<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-29581559</atom:id><lastBuildDate>Tue, 10 Sep 2024 01:41:29 +0000</lastBuildDate><category>criação</category><category>inovação</category><category>trends</category><category>design</category><category>processo de trabalho</category><category>video</category><category>web2.0</category><category>direito autoral</category><category>legislação</category><category>auto-referencia</category><category>fotografia</category><category>hipertexto</category><category>logotipos</category><title>Imaginatório</title><description>Espaço aberto para o exercício da criatividade.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>25</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-1957188318025893850</guid><pubDate>Wed, 28 Nov 2007 19:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-28T17:33:32.070-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direito autoral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">legislação</category><title>DRM está morrendo</title><description>São muitas as razões, mas os &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Digital Rights Management&lt;/span&gt; já eram. Vão agonizar e estrebuchar por anos até, mas chegamos na fronteira. Temos que nos valer de um marco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silenciosamente, muito conteúdo foi sendo produzido, publicado e facilitado pela internet. A Wikipedia botou uma pedra em cima dos formatos antigos de enciclopédia. Uma revolução na produção de conteúdo. Artistas passam a publicar seus trabalhos e divulgá-los em blogs e ganhar notoriedade no Youtube. Tudo é posto nele, o controle é muito difícil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compartilhamento de músicas, vídeos e softwares em programas peer-to-peer, tudo facilitado pela crescente banda larga e comunidade de interessados em tecnologia e uma ideologia libertária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano importantes passos para o fim dos bloqueios de uso entraram em cena. A EMI liberou o DRM de suas músicas, Steve Jobs fez um apelo às empresas manifestando repúdio ao conceito e pedindo abertura. Contraditoriamente, o iPhone foi um marco inclusive nesse sentido. Acordou a comunidade de interessados para o fato que é estupidez você possuir um aparelho e não poder usá-lo em todo seu potencial. Dê uma Ferrari a alguém e depois proíba-a de abastecer. O caminho natural desse mercado é a abertura, uma parte já foi conquistada: aplicativos de empresas externas à parceria Apple / AT&amp;T foram liberados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O avanço nos Open Sources: o Ubuntu, o Android, OpenOffice, etc inauguram um novo patamar em suas áreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, caso após caso vemos situações ridículas sendo exigidas, casos óbvios de alguém que vê seu reino desmoronando e quer desesperadamente manter a pose e manter o poder. É a Rainha Louca de Alice, mandando decapitar qualquer um por qualquer motivo. Eles estão desesperados e não é sem motivo: já perderam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta nós sabermos o que fazer com os espólios. E é bom termos uma boa fórmula na manga.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/drm-est-morrendo.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-4468210071917455903</guid><pubDate>Wed, 28 Nov 2007 13:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-28T12:03:02.007-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">web2.0</category><title>A publicidade 2.0 chegou pra valer?</title><description>&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;O texto abaixo não é meu, mas achei tão relevante que publico na íntegra (se alguém souber a fonte me mande que acrescento):&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Estréia oficialmente no próximo dia 1º de janeiro uma das propostas mais simples e, ao mesmo tempo, mais revolucionárias do mercado publicitário dos últimos tempos – ao menos no campo das intenções e do modelo de negócio. Trata-se do site BootB.com, que vai funcionar como uma central de briefings e de idéias. Mais conectado com a idéia de sociedade de informação e do &quot;do it yourself&quot;, impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém pensou em &quot;Criação Colaborativa&quot; ou &quot;Publicidade 2.0&quot;? Ou talvez na ineficácia das agências tradicionais em acompanharem as idéias do mundo para oferecê-las aos seus clientes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funciona assim: de um lado, as marcas expõem / postam suas demandas e orçamentos. Do outro, pessoas inspiradas, um simples cidadão comum, profissionais atuantes no mercado e até mesmo agências de publicidade enviam suas propostas criativas. Desse caldeirão, na proposta original, surgirá uma base de soluções em criação publicitária e de marketing em escala mundial, disponível em 12 idiomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto começou a ser divulgado apenas hoje, em nível internacional, em 17 países diferentes. O timer do site já conta os dias (33, a partir de hoje) para o começo oficial das operações do projeto. BootB é uma sigla para “Brands Out Of The Box”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nomes por trás do negócio são os de Pier Ludovico Bancale, italiano com passagens pela J&amp;J, Hill´s (Colgate-Palmolive) e L’Oreal, e Martin Lindström, conhecido nome do branding com clientes como incluem a Mars, Pepsi, American Express, Mercedes-Benz, Reuters, McDonald&#39;s, Kellogg&#39;s, Yellow Pages e Microsoft.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a esta rede de relacionamentos, o BootB.com já nasce com empresas e organizações multinacionais postando briefings criativos desde o princípio, como Disney, Ferrero, Lego, Peugeot e Unicef.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abordagem não deixa agências de propaganda de fora, mas deixa bem clara a idéia de suscitar o debate em torno do seu papel nos dias de hoje. Algumas das declarações do press release:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Qualquer Um Pode Faturar Alto Em Publicidade”;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Crianças e donas de casa em Marrakesh são tão qualificadas quanto executivos de publicidade na Madison Avenue”;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “As agências publicitárias são bem-vindas também - se elas não tiverem medo da concorrência que está lá fora...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Agora Somos Todos Criativos”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- ”Por anos na indústria de publicidade fiquei frustrado pela falta de criatividade mostrada pelas agências típicas. E conversei com donos de marca por todo o mundo e não estou sozinho em minhas frustrações” (declaração de Pier Bancale)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenho de negócio do BootB.com retorna 90% do orçamento disponibilizado pelo cliente para aquele que tiver a melhor idéia &quot;contratada&quot;. O site tem encriptação SSL para assegurar a integridade das propostas criativas enviadas. E o processo de registro fixa um contrato legal entre os criadores e BootB, dizendo que todas as idéias permanecem como propriedade dos criadores até que um cliente resolva comprá-la. É ver para crer.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Links: &lt;a href=&quot;http://www.bootb.com/pt&quot; target=blank&gt;http://www.bootb.com/pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas pessoais: eu vinha falando da necessidade de novas soluções. Taí. Adorei. Agora vamos ver agências bem preocupadas em correr atrás do prejuízo. Os clientes só tem a ganhar com isso. Agências só a perder, o modelo de trabalho delas é velho. Insistem num modelo antigo para faturar com BV dos veículos. Agora é que eu quero ver.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/publicidade-20-chegou-pra-valer.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-5513614739921821729</guid><pubDate>Tue, 20 Nov 2007 03:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-20T02:16:39.521-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criação</category><title>A publicidade de ontem</title><description>Muitas agências vivem no passado, mascarando isso com um discurso novo chupado de alguma matéria do Blue Bus. Sob a perspectiva de oferecer ao cliente resultados, vale tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vale começar a propor pra eles ações no Second Life, quando &lt;a href=&quot;http://www.wired.com/techbiz/media/magazine/15-08/ff_sheep/&quot; target=blank&gt;quem está ligado sabe&lt;/a&gt; que o Second Life vai cair logo, logo. E agências assim estão aderindo ao SL só agora! Se pudesse apostaria as minhas fichas aonde os jovens estão (que é nos MMORPG, como WoW), não numa proposta capenga, usada por gente mais velha ou pervertidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale romancear o que sempre se fez e nunca mudaram a fórmula, chamando todas as ações nas ruas ou de internet de &quot;viral&quot;, &quot;guerrilha&quot; e boca-a-boca. Cá entre nós, desde quando distribuir revistas num shopping é guerrilha? Se isso tem nome é &quot;distribuição&quot;, &quot;amostra grátis&quot; ou &quot;ação de sampling&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E adgames só são propostos durante concorrência pela conta, depois esquecidos, sai caro e não tem equipe pra isso. O supra-sumo da publicidade web nessas agências é o hotsite, o expanding banner, full banner e o indefectível pop-up divulgados em algum portal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é uma boa fonte de renda ainda hoje. Tem cliente que realmente espera apenas isso de uma agência. Mas quem quiser um trabalho inovador de fato vai notar, e vai colocar sua conta em agências que sabem realmente explicar e praticar uma publicidade pensando de verdade o que é melhor para seus clientes.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/publicidade-de-ontem.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-8409604704051996221</guid><pubDate>Mon, 19 Nov 2007 14:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-19T12:19:10.362-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">legislação</category><title>Kassab e a Cidade Limpa</title><description>Teve gente contra e a favor. Estou com os últimos. Apóio a Lei Cidade Limpa, pelos motivos óbvios, realmente funcionou, a cidade está mais habitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente estive em Itu e de passagem pelo centro da cidade fui impactado pela parafernália que são as placas e luminosos. Estava ficando desacostumado com elas e estar ali incomodou, foi um certo choque. Precisei ver os luminosos para notar como é melhor não tê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, acho que o homem está exagerando. Minha namorada veio me contar que ele mandou tirar os canteiros floridos dos altos dos postes na Paulista, sob alegação de que são iniciativa privada e ilegais. Aí não dá, né? Não conheço uma alma que tenha se incomodado com aquilo ali. Não vejo de que forma essas plantas ofenderiam a lei Cidade Limpa, não sujam a paisagem afinal de contas, muito pelo contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei veio para o bem, mas acho que estamos caminhando para um desfecho ruim nessa história. A princípio sou a favor sim, os empregos que se perderam dão lugar a outras iniciativas. A verba que ia para a Central do Outdoor agora vai para dentro dos shoppings, por exemplo. Vai para outras iniciativas, como tem se visto tantas. A necessidade é a mãe da invenção e chacoalhar algum lado da vida trás coisas boas e inesperadas. Tem se feito BusTV, anúncio nos bancos do metrô e trem, nas estações de trem mais televisão... Tudo isso foi viabilizado por desespero de causa. Acho bom. Contando que não haja exageros. Não adianta ter ruas limpas e entupir shoppings e trens até estarem intransitáveis. Ou se não vamos acabar, como sugeriu o Veríssimo, fazendo anúncio até nas páginas em branco das atas do governo federal. Não é todo espaço branco que é para anunciar não, faz favor. Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: agradecimentos à &lt;a href=&quot;http://maisoumelhor.blogspot.com/&quot; target=blank&gt;Mari&lt;/a&gt;, por trazer o assunto a tona e de quem partilho muitas opiniões expressas acima.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/kassab-e-cidade-limpa.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-8030535876923745474</guid><pubDate>Sun, 18 Nov 2007 02:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-18T00:48:20.914-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criação</category><title>Oportunismo</title><description>Alguém aí ouviu falar da história do cara que viu &quot;a garota dos seus sonhos&quot; no metrô de  nova iorque e decidiu encontrá-la a qualquer custo? Montou um site: &lt;a href=&quot;http://www.nygirlofmydreams.com/&quot; target=blank&gt;&quot;você viu essa garota?&quot;&lt;/a&gt; com uma ilustração dela e dele, bem como dados de quando foi que a viu. Parece coisa de filme americano, mas foi real. E os jornais adoraram a história e acompanharam com afinco. &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u345029.shtml&quot; target=blank&gt;O resultado&lt;/a&gt; foi que ele a encontrou por meio de um amigo dela que reconheceu sua descrição. Segundo o autor do site, ao contrário dos filmes, não irá divulgar o fim da história, isso cabe a cada um imaginar. Pediu privacidade, compreensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, é uma história bonita, que comove as pessoas. Tão bacana que não me espantei de saber que a revista Blackbook, em que a &quot;garota do metrô&quot; trabalha fez uma campanha de promoção baseada na história. Não iria me espantar se surgisse alguma marca fazendo algo similar também (ex: encontrei o carro dos meus sonhos na concessionária, ou algo do gênero). E é disso que queria falar. A publicidade, na maioria dos casos se apropria de coisas que já existem, moldando-as à sua necessidade. Não inventa a roda, apenas põe um pneu nela e chama de última moda. São muitos os casos. Essa história é um ótimo gancho. As chances de uma marca conseguir um viral com bom sucesso acompanhando esse caso é grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acima de tudo o publicitário faz o que faz para vender o produto do cliente. Para estar à frente da concorrência. E quem trabalha na área tem por obrigação acompanhar casos assim e repensá-los, mesmo que como exercício, para seus clientes. Isso que é se diferenciar, entregar um trabalho criativo e que funciona. No final das contas, tudo já está aí, resta saber usar.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/oportunismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-8945669563421691994</guid><pubDate>Sun, 18 Nov 2007 02:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-18T00:36:26.330-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trends</category><title>Tudo em um, bom em nada?</title><description>Há duas hipóteses do que tende a acontecer no mundo dos eletrônicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tende a haver apenas um aparelho que é capaz de fazer de tudo. Foi o que aconteceu a princípio. Os computadores passaram a agregar tudo que é tipo de função. Hoje servem de máquinas de escrever, calculadoras, video-games, centro de notícias, televisão, rádio, aparelho de som, tocador de vídeo, aparelho de telefone e muito muito mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os celulares foi a mesma coisa. De aparelhos de telefone portátil, passaram a verdadeiros computadores de bolso. Hoje muitos mandam mensagem de texto, conectam à internet em alta velocidade, editam arquivos de texto, tocam vídeo e música, possuem embutido gps para traçar rotas, tem calculadoras, calendários, cameras fotográficas e muito muito mais. A próxima onda é aperfeiçoar a &lt;a href=&quot;http://www.oqo.com/intl/products/index.html&quot; target=blank&gt;níveis incríveis a portabilidade&lt;/a&gt;. Veremos por aí aparelhos incrivelmente pequenos e lotados de funções. As pessoas querem um aparelho coringa, que faça de tudo, sempre com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é aqui que temos uma ruptura, a segunda tendência. Muita gente quer um serviço de primeira qualidade e estão dispostas a pagar por isso. Nesse caso um aparelho que faça de tudo nunca vai ser excepcional em uma coisa específica. É aquele cara que sabe superficialmente de tudo mas não profundamente de nada. Meu palpite é que as duas coisas ocorrerão simultâneas. Você terá seu aparelho de bolso faz-tudo, mas se quiser jogar jogos será em um Playstation 3 e não em um celular. Se quiser fotos profissionais, usará uma &lt;a href=&quot;http://www.dpreview.com/reviews/canoneos400d/&quot; target=blank&gt;Canon Rebel XTi&lt;/a&gt; e não um celular. É um aparelho a mais, mais um trambolho para carregar, mas a qualidade vale.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/tudo-em-um-bom-em-nada.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-2740491770042875248</guid><pubDate>Sat, 17 Nov 2007 03:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-17T01:50:15.928-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processo de trabalho</category><title>Editando uma revista - parte I</title><description>Depois que já discutimos sobre &lt;a href=&quot;http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/criando-um-novo-arquivo-no-indesign-cs3.html&quot;&gt;como criar um arquivo novo no Indesign CS3&lt;/a&gt;, vou dar algumas outras dicas de boa diagramação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tão falado termo &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;gestalt&lt;/span&gt; significa de forma simples que deve-se procurar o arranjo visual mais natural aos olhos. Use e abuse de formas grandes contrabalançadas com formas  pequenas, estabeleça critérios de alinhamento, entre outros. Saiba justificar o que você faz e de preferência com bons motivos e não terá problemas.. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aplicando um pouco de gestalt a uma página criada no Indesign.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns elementos são cruciais na criação de revistas. É necessário definir quantas colunas  cada página terá, qual o tamanho da fonte nos títulos, nos subtítulos, no texto das matérias,  legendas; o que puder ser padronizado será útil posteriormente. Agiliza o trabalho e garante  a unidade visual como um todo. A maioria das revistas não precisa inovar o design de cada  página. Os anúncios fazem a vez para garantir variedade visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra começar, precisamos de um pouco de matemática. Para não alongar o post, não vou discutir aproveitamento de papel agora, deixo isso pra outra ocasião. O ponto de partida  será o de 21x28. Uma revista leve e bonita (em geral será a sua opção, para a maioria das  empresas...) se vale de grandes espaços brancos e texto arejado. Se você pressente que o  seu caso será outro, adaptações são necessárias, por causa da densidade de conteúdo, mas  procure privilegiar um bom espaço entre matérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21x28. Vamos trabalhar com um generoso espaço para as margens. 1,5cm. Isso por si só  garante alguma fuga para olhos cansados. É também uma margem mais que segura para  prevenir qualquer erro no corte das páginas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmtpvGoR68GQzcANlqNR2kZkk1BCRHisOC8nNHwdljXESChLqfM4o8F28Ezw3IMOvpyS-7uMvivpZG9RypxavVJIsgWHWTtMox6Xk0K3CUSeUYQVgQKoxm5cUTjs_qvT4WvNPa/s1600-h/nova_revista.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmtpvGoR68GQzcANlqNR2kZkk1BCRHisOC8nNHwdljXESChLqfM4o8F28Ezw3IMOvpyS-7uMvivpZG9RypxavVJIsgWHWTtMox6Xk0K3CUSeUYQVgQKoxm5cUTjs_qvT4WvNPa/s400/nova_revista.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5133647970602425042&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repare que isso nos deixa com 18x25cm de  espaço para conteúdo. Use sempre um valor fixo de entrelinha (baseline grid), qualquer revista que se preze tem um grid muito bem pensado. Eu costumo fugir da metragem em pontos nesse caso e procuro algo mais palpável, em milímetros. 5mm um valor que uso muito, equivale a 14,2pt, por exemplo. É um espaço bem generoso para usar de grid. Uma letra de 10 ou 11 pontos, dependendo da lagibilidade, fica arejada com 14,2pt de entrelinha. Muito bom na maioria dos casos. E lhe permite (aqui vem a maior matemática) saber que você tem 36 divisões na largura e 50 linhas para texto (configure sua baseline para começar a exibir linhas a partir de 1,5cm, nossa margem ao topo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHBgHVzXZ_6IdfeTMgk-GTQj0hyn6JF2syv_cue6_H3wqWmqrf3ce8AL-_tYA-4pgCw1EuhuMys2aqjaMgtENvQOPSh5h15h2oOsOtAsNrLKFyuu8KUiYkuO1TmNo68rM-dvK9/s1600-h/preferencias.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHBgHVzXZ_6IdfeTMgk-GTQj0hyn6JF2syv_cue6_H3wqWmqrf3ce8AL-_tYA-4pgCw1EuhuMys2aqjaMgtENvQOPSh5h15h2oOsOtAsNrLKFyuu8KUiYkuO1TmNo68rM-dvK9/s400/preferencias.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5133648365739416290&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=2&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Baseline grid&lt;/span&gt; é definido na janela de &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;preferences&lt;/span&gt;. No mac fica na aba com o nome do programa, em pcs, na aba &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;edit&lt;/span&gt;.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora podemos decidir quantas colunas queremos. Isso é parte matemática parte intuição. Cada caso pede uma análise. O que sabemos é que qualquer que seja a decisão, deve caber  no grid que criamos: um número multiplo de 5mm para cada coluna e um espaço de 5mm  entre cada coluna. Deixei pra fazer esta parte depois de criado o arquivo, por que você pode  ir na página mestra e testar diversas opções que valerão para o arquivo todo, sem quebrar  muito a cabeça antes de começar e podendo ver o resultado direto no arquivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6q1Zh_5tJo0BpB-rCxBqWfWvjNoAKPniWvcEDj9Lez7HUzcdibLg_ld_6ebExQMjSQl9nXE3gW2beYg7rP9qsFJawKN-3t3k6A9MPblyp81UQPUoP2Y_T0EJxtu9Pp90Kb0Us/s1600-h/box_colunas.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6q1Zh_5tJo0BpB-rCxBqWfWvjNoAKPniWvcEDj9Lez7HUzcdibLg_ld_6ebExQMjSQl9nXE3gW2beYg7rP9qsFJawKN-3t3k6A9MPblyp81UQPUoP2Y_T0EJxtu9Pp90Kb0Us/s400/box_colunas.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5133649087293922034&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=2&gt;Para definir suas colunas vá em &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Layout&lt;/span&gt; e &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Margins and columns&lt;/span&gt;.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixe um espaço muito curto para a coluna de texto, fica muito chato ler linhas muito  curtas (o ideal é 10-12 palavras por linha). Abaixo fiz três testes: o primeiro com três  colunas. O segundo com 4 colunas (começou a ficar uma linha muito curta) e o terceiro  teste foi com cinco colunas, usando duas para texto e uma para respiro e algum apoio visual  que ultrapasse as margens (é legal romper grids com fotos recortadas, para dar dinamismo  ao material, preveja isso também). Daria para tentar até mais, por exemplo sete, sendo uma  de respiro e as outras seis com uma caixa de texto que ocupa duas colunas de cada vez.  Cada caso é um caso. Encontre o que mais lhe agrada. Tente inclusive colunagem múltipla para cada seção da revista, por que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhD-eSdvHoF-CSZudi_2bE4IigOSaT1rVUolCnkE8_YTrRcGokKnhy29oT3C08YeAZVcs3wpfG7cQN0BFqBzUGb-gs3AiBN-8_HjOJF2a_o-lrwcL1DMvwbJE03_6CXxss2sn1d/s1600-h/grids.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhD-eSdvHoF-CSZudi_2bE4IigOSaT1rVUolCnkE8_YTrRcGokKnhy29oT3C08YeAZVcs3wpfG7cQN0BFqBzUGb-gs3AiBN-8_HjOJF2a_o-lrwcL1DMvwbJE03_6CXxss2sn1d/s400/grids.