<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7479080365237188787</id><updated>2024-09-21T12:37:43.100-07:00</updated><category term="poesia"/><category term="casa velha"/><category term="conto"/><category term="desespero"/><category term="fantasia"/><category term="sobrenatural"/><category term="sobrevivente"/><title type='text'>Inferno Noturno</title><subtitle type='html'>Existe algo além da imaginação humana. Que a vida, nunca há de revelar.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://infernonoturno.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7479080365237188787/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://infernonoturno.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7479080365237188787.post-82331884741970736</id><published>2016-06-04T11:06:00.000-07:00</published><updated>2019-08-08T07:30:00.527-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casa velha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conto"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sobrenatural"/><title type='text'>Casa Velha</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Casa Velha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Dia cansativo hoje. – Diz Ramon a seu irmão Pablo.&lt;br /&gt;
- Nem se fala. Trabalhar na pedreira e ainda volta pra casa a pé não é fácil.&lt;br /&gt;
- O pior é ter que carregar essas picaretas nas costas.&lt;br /&gt;
- Nem me fale, não vejo à hora de chegar a casa e tomar um banho.&lt;br /&gt;
- Pablo, o que você acha de passarmos na casa velha e tomarmos banho de água encanada?&lt;br /&gt;
- Evita de termos que ir buscar água no rio.&lt;br /&gt;
- Mas e os boatos que dizem sobre casa velha? Acha que deveríamos nos arriscar?&lt;br /&gt;
- Aquela coisa dos assassinatos que aconteceu por lá foi há anos, você não acredita em fantasmas, espíritos ou até mesmo demônios? Você acredita?&lt;br /&gt;
- Não brinca com isso, já que tanto deseja ir amos, pois está escurecendo.&lt;br /&gt;
- Beleza. Vamos.&lt;br /&gt;
Ramon e Pablo eram irmãos, a vida deles foi trabalhar na pedreira, ambos extremamente fortes e bem apresentáveis. Moravam em um pequeno sitio a beira de um rio onde passava perto da casa velha e acabava no fim da pedreira com alguns quilômetros até o lago que cortava por toda cidade.&lt;br /&gt;
Os irmãos estavam perto da casa velha, construída no século passado, devia ter sido construído por mineiros que escavavam a mina naquela época, era ano de mil novecentos e quarenta e nove, um ano duro de revoluções onde o interior não havia sido afetado por ser tão afastado que não podia se dizer se sua existência era real.&lt;br /&gt;
- &amp;nbsp;Meu irmão, que casa medonha.&lt;br /&gt;
- É mesmo, mais fiquei sabendo que a água que cai pelo encanamento é ótima.&lt;br /&gt;
- Vamos, quero conhecer logo essa casa.&lt;br /&gt;
Cruzaram um pequeno jardim, e forçaram a porta amarrada por correntes e um grande cadeado de ferro. Tinha um grande salão até chegar às escadarias, com salas para os dois lados e um corredor tremendamente escuro que passava por traz da escada e saiam em algum lugar. Ramon colocou o pé em cima do primeiro degrau.&lt;br /&gt;
- A onde vai? – perguntou Pablo.&lt;br /&gt;
- O encanamento é lá em cima.&lt;br /&gt;
- Não me disse que teríamos que ir lá em cima.&lt;br /&gt;
- Se tem medo volte, ninguém está te impedindo.&lt;br /&gt;
- Vai se ferrar.&lt;br /&gt;
- Para de ser menininha e vamos.&lt;br /&gt;
Subindo bem devagar as escadas onde visivelmente seus degraus estavam podres, lentamente um pé frente ao outro seguiram em frente. O piso superior parecia ainda mais assombroso. Ao chegar no andar Pablo dá um grito e cai para traz.&lt;br /&gt;
- O que aconteceu? – pergunta Ramon&lt;br /&gt;
- Pensei em ter visto alguém no fim do corredor.&lt;br /&gt;
