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Próxima Turma: 04/07/2011&lt;br /&gt;
Carga Horária: 240&lt;br /&gt;
R$ 1300,00&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certificado Aprovado pelo Conselho de Educação/SC Resolução n° 2011/Comed &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Próxima Turma: 04/07/2011 a 01/01/2012 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 6 meses de curso - 240h - Certificação Modular &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Esse curso engloba todos os cursos oferecidos pelo Instituto Brasileiro de Design Instrucional num único curso com duração de 6 meses certificado por módulos concluídos. Curso ideal para quem tem interesse na formação completa em DI por um único valor: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curso Design Instrucional para EAD, Curso de Design de Animação para AVA´s, Curso de Design Instrucional para Mídia Móvel, Curso de Design de Interfaces e Navegação Web, Curso de Design Instrucional para EAD Inclusiva, Curso de Novas Tecnologias Aplicadas à EAD, Curso de Aperfeiçoamento para Docência em EAD, Curso de Design Instrucional para Mídia Impressa, Curso de Direitos Autorais de Conteúdos para EAD, Curso de Design Instrucional para Moodle 2.0, Curso de Gestão de Projetos de DI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comunicar-se, efetivamente, por meio escrito, oral e visual; Aplicar pesquisas e teorias atualizadas na prática do Design Instrucional; Atualizar e melhoras habilidades, atitudes, conhecimentos referentes à área de Desenho Instrucional e áreas relacionadas; Aplicar habilidades básicas de pesquisa em DI; Identificar e resolver problemas éticos e legais que surjam o trabalho de desenho instrucional; Conduzir projetos de levantamento de necessidades; Realizar o design do currículo ou programa; Identificar e descrever características do público-alvo; Analisar as características do ambiente de aprendizagem; Analisar as características de tecnologias existentes ou emergentes e seu uso em ambientes instrucionais; Refletir sobre elementos críticos de uma situação-problema antes das decisões finais e estratégias de implementação; Selecionar, modificar ou criar modelos apropriados de design e desenvolvimento de um projeto EAD; Saber seqüenciar o conteúdo e estratégias instrucionais; Selecionar ou modificar materiais existentes; Desenvolver materiais instrucionais (mídia impressa); Projetar atividades de ensino que reflita a compreensão de diversidade nos alunos como grupo; Avaliar a instrução e seu impacto; Planejar, gerenciar projetos de desenho instrucional; Promover colaboração, parcerias e bons relacionamentos entre os participantes de um projeto de desenho instrucional; Aplicar habilidades administrativas e de gestão no desenho instrucional; Projetar ações de gestão de sistemas instrucionais; Planejar a implementação eficaz dos produtos e programas instrucionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Público-Alvo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Profissionais de Educação, professores, educadores corporativos, coordenadores de cursos, gerentes de treinamentos, pesquisadores, profissionais da área de tecnologia aplicada à educação, profissionais da área de RH / Gestão de Pessoas, planejadores de cursos, profissionais da área de comunicação, instituições educacionais e empresas diversas que pretendem atuar com EaD. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso Diferencial:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Curso Certificado pelo Conselho de Educação/SC, 240 h - 6 meses - certificação modular&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Enfoque prático. Elaboração de material contendo os pontos principais dos assuntos abordados para utilização na atividade profissional do aluno após o término do curso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Discussões sobre temas atuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acompanhamento do Professor com feedback em tempo real via atendimento eletrônico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Aluno estuda conforme sua disponibilidade de tempo tendo 6 meses para concluir o curso à partir da data de ingresso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Curso 100% online sem encontros presenciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Direito à participação de sorteio de livros e atividades relacionados à EAD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Direito à participação de chats e fóruns com profissionais relacionados à EAD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Acesso à biblioteca virtual IBDIN contendo artigos, storyboards e demais conteúdos disponíveis para apoio à pesquisa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Programação de Curso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 1: Bases da Profissão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1: Introdução aos Direitos Autorais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2: Legislação sobre Direitos Autorais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3: Lei de Direitos Autorais I  (Lei 9610/98)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4: Lei de Direitos Autorais II (Lei 9.610/98)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 5: Normas internacionais e sua aplicabilidade territorial&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 6: Uso legal de material de terceiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 7: Introdução aos Métodos de Pesquisa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 8: Desenvolvimento da Escrita&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 9: Desenvolvimento de Conteúdos para WEB&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 10: Objetos de Aprendizagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 11: Padrão SCORM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 12: Direitos Autorais para Conteúdos e Objetos de Aprendizagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 2: Processo de Design Instrucional I&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1: Histórico e Fundamentos do Design Instrucional&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2: Modelo ADDIE - Análise, Desenho, Desenvolvimento, Implementação e Validação do DI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3: Análise Contextual do Projeto de DI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4: Planejamento da Matriz Instrucional&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 3: Processo de Design Instrucional II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1 :  Elaboração de Roteiros e Storyboards&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2: Design de Múltimídia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3: Design de Interface Humano Computador&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4: Design de Feedback e Avaliação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 4: Processo de Design Instrucional III&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1: Gestão de Custos do Projeto de DI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2: Gestão de Prazos em DI &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3: Gestão de Recursos Humanos em DI &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4: Apresentação do Curso EAD que o aluno elaborou durante o percurso didático das disciplinas I II e III&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 5: Novas Tecnologias Aplicadas à EAD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1: O Conceito de Educação a Distância&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2 - Teorias de Aprendizagem para EaD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3 - O Aluno do Ensino a Distância&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4 - Tecnologias e Mídias para EaD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 5 - O Modelo Actions de Seleção de Tecnologias e Mídias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 6 - Pontos Fortes e Fracos de Tecnologias e Mídias para EaD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 7 - Integração de Tecnologias e Mídias para EaD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 8 - Fatores Críticos de Sucesso na Integração das Tecnologias na EaD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 6: Design de Animação para AVA´s&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1 - Introdução ao flash&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2 - Introdução a animação no flash&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3 - Guia de Movimento, Máscara e Painel Action&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4 - Design do Personagem ou Avatar I&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 5 - Design de Personagem ou Avatar II &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 6 - Movimentação de Corpo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 7 - Ferramentas de Texto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 8 - Introdução da Animação no Ambiente Virtual de Aprendizagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 7: Design de Interfaces e Navegação Web&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1: Introdução à Navegação Web&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2 : Os Mecanismos de Navegação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3 : Os Tipos de Navegação e Rotulação Web&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4 : Avaliação no Design de Navegação Web&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 5 : Arquitetura e Esquemas Organizacionais Web&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 6: Layout e Apresentação da Interface de Navegação &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 7 : Navegação e Busca: Contextos Especiais de Navegação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 8: Navegação e Sistemas Sociais de Etiquetagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 8: Design Instrucional para Mídia Impressa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1 - Educação à distância: Conceitos, Mídias e História&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2 - A Mídia Impressa na Educação a Distância&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3 - Planejamento das Estratégias Educacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4 - Objetivos da Aprendizagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 5 - Linguagem em Materiais Impressos X QR Code&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 6 - Avaliação da Aprendizagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 7 - Elaboração de Material Didático &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 8 - Avaliação Final&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 9: Aperfeiçoamento para Docência em EAD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1: Ambiente Virtual de Aprendizagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2: Moodle 2.0 Instalação da Plataforma Virtual&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3: Moodle 2.0 Configurações Visuais da Plataforma &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4: Moodle 2.0: Criação do Curso e elaboração de Conteúdo no Moodle 2.0&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 5: Funcionalidade do Ambiente Virtual de Aprendizagem - Ferramentas Síncronas e Assíncronas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 6: Moodle: Ferramentas de Edição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 7: HotPotatoes - Como configurar e criar exercícios &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 8: E-Learning e suas características&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 9:  Contexto da Tutoria online&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 10: Ferramentas de mediação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 11: Estratégias educacionais de mediação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 12: A avaliação no e-Learning &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 10: Design Instrucional para Mídia Móvel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1: Introdução à Mobilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2: Contextos e Possibilidades da Mobilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3: M-Learning&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4: Design Instrucional e Pré-Projeto de DI para M-learning&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 5: Elaboração do Projeto de DI para M-learning - Análise contextual&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 6: Elaboração do Projeto de DI para M-learning - Matriz do Desenho Instrucional&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 7: Moodle Mobile&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 8: Socialização dos Projetos Elaborados  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 11: Design Instrucional para EAD Inclusiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1 - Legislação - a Busca por uma EAD Especial: Acesso de Alunos com necessidades aos Ambientes Regulares de Aprendizagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2 - Alunos Especiais na EAD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3 - Introdução à Usabilidade e Acessibilidade das Tecnologias de Informação Aplicadas à EAD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4 - Importância da Acessibilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 5 - Comunicação, Interação e Interatividade Acessíveis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 6 - Introdução ao Sistema Braille e à Língua Brasileira de Sinais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 7 - Introdução aos Programas de Acessibilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 8 - Introdução ao Desenho Web Acessível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 9 - Construindo Sítios Acessíveis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 10 - Docência na EAD Inclusiva e a Formação de Pessoas com Necessidades Especiais para o Mundo do Trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Módulo 12: Prática Profissional - Gestão de Projetos de DI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 1 - Conhecendo o Cliente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 2 - Análise das Necessidades do Cliente &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 3 - Inciando o Projeto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 4 - Planejamento do Projeto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 5 - Execução do Projeto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tópico 6 - Apresentação do Projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metodologia de Estudos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Totalmente online com acompanhamento e feedback dos tutores via atendimento eletrônico e fóruns interativos. Não é um curso assíncrono, ou seja, existe o acompanhamento efetivo dos tutores em tempo real. O curso totalmente virtual, no qual o aluno poderá estudar no tempo livre desde entregue trabalhos e atividades propostas e participe dos fóruns e chats com horários pré-estabelecidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na definição do prazo mínimo e máximo, para integralização do curso, foi levado em consideração o perfil do aluno, onde se definiu uma carga horária de vinte (2) horas diárias de estudos. O aluno poderá concluir o curso num período de 6 (seis) meses. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o aluno não concluir o curso no prazo de 6 meses poderá fazer rematrícula dando continuidade aos seus estudos nas disciplinas que não obteve o conceito suficiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O curso é feito via plataforma de EAD Moodle, perfazendo um total de 12 módulos, com o mínimo de duas horas de estudo/dia. Aulas virtuais sobre o cenário de telefonia móvel e seus serviços de valores agregados (AVAS) no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obs. A Carga horária dos cursos individuais diferem da carga horária do curso integrado. O desenho do curso integrado foi desenvolvido diminuindo-se conteúdos de introdução e finalização utilizados nos cursos individuais (vistos uma única vez no curso integrado) de forma que o conteúdo principal possa ser estudado em menor número de horas sem que incida sobre a qualidade do curso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frequencia e Exigência Mínima para Aprovação e Certificação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
75% das aulas ministradas em chats, entrega de trabalhos e atividades propostas, bem como de participação nos fóruns. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pré-requisitos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saber editar textos em programas Word;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter acesso à Internet através de conexão discada ou a cabo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saber usar email e internet;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter disciplina e motivação para estudar à distância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter instalado o Adobe Flash 8 ou CS3 no seu computador para desenvolvimento e análise do conteúdo. (teremos link para acessar o programa disponível no curso) para uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certificação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao término completo do curso você receberá o certificado - Curso Profissionalizante em Design de Multimeios Didáticos - como certificado de qualificação profissional, respeitando a carga horária de 240 h não podendo ser usado para outros fins. O curso tem validade para fins curriculares e em provas de títulos não podendo ser visto como certificado de graduação ou ensino técnico. Não dá direito ao participante em utilizar o mesmo de forma ilícita ou à revelia da Lei, de órgãos profissionais e autoridades competentes. O curso possui carga horária de 240 h/a e certificado pelo Conselho de Educação/SC Resolução n° 2011/Comed sob nº 20101/Comed junto à Escola Técnica IREI LTDA, inscrita sob CNPJ 00540463/0001-46 foi autorizado pela Lei 4394 de 20/11/69 e Portaria E/SE n° 222, de 22/05/96, publicada no DOU 30/05/1996. Após a expedição da autorização e elaboração das grades curriculares, regimento escolar e demais aspectos organizadores da vida escolar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escola obteve a aprovação pelo CEE/SC através do parecer 355/02 de 18 de agosto de 2002, aprovado em Decreto Estadual ato nº 5633 de 8 de setembro de 2002 publicado no Diário Oficial nº 16.987 de 9 de setembro de 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está incluso no cadastro nacional de cursos técnicos sob o nº 230033852002 e autorizada a atuar com serviços educacionais de qualquer grau e gênero (desde pré-escola até cursos superiores) em qualquer área de conhecimento. Resolução do Conselho de Educação/SC para os cursos IBDIN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professores: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
