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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:creativeCommons="http://backend.userland.com/creativeCommonsRssModule" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Isto é Música</title><link>http://istoemusica.bigmontz.com</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/IEM" /><description>Música, não importa de onde.&#xD;
&#xD;
Apenas mais um site de amantes de música. Aqui serão discutidos assuntos relacionados a música, serão feitas resenhas de novos álbuns, publicação de notícias (velhas ou novas), listas e etc.</description><language>en</language><lastBuildDate>Wed, 16 May 2012 18:10:11 PDT</lastBuildDate><generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/IEM" /><feedburner:info uri="iem" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><feedburner:emailServiceId>IEM</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>Som na Sala Apresenta: Karla da Silva</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/IEM/~3/7tUX5Fysfeo/</link><category>Som na Sala</category><category>VLOG</category><category>Karla da Silva</category><category>Som Na Sala</category><category>Vincius Castro</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">bigmontz</dc:creator><pubDate>Tue, 15 May 2012 18:18:47 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://istoemusica.bigmontz.com/?p=2786</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z6Ejzh0w96JEzQzJ4ZNONNfpFp8/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z6Ejzh0w96JEzQzJ4ZNONNfpFp8/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z6Ejzh0w96JEzQzJ4ZNONNfpFp8/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z6Ejzh0w96JEzQzJ4ZNONNfpFp8/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/xG4KBIP10WY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
“Som na Sala” é um projeto do cantor e compositor Vinícius Castro (clique <a href="http://istoemusica.bigmontz.com/2011/08/02/iem-apresenta-e-entrevista-vinicius-castro/">aqui</a> para saber mais sobre ele) e pode ser definido de forma simples como: uma câmera, um violão e um convidado. Neste mês a convidada é a atriz <strong>Karla da Silva</strong>.</p>
<p><strong>Crítica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os vídeos anteriores do projeto Som na Sala se caracterizaram pelo clima claro e leve das músicas e vídeos. Entretanto, este não é o caso deste vídeo, música densa e vídeo escuro não era o esperado a priori, mas o resultado acaba sendo tão agradável quanto os anteriores. Enfim, uma constante já foi mudada e parece que no próximo vídeo será mudada outra.</p>
<p><strong>Release Karla da Silva</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cantora nascida e criada no subúrbio carioca iniciou seu contato com a música desde criança nas rodas de violão de seu quintal. O avô, amante do choro, embalava as tardes ao som de seu violão de sete cordas e a tia, Irene Kendal, uma crooner, como chamavam na época, cantava na noite em diversas casas do Rio de Janeiro e de dia ensaiava as canções de seu repertório.</p>
<p style="text-align: justify;">Karla cresceu ouvindo obras musicais de uma época cheia de preciosidades. Aos seis anos, sua alegria eram os dias em que participava dos ensaios da escola de samba do bairro, a Caprichosos de Pilares, onde seus pais eram diretores de harmonia. Em 2002 ingressou na Escola de Música Villa-Lobos onde estudou violino. Se apresentou algumas vezes como violinista mas não permaneceu por muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Formou-se em Letras, Português &#8211; Literaturas, pela Universidade Veiga de Almeida. Contudo, a paixão por cantar falou mais alto.</p>
<p style="text-align: justify;">- Orquestra Popular Brasil de Cara</p>
<p style="text-align: justify;">Estudou canto com a pianista e cantora Vera Gama, grande mestra, e em 2005 recebeu o convite para cantar na Orquestra Popular Brasil de Cara, um grupo, formado em sua maioria por estudantes de música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que mescla ritmos como xote, samba, baião, coco, maracatu e choro numa fusão performática pra lá de brasileira!</p>
<p style="text-align: justify;">Com o grupo viveu experiências musicais maravilhosas, ganhou o prêmio de 2ª melhor canção no Festival do Conservatório de Tatuí/SP, em maio de 2007 e 1° lugar no Festival de Música de Piraí/RJ em agosto de 2007. Foi classificada entre os 10 finalistas da 2ª Mostra de Novos Talentos da casa de samba Carioca da Gema em novembro de 2007 e vencedora do Concurso Holofote do Bar da Ladeira em março/2008, ambos na Lapa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em junho de 2008 foi classificada para a final do Concurso de Calouros do programa Ponto do Samba, na Rádio Nacional, apresentado por Dorina e Ruben Confete, realizada em julho de 2008 no Teatro Rival, no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro de 2008 participou do concurso internacional Prata da Casa PETROBRAS realizado no Villa Country &#8211; São Paulo e dirigido pelo músico e arranjador Ivan Teixeira, concorrendo na categoria “melhor intérprete”, foi analizada por Arnaldo Sacomani, Max de Castro, Lua Lafaiette, Luís Paulo Serafim e Carlos Rennó recebendo o prêmio de 3º lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">- Vozes da Lapa</p>
<p style="text-align: justify;">Considerada uma das novas Vozes da Lapa, Karla está as voltas com a produção de seu primeiro cd, esperado para 2010, no qual contará com canções desta nova safra de compositores &#8211; além de uma composição da própria cantora.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu currículo musical estão casas como: Carioca da Gema, Circo Voador, SESC Tijuca, SESC Madureira, Boteco Chic, Carioca Gourmet, Bar da Ladeira, Centro Cultural da Constituição, Teatro Odisséia, Sacrilégio, Estrela da Lapa, entre outros, sendo neste último uma participação no show de Vinícius Terra &amp; Banda Gente Fina, no inovador projeto Bossa Rap.</p>
<p style="text-align: justify;">- Proposta</p>
<p style="text-align: justify;">Sua proposta é resgatar a poesia das canções, do velho samba, da Bossa Nova, do cancioneiro brasileiro, os batuques, tornar reais as lembranças do antigo quintal.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Cantar é a coisa que mais amo fazer na vida e a cada dia cantar toma uma forma maior na minha maneira de lidar com o mundo, com a natureza, com as emoções e as pessoas. Gosto de olhar nos olhos, gosto de ver o riso das pessoas, eu canto pra viver, canto para o mundo, com amor, canto para o coração de cada ser humano, seja quem for.&#8221;, Karla da Silva.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: <a href="http://www.lanalapa.com.br/musicoDetalhe.asp?qiNuMusico=5058">http://www.lanalapa.com.br/musicoDetalhe.asp?qiNuMusico=5058</a></p>
<p><strong>Release Vídeo</strong></p>
<div id="watch-description-clip">
<div id="watch-description-text">
<p id="eow-description">Som na Sala</p>
<p>1 câmera<br />
1 microfone<br />
1 convidado</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Abril 2012</p>
<p>Karla da Silva</p>
<p>&#8211;<br />
Antes de amar-te<br />
(Poema: Pablo Neruda / Música: Vinicius Castro)</p>
<p>Antes de amar-te, amor, nada era meu<br />
Vacilei pelas ruas e as coisas:<br />
Nada contava nem tinha nome:<br />
O mundo era do ar que esperava.<br />
E conheci salões cinzentos,<br />
Túneis habitados pela lua,<br />
Hangares cruéis que se despediam,<br />
Perguntas que insistiam na areia.<br />
Tudo estava vazio, morto e mudo,<br />
Caído, abandonado e decaído,<br />
Tudo era inalienavelmente alheio,<br />
Tudo era dos outros e de ninguém,<br />
Até que tua beleza e tua pobreza<br />
De dádivas encheram o outono.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Produção musical, gravação, edição e mixagem &#8211; Vinicius Castro<br />
Direção de fotografia e filmagem &#8211; Daniel Terra<br />
Edição de vídeo &#8211; Daniel Terra e Vinicius Castro</p>
<p>&#8211;</p>
<p>www.viniciuscastro.com.br</p>
</div>
</div>
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“Som na Sala” é um projeto do cantor e compositor Vinícius Castro (clique &lt;a href="http://istoemusica.bigmontz.com/2011/08/02/iem-apresenta-e-entrevista-vinicius-castro/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para saber mais sobre ele) e pode ser definido de forma simples como: uma câmera, um violão e um convidado. Neste mês a convidada é a atriz &lt;strong&gt;Karla da Silva&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Crítica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os vídeos anteriores do projeto Som na Sala se caracterizaram pelo [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://istoemusica.bigmontz.com/2012/05/15/som-na-sala-apresenta-karla-da-silva/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://istoemusica.bigmontz.com/2012/05/15/som-na-sala-apresenta-karla-da-silva/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=som-na-sala-apresenta-karla-da-silva</feedburner:origLink></item><item><title>IEM Apresenta e Entrevista: Mohandas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/IEM/~3/vlwg0wrmlSU/</link><category>Isto é Música Apresenta</category><category>Isto é Música Entrevista</category><category>Mohandas</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">bigmontz</dc:creator><pubDate>Tue, 15 May 2012 17:53:29 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://istoemusica.bigmontz.com/?p=2758</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;">Domingo a noite, o pobre blogueiro está vendo uns vídeos no Youtube e uma amiga chega pra ele falando de uma tal de <strong>Mohandas.</strong> O escriba vai la conferir pra ver o que é e acaba ouvindo um ska misturado com ritmos nordestinos cantado em francês com combinação de vocais femininos e masculinos, mistura inusitada que gerou curiosidade de buscar saber mais sobre a banda e culminou neste post, então vamos começar o mesmo, chega de historinha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mohandas </strong>é uma banda de &#8220;etnopop&#8221;, definição da própria banda, formada no verão de 2011 no Rio de Janeiro a partir de algumas jams entre amigos. Em sua formação original a banda contava com 8 integrantes e hoje sua formação conta com os seguintes 6 integrantes: <strong>Bel Baroni </strong>(Percussão e Voz), <strong>Diogo Jobim </strong>(Sintetizadores), <strong>Dudu Lacerda </strong>(Percussão e Voz), <strong>Micael Amarante </strong>(Voz, Saxofone e Guitarra), <strong>Nana Orlandi </strong>(Percussão e Voz) e <strong>Pedro Rondon </strong>(Baixo).</p>
