<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss version="2.0">
  <channel>
    <title />
    <link />
    <description />
    <image>
      <title />
      <width>350</width>
      <height>67</height>
      <link />
      <url>http://www.opovo.com.br/imagens/logo-portal.gif</url>
    </image>	
    
    <atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/ImagemEMovimento" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="imagememovimento" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">ImagemEMovimento</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item>
      
      
	     <category>TJA faz 102 anos com Festival Internacional de Artes Cênicas</category>
             <title>TJA faz 102 anos com Festival Internacional de Artes Cênicas</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/05/25/noticiasimagememovimento,2845644/tja-faz-102-anos-com-festival-internacional-de-artes-cenicas.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 25 Mai 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>O sensorial fabricado e clean de Paraísos Artificiais</category>
             <title>O sensorial fabricado e clean de Paraísos Artificiais</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/05/18/noticiasimagememovimento,2841285/o-sensorial-fabricado-e-clean-de-paraisos-artificiais.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 18 Mai 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Porque Silvero Pereira é bem mais que seu Translendário</category>
             <title>Porque Silvero Pereira é bem mais que seu Translendário</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/05/11/noticiasimagememovimento,2837046/porque-silvero-pereira-e-bem-mais-que-seu-translendario.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 11 Mai 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Tem Coca-Cola no vatapá</category>
             <title>Tem Coca-Cola no vatapá</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/05/04/noticiasimagememovimento,2832563/tem-coca-cola-no-vatapa.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 04 Mai 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Porque nunca é demais lembrar</category>
             <title>Porque nunca é demais lembrar</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/04/27/noticiasimagememovimento,2828486/porque-nunca-e-demais-lembrar.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 27 Abr 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Manoel de Oliveira e a memória da meninice</category>
             <title>Manoel de Oliveira e a memória da meninice</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/04/20/noticiasimagememovimento,2824157/manoel-de-oliveira-e-a-memoria-da-meninice.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 20 Abr 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>A difícil arte de atuar</category>
             <title>A difícil arte de atuar</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/04/13/noticiasimagememovimento,2819734/a-dificil-arte-de-atuar.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 13 Abr 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Psicologia fragmentada e angustiante</category>
             <title>Psicologia fragmentada e angustiante</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/04/06/noticiasimagememovimento,2815483/psicologia-fragmentada-e-angustiante.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 06 Abr 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Quantos Nordestes cabem na cena nacional</category>
             <title>Quantos Nordestes cabem na cena nacional</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/03/30/noticiasimagememovimento,2811403/quantos-nordestes-cabem-na-cena-nacional.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 30 Mar 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Por uma  vida comum</category>
             <title>Por uma  vida comum</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/03/23/noticiasimagememovimento,2806974/por-uma-vida-comum.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 23 Mar 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>O maior prazer de todos</category>
             <title>O maior prazer de todos</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/03/16/noticiasimagememovimento,2802414/o-maior-prazer-de-todos.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 16 Mar 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>A árvore dos melodramas</category>
             <title>A árvore dos melodramas</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/03/09/noticiasimagememovimento,2798061/a-arvore-dos-melodramas.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 09 Mar 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>O delicado extremo de qualquer mulher</category>