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5133650161035746050&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respeitando essas regras, um boa gestalt será conseguida pelo alinhamento cuidadoso e  respeito a esse grid invisível que desenvolvemos. Repare que com isso a chance do layout sair melhor é maior, pois está ancorado a decisões muito claras e sólidas.&lt;br /&gt;Assim que possível continuo com mais dicas, quando vamos falar de estilos de texto.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/editando-uma-revista-parte-i.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmtpvGoR68GQzcANlqNR2kZkk1BCRHisOC8nNHwdljXESChLqfM4o8F28Ezw3IMOvpyS-7uMvivpZG9RypxavVJIsgWHWTtMox6Xk0K3CUSeUYQVgQKoxm5cUTjs_qvT4WvNPa/s72-c/nova_revista.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-6690786841157915109</guid><pubDate>Thu, 15 Nov 2007 05:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-15T03:49:09.659-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trends</category><title>O fim da publicidade como conhecemos</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPkQroxWG4G6JG4pxYSyIIRzmfy8OEZ5yAyxqi8Expg1cKbP7BfocwDE13osxs8-ifYkN3DY4TQg1Yqvsy8mlhNIC6dhjiAYaLGji7jOJ9EYWNgPHIg_uO9O8nCcMxIilL6feZ/s1600-h/pesquisa_ibm.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPkQroxWG4G6JG4pxYSyIIRzmfy8OEZ5yAyxqi8Expg1cKbP7BfocwDE13osxs8-ifYkN3DY4TQg1Yqvsy8mlhNIC6dhjiAYaLGji7jOJ9EYWNgPHIg_uO9O8nCcMxIilL6feZ/s400/pesquisa_ibm.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5132937278068988610&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não há mais primeira opção por TV no plano de comunicação das agências. Na criação de uma campanha, não há sequer uma primeira opção. O que será concretizado dependerá exclusivamente da estratégia. Acabou a era “bota 60% da verba na TV e boa”. A IBM lançou um estudo chamado “&lt;a href=&quot;http://www-03.ibm.com/industries/media/doc/content/resource/business/2898468111.html&quot; target=blank&gt;The End of Advertising as We Know It&lt;/a&gt;”. Nada muito revolucionário, acreditem. Nada que não tenhamos falado já &lt;a href=&quot;http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/10-tendncias-do-consumo-jovem-segundo.html&quot; target=blank&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/era-da-colaborao.html&quot; target=blank&gt;aqui&lt;/a&gt;. Pra um estudo assim, faltou ousadia. Mas... Me pôs pensando. Eles listam os 4 pontos abaixo como sinais de mudança. Eu inseri na lista os pontos 5 e 6 (eles mencionam.isso na pesquisa, mas não tão enfaticamente – e eu acho crucial). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;o consumidor está exercendo controle sobre o que vê&lt;/b&gt;. Ele escolhe conteúdo, pula um anúncio que não quiser ver, vota no que mais gostar e envia para o amigo o que adorar. Esse comportamento é reflexo também do fato que as pessoas hoje passam mais tempo em frente a um computador do que em frente de uma TV.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;A tendência é que continue &lt;b&gt;cada vez mais importantes os sites de Conteúdo Gerado pelos Usuários&lt;/b&gt; (UGC, em inglês). Inclusive, pesquisas mostram que esses sites são o destino principal dos usuários. Pessoas querem ler e saber o que outras pessoas que nem elas estão pensando.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Mudam as formas de medir, avaliar o Retorno Sobre Investimento&lt;/b&gt; (o temido ROI, em inglês), tudo indica que se mudará de impressão de página para algum formato baseado em impacto.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;A quarta linha de mudança é a &lt;b&gt;ascensão de conteúdo e plataformas de código aberto&lt;/b&gt;. Comunidades de usuários criam programas e os disponibilizam gratuitamente, tão bons senão melhor que os de empresas especializadas. Por terem custo zero, sua popularidade tende a crescer cada vez mais, até o ponto de substituir o software pago. Isso muda a visão que o consumidor tem dos produtos e a forma com que ele os consome. Existe o desejo por liberdade total e independência perante marcas. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Go mobile! Atualmente 1 bilhão de pessoas no mundo têm acesso a Internet. O número de pessoas que possuem aparelhos celulares, no entanto, é imensamente maior: 3 bi. A aposta de muitas empresas é no fato que &lt;b&gt;a Internet tende muito a evoluir para uma versão facilmente adaptável a dispositivos móveis&lt;/b&gt; (o &lt;a href=http://pt.wikipedia.org/wiki/Micro-blogging target=blank&gt;microblogging&lt;/a&gt; oferecido pelo &lt;a href=http://twitter.com/home target=blank&gt;twitter&lt;/a&gt; é um exemplo, feito pra um mundo em rápida transformação e pensado, inclusive, para a telefonia móvel). Daqui pra frente teremos um público enorme que nunca usou Internet na vida e só vai conhecê-la pela tela de um celular.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Mais e mais os anúncios tendem a &lt;b&gt;exigir a interação do usuário, para que ele monte sua própria história&lt;/b&gt;. Muitos anúncios são lançados como jogos, demonstram partes que dependem da escolha do consumidor, de sua interação. Um cruzamento entre um videogame e um menu de DVD. A tendência é se sofisticarem a ponto de se assemelharem mais e mais a videogames. A TV interativa capacitará isso. A Internet já permite. Por enquanto poucos sabem disso e uma parcela menor ainda usa direito. De que serve a TV ser interativa e o escambau se não tiver o que passar de bacana nela? Já está mais do que na hora de pensar conteúdo interativo.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que só tende a crescer é o consumidor escolher o que lhe interessa mais. Estamos chegando ao final da era dos anúncios intrusivos. Nos Estados Unidos, a &lt;a href=http://www.tivo.com/ target=blank&gt;TiVO&lt;/a&gt;, empresa de televisão interativa lançou um cadastro de clientes, em que o usuário da TV insere seus dados, do que gosta e o que prefere ver. A idéia é que recebam, assim, só anúncio que interessem a eles. Para quem se interessa por Notebooks, ver anúncios com informações sobre novos notes não é intrusão, mas algo diretamente interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E alguns brasileiros bem antenados lançaram um serviço que entrega anúncios relevantes ao usuário: o &lt;a href=http://boo-box.com/site/br/ target=blank&gt;Boo-Box&lt;/a&gt;. É um serviço direcionado aos produtores de conteúdo. Você indica produtos a seus amigos e manda um link de “como obter mais informações”. Eles acessam a sua pagina, seu perfil no Boo-box, com suas dicas de produtos e onde comprá-los. Caso a venda seja feita, você ganha uma comissão. Quem determina a relevância do anúncio no caso é o próprio criador do conteúdo, por interesse próprio. Não tem como ser mais relevante que isso. Nem os algoritmos do Adsense. E a melhor venda é por boca-a-boca, indicação de amigo.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/o-fim-da-publicidade-como-conhecemos.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPkQroxWG4G6JG4pxYSyIIRzmfy8OEZ5yAyxqi8Expg1cKbP7BfocwDE13osxs8-ifYkN3DY4TQg1Yqvsy8mlhNIC6dhjiAYaLGji7jOJ9EYWNgPHIg_uO9O8nCcMxIilL6feZ/s72-c/pesquisa_ibm.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-7885465876510184312</guid><pubDate>Wed, 14 Nov 2007 20:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-14T18:13:55.293-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">direito autoral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">video</category><title>A criatividade e as leis de direito autoral</title><description>&lt;!--cut and paste--&gt;&lt;object classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0&quot; width=&quot;432&quot; height=&quot;285&quot; id=&quot;VE_Player&quot; align=&quot;middle&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://static.videoegg.com/ted/flash/loader.swf&quot;&gt;&lt;PARAM NAME=&quot;FlashVars&quot; VALUE=&quot;bgColor=FFFFFF&amp;file=http://static.videoegg.com/ted/movies/LARRYLESSIG-2007_high.flv&amp;autoPlay=false&amp;fullscreenURL=http://static.videoegg.com/ted/flash/fullscreen.html&amp;forcePlay=false&amp;logo=&amp;allowFullscreen=true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;quality&quot; value=&quot;high&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;param name=&quot;bgcolor&quot; value=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;param name=&quot;scale&quot; value=&quot;noscale&quot;&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://static.videoegg.com/ted/flash/loader.swf&quot; FlashVars=&quot;bgColor=FFFFFF&amp;file=http://static.videoegg.com/ted/movies/LARRYLESSIG-2007_high.flv&amp;autoPlay=false&amp;fullscreenURL=http://static.videoegg.com/ted/flash/fullscreen.html&amp;forcePlay=false&amp;logo=&amp;allowFullscreen=true&quot; quality=&quot;high&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; scale=&quot;noscale&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;432&quot; height=&quot;285&quot; name=&quot;VE_Player&quot; align=&quot;middle&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; pluginspage=&quot;http://www.macromedia.com/go/getflashplayer&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Larry Lessig, palestrante do &lt;a href=&quot;http://www.ted.com/index.php/talks/view/id/187&quot; target=blank&gt;TED&lt;/a&gt;, em palestra sobre como a sociedade está lidando com as leis de direito autoral. O que escrevo é diretamente inspirado no vídeo dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção cultural moderna deveria ser passional, como crianças a fazem. Criam em cima do que existe e brincam com a informação, criando coisas inesperadas, adaptando músicas populares, propaganda, notícias e cinema num conteúdo novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário disso, a sociedade moderna restringe o uso, poda as pessoas e sua inventividade. Decepa a criatividade ainda quando crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate ressurge, não por que há algo novo, mas por que a tecnologia se democratizou. Mais pessoas tem mais acesso a mais recursos e estão se capacitando a produzir, distribuir e democratizar conteúdos. Isso gerou crescente extremismo na tecnologia. Tanto ações extremas de proteção ao direito autoral quanto à completa anarquia e rejeição a leis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois lados estão errados. E o meio-termo que resolva ainda não chegou. A melhor pista é o &lt;a href=&quot;http://www.creativecommons.org.br/&quot; target=blank&gt;Creative Commons&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado é:&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;não podemos impedir as pessoas de usarem os produtos, só podemos tornar isso algo criminoso;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;não podemos parar a produção de conteúdo das pessoas, só despachá-la para o submundo.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;não podemos impedir que as crianças usem os serviços, só podemos torná-las piratas.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;A nossa sociedade transforma pessoas normais, que só querem viver sua vida, em constantes criminosos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos estamos nos acostumando a estar constantemente infringindo leis, graças a um código legislatório estúpido e antiquado. Uma cultura que encarece tanto o acesso aos produtos que a solução para muita gente é a pirataria. Isso é extremamente corrosivo e corrupto. Crianças estão crescendo e sendo criadas dentro dessa realidade! Sem perceber. Esse é o mundo que querem proteger em nome do lucro. Desculpem-me mas não dá.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/criatividade-e-as-leis-de-direito.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-3932334279642284086</guid><pubDate>Wed, 14 Nov 2007 03:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-14T01:29:57.876-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">design</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trends</category><title>&quot;O que é obsoleto?