<p style="text-align: justify;">Nascida com a filosofia de fazer apresentações gratuitas em locais públicos, a banda começa uma séria de ensaios abertos e não demorou muito a firmar suas apresentações na <strong>Pedra do Leme</strong>, evento que foi batizado de &#8220;<strong>mohanda on the rocks</strong>&#8221; e hoje já tem 10 edições, já fazendo parte do calendário cultural local. A mesmo tempo que as apresentações da banda já começavam a ganhar destaque a banda entra em estúdio e grava seu primeiro EP, &#8220;<strong>Pernas pra Andar</strong>&#8220;, com duas faixas autorais e 3 versões para músicas do <strong>Radiohead</strong>, <strong>Kraftwerk</strong> e <strong>Talking Heads</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Dai por diante os frutos do trabalho começaram a aparecer, a banda vence a segunda edição do <strong>Festival Nova Música Brasileira</strong>, vira o destaque do site <strong>Oi Novo Som</strong> durante o mês de outubro, faz apresentações em casas conceituadas como a <strong>Fundição Progresso</strong>, <strong>Teatro Odisséia </strong>e <strong>Clube dos Democráticos</strong>. A banda começa a fazer algum barulho fora do Rio com shows em Belo Horizonte e ganha mais destaques em mídia participando do programa <strong>Estúdio Móvel</strong> da <strong>TV Brasil </strong>e com a gravação do <strong>Estúdio Oi Novo Som</strong>.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/ShGn9iJfnf4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">A ascensão rápida da banda no cenário é algo interessante de se ver, o som não usual que mistura elementos de música pop universal com gêneros locais cai como uma luva numa cena musical que meio que se acostumou com a transgressão de gêneros, a banda transforma Radiohead em xaxado e Kraftwerk em maracatu, parece loucura, mas estranhamente funciona. O interessante é que a banda mesmo com uma bagagem cultural bem grande não caia na armadilha do &#8220;cult bacaninha&#8221; e, com isso, acaba fazendo música contemporânea e, até certo ponto, radiofônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é o ponto, acho que o grande desafio hoje está em fazer música com conteúdo e não perder a veia pop, levar qualidade pro maior número de pessoas possível. O Mohandas vem conseguindo isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entrevista</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IEM: </strong>Vocês são uma banda numerosa, são 7 integrantes (na verdade 6), e muitas cabeças pensando tem tanto efeitos positivos quanto negativos. Como é o processo criativo dentro da banda? Como é que a bagagem cultural de cada um colabora pro resultado final?<br />
<strong>Dudu Lacerda: </strong><em>Atualmente a formação é de seis integrantes. Ainda assim, como você mencionou com razão, somos “muitas cabeças pensando”, e isto de fato tem efeitos positivos e negativos. Obviamente, nosso intuito é sempre o de trabalhar as potencialidades de cada pensamento e personalidade em prol do coletivo. O aspecto mais negativo de sermos uma banda numerosa é a dificuldade de harmonizar expectativas, gostos, linhas de pensamento. É um trabalho constante, e por vezes bem cansativo em termos psicológicos, e em termos da convivência no dia-a-dia. Entretanto, já sabíamos desse desafio desde o começo, e foi nossa escolha montar a banda com estas pessoas, o que significa que sempre estivemos cientes de que o trabalho não era apenas musical em si, mas também um esforço de compreensão, tolerância, respeito e maturidade para lidar com esses desalinhos que ocorrem naturalmente. Acredito que o crescimento profissional, neste contexto, engloba tanto a questão técnica, de buscarmos sempre nos tornar melhores músicos, quanto a questão humana mesmo, no sentido de saber lidar com as dificuldades de relacionamento, que não são poucas nem fáceis de resolver. Mas temos a consciência de que não podemos descuidar nem de um lado nem de outro, sob pena do trem descarrilar.<br />
O processo criativo dentro da banda é uma coisa um tanto despretenciosa. Com isso não estou afirmando de que as músicas nasçam sem esforço, espontaneamente, e sim que não temos uma regra ou uma fórmula para a criação. A tônica, até o momento, foi a naturalidade de cada um apresentar aos demais suas idéias, suas pesquisas, seus estudos e maneiras de criar. Algumas vezes, um de nós chega com uma idéia, uma letra, um refrão, uma linha melódica, um tema, ou ainda uma coisa mais vaga mesmo, uma sensação, uma lembrança, uma vontade. Conforme aquilo reverbera no grupo, trabalhamos coletivamente para desdobrar a coisa, acrescentar, burilar, completar, enfim. Outras vezes, alguém chega com uma música mais pronta, uma coisa de letra e melodia, por exemplo, e aí o trabalho coletivo é mais em torno do arranjo, de fazer com aquilo se embeba em nossa identidade, que ganhe “a cara” da banda. Ultimamente, tem surgido um processo ainda mais legal, que é o da parceria mesmo, de sentar junto pra compor. Aí já acho que é um caminho maravilhoso de se investir, fazer com que a música já venha da entranha coletiva, já traga o signo do compartilhamento e da criação conjunta desde o pontapé inicial. Acho que isso, inclusive, ajuda no processo que estive falando mais acima, isto é, ajuda a dissipar os descompassos e aumentar a coesão, a integração, e até mesmo a solidariedade.<br />
O outro lado da moeda de termos tantas pessoas na banda, desta vez uma coisa positiva, é justamente esse caldeirão cultural que se forma. Por mais que venhamos todos da mesma cidade, que sejamos parelhos na faixa etária, classe social, essas coisas, somos muito diferentes em termos de bagagem cultural. Esteticamente é um barato, porque as referências acabam se alimentando umas das outras, o que possibilita um aprendizado constante. Creio que cada um de nós está mais antenado e aberto agora do que antes da banda, e o resultado final destas misturas, cruzamentos e trocas é essa amplitude de referências e esse ecletismo saudável que o nosso som traduz.</em></p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/0uRQVmVNx4s" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IEM: </strong>O som de vocês se caracteriza pela mistura de elementos de música local com o global trabalhando com diversas influências, algo que tinha tudo para ter como saída algo elitizado e nada pop, porém o resultado é justamente música pop. Este resultado era o esperado e o &#8220;perseguido&#8221; pela banda?<br />
<strong>Dudu Lacerda: </strong><em>Nós nunca encaramos o pop como algo pejorativo a priori, que é o que muitos “intelectuais” da música acabam fazendo, muitas vezes até mesmo inconscientemente, outras vezes por serem uma espécie de fundamentalistas do som, uns caras que levantam bandeira ideológica em relação aos gêneros musicais, que politizam ao extremo o gosto musical, fazem patrulha. Nada contra, cada um pensa o que quer (na verdade, pensa o que pode)… mas nosso pensamento é despido dessas amarras, a gente gosta de música, ponto final. Eu, particularmente, ao ouvir uma música, procuro deixar os canais abertos, interpreto e sinto o som, antes de saber se está classificado como pop, reggae, funk ou samba. Aliás, estes rótulos às vezes mais atrapalham do que ajudam o audiente, porque ele perde a referência fundamental, que é o ouvido e sua faculdade emocional, e fica preso à questão racional, fica mais preocupado em entender do que em sentir.<br />
Em relação ao resultado de nossas músicas, taí, acho que você me deu a deixa de dizer tão somente: estamos “perseguindo” nada mais do que nosso próprio som, é isso mesmo. Ou seja, tocar, compor, trabalhar com música, trata-se de uma busca interior, no limite é isso que está em jogo, um mergulho pra dentro de nós mesmos, à procura da expressão própria. Obviamente, isto não significa  uma clausura, não quer dizer que não nos preocupamos com a recepção do nosso trabalho pelo público, as idéias que vão reverberar pra fora do nosso círculo. Mas, acredito piamente, quem faz música exclusivamente para o público, quem faz música exclusivamente pra vender, quem faz música pensando em ser bonzinho, agradar gregos e troianos, poderia estar fazendo outra coisa… publicidade, por exemplo. Nós fazemos música porque não temos escolha, parece um romantismo, não é? De certa forma, há mesmo essa aura romântica, até porque não somos músicos virtuosos, não temos compromissos estéticos ou políticos com “escolas”, “vertentes”, “turmas” ou “tendências”, nosso compromisso é com a arte. Ou pelo menos é assim que tentamos enxergar e fazer a coisa.<br />
A definição que você deu aí no enunciado é o que chamamos de “etnopop”, o diálogo, a equação entre os binômios clássicos que muitos insistem em contrapor de maneira excludente: tradição/ inovação, global/local, popular/erudito, gosto de massa/gosto de elite, nacional/estrangeiro, enfim, eu poderia enfileirar muitos outros binômios aqui. Nosso barato é o investimento numa arquitetura conceitual/sonora que aproxime estes significantes, que esmaeça as fronteiras, que incomode o preconceito e a mania de engavetamento da crítica musical. Como diz o Lenine, “a ponte não é pra ir, nem pra voltar, a ponte é somente atravessar, caminhar sobre as águas desse momento”!</em></p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/u8DY03utAjk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IEM: </strong>Uma das marcas registradas da banda são as apresentações gratuitas em locais públicos, pra mim essas apresentações explicam e muito a velocidade com que as coisas estão ocorrendo pra vocês. Como foi partir do &#8220;zero&#8221; e um ano depois já ter um publico formado e ter conseguido algum destaque em mídia? O quanto desta ascensão foi acelerada por conta destas apresentações?<br />
<strong>Dudu Lacerda: </strong><em>Vejo que você nos conhece, que você não está nem “chutando”, e nem fazendo entrevista como quem aplica um questionário de supermercado, as perguntas padronizadas. Isso é bacana, cara! Bem, vamos lá. Essa marca que você mencionou, antes de virar nossa marca registrada, era a marca que queríamos registrar. Sacou a diferença, né? As apresentações em locais públicos não foi onde chegamos, foi de onde partimos! Dois fatores contribuíram inicialmente para que apostássemos nesse caminho. Primeiramente, como te falei, a banda foi formada por músicos não-profissionais, no máximo semi-profissionais. Isto não quer dizer que o som era o segundo plano, quer dizer que viemos de outros caminhos profissionais que se encontraram e reconheceram, em determinado ponto das trajetórias pessoais, a vontade mútua do fazer musical, a necessidade, melhor dizendo. Quando nos juntamos pra tocar, a ânsia maior era essa mesmo, tocar! Então, a gente simplesmente não queria esperar convite, não queria esperar “fazer nome na cena”, não queria esperar que caísse do céu um palco e um público. A gente sabia que o público estava lá fora, à espera de música, e nós acreditávamos que tínhamos uma coisa legal pra compartilhar.<br />
Em segundo lugar, juntando a fome com a vontade de comer, sentíamos que a cidade tinha um movimento propício para ir às ruas, vários indícios se avolumavam: o resgate do carnaval de rua de farra popular e dimensão gigantesca, o renascimento da Lapa, bairro boêmio e cultural por história e excelência, os shows e festivais ao ar livre, e etc. Então, porque não se alinhar a esta movimentação e reforçar essa idéia? É escusado dizer, mas direi porque vale a pena, que se trata também, ou talvez sobretudo, de um ato político, de cidadania. Nós acompanhamos com fervor e esperança os movimentos ao redor do mundo que buscam recuperar pro povo o que é do povo: a rua, a cultura, a democracia, a paz, a arte! Episódios recentes como a primavera árabe e os mais variados “ocupas” (o Occupy Wall Street ganhou fama por ter surgido no coração do sistema que as esquerdas acostumaram a vilanizar, porém ele é só a ponta do iceberg, porque a idéia da ocupação se alastrou pelo mundo e deu uma nova cara para a expressão popular, para o papel da camada civil nas sociedades contemporâneas, principalmente nas democráticas, que é o papel de cumprir deveres, requerer direitos e fiscalizar o poder eleito pela maioria), foram importantes para este engajamento. Vemos com bons olhos também a contestação das várias marchas no Brasil. Ou seja, ir pra rua foi uma escolha intencional, desde o princípio.<br />