             <title>O delicado extremo de qualquer mulher</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/03/02/noticiasimagememovimento,2793919/o-delicado-extremo-de-qualquer-mulher.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 02 Mar 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Ação de um lobo solitário</category>
             <title>Ação de um lobo solitário</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/02/24/noticiasimagememovimento,2789594/acao-de-um-lobo-solitario.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 24 Fev 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>O mundo do cinema aos pés de Cannes</category>
             <title>O mundo do cinema aos pés de Cannes</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/02/10/noticiasimagememovimento,2781388/o-mundo-do-cinema-aos-pes-de-cannes.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 10 Fev 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Esse ano não vai ser igual aquele que passou</category>
             <title>Esse ano não vai ser igual aquele que passou</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/02/03/noticiasimagememovimento,2777813/esse-ano-nao-vai-ser-igual-aquele-que-passou.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 03 Fev 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Um festival para o debate</category>
             <title>Um festival para o debate</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/01/27/noticiasimagememovimento,2773962/um-festival-para-o-debate.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 27 Jan 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Ainda não foi dessa vez que o Brasil conheceu Dercy Gonçalves</category>
             <title>Ainda não foi dessa vez que o Brasil conheceu Dercy Gonçalves</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/01/20/noticiasimagememovimento,2770796/ainda-nao-foi-dessa-vez-que-o-brasil-conheceu-dercy-goncalves.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 20 Jan 2012 01:00:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Instante maior que a própria vida</category>
             <title>Instante maior que a própria vida</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/01/13/noticiasimagememovimento,2775646/instante-maior-que-a-propria-vida.shtml</link>
             
               <description><![CDATA[<br /><p>Everlyn é uma transexual que fez mestrado e vive entre a  prostituição e os cursos de sexualidade que ministra como professora.  Murari é líder da torcida organizada do Atlético Mineiro e devoto do  Hare Krishna. Lwei é escritor maldito, africano descendente de  portugueses, com tendências suicidas e sustentado pela mãe e pela  mulher. São três personagens anônimos tão singulares e exóticos que suas  vidas parecem ter sido inventadas. Deste componente extraordinário da  vida real, o cineasta mineiro Sérgio Borges, 36, tirou o material para  realizar O Céu Sobre os Ombros, seu primeiro longa-metragem dentro da  produtora Teia.</p><br /><p>Dizer que é uma mistura de documentário e  ficção parece ser pouca coisa para definir o filme, que foi trabalhado a  partir do contato diário com os personagens no set. Em alguns momentos,  a equipe apenas acompanhava ações espontâneas. Em outros, Borges propôs  encenações de situações anteriormente vividas, como é o caso da cena em  que Everlyn faz sexo no carro com um de seus clientes. O Céu Sobre os  Ombros participou de vários festivais, ganhou prêmios importantes, como o  de melhor filme no 43&ordm; Festival de Cinema de Brasília, estreou em  novembro em algumas capitais do Brasil, mas permanece inédito em  Fortaleza. Em parceria com a Vitrine Filmes, a intenção da produtora  Teia é expandir a distribuição do longa em 1400 cineclubes, com versão  expandida em DVD. Em entrevista a O POVO, Sérgio Borges fala sobre o  processo.</p><br /><p><span style="font-weight: bold">O POVO</span> &ndash; No filme, o cotidiano de personagens da vida real é reconduzido como ficção. Como foi pensado o projeto?</p><span style="font-weight: bold">Sérgio Borges</span>  - Desde o início, era aproveitar a zona de fusão entre o que é  realidade e o que é inventado na vida dos seres humanos e também nos  procedimentos de linguagem de cinema. O filme tem inspiração no livro As  Cidades Invisíveis, de Ítalo Calvino, que trata da subjetividade  daquilo que chamamos de real. Posso falar sobre um ponto de vista:  aquilo que nós desejamos, sonhamos, queremos construir de imagem para o  outro é uma invenção nossa, uma ficção no nível do pensamento que depois  materializamos na realidade. A vida toda funciona assim. Criação e  realidade estão num mesmo sistema. No cinema, também sempre foi assim.  