<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076</id><updated>2024-12-18T19:25:23.986-08:00</updated><title type='text'>História   Passado   Presente</title><subtitle type='html'>Historia geral e do Brasil</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>426</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-4557612575710467335</id><published>2017-06-13T16:26:00.003-07:00</published><updated>2017-06-13T16:26:46.896-07:00</updated><title type='text'>AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO CONTEXTO HISTÓRICO</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 2.85pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 2.85pt; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Por Nadir F. Costa e Silva&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 2.85pt; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 2.85pt; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 2.85pt; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 2.85pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;A história aponta diferentes aspectos sobre o indivíduo com
deficiência, passando pela rejeição e eliminação sumária, de um lado, e a
proteção assistencialista e piedosa, de outro. O conceito tem uma relação
estreita com as concepções sociais, políticas, econômicas e ideais que nortearam
cada período da história. Esse artigo pretende realizar um breve resgate do
conceito de deficiência intelectual nos diferentes períodos da história até os
dias atuais. Conhecer essa construção histórica possibilita compreender mais
acerca da deficiência, o que propicia maior clareza sobre o conceito e
consequentemente sobre a implementação de serviços de atendimento a esta
parcela da população, assim como de projetos de pesquisa na área. Além do que, não
deixa de ser interessante acompanhar o percurso histórico das pessoas com
deficiência ao longo do tempo, no a fim de observar mudanças na percepção
social relativa a este grupo populacional.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 2.85pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/null&quot; name=&quot;__RefHeading___Toc172266843&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;A Deficiência Intelectual no Contexto Histórico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 2.85pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inúmeras são as
publicações a respeito de pessoas em condição de deficiência. Durante séculos,
os “diferentes” ficaram à margem da sociedade, todavia, na medida em que o
direito do homem à igualdade e a cidadania tornou-se motivo de preocupação, a
percepção em relação à pessoa com deficiência começou a mudar. A rejeição cedeu
lugar a atitudes de proteção e filantropia que até hoje predomina, apesar dos
esforços do movimento das pessoas com deficiência e seus apoiadores para que
essa postura seja substituída pelo reconhecimento da igualdade de direitos e
acessos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na
atualidade, o documento mais importante que trata dos interesses das pessoas
com deficiência é a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. A
Convenção discorre sobre os direitos das pessoas com deficiência e, em seu primeiro
artigo, traz a definição de pessoa com deficiência: sendo aquela que tem
impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em
interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e
efetiva na sociedade com as demais pessoas. Sobre a educação, a Convenção advoga
um sistema inclusivo em todos os níveis, sendo a educação inclusiva o conjunto
de princípios e procedimentos implementados pelos sistemas de ensino para
adequar a realidade das escolas à do aluno e dessa forma representar a
diversidade humana. Assim, um dos objetivos desse modelo é a participação
efetiva das pessoas com deficiência em uma sociedade livre, o que exige a
construção de escolas capazes de garantir o desenvolvimento integral de todos
os alunos, sem exceção.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
século XVIII a deficiência, ainda era confundida com doença mental e tratada
pela medicina que atendiam às necessidades sociais e se caracterizava pela
retirada dessas pessoas de suas casas, mantendo-as em instituições situadas em
locais longe de suas famílias, sendo isoladas do resto da sociedade, fosse a
título de proteção, de tratamento, ou de processo educacional (Aranha, 2001). A
partir do século XIX, passou-se a levar em conta as capacidades intelectuais
das pessoas que apresentavam algum tipo de deficiência e, aos poucos,
pesquisadores, envolveram-se com a questão e realizaram as primeiras
intervenções educacionais.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas,
apenas na década de 1960, é proposto um paradigma sustentado na integração das
pessoas com deficiência. O paradigma de serviços, como passou a ser denominado
(Aranha, 2001), seguia a filosofia da normalização, sendo a integração uma
forma de preparação dos alunos com deficiência para sua adaptação ao ensino
regular. O problema continuava centrado no aluno e no ensino especial, uma vez
que a escola regular educava apenas aqueles com condições de acompanhar as
atividades, sem preocupação com as necessidades individuais. Esse paradigma
logo no início enfrentou críticas, pois a maioria dos alunos com deficiência continuava
segregada em escolas ou classes especiais por não apresentar condições de
ingresso nas turmas regulares (Bueno, 2001). &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na
década de 1980 ganha força um novo paradigma, caracterizado pelo pressuposto de
que a pessoa com deficiência tem direito à convivência não discriminada e
acesso aos recursos disponíveis aos demais cidadãos. A proposta da educação
inclusiva continua norteando o processo, mas o novo paradigma baseia-se na
inclusão, a qual defende que esses alunos, independentemente do tipo de
deficiência ou grau de comprometimento, devem ser absorvidos no ensino regular,
ficando a escola com a responsabilidade de se reestruturar para poder
atendê-los. Dessa forma, crianças e adolescentes com deficiência passam a ser
matriculados no ensino regular, tornando-se possível o acesso e permanência de
todos os alunos por meio de uma transformação da escola (Aranha, 2001).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
decorrer de todo esse processo, a circunstância que hoje conhecemos por
deficiência intelectual foi estigmatizado ao longo da história por
conceituações diversas, incluindo: idiota, imbecil, débil mental, oligofrênico,
excepcional, retardado, deficiente mental, entre outros. Atualmente, o conceito
de deficiência intelectual mais divulgado nos meios educacionais tem como base
o sistema de classificação da Associação Americana de Deficiência Intelectual e
Desenvolvimento – AAIDD. Segundo essa definição, a deficiência intelectual é entendida
como uma condição caracterizada por importantes limitações, tanto no
funcionamento intelectual, quanto no comportamento adaptativo.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim
a deficiência intelectual não é um transtorno médico, nem um transtorno mental,
ainda que possa ser codificada em uma classificação médica das doenças. Diz
respeito a um estado particular de funcionamento que começa na infância, é multidimensional
e é afetado positivamente pelos apoios individualizados&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=7617139864214303076#_ftn1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-size: 12pt;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
(AAMR, 2006). &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esse
artigo pretende relatar brevemente ao longo da história sobre a deficiência
intelectual, fazendo também descrições enfoque educacional no decorrer dos séculos.
Ter&lt;u&gt; &lt;/u&gt;noção sobre essa construção histórica é possível compreender mais a
respeito da deficiência intelectual, o que proporciona clareza sobre o conceito
e, consequentemente, sobre a implementação de serviços de atendimento para essa
parcela da população, assim&lt;u&gt; &lt;/u&gt;como projetos de pesquisa na área. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Precedentes Históricos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As
pessoas com deficiência, via de regra, receberam dois tipos de tratamento
quando se observa a História Antiga e Medieval: por um lado a rejeição e
eliminação sumária, e a proteção assistencialista e piedosa, de outro. Contudo ainda
hoje, encontramos práticas segregacionistas, principalmente em países em
desenvolvimento. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
artigo intitulado “Pessoa com deficiência e sua relação com a história da
humanidade”, Maria Aparecida Gugel (2008) aponta como as pessoas com
deficiências foi tratada ao longo dos séculos. De acordo com a autora não se
têm indícios de como os primeiros grupos de humanos se portavam em relação às
pessoas com deficiência. Até porque, não haviam abrigos para as intempéries do
clima, assim provavelmente essas pessoas não sobreviviam ao ambiente hostil da
época.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Gugel
(2008, p. 46) informa ainda que, entre os povos primitivos, havia uma
diferenciação no tratamento destinado às pessoas com deficiências, uma vez que alguns
os exterminavam por considerá-los como empecilho à subsistência do grupo, no
entanto outros, os protegiam e sustentavam para buscar a simpatia dos deuses.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A
partir de 2.500 a.C., no Egito Antigo, há indícios mais seguros quanto as
formas de sobrevivência de indivíduos com deficiência. Dentre os povos da
História Antiga, os egípcios são aqueles cujos registros são mais remotos. Os
remanescentes das múmias, os papiros e a arte dos egípcios apresentam-nos
indícios muito claros não só da antiguidade de alguns “males incapacitantes”,
como também das diferentes formas de tratamento que possibilitaram a vida de
indivíduos com algum grau de limitação física, intelectual ou sensorial.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: none black 1.0pt; mso-border-alt: none black 0cm; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;&quot;&gt;

&lt;div class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;border: none; line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-border-alt: none black 0cm; mso-padding-alt: 0cm 0cm 0cm 0cm; mso-pagination: widow-orphan; padding: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Silva
(1987) menciona, por exemplo, a Escola de Anatomia da cidade de Alexandria.
Dela ficaram registros da medicina egípcia utilizada para o tratamento de males
que afetavam os ossos e os olhos das pessoas adultas. Existem ainda referência
aos cegos do Egito e ao seu trabalho em atividades artesanais. As famosas
múmias do Egito, que permitiam a conservação dos corpos, possibilitaram o
estudo dos restos mortais de faraós e nobres do Egito que apresentavam
anomalias e limitações físicas, como Sipthah (séc. XIII a.C.) e Amon (séc. XI
a.C.). &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na
sociedade hebraica, a deficiência física ou sensorial, era considerada como uma
forma de punição de Deus, e a qualquer portador de deficiência era negado o
acesso a serviços religiosos. Na Roma Antiga, tanto os nobres como os plebeus
tinham permissão para sacrificar os filhos que nasciam com algum tipo de
deficiência. Mas havia uma alternativa para os pais: deixar as crianças nas
margens dos rios ou locais sagrados, onde eventualmente pudessem ser acolhidas
por famílias da plebe (escravos ou pessoas empobrecidas). A utilização
comercial de pessoas com deficiência para fins de prostituição ou
entretenimento manifesta-se, talvez pela primeira vez, na Roma Antiga. Segundo
o Silva (1987): “cegos, surdos, deficientes mentais, deficientes físicos e
outros tipos de pessoas nascidos com má formação eram também, ligados a casas
comerciais, tavernas e bordéis; bem como a atividades dos circos romanos, para
serviços simples e às vezes humilhantes” (Silva, 1987, p. 130). Tragicamente,
esta prática repetiu-se várias vezes na história, não só em Roma. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em
Esparta as crianças deficientes ou aquelas que adquiriam alguma deficiência
eram lançados ao mar ou em abismos. Tal conduta “justificava-se” para o bem da
própria criança e para a sobrevivência da república, onde a maioria dos
cidadãos deveria se tornar guerreiros.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Seguindo
o mesmo posicionamento, os espartanos também não eram favoráveis às pessoas com
deficiência, pois:&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;MsoNormalTable&quot; style=&quot;border-collapse: collapse; margin-left: 186.95pt; mso-padding-alt: 2.75pt 2.75pt 2.75pt 2.75pt; mso-table-layout-alt: fixed;&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr style=&quot;height: 76.6pt; mso-yfti-lastrow: yes;&quot;&gt;
  &lt;td style=&quot;height: 76.6pt; padding: 2.75pt 2.75pt 2.75pt 2.75pt; width: 249.75pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;333&quot;&gt;
  &lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; font-size: 10pt;&quot;&gt;Como os gregos se
  dedicavam à arte da guerra e preocupavam-se com as fronteiras de seus
  territórios e invasões bárbaras, só os fortes sobreviviam para servir ao
  exército. Os nascidos com deficiência eram eliminados, e a eliminação se dava
  por aborto, por exposição ou abandono ou, ainda, eram atiradas do aprisco de
  uma cadeia de montanhas chamada Taygetos, na Grécia. (Almeida e Costa 2013, p.