- Você está ficando maluco. É só um espelho vamos logo que ainda quero tomar banho e chegar em casa. Subindo para o segundo andar em direção a um quarto que ficava entre o encontro dos dois lados da escada, abriram a porta que era imensa e de madeira escura e maciça, forçando-a para que pudessem abrir, um forte cheiro entra em seus narizes, não sabiam que cheiro era aquele, mais a podridão não era estranha.&lt;br /&gt;
- Nossa que fedor.&lt;br /&gt;
- Que cheiro dos infernos. Agora acho que não foi uma boa ideia termos vindo. – diz Ramon.&lt;br /&gt;
- Agora que percebeu que não era uma boa ideia?&lt;br /&gt;
- Olha só esse quarto. Queria ter um desses para mim. – Olhando dentro via sua imensidão vazia, sua distribuição com as janelas que dava a lado do jardim, deveria ser a vista mais bonita que poderia existir antes de ser totalmente abandonada.&lt;br /&gt;
- Ei Pablo! Olha o banheiro.&lt;br /&gt;
Pablo seguiu em direção ao banheiro era enorme e na ponta o cano havia um chuveiro.&lt;br /&gt;
- Olha só que negócio invocado. Deve ser isso que chamam de chuveiro. Vamos. – Ambos tiram a roupa ficando apenas de ceroulas.&lt;br /&gt;
Aquilo jogava água como nunca tinham visto, estavam se deliciando com a brincadeira mais começou a faltar água e secou o chuveiro.&lt;br /&gt;
- Maldito seja!&lt;br /&gt;
- Acabou a água.&lt;br /&gt;
- Já aproveitamos o suficiente, vamos embora. – Diz Pablo.&lt;br /&gt;
Ambos se vestiam, quando Pablo para e ouve passos vindo do outro lado da parede.&lt;br /&gt;
- Ramon? Ramon?&lt;br /&gt;
- Que é?&lt;br /&gt;
- Fale baixo.&lt;br /&gt;
- Por quê?&lt;br /&gt;
- Tem alguém no outro cômodo.&lt;br /&gt;
- Como assim?&lt;br /&gt;
- Coloque o ouvido aqui. Encostado o ouvido ambos escutam passos no cômodo ao lado, alguns gemidos e resmungos acompanhavam seus ouvidos fazendo tremer até a espinha.&lt;br /&gt;
Algumas barras de ferro continuavam a cair no chão.&lt;br /&gt;
- Estranho?&lt;br /&gt;
- O que é estranho Pablo?&lt;br /&gt;
- Ferros caindo. Por que teria ferros caindo no outro cômodo?&lt;br /&gt;
- Escuta. – Ramon fez sinal para que Pablo colocasse o ouvido novamente na parede.&lt;br /&gt;
- O que é Ramon. – resmungou.&lt;br /&gt;
- Os paços estão ficando mais forte.&lt;br /&gt;
Como se houvesse encostado rente a parede um silencio súbito tomou conta.&lt;br /&gt;
- Parou?&lt;br /&gt;
- Sim.&lt;br /&gt;
Uma tremenda cacetada de ferro zune no outro cômodo fazendo com que os irmãos caíssem apavorados no chão.&lt;br /&gt;
- O que é isso?&lt;br /&gt;
Sinais começavam a aparecer de frente onde tinham colocado o ouvido.&lt;br /&gt;
- Vamos embora.&lt;br /&gt;
Ambos se levantam e saem correndo.&lt;br /&gt;
- Que merda é essa?&lt;br /&gt;
- Merda, merda.&lt;br /&gt;
O lugar tinha mudado totalmente aquilo parecia um inferno o lugar estava banhado em sangue.&lt;br /&gt;
- O meu Deus – diz Pablo.&lt;br /&gt;
- Vamos, por ali.&lt;br /&gt;
Seguiram em direção ao corredor onde acharam a escada que descia para o próximo andar.&lt;br /&gt;
Os barulhos de ferro caindo pelo chão, eram atordoantes.&lt;br /&gt;
Desceram as escadas.&lt;br /&gt;
- Ramon não foi aqui que subimos.&lt;br /&gt;
Passos e gritos ecoam no andar.&lt;br /&gt;
- Não vai ficar para procurar a outra vai?&lt;br /&gt;
- Não.&lt;br /&gt;
- Então venha.&lt;br /&gt;
Chegando ao meio da escada ambos param.&lt;br /&gt;
- Espera. O barulho acabou.&lt;br /&gt;
- Parece que sim.&lt;br /&gt;
De repente as vidraças são arrebentadas por pedras e novamente os gritos cada vez mais fortes.&lt;br /&gt;
- Desce! Desce! Desce! – gritava Pablo.&lt;br /&gt;
Viraram o corredor como uns loucos chegaram a próxima escada. Antes de descerem Pablo olha para traz e vê uma garota saindo da sombra, parecia estar chorando, a luz da lua mostrava metade do seu rosto. Era uma garotinha linda.&lt;br /&gt;
- Quem é você menina?&lt;br /&gt;
Ela apenas chorava e segurava uma boneca de pano com o rosto arredondado e cabelos de lã.&lt;br /&gt;
- Você está maluco Pablo. Não tem ninguém ai.&lt;br /&gt;
- Claro que tem é uma garotinha de cabelos até o ombro.&lt;br /&gt;
- Não tem ninguém vamos.&lt;br /&gt;