&quot;, pensando em layout</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFvdPbKye6Wm8y7WmqvdUhe8ebFKfYboyCgKBjWWRFeQR08wkHboEIB5pU3KkppsbRWMCWz58WLEM346S8L6B1LwDFzqruvJ_FrXLg4n8vOMNQRGNxMmYEm9W0Ru-0rDIUGx3n/s1600-h/layoutexpresso.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFvdPbKye6Wm8y7WmqvdUhe8ebFKfYboyCgKBjWWRFeQR08wkHboEIB5pU3KkppsbRWMCWz58WLEM346S8L6B1LwDFzqruvJ_FrXLg4n8vOMNQRGNxMmYEm9W0Ru-0rDIUGx3n/s400/layoutexpresso.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5132531775371427586&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size=1&gt;&lt;a href=&quot;http://www.layoutexpresso.com&quot; target=blank&gt;Obsoleto&lt;/a&gt; é vender layout sem pensamento por trás, simples fachada vazia.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obsoleto é tudo que é fora de uso, o que já foi substituído em sua função por algo mais preciso, ágil ou eficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é o que dizemos sobre a função de um objeto. Mas e quanto ao layout? Quando entramos no campo subjetivo fica mais difícil explicar. Trata-se de moda, de uma apropriação estética própria de uma época. Conhecendo vagamente o que foi influência e popular em uma época nos permite determinar características e marcas próprias de sua época e hoje, fora de uso, “obsoleto”. Não se trata de uma função, pois essa linguagem é apenas estética e pode ainda ser explorada. Pode mesmo? Depende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certas linguagens estéticas ficaram marcadas como próprias de uma época. Há restrições quanto a criação de layouts inspirados nessas linguagens. Há que se ter bom senso. Se sua marca evoca um ar moderno, não convém usar um layout com cara de antigo, a não ser que seja para marcar a contradição. A linguagem visual carrega as características desua época, pode ser hoje reconhecida como “velha e equivocada”. Os jovens terão resistência em adotar uma marca que se comunica com um visual comportado ou que parece criado na geração passada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo comunica. E a inspiração deve ser cuidadosamente escolhida, de acordo com o público e o objetivo de sua comunicação.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/o-que-obsoleto-pensando-em-layout.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFvdPbKye6Wm8y7WmqvdUhe8ebFKfYboyCgKBjWWRFeQR08wkHboEIB5pU3KkppsbRWMCWz58WLEM346S8L6B1LwDFzqruvJ_FrXLg4n8vOMNQRGNxMmYEm9W0Ru-0rDIUGx3n/s72-c/layoutexpresso.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-4921827110831701378</guid><pubDate>Wed, 14 Nov 2007 03:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-14T01:30:10.997-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trends</category><title>&quot;O que é obsoleto?&quot;, pensando a sociedade de consumo</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhTDmQF7r0Ioc7oc8_eEPB9WosGn5FLq57zic0XAxBosv7NF5ATsdEw5qchCqChaSuteiANOwM_sOWDr9AAc5ogDCgna0K441n5U0VjLy76qEZ1GdDt3LnSF952wSBsSi_lGNQK/s1600-h/apple+Vitrola.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhTDmQF7r0Ioc7oc8_eEPB9WosGn5FLq57zic0XAxBosv7NF5ATsdEw5qchCqChaSuteiANOwM_sOWDr9AAc5ogDCgna0K441n5U0VjLy76qEZ1GdDt3LnSF952wSBsSi_lGNQK/s400/apple+Vitrola.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5132527415979622130&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size=1&gt;Como seria uma vitrola se a Apple fizesse seu layout hoje?&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É algo ultrapassado, descartado, inútil diante dos padrões atuais. Tecnologia antiga. A indústria especializou-se em criar produtos que se sabe logo serão ultrapassados. É o que se chama de obsolescência programada. O produto já é lançado com data para ser substituído por um mais novo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que faz a maioria das empresas. Em especial as de tecnologia e software, atualmente temos o exemplo de sistemas operacionais lançados enquanto já está em processo a criação do programa para substituí-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que faz a moda, quando lança novas coleções a cada bimestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais importa saber o que será velho e o que será novidade no mundo do consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os iPods estão na moda, mas a própria Apple programa quando saírão de linha. E faz isso não por querer só vender mais (por que estar sempre com produtos novos garante visibilidade no mercado) mas por que o mercado é competitivo e eles precisam estar sempre aprimorando seus produtos se quiserem continuar no páreo, além disso, o consumidor pede, ele quer mais. Quer o que for última moda, o mais novo e o produto de que todos estão comentando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é culpa de entidade cruel e manipuladora alguma senão o processo natural de uma sociedade de consumo competitiva.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/o-que-obsoleto-pensando-sociedade-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhTDmQF7r0Ioc7oc8_eEPB9WosGn5FLq57zic0XAxBosv7NF5ATsdEw5qchCqChaSuteiANOwM_sOWDr9AAc5ogDCgna0K441n5U0VjLy76qEZ1GdDt3LnSF952wSBsSi_lGNQK/s72-c/apple+Vitrola.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-3393112917328877559</guid><pubDate>Mon, 12 Nov 2007 00:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-11T22:08:26.144-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processo de trabalho</category><title>Soluções gráficas rápidas (ou: como trabalhar em uma pastelaria)</title><description>Algumas dicas para quem tem um absurdo volume de trabalho e chefes um tanto quanto insanos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) construa o layout pensando de forma simples. Idéias de fácil execução não significam idéias pobres. Afinal, é você e não seu chefe quem vai ficar além do horário adaptando o layout para 15 formatos diferentes. Vale lembrar inclusive que simplicidade pode ser entendida também por ser uma prática de fácil desconstrução. Pense fácil criando layouts com blocos de elementos, que depois é simples rearranjar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) saiba bem o que você está fazendo. Não crie um efeito muito complexo no photoshop quem depois você vai demorar horas adaptando. Se sentir necessidade, até pode criar seu efeito, mas procure fazê lo da forma mais simples que conseguir, preservando um arquivo original, com todo o processo dessa montagem e um outro menor, com tudo que não for essencial, flatado. Use layers de ajuste sempre. Eles preservam sua imagem original enquanto você ainda pode alterá-la a vontade. Depois de tudo isso acabado, salve o original e guarde a sete chaves, o arquivo em que você vai mexer mais não será esse, mas um flatado. É mais leve, você não corre o risco de tirar algum elemento crucial do lugar (por exemplo, alguma camada de ajuste) e você ainda trabalhará mais rapidamente, inclusive por não precisar ficar se preocupando se todos os layers que precisam ficar juntos foram linkados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) se possível dentro do prazo, faça a arte já o mais próximo da arte final que conseguir. Afinal de contas é você quem vai acabar finalizando. Não faça uma montagem complexa no photoshop para depois refazer. Ou se chegou o momento de finalizar a primeira peça de uma campanha, faça a arte o maior possível, para que o trabalho posterior seja somente o de escalá-la para um tamanho menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas dicas valem para ambientes bem opressivos de trabalho. Não é o ideal. No mundo ideal há um departamento de finalização e prazos condizentes. Você pode fazer a arte em 150 dpi e depois acompanhar a finalização na refação do arquivo em alta. Se bem que até isso é questionável. Dependendo do tamanho da arte fazer em 300 dpis é uma excelente solução. Especialmente em uma época em que as máquinas estão mais e mais rápidas. Fazer o layout direto em 300dpis não é nenhum suplício na maioria dos casos. E procure facilitar sua vida: a dica maior é usar layers de ajuste para preservar as imagens originais e usar smart vectors no photoshop sempre que possível. Você vai se surpreender com quantas e quantas vezes esses simples recursos salvarão a sua pele!</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/solues-grficas-rpidas-ou-como-trabalhar.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-6981542476401570236</guid><pubDate>Wed, 07 Nov 2007 18:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-07T16:38:54.947-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovação</category><title>ARG!</title><description>Já ouviu falar em ARG? Não é uma onomatopéia, mas a sigla para Arternate Reality Games ou Jogo de Realidade Alternativa e é uma ação de marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia consiste em criar uma história fictícia que contenha algum enigma ou série de enigmas a ser desvendado e convidar seu consumidor para que resolva. É fazer o consumidor interagir indiretamente com sua marca através de uma história em que ele participa, se envolve e banca o detetive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso começou a ser feito recentemente no Brasil e tem pouca gente ainda falando a respeito. O pioneiro tupiniquim foi o Guaraná Antártica com o &lt;a href=”http://www.desafioga.com.br” target=blank&gt;Desafio GA&lt;/a&gt;. Tratava-se de uma intrincada história ficticia envolvendo um pesquisador da Ambev que desapareceu em circunstâncias misteriosas. Supostamente por estar na pista para a fórmula secreta do Guaraná e envolvido com empresas americanas favoráveis à privatização da Amazônia. Os jogadores - que são qualquer um que tome conhecimento do desafio e resolva desvendá-lo - então tinham que decifrar a escrita em código do pesquisador, que revelava pistas sobre seu paradeiro. E ainda pesquisar em blogs e sites fictícios (criados especialmente para o ARG, parte do seu enredo), procurar pistas escondidas por todo o Brasil (como garrafas antigas de guaraná) e assim ir costurando pontas soltas, até comporem toda a história. Seu sucesso foi estrondoso e descrito pelos participantes com &quot;a coisa mais emocionante que já fizeram&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem foi o responsável pelo ARG Guaraná foi um jornalista da Superinteressante Rafael Kenski, que atualmente trabalha na Abril projetando novos ARGs. Eu fui a uma palestra dele no ciclo de palestras &lt;a href=”http://www.ecajr.com.br/ciclorama/” target=blank&gt;Ciclorama&lt;/a&gt; organizado pela agência Eca Jr. e tive a oportunidade de perguntar a ele se o mercado tende a continuar absorvendo produções grandes tais como essa da Antártica ou se isso irá decair por perder o status de &quot;novidade&quot;. Dado o pioneirismo da iniciativa, ele mesmo ainda não sabe responder. Mas a lógica dita que isso tende a se desgastar, mas ainda há muuuito chão até que esse momento chegue e até lá novas estratégias serão criadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um adendo de fim de post: quem se interessou por ARGs também devia conhecer e aprender a jogar RPG. Outra: tem um ARG rolando na Internet para divulgação do novo filme do Batman. Minha namorada bem que lembrou: antes de qualquer publicitário sonhar com ARG, o vilão Charada já fazia exatamente a mesma coisa com o homem-morcego, de uma forma mais distorcida e doentia, mas um ARG mesmo assim. Quantas coisas de hoje não tiramos de nossa ficção afinal de contas?</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/11/arg.