  109).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
entanto, em Atenas, influenciados por Aristóteles – que definiu a premissa
jurídica até hoje aceita de que “tratar os desiguais de maneira igual
constitui-se em injustiça” – os deficientes eram amparados e protegidos pela
sociedade. De acordo com Séguin (1999, p. 109) Aristóteles não concordava coma
a obsessão contra pessoas com deficiência e dizia ser mais fácil ensinar um
aleijado a exercer uma tarefa útil do que sustentá-lo como indigente. A exemplo
disso é o mitológico Hefesto, que na obra Ilíada de Homero, que era deficiente,
no entanto detinha grande habilidade em metalurgia e nas artes marciais.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para
os hindus, os cegos, eram considerados pessoas de sensibilidade interior mais
aguçada, justamente pela falta da visão, e incentivavam o ingresso dos
deficientes visuais nas colocações religiosas (Gugel, 2008).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O
advento do Cristianismo significou, em diferentes aspectos, uma mudança na
forma pela qual as pessoas com deficiência eram vistas e tratadas pela
sociedade em geral. Num momento em que o Império Romano estava com seu poderio
militar e geopolítico consolidado, o lastimável estado de moral da sociedade
romana, especialmente da nobreza, que demonstrava total despreocupação com a
proliferação de doenças e o crescimento da pobreza e da miserabilidade dentre
boa parte da população.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nesse
contexto, vai ganhando força o conteúdo da doutrina cristã, voltado para a
caridade, humildade, amor ao próximo. Estes princípios encontraram respaldo na
vida de uma população marginalizada e desfavorecida, A influência cristã e seus
princípios contribuíram, a partir do século IV, para a criação de hospitais
voltados para o atendimento dos pobres e marginalizados, dentre os quais
indivíduos com algum tipo de deficiência. No século seguinte, foram criadas instituições
de caridade e auxílio em diferentes regiões, como o hospital para pobres e
incapazes na cidade de Lyon, construído pelo rei franco Childebert no ano de
542 (Silva, 1987).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O
período conhecido como Idade Média, entre os séculos V e XV, traz algumas
informações e registros (preocupantes) sobre pessoas com deficiência.
Continuaram a existir, na maioria das vezes controlados e mantidos por senhores
feudais, locais para o atendimento de doentes e deficientes. Os relatos
históricos enfatizam, que os surdos não teriam acesso à salvação, pois de
acordo com Paulo, na epístola aos Romanos, a fé provinha do ouvir a palavra de
Cristo” (Ribeiro, 2007, p. 248). Nesse período, “o nascimento das pessoas com
deficiência era visto como um castigo de Deus. Eram vistas por muitos como
feiticeiras ou bruxas, e, muitas dessas crianças eram motivos de escarnio,
servindo de diversão” (Almeida e Costa, 2013, p. 109). Para Mazzotta (2005,
p.16) a própria religião, ao colocar o homem como “imagem e semelhança de
Deus”, um ser perfeito, incluindo-se aí a perfeição física e mental. E, não
sendo “parecidos com Deus”, essas pessoas eram postas à margem da condição
humana, e tidas como culpadas de sua própria deficiência. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com
a decadência do feudalismo, os portadores de deficiência deveriam ser
envolvidos no sistema de produção, ou assistidos pela sociedade, que contribuía
compulsoriamente para tanto.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em
1547, na França, O rei Henrique II, instituiu a assistência social obrigatória
para proteger os deficientes, através de impostos. Gugel (2008). Porém foi com
no advir do Renascimento que se iniciou uma postura profissionalizante e
integrativa das pessoas portadoras de deficiência. A visão científica e
humanista desse período derrubou o estigma social que influenciava o tratamento
para com as pessoas portadoras de deficiência e a busca racional da sua
integração se fez por várias leis que passaram a ser promulgadas. Nesse novo
contexto e, pela primeira vez, uma autoridade da medicina, Phhilipus Aureolus
Paracelsus, considera ser de natureza médica um problema que até então fora
situado dentro da religião e da moral &lt;u&gt;(Pessotti, 1984)&lt;/u&gt;. Foi também nesse
período que surgiu o primeiro hospital psiquiátrico, que assim como os asilos e
conventos, também servia para enclausurar pessoas que apresentavam
comportamentos fora do padrão da sociedade (Aranha, 1995; 2001).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
século XVII, a educação, passou a ser oferecida também pelo Estado, com
objetivos claros de preparo da mão de obra que se mostrava necessária no novo
modo de produção. Nesse período, novas ideias foram sendo produzidas, tanto na
área da medicina na educação. Em relação à deficiência, continuou predominando
a postura organicista, voltada para a busca da identificação de causas
ambientais (Pessotti, 1984).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
Brasil, há também relatos de crianças com deficiência que eram “abandonadas em
lugares assediados por bichos que muitas vezes as mutilavam ou matavam”.
(Jannuzzi, 2004, p.9). Em 1726, foram criadas as chamadas rodas de expostos
onde as crianças eram colocadas e dessa forma as religiosas que as recolhiam
lhes proporcionavam alimentação, educação e todos os cuidados que
necessitassem.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na
Idade Moderna, a partir de 1789, surgiram vários inventos que propiciaram meios
de trabalho e locomoção aos portadores de deficiência, tais como a cadeira de
rodas, bengalas, bastões, muletas, coletes, próteses, macas, veículos
adaptados, camas móveis, etc.; o Código Braille foi criado por Louis Braille e
permitiu a perfeita integração dos deficientes visuais ao mundo da linguagem
escrita, e é utilizado até os dias atuais. Nessa mesma época, o filósofo John
Locke passa a defender que o homem é uma “tabula rasa” a ser preenchida pela
experiência. O deficiente pode ser tratado ou educado e tem direito a isso,
entretanto não há vantagens para o poder público e para a família em assumir
essa responsabilidade. Inútil para a lavoura e para o artesanato, e consumidor
improdutivo, o deficiente não tem outro destino além do asilo (Pessotti, 1984).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em
relação ao tratamento médico, Esquirol é o principal representante da área
nesse período. Para Esquirol a idiotia não era uma doença, mas um estado em que
as faculdades intelectuais nunca se manifestaram, ou não puderam se
desenvolverem suficientemente para que os conhecimentos relativos à educação
fossem adquiridos. Também defendia a impossibilidade de alterar esse estado
(Pessotti, 1984). &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Até
o século XVIII, a própria ciência confundia deficiência mental com doença.
Nesse século a deficiência mental continuava sendo considerada hereditária e
incurável e, por isso, a maioria das pessoas que apresentava essa
especificidade, era abandonada em hospícios ou asilos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Almeida
e Costa (2013, p. 109) destacam que o despertar da atenção para a questão da
habilitação e da reabilitação do portador de deficiência para o trabalho aguçou-se
em 1884 com o Chanceler alemão Otto Von Bismark e Napoleão Bonaparte, ao ser
determinado que os ex-soldados feridos ainda eram úteis e poderiam servir o
exército em outras funções. Além do mais, a partir da Revolução Industrial,
quando as guerras, epidemias e anomalias genéticas deixaram de ser as causas
únicas das deficiências, e o trabalho, em condições precárias, passou a
ocasionar os acidentes mutiladores e as doenças profissionais. Assim, tornou-se
necessário a criação de um sistema de seguridade social mais eficiente, bem
como a reabilitação dos acidentados &lt;u&gt;(Gugel, 2008).&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Séculos XIX e XX: Novos
Paradigmas de Serviços&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Somente
no século XIX, com o trabalho do médico Jean Itard, considerado o primeiro
teórico de Educação Especial, as pessoas com deficiência intelectual passaram a
ser consideradas passíveis de serem educadas. O primeiro desafio para Itard foi
o trabalho com o menino Victor de Aveyron, diagnosticado pelo psiquiatra
francês Philippe Pinel como sendo um idiota, sem esperança alguma de
possibilidades de educação. Aí foi concebido o primeiro tratamento para
deficientes, como aborda Jannuzzi (2004).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Outra
importante contribuição foi a de Édouard Séguin, discípulo de Itard, o primeiro
a propor uma teoria psicogenética da deficiência intelectual e a criticar a
visão médica de incurabilidade. Seu método consistia em estimular o cérebro por
meio de atividades físicas e sensoriais, tendo seu trabalho influenciado por
Pestalozzi, Fröebel e Montessori, cujos estudos e atividades eram dirigidos
para a educação de pessoas com deficiência intelectual. Séguin criou em 1837 a
primeira escola para deficientes intelectuais. Foi o primeiro presidente de uma
organização de pesquisa dirigida a estudos sobre a deficiência, fundada em 1876,
a Associação Americana de Retardo Mental [AAMR], atualmente conhecida como
Associação Americana de Deficiência Intelectual e Desenvolvimento [AAIDD]
(Miranda, 2003; Pletsch, 2009).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
século XIX é consolidada a prática do cuidado institucional para pessoas com
deficiência, mas essas instituições, logo se transformaram em ambientes
segregados, constituindo o primeiro paradigma formal adotado na caracterização
da relação sociedade deficiência: o Paradigma da Institucionalização. Este
paradigma caracterizou-se pela retirada das pessoas com deficiência de suas
comunidades de origem e pela manutenção delas em instituições. Mas, ficavam
isoladas do resto da sociedade, fosse a título de proteção, de tratamento, ou
de processo educacional (Aranha, 2001).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
Brasil O atendimento escolar especial para os indivíduos com deficiência teve
início, com a criação do Imperial Instituto dos Meninos Cegos (atualmente
Instituto Benjamin Constant) pelo Imperador Dom Pedro II (1840-1889) por meio
do Decreto Imperial no 1.428, de 12 de setembro de 1854. Três anos depois, em
26 de setembro de 1857, o Imperador, funda o Imperial Instituto de Surdos-Mudos
(atualmente Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES). Esse Instituto
passou a atender indivíduos surdos de todo o país, a maioria abandonada pelas
famílias.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
início do século XX é fundado o Instituto Pestalozzi (1926), instituição
especializada no atendimento às pessoas com deficiência mental; em 1954, é
fundada a primeira Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE; e, em
1945, é criado o primeiro atendimento educacional especializado às pessoas com
superdotação na Sociedade Pestalozzi, por Helena Antipoff.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mais
recentemente, citamos a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as
Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência (Convenção
da Guatemala – 1999) e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência, das Nações Unidas.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
século XX a assistência e a qualidade do tratamento dado não só para pessoas
com deficiência como para população em geral tiveram um essencial avanço. No
caso das pessoas com deficiência, o contato direto com elevados contingentes de
indivíduos com sequelas de guerra exigiu uma série de medidas. A atenção às
crianças com deficiência também aumentou, com o desenvolvimento de
especialidades e programas de reabilitação específicos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: none black 1.0pt; mso-border-alt: none black 0cm; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;&quot;&gt;

&lt;div class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;border: none; line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-border-alt: none black 0cm; mso-padding-alt: 0cm 0cm 0cm 0cm; mso-pagination: widow-orphan; padding: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
período entre Guerras, na Grã-Bretanha, na França e também nos EUA houve
desenvolvimento de programas, centros de treinamento e assistência para
veteranos de guerra. Depois da II Guerra, esse movimento se intensificou dado o
elevado contingente de amputados, cegos e outras deficiências físicas e
mentais, o tema ganha relevância política no interior dos países e também
internacionalmente, no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU). Dessa
forma as pessoas com deficiência passariam a ser objeto do debate público e
ações políticas, assim como outras questões de relevância social, embora em
ritmos distintos de um país para o outro.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Assim,
no século XX, os indivíduos com deficiências começaram a ser considerados
cidadãos com seus direitos e deveres de participação na sociedade, entretanto,
ainda numa abordagem assistencial. Com o surgimento da Declaração Universal dos
Direitos Humanos, iniciam-se os primeiros movimentos organizados por familiares
desses indivíduos. Movimentos esses que eram norteados pelas críticas à
discriminação.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em
suma, nesse panorama histórico buscamos resgatar elementos para uma visão geral
sobre as pessoas com deficiência. Da execução sumária ao tratamento humanitário
passaram-se séculos de história, numa trajetória irregular e heterogênea entre
os países. A vista disso, é possível visualizar uma tendência de humanização
desse grupo populacional. Apesar que, até nos dias de hoje, existem exemplos de
discriminação e/ou maus-tratos, o amadurecimento das civilizações e o avanço
dos temas ligados à cidadania e aos direitos humanos provocaram, sem dúvida, um
novo olhar em relação às pessoas com deficiência.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
Brasil ainda faltava pôr em prática as discussões internacionais sobre o
assunto deficiência. Contudo, o enfoque dado para este contexto assistencial
era a de que a institucionalização representava um custo para o sistema que,
por sua vez, tinha o interesse no discurso da autonomia e da produtividade.
