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	<title>InfoEscola</title>
	
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	<description>Navegando e Aprendendo</description>
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		<title>Distrito 9</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 01:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Lucia Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Assistir Distrito 9 não é das tarefas mais fáceis, pois nas telas o espectador se depara com suas próprias mazelas, especialmente com a intolerância e o grau zero na aceitação das diferenças. Esta obra-prima do gênero ficção científica toca nas feridas mais profundas da alma humana, exibindo diante do olhar do público a forma muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">Assistir <strong>Distrito 9</strong> não é das tarefas mais fáceis, pois nas telas o espectador se depara com suas próprias mazelas, especialmente com a intolerância e o grau zero na aceitação das diferenças. Esta obra-prima do gênero <a href="http://www.infoescola.com/generos-literarios/ficcao-cientifica/">ficção científica</a> toca nas feridas mais profundas da alma humana, exibindo diante do olhar do público a forma muitas vezes cruel com que o ser humano lida com a alteridade.</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/distrito-9-poster.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7705" title="distrito 9 poster" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/distrito-9-poster-236x350.jpg" alt="distrito 9 poster" width="165" height="245" /></a>Este filme vai contra a velha e tradicional concepção do extraterrestre que invade a Terra e, quase sempre, elege misteriosamente o povo norte-americano como adversário, visão que encontra seu ápice em produções como Independence Day. Aqui a nave-mãe originária de um planeta desconhecido paira sobre Johanesburgo, uma das maiores metrópoles da África do Sul.</p>
<p>Nesta nave espacial são encontrados seres estranhos, com forma de inseto, depreciativamente chamados de ‘camarões’. Sem saber como agir diante de tais criaturas, que representam a mais radical alteridade, as autoridades locais as confinam em um gueto conhecido como <strong>Distrito 9</strong>, onde elas vivem de uma forma aviltante e desprezível, exatamente como em um campo de concentração.</p>
<p>Uma indústria armamentista é responsável pela exclusão destes seres, pois vêem em sua total e completa submissão a possibilidade de lucrar com suas armas. Diante da passividade de ‘insetos’ que agem como operários, uma vez desprovidos da presença de uma espécie de rainha-mãe, como entre as abelhas, os executivos desta multinacional não têm maiores dificuldades em atingir pelo menos parte de seus objetivos.</p>
<p>O protagonista desta trama, Wikus Van De Merwe, interpretado por Sharlto Copley, um sul-africano autêntico, é a imagem do anti-herói, de certa forma simpático, mas um burocrata alienado que trabalha para esta empresa, a Multi-National United (MNU) e despreza igualmente os ‘camarões’, até se ver envolvido em um estranho caso de transmutação, que lembra imediatamente a transformação vivenciada pelo personagem de Franz Kafka no livro &#8216;A Metamorfose&#8217;, ao ser incumbido de notificar os aliens de seu iminente despejo do Distrito 9.</p>
<p>Neil Blomkamp é o diretor independente que se revela diante do mundo com esta obra surpreendente que mistura elementos de ficção científica com uma contundente crítica social. Esta obra nasceu sem muitas ambições de superprodução, com uma publicidade singela mas acirrada, com pôsteres espalhados pelos principais pontos de ônibus dos EUA, pedindo ao povo que denunciasse ETs.</p>
<p>Este foi o recurso da surpresa, o outro foi o da participação de Peter Jackson, diretor do clássico O Senhor dos Anéis, como produtor facilitador, o profissional que procura garimpar novos talentos. Um elemento que permitiu igualmente sua alta cotação junto ao público e à crítica é a profunda bagagem cultural de Blomkamp, especialmente a literária, que o impediu de cair nos velhos clichês deste gênero.</p>
<p>As  cenas desta produção foram gravadas em uma favela de Soweto, reproduzindo irônica e tristemente os recentes conflitos pós-apartheid que vêm abalando a região. Blomkamp, mesmo sem se dar conta, reproduz nas telas o que vivenciou em Johanesburgo, ao longo de sua vida, durante os embates segregacionistas e também depois da queda do regime racista.</p>
<p>Infelizmente os mesmos protagonistas da cruel discriminação racial parecem repetir, hoje, a mesma história com relação aos imigrantes. Como para confirmar este raciocínio, durante as filmagens, em 2008, vários conflitos tomaram as ruas próximas às filmagens e diversos habitantes do Zimbábue, à procura de novas oportunidades na África do Sul, foram mortos brutalmente. Episódios como esse reforçam a idéia do diretor de dar ao seu filme um caráter documental, uma vez que ele se alicerça profundamente em uma realidade concreta.</p>
<p>A Sony, distribuidora deste filme, se viu surpreendida com a grandiosa recepção de Distrito 9, e até mesmo sua filial brasileira teve que providenciar mais cópias desta película – inicialmente seriam apenas cem cópias. Com certeza a empresa não se arrependeu, pois as salas de exibição estão sempre repletas de um público ansioso para descobrir o porquê de tanto sucesso.</p>
<p><strong>Fontes:</strong><br />
Distrito 9 – Direção: Neil Blomkamp – Elenco: Sharlto Copley, David James e Jason Cope – 2009 – EUA – 112 min.<br />
SCIFI NEWS – Cinema, TV, DVD – Ano 13 – Edição 140 – Outubro 2009.</div>
