<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547</atom:id><lastBuildDate>Sun, 22 Sep 2024 19:58:09 +0000</lastBuildDate><category>consciência</category><category>transformação</category><category>vida</category><category>evolução</category><category>mudança</category><category>universo</category><category>coletividade</category><category>filosofia</category><category>propósito</category><category>andrew cohen</category><category>crise</category><category>natureza</category><category>ética</category><category>amor</category><category>ativismo</category><category>iluminação</category><category>integral</category><category>política</category><category>aprendizado</category><category>criação</category><category>ego</category><category>futuro</category><category>internet</category><category>planeta</category><category>video</category><category>ciclo</category><category>citação</category><category>escala</category><category>esperança</category><category>eua</category><category>meditação</category><category>poesia</category><category>sentimento</category><category>união</category><category>china</category><category>ciência</category><category>conferência</category><category>confiança</category><category>cosmos</category><category>espaço</category><category>estudo</category><category>fotos</category><category>linguagem</category><category>mercado</category><category>oriente</category><category>origem</category><category>solidariedade</category><category>Chopra</category><category>Clarice Lispector</category><category>Israel</category><category>Portugal</category><category>adriana calcanhoto</category><category>alimentação</category><category>amalfi</category><category>amizade</category><category>animais</category><category>barbara wolf</category><category>bertrand russel</category><category>blog</category><category>brahma</category><category>brasil</category><category>capri</category><category>cartas</category><category>cidades</category><category>dicas</category><category>economia</category><category>espírito</category><category>felicidade</category><category>fé</category><category>férias</category><category>guerra</category><category>gunas</category><category>harmonia</category><category>itália</category><category>leis</category><category>literatura</category><category>lua</category><category>mascote</category><category>maus-tratos</category><category>medida</category><category>medo</category><category>mitologia</category><category>mímica</category><category>novo</category><category>nápoles</category><category>palestina</category><category>paz</category><category>pensamento</category><category>pompéia</category><category>prakriti</category><category>purusa</category><category>ravello</category><category>relacionamento</category><category>solstício</category><category>teatro</category><category>tolle</category><category>vegetarianismo</category><category>viagem</category><category>vide</category><category>widget</category><title>Horizontes virtuais</title><description>&quot;Eu quase que nada sei, mas desconfio de muita coisa.&quot; Guimarães Rosa</description><link>http://calcificado.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Anonymous)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>72</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-9170923251205023603</guid><pubDate>Wed, 11 Sep 2013 00:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-09-10T20:39:28.871-04:00</atom:updated><title>Relendo o que escrevi</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieJ1Af1mwL1woWTYaGyJeypW1dVmEtGVDAXBbgWtGlO_dsbVgLVZgykyFANOstyn4ZY66sPyH4cYpWe6qiQujDqCarAyV7JCNgk-CU4yriYNvSvZt8Ecj24QFwCcUtequsuYE8J1vdu6D2/s1600/capalivro.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieJ1Af1mwL1woWTYaGyJeypW1dVmEtGVDAXBbgWtGlO_dsbVgLVZgykyFANOstyn4ZY66sPyH4cYpWe6qiQujDqCarAyV7JCNgk-CU4yriYNvSvZt8Ecj24QFwCcUtequsuYE8J1vdu6D2/s200/capalivro.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Relendo trechos do meu livro &quot;Governança da Internet: Aspectos da Formação de um Regime Global e Oportunidades para a Ação Diplomática&quot;, publicado em junho de 2011 pela &lt;a href=&quot;http://www.funag.gov.br/index.php/pt_br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Editora FUNAG&lt;/a&gt;, deparei-me com esse trecho, que me surpreendeu pela impressionante atualidade em tempos de espionagem e violação de privacidade na Internet (pág. 159):&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;&quot;O debate sobre privacidade e direitos humanos remete a questões fundamentais da organização política e social do mundo contemporâneo, postas em xeque pela arquitetura tecnológica em que a Internet foi projetada. (...) Visto desde perspectiva sociocultural, o debate sobre Internet e privacidade traz à tona o fantasma orwelliano de sociedade totalitária, amparada em meios tecnológicos usados por um Big Brother onisciente e controlador das ações individuais. A tecnologia permite a adoção de modelos cada vez mais intrusivos; o limite terá necessariamente de ser dado pela lei. Lei que opere sob os limites da jurisdição nacional, no entanto, terá duvidosa eficácia na garantia de direitos e liberdades individuais no ciberespaço.&quot; &lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
A propósito, o livro &lt;a href=&quot;http://funag.gov.br/loja/index.php?page=shop.product_details&amp;amp;flypage=flypage-ask.tpl&amp;amp;product_id=134&amp;amp;category_id=1&amp;amp;option=com_virtuemart&amp;amp;Itemid=27&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;pode ser encomendado no site da editora,&lt;/a&gt; mas também &lt;a href=&quot;http://www.funag.gov.br/biblioteca/index.php?option=com_docman&amp;amp;task=doc_details&amp;amp;gid=89&amp;amp;Itemid=41&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;pode ser baixado gratuitamente&lt;/a&gt;, já que publiquei sob a licença @CreativeCommons. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://calcificado.blogspot.com&quot;&gt;Horizontes Virtuais&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2013/09/relendo-o-que-escrevi.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieJ1Af1mwL1woWTYaGyJeypW1dVmEtGVDAXBbgWtGlO_dsbVgLVZgykyFANOstyn4ZY66sPyH4cYpWe6qiQujDqCarAyV7JCNgk-CU4yriYNvSvZt8Ecj24QFwCcUtequsuYE8J1vdu6D2/s72-c/capalivro.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-3667873024070060849</guid><pubDate>Wed, 03 Jul 2013 21:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-03T17:57:29.461-04:00</atom:updated><title>os líderes do século XXI</title><description>Os líderes do Século XXI serão aqueles capazes de ouvir mais e falar menos; de trabalhar mais e ganhar menos; de doar-se mais ao bem comum e menos aos interesses sectários e particulares. De buscar o poder não para satisfazer o ego, mas sim para exercê-lo com humildade e zelo, a serviço de quem lhes deu o mandato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa sociedade está em transformação, e as estruturas políticas que 
nos governaram por séculos não se manterão intactas diante da revolução 
das comunicações, das redes sociais, da conexão em escala global. Todos 
acompanhamos de perto cada ato, cada gesto das pessoas públicas. E o 
mínimo que esperamos dos nossos representantes é que sejam dignos do 
Povo que representam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Século XXI, nossos governantes não poderão mais ignorar a vontade das
 ruas, não poderão viver de conchavos e falcatruas, não poderão abusar 
dos privilégios do cargo sem serem devidamente responsabilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos de deputados e senadores que 
honrem a Nação. Que desçam do alto de seus privilégios, abandonem os 
carros de luxo, usem os serviços públicos que eles próprios têm a 
obrigação de zelar para que funcionem bem para todos os cidadãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual melhor fiscal da educação e da saúde do que um parlamentar cujos filhos frequentam escola pública, e quando necessitam de tratamento médico, é ao SUS que recorrem?&lt;br /&gt;
Como seria o transporte público nas nossas cidades se os vereadores, deputados, senadores, ao terminar a pauta diária de votações, se encaminhassem para o ponto de ônibus mais próximo? Se eles representam o povo, é tão utópico querer que SEJAM também o povo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos de um governo que garanta direitos, seja âncora da 
cidadania, promova a expressão popular, abra mais canais de 
participação, descentralize e distribua o poder. Para isso, as estruturas de governo precisam ser radicalmente invertidas: o maior poder de decisão - e a maior parcela do orçamento - será da localidade, depois dos Estados, e só residualmente da União. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas estruturas de governança do Século XXI, aquelas que estão mais 
próximas do cidadão - no bairro, nos núcleos locais, nas prefeituras - 
assumirão a centralidade do processo decisório de tudo o que afetar a 
vida da comunidade local. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje - porque este já é o Século XXI, embora grande parte da nossa classe política ainda pareça comportar-se como se estivéssemos no Século XIX - reclamamos de volta as decisões sobre nossos próprios destinos. Não queremos apenas dizer a cada dois anos quem nos representará. Queremos participar, a cada dia, das decisões sobre a destinação do dinheiro público - do nosso dinheiro.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o papel do governo nessa nova realidade? Garantir a participação. Assegurar um processo aberto, legítimo e transparente. Criar canais de controle social e representação popular em Conselhos Cidadãos em todas as esferas do governo, ouvir e implementar suas deliberações. E abandonar a prática atrasada de querer saber de tudo, resolver tudo, trazer soluções já prontas, como que tiradas da 
