<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968</atom:id><lastBuildDate>Thu, 19 Dec 2024 03:28:22 +0000</lastBuildDate><category>Artigos</category><category>Diogo Coimbra</category><category>Games</category><category>Videos</category><category>Rômulo Stohler</category><category>Rafael Fernandes</category><category>Gabriel Merêncio</category><category>Filmes</category><category>Imagens</category><category>Notícias</category><category>João Oliveira</category><category>Música</category><category>Podcast</category><category>Porque jogar...</category><category>RPG</category><category>Porque ler</category><category>Magic the Gathering</category><category>Nidisley</category><category>Especial - Rock in Rio 2011</category><category>Mangá</category><category>Pedro "Sorin"</category><category>Séries</category><category>Alexandre Sotello</category><category>Bruno Carvalho</category><category>#Chá com blog versão otaku</category><category>jogos de tabuleiro</category><category>Videocast</category><title>Ipirados</title><description>Um blog sobre entretenimento em geral!</description><link>http://ipirados.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Zoo)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>276</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-2367862512131142950</guid><pubDate>Thu, 09 Apr 2015 19:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-04-09T16:20:14.561-03:00</atom:updated><title>Novo projeto do Ipirados</title><description>Todos ja perceberam que o Ipirados nao esta na ativa, isso desde 2014. Postagens recentes (na pagina do facebook) foram para testas algumas coisas. Agora a galera do ipirados agora esta com um novo projeto, uma nova pagina. Se voces quiserem curtam a nova pagina Orc Caolho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.facebook.com/orccaolho"&gt;https://www.facebook.com/orccaolho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgVggI7fgYG1o1TBXxWtSPFLyPKCJXYzmGSLzqDM1UnX5-q2YHBkuiQlJYarPZYXY30A21Ig21xktkHwGykMcVWz4gCHRPloLgNcmad7KSD_Iyn17fQ-GpSCQ6hqc4zzgOQAqyT9HtY_HQ/s1600/11102902_829847310384918_8655181100565988872_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgVggI7fgYG1o1TBXxWtSPFLyPKCJXYzmGSLzqDM1UnX5-q2YHBkuiQlJYarPZYXY30A21Ig21xktkHwGykMcVWz4gCHRPloLgNcmad7KSD_Iyn17fQ-GpSCQ6hqc4zzgOQAqyT9HtY_HQ/s1600/11102902_829847310384918_8655181100565988872_n.jpg" height="283" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2015/04/novo-projeto-do-ipirados.html</link><author>noreply@blogger.com (Zoo)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgVggI7fgYG1o1TBXxWtSPFLyPKCJXYzmGSLzqDM1UnX5-q2YHBkuiQlJYarPZYXY30A21Ig21xktkHwGykMcVWz4gCHRPloLgNcmad7KSD_Iyn17fQ-GpSCQ6hqc4zzgOQAqyT9HtY_HQ/s72-c/11102902_829847310384918_8655181100565988872_n.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-7778476141775359593</guid><pubDate>Fri, 25 Apr 2014 12:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-04-27T21:45:08.340-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">#Chá com blog versão otaku</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filmes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><title>Mononoke Hime (#Chá com blog versão otaku)</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNSTUhPt8NLOyHpOZn0cYr3Ba6MRA_CbrgMr95rngAsZoJQORx7Hvq6lU7hCqQel93OOzUV7bwuhS0qgyyqPOART-obaz2VImxv-BmZCliBse43WKZ4jAtEz6nksxZLygOw_bykfgV3P2D/s1600/mononoke-hime.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNSTUhPt8NLOyHpOZn0cYr3Ba6MRA_CbrgMr95rngAsZoJQORx7Hvq6lU7hCqQel93OOzUV7bwuhS0qgyyqPOART-obaz2VImxv-BmZCliBse43WKZ4jAtEz6nksxZLygOw_bykfgV3P2D/s1600/mononoke-hime.jpg" height="320" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Mononoke Hime, Princesa Mononoke em português, é um inesquecível filme dos lendários Studio Ghibli e Hayao Miyazaki lançado em 1997. Dito isso, não consigo me lembrar de quase nada a respeito dele. Decerto faz muito tempo que assisti, vejamos... 2010? Ah, mas o avaliei com uma nota alta no MyAnimeList, como não poderia deixar de ser, já que estamos falando daquela que é considera por muitos a obra-prima de Miyazaki. Vamos checar novamente, só por curiosidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este post faz parte de uma tag coletiva sobre Mononoke Hime formada por blogs de anime/mangá, cujos links estarão ao final do post.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme se inicia com ação intensa envolvendo o protagonista, príncipe Ashitaka, lutando contra um javali-deus-demônio-tentacle-monster que está ameaçando seu vilarejo. No caso de o espectador ainda não ter percebido, a cena deixa bem claro que se trata de uma legítima animação do estúdio Ghibli, com fluidez e coreografia capazes de continuar impressionando por mais de 10 anos após seu lançamento. Contemple o poder de cerca de 23.5 milhões de dólares! E chore em agonia ao ver quase o dobro do valor resultar em um &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=uROQ9nplxIY"&gt;troço destes&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ashitaka derrota o monstro, mas é infectado por um veneno místico e embarca em uma jornada às terras do oeste para tentar descobrir a cura. Antes de nosso herói partir, os anciões tomam um pequeno momento para resmungar sobre política e lamentar o terrível destino do líder em potencial. Ah, se apenas existisse uma maneira de não deixar uma das pessoas mais importantes para o vilarejo lutar sozinha contra uma criatura perigosa... quiçá colocando um guerreiro para vigiar as coisas ao invés de um idoso ou no mínimo alguém que consiga fazer algo mais produtivo do que ficar parado durante o perigo. Mas de modo algum há lapsos no roteiro, obviamente se trata de um comentário social brilhante. Direi qual é assim que descobrir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um jovem nobre e valente, Ashitaka aceita seu fardo sem hesitação alguma e vai embora sem poder sequer se despedir da família. É neste momento que vemos o caráter forte do protagonista. Bem, ou isso, ou um indício de que ele tem a personalidade de um pedregulho, mas a possibilidade é remota. Em sua jornada, ele conhece um monge que lhe fala sobre um espírito poderoso que vive na floresta ao oeste. É nessas terras que reside Eboshi, responsável por liderar uma aldeia que acaba tendo diversos conflitos com a natureza para sustentar seu desenvolvimento, incluindo o responsável pela ira do deus javali. Trava também contínuas batalhas com uma tribo de lobos e San, a "princesa Mononoke", uma misteriosa garota humana criada por lobos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ashitaka inicialmente não vê com bons olhos os objetivos de Eboshi e as ações que ela está disposta a tomar para concretizá-los, mas opta por adiar seu julgamento. San ataca a aldeia para tentar tomar a vida de Eboshi... sozinha, por algum motivo. Acho seguro afirmar que meu cachorro tem uma noção rudimentar de que atacar centenas de pessoas portando armas de fogo não é a ideia mais engenhosa do mundo nem para uma missão suicida, então creio que ter sido criada por lobos não serve como desculpa, minha cara San. Novamente, estou certo de que isso deve fazer parte de uma decisão maior deliberada e não um pretexto para Ashitaka intervir com um discurso anti-ódio genérico e nocautear tanto Eboshi quanto San em um típico momento de herói shounen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aventureiro foge com San, que se mostra frustrada pela interrupção e tenta matá-lo. Consciente de que duas pessoas de mesma idade e sexo distintos em um filme devem formar um par romântico, Ashitaka se safa tirando da cartola o clássico "Você é linda" no meio de uma música melosa, fazendo a garota recuar envergonhada. Uma performance de dar inveja aos maiores mestres de dating sim. San decide ajudar Ashitaka levando-o ao mestre da floresta, o deus veado. Seus ferimentos são curados, mas a maldição continua a se alastrar pelo corpo. Ainda fraco pela manhã, Ashitaka é alimentado por San, que mastiga a carne por ele. Apelar aos meus fetiches é golpe baixo, Miyazaki, mas aprecio a consideração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O monge de antes, Jiko, é revelado como um caçador enviado pelo imperador para matar o deus veado, em busca da suposta imortalidade concedida por sua cabeça. A tribo de javalis à qual pertencia o javali do início do filme ataca a aldeia, com San acompanhando, e Eboshi aproveita a deixa para acabar com o deus junto aos caçadores. Enquanto ela está fora, a aldeia é atacada, então Ashitaka, já curado, vai até ela avisar sobre o ocorrido e salvar San. Os caçadores enganam o líder dos javalis para que ele os leve até seu alvo e o transformam em um demônio porque... não sei, especulo que pela diversão de animar tentáculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vários eventos se sucedem com um punhado de gente que eu não mencionei anteriormente por indolência e outro punhado que não menciono agora porque seus nomes já não me vêm à memória. Fim, ponto final, deixo o resto para quem quiser assistir. Explico: a menção de tentáculos invocou lembranças lúdicas que me distraíram durante o clímax. Durante o clímax do filme também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abaixem as tochas, minha gente, deixo claro que Mononoke Hime é um bom filme e eu realmente gostaria de poder dizer que adorei. Apesar de meio batido, o tema de humanos contra natureza é abordado com um teor elevado de maturidade e a história termina sem ter os conflitos concluídos por definitivo, deixando a cargo do espectador tirar suas próprias conclusões e inferindo que não existe uma solução ou perspectiva completamente correta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Provavelmente meu maior problema é com Ashitaka. Entendo que o ponto de vista dele é necessário, caso contrário teríamos um foco completamente diferente, e ele está ali mais para contextualizar a situação e servir como uma ferramenta para avançar o roteiro do que se desenvolver como um personagem complexo. Acontece que, justamente por ser um vínculo entre o espectador e o universo do filme, tudo desaba se ele falha a convencer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não costumo me incomodar quando esse tipo de protagonista não tem desenvolvimento, mas apresenta alguma personalidade única ou simplesmente "fica na dele". Ashitaka, por outro lado, é o herói virtuoso e incorruptível que deseja felicidade a todos; em outras palavras, entediante. Há quem diga que os personagens podem ser interpretados como símbolos, até porque nenhum é muito desenvolvido ao longo do enredo, mas, ainda assim, Eboshi, San e outros são bem mais interessantes do que Ashitaka.