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Guimarães Rosa</description><link>http://calcificado.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Tom)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>61</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/HorizontesVirtuais" /><feedburner:info uri="horizontesvirtuais" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>HorizontesVirtuais</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-3644918560141736035</guid><pubDate>Sat, 25 Sep 2010 21:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-25T17:51:35.777-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">natureza</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">estudo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">linguagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">evolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">andrew cohen</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">integral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">universo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">propósito</category><title>filosofia nos EUA</title><description>Participei hoje de um encontro com &lt;a href="http://evolutionaryphilosophy.com/"&gt;Jeff Carreira&lt;/a&gt;, em que ele fez uma palestra sobre &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"the nature of inquiry"&lt;/span&gt; (a natureza da inquirição). Foi tão bom que até resolvi voltar a escrever nesse blog, depois de tanto tempo, só para deixar registradas minhas percepções do que lá foi tratado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jeff dedica-se a identificar as raízes filosóficas da &lt;span style="font-style:italic;"&gt;não-dualidade evolucionária&lt;/span&gt; entre pensadores norte-americanos. A não-dualidade evolucionária mereceria vários posts, mas por enquanto basta dizer que é a linha filosófica-espiritual liderada pelo guru pós-moderno Andrew Cohen, sobre quem já escrevi &lt;a href="http://calcificado.blogspot.com/2009/04/como-transcender-pos-modernidade.html"&gt;neste e em outros posts aqui no blog&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Jeff Carreira, as ideias de Cohen encontram amparo na filosofia norte-americana em Emerson, Charles Peirce, William James, John Dewey e Whitehead (este, embora britânico, teria tido seus anos acadêmicos mais produtivos depois que mudou para Harvard, já mais para o final de sua carreira). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jeff Carreira recuperou as noções de "inquirição radical", de Peirce, de filosofia pragmática (James), da evolução da linguagem (Emerson) e das ideias como vórtices e fontes de mudança da realidade (Dewey). Essa base conceitual busca dar contexto filosófico à proposta de Andrew Cohen, que como sabemos teve forte influência das doutrinas hinduístas, tendo sido ele mesmo seguidor de um mestre Vedanta-Advaita por vários anos, até optar por seu próprio caminho. Ao enraizar o pensamento de Cohen na filosofia norte-americana, Carreira não somente oferece ao público do Novo Mundo um modelo filosófico próprio, autóctone, independente de raízes hindus, mas também recupera para esse mesmo público alguns valores filosóficos que estão na base da sociedade norte-americana, e de tão enraizados, são dados como naturais e inquestionáveis. Ninguém lembra, por exemplo, que o estilo pragmático e voltado a resultados, tão típico dessa sociedade, está respaldado no pragmatismo de William James, que apresenta o ser humano como mais um método de organização da realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que mais me interessou foram as ideias de&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Charles Sanders Pierce&lt;/span&gt;. um filósofo revisionista radical, que levou a teoria da evolução darwiniana às últimas consequências, ao propor que a evolução não se limita às espécies, mas se estende à realidade como um todo. Ideias também estão em constante processo de evolução, o próprio tempo sequencial e o espaço 3D seriam resultado de um processo evolutivo. Definitivamente, terei que ler mais sobre esse pensador visionário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrew Cohen se dedica a tentar explicar a natureza da consciência. Propõe que a condição humana é universal, e nossa ilusão de separatividade é produto de um processo evolutivo do Cosmos. A consciência, nesse contexto, não seria individual, o que quer que tenha consciência em cada um de nós seria a manifestação de uma única consciência universal, querendo expressar-se para realizar a si própria. Isso tudo por nosso intermédio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha conclusão (parcial, subjetiva e provavelmente errada) é que os limites da nossa mente, pela lógica e pela razão, não permitem que tenhamos compreensão sobre a natureza da consciência, muito menos o seu propósito. A inquirição filosófica a que se dedica Jeff Carreira pode estar certa ou errada, isso nunca saberemos. Mas se estiver certa, e nós formos mesmo um meio para a expressão da consciência universal, isso muda radicalmente o modo de percebermos o mundo e nele atuarmos. Porque, se isso for verdade, não pode haver nada de mais importante na vida, do que colocarmo-nos à disposição do universo, assumirmos a humilde postura de sermos apenas instrumentos para a expressão de um propósito muito maior do que jamais teremos capacidade de perceber. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso, para mim, faz todo o sentido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Quanto mais próxima a relação, maior o confronto com nossos próprios medos e vazios da personalidade. Mas que fazer? Afinal, não será essa a nossa principal fonte de ensinamento e talvez mesmo a razão da existência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos de nós, quando começamos um relacionamento, cometemos o erro essencial: tentamos barganhar. Algo como "eu te amo se você me amar de volta". E ficamos na expectativa de que o (a) parceiro (a) vai demonstrar, por suas ações e palavras, que corresponde ao que esperamos, que é sermos amados. Essa é a fórmula do desastre. Na nossa ânsia implacável pelo desejo de receber (prazer, atenção, amor, qualquer coisa menos indiferença), tornamo-nos vulneráveis às nossas próprias feridas e esquecemos que o mais importante, em qualquer relacionamento, não é o que vamos receber em troca, mas o que temos a oferecer, a dar, sem esperar retorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar não é um negócio. Casamento, sim; relacionamento, não. Mas é muito difícil deixarmos de lado a nossa expectativa de que, finalmente, encontramos alguém que vai suprir as nossas necessidades crônicas, algumas que carregamos desde a infância, ou quem sabe desde outras vidas, um ser-objeto que vai preencher nosso vazio existencial, vai fornecer-nos prazer ilimitado e infinito, eterna bonança, segurança e estabilidade na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em essência, essa postura revela uma característica de todos nós, seres humanos: somos buscadores irremediáveis do prazer a qualquer custo, tais como vasos a serem preenchidos com objetos do nosso desejo. Muitas vezes, achamos que vamos preencher nosso vaso comprando, comprando, consumindo. Outras vezes, comendo. Ou fumando, ou jogando, ou fazendo sexo. E todas as tentativas de preencher nosso vaso terminam sem nos trazer o resultado que desejamos. Compramos até endividarmo-nos sem limite, ou até o limite do cartão de crédito, só para depois vermos que 90 % do que adquirimos, no fundo passaríamos muito bem sem. Vimos uma torta de chocolate e desejamos comê-la inteira. Duas fatias depois, já nem mais podemos olhar para ela. Quem fuma, algo deve ver de muito atrativo no cigarro, até que percebe que o desejo não mais lhe satisfaz. Uns param (que bom!), outros partem para vícios mais pesados, sempre na eterna busca de satisfazer algo que nem sabem o que é. Com o jogo ou o sexo, não é diferente. Claro que o sexo pode ser maravilhoso, e é em certas condições, mas quando vira uma amarra, uma compulsão que visa unicamente satisfazer esse vazio cuja profundidade se desconhece, pode também escravizar, limitar, encapsular a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto passamos por essas experiências de dar vazão ao desejo, de buscar a saciedade a qualquer custo, não raro encontramos alguém que nos desperta algo diferente, profundo, instigante. Queremos mais, passamos a orientar nossas antenas do desejo para a companhia, a atenção, o toque,  o amor. É neste momento que tendemos a nos comportar como fazemos com todo objeto do desejo: buscamos a nossa saciedade, achamos que ele/ela está ali para nos satisfazer, tem essa obrigação, entramos no jogo da sedução com benefícios, da esperada troca de prazer que na verdade esconde a necessidade profunda de preencher aquele nosso vaso interior que não conseguimos encher nem com compras, nem com comida, nem com cigarro, nem com jogo, nem com sexo. É inevitável que isso leve ao fim da relação, às vezes antes mesmo de começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos, então, a outra fase: a da vergonha. Sentimo-nos envergonhados do egoísmo que demonstramos, da falta de sensibilidade para como o(a) outro(a), quando percebemos que a relação afundou por causa do abismo de nossos desejos não satisfeitos. A vergonha nos faz tampar o vaso, fechar nosso coração, impedir que qualquer novo desejo por relações se manifeste. Temos vergonha de só querer receber, mas já é tarde, não há como voltar. Ou nos fechamos de vez, ou voltamos aos desejos mais materiais: compras, comida, sexo sem compromisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma relação evoluída, iluminada, com chances de durar, requer dos(as) parceiros(as) rever essa lógica perversa de tratar o outro como o objeto do desejo. Exige que tomemos consciência de que amamos não como meio de buscar a própria satisfação egoísta, mas sim como ato de entrega, de crença na vida, de lance sem retorno, de partida sem olhar para trás. Tornamo-nos, assim, vasos que refletem o desejo mútuo de dar prazer, e ao adotar essa perspectiva de entrega total, descobrimos que amamos não para nós, mas para o outro. Continuamos, sim, nutrindo as necessidades dele/dela, porque é daí que passamos a tirar o nosso prazer, e esse abraço pelo doar-se impulsiona uma espiral ascendente e iluminada pela nossa nova postura diante da vida, inspirada no desejo de dar e não no de receber a qualquer custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é, como disse no início desse texto, o maior desafio da vida. Mas quem disse que seria fácil? A alternativa é continuarmos imersos no torpor do consumismo, da gula, da luxúria ou da jogatina. Não quero que me entendam mal, não há juízo de valor quanto à opção por qualquer dessas coisas. O melhor da história é que somos livres para optar. Mas o nosso desafio continua sendo transformar o que nos move, partir de um desejo material e narcisista, até chegarmos a um desejo de profunda conexão com o que de mais puro e elevado pode haver na existência, que é o desejo de amar de verdade, sem condições nem barganhas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-2882257636816495891?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/_PdC1fXcD44/relacoes-e-desejos.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/06/relacoes-e-desejos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-5958051121645096664</guid><pubDate>Mon, 25 May 2009 19:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-25T16:03:25.600-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">coletividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">integral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">universo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cosmos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">transformação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">futuro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ética</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crise</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">propósito</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">iluminação</category><title>a civilização e seus descontentes</title><description>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A Coréia do Norte acaba de realizar uma explosão atômica. O Irã recém testou míssil de longo alcance e declara que não abrirá mão do seu programa nuclear. Somália e Guiné-Bissau perderam suas estruturas de Estado e estão à mercê de saqueadores, piratas e traficantes.  