos, e
continua se desenvolvendo com base no questionamento de seus próprios
resultados. O pensamento científico é histórico e tem sua validade temporária,
sendo a dúvida seu valor maior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Mas o
conhecimento científico, quando analisado da perspectiva de um pensamento
hegemônico ocidental, torna-se colonialista, pois o que é particular
(ocidental) se universaliza e se transforma em um paradigma que nega outras
formas de explicar e conhecer o mundo. Assim, desqualifica outras culturas e
saberes, tidos como inferiores e exóticos, como o conhecimento das civilizações
ameríndias, orientais e árabe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="left" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0cm; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;EXERCÍCIOS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O CULTO
AO SUCESSO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;“Seja
uma pessoa de sucesso!” Quantas vezes ouvimos essa afirmação nos últimos
tempos? A maioria das propagandas da sociedade atual leva-nos a acreditar que
só existe o caminho da vitória.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Devemos
sempre ser vencedores, jamais vencidos; para isso é preciso ter sempre a melhor
performance, seja corporal, seja intelectual. Ou temos um belo corpo ou um
currículo composto somente de vitórias. Quem estiver fora desse conceito é
considerado perdedor, uma pessoa que não corresponde às expectativas sociais de
sucesso e, portanto, não merece estar entre os vencedores. No Japão, por
exemplo, alguns jovens que não conseguem aprovação na escola ou na
universidade, sentindo-se perdedores, se suicidam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O culto
ao sucesso afeta desde cedo a vida das crianças, que acabam se tornando
"pequenos adultos superocupados". Na ânsia de fabricar futuros
vencedores, os pais inscrevem os filhos em toda sorte de atividade - além da
escola formal -, pois estes precisam estar preparados para o sucesso. As
crianças, então, deixam de brincar e passam a ter uma agenda com atividades
como inglês, informática, natação, judô, música..., tudo ao mesmo tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Na
juventude e na idade adulta, o culto à performance continua de várias formas.
Cuidar do corpo, por exemplo, deixa de ser uma questão de saúde e bem-estar e
passa a ser um princípio exclusivo da estética. É comum vermos academias
lotadas de pessoas à procura da tão sonhada performance. Essa busca leva alguns
jovens ao absurdo de tomar remédios indicados para bois e cavalos, buscando
aumento da massa muscular. As jovens querem ter o padrão de beleza mostrado na
mídia, mesmo que isso signifique ficar sem comer e debilitar-se fisicamente. É
comum ver os garotos alardeando seu desempenho sexual, mesmo que para isso usem
medicamentos do tipo Viagra para demonstrar sua (im)potência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O
CURRÍCULO “VITAMINADO”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Você já
deve estar pensando em fazer o seu curriculum vitae e sabe o que deverá incluir
nele. Ora, nós só colocamos aquilo que deu certo em nossa carreira. O documento
que registra nossa passagem pela vida produtiva foi bem analisado por Leandro
Konder, filósofo brasileiro, em um artigo intitulado "Curriculum Mortis e
a reabilitação da autocrítica". Nesse artigo, Konder diz que o curriculum
vitae é a ponta do iceberg de nossa visão triunfalista da vida, pois nele só
colocamos aquilo que consideramos um sucesso em nossa carreira. Em suas
palavras, "o curriculum vitae é o elemento mais ostensivo de uma ideologia
que nos envolve e nos educa nos princípios do mercado capitalista; é a
expressão de uma ideologia que inculca nas nossas cabeças aquela mentalidade de
cavalo de corrida... O que aconteceu de errado, os tropeços, as quedas e os
fracassos não aparecem nele, quando na maioria das vezes essas são a maior
parte das ocorrências de nosso viver".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Por
isso, o filósofo propõe que, com o curriculum vitae, façamos também o nosso
curriculum mortis, no qual registremos tudo o que não deu certo. Será uma
maneira de fazer autocrítica: o primeiro passo para desenvolver a capacidade de
criticar e ser criticado e, ainda, ampliar a autoestima.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;1-&lt;span style="font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Como considerar o culto ao sucesso
pessoal e a necessidade de desenvolver um curriculum vitae expressivo em um
país como o nosso, com tantas desigualdades sociais e com tão poucas
possibilidades de a maioria da população chegar a um curso universitário e, quando
isso acontece, conseguir um emprego compatível com o nível de conhecimento
adquirido?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;2-&lt;span style="font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Dê exemplos de coisas fundamentais em