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do lado do enredo, há algumas decisões bastante arbitrárias e questões deixadas em aberto que parecem servir apenas para direcionar a trama aos caminhos desejados. A maioria, como o brilhante raciocínio por trás da invasão de San, até pode ser relevada, mas as coisas fogem ao controle rumo ao final. A transformação do javali líder em demônio não tem muita explicação ou propósito algum senão levar à morte de uma certa personagem, e nem isso tem muito impacto sobre o roteiro ou demais personagens. O "chefe final" faz menos sentido ainda, tendo sua existência justificada para fins dramáticos porque o filme precisa terminar com uma crise emocionante. Mas já não bastam os diversos conflitos entre humanos e animais, inclusive internos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de ainda recomendar Mononoke Hime à maioria das pessoas, gostaria de deixar registrada minha opinião para contrapor a unanimidade e oferecer uma visão alternativa, além de me possibilitar fazer comentários tão hilários que matam vinte espíritos de floresta por desgosto ao planeta toda vez que que são publicados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Blogs participando da tag:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://animesdojapao.blogspot.com.br/2014/04/mononoke-hime-cha-com-blog-versao-otaku.html"&gt;Animes do Japão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://otakumegaanimes.blogspot.com.br/2014/04/mononoke-hime.html"&gt;Mega Animes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://ourotakulife.wordpress.com/2014/04/27/mononoke-hime-review-by-eiti/"&gt;Our Otaku Life&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://umpoucodeshoujo.blogspot.com.br/2014/04/princesa-mononoke-mononoke-hime-cha-com.html"&gt;Um Pouco de Shoujo&lt;/a&gt;</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2014/04/mononoke-hime-cha-com-blog-versao-otaku.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNSTUhPt8NLOyHpOZn0cYr3Ba6MRA_CbrgMr95rngAsZoJQORx7Hvq6lU7hCqQel93OOzUV7bwuhS0qgyyqPOART-obaz2VImxv-BmZCliBse43WKZ4jAtEz6nksxZLygOw_bykfgV3P2D/s72-c/mononoke-hime.jpg" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-1601311348825811441</guid><pubDate>Thu, 27 Feb 2014 00:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-02-26T21:10:07.610-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Séries</category><title>Prince of Tennis - Resenha</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRAOymWAnA1uEFVuHmFCQG3zcoUUbwMI2qG3pfWMKJReIStGrZ2pDdDYMrLY2ofR0yvcSAK1E1qIFBMRrY-XZl3Q4RsTmzPkzSIlWW5R5rURC5l2chsgNMrQ-73E6oD3bnd6VyN18Rh3kP/s1600/prince_of_tennis.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Imagem ilustrativa do anime Prince of Tennis" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRAOymWAnA1uEFVuHmFCQG3zcoUUbwMI2qG3pfWMKJReIStGrZ2pDdDYMrLY2ofR0yvcSAK1E1qIFBMRrY-XZl3Q4RsTmzPkzSIlWW5R5rURC5l2chsgNMrQ-73E6oD3bnd6VyN18Rh3kP/s1600/prince_of_tennis.jpg" height="320" title="Prince of Tennis - Onde tênis de pré-adolescentes é serious business" width="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Prince of Tennis, quase um clássico dos animes de esporte, é uma adaptação animada pelo estúdio Trans Arts do mangá de Takeshi Konomi originalmente publicado na Shounen Jump. Neste post faço uma análise geral englobando as várias fases do anime (evitando spoilers, claro): a primeira série de 2001 a 2005; os OVAs de 2006 a 2009 que dão continuidade ao enredo; e a segunda série, New Prince of Tennis, lançada em 2012. Afinal, vale ou não a pena assistir os trocentos episódios que compõem esta saga?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como de costume, vamos começar pela trama, mas calma que não vai demorar. Ryoma Echizen é um jovem prodígio que venceu vários torneios de nível infantil nos EUA, tendo o objetivo de tornar-se forte o bastante para sair da sombra de seu pai, o lendário tenista Nanjirou Echizen, e derrotá-lo. Regressando ao Japão, Ryoma junta-se ao time de Seishun Gakuen, uma das escolas mais fortes de tênis estudantil, onde tenta encontrar seu próprio estilo e levar seus companheiros à vitória no torneio nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ué, só isso? É, falei que não ia demorar. Não tem nada de complexo na história, são partidas e mais partidas com algumas sessões de treino e pitadas de drama e comédia no meio. O anime em particular tem uma dose considerável de material filler, coisas não inclusas no mangá, com episódios mais cômicos e voltados à vida cotidiana dos protagonistas, além de algumas alterações no enredo. Isso pode incomodar quem acompanha o mangá e quer ver as partidas animadas com o máximo de fidelidade possível, mas na maior parte do tempo as intervenções do anime são boas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase toda partida segue a fórmula padrão: o herói pode até começar vencendo, mas logo o oponente revela uma arma secreta e o herói luta para conseguir derrotá-la, virando a mesa no último segundo. Dependendo do tamanho da partida, o ciclo se repete várias vezes, com direito a flashbacks e&amp;nbsp;invenção de novas habilidades. Mesmo com esse esquema repetido até o fim dos tempos, a série geralmente consegue manter as coisas empolgantes, seja devido ao envolvimento com os personagens ou alguma novidade introduzida na partida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas e o realismo? Um fã de tênis encontra algum valor em Prince of Tennis? Bem, não é o meu caso, então vou deixar que você julgue por conta própria. O que posso dizer é que o anime representa bem vários aspectos do espírito esportivo&amp;nbsp;— rivalidade, companheirismo, determinação, ânsia de vitória, o desejo de melhorar continuamente, etc. —, independentemente de seu nível de compromisso com a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exageros e feitos absurdos não são ruins por si sós, tratam-se apenas de ferramentas que um autor pode usar, bem ou mal. É gratificante ver um personagem usar um golpe novo, de preferência o mais chamativo e explosivo possível, que aprendeu para superar um obstáculo temível. Esse recurso costuma ser usado com frequência em mangás shounen (voltados ao público jovem masculino) para demonstrar crescimento e os resultados do trabalho duro, inclusive quando a temática é esportes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dito isso, nem tudo são flores...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema é quando os "níveis de luta" ficam tão fora de controle que passam a não fazer sentido nem no contexto da trama, quem dirá na vida real. Ou então quando a série passa a se resumir a despertar habilidades novas do nada, deixando todos os outros aspectos de lado. Infelizmente, os dois pecados costumam ser cometidos em obras longas, e Prince of Tennis não foge à regra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As coisas começam razoáveis, com um equilíbrio saudável entre técnicas especiais, treinamento, táticas e desenvolvimento de personagens, além de feitos minimamente realistas e explicações coerentes. Só que os inimigos vão ficando cada vez mais fortes, então é preciso tirar novas habilidades de algum lugar, nem que seja da bunda. E é exatamente isso o que fazem os OVAs do anime, de longe o pior arco da saga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Super-poderes dignos de Super Sayajin que surgem convenientemente e passam a ser o foco dos personagens ao invés de jogar tênis de verdade; técnicas absurdas sem vínculo algum à realidade que ninguém sequer tenta explicar; o que deveriam ser efeitos especiais cruzam as barreiras do metafórico e desafiam todas as leis da física e bom senso de uma hora para a outra. É muita bizarrice para ignorar, até desligando completamente o cérebro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte da culpa é do anime mesmo. A primeira série não segue o mangá com total fidelidade, tomando várias liberdades aqui e ali, o que torna alguns fatos inconsistentes com os desenvolvimentos futuros. O pior deslize é uma mudança drástica de atitude que o anime causa em um certo personagem, mas como isso não acontece no mangá, o mesmo personagem volta durante os OVAs com a personalidade de sempre, causando bastante estranheza. Além disso, o último arco é adaptado de forma corrida demais, cortando coisas importantes. Mas os pontos anteriores ainda se aplicam ao mangá original, com maior ou menor intensidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nem vou comentar sobre o filme, ele fala por si só. Principalmente a brilhante estreia de Tezuka como exterminador de dinossauros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/QBqBCMpn4ZE?feature=player_embedded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nem tudo está perdido. New Prince of Tennis dá um fôlego revigorante à série, com um foco bem maior em treinos, aprimoramento de habilidades básicas e força mental. Vale ressaltar que essa é outra intervenção, muito bem-vinda na minha opinião, do anime; no mangá, não se gasta tanto tempo gasto em treinamento. Tanto é que o anime acaba pulando algumas partidas importantes, mas elas provavelmente serão inclusas nos próximos OVAs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A qualidade de animação da primeira série não é nada excepcional na maior parte do tempo e sofreu os efeitos da obsolência ao longo dos anos. Mas é um anime longo, com mais de 100 episódios, então é compreensível que nem toda partida tenha movimentos fluidos de dar água nos olhos. Os OVAs e a segunda série são melhores nesse aspecto. Em todas as séries, a trilha sonora tem composições bem memoráveis, embora fiquem um pouco enjoativas depois de ouvidas várias vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prince of Tennis conta com um imenso elenco de personagens, a maioria sem muita profundidade além de alguns flashbacks e maneiras peculiares de falar ou agir, mas funcionam bem dentro da proposta. Você não precisa de dramas de novela mexicana para torcer por um personagem, rir com suas trapalhadas ou reconhecer seus méritos como atleta. Os protagonistas em particular têm um desenvolvimento satisfatório ao longo da história, mas os personagens auxiliares também brilham nos holofotes de tempos em tempos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você está procurando algo relacionado a esportes, tem disposição para assistir séries longas e consegue perdoar os eventuais exageros, Prince of Tennis é uma boa pedida. Ah, ignore também os "personagens telepatas", marca de vários animes do gênero. Falo de quando, por exemplo, um atleta fala uma coisa em tom de voz normal ou baixo dentro da quadra e a audiência inteira ouve, e vice-versa. Sem contar os comentários relâmpagos feitos nos centésimos de segundos em que a bola permanece no ar. Enfim, doideiras de anime.