Este também deveria atender os direitos humanos, principalmente os da minoria.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De
acordo com Jannuzzi (2004) a defesa da educação dos deficientes foi feita em
função da economia dos cofres públicos e dos bolsos dos particulares. Desta
forma, seriam evitados os manicômios, os asilos e as penitenciárias. Por fim,
esses indivíduos seriam inclusos ao trabalho. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em
conformidade com Aranha (2001) surge um outro paradigma: O Paradigma de
Serviços. O objetivo dessa abordagem pela (American National Association of
Rehabilition Counseling – A.N.A.R.C., 1973) era o de “ajudar pessoas com
deficiência a obter uma existência tão próxima ao normal possível, a elas
disponibilizando padrões e condições de vida cotidiana próxima às normas e
padrões da sociedade”.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esse
novo paradigma provocou muitas discussões entre acadêmicos. Percebia-se que a
integração sozinha não seria suficiente para resolver o problema da segregação.
Nesse sentido para Aranha (2001), a luta pela defesa dos direitos humanos e
civis dos indivíduos com deficiência baseou-se na ideologia da normalização,
favorecendo tanto o afastamento da pessoa das instituições, como os programas
comunitários para o atendimento de suas necessidades (p.14).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aparecem
dessa forma as contradições do sistema sociopolítico-econômico vigente na
década de 60. Evidenciando-se a diminuição das responsabilidades sociais do
Estado. Nesse caso, manter a população na improdutividade e na segregação
custava muito ao sistema. Assim, surgiram entidades planejadas para desenvolver
meios para que estes indivíduos pudessem voltar ao sistema produtivo com
treinamento e educação especial. Desse modo, eles estavam preparados para o
trabalho, e envolvia o conceito da integração.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com
a dificuldade de integração devido a alguns fatores principalmente do papel da
sociedade em se reorganizar para garantir o acesso de todos, surge o Paradigma
do Suporte. Para Aranha (2001), esse paradigma parte da hipótese de que
indivíduos com deficiência têm direito à convivência não segregada e ao acesso
aos recursos disponíveis aos demais cidadãos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na
década de 90 o novo paradigma Inclusão Escolar surge, então, com um novo modelo
de atendimento escolar e é uma reação contrária ao princípio de integração.
Porém, a efetivação prática deste novo paradigma vem gerando muitas discussões e
argumentações. Miranda (2003) afirma que existe o reconhecimento de que,
trabalhar com classes heterogêneas, traz inúmeros benefícios para o
desenvolvimento da criança deficiente e também para as crianças não
deficientes, porque elas vivenciam a troca e a cooperação por meio das
interações humanas. Entretanto, para que isso ocorra é necessária uma nova
concepção de escola, de aluno, assim como uma nova compreensão sobre ensinar e
aprender.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Contudo
o mesmo autor alude que a efetivação da prática educacional inclusiva não será
garantida por meio de leis, de decretos que obriguem as escolas regulares a
aceitarem os alunos com necessidades especiais. Somente a presença física do
aluno deficiente, na classe não é garantia de inclusão. A escola deve estar
preparada para trabalhar com os alunos, independente das diferenças ou
características individuais deles.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A
ideia de que educação inclusiva possa dispensar a Educação Especial parece
equivocada, pois pesquisas vêm mostrando a relevância do trabalho colaborativo
entre ambas No entanto, a inclusão ainda é vista como responsabilidade da
Educação Especial e não como um conjunto de medidas que o sistema de ensino
como um todo, de maneira interdisciplinar, deveria adotar para efetivar tal proposta.
&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Século XXI: Paradigma de
Suporte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foi
baseado nestas ideias que surgiu o terceiro paradigma de Suporte. Nele
pressupõe-se de que a pessoa com deficiência tem direito à convivência não
segregada e ao acesso aos recursos disponíveis aos demais cidadãos. Dessa
forma, fez-se necessário identificar o que poderia garantir tais prerrogativas.
&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
Paradigma de Serviços, onde se contextualiza a ideia da integração,
pressupõe-se o investimento principal na promoção de mudanças no indivíduo, na
direção de sua normalização. Já no Paradigma de Suportes, onde o norte é a
ideia da inclusão, são previstas intervenções tanto no processo de
desenvolvimento do sujeito quanto no processo de reajuste da realidade social,
através de suportes físicos, psicológicos, sociais e instrumentais, para que a
pessoa com deficiência possa imediatamente adquirir condições de acesso ao
espaço comum da vida na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A
inclusão dos deficientes na escola regular, da maneira que foi propagandeada, é
um reflexo do discurso do modelo social, porque pressupõe a inexistência da
deficiência em si, deslocando-a para a sociedade (Barros, 2005). Em 2000, o
Ministério da Educação propunha, a favor da inclusão de crianças deficientes no
ensino regular, atestando essa possibilidade para toda e qualquer criança
deficiente, sob um artifício generalizante que ignorava as especificidades de
uma ampla categoria e encobria suas manifestações de extrema gravidade, aquelas
não alcançáveis nem pela inclusão escolar, nem pelo otimismo do modelo social. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A
atenção às pessoas com deficiência tem sido mais efetiva na área da educação,
mas constitui um desafio para a organização dos serviços públicos de saúde, que
ainda apresenta reduzida oferta de serviços, difícil acesso, entre outros
problemas. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em
pesquisas recentes mostram que os professores necessitam de uma boa formação
para ensinar a todos e não especificamente os deficientes. Os professores têm demonstrado
dificuldades para trabalhar com os alunos em geral, não apenas com aqueles com
deficiência. Infelizmente, ainda não se tem uma clara definição das nossas
autoridades educacionais sobre a adoção de uma política verdadeiramente
inclusiva em nossas escolas regulares. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-pagination: widow-orphan;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Podemos afirmar que ainda existe uma ambiguidade na
direção dos atendimentos da educação especial. As principais tendências de
nossas políticas nacionais de educação especial até 1990 foram o atendimento
terapêutico e assistencial, em detrimento do educacional. O apoio do governo às
ações das instituições particulares especializadas nas deficiências continua
acontecendo, o que marca a visão segregativa da educação especial no Brasil. Se
a educação especial se protege, ao se mostrar temerosa por uma mudança radical
da escola, a educação regular se omite totalmente, passando pela questão muito
rapidamente, mas protegendo-se da mesma forma de toda de qualquer transformação
de seu trabalho nas escolas, alegando falta de preparo dos professores e de
condições funcionais para atender a todas as crianças, inclusive as que têm
deficiências.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-pagination: widow-orphan;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Percebe-se que, o percurso histórico das pessoas com
deficiência no Brasil, assim como em outras culturas e países, foi marcado por
uma fase inicial de eliminação e exclusão, passando-se por um período de
integração parcial através do atendimento especializado. Estas fases deixaram
marcas e rótulos associados às pessoas com deficiência, muitas vezes tidas como
incapazes e/ou doentes crônicas. Romper com esta visão, que implica numa
política meramente assistencialista para as pessoas com deficiência, não é uma
tarefa fácil. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-pagination: widow-orphan;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-pagination: widow-orphan;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Considerações finais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao
longo da história da humanidade, constata-se que houve uma radical mudança nos
tratamentos dispensados às pessoas com deficiência. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;;&quot;&gt;O que se tinha são
atribuições à causa da deficiência baseado em preconceito, discriminação,
misticismo e crenças que somente viriam a prejudicar o deficiente, ao
exclui-los, prendê-los ou pior eliminá-los como se não fossem seres humanos.
Infelizmente esses conceitos perduraram por longos anos, séculos, gerações e
diversas culturas, resistindo ao tempo, contexto histórico, religiosa, e até
social. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A
inclusão social das pessoas com deficiência representará a construção de um
novo paradigma de sociedade para todos, uma sociedade comprometida com as
minorias e que saberá interagir com a diversidade. O meio por excelência para
se tentar chegar a essa inclusão é a educação, ao passo que ela proporciona a
geração de conhecimento e de condutas apropriadas para esclarecer e emancipar
as pessoas desde a mais tenra idade, capacitando-as a conduzir os seus destinos
com base na valorização da dignidade humana e no compromisso solidário com toda
a sociedade.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para
tanto, é necessário promover a efetivação de políticas públicas capazes de
promover a inclusão das pessoas com deficiência de maneira adequada na escola –
seja regular ou especializada, como aumento do número de vagas em escolas
especializadas, formação adequada dos professores, material didático adequado e
condições de acessibilidade. Enquanto a sociedade não for inclusiva para
atender a diversidade total das necessidades da pessoa com deficiência não
haverá inclusão. As pessoas com deficiência precisam frequentar os serviços de
apoio para seu desenvolvimento, mas a sociedade também precisa se reorganizar
de forma a garantir o acesso da pessoa através das adaptações que se mostrem
necessárias.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 2.85pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;Referências&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 2.85pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 2.85pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Almeida, Ezelaide Viegas da Costa; Costa, Sabrina Lima da. A lei
de cotas e o direito ao trabalho da pessoa com deficiência. Revista Hiléia.
Manaus, n. 19, jul./dez 2012.Manaus: Universidade do Estado do Amazonas, 2013.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;American Association
on Mental Retardation [AAMR]. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;(2006). Retardo mental: definição, classificação e sistemas de
apoio (10 ed.). Porto Alegre: Artmed.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Aranha, Maria Salete F. (1995). Integração
social do deficiente: análise conceitual e metodológica. Temas em Psicologia,
2.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;______. (2001). Paradigmas da relação da
sociedade com as pessoas com deficiência. Revista do Ministério Público do
Trabalho, XI (21).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Barros, A. (2005). Alunos com deficiência nas
escolas regulares: limites de um discurso. Saúde e Sociedade, 14 (3).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Bueno, J.G. (2001). A inclusão de alunos
diferentes nas classes comuns do ensino regular. Temas sobre Desenvolvimento,
São Paulo, 9 (54).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Gugel, Maria Aparecida. Benefício da
prestação continuada e trabalho: Mudanças da Lei N° 12.470, de 31 de agosto de
2011. Disponível em: &lt;http: p=&quot;2050&quot; v1=&quot;&quot; www.ampid.org.br=&quot;&quot;&gt; Acesso em 20 de
fabr. 2017.&lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;______. Maria Aparecida. A pessoa com
deficiência e sua relação com a história da humanidade. 2008. Disponível
em&lt;http: ampid=&quot;&quot; istoria.php=&quot;&quot; rtigos=&quot;&quot; www.ampid.org.br=&quot;&quot;&gt; &lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Acesso em: 20 abr. 2017.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Jannuzzi, Gilberta S. de M. A educação do
deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI. Campinas: Autores
Associados, 2004.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Mazzotta, Marcos José Silveira. Educação
especial no Brasil: história e políticas públicas. 5. ed. São Paulo: Cortez,
2005.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Miranda, Arlete Aparecida Bertolodo (2003). A
prática pedagógica do professor de alunos com deficiência mental. 2003. 672f.
Tese de Doutorado. Universidade Metodista, Piracicaba.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Mosquera, Carlos. Educação física para
deficientes visuais. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Pessotti, I. (1984). Deficiência mental: da
superstição à ciência. São Paulo: T.A. Queiroz.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Pletsch, M.D. (2009). Repensando a inclusão
escolar de pessoas com deficiência mental: diretrizes políticas, currículo e
práticas pedagógicas. Tese de Doutorado. Universidade do Estado do Rio de
Janeiro, Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Séguin, Maria Marta. O direito ao trabalho.
In ROBERT, Cinthia (org.) O Direito do deficiente. Rio de Janeiro: Lumen Juris,
1999.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; line-height: 150%;&quot;&gt;Silva, Otto Marque da. A Epopéia Ignorada: A
História da Pessoas Deficiente no Mundo de Ontem e de hoje. São Paulo:
Cedas,1987.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;

&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;

&lt;!--[endif]--&gt;

&lt;div id=&quot;ftn1&quot;&gt;

&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=7617139864214303076#_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Caracteresdenotaderodap&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;Caracteresdenotaderodap&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Nimbus Roman No9 L&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  São de duas ordens: naturais e
serviços. Os apoios naturais referem-se aos recursos usados pelo próprio
sujeito com deficiência e por sua família, para promover o seu desenvolvimento.