O Paquistão precisa usar o exército contra seu próprio povo, para conter aquela parcela que viu no radicalismo talibã a única salvação. Bento XVI mantém a igreja na condenação do controle da natalidade, da homossexualidade, do aborto, das pesquisas com células-tronco. A crise econômica fez baixar névoa densa no horizonte da globalização. O México perde mais de 8 % do PIB, sem contar ainda os efeitos da gripe suína (oops, da gripe A h1n1). Fora os otimistas de plantão, ninguém é capaz de prever o fim da crise nem o quanto ela afetará a distribuição de poder e riqueza no mundo. A ciência concentra atenção na mudança do clima e busca respaldo político para empurrar tecnologias verdes e energias renováveis. As novas visões do espaço, obtidas de sondas, satélites e telescópios superpotentes, lançam mais incertezas sobre o que pensávamos conhecer do Universo. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Este poderia ser um breve retrato da aventura civilizatória hoje. O&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; mundo está mais inseguro, mais violento, mais incerto, mais à deriva do que jamais esteve. E, no entanto, nunca vivemos tanto nem tão bem, nunca tivemos tanto acesso ao conhecimento, ao consumo, ao prazer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Nunca nosso leque de opções foi tão amplo, ao ponto de podermos escolher se frequentamos missas ou orgias, raves ou almoços de família, shoppings ou caminhadas ecológicas, museus ou montanhas-russas, escolas ou lan houses, ou ambas, ou todas as opções e muitas outras, cada qual à sua hora. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Mas estamos contentes? Era esse o almejado produto da civilização? Foi para isso que se sacrificaram vidas, que se eliminaram povos, que se massacraram inocentes, que se encarceraram irmãos? Tudo para que tivéssemos o gostinho de sabermo-nos livres - ainda que poucos dentre nós pudéssemos traduzir essa liberdade em ação? Por que a grande maioria das pessoas infelizes, depressivas, solitárias e mal-humoradas são justamente as que vivem nos países mais avançados? O que ainda falta para nos contentar? Quem se pode dizer, hoje em dia, plenamente realizado? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Tudo leva a crer que estamos numa encruzilhada civilizatória e que uma escolha coletiva terá de ser feita, brevemente, sobre o rumo da humanidade, uma dessas que encerram eras e refundam estruturas. O problema é que se não tivermos consciência de nossas opções e não soubermos fazer as escolhas corretas, o processo de mudança será doloroso.  As turbulências que vemos no mundo - políticas, econômicas, éticas, morais, psicológicas - podem ser vistas como sinais de que essa mudança está perto - ou já terá começado, e nem percebemos porque quem está no meio da tempestade não consegue ver o tamanho do furacão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Com dor ou sem dor, o certo é que mudamos, e mudamos rapidamente, numa avalanche de fatos e situações que nos deixam sem chão, sem referências, sem norte. A menos que tenhamos a habilidade de adotar a postura correta: &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;que possamos, individual e coletivamente, assumir visão integral da nossa existência, e que preparemos, assim, o parto de uma  nova consciência civilizatória, fundada em valores evoluídos e iluminados, frutos de percepção revisada do que significa estarmos vivos, estarmos aqui, habitarmos esse planeta e sermos parte do Universo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; A todos os descontentes da civilização, essa parece ser uma reflexão necessária e inadiável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href="http://calcificado.blogspot.com"&gt;Horizontes Virtuais&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-5958051121645096664?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/DVfl5FeRl7A/civilizacao-e-seus-descontentes.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/05/civilizacao-e-seus-descontentes.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-7885168118258971051</guid><pubDate>Sun, 17 May 2009 15:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-20T21:56:05.721-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">evolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crise</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aprendizado</category><title>gripe suína</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;A pandemia de gripe suína está servindo para revelar, pela via do sofrimento, que estamos mais conectados, em escala global, do que podíamos supor. A imprensa parou de dar tanto destaque ao assunto, mas a infecção continua a se alastrar, mais rápido do que os agentes de saúde são capazes de detectar novos casos, limitados à capacidade dos laboratórios de processar os exames para identificar o vírus. E a chegada do inverno no hemisfério sul traz o risco de um grande aumento no surto dessa doença, contra a qual não há resistência natural. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Mas existe uma doença que é bem pior do que esta. Já tomou conta da humanidade toda e, para vencê-la, será necessário mais do que uma nova vacina. É doença  da indiferença, causada pelo vírus do egoísmo, propagada pela ilusão da separatividade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Estamos todos cada vez mais próximos, pelas comunicações, pela Internet, pelos transportes. Ao mesmo tempo, nunca estivemos tão distantes, cada um de nós encolhido na sua crisálida, com medo de um mundo que parece tão cruel, violento e assustador. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Escolhemos não mais olhar para o sofrimento alheio, criamos filtros para vermos só o que interessa aos nossos propósitos egoístas e seguimos buscando a satisfação, a qualquer preço, de nosso próprio desejo de receber prazer. O resto que se dane. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Às vezes, temos uma incômoda sensação de que essa nossa postura egoísta possa contribuir para os males do mundo, para a existência da fome, da miséria, da violência. Mas logo fechamos os olhos a essa possibilidade, porque "olhar para o monstro" não é uma atitude fácil, requer coragem e discernimento, então é preferível continuar culpando os políticos e os marginais e olhar para o "sistema" com a indiferença de quem dele não participa, por ele não é responsável, não está nem aí. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;E foi justamente essa indiferença que contaminou o mundo, alastrou-se em pandemia por todos os continentes, continua a manter-nos separados por uma barreira tão sólida quanto os muros de nossas casas, que nos dão alguma ilusão de segurança, ilusão essa com a qual preferimos continuar nos enganando. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Se um dia superarmos o vírus do egoísmo, veremos que a mesma vida que surge e se manifesta em mim também existe em você e em todas as criaturas vivas. Talvez então possamos compreender que nada mais somos do que partes de um processo maior, de uma consciência universal e infinita, que se desdobra em constante processo evolutivo, do qual somos apenas um aspecto, tão importante quanto qualquer outro ser em que o mistério da vida se manifesta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Se quisermos adquirir essa nova consciência, precisaremos, em algum momento, deixar de nos vermos separados, isolados, com medo uns dos outros, reativos e reticentes à mera ameaça que possa questionar nossa instável ilusão de equilíbrio e conforto.&lt;/span&gt; Talvez nesse momento surja em nós um desejo de doar, que seja maior do que o de receber, que nos faça agir em função do que nós podemos oferecer ao mundo, mais do que dele extrair, que substitua em nossa &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;psiqué&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt; o egoísmo pelo altruísmo, o desejo de separação pelo desejo de comunhão, a indiferença pela solidariedade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Quem sabe, então, possamos curar a Terra de todos os males. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-7885168118258971051?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/FhyN0uimkTc/gripe-suina.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/05/gripe-suina.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-624974138837105036</guid><pubDate>Fri, 08 May 2009 21:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-09T11:10:20.887-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">planeta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">natureza</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">escala</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">evolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">universo</category><title>eixos</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SgWboecDf3I/AAAAAAAADII/_KLUlzVMqvM/s1600-h/eixoespiraldna.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SgWXxCeD5bI/AAAAAAAADHY/GTfPuu9S-Zs/s1600-h/eixosistemasolar.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 142px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SgWXxCeD5bI/AAAAAAAADHY/GTfPuu9S-Zs/s320/eixosistemasolar.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333836202422560178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em ordem de magnitude, ainda não chegamos &lt;a href="http://calcificado.blogspot.com/2008/07/escalas-de-medida-do-micro-ao.html"&gt;no limite do menor nem do maior&lt;/a&gt;, se é que esse limite existe. Tome um átomo, por exemplo. Já se sabe que o interior do átomo é um grande vazio, e mesmo assim ele tem diversas partículas ainda menores (cerca de 16 comprovadas até agora). Prótons, nêutros e elétrons são as mais conhecidas. Enquanto prótons e nêutrons se aglomeram no núcleo do átomo, os elétrons desenvolvem órbita ao redor desse núcleo, o que faz supor a existência de um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eixo &lt;/span&gt;central no átomo, em torno do qual eles todos se orientam. O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eixo&lt;/span&gt; não é visível, não é outra partícula, nem alguma força subatômica que impede os elétrons de abandonarem livremente os núcleos atômicos. Mas o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eixo &lt;/span&gt;pode ser imaginado e matematicamente deduzido. Na verdade, sem um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eixo &lt;/span&gt;de referência, fica difícil conceber a estrutura atômica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SgWXG-WG4jI/AAAAAAAADHI/NCKEdETmwFs/s320/%C3%A1tomorota%C3%A7%C3%A3o.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333835479760953906" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 219px; height: 226px; " /&gt;Um elétron, por sua vez, tem &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eixo &lt;/span&gt;próprio, que o faz girar em torno de si mesmo, tal qual a Terra e os planetas obedecem ao movimento de rotação. Ou as estrelas, como o nosso sol, que além de expandir-se em ondas de luz e calor, também giram em torno de si próprias. Recentemente, descobriu-se que a galáxia também tem um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eixo&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; em seu centro&lt;/span&gt;, no qual se comprovou haver um buraco negro, fonte de atração gravitacional que impede que sistemas solares como o nosso saiam à deriva pelo imenso e vazio universo.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); "&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SgWaHuP5j0I/AAAAAAAADHw/THAxUysUVxA/s320/simetriaborboleta.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333838791154700098" style="float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 105px; height: 118px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma árvore tem um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eixo&lt;/span&gt;, sobe desde o centro da Terra em direção ao espaço infinito, e sua estrutura orgânica se desenvolve em torno dessa linha imaginária que perpassa o seu centro de gravidade. Se observarmos bem, todo ser vivo tem um ou mais &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;eixos&lt;/span&gt; que descrevem simetrias, reflexos e campos de energia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SgWboecDf3I/AAAAAAAADII/_KLUlzVMqvM/s1600-h/eixoespiraldna.gif"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SgWboecDf3I/AAAAAAAADII/_KLUlzVMqvM/s200/eixoespiraldna.