</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2014/02/prince-of-tennis-resenha.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRAOymWAnA1uEFVuHmFCQG3zcoUUbwMI2qG3pfWMKJReIStGrZ2pDdDYMrLY2ofR0yvcSAK1E1qIFBMRrY-XZl3Q4RsTmzPkzSIlWW5R5rURC5l2chsgNMrQ-73E6oD3bnd6VyN18Rh3kP/s72-c/prince_of_tennis.jpg" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-712675174870604131</guid><pubDate>Thu, 13 Feb 2014 18:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-02-13T16:59:01.115-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><title>Quer bons resultados em buscas? Esqueça SEO e invista em qualidade</title><description>Praticamente todo mundo que já escreveu alguma coisa para a internet deve ter ouvido falar de um tal de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Search_engine_optimization"&gt;SEO&lt;/a&gt;, métodos usados para posicionar melhor sua página nos motores de busca. As coisas chegaram ao ponto em que você simplesmente não pode se chamar de um escritor competente sem ter conhecimentos avançados e ferramentas profissionais, que é o que o cliente espera. Toda uma indústria de cursos, livros e ferramentas se estabeleceu em torno dessas três letrinhas, então é provável que eu irrite muita gente, mas digo mesmo assim: pare de ser obcecado por SEO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para evitar combater um exagero com outro, admito que existem bons princípios e métricas úteis em certas ferramentas de SEO que podem ser usadas para melhorar seu site ao visitante. Mas leia bem o que eu escrevi: melhorar seu site ao visitante, não a motores de busca. Investir em acessibilidade, diminuir o tempo de carregamento das páginas, escrever títulos relevantes às principais ideias do conteúdo, evitar grandes porções de conteúdo duplicado, etc. Nada disso tem a ver com motores de busca, é o básico do básico para criar um bom site ou blog.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quanto a densidade de palavras-chaves, link building, análise de tendências e outros jargões técnicos, quer dizer que não funcionam? Podem funcionar, mas a questão não é essa. Se você sofre de insônia e por isso não é muito produtivo no trabalho, você pode se estufar de cafeína o dia todo e é provável que isso funcione. Não muda o fato de que seu problema principal continua; e se privação de sono sozinha já é perigosa, sua dieta hiperativa serve para diminuir mais ainda sua expectativa de vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em suma: não são soluções sustentáveis. Basta o Google mudar seu algoritmo e lá vão os especialistas tentando descobrir como adaptar suas técnicas e explorar novos modos de manipular resultados, enquanto os sites dos clientes anteriores são abandonados às moscas pelo Google por usarem técnicas agora consideradas violações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se os algoritmos de busca mudam de tempos em tempos, como garantir que seu site vai se manter firme e forte? É simples, basta considerar o motivo para a mudança dos algoritmos, o que exatamente eles almejam: promover resultados relevantes e de qualidade ao visitante. Querem o que o visitante quer. Então volto à minha colocação original: se quer conquistar motores de busca, conquiste os visitantes. &lt;a href="https://support.google.com/webmasters/answer/35769?hl=pt-BR"&gt;As únicas coisas que você precisa saber além disso estão aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de finalizar, vou considerar alguns dos possíveis contrapontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
Não adianta escrever conteúdo de qualidade se ninguém lê, seu trouxa!&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
É verdade que demora para construir um site com um bom volume de tráfego, mas tem várias coisas naturais, sem manipular sistema nenhum, que você pode fazer. Utilize redes sociais, comente em outros blogs, publique textos em outros lugares, etc. Não faça isso se preocupando com link building ou vendo como tarefas enfadonhas para promover seu site/blog.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Siga blogs e páginas de Facebook interessantes, pesquise coisas relacionadas ao seu nicho, público ou mercado, participe de uma comunidade, enfim, faça coisas que te atraiam por si próprias. Se você não é do tipo que comenta muito ou cria imagens legais para postar no Facebook, então não finja ser, siga sua própria metodologia. Fora isso, continue escrevendo conteúdo de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
Na verdade o que você está descrevendo é black hat SEO, porque white hat...&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
É muito fácil criar monstros imaginários para redirecionar a culpa a entidades malvadas e sem ética. Se fosse para conseguir resultados naturalmente com o tempo, pessoas não contratariam gente especializada em SEO. O próprio conceito de SEO vai contra o que os motores de busca querem: eles promovem gente preocupada em produzir bom conteúdo para humanos, não quem gasta mais tempo estudando sistemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
Mas os clientes exigem SEO, só estou seguindo as normas do mercado!&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém está apontando uma arma na sua cabeça te obrigando a aceitar as normas do mercado, ou pelo menos assim espero. Você se diferencia dos demais sendo gabaritado em SEO (até a próxima atualização do Google)? Ótimo, mas pode muito bem se diferenciar dos demais sendo melhor, pura e simplesmente. Você pode não ter controle sobre o que as outras pessoas pensam, mas certamente não está ajudando ao se submeter a isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
Mas eu tenho uma técnica 100% eficaz de colocar seu site no topo dos resultados que é aprovada pelo Google!&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
Eu também: compre anúncios.</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2014/02/quer-bons-resultados-em-buscas-esqueca.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-8369365639617271306</guid><pubDate>Wed, 29 Jan 2014 00:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-01-28T22:22:28.366-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Séries</category><title>Kaiji - Resenha</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKDi4s5aoMq_SAsPOvbIDnUsjAPLS63bjtoc7rE4iva32vyIC-dNFjXRb-_YYtA-GX-8_FnKunqqhDFugdPZh85pfbbXo2aavn48f7BcgjCNJEdSVzyxa2Pq7-FaseX6yBCrtfFc7WRu29/s1600/Kaiji.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Imagem ilustrativa de Kaiji" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKDi4s5aoMq_SAsPOvbIDnUsjAPLS63bjtoc7rE4iva32vyIC-dNFjXRb-_YYtA-GX-8_FnKunqqhDFugdPZh85pfbbXo2aavn48f7BcgjCNJEdSVzyxa2Pq7-FaseX6yBCrtfFc7WRu29/s1600/Kaiji.jpg" height="320" title="" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente publicado na Young Magazine por Nobuyuki Fukumoto, o mangá Kaiji teve duas adaptações para anime pelo estúdio Madhouse. Hoje vou falar sobre a primeira temporada,&amp;nbsp;Gyakkyou Burai Kaiji: Ultimate Survivor, e por que vale a pena conferir este intenso drama humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Kaiji Itou leva uma vida medíocre como um vagabundo sem rumo, cometendo pequenos furtos de emblemas de carros como passatempo. Certo dia, ele é abordado por um homem, Yuuji Endou, a respeito de um empréstimo de 300 mil ienes feito por um antigo colega de trabalho e co-assinado por Kaiji. Como o devedor original desapareceu, a dívida vai para a outra pessoa envolvida no contrato. Se já não fosse uma situação ruim o bastante, os juros compostos abusivos fazem com que a dívida salte a 3 milhões e 850 mil ienes!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Endou propõe uma solução a Kaiji: ao invés de trabalhar por anos até pagar a dívida, ele pode liquidar tudo de uma vez e ainda ter a possibilidade de lucrar. Basta que ele participe de uma noite de apostas no navio Espoir. Claro, como nada vem de graça, os participantes podem tanto prosperar quanto afundar mais ainda em dívidas ou serem forçados a trabalho compulsório. Começa então a jornada de Kaiji no submundo das apostas...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao exemplo de séries como Death Note e Mirai Nikki, Kaiji é um thriller psicológico envolvendo batalhas mentais de vida ou morte entre personagens, com particular ênfase em conflitos que surgem dentro da mente dos próprios indivíduos. Cada novo passo em direção à vitória é incerto e sombrio, trazendo inevitáveis escolhas difíceis, principalmente para o protagonista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando em protagonistas, Kaiji é uma figura fascinante que consegue carregar a série nas costas sozinho. Como qualquer pessoa normal, ele falha e entra em desespero, mas consegue reunir a determinação para ir em frente e fazer o que considera certo. Seu potencial desperta quando ele é submetido a desafios insanos, mas apesar de ser um gênio em encontrar saídas para qualquer situação, mostra-se incapaz de dar um jeito na própria vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A característica de destaque do protagonista é a mesma que o faz perder todas as oportunidades que surgem: ele destoa da mentalidade comum, acreditando firmemente em seus princípios. No dia-a-dia, isso se manifesta por sua incapacidade em aceitar submissão aos chefes e fingir ser alguém que não é, o que o faz buscar refúgio nos jogos, onde seus esforços são valorizados. Só que, ao mesmo tempo, seus ideais não suportam a escuridão desse universo que exige sacrifícios para vencer e cuja única lei é o dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O anime não se limita aos aspectos psicológicos de Kaiji e outros personagens, usando o enredo como pano de fundo para analisar a sociedade. Ele traz várias reflexões provocantes, girando principalmente ao redor da relação das pessoas com dinheiro. O valor monetário de uma vida, o sacrifício dos outros necessário para o sucesso, os mecanismos de submissão do povo à elite, entre outros temas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os traços do autor são bem únicos e podem causar estranheza à primeira vista, com ângulos pronunciados e um design de personagens simples, caricatural. Ainda nos aspectos técnicos, a trilha sonora não desaponta, acrescentando à atmosfera de tensão que acompanha a maior parte da série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale mencionar também o narrador, que cumpre uma função importante dentro do contexto do anime para aprofundar a percepção do espectador sobre os eventos. Mas apesar da excelente dublagem, a narração às vezes cai na armadilha de tentar bombardear o espectador com tensão e acada soando mais cômica do que qualquer outra coisa. Isso fica particularmente irritante quando o narrador decide que precisa ficar repetindo informações no caso de o espectador ter esquecido por algum motivo. É, eu sei que o cara vai perder um órgão se o plano dele falhar, ouvi perfeitamente bem nas primeiras mil vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de falhas na narração e previsibilidade em certos acontecimentos (fica bem óbvio ao longo do anime que Kaiji sempre vai sobreviver e dar um jeito de entrar em mais uma situação de vida ou morte), Kaiji é uma excelente série recomendada a qualquer um, principalmente quem quer fugir um pouco do convencional e curte jogos mentais.