nossa vida que não se resumem à performance e ao sucesso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;3-&lt;span style="font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Como seria o seu curriculum mortis, ou
seja, a relação do que não deu certo em sua vida?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 81.8pt; text-align: left; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;MESCLANDO
CULTURA E IDEOLOGIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Vivemos
num mundo de comunicações, uma realidade que faz parte da nossa vida desde
pequenos: cotidianamente, entre outras atividades, vemos televisão, fazemos
pesquisas na internet, contatamos amigos por e-mail, MSN ou sites de
relacionamento, ouvimos música em fones de ouvido enquanto andamos nas ruas,
vemos filmes e propagandas, lemos jornais e revistas, escutamos rádio. Estamos
mergulhados tanto na cultura como na ideologia. Vamos tentar entender essa realidade
à luz da Sociologia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;DOMINAÇÃO
E CONTROLE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Ao
analisar a cultura e a ideologia, vários autores procuram demonstrar que não se
podem utilizar esses dois conceitos separadamente, pois há uma profunda relação
entre eles, sobretudo no que diz respeito ao processo de dominação nas
sociedades capitalistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O
pensador italiano Antônio Gramsci (1891-1937) analisa essa questão com base no
conceito de hegemonia (palavra de origem grega que significa “supremacia”,
“preponderância”) e no que ele chama de aparelhos de hegemonia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Por
hegemonia pode-se entender o processo pelo qual uma classe dominante consegue
fazer que o seu projeto seja aceito pelos dominados, desarticulando a visão de
mundo autônoma de cada grupo potencialmente adversário. Isso é feito por meio
dos aparelhos de hegemonia, que são práticas intelectuais e organizações no
interior do Estado ou fora dele (livros, jornais, escolas, música, teatro,
etc.). Nesse sentido, cada relação de hegemonia é sempre pedagógica, pois
envolve uma prática de convencimento, de ensino e aprendizagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Para
Gramsci, uma classe se torna hegemônica quando, além do poder coercitivo e
policial, Utiliza a persuasão, o consenso, que é desenvolvido mediante um
sistema de ideias muito bem elaborado por intelectuais a serviço do poder, para
convencer a maioria das pessoas, até as das classes dominadas. Por esse
processo, cria-se uma “cultura dominante efetiva”, que deve penetrar no senso
comum de um povo, com o objetivo de demonstrar que a forma como aquele que
domina vê o mundo é a única possível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
ideologia não é o lugar da ilusão e da mistificação, mas o espaço da dominação,
que não se estabelece somente com o uso legítimo da força pelo Estado, mas
também pela direção moral e intelectual da sociedade como um todo, Utilizando
os elementos culturais de cada povo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Mas
Gramsci aponta também a possibilidade de haver um processo de contra hegemonia,
desenvolvido por intelectuais orgânicos, vinculados à classe trabalhadora, na
defesa de seus interesses. Contrapondo-se à inculcação dos ideais burgueses por
meio da escola, dos meios de comunicação de massa, etc. eles combatem nessas
mesmas frentes, defendendo outra forma de “pensar, agir e sentir” na sociedade
em que vivem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O
sociólogo francês Pierre Bourdieu desenvolveu o conceito de violência simbólica
para identificar formas culturais que impõem e fazem que aceitemos como normal,
como verdade que sempre existiu e não pode ser questionada, um conjunto de
regras não escritas nem ditas. Ele usa a palavra doxa para designar esse tipo
de pensamento e prática social estável, tradicional, em que o poder aparece
como natural.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Dessa
ideia nasce o que Bourdieu define como a naturalização da história, condição em
que os fatos sociais, independentemente de ser bons ou ruins, passam por
naturais e tornam-se uma “verdade” para todos. Um exemplo evidente é a
dominação masculina, vista em nossa sociedade como algo “natural”, já que as
mulheres são “naturalmente” mais fracas e sensíveis e, portanto, devem se
submeter aos homens. E todos aceitam essa ideia e dizem que” isso foi, é e será
sempre assim”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Bourdieu
declara que é pela cultura que os dominantes garantem o controle ideológico,
desenvolvendo uma prática cuja finalidade é manter o distanciamento entre as
classes sociais. Assim, existem práticas sociais e culturais que distinguem
quem é de uma classe ou de outra: os “cultos” têm conhecimentos científicos,
artísticos e literários que os opõem aos “incultos”. Isso é resultado de uma
imposição cultural (violência simbólica) que define o que é “ter cultura”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
violência simbólica ocorre de modo claro no processo educacional. Quando