André Juliano de Jesus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduando em Comunicação Social - Mídias Digitais (finalizando curso) pela Faculdade ESEEI - Escola Superior de Estudos Empresariais e Informática. Especialidade técnica em Desenho Cartoom para apresentações de slides, 3D Max, PowerPoint (Slides), Photoshop (manipulação de imagens e pintura digital), Corel Draw, Flash desenho vetorial, experiência com desenho artístico em Computação gráfica, Desenho 2d. Trabalho como Ilustrador para cursos corporativos - ICEC Instituto de Comunicação e Educação Corporativa como ilustrador de apostilas e manuais e apresentações em power point. Já trabalhou na Paulus Editora e livraria (5 anos) com desenvolvimento e criação de cd contendo vídeo-aulas de modelagem 3d para games para educação a distância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Silvia Mara Santos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Designer Instrucional.Graduada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Uberlândia. Participou de pesquisas junto ao Programa de Educação Tutorial e trabalhou no Apoio Pedagógico no Curso de Administração a Distância da Universidade Federal de Uberlândia - auxiliando na coordenação dos tutores, nos cronogramas das atividades, disponibilização do material para os aprendizes. Atualmente coordena os orientadores acadêmicos desde o planejamento do curso, validação de conteúdos, atividades dos tutores e acompanhamento dos alunos na UFU/MG. Coordenadora EAD e Tutora do Curso de Design Instrucional para Mídia Móvel do IBDIN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Supervisão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Michele Kasten&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graduada em Administração de Empresas, Pós-graduada em Gestão de Projetos e Especialista em Desenho Instrucional para Educação à Distância, MBA em Gestão de Organizações Educacionais. Experiente na elaboração de conteúdo didático para cursos coorporativos e institucionais educacionais à distância atualmente têm participado de vários projetos de treinamento coorporativo para empresas privadas dentre elas: DETRAN/PR, Infraero, Unilever, Kraft Foods, Ferrero Rocher, Spaipa (Matte Leão), Bradesco e institucionais educacionais junto à escola de ensino técnico como conteudista, roteirista e designer instrucional. Em abril/2009 passa no treinamento do HSBC para compor o quadro de funcionamento do setor de treinamento - CETRE como analista de treinamento sênior para a implantação de cursos de e-learning mas parte para a implementação e coordenação do IBDIN na oferta de cursos de formação para desenhistas instrucionais. Hoje atua na direção do Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional e assume projetos na área de elaboração de cursos EAD para instituições públicas e privadas como Desenhista Instrucional (consultora autônoma). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Investimento:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À Vista: R$ 1.300,00 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desconto: 5% (pagamento à vista no boleto)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parcelado: 6 X sem juros (cartão de crédito).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pagamento Nota de Empenho: clique em inscrição e quando acessar a tela de compra do curso clique em inscrição por nota de empenho. Siga os passos de pedido de inscrição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faturamento Jurídico Institucional: clique em inscrição e compre a quantidade de cursos para seus funcionários. Preencha os dados e envie. A nota fiscal será enviada na confirmação do pagamento assim como a confirmação dos inscritos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Oportunidade Única!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-7866066141793544004?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/04/curso-profissionalizante-de-design-em.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-8686360968466702388</guid><pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-18T12:17:52.905-03:00</atom:updated><title>Curso de Level Designer - Curso de Level Designer - Cursos - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional</title><description>&lt;a href="http://ibdin.com.br/index.php/cursos/curso-level-designer"&gt;Curso de Level Designer - UDK Unreal - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-8686360968466702388?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/04/curso-de-level-designer-curso-de-level.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-5062779558094788358</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 13:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-04T10:38:19.011-03:00</atom:updated><title>Entrave do Ensino Técnico é o Corpo Docente - Entrave do Ensino Técnico é o Corpo Docente - Artigos e Dicas - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional</title><description>&lt;a href="http://ibdin.com.br/index.php/destaques/entrave-do-ensino-tecnico-e-o-corpo-docente"&gt;Entrave do Ensino Técnico é o Corpo Docente - Entrave do Ensino Técnico é o Corpo Docente &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-5062779558094788358?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/04/entrave-do-ensino-tecnico-e-o-corpo.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-8586216061107160055</guid><pubDate>Sun, 27 Mar 2011 18:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-27T15:28:20.926-03:00</atom:updated><title>Curso Design Digital em Bryce 3D - Curso Design Digital em Bryce 3D - Cursos - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional</title><description>&lt;a href="http://ibdin.com.br/index.php/cursos/curso-design-digital-em-bryce-3d"&gt;Curso Design Digital em Bryce 3D - Curso Design Digital em Bryce 3D - Cursos - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-8586216061107160055?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/03/curso-design-digital-em-bryce-3d-curso.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-6957644803988090350</guid><pubDate>Sun, 27 Mar 2011 18:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-27T15:28:02.066-03:00</atom:updated><title>Curso Design de Games 3D Studio - Curso Design de Games 3D Studio - Cursos - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional</title><description>&lt;a href="http://ibdin.com.br/index.php/cursos/curso-design-de-games-3d-studio"&gt;Curso Design de Games 3D Studio - Curso Design de Games 3D Studio - Cursos - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-6957644803988090350?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/03/curso-design-de-games-3d-studio-curso.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-4934522581721137217</guid><pubDate>Sun, 27 Mar 2011 18:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-27T15:26:23.211-03:00</atom:updated><title>Curso Design de Ambientes e Games 3D - Curso Design de Ambientes e Games 3D - Cursos - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional</title><description>&lt;a href="http://ibdin.com.br/index.php/cursos/design-de-ambientes-e-games-3d"&gt;Curso Design de Ambientes e Games 3D - Curso Design de Ambientes e Games 3D - Cursos - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-4934522581721137217?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/03/curso-design-de-ambientes-e-games-3d.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-190152793232881517</guid><pubDate>Mon, 14 Mar 2011 19:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-14T16:08:49.582-03:00</atom:updated><title>Promoção do Mês: COmpre 2 cursos e Ganhe o Terceiro Grátis</title><description>&lt;a href="http://ibdin.com.br/index.php/promocao-do-mes"&gt;Promoção do Mês - IBDIN: Na compra de 2 cursos você ganha o terceiro Grátis!!!&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-190152793232881517?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/03/promocao-do-mes-ibdin-instituto.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-3912416775679883958</guid><pubDate>Thu, 03 Mar 2011 19:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-03T16:40:31.417-03:00</atom:updated><title>Curso Profissionalizante de Design Instrucional para Mídia Móvel - Curso Profissionalizante de Design Instrucional para Mídia Móvel - Cursos - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional</title><description>Curso Mídia Móvel totalmente reformulado - agora com desenho de aplicativo e formatação do moodle para smartphones!! acesse &lt;a href="http://ibdin.com.br/index.php/cursos/midia-movel"&gt;http://ibdin.com.br/index.php/cursos/midia-movel&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-3912416775679883958?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/03/curso-profissionalizante-de-design.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-6544349972624800175</guid><pubDate>Sun, 20 Feb 2011 15:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-20T12:31:24.311-03:00</atom:updated><title>Governo deixa de regular especializações</title><description>18 de fevereiro de 2011 &lt;br /&gt;
10h 36&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia a notícia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luciana Alvarez - O Estado de S. Paulo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ministério da Educação publicou ontem, no Diário Oficial, as regras de &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
transição para o fim do credenciamento “em caráter especial” de &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
entidades não educacionais que oferecem cursos de especialização, como &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
residências médicas de hospitais e MBAs de fundações como FIA, Fipe e &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fipecafi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática, a medida faz com que o governo deixe de regulamentar o setor &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de pós-graduações lato sensu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alunos que ingressarem até 31 de julho deste ano em cursos que já &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
possuíam a chancela do MEC terão o reconhecimento do ministério em seu &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
diploma – depois disso, o certificado será expedido apenas pela &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
entidade. Os pedidos de novos credenciamentos foram suspensos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo as pós-graduações lato sensu oferecidas por instituições de ensino &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(faculdades e universidades) deixarão de ter aval do ministério. Essas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
instituições, no entanto, ainda precisam do reconhecimento oficial para &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
funcionar, pois as graduações de nível superior, assim como os programas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de mestrado, doutorado e pós-doutorado, continuam sob supervisão do &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ministério.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente da Câmara de Ensino Superior, órgão deliberativo do &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conselho Nacional de Educação (CNE), Paulo Speller, acredita que a &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
medida não trará grande impacto para o setor. “Antes, o MEC tinha de &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
avaliar as condições do local, o currículo. Agora serão cursos livres, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ou seja, as entidades poderão continuar a oferecer as especializações, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mas sem a necessidade de aprovação”, explicou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Speller, os membros do CNE estão atualmente discutindo novos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
modelos de regulamentação das especializações, como forma de garantir a &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
qualidade dos cursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando determinamos o fim do credenciamento especial houve um grande &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reação, porque as entidades consideravam importante ter esse &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reconhecimento”, afirmou o presidente da câmara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O QUE MUDA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Credenciamento especial&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entidades não educacionais que ofereciam cursos de especialização &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
precisavam de reconhecimento oficial do MEC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudança&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Norma de março de 2010 determinou que o MEC deixe de negar ou dar aval a &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pós lato sensu. Mestrados e doutorados continuam regulamentados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem se matricular até 31 de julho em especializações que eram &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
credenciadas terão o diploma reconhecido pelo MEC.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-6544349972624800175?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/governo-deixa-de-regular.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-6336798502013647835</guid><pubDate>Thu, 17 Feb 2011 13:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-17T11:56:41.252-02:00</atom:updated><title>Enquanto um monte de gente acusa games de alimentar a violência, ela defende que jogos podem melhorar as pessoas e, consequentemente, o mundo</title><description>Objetivo: salvar o mundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto um monte de gente acusa games de alimentar a violência, ela defende que jogos podem melhorar as pessoas e, consequentemente, o mundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Redação Link&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Nick Bolton, do New York Times&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto o senso comum questiona o quanto jogos podem tornar as pessoas mais violentas, o sonho de Jane McGonigal é ver um designer de games ganhar o Nobel da Paz. Como assim? A autora do livro Reality is Broken Why Games Make Us Better and How They Can Change the World (A realidade está quebrada&amp;nbsp; Como Jogos Podem nos Tornar Melhores e Mudar o Mundo, não lançado no Brasil), defende que os criadores de games estão à frente de uma missão humanitária que tem como objetivo fazer que as pessoas melhores suas vidas e resolvem problemas do mundo real. Coordenadora da área de Jogos e Desenvolvimento do Institute for the Future, Jane também é fundadora da Gameful, um quartel-general secreto para desenvolvedores de jogos para mudar o mundo e diretora de criação da Social Chocolate, empresa que desenvolve títulos com esse mesmo objetivo.&lt;br /&gt;
Como você virou designer de jogos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava o procurando um emprego extra que fosse divertido e achei um anúncio para trabalhar com um designer de jogos na Craigslist.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual foi seu primeiro emprego envolvendo jogos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi desenhando missões para um jogo de super-herói urbano chamado Go Game. Era uma espécie de aventura urbana. Você recebia uma mensagem de texto no celular dizendo-lhe para ir a um lugar específico. Quando chegava lá, você descobria uma caixa reforçada com mais pistas e seguia no jogo. Era inspirado no filme The Game (no Brasil, Vidas em Jogo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que a atrai em um jogo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os jogadores querem oportunidades reais de fazer coisas extraordinárias. Querem resolver problemas. Perceber isso me levou a trabalhar no Institute for the Future, na Califórnia, para explorar um novo tipo de jogo que envolvesse o mundo real.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como assim mundo real?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não havia nenhum jogo que oferecesse uma ponte entre o jogo virtual e o mundo real, que preenchesse a lacuna entre ser um herói num jogo e fazer algo heroico no mundo real. Por isso comecei a investigar como criar essa ponte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguiu criar algo assim?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consegui. Criei World Without Oil (mundo sem petróleo), que foi uma simulação de seis semanas de um cenário de produção de petróleo no pico em que a demanda supera a oferta. Os jogadores se inscreviam por seis semanas e eram solicitados a imaginar como seria viver num mundo sem petróleo e a documentar a experiência. Conseguimos convencer 1.700 pessoas a fazer isso. Elas criaram milhares de vídeos e postagens em blogs explicando como estavam jogando o jogo e produzindo soluções criativas para o problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como isso se traduz no mundo real?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando houve a crise real do gás nos EUA, um ano depois, as pessoas que jogaram o jogo conseguiram implementar técnicas de economia de petróleo que haviam aprendido no game. Procuramos essas pessoas e descobrimos que elas tinham uma estratégia e lidaram melhor com a situação.&lt;br /&gt;