E, sim, concordo contigo quando diz que “essas apresentações explicam e muito a velocidade com que as coisas estão ocorrendo” pra nós. Se estivéssemos ensimesmados no nosso estúdio, se estivéssemos à mercê do circuito tradicional de casas de show, se estivéssemos com medo, vergonha ou preguiça de “botar a cara”, provavelmente ainda estaríamos ciscando milho num cantinho de quintal. Mas fomos à luta e tivemos um retorno acima do esperado. Quando digo fomos à luta, é isso mesmo, não pense que é fácil fazer shows na rua, porque não queremos sentar com o violão no meio- fio ou fazer luau para os amigos. Isso nós também gostamos, pra nos divertir sem compromisso. Mas quando falo em shows em espaços públicos, estou falando de uma bruta ralação, porque queremos garantir a qualidade do som, porque nos preocupamos com a limpeza e a preservação dos espaços públicos, porque queremos fazer uma divulgação competente, porque queremos aglutinar outros artistas à nossa órbita, porque nos preocupamos, enfim, de fazer uma coisa caprichada. Isso nós fomos  aprendendo na marra e, se após quase um ano e meio de banda, não chegamos a ganhar dinheiro individualmente, por outro lado investimos numa coisa que só nos deu bons frutos. Por isso, ter ganho o festival NMB, ter gravado o EP e disponibilizado na internet, ter feito vários vídeos bacanas, criado parcerias com outras bandas, feito mais de quarenta shows em pouco mais de um ano, é O resultado, nada mais. Agora, essa coisa de “público formado” é assim meio perigosa, porque acho que é um processo que nunca acaba pra banda. A minha utopia pessoal, ao menos, é a de que sempre há um coração à espera de ser tocado de alguma forma. Queremos sair do Rio, queremos sair do Brasil, não para negar a importância do público que já nos conhece e aprecia, mas justamente pra ligá-los aos outros que vão nos conhecer ainda, pra costurar a rede, pra fortalecer o consumo/produção de música.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IEM: </strong>Quais são os planos pro futuro? Álbum completo num futuro próximo? Mais &#8220;mohandas on the rocks&#8221;?<br />
<strong>Dudu Lacerda: </strong><em>O plano mais próximo, posso dizer, a prioridade deste ano, é mesmo a gravação e o lançamento do nosso primeiro álbum, esse tal “completo” que você mencionou. Sentimos que é a hora de desacelerarmos um pouquinho o ritmo dos shows, e privilegiar o processo do disco, que também exige muitíssimo trabalho. Estamos muito animados e felizes com esta oportunidade. Estamos em pré- produção do disco, que vai ser realizado nos mesmos moldes independentes do EP, desta vez com o repertório totalmente autoral e inédito. A única faixa que não será inédita é a que dá nome à banda, está no EP e vamos regravar. De resto, muitas novidades! A formação da banda mudou, contamos agora com seis integrantes, éramos oito na época do EP, então estamos reconstruindo nosso som. A previsão de gravação é pros meses de julho/agosto e o lançamento deve ficar pra meados de outubro. Esperamos com este disco poder intensificar o trabalho da banda, aquela história de cair na estrada mesmo. Além disso, à reboque do disco, vem todo um trabalho de vídeos novos, cenário, figurinos, o site novo, que está quase pronto, enfim um trabalho explorando a fase e identidade atual.<br />
Sobre o “On the Rocks”, é algo que está sempre no nosso horizonte, adoramos aquele espaço da Pedra do Leme, mas no momento estamos dando um tempo de fazer os shows lá, queremos voltar em grande estilo! Não pretendemos sumir de lá não, apenas renovar nossas energias e dar uma descansada no público, que têm lotado nossos shows lá e nos deixado honrados. Fora isso, os planos são bem claros e diretos: tocar, tocar e tocar!</em></p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/HYtaNl0quXY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IEM: </strong>Uma música e a justificativa da escolha.<br />
<strong>Dudu Lacerda: </strong><em>Não entendi direito se você está falando de uma música nossa ou uma música qualquer. De todo modo, vou ficar com uma canção do nosso repertório, que foi gravada no EP e que ainda tocamos nos shows. É “Fulô de Lótus”. Essa música é “Lotus Flower” da banda inglesa Radiohead, que adoramos, uma grande influência pra nós. Da música original inteira, ficamos apenas com a melodia. Vertemos a letra pro português, rearranjamos, ela virou um xaxadão! A maioria das pessoas nem reconhece, ficam pasmas quando brincamos dizendo que é “o encontro de Thom Yorke com o Gonzagão”… Acho que ela marca bem o lance das versões que aparecem com força no EP, e que não pretendemos abandonar. É muito bacana o processo de escolher uma música que gostamos e recriá-la com a nossa cara. Gosto muito da letra em português também, com versos como: “Eu me encolho e desapareço, e deslizo / Pulsos livres, das amarras”, ou “Só pra encher a sua grande cabeça de balão / Ouça a intuição”!<br />
É isso aí, obrigado a vocês do blog Isto é Música pelo convite e pela apresentação e obrigado aos leitores e ouvintes de mohandas. Quem ainda não escutou nosso som pode baixar o EP em <a href="http://www.mohandas.com.br" target="_blank">www.mohandas.com.br</a>, ou então ver nossos vídeos no youtube, trocar idéia na fanpage do facebook, ou chegar em algum show. Dia 19 de maio, sábado agora, tem show no Rio, em Santa Teresa. Nos vemos lá, até!</em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Divulgação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<div><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Nossa Festa + mohandas</span></strong></div>
<div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sábado 19 de maio, às 22hs</span></div>
<div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Casa Alto Lapa Santa &#8211; Rua Joaquim Murtinho, 654 &#8211; Santa Teresa</span></div>
<div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">$20 na lista até 0h30<br />
$25 na lista depois de 0h30<br />
$30 normal</span></div>
<div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Lista amiga até as 18hs do dia do evento</span></div>
<div><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="https://www.facebook.com/events/264915810274427/" target="_blank">https://www.facebook.com/events/264915810274427/</a></span></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8211;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para saber mais sobre Mohandas e baixar o EP: <em><a href="http://www.mohandas.com.br" target="_blank">www.mohandas.com.br</a></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Note: There is a poll embedded within this post, please visit the site to participate in this post's poll.</p>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/68AgEJMGjOihQnGLS8qnUFXMKkA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/68AgEJMGjOihQnGLS8qnUFXMKkA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/68AgEJMGjOihQnGLS8qnUFXMKkA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/68AgEJMGjOihQnGLS8qnUFXMKkA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2769" title="Noel Gallagher (Vivo Rio) [Créditos: O Globo]" src="http://istoemusica.bigmontz.com/wp-content/uploads/2012/05/noel-vivo-rio.jpg" alt="" width="600" height="321" /></p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro, 03 de maio 2012. Um dia comum para muitos, não havia nada de extraordinário mexendo com a vida dos cidadãos comuns. Porém, nesta mesma cidade, mais precisamente no <strong>Vivo Rio</strong>, algo de especial ocorreu para os 5 mil presentes no recinto, às 21:30, talvez um minuto depois disso, começou a apresentação de <strong>Noel Gallagher&#8217;s High Flying Birds</strong> e logo nas primeiras músicas foi desferida por um aleatório a frase que talvez explique toda a atmosfera daquele dia, &#8220;Isso aqui está parecendo estádio de futebol.&#8221;, disse o incrédulo torcedor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cantos uníssonos acompanhando General Dread e durante os intervalos entre músicas, ora evocando relíquias obscuras do passado, ora enaltecendo o camisa 10 e, por vezes, vocalizando solos, impressionaram até quem já poderia estar acostumado com isso. Noel postou em seu blog: &#8220;<em>Now I&#8217;d like to think I&#8217;ve done a fair few momentous gigs down the years but that one goes straight into the top 10&#8230; no question.</em>&#8221; (ver texto completo <a href="http://www.noelgallagher.com/#inbox/noel/everyone-in-there-was-either-a-prostitute-or" target="_blank">aqui</a>)</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/RdbzVu32CF4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Realmente, não é qualquer dia que um artista ouve o publico cantar uma música que até pouco tempo você nem lembrava que tinha composto,  &#8221;<strong>Angel Child</strong>&#8220;, b-side de &#8220;<strong>D&#8217;You Know What I Mean?</strong>&#8220;, espontaneamente  começou a ser cantada pelos torcedores surpreendendo a todos. A pausa pro bis virou &#8220;<strong>Rockin&#8217; Chair</strong>&#8220;, nos momentos antes de &#8220;<strong>If I Had a Gun&#8230;</strong>&#8221; provocações ao <strong>Manchester United</strong> e cada brecha deixada por Noel era coberta pelas vozes de 5 mil fanáticos.</p>
<p style="text-align: justify;">O ápice desta noite mágica foi justamente o seu fim, &#8220;<strong>Don&#8217;t Look Back In Anger</strong>&#8221; é a música que resume muito do que é Noel Gallagher e Oasis, o clima de comunião geral durante esta canção é incrível, pessoas cantando ombro a obro com os braços para cima, o sentimento de fraternidade e amizade toma o local, como se nos conhecêssemos a anos. Música para ser cantada em pubs, para onde tanto eu, quanto o Noel, fomos depois do show comemorar em seu devido lugar esta linda vitória, mas poucos antes disso GD deixou seu recado: &#8220;I&#8217;ll be back!!&#8221;</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/UvTjSGrw5_4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte do show teve a ressaca no <strong>Lapa Café</strong> com show do <strong>The Outs</strong>, este dia foi basicamente um prolongamento do anterior, antes do show a galera cantando junto com som música do Oasis como se estivessem em um show, durante o show do The Outs o pessoal ouviu e aproveitou o inicio do show, que foi composto com músicas autorais. Na segunda metade do show, o baixista de Magic Pie toma posição e começa a sequência de músicas do Oasis e Noel.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/aYjnkYqQ2LY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O interessante foi ver que a reação do público as músicas era a mesma do dia anterior e o fato mais interessante da noite envolve o pobre escriba e mostra um pouco do poder da música. Num ato puro e fraterno, uma mulher aleatória coloca suas mãos sobre os ombros de quem vos fala durante o refrão de DLBIA e cantamos este lado a lado com uma mão levantando nossas cervejas e outra sobre o outro do outro. Provavelmente, nunca mais nos veremos, mas naquele momento eramos amigos de longa data.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto é Oasis e este é o poder das músicas de Noel Gallagher.</p>
