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	<title>Intravenosa</title>
	
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	<description>Uma pessoa é muito mais do que o sangue que corre em suas veias</description>
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		<title>Déjà Vu</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 13:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transfusão]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[enfermeira]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><p><img width="297" height="300" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/05/elvgreen-297x300.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="elvgren" /></p>Acordei. Chovia. Sempre gostei de chuva, especialmente para ficar em casa e aproveitar o momento com alguém com um bom almoço e uma boa foda. Era manhã e a minha situação não permitia. O cheiro de formol era tão forte, que eu poderia cortá-lo com uma faca. Hospitais. Sempre bati no peito que não via [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/deja-vu/">Déjà Vu</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="297" height="300" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/05/elvgreen-297x300.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="elvgren" /></p><p>Acordei.</p>
<p>Chovia. Sempre gostei de chuva, especialmente para ficar em casa e aproveitar o momento com alguém com um bom almoço e uma boa foda.</p>
<p>Era manhã e a minha situação não permitia. O cheiro de formol era tão forte, que eu poderia cortá-lo com uma faca.</p>
<p>Hospitais. Sempre bati no peito que não via nada de mais neles, mas qualquer ser humano em sã consciência não gosta de ficar num lugar que fede morte e decadência.</p>
<p>Contudo, sempre tive fetiches com enfermeiras.</p>
<p>Sempre.</p>
<p>Contraditório, não?</p>
<p>Eu não estava 100%.</p>
<p>Aliás, ninguém nunca está.</p>
<p>Odeio aqueles discursos positivistas e otimistas que sempre dizem “estou bem”. Vá à merda. Ninguém nunca está. Mas isso não vem ao caso. Estava doente. Maldito resfriado, que virou uma gripe, que virou uma pneumonia, que quase me matou.</p>
<p>Eu me recuperei e,  graças a influências e conhecidos, fiquei num apartamento melhor que o normal.</p>
<p>Tinha acabado de receber a informação que sairia dali hoje mesmo.</p>
<p>Saudade de respirar um ar decentemente poluído.</p>
<p>Era uma questão de tempo até que o médico viesse me dar alta e, enquanto isso não acontecia, fiquei zapeando nos canais da televisão de 14 polegadas ao mesmo tempo em que era obrigado a aumentar o som, devido a água que castigava a janela.</p>
<p>Gols da rodada. Era o que passava. Nada mais importante passava aquele horário. ‘Que lugar do cacete!’ – pensei. Quando o “silêncio” de meu santuário foi quebrado. Entrava uma enfermeira com meu almoço – aquela pasta gosmenta – mas isso é irrelevante. Porque meus olhos não estavam na gororoba e sim nela. Com seu um metro e meio de altura, seios que encaram os céus e coxas gritando para sair daquela calça branca, a enfermeira pousou por sob a mesa a bandeja e a arrastou em minha direção. Seria impossível ela não ter notado como eu a secava. Tão impossível, que a cor rubra tomou conta da sua face e a mesclou com seu cabelo. O que a deixou mais irresistível ainda.</p>
<p>Quando chegou até mim, o inesperado ocorreu. Ela ficou branca e fez o seu trabalho como se nada disso tivesse acontecido. Fiquei embasbacado, mas não perdi a compostura por fora e comecei a papear com ela sobre a vida, o universo e ela. Sei que quando ela estava se retirando, puxei-a pelo braço e disse ‘você tem muita sorte de eu estar nessa situação, do contrário ruivinha&#8230;’. A reação dela foi um misto de surpresa com mordida nos lábios. E enquanto eu saboreava esta imagem, ela piscou e saiu. ‘Essa vadia vai ter. Oh se vai’ – brinquei comigo mesmo. E se dependesse de mim, ela teria mesmo. Voltei a olhar a televisão na busca perdida por algo decente quando a luz de um relâmpago dominou o quarto, e, breu. ‘Só o que me faltava’. Minha reclamação não era por medo ao escuro, e sim porque tenho um problema com o escuro. Se escurece rapidamente fico literalmente cego. E foi o que aconteceu.</p>
<p>Cego, mas não surdo. A porta se abriu e fechou rapidamente. E vi uma pequena e ligeira figura se movendo para dentro do quarto. Prendi a respiração quando tive o lençol removido sem perceber seus movimentos. Piscava freneticamente para recobrar o sentido perdido e só obtive sucesso quando comecei a ser chupado. Tal qual uma cadela morrendo de sede, a enfermeira descia e subia com movimentos eroticamente ritmados.</p>
<p>Não podia deixá-la trabalhar só. Fiz menção de movimento para alterar a situação, quando ela notou e saltou por sob meu tórax e segurou meus braços. Conseguiria subjugá-la como todo macho deve fazer, mas a deixei para ver até onde me levaria. Afinal, um pouco de FemDom é sempre bem-vindo. Ela cravou as unhas por sob a roupa de moribundo e a rasgou. Começou a lamber e mordiscar até chegar no meu pescoço. Quando ela parou e me encarou lambendo os lábios não pensei, aliás nessa hora ninguém pensa, e puxei-a junto de mim. Um tango de línguas com o acompanhamento de unhas e carne começou e terminou no chão. O chão gelado só potencializou os gemidos quando estourei o zíper de sua calça com minhas mãos e a penetrei. A sinfonia só aumentava, suas unhas continuavam cravando minhas costas e usava seus peitos como apoios para trazê-la mais para perto de mim, se é que isso era possível.</p>
<p>“Cadela!”</p>
<p>“Me fode mais forte!”</p>
<p>“Sim!”</p>
<p>“Mais! MAIS! MAIS!!!”</p>
<p>Esses eram um dos muitos clamores que ecoavam no quarto. Todo o panteão mitológico havia sido conclamado. O último se intensificou quando eu a coloquei no seu lugar: de quatro. E nada havia se comparado com a ferocidade que crescia enquanto eu a espancava. Suas ancas começaram a ficar vermelhas assim como o sangue quente que escorria de minhas costas. Nada importava mais. A pulsação só aumentava e isso significava uma coisa só. Êxtase estava por vir e tal como um animal ela pressentiu. Se virou e agarrou-me e sugou o líquido que escorria pelo meu pau. Se satisfez com aquilo.</p>
<p>Relâmpago.</p>
<p>Beijou-me, levantou-se e foi embora sem olhar para trás, mas com um sorriso safado estampado na cara, fechando a porta atrás daquela bunda. ‘Ruiva maldita’ pensei. Deitei-me, encharcado. A chuva castigava a minha janela. Ótimo para descansar depois de um exercício bem feito. E querendo ou não, estava debilitado. Dormi.</p>
<p>Foi quando acordei. Chovia. Contudo, eu sempre gostei de chuva e como eu amava deja vus.</p>
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		<title>Eu quero beijar você</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 00:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Aycar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transfusão]]></category>
		<category><![CDATA[beijar]]></category>
		<category><![CDATA[beijo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="300" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/05/beijo-300x300.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="beijo" /></p>Mulher, se eu te conheço ou ao menos já te vi passando, saiba que possivelmente já tive vontade de te beijar. Não estou falando em beijo no rosto ou mesmo um selinho, estou falando de beijo profundo, daqueles que começam com metade da boca, quase errando e vai se tornando mais intenso, arrepiando todo o [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/eu-quero-beijar-voce/">Eu quero beijar você</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="300" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/05/beijo-300x300.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="beijo" /></p><p>Mulher, se eu te conheço ou ao menos já te vi passando, saiba que possivelmente já tive vontade de te beijar.</p>
<p>Não estou falando em beijo no rosto ou mesmo um selinho, estou falando de beijo profundo, daqueles que começam com metade da boca, quase errando e vai se tornando mais intenso, arrepiando todo o corpo.</p>
<p>Junto com a respiração forte os lábios vão se encontrando mais e mais, carinhos nos cabelos, pelo corpo, até que as línguas começam a declarar o tamanho do tesão, provando os sabores, os SEUS sabores que agora são nossos.</p>
<p>Sim, tenho muitas taras, algumas muito loucas, mas certamente a mais freqüente é o beijo.</p>
<p>Na próxima vez que me olhar nos olhos, saiba que há uma grande possibilidade de eu estar imaginando loucuras com você, mesmo que jure inocência, você, mulher, faz o meu coração pulsar e secretamente te desejo com a força das marés.</p>
<p>Se não estiver falando o quanto te desejo, certamente meus lábios mentem.</p>
<p>Meu rosto calmo esconde a vontade de estar sentindo sua boca na minha.</p>
<p>Na próxima vez que olhar nos meus olhos, saiba que eu te quero.</p>
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		<title>Vontade de você.</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 16:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RitaTescke</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
		<category><![CDATA[fogo]]></category>
		<category><![CDATA[loucura]]></category>
		<category><![CDATA[provocação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="300" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/05/tumblr_mgumw4KKoN1rcf4reo1_500-300x300.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="tumblr_mgumw4KKoN1rcf4reo1_500" /></p>Dos desejos que tenho, dos tesões que sinto. Queria agora olhar nestes olhos azuis e mexer por alguns instantes no seu cabelo, cheirar sua pele, sentir a respiração. Olha onde cheguei por desejar você, as loucuras que cometi. Desenhava cada centimetro do seu corpo no meu. Caminhava pela beira do lago de olhos fechados lembrando [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/vontade-de-voce/">Vontade de você.</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="300" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/05/tumblr_mgumw4KKoN1rcf4reo1_500-300x300.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="tumblr_mgumw4KKoN1rcf4reo1_500" /></p><p>Dos desejos que tenho, dos tesões que sinto.<br />
Queria agora olhar nestes olhos azuis e mexer por alguns instantes no seu cabelo, cheirar sua pele, sentir a respiração.<br />
Olha onde cheguei por desejar você, as loucuras que cometi.<br />
Desenhava cada centimetro do seu corpo no meu.<br />
Caminhava pela beira do lago de olhos fechados lembrando de ti.<br />
Ah Homem! Quero que me desejes, quero que tenha como sua propriedade, só me ame.<br />
Sob quatro paredes nós trememos.<br />
Sob seu olhar eu fico submissa.<br />
Sob seus desejos viajo.<br />
E quando vejo seu olhar procurando o meu, sinto a explosão de querer mais de você.<br />
É aquele fogo incontrolavel.<br />
Ah olhos azuis! Venham aqui me mostrar o que é sentir esta vontade de querer mais.<br />
Quero que provoque meus medos e meus sonhos.<br />
Que me deixe zonza de tanto me amar.<br />
Quero sentir cada vez mais de ti.<br />
Sentir o sussurros no meu ouvido, ouvir que sou sua.<br />
Ali eu estarei, ali ficarei pra ser sua.</p>
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		<title>Estratégias Inovadoras</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 16:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transfusão]]></category>
		<category><![CDATA[estrategia]]></category>
		<category><![CDATA[hsm]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="290" height="224" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem_capa.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="inovacao" /></p>&#160; Artigo no portal HSM  mostra como os consumidores estão mudando seu comportamento e como as empresas podem usar isso ao seu favor, criando estratégias de cocriação com ideias e sugestões inovadoras de Venkat Ramaswamy. Leia o texto abaixo e inspire-se! &#8220;Um dos pioneiros do conceito de cocriação, Venkat Ramaswamy discute o novo e poderoso [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/estrategias-inovadoras/">Estratégias Inovadoras</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="290" height="224" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem_capa.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="inovacao" /></p><p>&nbsp;</p>
<p>Artigo no portal <a style="color: #8b0000;" title="Portal HSM" href="http://www.hsm.com.br/editorias/inovacao/cliente-como-protagonista-na-inovacao-e-desenvolvimento" target="_blank" class="broken_link">HSM</a>  mostra como os consumidores estão mudando seu comportamento e como as empresas podem usar isso ao seu favor, criando estratégias de cocriação com ideias e sugestões inovadoras de Venkat Ramaswamy.</p>
<p>Leia o texto abaixo e inspire-se! <img src='http://intravenosa.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8220;Um dos pioneiros do conceito de cocriação, Venkat Ramaswamy discute o novo e poderoso papel do cliente em estratégias inovadoras.&#8221;</p>
<p>No começo de 2010, três anos após desenvolver um programa de sugestões junto ao quadro de funcionários, a operadora francesa de telecomunicações Orange contava com 93 mil ideias postadas por funcionários em seu website. Mais de um terço do quadro contribuiu e 7.500 projetos foram implementados, gerando receita extra e economias da ordem de 600 milhões de euros.</p>
<p>Por meio de exemplos como esse, Venkat Ramaswamy, co-autor do livro “O futuro da competição: cocriando valor único com os clientes”, demonstra o poder da cocriação para as organizações. Práticas como a da Orange estão ganhando a cena, mas desta vez envolvendo não apenas funcionários, mas todos os clientes e mercados atendidos pelas corporações.</p>
<p>Novas mídias, valor compartilhado e inovação aberta – muitos termos e conceitos relativamente novos, todos presentes na ideia de cocriação de Venkat Ramaswamy. O autor, em artigo para a Harvard Business Review, fala a respeito do surgimento de uma tendência de envolvimento de clientes e outras partes, como fornecedores, funcionários e reguladores, na prática da inovação dentro das empresas. Ramaswamy cita exemplos de empresas como a Lego, que já na década de 1990 criou plataformas online convidando clientes a submeter desenhos e modelos de novos brinquedos.</p>
<p>Mais do que uma “caixa de ideias”, a estratégia da cocriação envolve clientes no desenvolvimento de novos produtos, serviços e iniciativas, tanto na parte de concepção quanto em seu desenvolvimento, pesquisa e por vezes em processos de produção. O número de empresas a criar plataformas inovadoras no engajamento de clientes para a criação de produtos e serviços se multiplica: Pepsi, KLM, Toyota, IBM, Colgate e muitas outras.</p>
<p><strong>Quatro princípios da cocriação</strong></p>
<p>Ramaswamy desenvolveu com seus parceiros, nos últimos cinco anos, estudos que levaram a quatro princípios básicos da cocriação:</p>
<p>• As partes envolvidas não irão participar ativamente, a menos que a cocriação também gere ou proporcione a geração de valor – para indivíduos, a participação está ligada à criação de valor psicológico (satisfação no trabalho, autoestima, valorização) ou econômico (oportunidades de carreira, salários, benefícios), mas também para organizações, há necessidade de geração de valor econômico (redução de custos, aumento de produtividade e receita) ou, em alguns casos, a possibilidade de geração de valor social;</p>
<p>• A melhor maneira de cocriar valor é focar nas experiências das partes envolvidas – a maioria das organizações tem foco na criação de valor econômico. Cocriadores bem-sucedidos, no entanto, possuem foco em criar experiências recompensadoras para clientes, funcionários, fornecedores e outros envolvidos;</p>
<p>• Os envolvidos devem e precisam interagir entre si – na maioria das organizações, o trabalho é sequencial e hierárquico. Isso gera grandes perdas na possibilidade de diálogo. É preciso deixar que as partes envolvidas se apresentem livremente à mesa de discussões, e não se imbuir da decisão de quais delas devem ou não compor a mesa;</p>
<p>• As empresas devem proporcionar plataformas que permitam aos envolvidos interagir e dividir experiências – nesse ponto, Ramaswamy ressalta o uso da internet e novas mídias na facilitação dessa aproximação, mas lembra que tais ferramentas não são as únicas disponíveis.</p>
<p><strong>A estratégia da cocriação</strong></p>
<p>O foco na cocriação e uma estratégia de inovação colaborativa pressupõem novos paradigmas por parte das companhias e diferem em muitos aspectos da abordagem estratégica convencional. Em apresentações e artigos, Ramaswamy ressalta alguns pontos de contraste entre as duas políticas:</p>
<p><a href="http://intravenosa.com.br/2012/02/estrategias-inovadoras/tabela_cocriacao-2/" rel="attachment wp-att-274" class="broken_link"><img class=" wp-image-274 alignleft" title="Tabela_Cocriacao" alt="" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Tabela_Cocriacao1.jpg" width="592" height="262" /></a></p>
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		<title>Menino Henrique</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 00:09:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[henrique]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="300" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/04/cry-300x300.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="cry" /></p>O que define que alguns momentos permaneçam marcados em nossa memória de maneira tão clara e irreversível? Aos 5 anos fui estudar em um colégio de freiras. Lembro que sempre que havia alguma data especial elas nos ensinavam alguma música católica que cantávamos para nossos pais babões. Dia das mães estava chegando e todos nós [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/menino-henrique/">Menino Henrique</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="300" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/04/cry-300x300.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="cry" /></p><p>O que define que alguns momentos permaneçam marcados em nossa memória de maneira tão clara e irreversível?<br />
Aos 5 anos fui estudar em um colégio de freiras. Lembro que sempre que havia alguma data especial elas nos ensinavam alguma música católica que cantávamos para nossos pais babões.</p>
<p>Dia das mães estava chegando e todos nós estávamos naquela sala pequena, sentados no chão, ensaiando a música.<br />
&#8220;Mãezinha do céu/ eu não sei rezar/ só sei dizer/ quero te amar&#8221;<br />
E foi aí que o Henrique não se aguentou e começou a chorar.</p>
<p>Henrique era aquele gordinho que todo mundo adora. Menino simpático, sempre sorrindo, amigo de todo mundo. Só que ele tava chorando e nenhum de nós estava entendendo nada.<br />
A professora levou Henrique para fora e minutos depois ele voltou com o rostinho vermelho e um lencinho de papel nas mãos, falou para a professora que queria ensaiar com a gente, que se esforçaria.</p>
<p>&#8220;Azul é teu manto/ branco é teu véu/ mãezinha eu quero te ver lá no céu&#8221;<br />
Foi só o tempo de cantar este trecho para o Henrique voltar a soluçar.<br />
Levantei do meu lugar e corri abraçar o Henrique. E então ele se acalmou.</p>
<p>Bom.. na verdade esta última parte é um sonho recorrente que eu tenho. Eu não tive coragem de levantar do meu lugar e invadir o espaço dele. Henrique morava com a vó, seus pais morreram em um acidente quando ele ainda era bebê.</p>
<p>E lá no cantinho mais solitário da minha mente, o Henrique ainda tá lá, chorando com essa música e eu choro com ele.</p>
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		<title>Dos anos que me fodi no trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 19:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RitaTescke</dc:creator>