entramos na escola, em seus diversos níveis, devemos obedecer sempre a um
conjunto de regras e absorver um conjunto de saberes predeterminados, aceitos
como o que se deve ensinar. Essas regras e esses saberes não são questionados e
normalmente não se pergunta quem os definiu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Theodor
Adorno (1903-1969) e Max Horkheimer (1895-1973), pensadores alemães, procuraram
analisar a relação entre cultura e ideologia com base no conceito de indústria
cultural. Apresentaram esse conceito em 1947, no texto A indústria cultural: o
esclarecimento como mistificação das massas. Nele, afirmavam que o conceito de
indústria cultural permitia explicar o fenômeno da exploração comercial e a
vulgarização da cultura, como também a ideologia da dominação. A preocupação
básica era com a emergência de empresas interessadas na produção em massa de
bens culturais, como qualquer mercadoria (roupas, automóveis, sabonetes, etc.),
visando exclusivamente ao consumo, tendo como fundamentos a lucratividade e a
adesão incondicional ao sistema dominante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Adorno
e Horkheimer apontaram a possibilidade de homogeneização das pessoas, grupos e
classes sociais; esse processo atingiria todas as classes, que seriam seduzidas
pela indústria cultural, pois esta coloca a felicidade imediatamente nas mãos
dos consumidores mediante a compra de alguma mercadoria ou produto cultural.
Cria-se assim uma subjetividade uniforme e, por isso, massificada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Nos
mais diversos filmes de ação, somos tranquilizados com a promessa de que o
vilão terá um castigo merecido. Tanto nos sucessos musicais quanto nos filmes,
a vida parece dizer que tem sempre as mesmas tonalidades e que devemos nos
habituar a seguir os compassos previamente marcados. Dessa forma, sentimo-nos
integrados numa sociedade imaginária, sem conflitos e sem desigualdades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
diversão, nesse sentido, é sempre alienante, conduz à resignação e em nenhum
momento nos instiga a refletir sobre a sociedade em que vivemos. A indústria
cultural transforma as atividades de lazer em um prolongamento do trabalho,
promete ao trabalhador uma fuga do cotidiano e lhe oferece, de maneira
ilusória, esse mesmo cotidiano como paraíso. Por meio da sedução e do
convencimento, a indústria cultural vende produtos que devem agradar ao
público, não para fazê-lo pensar com informações novas que o perturbem, mas
para propiciar-lhe uma fuga da realidade. Tal fuga, segundo Adorno, faz que o
indivíduo se aliene, para poder continuar aceitando com um “tudo bem” a exploração
do sistema capitalista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Os
meios de comunicação e a vida cotidiana&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Entre
todos os meios de comunicação, a televisão é o mais forte agente de informações
e de entretenimento, embora pesquisas recentes já demonstrem que ela pode ser
desbancada pela internet na massificação da informação. Diante disso, pode-se
declarar que a análise de Adorno e Horkheimer, desenvolvida em 1947, está
ultrapassada ou mantém seu poder de explicação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Observando
que o que mudou foi a tecnologia dos meios de comunicação, as formas de
mistificação que adotam e a apresentação e embalagem dos produtos, podemos
afirmar que o conceito de indústria cultural conserva o mesmo poder de
explicação. Os produtos culturais aparecem com invólucros cada vez mais
esplendorosos, pois cada dia são maiores as exigências para prender a atenção
dos indivíduos. Produtos de baixa qualidade têm a oferta justificada pelo
argumento de que atendem às necessidades das pessoas que desejam apenas
entretenimento e diversão, não estando preocupadas com o caráter educativo ou
cultural do que consomem. Mas isso é falso, pois esses produtos são oferecidos
tendo em vista as necessidades das próprias empresas, cujo objetivo é
unicamente o lucro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O
“mundo maravilhoso” e sem diferenças está presente nos programas de televisão,
que mostram guerras, mortes, miséria e opressão de outros povos, nunca do
nosso, e demonstram que isso sempre foi assim, e, portanto, é inútil e
desnecessário melhorar o que aí está. Preocupado com o que a televisão vem
fazendo em termos culturais, o cientista social italiano Giovanni Sartori, em
seu livro Homo videns (2001), reflete sobre esse meio de comunicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Retomando
a história das comunicações, ele destaca o fato de que as civilizações se
desenvolveram quando a transmissão de conhecimento passou da forma oral para a
escrita. Até o surgimento da imprensa, em 1440, a transmissão de conhecimentos
era muito restrita. Foi com Johannes Gutenberg e a invenção da imprensa que
ocorreu o grande salto tecnológico que permitiu a muitas pessoas o acesso à
cultura escrita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;No