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		<title>William Blake</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 00:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Lucia Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>

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		<description><![CDATA[O poeta e artista plástico inglês William Blake nasceu em Londres, capital da Inglaterra, no Soho, famoso bairro londrino, no dia 28 de novembro de 1757. Nesta cidade ele passou boa parte de sua existência. Seu pai era um próspero comerciante, um produtor no ramo da confecção, enquanto sua mãe zelava pela formação dos quatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">O poeta e artista plástico inglês <a href="http://www.infoescola.com/biografias/william-blake/">William Blake</a> nasceu em Londres, capital da Inglaterra, no <a href="http://www.infoescola.com/inglaterra/soho/">Soho</a>, famoso bairro londrino, no dia 28 de novembro de 1757. Nesta cidade ele passou boa parte de sua existência. Seu pai era um próspero comerciante, um produtor no ramo da confecção, enquanto sua mãe zelava pela formação dos quatro filhos.</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/william-blake.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7703" title="william blake" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/william-blake-269x350.jpg" alt="william blake" width="215" height="280" /></a>William dedicou boa parte de sua infância à leitura e ao desenho. Ao completar dez anos ele entrou em uma escola de desenho e passou a produzir estampas em reproduções de imagens de objetos antigos da Grécia, adquiridas pelo seu pai, e a criar ilustrações para poemas escritos por ele mesmo. A Sagrada Escritura era sua mais dileta inspiração.</p>
<p>O artista afirmava ver, desde cedo, anjos e outras figuras celestiais à sua volta, os quais ele reproduzia em sua obra, tanto na pintura considerada de natureza fantástica, quanto em seus poemas ilustrados. Aos quatorze anos, em agosto de 1772, ele se tornou discípulo do célebre estampador James Basire. Ele permaneceu a seu lado até completar 21 anos, tornando-se graças a esse convívio um exímio artista.</p>
<p>Neste período Blake também iniciou suas pesquisas e obras sobre as igrejas londrinas, especialmente sobre a Abadia de Westminster, com seu estilo gótico, que o impressionava vivamente. O resultado deste empenho do artista foi a realização de estampas nestes templos, principalmente nesta catedral, trabalho no qual seu talento se desenvolveu de forma acentuada.</p>
<p>Ao final deste aprendizado, ele ingressou na <em>The Royal Academy</em>, consagrada escola de arte londrina. Ele conquistou uma bolsa integral, mas teve que custear o material do curso ao longo de seis anos. Suas concepções sobre a arte floresceram nesta época, imprimindo-lhe idéias próprias, constantemente contrárias ás de seus mestres e companheiros.</p>
<p>A produção artística de Blake teve como cenário um momento histórico único, o desenvolvimento dos ideais iluministas e a eclosão da Revolução Industrial inglesa. Ele encontrou uma paisagem literária completamente adaptada às imposições sociais, aos padrões clássicos do período ‘augustano’. William Blake divergiu desse conformismo e, seguindo o ideário romântico, não fechou os olhos para a miséria, o sofrimento humano e as terríveis injustiças que ele encontrava a sua volta.</p>
<p>Ele se tornou o pioneiro no Romantismo inglês, além de atuar nas artes plásticas e como impressor, tornando-se igualmente um dos principais gravadores da Inglaterra. Seus primeiros poemas foram publicados em 1792 na obra intitulada Poetical Sketches. Em sua poesia ele apela particularmente ao recurso métrico do verso em branco, uma peculiar marca da era Elizabetana.</p>
<p>Algumas de suas poesias, porém, foram lançadas de 1784 em diante, entre elas ‘<em>Song of Innocence</em>’, ‘<em>The Book of Thel</em>’ e ‘<em>The Marriage of Heaven and Hell</em>’, impressas e estampadas pelo próprio artista com a parceria de sua esposa, Catherine Boucher, a quem ele alfabetizou e iniciou na arte tipográfica.</p>
<p>William Blake produzia não só as ilustrações de sua obra, mas igualmente a de seus companheiros. Entre seus principais trabalhos estão as ilustrações de clássicos como &#8220;O livro de Jó&#8221; da Bíblia, &#8220;A Divina Comédia&#8221; de <a href="http://www.infoescola.com/biografias/dante-alighieri/">Dante Alighieri</a> – tarefa infelizmente suspensa por sua morte, que o colheu em meio a esta prática exaustiva, que o levava a ignorar suas terríveis condições de saúde – entre outros.</p>
<p>A genialidade de Blake foi reconhecida apenas depois de sua morte, pois em vida ele era visto pelos outros como um excêntrico que se empenhava em combater o avanço da Ciência e da razão, enquanto afirmava dialogar com os anjos que o acompanhavam desde a infância. Atualmente, na Austrália, um prêmio de natureza religiosa é anualmente entregue em honra ao seu trabalho – o Blake Prize for Religious Art (Prêmio Blake para Arte Sacra).</p>
<p>Fontes:<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Blake<br />
http://virtualbooks.terra.com.br/livros_online/willian_blake/wb_bio.htm</p></div>
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		<title>Pero Vaz de Caminha</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 00:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rebouças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>

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		<description><![CDATA[Escritor português, Pero Vaz de Caminha nasceu em Porto, Portugal, em 1450. Faleceu em 15 de dezembro de 1500, em Calecute, Índia. Trabalhou como escrivão da armada do navegador Pedro Álvares Cabral.