</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2014/01/kaiji-resenha.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKDi4s5aoMq_SAsPOvbIDnUsjAPLS63bjtoc7rE4iva32vyIC-dNFjXRb-_YYtA-GX-8_FnKunqqhDFugdPZh85pfbbXo2aavn48f7BcgjCNJEdSVzyxa2Pq7-FaseX6yBCrtfFc7WRu29/s72-c/Kaiji.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-4594407568822853845</guid><pubDate>Sat, 29 Jun 2013 01:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-01-28T02:11:28.992-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><title>À favor da cura da desonestidade intelectual (se existir)</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
Neste ponto, pensei que nem precisaria mais comentar sobre a questão da "cura gay", oposta por boa parte da população... infelizmente, não pelos motivos certos. A crítica supérflua da mídia, incluindo a perpetuação do apelido "cura gay", permitiu que o deputado Marco Feliciano se aproveitasse das brechas causadas pelo entendimento superficial do assunto &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=LcClBBNeczc" target="_blank"&gt;para tentar justificar o PDC 234/2011&lt;/a&gt;. Boas respostas ao vídeo já foram enviadas, mas, quanto maior for o esclarecimento, melhor.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
No &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=LcClBBNeczc" target="_blank"&gt;vídeo&lt;/a&gt;, Feliciano começa apontando a desonestidade intelectual da mídia ao colocar o projeto como "cura gay", simplificando o debate. Aliás, como o próprio Feliciano sugere, vamos manter algo em mente: desonestidade intelectual. Podemos considerar que se trata de uma distorção proposital de fatos ou argumentos de modo a facilitar a contra-argumentação. Exemplos são usar truques de retórica para tornar um argumento falho convincente, distorcer informações, e formar relações entre fatos sem ligação alguma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer tentar adivinhar de onde eu peguei esses exemplos, aliás? Veremos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em algo todos podemos concordar: a intervenção da mídia na questão foi em grande parte mais prejudicial do que benéfica. Afinal, o que o &lt;a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=881210&amp;amp;filename=PDC+234/2011" target="_blank"&gt;PDC 234/2011&lt;/a&gt; realmente propõe? Em primeiro lugar, visa eliminar o parágrafo único do artigo 3º da &lt;a href="http://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/1999/03/resolucao1999_1.pdf" target="_blank"&gt;resolução 001/99 do Conselho Federal de Psicologia&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
Parágrafo único - Os psicólogos não colaborarão com eventos e
serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, Feliciano conclui, o projeto não está propondo a cura gay, na verdade ele está querendo retirar a resolução que proíbe a cura gay, o que é totalmente diferente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... Espera, o quê!?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sei que lógica é difícil para algumas pessoas. Há quem tenha mais inclinação para as artes, para as humanidades e outros tópicos, mas espero que todos saibam que a negação da negação é uma afirmação. Se eu nego a sentença "Você não pode curar ou tratar a homossexualidade", a sentença resultante é, necessariamente, "Você pode curar ou tratar a homossexualidade". Ah, e existe um bom motivo para esse parágrafo estar aí: a homossexualidade não é uma doença, mas já foi considerada uma. Assim, foi importante esclarecer esse aspecto com a resolução e ainda é importante para evitar preconceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas tudo bem, não vamos crucificar o cara por uma pequena falha de coerência, não é? Até porque ele se justifica logo em seguida: o parágrafo está proibindo o psicólogo de propor uma forma de tratamento da homossexualidade, o que é um absurdo, porque encerra o debate científico, impede as pessoas de estudarem por conta própria um fenômeno complexo e ainda em discussão...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguiu perceber o artifício sutil e absolutamente desonesto dessa linha de raciocínio? O parágrafo trata especificamente de "eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades", mas nosso querido Feliciano ignora a parte do "eventos e serviços" para dar a entender que qualquer discussão e estudo sobre o assunto está proibido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Ah, mas isso pode ser interpretado de maneira errada", alguém pode dizer. Como assim interpretado de maneira errada? É só ler, gente, não tem nada de ambíguo aí. Não tem como confundir ausência de eventos e serviços com ausência de discussão no âmbito científico, ausência de artigos, palestras acadêmicas ou o que for. Aliás, outra coisa para se gravar: "discussão no âmbito científico".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não me diga que você vai repetir pela milésima vez o argumento batido e completamente equivocado de que não existe gene gay, portanto, ninguém nasce gay? Poxa, Feliciano, pensei que você estivesse um pouco (mas nem tanto) acima disso. Bem, &lt;a href="http://io9.com/5967426/scientists-confirm-that-homosexuality-is-not-genetic--but-it-arises-in-the-womb" target="_blank"&gt;vou apenas deixar este texto aqui&lt;/a&gt;. Agora precisamos voltar à discussão que nos interessa no momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O próximo ponto do PDC 234/2011 é o artigo 4º:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Novamente, Feliciano afirma que é um absurdo limitar os profissionais dessa maneira, apela ao direito de expressão e comete o exato mesmo deslize ao associar a ausência de pronunciamentos públicos com ausência total de pronunciamento. É bom aproveitarmos para fazer uma breve revisão de como a ciência funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo na ciência segue o método científico, que consiste (resumindo e simplificando ao máximo) em observações, formulação de hipóteses a partir das observações, elaborações de teorias a partir da validação e sistematização das hipóteses, e novas observações. Mas só isso não basta; afinal, quem diz o que é válido/científico e o que não é? Aí entra a revisão por pares (&lt;i&gt;peer review&lt;/i&gt;), um dos principais mecanismos de autorregulação da ciência. Após todo esse processo, tem-se uma teoria científica bem consolidada, mas que sempre pode ser contestada no futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só as teorias bem consolidadas vão ao público; antes disso, elas &lt;b&gt;ainda estão em debate, mas no âmbito científico&lt;/b&gt;. Se você alguma vez já se perguntou por que um professor/pesquisador não ensina aos alunos suas próprias teorias, aí vai o principal motivo. Também explica por que certas coisas, sejam elas fáceis ou difíceis de entender, você só encontra fuçando materiais de referência para sua tese de doutorado e não em um livro didático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, com tudo isso considerado, entendemos o real problema por trás do projeto: simplesmente não existe nenhum tratamento para a homossexualidade que funcione e seja devidamente documentado e verificado. Sugerir que um profissional possa divulgar e disponibilizar ao público sua própria cura miraculosa é uma irresponsabilidade tremenda e total negligência ao método científico. O assunto pode e deve ser discutido, mas em âmbito científico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tal uma analogia com uma doença (obviamente lembrando que homossexualidade não é uma doença, é apenas uma comparação)?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você é à favor da cura universal do câncer? Creio que sim; ao menos, as pessoas devem ter o direito de receber a cura. Mas imagine que as únicas pessoas que alegam isso são médicos ou curandeiros que divulgaram evidências anedóticas de seus tratamentos em livros ou artigos pouco confiáveis. Mais ainda: após investigações, constata-se que os métodos propostos não só não funcionam como podem piorar o quadro do paciente. E aí, você acha que o Conselho Federal de Medicina é malvado e tirânico por impedir que médicos apliquem tal tratamento? Os profissionais devem ter o direito de arriscar a vida de seus pacientes com procedimentos duvidosos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é a minha opinião, a opinião do Marco Feliciano ou a opinião de ninguém que dá ou tira credibilidade de uma teoria científica; é a própria ciência, através do método científico. Se a ciência atesta contra a existência de um tratamento efetivo da homossexualidade, então por que raios a decisão de um grupo de políticos ou mesmo da opinião popular deve se sobrepor a isso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, por último: a resolução do Conselho Federal de Psicologia se aplica a... adivinha quem? Isso mesmo, psicólogos. Você pode oferecer tratamento da homossexualidade como serviço religioso, esotérico ou o que quer que seja, mas não como psicólogo. O que um psicólogo deve fazer é realizar um aconselhamento psicológico visando a adequação da pessoa à sociedade, independentemente de gênero, raça ou orientação sexual. A homossexualidade não é o problema e, se for, não há solução, assim como o fato de você pertencer a uma minoria étnica oprimida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiquem com alguns bons vídeos relevantes ao assunto (devo ir acrescentando mais com o