<p style="text-align: justify;">Saudações Tricolores e fiquem com mais alguns vídeos.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/ct1WQDITdDI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/phs-7KZ0Nl4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/eyOfxw0CrI0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/F_LZgjOKez8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/IEM/~4/C25d0lR0BxA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Rio de Janeiro, 03 de maio 2012. Um dia comum para muitos, não havia nada de extraordinário mexendo com a vida dos cidadãos comuns. Porém, nesta mesma cidade, mais precisamente no &lt;strong&gt;Vivo Rio&lt;/strong&gt;, algo de especial ocorreu para os 5 mil presentes no recinto, às 21:30, talvez um minuto depois disso, [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://istoemusica.bigmontz.com/2012/05/07/talkin-bout-noel-gallagher-in-rio-the-outs-etc/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://istoemusica.bigmontz.com/2012/05/07/talkin-bout-noel-gallagher-in-rio-the-outs-etc/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=talkin-bout-noel-gallagher-in-rio-the-outs-etc</feedburner:origLink></item><item><title>Coluna do Alfano: Um Post Terceirizado, a analista foi ao Lollapalooza</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/IEM/~3/oq8VWyvDMsM/</link><category>Coluna do Alfano</category><category>Principal</category><category>Arctic Monkeys</category><category>Foo Fighters</category><category>Lollapalooza</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">bigmontz</dc:creator><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 20:17:36 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://istoemusica.bigmontz.com/?p=2749</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4mijjX-T9NwSumic5M2XqO_NOIs/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4mijjX-T9NwSumic5M2XqO_NOIs/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4mijjX-T9NwSumic5M2XqO_NOIs/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4mijjX-T9NwSumic5M2XqO_NOIs/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p style="text-align: justify;">O primeiro Lollapalooza, festival de música americano, chegou ao Brasil e a “Coluna do Alfano” esteve lá. Não eu, o Alfano, pessoalmente. Mas alguém preparada para o assunto. Fã do festival, a analista de sistema Julia Hoffmann Lattanzio, que já conheceu o Lollapalooza de Chicago, foi a São Paulo e conta o que viu – e ouviu, claro. Entre os destaques, estão um Dave Gorhl disputado entre argentinos e brasileiro, os Racionais MCs exaltando Dilminha e o macaco Alex Turner mais simpático do que costume.</p>
<h4>Dois dias de Lolla</h4>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2750" title="Foo Fighters - Lollapalooza (Créditos: Site da Veja)" src="http://istoemusica.bigmontz.com/wp-content/uploads/2012/04/Foo-Fighters-Lollapalooza.jpg" alt="" width="600" height="337" /></p>
<p style="text-align: justify;">Não era mistério pra ninguém o porquê da venda total dos ingressos para o primeiro dia de Lollapalooza. Os Foo Fighters eram esperados há mais de 11 anos (vieram para o Brasil apenas em 2001, para o Rock in Rio 3), criando uma enorme expectativa no público. Além disso, a eterna rincha Brasil-Argentina (inusitadamente) potencializou a ansiedade da galera.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo show da banda em Buenos Aires, na quarta-feira dia 4, Dave Gorhl ficou extremamente rouco, mas mesmo assim deu a alma até o final da performance. No final do show, disse que tinha sido “o desastre mais bonito da vida da banda”, se referindo aos defeitos na iluminação, chuva e aos espectadores. Os argentinos se apressaram em mandar recados malcriados aos brasileiros, dizendo que eles tinham ficado com o melhor de Dave e banda, que para o show em São Paulo sobraria o Dave cansado e sem voz. Existia nos fãs brasileiros uma obrigação subconsciente (ou totalmente consciente) de ser a melhor platéia da América do Sul., além da preocupação com a voz do vocalista.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/qowW_mzhdm4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O show começou com “All My Life” e de cara o público se mostrou aliviado por constatar que Dave tinha voz sim, e que estava ali pra se jogar. O repertório foi bem parecido com o dos shows de Chile e Argentina, passou por todos os álbuns da banda e espalhou as músicas de Wasting Light, o mais recente, pelo setlist. Dave interagiu bastante com o público, correu de um lado para o outro no palco, de modo a prestigiar todos os lados da multidão. Apresentou cada integrante da banda (como se fosse necessário), e, a convite do baterista Taylor, assumiu as baquetas durante “Cold Day In The Sun”, já que essa música já é sempre cantada pelo baterista. Durante “Best Of You” centenas de espectadores levantaram plaquinhas de “OH” e deixaram a banda visivelmente surpresa. Eles pararam de tocar e ficaram apenas olhando a multidão de 75 mil pessoas cantando “oh oh oh” . Dave mandou um &#8220;Eu amo vocês, porra” e emendou um “ainda não terminei” antes de finalizar a música.</p>
<p style="text-align: justify;">Joan Jett se juntou a banda para não apenas uma música, como nos outros shows, mas duas. Cantou “Bad Reputation” e “I Love Rock’n’Roll”. Saiu super aplaudida.</p>
<p style="text-align: justify;">Dave Grohl dedicou a última música e maior sucesso dos Foos ao público. “Everlong”terminou com muita gente chorando. Dave Grohl prometeu não demorar mais 17 anos para voltar ao Brasil. Os fãs imploram para que essa volta seja realmente em breve.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/XQHVvjqmMV4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h4>Aquecimento</h4>
<p style="text-align: justify;">Era o último show da noite, mas quem chegou e não foi direto pra grade guardar lugar curtiu vários outros shows bacanas.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro show que realmente empolgou foi Cage The Elephant. O repertório foi misto dos dois álbuns da banda, Cage The Elephant e Thank You, Happy Birthday, e a galera vibrou com “Ain’t No Rest For The Wicked”, a mais conhecida. Como de praxe, o vocalista Matt Shultz se jogou na galera várias vezes, de microfone e tudo. Também de praxe, pediu que caso levasse uma pancada e ficasse inconsciente durante um de seus pulos, pra que continuassem a carregar seu corpo até o final do dia no meio da multidão. Saiu ovacionado carregando uma bandeira do Brasil.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/yBJOlViPGhg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">O Rappa, maior representante brasileiro do festival deu show para milhares e empolgou. Cantaram hits como “Hey Joe”, “Pescador de Ilusões”, “Me Deixa” e garantiram umlugar na versão americana do Lollapalooza desse ano (agosto, em Chicago).</p>
<p style="text-align: justify;">Perry Farrell fez uma festa na tenda eletrônica e agradou razoavelmente. Parecia claro que a maior parte dos presentes estava apenas fugindo do sol.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/tcBH1l09eYo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">No meio da tarde foi a vez da Band Of Horses se apresentar. Pela primeira vez no Brasil, deram um show intimista, e, por mais que os milhares que se reuniram pra assistir não soubessem cantar todas as músicas, balançavam o corpo e os braços para os lados acompanhando o ritmo das baladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por muitos anos sumido da mídia, o Pavilhão 9 surpreendeu. Os integrantes mostraram que são capazes de reunir uma platéia numerosa e dar um grande show. O público (que na sua maioria não era composto por fãs) gritou e cantou junto com “Trilha do Futuro”, hit do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem viu TV On The Radio de longe com certeza se impressionou com o tamanho da multidão em frente ao palco principal. Na verdade grande parte das pessoas ali já estava guardando lugar para o último show da noite naquele palco, Foo Fighters. Sem desmerecer a banda, que ao vivo é muito melhor do que no disco e mandou muito bem.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/yV_ZNRmXl3E" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Do outro lado do Jockey Club começava o show da lendária Joan Jett e sua banda, The Blackhearts. Todos já sabiam que ela subiria ao palco com os Foo Fighters, mas, mesmo assim, reuniu grande número de pessoas (em sua maioria mulheres). Cantou os maiores hits, apresentou algumas músicas novas, e se despediu desejando um bom divertimento para quem já corria para ver Foo Fighters.</p>
<h4>Segundo tempo</h4>
<p style="text-align: justify;">O segundo dia de festival começou acelerado e animado pra quem curtiu Gogol Bordello. O grupo de gipsy punk (ou punk cigano) reuniu muita gente e mostrou porque não era preciso conhecer as músicas da banda para se divertir. Violino, sanfona e percurssão empolgaram o público. A todo momento rodinhas de pogo eram formadas, muitas vezes incentivadas pela própria banda, e o público pulou o show inteiro. O calor estava beirando o insuportável, mas Eugene Hütz, o vocalista, tomava seu vinho direto da garrafa (ou jogava no seu próprio corpo) como é seu costume. Tocaram “Immigrant Punk”, “Not A Crime”, “Wonderlust King” e finalizaram com “Start Wearing Purple”.</p>
<p style="text-align: justify;">Friendly Fires, que abusa de refrões repetitivos e ritmo dançante conseguiu contagiar a plateia, menor que a de Gogol Bordello. O vocalista Ed Macfarlane desceu do palco e foi cantar pertinho da galera.</p>
<p style="text-align: justify;">O tempo fechou na hora de Manchester Orchestra, mas o grupo encerrou a apresentação 10 minutos antes do previsto, a tempo de fugir da chuva. Pouco conhecido no Brasil, tocou músicas de seus 3 álbuns.</p>
<p><iframe width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/embed/bgcM0GuIQRA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Sob chuva, o MGMT tocou por uma hora e fez a galera pular, talvez mais buscando se aquecer contra a chuva que caía e o vento frio do que para acompanhar a batida. Assim que MGMT acabou, houve um movimento migratório geral no evento. Todos caminhavam (e alguns corriam) em uma direção só: o palco onde Foster The People estava começando sua apresentação. O grupo já é bastante conhecido no Brasil e tem várias músicas de sucesso, como “Helena Beat” e principalmente “Pumped Up Kicks”, as duas últimas músicas do show.</p>
<p style="text-align: justify;">Rumo ao final da noite, Skrillex promoveu superlotação da tenda eletrônica. Ao mesmo tempo, Jane’s Addiction tocava no palco ao lado para um público extremamente pequeno, que foi diminuindo ao decorrer da apresentação. A banda do fundador do festival Lollapalooza, acostumada a shows para milhares de pessoas, em palcos grandes e super produzidos, precisou se adequar ao pequeno número de fãs brasileiros e se apresentar num palco secundário. Nem a alta qualidade musical e super performance do vocalista Perry Farrell e do guitarrista-estrela Dave Navarro conseguiram segurar o público. Os poucos que ficaram realmente gritaram e cantaram junto com a banda, o que impediu que a apresentação fosse um fiasco total.</p>
<h4>Um Monkey simpático</h4>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2751" title="Arctic Monkeys - Lollapalooza (Crédito: Site da Veja)" src="http://istoemusica.bigmontz.com/wp-content/uploads/2012/04/Arctic-Monkeys-Lollapalooza.jpg" alt="" width="600" height="337" /></p>