Sua família era descendente de antigos povoadores de Neiva, pertencente ao reinado de D.Fernando. Pero Vaz de Caminha trabalhou como cavaleiro das casas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">Escritor português, <strong>Pero Vaz de Caminha</strong> nasceu em Porto, Portugal, em 1450. Faleceu em 15 de dezembro de 1500, em Calecute, Índia. Trabalhou como escrivão da armada do navegador <a href="http://www.infoescola.com/biografias/pedro-alvares-cabral/">Pedro Álvares Cabral</a>.</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/pero-vaz-de-caminha.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-7700" title="pero vaz de caminha" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/pero-vaz-de-caminha.jpg" alt="pero vaz de caminha" width="168" height="224" /></a>Sua família era descendente de antigos povoadores de Neiva, pertencente ao reinado de D.Fernando. Pero Vaz de Caminha trabalhou como cavaleiro das casas de D. Afonso V, de D.João II e de D. Manuel I.</p>
<p>Desenvolveu os conhecimentos em escrita para elevar-se de posto, após ter participado da batalha de Toro em março de 1475, no ano seguinte passou a ocupar o cargo de mestre da Balança da Moeda, antes ocupada pelo seu pai.</p>
<p>Em 1497, fora selecionado para redigir os capítulos da Câmara Municipal do Porto. Em 1500, tornou-se escrivão da feitoria de Calecute. Pero Vaz de Caminha é autor da célebre carta do <a href="http://www.infoescola.com/historia/descobrimento-do-brasil/">Descobrimento do Brasil</a>, datada em 1° de maio, que serviu como testemunho e registro histórico da nau capitânia da armada de Cabral.</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/Carta_pero_vaz_de_caminha.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7699" title="Carta_pero_vaz_de_caminha" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/Carta_pero_vaz_de_caminha-252x350.jpg" alt="Carta_pero_vaz_de_caminha" width="176" height="245" /></a>A Carta de Pero Vaz de Caminha é a certidão de nascimento do Brasil, sendo publicada somente no século XIX, pelo Padre Manuel Aires de Casal, na Imprensa Régia. Faleceu em combate aos mulçumanos na feitoria de Calecute.</p>
<p>Na época de seu trabalho na Câmara do Porto, havia sido nomeado vereador, nessa fase casou-se e teve uma filha, Isabel Caminha. Isabel casou-se com um homem violento, que por determinadas práticas criminosas fora exilado na África. Pero Vaz Caminha utilizou de sua influência política e de sua escrita para trazer o genro de volta à Portugal, mas não conseguiu.</p>
<p>Leia a <a href="http://www.achetudoeregiao.com.br/ATR/Carta_de_Pero_Vaz_de_Caminha.htm">transcrição da carta</a>.</p>
<p>Fontes:<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pero_Vaz_de_Caminha<br />
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u456.jhtm</p></div>
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		<title>Ferdinand de Saussure</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 00:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rebouças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Filósofos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ferdinand de Saussure foi um linguista e filósofo suíço, nasceu em Genebra, no dia 26 de novembro de 1857. Faleceu na cidade de Morges, em 22 de fevereiro de 1913. Iniciou nos estudos da Linguística com incentivos do filólogo Adolphe Pictet.
Era estudioso em Física e Química, cursando essas matérias na Universidade de Genebra. Ingressou na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><strong>Ferdinand de Saussure</strong> foi um linguista e filósofo suíço, nasceu em Genebra, no dia 26 de novembro de 1857. Faleceu na cidade de Morges, em 22 de fevereiro de 1913. Iniciou nos estudos da <a href="http://www.infoescola.com/portugues/linguistica/">Linguística</a> com incentivos do filólogo Adolphe Pictet.</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/Ferdinand-de-Saussure.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7697" title="Ferdinand de Saussure" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/Ferdinand-de-Saussure-260x350.jpg" alt="Ferdinand de Saussure" width="182" height="245" /></a>Era estudioso em Física e Química, cursando essas matérias na Universidade de Genebra. Ingressou na Sociedade Linguística de Paris; em Leipzig estudou as línguas europeias. Lecionou em Genebra e em Paris.</p>
<p>Filho de família abastada, desde pequeno já estudava inglês, grego, alemão, francês e sânscrito. Aos 21 anos, publicou “Memória sobre as Vogais Indo-Europeias”.</p>
<p>Em 1880, defendeu a tese de doutorado “Sobre o Emprego do Genitivo Absoluto em Sânscrito”.</p>
<p>Em Genebra lecionou sânscrito e Linguística histórica. Em 1906, começou a ensinar Linguística Geral. As suas proposições concederam à linguística uma autonomia e nova delineação de estudo.</p>
<p>Lecionou na Universidade de Genebra até o dia de sua morte. Teve como discípulos Charles Bally e Albert Sechehaye.</p>
<p>Em seus estudos definiu a estrutura do significante e do significado. O significante é a imagem acústica e o significado o conceito, o conteúdo da imagem acústica.</p>
<p>Fontes:<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferdinand_de_Saussure<br />
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u267.jhtm</p></div>
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		<title>Etnobiologia</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 00:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rebouças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Etnobiologia ou Etnoecologia é a ciência que estuda o conhecimento e as conceituações provindas de comunidades tradicionais sob a percepção do mundo natural. Visa entender como a natureza influencia na construção das crenças e da adaptação do indivíduo em certos ambientes.