século XIX, além do desenvolvimento da imprensa, com jornais e livros, outros
avanços tecnológicos permitiram a diversificação das comunicações. Foram então
inventados o telégrafo e o telefone, que permitiram a comunicação oral e escrita
entre pessoas a grandes distâncias. Com o rádio, apareceu o primeiro meio capaz
de eliminar as distâncias em termos sociais mais amplos. Mas todos esses meios
mantinham-se no universo da comunicação puramente lingüística, escrita ou
falada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Já no
final do século XIX e início do século XX apareceu o cinema, primeiro mudo e
depois falado, inaugurando um outro universo de comunicação, no qual a imagem
se tornou fundamental. A televisão, nascida em meados do século XX, como o
próprio nome indica (televisão = “ver de longe”), criou um elemento
completamente novo, em que o ver tem preponderância sobre o ouvir. A voz dos
apresentadores é secundária, pois é subordinada às imagens que comenta e
analisa. As imagens contam mais do que as palavras. Nisso o indivíduo volta à
sua condição animal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
televisão nos dá a possibilidade de ver tudo sem sair do universo local. Assim,
para Sartori, além de um meio de comunicação, a televisão é um elemento que
participa da formação das pessoas e pode gerar um novo tipo de ser humano. Essa
afirmação está baseada na observação de que as crianças, em várias partes do
mundo, passam muitas horas diárias vendo televisão antes de saber ler e
escrever. Isso dá margem a um novo tipo de formação, centralizado na capacidade
de ver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Se o que
nos torna diferentes dos outros animais é nossa capacidade de abstração, a
televisão, para Sartori, “inverte o progredir do sensível para o inteligível,
virando-o em um piscar de olhos para um retorno ao puro ver. Na realidade, a
televisão produz imagens e apaga os conceitos; mas desse modo atrofia a nossa
capacidade de abstração e com ela toda a nossa capacidade de compreender”.
Então, o Homo sapiens está sendo substituído pelo Homo videns, ou seja, o que
importa é a imagem, é o ver sem entender.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;ESTÁ TUDO
DOMINADO?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Várias
críticas foram feitas à ideia de que a indústria cultural estaria destruindo
nossa capacidade de discernimento. Uma delas foi formulada por Walter Benjamin
(1886-1940), um companheiro de trabalho de Theodor Adorno. Benjamin achava que
não era preciso ser tão radical na análise e que a indústria Cultural poderia
ajudar a desenvolver o conhecimento, pois levaria a arte e a cultura a um
número maior de pessoas. Ele declarava que, anteriormente, as obras de arte
estavam a serviço de um grupo pequeno de pessoas, de uma classe privilegiada.
Com as novas técnicas de reprodução - como a fotografia e o cinema -, essas
obras poderiam ser difundidas entre outras classes sociais, contribuindo para a
emancipação da arte de seu papel Ritualístico. A imagem em uma pintura, que
tinha unidade e duração, foi Substituída pela fotografia, que pode ser
reproduzida indefinidamente. Mas Benjamin não era ingênuo ao afirmar isso:
analisava a questão com mais abertura, sem perder a consciência de que o
capitalismo utilizava as novas técnicas a seu favor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Que a
ideologia dominante está presente em todos os produtos da indústria cultural é
evidente, mas não se pode dizer que exista uma manipulação cultural integral e
avassaladora, pois isso significa declarar que os indivíduos não pensam e
apenas absorvem e reproduzem automaticamente o que recebem. É verdade que
muitos indivíduos tendem a reproduzir o que vêem na televisão ou lêem nas
revistas semanais de informação, mas a maioria seleciona o que recebe, filtra e
reelabora a informação; além disso, nem todos recebem as mesmas informações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;As
relações sociais cotidianas são muito diversas e envolvem laços de parentesco,
de vizinhança, de amizade. Formam uma rede de informação mesclando várias
fontes. Pesquisando a ação da indústria cultural, percebe-se que os indivíduos
não aceitam pacificamente tudo o que lhes é imposto. Exemplo disso é a
dificuldade que essa indústria tem de convencer as pessoas, evidenciada pela
necessidade de inventar e reinventar constantemente campanhas publicitárias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Numa
perspectiva de enfrentamento ou de resistência, pode-se pensar, conforme
Antonio Gramsci, na possibilidade de haver um processo de contra-hegemonia,
mesmo que pequeno, que ocorre dentro e fora da indústria cultural. Nas empresas
há trabalhadores que desenvolvem suas atividades nos meios de comunicação e que
procuram apresentar críticas ao que se faz na indústria Cultural.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Fora
dessas empresas, há intelectuais que, individualmente ou em organizações,
criticam o que se faz na televisão, no cinema e em rodas as áreas culturais.