				<category><![CDATA[Veneno]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="225" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/04/B6AE32B2-7E33-46E9-93FF-3E6586E81895_bozo-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="bozo" /></p>Sim de vez em quando eu posto coisas informativas. Não sou uma expert em mercado de trabalho, mas como sempre fui uma pessoa que enfiou sair procurar emprego, e vez ou outra acabava me fodendo com o trampo pego, com o tempo acabei que por começar a analisar algumas coisas. Mas o que mais me [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/dos-anos-que-me-fodi-no-trabalho/">Dos anos que me fodi no trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/04/B6AE32B2-7E33-46E9-93FF-3E6586E81895_bozo-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="bozo" /></p><p>Sim de vez em quando eu posto coisas informativas.</p>
<p>Não sou uma expert em mercado de trabalho, mas como sempre fui uma pessoa que enfiou sair procurar emprego, e vez ou outra acabava me fodendo com o trampo pego, com o tempo acabei que por começar a analisar algumas coisas.</p>
<p>Mas o que mais me assombra até hoje é a questão das empresas que ainda moldam uma visão antiquada e preconceituosa.<br />
E algumas delas eu gostaria de compartilhar aqui:</p>
<p><strong>Mãe solteira</strong><br />
As empresas vêem este tipo de mulher como um problema, e porquê? Pelo fato dela ser mãe. Sim amigos, a empresa acha que ela vai faltar muito, que a criança não tem outros parentes, que ela sempre vai ter discussões com o pai da criança, e que o principal, não poderá se doar TOTALMENTE para a empresa.<br />
Ps: algo que me marcou muito foi certa vez escutar de colega de profissão (ele já empresário) a seguinte frase: &#8220;Mulher que é mãe solteira, só serve pra trabalhar em Shopping e se matar de vender plano de celular&#8221;.<br />
E sim tem empresa que leva mais ou menos este tipo de filosofia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Empresa Família Buscapé.</strong><br />
Esta é a que mais tem chances de te deixar de cabelo em pé. Eu trabalhei em um salão, onde a filha do patrão nas Sextas e Sábados  fazia retiradas do caixa em valores absurdos.<br />
O dono obrigava a gente a chamar a atenção da menina, mas quando acontecia ele ficava dias sem falar conosco.<br />
Em muitas empresas tem o combo esposa. em casos raros esta com alguma noção de respeito pelos funcionários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Empresário Ditador</strong><br />
Pra ele não existe esta coisa de leis trabalhistas, de assédio moral, foda-se sua vida, o emprego é mais importante porquê ele precisa de dinheiro.<br />
Raramente alguém para no emprego pelo motivo de que o cara é um tirano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Empregado Bombril</strong><br />
Você foi contratado para exercer X função, mas a empresa também quer que você faça Y e Z.<br />
Geralmente empresas assim pedem pra você varrer o chão, tirar o lixo, levar café na bandeja para alguma visita e coisas do gênero.<br />
E não se pode questionar,</p>
<p>Estes são alguns casos que eu mais vejo, mais percebo, tem muitos outros que quando fico sabendo me deixam de cabelo em pé.<br />
Coisas como estas são simplesmente uma falta bem clara de conhecimento e também em alguns casos um excesso bem grande de preconceito.</p>
<p><em>Ps: o que me fez escrever isso, é porquê minha Prima nesta semana foi mandada embora da empresa onde estava trabalhando. Ela se recusou a usar uma calça que estava machucando-a e que não quiseram trocar. </em></p>
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		<title>Devaneios de Julia / Consultório – parte I</title>
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		<comments>http://intravenosa.com.br/devaneios-de-julia-consultorio-parte-i/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 02:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mabel Luiza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[catedral]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[deus alma]]></category>
		<category><![CDATA[julia]]></category>
		<category><![CDATA[sonho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="196" height="257" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Christopher-Lee-Donovan.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Christopher Lee Donovan" /></p>-Isso não me diz nada, Doutor. Isso me acalma, simplesmente me acalma. Faz me perder em uma sala de balé e dançar, dançar, dançar até uma imensa floresta em Terras Brasilis. -E onde é isso, Júlia? -Não sei, eu já disse que não me diz nada, eu só sinto e é isso. -Só isso? -Isso. Isso [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/devaneios-de-julia-consultorio-parte-i/">Devaneios de Julia / Consultório – parte I</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="196" height="257" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Christopher-Lee-Donovan.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Christopher Lee Donovan" /></p><p>-Isso não me diz nada, Doutor. Isso me acalma, simplesmente me acalma. Faz me perder em uma sala de balé e dançar, dançar, dançar até uma imensa floresta em Terras Brasilis.</p>
<p>-E onde é isso, Júlia?</p>
<p>-Não sei, eu já disse que não me diz nada, eu só sinto e é isso.</p>
<p>-Só isso?</p>
<p>-Isso. Isso e algo mais&#8230; Uma catedral se desmancha e reergue de maneira diferente. Antes cinza e gótica, agora é branca, leve e coberta de penas. Uma beleza de catedral. Onde os gárgulas são figuras míticas com asas e cara de passarinho. Uma catedral que no lugar de sinos ecoa o som de flatas, gaitas e berrantes.</p>
<p>-E onde você está nessa história?</p>
<p>-Eu estou aqui, não está me vendo?</p>
<p>-Estou, Júlia. Mas nessa catedral, onde você se encontra?</p>
<p>-Eu não estou lá, eu só vejo do lado de fora, eu não posso entrar, só posso olhar, apreciar e<br />
ouvir.</p>
<p>-Não pode entrar porque pecou, porque cometeu pecados?</p>
<p>-Pecado? O que é pecado?</p>
<p>-Pecado, Júlia é aquilo que dá prazer, mas que diante dos olhos de Deus não podemos fazer.</p>
<p>-Pera aí, então o senhor está me dizendo que se Deus não enxergar não é pecado, é isso?</p>
<p>-Mais ou menos. Porque Deus está sempre vendo. Sempre.</p>
<p>-Sempre? Tem certeza? Como você pode saber disso. Conhece Deus?</p>
<p>- Sim e todos deveriam conhecer, entender, aceitar e seguir seus passos.</p>
<p>-Desculpe doutor, mas isso não faz sentido. Não posso me doutrinar a isso.</p>
<p>- Então , tá. Volte para frente da sua igreja e me diga, o que vê agora?</p>
<p>-Agora? Agora a porta está aberta e eu posso olhar, mesmo que de longe, lá dentro&#8230;</p>
<p>-E o que vê?</p>
<p>-Eu vejo o senhor!</p>
<p>-Está me vendo? E o que eu faço.</p>
<p>-O senhor rege as flautas, as gaitas e toca um berrante. Muito chato por sinal. Agora o senhor<br />
para, dá três passos a frente e grita&#8230;</p>
<p>-E o que estou dizendo? Conte-me.</p>
<p>-O senhor está gritando muito, um grito que me ensurdece, que rasga meus tímpanos e penetra a alma. Sim, agora já consigo entender o que o senhor diz. Na verdade o senhor está se apresentado e fala bem alto: “Meu nome é Deus”.</p>
<p>-E o que mais acontece?</p>
<p>-Acontece que eu desisti de entrar na catedral. A hora da sessão acabou e o senhor é quem precisa de remédios. Fica sentado aí no seu trono, achando que entende as pessoas, com seu poder do falso julgar. Falando coisas que seus pacientes não podem contestar. Cobrando preços que nunca poderão pagar. Dando ordens que nunca serão seguidas. Destruindo sonhos<br />
e destruindo vidas. Meus pecados, se é que existem, são meus e se o senhor não souber, ninguém saberá. Quer saber? O senhor pode ser dono da catedral, mas jamais penetrará a minha floresta. Caia na real, o senhor não é Deus, e Deus não existe!</p>
<p>Julia, levantou-se, vestiu suas botas, pegou a sombrinha, colocou suas luvas. E com um lenço secou o suor da cara do médico.</p>
<p>Acenou como fazem as princesas e rebolou até a porta&#8230;</p>
<p>&#8230;como as meretrizes sabem fazer.</p>
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		<title>A primeira vez que fui em uma boate gay</title>
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		<comments>http://intravenosa.com.br/a-primeira-vez-que-fui-em-uma-boate-gay/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Mar 2013 21:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cleverson Braga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transfusão]]></category>
		<category><![CDATA[boate]]></category>
		<category><![CDATA[cleverson]]></category>
		<category><![CDATA[depoimento]]></category>
		<category><![CDATA[gay]]></category>
		<category><![CDATA[transfusão]]></category>
		<category><![CDATA[trauma]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="200" height="200" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/pitibicha1.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="pitibicha" /></p>Antes de mais nada quero deixar bem claro que não sou homofóbico e dizer todo aquele papo que quem diz não ser homofóbico fala, o que não me impede de ficar desconfortável com algumas situações e, principalmente, fazer muita piada sem graça e zoar os não merecedores da alcunha de macho. Dito isso, vamos em [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/a-primeira-vez-que-fui-em-uma-boate-gay/">A primeira vez que fui em uma boate gay</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="200" height="200" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/pitibicha1.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="pitibicha" /></p><p>Antes de mais nada quero deixar bem claro que não sou homofóbico e dizer todo aquele papo que quem diz não ser homofóbico fala, o que não me impede de ficar desconfortável com algumas situações e, principalmente, fazer muita piada sem graça e zoar os não merecedores da alcunha de macho. Dito isso, vamos em frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como todo bom “galinheiro” eu me encontrava novamente naquela época em que seu maior passatempo é jogar grãos de milho ao vento e ver qual “prima” corre primeiro do puleiro pra beliscar as iscas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O acontecido se passou justamente em um dia que não uma mas três indigentes resolveram atender ao chamado e me intimar para “ser o guia de baladas” na voltinha do trio pela cidade grande. Visando um bem maior (para mim) óbvio que estava disposto a aceitar quase qualquer coisa e isso não seria algo muito difícil de lidar. Ledo engano&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de falharem miseravelmente em se divertirem em todas as baladas que resolveram ir acabaram por encontrar um lugar novo que, como sempre, ouviram algum conhecido de um amigo da vizinha que estudou com uma delas dizer que era legal. Não fosse meu estado alcoólico levemente alto tenho certeza que o apito de freio social teria soado mas como não era o caso, fui junto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chegando lá tive vários sinais suspeitos jogados na minha cara sobre o tipo de ambiente que eu estava prestes a adentrar mas como inocência de sobra é o que habita meu ser, só consigo ver com clareza como a situação se apresentava analisando friamente agora, anos depois.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A porta e fachada discreta, o letreiro com neon suspeito, cubos coloridos em cantos estratégicos e uma longa fila na entrada com mais homens que mulheres (o que nunca vai fazer sentido na frente de uma boate “normal”) e aquele visual resultado de uma mistura de Restart, Brós e NX-Zero deviam ter me alertado que alguma coisa de errado devia existir ali.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Logo na entrada já suspeitei de algo estranho por a) não ter sido revistado por um brucutu musculoso de 2 metros de altura mas sim por uma puta gostosa do caralho (YES!) com a maior cara e comportamento de machorra (FUCK!) e b) não ter sido apalpado/bulinado devidamente como manda o protocolo social de mulheres que fazem revista em boate.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tão logo sai da “zona de revistamento”, adentrei o habitat natural dos gays e daí, meu filho, a ficha caiu. Mas caiu com o peso de uma bigorna atirada de cima de um prédio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu realmente não entendo como funciona o protocolo social dessa turma, até porque a sociedade gosta de recriminar demais eles, mas acredito que a boate seja o tipo de lugar que eles tocam o foda-se pra tudo já que não pode extravasar na rua sem serem discriminados, julgados ou o que seja. Digo isso porque PUTA QUE ME PARIU NO CÓRREGO, MANO! Já assisti videos o RedTube mais soft do que o comportamento da turma lá dentro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessa hora eu já tinha esquecido a missão de ciceronear o passeio das meninas e estava mais preocupado com o meu bem estar físico e social. E, óbvio, instintivamente a primeira coisa que seu cérebro racionaliza é: proteja sua bunda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E não foi preciso pensar duas vezes. Corri ao encontro do balcão do bar na esperança de sentar (e proteger minha bunda) ou ao menos conseguir beber alguma coisa e adotar o perfil autista que não fala com ninguém enquanto fica encarando a bebida (e proteger a minha bunda).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu teria conseguido isso não fosse o elogio dirigido a minha bunda pelo barman. ¬¬ Mas até aí tudo bem, existia um balcão nos separando e um horário de trabalho pra ele me protegendo de qualquer outra coisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre homens se pegando de um lado, homens se pegando do outro e homens me encarando de um lado e do outro, até que eu consegui lidar bem com a parada. Em algum momento da noite a natureza resolveu chamar mas meu instinto defensivo me disse que talvez o banheiro “masculino” não fosse o ambiente mais seguro para eu desabotoar as calças então resolvi ficar na pista mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Naquela altura da noite as meninas que eu estava guiando já estavam trocando Jesus por Jenésio e melhores amigas de mais gente do que nossos 4 pares de mãos poderiam contar, enquanto tudo que eu fazia era implorar (discretamente) para irmos embora logo. Até que elas concordaram. \o/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse momento eu fiquei tranquilo, tomei o rumo da fila do caixa para ir embora e, erroneamente, baixei a guarda. Hoje eu enxergo perfeitamente e, analisando com frieza, vejo que homem é homem em qualquer lugar, mesmo sendo gay. Ô raça! Nego fica te scaneando a noite inteira e sabe exatamente quando você ficou de bobeira pra poder mandar o approach derradeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em uma distância de uma duzia de passos, enquanto acompanhava as meninas até o caixa, fomos “ultrapassados” por um grupo de bípedes que também pretendiam deixar o lugar. O único problema foi que eu, em particular, não fui ultrapassado mas sim atravessado, quase. Parece que eles ignoraram minha existência ali e tentaram por à prova uma das três leis básicas da física em que dois corpos não habitam o mesmo espaço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cara, sério. Naquele momento eu fui apalpado em lugares do meu corpo que eu tenho certeza que não sabia nem que existiam! Foi constrangedor, quase traumatizante. Depois disso confesso que me desprendi do corpo e ignorei qualquer outra coisa que tenha acontecido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A noite acabou por ali e espero que minhas experiências com os desistentes do time macho também.</p>
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		<title>Troca de mensagens</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 13:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RitaTescke</dc:creator>
				<category><![CDATA[Veneno]]></category>
		<category><![CDATA[dia da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ironia]]></category>
		<category><![CDATA[mensagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="225" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/facepalm-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="facepalm" /></p>Ele: E ai? Eu: Oi pessoa! Ele: tá onde? Eu: to no curso, na vdd saindo. Ele: onde? Já sabendo que ele estava me mandando mensagem porque queria algo, o deixei na geladeira por algum tempo. Uns 20 min depois&#8230; Eu: Então cheguei em casa a pouco, tá afim de sair comer algo, conversar? Ele: [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/troca-de-mensagens/">Troca de mensagens</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/facepalm-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="facepalm" /></p><div>Ele: E ai?</div>
<div>Eu: Oi pessoa!</div>
<div>Ele: tá onde?</div>
<div>Eu: to no curso, na vdd saindo.</div>
<div>Ele: onde?</div>
<div></div>
<div><strong>Já sabendo que ele estava me mandando mensagem porque queria algo, o deixei na geladeira por algum tempo.</strong></div>
<div></div>
<div><strong>Uns 20 min depois&#8230;</strong></div>
<div></div>
<div>Eu: Então cheguei em casa a pouco, tá afim de sair comer algo, conversar?</div>
<div>Ele: vc vem até mim ou eu vou até vc?</div>
<div>Eu: vem!</div>
<div>Ele: Então eu to meio embriagado já.</div>
<div>Eu: bem se vc está assim, melhor deixar pra próxima, não quero que vc tenha problemas.</div>
<div>Ele: mas eu quero ver vc!</div>
<div></div>
<div><strong>Nesta frase eu já pressenti toda a malicia do palhaço, que ficou 2 semanas se utilizando da sua mágica de desaparecimento pra cima da artista circense aqui. Resolvi jogar verde para colher maduro:</strong></div>
<div></div>
<div>Eu: Então, pra me querer como companhia hj de boa, porém pra outras coisas não rola nada pq estou naquela semana, sabe né?</div>
<div>Ele: hummm que pena.</div>
<div>Ele: vou passar ai pra te dar uns amassos então&#8230; Ha Ha.</div>
<div></div>
<div><strong>Depois de uns 5 min de silêncio da minha parte.</strong></div>
<div></div>
<div>Ele: to no meu terceiro Whisky e já foram seis beras.</div>
<div>Eu: então vc não está muito bem.</div>
<div>Ele: não. e preciso de uma massagem.</div>
<div>Eu: vá pra sua casa, a ressaca será forte.</div>
<div>Ele: to arrebentado, e curtindo uma solidão noturna.</div>
<div>Eu: eu tbm to, mas supero isso.</div>
<div>Ele: se eu for até ai será pra transar com vc.</div>
<div>Eu: sério! vc não está nada bem e eu não to afim de dar. Me ligue quando estiver sóbrio. e que seja para pedir desculpas.</div>
<div>Ele: sempre lembro de vc.</div>
<div></div>
<div><strong>Ai ele esperou uns minutos e apelou pro emocional:</strong></div>
<div></div>
<div>Ele: gosto de vc.</div>
<div>Ele: você sabe que eu amo vc.</div>
<div>Ele: vc sabe que eu adoro estar com vc.</div>
<div>Ele: e preciso de uma massagem to arrebentado&#8230;</div>
<div></div>
<div><strong>Toda esta conversa durou pouco mais de uma hora.</strong></div>
<div><strong>Quando ele viu que não conseguiria nada, me mandou isso:</strong></div>
<div></div>
<div>Ele: Feliz dia da mulher então.</div>
<div></div>
<div><strong>Eu só espero uma coisa neste dia:</strong></div>
<div><strong>Homens não sejam este TIPO de babaca.</strong></div>
<div><strong>Obrigada.</strong></div>
<div></div>