Pablo via a garota, e lentamente ela se aproximava, aquilo lhe dava calafrios. Com pequenos passos ela vinha se aproximando. Quando a lua iluminou completamente seu rosto metade era totalmente desfigurado via-se um dos olhos pendurados e todo arrebentado ossos e nervos podres. Aquilo revirou o estomago de Pablo.&lt;br /&gt;
- Corre Ramon, corre.&lt;br /&gt;
- Merda.&lt;br /&gt;
Desceram as escadas e chegaram ao corredor. O andar de baixo estava pegando fogo.&lt;br /&gt;
- Como foi pegar fogo aqui?&lt;br /&gt;
- Eu que não quero saber.&lt;br /&gt;
- O meu Deus! O meu Deus! – Ramon olhava os corpos que se queimavam como fogo, poderia sentir o cheiro e seus gritos de desespero.&lt;br /&gt;
Acharam a saída e correram até o pequeno portão. Quando olham o lugar está do jeito que chegaram.&lt;br /&gt;
- O que aconteceu aqui?&lt;br /&gt;
- Não sei. Mais nunca mais volto aqui para saber.&lt;br /&gt;
- Preciso fumar. Você está com meu cachimbo?&lt;br /&gt;
- Não o vi usar ele hoje.&lt;br /&gt;
- Estava no meu bolso.&lt;br /&gt;
- Vamos embora amanhã a gente vê isso. Ainda estou apavorado com tudo que aconteceu. Quero ir pra casa, estou tremendo.&lt;br /&gt;
- Mais juraria que tinha colocado no meu bolso.&lt;br /&gt;
Na manhã seguinte os dois irmãos descem para tomar café. Sentam-se a mesa, Pablo caçoa de seu irmão. Ambos ainda estavam tremendo com o que tinha acontecido, mais chegaram a uma conclusão de que aquilo não deveria mais ser mencionado nem ao menos ser lembrado.&lt;br /&gt;
- Olha aí Ramon seu cachimbo. Não tinha esquecido? – um pequeno sorriso saiu da boca de Pablo com grandes pedaços de pão dentro dela.&lt;br /&gt;
- Que engraçado.&lt;br /&gt;
- Mais você o perdeu Ramon? – Diz a mãe.&lt;br /&gt;
- Não olha ele aqui.&lt;br /&gt;
- Logo após se deitarem – diz a mãe. – uma garotinha o trouxe aqui.&lt;br /&gt;
- Como assim? – questiona Pablo.&lt;br /&gt;
- Uma mocinha de cabelos pretos não muito grande, segurava uma boneca de pano, pele branca, havia um senhor com ela, mais estava meio afastado.&lt;br /&gt;
- Está de brincadeira?&lt;br /&gt;
- Não porque estaria? Preocupei-me com ela parecia já era tarde. E ela ainda me disse que vocês estavam na casa dela. O que faziam lá? Ela disse que qualquer dia desses viria nos visitar.&lt;br /&gt;
A partir daquele dia nunca mais os irmãos falaram sobre aquilo. Mas a casa ainda se podia ouvir os gritos e berros durante a noite. E se aproximassem mais, nas noites de lua, a garotinha ainda cantava sua canção enquanto passeava com sua boneca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://infernonoturno.blogspot.com/feeds/82331884741970736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://infernonoturno.blogspot.com/2016/06/casa-velha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7479080365237188787/posts/default/82331884741970736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7479080365237188787/posts/default/82331884741970736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://infernonoturno.blogspot.com/2016/06/casa-velha.html' title='Casa Velha'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7479080365237188787.post-573396980149934284</id><published>2016-06-03T15:52:00.000-07:00</published><updated>2016-06-05T12:42:40.594-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="poesia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sobrevivente"/><title type='text'>Sobrevivente</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Sobrevivente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobrevivente de um mundo infértil.&lt;br /&gt;De uma guerra sem fim.&lt;br /&gt;De mortes em vão.&lt;br /&gt;Da desonra entre filhos&lt;br /&gt;E da vingança entre os pais&lt;br /&gt;Armas em favor da paz&lt;br /&gt;Da ideologia da ingenuidade.&lt;br /&gt;Do temperamento da violência&lt;br /&gt;Da ignorância política.