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-3095766965922932902</guid><pubDate>Thu, 18 Oct 2007 16:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-18T14:46:39.910-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">hipertexto</category><title>Hipertexto</title><description>A internet representou uma revolução no campo da comunicação também por possibilitar sistemas de busca de informação que tomam como base a própria estrutura do pensamento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe o modo como pensamos. Quantas vezes não paramos para tentar lembrar como foi que aquele assunto de repente nos veio à cabeça? Reconstruir o processo mental é uma experiência prá lá de interessante. É bancar uma de &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Monsieur Dupin&lt;/span&gt; no conto &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Os crimes da Rua Morgue&lt;/span&gt; de &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Edgar_Allan_Poe&quot; target=blank&gt;Edgar Allan Poe&lt;/a&gt;. Pra quem não leu, Dupin percebe o silêncio de seu amigo e deduz exatamente o que ele estava pensando na hora, por causa das casas ao redor, o tipo de calçamento da rua e o assunto que tinham abordado anteriormente... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa mente trabalha saltando de um assunto para outro. Segue uma intrincada rede de conexões entre temas variados. E conexões são links, ligam idéias e texto, ou seja, um hipertexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hipertexto é um texto &quot;hiper&quot;, ou seja é mais que um texto convencional, por que tem capacidade de comunicar mais. É a base da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa pode ver um filme e fazer mil referências e explicações sobre ele, ao passo que outra pessoa mal pode compreendê-lo. Isso por que a primeira pessoa tem bagagem para comparação enquanto a segunda pode ser ignorante no assunto. Ensinamos crianças por associações: contamos histórias, contos de fadas. Tudo para ensinar conceitos abstratos como amor e amizade. Elas podem até não entender o conceito, mas aprendem o bom exemplo da história. &lt;br /&gt;Aprendemos e vivemos fazendo associações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem lê um hipertexto também se torna um co-autor da história, pois  essa pessoa seleciona o que quer ver, ela define o caminho que quer seguir, salta de um assunto pra outro. Cada usuário começa com uma idéia, algo que deseja buscar ou saber; o tema vai se construindo através de suas escolhas e se aprofunda tanto quanto se queira. A busca não tem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo criativo também se faz assim. Livre-associação. Num próximo post aprofundo mais a questão do processo criativo.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/hipertexto.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-1466946416555973389</guid><pubDate>Wed, 17 Oct 2007 13:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-17T11:57:24.799-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">inovação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">video</category><title>Photosynth</title><description>A Microsoft realmente inovou com isto. Sua divulgação já tem um tempinho, mas é impressionante e eu não vi muita gente falando disso ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrxSeM2V75l2jLmh7O75tgOz9BPRJU8CXFV6pq700k5cX86DjSYWJD9S5hrue9CIUOeHynrpD7PUNYCf5rEfPdjE-cKipWL0axM5n_VuZejvDsERJiXa7hm91rkOwZBfQHDEmR/s1600-h/whatisgrapic_new.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrxSeM2V75l2jLmh7O75tgOz9BPRJU8CXFV6pq700k5cX86DjSYWJD9S5hrue9CIUOeHynrpD7PUNYCf5rEfPdjE-cKipWL0axM5n_VuZejvDsERJiXa7hm91rkOwZBfQHDEmR/s400/whatisgrapic_new.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5122300941988769074&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser um excelente software para visualizar coleções de fotos, pois pode abrir gigas e gigas de dados sem ficar pesado (ele só computa o que está sendo exibido na tela a cada instante) e permite você aproximar com zoom a vontade com grande facilidade. Mas o mais incrível é isto: &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;ele coleta milhares de fotos do mundo todo de um mesmo local e baseado nesses dados monta uma maquete 3D do lugar.&lt;/span&gt; É assombroso. Pena que exige sistema operacional Windows pra rodar. Seu criador, Blaise Agüera Y Arcas, deu uma palestra no &lt;a href=&quot;http://www.ted.com/talks&quot; target=blank&gt;TED&lt;/a&gt;. Confira o vídeo abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--cut and paste--&gt;&lt;object classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0&quot; width=&quot;432&quot; height=&quot;285&quot; id=&quot;VE_Player&quot; align=&quot;middle&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://static.videoegg.com/ted/flash/loader.swf&quot;&gt;&lt;PARAM NAME=&quot;FlashVars&quot; VALUE=&quot;bgColor=FFFFFF&amp;file=http://static.videoegg.com/ted/movies/BLAISEAGUERAYARCAS-2007_high.flv&amp;autoPlay=false&amp;fullscreenURL=http://static.videoegg.com/ted/flash/fullscreen.html&amp;forcePlay=false&amp;logo=&amp;allowFullscreen=true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;quality&quot; value=&quot;high&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;param name=&quot;bgcolor&quot; value=&quot;#FFFFFF&quot;&gt;&lt;param name=&quot;scale&quot; value=&quot;noscale&quot;&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://static.videoegg.com/ted/flash/loader.swf&quot; FlashVars=&quot;bgColor=FFFFFF&amp;file=http://static.videoegg.com/ted/movies/BLAISEAGUERAYARCAS-2007_high.flv&amp;autoPlay=false&amp;fullscreenURL=http://static.videoegg.com/ted/flash/fullscreen.html&amp;forcePlay=false&amp;logo=&amp;allowFullscreen=true&quot; quality=&quot;high&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; scale=&quot;noscale&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;432&quot; height=&quot;285&quot; name=&quot;VE_Player&quot; align=&quot;middle&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; pluginspage=&quot;http://www.macromedia.com/go/getflashplayer&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais: &lt;a href=&quot;http://labs.live.com/photosynth&quot; target=blank&gt;Photosynth&lt;/a&gt;.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/photosynth.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrxSeM2V75l2jLmh7O75tgOz9BPRJU8CXFV6pq700k5cX86DjSYWJD9S5hrue9CIUOeHynrpD7PUNYCf5rEfPdjE-cKipWL0axM5n_VuZejvDsERJiXa7hm91rkOwZBfQHDEmR/s72-c/whatisgrapic_new.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-5699418795317633077</guid><pubDate>Tue, 16 Oct 2007 21:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-17T19:05:24.921-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fotografia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">video</category><title>Entendendo a fotografia digital</title><description>Um bom vídeo sobre fotografia digital da Nikon. Provavelmente para promover as câmeras e o curso de fotografia deles. Entender inglês bem é indispensável para acompanhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed style=&quot;width:400px; height:326px;&quot; id=&quot;VideoPlayback&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-8638382561966089032&amp;hl=en&quot; flashvars=&quot;&quot;&gt; &lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue também uma série de links para interessados no assunto e quem quiser se iniciar nele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia&quot; target=blank&gt;Fotografia na Wikipedia&lt;/a&gt;: desde o básico, podendo aprofundar em muitas técnicas diferentes. Boa referêcia em português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://focusfoto.com.br/&quot; target=blank&gt;Focus Escola de Fotografia&lt;/a&gt;: parece ser uma das melhores e mais conceituadas escolas do Brasil. Site confuso, mas clique em  &quot;dicas&quot; para ler textos variados sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem muita coisa em inglês. Segue o que eu conheço de melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.dcmag.co.uk/Vital_Skills.aN_XJz4.html&quot; target=blank&gt;Vital Photographic Skills&lt;/a&gt; da Digital Camera Magazine: bonito e bem explicado. Não é muito profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.kenrockwell.com/tech.htm&quot; target=blank&gt;Ken Rockwell&lt;/a&gt;: difícil de navegar, mas tem bastante informação nesse site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.shortcourses.com/&quot; target=blank&gt;Short Courses on Photography&lt;/a&gt;: no formato de um livro, visite página a página. O chato é ficar dando &quot;back&quot; no navegador pra voltar ao menu e ver outro item. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cambridgeincolour.com/tutorials.htm&quot; target=blank&gt;Cambridge In Colour&lt;/a&gt;: o cara fotografa Cambridge. Mas ele é quem talvez vá mais fundo no detalhamento. Explica como o programa opera a imagem com grande nível de imersão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.masters-of-photography.com/&quot; target=blank&gt;Masters of Photography&lt;/a&gt;: conheça o trabalho dos grandes mestres e aprenda com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.dpreview.com&quot; target=blank&gt;Digital Photographer Review&lt;/a&gt;: o melhor site sobre câmeras digitais. Analisam cada detalhes das câmeras mais novas no mercado. Tem até um recurso para comparar os recursos de uma câmera com outra e espaço para os leitores deixarem suas opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://luminous-landscape.com/columns/briots_view.shtml&quot; target=blank&gt;Alain Briot&lt;/a&gt;: muito bom site, bem descritivo sobre a técnica fotográfica. Composição, inspiração e arte fotográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além desses sempre vale pesquisar o &lt;a href=&quot;http://www.flickr.com&quot; target=blank&gt;Flickr&lt;/a&gt; e outros sites de fotografia para ver e se inspirar. Recomendo especialmente procurar comunidades com temas específicos, como por exemplo as comunidades &quot;best of&quot; e &quot;100+ favs&quot; etc. Em que as pessoas filtram as melhores fotos e reúnem num único lugar.&lt;br /&gt;Caso descubra outras boas fontes de estudo sobre fotografia, posto aqui.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/entendendo-fotografia-digital.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-3341504828100197486</guid><pubDate>Tue, 16 Oct 2007 15:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-16T14:21:39.213-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trends</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">video</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">web2.0</category><title>The Machine is Us/ing Us</title><description>De volta de férias e acelerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem alguns vídeos que realmente explicam muito sobre esta geração e como a tecnologia tem impactado e influenciado nossas vidas. Abaixo o mais famoso deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;353&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/NLlGopyXT_g&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/NLlGopyXT_g&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;353&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pesquisador de Antropologia Cultural da &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Kansas State University&lt;/span&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.ksu.edu/sasw/anthro/wesch.htm&quot; target=blank&gt;Michael Wesch&lt;/a&gt;, desenvolveu um vídeo explicando o fenômeno da Internet 2.0 e seu impacto no dia-a-dia de milhões de pessoas. Mandou o link do Youtube para 10 amigos esperando opiniões e comentários. Gostaram tanto que enviaram para outros conhecidos. Em menos de uma hora o filme tinha recebido 100 visitas. No dia seguinte um blogueiro famoso descobriu o filme e postou em seu blog, o que levou a visualização do vídeo a cada dos milhares. O post conseguiu um rank alto no Technorati, ferramenta que mede o sucesso de blogs. Do technorati ao site de notícias digg. Em uma semana este vídeo tinha sido visto por cerca de 100.000 pessoas. O número então só continuou a aumentar (atualmente mais de 3 milhões de visualizações) e o seu autor recebeu muitos prêmios, inclusive o &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Rave Award&lt;/span&gt; da revista Wired. Ele produziu alguns outros vídeos na mesma linha deste. Veja abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;353&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/-4CV05HyAbM&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/-4CV05HyAbM&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;353&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;353&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/dGCJ46vyR9o&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/dGCJ46vyR9o&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;353&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://insidehighered.com/news/2007/02/07/web&quot; target=blank&gt;A lesson in viral video&lt;/a&gt; do site &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Inside Higher Ed&lt;/span&gt;.