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		<title>Mulher – Maria Corrompida</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 13:39:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erika Pessanha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="147" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/maria-300x147.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="maria" /></p>Por ser mulher eu não creio no poder, não vou pra rua gritar por que tenho a capacidade de falar baixo, pouco e mesmo assim mudar o mundo. Eu nasci para criar e por isso, não crio. Se me disserem que não vim apenas pra criar filhos concordo, mas se me cobrarem sucesso, tripudio escarrando [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/maria-corrompida/">Mulher &#8211; Maria Corrompida</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="147" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/maria-300x147.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="maria" /></p><p>Por ser mulher eu não creio no poder, não vou pra rua gritar por que tenho a capacidade de falar baixo, pouco e mesmo assim mudar o mundo. Eu nasci para criar e por isso, não crio. Se me disserem que não vim apenas pra criar filhos concordo, mas se me cobrarem sucesso, tripudio escarrando no sentido desta palavra.</p>
<p>Isso por que eu quero passar por uma rua e estender minhas mãos para uma senhora, indigente e adoentada. Quero me ajoelhar diante dela como na frente de outras Marias, e quero louvar sua opção pela insanidade. Eu quero dar as mãos a mulheres que fecharam seus olhos pros seus instintos, pra suas humanidades, pra seu poder de alteridade. Eu quero olhar para uma jovem, rica e ornamentada, e pedir pra que comece a se ver e ao mundo com outros olhos e com um pouco menos de vaidade.</p>
<p>Eu quero poder e conseguir escrever, sobreviver…mas não ser engolida pelas promessas de sucesso. Eu quero ter forças pra suportar olhos desconfiados, críticas maledicentes, olhares de seres irmãos, que se avaliam apenas como concorrentes. Eu quero conseguir aceitar a velhice com a mesma beleza que deveríamos aceitar a nudez.</p>
<p>Eu quero poder honrar mulheres musas e silenciosas, pintoras que apenas posaram, escritoras que se suicidaram…</p>
<p>Quero ser livre sem a idéia de que a carteira é a única fonte de liberdade. Eu só quero o direito de ser Maria, sem ser apenas santa ou apenas puta e nem por isso ter que ser poderosa ou competitiva como um homem. Quero poder ser Maria corrompida, sem rezar, parindo ou não, na minha riqueza ou pobreza…</p>
<p>Eu quero aceitar meu útero como mais um dos instrumentos da minha maior especialidade: Criar vidas, parir mundos, “fazer de conta” falando mentiras e gritando que nem tudo que existe, é de verdade.</p>
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		<item>
		<title>O espelho o muro e as nuvens</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 17:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erika Pessanha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[borboleta]]></category>
		<category><![CDATA[espelho]]></category>
		<category><![CDATA[muro]]></category>
		<category><![CDATA[nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[reflexao]]></category>
		<category><![CDATA[sangue]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="230" height="188" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/e.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="e" /></p>Estou parada. Eu estava com medo e como uma bandida eu tentei pular um muro, com arame farpado. Ele fincou em minhas coxas, perto, bem perto de minha virilha. Não consigo ter forças para me mexer pra soltar minha pele. Tentei, mas eu olho pra trás e vejo um espelho, se eu me soltar, vou [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/o-espelho-o-muro-e-as-nuvens/">O espelho o muro e as nuvens</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="230" height="188" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/e.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="e" /></p><p>Estou parada. Eu estava com medo e como uma bandida eu tentei pular um muro, com arame farpado.</p>
<p>Ele fincou em minhas coxas, perto, bem perto de minha virilha. Não consigo ter forças para me mexer pra soltar minha pele.<br />
Tentei, mas eu olho pra trás e vejo um espelho, se eu me soltar, vou me distanciar de minha imagem.</p>
<p>Olho pra frente, há um grande nevoeiro, às vezes as nuvens me deixam ver um pedaço do que há do outro lado, penso que pode ser alguma coisa boa e mexo um pouco minha coxa. O sangue esguicha com o meu esforço, as nuvens se abrem um pouco na minha frente.</p>
<p>Vejo algo no meio dessas nuvens, é um pássaro, só vejo um pedaço de suas asas e são negras&#8230;corvo? urubu? abutre? Não me vem em mente nomes de aves negras, que indiquem alguma liberdade&#8230;começo a fantasiar por segundos, que as nuvens se abrem e aparecem borboletas&#8230;lembro dos meus filhos e olho pra trás para chamá-los&#8230;</p>
<p>&#8230;eles não estão ali, o que está é o maldito espelho&#8230;esqueço a porra da borboleta e me lembro do maldito sangue&#8230;</p>
<p>É&#8230;as borboletas sumiram novamente&#8230;</p>
<p>Sorte&#8230;entre o espelho e as nuvens, sobre o muro&#8230;há uma seringa&#8230;<br />
Com ela colho a tinta que corre em minhas veias&#8230;uma pena negra planou, caindo em minhas mãos&#8230;minhas coxas estão presas, mas o muro é branco&#8230;</p>
<p>Enquanto não saio daqui, escrevo meus versos em sangue&#8230;</p>
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		<title>Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr, é encontrado morto</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 12:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agulhada]]></category>
		<category><![CDATA[artista]]></category>
		<category><![CDATA[charlie brown jr]]></category>
		<category><![CDATA[chorão]]></category>
		<category><![CDATA[falecimento]]></category>
		<category><![CDATA[noticia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="229" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/chorao-300x229.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="chorão" /></p>Aconteceu na madrugada desta quarta-feira. Alexandre Magno Abrão, o Chorão da banda Carlie Brown Jr, foi encontrado morto em seu apartamento em São Paulo. Chorão faria 43 anos em abril. Charlie Bronw Jr foi uma banda que certamente marcou minha adolescência, assim como a de muitos amigos da minha idade.  Suas composições mais introspectivas eram [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/chorao-vocalista-do-charlie-brown-jr-e-encontrado-morto/">Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr, é encontrado morto</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="229" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/chorao-300x229.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="chorão" /></p><p>Aconteceu na madrugada desta quarta-feira. Alexandre Magno Abrão, o Chorão da banda Carlie Brown Jr, foi encontrado morto em seu apartamento em São Paulo. Chorão faria 43 anos em abril.</p>
<p>Charlie Bronw Jr foi uma banda que certamente marcou minha adolescência, assim como a de muitos amigos da minha idade.  Suas composições mais introspectivas eram carregadas de reflexão e as de temática mais animada, eram uma forma de gritar ao mundo aquilo que nossa geração queria dizer.</p>
<p>Muita gente vai dizer &#8220;Ah, nem era para tanto&#8221; e talvez eles estejam certos, mas para mim, fez história e vai fazer falta no mundo da música.</p>
<p>Certamente é um alívio que ele não tenha feito parte do clube dos 27, mas convenhamos que esta faixa dos 40 ainda reserva muita vida para a pessoa. Ainda havia tempo para realizar muita coisa.</p>
<p>No twitter, a hashtag #LutoChorao entrou para os Trending Topics e vários de seus amigos teceram <a title="G1 - Repercussão da Morte de Chorão nas Redes Sociais" href="http://g1.globo.com/sao-paulo/musica/noticia/2013/03/veja-repercussao-da-morte-de-chorao-nas-redes-sociais.html" target="_blank">comentários nas redes sociais</a>.</p>
<blockquote><p><strong>Thedy Corrêa</strong> (@thedycorrea), vocalista da banda Nenhum de Nós: &#8220;Chorão sempre foi uma incógnita pra mim. Ídolo no palco e uma figura discreta fora dele. Lamento sua morte prematura&#8230; Nos últimos tempos tinha a impressão que o Chorão estava em busca de paz e tranquilidade. Parecia cansado de uma imagem que ñ era mais ele&#8221;.</p></blockquote>
<p>A causa da morte ainda não foi divulgada, mas arrisco dizer que provavelmente tenha sido relacionado ao consumo de drogas já que as notícias enfatizam que ele não tinha problemas de saúde e nós sabemos que artistas são pessoas mais sensíveis e Chorão estava sozinho e na solidão as pessoas fazem besteira.</p>
<p>Bom.. mas isso é achismo.</p>
<p>Deixo aqui, para vocês, a letra da música que eu mais gostava. Do comecinho da carreira, que foi a época em que pude ir ao show deles e ver o Chorão bem de pertinho.</p>
<p>Prestem atenção nessa letra.</p>
<p><a href="http://intravenosa.com.br/chorao-vocalista-do-charlie-brown-jr-e-encontrado-morto/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>As máscaras que usamos</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 11:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Veneno]]></category>
		<category><![CDATA[máscaras]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[moral]]></category>
		<category><![CDATA[personagem]]></category>
		<category><![CDATA[princípios]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="200" height="200" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/mask.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="mask" /></p>Todos nós usamos algumas máscaras em nosso cotidiano, porém, algumas pessoas nunca as tiram. E quais as consequências disto? O que pode acontecer, é que de tanto usar uma máscara, de tanto interpretar um personagem, você se afaste de quem realmente é, e não consiga mais voltar. &#160; Mascarando pensamentos &#160; Sabe aquele pensamento que [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/as-mascaras-que-usamos/">As máscaras que usamos</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="200" height="200" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/mask.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="mask" /></p><p>Todos nós usamos algumas máscaras em nosso cotidiano, porém, algumas pessoas nunca as tiram.</p>
<p>E quais as consequências disto?</p>
<p>O que pode acontecer, é que de tanto usar uma máscara, de tanto interpretar um personagem, você se afaste de quem realmente é, e não consiga mais voltar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Mascarando pensamentos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sabe aquele pensamento que é tão absurdamente depravado que até sua sombra desvia o olhar constrangida?</p>
<p>É este tipo de coisa que eu teimo em escrever.</p>
<p>Fico angustiada com aquilo me agulhando na mente e não descanso até soltar este veneno no mundo.</p>
<p>E lançar o seus pensamentos no mundo não é algo que fica impune. Não mesmo.</p>
<p>Muitas vezes, as pessoas não tem estrutura emocional para conviver com suas verdades, e assim, mascaram até mesmo seus pensamentos, na repetição de uma mentira para si a e para o mundo,  na esperança de que, através desta repetição, sua máscara se torne uma verdade.</p>
<p>Eu noto que as pessoas tem um receio absurdo de serem julgadas por outros, e eu sei que é muito mais cômodo ser aquele personagem quadradinho que é igual a todo mundo, pessoa comum, dentro da média, medíocre.</p>
<p>Máscaras são úteis para você transitar confortavelmente entre grupos. Basta você imitar o padrão de comportamento e pronto, você faz parte da turminha.</p>
<p>Só que a armadilha nisso, é que quando você interpreta um personagem, estas máscaras acabam trazendo, para perto de você, outros personagens ou pessoas limitadas e atrofiadas, perfeitamente contidas neste pote social chamado moral.</p>
<p>Você trará para perto de você, pessoas que se encaixam ao comportamento imitado. Se o comportamento deste grupo é avesso ao seu real eu, sinto informar, você está jogando fora a oportunidade de se conectar com pessoas que te aceitem da forma que realmente é.</p>
<h2>E agora?</h2>
<p>Sei que é um puta cliché mas a real é que você deve realmente ser autêntico.</p>
<p>Você vai desagradar muita gente?</p>
<p>Óbvio. Só que desta forma, ficam perto de você aquelas pessoas que tem a verdadeira afinidade, pessoas de mente aberta que vão te aceitar do jeito que você é, ao invés de sufocar a sua realidade.</p>
<p>Não vou mentir e dizer que aboli o uso de máscaras na minha vida. Não o fiz. Ainda uso muitas máscaras no meio corporativo e perto de alguns familiares (por pura preguiça de refutar quem não vai entender meus argumentos), mas hoje eu sei quem eu sou, aceito as consequências das minhas escolhas e não traio meus princípios tortos em prol da verdade de outrem.</p>
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		<title>A Alma Gorda</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 23:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RitaTescke</dc:creator>
				<category><![CDATA[Veneno]]></category>
		<category><![CDATA[comer]]></category>
		<category><![CDATA[complexo]]></category>
		<category><![CDATA[gordinho]]></category>
		<category><![CDATA[magra]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="200" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/02/1328293689910-300x200.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="coxinhas" /></p>&#8220;-Então Rita, definitivamente por tudo que você me disse e apresenta, o seu caso é de compulsão alimentar.&#8221; Eu escutei isso do médico, mas não sei responder qual foi o sentimento. Por um momento pensei que eu nunca mais comeria uma coxinha na minha vida (e isso sim me causou desespero). Sempre fui magrela (genética [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/a-alma-gorda/">A Alma Gorda</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/02/1328293689910-300x200.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="coxinhas" /></p><p>&#8220;-Então Rita, definitivamente por tudo que você me disse e apresenta, o seu caso é de compulsão alimentar.&#8221; Eu escutei isso do médico, mas não sei responder qual foi o sentimento. Por um momento pensei que eu nunca mais comeria uma coxinha na minha vida (e isso sim me causou desespero).</p>
<p>Sempre fui magrela (genética paterna). Sempre fiquei naquela linha do quase anoréxica, só tive bunda, coxa, peitos e gordura quando além disso meu filho ainda estava dentro de mim.</p>
<p>Até os 15 anos, eu era uma vara seca, uma tábua e minhas amigas eram todas com corpos cheios de curvas, seios bonitos e bunda que preenchia a calça. Como sempre via minha mãe e tias falando que elas precisavam fechar a boca senão nunca emagreceriam, resolvi fazer o contrário: comer!</p>
<p>E a tosca aqui nunca engordava.</p>
<p>Ai veio o primeiro namorado que não fez diferença, e dai veio o segundo e este sim, além de me ensinar a comer mais porcaria ajudava no complexo de que eu não era gostosa e coisa e tal porque era magra.</p>
<p>Ai as amigas mais gordinhas te ajudam no processo, porque te xingar é o ponto alto da grande maioria, porquê eles acham que uma calça 36 é vida, é luz, é amor&#8230;. MAS PERA! Não é não! Nós magros também sofremos!</p>
<p>Mas você não pode reclamar de ser magra, você não pode reclamar que a roupa que você gosta não tinha 36, que o sutiã 42 é meio grande. E aí vem a questão: eu me sentia mal com isso? Sentia, mas eu já havia criado uma redoma e levava tudo na esportiva, e claro que comendo horrores, comendo mais que os gordinhos na churrascaria.</p>
<p>Então, pra falar a verdade, eu criei esta redoma e achei melhor continuar.</p>
<p>Aí vieram os problemas, e com eles o médico e nisso ele disse. Você come MUITO! Resolvi contar isso pra vocês como parte deste processo que começa, como parte de algo que eu achava que estava bem, mas ai percebi que não estava nada bom.</p>
<p>Aos amigos gordinhos, nós magrinhos sofremos e por favor xingar um magro não ajuda em nada nem você nem ninguém</p>
<p>Eu nunca achei que comer muito era um problema, só que sempre achei que ser magra é.</p>
<p>Ps: a foto do post resume bem a minha compulsão.</p>
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		<title>Repulsa ao medo de viver</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 23:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Veneno]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[frustração]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[segredo]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="200" height="200" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/grito.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="grito" /></p>Sempre que eu vejo uma pessoa vacilando com medo, perdida entre milhares possibilidades de fracasso ou atordoada frente a um novo momento em sua vida, meu impulso primordial é de segurá-la pelos ombros e gritar:  ACORDA! Não é que eu ache que todo mundo deva se jogar de cabeça ou ser inconsequente, não é isso. [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/repulsa-ao-medo-de-viver/">Repulsa ao medo de viver</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="200" height="200" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/grito.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="grito" /></p><div>
<p>Sempre que eu vejo uma pessoa vacilando com medo, perdida entre milhares possibilidades de fracasso ou atordoada frente a um novo momento em sua vida, meu impulso primordial é de segurá-la pelos ombros e gritar:  ACORDA!</p>
<p>Não é que eu ache que todo mundo deva se jogar de cabeça ou ser inconsequente, não é isso.</p>
<p>O que me irrita, mortalmente, é ver que a vida escorre pelas mãos destas pessoas por pequenas inseguranças. Muitas delas, amplificadas em escala 100/1.</p>
<p>Fico desolada quando vejo boas pessoas, deixando de correr atrás de sonhos ou de fazer coisas até simples por medo de rejeição, medo de que algo dê errado, medo de se frustrarem.</p>
<p>Eu chamo este sentimento de <strong> medo de viver </strong>e eu tenho absoluta repulsa por isto.</p>
<p><strong>Minha gente, viver implica em sofrer. Faz parte do aprendizado.</strong></p>
<p>Talvez você não me conheça pessoalmente, mas quem me conhece costuma dizer que sou uma pessoa tranquila e serena.</p>
<p>Não é bem verdade, mas é fato que eu não me descabelo por pouca coisa, e isso não é algo que nasceu comigo, é comportamento aprendido.</p>
<p>Para lidar melhor com os problemas, eu tenho um pequeno segredo para confrontar o medo, e gostaria de dividir isso com vocês por aqui.</p>
<p>Eu espero, do fundo do meu coração, que isso ajude você a encarar a vida de uma forma mais leve.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O segredo</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escreva seu problema em um papel, usando a mão esquerda, com uma caneta deixada sob a lua cheia de um dia quente, amarre na boca do sapo, deixe o sapo na encruzilhada.</p>
<p>Brincadeiraaaaaa.</p>
<p>Ok, falando sério, não é simpatia e também não é nada de outro mundo. O segredo, na verdade, é muito simples. Para fugir do medo, eu simplesmente <strong>penso no pior.</strong></p>
<p><em>[Ahn? Como assim, Kell?]</em></p>
<p>Sim, isso mesmo. Eu penso no que de pior pode acontecer e já imagino qual seria a consequência deste acontecimento. Depois disso, penso nas providências que precisarei tomar caso o pior aconteça de fato. Depois de pensar no pior, traço caminhos alternativos para lidar com aquele problema. Ou seja, se o pior acontecer, eu já estarei pronta e se eu já estou pronta, qual o motivo de me preocupar?</p>
<p>É mais ou menos aquela lógica do sim, não e talvez. Você já tem o não e se você tentar, talvez tenha o sim e na pior das hipóteses, vai ficar com o não inicial. Vale a pena tentar, né?</p>
<p>Sabe a conclusão que cheguei com este método?</p>
<p>A maioria dos problemas que criamos para nós mesmos não merecem tanta preocupação.</p>
<p>Geralmente, esse &#8220;pior&#8221; nem é tão ruim assim.</p>