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333840453358026610" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 200px; height: 135px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;No plano simbólico, também temos cada um de nós um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eixo&lt;/span&gt;, em torno do qual desenvolvemos nossa própria concepção da existência. O desenvolvimento da percepção, da linguagem, da consciência individual segue um vórtice espiral ascendente, que se expande em torno desse &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eixo&lt;/span&gt; invisível, no mais das vezes inconsciente, porém absolutamente imprescindível para a agregação dos átomos e moléculas em tecidos e órgãos que de forma harmônica se reúnem nessa sinfonia em constante recriação, e que nos dá o mistério da vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); "&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SgWbBFaB0mI/AAAAAAAADH4/efvPN_f3D8c/s320/simetriafractal.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333839776623743586" style="float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 210px; " /&gt;&lt;/span&gt;Poderíamos facilmente supor a existência de um único &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;eixo&lt;/span&gt;, reproduzido em múltiplas dimensões da realidade e do pensamento, mas sujeito a uma só lei, que no plano físico se manifesta nas forças de atração gravitacional e de expansão universal. Poderíamos também supor que, no plano simbólico, o &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;eixo&lt;/span&gt; da vida seria a referência tanto para a força centrífuga de expansão da consciência quanto para a força centrípeta que nos mantém com os pés no chão, fixos na realidade do tempo-espaço que agrega, reduz, realiza toda a experiência humana. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não será, enfim, toda a realidade, ou a árvore da vida, nada mais do que um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eixo &lt;/span&gt;que tudo agrega, do microscópico ao intergaláctico? E nossa missão de vida, não será ela sintonizar, seja por intuição seja por vontade, com o &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;eixo&lt;/span&gt; que em tudo se manifesta, e cujo destino seja realizar a si mesmo, também por nosso intermédio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); "&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SgWYyrRdcqI/AAAAAAAADHo/OJrY4nHXs5M/s320/for%C3%A7a+centr%C3%ADfuga.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333837330067059362" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 238px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Você já parou para pensar qual é o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;eixo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;da sua existência? Qual a linha que, independente das intempéries e vicissitudes do mundo, descreve o caminho de onde você vem e para onde vai, sem limites de tempo nem espaço? Será que seu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;eixo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;está em sintonia com o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;eixo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;do planeta? do sol? da galáxia? Os átomos que compõem o seu organismo vibram também nessa mesma sintona? Sua mente é capaz de parar uns segundos e permitir que você se refugie, pelo menos por alguns instantes, na solidez, na imutabilidade, na verdade absoluta do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;eixo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;da sua vida?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Considero-o como uma chave para inquirir, investigar, ampliar os horizontes do pensamento e, com eles, da realidade. &lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 85%/170% 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Verdana, sans-serif; letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;"O homem teme o pensamento como nada mais sobre a terra, mais que a ruína e mesmo mais que a morte. O pensamento é subversivo e revolucionário, destrutivo e terrível; o pensamento é impiedoso com os privilégios, com instituições estabelecidas e com hábitos confortáveis. O pensamento é anárquico e indiferente à autoridade, descuidado com a sabedoria curada pela idade. O pensamento espia o fundo do inferno e não se amedronta. Ele vê o homem como um frágil graveto circundado por desmesurados abismos de silêncio. Não obstante, ele se porta orgulhosamente, imutável, como se fosse o senhor do universo.O pensamento é grande, ágil e livre,é a luz do mundo e a verdadeira glória do homem. Mas se for para fazer do pensamento a possessão de todos e não o privilégio de alguns, nós teremos que acabar com o medo. o medo que restringe o homem.Medo de que suas crenças queridas se revelem como ilusões, medo de que as instituições pelas quais vive se provem maléficas, medo de que ele próprio se reconheça menos digno de respeito do que sempre supôs ser. Deveriam os trabalhadores pensar livremente sobre a propriedade? Então o que aconteceria conosco, os ricos? Deveriam os jovens pensar livremente sobre sexo? Que aconteceria então com a moralidade? Deveriam os soldados pensar livremente sobre a guerra? O que aconteceria então com a disciplina militar? Abaixo o pensamento! De volta às sombras do preconceito, sem o que a propriedade, a moralidade e a guerrra estarão ameaçadas. É melhor que os homens sejam estúpidos, indolentes e opressivos, do que sejam seus pensamentos livres. Pois se seus pensamentos se tornassem livres , eles poderiam não pensar como nós. E a quaquer custo , esse desastre deve ser evitado. "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 85%/170% 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Verdana, sans-serif; letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;( Bertrand Russel )&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 85%/170% 'Lucida Grande', 'Lucida Sans Unicode', Verdana, sans-serif; letter-spacing: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Fonte da imagem: &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(133, 64, 21); font-size: 16px; line-height: normal; "&gt;http://www.toptenz.net/top-10-celebrities-who-read-their-own-obituary.php &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Estou ainda nos primeiros capítulos, e não resisto a compartilhar, desde logo, algumas idéias que enriquecem tremendamente o modo de olhar para o mundo à minha volta.&lt;div&gt;Segundo Tarnas, pode-se dizer que há, hoje, duas visões de mundo, ambas igualmente humanas, que definem nossa percepção da realidade: a visão materialista, antropocêntrica e desencantada que provém do Iluminismo e a visão romântica, cosmocêntrica e integral que tenta emergir nesse começo de milênio. &lt;div&gt;O Ocidente ainda terá que chegar a termo com o paradoxo criado por essas duas visões, aparentemente irreconciliáveis. Por um lado, avançamos no conhecimento científico e objetivo do cosmos, na complexidade dos sistemas de organização econômica e social, no aproveitamento dos recursos naturais, ao ponto de nunca termos vivido em condições tão favoráveis, e tão superiores às demais espécies do planeta. Por outro lado, esses mesmos avanços permitiram o crescimento sutil mas inexorável de uma grande crise, uma crise que vai muito além do plano econômico e financeiro, atinge também os sistemas ecológico, psicológico e espiritual que construímos ao longo dos séculos. Ao privilegiar a razão e o progresso, separamo-nos do cosmos; assumimos a exclusividade da consciência e daí partimos em nossa trajetória de domínio e poder sobre tudo o que há à nossa volta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Uma visão de mundo não é apenas o modo pelo qual olhamos ao nosso redor. Ela também nos atinge internamente e define o modo pelo qual nos vemos a nós mesmos. Nossa visão de mundo configura nossa experiência psíquica, impõe os limites da nossa realidade, influi nas nossas escolhas éticas, define os padrões de nossa sensibilidade, conhecimento e interação com o mundo. &lt;/span&gt;A mente moderna e o raciocínio lógico e racional pressupõem uma divisão fundamental entre o ser humano, dotado de subjetividade, e o resto das coisas, existentes num mundo externo a nós, impessoal, objetivo. Todo o cosmos é visto como uma vasta experiência inconsciente, nada mais é do que matéria em movimento, funciona de modo mecânico, sem qualquer propósito, governado pelo acaso e pela necessidade. Enquanto o homem é consciente de sua própria inteligência, nega a inteligência a todo o resto. Ao fazê-lo, separa-se definitivamente do meio que o cerca, e vai além: subjuga-o, analisa-o fria e metodicamente, extrai dele o que necessita para seu próprio prazer e poder. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma outra visão de mundo, no entanto, é possível, e tenta emergir nesse começo de milênio: uma visão que busca incorporar nos processos humanos também o inconsciente, o simbólico, o intuitivo, o arquetípico. Essa visão seria empurrada por um desejo profundo do próprio ser humano de reintegrar-se ao cosmos, de superar a fragmentação e a alienação da mente moderna. &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Haveria hoje um ímpeto em favor da reconciliação entre o homem e a natureza, o &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;self&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt; e o mundo, o espírito e a matéria, a mente e o corpo, o consciente e o inconsciente, o pessoal e o transpessoal, o secular e o sagrado, o intelecto e a alma, a ciência e as humanidades, a ciência e a religião. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É interessante observar que, historicamente, a visão materialista surge no momento em que Copérnico apresenta sua nova cosmologia. Ao retirar a Terra do centro do Universo, alterou a natureza essencial da realidade e alienou também a alma do mundo (&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;anima mundi&lt;/span&gt;). Ao descobrirmo-nos um mero acaso na vastidão do Universo, percebemo-nos abandonados à própria sorte, no silêncio de um imenso vazio cósmico, cujo propósito é totalmente desconhecido e, talvez, inexistente. É essa percepção que determinou todas as construções humanas dos últimos cinco séculos: toda experiência religiosa, toda imaginação humana, todos os valores morais e espirituais foram a ela submetidos e reduzidos a idiossincrasias da condição humana. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No entanto, nem por isso deixamos de ter intuição, sensibilidade estética e moral, imaginação criativa, apreço pelo amor e pela beleza, música e poesia, reflexões e experiências metafísicas. Esses atributos nos levam a uma permanente tensão e contradição conosco mesmos, já que a experiência subjetiva não pode ser medida, objetivada, cientificamente tratada.  O que está por detrás de toda essa polaridade é o desencanto com um cosmos sem propósito. Levado a extremos, essa visão trata o próprio ser humano como um mero objeto resultante de forças materiais e causas eficientes, um peão sociobiológico, um gene egoísta, um artefato biotecnológico. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para tentar superar essa aparente contradição entre o mundo objetivo e a experiência de subjetividade, é preciso reabrir questões mais profundas sobre nossa própria natureza e o modo como compreendemos o mundo; é preciso questionar a visão de mundo prevalecente desde Copérnico. É preciso entender mais claramente qual o papel de nossa subjetividade na vastidão cósmica, como essa subjetividade participa na configuração do Universo tal como o percebemos. É preciso retornar ao ponto original da cisão entre cosmologia e psiqué. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mal consigo esperar o próximo capítulo... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-6533960552202716528?