Outros procuram criar canais alternativos de informação sobre o que acontece no
mundo, desenvolver produções culturais não massificadas ou manter canais de
informação e crítica constantes em sites e blogs na internet. Não se pode
esquecer também dos movimentos culturais de milhares de pequenos grupos no
mundo que desenvolvem produções culturais específicas de seus povos e grupos de
origem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O
UNIVERSO DA INTERNET&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
internet originou-se de um projeto militar dos Estados Unidos, na década de
1960. Naquele período, questionava-se como as autoridades estadunidenses
poderiam comunicar-se caso houvesse uma guerra nuclear. Se isso acontecesse,
toda a rede de comunicações poderia ser destruída e haveria necessidade de um
sistema de comunicação sem controle central, baseado numa rede em que a
informação circularia sem uma autoridade única.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Assim
nasceu um sistema no qual as informações são geradas em muitos pontos e não
ficam armazenadas num único lugar, mas em todos os pontos de contato possíveis.
Estes, por sua vez, podem gerar informações independentes, de tal modo que, se
fossem destruídos um ou mais pontos, os outros continuariam retendo e gerando
informações independentes. Posteriormente, esse modelo foi utilizado para
colocar em contato pesquisadores de diferentes universidades e acabou se
expandindo até atingir a maioria dos lugares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Hoje, a
internet é o espaço onde há mais liberdade de produção, veiculação de
mensagens, notícias, cultura e tudo o que possa ser transmitido por esse
sistema. É um meio de comunicação em que se utiliza a palavra escrita ou
falada, as imagens, a música e outras tantas formas de comunicação, com muita
rapidez e para todos na rede. Existe, é verdade, um vocabulário restrito e mínimo
para se comunicar (conversar por escrito), o que empobrece muito a linguagem
escrita, além de uma série de ícones que indicam se a pessoa está alegre,
triste, nervosa, o que reduz a capacidade de expressar verbalmente esses
sentimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Essa
nova tecnologia de informação oferece possibilidades quase infinitas de
pesquisa. É fato que há dados demais para a capacidade humana de processamento,
mas, se você tiver o mínimo conhecimento do funcionamento da internet e seus
instrumentos, poderá obter excelentes informações e com uma diversidade nunca
imaginada. Portanto, dependendo de como é Utilizada, a internet pode empobrecer
a capacidade de pensar ou ser um instrumento para a obtenção de conhecimento.