tempo):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/OyvxtDyvuIg?feature=player_embedded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/rftesRuYdqQ?feature=player_embedded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/SFAwLrhvScw?feature=player_embedded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/06/a-favor-da-cura-da-desonestidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-138586172883647153</guid><pubDate>Sun, 23 Jun 2013 23:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-23T20:05:30.030-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><title>Peço alguns minutos de sua atenção</title><description>Você, que está borbulhando de insatisfação e quer mudanças já, que não tolera mais políticos indolentes e manipuladores, que está farto da demagogia e precisa de melhorias concretas, que tal uma pequena conversa? Não peço muito; 5 minutos no máximo. Não quero que você faça ou deixe de fazer nada, apenas pare para refletir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos de acordo? Ótimo. Em primeiro lugar, saiba quem é seu inimigo. Seu inimigo é toda uma conjuntura que vem sendo instaurada no país desde décadas e séculos atrás. De forma ampla, uma democracia distorcida e com pouca participação efetiva do povo causa boa parte das anomalias que vemos hoje no cenário político (saiba mais &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-amToa4YLY0" target="_blank"&gt;neste excelente vídeo&lt;/a&gt;), bem como diversos problemas históricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para resolver os problemas de forma realmente profunda, não há dúvidas de que precisamos de uma reforma política. E não é a derrubada do chefe do poder Executivo ou a destruição geral do sistema que vai promover isso, mas sim reivindicações mais do que urgentes visando costurar alguns graves furos na nossa democracia: impedimento das PECs 33 e 37, retirada de políticos como Renan Calheiros de seus postos, maior transparência e participatividade do povo no poder Legislativo etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando em poderes, se tiver um tempo, peço que leia a &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm" target="_blank"&gt;Constituição&lt;/a&gt; ou faça sua própria pesquisa para conhecer as atribuições de cada poder. As coisas evoluíram consideravelmente desde os primeiros regimes de governo. Não existe mais uma pessoa que manda em tudo e consegue fazer o que quer, então &lt;a href="https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/936413_510472469018422_1131730140_n.jpg" target="_blank"&gt;saiba para onde direcionar suas críticas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos ao segundo ponto agora. Você sabe quem o está representando, quem vai levar suas reivindicações aos políticos? Se você acha que não precisa de ninguém para representá-lo, então como espera dialogar? Não considera inviável que o governo chame todos os milhares de manifestantes para anunciarem seus pleitos um a um?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Querendo ou não, por bem ou por mal, alguém precisa se manifestar. E se não houver um processo democrático para decidir uma pauta comum e representantes, não há garantia alguma de que as causas importantes sejam consideradas. Se isso acontecer, a quem você pretende reclamar? Sei que deve estar impaciente e quer as coisas resolvidas imediatamente, mas nada é resolvido sem planejamento e organização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será que &lt;a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/06/grupo-de-manifestantes-protocola-na-camara-carta-com-reivindicacoes.html" target="_blank"&gt;este recente exemplo&lt;/a&gt; é um bom método de ação? Entre os 30 mil manifestantes, pelo menos metade (sendo bem otimista) sequer ouviu falar de uma pauta sendo elaborada na hora. O grupo que se reuniu com o diretor-geral da Câmara deixou bem claro que não representa todos. Por mais que as reivindicações dessa vez tenham sido justas e apoiadas pela maioria, você acha razoável que só alguns enviem sua própria pauta enquanto os demais se limitam a fazer o papel de chamar atenção? Claro, não estou criticando o grupo, que tomou uma boa decisão. Na falta de uma representação, é realmente cada um por si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, era basicamente isso. Tire suas próprias conclusões.</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/06/peco-alguns-minutos-de-sua-atencao.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-8870108864418621801</guid><pubDate>Tue, 18 Jun 2013 16:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-21T00:21:39.940-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><title>Afinal, o que está acontecendo?</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRejaXimG4s3_1IB5K88v-yhBTGcXL9ByVGjUCyM4sVpQbKbUbBJCwlc9vQq8EsWtq9N8cgGBcWYXG0Jy7ZdOaS-04q3_a9GF8RuIYgI88fY_rujSL22LQTSsdixN4my3ajkWGoTAy4Kvx/s1600/FIGHT.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Chamado à luta" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRejaXimG4s3_1IB5K88v-yhBTGcXL9ByVGjUCyM4sVpQbKbUbBJCwlc9vQq8EsWtq9N8cgGBcWYXG0Jy7ZdOaS-04q3_a9GF8RuIYgI88fY_rujSL22LQTSsdixN4my3ajkWGoTAy4Kvx/s1600/FIGHT.png" title="Row, row, fight the power!" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Acompanhando a repercussão dos protestos, que se expandiu para além de São Paulo, não pude deixar de notar um bom volume de desinformação e preconceito. É importante que formadores de opinião na web em geral, blogueiros, vlogueiros etc., não apenas se&amp;nbsp;tomando&amp;nbsp;posicionem como esclareçam esses aspectos, porque depender da mídia tradicional não dá mais... Ainda assim, há algumas críticas que dão o que pensar e vale a pena refletir sobre os rumos que podemos ou poderíamos estar sem perceber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
O Movimento Passe Livre em si&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos começar pelo elefante na sala. Não podemos nos esquecer que o núcleo original das manifestações é proveniente de um movimento reivindicando a anulação completa da cobrança no transporte público. Seria isso viável, ou mesmo desejável? Naturalmente, se forem feitos estudos de viabilidade aprofundados e concluir-se que é possível anular a cobrança de usuários, operando apenas com impostos, sem que isso prejudique (mais ainda) a qualidade do transporte, acho que todos seriam a favor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ex-secretário do Transporte, Lúcio Gregori, &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,so-tres-cidades-do-interior-do-pais-tem-tarifa-zero-,1042201,0.htm" target="_blank"&gt;afirmou categoricamente&lt;/a&gt; que "a tarifa zero independe do tamanho da cidade", o que responde à crítica de que isso só é possível em cidades menores. Adicionalmente, &lt;a href="http://blogdaboitempo.com.br/2013/06/10/motivos-economicos-pelo-transporte-publico-gratuito/" target="_blank"&gt;há bons motivos econômicos, sociais e ambientais&lt;/a&gt; para crer que a medida pode beneficiar o país, entre eles a viabilidade de maior atividade econômica devido ao fluxo maior de passageiros e diminuição de poluição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concordamos então que a tarifa zero pode funcionar, mas não há uma alternativa que traga boa parte dos mesmos benefícios e com maior possibilidade de dar certo sem inflar os custos operacionais? Ora, aumentando a qualidade do transporte público. Costuma-se dizer que o Brasil é um país com muitos impostos, preços muito abusivos, mas o problema não é o preço: apenas não recebemos o que deveríamos em troca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um bom transporte público incentiva pessoas a optarem por ele, assim diminuindo a poluição causada por automóveis. Se pudermos atingir esse nível com tarifa zero, ótimo, mas não é a nossa realidade agora. A nossa realidade é de um transporte público pouco eficiente que mal suporta o volume atual de usuários. Parece-me pouco desejável reivindicar a anulação de cobrança do usuário... por enquanto, pelo menos. E se não for possível receber os serviços correspondentes ao preço, então que diminua o preço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Como pressionar a máquina estatal?&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
Deixando as reivindicações de lado por enquanto, como garantir que o governo vai aceitá-las em primeiro lugar? Quem garante que os políticos não vão aumentar a pressão e deixar o povo em uma situação ainda pior? Ou, quem sabe, formular uma trégua provisória e fingir estar atendendo aos pedidos enquanto apenas enrolam as pessoas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único tipo de regime em que os políticos podem ter como plano de ação oprimir os cidadãos e tentar contornar a situação por conta própria são os regimes totalitários, ditatoriais. E a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Primavera_%C3%81rabe" target="_blank"&gt;Primavera Árabe&lt;/a&gt; está aí para nos mostrar que mesmo esses governos tirânicos podem ser derrubados, então por que no Brasil seria mais difícil? Na democracia, é o governo que deve temer o povo, e não o contrário. Aliás, sabem o que aconteceu da última vez em que tantas pessoas se manifestaram no Brasil? &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1296834-protesto-em-sao-paulo-e-o-maior-desde-manifestacao-contra-collor.shtml" target="_blank"&gt;Um presidente sofreu impeachment&lt;/a&gt;. Essa é a força do povo, não a subestime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, as várias reclamações dos manifestantes vão muito além de transporte público, exigindo uma profunda reforma no país. Este pode ser um momento histórico importantíssimo no Brasil. Será que não vamos precisar de mais do que algumas passeatas para sermos plenamente atendidos? De fato, e aí entra outra fonte fundamental de protestos: a &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZApBgNQgKPU" target="_blank"&gt;Copa do Mundo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguindo o exemplo de Gandhi, há quem aposte no boicote como arma de protesto. Não gastaremos um centavo com o evento bilionário que usurpou recursos preciosos pertencentes a setores críticos do país e tentaremos impedir outras pessoas de fazê-lo. Por que só agora? Muito simples: para chamar a atenção do resto do mundo ao fato de que o Brasil não é só o país do futebol, nem a super potência econômica com crescimento acelerado propagada por aí. Temos dinheiro para suportar a Copa? Sim, o que não temos é o luxo de gastá-lo sob promessas vagas de empregabilidade (em grande parte temporária) e &lt;a href="http://www.nbcnews.com/travel/why-world-cup-cant-save-brazils-tourism-industry-6C10344869" target="_blank"&gt;turismo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Cadê o líder?&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