A adaptação nesse caso é estudada sob os aspectos cognitivos. A Etnobiologia desenvolve estudos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">A <strong>Etnobiologia</strong> ou <strong>Etnoecologia</strong> é a ciência que estuda o conhecimento e as conceituações provindas de comunidades tradicionais sob a percepção do mundo natural. Visa entender como a natureza influencia na construção das crenças e da adaptação do indivíduo em certos ambientes.</p>
<p>A adaptação nesse caso é estudada sob os aspectos cognitivos. A Etnobiologia desenvolve estudos não somente a respeito do ambiente natural, mas sobre as espécies de animais, por exemplo, que alcançam algum significado social, religioso e simbólico para uma comunidade.</p>
<p>Trabalha a partir de dados qualitativos para detectar os significados a partir de cada percepção pessoal a respeito das relações biológicas e ecológicas.</p>
<p>Quando uma comunidade apresenta profunda relação com meio natural e seus animais, conclui-se que esta comunidade possui alto grau de <strong>conhecimento etnobiológico</strong>. O conhecimento etnobiológico de uma comunidade pode servir de base para estruturação de modelos conservacionistas de trabalhos a favor do meio ambiente.</p>
<p>Além de ampliar o respeito aos conhecimento e à cultura inerente de uma comunidade, a <strong>pesquisa etnobiológica</strong> permite uma positiva dimensão sobre as atitudes dos indivíduos a ela pertencentes e o uso de seus comportamentos como referencial para novas estratégias de conservação.</p>
<p>Também referenciada como etnoecologia, a etnobiologia é um campo interdisciplinar que estuda diversos grupos humanos que se relacionam com os recursos naturais de forma cultural e extrativista. No Brasil, a entidade responsável por esta área de estudo é a SBEE – Sociedade Brasileira de Etnobiologia.</p>
<p>Fontes:<br />
http://etnobiologia.org/sbee/home/index.php</p></div>
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		<title>A Sombra do Vento</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 16:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Lucia Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Ruiz Zafón é uma revelação na literatura espanhola contemporânea. Seu primeiro livro, A Sombra do Vento, tornou-se logo um sucesso de crítica e de público. Nesta obra situada no período pós-Guerra Civil Espanhola, em 1945, que coincide também com o fim da sangrenta Segunda Guerra Mundial, o autor apresenta uma Barcelona ainda devastada pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><strong>Carlos Ruiz Zafón</strong> é uma revelação na literatura espanhola contemporânea. Seu primeiro livro, <strong>A Sombra do Vento</strong>, tornou-se logo um sucesso de crítica e de público. Nesta obra situada no período pós-Guerra Civil Espanhola, em 1945, que coincide também com o fim da sangrenta <a href="http://www.infoescola.com/historia/segunda-guerra-mundial/">Segunda Guerra Mundial</a>, o autor apresenta uma Barcelona ainda devastada pelas feridas que se recusam a cicatrizar.</p>
<p>Na cidade marcada por um confronto e um governo totalitário sobre o qual todos se recusam a falar, e sequer a refletir, como se fosse possível ocultar uma vergonha que dilacera a alma de cada habitante da Espanha de Franco, um garoto de 10 anos, chamado <strong>Daniel Sempere</strong>, inicia sua precoce transição para a maturidade ao ser conduzido por seu pai ao Cemitério dos Livros Esquecidos.</p>
<p>Órfão de mãe, inconformado com sua partida e incapaz de recordar seu semblante, o menino é presenteado pelo pai com a iniciação em um universo desconhecido, uma biblioteca secreta na qual repousam obras esquecidas pelos leitores, à espreita do momento oportuno para despertarem novamente. Seguindo um ritual antigo, o pai o incentiva a escolher em meio ao labirinto infinito de livros, um que ele deseje adotar e cuidar para o resto da vida.</p>
<p>Daniel opta então por uma obra que transformará sua vida e a dos personagens que o cercam, o romance <strong>A Sombra do Vento</strong>, do desconhecido autor espanhol de origem francesa, Julián Carax. O garoto devora o livro e fica obcecado por seu misterioso criador e pela origem desta publicação fascinante, passando assim a percorrer uma jornada arriscada que pode custar sua própria vida, ou a de seus companheiros.</p>
<p>As descobertas de Daniel remetem o leitor a outra história, ou seja, a um enredo dentro de outro, mas não demora para que ambos se entrelacem e componham uma única trama, surpreendendo a cada momento os que se aventuram pelas páginas desta obra incomum, repleta de misticismo, mortes, amores intensos e desesperados.</p>
<p>Nesta busca incessante, que o persegue ao longo de anos, Daniel revisita a trajetória de Barcelona, desenterra personagens e dramas aparentemente sepultados pelo tempo, e é através dele que Zafón toca nas feridas mais profundas desta cidade, não permitindo que a memória de eventos obscuros e dolorosos, porém concretos e reais, embora perturbadores, seja apagada pela historiografia oficial.</p>
<p>De forma crua e às vezes até sombria e pessimista, o autor devassa os bastidores da Guerra Civil, não poupando anarquistas, comunistas nem fascistas, transformando em um eterno ponto de interrogação, em um profundo questionamento, os fatos que se desenrolaram nos dias que antecederam este confronto, durante as lutas sangrentas, e no contexto que se seguiu a este embate.</p>