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/machine-is-using-us.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-5002414794943174597</guid><pubDate>Fri, 05 Oct 2007 17:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-05T14:50:00.349-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">design</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">logotipos</category><title>Produzindo e finalizando logotipos</title><description>No começo da minha experiência profissional, ainda ocupando-me mais em conhecer o ritmo de trabalho e observando para aprender mais até do que produzindo, recebi o job de finalizar um logotipo.&lt;br /&gt;Nunca tinha ouvido falar nisso até aquele momento. E precisa? Não é vetor já? Qual o problema do arquivo para que algo que já está em vetor precise ser finalizado? Mas precisa.&lt;br /&gt;Um logotipo pode ter sido feito às pressas e realmente precisar de ajustes, mas mesmo que o arquivo esteja impecável, é preciso conferir cada detalhinho.&lt;br /&gt;Basicamente o trabalho de finalizar uma marca é o de, aprovado o logo, atribuir a ele um pouco de pensamento métrico, isso torna o logo visualmente mais consistente e belo, é aplicar um estudo mais profundo de Gestalt, afinal. Tarefas do designer:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Verificar cuidadosamente o espaço entre as letras, alterando o que for preciso para que o texto fique harmonioso. Em muitos alfabetos (especialmente os gratuitos disponíveis em sites como o dafont) o espaço entre as letras é mal pensado. Um “A” próximo de um “V” acabam ficando muito distantes, por exemplo, e é preciso diminuir o entreletramento para dar às letras um espaço uniforme forçado. Em textos longos em geral dispensa-se essa preocupação. Em logotipos é essencial.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Verificar as medidas entre os elementos do logo, criando um padrão, um código de distâncias entre os itens, quanto mais matemático melhor. Na maioria dos casos, a distância usada é a do eixo principal das letras minúsculas, que em geral chama-se X. Veja exemplo abaixo.&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0uppnXjJ28nbipnz56LxnU8zDDvMUDDnEQqoB7RI_zimJ9Hvjx8aJod0oGlSB4FXIBVEyYp4UDlgCJkySdDnrON7uKOCQkPxz5j8xdYlvyQscWeQMNOqE98WbQz8HbOcUtr_w/s1600-h/logobrasil.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0uppnXjJ28nbipnz56LxnU8zDDvMUDDnEQqoB7RI_zimJ9Hvjx8aJod0oGlSB4FXIBVEyYp4UDlgCJkySdDnrON7uKOCQkPxz5j8xdYlvyQscWeQMNOqE98WbQz8HbOcUtr_w/s400/logobrasil.png&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5117909174719851538&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=1&gt;Imagem educadamente roubada do site: &lt;a href=&quot;http://www.smashingmagazine.com&quot; target=blank&gt;Smashing Magazine&lt;/a&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Escolher a combinação de cores mais harmoniosa. Use a escala de cores Pantone se você preza por fidelidade de resultados na impressão final. E ofereça ao cliente quatro arquivos, um em Pantone, outro convertido para perfil de cor CMYK e mais dois, a versão monocromática (em geral um tom escuro e outro claro: na gigantesca maioria um arquivo com o logo preto e outro com ele branco para aplicação sobre fundos escuros). Para escolher melhor combinações de cores, tente a ferramenta online &lt;a href=&quot;http://kuler.adobe.com&quot; target=blank&gt;Kuler&lt;/a&gt; da Adobe.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Estude outras formas de disposição do logo. Qual a redução mínima que ele suporta sem perder a legibilidade? É possível fazer uma versão horizontal? E vertical?&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;O que evitar:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Recomendo fortemente evitar o uso de imagens anexas, ou mesmo compor o logo com imagens. Mantê-lo simples em vetor é a solução mais prática e eficiente. Há casos em que o uso de imagens se justifica, porém. O logotipo da Rede Globo é o globo metalizado com interior colorido. Seria muito difícil realizar esse logo em vetor. Mas como se trata de uma empresa de televisão, que pode animar seu logo em três dimensões, para ela isso até contribui com a imagem de qualidade gráfica e profissionalismo de uma emissora distinta.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Excesso de firulas. Simplicidade é a chave na maioria dos casos. Quanto mais complexa a construção do logo, mais difícil é compor uma versão simplificada e reduzida em pb para impressão, por exemplo. Elimine tudo que em última análise não tiver uma função clara de passar a mensagem a que o logo se propõe.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Fórmulas fáceis. A elipse, por exemplo, virou um ícone massacradamente muito usado em logotipos. E pior, logotipos ruins. Evite. São poucos casos em que essa firula gráfica acrescenta algo para a mensagem que a empresa quer passar com o logo.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;E um adendo:&lt;/span&gt; saiba também como preparar um bom manual de uso e aplicação para o logotipo do seu cliente. O site &lt;a href=&quot;http://www.smashingmagazine.com/2007/08/28/corporate-identity-manuals-guides/&quot; target=blank&gt;Smashing Magazine&lt;/a&gt; compilou diversos modelos e práticas, escolha o que lhe parecer mais completo e pertinente ao seu caso, já que não há nenhuma fórmula geral para esse tipo de trabalho.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/produzindo-e-finalizando-logotipos.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0uppnXjJ28nbipnz56LxnU8zDDvMUDDnEQqoB7RI_zimJ9Hvjx8aJod0oGlSB4FXIBVEyYp4UDlgCJkySdDnrON7uKOCQkPxz5j8xdYlvyQscWeQMNOqE98WbQz8HbOcUtr_w/s72-c/logobrasil.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-609578348438737522</guid><pubDate>Thu, 04 Oct 2007 15:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-04T12:54:04.695-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trends</category><title>10 tendências do consumo jovem segundo a Abril</title><description>Descoberta boa saber que a Abril tem um núcleo de pesquisa de tendências jovens. &lt;a href=&quot;http://super.abril.com.br/ytrends/&quot; target=blank&gt;http://super.abril.com.br/ytrends/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhTvJMjsMq2X4m30JsP_d_0vU_YMHssooHRTpKs_3_ffPF-DyVZF6y5-AE63FzahBysVbqWr3Ur7fUaInusu7Gvh21CVeTBax2GpXLTt4CU1z7tiCLb9ysU_llF51bm6jpZrpEU/s1600-h/ytrends.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhTvJMjsMq2X4m30JsP_d_0vU_YMHssooHRTpKs_3_ffPF-DyVZF6y5-AE63FzahBysVbqWr3Ur7fUaInusu7Gvh21CVeTBax2GpXLTt4CU1z7tiCLb9ysU_llF51bm6jpZrpEU/s400/ytrends.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5117510271042300930&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Já tinha ouvido falar de tudo, mas essa estruturação das tendências é algo muito bem feito. Abaixo um resumo de cada tema com algumas observações pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;1. Geração Seleção&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os jovens querem soluções rápidas de filtros de conteúdo. Eles sabem que os resultados no topo da lista do Google são os mais relevantes. Eles procuram por sites que já tenha o conteúdo que procuram pré-selecionado, em geral, listas de top 5, 10 ou 20. Playlists e itens destacados por gente relevante também são objeto de desejo. Quando alguém reconhecido pelos jovens como ícone recomenda músicas ou livros, em geral, a dica é bem aceita.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;2. Consumo viral&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indicação de um amigo vale mais do que qualquer fonte de informação. Os jovens espelham-se no que seus amigos estão fazendo e buscam o mesmo para si. Espelham-se no amigo que entende de computadores para informações sobre computadores, o mesmo vale para o amigo que gosta de games ou a menina que sabe tudo de moda. Novamente, tudo isso é informação valiosa, já pré-selecionada. Isso também explica a crescente importância do &lt;a href=&quot;www.digg.com&quot; target=blank&gt;digg&lt;/a&gt; e outros. Pessoas querem notícias escolhidas por pessoas. Querem ler blogs por que para elas o que está escrito lá é mais verdadeiro do que a informação pasteurizada dos grandes meios de consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;3. Consumo da expectativa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia a expectativa de comprar o produto é mais intensamente vivida do que o a própria posse do produto. Querem o novo, rápido e agora. Depois de comprado, o produto &quot;perde a graça&quot;. É o que se viu recentemente com o iPhone, tecnicamente o produto mais esperado da última década. As pessoas fizeram filas um dia antes do seu lançamento para comprarem o seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;4. Comportamento Indie&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto querem o que todos os amigos estão usando, os jovens também valorizam o que consideram &quot;contra-cultura&quot;, o incomum, mesmo que seja só discurso. Desenvolvem simpatia por marcas &quot;verdadeiras&quot;, com aparência de gente comum não &quot;fake&quot;(inclusive exatamente esse é o apelo do &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=iYhCn0jf46U&quot; target=blank&gt;Dove Evolution&lt;/a&gt;). Como citado no vídeo por um jovem, &quot;se caiu no gosto da massa perde a sensação de exclusividade e eu começo a desgostar e vou procurar outro produto&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;5. Design Nation&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje o design é um elemento muito mais acessível, as ferramentas estão se popularizando. Eles querem os produtos assinados por um designer renomado, pois o produto adquire o caráter de arte. O design é mais importante para eles do que as marcas propriamente ditas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;6. O Consumidor é o conteúdo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem tem poder na internet. Tem voz e querem exatamente isso. Se expressar, mostrar o que gostam e ver o que os outros também estão fazendo. Conhecem as últimas ferramentas de comunicação e as exploram: flogs, blogs, álbuns digitais, fóruns... Muitos se tornam celebridades da internet. E as marcas criam ferramentas para que os jovens criem o conteúdo que elas divulgam e comercializam, um bom exemplo disso é o bem-sucedido &lt;a href=&quot;www.camiseteria.com&quot; target=blank&gt;Camiseteria.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;7. Psiconomadismo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem tem menos fidelidade a uma marca só, experimentando muitas coisas ao mesmo tempo. Eles querem conhecer tudo e saber falar de tudo. A internet potencializa isso, permitindo que as pessoas conheçam coisas que antes jamais chegariam às suas mãos. Essa tendência está analisada em foi batizada de &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa&quot; target=blank&gt;Long Tail&lt;/a&gt;. Por que o limite de informação sobre um assunto se estende até o infinito, num gráfico que se assemelha a uma cauda loooonga. &lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-52tvi9d0CBKeA1MmSXC9jmlVEpyUINXUNGOZgAy1003qq7bzlTEo2DNi_u_xkW_YPUPEfPEyuZE0df-nJRmpM3eHPlEGtAPVdZzMte9ThHvw3xiVUb_40MXYyrg-1um9S178/s1600-h/800px-Long_tail.svg.