Quando diz às pessoas que os jogos são bons para nós, elas se mostram céticas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim. Algumas olham para mim como se eu fosse maluca %u2013 em geral, as pessoas que não jogam muito não compreendem como é jogar. Essas pessoas são assim porque sua única ideia do jogo é negativa; elas o veem como um desperdício de tempo. E algumas acham que ficar jogando é coisa de gente indiferente e antissocial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, os jogos não são indiferentes e antissociais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não. Veja jogos como Rock Band ou os do Facebook. Eles oferecem experiência sociais significativas. Mesmo Halo, popular jogo de tiro, é projetado para inspirar interação social e uma narrativa com profundidade. Eles têm tantos níveis e narrativas que parecem um tour por uma catedral magnífica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os jogos podem ajudar homens de negócios?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Gamifaction Movement (movimento de gamificação) tenta ajudar empresas a envolver público e a comunidade usando mecânicas de videogame em compras e realizações. O público atinge objetivos ao ir à loja ou ao fazer compras, o que se transforma em atividades recompensadoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um professor na escola poderia integrar esse pensamento numa sala de aula?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Boa pergunta. Minha mãe é professora no ensino público e trabalha com alunos de terceiro ano. Em aula, eles fizeram um pequeno avatar online e tiveram de lhe dar tres forças, características positivas que cada aluno gostaria que a que a classe soubesse que ele tem. O objetivo do jogo é ajudar outros alunos usando suas três forças e ganhar pontos por isso, o que é muito significativo para eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No livro Reality is Broken (Arealidade está quebrada &amp;nbsp;US$ 15, na Amazon.com), Jane defende que as habilidades desenvolvidas durante o jogo podem ser usadas para resolver problemas da vida real.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então os problemas mundiais podem ser resolvidos pela pratica de jogos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós sabemos que os jogos são muito desafiadores; eles exploram nossas habilidades naturais, nos ajudam a estabelecer metas ambiciosas e nos tornam mais cooperativos. O último capítulo de meu livro chama-se&amp;nbsp; realidade é melhor e basicamente diz que tudo tem a ver com a maneira como podemos pegar aqueles poderes de jogador e usá-los no mundo real para resolver problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual o seu jogo favorito?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é uma pergunta difícil. Quando minha vida anda estressada, meu jogo favorito é o Pop It, em que você fura balões de onde caem prêmios. É um jogo de cinco minutos que foca minha mente e me proporciona uma atenção extra quando estou tensa. Também gosto de jogar jogos multiplayers com meu marido. Nós atiramos juntos em zumbis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como jogadora, qual é o seu superpoder dos sonhos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poder de curar outros. Mas, eu espero, não seria um daqueles poderes enganosos em que para cada pessoa que você cura você perde um ano de vida&amp;nbsp; isso estaria carregado de problemas morais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual são seus planos em desenvolvimento de jogos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sou diretora de criação da Social Chocolate, que é uma nova empresa de jogos na qual estamos usando o poder da ciência e da emoção positiva e acrescentando conexão social para criar jogos que possam melhorar as vidas reais das pessoas e fortalecer seus relacionamentos no mundo real.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Social Chocolate já produziu algum jogo novo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro jogo que será lançado chama SuperBetter, cuja inspiração veio de uma concussão que eu sofri no ano passado. Eu fiquei convalescente durante um mês e criei um jogo para ajudar minha lesão cerebral a sarar mais rapidamente. Agora estamos fazendo testes clínicos e ele estará disponível no segundo semestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TRADUÇÃO DE CELSO M. PACIORNIK&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-6336798502013647835?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/enquanto-um-monte-de-gente-acusa-games.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-2104714654004318079</guid><pubDate>Wed, 16 Feb 2011 15:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-16T13:26:28.342-02:00</atom:updated><title>Promoção do Mês - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional</title><description>&lt;a href="http://ibdin.com.br/index.php/promocao-do-mes"&gt;Promoção do Mês - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-2104714654004318079?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/promocao-do-mes-ibdin-instituto.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-6443452322613013303</guid><pubDate>Tue, 15 Feb 2011 16:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-15T14:55:08.456-02:00</atom:updated><title>Vaga Designer de Aplicativos Mídia Móvel</title><description>Vaga: designer de apps para mídia móvel. Enviar CV para &lt;a href="mailto:desenhoinstrucional@hotmail.com"&gt;desenhoinstrucional@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-6443452322613013303?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/vaga-designer-de-aplicativos-midia.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-6553452214300694753</guid><pubDate>Fri, 11 Feb 2011 11:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-11T09:22:08.067-02:00</atom:updated><title>IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional</title><description>&lt;a href="http://ibdin.com.br/index.php/cursos/comprar/diead"&gt;IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-6553452214300694753?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/ibdin-instituto-brasileiro-de-desenho.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-5273679353156140445</guid><pubDate>Tue, 08 Feb 2011 21:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-08T19:54:37.071-02:00</atom:updated><title>Homepage - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional</title><description>&lt;a href="http://ibdin.com.br/"&gt;Homepage - IBDIN: Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, Cursos Online Desenho Instrucional&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-5273679353156140445?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/homepage-ibdin-instituto-brasileiro-de.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-5057064953505903796</guid><pubDate>Tue, 08 Feb 2011 20:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-08T19:04:06.431-02:00</atom:updated><title>Co-Working - Já ouviu falar?</title><description>Conheça a novidades em fzer negócios. Como as últimas tendências da Era da Tecnologia! Escritórios Colaborativos!! Viva a Interação!!! Em breve aqui em Curitiba!! Alias em breve nas mecas tecnológicas: RJ, BH e CTBA!! &lt;a href="http://saopaulo.the-hub.net/public/"&gt;Hub São Paulo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-5057064953505903796?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/hub-sao-paulo.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-8198642331177991547</guid><pubDate>Tue, 08 Feb 2011 12:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-08T10:29:57.834-02:00</atom:updated><title /><description>&lt;strong&gt;Duas visões sobre tecnologia na educação&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ''Estado'' entrevistou dois especialistas no assunto que possuem opiniões divergentes sobre o impacto do uso de computadores na aprendizagem &lt;br /&gt;
Mariana Mandelli &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O usa da tecnologia na educação, dentro e fora da sala de aula, já é realidade em grande parte das escolas brasileiras e do resto do mundo. Dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, sigla em inglês), divulgados em dezembro, mostram que, no Brasil, 40,8% dos alunos com 15 anos leem e-mails e 56,2% usam chats. Outros países têm índices maiores - na Holanda, por exemplo, as taxas são, respectivamente, de 91% e 90,5%. Apesar das oportunidades de aprendizado que a rede oferece, nem todos acreditam que a tecnologia impacte positivamente na educação. O Estado traz entrevistas com dois estudiosos que dividem opiniões. Para o professor da USP e coordenador do e-Learning da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), Edgard Cornachione, a tecnologia aprofunda o aprendizado. Já a pesquisa de Felipe Barrera-Osorio, consultor do Banco Mundial, feita na Colômbia, revelou que os computadores tiveram pouco efeito sobre as notas de alunos. ENTREVISTAS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Edgard Cornachione, PROFESSOR DA FIPECAFI E DA USP - "Impacto positivo é maior no ensino superior": O professor da USP e da Fipecafi Edgard Cornachione é um grande defensor do uso da tecnologia nos processos de aprendizagem - uma de suas teses trata dos níveis de stress e a performance de aprendizagem de estudantes em ambientes virtuais. Para ele, não há dúvidas sobre a eficácia dos recursos digitais na educação. &lt;br /&gt;
Você acredita no impacto da tecnologia na educação? &lt;br /&gt;
Não só acredito como existem evidências empíricas disso. Está na literatura sobre o assunto, nas pesquisas. O efeito é visível especialmente no ensino superior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como assim? &lt;br /&gt;
O maior exemplo é a educação a distância (EAD). Não se verificou ainda prejuízos na aprendizagem final dos alunos. Para preservar a qualidade do seu aprendizado, eles têm de se dedicar até mais do um estudante de uma graduação presencial. Além disso, a literatura sobre esse tema hoje se debruça sobre a diferença que a tecnologia pode fazer nos processos educacionais. E as vantagens são muitas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode enumerar algumas? &lt;br /&gt;
Sim. Com o uso da tecnologia num curso EAD, por exemplo, o aluno sai da zona de conforto. Ele acredita mais em si e na sua capacidade de inventar. Além disso, a EAD não cria horas no relógio: quem controla o tempo é o aluno. Esse é um grande diferencial. Sem contar a questão do espaço e do deslocamento - ou seja, do trânsito - em centros urbanos. A EAD praticamente elimina isso. Mas devemos ressaltar que no Brasil isso tudo é muito recente ainda. O Ministério da Educação (MEC) tem apoiado a modalidade e nosso ciclo de desenvolvimento econômico exige isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como você vê a relação entre tecnologia e educação no futuro? &lt;br /&gt;
A tendência que vem se desenhando há muitos anos é inegável. As salas de aula convencionais estão sentindo uma enxurrada de tecnologia. As ferramentas são múltiplas. A educação mediada por tecnologia oferece interfaces alternativas. A geração mais nova de estudantes não consegue ficar muito tempo lendo, por exemplo. Se as escolas e as universidades não se adaptarem às novas tecnologias, o que vai acontecer com elas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
QUEM É - Edgard Cornachione é coordenador do e-Learning da Fipecafi e livre-docente pela USP, onde leciona na Faculdade de Economia e Administração. Tem dois doutorados pela University of Illinois at Urbana-Champaign (EUA) - um deles na área de educação online. Felipe Barrera-Osorio, CONSULTOR DO BANCO MUNDIAL - "Ainda faltam pesquisas para comprovar eficácia" - O consultor do Banco Mundial Felipe Barrera-Osorio avaliou o impacto de um programa do Ministério de Comunicação da Colômbia que doou 114 mil computadores a 6 mil escolas, envolvendo 2 milhões de alunos e 83 mil professores. A ideia era que as máquinas fossem utilizadas no ensino de espanhol e matemática. Em sua pesquisa, Barrera-Osorio usou uma amostra de 100 escolas - 50 com o programa e 50 sem - e constatou que a iniciativa teve um efeito pífio sobre as notas dos alunos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que você percebeu com o estudo? &lt;br /&gt;
A avaliação apresentou resultados muito preocupantes: em termos gerais, o programa parece ter tido pouco efeito sobre as notas dos alunos nos testes e em outros resultados, como impacto na quantidade de redes de amizades e grupos de trabalho. Esses resultados são consistentes em níveis de ensino, conteúdos e gêneros. Parece que os computadores não influenciaram a experiência diária de aprendizagem dos alunos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A que você atribui isso? &lt;br /&gt;
A principal razão parece ser a falha em incorporar os computadores em todo o processo educacional. Dados mostram que os professores não incorporaram os computadores em seus currículos. Isso significa que, mesmo recebendo treinamento, é difícil para eles utilizarem computadores no dia a dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem atividades que podem ser desenvolvidas com computadores para melhorar a aprendizagem? &lt;br /&gt;
Na minha opinião, não temos dados suficientes para saber se atividades com os computadores podem melhorar a aprendizagem. Computadores são apenas ferramentas e, como qualquer ferramenta, podem ter aspectos positivos e negativos. Precisamos de mais pesquisas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você acredita que o computador possa modificar a aprendizagem de um aluno? &lt;br /&gt;
Uma constatação da literatura recente - e, novamente, é uma evidência fraca - é que os computadores que vão diretamente para as crianças são mais eficazes do que seu uso mediado pelo professor. Em outras palavras, é difícil para um professor mudar sua prática pedagógica. QUEM É - Felipe Barrera-Osorio é economista do Banco Mundial. Tem doutorado pela Universidade de Maryland (EUA). É especialista nas áreas de avaliação de impacto, proteção social e educação. Já trabalhou em programas no Chile, Jordânia, Quênia e Paquistão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gazeta do Povo, 08/02/2011 - Curitiba PR &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tecnologia vira arma no combate à cola eletrônica&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos Estados Unidos, instituições de ensino obtêm bons resultados com o uso de grupo de segurança eletrônica para evitar trapaça no momento das avaliações &lt;br /&gt;
The New York Times &lt;br /&gt;
O estado do Mississipi tinha um problema envolvendo o crescente número de testes escolares e a tecnologia digital. Alunos do colegial, nos exames de fim de ano, usavam telefones celulares para trocar mensagens com as respostas. Com mais de 100 mil estudantes nos exames, os fiscais não conseguiam controlar todos – principalmente quando alguns adolescentes conseguiam digitar mensagens mesmo com os celulares dentro do bolso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solução encontrada foi contratar uma empresa que usa a própria tecnologia contra os trapaceiros: ela analisa folhas de respostas em computador, e identifica aquelas com combinações tão iguais de respostas certas ou erradas que as chances de casualidade seriam astronômicas. A cópia seria uma explicação praticamente assegurada. Desde que essa empresa, a Caveon Test Security, começou a trabalhar para o Mississipi em 2006, a “cola” – nome popular da trapaça em provas e exames – foi reduzida em cerca de 70%, segundo James Mason, diretor do Gabinete de Avaliação Estudantil do Departamento de Educação do Estado. “Os estudantes sabem que, ao colar, há uma chance extremamente alta de serem pegos”, disse Mason. Como os testes têm se tornado cada vez mais importantes na educação – para determinar a graduação, a admissão em faculdades e, recentemente, pagamento por mérito e estabilidade para os professores –, os negócios têm sido bons para a Caveon, uma empresa que usa “análises forenses” para identificar trapaceiros e se autoproclama o único grupo independente de segurança de testes no país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus clientes já incluíram a Comissão de Faculdades, o Conselho de Admissão das Faculdades de Direito e mais de uma dúzia de distritos escolares estaduais e municipais – entre eles, Flórida, Texas, Washington e Atlanta, geralmente depois de algum constrangedor escândalo. “A cada ano que trabalho com testes houve mais cola que no ano anterior”, disse John Fremer, de 71 anos, cofundador da Caveon que já foi o principal desenvolvedor do exame do SAT (tipo de vestibular unificado nos Estados Unidos). &lt;br /&gt;
Método - Expor trapaceiros usando anomalias estatísticas é uma prática de mais um século. O método mostrou que James Michael Curley, considerado o rei da malandragem na política de Massachusetts, e um conhecido haviam colado em seus exames do serviço civil em 1902 – pois tinham 12 respostas erradas idênticas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ciência da probabilidade evoluiu muito desde então, e a Caveon diz que sua análise de folhas de respostas é a mais sofisticada até hoje. Além de procurar por cópias, seus computadores – que são instalados num escritório em American Fork, no Utah, e conseguem processar mais de um milhão de registros – buscam por padrões ilógicos, como alunos que se saíram melhor em questões difíceis do que nas fáceis. Isso pode ser um sinal de conhecimento antecipado de parte do exame. Os computadores também procuram por aumentos grandes demais na nota em relação a testes anteriores de alunos ou classes. Eles também contam o número de rasuras nas folhas de respostas, o que, em alguns casos, pode indicar que um professor ou administrador adulterou um exame. Quando as anomalias são altamente improváveis – com ocorrência aleatória de, por exemplo, uma em 1 milhão –, a Caveon marca os testes para investigações adicionais por administradores escolares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Métodos de identificação de fraudes são criticados &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora sua análise forense de dados seja esotérica e a empresa opere no reservado mundo dos testes e exames, os métodos da Caveon não passam ilesos de críticas. Walter M. Haney, professor de pesquisa e mensuração da educação na Faculdade de Boston, considera os métodos de análise de dados da empresa suspeitos por não terem sido publicados em literatura acadêmica. “É impossível saber a precisão dos métodos e até onde eles podem gerar falsos-positivos ou falsos-negativos”, disse Haney, que em 1990 pressionou o Serviço de Testes Educacionais, criador do SAT, a apresentar suas próprias fórmulas de identificação de trapaceiros a um quadro externo de revisão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