<p>Ao percorrer as páginas deste livro, o leitor dificilmente consegue parar até mesmo para respirar, pois se depara com uma trama eletrizante, que lembra clássicos como os livros sombrios de <a href="http://www.infoescola.com/escritores/edgar-allan-poe/">Edgar Allan Poe</a>, os romances de amor do francês Victor Hugo, e os espadachins de <a href="http://www.infoescola.com/biografias/alexandre-dumas/">Alexandre Dumas</a>. É fácil perceber, em sua leitura, o culto à natureza misteriosa dos livros.</p>
<h2>Sobre o Autor</h2>
<p><strong> Carlos Ruiz Zafón</strong> nasceu em 1964, na cidade de Barcelona. Com esta obra ele conquistou os prêmios espanhóis Fernando Lara, em 2001, e Llibreter, em 2002. Seus livros já foram traduzidos em nove línguas. Hoje ele reside em Los Angeles, nos EUA, cria roteiros cinematográficos e é assíduo colaborador dos veículos <em>La Vanguardia</em> e <em>El País</em>. Em 2008 ele publicou O Jogo do Anjo, que já vendeu cerca de um milhão de exemplares na Espanha.</p>
<p>Fontes:<br />
Zafón, Carlos Ruiz. A Sombra do Vento. Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2001, 341 pp.</p></div>
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		<title>Arranjo Simples</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 16:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Makiyama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Combinatória]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fórmula do Arranjo Simples em combinatória, denotado por An,k, onde arranjamos k objetos de n objetos dados, é uma fórmula muito importante dada por:É muito útil na solução de problemas de contagem onde a ordem é levada em consideração.
Ela pode ser pensada da seguinte forma: para arranjarmos k objetos de n objetos dados podemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">A <strong>Fórmula do Arranjo Simples</strong> em <strong>combinatória</strong>, denotado por A<sub>n,k</sub>, onde arranjamos k objetos de n objetos dados, é uma fórmula muito importante dada por:<a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/arranjo1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7652" title="arranjo1" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/arranjo1.jpg" alt="arranjo1" width="93" height="44" /></a>É muito útil na solução de problemas de contagem onde a <strong>ordem</strong> é levada em consideração.<br />
Ela pode ser pensada da seguinte forma: para arranjarmos k objetos de n objetos dados podemos primeiramente escolher k objetos de n, que pela Fórmula Binominal podemos fazer de</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/arranjo2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7651" title="arranjo2" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/arranjo2.jpg" alt="arranjo2" width="108" height="47" /></a></p>
<p>maneiras diferentes, e logo em seguida multiplicamos pelo número de maneiras que podemos ordenar estes k objetos escolhidos, que é de k! maneiras:</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/arranjo3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7650" title="arranjo3" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/arranjo3.jpg" alt="arranjo3" width="262" height="45" /></a></p>
<p>Outra forma de derivarmos essa fórmula é usarmos o princípio fundamental da contagem da Análise Combinatória, assim: podemos escolher o primeiro objeto de n formas diferentes, o segundo de (n-1) formas diferentes, e assim por diante, até o k-ésimo que podemos escolher de (n-(k-1)) formas diferentes, multiplicando tudo temos n.(n-1)&#8230;(n-(k-1))= A<sub>n,k. </sub> Para  ver isto basta abrir a fórmula de A<sub>n,k.</sub></p>
<p>Vamos resolver um problema para podermos fixar melhor estas idéias:</p>
<p>Numa corrida entre 10 competidores premia-se os dois primeiros com dois chocolates idênticos. Quais são as possibilidades de premiação?</p>
<p>Bem, nesse caso a ordem não é importante, então basta ver de quantos modos pode-se terminar a corrida. Neste caso, basta calcular:</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/arranjo4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7649" title="arranjo4" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/arranjo4.jpg" alt="arranjo4" width="276" height="49" /></a></p>
<p>Que é o número de maneiras de dois dos dez competidores ganhar a corrida.</p>
<p>Então este é o número de maneiras de se premiar.</p>
<p>Suponha agora que resolvemos premiar o primeiro colocado com um sorvete e o segundo com um chocolate. Nesse caso, a ordem é importante, não basta saber quem foram os dois primeiros, é preciso saber quem foi o primeiro e quem foi o segundo. Assim, precisamos usar a fórmula do arranjo que resulta em:</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/arranjo5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7648" title="arranjo5" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/arranjo5.jpg" alt="arranjo5" width="106" height="47" /></a></p>
<p>maneiras de se premiar.</p>
<p>Bibliografia:<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arranjo_(matemática)#Arranjo<br />