Em praticamente todas as revoluções até agora, sempre houve indivíduos ou grupos de destaque, com suas boas ideias, carisma e vontade de mudar as coisas. Pode-se argumentar que a falta de articulação apropriada dos protestos deve-se à falta de líderes, o que até pode ser verdade, mas de maneira alguma isso impede ou minimiza a ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que não podemos romper com paradigmas? Por que precisamos seguir alguém e assumir que suas ideias são superiores, glorificando-as em um coro unificado? Por que não podemos usar o poder da democracia e gerar ideias coletivamente, movimentos distintos com um bem comum, atuar em várias frentes? Pois é, novamente, a Primavera Árabe respondeu a todas essas perguntas com um retumbante grito de "Dane-se, cansamos de esperar por heróis".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poder de comunicação proporcionado pela internet, sobretudo através das redes sociais, é tão grande que chega a formar um complexo organismo com vida própria. Usando seus tentáculos, a criatura é capaz de atacar de maneira sincronizada e muito mais eficiente do que um organismo simples ou um mero aglomerado de organismos. Qual é a natureza dessa criatura, o que ela está pensando? Ninguém sabe dizer, sua única intenção é destruir as barreiras que a cercam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PS: Não estou dizendo que pleitos bem definidos não são necessários, por favor. Precisa haver articulação, o que não precisamos é de um super-herói.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
E a polícia?&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
Mas e quanto ao vandalismo, devemos tolerá-lo? &lt;a href="http://ipirados.blogspot.com/2013/06/ate-onde-pode-ir-uma-causa.html" target="_blank"&gt;Já fiz um post discutindo isso&lt;/a&gt;, então vou resumir: não. Contudo, isso não valida, de forma alguma, a truculência de policiais contra manifestantes pacíficos e até mesmo pessoas que não têm nada a ver. Tratam-se de eventos isolados de grupos específicos e devem ser tratados como tal: ocorrências localizadas. Se um imbecil joga uma bomba contra os policiais, então prenda esse imbecil, não comece uma guerra desnecessária contra os demais. Não são uns poucos transgressores que vão invalidar o movimento inteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Alguns bons links&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.nerdmaldito.com/2013/06/a-vontade-louca-de-ver-o-brasil-se.html" target="_blank"&gt;A vontade louca de ver o Brasil se fuder cada vez mais&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- Post refutando alguns argumentos comuns que costumam surgir. O Sky me poupou um bom trabalho, porque eu me sentiria na obrigação de fazer esse post se já não estivesse escrito xD&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=MskCcmN4bmU" target="_blank"&gt;A Polícia Está Errada!&lt;/a&gt; - Vídeo expondo o porquê de as ações violentas da polícia nos confrontos não serem justificáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-amToa4YLY0" target="_blank"&gt;A revolução dos 20 Centavos: Da origem sociológica aos motivos de hoje&lt;/a&gt; - Uma excelente base teórica para entender a configuração da sociedade atual, a origem das revoltas e a necessidade de uma reforma política no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=AIBYEXLGdSg" target="_blank"&gt;Change Brazil&lt;/a&gt; - Bom vídeo de divulgação para informar estrangeiros (e, por que não, brasileiros que não estão a par da situação). #ChangeBrazil.</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/06/afinal-o-que-esta-acontecendo.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRejaXimG4s3_1IB5K88v-yhBTGcXL9ByVGjUCyM4sVpQbKbUbBJCwlc9vQq8EsWtq9N8cgGBcWYXG0Jy7ZdOaS-04q3_a9GF8RuIYgI88fY_rujSL22LQTSsdixN4my3ajkWGoTAy4Kvx/s72-c/FIGHT.png" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-6640441536303367780</guid><pubDate>Fri, 14 Jun 2013 20:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-14T17:57:32.576-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><title>Até onde pode ir uma causa?</title><description>Acredito que &lt;a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/06/bens-publicos-foram-depredados-nos-primeiros-protestos-em-sp.html" target="_blank"&gt;a série de protestos contra o aumento da passagem em São Paulo&lt;/a&gt; já seja de conhecimento comum, então vou pular direto ao que interessa: a controversa questão da depredação do patrimônio público e outros excessos de alguns protestantes. Mais especificamente, quero falar sobre argumentos comuns em favor de tolerar ou incentivar essas atitudes que costumam aparecer nos debates...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de qualquer coisa, é importante demarcar as fronteiras entre os méritos individuais e coletivos. O Movimento Passe Livre, como um todo, &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/nao-temos-como-controlar-diz-integrante-do-movimento-passe-livre,ab3ad85f6683f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html" target="_blank"&gt;não apoia&lt;/a&gt; atos de vandalismo ou violência em suas manifestações. O que estou discutindo aqui não é a legitimidade do movimento, mas sim os casos isolados de transgressões. Seriam eles benéficos, prejudiciais ou sem importância alguma ao movimento?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um modo de legitimar o vandalismo é compará-los às grandes revoluções ocorridas, que seriam impossíveis sem uma dose acentuada de "baderna". De fato, as duas publicações de Facebook abaixo tentam invalidar os contra-argumentos e a representação negativa por parte da mídia através da ironia, aplicando-os a contextos distintos com resultados absurdos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCDuRp0XS2MTm704F-KZRq2ATTPut9B7yQU_8sMBCbv8dutVg2Jmx3jUUImtx-1H-o0vFH-poIsZBsAh-GJUM3LigjTcLsFXqR24Jp8FEQrJF7U6ch3h1Qexzt9Q8nHO02P6hdIlqZszyi/s1600/turquia_protestos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Protestos na Turquia = protestos em São Paulo?" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCDuRp0XS2MTm704F-KZRq2ATTPut9B7yQU_8sMBCbv8dutVg2Jmx3jUUImtx-1H-o0vFH-poIsZBsAh-GJUM3LigjTcLsFXqR24Jp8FEQrJF7U6ch3h1Qexzt9Q8nHO02P6hdIlqZszyi/s320/turquia_protestos.jpg" title="" width="257" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10201479367650392&amp;amp;set=a.2183794358692.2127730.1361996875&amp;amp;type=1&amp;amp;ref=nf" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzke0bt2xnDTPWJz9IQR_36b-wvmMLzJKn22oFHCgoTxpGnOg0f5KV4TokiAi5z4sUlJdnl5Y2xIOqooH0OzYY5yVoaFXpfOJnk9wFIx3zuQMZgsJjeaPW6AE1vKa4yS_yg26V_2LgXNNU/s1600/bastilha_protestos.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="Revolução Francesa = &amp;quot;revolução&amp;quot; em São Paulo?" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzke0bt2xnDTPWJz9IQR_36b-wvmMLzJKn22oFHCgoTxpGnOg0f5KV4TokiAi5z4sUlJdnl5Y2xIOqooH0OzYY5yVoaFXpfOJnk9wFIx3zuQMZgsJjeaPW6AE1vKa4yS_yg26V_2LgXNNU/s320/bastilha_protestos.jpg" title="" width="259" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="font-size: 13px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=671388289542902&amp;amp;set=a.295512833797118.96126.100000152106719&amp;amp;type=1&amp;amp;ref=nf" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
E é justamente por estarmos tratando de contextos tão distintos que a comparação não faz sentido algum. Uma coisa são, como ressaltado anteriormente, atos isolados dentro de um movimento com objetivos específicos e que não exige uma reforma radical no sistema pela destruição da ordem estabelecida (não estou contestando que as manifestações podem desencadear consequências mais profundas, mas a princípio não há reivindicações exigindo a quebra total do status quo como a substituição de um sistema político).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
Outra coisa completamente diferente é a insurreição de um povo diante de uma situação insustentável em que não há nada ou muito pouco a se perder, e portanto disposto a sacrificar qualquer coisa em prol de uma estrutura política alternativa através de atos sistemáticos de transgressão e desobediência civil. Há um salto conceitual considerável ao comparar a situação em São Paulo a essas só para justificar uns poucos casos de excesso.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
Aliás, quem são os tais baderneiros? Ficamos discutindo sua atuação por alto, elogiando-os como heróis ou criticando-os como bandidos, mas sequer sabemos o que se passa na cabeça deles? Eu não sei. Só sei que muita pouca gente pode dizer que tem uma vida boa, sem problema nenhum, mas querer impor seus problemas como tendo prioridade acima de todo o resto, com total desprezo às outras pessoas, não me parece correto. As consequências desse tipo de pensamento? &lt;a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/06/fui-ameacado-diz-motorista-que-atropelou-tres-manifestantes-em-sp.html" target="_blank"&gt;Veja por si mesmo e tire suas conclusões&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descontroles podem ser inevitáveis e a força da causa pode superar os efeitos colaterais, mas não há motivos para tolerar comportamentos destrutivos sem propósito que ameaçam a segurança e necessidade de outros indivíduos ou do coletivo. É plenamente possível apoiar as manifestações sem precisar apelar a justificativas esdrúxulas a atos injustificáveis.&lt;/div&gt;