<p>Na próxima vez que você perceber que está dispendendo energia demais com uma preocupação, tente fazer este exercício, escreva num papel (ou bloco de notas digital) os prós, os contras, as possibilidades de dar errado e as soluções.</p>
<p>Com este processo em mente, tenho certeza que você vai conseguir dar a medida real para os seus problemas e deixar de se preocupar com o que não vale a pena.</p>
<p>E tendo os medos com suas reais proporções, espero que você seja capaz de viver melhor consigo mesmo. <img src='http://intravenosa.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img class="aligncenter" alt="Charlie Brown" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/tirinha1.jpg" width="583" height="573" /></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<item>
		<title>Anti ofídico</title>
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		<comments>http://intravenosa.com.br/anti-ofidico/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 06:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erika Pessanha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Veneno]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="206" height="204" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/a8.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="a" /></p>Destilar veneno, não é uma arte que se aprenda de um dia pro outro&#8230;há que já ter mordido a própria língua umas 300 vezes e ter tido os seus sentidos desfalecidos como pagamento, da própria ignorância. Cobras&#8230;as do tipo humanas, não nascem já cobras, precisamos criar um habitat oposto ao Karyukai das gueixas, exige esforço [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anti-ofidico/">Anti ofídico</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="206" height="204" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/a8.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="a" /></p><p>Destilar veneno, não é uma arte que se aprenda de um dia pro outro&#8230;há que já ter mordido a própria língua umas 300 vezes e ter tido os seus sentidos desfalecidos como pagamento, da própria ignorância.</p>
<p>Cobras&#8230;as do tipo humanas, não nascem já cobras, precisamos criar um habitat oposto ao Karyukai das gueixas, exige esforço proporcional mas em direção contrária à das Maikos (aprendizes de Gueixas).</p>
<p>Enquanto a ingenuidade oriental cria cenários de Salgueiros em seus universos flutuantes, as cobras do ocidente aprendem a criar, vendo cenários depredados, destruídos.</p>
<p>Se as orientais são criadas com a sabedoria de preservar sua cultura, fazendo uso de uma certa submissão, nós, as ofídias sediadas nas Américas, aprendemos e entendemos o valor da cultura, como resultado às nossas tragédias, com o sufocar dos nossos sentidos: prisioneiros de uma realidade bem estreita.</p>
<p>Submissão o cacete&#8230;é impossível por aqui seduzir com uma falsa idéia de requinte&#8230;não pode haver brechas para sequer FINGIRMOS submissão, pois aqui não não há Dannas pra patrocinar nossas intenções nobres, o que há é um redondo &#8220;que elas se danem&#8221;&#8230; se curve perante um homem da linha dos trópicos e sinta na sua própria bunda, os danos da falta de orgulho.</p>
<p>Nós, mulheres do lado de cá da Terra, sabemos com propriedade o que é estar dentro do solo, e é rastejando neste local escuro, onde nossos medos só são explicados pela fraqueza de nossas ancestrais, que aprendemos a cultivar nossos venenos&#8230;a necessidade dessa alquimia urge, caso você queira fugir do paraíso e se encontrar no teu inferno.</p>
<p>Aqui se acumula o veneno que infectou Joanna Dark queimando suas entranhas, absorvemos partículas de um veneno miserável entranhado na maçã proibida de Eva e contaminada pela bruxa da branca de neve&#8230;Ou seja: olha agora pro teu pulso MULHER!!</p>
<p>Olhe agora!! Sinta uma seringa cultural invisível, lançando em tuas veias o veneno que você não participou da produção&#8230;dói essa picada&#8230;entre essa agulha e seu destino, há um tubo drenando o teu próprio sangue, te ligando &#8220;ao teu tudo&#8221; que pode nunca chegar, e &#8220;o nada&#8221; que te mantém nessa internação, que é a vida.</p>
<p>Chega&#8230;eu quero partir pro oriente e voltar no tempo por um simples motivo: quero vender meu hímen em um Mizu-age, só para provar que o veneno residente na minha xoxota é meu&#8230;e eu dou ou vendo, pra quem eu quiser.</p>
<p>Todas as mulheres que até hoje se permitiram contaminar por esse veneno, não fizeram parte da legião de desbravadores, que fincou bandeiras e dividiu territórios, por tanto, eu quero a minha arma agora pois minha intenção é humilhar Alexandre, incendiar Sparta, arder em fogo em Gomorra, me eternizar sob as lavas de Pompéia.</p>
<p>Faço parte orgulhosamente, das cobras que vieram pra dizer que o mundo também é meu!! Você aí!! Também tem um veneno a te contaminar, e você tem duas chances:</p>
<p>Fabrique seu antídoto e sobreviva, ou morra como todas as mulheres ocidentais contaminadas, que não tiveram força ou critério para existir&#8230;a caixa da tua mente está fechada&#8230;abra! E contemple todo esse veneno, evaporar&#8230;</p>
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		<title>A Impressionista</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 03:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erika Pessanha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="189" height="184" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/a4.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="a" /></p>Por vezes sou &#8220;Alice no País das Maravilhas&#8221;, o que pode parecer muito estranho pra uma mulher da minha idade, mas essa é a minha verdade:Conhecer uma pessoa, pra mim, é como entrar no gargalo de um funil: à princípio para mim, tudo que ela diz e verdade, toda pequena característica boa que enxergo é [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/a-impressionista/">A Impressionista</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="189" height="184" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/03/a4.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="a" /></p><div role="article">
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<div id="id_513562358a1844c66770906">Por vezes sou &#8220;Alice no País das Maravilhas&#8221;, o que pode parecer muito estranho pra uma mulher da minha idade, mas essa é a minha verdade:Conhecer uma pessoa, pra mim, é como entrar no gargalo de um funil: à princípio para mim, tudo que ela diz e verdade, toda pequena característica boa que enxergo é latente&#8230;se eu vejo um cenário geral que eu gosto: eu creio.Erika, você fantasia, inventa características para as pessoas, que elas não têm&#8230;tudo é uma &#8220;impressão&#8221; sua&#8230;.Me expliquem: Então ao invés de eu pairar pelo universo de impressões que as pessoas me passam, eu devo simplesmente desacreditar, ou restringir o conceito sob elas? Se minhas impressões são múltiplas eu sou louca, mas se fossem poucas eu seria o que? Preconceituosa&#8230;pra mim essa é a resposta.</div>
<div></div>
<div>Pra mim, tenho duas verdades redundantes: ser verdadeira e crer que o outro seja, se ele não for&#8230;problema dele e não meu&#8230;</div>
<div>
<p>Uma das poucas éticas que carrego comigo, é que todos são inocentes (e bons, ou até maravilhosos) até que se prove o contrário. E tem sido difícil&#8230;a cada dia e a cada ser humano que me deparo, em sua maioria constatei que a inocência morreu na infância, por que as pessoas fazem isso: assassinam sua inocência e junto com ela, toda e qualquer esperança.</p>
<p>Não ter esperança alguma, se decepcionar e ter que se levantar por 30 vezes, é o que na maioria das vezes, faz do homem algo cético e pragmático, e de novo no tal termo: preconceituoso (pessoa que tem um só conceito sobre tudo).</p>
<p>Não, eu não sei nem quero saber da verdade de ninguém, eu não sei da minha, para mim, o ser humano é como o Parlamento de Londres, pintado diversas vezes, cada vez em uma hora do dia, na escuridão as águas próximas a essa construção são negras, de dia por vezes são azuis, mas se árvores crescerem ao seu redor, elas serão verdes&#8230;</p>
<p>Hay que endurecer, pero si perder la ternura jamás&#8230;.</p>
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		<title>Libertina</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 00:58:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RitaTescke</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="298" height="300" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/02/libertina1-298x300.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="libertina" /></p>Mas que dignidade tem ela que escolheu a libertinagem? Que escolheu falar sobre sexo e expressar tudo que sente e vê? Qual a moral que ela possui? Já que adora provocar sentidos em homens mostrando-se aos pedaços a carne deliciosamente desenhada que tens. Ela não pode ser levada a sério! Simples, pelo fato de que [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/libertina/">Libertina</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="298" height="300" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/02/libertina1-298x300.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="libertina" /></p><p>Mas que dignidade tem ela que escolheu a libertinagem?<br />
Que escolheu falar sobre sexo e expressar tudo que sente e vê?<br />
Qual a moral que ela possui?<br />
Já que adora provocar sentidos em homens mostrando-se aos pedaços a carne<br />
deliciosamente desenhada que tens.<br />
Ela não pode ser levada a sério!<br />
Simples, pelo fato de que demonstra ser uma mulher que se faz ser desejada e não<br />
é uma peça.<br />
Ela é louca!<br />
Sabemos que esta loucura causa os melhores instintos que o ser humano aprecia.<br />
Sabem dançar sozinhas, e acompanhadas fazem o melhor balé já visto.<br />
Aquela dança de corpos, que o desejo comanda os passos.<br />
Que ela escolheu a libertinagem de ser a dama, a vadia, a mocinha, a lolita.<br />
E mesmo aqueles que apreciam a mesma libertinagem que ela possui, se fazem de<br />
castos diante de seus devaneios.</p>
<p>Mas ela sabe apreciar o gosto de cada experiência que a cabe.<br />
Ela prova de sua tentação todos os dias.<br />
Ela sabe ser Mulher.</p>
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		<title>Um pouco sobre amadurecimento pessoal</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 22:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrezza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Veneno]]></category>
		<category><![CDATA[amadurecimento]]></category>
		<category><![CDATA[aparência]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[respeito]]></category>
		<category><![CDATA[valores]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/02/respeito-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="maturidade" /></p>&#8220;Amadurecer significa separar de forma mais nítida, ligar de forma mais íntima.&#8221; - Hofmannsthal , Hugo - Questionamentos Me pergunto se alguém além de mim já reparou que padrões de beleza só valem para novelas, filmes, seriados, fotos no tumblr e que esses mesmos padrões deixam de ser minimamente lógicos depois que você sai da adolescência. [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/um-pouco-sobre-amadurecimento-pessoal/">Um pouco sobre amadurecimento pessoal</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/02/respeito-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="maturidade" /></p><blockquote>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Amadurecer significa separar de forma mais nítida, ligar de forma mais íntima.&#8221; </em><em>- Hofmannsthal , Hugo -</em></p>
</blockquote>
<h2>Questionamentos</h2>
<p>Me pergunto se alguém além de mim já reparou que padrões de beleza só valem para novelas, filmes, seriados, fotos no tumblr e que esses mesmos padrões deixam de ser minimamente lógicos depois que você sai da adolescência.</p>
<p>Digo isso porque, até os meus 18 anos, eu ficava indignada quando via alguma menina feia, banguela, com o cabelo desgrenhado e com o andar torto tendo um namorado enquanto eu, que tentava me manter o mais socialmente aceita possível, continuava solteira.</p>
<p>Lembro até hoje de um colega de escola que chegou virar chacota por namorar uma das meninas mais feias do meu colégio.</p>
<p>E eu fazia parte do pequeno grupo que o criticava por isso.</p>
<p>Daí a escola passa, você cresce. Vem trabalho, faculdades, responsabilidades, incômodos, medos.. e você acaba percebendo que não adianta manter do seu lado uma pessoa que está sempre com a roupa adequada e nova, mas nunca à disposição quando você precisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Aprendizado</h2>
<p>O problema é que, ainda hoje, é fácil encontrar o tipo de pessoa que se valia pelos mesmos valores de cinco anos atrás.</p>
<p>Eu mesma conheço pessoas que são até mais velhas do que eu mas continuam com o pensamento de quando tinham seus 15 anos, ou até menos. Gente que vive quebrando a cabeça em um relacionamento totalmente social ou baseado no sexo. Gente que acabou se perdendo no processo de amadurecimento. Pessoas a quem falta maturidade.</p>
<p>Amadurecer vai muito além de assumir pequenas responsabilidades, ganhar um cartão de crédito e ter uma CNH provisória. É entender que todo e qualquer tipo de pessoa tem necessidades e que muitas dessas necessidades são vividas pela maioria das pessoas. Que até mesmo aquela transa casual e improvável com alguém que só o atraiu pelo físico se torna uma completa perda de tempo, e eu não estou falando sobre necessidade de relacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Amadurecimento</h2>
<p>Muito do que eu vejo, em pessoas maduras, é que até para os momentos de irresponsabilidade e loucura existe um pouco de sentido e coesão nos atos.<br />
Até mesmo nas ofensas a pessoa precisa amadurecer. Você nunca vai ver alguém no auge dos seus maduros 50 anos ofendendo a uma outra pessoa com termos como <em>gordo</em>, <em>baixinho</em>, <em>macaco</em>. E isso não é nem caso de educação, mas até mesmo os termos são adequados pra cada fase da vida de uma pessoa.</p>
<p>Uma volta dessas pra concluir naquilo que vocês, por dedução, já devem ter entendido. Caso não, vamos lá: eu tenho plena certeza de que todo mundo tem, na turma de amigos, os dois tipos de pessoa.</p>
<p>Aquela pessoa mais quieta, recatada, que é simples no vestir e no agir. Essa pessoa pode ser até gordinha, baixinha, ter a pele estranha ou falar errado.. Mas ela sempre consegue pegar quem quer pegar e, quando a necessidade vem, entra num relacionamento estável e agradável. Estando solteira ou acompanhada, ela sempre é uma pessoa satisfeita consigo mesmo.</p>
<p>No extremo oposto temos a pessoa linda, elegante, que tem um emprego invejável e uma renda fixa. Mas é o tipo de pessoa que sempre se envolve com qualquer um e se mantém em uma instabilidade emocional infinita.<br />
Isso vai muito além de beleza ou bens. Está muito mais ligado ao quão bem a pessoa se sente consigo. Seja transando com alguém completamente estranho ou tendo a sua vida completa por outra pessoa.</p>
<p>O importante em alguém nunca é a cor do cabelo, dos olhos, o tipo de pele ou o número da calça. Essas coisas só servem para nós mesmos. E elas auxiliam na hora de nos sentirmos mais confiantes, bonitos, leves. Mas aquilo que devemos sempre nos preocupar em encontrar em outra pessoa e distribuirmos para o mundo são aquelas coisas que não são visíveis a olho nu, nem à distância. Pequenos detalhes e atitudes que podem nos transformar em pessoas únicas e especiais estão nas atitudes e escolhas que tomamos todos os dias, em prol do que nos importa e pelas pessoas que nós amamos, ou queremos.</p>
<p>Até porque, num mundo onde as mulheres pagam a sua própria conta e decidem o seu próprio futuro, o papo antigo de ser um conquistador filho da puta já era.</p>
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		<title>Declaração</title>
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		<comments>http://intravenosa.com.br/declaracao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2013 13:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RitaTescke</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[declaração]]></category>
		<category><![CDATA[olhos azuis]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/02/blue-eyes-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="blue eyes" /></p>&#8220;Quero falar tudo. Eu só penso em sentir você. E depois daquele momento em que me entreguei ao abraço seu, notei que meu sentimento não havia acabado. Era ali que eu queria ficar. É ali que eu quero ficar. Seus olhos azuis, sua barba, seu cheiro e o abraço que me dá quando deitamos. Bobagem [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/declaracao/">Declaração</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/02/blue-eyes-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="blue eyes" /></p><p>&#8220;Quero falar tudo.<br />
Eu só penso em sentir você.<br />
E depois daquele momento em que me entreguei ao abraço seu, notei que meu sentimento não havia acabado.<br />
Era ali que eu queria ficar. É ali que eu quero ficar.<br />
Seus olhos azuis, sua barba, seu cheiro e o abraço que me dá quando deitamos.<br />
Bobagem acreditar que um amor vai embora.<br />
Bobagem acreditar que eu havia deixado de te amar.<br />
Ri de mim mesma quando percebi que tudo que fiz foi uma maneira inútil de esquecer, que na verdade você é perfeito pra mim.<br />
Deveria agora correr e me entregar a você.<br />
Deveria era ter corrido para os seus braços ao invés de aceitar seu beijo e dizer &#8220;bem&#8230; até breve né?&#8221;<br />
Até chorei por um tempo e fiquei triste em na hora de partir, e claro não deixei você ver uma lágrima.<br />
E cada minuto que fiquei do seu lado parecia compensar todo o tempo que fiquei sem te sentir.<br />
E agora entendo que a calma que venho sentindo em todos estes dias. Agora entendo mais um pouquinho o sentimento de amar.&#8221;</p>
<p>Eu queria de certa forma compartilhar com todos o sentimento que me toma a alguns dias.<br />
Minhas postagens no Intravenosa geralmente são tristes.<br />
Queria que cada um que lesse isso se identificasse com pelo menos uma parte do que escrevi.<br />
Porquê é necessário dividir as alegrias com todos.<br />
Eu estou dividindo a minha com vocês.</p>
<p>Sintam a Anestesia de Amar =D</p>
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		<item>
		<title>Rabiscos</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2013 17:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[fragmento]]></category>
		<category><![CDATA[inquietude]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[metalinguagem]]></category>
		<category><![CDATA[rabiscos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/02/rabiscos1-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="rabiscos" /></p>Muitas pessoas perguntam de que raios de lugar eu tiro as coisas que eu escrevo. Pois é&#8230; eu simplesmente escrevo. Pode parecer meio babaca ou então um tanto óbvio, mas o fato é que para escrever a única forma é escrever. (jura?) Claro que nem tudo que eu faço vem para o blog. Muitas coisas [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/rabiscos/">Rabiscos</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/02/rabiscos1-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="rabiscos" /></p><p>Muitas pessoas perguntam de que raios de lugar eu tiro as coisas que eu escrevo.</p>
<p>Pois é&#8230; eu simplesmente escrevo.</p>
<p>Pode parecer meio babaca ou então um tanto óbvio, mas o fato é que para escrever a única forma é escrever. (jura?)</p>