cartola! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Século XXI, ou aprofundamos a democracia, ou teremos de continuar tomando as ruas para resolver as coisas. Vamos garantir, pela voz das ruas e pelo imperativo da ética, que saiam do poder os mal-intencionados, os acomodados, os apegados às benesses e privilégios. E que entrem em cena aqueles que estão definitivamente comprometidos com&amp;nbsp; bem da coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2013/07/os-lideres-do-seculo-xxi.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-6280249938494043979</guid><pubDate>Mon, 24 Jun 2013 22:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-24T18:44:31.204-04:00</atom:updated><title>como admirar a beleza do todo?</title><description>Nosso modo de pensar não evoluiu ao ponto de acompanhar o fluxo expandido de informações que recebemos como internautas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje pensamos em caixinhas, precisamos pensar em rede. Só porque estamos expostos uma quantidade muito maior de informação, supomos que comprendemos o que se passa ao nosso redor, e até começamos a achar que podemos ter opinião abalizada sobre qualquer coisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém hoje em sã consciência pode afirmar que tem visão do todo. O volume de informações disponíveis exige que tenhamos a humildade de reconhecer-nos incapazes de, sozinhos, fazer delas algum sentido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso impõe-nos um valor e uma condição: o valor da colaboração, do trabalho em grupo, do reconhecimento que o todo será maior do que a soma das partes. E a condição de que tenhamos respeito pela posição alheia, que saibamos ouvir, que deixemos de lado nossa tendência histriônica de impor a visão individual aos demais, à base do grito se for necessário, somente porque acreditamos que nossa opinião é superior à do outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também precisamos abandonar aquela nossa faceta de querer desqualificar o interlocutor, xingando-o de *coxinha*, *vândalo*, *reacionário* ou *direitista*, porque ele ousa ter opinião distinta da nossa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso advém de uma crença errônea na superioridade do indivíduo sobre o coletivo. E não adianta dizer que &quot;o povo não sabe o que quer&quot;, &quot;veja aí, pedem tudo e não têm foco&quot;. Porque esse raciocínio é típico de quem pensa dentro da sua caixinha individual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As recentes manifestações que tomaram as ruas do País provam que ninguém controla o Brasil. Ninguém entende o país. Ninguém pode mostrar com segurança qual o rumo que a nação vai tomar. E isso não é bom nem ruim, é a nova realidade na qual precisamos aprender a viver. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Presidente não está no controle. Ela viu de perto o abismo político que a ronda nesses dias, tenta fazer o melhor para evitá-lo, e merece crédito por isso. Mas tanto sabe que não poderá domar o gigante sozinha, que imediatamente chamou governadores e prefeitos para discutir cinco &quot;pactos&quot; sobre como conduzir os anseios provenientes das ruas.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Polícia não está no controle. As balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio só comprovaram isso. Escalar a resposta policial, chamar a Força Nacional ou o Exército seria a receita para mais caos e violência, não para a ordem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há doutor nem professor, não há médico nem jogador de futebol, não há movimento social, partido político, sindicato, rede de televisão nem jornal que possa afirmar que detém a visão do todo. A verdadeira sabedoria é a do Riobaldo, &quot;eu quase que nada sei, mas desconfio de muita coisa&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque o todo não é uma orquestra organizada e estudada, que responde em uníssono ao movimento da batuta. O todo é um emaranhado de ideias e opinioes, angustias e reflexões, medos e paixões, todos expressos conjuntamente, simultaneamente, numa grande rede amorfa mas viva, invisível mas pulsante, autônoma mas ao mesmo tempo totalmente dependente de cada um de nós. E que agora está ao alcance do dedilhar do teclado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São milhares, milhões de mentes em atividade, agora conectadas e 
informadas, que produzem demandas as mais diversas, por vezes 
contraditórias, mas todas igualmente válidas desde a perspectiva de quem
 as apresenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poderíamos chamá-la de ciberespaço, consciência coletiva, de gigante que desperta, de insatisfação generalizada, mas o fato é que qualquer nome a irá rotular, e a fará escapar novamente da compreensão, ao transmutar-se em algo diverso e inominável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saia da caixa. Aprenda a ler, ouvir e respeitar os sinais do inominado coletivo, e não busque fazer sentido de tudo. Perceba que não há um corpo social unificado que se manifesta contra a ordem estabelecida, contra a corrupção, contra a Fifa; que demanda melhores serviços públicos; que cobra ações dos governantes, que rejeita a PEC 37 e pede a renúncia do Feliciano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil é plural, é megadiverso, e é isso que faz sua beleza e deve ser motivo de nosso orgulho. Entregue-se ao deleite de nossas contradições, é daí que poderemos dar um sentido maior às nossas próprias vidas e a essa grande Nação!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2013/06/como-admirar-beleza-do-todo.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-6145411272596654135</guid><pubDate>Fri, 21 Jun 2013 13:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-21T09:02:37.616-04:00</atom:updated><title>Hora de assumir o que queremos</title><description>Quem está insatisfeito ao ponto de sair às ruas e exercer seu legítimo direito de se manifestar precisa também vestir, além das cores verde e amarela, um manto de humildade, e reconhecer-se responsável por ter deixado que, ao longo dos anos, a situação tenha-se deteriorado a esse ponto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu, como brasileiro, eleitor e também indignado, assumo responsabilidade pela situação do meu País. Do meu tempo de vida, quase nada doei para o debate político construtivo; não militei em favor de causas justas; não vivenciei a luta política dentro de um partido; não acompanhei os atos dos governantes; confiei demais em que os eleitos tivessem poderes mágicos para ler e interpretar minha vontade, sem que eu tivesse que lembrá-los cotidianamente do que penso e do que quero. Achei que votar a cada dois anos, aliás mais por obrigação do que por direito, bastaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer saber? Eu estava errado. E foi meu erro que levou o País à situação de beira do caos, de violência institucionalizada, de mau uso do dinheiro público, de serviços públicos degradantes, de falta de respeito pela cidadania. Por que se eu, cidadão, não participo, como posso esperar ser respeitado? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No fundo, o que faltou foi grandeza de minha parte. Grandeza de doar-me mais ao serviço voluntário e cívico de acompanhar e lutar pela evolução da governança do meu País, de discutir e buscar soluções para os grandes problemas nacionais - e locais também. E agora, diante da situação que aí está, é até fácil empunhar um cartaz, escrever qualquer coisa, de preferência bem humorada, lembrar de tirar uma foto para postar numa rede social, e marchar contra &quot;o sistema&quot;. Como se eu, por meus atos ou omissões, não tivesse sido o responsável pela situação a que chegamos. É mais fácil cobrar dos &quot;outros&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nem tudo está perdido. A boa nova é que essa tomada de consciência, que desejo espalhe-se por todos os que tomaram as ruas do Brasil para fazer história, é o primeiro passo para a mudança. Não basta demandar a troca de governo ou eleições antecipadas. Seria trocar o seis por meia dúzia. O Brasil pede hoje a seus Filhos um trabalho diário, honesto e bem intencionado de participação cidadã, mais além de empunhar um lencinho e fechar as ruas, mas sim na construção e realização concreta do País que sonhamos ter. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A democracia é um regime frágil, requer participação constante. &lt;b&gt;&quot;Quero me engajar&quot;&lt;/b&gt; deve ser o grito a ecoar pela Nação, a leitura dos protestos de rua. Se me perguntassem qual deve ser a pauta de reivindicações para esse movimento, eu responderia sem pestanejar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Mais &lt;b&gt;humildade&lt;/b&gt; de parte de todos os brasileiros, porque somos todos responsáveis pelo Brasil que construímos;&lt;br /&gt;
2. Mais &lt;b&gt;respeito&lt;/b&gt; a todos os nossos irmãos, indistintamente, porque cada um é que sabe da sua dor; &lt;br /&gt;
3. Mais &lt;b&gt;diálogo&lt;/b&gt;, não só para cobrar, mas principalmente para ouvir&amp;nbsp; e entender o ponto de vista alheio; &lt;br /&gt;
4. Mais &lt;b&gt;paz&lt;/b&gt;, porque de violência a nossa sociedade já está farta;&lt;br /&gt;
5. Mais &lt;b&gt;participação&lt;/b&gt;, porque o País que sonhamos se constrói em mutirão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se adotássemos essa pauta fundamental, e agíssemos de acordo, daríamos um grande passo para o resgate da dignidade de ser brasileiro, e tudo o resto - tarifa de transporte, PEC 37, &quot;fora Feliciano&quot;, reforma política, mais saúde e educação de qualidade, tudo começaria a realizar-se. Porque agora a responsabilidade por reconstruir o País seria nossa, não &quot;deles&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2013/06/hora-de-assumir-o-que-queremos.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-6688340462682717065</guid><pubDate>Thu, 20 Jun 2013 23:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-20T19:32:33.538-04:00</atom:updated><title>Ninguém segura esse País! </title><description>&lt;i&gt;&quot;Todos juntos vamos, prá frente Brasil, do meu coração&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem
 diria que o ufanismo da pré-Copa de 1970 seria reinventado pelas ruas 
do Brasil, quatro décadas mais tarde, numa versão 
anarco-estudantil-anti-tudo-o-que-está-aí! Ao ver as imagens de 
Brasília, observo símbolos da Nação, como o Meteoro do lago do 
Itamaraty, sendo reivindicados como troféus de uma turba ensandecida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais além do civismo de protestar por um Brasil melhor, 
de dar vazão à insatisfação generalizada que assola a Nação, aguarda-nos
 uma pergunta: quando é que o povo vai dar-se por vitorioso? O que será 
preciso para terminar o movimento?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À força, já se viu que não vai. O povo precisa de uma vitória 
clara, concreta. O protesto é histórico e inédito, o fim de uma guerra 
não reuniria tanta gente. Requer uma mundança igualmente histórica para 
justificar o esforço. Baixar o preço das passagens já não basta. A 
espontaneidade das ruas adquiriu valor político inigualável, capaz de 
abalar as estruturas do País. Não há como voltar atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ausência de liderança que sintetize e conduza o anseio coletivo
 só adiciona mais pólvora a essa bomba-relógio que vemos aproximar-se do
 ponto de detonação. O perigo é iminente: um passo em falso, uma morte 
desavisada, uma reação exagerada pode deflagrar situação de caos muito 
maior, com risco sério de radicalismos e repressão verdadeira. A infiltração de oportunistas, de direita ou de esquerda, adiciona 
cenários mais complexos para um possível desfecho da situação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagino que os governantes, diante dos fatos, só devem pensar no 
quê oferecer em sacrifício coletivo, para acalmar a turba. Renúncia? 