Os apoios baseados em serviços referem-se às estratégias usadas por
profissionais da educação, saúde e assistência social (AAMR, 2006).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/4557612575710467335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2017/06/as-pessoas-com-deficiencia-no-contexto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/4557612575710467335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/4557612575710467335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2017/06/as-pessoas-com-deficiencia-no-contexto.html' title='AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO CONTEXTO HISTÓRICO'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-3099935968270918833</id><published>2016-09-13T22:21:00.003-07:00</published><updated>2016-09-13T22:21:44.833-07:00</updated><title type='text'>Animação recria a destruição de Pompeia pelo vulcão Vesúvio</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe width=&quot;320&quot; height=&quot;266&quot; class=&quot;YOUTUBE-iframe-video&quot; data-thumbnail-src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/dY_3ggKg0Bc/0.jpg&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/dY_3ggKg0Bc?feature=player_embedded&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/3099935968270918833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2016/09/animacao-recria-destruicao-de-pompeia_13.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/3099935968270918833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/3099935968270918833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2016/09/animacao-recria-destruicao-de-pompeia_13.html' title='Animação recria a destruição de Pompeia pelo vulcão Vesúvio'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/dY_3ggKg0Bc/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-2828466109877893011</id><published>2016-01-28T17:35:00.001-08:00</published><updated>2016-01-28T17:35:06.090-08:00</updated><title type='text'>Boletim Conexões - Entrevista com estudantes secundaristas</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;270&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/O_5lDaq1Skw&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/2828466109877893011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2016/01/boletim-conexoes-entrevista-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/2828466109877893011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/2828466109877893011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2016/01/boletim-conexoes-entrevista-com.html' title='Boletim Conexões - Entrevista com estudantes secundaristas'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/O_5lDaq1Skw/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-1863141339053599277</id><published>2015-12-23T19:06:00.002-08:00</published><updated>2015-12-23T19:06:53.919-08:00</updated><title type='text'>NATAL, O QUE DIZ A BÍBLIA  </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #fff6e9; font-family: Oxygen; font-size: 16px; line-height: 27.2px;&quot;&gt;A festa de&amp;nbsp;natal, uma das maiores festas da cristandade, permanece, contudo, um dos fatos historicamente menos conhecidos, inclusive pelos cristãos. Sabe-se que Jesus Cristo não nasceu no dia 25 de Dezembro, e não há documento que indique em que dia, mês ou ano isso teria acontecido. Os Evangelhos não esclarecem muito a respeito. Eles sequer foram escritos à época em que o nascimento teria ocorrido. Suas autorias foram muito posteriores à morte de Jesus Cristo. Calcula-se que, por volta do ano 100, no máximo, os quatro Evangelhos já existiam, mas não eram os únicos. Há notícias de outros dez (ou mais), escritos ao longo do século II, entre eles o de Tomé, de Pedro, dos Hebreus e da Verdade. No final da década de 170, Taciano, o Assírio, reuniu os quatro evangelhos que se tornaram o texto padrão das igrejas cristãs da Síria até o século IV. No século V, porém, houve nova mudança, com supressão e acréscimos de trechos que levaram à definição de um novo “Novo Testamento”. Daí concluir-se que, o Novo Testamento que lemos hoje com a&amp;nbsp;história de Jesus, é um conjunto de livros que alguns bispos cristãos aprovaram e confirmaram mais de trezentos anos depois da morte de Jesus. Os Evangelhos Os quatro Evangelhos valeram-se das tradições orais acerca das&amp;nbsp;palavras e da história de Jesus Cristo, algumas das quais remontavam às memórias daqueles que o conheceram. O evangelho de Marcos é considerado, pelos especialistas, como o mais antigo dos quatro. E, no entanto, ele nada diz sobre o nascimento de Jesus, pois começa contando a história de Jesus com o seu batismo por João Batista. O evangelho de João também é reticente sobre o assunto. Os outros dois evangelhos trazem informações sobre o nascimento. O de Mateus situa o nascimento de Jesus em Belém e o relaciona aos últimos anos do rei Herodes, o Grande. O evangelho de Lucas faz o mesmo mas traz duas informações novas: o recenseamento decretado pelo imperador romano e realizado quando Quirino era governador da Síria. ‘Naqueles dias César Augusto publicou um decreto ordenando o recenseamento de todo império romano. Este foi o primeiro recenseamento feito quando Quirino era governador da Síria.” (Lucas, 2: 1-2). Jesus na manjedoura. Iluminura do Deliciarum Hortus de Herrad de Landsberg, séc. XII. Os contemporâneos de Jesus O nascimento de Jesus liga-se, portanto a pessoas e fatos históricos: o imperador César Augusto, o rei Herodes, o governador Quirino e o recenseamento da população do império. Cruzando esses dados pode-se determinar, afinal, quando Jesus Cristo nasceu. Vamos examinar brevemente cada um deles. César Augusto: primeiro imperador de Roma, Caio Otávio César Augusto, governou de 27 aC. a 14 d.C. Portanto, o nascimento e a infância de Jesus coincidem com o reinado de Augusto, como afirma o Evangelho de Lucas. Quirino, governador da Síria: segundo o historiador judaico-romano Flávio Josefo (c.37-c.95), Quirino tornou-se governador da Síria, com autoridade sobre a Judéia, no ano 6 d.C. Não tem como contestar a informação de Josefo, pois foi um fato crucial para a história judaica: naquele ano a Judéia passou a ficar submetida ao controle direto de Roma. Herodes, o Grande: rei da Judéia, Galileia e Samaria de 40 a.C. até sua morte, ocorrida em 4 a.C., ano um pouco antes do eclipse da Lua, datado pelos astrônomos entre 12-13 de março daquele ano. O evangelho de Mateus também informa que Jesus nasceu no tempo do rei Herodes, o Grande (Mateus 2:1) e, que, devido a ordem do massacre dos inocentes, José, Maria e Jesus fugiram para o Egito onde ficaram até a morte de Herodes (Mateus 2: 15). Temos aqui incoerências nas datações: o evangelho de Lucas presume que Quirino e Herodes tenham sido contemporâneos, quando, na verdade, estavam separados por, no mínimo dez anos. O evangelho de Mateus afirma que a família sagrada ficou no Egito até a morte de Herodes mas, este morreu antes de Jesus nascer. Assim, as informações sobre os governos da época não esclarecem, ao contrário, criam problemas para determinar a data de nascimento de Jesus. O recenseamento José e Maria em Belém para o censo. Mosaico, Igreja Chora, Istambul. O evangelho de Lucas afirma que José junto com Maria, já grávida, viajou de Nazaré (na Galileia) para Belém (na Judeia) para se registrar (Lucas 2:4-5). Este recenseamento é um dos problemas mais difíceis para os estudiosos da Bíblia. Não há qualquer documento informando sobre um recenseamento no tempo de Herodes, o Grande. E mais: é duvidoso que o imperador Augusto tenha emitido um decreto determinando um recenseamento universal, isto é, de todo império romano. Há três grandes recenseamentos bem documentados que foram ordenados por Augusto: em 28 a.C., em 8 a.C. e em 14 d.C. Mas nenhum deles, porém, foi decretado para todo o império. E, ainda, eles se limitavam aos cidadãos romanos e José, sendo judeu, não era cidadão romano. Flávio Josefo informa que na Judéia, sob o governo de Quirino, houve um recenseamento local realizado no ano 6 d.C., quando a província saiu das mãos da família Herodes para o governo direto de Roma. De fato, este foi o primeiro recenseamento de Quirino (como afirma o evangelho de Lucas) mas ocorreu quando Herodes já estava morto havia dez anos. Um dado intrigante nesse episódio, é a presença de Maria acompanhando José ao suposto recenseamento. Não havia necessidade de ela registrar-se junto com o marido. Bastava um dos moradores de cada casa fazer as declarações devidas. Estranha-se o fato de Maria fazer uma viagem desnecessária estando no final de uma gravidez. Outro dado confuso é o fato da Galileia, à diferença da Judeia, permanecia sob um governo independente no ano 6 d.C. e, portanto, não estava sujeita a qualquer censo ou tributo romano. Este fato é confirmado por Josefo, por outros historiadores e pelas moedas correntes na época. Como galileu, José de Nazaré estava isento de ir à Belém para se registrar. A história de Lucas é historicamente impossível e internamente incoerente. O evangelista não estivera presente nos primeiros anos de Jesus, como ele mesmo confessa (Lucas, 1: 1-2); escreveu a partir do que ouvira contar talvez trinta anos ou mais depois da morte de Jesus. A estrela de Belém Reis magos. Mosaico, c.565, Basílica de Santo Apolinário Novo, Ravena, Itália. O evangelho de Mateus menciona o aparecimento de uma estrela à época do nascimento de Jesus e que acompanhou os reis magos até o local onde estava o recém-nascido. O que diz a astronomia e os registros históricos a respeito? A “estrela de Belém” citada por Mateus poderia ser um cometa, fenômeno que os antigos observavam com frequência. No outono de 12 a.C., há registros de que um cometa foi visto nos céus de Roma e também na Judeia, o que foi considerado um fato benéfico de indicação dos deuses exaltando o templo de Herodes, recém-concluído. Registros astronômicos chineses também se referem a este cometa. Segundo os astrônomos, o cometa de 12 a.C. era uma aparição grande e brilhante do cometa de Halley, visto pela última vez em 1985-1986. Esse é o único registro de cometa na época. Reis magos Mateus menciona, também, a visita de “magos vindos do Oriente”, guiados pela estrela, e trazendo presentes de ouro, incenso e mirra (Mateus, 2:1-12). Não os identifica como reis, não fornece os seus nomes e sequer diz quantos são. Também não deixa claro quando isso ocorreu, isto é, quanto tempo depois do nascimento de Jesus. Os magos levam presentes ao menino Jesus. Afresco em igreja ortodoxa, Capadócia, Turquia. Segundo a tradição do catolicismo ortodoxo da Síria, foram doze reis magos. Os cristãos chineses afirmam que um sábio chinês também visitou o menino Jesus. Esses exemplos mostram como a tradição ganhou contornos locais. Os nomes dos magos permaneceram desconhecidos até o século VI quando foi descoberto o manuscrito Excerpta Latina Barbari, de Alexandria: eram Melchior, Gaspar e Baltazar. O catolicismo etíope e o armênio, contudo, não concordam com esses nomes e batizaram os magos com outros nomes. Foi somente no século IX, que o catolicismo ocidental associou os reis magos a regiões do mundo antigo: Melchior, rei da Pérsia; Gaspar, rei da Índia; Baltazar, o único negro, rei da Arábia. Enfim, a história de Mateus sobre a estrela de Belém e os reis magos não se confirma historicamente. Possivelmente foi uma maneira de engrandecer o nascimento de Jesus tornando-o a realização das profecias judaicas sobre a vinda de um Messias: “Que os reis de Társis e das regiões litorâneas lhe tragam tributos; os reis de Sabá e de Sebá lhe ofereçam presentes. Inclinem-se diante dele todos os reis, e sirvam-no todas as nações”(Salmo 72, 10-11). &amp;nbsp; “Eu o vejo, mas não agora; eu o avisto, mas não de perto. Uma estrela surgirá de Jacó; um cetro se levantará de Israel (Números, 24:17). Conclusão da origem do natal Foi só em meados do século IV d.C. que os cristãos começaram a celebrar a festa de&amp;nbsp;natal no dia 25 de Dezembro. Naquele século, eles puderam exercer abertamente seus cultos pois o cristianismo fora liberado no império romano (Edito de Milão, em 313) e, depois, oficializado (Edito de Teodósio, em 380). A escolha do dia 25 de Dezembro foi intencional: era uma forma de cristianizar uma festa pagã extremamente popular na época: as Saturnálias, realizadas em homenagem ao deus Saturno. Os cristãos deram um novo significado às comemorações. Contudo, nem todos os cristãos concordaram. Na parte oriental do Império, foi fixado o 6 de Janeiro como data de nascimento de Jesus, dia de outra festa pagã destinada às crianças. Portanto, o Natal foi estabelecido no calendário cristão, não devido a uma certeza, mas por um conflito, uma batalha de festividades travada entre os cristãos e a maioria pagã. Jesus entre os profetas Isaias e Ezequiel, 1308-1311, Galeria Nacional, Londres. Fonte FOX, Robin Lane. Bíblia, verdade e ficção. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Oxygen; line-height: 27.2px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: #fff6e9; font-family: Oxygen; font-size: 16px; line-height: 27.2px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 27.2px;&quot;&gt;Obrigado por compartilhar. Lembre-se de citar a fonte: http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/natal-o-que-diz-a-biblia/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/1863141339053599277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/12/natal-o-que-diz-biblia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/1863141339053599277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/1863141339053599277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/12/natal-o-que-diz-biblia.html' title='NATAL, O QUE DIZ A BÍBLIA  '/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-2373919657995545738</id><published>2015-12-23T17:42:00.001-08:00</published><updated>2015-12-23T17:42:19.127-08:00</updated><title type='text'>Higiene feminina na Inglaterra Tudor</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Uma pergunta frequentemente feita é como que as mulheres lidavam com a menstruação no século XVI? Assim como hoje, era uma parte da vida que tinha de ser tratada. Não há duvidas de que o início da menstruação marcava uma importante etapa na transição da infância para a idade adulta no quesito de casamento. A idade de consentimento, definido normalmente entre 12 e 14 em toda a Europa, parece compatível com a chegada da menarca. Era também uma questão que mudava de classe para classe, uma vez que é necessário um certo percentual de peso e gordura corporal para acontecer o primeiro período. As mulheres das classe mais alta, levando vidas menos ativas e comendo proporções maiores de carne começavam seus ciclos mais cedo e sangravam mais. Margaret Beaufort claramente menstruou antes de sua adolescência, já que ela deu à luz ao futuro Henrique VII com 13 anos em 1457.&lt;/div&gt;