&lt;br /&gt;Sou Sobrevivente de um mundo&lt;br /&gt;Onde crianças seguram arma&lt;br /&gt;E meninas se vendem para poderosos&lt;br /&gt;De um dilema que diz:&lt;br /&gt;A educação supera a fome&lt;br /&gt;Enquanto crianças se prostituem&lt;br /&gt;Para se educarem&lt;br /&gt;Sou sobrevivente da agonia da morte&lt;br /&gt;Mulheres que levam amantes no enterro do marido&lt;br /&gt;Bandeiras em túmulos de mármore&lt;br /&gt;Tiros em encontro da chuva&lt;br /&gt;Corvos sobre cadáveres&lt;br /&gt;Sobrevivente de um País sujo de lama&lt;br /&gt;De um balanço que só vai para trás&lt;br /&gt;Da vergonha de ser patriota&lt;br /&gt;Pintamos nossas caras&lt;br /&gt;Pessoas que ri da farda.&lt;br /&gt;Por escrevermos sobre esperanças&lt;br /&gt;De uma vitória que não conseguimos em sonhos&lt;br /&gt;De uma realidade diferente&lt;br /&gt;Que vemos enquanto dormimos&lt;br /&gt;Sou sobrevivente de um lugar&lt;br /&gt;Que conhecemos como inferno&lt;br /&gt;Que esmagam nossos ossos&lt;br /&gt;E contorce nossos membros&lt;br /&gt;Sobrevivente da cavalaria&lt;br /&gt;Queimados como heróis.&lt;br /&gt;Choramos como criança&lt;br /&gt;Revirando em meu túmulo.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://infernonoturno.blogspot.com/feeds/573396980149934284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://infernonoturno.blogspot.com/2016/06/sobrevivente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7479080365237188787/posts/default/573396980149934284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7479080365237188787/posts/default/573396980149934284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://infernonoturno.blogspot.com/2016/06/sobrevivente.html' title='Sobrevivente'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7479080365237188787.post-7655428371692657314</id><published>2016-06-03T15:51:00.000-07:00</published><updated>2016-06-05T12:42:40.614-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desespero"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="poesia"/><title type='text'>Desespero</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Desespero&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre quatro paredes&lt;br /&gt;Escondo-me no quarto escuro&lt;br /&gt;Com vultos e sombras que me tormenta&lt;br /&gt;Solto um grito de desespero e dor&lt;br /&gt;Demônios que me assombram&lt;br /&gt;Assovios em meu ouvido&lt;br /&gt;Arranhões na madrugada&lt;br /&gt;Pesadelos durante o dia&lt;br /&gt;Vozes do além que torturam minha alma&lt;br /&gt;Escuridão, somente escuridão&lt;br /&gt;Inferno em meu quarto&lt;br /&gt;Anjos e Demônios lutam por sangue e vinho&lt;br /&gt;Por ser mais uma alma condenada&lt;br /&gt;Desespero que tortura&lt;br /&gt;Não me mata&lt;br /&gt;Não me anima&lt;br /&gt;Não me contenta&lt;br /&gt;Não me alimenta&lt;br /&gt;Apenas me maltrata&lt;br /&gt;Nada de segunda chance&lt;br /&gt;Não ouve nem a primeira&lt;br /&gt;Dor&lt;br /&gt;Único sentimento&lt;br /&gt;Seus fantasmas me assombram&lt;br /&gt;Passado&lt;br /&gt;Tortura minha mente&lt;br /&gt;Encolhido no canto&lt;br /&gt;Olhos fechados&lt;br /&gt;Chorando e gritando&lt;br /&gt;Dor&lt;br /&gt;Suplicio&lt;br /&gt;Não existe Deus naquele momento&lt;br /&gt;Somente dor&lt;br /&gt;Será o purgatório?&lt;br /&gt;Não contento meu desespero.&lt;br /&gt;Não sei viver sem dor&lt;br /&gt;Não consigo morrer em paz&lt;br /&gt;Não consigo descansar em paz&lt;br /&gt;Não consigo para de chorar&lt;br /&gt;Não consigo rir&lt;br /&gt;Não consigo conter meu Desespero...&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://infernonoturno.blogspot.com/feeds/7655428371692657314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://infernonoturno.blogspot.com/2016/06/desespero.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7479080365237188787/posts/default/7655428371692657314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7479080365237188787/posts/default/7655428371692657314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://infernonoturno.blogspot.com/2016/06/desespero.html' title='Desespero'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>