David Foster, principal executivo da Caveon, disse que a empresa não publicou seus métodos porque estava ocupada demais servindo aos clientes. E acrescentou que o estatístico responsável da empresa estava disponível para explicar os algoritmos da Caveon a qualquer cliente curioso. Outros meios usados pela empresa para acabar com a cola não se baseiam em estatísticas. Para o Conselho de Admissão das Faculdades de Direito, que administra o LSAT (sistema para ingresso no curso) quatro vezes por ano a pelo menos 140 mil pessoas, a Caveon patrulha a internet em busca de questões vazadas em sites que chama de “lixeiras cerebrais”, onde estudantes discutem abertamente um exame que acabaram de realizar. “Depois dos testes, aparece todo tipo de coisa nos blogs, numa tentativa de adivinhar o que virá no futuro; existe toda uma indústria da cola”, disse Wendy Margolis, porta-voz do conselho. A Caveon, que se recusou a revelar quanto cobra dos clientes, envia cartas às pessoas que operam esses sites, exigindo que retirem do ar os materiais sob a Lei de Direitos Autorais Digitais dos EUA. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Divergência - Embora seja interesse da Caveon dramatizar ou até mesmo inflar a incidência da cola, em 2010 um governador estadual criticou a empresa por subestimar a prática. Contra­tada para analisar testes de Inglês e Matemática de alunos de Atlanta depois que uma auditoria identificou dúzias de escolas onde poderia ter ocorrido cola, a Caveon encontrou um problema muito menor. Ela identificou 12 escolas primárias e ginasiais onde provavelmente a cola havia ocorrido, mas basicamente exonerou 33 outras da lista de instituições suspeitas do estado. O governador Sonny Perdue criticou a conclusão e nomeou seus próprios investigadores em agosto. Numa entrevista ao “Atlanta Journal-Constitu­tion”, ele acusou a Caveon de tentar “confinar e restringir o problema”, e sugeriu que empresa estaria tentando proteger possíveis contratos com outros distritos escolares. John Fremer, presidente da Caveon, negou essa alegação. Segundo ele, a análise forense de dados da Caveon em folhas de respostas era mais sofisticada, o que explicaria as diferenças. “Nossa análise foi melhor. Nós não inflamos pequenas diferenças e fazemos uma tempestade com elas”, disse Fremer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Padronização de testes causa controvérsia - Os testes padronizados são controversos diante de alguns pais e educadores, mas não para JohnFremer, presidente da Caveon, que abandonou recentemente os deveres administrativos. Ele sustenta que os testes o ajudaram a escapar de um passado braçal. Filho de um bombeiro de Nova York, ele obteve um Ph.D. da Columbia, em psicologia e mensuração educacional, e foi trabalhar para o Serviço de Testes Educacionais. Começou no departamento de aptidão verbal, e depois passou sete anos comandando uma grande reforma do SAT em 1994. Fremer tem pouca paciência com críticos que afirmam que os testes padronizados não mensuram com precisão o talento acadêmico. “Fun­damentalmente o teste é uma forma de verificar o que você sabe e o que não sabe e desenvolver níveis, e os críticos vão direto para os níveis. Bem, o teste os classifica, mas com base no conhecimento do aluno. E se você pensa que isso não é importante, há algo de inadequado em sua forma de pensar.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-8198642331177991547?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/duas-visoes-sobre-tecnologia-na.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-5585822299506659360</guid><pubDate>Mon, 07 Feb 2011 13:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-07T11:17:55.556-02:00</atom:updated><title>Clipping 07/02</title><description>Diário Catarinense, 07/02/2011 - Joinville SC &lt;br /&gt;Quanto vale um professor? &lt;br /&gt;JÚLIA ANTUNES LORENÇO  &lt;br /&gt;A educação no país vai mal e a situação salarial dos professores da rede pública também. A desvalorização do magistério se reflete na falta de interesse e rejeição dos estudantes à carreira em sala de aula. Na Universidade Federal de Santa Catarina, há pelo menos cinco anos, sobram vagas para os cursos de licenciatura. Márcio Anisio Silveira, 45 anos, é professor de história e geografia da rede estadual, pós-graduado na área e pedreiro nas férias. O serviço no recesso escolar é para complementar a renda de educador. Ele é pai de quatro filhos e com o salário que recebe do Estado não consegue sustentar a família. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor de ensino fundamental e médio da escola estadual Tenente Almachio, no Bairro  Tapera, em Florianópolis, mora na Praia do Campeche, e há anos trabalha nas férias. Até mesmo durante o ano letivo, faz uns bicos como pedreiro. Ele também deixa alguns instrumentos de obra no seu armário de professor, porque, às vezes, dá um jeito em algum problema de infraestrutura da escola. – Ano passado, reboquei uma sala inteira, os alunos fizeram uma vaquinha para comprar as tintas e os pais pintaram. Márcio ainda se desdobra em aulas. Costuma trabalhar 60 horas por semana. E o trabalho também é levado para casa, como as correções de provas e trabalhos e preparação de novas aulas. Por ser pós-graduado e ter 22 anos de carreira, o salário dele é maior do de quem recebe o piso de Santa Catarina. Mas, garante que a diferença é mínima.  – Quem tem especialização, chega à conclusão de que não vale a pena fazer uma pós. O dinheiro que eles dão a mais não incentiva ninguém a buscar mais conhecimento. Apesar disso, Márcio revela que ama o que faz. A vontade de ser professor vem desde criança, quando costumava ensinar os irmãos mais novos. – Perguntam por que a gente não arranja outro emprego. Não queremos isso. Queremos ser valorizados, como já fomos um dia. Diante do cenário, Márcio afirma que fica receoso em aconselhar alguém a ser professor. Mesmo assim, a filha mais velha dele passou para a faculdade de história na UFSC e quer seguir os passos do pai. A filha de 11 anos, que assistia à conversa, também já decidiu que será professora de história.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Diário Catarinense, 07/02/2011 - Joinville SC &lt;br /&gt;De volta à sala de aula  &lt;br /&gt;Hoje, cerca de 700 mil alunos e 17 mil professores de 1.350 escolas voltam às aulas em toda a rede estadual de ensino de Santa Catarina. A data marca o início do ano letivo, que terá 200 dias de aula, com carga horária de 800 horas para estudantes do ensino fundamental e médio. Desde o dia 1º, os diretores, professores e  funcionários estão nas unidades, se organizando para receber os alunos. O primeiro recesso escolar de 2011 será entre os dias 18 e 29 de julho, com reinício das aulas no dia 1º de agosto. Nos dias 8 de março, 21 de abril, 23 de junho, 7 de setembro, 2 e 15 de novembro (feriados nacionais) e 15 de outubro (Dia do Professor)   não haverá atividades escolares. Entre os investimentos previstos para este ano, a Secretaria de Estado da Educação informa que serão construídas novas unidades em Bom Retiro, Jaraguá do Sul, Florianópolis, Guarujá do Sul, Turvo, Timbé do Sul, Piratuba, Rio dos Cedros e Itapiranga.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Diário Catarinense, 07/02/2011 - Joinville SC &lt;br /&gt;Estado garante que paga o piso nacional  &lt;br /&gt;O piso salarial nacional de um professor é de R$ 1.024, garantido pela constituição, em 2008. Na época, Santa Catarina, junto com Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Ceará, com apoio da Confederação Nacional dos Municípios, entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade no STF contra a emenda constitucional. Apesar disso, a Secretaria de Estado da Educação garante pagar o piso aos docentes. O salário base de um professor em Santa Catarina é de R$ 609, somado a essa quantia está a regência de classe e prêmio Educar. – Fazemos o que Supremo Tribunal Federal entendeu ser correto. Estamos dentro da lei e pagamos o piso – defende a diretora de desenvolvimento  humano da secretaria de educação, Elizete Mello. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coordenadora regional da Grande Florianópolis do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte), Rosane Souza, considera o salário vergonhoso. Ela ressalta que a maioria dos professores do Estado faz bicos para complementar a renda. – A relação do Estado com os professores é a das piores possíveis. Eu já precisei trabalhar como faxineira e não tenho vergonha de falar isso, porque foi com esse trabalho que coloquei comida na mesa. Além disso, ela observa que quando um professor fica de licença médica, pega licença prêmio ou entra de férias perde o prêmio   Educar, no valor de R$ 200. – A gente até chama a licença prêmio de licença castigo, porque perdemos os “penduricalhos” do salário. Temos professores doentes em sala de aula para não perder isso. Além disso, o vale-alimentação do professor é o menor pago pelo Estado. O valor é de R$ 132, dos quais são descontados todos os feriados. O secretário de Estado da Educação, Marco Tebaldi, afirma que a questão do piso será debatida, e que o governador, Raimundo Colombo, já se mostrou a favor de alterar o valor. – Primeiro estamos checando se o Estado cumpre o piso. Mas claro que queremos pagar mais. A discussão é para este ano ainda.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Diário Catarinense, 07/02/2011 - Joinville SC &lt;br /&gt;Alunos fogem da licenciatura  &lt;br /&gt;Os baixos salários e as más condições de trabalho contribuem para a fuga de estudantes das licenciaturas brasileiras. Em 2005, 77 mil pessoas pegaram o diploma para dar aulas no ensino fundamental e médio. Em 2009, o número caiu para 64 mil. Os dados são do último Censo de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC). No vestibular 2011 da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sobraram vagas nas licenciaturas de química, matemática e física. – Desde que o curso de licenciatura em química foi criado (em 2008), ele não conseguiu preencher todas as 40 vagas – diz o presidente da Coperve, Júlio Szeremeta. Szeremeta acrescenta que o curso foi criado pela carência desses professores no Estado. A Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS), com sede em Chapecó, também foi criada para suprir a necessidade de licenciaturas.  Esta situação é acompanhada de perto por Eloise Hack Barbi, 20 anos, estudante da sétima fase de licenciatura em Educação Física da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A turma dela tem sete estudantes. Ela conta, que, na quarta fase, quando precisou optar entre licenciatura e bacharel, só ela e mais duas meninas escolheram ser professora. Eloise conhece a realidade de um professor. A mãe é docente da rede estadual há 20 anos. Mesmo assim, a garota está certa da opção: – Eu acredito num futuro melhor. A gente escolhe por vocação e sonha com mudanças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuram-se professores no Estado e no Brasil - O resultado é que faltam professores no país. A carência é de 250 mil docentes. O levantamento é do Conselho Nacional de Educação e do Instituto Instituto Nacional de Estudos e   Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com dados de 2007. &lt;br /&gt;Essa também é a realidade de Santa Catarina. A diretora de desenvolvimento humano da Secretaria de Educação, Elizete Mello, não sabe precisar quantos, mas afirma que existe uma carência. A área de exatas é a que mais tem demanda. Apesar disso, ela garante que não faltam docentes nos colégios. O Estado tem 17,2 mil professores em sala de aula. Já a coordenadora geral do Sinte, Alvete Bedin, afirma que recebe denúncias de turmas sem professores. Na escola estadual Tenente Almachio, no Bairro Tapera, em Florianópolis, uma classe ficou o ano inteiro de 2010 sem aula de geografia, por não ter professor. – É preocupante saber que temos menos de 18 mil professores. Esse número já foi de 25 mil – informa Alvete.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Diário Catarinense, 07/02/2011 - Joinville SC &lt;br /&gt;Profissão de risco e estresse  &lt;br /&gt;Professor é a profissão mais vulnerável ao estresse. Depois, aparecem enfermeiros e jornalistas. Essa foi a conclusão da psicóloga Lilia Aparecida Kanan, em sua tese de doutorado, feita em 2008. Ela pesquisou a relação dos docentes com o lugar em que trabalham. A psicóloga, professora da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), em Lages, explica que os professores vivem sob uma carga de sofrimento psíquico grande. As   consequências disso são profissionais doentes, com depressão, doenças do coração e compulsões, além de perderem o rendimento no trabalho e o comprometimento com o que fazem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não é só uma questão salarial. Eles não buscam apenas um retorno financeiro. Eles querem ser valorizados e reconhecidos pela sociedade e, principalmente, querem respeito com sua integridade física e psíquica.  Professora há 23 anos, Luciana Moreira, 40, está feliz e satisfeita. Ela dá aulas no ensino infantil, em uma escola particular, na Capital. Na rede privada, os salários são melhores do que na pública. Apesar disso, ela sente falta de um reconhecimento maior da sociedade. – Eu me sinto valorizada pela instituição em que eu trabalho e pelas crianças. Mas, culturalmente, temos muito a melhorar.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 05/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Professor obeso garante na Justiça vaga na rede estadual &lt;br /&gt;Reprovado em concurso, docente diz ter ouvido do médico o motivo: seu peso. Após liminar, ele vem atuando em escola da Grande SP desde 2009; governo diz que cumpre decisão do Judiciário &lt;br /&gt;CRISTIANE GERCINA DO "AGORA"  &lt;br /&gt;Um professor de 36 anos reprovado em concurso estadual de 2007 conseguiu uma liminar (decisão provisória) na Justiça e, desde junho de 2009, atua na rede em uma escola da Grande São Paulo. Ele tem 150 kg e 1,87 m. Nesta semana, a Folha publicou queixas de sete docentes -três obesos mórbidos- que dizem ter sido reprovados em seleção do Estado por serem considerados obesos. A perícia médica usou o cálculo do IMC (Índice de Massa Corpórea), utilizado pela OMS (Organização Mundial de Saúde), para definir a sua obesidade mórbida. O professor, que atua na área de humanas, não quis se identificar à  reportagem por estar na rede. Também diz que tem medo de retaliações. Ele afirma que, depois de ter prestado um concurso em 2007, foi convocado para escolher aulas como professor efetivo para o ano letivo de 2009. "Já atuava em sala de aula como temporário do Estado, desde 2004", afirma. "Nunca fui considerado inapto." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ser reprovado no exame para efetivo, em 2009, o docente pediu reavaliação ao DPME (Departamento Médico de Perícias do Estado de São Paulo). Na segunda consulta, também foi considerado inapto e, segundo ele, ouviu do   médico o motivo: seu peso. Ele, então, entrou com a ação por meio da Apeoesp (sindicado de professores do Estado).Como a decisão é provisória, ele aguarda o julgamento final. A Secretaria de Estado da Gestão afirma que cumprirá a decisão do Judiciário. Em 2009, o Ministério Público abriu investigação sobre professores obesos que dizem ter sido barrados pelo Estado. Na ação, consta documento da secretaria dizendo que a obesidade, se mórbida, é motivo de inaptidão. O ofício é assinado por Carmem Silvia Miziara, diretora do Departamento de Saúde da pasta.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Rede Globo, Programa Fantástico, 06/02/2011 &lt;br /&gt;Professoras não entram em concurso por serem obesas  &lt;br /&gt;Fabiana, Lídia e Ana Paula chegaram a ser nomeadas como professoras efetivadas do estado de São Paulo, mas, no momento de tomar posse, foram informadas de que não são aptas para o trabalho. Três professoras, aprovadas em um concurso público em São Paulo lutam para saber por que não conseguem assumir o cargo que conquistaram. Quando finalmente vencem a burocracia, elas descobrem: não foram chamadas porque são obesas. Fabiana e Ana Paula são professoras de português. Lídia, de matemática. As três já dão aula em escolas da rede pública do estado de São Paulo. Fabiana há um ano, Lídia há três e Ana Paula há mais de dez. Mas o contrato delas é temporário. Para serem efetivadas, prestaram um concurso público. Fabiana, Lídia e Ana Paula fizeram um primeiro exame e foram aprovadas. Fizeram um curso preparatório, um segundo exame e foram aprovadas, chegaram a ser nomeadas com os nomes publicados no Diário Oficial, mas, no momento de tomar posse como professoras efetivadas do estado, o que aconteceu? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu fiquei sabendo que o laudo médico da perícia eu fui considerada inapta para exercer a função de professora”, conta Fabiana Azevedo. A mesma informação aparece no laudo médico das outras duas professoras e na cabeça delas surge a mesma pergunta: inapta para o cargo que já exercem por quê? “Não deram justificativa nenhuma”, revela Lídia. “Nesse laudo, não vem nenhuma justificativa, simplesmente a informação de não-apta”, afirma Fabiana. Mas as professoras têm a mesma desconfiança. “Durante a consulta com o endocrinologista, ele me disse que obesidade era um fator sim de reprovação em concurso público”, lembra Fabiana.  