Impeachment? Reformas de base? Cancelamento da Copa? Ato Institucional 
que decrete estado de exceção para restauração da ordem? Não me parece 
que qualquer opção esteja descartada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, até agora, as instituições políticas estão tão 
perplexas quanto imobilizadas. Partidos não encontram espaço. 
Sindicatos, aliás inativos desde o início da era PT, não precisaram 
convocar greve. Movimentos sociais organizados não lideram com palavras 
de ordem. A Presidente ensaiou palavras de apoio, que não fizeram eco na
 multidão. Prefeitos limitam-se a reduzir os preços de passagens, na vã 
ilusão de que atenderiam o que o povo quer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém segura o meu Brasil varonil! Algo de muito grande e 
significativo vai acontecer, tem que acontecer. Só espero, rezo, desejo 
com todas as minhas forças, que seja para o bem, para a paz, para 
melhor. Ainda que algumas virgens tenham que ser sacrificadas em ode à deusa anarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2013/06/ninguem-segura-esse-pais_20.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-3275720405280266395</guid><pubDate>Wed, 19 Jun 2013 14:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-19T10:48:07.278-04:00</atom:updated><title>E agora, José?</title><description>O povo saiu às ruas, viva o Brasil! Os protestos demonstram que nossa sociedade está viva, atuante, quer participar mais, está insatisfeita, rejeita os mandos e desmandos de um modelo político arcaico e ultrapassado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas fora a insatisfação generalizada, o movimento não tem pauta; não revelou novas lideranças; não criou demanda concreta por mudança. A pauta é o transporte público gratuito? Pouco. Os 20 centavos foram o estopim de uma crise bem maior que fervia em banho-maria, aguardando o momento de aflorescer. E só veio à tona diante da percebida impermeabilidade dos poderes constituídos em ouvir e dar vazão às demandas sociais mais prementes: qualidade na saúde, na educação, no transporte, nos serviços públicos, enfim, resgate da dignidade da cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é maravilhoso, mas não ainda o suficiente para gerar as mudanças que se fazem necessárias na cultura política nacional, em todos os níveis. A mobilização geral da nação que assistimos nesses dias corre o risco de esvaziar-se por si, tal como o &quot;occupy wall street&quot;, ou o movimento dos indignados da Espanha, em 2011. E a melhor estratégia do governo é, como de fato tem sido, deixar acontecer essa catarse coletiva, na expectativa de que amanhã todos cansem de ir à rua e voltem às suas vidinhas mais ou menos. E a classe dominante poderá manter seu estilo de governar também mais ou menos: mais ou menos democrático, mais ou menos aberto, mais ou menos atento aos anseios da população, mais ou menos solidário com a situação calamitosa dos serviços públicos, mas sem ter necessariamente que encarar de frente os problemas, com ânimo de resolvê-los.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais ou menos. Porque é de dignidade que as ruas estão falando. E se é para voltar à vidinha mais ou menos de sempre, violentada pelo peso excessivo da burocracia, dos impostos, da intromissão do Estado, e pelos serviços mais ou menos, o brasileiro continuará sem dignidade. E este é o pior caminho a seguir, porque sem dignidade, nada mais tem importância. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então, qual é o próximo passo? Para onde rumar? Quem dará o norte dessa caminhada? E qual a demanda que vai manter viva a mobilização demonstrada nas ruas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O brasileiro já saiu às ruas pelas diretas já, pelo impeachment do Collor, por reformas de base. Está de novo nas ruas, e esse é um fenômeno da maior relevância. Mas e agora, José? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2013/06/e-agora-jose.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucero)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-7265440526933451460</guid><pubDate>Tue, 18 Jun 2013 13:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-18T09:41:24.402-04:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhWIRFSBVfnrwN5V7CPdHKMZTM5NUJD0aFKTPLHvUkHVkDtnFyqEgCUBH4YzbWg_8C8rXeTwMpRgGcORrQs-zOSJWnzm7RN9SGCI6k2cy951M0ulwLmY-hbrKCx4Lux2YjzAzaxmoaan4XH/s1600/2013Congresso.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;266&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhWIRFSBVfnrwN5V7CPdHKMZTM5NUJD0aFKTPLHvUkHVkDtnFyqEgCUBH4YzbWg_8C8rXeTwMpRgGcORrQs-zOSJWnzm7RN9SGCI6k2cy951M0ulwLmY-hbrKCx4Lux2YjzAzaxmoaan4XH/s400/2013Congresso.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Peço licença para usar essa imagem que achei publicada no Facebook de Layana Thomaz. Ela simboliza o ânimo da população, querendo abraçar o Congresso, retomar para si a condução das decisões nacionais, reclamar de volta a delegação que fizeram aos políticos que, depois de eleitos, parecem encastelar-se por detrás de barreiras da burocracia, dos interesses privados, dos conchavos eleitoreiros, e esquecer-se a quem de fato devem satisfação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não pode haver gesto mais patriótico do que abraçar um símbolo do Brasil, cobrir-se das cores verde e amarelo e demandar reformas. Queremos um país decente, limpo, honesto e moderno, que coloque a qualidade de vida dos seus cidadãos como a prioridade acima de qualquer outra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito se discute o que terá motivado tanta gente a sair de sua zona de conforto e unir-se aos protestos de rua.&amp;nbsp; Afinal, não vivemos um período de boom econômico? De quase pleno-emprego? De inédito combate à pobreza? De grandes investimentos e aquecimento da economia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o povo sai às ruas, é preciso ouvir. Algo está errado no modo 
como conduzimos nossa vida em sociedade. Os manifestantes pedem mais do 
que um transporte público de qualidade. Vociferam a esperança recuperada
 de uma população oprimida por um sistema político que não lhe dá voz, 
apenas lhe pede votos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motivados pela resistência aos vinte centavos de aumento, os protestos levantaram ampla agenda de demandas e problemas nacionais, cuja discussão a classe política não tem sabido - ou não quer - encaminhar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transporte caro e de má qualidade, saúde pública precária, educação que não educa para a cidadania, gastos bilionários para atender demandas da Fifa, violência e banditismo crescentes, preços que sobem mais do que registram as estatísticas oficiais, distribuição de cargos por interesses eleitoreiros, serviços públicos e privados que não funcionam, todos esses são motivos mais do que justificados para protestar. Mas não são as causas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A modernidade da comunicação instantânea, as redes sociais, a informação mais acessível e imediata, a facilidade de mobilização e são fatores que têm alterado as interações sociais em todos os níveis, e agora começam a afetar o modo como sempre fizemos política. Surge uma nova consciência do que é ser cidadão e participar da vida nacional. Não basta apenas votar a cada dois anos, nem mesmo sair, aqui e acolá, com vassouras verdes e amarelas e a boa intenção de varrer a corrupção do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas instituições políticas, ainda dominadas por práticas de um coronelismo de antanho, não se atualizaram no mesmo ritmo em que cresceu a consciência da população. O que precisamos é de uma reforma política ampla e abrangente, que introduza na vida nacional as práticas saudáveis de uma democracia direta, mais próxima de quem é diariamente afetado pelas decisões coletivas, seja no município, no estado ou no país. É preciso introduzir mecanismos que dêem vazão a essa demanda por cidadania participativa que hoje vemos nas ruas. Nossa democracia precisa aperfeiçoar-se. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Decisões de gabinete, tomadas na ausência de mecanismos de controle social e participação cidadã, não podem mais ocorrer. A população quer escolher como será gasto o dinheiro público. Se há fundos suficientes para construir estádios bilionários, como vamos aceitar que não existe dinheiro para oferecer serviços de qualidade na saúde, na educação, no transporte público? \&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabe ao governante garantir um processo decisório transparente e participativo, e cabe à população dizer o que quer. Não se pode esperar que um prefeito, um governador, um deputado ou senador seja capaz de traduzir fielmente a vontade das ruas. No nosso mundo interconectado, ninguém tem mais a visão do todo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abracemos sim o Congresso Nacional, porque ele é a nossa casa. O movimento cívico que assistimos mostra que o brasileiro sabe muito bem o que quer. Precisa ter meios e modos de expressar-se sobre as decisões que afetam sua vida. Na ausência desses canais de atuação popular, só resta ir às ruas e lembrar ao país quem está de fato no comando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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&lt;br /&gt;
Qual lado você escolhe?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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&lt;br /&gt;
(a) porque a bancada governista, num jogo de divisão de poder, e em busca de apoios a qualquer preço, entregou a um partido conservador (PSC) uma Comissão que nem considera tão relevante assim;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(b) porque os Direitos Humanos e direitos das minorias neste país ainda são coisas de discurso, descoladas da realidade, onde dia após dia o que mais se vê é a violação desses direitos em todos os níveis - familiar, escolar, social, nacional;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(c) porque a sociedade brasileira ainda é conservadora e prefere confiar na igreja e nos pastores do que nesses &quot;radicais que querem destruir a família e os valores cristãos&quot;;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(d) porque o desencanto com os políticos afasta os bem-intencionados da política e deixa que os oportunistas de plantão se apresentem como legítimos representantes da sociedade e ocupem espaços deixados por quem não participa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(e) todas as alternativas acima estão corretas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer que tenha sido sua resposta, sempre é tempo para manifestar-se. Afinal, democracia se constrói com participação, e não adianta &quot;culpar os políticos&quot; se você não está lá para dizer o que pensa e evitar que essa corja urubulina tome de assalto a nossa Nação! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.avaaz.org/po/petition/Imediata_destituicao_do_Pr_Marco_Feliciano_da_Presidencia_da_Comissao_de_Direitos_Humanos_da_Camara_Federal/?cISPFab&quot;&gt;http://www.avaaz.org/po/petition/Imediata_destituicao_do_Pr_Marco_Feliciano_da_Presidencia_da_Comissao_de_Direitos_Humanos_da_Camara_Federal/?cISPFab&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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&lt;br /&gt;