História da Matemática, Carlo, B. Boyer</p></div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Abraham Maslow</title>
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		<comments>http://www.infoescola.com/biografias/abraham-maslow/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rebouças</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>

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		<description><![CDATA[Psicólogo norte-americano, Abraham Maslow foi o criador da hierarquia de necessidades, conhecida como a “Pirâmide de Maslow”. Nasceu no Brooklin, Nova York, em 1° de abril de 1908. Seus pais eram semi-analfabetos, mas como a família sonhava em ter um filho advogado, ingressou na faculdade de Direito de Nova York.
Insatisfeito, largou o curso e transferiu seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">Psicólogo norte-americano, <strong>Abraham Maslow</strong> foi o criador da hierarquia de necessidades, conhecida como a “Pirâmide de Maslow”. Nasceu no Brooklin, Nova York, em 1° de abril de 1908. Seus pais eram semi-analfabetos, mas como a família sonhava em ter um filho advogado, ingressou na faculdade de Direito de Nova York.</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/maslow.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7644" title="maslow" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/maslow.jpg" alt="maslow" width="155" height="197" /></a>Insatisfeito, largou o curso e transferiu seus estudos para a Universidade de Cornell. Casou-se a contragosto com sua prima, logo mudou-se para Wisconsin, onde conheceu o estudioso Harry Harlow, responsável pelos estudos a respeito do comportamento de filhotes de macacos.</p>
<p>Esse contato despertou o interesse de Maslow pela psicologia. Tornou-se, na área acadêmica psicológica, barachel em 1930, mestre em 1931 e doutor pela Universidade de Wisconsin em 1934.</p>
<p>No ano seguinte, retornou a Nova York, e começou a trabalhar na Universidade de Columbia e a lecionar na Universidade do Brooklin, onde conheceu importante grupos de psicólogos. Passou a se dedicar aos estudos da motivação humana e das hierarquias da necessidade do indivíduo.</p>
<p><a href="http://www.infoescola.com/files/2009/11/piramide-maslow.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7645" title="piramide maslow" src="http://www.infoescola.com/files/2009/11/piramide-maslow-500x327.png" alt="piramide maslow" width="500" height="327" /></a></p>
<p>Na psicologia, defendeu a ideia de que as necessidades fisiológicas devem ser saciadas para que  posteriormente sejam saciadas as necessidades de segurança, e na ordem as sociais, de autoestima e a auto-realização, etapa final da felicidade do ser humano.</p>
<p>Nos anos 60, teve contato com obras de Peter Drucker e McGregor, o que influenciou o envolvimento de Maslow com a Gestão de Negócios. Buscou, a partir de então, a relacionar as teorias de motivação e os estudos de gestão.</p>
<p>No fim dos anos 60, recebeu da Associação Americana de Psicologia a honra “Humanista do ano”. Faleceu em 8 de junho de 1970, de ataque cardíaco.</p>
<p>Fontes:<br />
http://pt.wikipedia.org/wiki/Abraham_Maslow<br />
http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Maslow_Biografia.htm</p></div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Palavras com Diferentes Tonicidades</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Infoescola/~3/sPxVZIIBQpg/</link>
		<comments>http://www.infoescola.com/espanhol/palavras-com-diferentes-tonicidades/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 13:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roseliane Saleme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espanhol]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.infoescola.com/?p=7633</guid>
		<description><![CDATA[Resumo sobre algumas palavras com diferentes tonicidades entre o idioma português e o espanhol.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">Vocablos que pueden tener la forma semejante y significados similares, sin embargo, la sílaba tónica es distinta. <em>(Vocábulos que podem ter a forma semelhante e significados similares, entretanto, a sílaba tônica é diferente.)</em></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="221" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="111" valign="bottom"><strong>ESPAÑOL</strong></td>
<td width="111" valign="bottom"><strong>PORTUGUÉS</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">aca<strong>de</strong>mia</td>
<td width="111" valign="bottom">acade<strong>mi</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">alco<strong>hol</strong></td>
<td width="111" valign="bottom"><strong>ál</strong>cool</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom"><strong>al</strong>guien</td>
<td width="111" valign="bottom">al<strong>guém</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">a<strong>ne</strong>mia</td>
<td width="111" valign="bottom">ane<strong>mi</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">anes<strong>te</strong>sia</td>
<td width="111" valign="bottom">aneste<strong>si</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">at<strong>mós</strong>fera</td>
<td width="111" valign="bottom">atmos<strong>fe</strong>ra</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">buro<strong>cra</strong>cia</td>