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As mulheres de classe mais baixa, que tinham uma vida mais ativa fisicamente e sua dieta era composta por mais legumes, começavam seus ciclos mais tarde, um fato que é confirmado nas estatísticas relacionadas com a idade da mulher no casamento, embora estes também sejam determinados por muitos outros fatores econômicos e sociais. As mulheres de todas as classes teriam de recorrer a remédios de ervas. Um texto de 1476 incluía receitas para induzir a menstruação como uma mistura de soda, figos, sementes de alho, mirra, unguentos de lírio e polpa de pepino misturado no leite. Estes poderiam ser bebidos ou inseridos na vagina em pessários de lã macia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
De acordo com Ninya Mikhaila e Jane Malcolm-Davies há um silêncio quase completo de registro sobre as práticas de como lidar com a menstruação. Sabe-se que a palavra que denominava menstruação na Era Tudor era ‘flor’, e que mulheres menstruadas usavam noz-moscada e ramalhetes para esconder os odores decorrentes, já que o poder corrosivo dos fluídos reprodutivos femininos, transmissíveis através do cheio, constituíam um medo real na época. Para conter um fluxo intenso, as mulheres eram aconselhadas a tirar um pouco do pelo de um animal e prendê-la em uma árvore ‘verde’, ou seja, nova. Outro remédio que tinha sua eficácia ‘comprovada’ era ferver um sapo em uma panela e usá-lo em uma bolsa em torno da cintura. Certos tipos de musgos também eram usados para absorver o fluxo de sangue decorrentes de feridas, e podem ter sido usados por mulheres para também estancar o fluxo. Chumaços de algodão eram usados para limpar os órgãos femininos, por dentro e por fora.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;alignright  wp-image-8098&quot; height=&quot;572&quot; src=&quot;http://boullan.files.wordpress.com/2013/03/anne-hompton.jpg?w=338&amp;amp;h=572&quot; style=&quot;background: transparent; border: none; display: inline; float: right; height: auto; margin: 7px 0px 5px 20px; max-width: 100%; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot; title=&quot;Anne Hopton e seus filhos.&quot; width=&quot;338&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os ensinamentos da Igreja englobavam uma variedade de crenças na natureza desagradável e potencialmente prejudicial do sangue menstrual. Era um castigo de Deus que todas as mulheres tinham de suportar, como resultado da tentação de Eva, portanto não era permitido aliviar as dores da cólica e do sofrimento, pois eram parte do plano divino. Mulheres santas normalmente jejuavam e constatando que seus períodos pararam, interpretavam isso como um sinal divido ao invés de uma resposta de seu corpo à sua dieta restrita. Em alguns locais, os casais deveriam se abster das relações sexuais durante o período, e qualquer criança concebida nesse período nasceria ruiva e frágil.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O sangue menstrual também era temido pelos homens como uma representante das forças corrosivas do poder feminino. Uma crença afirmava que o sangue poderia prejudicar o pênis caso esse entrasse em contato, ou que ele poderia ser usado como uma poção de amor. Ele tinha o poder&amp;nbsp; de transformar vinho novo em azedo, fazer cair frutas das árvores, matar colmeias, dar raiva aos cães e deixar as colheitas estéreis. A crença mais estranha provavelmente é a de que uma criança em um berço poderia ser envenenada pelo olhar de uma velha em menopausa, pois o acúmulo de sangue a levaria a soltar vapores venenosos pelos olhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
As funções do corpo da mulher eram misteriosas até para o mais educado dos homens. Os antropólogos modernos observaram que a preocupação excessiva com a menstruação era uma características de muitos nascimentos. Não só a menstruação regular indicava fertilidade, mas havia uma teoria de que os humores excessivos das mulheres e que o acúmulo de resíduos corporais eram liberados pela menstruação. Se isso não acontecesse, os resíduos acumulavam e causavam doenças. Uma mulher velha que já não menstruava era uma problema grave de segurança, uma vez que os humores em excesso e os resíduos poderiam ser capazes de envenenar as crianças e homens que entravam em contato com ela.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Os cirurgiões medievais e Tudor não compreendiam plenamente o papel que a menstruação tinha no ciclo reprodutivo da mulher, pois elas possuíam versões imperfeitas ou invertidas dos órgãos reprodutivos masculinos, pois sua ‘semente’ fria e úmida se misturaria com a ‘semente’ quente e seca do masculino, resultando na concepção. A menstruação era vista como um método do corpo de derramar sangue desnecessário, que era acumulado no corpo, sem o qual o útero transbordaria de líquidos e poderia asfixiar ou sufocar uma mulher. Desse modo, a abertura de uma veia ou de qualquer outra parte do corpo era considerado o mesmo que um sangramento menstrual, um meio de remoção dos líquidos perigosos. Desse modo, o sangramento também era um modo de evitar o desenvolvimento de características masculinas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;alignleft size-full wp-image-8096&quot; src=&quot;http://boullan.files.wordpress.com/2013/03/filhos-de-henrique-vii.jpg?w=560&quot; style=&quot;background: transparent; border: none; display: inline; float: left; height: auto; margin: 7px 20px 5px 0px; max-width: 100%; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot; title=&quot;Príncipe Henrique, Príncipe Artur e Margaret Tudor. Royal Collection em Kensington Palace. &quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na outra extremidade, o início da menopausa parece ter sido muito mais cedo do que é hoje. Os padrões dos partos das mulheres de classe alta sugerem que isso aconteceu em meados dos quarenta anos. A menopausa de Catarina de Aragão veio em 1525/1526, quando ela tinha quarenta anos, depois de seis concepções. Para muitos, a morte normalmente seguia os partos, e quem concebia mais de 10 crianças normalmente não engravidava mais após os trinta e tantos ou quarenta anos. Maria, a irmã mais nova de Henrique VII, teve quatro filhos com a idade entre 20 e 27 anos, e morreu uma década depois. Sua irmã mais velha, Margaret, se saiu melhor, tendo seu sétimo filho aos 26 anos e sobrevivendo por mais 26 anos. Elizabeth de York, Duquesa de Suffolk, teve pelo menos 11 filhos entre seus 18 e 36 anos. A cessão definitiva do período menstrual e a chegada da menopausa deixavam as mulheres mais vulneráveis a certas doenças, assim como hoje. A Trotula de Salerno escreveu que uma mulher que deixava de menstruar deveria começar a fazer jejuns e comer boa comida e bebida, para deixar seu sangue bom.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Outras crença diziam que a falta da menstruação de uma mulher a tornava mais masculina e propensa a muitas formas de loucura e convulsões.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Voltando ao aspecto puramente prático da menstruação, as mulheres de todas as classes precisavam de alguma coisa para absorver o fluxo de sangue. Traduções do século XVI da Bíblia (Isaías, capítulo 3, versículo 22) menciona o uso de panos para a menstruação e pistas adicionais podem ser obtidas através de contas da rainha Elizabeth onde há dezenas de menções a ‘muitos vallopes, todos de finos tecidos holandeses’, junto com outros itens de linho simples.&lt;/div&gt;
&lt;a href=&quot;http://boullan.files.wordpress.com/2013/03/sanitary-belts.jpg&quot; style=&quot;background: transparent; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-style: none; color: #dd7a05; cursor: pointer; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Sanitary Belts&quot; class=&quot;alignright  wp-image-8101&quot; height=&quot;169&quot; src=&quot;http://boullan.files.wordpress.com/2013/03/sanitary-belts.jpg?w=201&amp;amp;h=169&quot; style=&quot;background: transparent; border: none; display: inline; float: right; height: auto; margin: 7px 0px 5px 20px; max-width: 100%; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot; width=&quot;201&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por boa parte do século XX, pedaços de panos eram rasgados e colocados entre as pernas, sendo suspensos por algum tipo de cintos para mantê-los no lugar. É muito provável que as mulheres usassem um tipo não muito diferente dos ‘sanitary belts’ usados na Europa e nos EUA até a década de 1970: um tipo de cinto que tinha uma aba ligando a parte de frente à de trás, na qual um pedaço de pano era colocado na zona apropriada. Eles eram sempre lavados e reutilizados – não havia nenhum material descartável em tempos Tudor.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Outras sugestões recentes sugerem tampões de pano, untados com mel e óleo, presos por um laço ao redor da coxa. As pessoas que se envolviam em algum trabalho manual ou atividade física deveria ter alguma forma de segurar seus panos e ter certeza que eles permanecessem no lugar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
De qualquer modo, a menstruação era um importante rito de passagem em uma era que colocava um alto valor na fertilidade, e também eram uma fonte de vergonha e inconveniência. Normalmente, porém, este paradoxo se encaixa muito bem na história do sexo feminino, com as mulheres sendo incentivadas a definir seus corpos através dos olhos masculinos e perderem a posse sobre suas próprias funções naturais. As mulheres medievais e Tudor não registraram suas experiências, no entanto, para as mulheres de todas as classes e idades, a menstruação era uma parte necessária da vida e que a sociedade era dependente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Bibliografia:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
GRUENINGER, Natalie. ‘&lt;a href=&quot;http://onthetudortrail.com/Blog/2011/07/13/womens-hygiene-in-tudor-england/&quot; style=&quot;background: transparent; border: none; color: #dd7a05; cursor: pointer; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Women’s Hygiene in Tudor England&lt;/a&gt;‘. Acesso em 30 de Março de 2013.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
‘&lt;a href=&quot;http://queryblog.tudorhistory.org/2008/04/question-from-beth-womens-underwear-and.html&quot; style=&quot;background: transparent; border: none; color: #dd7a05; cursor: pointer; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Women’s underwear and menstruation&lt;/a&gt;‘. Acesso em 30 de Março de 2013.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
LICENCE, Amy. ‘&lt;a href=&quot;http://authorherstorianparent.blogspot.com.br/2012/12/to-bring-on-flowers-medieval-women.html&quot; style=&quot;background: transparent; border: none; color: #dd7a05; cursor: pointer; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;To Bring on the Flowers: Medieval Women Menstruating&lt;/a&gt;‘. Acesso em 30 de Março de 2013.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
‘&lt;a href=&quot;http://www.gallowglass.org/jadwiga/herbs/WomenMed.html&quot; style=&quot;background: transparent; border: none; color: #dd7a05; cursor: pointer; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Women and Medicine in the Middle Ages and Renaissance&lt;/a&gt;‘. Acesso em 30 de Março de 2013.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: rgb(255, 255, 255); border: none; color: #666666; font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin-bottom: 20px; margin-top: 13px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://boullan.org/2013/03/30/higiene-feminina-na-inglaterra-tudor/&quot;&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/2373919657995545738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/12/higiene-feminina-na-inglaterra-tudor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/2373919657995545738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/2373919657995545738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/12/higiene-feminina-na-inglaterra-tudor.html' title='Higiene feminina na Inglaterra Tudor'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-1976950617323074284</id><published>2015-12-22T18:22:00.000-08:00</published><updated>2015-12-22T18:22:28.452-08:00</updated><title type='text'>HISTÓRIA DA AMÉRICA E A BNCC</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quem se debruça sobre o componente de História na BNCC logo perceberá que grande parte da história da humanidade não foi contemplada. A história da Antiguidade, da Idade Média, está ausente. A história da Idade Moderna e da Idade Contemporânea está sub-representada. A Europa moderna aparece em função das &quot;conquistas&quot; da América e da África. Pretende-se com esses recortes dois objetivos: primeiro trazer para o aluno um mundo mais próximo e portanto mais fácil de ser aprendido, e segundo escapar às visões eurocêntricas que tem impregnado o ensino de história desde que este constitui parte dos currículos escolares. Começaremos por este último objetivo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Como diz Edgardo Lander, com o colonialismo na América inicia-se não apenas a organização colonial do mundo, mas –simultaneamente– a constituição colonial dos saberes, das linguagens, da memória, e do imaginário. &quot;Dá-se início ao longo processo que culminará nos séculos XVIII e XIX e no qual, pela primeira vez, se organiza a totalidade do espaço e do tempo –todas as culturas, povos e territórios do planeta, presentes e passados– numa grande narrativa universal&quot; (LANDER, 2005). O pensamento crítico tem abordado nas últimas décadas estas questões, seja reunido em torno do pós-colonialismo, do pós-ocidentalismo, da perspectiva sul-sul ou por outros modelos e teorias, e isso tem sido levado às salas de aula das universidades e às abordagens das pesquisas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