<p>Claro que nem tudo que eu faço vem para o blog. Muitas coisas que nascem em guardanapos ou em redes sociais acaba ficando por lá mesmo.</p>
<p>Aliás, eu tenho usado o Facebook como guardanapo digital para os meus rabiscos.</p>
<p>Rabiscos como este:</p>
<blockquote><p>A inspiração brinca com a fragmentação de ideias fervilhando dentro da minha mente.<br />
Preciso apenas conseguir parar alguns minutos, de olhos abertos, com a mente levemente desperta e os sentidos (como sempre) inquietos.<br />
Escrever é natural e ainda assim não é fácil.<br />
Escrever, para mim, é despir-me de limites e pudores, é revelar e expor o doce e o grotesco que conflitam, contrastam e por vezes se mesclam.<br />
Perdoe se estou apenas despejando palavras, apenas rasgando as roupas em desatino.<br />
Eu sei que esta nudez pode te agredir, mas, sinceramente,eu não ligo.<br />
Devora meu sorriso e se entregue aos meus rabiscos.</p></blockquote>
<p>As ideias não escolhem lugar para surgir. Ideias não aceitam as rotinas e necessidades criativas. Você até pode usar técnicas para ser mais criativo e ter mais ideias, mas a verdade é que ela vem de forma inusitada e muitas vezes até inconveniente.</p>
<p>Eu gosto de escrever e descobri que a única forma de aprimorar o que gosto é fazendo. É através da prática que poderei experimentar fazer algo relevante, ou algo que tenha algum valor literário.</p>
<p>Eu gosto de escrever, gosto de propor uma troca de pensamentos, gosto de sentir que posso me conectar a outras pessoas através do que escrevo.</p>
<p>O que eu escrevo, sou eu. É pedaço de mim tão autêntico quanto meu próprio sangue.</p>
<p>É meu sangue! Eu sangro aqui.</p>
<p>E você? O que corre nas suas veias? O que te sustenta os batimentos e te faz transpirar? O que te move em frente?</p>
<p>Obrigada a todos que visitam o Intravenosa, e bóra começar a temporada 2013.</p>
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		<item>
		<title>Dama na Mesa</title>
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		<comments>http://intravenosa.com.br/dama-na-mesa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2013 15:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrezza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Veneno]]></category>
		<category><![CDATA[andrezza]]></category>
		<category><![CDATA[cumplicidade]]></category>
		<category><![CDATA[dama]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/01/dama1-300x125.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="dama" /></p>Qualquer um que me conheça sabe bem o que eu mais pregava antigamente: tudo, menos um relacionamento. Esse mesmo grupo de pessoas está perplexa até hoje pelo fato inédito dos últimos meses; comecei a namorar. E como a minha coluna aqui no Intravenosa não pode perder o sentido inicial, é de relacionamentos que vamos falar. [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/dama-na-mesa/">Dama na Mesa</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2013/01/dama1-300x125.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="dama" /></p><p>Qualquer um que me conheça sabe bem o que eu mais pregava antigamente: tudo, menos um relacionamento. Esse mesmo grupo de pessoas está perplexa até hoje pelo fato inédito dos últimos meses; comecei a namorar. E como a minha coluna aqui no Intravenosa não pode perder o sentido inicial, é de relacionamentos que vamos falar.<br />
Um relacionamento acarreta muitas mudanças na vida de uma pessoa, sério mesmo. Você se torna responsável pelo que veste, pelo que fala, por como age e até mesmo a sua forma de lidar com as outras pessoas têm de ser medidas. Mas não se preocupem porque isso tudo vem naturalmente (desde que o relacionamento em questão seja algo natural).<br />
O único problema que vim encontrando no meu relacionamento e nos relacionamentos em geral é quando o assunto é vida sexual entre um casal. E o pior: esse problema não está entre os envolvidos, está entre as outras pessoas.<br />
Outro dia, enquanto eu conversava com uma colega antiga, percebi o quão incomodada ela ficou enquanto eu comentava pequenas casualidades que existem no sexo com o meu namorado. Primeiro eu fiquei preocupada que, talvez, eu tivesse me exaltado demais enquanto contava das gargalhadas e risadas que a gente sempre &#8211; SEMPRE &#8211; compartilha nos momentos e como que, desde que o meu sexo vem sendo com ele, eu me tornei mais satisfeita sexualmente pelo fato de que a cumplicidade do casal acrescenta muito aos beijos e toques.</p>
<p>O engraçado é que eu percebi que, na verdade, o que a incomodou foi exatamente o fato de eu me sentir à vontade enquanto estava nua com outra pessoa. Quando questionei qual era a ideia dela sobre o sexo, ela foi seca em dizer que é tudo; menos divertido.<br />
Pelo amor de Deus!<br />
Não tô dizendo que o sexo é feito pra ser engraçado ou virar chacota, porque isso realmente ninguém merece e chega a incomodar os envolvidos na situação. Mas quando eu digo que é uma situação divertida, é no sentido de que aquilo te faz um bem naturalmente genuíno. Levada a isso, comecei a lembrar de como eu levava o sexo casual de uma forma TÃO casual que mal sentia diferença entre estar com a pessoa em um restaurante ou na cama; em ambas as situações eu estava desconfortável. Aliás, depois que você conhece o tipo de sexo cercado a intimidade e cumplicidade, qualquer sexo que você já tenha feito sem esses dois ingredientes tornam-se normais e obsoletos. Algo extremamente comum.<br />
É claro que cada pessoa é cada pessoa. Lembre-se, os limites devem ser respeitados. Por mais que você, em um casal com alguém, sejam fofos, meigos, lindos, super parecidos e extremamente combinantes, sempre vai ter uma característica, um ponto, uma preferência que diverge. E essa diferença tem que existir, porque o legal de dividir a vida com alguém é conhecer coisas que antes você sequer pensavam ser reais. E essa regra vale, principalmente, pro sexo. Eu sou da teoria de que se você não conhece bem a pessoa com quem se envolve, nunca vai conseguir satisfazê-la totalmente porque tem vergonha de perguntar o que a atrai ou, pior ainda, vergonha de dizer o que te agrada.<br />
Casais certinhos, santos, que não falam putaria e não tem NENHUMA história mais atrevida pra contar.. Esses tipos de casais, nem em igreja a gente encontra mais.</p>
<p>E outra coisa também, foda-se se as pessoas julgam a sua forma de lidar o seu relacionamento. O sexo é à dois (eu prefiro) e se for a três ou a mais pessoas, essas pessoas envolvidas são as únicas que podem ditar regras ou dizer o que é certo ou o que é errado.<br />
Ao contrário do que muitos pensam, o lado sujo da putaria sexual não é guardada pra puta ou pro gogoboy da boate. Qual a lógica de dividir com a mesma pessoa problemas, assuntos, jantares e familiares mas, na hora boa mesmo, tratar como se fosse um total desconhecido?</p>
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		<title>10 coisas que você não quer saber sobre alimentos</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Dec 2012 15:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Veneno]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/12/envenenado-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="bruxa oferece maça envenenada branca de neve" /></p>&#8220;Somos aquilo que comemos&#8221; Esta máxima, tão antiga, deixa clara a importância dos alimentos que ingerimos como resultado direto de nossa qualidade de vida, mas será que sabemos o que estamos comendo? Um dia me disseram que quando a gente vai no restaurante é melhor não conhecer a cozinha. Sabe, gente, às vezes o mesmo [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/10-coisas-que-voce-nao-quer-saber-sobre-alimentos/">10 coisas que você não quer saber sobre alimentos</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/12/envenenado-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="bruxa oferece maça envenenada branca de neve" /></p><p>&#8220;Somos aquilo que comemos&#8221;</p>
<p>Esta máxima, tão antiga, deixa clara a importância dos alimentos que ingerimos como resultado direto de nossa qualidade de vida, mas será que sabemos o que estamos comendo?</p>
<p>Um dia me disseram que quando a gente vai no restaurante é melhor não conhecer a cozinha.<br />
Sabe, gente, às vezes o mesmo é válido para uma série de produtos que consumimos. Desde o refinamento de açúcar ao fast food, passando pelo bolacha recheada e pelo chiclete que você come, sem falar nos cosméticos, produtos de limpeza&#8230;</p>
<p>Será que adianta demonizar a indústria se você desconhece todos os processos e principalmente, depende deles?</p>
<p>Será que você realmente quer saber o que tem ingerido? E se souber, conseguirá conviver com isso?</p>
<p>Nos acostumamos com os confortos e a maioria de nós não quer saber o preço pago para continuar usufruindo disto, principalmente quando o foco envolve a barriga, envolve alimentos.</p>
<p>Só que tem algumas coisas que, volta e meia, parecem muito erradas, então, se tiver coragem, leia um pouquinho e decida se quer abrir mão de algo.</p>
<p><strong>No fim das contas, somos nós que movimentamos tudo isso que nos assombra e a escolha para melhorar nossa qualidade de vida só depende de uma pessoa, você mesmo.</strong></p>
<h2>10 coisas que você não quer saber sobre alimentos</h2>
<p>Decidi listar algumas coisas que você certamente terá preferido não saber sobre a indústria alimentícia.</p>
<p>Última chance&#8230; depois desta linha, não tem mais volta!</p>
<p>Para não ficar muito cansativo, darei apenas alguns breves motivos e deixarei links para quem tiver interesse em se aprofundar.</p>
<h3>1 &#8211; Cânula Ruminal</h3>
<div>A <a title="Cannulated Cow" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cannulated_cow" target="_blank">cânula ruminal</a> foi o motivo que me levou a este post. Para resumir, é um buraco feito no corpo da vaquinha, em que é implantado esta cânula, que recebe uma tampa, a qual é retirada sempre que há necessidade de coletar material de dentro de um dos quatro estômagos do bovino. Este material (rúmen) serve para pesquisa nutricional do dito cujo e estudos para otimizar a criação de gado de corte e também serve para curar animais doentes.</div>
<div></div>
<div><iframe src="http://www.youtube.com/embed/dY4QkhwQMRA" height="315" width="420" frameborder="0"></iframe></div>
<div></div>
<div>
<h3>2 &#8211; Chiclete</h3>
<p>O chiclete é basicamente resina com açúcar, este eu achei mais interessante do que nojento.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/n6IcNbNCpPM" height="315" width="420" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3 &#8211; Nuggets de frango</h3>
<p>Sabe aquela parte do frango que você joga fora? Pois é, é disso que fazem o nuggets. Pele, gordura, vísceras, ossos e mais amido e coisas que não são frango. Ecaaaaaaa.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/S9B7im8aQjo" height="315" width="560" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4 &#8211; Refinamento de açúcar</h3>
<p>Reparem especialmente em todos os processos necessários para deixar o açúcar branquinho.</p>
<p>Este é em duas partes.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/qD0w3HEFc1A" height="315" width="420" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/HS-mNXkOTeY" height="315" width="420" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5 &#8211; Salsicha</h3>
<p>A salsicha é feita de uma mistura de restos de carne de boi, frango e porco. Sabia que este blend representa apenas 55% dos ingredientes da salsicha? O restante é amido, tempero e bastante produto químico. E é claro, o invólucro pode ser celulose ou tripas de carneiro. Que delícia, né?</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/K4ki2VbUdAI" height="315" width="560" frameborder="0"></iframe></p>
<h3>6 &#8211; Gelatina</h3>
<p>A gelatina é um produto que compõe vários alimentos, em especial os produtos light. Ela é usada para assegurar consistência firme e suave.  Ela é feita da cartilagem e ossos de boi ou da pele de porco. É um produto tão bom, mas tão bom que é usado também para fazer capsulas de medicamentos, cabeças de fosfóro, lixas de unha e é excelente como emulsão fotográfica. Você pode encontrar esta maravilha em praticamente tudo e apesar de citarem o produto, geralmente não citam a procedência. Fiquei boba aqui pensando em quantas pessoas cujas crenças ou estilo de vida proíbem o consumo de certas coisas, acabam o fazendo sem saber.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/ZGNEXA9MAj4" height="315" width="560" frameborder="0"></iframe></p>
<h3>7 &#8211; Chocolate</h3>
<p>Na China é muito comum a ingestão de insetos, lá você encontra, por exemplo, espetinho de gafanhotos fritos. Deu nojinho? E se eu te disser que o chocolate que você come tem vestígios de insetos e que o campeão da presença nesta iguaria é a eca, argh, bleh, barata?</p>
<p><a title="Mundo Estranho - Como é feito o chocolate" href="http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-e-feito-o-chocolate" target="_blank">Aqui</a> tem a descrição do processo e <a title="Chocolate, um alimento nojento" href="http://naturismosaude.blogspot.com.br/2012/09/chocolate-um-alimento-nojento.html" target="_blank">aqui</a> tem uma matéria explicando sobre os nojinhos tolerados no processo.</p>
<p>Destaco para vocês a seguinte citação:</p>
<blockquote><p>Segundo a Foods and Drugs Administration (FDA), o órgão que faz o controle de alimentos e remédios nos EUA, uma barra de 100 g de chocolate contém 60 resquícios deles em sua composição. Antes que você pense que não tem problema porque seus pais lhe contavam que um insetinho faz bem para vista, é bom estar ciente de que o inseto mais presente no chocolate é a barata. Muitas pessoas têm alergia ao chocolate não pelo cacau, mas pelas baratas, pois elas podem causar desde coceira à cãibras, isso depende da quantidade ingerida e da maneira que o organismo tem de reagir às baratas, visto que é comum se ter reações diferentes a determindados tipos de substâncias.</p></blockquote>
<p>Obviamente eu não encontrei nenhum vídeo que mostre estes detalhes, abaixo tem um vídeo bem lindinho do processo feito na Hershey&#8217;s</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/VaWi1GK3Jzo" height="315" width="420" frameborder="0"></iframe></p>
<h3>8 e 9 &#8211; Refrigerante e Bolacha Recheada</h3>
<p>Para ilustrar o problema destes dois produtos, vou usar um trecho do excelente documentário &#8220;Criança, a alma do negócio&#8221;.</p>
<p>Pense comigo, hoje em dia a obesidade tem atingido níveis alarmantes por um motivo bem simples: processos industriais tornaram possível você ingerir quantidades absurdas de açúcar em gordura comendo pouco. Antigamente, quando a alimentação era baseada em produtos encontrados na natureza, dificilmente você conseguiria atingir níveis de consumo de gordura e açúcar tão altos pois você não encontra isso in natura.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/IPX6edjV3Sw" height="315" width="420" frameborder="0"></iframe></p>
<h3>10 &#8211; Margarina</h3>
<p>É muito comum você ouvir por aí que a margarina é mais saudável do que a manteiga por ela ser de origem vegetal, não é mesmo? A real é que a margarina surgiu em um período de crise, em um concurso promovido por Napoleão. O objetivo era prover algo barato que pudesse atender a demanda por manteiga. Ironicamente, descobri que a margarina original é derivada de gordura bovina (sebo) e que atualmente é o produto que mais leva produtos químicos em sua fabricação.   <a title="Wikipedia - Margarina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Margarina" target="_blank">Aqui</a> você pode ler sobre como ela é feita e sua história e <a title="Eu Amo Natureza - margarina" href="http://euamoanatureza.wordpress.com/2010/10/07/saiba-oque-voce-ingere-comendo-margarina-ou-manteiga/" target="_blank">aqui</a> tem um artigo bem legal sobre este troço que nem deveria ser chamado de alimento.</p>
<blockquote><p>o óleo vegetal da Margarina recebe átomos de hidrogênio na sua industrialização e os fabricantes ainda usam quinze diferentes produtos químicos, inclusive um que é explosivo – o ácido butil hidroxitolueno – para quebrar as estruturas de sebo de boi e conservar a mistura.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/jxaykBJLl80" height="315" width="420" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Bônus:</strong></span> <a title="FDA - Defect Levels Handbook" href="http://www.fda.gov/Food/GuidanceRegulation/GuidanceDocumentsRegulatoryInformation/SanitationTransportation/ucm056174.htm" target="_blank">Listinha do FDA</a> (in english) sobre níveis tolerados de &#8220;impurezas&#8221; em cada tipo de alimento.</p>
<p>Se tiver curiosidade, dá uma geral nos<a title="ANVISA" href="http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvisa/Inicio/Alimentos/Assuntos+de+Interesse/Informes+Tecnicos" target="_blank"> Informes técnicos da ANVISA</a>, muito instrutivos também.</p>
</div>
<div>Agradecimento especial aos lindos @igudima @MarteletoFM que ajudaram a lembrar destas bombas.</div>
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		<title>Veneno / Orgulho do Preconceito</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 17:47:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RitaTescke</dc:creator>
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		<category><![CDATA[geisy arruda]]></category>
		<category><![CDATA[orgulho]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/12/hipster-ariel-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="hipster ariel" /></p>Este post deveria ser sobre a garota Geisy Arruda, aquela mesma, a do vestido super curto e da cirurgia da couve-flor. Mas neste momento eu prefiro englobar um todo. Vou começar por mim e espero que vocês entendam que isso não é um texto sobre mim, mas é sobre todas as pessoas que convivem comigo (e toda [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/veneno-orgulho-do-preconceito/">Veneno / Orgulho do Preconceito</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/12/hipster-ariel-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="hipster ariel" /></p><p>Este post deveria ser sobre a garota Geisy Arruda, aquela mesma, a do vestido super curto e da cirurgia da couve-flor. Mas neste momento eu prefiro englobar um todo.</p>
<p>Vou começar por mim e espero que vocês entendam que isso não é um texto <strong>sobre mim</strong>, mas é sobre todas as pessoas que convivem comigo (e toda a informação captada) e tudo que eu <strong>vejo e deduzo</strong>.<br />
Tenho amigos gordos, baixinhos. altos, feios, magrelos (oi!), mais variadas formas e conceitos, porém todos sofrem ou sofreram a mesma coisa que eu, você e todo mundo sofre de maneira menos ou mais expressiva: Preconceito.</p>
<p>Amigos, todos nós somos preconceituosos e não me venha com falso moralismo não. =P<br />
O que na verdade me espanta, e pode parecer algo bobo da minha parte. é que com o advento da Internet e das redes sociais, as pessoas começaram a demarcar e demonstrar uma segregação dos mais variados tipos de preconceito, sob a visão culta e cultural que muitos espalharam e espalham diariamente (assim como eu estou fazendo agora).</p>
<p>Eu sempre chamo um bocado desta galera de formadores &#8220;fails&#8221; de opinião. Pessoas que cativam uma massa pobre de espirito, porém se acham legais e superiores. Superiores pelo quê? Sim por mostrar uma opinião que todos aclamam e para quê?  Para se inserir no meio do grupo (coisa que ainda assim nem sempre consegue).<br />
Lembro de um blogueiro, certa vez, soltar no twitter que mulheres que tinham suas partes intimas mais claras eram superiores. Disse também, que mulheres que possuíam a pele do anus e virilha escura pareciam sempre estar sujas se merda.</p>