</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/06/ate-onde-pode-ir-uma-causa.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCDuRp0XS2MTm704F-KZRq2ATTPut9B7yQU_8sMBCbv8dutVg2Jmx3jUUImtx-1H-o0vFH-poIsZBsAh-GJUM3LigjTcLsFXqR24Jp8FEQrJF7U6ch3h1Qexzt9Q8nHO02P6hdIlqZszyi/s72-c/turquia_protestos.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-2582844035742328964</guid><pubDate>Fri, 31 May 2013 22:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-26T16:57:38.643-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">#Chá com blog versão otaku</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mangá</category><title>Romance e mangá: uma reflexão (#Chá com blog versão otaku)</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOn_3oDUZi7cfEC-ZkOWg4iqZR_JqoiWMgmwE2o3-aedqt6eBjDoIzrqgQ9nb_9K-W7O06zfncdzU6chfC0k78qKmaYt4aQtagsluwENANf5nUr1et9i-HyNYUrmrLifFqUiH86Jru0Sye/s1600/reflex%C3%A3o_romance.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOn_3oDUZi7cfEC-ZkOWg4iqZR_JqoiWMgmwE2o3-aedqt6eBjDoIzrqgQ9nb_9K-W7O06zfncdzU6chfC0k78qKmaYt4aQtagsluwENANf5nUr1et9i-HyNYUrmrLifFqUiH86Jru0Sye/s320/reflex%C3%A3o_romance.png" width="194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Os indivíduos formam a coletividade ou a coletividade forma os indivíduos? A realidade molda a subjetividade ou a subjetividade molda a realidade? O que precede o quê? É nesse embalo&amp;nbsp;filosófico que vamos dar uma olhada em um assunto que não costuma ser comumente vinculado à reflexão analítica: o romance. Mais especificamente, o romance em animes e mangás, através dos mangás Akuma de Sourou e Pietà. Este post faz parte de uma tag coletiva sobre Akuma de Sourou formada por blogs de anime/mangá, cujos links estarão ao final do post.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se observa como o romance é retratado em animes e mangás (é possível estender a discussão a outras mídias, mas por enquanto vamos nos limitar a essas), podemos perceber uma variedade de categorias em relação à temática e público-alvo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O típico romance shounen, em que geralmente o protagonista passa pela transição de garoto para homem através de vários obstáculos para provar seu valor à amada, em uma espécie de novela de cavalaria dos tempos modernos. Exemplos: I"s, Ane Doki.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O romance em obras na qual o protagonista está cercado por um verdadeiro harém, repleto de garotas com interesse nele, mas raramente há progressão real nos relacionamentos, seja pelo foco em outros aspectos da trama ou porque o protagonista é um bundão mesmo. Exemplos: Sora no Otoshimono, Kämpfer.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O típico romance shoujo, na qual a protagonista e/ou seu interesse romântico lutam contra empecilhos de todas as espécies para consolidar seu romance, o que geralmente envolve processos de descoberta pessoal. Exemplos: Koko ni Iru yo, Akuma de Sourou (eu sei que existem exemplos clássicos que seriam mais adequados, mas admito não ser um &lt;i&gt;connoisseur&lt;/i&gt; de shoujo como o &lt;a href="http://ourotakulife.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Eiti&lt;/a&gt;).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;E vários outros. Vale lembrar que pode haver intersecções entre as categorias.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Neste post, pretendo usar um critério mais amplo de classificação, levando em conta a seguinte problematização: em um romance ou qualquer forma de elo forte entre duas pessoas, as ações e personalidades de ambos são responsáveis pela dinâmica do relacionamento ou o relacionamento transcende a individualidade dos envolvidos e os influencia de modo muito mais forte do que eles o influenciam? Bem, já que estamos falando de entretenimento, não precisamos debater qual é a resposta mais exata, mas sim a mais interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dependendo da abordagem da obra, temos os "romances românticos", que colocam ênfase no relacionamento e como ele afeta as personagens; e os "romances realistas", que lidam com o romance como uma extensão do psicológico das personagens. Os termos romântico e realista não denotam níveis de maturidade ou superioridade, são apenas referências às escolas Romântica e Realista na literatura por apresentarem essas características citadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQIDBoD6BlGn3RIBWEcMrLgVVm2SfeW6wR_E6DNfIBkOu2BGRSyrlepJMRQXTX-nk17ddDqUQc3pdyn2sRlGEFE4EqIAUB9d8ftwyhdiQ3RTxUEyFcW4MRFO5cYz8loCgRVeJKOoyZL58f/s1600/akuma_de_sourou.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQIDBoD6BlGn3RIBWEcMrLgVVm2SfeW6wR_E6DNfIBkOu2BGRSyrlepJMRQXTX-nk17ddDqUQc3pdyn2sRlGEFE4EqIAUB9d8ftwyhdiQ3RTxUEyFcW4MRFO5cYz8loCgRVeJKOoyZL58f/s320/akuma_de_sourou.jpg" width="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh7mBMebq1igZsSjncnHV5QSJits4aJXhUe6LH56t24a62RdiZyDVM5av2t_Z_pghCgOXuaO3IeNJqIpjAjHpZMiJARd-TgwUm3LWGN4jLWMhacgc_Xv2YAeUh3sOSbSZuEZk6yRIvOxmnb/s1600/pieta.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh7mBMebq1igZsSjncnHV5QSJits4aJXhUe6LH56t24a62RdiZyDVM5av2t_Z_pghCgOXuaO3IeNJqIpjAjHpZMiJARd-TgwUm3LWGN4jLWMhacgc_Xv2YAeUh3sOSbSZuEZk6yRIvOxmnb/s320/pieta.jpg" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;Akuma de Sourou (esquerda), por Takanashi Mitsuba, publicado pela Bessatsu Margaret. Pietà (direita), por Haruno Nanae, publicado pela Young You.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Como dois exemplos, trago &lt;a href="http://myanimelist.net/manga.php?id=766" target="_blank"&gt;Akuma de Sourou&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://myanimelist.net/manga.php?id=1557" target="_blank"&gt;Pietà&lt;/a&gt;. Akuma de Sourou inicia-se com as desventuras amorosas de Kayano, que consegue a proeza de errar seu alvo de confissão e com isso atrai a atenção de Takeru, o encrenqueiro da escola e filho do diretor. Como as garotas adoram um &lt;i&gt;bad boy&lt;/i&gt;, ela eventualmente apaixona-se por Takeru ao invés do seu interesse romântico original. Para piorar, a mãe de Kayano anuncia seu casamento com o pai de Takeru!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pietà trata de Rio e Sahoko, duas garotas sem aparentemente nada em comum, mas compartilham cicatrizes invisíveis. Rio, análoga a Takeru, é uma &lt;i&gt;bad girl&lt;/i&gt; charmosa e cruel, mas ao mesmo tempo carente. Já Sahoko parece ser uma garota exemplar e sociável, mas por algum motivo não mora com os pais, evita falar sobre o passado e tem um certo distanciamento emocional das amigas. Seja por destino, acaso ou uma sintonia misteriosa, ambas acabam atraindo e curando uma à outra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo pela natureza do conflito central é possível ver onde está o foco das duas obras. Akuma de Sourou traz uma variedade de barreiras ao relacionamento, mas a mais prevalecente e difícil de superar é o próprio relacionamento, que por si só é problemático devido às circunstâncias. Em Pietà, o conflito central é a instabilidade emocional de Rio e seus problemas familiares&amp;nbsp;—&amp;nbsp;fatores externos ao relacionamento e independentes dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desenvolvimento dos relacionamentos também é um ponto importante. É verdade que Pietà é muito mais curto do que Akuma de Sourou, mas não precisaria ser mais longo. Isso porque, enquanto Akuma de Sourou toma seu tempo para estabelecer os sentimentos de Kayano e Takeru até eles tomarem a iniciativa de inaugurar o romance propriamente dito, Pietà mal distingue claramente os estágios de desconhecimento total, interesse, amizade e romance. Em Pietà, o relacionamento flui de maneira mais sóbria, pois considera que são apenas duas pessoas que se "encaixam" bem, nada mais e nada menos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comparado às dúvidas, medos e sofrimento que Kayano deve enfrentar em prol do relacionamento, o romance entre Rio e Sahoko parece até bobo, mas a diferença é justamente devido às abordagens distintas. Kayano luta para estabelecer seu papel no relacionamento entre Takeru e ela como amante, não irmã ou amiga ou substituta. Em contrapartida, uma fala de Sahoko demonstra total desinteresse às arbitrariedades dos relacionamentos humanos, em que afirma não se importar com rótulos e apenas deseja estar ao lado de Rio, seja como amiga, uma figura materna ou amante. Adicionalmente, a rápida evolução do relacionamento é explicada pelo apego emocional de Rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos agora aos personagens secundários, que em Akuma de Sourou podem ser agrupados em dois grandes blocos: os que apoiam o romance e os que se opõem a ele. Isso não quer dizer que ninguém se importa com os protagonistas em si, mas a priori eles não são o problema. Afinal, uma pessoa é sua rival no amor porque há colisão de interesses românticos, não necessariamente porque ela não gosta de você. Se o relacionamento amoroso de Akuma de Sourou não existisse, praticamente não haveria conflito algum no mangá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é um contraste violento em relação a Pietà, que não por acaso não impõe complicação alguma à existência do relacionamento. Até poderia, mas isso prejudicaria a mensagem da obra, que diz respeito ao psicológico individual das personagens e não na dinâmica do romance — que, como demonstrado anteriormente, é de fato bem simples e sem grandes conflitos. Logo, os personagens secundários de Pietà possuem papel de apoio ou oposição direta às protagonistas, que pode ou não dizer respeito ao relacionamento (tanto é que os personagens danosos a Rio sequer se importam com o relacionamento, enquanto uma das personagens de apoio argumenta contra o relacionamento visando o bem de Rio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após essa breve análise, a pergunta natural é: qual vence? Bem, gostaria de dizer que cada um é bom ao seu próprio modo, mas o principal problema com Akuma de Sourou é que ele é tão didático na aplicação de suas fórmulas que pouco ou nada surpreende o leitor já familiar com esse tipo de enredo. Até mesmo o conflito central acaba não causando tanto impacto ou empatia no leitor porque o mangá precisa manter o relacionamento vivo e presente através de vários conflitos paralelos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em todo arco de Akuma de Sourou, há um conflito principal; por exemplo, um rival. Cada capítulo desse arco vai resolver um mini-conflito apresentado anteriormente e introduzir um novo ao final, até o clímax, no qual o relacionamento entre os protagonistas será fortalecido. Conhecendo essa estrutura, é possível pular capítulos ou até mesmo arcos inteiros, porque as pistas para entender o desenrolar anterior estão no próprio capítulo ou arco atual. A conclusão disso é que há várias situações desnecessárias à trama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode parecer injusto comparar Pietà e Akuma de Sourou em termos de concisão, uma vez que Pietà é necessariamente mais enxuto, mas não deixa de ser mais eficiente em apresentar o enredo. Por isso mesmo, nunca perde de vista seus objetivos primários: os personagens e seus dramas internos. Trata-se de um mangá bem simples, quase minimalista, o que se revela tanto nos traços quanto na duração mínima de 2 volumes e na progressão da estória, e é isso que o destaca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas será que Pietà também não é um exemplo perfeitamente didático de romance realista? E isso não é um indício de que o romance realista "puro" é mais interessante do que o romântico "puro"? Se sim, pode-se dizer que o romance realista parece mais interessante porque a variante romântica é mais comum? Não sei, mas fica aberta a discussão. O importante é notar que toda obra tem seus méritos próprios, e não há motivos para rejeitar uma obra apenas por apresentar determinadas características.