<p style="text-align: justify;">Arctic Monkeys, que deveria ter sido o último show da noite, foi bem mais animado do que de costume. O vocalista, Alex Turner, que geralmente é monossilábico e não interage com o público, talvez tenha se contagiado pelo calor dos sul-americanos e foi razoavelmente simpático com os milhares de espectadores. O repertório incluiu sucessos antigos como “I Bet You Look Good On The Dancefloor” e faixas do último trabalho em estúdio Suck It And See como a música de mesmo nome, e incluiu o single lançado recentemente “R U Mine”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ingleses do Arctic Monkeys estavam tocando há cerca de meia hora quando os Racionais MCs subiram ao palco da tenda eletrônica. Talvez os 70 minutos de atraso tenham alguma coisa a ver com o fato de o grupo ter proibido o Multishow de transmitir a apresentação ao vivo. Depois de mais de 20 pessoas subirem ao palco (“família Racionais”, segundo Mano Brown), o show começou e o grupo manteve o discurso político, elogiando a presidenta Dilma entre uma música e outra. O público cantou junto na maior parte do show, acompanhando “Jesus Chorou”, “Vida Loka” e “Eu sou 157”.</p>
<p style="text-align: justify;">Fim de Lolla. A organização promete que em 2013 será realizado a segunda edição do festival em São Paulo.</p>
<p><iframe width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/embed/qp-tWy72i7Y" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/IEM/~4/oq8VWyvDMsM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O primeiro Lollapalooza, festival de música americano, chegou ao Brasil e a “Coluna do Alfano” esteve lá. Não eu, o Alfano, pessoalmente. Mas alguém preparada para o assunto. Fã do festival, a analista de sistema Julia Hoffmann Lattanzio, que já conheceu o Lollapalooza de Chicago, foi a São Paulo e conta o que viu – e [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://istoemusica.bigmontz.com/2012/04/17/coluna-do-alfano-um-post-terceirizado-a-analista-foi-ao-lollapalooza/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://istoemusica.bigmontz.com/2012/04/17/coluna-do-alfano-um-post-terceirizado-a-analista-foi-ao-lollapalooza/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=coluna-do-alfano-um-post-terceirizado-a-analista-foi-ao-lollapalooza</feedburner:origLink></item><item><title>Som na Sala Apresenta: Julia Bernat</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/IEM/~3/seAIiMR6LSA/</link><category>Som na Sala</category><category>VLOG</category><category>Julia Bernat</category><category>Som Na Sala</category><category>Vinicius Castro</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">bigmontz</dc:creator><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 18:46:41 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://istoemusica.bigmontz.com/?p=2737</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ektB0wJrNX2-0xNxZ-t9ip918hg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ektB0wJrNX2-0xNxZ-t9ip918hg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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<p style="text-align: justify;">“Som na Sala” é um projeto do cantor e compositor Vinícius Castro (clique <a href="http://istoemusica.bigmontz.com/2011/08/02/iem-apresenta-e-entrevista-vinicius-castro/">aqui</a> para saber mais sobre ele) e pode ser definido de forma simples como: uma câmera, um violão e um convidado. Neste mês a convidada é a atriz <strong>Julia Bernat</strong>.</p>
<h4>Crítica</h4>
<p style="text-align: justify;">O projeto &#8220;Som na Sala&#8221; poderia ser redefinido como: um câmera, um violão e <strong>uma convidada</strong>. Pois é, terceiro vídeo e terceira convidada, Julia Bernat canta com voz de menina e toca um brinquedo como instrumento de sopro, o resultado é algo um tanto &#8220;fofo&#8221;.</p>
<h4>Release Julia Bernat</h4>
<p style="text-align: justify;">Julia Bernat é atriz, 22 anos, estudante de Teoria do Teatro na Universidade Federal do Rio de Janeiro ( Uni-Rio). Na televisão, seu trabalho mais recente foi a personagem Valentina na temporada de 2010 de Malhação ID ( Rede Globo). No cinema trabalhou nos longa-metragens Ressaca ( direção Bruno Viana), Ponto final(de Marcelo Taranto) e Ressaca(de Rodrigo Alvarado), e os curtas “O coração as vezes para de bater” ( direção Maria Camargo, 2009) e Guimba ( direção de Johnny Massaro, 2010). No teatro, participou de musicais como “A noviça Rebelde” (2008), “O Despertar da Primavera” (2009) e “Um Violinista no Telhado” (2011). Todos com direção da dupla Charles Möeller e Cláudio Botelho. Além da peça &#8220;Senhora dos Afogados&#8221;, dirigida por Ana Kfouri. Atualmente, está em cartaz com “Julia”, da diretora Christiane Jatahy que une o teatro ao cinema e recontextualiza &#8220;Senhorita Julia&#8221;, de Strindberg. O espetáculo é sucesso de público e critica e ganhou o Prêmio Shell de Teatro 2011, na categoria Direção. Também tem quatro indicações ao Prêmio Qualidade Brasil 2011: além das indicações de melhor espetáculo, melhor direção e melhor ator, Julia Bernat está indicada ao Prêmio de Melhor Atriz.</p>
<h4>Release Vídeo</h4>
<div id="watch-description-text">
<p id="eow-description">Som na Sala</p>
<p>1 câmera<br />
1 microfone<br />
1 convidado</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Março 2012</p>
<p>Julia Bernat</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Sem Arestas<br />
(Vinicius Castro)</p>
<p>Estamos aparados<br />
Sem nenhuma discussão<br />
Protetores nas tomadas<br />
E as quinas com algodão</p>
<p>Estamos amparados<br />
Em nenhuma oposição<br />
Meu desejo é seu desejo,<br />
Mas se quer a minha opinião&#8230;</p>
<p>Tá faltando uma aresta<br />
Um bom motivo pra brigar<br />
Uma falha, uma fresta<br />
Onde valha se abrigar</p>
<p>Tá faltando tempestade<br />
Rabugice e mau-humor<br />
Se não há meias-verdades<br />
Não há meios de se recompor<br />
Não há meio termo sem calor<br />
Fica meio ambiente, o nosso amor</p>
<p>&#8212;</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Produção musical, gravação, edição e mixagem &#8211; Vinicius Castro<br />
Direção de fotografia e filmagem &#8211; Daniel Terra<br />
Edição de vídeo &#8211; Daniel Terra e Vinicius Castro</p>
<p>&#8211;</p>
<p>www.viniciuscastro.com.br</p>
</div>
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Aguardem......</small></li></ul><div class="feedflare">
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&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Som na Sala” é um projeto do cantor e compositor Vinícius Castro (clique &lt;a href="http://istoemusica.bigmontz.com/2011/08/02/iem-apresenta-e-entrevista-vinicius-castro/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para saber mais sobre ele) e pode ser definido de forma simples como: uma câmera, um violão e um convidado. Neste mês a convidada é a atriz &lt;strong&gt;Julia Bernat&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
Crítica
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O projeto &amp;#8220;Som na Sala&amp;#8221; poderia ser redefinido como: [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://istoemusica.bigmontz.com/2012/04/16/som-na-sala-apresenta-julia-bernat/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://istoemusica.bigmontz.com/2012/04/16/som-na-sala-apresenta-julia-bernat/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=som-na-sala-apresenta-julia-bernat</feedburner:origLink></item><item><title>IEM Apresenta e Entrevista: Projeto Sonho</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/IEM/~3/WXFntrkHR64/</link><category>Isto é Música Apresenta</category><category>Isto é Música Entrevista</category><category>Projeto Sonho</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">bigmontz</dc:creator><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 17:28:32 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://istoemusica.bigmontz.com/?p=2703</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto Sonho</strong> é uma banda de rock instrumental de <strong>Alagoas </strong>composta por <strong>Gabriel Cerqueira</strong> (guitarra), <strong>Ítalo Bruno</strong> (bateria), <strong>Victor Caesar</strong> (guitarra),<strong> Hugo Lyra</strong> (guitarra e percussão) e <strong>Victor de Almeida</strong> (baixo, teclado e escaleta). A banda foi formada em 2008 e de lá pra cá participou de alguns festivais como Festival LAB, Maceió Jazz Festival e Festival Maionese. Em 2012, eles lançaram de forma independente seu primeiro EP, <strong>Estação</strong>, e segundo seu release &#8220;<em>tem como ideia norteadora o ciclo de formação da vida. Da destruição ao nascimento, do caos à criação da vida, da tempestade à calmaria</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouvindo Estação o descrito no release vai se materializando em seus ouvidos, o som da banda é bem focado em sensações, consegue se comunicar e emocionar sem palavras. O trabalho é bem fluido, as músicas parecem partes de uma mesma peça, da &#8220;<strong>Tormenta</strong>&#8221; até &#8220;<strong>Aurora</strong>&#8220;, passando por momentos de &#8220;<strong>Chuva</strong>&#8221; &#8220;<strong>A Espera do Triste Fim</strong>&#8220;, pois &#8220;<strong>O Próprio Caos Tem Sua Magia</strong>&#8220;, com o perdão dos trocadilhos. Porém, a impressão é de que ter apenas 5 músicas e 24 minutos é o grande trunfo do trabalho, não o deixa ficar cansativo.</p>
<p><iframe width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/embed/ffDJxK4FJGA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<h4>Entrevista</h4>
<p><strong>IEM: </strong>Música para mim tem muito a ver com comunicação, em se expressar e as palavras são parte desta comunicação. Como é o desafio de se comunicar sem o uso de palavras? O foco acaba sendo mais no sensorial? Em algum momento pode ocorrer da banda lançar músicas não apenas instrumentais?<br />
<strong>Projeto Sonho</strong>: <em>Algo atraente da música instrumental é a possibilidade de alcançar diferentes pessoas proporcionando diferentes sentimentos com a mesma melodia, nem sempre o sentimento &#8220;passado&#8221; é a ideia inicial das melodias e isso é muito interessante. Até então não sentimos necessidade alguma de criar algo com vocalização, porém, caso exista essa necessidade, não vemos problema algum em explorar esse lado, também.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IEM: </strong>O som de vocês me lembra um pouco o <strong>The Verve </strong>pré-primeiro álbum no que diz respeito a fluidez, Nick McCabe chegou a dizer uma entrevista que o som do Verve “<em>Não é sobre solos longos, só uma continuação do fluxo</em>”. É esta a ideia? Deixar a música fluir?<br />
<strong>Projeto Sonho: </strong>De certa maneira, sim. Algumas partes de nossas músicas não tem estruturas rígidas ou claramente demarcadas, o que faz que a execução são seja a mesma a cada show. É como se a música fosse um caminho, nós temos um roteiro para seguir, mas, as vezes, pegamos rotas diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IEM: </strong>Como se encaixar na cena atual brasileira? Digo, vocês não estão muito dentro do que é visto comumente por aí, são meio impares. É complicado dividir noites com outras bandas e seus públicos que nem sempre estão esperando algo como o apresentado por vocês?<br />