<td width="111" valign="bottom">burocra<strong>ci</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">can<strong>gu</strong>ro</td>
<td width="111" valign="bottom">Cangu<strong>ru</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">ca<strong>ní</strong>bal</td>
<td width="111" valign="bottom">cani<strong>bal</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">ce<strong>re</strong>bro</td>
<td width="111" valign="bottom"><strong>cé</strong>rebro</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">demo<strong>cra</strong>cia</td>
<td width="111" valign="bottom">democra<strong>ci</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">diplo<strong>ma</strong>cia</td>
<td width="111" valign="bottom">diploma<strong>ci</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">e<strong>lo</strong>gio</td>
<td width="111" valign="bottom">elo<strong>gi</strong>o</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">epi<strong>de</strong>mia</td>
<td width="111" valign="bottom">epide<strong>mi</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom"><strong>fo</strong>bia</td>
<td width="111" valign="bottom">fo<strong>bi</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom"><strong>gau</strong>cho</td>
<td width="111" valign="bottom">ga<strong>ú</strong>cho</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom"><strong>hé</strong>roe</td>
<td width="111" valign="bottom">he<strong>rói</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">im<strong>bé</strong>cil</td>
<td width="111" valign="bottom">imbe<strong>cil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">im<strong>par</strong></td>
<td width="111" valign="bottom"><strong> ím</strong>par</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom"><strong>lí</strong>mite</td>
<td width="111" valign="bottom">li<strong>mi</strong>te</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom"><strong>ma</strong>gia</td>
<td width="111" valign="bottom">ma<strong>gi</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">medi<strong>o</strong>cre</td>
<td width="111" valign="bottom">me<strong>dí</strong>ocre</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">ni<strong>vel</strong></td>
<td width="111" valign="bottom"><strong>ní</strong>vel</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">nos<strong>tal</strong>gia</td>
<td width="111" valign="bottom">nostal<strong>gi</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">o<strong>cé</strong>ano</td>
<td width="111" valign="bottom">oce<strong>a</strong>no</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">pan<strong>ta</strong>no</td>
<td width="111" valign="bottom"><strong>pân</strong>tano</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">peri<strong>fe</strong>ria</td>
<td width="111" valign="bottom">perife<strong>ri</strong>a</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">poli<strong>cí</strong>a</td>
<td width="111" valign="bottom">po<strong>lí</strong>cia</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">proto<strong>ti</strong>po</td>
<td width="111" valign="bottom">pro<strong>tó</strong>tipo</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom"><strong>ré</strong>gimen</td>
<td width="111" valign="bottom">re<strong>gi</strong>me</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">rep<strong>til</strong></td>
<td width="111" valign="bottom"><strong>ré</strong>ptil</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">te<strong>lé</strong>fono</td>
<td width="111" valign="bottom">tele<strong>fo</strong>ne</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">tex<strong>til</strong></td>
<td width="111" valign="bottom"><strong>têx</strong>til</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Curiosidade: O primeiro manual de Língua Espanhola no Brasil foi elaborado por Idel Becker que nomeou a esta divergência de tonicidade entre as duas línguas de HETEROTÓNICOS, vocábulo adotado em vários manuais de ensino da Língua Espanhola e por muitos professores até os dias de hoje.</p>
<p>Bibliografia:<br />
SOUZA, J.O<strong>.¡Por supuesto! Español para brasileños.</strong> São Paulo: FTD, 2003.</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pretérito Perfeito Composto</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Infoescola/~3/SxTp1-R-Qww/</link>
		<comments>http://www.infoescola.com/espanhol/preterito-perfeito-composto/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 12:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roseliane Saleme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espanhol]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.infoescola.com/?p=7631</guid>
		<description><![CDATA[Resumo sobre o pretérito perfeito composto no idioma espanhol, exemplos de frases e verbos conjugados, entre outras informações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt">El Pretérito Perfecto Compuesto se forma con el Presente de Indicativo del auxiliar <strong>HABER</strong> y el participio* del verbo que se conjuga. <em>(O Pretérito Perfeito Composto se forma com o Presente do Indicativo do auxiliar <strong>HABER</strong> e o particípio* do verbo que se conjuga.)</em></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="459" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="111" valign="bottom"></td>