<p>Lembro também que aquilo arrastou uma chuva de tuites e comentários maldosos sobre esta condição que 90% das mulheres possuem.</p>
<p>&#8220;Ahh mas se você é uma mulher bem resolvida não vai dar bola pra isso&#8221;.</p>
<p>Até pode ser, porém vivemos em um sociedade que ainda vê padrões de beleza como fundamentais e toda mulher tem sua neurose.</p>
<p>Por mais que eu possua minhas objeções sobre pessoas e coisas, sempre tento pensar nos dois lados e ver que, muitas vezes, aquele preconceito parte de nós pelo simples motivo de ignorarmos a informação que poderia esclarecer os motivos para as  pessoas serem de uma forma ou de outra.</p>
<p>Na verdade eu sou contra a formação de opinião violenta, aquela em que se nota a opinião massiva e pessoal, propondo a disseminação de uma ignorância diante de um SÓ ponto de vista.</p>
<p>Quando você enxerga só por um angulo,  todo potencial que cabe ao ser humano, de decisão e opinião se torna inválido.</p>
<p>Uma frase que escutei anos atrás e sempre fez sentido: <strong>&#8220;sempre queira saber um pouco sobre tudo do que tudo sobre somente uma coisa; assim você sempre estará preparado para expandir seu campo de opinião&#8221;</strong><br />
E esta frase nas redes sociais deveria ser meio que como lei.</p>
<p>Não espero mudar a opinião de ninguém com este texto, na verdade espero que isso seja mais uma informação que faça você pensar e ir atrás das suas próprias duvidas.</p>
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		<title>Veneno / Sofrimento Preciso</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 14:38:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Veneno]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>
		<category><![CDATA[veneno]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/12/vazio-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="ruiva abraçando gaiola vazia" /></p>Um dia eu sentei e fiz uma retrospectiva da minha vida, e então percebi que minha essência foi moldada pelo sofrimento. Eu sei que pode ser meio pesado falar desta forma, mas é verdade, foi um sofrimento preciso. Entendi, ao longo dos meus 32 anos de vida, que estas coisas que não posso mudar é [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/veneno-sofrimento-preciso/">Veneno / Sofrimento Preciso</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/12/vazio-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="ruiva abraçando gaiola vazia" /></p><p>Um dia eu sentei e fiz uma retrospectiva da minha vida, e então percebi que minha essência foi moldada pelo sofrimento.</p>
<p>Eu sei que pode ser meio pesado falar desta forma, mas é verdade, foi um sofrimento preciso.</p>
<p>Entendi, ao longo dos meus 32 anos de vida, que estas coisas que não posso mudar é que modificaram minha personalidade, de forma agressiva e definitiva.<span id="more-850"></span></p>
<p>Eu era a princesinha do meu pai. Das poucas coisas que lembro daquela época, tenho bem claro a gente brincando de esconde-esconde e comendo leite em pó de colheradas, escondidos da minha mãe.</p>
<p>Meu pai era meu herói, enquanto isso, minha mãe fazia o papel sério e responsável na família, ou seja, ela era incisiva, metódica e briguenta e é óbvio que a Kell de 5 anos de idade virava um anjinho perfeito com um simples olhar de desaprovação da mamãe leoa.</p>
<p>A vida era boa, eu tinha tudo aquilo que precisava e mais um monte de mimos. Eu tinha atenção, carinho, brinquedo e passe livre para encher o carrinho do supermercado de bobagens e gostosuras.</p>
<p>E então, um dia, meus pais resolveram se separar. Eu ainda não tinha 6 anos, meu irmão tinha 3.</p>
<p>Eu lembro da minha mãe falando comigo que meu pai estava indo para uma viagem da qual não voltaria mais. Eu não lembro dele se despedindo de mim. Lembro também de alguns pesadelos que tive e que minha mãe deixava eu dormir na cama dela, e que então ela chorava.</p>
<p>Lembro de algumas outras coisas também, mas algumas eu realmente prefiro esquecer e escolho não colocar aqui. Vamos em frente.</p>
<p>Hoje, adulta e mãe, eu entendo os motivos de meus pais terem rompido, entendo também o  motivo de eu ter sofrido tanto com esta separação, e principalmente, eu finalmente entendo que não foi culpa minha.</p>
<p>Só que nem sempre foi assim.</p>
<p>Dizem os psicólogos, que a separação têm impacto emocional similar a morte de um dos pais.</p>
<p>Morte.</p>
<p>Tem noção de como é isto na cabeça de uma criança?</p>
<p>Hoje em dia é muito comum.</p>
<p>Parece que a obsolescência programada não é apenas uma realidade daquilo que consumimos enquanto produto, a sociedade está contaminada de uma forma que os relacionamentos assumiram esta mesma característica: não foram feitos para durar.</p>
<p>Só que em 1986, eu era a única menina da minha sala que &#8220;não tinha pai&#8221;. Minha mãe tentou me manter em colégio particular até o segundo ano, mas a diferença em relação as outras crianças era berrante.</p>
<p>Crianças são essencialmente cruéis, não se engane.</p>
<p>Na terceira série, minha mãe me transferiu para uma escola estadual. Lá eu também era alienígena. Como eu vinha de uma metodologia de ensino muito mais rigorosa, esta nova era fácil demais, e por consequência, eu tinha as melhores notas da sala, fato que resultou em elogios da professora e em diplomas de menção honrosa nos 4 bimestres. Legal, né? Só que este sucesso destoava dos meus colegas, gerava cobrança sobre eles e com isto conquistei outra coisa: repulsa absoluta. As crianças me odiavam.</p>
<p>Então vamos recapitular: pais separados, problemas financeiros, isolamento.</p>
<p>Não se preocupem, não vou fazer a cobertura total dos ocorridos destes meus 32 anos de vida, não hoje, vamos aos poucos, né?</p>
<p>O ponto em que quero chegar, é que eu  já estive bem perto de vários abismos de mim mesma e veja só, eu sobrevivi.</p>
<p>Não quero menosprezar as dores de ninguém, por favor, não me entendam mal.</p>
<p>A verdade é que eu fico pensando nas linhas de tempo alternativas que minha vida poderia ter seguido e muitas delas são bem mais sombrias do que a realidade.</p>
<p>Bem mais.</p>
<p>A lição que tirei das dificuldades da minha vida, é que o sofrimento extremo faz a gente mudar a proporção das coisas.</p>
<p>A dor é que torna tudo tão claro no momento de mensurar a real importância dos fatos.</p>
<p>É o sofrimento que nos permite valorizar o que realmente importa, perceber a insignificância de alguns dramas para não sofrer de forma vã.</p>
<p>E será que precisamos sofrer? <strong>Será que o sofrimento nos molda ou nos deforma?</strong> Eu acredito que o sofrimento, para mim, foi preciso.</p>
<p>O sofrimento foi exato, precisou ser.</p>
<p>Eu já fui uma vítima melindrosa e chorona, hoje eu entendo que eu seria uma pessoa extremamente rasa se não tivesse vivido tudo isto.</p>
<p>Afinal, eu prefiro a vastidão das minhas dores ao vazio da ignorância dos que nunca sentiram nada.</p>
<p><span style="color: #808080;">Crédito da imagem: <a href="http://pure-insomnia.deviantart.com/art/The-Birds-Have-Flown-334850345"><span style="color: #808080;">The Birds Have Flown</span></a> - <small>by *<a href="http://pure-insomnia.deviantart.com/"><span style="color: #808080;">pure-insomnia</span></a></small></span></p>
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		<title>Transfusão / Social Media com o Coração</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 15:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transfusão]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[relevante]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[transfusão]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/12/socialmedia-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="socialmedia" /></p>Eu poderia falar sobre estatísticas ou dados de Social Media, informações e atitudes relevantes ou sobre como engajar a sua marca na internet. Mas hoje isso não vai acontecer! Você, internauta deve estar se perguntando: MAS POR QUÊ? Porque a vida te ensina que o que você faz com o coração é o que te leva a [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/transfusao-social-media-com-o-coracao/">Transfusão / Social Media com o Coração</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/12/socialmedia-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="socialmedia" /></p><p>Eu poderia falar sobre estatísticas ou dados de <strong>Social Media</strong>, informações e atitudes relevantes ou sobre como engajar a sua marca na internet.</p>
<p>Mas hoje isso não vai acontecer!</p>
<p>Você, internauta deve estar se perguntando: MAS POR QUÊ? Porque a vida te ensina que o que você faz com o coração é o que te leva a viralidade. É o que te leva a chegar à alma do ser humano e tocá-lo como uma preciosa miniatura personalizada e única do Mestre Yoda <del>ok isso foi nerds </del><del>demais hahaha</del>.</p>
<p>A evolução foi constante e hoje percebemos que o mercado não deve simplesmente vender produtos e sim <strong>SONHOS</strong>. Algo simples, mas que com a correria do dia a dia esquecemos. Esquecemos de olhar para o nosso exterior e muito menos para o interior. Estudar o comportamento do usuário e prever tendências é muito mais do que somente analisar planinhas do Excel e gráficos das ferramentas.</p>
<p>É uma questão de<strong> insight</strong> somado com <strong>ideias malucas</strong> com uma pitada de bom humor. Sim ideias <strong>LOUCAS</strong> e impossíveis! Na verdade, pensando bem, tudo é possível!</p>
<p>Você deve estar pensando, é agora..ela vai postar uma receita infalível pra isso tudo. Bem, te conto uma novidade, não existem receitas prontas.</p>
<p>Isso é que nem você ler seu primeiro livro de Philip Kotler, ou seja, vêm da sua essência.</p>
<p>Então não adianta você fazer milhões de cursos porque está na moda se você não ama verdadeiramente o que você faz.</p>
<p>Como diz o sábio Hélio Leite:<strong> “Se você coloca este corpo, que ri que chora pra fazer o que ele não gosta. Só te digo uma coisa: isso é o pior desemprego do mundo”</strong>.</p>
<p>Tudo isso começa quando você percebe que estamos na era da participação, do paradoxo da globalização e principalmente, a era da sociedade criativa.</p>
<p>Eu ia desenhar, mas resolvi exemplificar as minhas palavras com vídeos.</p>
<p>Aqui vai uma ação em Buenos Aires de uma marca que sabe vender sonhos.</p>
<p>Você percebe isso só com o seu slogan “Abra uma Coca-Cola, Abra a felicidade”</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/DZq5lVTIe8s" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Vender sonhos vai além da faixa etária ou sexo ~</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/hyvXNh-exR0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Deixo vocês refletindo e abro este espaço aqui nos comments do blog&#8230;Porque né&#8230;a internet é igual o amor ♥. Dividindo que você multiplica. <img src='http://intravenosa.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span style="color: #808080;">[postado originalmente em 13/01/12]</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Anestésico / O Teatro do Castigo</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 02:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RitaTescke</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[castigo]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[erro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/12/castigo-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="castigo" /></p>Posso reler minha mente quantas vezes forem necessárias, porém nada apaga a dor de um erro. Nada substitui a culpa. É assim que me sinto por ter errado, na minha cabeça eu errei e você não. Na verdade, a Culpa foi minha. Eu poderia pensar em todas as maneiras de reverter o castigo. Mas não, isso não [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anestesico-o-teatro-do-castigo/">Anestésico / O Teatro do Castigo</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/12/castigo-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="castigo" /></p><p>Posso reler minha mente quantas vezes forem necessárias, porém nada apaga a dor de um erro. Nada substitui a culpa. É assim que me sinto por ter errado, na minha cabeça eu errei e você não. Na verdade, a Culpa foi minha. Eu poderia pensar em todas as maneiras de reverter o castigo. Mas não, isso não é a vida, é apenas a ilusão, pois a vida é bem mais dolorosa, e eu certamente não quero vivê-la.</p>
<p>Nos meus teatros mentais somos felizes, com dores, mas somos felizes.</p>
<p>Os pedaços estão sendo juntados, mas aquela maldita peça será a que sempre vai faltar, a que sempre vai deixar a dúvida do que poderia ter acontecido se tudo estivesse montado de maneira certa.</p>
<p>Sou fraca, mas saiba que eu não desisti só por mim.</p>
<p>Na rua onde andamos, por mais escura que estivesse, eu sempre dizia que uma hora ou outra enxergaríamos a luz e isso faria com que o caminho a percorrer ficasse melhor, mas nunca fácil.</p>
<p>E por mais que houvesse dificuldade, eu sempre iria sorrir e nunca chorar. Para fazer de você forte e dizer que estava orgulhosa de saber que durante todo aquele caminho que percorreu eu sorri para você.</p>
<p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anestesico-o-teatro-do-castigo/">Anestésico / O Teatro do Castigo</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Anestésico / Liberdade: Devolva minhas asas</title>
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		<comments>http://intravenosa.com.br/anestesico-liberdade-devolva-minhas-asas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2012 10:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[asas]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/01/liberdade-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="liberdade" /></p>Eu sei que a gente não deve ficar explicando poesia, sei que devemos dar margens para os pensamentos de quem está lendo, mas é óbvio que falamos aqui sobre liberdade, sobre relacionamentos sufocantes e que não nos rendem mais coisas boas. Relacionamentos que de tão nocivos, acabam tornando-se  uma prisão. Alguns dias, eu simplesmente começo [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anestesico-liberdade-devolva-minhas-asas/">Anestésico / Liberdade: Devolva minhas asas</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/01/liberdade-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="liberdade" /></p><p><em>Eu sei que a gente não deve ficar explicando poesia, sei que devemos dar margens para os pensamentos de quem está lendo, mas é óbvio que falamos aqui sobre liberdade, sobre relacionamentos sufocantes e que não nos rendem mais coisas boas. Relacionamentos que de tão nocivos, acabam tornando-se  uma prisão.</em></p>
<p><em>Alguns dias, eu simplesmente começo a tuitar algumas frases e depois junto tudo em um bloco de notas.</em></p>
<p><em>Foi desta forma que escrevi este texto, em tuitadas no ônibus.</em></p>
<p><em>Eu olho para estas linhas e fico achando que parecem coerentes unidas. Não sei bem se estou certa, mas li por aí que escritores, escrevem, logo, cá estou treinando o escrever.</em></p>
<p><em>Alguns de meus escritos, por terem nascido de tuitadas, são extremamente curtos. Então, resolvi aproveitar o espaço para conversar mais um pouco sobre o tema, ou sobre processo criativo, para, quem sabe, ter algum retorno de quem lê, quem sabe alguns comentários falando de seus próprios processos.</em></p>
<p><em>Acho que inconscientemente estive pensando em Éowin ou talvez em Black Swan.</em></p>
<h2>Liberdade: Devolva minhas asas</h2>
<p>Devolva minhas asas, eu não quero ser apenas essa sombra.</p>
<p>Este cativeiro é pequeno demais, escapo pelos seus dedos e sangro agora.</p>
<p>Eu pulso, estico os braços e me preparo para o salto.</p>
<p>Eu não me importo, devolva minhas asas, não ligo se me estraçalhar.</p>
<p>Eu não posso mais ficar assim tão pequena, devolva minhas asas, partirei ao amanhecer.</p>
<p>Seus sonhos são tímidos demais para mim, preciso ir.</p>
<p>Não posso viver contaminando seu mundo com meu frio.</p>
<p>Devolva minhas asas, pois é do fogo que eu sinto falta.</p>
<p>Fecho os olhos e me atiro ao vento.</p>
<p>Rodopios lânguidos de deliciosa liberdade.</p>
<p>Com minhas plumas negras, novamente, sou capaz de me entregar.</p>
<p>Apague dos seus olhos.</p>
<p>Não há nada no meu peito.</p>
<p>Cansada de ser apenas a sombra que segue seus passos.</p>
<p>A dor me mostra a vida!</p>
<p>Eu sei que te dei o meu gosto para sentir, e meu cheiro para lembrar.</p>
<p>Sorria por isso e deixe-me partir.</p>
<p><span style="color: #808080;"> Crédito da imagem: *<a title="Eirian Stock" href="http://eirian-stock.deviantart.com/"><span style="color: #808080;">Eirian-stock</span></a></span></p>
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		<title>Anestésico / Blowjob</title>
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		<comments>http://intravenosa.com.br/anestesico-blowjob/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 04:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrezza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[andrezza]]></category>
		<category><![CDATA[blowjob]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[fresco]]></category>
		<category><![CDATA[porra]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/11/blowbunny-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="blowbunny" /></p>Sempre fui impulsiva. Sabe aquele tipo de sentimento, que nasce do nada, e te faz tomar uma atitude estúpida de última hora? Sempre gostei de tomar minhas decisões no calor do momento. Alguns exemplos disso são como eu fiz a minha primeira tatuagem, pus meu primeiro piercing ou fiz o primeiro corte de cabelo, agressivamente [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anestesico-blowjob/">Anestésico / Blowjob</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/11/blowbunny-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="blowbunny" /></p><p>Sempre fui impulsiva.</p>
<p>Sabe aquele tipo de sentimento, que nasce do nada, e te faz tomar uma atitude estúpida de última hora?</p>
<p>Sempre gostei de tomar minhas decisões no calor do momento.</p>
<p>Alguns exemplos disso são como eu fiz a minha primeira<strong> tatuagem</strong>, pus meu primeiro<strong> piercing</strong> ou fiz o primeiro corte de cabelo, agressivamente repicado&#8230;</p>
<p>Mas nenhuma dessas se comparará à primeira vez que senti o gosto de<strong> porra na boca</strong>.</p>
<p>Eu tinha começado a minha <strong>vida sexual</strong> há pouco tempo. Pouco mesmo, sequer tinha sido penetrada ainda. Fazia tudo que coubesse dentro de mãos, bocas e algumas provocações, mas nada que invadisse a minha intimidade. Literalmente. Acontece que certa vez eu estava saindo com um cara MUITO bom no que fazia.</p>
<p>Os lábios e corpo do cara eram&#8230; Sinceramente? Surreais! Quaisquer que fossem as boas intenções de uma boa menina com ele, a consequência inevitável seria terminar em dois corpos entrelaçados na cama.</p>
<p>Muitas das minhas experiências mais bacanas foram com ele, mas antes que eu comece a me desvirtuar do conto e transformar isso em conto erótico, vou encerrar os elogios por aqui.</p>
<p>Um dia,esse rapaz me chamou pra sair. Mais do que sair por sair, ele me chamou para assistir a um filme na casa dele. Porra, eu nunca fui muito ligada em filmes mas estava bem ligada nele! Como é de praxe do <strong>sexo</strong> feminino, passei batom, fiz a sobrancelha, chequei a depilação e ainda dei um trato no cabelo. Isso tudo, pra ver um filme de romance babaca, com alguma atriz modinha do momento.</p>
<p>O fato é que eu nem lembro bem qual filme era. Antes mesmo de eu sentar no sofá da casa do cara, já senti mãos e boca por várias partes do meu corpo.</p>