Sou daqueles que creem que todas as escolhas que fazemos são políticas. Ser político é a nossa natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nunca me havia embrenhado pelos meandros da política &lt;i&gt;stricto sensu&lt;/i&gt;, aquela partidária mesmo, em que pessoas com afinidades ideológicas e programáticas se reúnem em agremiações para disputar o exercício do poder na sociedade. Como a maioria das pessoas que conheço, sempre procurei manter-me afastado da política e dos políticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nasci durante o regime militar, quando criança aprendia a não ter opinião. Jovem, já num Brasil redemocratizado, acompanhei os ciclos de desmando e corrupção, um após o outro, e as seguidas crises econômicas e ondas de hiperinflação, tudo resultando numa deterioração geral da credibilidade nas instituições políticas do país. Desencanto total.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas sempre me incomodou o fato de que minha renúncia voluntária ao exercício dos direitos políticos significa, na prática, abdicar da responsabilidade de contribuir para construir um país dos meus sonhos: sustentável, ético, honesto, limpo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que quem diz não gostar de política é governado pelos que &quot;gostam&quot;. E não pode reclamar. Se eu não fizer nada, meu espaço na vida política será ocupado por alguém. E pode ser que esse alguém não dê a devida atenção que eu daria ao bem coletivo, ao serviço pela comunidade, à conservação da nossa casa comum que é a Mãe-Terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estimo que a crise em que estamos - ambiental, ética, humana e planetária - é também uma oportunidade ímpar para mudar. E não adianta querer mudar os outros nem mudar o mundo, se não começar por mim mesmo. Toda mudança tem início no silêncio da consciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não adianta sonhar, sem por em marcha alguma ação ou palavra que busque tornar esse sonho realidade. Essa reflexão me fez remexer na minha zona de conforto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi isso que me motivou - e me motiva - a lançar um novo olhar sobre a política. E por isso fui hoje a um ato político que lançou as bases para que &quot;&lt;a href=&quot;http://novapolitica.com.br/&quot;&gt;sonháticos&lt;/a&gt;&quot; como eu possam sair da toca, olhar adiante e ver que há um horizonte para onde podemos rumar. Juntos, e em #rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato a que me refiro foi a fundação da &lt;a href=&quot;http://www.brasilemrede.com.br/&quot;&gt;Rede Sustentabilidade&lt;/a&gt;, nova sigla política criada hoje, no evento &lt;a href=&quot;http://www.redepropartido.com.br/&quot;&gt;#RedePróPartido&lt;/a&gt;, em Brasília, sob a inspiração de Marina Silva. Falo inspiração e não liderança, porque os que chamam a #rede de &quot;o Partido da Marina&quot; não entenderam nada. A #rede não é da Marina, a Marina é que é da #rede. 


E o que mais precisamos agora é de inspiração, que nos ajude a construir uma #rede de sonhos, e em mútuo apoio nos permita realizá-los.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Achei um início interessante. Sinceramente, desejo que a #rede consiga dar novo significado à atividade de fazer política. Mas ainda é cedo para avaliar realmente a que veio. Vejo muitas lacunas programáticas e estatutárias para definir, e poucas intenções de ampliar radicalmente o diálogo e o processo decisório interno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Minha pausa não foi intencional. Refletindo, vejo como motivo a falta de &quot;horizontes&quot;, reais ou virtuais. Ou talvez uma espécie de desencanto &quot;fin-de-siècle&quot;, marcado por uma escuridão da alma e das ideias, típica de mudança de ciclo. 

A longa pausa também pode ter resultado de uma auto-crítica inconsciente sobre o valor marginal, acessório e até dispensável do que posso agregar num blog como este. Ou pela expectativa de que tudo acabaria em 21/dez/2012, sei lá. 

Enfim, motivos à parte, a boa nova (pelo menos para mim) é que voltei. Atravessei a escuridão e recuperei meus horizontes. E aqui estou para compartilhá-los com quem quiser ler - comentar, please. Aguardem os próximos posts.

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Foi tão bom que até resolvi voltar a escrever nesse blog, depois de tanto tempo, só para deixar registradas minhas percepções do que lá foi tratado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jeff dedica-se a identificar as raízes filosóficas da &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;não-dualidade evolucionária&lt;/span&gt; entre pensadores norte-americanos. A não-dualidade evolucionária mereceria vários posts, mas por enquanto basta dizer que é a linha filosófica-espiritual liderada pelo guru pós-moderno Andrew Cohen, sobre quem já escrevi &lt;a href=&quot;http://calcificado.blogspot.com/2009/04/como-transcender-pos-modernidade.html&quot;&gt;neste e em outros posts aqui no blog&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Jeff Carreira, as ideias de Cohen encontram amparo na filosofia norte-americana em Emerson, Charles Peirce, William James, John Dewey e Whitehead (este, embora britânico, teria tido seus anos acadêmicos mais produtivos depois que mudou para Harvard, já mais para o final de sua carreira). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jeff Carreira recuperou as noções de &quot;inquirição radical&quot;, de Peirce, de filosofia pragmática (James), da evolução da linguagem (Emerson) e das ideias como vórtices e fontes de mudança da realidade (Dewey). Essa base conceitual busca dar contexto filosófico à proposta de Andrew Cohen, que como sabemos teve forte influência das doutrinas hinduístas, tendo sido ele mesmo seguidor de um mestre Vedanta-Advaita por vários anos, até optar por seu próprio caminho. Ao enraizar o pensamento de Cohen na filosofia norte-americana, Carreira não somente oferece ao público do Novo Mundo um modelo filosófico próprio, autóctone, independente de raízes hindus, mas também recupera para esse mesmo público alguns valores filosóficos que estão na base da sociedade norte-americana, e de tão enraizados, são dados como naturais e inquestionáveis. Ninguém lembra, por exemplo, que o estilo pragmático e voltado a resultados, tão típico dessa sociedade, está respaldado no pragmatismo de William James, que apresenta o ser humano como mais um método de organização da realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que mais me interessou foram as ideias de&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt; Charles Sanders Pierce&lt;/span&gt;. um filósofo revisionista radical, que levou a teoria da evolução darwiniana às últimas consequências, ao propor que a evolução não se limita às espécies, mas se estende à realidade como um todo. Ideias também estão em constante processo de evolução, o próprio tempo sequencial e o espaço 3D seriam resultado de um processo evolutivo. Definitivamente, terei que ler mais sobre esse pensador visionário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrew Cohen se dedica a tentar explicar a natureza da consciência. Propõe que a condição humana é universal, e nossa ilusão de separatividade é produto de um processo evolutivo do Cosmos. A consciência, nesse contexto, não seria individual, o que quer que tenha consciência em cada um de nós seria a manifestação de uma única consciência universal, querendo expressar-se para realizar a si própria. Isso tudo por nosso intermédio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha conclusão (parcial, subjetiva e provavelmente errada) é que os limites da nossa mente, pela lógica e pela razão, não permitem que tenhamos compreensão sobre a natureza da consciência, muito menos o seu propósito. A inquirição filosófica a que se dedica Jeff Carreira pode estar certa ou errada, isso nunca saberemos. Mas se estiver certa, e nós formos mesmo um meio para a expressão da consciência universal, isso muda radicalmente o modo de percebermos o mundo e nele atuarmos. Porque, se isso for verdade, não pode haver nada de mais importante na vida, do que colocarmo-nos à disposição do universo, assumirmos a humilde postura de sermos apenas instrumentos para a expressão de um propósito muito maior do que jamais teremos capacidade de perceber. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso, para mim, faz todo o sentido.