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/Ru8jc4TzGcc/como-transcender-pos-modernidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/Sdorxenr0zI/AAAAAAAADGk/bzMSvLmRiaY/s72-c/ac-photo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/04/como-transcender-pos-modernidade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-8193204937408636985</guid><pubDate>Sat, 14 Mar 2009 18:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-15T11:23:07.179-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">coletividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">evolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ciclo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">integral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">conferência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">universo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">iluminação</category><title>como tornar-se um iluminado nos dias de hoje?</title><description>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.enlightennext.org/magazine"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 92px; height: 119px;" src="http://www.enlightennext.org/magazine/uimages/covers/j43.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;"&gt;O projeto &lt;a href="http://www.enlightennext.org/"&gt;EnlightenNext&lt;/a&gt;, que edita &lt;a href="http://www.enlightennext.org/magazine/"&gt;revista&lt;/a&gt; com o mesmo nome, lançou neste ano, nos Estados Unidos, a iniciativa chamada "O Ciclo do Descobrimento" (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;"&gt;Discovery Cicle&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;"&gt;). Os participantes do projeto, chamados "evolucionários", reconhecem que tudo o que existe se manifesta ao mesmo tempo num plano interno e noutro externo. O plano interno seria a consciência, e incluiria as idéias e valores que temos da realidade, tanto individual quanto coletivamente. O plano externo seria a cultura, e consistiria no modo pelo qual nos comportamos em relação a nós mesmos e em relação aos outros, e também as estruturas físicas e sociais que criamos para organizar a atividade humana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Segundo essa visão, a evolução do ser humano ocorre simultaneamente nesses dois níveis. As pessoas têm a capacidade de, por meio de seu próprio esforço, individual e coletivamente, promover a evolução tanto no nível interior (consciência) quanto exterior (cultura), ou em ambos, em busca da iluminação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;Este é um resumo muito simplificado de uma corrente de pensamento inovadora, que busca a integralidade e a realização na vida, sem necessariamente demandar o afastamento da realidade, a renúncia às atividades mundanas. Pelo contrário, é a experiência humana, na sociedade, na família, no trabalho, que forma a base para o engajamento daqueles que pretendem promover a evolução das relações entre as pessoas, com o meio ambiente, e também internamente, para aqueles que estão à procura de uma compreensão mais espiritual para o sentido da existência. Tudo está relacionado à consciência, que por nosso intermédio se manifesta, torna-se una, realizar a si própria por meio da experiência da vida&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;O Ciclo do Descobrimento consistirá de uma sequência de eventos em 2009 e 2010 que visam a gerar momento para que a humanidade atinja condições de avançar para o próximo nível da evolução, no processo duplo e continuo de realização do ser e do tornar-se (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;being and becoming&lt;/span&gt;). Este ciclo prevê três semanas de retiro com Andrew Cohen na Toscana, Itália, em julho de 2009, e uma Conferência Mundial em Londres, em 2010. O retiro terá por objetivo o trabalho interior de preparação da consciência para essa espiral evolutiva. A Conferência seria o aspecto externo, cultural, da consciência aplicada às diversas manifestações sociais e experiências humanas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;Quem se interessar e quiser saber mais pode acessar o site &lt;a href="http://www.enlightennext.org/"&gt;http://www.enlightennext.org/&lt;/a&gt; (em inglês).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-8193204937408636985?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/zwqg4i0hQ0w/como-tornar-se-um-iluminado-nos-dias-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/03/como-tornar-se-um-iluminado-nos-dias-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-7885489455684444048</guid><pubDate>Sat, 07 Mar 2009 22:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-07T23:57:02.023-05:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">brasil</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">conferência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">felicidade</category><title>felicidade interna bruta</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/3106618.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 500px; height: 335px;" src="http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/3106618.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;"&gt;"Felicidade Interna Bruta" é mais importante que "Produto Interno Bruto".&lt;br /&gt;(frase atribuída ao Rei do Butão)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Se pedirem para você responder à pergunta: o que é mais importante na vida, o dinheiro ou a felicidade? O que você escolheria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a sua resposta foi felicidade, como suponho seria a de quase todo mundo, então por que temo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;s tanto zelo em inventariar nossas finanças, somar a riqueza que produzimos, descobrir qual o nosso Produto Interno Bruto, mas não nos preocupamos com uma estatística da felicidade, um índice que demonstre - e compare - quão felizes nós somos, coletivamente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Bem, há alguém que se preocupa com isso. O rei do Butão decidiu, desde os anos 1980, que seu país não seria mais avaliado pela capacida&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;de de gerar riqueza, mas pelo grau de felicidade com que as pessoas vivem suas vidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pensando bem, por que não? Afinal, se chegarmos à conclusão que a felicidade é mais importante que a riqueza material, por que não medi-la e, a partir daí, criar ações para aumentá-la? Por que não avaliar nossa prosperidade pela medida em que formos capazes de ser felizes, vivermos em estado de comunhão, transmitirmos essa felicidade aos que nos cercam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fôssemos medir o índice de felicidade no Brasil, qual seria? Não estamos longe de fazer esse exercício: já se iniciou em São Paulo um movimento social em favor do FIB - o índice de Felicidade Interna Bruta. Teve até uma conferência nacional em outubro de 2008, em São Paulo e Campinas, e em breve será feita no Brasil a conferência internacional sobre FIB. Veja o site-blog &lt;a href="http://www.felicidadeinternabruta.org.br/"&gt;aqui&lt;/a&gt; e os vídeos no YouTube &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=p-SMWIA9Gzw"&gt;aqui (parte 1)&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QYZT2D0BGKo"&gt;aqui (parte 2)&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também essa chamada da Icatu Hartford sobre o FIB:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IMHEdasanKQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/IMHEdasanKQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="385" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;a href="http://www.panoramio.com/photo/3106618"&gt;Foto do início: Reino do Butão, Trongsa Zdong, por Bob Witlox.&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-7885489455684444048?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/C-4LZuiN3r0/felicidade-interna-bruta.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/03/felicidade-interna-bruta.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-9220996475774220341</guid><pubDate>Fri, 20 Feb 2009 03:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-19T22:26:16.665-05:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">meditação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">poesia</category><title>aurora profana</title><description>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Aurora Profana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;A vista a estrada alcança, avança&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Densa mata escura augura&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Fé constrói, corrói, destrói&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Em ti na longa ida pensa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Quando sobre a mata plana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Fugaz sentido em si levanta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Breve som primórdio ecoa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Lava, cria, faz constança&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Visão, o vão sentido, embaça&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Calor e dor a mão engana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Da rosa aroma desvanece&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Nem cor, sabor, odor revela&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;A tua aurora profana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;A roda gira, a alma dança&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Temor ausente inspira a paz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;A mente tenta sem lembrança&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Final sem ti não há&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;À existência. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Revirando manuscritos, encontrei essa poesia aí, que escrevi há um ano, logo antes de deixar Brasília. Como blogs também se prestam a essas coisas, resolvi compartilhá-la aqui. Espero que tenham gostado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-9220996475774220341?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/py_rmY-pwZ8/aurora-profana.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/02/aurora-profana.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-729324058279055264</guid><pubDate>Sat, 07 Feb 2009 15:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-07T11:28:11.145-05:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">coletividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">transformação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ciclo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">solidariedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">futuro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ética</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><title>a hora de Noé</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SY22kA5vWAI/AAAAAAAADEk/xMAiLFV7NSA/s1600-h/arca+de+noe-pic1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 199px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SY22kA5vWAI/AAAAAAAADEk/xMAiLFV7NSA/s400/arca+de+noe-pic1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300093066318665730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com tantos furacões, inundações, tsunamis, terremotos, derretimento de calotas polares, elevação das marés; com a deterioração do sistema financeiro, que atingiu em cheio o coração da economia capitalista globalizada e ainda pode contaminar os sistemas de poder, com conseqüências imprevisíveis; com os buracos na magnetosfera, que deixam nossos sistemas de comunicação e transmissão elétrica vulneráveis a tempestades solares; com o ressurgimento da pirataria no golfo de Aden (em pleno século XXI !); com a fome, a miséria e as doenças ainda dizimando populações inteiras; com tudo isso, não teríamos chegado na hora de um novo Noé aparecer no mundo, disposto a resguardar a vida em meio a águas turbulentas, e assim atravessar essa fase de destruição que parece já ter começado? &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Falo em Noé no sentido figurado, porque ninguém imagina um velhinho barbudo carregando numa arca casais de todas as espécies para, depois da tempestade, voltarem a povoar a Terra, mesmo que alguns tenham levado essa história ao pé da letra e tenham de fato iniciado essa tarefa, como na construção do bunker com sementes da maior variedade possível de espécies vegetais, em &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Svalbard_Global_Seed_Vault"&gt;Svalbard&lt;/a&gt;, Noruega, que se faz com o apoio do governo norueguês e do Bill Gates. Mas não falo disso. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falo em linguagem simbólica, falo de atitude, da escolha que podemos fazer entre protestar contra um gigante, como fez David, ou talvez preparar para liderar uma comunidade através da crise que se aproxima, já é visível e será forte e duradoura, como fez Noé. Falo de mirar o futuro e salvar o que for possível para retomar a vida, passada a tempestade. Para tal, será preciso optar pela criação de algo novo, ao invés de confrontar o antigo. Algo mais voltado para a "proposição" e menos para a "oposição". Quais seriam os princípios de Noé, se optássemos por seguir seus passos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Menos problemas, mais soluções&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao definir seu grupo, coalizão ou organização com a orientação de resolver um "problema", você estará minando seus esforços pela negatividade. Saber o que ou a quem somos contra não é suficiente na visão de Noé. Para salvar o planeta e seus habitantes, precisamos também saber o que somos a favor, e a isso direcionar nossas energias. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Menos demandas, mais metas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cada vez que formulamos nossos desejos como "demandas", assumimos uma relação de adversários do mundo à nossa volta: reconhecemos que não temos algo, e temos de lutar para obtê-lo. Nessa fase de transformação catastrófica, será que construir adversários ajuda? A alternativa é reformularmos nossas demandas em "metas". Metas podem ser compartilhadas, podem reunir apoios em torno de uma causa, e mesmo que divergências pontuais sejam inevitáveis, podem tornar mais fácil a tarefa de construir um futuro comum. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Menos alvos, mais parcerias&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O mundo é feito de grandes batalhas, mas para vencê-las é mais importante criar rede solidária de parcerias do que fixar-se na destruição do "alvo" inimigo. Se você entrar numa situação qualquer à procura de um inimigo, o encontrará facilmente. Nessa época pré-cataclismática, nosso desafio é encontrar e reunir nossos amigos, e isso é mais importante do que tentar derrubar os inimigos. Para enfrentar as mudanças em curso, precisamos voltar uns aos outros, mais do que uns contra os outros. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Menos acusações, mais confissões&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muitos dos inimigos que precisamos destruir, senão todos, estão dentro de nós. Nós também somos parte do "problema". Tentamos mudar o &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;status quo&lt;/span&gt;, mas é dele que seguimos tirando nosso sustento. No fim do dia, acabamos alimentando o próprio monstro contra o qual queremos lutar. Aqui, é preciso ter uma dose de humildade: reconhecer que não estamos apenas lutando contra o poluidor lá fora, mas também contra o poluidor dentro de nós. Todos temos pequenos demônios interiores que poluem nossas mentes e nossos corações, turvam nossos pensamentos e distorcem nossas ações. Seríamos mais fortes se reconhecêssemos e confessássemos nossas fraquezas, nossos medos, nossas necessidades. A sua experiência de luta interior, para realinhar sua vida a propósitos maiores e mudar seu próprio comportamento, ainda que seja pontilhada de pequenos fracassos e recorrentes fraquezas, como acontece na vida de todos nós, é o que vai criar a empatia e a cumplicidade com aqueles que se quer conectar e firmar laços mais fortes e perenes para a travessia conjunta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Menos discurso, mais entrega&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você não pode salvar um país ao qual você não sirva. Você não pode encampar uma causa em que você não acredite. Você não pode liderar alguém que você não ame. O amor pressupõe a entrega. Não estamos sempre certos, não somos donos da verdade, somos apenas buscadores, como todos os outros seres desse planeta azul. Não podemos convencer mais as mentes, precisamos achar meios de falar aos corações. E só conheço uma receita: ser verdadeiro, entregar-se, amar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você já parou para pensar na companhia de quem você gostaria de embarcar na Arca de Noé? O que você deixaria para trás, o que seria realmente indispensável ter com você? Não falo no plano material (eu bem que gostaria de levar o meu iPod...) mas no nível simbólico, arquetípico, imaginário, qual seria a sua melhor companhia para atravessar mares turbulentos? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Inspirado em: &lt;a href="http://vanjones.net/page.php?pageid=2"&gt;Van Jones, the Green Collar Economy&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Foto: A Arca de Noé, de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color: rgb(51, 51, 51);  font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;a href="http://www.omniverso.com/UniversoMisterio-A%20Arca%20de%20Noe.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;http://www.omniverso.com/UniversoMisterio-A%20Arca%20de%20Noe.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);   font-style: italic;font-family:'Trebuchet MS';font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);  font-family:'Trebuchet MS';font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-729324058279055264?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/fr-CmDXxoMc/hora-de-noe.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SY22kA5vWAI/AAAAAAAADEk/xMAiLFV7NSA/s72-c/arca+de+noe-pic1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/02/hora-de-noe.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-8313157393999311207</guid><pubDate>Wed, 04 Feb 2009 17:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-04T18:33:33.046-05:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">transformação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ego</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">evolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">propósito</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">iluminação</category><title>ego</title><description>&lt;expandir&gt;No texto que publiquei no solstício de inverno (do hemisfério norte), chamado &lt;a href="http://calcificado.blogspot.com/2008/12/mordor.html"&gt;Mordor&lt;/a&gt;, recebi alguns comentários sobre as referências que fiz ao ego e à necessidade de que ele seja aniquilado, como condição para o surgimento de consciência mais alinhada com nossos verdadeiros propósitos de vida, da mesma forma que Frodo teve de empreender a jornada heróica e sofrida para retornar o anel à lava vulcânica de onde havia sido feito, para lá derretê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi alguns comentários em defesa do ego e achei que valeria a pena retomar essa noção. Achei noutro blog (&lt;a href="http://thecleaver.blogspot.com/"&gt;The Cleaver&lt;/a&gt;) o seguinte trecho (tradução minha), que bem ilustra o que tento transmitir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;"Como se vestisse o quepe branco do capitão, o ego toma o timão, mesmo que ele não tenha a experiência suficiente para navegar. O verdadeiro trabalho do ego é cuidar dos impulsos de sobrevivência, tais como comer, beber, reproduzir, reunir-se em tribos, lutar ou fugir. Ele não está equipado para comandar uma nave grande e complexa. Consequentemente, faz uma série de erros, perde-se, avança sobre águas turbulentas e colide com outros egos. Com frequência, infringe dano em si mesmo e nos outros.  Do mesmo modo, buscando justificar-se entre uma teoria ou outra, o ego só consegue alcançar resultados medíocres, se comparados com o comando magnífico e brilhante do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;self &lt;/span&gt;superior. Precisamos necessariamente convencer o ego a tomar o assento traseiro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Ser quem você é &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt; não é nenhum vago sentimento da Nova Era. É uma disciplina rigorosa de trabalho pessoal para adquirir a consciência do presente. É uma trajetória espiritual natural. Ao trazermos nossa atenção ao momento presente, desconectamos os mecanismos egóicos da mente e a liberamos do fluxo da temporalidade. Saímos do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;loop &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;do tempo (a terceira dimensão); a mente se torna imediatamente mais profunda e conectada (com a quarta dimensão). Esta é a jornada heróica do verdadeiro ser. Isso é filosofia, psicologia, espiritualidade, ciência e arte. É a realidade viva de observar nosso &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Dharma&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;, nosso sagrado caminho pessoal, dia a dia, todos os dias. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Pensar e fazer são periféricos. Ser é tudo. Ser é agora. Isto é sabedoria antiga, profunda e autêntica. É o conhecimento que mais uma vez brota à superfície em milhares de mentes, retirando-as pouco a pouco da grande e recorrente amnésia da humanidade."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata, de fato de aniquilar o ego, mas de retirá-lo do comando, de compreender que existe uma força condutora nesse cosmos que é superior à nossa compreensão e que dela somos partes inseparáveis. Trata-se de deixar de lado a tola idéia de querer controlar tudo, dominar a natureza, saber-se senhor do universo. Não quero com isso desmerecer os avanços científicos que a humanidade logrou ao longo dos milênios. A mente racional, lógica, cartesiana, foi essencial para, desde o Iluminismo, alçar-nos ao patamar de consciência de que desfrutamos hoje. Parece-me, no entanto, que nossa evolução não para aqui e que o novo e significativo passo da humanidade dependerá menos do empirismo da ciência e mais da mudança de atitude e consciência interna a respeito dos fatos da vida. Essa é a mudança mais revolucionária que podemos almejar: a da nossa consciência. Se não formos capazes de ascender a um novo patamar de compreensão de nós mesmos e do nosso propósito aqui na Terra, se continuarmos a agir como consumidores hipnotizados pelos encantos materiais, se fecharmos os olhos às mudanças que se aceleram à nossa volta, como teremos condições de evitar a destruição total e o caos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, talvez &lt;/expandir&gt;seja &lt;expandir&gt;o caos parte indispensável da nossa aprendizagem, quem sabe? A malha da civilização está tensa, parece rumar para um ponto-limite, o ponto sem retorno, se é que já não tenhamos passado dele. O reordenamento da vida em torno de novos valores não se fará sem um período de caos e destruição. O apego ao ego, assim como às coisas materiais, só aumentará nosso sofrimento. Por isso, parece ter chegado a hora de empurrarmos o ego para o banco traseiro e entregarmos o controle da nave da nossa existência para o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;self &lt;/span&gt;superior, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;self &lt;/span&gt;autêntico, o eu &lt;/expandir&gt;verdadeiro&lt;expandir&gt;, ou como quer que o chamemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/expandir&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-4877315443234100540?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/jdQ1LkC1uFc/mulher-guerreira.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/01/mulher-guerreira.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-6389316525341915803</guid><pubDate>Sun, 11 Jan 2009 15:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-11T11:42:34.026-05:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">planeta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">coletividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">natureza</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">transformação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ética</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">integral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crise</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">universo</category><title>transformação</title><description>Você acredita que as mudanças no mundo estão acelerando-se, como se o próprio tempo passasse cada vez mais depressa? Tem essa sensação às vezes? Consegue perceber o que está mudando à sua volta?  &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na edição mais recente da revista &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://www.noetic.org/publications/magazine.cfm"&gt;Shift&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.noetic.org/publications/magazine.cfm"&gt; &lt;span&gt;&lt;span&gt;(1)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, há um artigo interessante e muito &lt;/div&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 144px; height: 182px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SWoeVqRSBUI/AAAAAAAAC_k/OR2CEBj8Pxc/s320/S21_Cvr_144_zebra.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290074069772928322" /&gt;bem escrito, de autoria do psicólogo Edmund J. Bourne, sobre a aceleração das transformações em curso. O Dr. Bourne inicia com a idéia de que nossa civilização está diante de uma encruzilhada: não é viável prosseguirmos com nossas tendências de crescimento econômico e consumo material ilimitados. É como se a humanidade estivesse prestes a deixar a adolescência e dar-se conta de que precisa aprender a zelar pelos recursos do planeta. Pela necessidade de gerirmos a Terra de forma sustentável, a cooperação entre as nações terá de se impor e superará finalmente o conflito. Tais valores e inclinações já são hoje percebidos em cerca de 10 a 20 por cento da população mundial, mas só prevalecerão quando os desafios globais atingirem massa crítica. É por isso que os problemas que vemos hoje, derivados da mudança do clima, dos distúrbios ecológicos, da escassez de recursos (água, comida em algumas partes do globo) e da pobreza estão acelerando-se tanto: em breve, atingirão um ponto tal que irão forçar a necessidade de mudar drasticamente as prioridades de vida na nossa sociedade. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No artigo, o Dr. Bourne apresenta uma lista de perspectivas que ajudam a acompanhar melhor o que está sendo alterado no paradigma da nossa consciência social: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;universo consciente:&lt;/span&gt; superação da visão mecanística do mundo, que passa a ser compreendido como um processo criativo, com atributos de auto-organização e intencionalidade, e ao qual nós estamos ligados de maneira integral; &lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;realidade multidimensional:&lt;/span&gt; passamos a reconhecer o real além dos limites do mundo físico, a existência de dimensões sutis que formam a matriz do universo físico que visualizamos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;interconexão:&lt;/span&gt; nossas mentes estão todas reunidas numa consciência coletiva. No nível mais profundo de nossas almas, nós somos todos um. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;complementaridade entre ciência e espiritualidade:&lt;/span&gt; ambos levam a uma compreensão do cosmos; a ciência, junto com as humanidades e as artes, aos aspectos subjetivos e simbólicos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;ética natural:&lt;/span&gt; o comportamento ético deriva da consciência interior, e não da moda ou dos padrões culturais;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;A emergência desse novo paradigma de consciência afronta radicalmente a visão racional-materialista-consumista com a qual crescemos. A mudança é tão radical quanto a que o Renascimento trouxe à visão de mundo medieval. Retomamos uma imagem do cosmos que excede os limites da ciência objetiva. Essa transformação ensejará o surgimento de novos valores para a sociedade. Tais valores representarão o distanciamento da atual orientação materialista, rumo a uma orientação humanista-espiritual da vida. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quais serão esses novos valores? Que idéias representam melhor essa transformação? Não creio que se possa facilmente listá-los, nem esperar que alguém os apresente: elas emergirão na medida da evolução da consciência de cada um de nós. O que você acha? Isso é o mais importante.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Referências:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.noetic.org/publications/magazine.cfm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Shifts - at the frontiers of consciousness&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;. Revista trimestral publicada pelo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.noetic.org/index.cfm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Institute of Noetic Sciences (IONS)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;. Edição nr. 21, dezembro/2008. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-6389316525341915803?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/aA4KWfnhqAo/transformao.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SWoeVqRSBUI/AAAAAAAAC_k/OR2CEBj8Pxc/s72-c/S21_Cvr_144_zebra.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/01/transformao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-6260224231446023693</guid><pubDate>Wed, 07 Jan 2009 21:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-07T17:53:03.262-05:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">guerra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crise</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">oriente</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Israel</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">paz</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">palestina</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">esperança</category><title>guerra</title><description>A Faixa de Gaza entrou o ano sob bomardeio cerrado das forças israelenses. O conflito escalou-se para uma invasão por terra, ainda em curso. Esta é uma guerra que diz respeito a você, diretamente. Porque quando o mundo, inclusive você,  celebrava o dia universal da paz, 2009 começou em guerra. E nada que pudesse evitar a perda de vidas inocentes foi capaz de contê-la. Nem a diplomacia, nem a democracia, nem o diálogo. O sistema internacional mostrou-se inepto: o Conselho de Segurança da ONU não logrou adotar decisão em favor de um cessar-fogo. O governo Bush, em fim de mandato, silenciou, e o presidente entrante não quis se antecipar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é só mais um movimento no intrincado jogo de xadrez do conflito do Oriente Médio, que não é de hoje. Israel contou com um vácuo de poder para adquirir mais uma posição de força, a partir da qual poderá negociar em melhores condições. É uma tentativa de aniquilar o Hamas, grupo considerado terrorista e portanto indesejado no governo palestino, apesar de ter sido democraticamente eleito em 2006. Há limites, portanto, para a democracia. A vontade popular pode escolher um governante do terror, e daí? Democracia, sim, desde que vença o meu candidato. Ou que o vencedor aceite as minhas condições. Nesse caso, as de Israel. Em troca, vai aceitar retirar-se de Gaza e voltar à situação em que se encontrava na véspera do bombardeio. Mas terá conseguido negociar melhor, com base na força, e terá no mínimo enfraquecido o Hamas. Mesmo que isso custe um milhar de vidas inocentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vendo do outro lado, Israel só quer sobreviver, construir sua nação na terra de seus antepassados. Isso inclui não aceitar um governo vizinho que declare ter como principal objetivo aniquilar do mapa o "povo eleito". Os freqüentes bombardeios a Israel a partir de Gaza, comandados pelo Hamas, a partir de canhões escondidos em áreas densamente habitadas, escolas, asilos e hospitais, indicam provocação. Se sua própria sobrevivência está em jogo, é preciso lutar. Qualquer instinto tribal reagiria assim. Nesta guerra, portanto, não há como dizer com quem está a razão. A razão, aliás, se perdeu lá atrás, junto com o diálogo, a democracia, a diplomacia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No duomilésimo nono ano da era cristã, é lamentável que a terra em que Cristo viveu esteja em conflito tão desumano, seja testemunha de tanto derramamento de sangue, veja esvair-se qualquer capacidade de entendimento e concórdia entre povos irmãos. Esta é uma guerra fratricida e desesperançosa. Demonstra como estamos longe de viver a paz, a harmonia e o entendimento como valores não-negociáveis, como se fossem leis naturais. Não sei se reagiria diferente, estando na posição de qualquer um dos lados, e você? Por isso, repito que essa guerra diz respeito a você, diretamente. Abençoados estamos, longe dos mísseis e da dor, ou amaldiçoados seremos, condenados a viver num mundo fratricida, onde a força vale mais que o argumento, onde a paz continua sendo um sonho distante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-6260224231446023693?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/snHSESp-Z5M/guerra.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2009/01/guerra.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-1643686347854671928</guid><pubDate>Sun, 21 Dec 2008 17:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-22T10:32:51.950-05:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">transformação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">evolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">política</category><title>Mordor</title><description>&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"Viva em Mordor por muito tempo e você vai acabar parecido com Gollum"&lt;/span&gt; (1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SU6wtYzMP7I/AAAAAAAAC_c/mOCCeSr52kw/s1600-h/Gollum_w_coney.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 180px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SU6wtYzMP7I/AAAAAAAAC_c/mOCCeSr52kw/s200/Gollum_w_coney.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282353706749935538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Acabo de ver a trilogia do Senhor dos Anéis e, como não resisto, tenho de fazer minha releitura da história-fantasia de Tolkien. Então, em leitura aleatória de posts de blogs (cheguei à conclusão que para ser um bom blogueiro, é preciso antes de mais nada ler e comentar blogs alheios, e há muita riqueza de idéias na blogosfera), me deparei com a frase acima (tradução minha). Esta frase me chamou a atenção, porque o autor tenta ilustrar o cuidado que se deve ter em não se envolver demais em coisas mundanas, sobretudo nessa nossa época de total crise de valores e de confiança. Seu objetivo não era comentar o Senhor dos Anéis, mas apresentar uma alternativa ao indivíduo que trilha o caminho da consciência sobre qual atitude adotar ao perceber que todo o sistema político, econômico, financeiro, social que nos rodeia é corrupto e mantido por uma enorme população de "adormecidos", pessoas como nós, que inconscientemente repetimos padrões de comportamentos que só servem à manutenção do próprio sistema e dos que mais ganham com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugere o autor do blog que a evolução da consciência é um caminho a ser trilhado sozinho: não adianta dedicar esforços para tentar despertar os outros, quando ainda não lhes chegou o momento de perceber as amarras que os mantêm prisioneiros da Matriz que se alimenta da sua vitalidade e trabalho da mesma forma que vampiros do sangue de suas vítimas. Eventualmente, mais e mais pessoas despertarão para o lado "bom" da Força ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Qual, então, a melhor postura? Como retirar poder de um sistema corrompido? Como ajudar a despertar o povo da ignorância? Como acelerar o surgimento de uma ordem mais justa e fraterna, baseada em escolhas conscientes e não dominadas pelas imposições do mercado, da política, da mídia, das religiões? Parece que não há outra postura a adotar a não ser voltar-se para si, fortalecer o poder interior, de modo a que cada indivíduo, a seu tempo, deixe de alimentar o poder externo, dominante. E para despertar os outros, é primeiro preciso despertar a si próprio e cultivar estado de consciência que ponha à mostra as amarras da existência. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada, quer-me parecer que precisamos desenvolver nossa capacidade de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;atenção&lt;/span&gt;, na linha do "estar aqui e agora", "viver no presente", como escrito nas doutrinas mais antigas, secretas ou abertas, e renovado por autores recentes como Eckhart Tolle, Deepak Chopra, Andrew Cohen e outros. À atenção, adicionamos a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;intenção&lt;/span&gt;,  como manifestação consciente do desejo de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ser&lt;/span&gt;, em vez de fazer ou ter. Com atenção e intenção, podemos almejar a integralidade de nossas ações e pensamentos. Ser &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;integral&lt;/span&gt; parece ser, para mim, o desafio ético do novo milênio. Creio haver fortes indícios de que a integralidade é condição para o próximo estágio da consciência humana, no qual estaremos muito mais habilitados a usar nossa &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;intuição&lt;/span&gt;, em vez de nossa mente, como ferramenta de libertação do poder externo, sendo essa nossa verdadeira missão de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ia escrever sobre minha interpretação do Senhor dos Anéis, mas como isso é um blog, e num blog prefiro adotar estilo livre, espontâneo, acabei divagando. Mas deixo aqui o registro de que a trilogia adquiriu, para mim, outro significado, quando identifiquei o anel como simbolizando o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ego&lt;/span&gt;, causa de todos os nossos males, que tenta nos dominar, atraindo-nos com a promessa de poder, na verdade falso poder, e nos mantém prisioneiros da nossa própria ignorância. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SU6HwIgZJDI/AAAAAAAAC_U/60eXYgFLSO0/s1600-h/the-lord-of-the-rings--the-one-ring-3d-screensaver_558.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SU6HwIgZJDI/AAAAAAAAC_U/60eXYgFLSO0/s200/the-lord-of-the-rings--the-one-ring-3d-screensaver_558.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282308673938990130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O ego precisa ser destruído como Frodo destruiu o anel, jogando-o na lava vulcânica, ao final de uma odisséia pessoal de enfrentamento dos próprios medos e expansão dos limites com vistas à libertação definitiva. &lt;/span&gt;Nessa perspectiva, até que o Senhor dos Anéis não está tão distante dos comentários sobre nossas amarras ao sistema corrupto e vil que nos cerca. Acordemos, pois!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;(1) Neil Kramer,  "&lt;a href="http://thecleaver.blogspot.com/2008/12/way-of-infinite-explorer.html"&gt;The Way of the Infinite Explorer&lt;/a&gt;" , blog &lt;a href="http://thecleaver.blogspot.com/"&gt;The Cleaver&lt;/a&gt; (14/dez/2008).&lt;br /&gt;(2) Imagem: Gollum, personagem do Senhor dos Anéis (&lt;a href="http://www.arwen-undomiel.com/character_bios/gollum.html"&gt;site de origem da imagem&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;(3) Imagem: Anel na lava vulcânica (&lt;a href="http://images.google.com/imgres?imgurl=http://filegets.com/screenshots/full/the-lord-of-the-rings--the-one-ring-3d-screensaver_558.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://filegets.com/image/the-lord-of-the-rings--the-one-ring-3d-screensaver.html&amp;amp;usg=__ITQ_zElaWpU1QWXGs-cHumy_JqU=&amp;amp;h=480&amp;amp;w=640&amp;amp;sz=47&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=1&amp;amp;sig2=1YEN2TsCsSc_wcxqCYve7A&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=awQxQQfShXLZ5M:&amp;amp;tbnh=103&amp;amp;tbnw=137&amp;amp;ei=-oZOScz0LtmitgfmzLCcDg&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dlord%2Bof%2Bring%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26sa%3DN"&gt;site de origem da imagem&lt;/a&gt;).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-1643686347854671928?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/yS18Xd4vO3g/mordor.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SU6wtYzMP7I/AAAAAAAAC_c/mOCCeSr52kw/s72-c/Gollum_w_coney.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2008/12/mordor.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-7986529020057568981</guid><pubDate>Thu, 11 Dec 2008 16:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-11T11:53:47.060-05:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">coletividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">união</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">transformação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ego</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">futuro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ética</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">integral</category><title>responsabilidade ou culpa?</title><description>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;“Nenhum homem é uma ilha”, disse Teilhard de Chardin, mas em muitos aspectos parece que continuamos a agir como se fôssemos isolados, cercados cada um por uma bolha individual e indevassável, separados da coletividade, do meio ambiente, da economia, da política, do resto do planeta. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color: rgb(51, 51, 51); font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;Existe o Universo e existo eu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SUFC0Z8nSJI/AAAAAAAAC-c/F06pa7Auvc4/s200/solidao.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5278573706340681874" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color: rgb(51, 51, 51);  font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O mundo está aí fora e eu aqui, no meu mundinho privado e separado, com as preocupações que considero só minhas, de mais ninguém. Nesse sentido, sinto-me único, peculiar, autônomo e distinto do resto. Quero soluções para a violência urbana, pois vejo-me na condição de vítima potencial desse flagelo moderno que acentua em mim o medo de sair à rua e limita minha capacidade de interagir com a sociedade e a natureza. Mas a violência está lá, é um dado externo e fora do meu controle, e aparentemente não há nada que eu possa fazer a respeito. Posso facilmente apontar “os culpados”: os políticos que pensam em se locupletar dos recursos públicos e não cuidam da saúde nem das instituições sociais; os traficantes, que invadem a periferia com seus produtos de lucro fácil, as drogas, e lançam desafio ao poder constituído; os filhinhos de papai, alienados e drogados, que financiam a manutenção desse complexo de drogas e violência; a polícia corrupta e mal-remunerada, leniente com a criminalidade; o sistema econômico, injusto e discriminatório, que exclui importante parcela da população dos benefícios da cidadania, lançando-os inevitavelmente ao mundo paralelo da droga, do crime e da violência; a falta de fé e esperança num futuro melhor; e muitos outros. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color: rgb(51, 51, 51); font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color: rgb(51, 51, 51);  font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Nessa lista, não tenho a capacidade de me incluir, de assumir parcela da responsabilidade pelo caos social, de que a violência nas ruas é um dos aspectos mais visíveis. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Levo minha vida honestamente (com algumas mentirinhas bobas, de vez em quando, que não chegam a desmerecer minha imagem diante da sociedade), pago meus impostos (exceto quando a pouca fiscalização permite que eu burle alguma regrinha sem importância e reduza unilateralmente a carga fiscal que me é imposta – aliás excessiva e desmesurada), vou à igreja (certo, de vez em quando, numa missa de sétimo dia ou num casamento), faço caridade (sobretudo perto das festas de fim de ano, o que reduz minha culpa e permite saborear melhor a ceia de Natal), voto com consciência (não me pergunte se acompanho a atuação dos eleitos para me representar), enfim, vivo com a consciência limpa e mantenho atividade social e comunitária. E sofro com os flagelos do mundo, que existem e se agravam a cada dia, apesar de mim. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(51, 51, 51);   font-family:'Trebuchet MS';font-size:13px;"&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal 'Times New Roman'; min-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal 'Times New Roman'; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;"Eu, responsável pelo caos do mundo? Era só o que me faltava! Já basta a minha culpa judaico-cristã, que me faz sofrer em solidariedade às chagas e maldades da história, e que nem dez anos de psicanálise conseguiriam aliviar. E agora você quer que eu carregue o mundo nas costas? Assuma responsabilidade pelo caos que os outros, bandidos e picaretas de todo o gênero, criaram? Nem pensar! "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal 'Times New Roman'; min-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal 'Times New Roman'; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Este raciocínio resulta de um erro de perspectiva. Continuamos considerando que somos seres especiais, à parte, isolados do resto. Recusamo-nos a incluir a nós mesmos nos processos sociais e políticos “lá de fora”. É uma posição confortável, afinal é mais fácil apontar o dedo para os outros, colocar a culpa nos políticos, e seguir a minha vida como vítima dessa situação que não criei e pela qual não assumo qualquer responsabilidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal 'Times New Roman'; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal 'Times New Roman'; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 194px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SUFDwFdI_TI/AAAAAAAAC-k/J49GTNoXPYg/s200/juntos.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5278574731632114994" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal 'Times New Roman'; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Numa perspectiva integrada, no entanto, é imperioso eliminar o véu do narcisismo que nos separa do resto. O resultado é a união a um processo maior, de evolução da consciência coletiva, que ocorre desde que o mundo é mundo, processo do qual não somos observadores nem analistas muito menos vítimas, mas partes integradas e solidárias, responsáveis mesmo pelos desdobramentos que afetam minha casa, meu bairro, minha cidade, minha nação, meu planeta. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal 'Times New Roman'; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal 'Times New Roman'; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Associar-se conscientemente a esse processo coletivo de criação parece ser o desafio do novo milênio, o próximo passo natural na evolução da consciência que é a própria vida. Essa não é uma tarefa fácil nem evidente, mas é cada dia mais necessária. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Somos hoje o resultado das escolhas que fizemos, individual e coletivamente, ao longo da história. Criamos uma sociedade avançada, complexa e interdependente. Recebemos a herança e o ônus de administrar as conquistas e as imperfeições de um futuro que foi projetado e criado pelos nossos antepassados e que é, hoje, a nossa realidade social, política, cultural, econômica, ambiental, moral e espiritual. Esse legado é um presente. É o nosso presente. Como vamos lidar com essa realidade? Que escolhas faremos hoje – e fazemos escolhas diariamente, tenhamos ou não consciência disso – para levar adiante a aventura da civilização? Qual a nossa relação com a tribo da humanidade, a nação onde nascemos, o grupo social a que pertencemos, a família em que crescemos? Quais nossos apegos aos objetos externos do desejo, tais como o dinheiro, o poder, o sexo? Qual é a imagem que temos de nós mesmos, como indivíduos conscientes e ativos na criação da nossa realidade? Quais as nossas escolhas nos relacionamentos com outros humanos? Como amamos, perdoamos, exercemos a compaixão?  De onde tiramos motivação para reiniciarmos a vida a cada manhã? Qual a lógica de nossas ações, palavras e pensamentos? Quais nossas inquietações com o mundo não-visível? Qual nossa relação com os assuntos da consciência e da espiritualidade? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman; min-height: 15.