Com Lídia, primeiro foi o clínico geral que comentou: “Obesidade reprova”. Será? Fomos ouvir a Secretaria de Gestão Pública do estado. A obesidade é considerado um fator de inaptidão para exercer o cargo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A obesidade não. Só a obesidade não é motivo de não aptidão. Obesidade não pode ser o motivo, porque não é uma questão de aparência. Quem tem problema de vista usa óculos. Não tem sentido isso, não faz sentido”, comenta a perita médica Bartira Granata. Então qual foi o motivo? As professoras procuraram o Departamento de Perícia Médica para saber. No momento em que a professora vai buscar o laudo, o resultado, ela tem direito de saber por que ela não foi aprovada. Mas não foi isso que aconteceu e os protocolos provam. Lidia, por exemplo, foi agendada para ver seu prontuário só daqui a dois meses. “Pode ser uma falha dos atendentes, da parte burocrática. Mas ela tem esse direito”, aponta perita. A repórter Renata Ceribelle pergunta se ela chegar no local com essas pessoas elas vão ter acesso. A perita é categórica: “Tem que ter. Obrigatoriamente, elas têm que ter acesso ao prontuário”. Nós acompanhamos as professoras em uma nova tentativa de conseguir ver os seus prontuários médicos. - Mas eu não posso ver hoje? Eu tenho o direito de ver na hora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renata Ceribelle: O que elas estão pedindo? XXX: Vista do prontuário. Renata Ceribelle: Por que elas não podem ver agora? XXX: Há um rito a ser seguido aqui. Passa um pouquinho e eles autorizam a gente a entrar. Enquanto elas são atendidas, o diretor técnico aparece e tenta impedir que a nossa câmera mostre os documentos. Renata Ceribelle: Mas ela não tem o direito de saber o motivo na hora? XXX:  Na hora não. Tem que fazer uma solicitação para que ela adquira uma cópia e faça sua defesa. Quando Fabiana tenta tirar uma dúvida do que está escrito no prontuário dela, ele tira o documento da mesa sem explicar. Renata Ceribelle: Qual o motivo que ela foi considerada inapta? XXX: Ela vai falar com o advogado dela e saber as motivações. Enquanto isso, a outra professora, Lídia, já tinha conseguido olhar o parecer médico que a reprovou no concurso e nos mostra. Em cima do carimbo do médico está escrito: “obesidade”. XXX: Não é discriminação. Renata Ceribelle: É o que? XXX: Ela está sendo considerada uma pessoa doente. Este é o ponto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não vejo que obesidade seja obstáculo a ocupar um cargo publico, a menos que fosse para alguma atividade que exigisse um desempenho maior, como educação física. Fora isso, não vejo qualquer ligação entre obesidade e desempenho de uma atividade intelectual”, afirma Ives Gandra. Mas a Secretaria de Gestão Pública informa que a obesidade não é uma informação definitiva, é só uma parte do processo da perícia. Do lado de fora do Departamento de Perícias, Fabiana conta o que conseguiu ler antes do diretor retirar o seu prontuário da mesa: “No meu laudo, estava escrito inapta e ao lado estava escrito um ‘CID-E66’”. CID é o Código Internacional de Doenças. E66 significa obesidade, que pode ser mórbida ou não. “Me formei na USP, no ano de 1988, sempre morei na periferia, estudei em escola pública do estado. Foi uma batalha de vida para mim me formar, com o sonho de ser professora, e tentar ajudar essas pessoas que, como eu, moram na periferia e estudam em escola pública. Mas eu fui retida por ser obesa”, desabafa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Estado de Minas, 07/02/2011 - Belo Horizonte MG &lt;br /&gt;Aprovados pela justiça &lt;br /&gt;Graças a liminares, 48 estudantes já conseguiram assegurar matrícula na UFMG. Neste ano, com problemas no Enem, mais 187 candidatos querem a mesma chance &lt;br /&gt;Flávia Ayer / Glória Tupinambás  &lt;br /&gt;As mãos da Justiça colocaram, nos últimos cinco anos, 48 alunos na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). São histórias de quem contestou critérios do vestibular e conseguiu, por força de liminar, uma vaga na maior instituição pública de ensino superior do estado. Num mar de quase 25 mil estudantes da graduação, essa pequena parcela significa esperança para quem enfrenta nova batalha judicial por um lugar na UFMG. Desta vez, os combatentes são os 187 candidatos sem nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – este ano, usado como primeira etapa do vestibular –, e que conseguiram se manter na disputa na segunda fase graças à intervenção da Justiça. Amanhã, a Defensoria Pública da União (DPU) se reúne com a universidade para tentar desatar os nós do processo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esses estudantes, o vestibular não se encerra com a divulgação dos resultados, prevista para o fim deste mês. A conquista de uma cadeira na universidade ainda depende que magistrados analisem se esses candidatos foram ou não prejudicados por possíveis erros na nota do Enem. A confiança pode ser depositada no histórico de outros concorrentes que, inicialmente, não tiveram o nome incluído na lista de aprovados do processo seletivo. Levantamento da Pró-Reitoria de Graduação da UFMG mostra que, de 2006 a 2010, 48 estudantes conseguiram se matricular por decisão judicial. A instituição de ensino derrubou 10 dessas liminares, retirando os alunos das salas de aula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a força da maior universidade pública de Minas não conseguiu barrar 38 determinações judiciais que contestam o processo seletivo. Com isso, a UFMG se viu obrigada a criar vagas para atender casos como o de Alice Gonçalves Nunes Coelho, de 22 anos. Prestes a começar o segundo período do curso   de medicina, ela foi beneficiada por liminar em meados do ano passado, depois de contestar o programa de bônus usado no vestibular da UFMG, a partir de 2009. O sistema dá direito a acréscimo de 10% na nota do concurso, para estudantes que cursaram as quatro últimas séries do ensino fundamental e todo o ensino médio em escola pública. Quem cumprir este requisito e ainda se autodeclarar pardo ou negro, ganha mais 5% na nota final, totalizando um bônus de 15%. Essa regra é exatamente o que Alice questiona. “Se não houvesse o bônus, teria sido aprovada no vestibular. Tento esquecer que estudo por liminar e que posso ter de deixar a faculdade a qualquer momento. Mas também fico na torcida para que a Justiça não reverta a decisão”, diz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem abriu o campo para a contestação do bônus foi o estudante Gabriel Tensol Rodrigues Pereira, hoje no 4º período de medicina. Em julho de 2009, ele conseguiu na Justiça a primeira vitória contra o programa e, em novembro do ano passado, a liminar foi confirmada no julgamento em segunda instância. Mas o processo continua, e a UFMG ainda pode recorrer. Responsável pela vitória de pelo menos 13 liminares contra o sistema de bônus da universidade, entre elas a de Alice e Gabriel, o advogado Tiago Costa Camilo alega que o benefício é inconstitucional por ferir o princípio da igualdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se a origem da desigualdade fosse realmente racial, qualquer negro deveria ser agraciado com o bônus e não apenas os que estudaram em escola pública.” Outro argumento do advogado é o fato de o sistema permitir uma “concorrência desleal” entre os candidatos. “Pessoas disputam as mesmas vagas com armas diferentes. O pior disso é a autodeclaração da raça, em que qualquer pessoa pode se colocar em vantagem sem nenhuma forma  de controle por parte da instituição”, afirma Tiago. RECURSOS O procedimento padrão adotado pela UFMG, em casos de disputa judicial, é cumprir a ordem e, em seguida, recorrer. “Temos uma regra: liminar não se discute, se cumpre. Depois, entramos com recursos e é por isso que há muitas exclusões posteriores”, explica a pró-reitora de graduação da UFMG, Antônia Vitória Soares Aranha. Apesar de considerar pequeno o número de processos, ela admite que os problemas aumentaram a partir de 2009, quando foi adotado o programa de bônus – considerado pela reitoria a principal ferramenta para democratizar o acesso à universidade. Enquanto nos anos de 2006 e 2007 foram registradas seis brigas judiciais contra o processo seletivo, o vestibular de 2009 teve sete processos e o de 2010 atingiu a marca de 28 ações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os casos serão amplamente discutidos no ano que vem, para quando está prevista uma reavaliação do programa de bônus. “Acredito que essa ferramenta de inclusão veio para ficar, mas é claro que as políticas precisam ser permanentemente aprimoradas, diz Antônia. “Além dos questionamentos sobre o programa, o número de alunos que ingressam a cada ano também aumentou. Passamos de 4.750 em 2008, para 6.610 no ano passado. Isso também significa uma expansão dos problemas”, afirma. Processo seletivo - O vestibular 2011 é o terceiro em que a UFMG adota o bônus. No ano passado, um em cada quatro candidatos ao processo seletivo foi beneficiado pelo acréscimo na nota. No primeiro ano da iniciativa, o bônus ajudou um percentual considerável de alunos de escolas públicas a garantir o seu lugar na instituição. Do total de vagas oferecidas no processo seletivo para 2009, 34,04% foram ocupadas por estudantes contemplados pelo benefício.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Estado de Minas, 07/02/2011 - Belo Horizonte MG &lt;br /&gt;Dia D para 187 candidatos &lt;br /&gt;Defensores públicos se reúnem amanhã com representantes da UFMG em busca de solução para caso dos estudantes que fizeram vestibular 2011 garantidos por liminar &lt;br /&gt;Flávia Ayer / Glória Tupinambás  &lt;br /&gt;Amanhã é um dia decisivo para os 187 estudantes que lutam na Justiça pelo direito de ter acesso às provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e averiguar se têm mesmo chances de continuar na disputa do vestibular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que usou o Enem como primeira etapa do processo seletivo. A Defensoria Pública da União (DPU) no estado se reúne, nesta terça-feira, com a reitoria da UFMG para tomar ciência dos procedimentos adotados pela instituição de ensino quanto aos candidatos que fizeram as provas da segunda etapa por força de liminar, mesmo sem ter a nota do Enem. Amanhã também se encerra o prazo para que o Ministério da Educação (MEC) responda ao pedido da DPU de divulgar a cópia dos testes corrigidos e a folha de presença desses estudantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo de 187 alunos faz parte de um total de 3.326 inscritos no vestibular beneficiados pela Justiça, em resposta a uma ação coletiva movida pela DPU e a 26 processos individuais. Os estudantes estão no centro de uma guerra de liminares e alegam ter sido prejudicados pela correção da prova do Enem. Eles ficaram com nota zerada ou tiveram a presença anulada no exame. A justificativa do MEC para o problema é que não marcaram ou assinalaram incorretamente a cor do caderno de provas na folha de respostas. Além disso, o ministério lhes negou o direito de ver a cópia dos testes corrigidos. A falta de notas atingiu cerca de 20 mil estudantes de todo o país, mas a situação se tornou especialmente grave para quem   precisava do resultado do Enem para fazer a segunda etapa do vestibular da UFMG. Com tantos impasses, a garantia judicial para que eles fizessem as provas só chegou a menos de 20 horas do início dos testes, quando a universidade foi oficialmente comunicada da decisão da Justiça Federal do Maranhão, acatando liminar ajuizada pela DPU de Minas. A convocação às pressas levou à ausência de quase 95% dos 3.326 beneficiados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo drama de quem conseguiu fazer as provas amparado pela Justiça é ter acesso à cópia dos testes do Enem corrigidos e, dessa maneira, verificar se estariam realmente aptos a continuar na disputa por uma vaga na UFMG. Na sexta-feira, a defensora pública federal Giêdra Moreira, titular do Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva, enviou ao MEC um pedido administrativo – sem interferência da Justiça – para que, em cinco dias, o ministério divulgasse a cópia dos testes corrigidos e a folha de presença desses estudantes. Outra pendência é a conduta da UFMG na correção das provas de segunda etapa dos beneficiados por liminar. “A conversa de terça-feira tem como objetivo saber como a universidade está encaminhando a questão”, diz Giêdra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEM ATRASOS A UFMG sustenta que não haverá atrasos na divulgação dos resultados por causa das pendências judiciais. “A nossa expectativa é que haja um desfecho no julgamento dos méritos antes da divulgação dos resultados. O que pode ocorrer é publicarmos a lista de aprovados sem os alunos da ação   coletiva e os casos de liminares individuais. E, se depois eles comprovarem que tinham nota suficiente no Enem, pode ser que teremos de chamá-los”, explica a pró-reitora de graduação da universidade, Antônia Vitória Soares Aranha. Candidata ao curso de medicina, Júlia Pardini Pimentel, de 17 anos, é uma das 187 pessoas beneficiadas pela liminar que conseguiu fazer a segunda etapa. Ela estava no Rio de Janeiro quando soube da convocação, na manhã do primeiro dia de testes. Por sorte, Júlia conseguiu chegar a tempo de prestar o vestibular e, agora, aguarda o desenrolar da novela. O medo é que, com a burocracia envolvida no processo, as portas da universidade se fechem para ela. “Acho que é difícil ficar confiante numa hora dessa até já fiz minha matrícula num cursinho pré-vestibular. Mas, se for aprovada, vai ser ótimo.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigatoriedade - O Ministério da Educação (MEC) estuda tornar obrigatório que todas as universidades federais concedam direito de ver e pedir revisão de provas em seus vestibulares. A medida valeria também para as próximas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que atualmente proíbe os participantes de verem as provas e de recorrer contra os resultados. A proposta está em estudo na consultoria jurídica do MEC, mas pode ser que ela esbarre na questão da autonomia universitária. Uma das possibilidades é que o Conselho Nacional de Educação entre no debate e aprove uma recomendação de caráter geral. (Com agências).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 07/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Criança aprende finanças na sala de aula &lt;br /&gt;Escola ensina estudante a administrar dinheiro da mesada e a fazer poupança para comprar objetos de desejo. Educadores sugerem que pais acompanhem o gasto da mesada, mas não socorram os filhos em apuro financeiro &lt;br /&gt;TONI SCIARRETTA DE SÃO PAULO  &lt;br /&gt;Crianças e adolescentes estão aprendendo na sala de aula como cuidar do bolso. Temas de finanças pessoais -como administração da própria mesada-farão parte do currículo das escolas públicas a partir de 2012, mas já são desenvolvidos em alguns colégios particulares. O conteúdo é dosado de acordo com a habilidade da criança de reconhecer números e fazer as operações matemáticas básicas, normalmente no terceiro ano do ensino fundamental. Nada de ensinar a colocar moeda no porquinho. Na sala de aula, os pequenos são orientados a dimensionar o valor de produtos do dia-dia -lanches, brinquedos, roupas-, atribuir um julgamento -caro, barato, necessário, supérfluo- e discutir qual decisão cabe melhor dentro do seu bolso ou da mesada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para exercitar o aprendizado da aula, a criança precisa ter autonomia para administrar uma pequena quantia; não precisa ser uma mesada nem os pais devem se abster completamente de  influenciar a decisão. O importante, segundo os educadores, é que a criança tenha maturidade para fazer escolhas e se responsabilizar pelas consequências do que faz com o próprio dinheiro. "A mesada é um instrumento de educação financeira que dá trabalho para os pais. Tem que ter disciplina, acompanhar, pagar sempre no mesmo dia, dar o dinheiro trocado e manter o valor combinado; não pode aumentar se o filho tirar nota mais alta. O filho não é um empregado, remunerado por desempenho", disse Cássia d'Aquino, especialista em "finanças infantis" e autora de "Educação Financeira", da coleção Expo Money. "Mesada é para o pai que pode e quer fazer isso. Mas deve ter regras e uma delas é: se gastar tudo antes do tempo, não vai ter mais. Se usava esse dinheiro para comprar o lanche e acabou antes do tempo, ela vai levar o lanche de casa. Vai ter que ter responsabilidade sobre aquilo", afirmou a escritora infanto-juvenil Maria Cristina Von, que organizou as dicas do site do Santander de  finanças pessoais para crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PLANEJAMENTO - Para estabelecer o valor da mesada, os educadores sugerem que o pai se sente com o filho para saber de quanto ele precisa. Depois, deve incluir um pouco a mais para a criança fazer uma poupança de curto prazo para comprar, por exemplo, um brinquedo. "A criança precisa saber que pode conquistar o que deseja. Quando consegue alcançar um objetivo, tem uma sensação maravilhosa: eu posso, eu consigo e, pensando bem, eu sou bastante bom nisso", diz d'Aquino. Alguns pais, no entanto, se sentem tão ansiosos com a dificuldade do filho de juntar moedas para conquistar um objetivo distante, como comprar uma bicicleta, que resolvem fazer um aporte extra no cofrinho. "Esse pai está dizendo ao filho: você não vai conseguir nunca. Você vai sempre precisar do papai para te socorrer", afirmou Cássia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 07/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Para inglês não ver &lt;br /&gt;Com raríssimos cursos em inglês, Brasil deixa de receber alunos e docentes estrangeiros &lt;br /&gt;SABINE RIGHETTI DE SÃO PAULO  &lt;br /&gt;A internacionalização do ensino superior brasileiro tem ganhado força nos últimos anos. Mas a língua portuguesa ainda é uma barreira na ida e vinda de estudantes e professores estrangeiros. Isso porque a maioria das aulas e dos exames na pós-graduação por aqui é ministrada em português. O cenário é bem diferente de universidades de elite de países como Alemanha, Suécia e Finlândia, que não falam inglês como língua "mãe", mas têm aulas nesse idioma. "Não encontrei resistências por não falar finlandês", conta a engenheira Paula Delgado, 30. Ela fez parte do seu doutorado no Centro de Pesquisa Técnica VTT em Espoo, na Finlândia, em 2006. "Todos falavam inglês, mas ficavam contentes quando eu tentava aprender algo em finlandês", brinca. Assim como ela, Viviane Alecrim, 29, que fez mestrado na Universidade de Ciências Aplicadas de Munique, também chegou à Alemanha sem falar a língua do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de a maioria dos  professores serem alemães, conta, as aulas eram em inglês -o que permitiu que ela tivesse colegas de países como China, Tailândia e Irã. No Brasil, o ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) já afirmou que a internacionalização é necessária para troca de experiências entre países e pode fortalecer a ciência nacional. "Defendo a ideia de atrairmos pesquisadores de excelência no exterior", disse à Folha. Mas, por enquanto, as aulas em inglês estão por conta dos professores estrangeiros. Os brasileiros, parece, não cogitam dar aula em inglês. "Em virtude do princípio de igualdade nas condições de acesso e permanência na escola, as aulas devem ser dadas em português. Ninguém é obrigado a falar outra língua que não a oficial", explica Nina Ranieri, advogada e professora da USP especialista em direito à educação. "É uma postura provinciana, mas que tem fundamento. A oferta em inglês privilegiaria o acesso dos mais favorecidos", completa Ranieri. INGLÊS NO LABORATÓRIO -  Apesar da resistência nos corredores acadêmicos, a geneticista da USP Mayana Zatz prega -e pratica- a internacionalização e o uso corrente de inglês na universidade. "Meus alunos escrevem artigos e a tese em inglês. Estamos tentando que os trabalhos também sejam apresentados em língua inglesa", conta a geneticista. O biólogo alemão Mathias Weller, 44, hoje professor da UEPB (Universidade Estadual da Paraíba), concorda com a prática. Ele estava acostumado a falar inglês nos laboratórios da Alemanha, mas, no Brasil, teve de aprender português. "Isso é um limitador. Há bons profissionais que gostariam de vir ao Brasil, mas não falam português", analisa. Aula em inglês, no entanto, é só um dos passos da internacionalização. Para a engenheira de pesca Juliana Lima, 35, que fez doutorado na Alemanha, uma universidade bilíngue não está necessariamente preparada para receber estrangeiros. "Acolhimento também conta."