A interpretação do Michel Rolph Trouillot sobre a independência do Haiti pode inscrever-se nessa trajetória. Trouillot colocou Haiti no centro do debate sobre os processos políticos e sociais americanos. Ele categorizou a independência do Haiti como um &quot;não evento&quot;. Segundo o autor os contemporâneos do processo não podiam compreender a revolução em seus próprios termos porque ela não se encaixava na realidade e nas categorias dos homens da Ilustração. A possibilidade de que os &quot;negros&quot; de uma colônia francesa pudessem pensar a liberdade e atuar para assegurar seus direitos como homens era inconcebível dentro da ordem ontológica, compartilhada por boa parte do mundo ocidental. A ordem ontológica com a qual os europeus classificavam o mundo reservava aos povos não europeus um lugar inferior ao deles. Esse lugar em que os outros podiam ser situados dependia de uma escala com diferentes graus de humanidade. Aos povos africanos correspondia um dos graus inferiores dessa escala. Essa representação do mundo tinha sido criada pelo pensamento cristão e renascentista, e reeditada pelo Iluminismo e pelo pensamento científico. Mas a evidência empírica demonstrava outra coisa, demonstrava que os escravos de Saint-Domingue, a colônia que se transformaria em Haiti, atuavam politicamente. (Trouillot, 1995) A incapacidade para compreender os acontecimentos de Saint-Domingue, a ponto de negá-los, deveu-se a fato de que rompia com os três discursos mais problemáticos da modernidade: a escravidão, a colonização e a raça. Uma das perguntas que se faz Trouillot é: podem narrativas históricas dar conta de eventos que são inverossímeis para o mundo no qual acontecem?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nós nos perguntamos como poderia ser operacionalizada esta análise sem conhecer o pensamento da Renascença e da Ilustração. Excluir o conhecimento dos processos históricos europeus desde a antiguidade até o período da expansão ultramarina portuguesa (porque a ênfase é em Portugal) em lugar de gerar pensamento crítico capaz de analisar, desnudar e interpretar o eurocentrismo, nos deixará sem ferramentas para sua crítica. O que deve mudar é o ponto de vista. Não ficarmos cegos. Não devemos trocar um etnocentrismo por outro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
E aqui chegamos a outro ponto dos que queremos abordar. Os problemas da BNCC não se reduzem às ausências, também as presenças são questionáveis. História da América é uma das áreas que está presente nesta proposta que, parafraseando a Von Martius, propõe ensinar a história do Brasil como a história da formação de seu povo, incluindo nesta formação a &quot;mescla das raças&quot;: índios, africanos e portugueses. Daqui se infere que África e América ganharam destaque quantitativo, mas não qualitativo. América aparece em função do Brasil, assim como Brasil aparece frequentemente fora da América. E os índios? Por vezes são brasileiros, por vezes americanos. Reconhecidos politicamente quando organizados em movimentos sociais (CHHI7FOA090) ou em função da conquista (CHHI8FOA101), senão são atrelados a objetivos sobre mitos, cosmogonias, representações (CHHIMOA024). A diferenciação entre Incas e Tupis está dada pela forma de ocupação do território. As formas de organizações políticas no Brasil só são consideradas no período da colonização portuguesa (CHHI6FOA074).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
A &quot;conquista da América&quot; aparece em função da expansão ultramarina europeia (CHHI8FOA106) e não poderia ser de outra forma já que a base trabalha como conceito de conquista. Então, o mundo europeu, Renascença, artes e ciências ingressam em função do expansionismo europeu (CHHI8FOA107). A conquista e colonização tomam conta de grande parte da realidade americana entre os séculos XV e XIX, deixando pouco ou nenhum lugar para os processos de etnogênese (CHHI8FOA110, CHHI8FOA111). Como foi salientado por Henrique Estrada em sua apresentação da Jornada de Debate sobre a BNCC organizada pela ANPUH Rio, as respostas que se esperam do aluno já estão dadas na fórmula que anuncia o objetivo. Desta forma, com a resposta preconcebida o objetivo de aprendizagem não induz à pergunta ou ao questionamento, mas apenas conduz a confirmar a hipótese subjacente, como por exemplo no objetivo CHHI8FOA113: &quot;Compreender a Independência como um momento de reordenamento das relações de poder no interior do Brasil, por meio do estudo dos conflitos que demarcaram os primeiros momentos do país, tais como a Abdicação e a Cabanagem&quot;. Se bem que em todos os objetivos tiveram o &quot;cuidado&quot; de colocar o conteúdo específico como sugestão, precedidos de formulas como &quot;tais como&quot;, &quot;como por exemplo&quot; etc., o prescritivo está na enunciação que precede: &quot;compreender como um momento de reordenamento das relações de poder&quot;. Ainda sobre a questão das Independências, se bem que estas são inseparáveis da Revolução Francesa e da Revolução Liberal espanhola, o certo é que há dinâmicas atlânticas bem mais abrangentes, e dinâmicas continentais (andinas) que informam esse processo. A BNCC retoma uma visão totalmente eurocêntrica ao colocar a Revolução Francesa como centro de irradiação das revoluções pela independência (CHHI8FOA111); por que não as revoluções indígenas que estremeceram as Américas? Ou a revolução americana que antes impactou na Francesa?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Temos feito uma passagem rápida por alguns objetivos da BNCC para reafirmar que os problemas não são pontuais, mas dizem respeito a uma concepção de história.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Sobre o propósito das ausências (História Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea), que permitiriam apresentar ao aluno um mundo mais próximo, questionamos que seja possível ensinar alteridade sem considerar outros distantes no tempo e no espaço; alteridade do parecido a nós, não é alteridade. É subestimar o aluno.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Referências bibliográficas&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
LANDER, Edgardo. 2005. A colonialidade do saber eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
TROUILLOT, Michel-Rolph. 1995. Silencing the Past: Power and the Production of History. Boston: Beacon Press.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Graciela Bonassa Garcia - UFRRJ&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Jessie Jane Vieira de Souza – UFRJ&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Marcelo da Rocha Wanderley - UFF&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Maria Teresa Toribio Lemos – UERJ&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Maria Verónica Secreto - UFF&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Norberto O. Ferreras - UFF&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ronald Raminelli - UFF&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Vanderlei Vazelesk- UNIRIO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
João Márcio Mendes Pereira - UFRRJ&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Maria Elisa Noronha de Sá - PUC-Rio&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
Elisa Frühauf Garcia - UFF&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Lato, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Toda a história que vale é do futuro.&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;background-color: whitesmoke; font-family: georgia, serif; font-size: 12px; line-height: 18px;&quot;&gt;”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: whitesmoke; font-family: georgia, serif; font-size: 12px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/3229532707213124035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/12/historiador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/3229532707213124035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/3229532707213124035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/12/historiador.html' title='Historiador'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-8632563574816812578</id><published>2015-10-11T10:25:00.001-07:00</published><updated>2015-10-11T10:25:50.040-07:00</updated><title type='text'>Castelo Sant&#39;Angelo - Roma</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; 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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
Sabe aquela Cleópatra dos filmes que você assistiu? Aquela de pele branquinha e olhos azuis? Então, trate de esquecer essa imagem porque ela nunca existiu. Estudos recentes já provaram que a grande Cleópatra VII tinha aparência mulata e olhos escuros, sendo assim, essa imagem branquela com a qual nos acostumamos não passa de uma ilusão cinematográfica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
Não só a aparência dela vem sendo estudada, mas também outros fatores de sua vida pessoal. As descobertas não param e realmente chamam muito a atenção. Por exemplo, a bela rainha egípcia não era do Egito. Isso mesmo, você não leu errado. A poderosíssima nasceu em terras egípcias, só que na verdade sua família era grega com descendência macedônica de Ptolomeu, general de Alexandre, o Grande.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando o assunto eram generais, por acaso, a bela rainha tinha experiência. Nem mesmo os homens mais poderosos de Roma resistiram a sua inteligência, conversa cativante, voz adocicada e carisma encantador. Tanto que ela teve um filho de Júlio Cezar e, mais tarde, se tornou amante de Marco Antônio durante uma paixão avassaladora que se manteve por mais de dez anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
Sua vida já foi retratada em mais de 77 peças de teatro, 45 óperas e cinco balés. Em todas as obras a beleza de Cleópatra é ressaltada, mas a verdade é que nunca foi encontrada uma representação confiável da rainha e por isso não sabemos como realmente era sua aparência. Poucas obras de arte produzidas enquanto ela estava viva possuem o seu nome como referência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em 51 a.C, quando Cleópatra VII chegou ao trono do Egito, ela possuía apenas 18 anos de idade e tinha a missão de manter sua família no poder numa época em que seus familiares vinham perdendo sua força política. A estratégia adotada pela jovem rainha foi garantir navios e cereais para os romanos se tornando útil e querida para eles.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
A grande ideia de se aliar a Roma comprovou que Cleópatra honrava a tradição de seus familiares ptolomeus, famosos por se manterem exuberantes no poder através da astúcia, derramamento de sangue, relações sexuais entre parentes próximos e assassinatos dos próprios pais. Ela era a herdeira de uma família grega que governou o Egito por quase 300 anos exibindo sua riqueza a todo custo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
O diferencial de Cleópatra é que foi a única de sua família que se preocupou em aprender o idioma egípcio e ousou se vestir com os trajes sagrados de uma das maiores rainhas egípcias. Ísis. Entretanto, essa aproximação com o povo egípcio era apenas uma de suas artimanhas de governante, pois ela não se preocupava com o povo do Egito, tanto que testava poções venenosas em prisioneiros.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando as tropas de Otaviano invadiram a cidade egípcia de Alexandria em 30 a.C, Cleópatra não fez questão de defender seu povo. Ao invés disso, ela se trancou em seu mausoléu junto com montanhas de ouro, prata, pérolas, obras de arte e tesouros que ela jurou queimar para que não fossem conquistadas pelo imperador romano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16.7999992370605px; text-align: justify;&quot;&gt;
Para se prevenir da prisão e da humilhação de perder seu trono, Cleópatra VII decidiu se suicidar com a picada de uma víbora venenosa. A partir deste momento ninguém conseguiu localizar o corpo da poderosa rainha. Atualmente &amp;nbsp;muitos arqueólogos dedicam suas vidas a procurar o sarcófago da última rainha do Egito, que provou sua esperteza até mesmo na hora da morte.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/3311829806973115720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/08/cleopatra-vii-ultima-rainha-do-egito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/3311829806973115720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/3311829806973115720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/08/cleopatra-vii-ultima-rainha-do-egito.html' title='Cleópatra VII, a última rainha do Egito'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgy095qb5l_PbyBeM3raTk2jfHT7ZFzuIU3LfQ6Sb2ayZliX9FCFNfQMNEZwCcuif5LmcdWUPiVImItzx5MhEPQxfTUzxezhy7SiuaSRRfC6XzPnv5ORhZJJzo5-z8peF1niWBD_CmFHrhH/s72-c/maxresdefault.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-7398246491345890517</id><published>2015-07-07T20:16:00.001-07:00</published><updated>2015-07-07T20:16:12.746-07:00</updated><title type='text'>Mistérios da Ilha de Páscoa</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Ilha de Páscoa fica na Polinésia oriental, ao sul do oceano Pacífico e constitui uma província do Chile. A Ilha de Páscoa é um dos lugares mais isolados do mundo, pois fica cerca de 3,7 mil quilômetros do continente chileno. O local também é conhecido como Rapa Nui (Ilha Grande).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/Mist%C3%A9rios-da-Ilha-de-P%C3%A1scoa.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.2s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #444444; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; transition: all 0.2s ease-in-out;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Mistérios da Ilha de Páscoa&quot; class=&quot;size-medium wp-image-98 alignleft tie-appear&quot; height=&quot;143&quot; src=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/Mist%C3%A9rios-da-Ilha-de-P%C3%A1scoa-300x143.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.4s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; display: inline; float: left; height: auto; list-style: none; margin: 5px 25px 5px 0px; max-width: 100%; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: all 0.4s ease-in-out; vertical-align: middle;&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Ilha de Páscoa é famosa no mundo todo por conta das estátuas de pedras gigantes, sobre as quais permanecem diversos mistérios. Além disso, no local foram encontradas escrituras fascinantes, conhecidas como Rongorongo e que nunca foram decifradas.