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.0px"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Este blog não pretende trazer respostas, mas compartilhar idéias que ajudem a busca individual e coletiva por caminhos que aprimorem nosso conhecimento a respeito dessas inquietações. Parece evidente que todas essas perguntas estão inter-relacionadas. A aldeia global em que vivemos, cada vez mais integrada e conectada, faz com que os problemas do mundo sejam cada vez mais associados e complexos. Questões do meio ambiente, como poluição das cidades, extinção de espécies ou mudança do clima, só para citar alguns exemplos, exigem a busca por respostas de modo abrangente, multidisciplinar, integrado. Por exemplo, não é mais possível dissociar a produção e venda de automóveis, que continua figurando como critério de pujança econômica na comparação entre países, dos efeitos ambientais causados pelo aumento correspondente na  liberação de partículas poluidoras nas ruas das nossas cidades, nem dos efeitos sociais causados pela retenção do trânsito e o conseqüente aumento no tempo diário de deslocamento das pessoas de suas casas ao trabalho e vice-versa. Qualquer questão que se queira analisar hoje requer uma perspectiva integrada, que considere os impactos e reflexos de cada decisão nos aspectos social, pessoal, psicológico,cultural, teleológico, moral e espiritual. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;Tenho a sensação de que precisamos reinventar o futuro, em torno de uma ética integral, holística, coletiva. Essa não é uma tarefa fácil, mas será que temos escolha? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Times New Roman"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Alguém já se perguntou o que a esperança fazia em tão má companhia?&lt;/span&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 16px/normal Georgia; min-height: 19px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 16px/normal Georgia; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;Já li que os gregos consideravam a esperança um mal, um defeito tão ruim quanto qualquer outro. Por isso Zeus a havia confinado na caixa de Pandora, junto com tudo o que temos de pior. A esperança, nessa perspectiva, é um defeito porque amarra o ser, impedindo-o de fazer o que precisa para mudar o seu destino. A esperança segura o homem, torna-o conformado e servil, ao dar-lhe a expectativa de algo externo e poderoso virá resgatá-lo, de que o futuro lhe reserva algo melhor. Por que desgastar-se com a luta agora, por que querer mudar, se há sempre a esperança de que as coisas vão melhorar por si? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 16px/normal Georgia; min-height: 19px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 16px/normal Georgia; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;Barack Obama foi eleito tendo como lema a promessa de mudar. O povo o escolheu na esperança de que ele será o arauto da mudança, empunhará a espada da verdade e da conciliação e recolocará os Estados Unidos e o mundo de volta nos trilhos. Porque ninguém mais tem dúvida de que nossa civilização andou descarrilhando alguns vagões pesados, no passado recente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 16px/normal Georgia; min-height: 19px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 16px/normal Georgia; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;Mas poderá vir a mudança de um só líder? Não será essa mais uma vã esperança, um dos males da caixa de Pandora, a entorpecer as consciências e jogar para adiante as verdadeiras  mudanças que a nossa era demanda? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 16px/normal Georgia; min-height: 19px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 16px/normal Georgia; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;Só há um modo de mudar o mundo: mudar a si mesmo. O mundo exterior é reflexo de nossa condição interna.  Não adianta cultivar a esperança de que alguém mude o mundo para nós. Ou elevamos a nossa consciência e compreensão da vida, do meio, do outro, ou estamos fadados ao extermínio. Enquanto insistirmos em manter os padrões insustentáveis de produção e consumo como a locomotiva da nossa prosperidade, estaremos rumando para a desgraça. E de nada adianta esperar ou torcer para que as coisas mudem, se continuarmos a alimentar nossos desejos de consumo fútil, diversão fútil, vida fútil. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 16px/normal Georgia; min-height: 19px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 16px/normal Georgia; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0px; "&gt;Como diz o antigo provérbio chinês, talvez confuciano, "o passado é história, o futuro é mistério, o presente é uma dádiva; é por isso que se chama 'presente'". Estaremos aproveitando essa dádiva para mudar a cada dia o nosso destino?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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Plágio é desonestidade.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8197049071947665547-5411084508925533727?l=calcificado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/HorizontesVirtuais/~3/104-cla6vAA/esperana-o-menor-dos-males.html</link><author>noreply@blogger.com (Tom)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_caNjEhly5WM/SRyVcvV-LsI/AAAAAAAAC-U/xmJz4lEIVpw/s72-c/PandoraBoxArthurRackham.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://calcificado.blogspot.com/2008/11/esperana-o-menor-dos-males.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-8558120436247124404</guid><pubDate>Sat, 08 Nov 2008 00:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-08T08:25:38.958-05:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">eua</category><title>poder</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;Vejam que interessante esse site de ativismo político internacional:  &lt;a href="http://www.avaaz.org/"&gt;www.avaaz.org&lt;/a&gt;. É uma  rede que permite que pessoas de todos os cantos do planeta se mobilizem para fazer parte de ações concretas que envolvem grandes problemas que a humanidade enfrenta como o aquecimento global, a paz no Oriente Médio, pobreza e direitos humanos. Dê uma olhada no site em português: &lt;a href="http://www.avaaz.org/po/"&gt;http://www.avaaz.org&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande'; font-size: 48px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap;font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;Que a Internet permite maior participação e ativismo político, não há dúvida. Então, por que não participar também?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande'; font-size: 48px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap;font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;A campanha mais recente é o envio de mensagens de apoio ao Obama, e a mensagem que divulgam é a seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt; -------------------------------  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;Depois de 8 longos anos de Bush, chegou a hora de um novo começo!  Há muitos interesses em jogo na política americana, mas a vitória do Obama simboliza uma nova chance para os EUA se aliarem à comunidade global para encarar desafios urgentes como mudanças climáticas, direitos humanos e paz.  Depois de uma longa história de decepções com o governo norte-americano, o Obama despertou um sentimento de esperança e reconciliação nunca visto antes. Vamos enviar uma mensagem parabenizando e convidando o novo presidente e o povo norte-americano a trabalharmos juntos pelos desafios enfrentados no nosso planeta.  Nós construímos um enorme mural perto da Casa Branca em Washington DC onde vamos postar o número de assinaturas da nossa mensagem e colar mensagens pessoais recebidas do mundo todo. Quanto mais mensagens forem enviadas, mais o mural vai crescer dentro das próximas horas. Nós pedimos para o Obama receber pessoalmente nossas mensagens, por isso vamos tentar conseguir 1 milhão de assinaturas! Clique no link para ver a mensagem que escrevemos ou escrever a sua própria:  &lt;a href="http://www.avaaz.org/po/million_messages_to_obama/98.php/?CLICK_TF_TRACK"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;&lt;a href="http://www.avaaz.org/po/million_messages_to_obama/98.php/?CLICK_TF_TRACK"&gt;http://www.avaaz.org/po/million_messages_to_obama/98.php/?CLICK_TF_TRACK&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;Este é um momento de celebração mas as mudanças não serão fáceis: a indústria do petróleo, da guerra e o lobby conservador são bem fortes nos EUA. O mesmo grupo poderoso que planejou a guerra no Iraque está se preparando para deter as mudanças propostas pelo novo governo. O Obama prometeu trabalhar pela integração nacional, mas não podemos permitir que ele ceda aos conservadores em troca de conchavos políticos.  Vamos enviar uma mensagem de incentivo ao Obama, lembrando-o de se manter firme nos assuntos globais mais urgentes. Contamos com o cumprimento das promessas de campanha, que defenderam um tratado forte contra as mudanças climáticas, o fim da tortura e o fechamento do presídio de Guantanamo, o estabelecimento de um plano cuidadoso para a retirada das tropas do Iraque e a duplicação dos recursos destinados ao combate à pobreza global. Nunca antes na história um presidente norte-americano esteve tão aberto para nos escutar.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;Vamos enfatizar o fato de que a maioria dos assuntos, como a crise financeira e o aquecimento global, só poderão ser resolvidos através de uma solução global, com o mundo todo trabalhando junto. Clique no link para ler e a assinar a nossa mensagem, depois encaminhe este email para seus amigos: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt; &lt;a href="http://www.avaaz.org/po/million_messages_to_obama/98.php/?CLICK_TF_TRACK"&gt;http://www.avaaz.org/po/million_messages_to_obama/98.php/?CLICK_TF_TRACK&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande'; font-size: 48px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;Com esperança,  Ricken, Brett, Alice, Iain, Paula, Paul, Graziela, Pascal, Milena e toda a equipe Avaaz  PS – &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;Mande uma foto sua para o nosso mural: envie-a para obamawall@avaaz.org  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;Saiba mais sobre as outras campanhas da Avaaz – http://www.avaaz.org/po/report_back_2/  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;Veja a lista das 10 promessas de campanha do Obama que estão relacionadas a assuntos globais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;      * Reduzir as emissões de carbono dos EUA em até 80% até 2050 e ter um papel mais forte e positivo na negociação do tratado global que irá dar continuidade ao Protocolo de Quioto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;     * Retirar todas as tropas do Iraque dentro de 16 meses e não manter nenhuma base permanente no país&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;     * Estabelecer uma meta clara para eliminar todo o armamento nuclear do planeta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;     * Fechar o presídio de Guantanamo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;     * Dobrar o apoio financeiro para reduzir pela metade a extrema pobreza até 2050 e contribuir para a luta contra o HIV/AIDS, a tuberculose e a malária&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;     * Abrir um diálogo diplomático com países como o Irã e a Síria para buscar uma solução pacífica para tensões políticas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;     * Desmilitarizar o serviço norte-americano de inteligência para evitar o tipo de manipulação que gerou a guerra no Iraque     &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;* Lançar um grande esforço diplomático para cessar a matança em Darfur&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;     * Somente negociar novos tratados comerciais que contenham proteções trabalhistas e ambientais para os países envolvidos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  white-space: pre-wrap; font-family:'Lucida Grande';font-size:12px;"&gt;     * Investir USD $ 150 bilhões nos próximos 10 anos em energias renováveis e colocar 1 milhão de carros elétricos nas ruas até 2015&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande'; font-size: 48px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt; 
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