Desde o filme da fábrica dos irmãos Lumière, que é uma cena &ldquo;do real&rdquo;,  existe o pedido para tal pessoa passar em determinado lugar, outra usar  chapéu, outra sorrir... Fazer cinema é intervir na realidade,  recortá-la, torná-la subjetiva. O Céu sobre os Ombros usa como  matéria-prima o cotidiano e as histórias de vida de três pessoas, mas  usa os artifícios próprios da linguagem do cinema para fazer disso uma  narrativa em que o que é simplesmente captado da observação da vida e  aquilo que é construído se misturam. Mas filmar o cotidiano de alguém já  é recriar esse cotidiano, pois a consciência de que se está vivendo  algo para depois se tornar um filme, já modifica e interfere na  realidade. O filme tem um trabalho de auto mise-en-scène, mas também um  trabalho que usa a composição do quadro, o extracampo, a montagem  elíptica e outros procedimentos de linguagem para tender a uma forma  mais próxima dos filmes de ficção.<br /><br /><p><span style="font-weight: bold">OP</span> - Entre tantos personagens, como foi o processo de escolha?</p><span style="font-weight: bold">Borges</span>  - Procurava por pessoas que encenassem e criassem personagens de si  mesmas na vida real, de maneira mais explícita, pois todos nós criamos  personagens para estar no mundo. Vivemos já condicionados a certos  padrões corporais e comportamentais de acordo com as diversas situações  que vivemos. Preocupamos muito com a imagem que queremos ter para os  outros, a fazermos nossa &ldquo;cena&rdquo; no mundo e acordo com esses propósitos.  Além disso, buscava pessoas que tivessem eus múltiplos, histórias que  tivessem paradoxos, antagonismos, e por isso mesmo, pudessem parecer  inventadas. E claro, pessoas que estivessem interessadas em participar  desse &ldquo;jogo&rdquo; de cinema comigo. Tive a ajuda de uma atriz e produtora,  Izadora Fernandes, e acabei tendo acesso a cerca de 120 possíveis  personagens. Entrevistei longamente cerca de 30. Além desses  pré-requisitos que citei, há também algo imponderável e subjetivo que me  fez escolher e criar encantamento por essas três histórias. Talvez me  reconheça nelas de alguma forma.<br /><p>&nbsp;</p><p><span style="font-weight: bold">OP</span> &ndash; Como foi a convivência com eles no set para descobrir ali uma possibilidade de encenação?</p><span style="font-weight: bold">Borges</span>  - Pensando no sentido de encontrar uma rota para a filmagem, o trabalho  de roteiro do filme foi uma pesquisa para saber onde esses personagens  habitavam, com quem se relacionavam, por onde circulavam, que aspectos  das suas vidas poderiam ter elementos dramáticos para compor uma  narrativa, quais eram suas situações-limite e como poderíamos  transformar essas informações em cenas. O roteiro teve mais de cinco  tratamentos, mas não foi levado para o set. Sabíamos as situações que  queríamos filmar, mas não tínhamos marcação de texto, de movimentação de  cena, de decupagem. E nem a certeza de que elas funcionariam. Tinha  grande margem para o acaso, a criação no presente, o improviso.  Queríamos o acontecimento fresco, seja através de procedimento  observacional em que simplesmente acompanhássemos o cotidiano dos  personagens, ou pedindo que eles vivessem novamente algumas situações  que tinham vivido no passado, seja provocando situações que fugiam do  conhecimento dos personagens durante uma vivência filmada e pedindo  encenações mais deliberadas. Nesse sentido, o filme mistura técnicas  mais próprias do que chamamos de documentário, mas também da ficção.<br /><p>&nbsp;</p><p><span style="font-weight: bold">OP</span> - Qual fio condutor norteou a montagem?</p><span style="font-weight: bold">Borges</span>  - Partimos de personagens que são meio marginais, que tem uma imagem  que podemos julgar a princípio exóticas, mas complexificando o olhar do  espectador sobre essas existências e as tornando comuns, como a de  qualquer um. Queríamos aproximar pessoas aparentemente diferentes entre  si das pessoas em geral a partir daquilo que todos os humanos têm em  comum: sonhos, desejos, medos parecidos. Usamos a vontade de ser amado e  reconhecido à vontade de vencer dificuldades como ponto de comunhão  entre eles. Isso dentro de um contexto de grande centro urbano, onde a  própria cidade e o modus operandi da sociedade também aproximam esses  anônimos que vivem dentro do mesmo contexto. Usamos também a proximidade  dos corpos e o silêncio como elementos de comunhão e de nos  reconhecermos nesses personagens.<br /><p>&nbsp;</p><p><span style="font-weight: bold">OP</span>  &ndash; Apesar da extrema exposição dos personagens, o filme jamais é  desrespeitoso com eles. Qual era o limite do que poderia ser mostrado? <br />        </p><span style="font-weight: bold">Borges</span>  - Esse limite não foi estabelecido previamente nem de maneira verbal.  