&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Helvetica; font-size: 30px; font-weight: normal; line-height: 1em; list-style: none; margin: 25px 0px 10px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A colonização da Ilha de Páscoa&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/Mist%C3%A9rios-da-Ilha-de-P%C3%A1scoa-4.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.2s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #444444; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; transition: all 0.2s ease-in-out;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Mistérios da Ilha de Páscoa 4&quot; class=&quot;size-medium wp-image-100 alignleft tie-appear&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/Mist%C3%A9rios-da-Ilha-de-P%C3%A1scoa-4-300x200.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.4s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; display: inline; float: left; height: auto; list-style: none; margin: 5px 25px 5px 0px; max-width: 100%; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: all 0.4s ease-in-out; vertical-align: middle;&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A chegada de seres humanos ao local é uma das histórias mais fascinantes e pouco estudadas da humanidade: a colonização da Polinésia. Os povos do mar começaram a se espalhar pelas ilhas centenas de anos antes de Cristo. Com pouca tecnologia e navegando canoas eles começaram a colonizar as ilhas da região. Acredita-se que esses povos desbravadores vieram da Ásia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Europeus chegaram ao local apenas em 1722 (com o navegador holandês Jacob Roggeveen) e estima-se que as navegações de povos para a Ilha de Páscoa tenha começado muito tempo antes, em 1200 AC.&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Helvetica; font-size: 30px; font-weight: normal; line-height: 1em; list-style: none; margin: 25px 0px 10px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A agricultura&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/Mist%C3%A9rios-da-Ilha-de-P%C3%A1scoa-2.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.2s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #444444; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; transition: all 0.2s ease-in-out;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Mistérios da Ilha de Páscoa 2&quot; class=&quot;size-medium wp-image-101 alignleft tie-appear&quot; height=&quot;228&quot; src=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/Mist%C3%A9rios-da-Ilha-de-P%C3%A1scoa-2-300x228.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.4s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; display: inline; float: left; height: auto; list-style: none; margin: 5px 25px 5px 0px; max-width: 100%; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: all 0.4s ease-in-out; vertical-align: middle;&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Ilha de Páscoa possui formação vulcânica e por isso o terreno é extremamente fértil para plantações de todos os tipos. A ilha é apenas o topo de uma estrutura de 3 mil metros de rochas que se escondem no fundo do mar. Aliado com a tecnologia do povo Rapa Nui, o local virou rapidamente um espaço de produção de alimentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; line-height: 22px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Helvetica; font-size: 30px; font-weight: normal; line-height: 1em; list-style: none; margin: 25px 0px 10px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As estátuas gigantes&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As estátuas gigantes da ilha de Páscoa são conhecidas como Moai e possuem em média 4 metros de altura. São verdadeiros gigantes como forma humana, mas que ninguém sabe ao certo porque, nem como essas imagens foram construídas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A maior parte dos pesquisadores concorda que as esculturas foram construídas para serem usadas em rituais, fosse para homenagear os que já se foram ou em outros tipos de cerimônias religiosas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O maior mistério da presença dessas estátuas envolve a forma como foram construídas. Como é que os habitantes levantaram essas rochas pesadas? Como moveram essas peças ao redor da ilha em tempos tão remotos? Desde os anos 1980 pesquisadores vem realizando experimentos e estudando as possibilidades de construção e transporte dessas estátuas. Em 1987 o arqueólogo norte-americano Charles Love foi bem sucedido na sua experiência e conseguiu mover uma das réplicas que construiu com a ajuda de espécies de trenós. Dez anos depois outros arqueólogos conseguiram movimentar as estátuas com cordas, fazendo uma espécie de contra-peso no qual grupos de pessoas iam movimento o seu topo da direita para a esquerda, como uma espécie de gangorra.&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Helvetica; font-size: 30px; font-weight: normal; line-height: 1em; list-style: none; margin: 25px 0px 10px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Rongorongo&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O rongorongo é um sistema de glifos descoberto no século XIX na Ilha de Páscoa. Essa escrita até hoje não foi completamente decifrada apenas das inúmeras tentativas dos pesquisadores em fazê-lo. Na ocasião foram encontradas algumas placas de madeira com esses escritos, as quais estão espalhadas por instituições e coleções privadas pelo mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os habitantes da ilha de Páscoa eram os Rapa Nui, os quais possuíam uma língua própria que indica que “rongorongo” deve significar “recitar, declamar, cantar”. Os glifos são formados por contornos que remetem a animais, seres humanos, forma geométricas e plantas. Cada um deles mede cerca de 1 cm.&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Helvetica; font-size: 30px; font-weight: normal; line-height: 1em; list-style: none; margin: 25px 0px 10px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O fim dos habitantes da Ilha de Páscoa&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/Mist%C3%A9rios-da-Ilha-de-P%C3%A1scoa-3.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.2s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #444444; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; transition: all 0.2s ease-in-out;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Mistérios da Ilha de Páscoa 3&quot; class=&quot;size-full wp-image-102 alignleft tie-appear&quot; height=&quot;194&quot; src=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/Mist%C3%A9rios-da-Ilha-de-P%C3%A1scoa-3.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.4s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; display: inline; float: left; height: auto; list-style: none; margin: 5px 25px 5px 0px; max-width: 100%; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: all 0.4s ease-in-out; vertical-align: middle;&quot; width=&quot;259&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Muitas teorias especulam sobre o desaparecimento dos moradores locais. Algumas afirmam que o crescimento desenfreado do grupo e a devastação da mata original tenha levado a extinção de seus habitantes. Uma teoria curiosa diz que a ilha teria ficado infestada de ratos, já que seus predadores não mais existiam e havia um excesso de plantações. Essa praga fez com que o povo Rapa Nui não tivesse mais como plantar seus alimentos e que suas vidas ficasse muito mais complicada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Entretanto, a antropóloga Mara Mulroney diz que o povo Rapa Nui possuía tecnologias super desenvolvidas e entendia de engenharia agrícola como nenhuma outra civilização. O fim dessa cultura teria acontecido por motivos muito mais óbvios: a chegada dos europeus.&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Helvetica; font-size: 30px; font-weight: normal; line-height: 1em; list-style: none; margin: 25px 0px 10px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Como chegar na Ilha de Páscoa?&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ficou curioso e quer visitar o local? Muitos turistas visitam a ilha todos os anos. Existem diversas opções de hospedagem no local e a maior parte dos vôos sai do Chile.&amp;nbsp; Visitar o local é certamente a possibilidade de viver de perto uma incrível aventura e ter contato com um povo milenar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://misteriocurioso.com/2015/06/misterios-da-ilha-de-pascoa/&quot;&gt;Fonte:&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Droid Sans, Arial, Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 22px;&quot;&gt;http://misteriocurioso.com/2015/06/misterios-da-ilha-de-pascoa/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/7398246491345890517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/07/misterios-da-ilha-de-pascoa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/7398246491345890517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/7398246491345890517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/07/misterios-da-ilha-de-pascoa.html' title='Mistérios da Ilha de Páscoa'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-1887442176282917817</id><published>2015-07-07T20:13:00.001-07:00</published><updated>2015-08-21T16:14:06.580-07:00</updated><title type='text'>6 coisas que aconteciam no período medieval e te deixarão feliz por viver no século XXI</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O período medieval é conhecido também como a “Era das Trevas”. Os motivos são muitos. De maneira prática, não temos muitos registros desses anos já que o conhecimento era restrito, poucos sabiam ler e escrever.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;clear: right; color: black; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;período medieval&quot; class=&quot;wp-image-106 alignnone tie-appear&quot; src=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/per%C3%ADodo-medieval-300x150.jpg&quot; height=&quot;197&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.4s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; height: auto; list-style: none; margin: 0px; max-width: 100%; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; transition: all 0.4s ease-in-out; vertical-align: middle;&quot; width=&quot;356&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Muitos historiadores afirmam que esse foi um período de muita pobreza, as pessoas viviam pouco, as leis não eram seguidas e viver era no mínimo perigoso. Outros pesquisadores afirmam que a época nos trouxe muitas coisas boas e diversas pesquisas modernas foram iniciadas na Idade Média, ainda que não o devido crédito não seja dado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ol style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin: 0px 0px 20px 15px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; list-style: decimal outside; margin: 0px 0px 5px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;
Casamento&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; font-family: &#39;Droid Sans&#39;, Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;clear: right; color: black; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;casamento&quot; class=&quot;size-full wp-image-107 alignleft tie-appear&quot; src=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/casamento.jpg&quot; height=&quot;178&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.4s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; display: inline; float: left; height: auto; list-style: none; margin: 5px 25px 5px 0px; max-width: 100%; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: all 0.4s ease-in-out; vertical-align: middle;&quot; width=&quot;284&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O casamento na época medieval era bem diferente do que praticamos na atualidade. Muitas mulheres não podiam escolher seus maridos e nem ao menos tinham a chance de conhece-los antes do casamento. Além disso, era comum o casamento entre parentes próximos, principalmente entre os mais abastados e os integrantes da monarquia. Tudo para manter a riqueza nas mãos da família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;As mulheres praticamente não tinham direitos e uma vez casada tinham que passar por situação terríveis caso seus maridos fosse pessoas meio loucas. As mulheres não podiam se negar a manter relações sexuais e os homens podiam fazer o que bem entendessem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ol start=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin: 0px 0px 20px 15px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; list-style: decimal outside; margin: 0px 0px 5px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;h2 style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; font-family: Helvetica; line-height: 1em; list-style: none; margin: 25px 0px 10px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; list-style: decimal outside; margin: 0px 0px 5px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;h2 style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; font-family: Helvetica; line-height: 1em; list-style: none; margin: 25px 0px 10px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;