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 07/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Universidades de SP convidam docentes de fora &lt;br /&gt;DE SÃO PAULO  &lt;br /&gt;As três universidades estaduais paulistas se esforçam hoje para aumentar a internacionalização e a quantidade de alunos estrangeiros. Apenas 2% dos estudantes da graduação e da pós da USP, por exemplo, são de fora do país. Para se ter uma ideia do que esse número significa, universidades de ponta como as norte-americanas Harvard e Stanford e a britânica Cambridge têm cerca de 20% de estudantes estrangeiros (de graduação e pós). A USP só tem um programa de pós-graduação  ministrado totalmente em inglês. O curso, de biologia celular e vegetal, acontece no campus de Piracicaba (160 km de SP). É uma parceria com a Universidade do Estado de Nova Jersey e a Universidade do Estado de Ohio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) recrutou professores de fora para atuar como visitantes. Recebeu mais de 200 currículos de moradores de países como França, Canadá e Cuba. Os candidatos não precisam   falar português. Na Unesp (Universidade Estadual Paulista), a vinda de um professor convidado da Universidade de Louisville (EUA) fez com que uma disciplina da pós-graduação em letras fosse dada em inglês no ano passado. As aulas em língua estrangeira reuniram alunos brasileiros e norte-americanos no campus de São José de Rio Preto (438 km de SP). "Ninguém reclamou de as aulas serem em inglês", conta a aluna de mestrado Márcia Corrêa Mariano.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 07/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Não utilizar o inglês é arremessar-se para fora do mundo &lt;br /&gt;IDIOMA EXERCE UMA ESPÉCIE DE IMPERIALISMO LINGUÍSTICO &lt;br /&gt;HÉLIO SCHWARTSMAN ARTICULISTA DA FOLHA  &lt;br /&gt;Há um quê de ideológico na resistência ao inglês. Os sinais são vários e vêm de diversas frentes. Em 1999, o combativo deputado Aldo Rebelo, do PC do B paulista, apresentou um projeto de lei que, em sua versão original, bania todos os estrangeirismos (leia-se, anglicismos) da língua portuguesa e ainda obrigava brasileiros, natos e naturalizados, e pessoas de quaisquer nacionalidades residentes no país há mais de um ano a utilizar-se do vernáculo, sob pena de multas. Uma versão desidratada da proposta foi aprovada em duas comissões e ela agora repousa prudentemente nos escaninhos do Congresso. Mais êxito teve uma outra iniciativa legislativa que, irmanando ainda mais os povos da América Latina, ampliou o ensino do espanhol. É a lei nº 11.161/05, que obriga escolas públicas e privadas de ensino médio a oferecer o idioma de Cervantes como disciplina optativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se se tratasse apenas de proporcionar aos jovens a oportunidade de aprender direito o  idioma de nossos vizinhos, a norma seria inatacável. O problema é que, numa interpretação sistemática com o restante da legislação educacional, ela coloca o espanhol à frente do inglês. A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) estipula, para o ciclo médio, o ensino, em caráter obrigatório, de uma língua estrangeira a ser definida pela comunidade escolar. Prevê também a inclusão de um segundo idioma, em caráter optativo, "dentro das disponibilidades da instituição". A pegadinha está no fato de que a 11.161 fala abertamente no espanhol e se cala em relação ao inglês. As escolas sem grandes "disponibilidades", que devem ser a maioria, podem escolher a língua de Cervantes no lugar da de Shakespeare como o idioma moderno obrigatório, de modo a satisfazer as leis disponibilizando apenas uma língua estrangeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém é obrigado a gostar da primazia de que o inglês goza no mundo contemporâneo.   Podemos ir até um pouco mais longe e reconhecer que esse idioma exerce uma espécie de imperialismo linguístico. Mas é preciso viver no mundo encantado de Che Guevara para não perceber que o inglês se tornou aquilo que o grego representava para o período helenístico e que o latim significava na Idade Média: o papel de língua veicular universal, na qual falantes dos mais variados idiomas conseguem se comunicar. É em inglês que se fecham praticamente todos os grandes negócios internacionais, assim como é nessa língua que se registram os mais importantes avanços científicos. Não utilizá-la nesses campos equivale a arremessar-se para fora do mundo. E os prejuízos de se afastar dos círculos de produção científica e não internacionalizar as universidades brasileiras superam em muito os de conviver com alguns "sales", "coffee breaks" e outros estrangeirismos de gosto duvidoso, dos quais a língua saberá livrar-se, se lhe dermos tempo suficiente.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 06/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Aumenta a procura por curso técnico no exterior &lt;br /&gt;Dólar baixo e maior conhecimento de idioma estrangeiro são motivadores &lt;br /&gt;MARCOS DE VASCONCELLOS DE SÃO PAULO  &lt;br /&gt;A busca por cursos profissionalizantes e técnicos no exterior aumentou em 2010. A expectativa do mercado é que a demanda seja ainda maior em 2011. Das oito empresas especializadas em intercâmbio consultadas pela Folha, todas apontaram o crescimento das vendas de cursos de negócios, marketing, design, moda e gastronomia em países como Austrália, EUA, Inglaterra, Itália e Canadá. Dois fatores impulsionam esse movimento. Um é a taxa de  conversão do dólar, que continua baixa (R$ 1,67). Outro, segundo as agências, é o maior conhecimento de línguas estrangeiras pelos brasileiros -para fazer esses cursos, geralmente é preciso ter nível intermediário. O inglês se tornou obrigatório no segundo ciclo do ensino fundamental -do sexto ano em diante- em 1996. Um dos que investiram em um curso técnico no exterior foi Gabriel Leonardo da Silva, 21, que já havia passado um mês nos Estados Unidos e   contava com inglês fluente. Em 2009, trancou a graduação em administração na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e embarcou com destino a Sydney, na Austrália, para fazer um curso de seis meses na área de negócios. Para ele, a vivência em outro país e o vocabulário focado em sua área de atuação foram destaques do programa. "O conteúdo não foi além do aprendido na faculdade. Era o básico, do primeiro ano [de administração]."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 06/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Programa permite aliar teoria e prática &lt;br /&gt;Estudantes que investem em experiência profissional têm carta de recomendação de empregador australiano &lt;br /&gt;ROBERTO DE OLIVEIRA ENVIADO ESPECIAL A SYDNEY  &lt;br /&gt;Nem todo mundo que pretende se aperfeiçoar tem paciência para encarar aquela salinha de aula abafada com o professor fazendo anotações na lousa. Imagine então se você encarou mais de 24 horas de voo para um país desconhecido com o intuito de estudar? Algumas instituições fogem desse estereótipo. Na Austrália, por exemplo, há o ICMS (International College of Management), em Sydney. A escola oferece desde cursos de aperfeiçoamento até pós-graduação, com duração de seis meses a três anos. De qualquer ponto do bairro de Manly -espécie de Leblon australiano-, consegue-se avistar o prédio do século 18. Logo na entrada, o amplo jardim é repleto de cacatuas. Dos fundos, tem-se bela vista do mar. Na hora do intervalo dá até para pisar na areia e sentir a brisa. &lt;br /&gt;Pelos corredores, gente de todo o  mundo: desde a Escandinávia até a Ásia. Telas de TV transmitem informação sobre a agenda semanal (rola festa junina brasileira) e frases de apoio à diversidade e de estímulo ao respeito e às diferenças. A instituição oferece cursos de aperfeiçoamento e pós-graduação em áreas como turismo e esportes. Rafaella Rodrigues, 24, fez faculdade de turismo em São Paulo. Viajou para Sydney no ano passado para estudar no ICMS. "No Brasil, não tive um terço das aulas práticas que tenho aqui", conta. A instituição tem parceria com hotéis do mundo inteiro. Assim, muitos alunos conseguem estágio e trabalho, já que o visto australiano para estudante permite trabalhar 20 horas semanais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXPERIÊNCIA - "Por ser um lugar multicultural, muitos estudantes se adaptam facilmente. Os   mais focados conseguem entrar no mercado e enriquecem o currículo com uma experiência internacional", conta Daniela Odin, 37, diretora do STB (Student Travel Bureau) Australia. A Australian Internships oferece estágio para universitários dos 18 aos 30 anos em empresas dentro da área de interesse do estudante. O aluno recebe uma carta de referência do empregador. Exemplo de ascensão profissional é o brasileiro Cristian Milz, 30. Ele conciliou estudos com o voluntariado nas Olimpíadas de Sydney, em 2000. Após concluir o curso de "hospitality" (turismo e hotelaria), trabalhou por três anos em um hotel. Hoje é professor de "performance" do ICMS. O cardápio da disciplina que ministra é recheado: inclui até repertório de palavras. Roberto de Oliveira viajou a Sydney a convite do STB  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 06/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Revalidação no país é dispensada &lt;br /&gt;Experiência vale no currículo quando está alinhada ao plano de carreira, dizem especialistas &lt;br /&gt;DE SÃO PAULO  &lt;br /&gt;Os cursos profissionalizantes e técnicos no exterior têm como chamariz oferecer mais do que o domínio de outro idioma. O diploma recebido, porém, não costuma ser revalidado no Brasil. A burocracia do trâmite ajuda a explicar o motivo. O reconhecimento dos cursos é feito a partir da comparação entre o que foi estudado e as ementas que constam no Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos. Esse processo pode durar mais de um ano e faz com que muitos não procurem revalidar o certificado, segundo agentes de viagem. O Centro Paula Souza, um dos principais responsáveis pela ação no Estado de São Paulo, afirma ter recebido 33 pedidos de revalidação de diplomas técnicos em 2010. Desses, 18 foram concedidos. Com ou sem revalidação, diz Flávia  Werneck, diretora da agência Master Exchange, o mercado dá importância para a experiência. "Participar de um programa no exterior mostra que a pessoa se expôs, que buscou crescimento e que fala outra língua fluentemente", avalia o diretor de marketing e novos negócios da consultoria Fellipelli, Caio Infante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOCO - Muitos saem do Brasil dispostos a investir em hobbies como culinária e moda, segundo agências de viagem. Apesar de consultores de carreira avaliarem que a vivência em outro país já conta pontos no currículo, há quem considere que o curso escolhido deva estar alinhado aos planos profissionais. É preciso mostrar que não se trata apenas de turismo, mas de investimento na carreira,  sentencia Marisa Silva, consultora da Career Center. Foi o que fez Anna Tereza Peixoto, 20. Assim que terminou o ensino médio, embarcou para a Austrália para fazer um curso técnico de administração de eventos. O pai da profissional é dono de uma produtora -o que lhe garantiria um emprego. Mesmo assim, decidiu aprofundar-se com um curso fora do país para conseguir estágio em outras empresas. Segundo Marcia Mattos, gerente de cursos do STB -que registrou aumento de 50% na venda de pacotes com cursos profissionalizantes em 2010-, as viagens têm sido feitas também por quem planeja trocar de profissão. "O profissional que não tem certeza de que está no caminho certo faz um curso em outra área e volta com um novo projeto de carreira", diz.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 06/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Cursos são ponte para concluir uma pós-graduação no exterior &lt;br /&gt;DE SÃO PAULO  &lt;br /&gt;Quem conclui um curso técnico pode, por vezes, continuar seus estudos por mais alguns meses e conseguir um diploma de pós-graduação ou até mesmo de mestrado. Em algumas instituições de ensino, os programas se dividem em módulos, que podem ser cumpridos parcialmente pelos estudantes. Estender a estadia para  melhorar o currículo foi a opção da administradora Camila de Lima Souza, 24. Em janeiro de 2010, ela embarcou para a Brisbane, na Austrália, com a intenção de fazer uma pós-graduação em negócios internacionais. Depois que se estabeleceu no país, empregada e com ajuda financeira da família, Souza viu que seria mais fácil  continuar lá até concluir o mestrado em gerenciamento de projetos do que voltar ao Brasil e depois retornar ao exterior para estudar mais. "Estar em início de carreira foi o que pesou mais na tomada de decisão. Conseguir um emprego na sede australiana da multinacional em que eu trabalhava no Brasil também ajudou muito", diz.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 06/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Cai presença na escola de jovens do Bolsa Família &lt;br /&gt;Percentual com frequência mínima foi de 95,1% em 2008 para 91,7% em 2010. Para que os pais tenham direito ao benefício, jovens de 16 e 17 anos devem frequentar ao menos 75% das aulas &lt;br /&gt;LARISSA GUIMARÃES / FLÁVIA FOREQUE DE BRASÍLIA  &lt;br /&gt;Nos últimos dois anos, diminuiu a presença na escola de adolescentes beneficiários do Bolsa Família. O programa determina que, para que seus pais não percam o benefício, jovens de 16 e 17 anos frequentem ao menos 75% das aulas. Aqueles que cumprem essa regra caíram de 95,1%, em 2008, para 94,2%, em 2009, e 91,7%, em 2010. Hoje há 1,3 milhão de adolescentes inscritos no Bolsa Família. Desse montante, 80% têm a frequência acompanhada pelo governo. Entre os adolescentes que não seguem essa regra, 3 em cada 4 nem sequer justificam suas faltas na escola, o que poderia ser feito com a entrega de um atestado médico, por exemplo. Para efeito de comparação, entre as crianças de 6 a 15 anos atendidas pelo programa, a frequência mínima exigida em sala de aula é de 85%, e 96,7% delas cumprem a regra. A  frequência escolar é uma das condicionalidades do programa. Quem não a cumpre pode perder o benefício. O cancelamento só ocorre após o governo constatar que o adolescente não teve a frequência exigida ao longo de um ano inteiro. Secretária nacional de Renda de Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social no governo Lula, Lúcia Modesto afirma que o mercado de trabalho é um dos motivos que levam jovens a deixar a escola mais cedo ou não ter a frequência mínima exigida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela lembra também que quanto maior a escolaridade dos pais, maior o número de anos estudados pelos filhos -tendência apontada em estudos sobre educação. O perfil de beneficiários do Bolsa Família mostra que, em 2009, 13% dos titulares do cartão eram analfabetos. De acordo com o Educacenso   2008, o abandono escolar entre os jovens do ensino médio na rede pública ficou em 14,3%. Entre os beneficiários do programa, o percentual foi de 7,2%. Até 2007, o Bolsa Família pagava às famílias um valor fixo para cada criança de até 15 anos na escola -num limite de três por família. No ano seguinte, para frear a evasão e ampliar a frequência escolar, o governo passou a pagar um benefício específico por jovens de 16 e 17 anos -num limite de dois por família assistida. Para Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, os jovens não veem a escola como algo que pode influenciar no futuro deles. "A escola é tão pouco atrativa que, mesmo com o benefício, o jovem acha que ela não faz sentido. A evasão é uma variável independente do benefício", afirma.