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-52tvi9d0CBKeA1MmSXC9jmlVEpyUINXUNGOZgAy1003qq7bzlTEo2DNi_u_xkW_YPUPEfPEyuZE0df-nJRmpM3eHPlEGtAPVdZzMte9ThHvw3xiVUb_40MXYyrg-1um9S178/s200/800px-Long_tail.svg.png&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5117508767803747314&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No geral, os jovens não gostam de serem classificados e rotulados em grupos de indivíduos. Marcas que os posicionem como &quot;os grunges&quot;, &quot;os roqueiros&quot;, &quot;os pagodeiros&quot;, &quot;os emos&quot; tendem a fracassar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;8. Mente Global, Alma Local&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma preferência pela produção nacional, sem perder o contato com o que é feito fora. Há uma busca pela  raiz brasileira: samba de raiz, rock fora do mainstream, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;9. A Revolução Natural&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jovens vivem e reconhecem a velocidade com que as coisas acontecem no mundo atual e querem viver essa realidade tanto quanto valorizam a natureza e tranquilidade. O equilíbrio pessoal se torna item a ser consumido por eles. Praticam ioga, querem viver no interior em lugares com mais acesso à natureza e buscam produtos naturais e leves. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;10. Consumo do Vazio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que não vão utilizar, querem a ilusão de ter o melhor. Mesmo que seja ter o vazio. Eles querem o e-mail com mais espaço, o iPod com mais memória interna. Consomem serviços que tendem a comprimir o tempo necessário para realizarem as tarefas do dia-a-dia.  Junto a isso nasce a necessidade de inteirorização, a busca por um lugar de &quot;fuga da realidade&quot; e espaço vazio, para que possam fugir do excesso de exigências da vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente é um resumo com alguns insights meus sobre o conteúdos desses vídeos. Vale a pena ler os artigos do site e curtir apresentação em flash.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/10-tendncias-do-consumo-jovem-segundo.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhTvJMjsMq2X4m30JsP_d_0vU_YMHssooHRTpKs_3_ffPF-DyVZF6y5-AE63FzahBysVbqWr3Ur7fUaInusu7Gvh21CVeTBax2GpXLTt4CU1z7tiCLb9ysU_llF51bm6jpZrpEU/s72-c/ytrends.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-1841725210583930257</guid><pubDate>Tue, 02 Oct 2007 04:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-02T01:47:06.846-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">design</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processo de trabalho</category><title>Olhar fino para detalhes</title><description>Já disse que uma das principais qualidades do designer ou diretor de arte é a de saber ver o mundo e enxergar detalhes que ninguém mais vê. Quem trabalha muito com artes visuais tende a ser assim mesmo. Talvez por que se debruçam por muito tempo sobre uma tela branca, uma folha de papel ou monitor procurando a melhor maneira de comunicar alguma coisa visualmente. Em geral passa-se muito tempo observando detalhes de uma mesma foto, apreciando-se muitas vezes o mesmo desenho inacabado. Isso faz com que se treine o olho para detalhes muitas vezes mínimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bordão diz que “Deus está nos detalhes”. Na verdade tanto Deus quanto o Diabo estão nos mesmos detalhes. Tem uma hora em que o trabalho precisa sair e não adianta tratar mais a foto e procurar mais imperfeições no desenho. É fácil perder a noção do todo trabalhando uma pequena parte e acabar atrasando o resto.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/olhar-fino-para-detalhes.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-7493358546832555602</guid><pubDate>Tue, 02 Oct 2007 04:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-02T01:43:08.962-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processo de trabalho</category><title>Criando um novo arquivo no InDesign CS3</title><description>Vamos começar as dicas de processo de trabalho pelo básico do básico: a criação de um novo arquivo. Seja impresso ou online a primeira parte do trabalho de verter uma boa idéia para o computador envolve escolher um formato adequado para sua arte e começar a compor seu layout.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma dica simples e óbvia é montar seu arquivos mais ou menos da forma abaixo. Os exemplos usam o programa InDesign CS3:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgN8ogqR3CYWsj3JqF3HcVVDFn9D5J1_qgndlmglMYb9TUY5wgTL5_h574FOl9rqQTSB7x8QRW2m-bF3X73ugi79cTV6H241RDqA9eWl89J1N8ISUomsl6pKwJCSfTI9dIV0PZH/s1600-h/tela1.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgN8ogqR3CYWsj3JqF3HcVVDFn9D5J1_qgndlmglMYb9TUY5wgTL5_h574FOl9rqQTSB7x8QRW2m-bF3X73ugi79cTV6H241RDqA9eWl89J1N8ISUomsl6pKwJCSfTI9dIV0PZH/s400/tela1.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5116590684184488898&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;1 – crie sua página no formato desejado.&lt;/span&gt; A título de exemplo, vamos trabalhar um arquivo em formato 21x28cm. Repare que logo aqui já escolhemos a margem, sangria, número de colunas e muitas outras coisas. Por enquanto vamos nos ater ao básico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEivyEw4U0XBKKrOKlo__HrjdETdrsQcrzW5MeWiAZzW62pGE8KVkwll5tVwsoRsYF8eVjn5ZFy69IAfDVcgRQxgb_FrDo2Xv7v8pg46N3uU5cwwLklugrNtyLjyTzAPZRNbwoJK/s1600-h/tela2.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEivyEw4U0XBKKrOKlo__HrjdETdrsQcrzW5MeWiAZzW62pGE8KVkwll5tVwsoRsYF8eVjn5ZFy69IAfDVcgRQxgb_FrDo2Xv7v8pg46N3uU5cwwLklugrNtyLjyTzAPZRNbwoJK/s400/tela2.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5116591027781872594&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;2 – Margens e sangria.&lt;/span&gt; Temos um arquivo de no formato desejado. Mas vazio. Determine primeiro qual será a margem de espaço  “vazio” que será usada nas bordas da sua página. No caso, vamos usar o padrão normalmente usado na publicação de revistas: 1cm de cada lado. Isso resulta em 19x26cm de área útil para inserção de conteúdo. &lt;br /&gt;A sangria é um excesso de imagem que vai além do limite da página, para evitar que quando a revista seja cortada sobre um teco branco em algum lado por que o papel não estava perfeitamente ajustado na pilha.&lt;br /&gt;O que chamo de material crítico de uma página é seu conteúdo essencial. Trata-se do que não pode em hipótese alguma estar próximo da beira da página sob risco de sair cortado fora do layout. Em grande maioria se trata de: texto, logotipo e packshot.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnDaDVRcHudrvtZRJjLgreD6QRDnLS81DWWS1Bg_2J9uAF0xLot6JMXv2dSxBpasbAnop-osMDR0moySNSO2HvTfc8z4nuT19C1sewptrUv-wTZqLjJPuAElXwSReniarJykQl/s1600-h/tela3.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnDaDVRcHudrvtZRJjLgreD6QRDnLS81DWWS1Bg_2J9uAF0xLot6JMXv2dSxBpasbAnop-osMDR0moySNSO2HvTfc8z4nuT19C1sewptrUv-wTZqLjJPuAElXwSReniarJykQl/s400/tela3.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5116591745041411042&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;3 – Linhas-guia:&lt;/span&gt; Divida o arquivo com linhas-guia, uma horizontal e outra vertical que marquem o meio da página. Isso te dá basicamente 4 quadrantes para dispor o seu conteúdo e facilita – e muito – o fluxo de trabalho. Torna realizar alinhamentos algo muito mais fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom trabalho!</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/criando-um-novo-arquivo-no-indesign-cs3.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgN8ogqR3CYWsj3JqF3HcVVDFn9D5J1_qgndlmglMYb9TUY5wgTL5_h574FOl9rqQTSB7x8QRW2m-bF3X73ugi79cTV6H241RDqA9eWl89J1N8ISUomsl6pKwJCSfTI9dIV0PZH/s72-c/tela1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-2659576206335686182</guid><pubDate>Tue, 02 Oct 2007 04:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-02T01:23:02.145-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">design</category><title>A natureza do designer</title><description>Identifiquei alguns pontos-chave que bem ou mal são comuns a quem trabalha com comunicação e artes, mais especificamente publicidade e design gráfico. Vejam só:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;É um sujeito naturalmente curioso, sempre buscando aprender mais e ver de tudo. O perfil de uma pessoa que trabalhe com criação precisa ser o de uma pessoa múltipla, livre e singular. Escritórios cinzas, terno e gravata e serviços metódicos não costumam despertar seu interesse.&lt;br /&gt;&lt;li&gt; Basicamente é uma pessoa visual. Ela relaciona-se com o mundo a partir da visão. É o tipo de pessoa que demora a se concentrar em uma tarefa só ouvindo alguém falar, precisa ter um acompanhamento visual, ela precisa ver. Diretores de arte de agência de publicidade costumam deixar passar erros graves de ortografia em seus textos simplesmente por não os lerem e simplesmente preocuparem-se com o visual de seus anúncios....&lt;br /&gt;&lt;li&gt; Por vezes a pessoa é dada a discussões demoradas sobre fatos simples do dia-a-dia, sempre procurando entender, distorcer ou subverter costumes, rotina e o cotidiano. Esta característica está muito ligada com a curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;li&gt; Um pé nas artes plásticas. Todo designer deve se lembrar de gostar de rabiscar folhas e mais folhas de papel quando criança, seja desenhando, fazendo histórias em quadrinhos ou retratos dos parentes. Desenhar é um excelente jeito de treinar o olho para ver detalhes que outras pessoas não veriam. E se esse lado não se manifesta através de desenho, então será fotografia, escultura, colagens ou o brinquedo mais irreverente feito de Lego.&lt;br /&gt;&lt;li&gt; Acrescento ainda: capacidade de observar o mundo e interpretá-lo, analisar as pessoas e entender seus traços comuns, seus gostos e seu gestual. Isso fornece a bagagem necessária para conseguir entender como seu público pensa e qual a melhor forma de atingi-lo com a comunicação de seu cliente. &lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém consegue lembrar de mais alguns?</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/natureza-do-designer.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-3301819652495598526</guid><pubDate>Mon, 01 Oct 2007 20:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-02T11:39:29.591-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trends</category><title>Como acompanhar e analisar tendências</title><description>O sucesso comercial, na maioria dos casos, é de quem consegue prever o que é que as pessoas precisam e o que vão querer consumir. O iPod não inovou com o nicho de mercado de seu produto. Já existiam outros tocadores de MP3 players. A Sony já sabia que o nicho de entrenimento pessoal era um filão extremamente rentável. Foi a primeira empresa a lançar walkmans. &lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgl9UhJUDyanUgd-rUMFpwn9vYMyk7Gygaj3yRIRoOqdRGmnBz8TTnNp944zNZmtewUQR3lWyA9z9PQUfb_p0NKdlt7aZNctl7CzVmA6w2VtLLDufRHlC3yFZB-uBdp02gsGQbh/s1600-h/ipod-imagem.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgl9UhJUDyanUgd-rUMFpwn9vYMyk7Gygaj3yRIRoOqdRGmnBz8TTnNp944zNZmtewUQR3lWyA9z9PQUfb_p0NKdlt7aZNctl7CzVmA6w2VtLLDufRHlC3yFZB-uBdp02gsGQbh/s200/ipod-imagem.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5116480537073889634&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O que a Apple fez foi lançar o primeiro mp3 player que carregava em si a síntese do desejo pela beleza, funcionalidade e simplicidade. O diferencial do iPod, além da qualidade técnica (a qualidade de som é altíssima, sua memória interna é enorme) é sua aparência limpa e simplista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjepb69bKwVLYdx_MtoX1khCy4q8W4WZTmF0z0-yzpxMul-AS1U6-aW5g1se5mubRey_Lhi9kMn0bYEinTsEQAISXKx8RfycFjvs0ZxzxYEsPd0sagi43LLPhh8U_yEsEyuOdAh/s1600-h/logo.