<strong>Projeto Sonho: </strong><em>Existe muitas bandas “instrumentais” hoje no Brasil. A cena tá cada vez maior. Vale citar algumas bandas como Hurtmold (SP), Constantina (MG), Labirinto (SP), Herod Lane (SP), Hoping to Collide With (SP), Kalouv (PE), A Banda de Joseph Tourton (PE) e Iconili (MG). Quanto ao público, não vemos isso como um problema. O que a gente tem percebido nos últimos anos é que o público está mais aberto para outros tipos de música. Quando acontece de tocar para outros públicos é interessante&#8230; As vezes, temos chance de tocar para público diferente, que talvez não fosse num show nosso, e a resposta sempre tem sido boa. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IEM: </strong>Notei que a banda teve bastante cuidado tanto com o site oficial (que é bem simples, limpo e funcional), quanto com os releases e materiais audiovisuais disponíveis. Vocês acreditam que este possa ser um fator determinante para uma banda?<br />
<strong>Projeto Sonho: </strong><em>Tentamos fazer algo fácil e prático, sem rodeios! A ideia é passar, sem restrições e de forma intuitiva, nosso conteúdo. Com certeza essa facilidade deve atrair, mas o foco é divulgar da maneira mais direta possível.</em></p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/V0kdz1muYdU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IEM: </strong>Uma música e a justificativa da escolha.<br />
<strong>Projeto Sonho: </strong><em>Chuva. Foi a primeira música que compomos e, ironicamente, a que mais mudou até a versão do EP Estação. Ela tinha uma vibe mais introspectiva, mais calma. Durante o processo de gravação, decidimos refazer a bateria e acrescentar alguns elementos na parte rítmica e acabou que o resultado nos agradou mais do que a música que tocávamos a dois ou três anos. E essa mudança diz muito sobre o que estamos buscando com o Projeto Sonho hoje&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong> <strong>Para sabe mais sobre o Projeto Sonho e baixar o EP: <a href="http://projetosonho.com.br/" target="_blank">http://projetosonho.com.br/</a></strong></p>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6c_47tAVgESqzHJkWi7bEn9eLqo/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6c_47tAVgESqzHJkWi7bEn9eLqo/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2722" title="Claro Escuro - Cezar Altai" src="http://istoemusica.bigmontz.com/wp-content/uploads/2012/03/claroescuro-cezar-altai-fundo-laranja-1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pedro Moraes reflete sobre música. Em tempos de sucessos repentinos surgidos pela internet (desde populares Michéis Telós a cults Cíceros), o compositor rejeita o viral. “O contemporâneo da arte está, ao mesmo tempo, prefigurando o futuro e recriando o passado”, defende, em entrevista a <strong>Coluna do Alfano</strong>. Para ele, presente, passado e futuro não se aplicam à arte. Na visão do músico, “o tempo da arte é estranho, por ser o da busca do homem por aquilo que costura as fraturas do tempo cronológico”.</p>
<p style="text-align: justify;">Pivô de uma confusão envolvendo grupos de artistas que caminham por influências diferentes (<a href="http://oglobo.globo.com/cultura/grupo-de-artistas-do-rio-afirma-diferenca-para-nova-mpb-4037326" target="_blank">entenda o caso no site do Globo</a>), Pedro Moraes acredita que há certo conflito na entressafra de compositores.  “A reação deixou claro que a questão da música brasileira, seus destinos, os métodos usados para julgá-la, tudo isso está entalado na garganta das pessoas, como um eco da grande questão: ‘O que faremos com o legado dos mestres?’”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A reflexão teórica, no entanto, não fica explícita em “ClaroEscuro”. No disco, muito gostoso de se ouvir, ele resgata ritmos que ficaram restritos aos cânones da música brasileira – e que só eram revisitados para releituras ou em cópias vagabundas. Aqui, não. Essa mesma complexidade teórica possibilitou que o álbum, mesmo bastante referenciado em Tom Jobim e Cartola, por exemplo, tenha a cara de um compositor novo. Essa foi a boa maneira com que ele se relacionou com os nossos mestres.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alfano: </strong>Como é o seu processo de composição? É espontâneo ou tem uma disciplina?<br />
<strong>Pedro Moraes: </strong><em>A composição tem alguns breves momentos de prazer, em que o inexplicável baixa, em que o sentido se faz, como que por mágica. Mas a maior parte do tempo, realmente, é labuta, trabalho duro. É como um garimpo, mais do que uma construção. Preciso peneirar toneladas de detrito e, filtrando-as, descubro as pepitas. O que me permite perceber as pepitas no monturo é a minha relação com a arte, com o cinema, com a música, com o teatro. A vida é o rio que passa. Eu só acredito em espontaneidade como fruto de muito trabalho, ou de um mergulho no infinito da tradição, ou de uma conexão espiritual muito peculiar como, digamos, o Dorival tinha. Naquilo que hoje se saúda como espontaneidade, eu tenho visto reciclagem de clichês.</em></p>
<p><iframe width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/embed/yJopYGD8UPA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alfano: </strong>Qual o conceito de “ClaroEscuro”?<br />
<strong>Pedro Moraes: </strong><em>O Claroescuro foi um conceito criado a posteriori. As canções vieram primeiro, ao longo dos oito, nove primeiros anos de estrada. Olhamos pra elas, eu, o Armando Lôbo e o Thiago Amud num primeiro momento, e identificamos dois caminhos possíveis, diante de uma obra que ora ficava tortuosa, dissonante, obscura, ora festiva, rítmica, mergulhada no prazer. Ou aparávamos as arestas e fazíamos um disco meio &#8220;cool&#8221;, meio &#8220;chique&#8221;, meio &#8220;jazzy&#8221; (no que ia-se perder boa parte da potência) ou investíamos nos extremos e fazíamos um disco de alto-contraste, um Caravaggio da canção. Optamos pela segunda escolha &#8211; mesmo sabendo que, do ponto de vista comercial, ela é um pouco mais difícil.  A segunda etapa do conceito nasceu com a parceria com o Cezar Altai, artista plástico, que criou uma concepção visual baseada na pintura corporal, em preto e branco, de onde saiu o videoclipe de Incomunicável e o material gráfico do disco.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alfano: </strong>Ouvindo o disco, não parece que a Alcione seja uma referência do seu trabalho. Estou errado? Como surgiu a ideia de convidá-la para cantar?<br />
<strong>Pedro Moraes: </strong><em>Alcione é uma tremenda intérprete. Uma das maiores que nós temos. Fiquei muito feliz por ela ter topado vir ao estúdio comigo pra interpretar uma canção que tem uma personalidade bem diferente dos repertórios com os quais ela tem feito mais sucesso ao longo das últimas duas décadas. Isso só prova a grandeza da pessoa e da artista. Nos conhecemos durante a gravação do Som Brasil em homenagem a Cartola, que fizemos juntos (também participaram Tereza Cristina e Vanessa da Mata). E nos conectamos de imediato! A interpretação dela pra Autonomia costura a boca dos críticos com cabo de aço!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alfano: </strong>Qual a sua estratégia para se inserir no mercado sem, no entanto, abrir mão da qualidade da sua obra para fazer sucesso?<br />
<strong>Pedro Moraes: </strong><em>O artista hoje precisa ser um misto de gerente de marketing, vendedor, investidor, gerente de logística, relações públicas&#8230; Assim como, digamos, no Renascimento, os artistas tinham que ficar negociando com, bajulando príncipes e nobres pra obterem um trabalho, que às vezes consistia em pintar mil filhas e sobrinhas feias, ou compor música por encomenda aos borbotões. E ainda assim, e talvez até por causa disso, a arte se fazia. Hoje o príncipe chama-se &#8220;mercado&#8221;, &#8220;editais&#8221;, &#8220;curadores&#8221;, &#8220;críticos&#8221;, &#8220;público&#8221;&#8230; Arte é um negócio inútil &#8212; aquilo que faz a arte ser arte não pertence à categoria &#8220;utilidade&#8221;, é isso que eu quero dizer &#8212; e assim continuará sendo. Quem quer fazer arte de verdade, vai precisar negociar com uma dimensão estrangeira, que é a da utilidade. Eu faço isso, e não tenho de que reclamar. O trabalho está indo bem, o fomento vai pintando, e no exterior a coisa já ganha um porte maior &#8212; o Claroescuro foi eleito um dos dez melhores discos de World Music pelo Boston Globe, eu fui chamado para ser curador de uma mostra brasileira grande na maior conferência de produção cultural dos EUA este ano, a APAP-NYC, em Janeiro, enfim. A estrada é longa, mas que se caminha, caminha!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alfano: </strong>Polêmica a parte, como você observa o atual cenário da música brasileira?<br />
<strong>Pedro Moraes: </strong><em>Bruno, polêmica é a palavra que o mainstream usa pra se proteger das idéias. Vou te confessar que fiquei impressionado com a reação que a tal matéria do Globo provocou&#8230; Tanto positiva quanto negativa, às vezes bastante inflamada, a reação deixou claro que a questão da música brasileira, seus destinos, os métodos usados para julgá-la, tudo isso está entalado na garganta das pessoas, como um eco da grande questão: &#8220;O que faremos com o legado dos mestres?&#8221; &#8220;O que faremos quando eles se forem?&#8221; Fiquei impressionado também (e um pouco assustado) com a reação barra pesada motivada por uma crítica feita por um dos compositores da matéria a um outro artista lá de São Paulo (Veja <a href="http://oglobo.globo.com/cultura/reportagem-sobre-cena-de-musicos-cariocas-produz-reacao-reflexoes-4052206" target="_blank">aqui</a>). Existe uma censura velada e feroz ao redor do mundo gente-boa da &#8220;nova MPB&#8221;. O nome dela é &#8220;silenciosas represálias do mercado&#8221;. Então, embora eu sinta no coração que críticas são parte importante, fundamental, de qualquer cenário artístico saudável, vou deixar as minhas pra outro momento mais propício.  Prefiro falar de uma parte do cenário, pouco falada, e que realmente não cessa de me surpreender, instigar, influenciar: gente que vem buscando abraçar o hoje sem fugir ao incômodo, à dissonância inerente a qualquer tempo; que vem buscando dialogar com as questões da tradição (não só da MPB, mas da tradição artística da humanidade), porque elas estão imensamente vivas dentro de nós; que estão se propondo e nos propondo entrar na vertigem de peito aberto. É fundamental que o Brasil conheça Thiago Amud, que conheça Fernando Vilela, que vai lançar seu primeiro CD este ano, que conheça Paloma Espínola, também lançando seu primogênito. Que conheça as letras de Mauro Aguiar, as explorações musicais potentíssimas e originais do Armando Lôbo, os filmes-em-forma-de-canção de Edu Kneip, as belas investigações no sete cordas de Daniel Marques, as canções de Renato Frazão, Thiago Thiago de Melo e Marcelo Fedrá, que me viram do avesso, o abismo sem rede de Ivo Senra, o pandeiro que vira uma orquestra de Sergio Krakowski, brilhantes mineiros como o Alexandre Andrés&#8230;</em></p>
<p><iframe width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/embed/rMb_fxg1X0s" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alfano: </strong>E porque você se coloca como &#8216;fora do tempo&#8217;?<br />