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Quanto mais próxima a relação, maior o confronto com nossos próprios medos e vazios da personalidade. Mas que fazer? Afinal, não será essa a nossa principal fonte de ensinamento e talvez mesmo a razão da existência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos de nós, quando começamos um relacionamento, cometemos o erro essencial: tentamos barganhar. Algo como &quot;eu te amo se você me amar de volta&quot;. E ficamos na expectativa de que o (a) parceiro (a) vai demonstrar, por suas ações e palavras, que corresponde ao que esperamos, que é sermos amados. Essa é a fórmula do desastre. Na nossa ânsia implacável pelo desejo de receber (prazer, atenção, amor, qualquer coisa menos indiferença), tornamo-nos vulneráveis às nossas próprias feridas e esquecemos que o mais importante, em qualquer relacionamento, não é o que vamos receber em troca, mas o que temos a oferecer, a dar, sem esperar retorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar não é um negócio. Casamento, sim; relacionamento, não. Mas é muito difícil deixarmos de lado a nossa expectativa de que, finalmente, encontramos alguém que vai suprir as nossas necessidades crônicas, algumas que carregamos desde a infância, ou quem sabe desde outras vidas, um ser-objeto que vai preencher nosso vazio existencial, vai fornecer-nos prazer ilimitado e infinito, eterna bonança, segurança e estabilidade na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em essência, essa postura revela uma característica de todos nós, seres humanos: somos buscadores irremediáveis do prazer a qualquer custo, tais como vasos a serem preenchidos com objetos do nosso desejo. Muitas vezes, achamos que vamos preencher nosso vaso comprando, comprando, consumindo. Outras vezes, comendo. Ou fumando, ou jogando, ou fazendo sexo. E todas as tentativas de preencher nosso vaso terminam sem nos trazer o resultado que desejamos. Compramos até endividarmo-nos sem limite, ou até o limite do cartão de crédito, só para depois vermos que 90 % do que adquirimos, no fundo passaríamos muito bem sem. Vimos uma torta de chocolate e desejamos comê-la inteira. Duas fatias depois, já nem mais podemos olhar para ela. Quem fuma, algo deve ver de muito atrativo no cigarro, até que percebe que o desejo não mais lhe satisfaz. Uns param (que bom!), outros partem para vícios mais pesados, sempre na eterna busca de satisfazer algo que nem sabem o que é. Com o jogo ou o sexo, não é diferente. Claro que o sexo pode ser maravilhoso, e é em certas condições, mas quando vira uma amarra, uma compulsão que visa unicamente satisfazer esse vazio cuja profundidade se desconhece, pode também escravizar, limitar, encapsular a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto passamos por essas experiências de dar vazão ao desejo, de buscar a saciedade a qualquer custo, não raro encontramos alguém que nos desperta algo diferente, profundo, instigante. Queremos mais, passamos a orientar nossas antenas do desejo para a companhia, a atenção, o toque,  o amor. É neste momento que tendemos a nos comportar como fazemos com todo objeto do desejo: buscamos a nossa saciedade, achamos que ele/ela está ali para nos satisfazer, tem essa obrigação, entramos no jogo da sedução com benefícios, da esperada troca de prazer que na verdade esconde a necessidade profunda de preencher aquele nosso vaso interior que não conseguimos encher nem com compras, nem com comida, nem com cigarro, nem com jogo, nem com sexo. É inevitável que isso leve ao fim da relação, às vezes antes mesmo de começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos, então, a outra fase: a da vergonha. Sentimo-nos envergonhados do egoísmo que demonstramos, da falta de sensibilidade para como o(a) outro(a), quando percebemos que a relação afundou por causa do abismo de nossos desejos não satisfeitos. A vergonha nos faz tampar o vaso, fechar nosso coração, impedir que qualquer novo desejo por relações se manifeste. Temos vergonha de só querer receber, mas já é tarde, não há como voltar. Ou nos fechamos de vez, ou voltamos aos desejos mais materiais: compras, comida, sexo sem compromisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma relação evoluída, iluminada, com chances de durar, requer dos(as) parceiros(as) rever essa lógica perversa de tratar o outro como o objeto do desejo. Exige que tomemos consciência de que amamos não como meio de buscar a própria satisfação egoísta, mas sim como ato de entrega, de crença na vida, de lance sem retorno, de partida sem olhar para trás. Tornamo-nos, assim, vasos que refletem o desejo mútuo de dar prazer, e ao adotar essa perspectiva de entrega total, descobrimos que amamos não para nós, mas para o outro. Continuamos, sim, nutrindo as necessidades dele/dela, porque é daí que passamos a tirar o nosso prazer, e esse abraço pelo doar-se impulsiona uma espiral ascendente e iluminada pela nossa nova postura diante da vida, inspirada no desejo de dar e não no de receber a qualquer custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é, como disse no início desse texto, o maior desafio da vida. Mas quem disse que seria fácil? A alternativa é continuarmos imersos no torpor do consumismo, da gula, da luxúria ou da jogatina. Não quero que me entendam mal, não há juízo de valor quanto à opção por qualquer dessas coisas. O melhor da história é que somos livres para optar. Mas o nosso desafio continua sendo transformar o que nos move, partir de um desejo material e narcisista, até chegarmos a um desejo de profunda conexão com o que de mais puro e elevado pode haver na existência, que é o desejo de amar de verdade, sem condições nem barganhas.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2009/06/relacoes-e-desejos.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-5958051121645096664</guid><pubDate>Mon, 25 May 2009 19:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-25T16:03:25.600-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">coletividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cosmos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crise</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">futuro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">iluminação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">integral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">propósito</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">transformação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">universo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ética</category><title>a civilização e seus descontentes</title><description>&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;A Coréia do Norte acaba de realizar uma explosão atômica. O Irã recém testou míssil de longo alcance e declara que não abrirá mão do seu programa nuclear. Somália e Guiné-Bissau perderam suas estruturas de Estado e estão à mercê de saqueadores, piratas e traficantes.  O Paquistão precisa usar o exército contra seu próprio povo, para conter aquela parcela que viu no radicalismo talibã a única salvação. Bento XVI mantém a igreja na condenação do controle da natalidade, da homossexualidade, do aborto, das pesquisas com células-tronco. A crise econômica fez baixar névoa densa no horizonte da globalização. O México perde mais de 8 % do PIB, sem contar ainda os efeitos da gripe suína (oops, da gripe A h1n1). Fora os otimistas de plantão, ninguém é capaz de prever o fim da crise nem o quanto ela afetará a distribuição de poder e riqueza no mundo. A ciência concentra atenção na mudança do clima e busca respaldo político para empurrar tecnologias verdes e energias renováveis. As novas visões do espaço, obtidas de sondas, satélites e telescópios superpotentes, lançam mais incertezas sobre o que pensávamos conhecer do Universo. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Este poderia ser um breve retrato da aventura civilizatória hoje. O&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt; mundo está mais inseguro, mais violento, mais incerto, mais à deriva do que jamais esteve. E, no entanto, nunca vivemos tanto nem tão bem, nunca tivemos tanto acesso ao conhecimento, ao consumo, ao prazer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt; Nunca nosso leque de opções foi tão amplo, ao ponto de podermos escolher se frequentamos missas ou orgias, raves ou almoços de família, shoppings ou caminhadas ecológicas, museus ou montanhas-russas, escolas ou lan houses, ou ambas, ou todas as opções e muitas outras, cada qual à sua hora. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Mas estamos contentes? Era esse o almejado produto da civilização? Foi para isso que se sacrificaram vidas, que se eliminaram povos, que se massacraram inocentes, que se encarceraram irmãos? Tudo para que tivéssemos o gostinho de sabermo-nos livres - ainda que poucos dentre nós pudéssemos traduzir essa liberdade em ação? Por que a grande maioria das pessoas infelizes, depressivas, solitárias e mal-humoradas são justamente as que vivem nos países mais avançados? O que ainda falta para nos contentar? Quem se pode dizer, hoje em dia, plenamente realizado? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Tudo leva a crer que estamos numa encruzilhada civilizatória e que uma escolha coletiva terá de ser feita, brevemente, sobre o rumo da humanidade, uma dessas que encerram eras e refundam estruturas. O problema é que se não tivermos consciência de nossas opções e não soubermos fazer as escolhas corretas, o processo de mudança será doloroso.  As turbulências que vemos no mundo - políticas, econômicas, éticas, morais, psicológicas - podem ser vistas como sinais de que essa mudança está perto - ou já terá começado, e nem percebemos porque quem está no meio da tempestade não consegue ver o tamanho do furacão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Com dor ou sem dor, o certo é que mudamos, e mudamos rapidamente, numa avalanche de fatos e situações que nos deixam sem chão, sem referências, sem norte. A menos que tenhamos a habilidade de adotar a postura correta: &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;que possamos, individual e coletivamente, assumir visão integral da nossa existência, e que preparemos, assim, o parto de uma  nova consciência civilizatória, fundada em valores evoluídos e iluminados, frutos de percepção revisada do que significa estarmos vivos, estarmos aqui, habitarmos esse planeta e sermos parte do Universo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt; A todos os descontentes da civilização, essa parece ser uma reflexão necessária e inadiável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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A imprensa parou de dar tanto destaque ao assunto, mas a infecção continua a se alastrar, mais rápido do que os agentes de saúde são capazes de detectar novos casos, limitados à capacidade dos laboratórios de processar os exames para identificar o vírus. E a chegada do inverno no hemisfério sul traz o risco de um grande aumento no surto dessa doença, contra a qual não há resistência natural. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mas existe uma doença que é bem pior do que esta. Já tomou conta da humanidade toda e, para vencê-la, será necessário mais do que uma nova vacina. É doença  da indiferença, causada pelo vírus do egoísmo, propagada pela ilusão da separatividade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;Estamos todos cada vez mais próximos, pelas comunicações, pela Internet, pelos transportes. Ao mesmo tempo, nunca estivemos tão distantes, cada um de nós encolhido na sua crisálida, com medo de um mundo que parece tão cruel, violento e assustador. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;Escolhemos não mais olhar para o sofrimento alheio, criamos filtros para vermos só o que interessa aos nossos propósitos egoístas e seguimos buscando a satisfação, a qualquer preço, de nosso próprio desejo de receber prazer. O resto que se dane. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;Às vezes, temos uma incômoda sensação de que essa nossa postura egoísta possa contribuir para os males do mundo, para a existência da fome, da miséria, da violência. Mas logo fechamos os olhos a essa possibilidade, porque &quot;olhar para o monstro&quot; não é uma atitude fácil, requer coragem e discernimento, então é preferível continuar culpando os políticos e os marginais e olhar para o &quot;sistema&quot; com a indiferença de quem dele não participa, por ele não é responsável, não está nem aí. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;E foi justamente essa indiferença que contaminou o mundo, alastrou-se em pandemia por todos os continentes, continua a manter-nos separados por uma barreira tão sólida quanto os muros de nossas casas, que nos dão alguma ilusão de segurança, ilusão essa com a qual preferimos continuar nos enganando. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;Se um dia superarmos o vírus do egoísmo, veremos que a mesma vida que surge e se manifesta em mim também existe em você e em todas as criaturas vivas. Talvez então possamos compreender que nada mais somos do que partes de um processo maior, de uma consciência universal e infinita, que se desdobra em constante processo evolutivo, do qual somos apenas um aspecto, tão importante quanto qualquer outro ser em que o mistério da vida se manifesta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Se quisermos adquirir essa nova consciência, precisaremos, em algum momento, deixar de nos vermos separados, isolados, com medo uns dos outros, reativos e reticentes à mera ameaça que possa questionar nossa instável ilusão de equilíbrio e conforto.&lt;/span&gt; Talvez nesse momento surja em nós um desejo de doar, que seja maior do que o de receber, que nos faça agir em função do que nós podemos oferecer ao mundo, mais do que dele extrair, que substitua em nossa &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;psiqué&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt; o egoísmo pelo altruísmo, o desejo de separação pelo desejo de comunhão, a indiferença pela solidariedade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;font-size:large;&quot;&gt;Quem sabe, então, possamos curar a Terra de todos os males. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://calcificado.blogspot.com&quot;&gt;Horizontes Virtuais&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2009/05/gripe-suina.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-624974138837105036</guid><pubDate>Fri, 08 May 2009 21:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-09T11:10:20.887-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">escala</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">evolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">natureza</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">planeta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">universo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><title>eixos</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxNhLB_Mai8oOCRayFl6453O1urxY0Y1JbCkBpECaNI63ouerWKrqyNk2AYI4nFucNyDArxiPFxir5OPcu_brfScQ7sKncAmrEhN1FOjpZoU56l6zxAa7_6-NJq7M1xhHIdUDoTU2ycPbu/s1600-h/eixoespiraldna.gif&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAYvxQ_iYObmxADd_PuTPvFTH5ANhoumQ3G0RJfw0-vkjeNvzjaubl1fo78bIkL5AfJ1bT6Eqx5g-rTGiBI3Vhb199HdVFNgR-DE0X2FmDb0etE72TP8gQX-G2s0CCi72zRsNL1D62XZ8h/s1600-h/eixosistemasolar.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 142px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAYvxQ_iYObmxADd_PuTPvFTH5ANhoumQ3G0RJfw0-vkjeNvzjaubl1fo78bIkL5AfJ1bT6Eqx5g-rTGiBI3Vhb199HdVFNgR-DE0X2FmDb0etE72TP8gQX-G2s0CCi72zRsNL1D62XZ8h/s320/eixosistemasolar.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5333836202422560178&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Em ordem de magnitude, ainda não chegamos &lt;a href=&quot;http://calcificado.blogspot.com/2008/07/escalas-de-medida-do-micro-ao.html&quot;&gt;no limite do menor nem do maior&lt;/a&gt;, se é que esse limite existe. Tome um átomo, por exemplo. Já se sabe que o interior do átomo é um grande vazio, e mesmo assim ele tem diversas partículas ainda menores (cerca de 16 comprovadas até agora). Prótons, nêutros e elétrons são as mais conhecidas. Enquanto prótons e nêutrons se aglomeram no núcleo do átomo, os elétrons desenvolvem órbita ao redor desse núcleo, o que faz supor a existência de um &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo &lt;/span&gt;central no átomo, em torno do qual eles todos se orientam. O &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo&lt;/span&gt; não é visível, não é outra partícula, nem alguma força subatômica que impede os elétrons de abandonarem livremente os núcleos atômicos. Mas o &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo &lt;/span&gt;pode ser imaginado e matematicamente deduzido. Na verdade, sem um &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo &lt;/span&gt;de referência, fica difícil conceber a estrutura atômica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2qsV5H3C4P-m-fOxd5K4-mjq380muMMDYVt_1Mm3adUiJgpJUC8pz9wD840mI0lBeyPqea7cW57oJvakEeJRKaNmCOJ0yu0tyJmcbFFo3to6fvNRfvKWD7ZrUnnfX8xfOs5lhyk3XR0pZ/s320/%C3%A1tomorota%C3%A7%C3%A3o.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5333835479760953906&quot; style=&quot;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 219px; height: 226px; &quot; /&gt;Um elétron, por sua vez, tem &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo &lt;/span&gt;próprio, que o faz girar em torno de si mesmo, tal qual a Terra e os planetas obedecem ao movimento de rotação. Ou as estrelas, como o nosso sol, que além de expandir-se em ondas de luz e calor, também giram em torno de si próprias. Recentemente, descobriu-se que a galáxia também tem um &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt; em seu centro&lt;/span&gt;, no qual se comprovou haver um buraco negro, fonte de atração gravitacional que impede que sistemas solares como o nosso saiam à deriva pelo imenso e vazio universo.&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 238); &quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXXr8zzgZ_bX09WLP0QecEyWNZ7pMtz5tYhI14PQ6JihYUOyPimIrURUTlXXOxYeTIWJceuqFdrz1dvKPv27OHybf1Tb189rCfzXjYXBCEoakAxJ6Y6EFp1T4ctZegpCDcBUWz76mb6012/s320/simetriaborboleta.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5333838791154700098&quot; style=&quot;float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 105px; height: 118px; &quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma árvore tem um &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo&lt;/span&gt;, sobe desde o centro da Terra em direção ao espaço infinito, e sua estrutura orgânica se desenvolve em torno dessa linha imaginária que perpassa o seu centro de gravidade. Se observarmos bem, todo ser vivo tem um ou mais &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixos&lt;/span&gt; que descrevem simetrias, reflexos e campos de energia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxNhLB_Mai8oOCRayFl6453O1urxY0Y1JbCkBpECaNI63ouerWKrqyNk2AYI4nFucNyDArxiPFxir5OPcu_brfScQ7sKncAmrEhN1FOjpZoU56l6zxAa7_6-NJq7M1xhHIdUDoTU2ycPbu/s1600-h/eixoespiraldna.gif&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxNhLB_Mai8oOCRayFl6453O1urxY0Y1JbCkBpECaNI63ouerWKrqyNk2AYI4nFucNyDArxiPFxir5OPcu_brfScQ7sKncAmrEhN1FOjpZoU56l6zxAa7_6-NJq7M1xhHIdUDoTU2ycPbu/s200/eixoespiraldna.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5333840453358026610&quot; style=&quot;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 200px; height: 135px; &quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;No plano simbólico, também temos cada um de nós um &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo&lt;/span&gt;, em torno do qual desenvolvemos nossa própria concepção da existência. O desenvolvimento da percepção, da linguagem, da consciência individual segue um vórtice espiral ascendente, que se expande em torno desse &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo&lt;/span&gt; invisível, no mais das vezes inconsciente, porém absolutamente imprescindível para a agregação dos átomos e moléculas em tecidos e órgãos que de forma harmônica se reúnem nessa sinfonia em constante recriação, e que nos dá o mistério da vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 238); &quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEvCjg4tgUe2zpRh0L1sVtvSBZWp71jZ8QtuJWFhdbAx-R2x1zP4CghmLKCq6ncWfc_NboIY0qQDLb6qWvwoocSXsmVDKfMa4ZvEJZLyWpor__ounQ8NttNsUbkP2GMwgfgqHmmyuCVS7O/s320/simetriafractal.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5333839776623743586&quot; style=&quot;float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 210px; &quot; /&gt;&lt;/span&gt;Poderíamos facilmente supor a existência de um único &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo&lt;/span&gt;, reproduzido em múltiplas dimensões da realidade e do pensamento, mas sujeito a uma só lei, que no plano físico se manifesta nas forças de atração gravitacional e de expansão universal. Poderíamos também supor que, no plano simbólico, o &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo&lt;/span&gt; da vida seria a referência tanto para a força centrífuga de expansão da consciência quanto para a força centrípeta que nos mantém com os pés no chão, fixos na realidade do tempo-espaço que agrega, reduz, realiza toda a experiência humana. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não será, enfim, toda a realidade, ou a árvore da vida, nada mais do que um &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo &lt;/span&gt;que tudo agrega, do microscópico ao intergaláctico? E nossa missão de vida, não será ela sintonizar, seja por intuição seja por vontade, com o &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eixo&lt;/span&gt; que em tudo se manifesta, e cujo destino seja realizar a si mesmo, também por nosso intermédio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 238); &quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7jfVXiM2q7l65iklbUgbMGsfM_zU7XZqLj3zbW9hX5nFuvlTISa25kRqTWl8nnl8RFtoUqx3nbZdAnhSVEu_g3ggtZ3V6Yyi2jnmTI7q8NAFStMjqwMR8t-o3x1n-UoLNWTigYSU5wZEX/s320/for%C3%A7a+centr%C3%ADfuga.