<td width="116" valign="bottom"><strong>HABLAR</strong></td>
<td width="116" valign="bottom"><strong>BEBER</strong></td>
<td width="116" valign="bottom"><strong>SALIR</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">YO</td>
<td width="116" valign="bottom">He hablado</td>
<td width="116" valign="bottom">He  bebido</td>
<td width="116" valign="bottom">He salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">TÚ</td>
<td width="116" valign="bottom">Has hablado</td>
<td width="116" valign="bottom">Has bebido</td>
<td width="116" valign="bottom">Has salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">ÉL</td>
<td width="116" valign="bottom">Ha hablado</td>
<td width="116" valign="bottom">Ha bebido</td>
<td width="116" valign="bottom">Ha salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">ELLA</td>
<td width="116" valign="bottom">Ha hablado</td>
<td width="116" valign="bottom">Ha bebido</td>
<td width="116" valign="bottom">Ha salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">USTED</td>
<td width="116" valign="bottom">Ha hablado</td>
<td width="116" valign="bottom">Ha  bebido</td>
<td width="116" valign="bottom">Ha salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">NOSOTROS</td>
<td width="116" valign="bottom">Hemos  hablado</td>
<td width="116" valign="bottom">Hemos bebido</td>
<td width="116" valign="bottom">Hemos  salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">NOSOTRAS</td>
<td width="116" valign="bottom">Hemos  hablado</td>
<td width="116" valign="bottom">Hemos  bebido</td>
<td width="116" valign="bottom">Hemos  salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">VOSOTROS</td>
<td width="116" valign="bottom">Habéis hablado</td>
<td width="116" valign="bottom">Habéis bebido</td>
<td width="116" valign="bottom">Habéis salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">VOSOTRAS</td>
<td width="116" valign="bottom">Habéis hablado</td>
<td width="116" valign="bottom">Habéis bebido</td>
<td width="116" valign="bottom">Habéis salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">ELLOS</td>
<td width="116" valign="bottom">Han hablado</td>
<td width="116" valign="bottom">Han    bebido</td>
<td width="116" valign="bottom">Han salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">ELLAS</td>
<td width="116" valign="top">Han hablado</td>
<td width="116" valign="top">Han bebido</td>
<td width="116" valign="top">Han salido</td>
</tr>
<tr>
<td width="111" valign="bottom">USTEDES</td>
<td width="116" valign="top">Han hablado</td>
<td width="116" valign="top">Han bebido</td>
<td width="116" valign="top">Han salido</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>En español este tiempo sirve para hablar de hechos de un pasado reciente o que no sea fechado. <em>(Em espanhol este tempo serve para falar de fatos de um passado recente ou que não seja datado.)</em></p>
<p>Se usa con los siguientes <a href="http://www.infoescola.com/espanhol/marcadores-temporais-e-o-preterito-indefinido/">marcadores temporales</a>:</p>
<p><strong>HOY, ESTA MAÑANA</strong> (si es durante la tarde o la noche)<strong>, ESTA TARDE </strong>(si es denoche), <strong>ESTE AÑO, ESTE MES, AÚN, SIEMPRE, AHORA, TODAVÍA…ETC.</strong></p>
<p><em>(Usa-se com os seguintes marcadores temporais: Hoje, esta manhã, esta tarde, este ano, este mês, ainda sempre, agora, <strong>ainda</strong>&#8230;etc.)</em></p>
<p>EJEMPLOS:</p>
<ol>
<li>Hoy <span style="text-decoration: underline;">he estudiado</span> y pesquisado en muchos libros y <span style="text-decoration: underline;">ha sido</span> muy provechoso. <em>(Hoje estudei e pesquisei em muitos livros e foi muito proveitoso.)</em></li>
<li>Esta mañana te <span style="text-decoration: underline;">he dicho</span> que me quedaría en casa, pero estoy saliendo. <em>(Esta manhã te disse que ficaria em casa, mas estou saindo.)</em></li>
<li>Esta tarde <span style="text-decoration: underline;">he estado</span> en la casa de María y enseguida <span style="text-decoration: underline;">hemos salido</span>,  para comprar unos regalos para el ‘cumple’ de Juan. <em>(Esta tarde estive na casa de Maria e em seguida saímos, para comprar alguns presentes para o aniversário de João.)</em></li>
<li>Este año <span style="text-decoration: underline;">hemos prometido</span> estudiar…pero sólo <span style="text-decoration: underline;">hemos ido</span> a fiestas y de marcha. <em>(Este ano premetemos estudar…mas somente fomos a festas e saímos.</em></li>
<li>Siempre <span style="text-decoration: underline;">has mentido</span> para todos, no me espanta que te <span style="text-decoration: underline;">has quedado</span> sola. <em>(Sempre mentiste para todos, não me espanta que ficaste sozinha.)</em></li>
<li>Todavía no <span style="text-decoration: underline;">han llegado</span> y tenemos que irnos porque es tarde. <em>(Ainda não chegaram e temos que ir porque é tarde.)</em></li>
</ol>
<p>Este tiempo es más utilizado en el español peninsular y en algunas regiones de Hispanoamérica. En Asturias (España) y en otras regiones americanas hispanohablantes  se usa casi exclusivamente el pretérito indefinido.</p></div>
]]></content:encoded>
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