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 06/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Isolado, programa social não é solução única &lt;br /&gt;Estado deve rever modelo de ensino conjugado a aumento do benefício &lt;br /&gt;RENATA BICHIR ESPECIAL PARA A FOLHA  &lt;br /&gt;A exigência de contrapartidas daqueles que recebem o Bolsa Família é defendida por muitos devido à sua contribuição ao desenvolvimento de capital humano das famílias no longo prazo. Para além do alívio imediato da pobreza, por meio das transferências monetárias, garantir que crianças e jovens frequentem a escola e tenham atenção básica de saúde implica reconhecer que o bem-estar das famílias envolve múltiplas dimensões, incluindo a responsabilidade do Estado pela prestação de serviços básicos. Controlar de fato o cumprimento das condicionalidades associadas ao Bolsa Família é um grande desafio operacional, especialmente em municípios grandes como São Paulo. Os órgãos que gerenciam o programa não são os mesmos que  controlam a educação e a saúde. É um desafio ter um fluxo de informação azeitado entre eles -e, quando ele falha, há risco de o município deixar de receber recursos federais para o programa. Diversas causas podem ter gerado a queda de frequência escolar apontada. É certo que o aquecimento da economia aumenta os incentivos para que os jovens busquem trabalho e abandonem os estudos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, o aumento do valor dos benefícios do Bolsa Família -uma das promessas do governo Dilma Rousseff- poderia contribuir para frear essa queda na frequência escolar dos jovens beneficiários. Por outro lado, cada vez mais deve ser discutido o modelo de ensino oferecido nas  escolas públicas brasileiras, já que a evasão escolar também pode estar associada à baixa qualidade e mesmo à inadequação dos conteúdos ao cotidiano dos alunos, especialmente daqueles de mais baixa renda. Rever o modelo de ensino oferecido nas escolas públicas brasileiras seria uma maneira de atacar essa frente do problema em questão. Essa, no entanto, é uma discussão que está além do Bolsa Família. Por mais bem-sucedido que seja, programa algum deve ser encarado como panaceia -uma solução única que dá jeito em tudo. Mais promissor é articular diferentes políticas sociais. RENATA BICHIR é pesquisadora do CEM-CEBRAP e doutoranda em Ciência Política no IESP-Uerj  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Folha de São Paulo, 06/02/2011 - São Paulo SP &lt;br /&gt;Professores batem à porta dos alunos no interior paulista &lt;br /&gt;Com objetivo de conhecer ambiente familiar e melhorar ensino, docentes visitarão a casa de seus estudantes. Professores não vão receber a mais pelo serviço e serão levados até as casas por veículos oficiais da prefeitura &lt;br /&gt;HÉLIA ARAUJO DE RIBEIRÃO PRETO  &lt;br /&gt;Os 51 professores da rede municipal de Altinópolis -cidade com 15,6 mil habitantes no interior de SP- começaram, na última sexta, a bater na porta das casas de seus 1.200 alunos de ensino infantil e fundamental. O objetivo do projeto é aproximar e estreitar as relações entre professores e pais das crianças e conhecer o ambiente familiar e a realidade de cada núcleo para tentar melhorar o nível do ensino nas escolas da rede. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os professores não vão receber a mais pelo serviço e serão levados até as casas dos alunos por veículos oficiais da prefeitura. O projeto foi criado pelos próprios professores da rede municipal durante a elaboração do planejamento pedagógico deste ano. Cada um deles listou o que gostava e o que não gostava na época em que estudava e, a partir do resultado dessas listas, conseguiram elaborar o programa.  Em cada uma das visitas, que acontecem de surpresa e sempre partir das 18h -para pegar os pais em casa-, os professores fazem dez perguntas aos responsáveis pelos estudantes. Dados pessoais, religião e renda familiar são algumas das questões feitas aos pais. A expectativa educacional, as atividades preferidas da criança e de que maneira ela fala sobre a escola também estão entre as perguntas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APROXIMAÇÃO - A reportagem da Folha acompanhou anteontem a visita da professora Janaina Gomes de Sá, 35, à casa da aluna Maria Eduarda Calefi, 5. Animada, a menina contou um pouco sobre as férias e ficou feliz em ver a professora. "É importante saber como vive o aluno, quais as dificuldades. Tudo o que acontece em casa interfere de alguma maneira no âmbito escolar e vice-versa. Tendo essa aproximação  saberemos melhor como lidar com os problemas", disse Janaina. A mãe de Maria Eduarda, Vanusa Aparecida Corsi, 30, aprovou a visita da professora. Segundo ela, a aproximação pode ser benéfica para a escola e para a família. "Na época em que eu estudava minha mãe nunca acompanhava minha vida escolar. Acredito que essas visitas podem aumentar os laços de amizade e confiança entre as famílias e a escola, o que só vai trazer vantagens." Segundo o prefeito de Altinópolis, Marco Ernani (PMDB), a previsão é ampliar as visitas para os alunos de 6ª a 9ª séries, com intervalos de dois meses. "Os problemas observados nas casas serão discutidos e, quando preciso, levados a outros setores. Queremos a integração das políticas públicas." Iniciativa semelhante foi implementada em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, no ano de 2005.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Portal IG Educação, 05/02/2011 &lt;br /&gt;Campeã de Prouni: em cidade mineira, 1 em cada 106 ganhou bolsa &lt;br /&gt;Com 10 mil habitantes e nenhuma escola particular, Engenheiro Caldas teve 97 classificados na primeira chamada do programa &lt;br /&gt;Cinthia Rodrigues, iG São Paulo  &lt;br /&gt;Com 10.276 habitantes contados no último Censo, a pequena Engenheiro Caldas, em Minas Gerais, destoa entre as cidades com mais aprovados na primeira lista do Prouni. Só de bolsas integrais, foram 97: uma para cada 106 habitantes do município, enquanto a média brasileira, incluindo bolsas parciais, é de menos de um por mil pessoas. Vários fatores ajudaram a fazer de Engenheiro Caldas a campeã brasileira de convocados em relação ao tamanho da população. A começar pela facilidade com que os caldenses atendem os pré-requisitos para se candidatar às bolsas. Para concorrer, é preciso ter renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa (R$ 810 para cada) e haver feito todo o ensino fundamental e médio em escola pública. Na cidade mineira com economia baseada em cerâmicas e pequenos comércios, a renda média é de R$ 350 e não existe escola particular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transporte escolar foi usado no Enem - A parte mais difícil para os candidatos foi prestar o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), cuja nota mínima de 400 pontos em cada disciplina é obrigatória para se inscrever no Prouni. Apesar de haver cerca de 200 inscritos na cidade, o Ministério da Educação (MEC) não aplicou a prova ali e todos foram direcionados a cidades vizinhas. Só a minoria tinha  condições de fazer a viagem com carro particular. A solução foi dada pela prefeitura, que colocou os ônibus escolares, normalmente usados para o transporte de estudantes da zona rural, para fazer o trajeto. “Anunciamos na rádio comunitária por semanas e, nos dias, levamos 160 estudantes para prestar o Enem”, conta a secretária de Educação, Rosemere Martins da Cruz. Total de matriculados será bem menor - Também contribuiu decisivamente para a quantidade de convocados em Engenheiro Caldas, a abertura de um pólo de educação à distância da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) no município. Todas as bolsas integrais foram oferecidas pela instituição gaúcha – que recebe em troca isenção de impostos equivalentes às mensalidades. A falta de autonomia do pólo, no entanto, fez boa parte dos convocados desistir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natália Brandes Marques, de 17 anos, por exemplo, quer ser a primeira da família de cinco irmãos a cursar o ensino superior e se tornar professora. Ela pegou o ônibus da prefeitura, fez o Enem, se inscreveu e foi aprovada, mas não conseguiu enviar todos os documentos necessários para o Rio Grande do Sul em tempo. “Vou tentar de novo no meio do ano”, lamentou. Já o entregador de farmácia José Bonifácio de Freitas, de 25 anos, diz que não “pensava  que podia” fazer faculdade. Ele cursou a educação básica em escola pública, diz que era um aluno mediano e, quando terminou, achava que universidade “era só para rico e gênio”. “A gente mora em cidade pequena e tem a ideia de que só gente com dinheiro pode ter diploma, mas quando vi o anúncio do Prouni, tentei”, conta. Ele enviou todos os documentos que conseguiu e aguarda esperançoso a confirmação da matrícula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras bolsas parciais - Além das 97 bolsas integrais que constam na lista de obrigatórias do Prouni, os caldenses conseguiram outras parciais adicionais – descontos oferecidos aos mais bem classificados no exame, mesmo sem receber isenção de impostos em troca. Jéssica Madrona Ferraz, de 17 anos, foi uma das beneficiadas. “Eu não queria fazer um curso à distância, então optei por concorrer fora da cidade”, diz. Ela foi aprovada para Química no Centro Universitário de Caratinga. A família de seis pessoas vive da aposentadoria do pai, de R$ 1.100, mas economizou para pagar as seis primeiras mensalidades, de R$ 240 cada. A jovem vai pagar ainda R$ 100 mensais por uma van que a pegará em casa todos os dias às 5h30. “Estou muito contente, fazer faculdade sempre foi um sonho.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-5585822299506659360?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/clipping-0702.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-6770968140037453990</guid><pubDate>Sun, 06 Feb 2011 19:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-06T17:50:02.096-02:00</atom:updated><title>Evento gratuito em SP vai discutir mídias sociais</title><description>Um encontro para discutir as grandes tendências na área das mídias sociais. Esta é a proposta do Social Media Week que, pelo segundo ano consecutivo, acontece em São Paulo (SP). O evento gratuito, que acontece de 7 a 11 de fevereiro, será realizado, simultaneamente, em outras sete cidades: Berlim, Hong Kong, Istambul, Londres, Nova York, Roma e Toronto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;De acordo com a SixPix, organizadora do evento, o objetivo do Social Media Week é reunir toda a comunidade ligada ao tema, o que inclui desde os usuários de redes sociais até representantes de blogs, agências, instituições de ensino e empresas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Entre os palestrantes confirmados para o evento em São Paulo estão o diretor-geral da área digital e de mídias sociais da Pepsi, da B. Bonin Bough, o CEO da Vostu, Daniel Kafie, o pesquisador de mídias sociais do MIT, Ethan Zukerman e o co-fundador do Bestiário.org, Santiago Ortiz.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Além de palestras, o evento contará com workshops, debates e bate-papos. Os interessados podem realizar inscrições no site http://socialmediaweek.org/saopaulo/schedule/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-6770968140037453990?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/evento-gratuito-em-sp-vai-discutir.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-6805332874706999675</guid><pubDate>Sun, 06 Feb 2011 19:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-06T17:47:50.465-02:00</atom:updated><title>Nova rede social permite postar mensagens de voz</title><description>A Blaving, recém-lançada no Brasil, apresenta recursos de geolocalização e interação com outros sites do gênero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda semana aparece uma nova rede social no mercado. Os serviços baseados em mensagens curtas, como o Twitter, por exemplo, têm servido de inspiração para outros criadores, que buscam milhões de usuários para seus microblogs. De carona nessa tendência, a PMovil lança no Brasil o Blaving. Trata-se de uma rede que permite postar mensagens de voz de até dois minutos, gravadas de computadores ou smartphones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como no Twitter, o Blaving possibilita que os usuários sigam e sejam seguidos por sua rede de contatos. O sistema ainda apresenta recursos de geolocalização e interação com outros sites, como Facebook, Orkut e o próprio microblog. Dessa forma, quando os internautas enviam suas mensagens de voz, o post pode ser automaticamente publicado em todas as outras redes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Blaving já conta com aplicativos para iPhone, Android e Blackberry e pretende alcançar cerca de 5 milhões de usuários no seu primeiro ano. O serviço está presente em 14 países do continente e a PMovil, empresa idealizadora do projeto, possui um investimento superior a US$ 1,5 milhão para o lançamento do Blaving só no primeiro trimestre de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da PMovil dizer que trata-se de um projeto inédito, em 2009 uma equipe 100% brasileira criou o Gengibre, rede social que também funciona por mensagens de voz, porém não tem integração com outros sites, apenas o Twitter, e nem possui aplicativos para smartphones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer o Blaving, &lt;a href="http://www.blaving.com/"&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-6805332874706999675?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/nova-rede-social-permite-postar.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-8716207384053467105</guid><pubDate>Sun, 06 Feb 2011 14:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-06T12:50:17.509-02:00</atom:updated><title>Novo FAQ IBDIN</title><description>1. Quais os objetivos dos Cursos oferecidos pelo IBDIN?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os objetivos destes cursos é ensinar os nossos alunos a elaborarem cursos na midalidade à distância ensinando a aplicação de conceitos básicos do desenho instrucional para o planejamento de soluções para projetos de EAD sob diversas mídias (computador, impresso, móvel e inclusiva) utilizando-se de metodologias e recursos didáticos junto aos contextos de aprendizagem EAD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O que é necessário eu providenciar para participar do curso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pré-requisitos técnicos necessários para participação no curso são:&lt;br /&gt;Saber editar textos em programas Word;&lt;br /&gt;Ter acesso à Internet através de conexão banda larga&lt;br /&gt;Saber usar email e Internet;&lt;br /&gt;Ter disciplina e motivação para estudar à distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Preciso ser profissional da área da educação ou da tecnologia para aprender a desenhar cursos EAD ou ser desenhista instrucional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse curso é destinado à Profissionais de RH, Educação, EAD e Tecnologia Educacional e à todos os interessados que estejam ou pretendem estar envolvidos com a elaboração e desenvolvimento de projetos educacionais ou de treinamento coorporativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Qual é o perfil da turma que se inscreve neste curso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perfil do grupo de estudantes deste curso vai desde profissionais que atuam com e-learning coorporativo como profissionais envolvidos com o desenvolvimento de soluções para EaD institucional educacional. Também participa do curso uma grande parcela de pessoas interessadas em desenvolver seus próprios cursos online ou em trabalhar com empresas que desenvolvem conteúdo e soluções para EAD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Para que servem essem cursos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o aluno adquirir habilidades para elaboração de soluções que atendam ao ramo educacional e coorporativo no que tange à Educação à Distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. O que o designer instrucional faz mais especificamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o designer instrucional quem cria os materiais didáticos ou processos para determinados objetivos pedagógicos a fim de que estes sejam agradáveis e efetivos ao público (alunos ou aprendizes) a que se destinam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Desenho Instrucional é o mesmo que Designer Instrucional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O designer instrucional é aquele profissional que aplica o desenho instrucional na sua profissão elaborando cursos e materiais didáticos para a modalidade á distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Essa profissão de desenhista instrucional é regulamentada pelo Ministério do Trabalho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. O desenho instrucional é uma profissão reconhecida pelo Ministério do Trabalho que oferece subsídios para profissionais que trabalham com novas tecnologias voltadas para a educação e treinamento. Para maiores informações clique aqui&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Sou uma profissional da área de arquitetura. Se eu fizer o curso poderei adquirir habilidades suficientes para montar meu próprio curso EaD na minha área?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, há uma boa procura de alunos interessados em aprender a elaborar cursos Ead a fim de empreender na área de educação de forma que utilizem essas ferramentas como meio de transmitir algum conhecimento específico às pessoas interessadas em determinado assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex: uma aluna arquiteta que fabricava um tijolo ecológico inscreveu-se no curso para aprender a montar um curso online para ensinar interessados sobre como montar esses tijolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos alunos que apresentam habilidades específicas e que vivenciam o que gostariam de ensinar interessam-se em aprender a elaborar curso à distância como forma de incrementar seus ganhos fincaneiros oferecendo seu "know-how" ou conhecimento aos demais interessados. Ex: professores de redação que montam cursos EAD e ofereçem cursos através da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. O mercado para o designer instrucional é amplo? Quais as possibilidades de arranjar trabalho nessa área?