Eles tinham toda a liberdade para não aceitar alguma situação proposta.  Quando filmamos pessoas que existem no mundo, temos necessariamente que  lidar com a soberania da vontade delas. A escolha dessas pessoas também  foi realizada pela coragem delas em se expor e na confiança silenciosa e  amorosa que criamos em torno da vontade em comum de fazer o filme. Mas é  curioso perceber que existem certas situações que parecem muito íntimas  ou de grande exposição para a maioria das pessoas, mas que para eles  era algo comum e cotidiano. Meu parâmetro principal em saber o limite  até onde chegar, e me interessava forçar certos limites, era fazer isso  sem julgar os personagens. Talvez o espectador julgue esses personagens,  mas o filme leva-os a repensarem e relativizarem qualquer julgamento  que é feito inicialmente sobre eles, exatamente por mostrarem sua  complexidade e suas humanidades. <br /><br /><p><span style="font-weight: bold">OP</span>  - Outro filme da Teia, Girimunho, também se aproxima do procedimento de  O Céu sobre os Ombros, de ser uma ficção que flerta com o documentário.  Como este processo motiva a forma que vocês pensam e fazem cinema? </p><span style="font-weight: bold">Borges</span>  - A Teia completa dez anos no fim deste ano e me arrisco a dizer que  nosso trabalho tem origem no documentário, no encontro com o real. Mas  seja através de uma influência da videoarte mineira talvez num primeiro  momento ou de nosso encantamento com o cinema moderno e contemporâneo de  ficção, sempre intervimos nessa matéria-prima da realidade para compor  cinema. Mesmo nos filmes em que podem ser chamados de documentários,  eles são diferentes de um documentário clássico, pelos dispositivos  usados, pela preocupação e rigor pictórico ou por propostas de auto  mise-en-scène. Ao longo desses anos, absorvemos as experiências dos  outros integrantes do grupo, mas sempre mantendo espaços para as  individualidades. Transformamos continuamente nossos processos, mas eles  reverberam nas obras dos outros. É um processo mutante e livre. Acho  que trazemos em comum esse gosto pela potência do real, mas cada vez  mais nos arriscamos na invenção para moldar essa matéria-prima.<br /><p>&nbsp;</p><p style="font-weight: bold; font-style: italic">SERVIÇO</p><p>&nbsp;</p><p style="font-weight: bold">O Céu Sobre os Ombros &ndash; de Sérgio Borges (MG)<br />        </p><br /><p>Cenas extras do filme: confira no canal &ldquo;oceusobreosombros&rdquo; no YouTube</p><p><span style="font-weight: bold">Site oficial:</span> <a href="http://publica.2011.opovo.com.br/app/noticia/#h2href:%7B">http://site.oceusobreosombros.com</a></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
             
	     <pubDate>Sex, 13 Jan 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>O bom exemplo mora ao lado</category>
             <title>O bom exemplo mora ao lado</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2012/01/06/noticiasimagememovimento,2369059/o-bom-exemplo-mora-ao-lado.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 06 Jan 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>O melhor do cinema em 2011</category>
             <title>O melhor do cinema em 2011</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2011/12/30/noticiasimagememovimento,2365547/o-melhor-do-cinema-em-2011.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 30 Dez 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>A verdade de Graça Martins</category>
             <title>A verdade de Graça Martins</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2011/12/23/noticiasimagememovimento,2362203/a-verdade-de-graca-martins.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 23 Dez 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Melodrama reinventado</category>
             <title>Melodrama reinventado</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2011/12/16/noticiasimagememovimento,2358605/melodrama-reinventado.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 16 Dez 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>A poesia de uma vida torta</category>
             <title>A poesia de uma vida torta</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2011/12/09/noticiasimagememovimento,2352262/a-poesia-de-uma-vida-torta.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 09 Dez 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
    <item>
      
      
	     <category>Não ser mais o que se espera</category>
             <title>Não ser mais o que se espera</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/imagememovimento/2011/12/02/noticiasimagememovimento,2347320/nao-ser-mais-o-que-se-espera.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sex, 02 Dez 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    </item>
 </channel>
</rss>