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjepb69bKwVLYdx_MtoX1khCy4q8W4WZTmF0z0-yzpxMul-AS1U6-aW5g1se5mubRey_Lhi9kMn0bYEinTsEQAISXKx8RfycFjvs0ZxzxYEsPd0sagi43LLPhh8U_yEsEyuOdAh/s200/logo.png&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5116477921438806354&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O site &lt;a href=&quot;http://www.trendwatching.com&quot; target=new&gt;trendwatching&lt;/a&gt; lança a cada mês uma síntese da algum detalhe do mercado e para onde é que esse setor caminha. É muito bom. O último artigo deles, longo, é sobre &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;como acompanhar e analisar tendências&lt;/span&gt;. Abaixo faço um resumo dos principais elementos que eles levantaram.&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;Dica 1&lt;/h1&gt; &lt;br /&gt;Observar tendências deve servir para alimentar a mente de inspiração, fazendo com que você imagine soluções comerciais rentáveis, serviços e experiências.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Tendência é a manifestação de algo que trouxe uma nova forma de pensar ou novo serviço para velhas e praticamente imutáveis necessidades, desejos ou valores.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Erros comuns&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;É mais do que prever as cores da próxima estação.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Não é usar bola de cristal. A previsão é somente do que está acontecendo ou está prestes a acontecer. Deixe a adivinhação do futuro para pseudo-gurus.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Má interpretação. O benefício final analisado é a tendência, não o produto associado a ela. Sobre iPod diríamos que a tendência é por simplicidade, praticidade e beleza - não por comprar iPods.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Aplicar a tendência a todas as pessoas. Por mais que a tendência atual seja alimentação livre de gorduras trans e light, sempre haverá pessoas que irão rumo contrário, optando por junk food.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Analisar tendências não é intuição. É mantaer a cabeça aberta ao que está acontecendo.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;Dica 2&lt;/h1&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Mantenha sua visão a um caso por vez&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esteja constantemente observando o que acontece a sua volta e se perguntando: &quot;Qual o futuro do consumo deste tipo de produto a curto prazo?&quot;. Um simples exercício cotidiano de observar produtos e pensar neles alimentará sua mente com idéias e abrirá caminho para a percepção de novas tendências.&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;Dica 3&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Cabeça aberta&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Pergunte o porquê daquilo ser como é ao ver algo novo, ao invés de simplesmente criticar e descartá-lo por ser estranho a seu modo de vida. Lembre-se que você não é necessariamente o público do produto. Em suma, aja como um jornalista, observando o mundo com imparcialidade, sem julgar.&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Pense além do seu produto e mercado, veja como ele interage com outros serviços.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Você não precisa gostar de todas as tendências. Não deixe isso influenciá-lo.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Livre-se de dogmatismos e tabus.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;Dica 4&lt;/h1&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Reúna informação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acompanhe o máximo de sites sobre tendências, lançamentos de produtos e rumos do mercado que conseguir. Procure também sites e blogs de gente que faz o mesmo e que opinam sobre o que está acontecendo. Opiniões são importantes para alimentar a mente com novas idéias, mesmo que você não concorde com elas. Como fazer isso?&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Use agregadores de RSS: &lt;a href=&quot;http://www.google.com/reader&quot; target=blank&gt;Google Reader&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.bloglines.com&quot; target=blank&gt;Bloglines&lt;/a&gt; entre outros.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Busque em sites de compartilhamento de bookmarks como o &lt;a href=&quot;http://del.icio.us/&quot; target=blank&gt;Del.icio.us&lt;/a&gt;. Nele são as pessoas que escolhem o que é relevante, e tendências tem tudo a ver com o que as pessoas querem.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Alguns sites de busca disponibilizam informações diversas sobre o que foi mais buscado em cada dia ou semana. O Google disponibiliza isso de forma muito prática: &lt;a href=&quot;http://www.google.com/trends&quot; target=blank&gt;Google Trends&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;A palavra alemã &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Zeitgeist&lt;/span&gt; significa &quot;o espírito dos tempos&quot; e representa o que as pessoas estão querendo e pensando em cada dado momento da humanidade. De tempos em tempos busque por essa palavra no Google, geralmente vem acompanhada de informação relevante.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Entre outras formas, mas já é um bom começo...&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;Dica 5&lt;/h1&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Filtrando&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A recomendação aqui é organizar os dados que você já levantou. Separar o mercado por segmentos é uma boa:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;social;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;tecnológico;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;econômico;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;ambiental;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;político.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Agrupe os dados em cada segmento. Não se prenda a essas categorias. Se elas não servirem, &lt;a href=&quot;http://www.infovis-wiki.net/index.php?title=Five_Hat_Racks&quot; target=blank&gt;crie sua própria divisão&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;Dica 6&lt;/h1&gt; &lt;br /&gt;Transformando tendências em inovação.&lt;br /&gt;Agora analise se nas perspectivas que você levantou há potencial para:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Mudar a visão atual da companhia.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Novo conceito de negócios.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Adicionar algo mais a um segmento de produto.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Falar a língua de quem já vive essa tendência (e atingi-lo em cheio).&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso. Ufa! Boa sorte e boa caça.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/como-acompanhar-e-analisar-tendncias.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgl9UhJUDyanUgd-rUMFpwn9vYMyk7Gygaj3yRIRoOqdRGmnBz8TTnNp944zNZmtewUQR3lWyA9z9PQUfb_p0NKdlt7aZNctl7CzVmA6w2VtLLDufRHlC3yFZB-uBdp02gsGQbh/s72-c/ipod-imagem.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-1754241401434737104</guid><pubDate>Mon, 01 Oct 2007 04:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-01T02:05:26.742-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">web2.0</category><title>A era da colaboração</title><description>As ações da Microsoft superarem as da Ford podem servir de marco para uma nova era. A passagem do meio de produção industrial para a era da informação. Importa mais a produção e formas da acesso a conteúdo. Mas isso já tem dez anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Richard Saul Wurman abriu seu livro falando de &quot;um tsunami de informação&quot; que chega às nossas praias todos os dias. Pois é. A capacidade de informação que somos capazes de absorver aumentou. Nossa capacidade de memória pode ser avaliada por quão bom são nossos cérebros, mas não só isso. Corresponde também a quanta memória carregamos conosco a cada momento em nossos pen drives, celulares, câmeras fotográficas ou ipods (enquanto escrevo a Apple lança um modelo com 160gb). Se dizem por aí que a profissão do futuro é a de organizador de informação, não é a toa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas da parte mais legal eu não falei ainda. Que tudo isso tem dez anos eu já disse. O que eu não falei é que inclusive isso, está mudando. Que se dane a Microsoft. A era Windows acabou. Faz alguns meses eu vi a notícia que atualmente o Google é a empresa com maior valor de marca. Vale bilhões e bilhões. Mais valioso como marca que a Coca-Cola. Incrível. Agora, o que isso significa? Que vivemos a era da informação, mas não só isso: ele é essencialmente uma ferramenta de busca. Significa não só que as pessoas querem consumir informação, mas que querem poder procurá-la a seu bel prazer, e querem isso rápido, da melhor forma possível e querem ter escolha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos mais fundo agora. São criados todos os dias centenas de milhares de blogs no mundo todo. A maior comunidade online é o MySpace, cujo contingente de usuários o coloca como segundo país mais populoso do mundo, se a comparação fosse possível. Mais de 200.000 vídeos são adicionados por minuto no YouTube. O mesmo vale pro Flickr, com milhares de milhares de fotos postadas ao dia. O que significa que assustadoramente o maior produtor de conteúdo do mundo é a pessoa comum. O que chamam de web 2.0 é um nome bacana pra algo velho. &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Saímos da era da informação para a era da colaboração.&lt;/span&gt; A pessoa comum antes era chamada de espectador. Passou a se chamar usuário. Hoje nem esse nome cabe mais. Podem chamá-lo de colaborador. Quem antes meramente recebia a informação ou apenas interagia com ela hoje pode responder a ela e contribuir com sua produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas selecionam o que querem ver, mais que isso, recebem a informação confortavelmente em seus agregadores de conteúdo RSS, postam o conteúdo mais relevante nos seus blogs ou contas no del.icio.us, elegem quais as notícias mais importantes do dia para elas no digg ou no newsgator. &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Agora não só importa mais o quanto se pode conhecer, mas a qualidade do que se tem tempo para ver.&lt;/span&gt; E são as pessoas comuns os pivôs dessa mudança.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/10/era-da-colaborao.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-29581559.post-7325911998806446494</guid><pubDate>Fri, 28 Sep 2007 20:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-28T17:49:36.811-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">auto-referencia</category><title>Propósito deste blog</title><description>Post inaugural. (Insira aqui alguma firula típica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia tem um bom tempo já. A proposta é &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;discutir recursos técnicos e teóricos relacionados com a profissão da criação publicitária, com um olhar especial para a direção de arte&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome Imaginatório é uma junção do prefixo &quot;imagina&quot; e o sufixto &quot;tório&quot;. &quot;Imagina&quot; se refere à &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;imaginação&lt;/span&gt;, a base de toda criação publicitária. &quot;Tório&quot; pode significar muitas coisas, em sua maioria &lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;um espaço físico amplo&lt;/span&gt;: por exemplo: laboratório, reservatório, repositório, etc. Aí está: &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;o nome simboliza o espaço aonde pode se exercitar a imaginação&lt;/span&gt;. Seja bem-vindo.</description><link>http://imaginatorio.blogspot.com/2007/09/propsito-deste-blog.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel Siqueira)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>