<p>Meninas, aprendam que quando um rapaz lhe convida para filmes em uma quinta-feira à tarde, quando os pais dele estão trabalhando, ele só está querendo uma bela e bem feita coisa: <strong>blowjob</strong>.</p>
<p>Quando eu me animei em retribuir os toques e agrados do cara, senti a minha cabeça ser desconfortavelmente empurrada em direção ao <strong>pênis</strong> do cidadão. Porra, eu gosto de <strong>pênis</strong> e é bom chupá-los, mas naquela época eu ainda não pensava daquele jeito.</p>
<p>Eu nunca tinha passado por muitas experiências desse tipo. Com os dedos e provocações eu até sabia fazer mágica mas, com meus lábios&#8230; era uma perdição. Bom, tudo bem, afinal de contas tudo nessa vida é para o nosso aprendizado. E o que eu não soubesse fazer ali, com certeza era só lembrar do material pornográfico que eu vivia consumindo como forma de aprendizagem.</p>
<p>Outra dica: as <strong>atrizes pornôs</strong> fazem tudo parecer mais fácil.</p>
<p>Primeiro foi a cabeça&#8230; Meu Deus, elas mostravam que era tão bom morder! Ok, eu acho que elas não mordiam como se fosse um pedaço de bife suculento e mal passado mas achei que aquele cara curtia um certo tipo de <strong>sadomasoquismo</strong>. Quando eu vi que as minhas mordidas sexys não surtiam muitos efeitos, tentei massagear os <strong>testículos</strong>. Em algum momento de pura dislexia, esqueci que manuseava entre os dedos a parte mais<strong> sensível</strong> do corpo masculino e comecei a brincar e apertar como se fossem duas bolinhas de gude.</p>
<p>Em dado momento, pensei até se eles poderiam inverter os lados do saco e fiz questão de testar isso. Pena que o grito dele me fez voltar à realidade&#8230; Ok, eu já tinha estragado as duas primeiras tentativas de agradar o cara, antes que eu cometesse a terceira fatal resolvi fazer o que me parecia ser fácil e simples: <strong>chupar</strong>.</p>
<p>E, acreditem, eu teria feito um ótimo trabalho se, de repente, não tivesse sentido duas mãos desesperadas contra a minha nuca que faziam o pênis ir muito mais contra a minha <strong>garganta</strong>.</p>
<p>Agora a dica é pros garotos: por favor, não demonstrem desespero na hora do <strong>sexo oral</strong>. Eu, pelo menos, me senti desconfortavelmente desesperada por um pouco de ar.</p>
<p>O pior de tudo, no entanto, não foi nada do que tinha acontecido até o momento. Com o tempo e eu aprendi que não se deve usar os dentes e que movimentos bruscos com a cabeça podem incomodar. E que é normal o cara querer foder a sua boca – mesmo tendo uma <strong>boceta</strong> a poucos centímetros de distância. Quando eu vi que eu finalmente tinha acertado o ritmo e os movimentos, mandei tão bem no meu primeiro<strong> boquete</strong> semiprofissional que o cara <strong>gozou</strong> com tudo na minha boca. Sem me avisar que ia fazer isso.</p>
<p>Aqui eu vou fazer uma pausa pra encaixar um apelo à todos os rapazes que estão lendo esse post, ok? Não façam isso. Parece ser legal e inovador, mas&#8230; não é! Principalmente se for com uma garota que <strong>NUNCA</strong> sentiu o gosto de<strong> porra</strong> na boca. Vocês dificilmente sentirão um gosto de<strong> porra</strong> na vida, não sabem como é um sabor, no mínimo, peculiar.</p>
<p>Eu fiquei com aquilo preso na minha boca por uns longos 10 segundos. Precisava pensar sobre o que fazer naquele momento. Eu tinha lido uma vez que engolir não era recomendável, porém cuspir na frente do cara também não era muito educado&#8230; Só que entre o que eu devia fazer pra agradar um cara que tinha acabado de <strong>esporrar</strong>, sem aviso, na minha <strong>boca</strong> e o que eu queria fazer pra tirar aquela gosma da minha boca o mais rápido possível, é claro, eu fiz a minha vontade. Mas é claro que eu fiz do jeito mais imbecil de se fazer.</p>
<p>Eu não só cuspi a <strong>porra</strong> do cara, eu cuspi <strong>na cara</strong> dele, literalmente. Bom, pra ser mais específica, eu acertei o peito/pescoço dele e algumas gotinhas espirraram na boca. Acho que não foi muito legal porque ele saiu correndo e ficou meia hora escovando os dentes, sem parar. Muito fresco isso, por sinal&#8230; Se eu tinha levado aquilo na boca, por que ele não podia também? Ele também nunca mais me chamou pra sair ou pra fazer qualquer outra coisa, mas acho que isso é porque ele ficou meio sem tempo mesmo. Só acho.</p>
<p>O fato é que depois desse dia, eu treinei bastante pra alcançar o nível que cheguei hoje. Continuo não engolindo, desculpem meninos.. Mas é nojento! De todo jeito, aprendi também a nunca mais cuspir a própria <strong>porra</strong> do cara contra ele e que o melhor jeito de se livrar discretamente de porra na sua boca é indo ao banheiro mais próximo. Matinhos mais próximos também servem. Ou você pode ser uma cavala e ameaçar arrancar o <strong>pênis</strong> dele com os dentes caso ele seja homem o suficiente pra <strong>gozar</strong>, sem a sua permissão, na sua boca. Sinceridade na hora do <strong>sexo</strong> é o melhor caminho para a satisfação total!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://data.whicdn.com/images/19328781/tumblr_lrvwdj1JcG1qza3e8o1_500_large.jpg" alt="" width="500" height="281" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Beijos e até a próxima.</em></p>
<p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anestesico-blowjob/">Anestésico / Blowjob</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Anestésico / Toque</title>
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		<comments>http://intravenosa.com.br/anestesico-toque/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 03:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[delírio]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
		<category><![CDATA[frenesi]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[toque]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2011/12/toque-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="toque" /></p>Toque foi escrita em rompantes twisticos de 140 caracteres e posteriormente montada e colada aqui no Intravenosa. A música é uma inspiração constante (e cantante) na poesia e na literatura. A música é também liberdade da alma e background para a vida. Pensando nisto, escrevi Toque. Toque Ilusões efervescentes me entregam a seus lábios gelados [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anestesico-toque/">Anestésico / Toque</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2011/12/toque-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="toque" /></p><p><em><strong>Toque</strong> foi escrita em rompantes twisticos de 140 caracteres e posteriormente montada e colada aqui no Intravenosa.</em></p>
<p><em> A música é uma inspiração constante (e cantante) na poesia e na literatura. A música é também liberdade da alma e background para a vida. </em></p>
<p><em>Pensando nisto, escrevi <strong>Toque</strong>.</em></p>
<h2>Toque</h2>
<p>Ilusões efervescentes me entregam a seus lábios gelados<br />
A sua música é um descompasso absoluto, e ainda assim, busco um ritmo<br />
Toque minhas notas, eu me entrego sem pensar<br />
Toque minhas notas, o meu corpo quer dançar</p>
<p>Essa arrogância e indiferença me irritam e me derrotam<br />
Seu sorriso e seu olhar me desmontam facilmente<br />
Você sabe tocar as minhas notas e eu esqueço meu juízo<br />
Você sabe tocar as minhas notas e eu esqueço dos meus medos</p>
<p>Fecho os olhos para o certo e para o real<br />
Quem se importa? Devaneios entorpecem meus sentidos e eu gosto.<br />
Latejando e pulsando em delírio e frenesi<br />
Me envolve e penetra em minha mente inconstante<br />
Submergindo e sendo envolta em fúria e desejo</p>
<p>Me domine e me obrigue a ser seu instrumento<br />
Eu estou cantando sua música, somos dúbios e iguais<br />
Existo no seu agora, enquanto fluirem melodias<br />
Você existe na minha mente, mesmo no silêncio</p>
<p>Ainda sinto a pele estremecer, só com a lembrança<br />
Toque minhas notas, eu me entrego sem pensar<br />
Toque minhas notas, o meu corpo quer dançar</p>
<p><a title="AngieStock" href="http://angiestock.deviantart.com/art/Music-angel-II-150074827?q=boost%3Apopular%20in%3Aresources%20music&amp;qo=58" target="_blank">Crédito da imagem: Angiestock</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Anestésico / Quente e frio</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 17:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/02/quentefrio-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="quentefrio" /></p>Pálida e suave, reflito e ilumino-me de sol. Lânguida e silenciosa, respirando flores ao meu redor. Lábios úmidos, curvas sinuosas, movimentos previsiveis. Toque delicado, gesto calculado, piores intenções. Oh, mas eu não vou embora agora. Eu já me acostumei com seu olhar gélido, com a perfeição de seu sorriso, com a dubiedade dos seus sinais, [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/quente-e-frio/">Anestésico / Quente e frio</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/02/quentefrio-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="quentefrio" /></p><p>Pálida e suave,</p>
<p>reflito e ilumino-me de sol.</p>
<p>Lânguida e silenciosa,</p>
<p>respirando flores ao meu redor.</p>
<p>Lábios úmidos, curvas sinuosas, movimentos previsiveis.</p>
<p>Toque delicado, gesto calculado, piores intenções.</p>
<p><span id="more-120"></span></p>
<p>Oh, mas eu não vou embora agora.</p>
<p>Eu já me acostumei com seu olhar gélido,</p>
<p>com a perfeição de seu sorriso,</p>
<p>com a dubiedade dos seus sinais,</p>
<p>com as controvérsias na sua voz&#8230;</p>
<p>Eu já me acostumei,</p>
<p>e agora eu sei, exatamente, do que você precisa.</p>
<p>Então, sigo brincando seu jogo,</p>
<p>de atrair, repelir e encantar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[postado orginalmente em 27/02/12] - Crédito da imagem: <a title="Faestock" href="http://faestock.deviantart.com/art/Dryad7-268413824" target="_blank">faestock </a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Transfusão / Pela vidraça</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 02:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gi Avila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transfusão]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[gi]]></category>
		<category><![CDATA[Intravenosa]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[transfusão]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/04/vidraca-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="vidraca" /></p>Ás vezes você culpa algumas pessoas por se distanciarem de você, ou nem mesmo percebe que isso acontece até que já estejam distantes demais&#8230; Talvez a culpa não seja de quem seguiu andando, se distanciando&#8230;, mas da sua pouca importância dada a ela(s). Mariana Corrêa, minha irmã de coração, chama isso de umbiguismo. Olhar só [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/transfusao-pela-vidraca/">Transfusão / Pela vidraça</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/04/vidraca-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="vidraca" /></p><p>Ás vezes você culpa algumas pessoas por se distanciarem de você, ou nem mesmo percebe que isso acontece até que já estejam distantes demais&#8230;<br />
Talvez a culpa não seja de quem seguiu andando, se distanciando&#8230;, mas da sua pouca importância dada a ela(s).<br />
Mariana Corrêa, minha irmã de coração, chama isso de umbiguismo. Olhar só pr&#8217;aquilo que te interessa, pode te fazer perder quem te ajudava, mesmo que você não percebesse ou não notasse, a segurar os balões de seus sonhos. E ela, a pessoa que se foi, torcia por cada um deles&#8230;</p>
<p><span id="more-442"></span><br />
Hoje, com 32 anos, depois de levar algumas chibatadas pelas costas, pelo rosto, pela alma&#8230;, consigo entender melhor a arte de se distanciar, de se deixar fluir pra longe. Antes eu olhava pra situação e me culpava por a(s) pessoa(s) simplesmente me deixarem partir. Pensava comigo, &#8216;Será que não fui uma amiga boa o suficiente? Será que errei e deixei faltar alguma coisa, ou deixei passar alguma coisa&#8230;?&#8217;. Hoje, vejo que dei o melhor de mim. Dei o máximo do meu amor, do meu coração. Mari e Kell me conhecem, sabem que não sei amar pela metade, perdoar pela metade, estar com alguém pela metade, ser amiga pela metade.<br />
E assim, me defino de alma:<br />
Sentada ao pé da janela, a chuva cai silenciosa lá fora&#8230; Suas gotas traçam pequenos filetes sobre as vidraças que deixam transparecer um olhar perdido entre as gotas&#8230; Seus olhos fitam caminhos já percorridos, os quais lhe parecem difíceis de percorrer novamente para tornar atrás&#8230; ‘Vai&#8230;’, pensa ela. ‘Se com suas pernas ou com as minhas, não sei bem&#8230; Mas apenas vai e deixa-me aqui para juntar os cacos daquilo que um dia foi cristal’. A chuva cai silenciosa lá fora, enquanto cá dentro do peito, trovejam lembranças&#8230; E, na vidraça já embaçada por lágrimas que sufocam o coração que pulsa a dor, a marca da mão que soltara seu balão ao céu&#8230; Sentada ao pé da janela, silenciosa, a chuva cai lá fora&#8230;</p>
<p>[originalmente postado em 04/04/12]</p>
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		<title>Transfusão / Minha vida (bem vivida) com a dor na coluna</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 01:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transfusão]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[mariana]]></category>
		<category><![CDATA[transfusão]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/03/mariana-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="mariana" /></p>Sempre fui uma pessoa dinâmica. Preguiçosa, admito, mas dinâmica. Sempre fiz tudo a pé, sempre gostei de andar e olhar coisas diferentes. Meu trabalho como consultora em estudos socioambientais sempre me fez andar muito, às vezes quilômetros através de lama, terrenos tomados de mata, e pegar estradas esburacadas em jipes não muito confortáveis. Eu simplesmente [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/transfusao-minha-vida-bem-vivida-com-a-dor-na-coluna/">Transfusão / Minha vida (bem vivida) com a dor na coluna</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/03/mariana-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="mariana" /></p><p><span style="color: #000000;">Sempre fui uma pessoa dinâmica. Preguiçosa, admito, mas dinâmica. Sempre fiz tudo a pé, sempre gostei de andar e olhar coisas diferentes.</span></p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Meu trabalho como consultora em estudos socioambientais sempre me fez andar muito, às vezes quilômetros através de lama, terrenos tomados de mata, e pegar estradas esburacadas em jipes não muito confortáveis. <span style="font-weight: bold;">Eu simplesmente adoro.</span></p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Também adoro comer, mas tenho problemas com o meu peso. Por conta de uma resistência natural à insulina, eu tendo a engordar rapidamente. Isso, e o fato de tomar uma série de medicamentos que interferem no meu metabolismo, mas não vem ao caso aqui.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;"><span id="more-377"></span></p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Então, a dinâmica e serelepe Mariana sempre foi <span style="font-weight: bold;">gordinha</span>. Cheguei a pesar 120 kg, em 1,72m. Hoje já saí do que a Kell chama de 3 dígitos, mas com muita luta, e também por conta do que vou contar agora.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">No Carnaval de 2010, eu pesava 105 kg. Mas, serelepe que sou, pulava em todos os blocos que podia e não podia. Barbas, Banda de Ipanema, Cordão do Boitatá, Cachorro Cansado, Bagunça o Meu Coreto, e praça São Salvador todas as noites. No segundo dia de carnaval, comecei a sentir <span style="font-weight: bold;">uma dor constante na perna direita</span>, como se repuxasse alguma coisa. Achei que era muscular e fui deitar um pouco. À noite estava me sentindo melhor, fui pra folia. De madrugada a dorzinha chata voltou, em menor intensidade, mas causando <span style="font-weight: bold;">dormência no pé direit</span>o.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Bem, pulei meu Carnaval achando que tinha dado um jeito no pé, não deixei de me divertir. Ledo engano. A dor continuou. Quando fui para a aula inaugural do mestrado, ao tentar caminhar do campus até o restaurante para almoçar, <span style="font-weight: bold;">minha perna direita travou</span>, e mal conseguia levantar o pé pra andar.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">O ortopedista foi taxativo: <span style="font-weight: bold;">Espondilólise com espondilólistese em L5/S1</span>. Nomes difíceis para doenças nem um pouco fáceis. E durante dois anos não quis pesquisar mais do que o que o meu ortopedista me havia informado. <span style="font-weight: bold;">Uma vertebra sofrendo um processo degenerativo havia se deslocado sobre outra vértebra, e isso causava a dor intensa</span>. Recomendou fisioterapia, RPG e acupuntura. Falou que eu precisava perder peso urgentemente. E me mandou ir a um neuro-cirurgião, caso a crise não cessasse.</p>
<p style="color: #000000;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/-O69In7jUa_A/T2a0tvRfZHI/AAAAAAAAARo/UDaBUKF_DSQ/s1600/espondilolistese1.gif"><img class="aligncenter" style="margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: hand; width: 326px; height: 258px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-O69In7jUa_A/T2a0tvRfZHI/AAAAAAAAARo/UDaBUKF_DSQ/s400/espondilolistese1.gif" alt="" border="0" /></a></p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Fiz a fisioterapia, fui a um ortomolecular e me tratei para poder perder 12kg em 6 meses, comecei as sessões de acupuntura 2 vezes por semana na Asbhamto, que não são cobertas pelo plano. Nesse primeiro período, toda ida para Niterói era um suplício. Eu fazia mestrado na UFF e moro no Rio, então eram viagens longas de ônibus, ou pingadas de barcas e ônibus. Mas eu ia. E os amigos ajudavam. Quando travava a perna, meu amigo Lucas me carregava até o ponto de taxi, e me levava até as barcas. E quando chegava no Rio, pegava outro taxi para casa. Em casa, me jogava na cama, e demorava umas horas até conseguir levantar novamente.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;"><span style="font-weight: bold;">Perdi amigos que não entendiam o que eu estava vivendo.</span> Não conseguiam aceitar o fato que eu não podia subir uma trilha até a cachoeira, ou virar a madrugada dançando. Que não dava pra ser a mesma coisa, apesar de ser a mesma pessoa. Esses “amigos” pararam aos poucos de me ligar, pararam de me procurar, até sumirem no horizonte das festas, biritas e pessoas sem problemas de saúde.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;"><span style="font-weight: bold;">Depois de perder os 12 kg, as dores melhoraram bastante.</span> Sentia dor diariamente, mas nada imobilizante. Pude trabalhar em projetos novos, inclusive viajando pelo Rio Grande do Norte. Fazia alongamento diariamente e comia o estipulado pela dieta.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">No final de 2011 comecei a sentir a dor forte novamente, quando participava da ocupação na Cinelândia, o Ocupa Rio, defendia minha qualificação no mestrado e me mudava com minha família toda do apartamento onde morei por 25 anos no Flamengo para a Tijuca, aliás, Usina. Imaginem fazer isso tudo com dor? Eu fiz essa doideira. Já tinha um trabalho agendado para janeiro de 2012, e não ia perder trabalho por conta de dor nenhuma. Fui, viajei, e meu companheiro de campo brincava comigo, rindo:<span style="font-style: italic;"> Poxa, Mari, onde você chega você se escora&#8230;</span> Era exatamente isso. Onde chegávamos, eu encostava e me escorava contra a parede para reduzir a dor. Cheguei a empurrar umas duas bancadas com isso. risos</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Ao chegar, resolvi finalmente marcar o <span style="font-weight: bold;">neuro-cirurgião</span>. A dor era insuportável.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Bem, com o exame de 2010, ele já foi categórico: prognóstico cirúgico. Solicitou novos exames, ressonancia, tomografia, eletroneuromiografia (esse exame é uma viagem rápida à minha idéia de inferno – choques e agulhas nos nervos e músculos – MUITA DOR). A situação escalonou, piorou bastante e dessa vez eu resolvi pesquisar melhor sobre o que diabos é isso que tenho. <span style="font-weight: bold;">Espondilólise com espondilolistese em L5/S1, com osteófitos em ambas as vértebras, espondilodiscopatia degenerativa e osteoartrose.</span></p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Explicando, agora que já sei exatamente o que os nomes difíceis significam:</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Espondilo = vertebra</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Lise = ruptura/quebra/fratura</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Listese = escorregamento</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Osteófitos = Bico de papagaio</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Osteartrose = a velha e conhecida artrose</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Discopatia = doença degenerativa nos discos intravertebrais</p>