Nessa grande rede, encontram-se muitas das versões de um mesmo fato, cabendo a
nós descobrir bons sites e profissionais que mostrem ângulos diversos de
determinado fenômeno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="left" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0cm; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;EXERCÍCIOS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm -0.75pt 6pt 0.5pt; text-align: center; text-indent: -0.5pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;SANDUÍCHE
DE MÚSICA E LITERATURA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Para
termos uma ideia do que faz a indústria cultural, vamos tomar como exemplo uma
música erudita e examinar como a massificação transforma um prato original,
rico e saboroso em apenas um ingrediente de um grande sanduíche, distribuído
nos quatro cantos do mundo. É a obra de arte transformada numa mercadoria sem
qualidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Podemos
ver e ouvir a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) interpretando
uma obra de Mozart ou de qualquer outro autor erudito, com todos os
instrumentos, para que ela seja fruída em seu máximo esplendor. Mas, se essa
mesma obra for filmada e exibida no cinema com todos os seus componentes, a
experiência de quem assiste a ela já será deferente. E a sensação será outra se
a mesma apresentação for assistida em casa, em DVD.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Muitas
pessoas não apreciam música erudita, pois normalmente a obra é longa, mas
gostam de um ou outro trecho mais conhecido. Podem então ouvir no rádio ou
comprar um CD com uma parte da obra, mas não toda ela. Temos aí mais um corte
das possibilidades iniciais. Esse CD pode ser ouvido em casa ou no carro, e em
cada caso as sensações serão diferentes. Se a opção for comprar um CD com os
movimentos mais conhecidos interpretados por apenas um pianista a sensação será
ainda outra:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-indent: 20.3pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;O indivíduo que compra esse
último CD ou que ouve no rádio essa interpretação vai ter a certeza de estar
ouvindo uma obra de Mozart e pode até sair assobiando pelas ruas as partes que
"comprou". Mas o que ouviu é algo bem diferente da obra original.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Observa-se
fato semelhante quando uma obra literária de grande expressão, como a de
Machado de Assis, por exemplo, é reduzida a pedaços ou a resumos, como os
difundidos nos cursinhos para que os alunos obtenham alguma informação que lhes
permita resolver as questões propostas nos vestibulares. Eles não terão o
conhecimento ou a sensação que decorre da leitura integral de um livro desse
autor, mas até poderão "achar" que leram e conhecem Machado de Assis,
quando apenas tiveram contato com resumos e pedaços desconectados de uma obra
inteira. Esses alunos estão consumindo um sanduíche quando poderiam estar
saboreando com prazer um jantar bem elaborado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;1-&lt;span style="font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;Obras
musicais e literárias são criadas para serem apreciadas na integralidade, pois
só assim se pode perceber, sentir e conhecer o que o autor de fato produziu. O
que você pensa e como se sente quando só tem acesso a um pedaço ou arremedo de
um livro ou uma peça musical?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;2-&lt;span style="font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 10.0pt;"&gt;A
indústria cultural, principalmente por meio da televisão e da internet, procura
formar futuros clientes para os produtos de seus patrocinadores, incentivando
desejos e necessidades que parecem naturais. Aponte exemplos disso no seu
cotidiano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZIrFat4zA-f6cGnvq32ElmgUZVJqP0tOrx6TxFR3FRuS-pF367M_gAWiJu5LM8Z9pHYIUsN8vx2Id3HzaSLKe41Kw5UxfGTbyZ4kvso2mA9ICrJYfBPUnHNXuMp7fVk0XXs6h-HnJvxs/s72-c/escudo+PC.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item><item><title>Fazendo avaliações online</title><link>http://robertoaalves.blogspot.com/2013/09/fazendo-avaliacoes-online.html</link><category>dicas</category><category>Tutoriais</category><pubDate>Mon, 9 Sep 2013 18:17:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2169705999520027028.post-2751752186180854145</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjqJ4OdJjnXZ0Iri2liYKf9tBlllpeMbqG2dU7ZFZSJGZ-lWMOuf3YokCZmBVQr-Wcm9xuvPvArkX1aBEI0EpXd1KFLuG2CAJtghqdrCSb2WeM4adJcABi91SRUsb9nEHwS7pOCgkzhyphenhyphen_E/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="243" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjqJ4OdJjnXZ0Iri2liYKf9tBlllpeMbqG2dU7ZFZSJGZ-lWMOuf3YokCZmBVQr-Wcm9xuvPvArkX1aBEI0EpXd1KFLuG2CAJtghqdrCSb2WeM4adJcABi91SRUsb9nEHwS7pOCgkzhyphenhyphen_E/s400/Imagem1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;Aprenda a fazer avaliações, compartilhar docs e planilhas, tudo diretamente pela internet. Assim você pode economizar tempo e papel aplicando avaliações pela internet e recebendo os resultados na comodidade do seu email.&lt;br /&gt;
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Roberto Alves&lt;br /&gt;
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Recebi esse tutorial por email sem identificação do autor, estou repassando. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;No Blog tem muito mais sobre História, acompanhe!&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjqJ4OdJjnXZ0Iri2liYKf9tBlllpeMbqG2dU7ZFZSJGZ-lWMOuf3YokCZmBVQr-Wcm9xuvPvArkX1aBEI0EpXd1KFLuG2CAJtghqdrCSb2WeM4adJcABi91SRUsb9nEHwS7pOCgkzhyphenhyphen_E/s72-c/Imagem1.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><author>noreply@blogger.com (Roberto Alves)</author></item></channel></rss>