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Designer instrucional é quem garante que um apanhado de informações tenha uma intencionalidade educacional, relacionando diversas variáveis: público-alvo, objetivos do curso, atividades práticas, avaliação da aprendizagem, particularidades do conteúdo, etc. Portanto, ao procurar uma instituição que ofereça cursos à distância as pessoas perguntam quem é o Designer Instrucional. Um maior número de profissionais busca o e-learning para trabalhar nesse campo do conhecimento, ainda tão aberto a exploração de novas possibilidades e tecnologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma profissão que agrega o conhecimento metodológico de análise e implementação de cursos na modalidade à distância proporcionando à esse profissional a habilidade elaborar cursos próprios ou ofereceidos à potenciais clientes no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Esse curso é certificado? Qual é a validade dessa certificação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim os cursos oferecidos pelo IBDIN possuem certificação aprovada pelo Conselho de Educação de SC válido em todo território nacional. Clique aqui e veja a resolução do conselho de educação. Essa certificação é de cunho livre e possui validade para fins de qualificação ou atualização profissional. Não é um curso de pós-graduação ou especialização. Alunos que queiram conhecer o assunto ou atualizar-se no ramo da educação á distância são os que mais buscam esse tipo de formação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Em que posso atuar com essa certificação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aluno que se forma no IBDIN poderá atuar como desenhista instrucional qualificado. Como é um curso de qualificação ou atualização profissional nossos alunso poderão utilizar em seu trabalho atual as habilidades adquiridas nestes cursos oferecidos pelo IBDIN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este scertificados têm validade em fins curriculares e em provas de títulos como certificado de qualificação e aperfeiçoamento/extensão, respeitando carga horária de 60 a 120 h/a. Não é um certificado técnico ou de graduação, bem como de especialização e não dá direitos ao participante, em utilizar o mesmo de forma ilícita ou à revelia da Lei, de órgãos profissionais e autoridades competentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Quais as formas de pagamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IBDIN oferece opção de pagamento à vista ou parcelado em até 6 x sem juros no cartão de crédito. Também atendemos via pagamento por nota de empenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para inscrever-se no curso siga os seguintes passos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Escolha o curso da sua preferência e clique no botão "comprar",&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Leia e faça o aceite do contrato,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Preencha o formulário de inscrição com seus dados pessoais ou empresariais,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Escolha a forma de pagamento e pronto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A confirmação da inscrição é feita automaticamente pelo nosso sistema e os dados de acesso ao ambiente de cursos serão enviados mediante comrpovação do pagamento do curso via e-mail cadastrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem 2 formas de inscrições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incrições: pessoa física ou jurídica através dos pagamentos por boleto, depósito e cartão de crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições por nota de empenho: Cadastre os dados nos formulários baixe automaticamente os dados do IBDIN para cadastramento de nossa instituição junto à sua para que seja feito o pedido de Emissão da NE. A confirmação da inscrição e envio dos códigos de acesso ao curso será feito via e-mail(s) dos servidores cadastrado (s) na sequência do recebimento da Nota de Empenho. O faturamento e envio de Nota Fiscal e outros docs necessários serão feitos no término do curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dúvidas? Envie e-mail para sueli@ibdin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Qual o tempo de duração do curso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cursos oferecidos pelo IBDIN variam de 60 a 120 horas. Vide programação de cada curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Quem são os professores do curso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso conta com professores que estarão à disposição dos alunos durante todo o curso. Para conhecê-los clique no link ambiente de cursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Qual é a metodologia de ensino? Como isso funciona?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso é 100% online e acontece via plataforma Moodle e baseada na interação entre alunos e professor. O conteúdo é disponibilizado no formato de texto (Word e.pdf), fóruns de discussão, atividades com feedback e chats interativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Para inscrição de mais de uma pessoa da mesma empresa ou grupo obtemos desconto na inscrição? E Ex-alunos do IBDIN tem o desconto em outros cursos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim há 5% de desconto no pagamento à vista até 10 inscritos da mesma instituição. Para mais de 10 inscritos oferecemos descontos diferenciados. Ex-alunos contam com o desconto de 10% no valor do novo curso que optar em participar. Para tanto o pagamento deverá ser feito via depósito à vista. Entre em contato com sueli@ibdin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. Na indicação de outros amigos para fazer o mesmo curso obtenho algum desconto na minha inscrição?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, para tanto seu amigo já deverá estar inscrito no curso. Em seguida envie um e-mail para nosso contato para providenciarmos 5% de desconto na sua inscrição (somente para depósitos à vista). Não é cumulativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. Sou funcionária pública e gostaria de fazer a inscrição por meio de pagamento por empenho. Quais os dados institucionais para pedido de emissão da NE?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível efetuar a sua inscrição através de pagamento por nota de empenho: Clique no link "inscrições por nota de empenho" (ícone que aparecerá após você clicar "inscrições) ou Comunique os dados de nossa empresa à sua Instituição para a emissão da nota de empenho: IREI - Instituto de Reabilitação e Educação Integrada Limitada (Marca fantasia: IBDIN) - CNPJ 00.540.463/0001-46 - Rua Araranguá 242 Cep 89204-310 - Joinville/SC - Fax (47) 3422-8906. Dados para Faturamento: Banco Itaú Ag 1295 CC 26207-3 CNPJ 005404630001-46. Envie nota de empenho para o e-mail: sueli@ibdin.com.br e pelo fax (41) 3079-8508 juntamente com os dados pessoais dos candidatos (nome completo, endereço, e-mail e telefone contato) para efetivação da inscrição e envio do código de acesso ao curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Fiz todo o curso, mas não recebi o certificado. Qual foi o motivo do não recebimento deste?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Certificação estará disponível apenas aos alunos com 75% de frequência no curso. A certificação do curso será enviada em até 20 dias após o término do adimplimento pois o mesmo deverá receber o carimbo do Conselho de Educação para posterior envio ao aluno. O recibo do curso será enviado posteriormente juntamente com a certificação do curso via carta registrada para o endereço que o aluno informar no momento de inscrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. Porque a minha inscrição ainda não foi validada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inscrição só será validada após a confirmação de pagamento do valor referente ao curso. O aluno faz a inscrição pelo nosso site, efetua pagamento do curso e em até 3 dias antes do início do curso receberá dados de acesso ao ambiente virtual de aprendizagem do IBDIN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22. Qual o procedimento para cancelamento do curso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cancelamento do curso deverá ser feito via e-mail ao IBDIN. Cancelamento do curso não será passível de devolução do investimento e alunos com pagamento parcelado deverão cumprir obrigação mesmo que por motivo de desistência ou cancelamento conforme aceito pelo aluno no contrato de prestação de serviços oferecido no momento de compra do curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23. Porque meu acesso ao curso foi bloqueado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acesso do curso é bloqueado quando o aluno atrasar o pagamento das parcelas em aberto ou com vencimento subseqüente ao primeiro pagamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. Se eu desistir do curso serei reembolsada pelo valor pago pela inscrição?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subentende-se que o curso tem um número mínimo de inscrições e que o aluno que cancela o curso está tirando o direito de outro interessado à vaga. Além do pagamento do tutor que está disponível para este número de alunos. Para tanto o curso não é passível de reembolso em caso de desistência ou cancelamento por parte do aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25. Tenho direito a participar do curso com data posterior se paguei o curso com data atual e não pude cursá-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, o aluno poderá obter o crédito e participar do curso com data posterior desde que já tenha efetuado o pagamento integral e não tenha iniciado a participação neste curso anterior ou em andamento. Vide contrato de prestação de serviços clicando no link " inscrição" ao lado do curso em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26. O IBDIN é associado à ABED?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, somos associados à ABED - Associação Brasileira de Educação à Distância. Descontos informados pela ABED em cursos de seus parceiros são de exclusiva responsabilidade da ABED. o IBDIN reserva-se ao direito de aplicar descontos promocionais diretamente pelo site aos clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27. O IBDIN indica alunos às vagas de emprego na área de DI?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, sempre que haja necessidade de nossos parceiros estaremos indicando os melhores alunos para empregos e vagas na área de DI. Envie seu CV para contato@ibdin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28. O IBDIN mantém algum tipo de parcerias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, além da escola técnica que certifica nossos cursos o IBDIN mantém as parcerias com empresas de conteúdo e-learning na indicação de profissionais de DI para o mercado de trabalho e instituições que tenham interesse em demonstrar seus produtos ou serviços junto aos nossos alunos. Para maiores informações entre em contato com sueli@ibdin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29. Como posso falar com o IBDIN agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MSN: desenhoinstrucional@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E-MAIL: contato@ibdin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TELEFONES: Tel/Fax (41) 3079-8508&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-8716207384053467105?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/novo-faq-ibdin.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-1791789729557342274</guid><pubDate>Sun, 06 Feb 2011 14:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-06T12:08:25.870-02:00</atom:updated><title>Congresso de Redes Sociais Aplicadas à Educação</title><description>PARTICIPE E FIQUE POR DENTRO DE ASSUNTOS IMPORTANTES TAIS COMO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As Redes Sociais e o Impacto na Educação&lt;br /&gt;- Desafios da Educação nessa nova sociedade&lt;br /&gt;- Por que Redes Sociais na Educação?&lt;br /&gt;- Conectivismo: A Nova Teoria da Aprendizagem&lt;br /&gt;- Redes Sociais na Educação à Distância&lt;br /&gt;- Captação de alunos através das Redes Sociais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Valente, João Mattar, Martha Gabriel, Diego Leal, Luiz Fernando Guggenberger e Tiago Muriel, estarão entre os palestrantes do 1º People.Net in Education!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O People.Net in Education - Congresso de Redes Sociais Aplicadas à Educação, um dos maiores eventos sobre Rede Social e Educação no País e que tem como marca ser o primeiro congresso de Redes Sociais Aplicadas à Educação do ano, será realizado na cidade de São Paulo, no auditório da Universidade Anhembi Morumbi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das palestras principais, o People.Net tem alguns diferenciais importantíssimos para a Educação Corporativa e Acadêmica. Serão lançadas atividades como o desafio People.Net, a chamada de Artigos focados em Redes Sociais e Educação e a seleção e divulgação de Cases de Sucesso nessa área, além de atividades paralelas como mesa redonda com alguns dos principais especialistas em Educação e Rede Social do Brasil. Mas o congresso não se resume às apresentações. Será montado conjuntamente com empresas, universidades, pesquisadores e especialista na área a REVISTA ELETRONICA PEOPLE.NET que será a pioneira da disseminação das novas práticas de ensino e pesquisa através das redes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;People.Net in Education - Congresso de Redes Sociais Aplicadas à Educação&lt;br /&gt;25 de Março de 201, São Paulo - SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valor da inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R$ 450,00 - PROFESSIONAL FULL ACCESS - R$ 380,00 - ACADEMIC FULL ACCESS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba Mais Sobre o Congresso visitando o site&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.congressoredesocial.com.br/"&gt;http://www.congressoredesocial.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INSCREVA-SE AGORA MESMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maiores Informações: 011 - 2289-1713 / 011- 2684-0604&lt;br /&gt;Ou clique aqui para entrar em contato ou mande um Email&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:contato@congressoredesocial.com.br"&gt;contato@congressoredesocial.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOVO CURSO IBDIN: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;GERENCIAMENTO DE MÍDIAS SOCIAIS NA EDUCAÇÃO &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ibdin.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;http://www.ibdin.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-1791789729557342274?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/congresso-de-redes-sociais-aplicadas.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5023760830741979885.post-2085887390879829</guid><pubDate>Sun, 06 Feb 2011 13:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-06T12:05:31.852-02:00</atom:updated><title>Encontro de Tutores sem Tutores?</title><description>Transpondo as palavras do Prof João Mattar sobre o I Encontro Nacional de Tutores da Educação a Distância é promovido pela Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância - ANATED, em parceria com a Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP devemos divagar sobre a não inclusão dos profissionais - tutores - na mesa de palestrantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme João Mattar: " Aproveitando que sempre pega fogo por aqui a discussão sobre o tutor, e que este evento é co-realizado pela Unicamp (e esta lista é da Unicamp), gostaria de saber se alguém pode me explicar como um "encontro de tutores" pode ter como palestrantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fredric Litto (presidente da Abed)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denise Martins de Abreu-e-Lima (presidente do Fórum dos Coordenadores da UAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stavros Panagiotis Xanthopoylos (diretor da FGV Online)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligia Futterleib (diretor do grupo e-duca)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celso Costa (diretor de educação a distância da CAPES e responsável pela UAB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Holz (presidente da Associação Brasileira de Estudantes de EaD)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergio Amaral (Coordenador do Lantec - Unicamp Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;todos é claro profissionais de muito respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é um Encontro Nacional de Tutores de EaD? E cadê os tutores? Onde estão aqueles que atuam como professores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendi muito bem por que não foram convidados professores e tutores, por que a voz foi dada somente aos empregadores, coordenadores e políticos, num "encontro de tutores". Não seria importante haver no mínimo 50% de voz dos tutores, de voz daqueles que são críticos do modelo de tutoria perpetuado no Brasil? É um encontro para sacramentar que o tutor é uma marionete controlada de cima, que deve se separar cada vez mais da figura do professor? É possível continuar fingindo que a EaD é técnica e não ideológica? "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.anated.org.br/encontronacional"&gt;http://www.anated.org.br/encontronacional&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordamos com a classe. Uma profissão praticamente isenta de legislação e conselho defensivo da classe. Novamente iniciaram a construção pelo telhado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IBDIN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5023760830741979885-2085887390879829?l=ibdin.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ibdin.blogspot.com/2011/02/encontro-de-tutores-sem-tutores.html</link><author>noreply@blogger.com (IBDIN)</author><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>