<strong>Pedro Moraes: </strong><em>Na verdade, Bruno, o nome &#8220;Fora do Tempo&#8221; foi dado pelo Leonardo Lichote, jornalista do Globo. As principais razões dele foram três, explicitadas em diferentes momentos da matéria. Uma foi o fato de nós mesmos falarmos e chamarmos atenção para aspectos da arte que não estão integralmente contidos no tempo presente. Que se relacionam com um sentido de perenidade, de eterno, de infinito, que faz a gente, no século XXI, experimentar como atuais o Othelo de Shakespeare, escrito há cinco séculos, as confissões de Santo Agostinho, há quinze, e a lenda de Gilgamesh, há cinco milênios. Veja bem, isto não significa nos compararmos a eles, mas simplesmente aceitar o fato de que as grandes investigações humanas estão vivas, são presentes, quer lidemos com elas ou não. E que a canção pode ser um meio poderosíssimo para fazê-lo. Eu acho, na verdade, um tanto engraçado isto ser considerado uma característica definidora, peculiar, exótica, &#8220;fora do tempo&#8221;. Mas se é assim, que assim seja.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A segunda razão para o título &#8220;fora do tempo&#8221; é o fato de eu, e alguns outros artistas dessa geração, termos olhares e idéias que são, sim, um tanto dissonantes com relação ao senso comum, e uma exploração criativa que percorre caminhos inesperados e difíceis de rotular. Será, no entanto, que este recorte, este olhar vigente, que considera as questões propostas pela tradição como já superadas (desde antes de nascermos), que abraça o pós-Tropicalismo, a irreverência, a contracultura, a juventude, o pop, como instâncias definidoras do campo artístico, que abraça &#8220;tudo&#8221; desde que este tudo seja facilmente assimilável&#8230; será que este paradigma é a melhor solução disponível para compreendermos e nos relacionarmos com a contemporaneidade?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A terceira razão para o título, identificada pelo Lichote, não tem exatamente a ver com a gente. Tem a ver com o fato de que, apesar de estarmos há vários anos fazendo shows, projetos, discos, recebendo críticas positivas, sendo reconhecidos e abraçados por grandes nomes da música e pelo público, construindo carreira enfim, nós de fato não fomos ainda &#8220;mapeados&#8221; pela fotografia jornalística do cenário musical brasileiro contemporâneo. Mas, bom, se o mapa não fala da montanha, o problema é do mapa, não da montanha&#8230;</em></p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/QLUJZjEr6vc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alfano: </strong>Se você é &#8216;fora do tempo&#8217;, você está no futuro ou no passado?<br />
<strong>Pedro Moraes: </strong><em>Eu não acredito que o tempo cronológico, linear, se aplica à arte. O tempo da arte é estranho, por ser o da busca do homem por aquilo que costura as fraturas do tempo cronológico. O contemporâneo da arte está, ao mesmo tempo, prefigurando o futuro e recriando o passado. Não posso dizer se alcanço ou não este anseio (até porque, quando penso que o alcancei, ele já me escapou das mãos), mas quero poder ser medido por esta régua, por este termômetro &#8212; e não pelos termômetros do &#8220;hype&#8221;, da modinha, do &#8220;viral&#8221;. Isto é ser &#8220;fora do tempo&#8221;? Um filósofo italiano, Giorgio Agamben, explorando Nietzche, disse o seguinte: &#8220;Pertence verdadeiramente ao seu tempo, é verdadeiramente contemporâneo aquele que não coincide perfeitamente com este nem se adequa às suas pretensões e é, por isso, neste sentido, inatual; mas, exatamente por isso, exatamente através desse desvio e desse anacronismo, ele é capaz, mais do que os outros, de perceber e apreender o seu tempo.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alfano: </strong>Uma vez eu entrevistei um mestre de bateria que disse que a fórmula da bateria de escola de samba já bem composta e, as tentativas de inovação, estavam estragando as baterias modernas. Como você encara a questão da inovação no cenário da música brasileira (para além, claro, das baterias de escola de samba)?<br />
<strong>Pedro Moraes: </strong><em>Só acredito na inovação que se carrega verdadeiramente da tradição, se imbebe de seu rigor, para então dar o salto no desconhecido. Colocar a questão do uso das novas tecnologias como grande Norte ou solução para a evolução da música é um atalho, uma tentativa de, contornando a montanha, se esquivar do desafio de escalá-la. A inovação pertinente hoje não é uma questão técnica, não está no software, no pedal, nem no acorde sofisticado, nem no videoclipe, nem no aplicativo&#8230; está na potência da obra, em sua capacidade de (esteja você trabalhando com eletrônicas sofisticadas, ou com música coral de inspiração renascentista) mover a fibra profunda da alma de hoje, que ressoa com a sensibilidade dos milênios. É claro que há que se relacionar com as linguagens de cada tempo, mas o fundamental é o que você faz com a linguagem, a imagem que se cria, e não em que posição você está nessa corrida imaginária e estéril em direção ao futuro</em>.</p>
<p><iframe width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/embed/rwEblHX23MQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alfano: </strong>Como você conceitua música boa?<br />
<strong>Pedro Moraes: </strong><em>Eu não conceituo música boa. Não faço um índex de &#8220;isso é bom, isso é ruim&#8221;. Eu bebo incansavelmente do que foi feito antes de mim, e me deixo perceber as indicações que esta sensibilidade me oferece. A partir daí, eu percebo que, SIM, algumas coisas têm muito mais potência do que outras, vibram muito mais fundo, perturbam ou apaziguam o coração num ponto em que perturbar e apaziguar se tangenciam&#8230; E percebo que uma parte grande desta experiência não é só uma questão de gosto pessoal, uma questão puramente subjetiva. É um lugar de sensibilidade compartilhada, que já existia muito antes de eu nascer, e que continuará, com muitas transformações no caminho, existindo após a minha morte. Este lugar não está totalmente submetido aos paradigmas do momento histórico. Ele vai além. Este lugar sabe que a perspectiva que nivela tudo, funk, Jobim, youtube, tecnobrega, buarque, beatles, etc. é só uma mentira que, de tão repetida, foi ganhando ares de verdade. E aí fica com o ônus da prova quem quiser dizer que há, sim, fenômenos de natureza, alcance, profundidade, diferentes entre si. Que há maior e menor. Que há mais belo e menos belo. É um mundo estranho esse nosso&#8230; Mas eu o amo.</em></p>
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Lembram da Ganeshas? Então, ela acabou de lançar a clipe de Jesus e vou deixar que eles próprios falem sobre isso. A seguir o texto tirado do e-mail de divulgação.

Prezados,
Como diria o He...</small></li></ul><div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/IEM/~4/gYHa5-VjEEU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Pedro Moraes reflete sobre música. Em tempos de sucessos repentinos surgidos pela internet (desde populares Michéis Telós a cults Cíceros), o compositor rejeita o viral. “O contemporâneo da arte está, ao mesmo tempo, prefigurando o futuro e recriando o passado”, defende, em entrevista a &lt;strong&gt;Coluna do Alfano&lt;/strong&gt;. Para ele, presente, passado e futuro [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://istoemusica.bigmontz.com/2012/03/24/coluna-do-alfano-pedro-moraes-da-sua-sugestao/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://istoemusica.bigmontz.com/2012/03/24/coluna-do-alfano-pedro-moraes-da-sua-sugestao/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=coluna-do-alfano-pedro-moraes-da-sua-sugestao</feedburner:origLink></item><item><title>Sonik Kicks – Paul Weller</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/IEM/~3/reV_Kahbl9w/</link><category>Resenhas</category><category>2012</category><category>paul weller</category><category>Sonik Kicks</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">bigmontz</dc:creator><pubDate>Sun, 18 Mar 2012 19:35:12 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://istoemusica.bigmontz.com/?p=2705</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;"><strong>Paul Weller </strong>é uma daquelas lendas vivas do rock britânico, um cara que passeou por diversas vertentes, da new wave/punk do <strong>The Jam </strong>ao, digamos, som dançante do <strong>The Style Councyl</strong>. Weller lança seu 12º álbum solo após dois excelentes álbuns, <strong>22 Dreams </strong>e <a style="font-weight: bold;" href="http://istoemusica.bigmontz.com/2010/04/02/wake-up-the-nation-paul-weller/" target="_blank">Wake Up The Nation</a>, o que gera uma curiosidade e expectativas altas em relação a seu novo trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sonik Kicks </strong>difere um pouco dos dois últimos trabalhos do Modfather, não é acústico como 22 Dreams e nem ligadão que nem Wake Up The Nation, ele tem uma sonoridade mais pop e um tanto &#8220;futurista do passado&#8221;, explico, o som acaba lembrando visões do passado do que seria o futuro, com raios lasers e tudo, como se os anos 80 tivessem voltado. Talvez, a sequência composta pela vinheta instrumental &#8220;<strong>Twilight</strong>&#8221; seguida de &#8221;<strong>Drifters</strong>&#8221; seja o melhor exemplo disso com seus efeitos quase espaciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez a quantidade de efeitos e barulhos usados neste álbum o tornam um pouco estranho numa primeira audição, mas mesmo assim &#8220;<strong>By The Waters</strong>&#8221; já soa como uma perola desde o inicio, deixar Weller praticamente só voz e violão raramente da errado e geralmente dá muito certo. Além disso, a &#8220;orquestra&#8221; ao fundo desenhando melodias da um acabamento  que transforma esta música na melhor do álbum.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/9dcJ3-1QZfk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Outras músicas que acabam se destacando são  &#8221;<strong>Study In Blue</strong>&#8221; (um toque de dub/reggae no álbum), &#8220;<strong>Kling I Klang</strong>&#8221; (ritmo bastante marcado, guitarras cortando, um pé no indie rock), &#8220;<strong>When Your Garden&#8217;s Overgrown</strong>&#8221; (pop bem feito) e &#8220;<strong>Be Happy Children</strong>&#8221; (boa balada e bom backin&#8217; vocal).  O interessante é que não vejo em nenhum dos dois primeiros singles, &#8220;<strong>That Dangerous Age</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Around The Lake</strong>&#8220;, músicas que se destacam no álbum, talvez seja eu, mas não vejo eles como destaques, mas compõem bem o álbum.</p>
<p style="text-align: justify;">Concluindo, Sonik Kicks<strong> </strong>é um bom álbum e fica por aí, bem abaixo das expectativas, mas longe de ser ruim. É complicado manter uma série grande de excelentes álbuns, ainda mais quando se tem tanto tempo de carreira. Entretanto, a qualidade de Weller como compositor e cantor fazem que sua oscilação seja de excelente para bom e vice-versa, que continue assim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota: 7,0</strong></p>
<p><strong>Informações Gerais do Álbum</strong></p>
<ul>
<li><strong>Artista</strong><strong>:</strong> Paul Weller</li>
<li><strong>Data de lançamento</strong><strong>:</strong> 19 de Março de 2012</li>
<li><strong>Gravadora</strong><strong>:</strong> Island Records/Yep Roc</li>
<li><strong>Lista de Faixas</strong><strong>:</strong>
<ol>
<li>“Green” – 3:04</li>
<li>“The Attic” – 2:15</li>
<li>“Kling I Klang” – 3:14</li>
<li>“Sleep Of The Serene” – 2:01</li>
<li>“By The Waters” – 3:30</li>
<li>“That Dangerous Age” – 2:30</li>
<li>“Study In Blue” – 6:38</li>
<li>“Dragonfly” – 3:41</li>
<li>“When Your Garden&#8217;s Overgrown” – 3:11</li>
<li>“Around The Lake” – 2:12</li>
<li>“Twilight” – 0:20</li>
<li>&#8220;Drifters&#8221; &#8211; 3:07</li>
<li>&#8220;Paperchase&#8221; &#8211; 5:02</li>
<li>&#8220;Be Happy Children&#8221; &#8211; 2:46</li>
</ol>
</li>