As prisões eram uma barbárie&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px none; box-sizing: border-box; font-size: 16px; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O sistema prisional era literalmente bárbaro. Se uma pessoa caísse por lá podia muitas vezes dizer adeus ao mundo. Isso porque as condições de higiene eram péssimas: ratos, dejetos humanos, roupas sem lavar, comida podre, entre muitas outras coisas nojentas. Além disso, os presos não tinham nenhum direito, eram torturados com máquinas absurdas, eram deixados sem banho e muitas vezes largados literalmente para apodrecer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;b&gt;As cidades não eram urbanizadas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;entry&quot; style=&quot;border: 0px none; box-sizing: border-box; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/cidades-medievais.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.2s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #444444; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; transition: all 0.2s ease-in-out;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;cidades medievais&quot; class=&quot;size-medium wp-image-109 alignleft tie-appear&quot; src=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/cidades-medievais-300x225.jpg&quot; height=&quot;225&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.4s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; display: inline; float: left; height: auto; list-style: none; margin: 5px 25px 5px 0px; max-width: 100%; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: all 0.4s ease-in-out; vertical-align: middle;&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No período medieval muitas cidades começaram a crescer em toda a Europa, mas o caos imperava. Não existia asfalto ou calçada. As pessoas se misturavam aos cavalos, aos vendedores e tinham que andar em uma verdadeira lama de excrementos animais e restos de comida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Além disso, não existia sistema de esgoto e água encanada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;A comida era nojenta&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/comida.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.2s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #444444; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; transition: all 0.2s ease-in-out;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;comida&quot; class=&quot;size-medium wp-image-110 alignleft tie-appear&quot; src=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/comida-300x202.jpg&quot; height=&quot;202&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.4s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; display: inline; float: left; height: auto; list-style: none; margin: 5px 25px 5px 0px; max-width: 100%; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: all 0.4s ease-in-out; vertical-align: middle;&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A cozinha medieval é sem dúvidas uma das mais nojentas de todos os tempos. Para começar,&amp;nbsp; as pessoas não tinham regras de comportamento e podiam comer como bem entendessem. Isso inclui barulhos corporais e cheiros estranhos. Além disso, a base da alimentação era de carnes, todos os tipos de carnes!! Então basicamente as refeições eram constituídas por: carne + carne.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Comia-se muito bom e um certa quantidade de massas. Frutas e verduras eram quase inexistentes e a água era muitas vezes tão poluída que era melhor não beber. Não é de se admirar que o povo sofresse com tantas doenças e problemas de pele naquela época.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;b&gt;A medicina ainda engatinhava&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/medicina.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.2s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #444444; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; transition: all 0.2s ease-in-out;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;medicina&quot; class=&quot;size-full wp-image-111 alignleft tie-appear&quot; src=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/medicina.jpg&quot; height=&quot;184&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.4s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; display: inline; float: left; height: auto; list-style: none; margin: 5px 25px 5px 0px; max-width: 100%; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: all 0.4s ease-in-out; vertical-align: middle;&quot; width=&quot;275&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No período medieval a medicina ainda estava engatinhando e poucos estudos objetivos eram praticados. Os tratamentos eram basicamente supersticiosos e feitos sempre de forma experimental, por isso se alguém ficasse doente, não tinha a menor ideia do que iria acontecer ou se tinha chances de se curar. Além disso, a religião católica não permitia que as pesquisas com corpos humanos fossem desenvolvidas dificultando e barrando o trabalho de cientistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Para completar, a anestesia era inexistente para a maior parte da população. Então além de não ter o tratamento adequado, a dor era absurda!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;b&gt;A expectativa de vida era incrivelmente baixa&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 1em;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/vida.jpg&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.2s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; color: #444444; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; transition: all 0.2s ease-in-out;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;vida&quot; class=&quot;size-medium wp-image-112 alignleft tie-appear&quot; src=&quot;http://misteriocurioso.com/wp-content/uploads/2015/06/vida-300x214.jpg&quot; height=&quot;214&quot; style=&quot;-webkit-transition: all 0.4s ease-in-out; border: 0px none; box-sizing: border-box; display: inline; float: left; height: auto; list-style: none; margin: 5px 25px 5px 0px; max-width: 100%; opacity: 1; outline: none; padding: 0px; text-align: justify; transition: all 0.4s ease-in-out; vertical-align: middle;&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No período medieval, chegar aos 30 e poucos anos era considerado um luxo. As pessoas tinham péssimas condições de saúde, fora a insegurança predominante que fazia com que qualquer um pudesse ser atacado. As mulheres frequentemente morriam parindo seus filhos e os pequenos regularmente não sobreviviam por falta de cuidados básicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O período medieval era a época da Peste Negra, a qual matava milhares e milhares de pessoas. Se você vivesse na Europa no século XIV, as chances de morrer da peste era de incríveis 50%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Viver no período medieval era sem dúvida uma grande aventura!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://misteriocurioso.com/2015/06/6-coisas-que-aconteciam-no-periodo-medieval-e-te-deixarao-feliz-por-viver-no-seculo-xxi/&quot;&gt;Fonte:&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 22px;&quot;&gt;http://misteriocurioso.com/2015/06/6-coisas-que-aconteciam-no-periodo-medieval-e-te-deixarao-feliz-por-viver-no-seculo-xxi/&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px none; box-sizing: border-box; line-height: 22px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/1887442176282917817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/07/6-coisas-que-aconteciam-no-periodo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/1887442176282917817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/1887442176282917817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/07/6-coisas-que-aconteciam-no-periodo.html' title='6 coisas que aconteciam no período medieval e te deixarão feliz por viver no século XXI'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-3577012971592198170</id><published>2015-06-26T09:00:00.001-07:00</published><updated>2015-06-26T09:00:03.708-07:00</updated><title type='text'>Revista Aventuras na História - esparta moldou maiores guerreiros antiguidade 797766</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;http://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/acervo/esparta-moldou-maiores-guerreiros-antiguidade-797766.phtml#.VY123754Gnc.blogger&quot;&gt;Revista Aventuras na História - esparta moldou maiores guerreiros antiguidade 797766&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/3577012971592198170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/06/revista-aventuras-na-historia-esparta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/3577012971592198170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/3577012971592198170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/06/revista-aventuras-na-historia-esparta.html' title='Revista Aventuras na História - esparta moldou maiores guerreiros antiguidade 797766'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-3768395351715213181</id><published>2015-05-31T20:39:00.001-07:00</published><updated>2015-05-31T20:42:06.562-07:00</updated><title type='text'>Getúlio Vargas: 3 razões para amar (ou odiar) o que ele fez com o Brasil que você vive hoje </title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;Getúlio Dornelles Vargas foi um dos mais influentes personagens da história do Brasil República. Morto há mais de 60 anos, ainda é considerado por boa parte da população como o melhor presidente que já comandou o país. Sua participação na construção política do Brasil redefiniu em diversos elementos o posicionamento do Estado Nacional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;Principal
 nome da Revolução de 1930 (aquela que pôs fim à República do Café com 
Leite), Getúlio se manteve no poder desde então até a metade da década 
de 1950. Ele sabia como poucos se articular e adaptar sua forma de governar a cada diferente contexto. Sua influência foi além dos cargos oficiais: mesmo fora do poder (após sua morte ou quando o Estado Novo foi derrubado), foi capaz de fazer de sua vontade a vontade do povo, seja pela sua própria figura ou pela de seus herdeiros políticos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;Criador de importantes instituições do governo,
 como a Petrobras, de leis que regem o mundo do trabalho e pioneiro no 
uso da propaganda para atingir seus interesses, Getúlio Vargas moldou o Brasil que vivemos hoje. Boa parte dos acontecimentos do presente são herança direta ou indireta de suas decisões. Isso
 pode ser para alguns uma contribuição positiva, entretanto é 
completamente possível atribuir interpretações negativas a esse legado 
tão presente num cenário de qualidade duvidosa que é política nacional.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;&quot;Pai dos Pobres&quot; e &quot;Mãe dos Ricos&quot;:
 não é por qualquer razão que ele ficou conhecido assim. Poucos 
políticos no mundo tiveram capacidade semelhante de barganhar com os 
diferentes setores da sociedade. Vargas adotou estratégias que visavam obter o apoio popular,
 para isso, instituiu o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), que
 centralizou toda produção publicitária nacional, controlando (e 
censurando) tudo o que fosse de interesse do governo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;Além disso adotou medidas para o fortalecimento de sua imagem, divulgando os feitos do governo sempre com especial destaque a seu nome. Um ótimo exemplo disso foi a criação da &quot;Hora do Brasil&quot;, um programa de rádio diário de transmissão obrigatória em que Vargas anunciava diretamente ao povo suas realizações. Nunca antes na história do Brasil um chefe de Estado se fez tão próximo de cada brasileiro&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 14px;&quot;&gt;Em diferentes ocasiões, Vargas teve a sensibilidade de se antecipar a demandas distintas. Concedia direitos às camadas populares ao mesmo tempo que limitava seu poder de mobilização. Era uma espécie de &lt;u&gt;autoritarismo anestesiado&lt;/u&gt;,
 visto que a aprovação de seu governo, considerado uma ditadura entre 
1937 e 1945, sempre se manteve em níveis elevados. Uma prova disso é o 
chamado &quot;Movimento Queremista&quot;, que foi uma mobilização
 popular em defesa da permanência de Getúlio na presidência (em 1945 uma
 intervenção militar interrompeu o Estado Novo, restabelecendo a 
democracia no país, com a ressalva de que as eleições convocadas 
proibiam a candidatura de Vargas, em evidente tentativa de evitar que 
ele fosse eleito).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.historiailustrada.com.br/2015/05/getulio-vargas-amar-ou-odiar.html#.VWvHS-Rk88o&quot;&gt;Saiba mais &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/feeds/3768395351715213181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/05/getulio-vargas-3-razoes-para-amar-ou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/3768395351715213181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7617139864214303076/posts/default/3768395351715213181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nadirushistoria.blogspot.com/2015/05/getulio-vargas-3-razoes-para-amar-ou.html' title='Getúlio Vargas: 3 razões para amar (ou odiar) o que ele fez com o Brasil que você vive hoje '/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10298525457842808041</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617139864214303076.post-1118721607343917991</id><published>2015-05-15T07:33:00.003-07:00</published><updated>2015-05-25T08:52:21.458-07:00</updated><title type='text'>O soldado que poupou a vida de Hitler e mudou a história</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;nowrap&quot; style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: rgba(0, 0, 0, 0); background-color: white; color: #717171; font-family: &#39;Open Sans&#39;, Arial, sans-serif; font-size: 14px; white-space: nowrap;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;content-title wrap&quot; style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: rgba(0, 0, 0, 0); margin-bottom: 5px; min-height: 43px; white-space: normal;&quot;&gt;
&lt;h4 style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: rgba(0, 0, 0, 0); cursor: pointer; font-family: open_sanssemibold; font-size: 21px; font-weight: normal; margin: 0px; width: 590px;&quot;&gt;
&lt;/h4&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;description&quot; style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: rgba(0, 0, 0, 0); background-color: white; color: #717171; font-family: open_sansregular, arial; font-size: 14px; line-height: 1.5; max-height: none; overflow: hidden; width: 578.1875px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: rgba(0, 0, 0, 0); font-family: open_sansregular; margin-top: 5px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: rgba(0, 0, 0, 0); font-family: open_sansregular; margin-top: 5px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Conta a lenda – ou melhor, a história – que durante a Primeira Guerra Mundial, um jovem soldado do exercito inglês chamado Henry Tandey que se encontrava no norte da França, poderia ter mudado a história do século XX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: rgba(0, 0, 0, 0); font-family: open_sansregular; margin-top: 5px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-tap-highlight-color: rgba(0, 0, 0, 0); font-family: open_sansregular; margin-top: 5px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://seuhistory.com/noticias/o-soldado-que-poupou-vida-de-hitler-e-mudou-historia&quot;&gt;Saiba mais:&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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