<p style="color: #000000;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-wew16CivnYE/T2azB9cbhYI/AAAAAAAAARQ/RXTa5zEDu3o/s1600/39_espondilolise.jpg"><img class="aligncenter" style="margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: hand; width: 283px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-wew16CivnYE/T2azB9cbhYI/AAAAAAAAARQ/RXTa5zEDu3o/s400/39_espondilolise.jpg" alt="" border="0" /></a></p>
<p style="color: #000000;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/-MzJGXxMQ8IE/T2azCYCsbXI/AAAAAAAAARc/mNe_cEgCy94/s1600/39_espondilolise2.jpg"><img class="aligncenter" style="margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: hand; width: 350px; height: 389px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-MzJGXxMQ8IE/T2azCYCsbXI/AAAAAAAAARc/mNe_cEgCy94/s400/39_espondilolise2.jpg" alt="" border="0" /></a></p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Traduzindo, eu tenho uma <span style="font-weight: bold;">fratura na alça da vértebra </span>lombar 5 (L5), dos dois lados da alça, e a vértebra escorregou sobre a vertebra de baixo, a sacra 1(S1). Nessas duas vértebras, surgiram <span style="font-weight: bold;">bicos de papagaio</span> (pequenas expansões ósseas que surgem nos discos intervertebrais da coluna, em consequência de um processo de artrose). O disco entre as duas está criando uma <span style="font-weight: bold;">hérnia de disco,</span> pressionando/comprimindo os nervos, e causando reflexo nas pernas, principalmente na direita. A <span style="font-weight: bold;">artrose</span> está em todas as articulações lombares e sacras, causando a tal <span style="font-weight: bold;">doença degenerativa nos discos</span>.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Bem, isso dito, explico mais: <span style="font-weight: bold;">nenhuma dessas patologias tem cura</span>. Elas tem tratamentos para impedir a rápida degeneração, e para impedir que a vértebra que está escorregando continue seu caminho. Isso inclui uma cirurgia, colocação de pinos para estabilizar a coluna, e muito, mas muito, muito tratamento fisioterápico e exercícios.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Preciso perder muito peso, para que não haja pressão sobre a coluna, então aumentei a restrição na dieta já bem rigorosa. Está dando resultado.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">E porque contei isso tudo? Bem, só queria explicar que <span style="font-weight: bold;">nada disso me parou</span>. Continuo funcionando naturalmente, trabalho, estudo, leio, namoro, transo, me divirto, me estresso, vejo amigos, etc, etc. Se existem dificuldades, tento ultrapassá-las da melhor maneira que conheço, olhando pra frente, e sorrindo. Não é fácil, tem dias que mal consigo sair da cama, porque dói me mexer, mas estou exultante em saber que existe um procedimento que pode me fazer parar de sentir dor. O esforço é o de menos. Não conseguir sair de casa e ver gente é o que dói mais.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">E sabe o que acho interessante? Todas as restrições que vivo hoje me deram o <span style="font-weight: bold;">equilíbrio</span> que sempre busquei na vida. Sempre tentei ser uma pessoa mais centrada, e nunca consegui, porque sou uma explosão de glitter em forma de ser humano. Grande, explosiva, expansiva, doce, meiga, direta, às vezes rude. E as restrições me fizeram buscar uma forma de viver menos “exagerada”, mas que fosse boa o suficiente pra mim. Continuo tentando. E viver algo assim te mostra realmente quem está ali por você. Quem te dá força, mesmo à distância. Com quem você pode contar, “<span style="font-style: italic;">come rain or come shine</span>”.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">Estou esperando o médico marcar a cirurgia. Deve ser em início de abril.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000; font-weight: bold;"><span style="font-weight: normal;">O que acontecer depois dela, bem,</span> é uma outra história.</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000; font-weight: bold;">[originalmente postado em 19/03/12]</p>
<p style="text-align: justify; color: #000000;">
<p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/transfusao-minha-vida-bem-vivida-com-a-dor-na-coluna/">Transfusão / Minha vida (bem vivida) com a dor na coluna</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas /  Conheça a Rita</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 16:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RitaTescke</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intravenosa]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[coxinha]]></category>
		<category><![CDATA[perna oca]]></category>
		<category><![CDATA[rita]]></category>
		<category><![CDATA[sangue]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/01/rita-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="rita" /></p>Olá, como vai você? (eu sempre quis dizer isso) O que me traz aqui hoje é aquela situação, rara, que te acontece pelo menos uma vez na vida (ou uma vez na semana): O que Diabos eu to fazendo aqui? Não, isso não será uma auto-ajuda, vai ser eu escrevendo aleatoriedades sobre o aleatório das [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/colunistas-conheca-a-rita/">Colunistas /  Conheça a Rita</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/01/rita-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="rita" /></p><p>Olá, como vai você? (eu sempre quis dizer isso)</p>
<p>O que me traz aqui hoje é aquela situação, rara, que te acontece pelo menos uma vez na vida (ou uma vez na semana): <strong>O que Diabos eu to fazendo aqui?</strong></p>
<p>Não, isso não será uma auto-ajuda, vai ser eu escrevendo aleatoriedades sobre o aleatório das coisas (deu pra entender, né?)</p>
<p>Eu sou maluca, isso todos podem perceber.</p>
<p>Quando a Kell resolveu criar o Intravenosa, eu logo me escalei pra fazer parte.</p>
<p>Sabe quando você tem ideias geniais? Então&#8230; Eu tenho, mas ai a preguiça me domina.</p>
<p>Sobre mim? assim, eu amo coxinhas, brigadeiro, não gosto de Star Wars e adoro Fanta Uva. Vai encarar? (se você for gato, por favor me encare)</p>
<p>Mas então, prazer, meu nome é Rita e eu sou a <strong>Auxiliar de Enfermagem do </strong><strong>Hospício,</strong> deste local cheio de enfermeiras sanguinolentas e gostosas.</p>
<p>Vou falar sobre todas as coisas que eu acho interessante e que me dão inspiração. Ah! pessoas que passaram, passam ou vão passar pela minha vida também podem fazer parte deste mundo.</p>
<p>E por favor, me imaginem com uma cinta-liga branca e com sangue a cada post meu que vocês lerem. (sim eu sou fetichista)</p>
<p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/colunistas-conheca-a-rita/">Colunistas /  Conheça a Rita</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Colunistas / Conheça Andrezza</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 04:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrezza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intravenosa]]></category>
		<category><![CDATA[andrezza]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/06/andrezza-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="andrezza" /></p>Oi pra vocês, eu sou a Andrezza e agora faço parte do Projeto Intravenosa! WIN! &#160; Quando a Kell me convidou pra fazer parte desse projeto, vergonhosamente, meses atrás – vergonhosamente porque eu estou desde então enrolando este anjo ruivo com as minhas juras de contos infinitos – eu me senti muito honrada. Então, agradecendo [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/colunistas-conheca-andrezza/">Colunistas / Conheça Andrezza</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/06/andrezza-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="andrezza" /></p><p style="text-align: right;"><em><a href="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/06/2012-05-24-10.49.33.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-504" title="2012-05-24 10.49.33" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/06/2012-05-24-10.49.33-300x254.jpg" alt="" width="300" height="254" /></a>Oi pra vocês, eu sou a Andrezza e agora faço parte do Projeto Intravenosa! WIN!</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando a Kell me convidou pra fazer parte desse projeto, vergonhosamente, meses atrás – vergonhosamente porque eu estou desde então enrolando este anjo ruivo com as minhas juras de contos infinitos – eu me senti muito honrada.</p>
<p>Então, agradecendo formalmente, obrigada por ter uma health de paciência INFINITA comigo.</p>
<p>Pra quem conhecia a minha coluna lá no Aerolitos, sabe que eu contava casos e peripécias da minha vida. infância, adolescência.. eu tinha ainda muitos contos pra contar mas, como eu acabei me retirando do site, transferi todas as histórias e pormenores pro NPT. E  para o Intravenosa, eu guardei os contos mais picantes.</p>
<p>Sim, leitoras e leitores, eu vou contar, em contos, as minhas peripécias amorosas, sexuais e transexuais. Ahm?</p>
<p>Nada melhor do que alguém que troca de namorico a cada semana pra falar sobre trapalhadas amorosas, puta merda.</p>
<p>A partir da data de lançamento deste post aqui, eu voltarei toda quinzena com um conto pra divertir um pouco vocês. Mas não se surpreendam ao se depararem com a minha terrível grafia. Nem com as minhas terríveis histórias e nem com a minha terrível habilidade de falar palavrão sem pudor algum.</p>
<p>Espero que gostem da iniciativa, da preliminar e do ato final. Estarei aqui unicamente para agradar à vocês, rawr.</p>
<p><strong><em>E você, que já teve qualquer tipo de envolvimento sexual comigo, pode ficar tranquilo. Sua história COM CERTEZA será relatada aqui.</em></strong></p>
<p>Até.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Anestésico / Adorada melancolia</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 11:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[melancolia]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza]]></category>
		<category><![CDATA[veneno]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/01/melancholic-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="melancholic" /></p>Tua ausência atormenta meus pensamentos e fere meus sentidos. Ofusca qualquer beleza e torna vão qualquer esforço. Tua ausência cria chuvas e inquietações, furta meus desejos e torna monocromáticos os meus desenhos. Eu visto meu melhor sorriso e sigo nos trilhos, não há caminho que me leve até você, somente esta linha que circula todas [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anestesico-adorada-melancolia/">Anestésico / Adorada melancolia</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/01/melancholic-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="melancholic" /></p><p>Tua ausência atormenta meus pensamentos e fere meus sentidos.</p>
<p>Ofusca qualquer beleza e torna vão qualquer esforço.</p>
<p>Tua ausência cria chuvas e inquietações, furta meus desejos e torna monocromáticos os meus desenhos.</p>
<p>Eu visto meu melhor sorriso e sigo nos trilhos, não há caminho que me leve até você, somente esta linha que circula todas as angústias.</p>
<p>Consegue tocar está tristeza? Pode ouvir as palavras sussurradas no escuro?</p>
<p>Eu deveria vomitar este veneno, exorcizar este demônio cruel que devora meu corpo por dentro, deveria lavar cada palavra.</p>
<p>Parece que esta melancolia preenche o vazio, a ilusão destroça minha mente e povoa este universo em que vivo só.</p>
<p>Eu deveria estrangular este gentil invasor, que enlaça minhas veias e absorve minha vontade, essa dor que já me faz companhia.</p>
<p>Não tenho forças para abrir mão deste delírio. Eu queria transmutar esta expectativa em algo menos amargo e doentio.</p>
<p>Fecho os olhos e entrego meus pulsos com um sorriso, fecho os olhos e salto para o mundo, fecho os olhos e não quero acordar.</p>
<p>Eu sei o quanto isto soa desesperado.</p>
<p>Neste momento, estou despida de pudores hipócritas e entrego a adaga em suas mãos.</p>
<p>Não!</p>
<p>Não posso permitir que você decida.</p>
<p>Não posso deixar que você tome de mim esta sombra.</p>
<p>Eu quero a escuridão, eu a amo.</p>
<p>Então fecho os olhos outra vez, aquieto a tempestade, abraço os pensamentos mais obscuros,</p>
<p>busco uma dessas cópias tão parecidas com felicidade, observo e aprendo a me comportar tal qual todos.</p>
<p>Não há luz, apenas reflexos, nada do que parece realmente é.</p>
<p>Voltas e voltas, as mesmas estações. Não há nada aqui.</p>
<p>Por mais repugnante que seja esta submissão, por mais medíocre que seja este conformismo, eu aceito e acaricio meus erros.</p>
<p>Brinco com as ideias e com as impossibilidades.</p>
<p>Nesta cela, eu sou a senhora de todos os desejos, neste lugar que eu mesma escolhi.</p>
<p>Sempre pude escolher.</p>
<p>Então não me condene e nem julgue.</p>
<p>Eu suporto esta dose.</p>
<p>E amanhã, eu volto aos trilhos. e sigo de novo, e de novo&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Créditos da imagem base:  *<a href="http://gestiefeltekatze.deviantart.com/"><span style="color: #333333;">gestiefeltekatze</span></a></p>
<p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anestesico-adorada-melancolia/">Anestésico / Adorada melancolia</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Intravenosa / O projeto</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 11:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intravenosa]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/11/intravenosa-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="intravenosa" /></p>Este poderia ser um blog que falasse exclusivamente de meus dramas, poderia ser mais um diarinho virtual dentre tantos que já existem por aí. Eu poderia focar apenas em assuntos ditos femininos e  assumir a visão estereotipada de que mulher sabe apenas sobre receitas. Receitas do que comer, receitas do que vestir, receitas de como [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/intravenosa-o-projeto/">Intravenosa / O projeto</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2012/11/intravenosa-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="intravenosa" /></p><p>Este poderia ser um blog que falasse exclusivamente de meus dramas, poderia ser mais um diarinho virtual dentre tantos que já existem por aí.</p>
<p>Eu poderia focar apenas em assuntos ditos femininos e  assumir a visão estereotipada de que mulher sabe apenas sobre receitas.</p>
<p>Receitas do que comer, receitas do que vestir, receitas de como ser linda, fashion e feliz, e é claro, tudo isso sem cair do salto e sem desmanchar o sorriso ou o cabelo.</p>
<p>Poderia, mas não acho que isso faria sentido para mim.</p>
<p>Ser mulher é isso também, mas eu não sou <strong>apenas</strong> isso.</p>
<p><span id="more-70"></span></p>
<p>E o  que é assim tão monocromático, regrado e coerente?</p>
<p>Eu não sou,  e acredito que você tambem não seja.</p>
<p>Este é meu blog pessoal, é a minha casa, e na minha casa eu posso me dar ao luxo de convidar as pessoas de quem eu gosto para fazerem o que eu achar conveniente.</p>
<p>Abra sua mente, solte as amarras e embarque nesta construção coletiva.</p>
<p><strong>Afinal uma pessoa é muito mais do que o sangue que corre em suas veias, ela é resultado das interações com o mundo ao seu redor.</strong></p>
<p><a title="Somadjinn" href="http://somadjinn.deviantart.com/art/Blood-Injected-Rose-183059198" target="_blank">Crédito da imagem: Somadjinn</a></p>
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		<item>
		<title>Anestésico / Acredite em minhas ilusões</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 10:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kellbonassoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anestésico]]></category>
		<category><![CDATA[acredite]]></category>
		<category><![CDATA[cinza e vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[devaneio]]></category>
		<category><![CDATA[instinto]]></category>
		<category><![CDATA[sangue]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2011/01/cinzaevermelho-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="cinzaevermelho" /></p>Prefiro nem pensar. Vou deixar o instinto falar por mim. E seja lá o que fizer, vai ser assim. Eu não me importo se você quebrar. Eu sinto o pulso acelerar e a eletricidade fluindo ao seu redor. O seu gosto em minha língua é sempre o melhor. Viro as costas para a razão. Eu [...]</p><p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anestesico-acredite-em-minhas-ilusoes/">Anestésico / Acredite em minhas ilusões</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="125" src="http://intravenosa.com.br/wp-content/uploads/2011/01/cinzaevermelho-300x125.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="cinzaevermelho" /></p><p>Prefiro nem pensar.<br />
Vou deixar o instinto falar por mim.<br />
E seja lá o que fizer, vai ser assim.</p>
<p>Eu não me importo se você quebrar.</p>
<p>Eu sinto o pulso acelerar e a eletricidade fluindo ao seu redor.<br />
O seu gosto em minha língua é sempre o melhor.<br />
Viro as costas para a razão.</p>
<p>Eu não me importo se você quebrar.</p>
<p>Eu já fiz isso milhões de vezes.<br />
Jogue comigo e acredite nesta lâmina que te entrego agora.<br />
Rasgue seu peito por mim. Jogue tudo fora.</p>
<p>Não quero este doce sem valor, quero a fúria e o devaneio, quero a dor e o desespero.</p>
<p>Acredite em mim mesmo tendo a certeza desta ilusão que te entrego.<br />
Acredite na febre deste toque.<br />
Acredite que é tudo um jogo e que, ainda assim, o que te ofereço é mais vivo e brilhante do que o cinza dos seus dias amenos e corretos.</p>
<p>Cinza, escuro, e tão certo.</p>
<p>Você não está cansado deste personagem?<br />
Eu vejo através dos atos calculados e sei que você quer este sangue.<br />
Eles não entendem nada, mas eu conheço você, o verdadeiro você oculto em sorrisos e gentilezas.</p>
<p>Já lambi suas lágrimas milhões de vezes.</p>
<p>Eu conheço você e te permito ser cruel e agressivo.<br />
Não há erro nisso.<br />
Não há punição.</p>
<p>O post <a href="http://intravenosa.com.br/anestesico-acredite-em-minhas-ilusoes/">Anestésico / Acredite em minhas ilusões</a> apareceu primeiro em <a href="http://intravenosa.com.br">Intravenosa</a>.</p>]]></content:encoded>
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