</ul>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/IEM/~4/reV_Kahbl9w" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Resenha do 12º álbum solo de Paul Weller, "Sonik Kicks" tem um som moderno e retrô, um pouco de ficção científica com raios lasers e efeitos espaciais.</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://istoemusica.bigmontz.com/2012/03/18/sonik-kicks-paul-weller/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://istoemusica.bigmontz.com/2012/03/18/sonik-kicks-paul-weller/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=sonik-kicks-paul-weller</feedburner:origLink></item><item><title>BMZ RADIO #6: In the 60?s, starring…The Kinks</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/IEM/~3/OjlNtMHWhco/</link><category>Playlist</category><category>60's</category><category>BMZ RADIO</category><category>mod</category><category>rock</category><category>The Kinks</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">bigmontz</dc:creator><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 17:29:25 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://istoemusica.bigmontz.com/?p=2692</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/68t_xCaLHff8iHcnLGO0yJXcHhg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/68t_xCaLHff8iHcnLGO0yJXcHhg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/68t_xCaLHff8iHcnLGO0yJXcHhg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/68t_xCaLHff8iHcnLGO0yJXcHhg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p style="text-align: justify;">Sexta edição do melhor programa fictício de rádio do mundo, nesta edição do &#8220;BMZ RADIO&#8221; voltaremos à década de 60 e exploremos algumas de suas facetas, do progressivo Pink Floyd até a surf music do The Trashmen, mas com todo o destaque para o The Kinks. A presença do The Black Keys na lista tem duas justificativas: é uma cover do Kinks, The Black Keys é muito e o programa é meu, então&#8230;vamos ao set list, boa audição.</p>
<ol>
<li>Good Day Sunshine &#8211; The Beatles</li>
<li>Big Sky -The Kinks</li>
<li>Tattoo &#8211; The Who</li>
<li>Act Nice And Gentle &#8211; The Black Keys</li>
<li>Alabama Song (Whiskey Bar) &#8211; The Doors</li>
<li>The Gnome &#8211; Pink Floyd</li>
<li>Help, I&#8217;m a Rock &#8211; The Mothers of Invention</li>
<li>Black Country Rock &#8211; David Bowie</li>
<li>The Girl Can&#8217;t Help It &#8211; The Animals</li>
<li>King Of The Surf &#8211; The Trashmen</li>
<li>Everybody&#8217;s Gonna Be Happy -	The Kinks</li>
<li>Michelle &#8211; The Beatles</li>
<li>Tecnicolor &#8211; Os Mutantes</li>
<li>Victoria &#8211; The Kinks</li>
</ol>
<div><object width="600" height="600"><param name="movie" value="http://www.mixcloud.com/media/swf/player/mixcloudLoader.swf?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2Fbigmontz%2Fbmz-radio-6-in-the-60s-starringthe-kinks%2F&#038;embed_uuid=03d64bf7-95c2-4284-a080-555b3213a33e&#038;stylecolor=&#038;embed_type=widget_standard"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="wmode" value="opaque"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.mixcloud.com/media/swf/player/mixcloudLoader.swf?feed=http%3A%2F%2Fwww.mixcloud.com%2Fbigmontz%2Fbmz-radio-6-in-the-60s-starringthe-kinks%2F&#038;embed_uuid=03d64bf7-95c2-4284-a080-555b3213a33e&#038;stylecolor=&#038;embed_type=widget_standard" type="application/x-shockwave-flash" wmode="opaque" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="600"></embed></object>
<div style="clear:both; height:3px;"></div>
<p style="display:block; font-size:12px; font-family:Helvetica, Arial, sans-serif; margin:0; padding: 3px 4px; color:#02a0c7;"><a href="http://www.mixcloud.com/bigmontz/bmz-radio-6-in-the-60s-starringthe-kinks/?utm_source=widget&amp;utm_medium=web&amp;utm_campaign=base_links&amp;utm_term=resource_link" target="_blank" style="color:#02a0c7; font-weight:bold;">BMZ RADIO #6: In the 60&#8242;s, starring&#8230;The Kinks</a><span> by </span><a href="http://www.mixcloud.com/bigmontz/?utm_source=widget&amp;utm_medium=web&amp;utm_campaign=base_links&amp;utm_term=profile_link" target="_blank" style="color:#02a0c7; font-weight:bold;">Antonio Henrique</a><span> on </span><a href="http://www.mixcloud.com/?utm_source=widget&#038;utm_medium=web&#038;utm_campaign=base_links&#038;utm_term=homepage_link" target="_blank" style="color:#02a0c7; font-weight:bold;"> Mixcloud</a></p>
<div style="clear:both; height:3px;"></div>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/IEM/~4/OjlNtMHWhco" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Mais uma edição do BMZ RADIO, desta vez os 40 minutos de música vão direto ao anos 60 com The Beatles, The Who, os intrusos do The Black Keys e todo o destaque para o The Kinks.</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://istoemusica.bigmontz.com/2012/03/12/bmz-radio-6-in-the-60s-starring-the-kinks/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://istoemusica.bigmontz.com/2012/03/12/bmz-radio-6-in-the-60s-starring-the-kinks/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=bmz-radio-6-in-the-60s-starring-the-kinks</feedburner:origLink></item><item><title>Som na Sala Apresenta: Aline Paes</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/IEM/~3/v7mXE4hlqqg/</link><category>Som na Sala</category><category>VLOG</category><category>Aline Paes</category><category>Som Na Sala</category><category>Vinicius Castro</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">bigmontz</dc:creator><pubDate>Tue, 06 Mar 2012 18:57:17 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://istoemusica.bigmontz.com/?p=2676</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;">&#8220;Som na Sala&#8221; é um projeto do cantor e compositor Vinícius Castro (clique <a href="http://istoemusica.bigmontz.com/2011/08/02/iem-apresenta-e-entrevista-vinicius-castro/">aqui</a> para saber mais sobre ele) e pode ser definido de forma simples como: uma câmera, um violão e um convidado. Neste mês a convidada é a cantora Aline Paes</p>
<p><strong>Crítica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O mais interessante neste projeto é a simplicidade, sem firulas, sem cenário, foco no conteúdo e é aí que ele ganha o público. Quando se junta uma bela voz com uma boa música, melodia e letra, não é necessário nada muito mirabolante, só fazer o simples. Sei que isso pode parecer meio repetitivo e obvio, já que disse quase o mesmo quando falei do vídeo anterior, mas é importante destacar de forma insistente as coisas boas.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, aqui fica uma sugestão de convidado pro Som na Sala: Cícero. Quando anunciaram show de Cícero e Vinícius Castro no Studio RJ no inicio do ano, pensei que rolaria alguma coisa junto, uma música, sei la, e desde então fiquei com isso na cabeça. Então, fica a dica.</p>
<p><strong>Release Aline Paes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A cantora Aline Paes tem sua formação a partir do estudo de Técnica Vocal com as professoras Angela Herz e Maíra Martins. Cursou a Escola Portátil de Música concluindo os três anos da oficina “Canto de Samba e Choro”, com Amélia Rabello, canto coral com Ignez Perdigão, e teoria musical. Participou da oficina “Canto &amp; Movimento” promovida pela cantora Maíra Martins, desenvolvendo a pesquisa sobre movimento e linguagem corporal promovendo novas possibilidades de interpretação musical para cantores e atores.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as principais realizações, a cantora sagrou-se campeã do “I Prêmio Divas da Música Brasileira”, em Outubro de 2010, cuja final foi realizada no Bourbon Street Music Club (São Paulo-SP). O prêmio homenageou as cantoras Ademilde Fonseca, Alaíde Costa e Dóris Monteiro e no júri do concurso figuraram nomes como Sérgio Cabral, Ná Ozetti e Charles Gavin. Na final, Aline Paes concorreu com as cantoras Alice Fernandes e Janaína Moreno.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as participações em CD&#8217;s destacam-se a gravação no CD “Fluor”, do grupo Escambo, disco que ficou entre os três finalistas no prêmio da Música Brasileira 2010, na categoria Melhor grupo de MPB. Integrante do projeto “Mulheres que cantam Pedro Ivo”, com shows pelo Rio e gravação do CD “Leve o porto &#8211; Mulheres que cantam Pedro Ivo” com repertório deste novo compositor.</p>
<p style="text-align: justify;">Cantou com o grupo vocal Combovox no espetáculo “Influx Control” no Festival Panorama de Dança 2009 (no Espaço Tom Jobim – RJ) com o coreógrafo sul-africano Boyzie Cekwana. Participação em Novembro de 2009, como integrante do Corão da Escola Portátil de Música, no programa de rádio Som Vocal, transmitido pela Rádio Mec.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2009 estreou seu show “Noite aberta”, com repertório de novos e já consagrados compositores da MPB, passando por casas como Espaço Rio Carioca, Bar do Tom, Lapinha, Teatro Solar de Botafogo e Centro Cultural Carioca.</p>
<p style="text-align: justify;">Aline Paes está a frente do grupo Aroeira (Música popular brasileira) e do grupo Marimbonde (forró), cantando em casas do Rio de Janeiro e eventos.</p>
<p>Em 2012 a cantora prepara seu novo show com repertório dedicado ao compositor carioca Thiago Amud.</p>
<p><strong>Release Vídeo</strong></p>
<p>Som na Sala</p>
<p>1 câmera<br />
1 microfone<br />
1 convidado</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Fevereiro 2012</p>
<p>Aline Paes</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Canção de amor<br />
(Vinicius Castro)</p>
<p>Eu cobri a vida inteira<br />
E a razão, tão traiçoeira,<br />
Era só um fino cobertor</p>
<p>Eu firmei o meu domínio<br />
Nas bases do raciocínio<br />
Numa terra de equações de amor</p>
<p>Mas agora vem o tempo<br />
Contrário do pensamento<br />
Sem ter lógica, sem ter pudor</p>
<p>Em que a busca da verdade<br />
Da função e sanidade<br />
Não é mais que uma canção de amor</p>
<p>Os limites da ciência<br />
E o olhar da inteligência<br />
Não são mais que uma canção de amor</p>
<p>As palavras de hombridade<br />
Na busca da sobriedade<br />
Não são mais que uma canção de amor</p>
<p>O valor e seus valores<br />
Melodias e cantores<br />
Não são mais que uma canção de amor.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Produção musical, gravação, edição e mixagem &#8211; Vinicius Castro<br />
Direção de fotografia e filmagem &#8211; Daniel Terra<br />
Edição de vídeo &#8211; Daniel Terra e Vinicius Castro</p>
<p>&#8211;</p>
<p>www.viniciuscastro.com.br</p>
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Aguardem......</small></li></ul><div class="feedflare">
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&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;#8220;Som na Sala&amp;#8221; é um projeto do cantor e compositor Vinícius Castro (clique &lt;a href="http://istoemusica.bigmontz.com/2011/08/02/iem-apresenta-e-entrevista-vinicius-castro/"&gt;aqui&lt;/a&gt; para saber mais sobre ele) e pode ser definido de forma simples como: uma câmera, um violão e um convidado. Neste mês a convidada é a cantora Aline Paes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Crítica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O mais interessante neste projeto é a simplicidade, [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://istoemusica.bigmontz.com/2012/03/06/som-na-sala-apresenta-aline-paes/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://istoemusica.bigmontz.com/2012/03/06/som-na-sala-apresenta-aline-paes/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=som-na-sala-apresenta-aline-paes</feedburner:origLink></item></channel></rss>