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5333837330067059362&quot; style=&quot;display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 238px; &quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 238);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 0); &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Você já parou para pensar qual é o &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;eixo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;da sua existência? Qual a linha que, independente das intempéries e vicissitudes do mundo, descreve o caminho de onde você vem e para onde vai, sem limites de tempo nem espaço? Será que seu &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;eixo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;está em sintonia com o &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;eixo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;do planeta? do sol? da galáxia? Os átomos que compõem o seu organismo vibram também nessa mesma sintona? Sua mente é capaz de parar uns segundos e permitir que você se refugie, pelo menos por alguns instantes, na solidez, na imutabilidade, na verdade absoluta do &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;eixo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;da sua vida?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2009/05/eixos.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAYvxQ_iYObmxADd_PuTPvFTH5ANhoumQ3G0RJfw0-vkjeNvzjaubl1fo78bIkL5AfJ1bT6Eqx5g-rTGiBI3Vhb199HdVFNgR-DE0X2FmDb0etE72TP8gQX-G2s0CCi72zRsNL1D62XZ8h/s72-c/eixosistemasolar.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-839693052683581539</guid><pubDate>Wed, 06 May 2009 23:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-06T19:42:17.634-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">bertrand russel</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">citação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mudança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pensamento</category><title>pensamento</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjuUdeMFvLa2kwBRXh03Mdhw386vvy07zPKeDgm6iWy8WtphIGipSj8GggLJNYW3HYkmBaXFRNat_CnxKljpZC21_x4m7dUhxu7DbaL2BtxO5ZxpNpIsZIldUdH51p0Uw-bb7-TouGI0KZf/s1600-h/bertrand-russell.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjuUdeMFvLa2kwBRXh03Mdhw386vvy07zPKeDgm6iWy8WtphIGipSj8GggLJNYW3HYkmBaXFRNat_CnxKljpZC21_x4m7dUhxu7DbaL2BtxO5ZxpNpIsZIldUdH51p0Uw-bb7-TouGI0KZf/s320/bertrand-russell.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5332859279840430402&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;  style=&quot;color: rgb(133, 64, 21);  font-family:&#39;Lucida Grande&#39;;&quot;&gt;&lt;p style=&quot;font: normal normal normal 85%/170% &#39;Lucida Grande&#39;, &#39;Lucida Sans Unicode&#39;, Verdana, sans-serif; letter-spacing: 0px; color: rgb(0, 0, 0); &quot;&gt;Esse texto de Bertrand Russell me acompanha há muitos anos. Considero-o como uma chave para inquirir, investigar, ampliar os horizontes do pensamento e, com eles, da realidade. &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: normal normal normal 85%/170% &#39;Lucida Grande&#39;, &#39;Lucida Sans Unicode&#39;, Verdana, sans-serif; letter-spacing: 0px; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot;O homem teme o pensamento como nada mais sobre a terra, mais que a ruína e mesmo mais que a morte. O pensamento é subversivo e revolucionário, destrutivo e terrível; o pensamento é impiedoso com os privilégios, com instituições estabelecidas e com hábitos confortáveis. O pensamento é anárquico e indiferente à autoridade, descuidado com a sabedoria curada pela idade. O pensamento espia o fundo do inferno e não se amedronta. Ele vê o homem como um frágil graveto circundado por desmesurados abismos de silêncio. Não obstante, ele se porta orgulhosamente, imutável, como se fosse o senhor do universo.O pensamento é grande, ágil e livre,é a luz do mundo e a verdadeira glória do homem. Mas se for para fazer do pensamento a possessão de todos e não o privilégio de alguns, nós teremos que acabar com o medo. o medo que restringe o homem.Medo de que suas crenças queridas se revelem como ilusões, medo de que as instituições pelas quais vive se provem maléficas, medo de que ele próprio se reconheça menos digno de respeito do que sempre supôs ser. Deveriam os trabalhadores pensar livremente sobre a propriedade? Então o que aconteceria conosco, os ricos? Deveriam os jovens pensar livremente sobre sexo? Que aconteceria então com a moralidade? Deveriam os soldados pensar livremente sobre a guerra? O que aconteceria então com a disciplina militar? Abaixo o pensamento! De volta às sombras do preconceito, sem o que a propriedade, a moralidade e a guerrra estarão ameaçadas. É melhor que os homens sejam estúpidos, indolentes e opressivos, do que sejam seus pensamentos livres. Pois se seus pensamentos se tornassem livres , eles poderiam não pensar como nós. E a quaquer custo , esse desastre deve ser evitado. &quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: normal normal normal 85%/170% &#39;Lucida Grande&#39;, &#39;Lucida Sans Unicode&#39;, Verdana, sans-serif; letter-spacing: 0px; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;( Bertrand Russel )&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font: normal normal normal 85%/170% &#39;Lucida Grande&#39;, &#39;Lucida Sans Unicode&#39;, Verdana, sans-serif; letter-spacing: 0px; color: rgb(0, 0, 0); &quot;&gt;Fonte da imagem: &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(133, 64, 21); font-size: 16px; line-height: normal; &quot;&gt;http://www.toptenz.net/top-10-celebrities-who-read-their-own-obituary.php &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2009/05/pensamento.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjuUdeMFvLa2kwBRXh03Mdhw386vvy07zPKeDgm6iWy8WtphIGipSj8GggLJNYW3HYkmBaXFRNat_CnxKljpZC21_x4m7dUhxu7DbaL2BtxO5ZxpNpIsZIldUdH51p0Uw-bb7-TouGI0KZf/s72-c/bertrand-russell.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-8185023974600374695</guid><pubDate>Fri, 10 Apr 2009 21:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-10T19:06:54.039-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cosmos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crise</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">natureza</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">universo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ética</category><title>visão de mundo</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzht-_AGM22Cr47Tiq8AnMKAERzVDogLck0XLk7EEc7V80FqmoOQrLxzjZdFuk11BRwp0F8RXkKWHPp2iL_BVa7DlqO6j2bkPhOg4Cvj92X3R33geA0ngYZUFzxqkqnZPoFA343DHsQTlA/s1600-h/cosmosandpsyche2.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 209px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzht-_AGM22Cr47Tiq8AnMKAERzVDogLck0XLk7EEc7V80FqmoOQrLxzjZdFuk11BRwp0F8RXkKWHPp2iL_BVa7DlqO6j2bkPhOg4Cvj92X3R33geA0ngYZUFzxqkqnZPoFA343DHsQTlA/s320/cosmosandpsyche2.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5323201589719331858&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O livro &#39;Cosmos and Psyche&quot;, de Richard Tarnas, é um daqueles que abre horizontes. Estou ainda nos primeiros capítulos, e não resisto a compartilhar, desde logo, algumas idéias que enriquecem tremendamente o modo de olhar para o mundo à minha volta.&lt;div&gt;Segundo Tarnas, pode-se dizer que há, hoje, duas visões de mundo, ambas igualmente humanas, que definem nossa percepção da realidade: a visão materialista, antropocêntrica e desencantada que provém do Iluminismo e a visão romântica, cosmocêntrica e integral que tenta emergir nesse começo de milênio. &lt;div&gt;O Ocidente ainda terá que chegar a termo com o paradoxo criado por essas duas visões, aparentemente irreconciliáveis. Por um lado, avançamos no conhecimento científico e objetivo do cosmos, na complexidade dos sistemas de organização econômica e social, no aproveitamento dos recursos naturais, ao ponto de nunca termos vivido em condições tão favoráveis, e tão superiores às demais espécies do planeta. Por outro lado, esses mesmos avanços permitiram o crescimento sutil mas inexorável de uma grande crise, uma crise que vai muito além do plano econômico e financeiro, atinge também os sistemas ecológico, psicológico e espiritual que construímos ao longo dos séculos. Ao privilegiar a razão e o progresso, separamo-nos do cosmos; assumimos a exclusividade da consciência e daí partimos em nossa trajetória de domínio e poder sobre tudo o que há à nossa volta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Uma visão de mundo não é apenas o modo pelo qual olhamos ao nosso redor. Ela também nos atinge internamente e define o modo pelo qual nos vemos a nós mesmos. Nossa visão de mundo configura nossa experiência psíquica, impõe os limites da nossa realidade, influi nas nossas escolhas éticas, define os padrões de nossa sensibilidade, conhecimento e interação com o mundo. &lt;/span&gt;A mente moderna e o raciocínio lógico e racional pressupõem uma divisão fundamental entre o ser humano, dotado de subjetividade, e o resto das coisas, existentes num mundo externo a nós, impessoal, objetivo. Todo o cosmos é visto como uma vasta experiência inconsciente, nada mais é do que matéria em movimento, funciona de modo mecânico, sem qualquer propósito, governado pelo acaso e pela necessidade. Enquanto o homem é consciente de sua própria inteligência, nega a inteligência a todo o resto. Ao fazê-lo, separa-se definitivamente do meio que o cerca, e vai além: subjuga-o, analisa-o fria e metodicamente, extrai dele o que necessita para seu próprio prazer e poder. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma outra visão de mundo, no entanto, é possível, e tenta emergir nesse começo de milênio: uma visão que busca incorporar nos processos humanos também o inconsciente, o simbólico, o intuitivo, o arquetípico. Essa visão seria empurrada por um desejo profundo do próprio ser humano de reintegrar-se ao cosmos, de superar a fragmentação e a alienação da mente moderna. &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Haveria hoje um ímpeto em favor da reconciliação entre o homem e a natureza, o &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;self&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; e o mundo, o espírito e a matéria, a mente e o corpo, o consciente e o inconsciente, o pessoal e o transpessoal, o secular e o sagrado, o intelecto e a alma, a ciência e as humanidades, a ciência e a religião. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É interessante observar que, historicamente, a visão materialista surge no momento em que Copérnico apresenta sua nova cosmologia. Ao retirar a Terra do centro do Universo, alterou a natureza essencial da realidade e alienou também a alma do mundo (&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;anima mundi&lt;/span&gt;). Ao descobrirmo-nos um mero acaso na vastidão do Universo, percebemo-nos abandonados à própria sorte, no silêncio de um imenso vazio cósmico, cujo propósito é totalmente desconhecido e, talvez, inexistente. É essa percepção que determinou todas as construções humanas dos últimos cinco séculos: toda experiência religiosa, toda imaginação humana, todos os valores morais e espirituais foram a ela submetidos e reduzidos a idiossincrasias da condição humana. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No entanto, nem por isso deixamos de ter intuição, sensibilidade estética e moral, imaginação criativa, apreço pelo amor e pela beleza, música e poesia, reflexões e experiências metafísicas. Esses atributos nos levam a uma permanente tensão e contradição conosco mesmos, já que a experiência subjetiva não pode ser medida, objetivada, cientificamente tratada.  O que está por detrás de toda essa polaridade é o desencanto com um cosmos sem propósito. Levado a extremos, essa visão trata o próprio ser humano como um mero objeto resultante de forças materiais e causas eficientes, um peão sociobiológico, um gene egoísta, um artefato biotecnológico. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para tentar superar essa aparente contradição entre o mundo objetivo e a experiência de subjetividade, é preciso reabrir questões mais profundas sobre nossa própria natureza e o modo como compreendemos o mundo; é preciso questionar a visão de mundo prevalecente desde Copérnico. É preciso entender mais claramente qual o papel de nossa subjetividade na vastidão cósmica, como essa subjetividade participa na configuração do Universo tal como o percebemos. É preciso retornar ao ponto original da cisão entre cosmologia e psiqué. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mal consigo esperar o próximo capítulo... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2009/04/como-transcender-pos-modernidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2ozA7PXYaCka7uuGPtIfSldoSUd_KSJQ-DCbUniWYhkjV_APjEZAnHAaRS-PdHU5TlSJQyR2c4daoEqJqubkDur1gtfwPE8dhZn_6xoWnNNFoP7oACLyGWSv0EuL33xEbxABz4UUbdNbA/s72-c/ac-photo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-8193204937408636985</guid><pubDate>Sat, 14 Mar 2009 18:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-15T11:23:07.179-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ciclo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">coletividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">conferência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">evolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">iluminação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">integral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">universo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vida</category><title>como tornar-se um iluminado nos dias de hoje?</title><description>&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://www.enlightennext.org/magazine&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 92px; height: 119px;&quot; src=&quot;http://www.enlightennext.org/magazine/uimages/covers/j43.jpg&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(153, 0, 0);font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;&quot;&gt;O projeto &lt;a href=&quot;http://www.enlightennext.org/&quot;&gt;EnlightenNext&lt;/a&gt;, que edita &lt;a href=&quot;http://www.enlightennext.org/magazine/&quot;&gt;revista&lt;/a&gt; com o mesmo nome, lançou neste ano, nos Estados Unidos, a iniciativa chamada &quot;O Ciclo do Descobrimento&quot; (&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;&quot;&gt;Discovery Cicle&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);font-size:130%;&quot;&gt;). Os participantes do projeto, chamados &quot;evolucionários&quot;, reconhecem que tudo o que existe se manifesta ao mesmo tempo num plano interno e noutro externo. O plano interno seria a consciência, e incluiria as idéias e valores que temos da realidade, tanto individual quanto coletivamente. O plano externo seria a cultura, e consistiria no modo pelo qual nos comportamos em relação a nós mesmos e em relação aos outros, e também as estruturas físicas e sociais que criamos para organizar a atividade humana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Segundo essa visão, a evolução do ser humano ocorre simultaneamente nesses dois níveis. As pessoas têm a capacidade de, por meio de seu próprio esforço, individual e coletivamente, promover a evolução tanto no nível interior (consciência) quanto exterior (cultura), ou em ambos, em busca da iluminação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;&quot;&gt;Este é um resumo muito simplificado de uma corrente de pensamento inovadora, que busca a integralidade e a realização na vida, sem necessariamente demandar o afastamento da realidade, a renúncia às atividades mundanas. Pelo contrário, é a experiência humana, na sociedade, na família, no trabalho, que forma a base para o engajamento daqueles que pretendem promover a evolução das relações entre as pessoas, com o meio ambiente, e também internamente, para aqueles que estão à procura de uma compreensão mais espiritual para o sentido da existência. Tudo está relacionado à consciência, que por nosso intermédio se manifesta, torna-se una, realizar a si própria por meio da experiência da vida&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;&quot;&gt;O Ciclo do Descobrimento consistirá de uma sequência de eventos em 2009 e 2010 que visam a gerar momento para que a humanidade atinja condições de avançar para o próximo nível da evolução, no processo duplo e continuo de realização do ser e do tornar-se (&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;being and becoming&lt;/span&gt;). Este ciclo prevê três semanas de retiro com Andrew Cohen na Toscana, Itália, em julho de 2009, e uma Conferência Mundial em Londres, em 2010. O retiro terá por objetivo o trabalho interior de preparação da consciência para essa espiral evolutiva. A Conferência seria o aspecto externo, cultural, da consciência aplicada às diversas manifestações sociais e experiências humanas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;&quot;&gt;Quem se interessar e quiser saber mais pode acessar o site &lt;a href=&quot;http://www.enlightennext.org/&quot;&gt;http://www.enlightennext.org/&lt;/a&gt; (em inglês).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Pode ser copiado, desde que indicada a fonte. Plágio é desonestidade.&lt;/div&gt;</description><link>http://calcificado.blogspot.com/2009/03/como-tornar-se-um-iluminado-nos-dias-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8197049071947665547.post-7885489455684444048</guid><pubDate>Sat, 07 Mar 2009 22:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-07T23:57:02.023-05:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ativismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">brasil</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">conferência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">felicidade</category><title>felicidade interna bruta</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/3106618.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 500px; height: 335px;&quot; src=&quot;http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/3106618.jpg&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;&quot;&gt;&quot;Felicidade Interna Bruta&quot; é mais importante que &quot;Produto Interno Bruto&quot;.&lt;br /&gt;(frase atribuída ao Rei do Butão)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Se pedirem para você responder à pergunta: o que é mais importante na vida, o dinheiro ou a felicidade? O que você escolheria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a sua resposta foi felicidade, como suponho seria a de quase todo mundo, então por que temo&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;s tanto zelo em inventariar nossas finanças, somar a riqueza que produzimos, descobrir qual o nosso Produto Interno Bruto, mas não nos preocupamos com uma estatística da felicidade, um índice que demonstre - e compare - quão felizes nós somos, coletivamente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Bem, há alguém que se preocupa com isso. O rei do Butão decidiu, desde os anos 1980, que seu país não seria mais avaliado pela capacida&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;de de gerar riqueza, mas pelo grau de felicidade com que as pessoas vivem suas vidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Pensando bem, por que não? Afinal, se chegarmos à conclusão que a felicidade é mais importante que a riqueza material, por que não medi-la e, a partir daí, criar ações para aumentá-la? Por que não avaliar nossa prosperidade pela medida em que formos capazes de ser felizes, vivermos em estado de comunhão, transmitirmos essa felicidade aos que nos cercam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fôssemos medir o índice de felicidade no Brasil, qual seria? Não estamos longe de fazer esse exercício: já se iniciou em São Paulo um movimento social em favor do FIB - o índice de Felicidade Interna Bruta. Teve até uma conferência nacional em outubro de 2008, em São Paulo e Campinas, e em breve será feita no Brasil a conferência internacional sobre FIB. Veja o site-blog &lt;a href=&quot;http://www.felicidadeinternabruta.org.br/&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e os vídeos no YouTube &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=p-SMWIA9Gzw&quot;&gt;aqui (parte 1)&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=QYZT2D0BGKo&quot;&gt;aqui (parte 2)&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também essa chamada da Icatu Hartford sobre o FIB:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/IMHEdasanKQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/IMHEdasanKQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic; color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.panoramio.com/photo/3106618&quot;&gt;Foto do início: Reino do Butão, Trongsa Zdong, por Bob Witlox.&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://calcificado.blogspot.com&quot;&gt;Horizontes Virtuais&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
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