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros blogs participando da tag:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://angel-girls-otaku.blogspot.com.br/2013/06/akuma-de-sourou.html" target="_blank"&gt;Angel Girls&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://ourotakulife.wordpress.com/2013/05/24/akuma-de-soro-manga-review-by-eiti/" target="_blank"&gt;Our Otaku Life&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://umpoucodeshoujo.blogspot.com.br/2013/05/akuma-de-sourou-cha-com-blog-versao.html" target="_blank"&gt;Um pouco de Shoujo&lt;/a&gt;</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/05/romance-e-manga-uma-reflexao-cha-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOn_3oDUZi7cfEC-ZkOWg4iqZR_JqoiWMgmwE2o3-aedqt6eBjDoIzrqgQ9nb_9K-W7O06zfncdzU6chfC0k78qKmaYt4aQtagsluwENANf5nUr1et9i-HyNYUrmrLifFqUiH86Jru0Sye/s72-c/reflex%C3%A3o_romance.png" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-6735442093775914707</guid><pubDate>Wed, 22 May 2013 01:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-21T22:52:57.393-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Porque jogar...</category><title>Porque jogar: Blood Seeker</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPAytzz9f9SnQgbnZ4t1P9t_ZFZYL_T13aN1dnEeDHUOREDJUg40dZQuDj_W2664zHXcCqmp2Jt-ya8SpCx_D85VMqpWzEvtsw1TpC3PhUymrG8BGSHPZYOxgmkobmGSPk5GW-xco1Hk5C/s1600/BloodSeeker012.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Tela de título de Blood Seeker" border="0" height="258" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPAytzz9f9SnQgbnZ4t1P9t_ZFZYL_T13aN1dnEeDHUOREDJUg40dZQuDj_W2664zHXcCqmp2Jt-ya8SpCx_D85VMqpWzEvtsw1TpC3PhUymrG8BGSHPZYOxgmkobmGSPk5GW-xco1Hk5C/s320/BloodSeeker012.jpg" title="A pergunta que não quer calar: quem é o &amp;quot;Blood Seeker&amp;quot;? Uns dizem que é uma analogia sagaz aos banqueiros, outros ficam com uma interpretação vampiresca simples, mas o mais provável é que não signifique nada" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O que é&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Blood Seeker é um jogo desenvolvido na ferramenta de criação de jogos RPG Maker VX em 2008 por "Super Cueca". Tanto seu enredo como visual e mecânica de jogo herdam o legado de RPGs clássicos, servindo como uma excelente viagem ao passado (&lt;a href="http://ipirados.blogspot.com/2013/05/seirei-tsukai-uma-homenagem-nao-muito.html" target="_blank"&gt;e bem mais prazerosa do que a anterior, diga-se de passagem&lt;/a&gt;) através de ideias simples e até clichês, mas muito bem executadas. &lt;a href="https://mega.co.nz/#!atIn1LTS!TwglOxJzCQDfzYfQzpb40Q7pYtQnyWcsnFG5nKhCPgE" target="_blank"&gt;O jogo pode ser baixado aqui&lt;/a&gt;, mas antes disso, instale o &lt;a href="http://crankeye.com/downloads/vx_rtp102e.zip" target="_blank"&gt;RTP do RPG Maker VX&lt;/a&gt;, necessário para rodar o jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O que acontece&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo começa com um império com sede de conquista cujos planos enfrentam a resistência de um grupo de rebeldes, os Luteranos. As coisas complicam ainda mais quando uma terceira força, os Revolucionários, surgem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiltups8kbcb9OqyEFKV7K4hwIwLunEO7VlDZPtKqQAfcunEiIiiRVciSc8qTwiljk4LXViT2UOkwSgbPkzvn7SNcsEq0qCZX6Gx61xrKjC7HvhBBRfOK0WY_VpAAGA_1bhC2-i-Vg43DFq/s1600/BloodSeeker014.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Trama básica de Blood Seeker" border="0" height="258" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiltups8kbcb9OqyEFKV7K4hwIwLunEO7VlDZPtKqQAfcunEiIiiRVciSc8qTwiljk4LXViT2UOkwSgbPkzvn7SNcsEq0qCZX6Gx61xrKjC7HvhBBRfOK0WY_VpAAGA_1bhC2-i-Vg43DFq/s320/BloodSeeker014.jpg" title="Ele começou com uma rede de fast-food, mas não fez tanto sucesso porque não vinha com brinquedinho" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
O império decide encerrar o conflito de uma vez por todas lançando uma campanha de extermínio contra seus opositores, a Grande Cruzada. Em meio a todas essas hostilidades, sem o conhecimento dos humanos, desenrola-se um terrível jogo entre deuses e demônios que pode dar fim à humanidade...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alan é o protagonista, um guerreiro quer perde suas memórias após um incidente no início do jogo e acaba se envolvendo em uma aventura inimaginável envolvendo batalhas, magia, monstros e várias formas de perigo. Os mistérios vão sendo revelados aos poucos, com um grande volume de exposição, mas isso funciona por ser um mundo de fantasia muito bem construído que consegue a atenção do jogador aos detalhes mais minuciosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Mecânica&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você já tiver jogado um Final Fantasy ou Dragon Quest da vida, a mecânica de Blood Seeker será praticamente intuitiva. Encontros aleatórios com inimigos, batalhas em turno, mapas exploráveis com tesouros espalhados por aí e uma interface simples com comandos igualmente simples.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAcwrwuUnlRI5eqQTw0ymgzG4aezUrKCEL7l4M58MlZR2fSw2fdklqSOME1UDijPZHhYcM5XM1ZAb_f8_9ip87OtF5NLXOujhhcenp3__K0SB0weZDhqYPFSOw4sA25JWFyP31kxB3JoSf/s1600/BloodSeeker035.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Cena de batalha contra chefe em Blood Seeker" border="0" height="258" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAcwrwuUnlRI5eqQTw0ymgzG4aezUrKCEL7l4M58MlZR2fSw2fdklqSOME1UDijPZHhYcM5XM1ZAb_f8_9ip87OtF5NLXOujhhcenp3__K0SB0weZDhqYPFSOw4sA25JWFyP31kxB3JoSf/s320/BloodSeeker035.jpg" title="Dano fixo rules" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Para quebrar o clima repetitivo de matar, matar e matar monstros, o jogo oferece vários puzzles ao longo do caminho. Não são lá muito complicados, mas divertem. O único problema é que alguns exigem que o jogador percorra grandes distâncias no mapa para completá-los ao mesmo tempo que mantém os encontros aleatórios. Ser interrompido por uma batalha a cada 5-10 passos enquanto quebra a cabeça para resolver um puzzle é uma experiência que eu definitivamente não recomendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os equipamentos são elaborados de forma bem inteligente, cada qual com suas vantagens e desvantagens em relação aos outros. Há armas mais fracas, mas com efeitos úteis; armas fortes, porém lentas; armas que não são as melhores disponíveis, mas sem elas não é possível atacar com eficácia um determinado tipo de inimigo etc. Tudo isso acrescenta mais fator estratégico às batalhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do mais, a prática de "grind" (manter-se em um mapa para ficar treinando seus personagens a fim de conseguir derrotar os inimigos mais fortes adiante) de modo geral não é necessária. Quando isso acontece, é um bom sinal de que o jogador não está prestando atenção aos equipamentos corretos, que podem fazer toda a diferença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais legal é que o jogo é completamente aberto, no sentido de que você pode abrir o projeto no seu RPG Maker VX e mudar o que quiser. Mesmo que não queira alterar nada, os entusiastas em criação de jogos podem absorver alguma coisa do projeto vendo como ele foi construído.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Visual&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgswgmrsS11sbnaMMB_NCaFimTKkIEvdN_x4B0Rnu82EGGPabQBPK4BupMj3pArFKsQYgHqkfXAPw5_3tKR2X2YoGcGiy2BXd9mdl2k0uP3Mbk3aj7qHALiLvWpOGU2_wTxLmFLAGvkD_Ji/s1600/BloodSeeker052.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Rumo ao esconderijo de Red" border="0" height="258" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgswgmrsS11sbnaMMB_NCaFimTKkIEvdN_x4B0Rnu82EGGPabQBPK4BupMj3pArFKsQYgHqkfXAPw5_3tKR2X2YoGcGiy2BXd9mdl2k0uP3Mbk3aj7qHALiLvWpOGU2_wTxLmFLAGvkD_Ji/s320/BloodSeeker052.jpg" title="A épica batalha final... a primeira das 3" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos recursos gráficos faz parte do pacote padrão do RPG Maker VX, nada mais e nada menos. Isso é bom por se tratar de um estilo visual bastante adequado à proposta de Blood Seeker, feito à medida certa para fãs de RPGs tradicionais (mais notadamente, RPGs japoneses).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário de &lt;a href="http://ipirados.blogspot.com/2013/01/porque-jogar-witchs-house.html" target="_blank"&gt;The Witch's House&lt;/a&gt;, que utiliza a mesma ferramenta, Blood Seeker não conta com efeitos muito caprichados de iluminação e os mapas não são dos melhores. O jogo peca nesse aspecto porque poderia ter feito algo mais elaborado usando os recursos básicos do RPG Maker e algumas poucas coisas extras, já que ser simples não é sinônimo de ser simplista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora o Super Cueca não demonstre muita habilidade estética no que diz respeito aos mapas, é possível ver que eles são sim bem trabalhados do ponto de vista da exploração e ambientação. Nota-se uma tentativa de caracterizar o ambiente, contar a história daquele lugar visualmente, além de motivar o jogador a explorar cada milímetro em busca de itens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Som&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A trilha sonora é outro fator com grande peso no efeito de saudosismo do jogo, em que é possível identificar sons de vários outros jogos marcantes. Em vários projetos de RPG Maker, isso denotaria preguiça, mas não em Blood Seeker, que conhece bem seus propósitos e sabe o que precisa fazer para atingi-los. No geral, as músicas empolgam bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZWWk3NjHyZgOT_pHdoZgJZz6guD32zq4K3kCPqC-tHXS1PZKinXMzlPKJWzLBaJGYJzShqcaXmv-wfexCxUXtMJrgNAIn8WUANWaq0aeMnQqh78fuJv3FrOmkXk0XKylYDAwVcSbwJJY5/s1600/BloodSeeker026.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Homenagem à trilha sonora de Final Fantasy em Blood Seeker" border="0" height="258" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZWWk3NjHyZgOT_pHdoZgJZz6guD32zq4K3kCPqC-tHXS1PZKinXMzlPKJWzLBaJGYJzShqcaXmv-wfexCxUXtMJrgNAIn8WUANWaq0aeMnQqh78fuJv3FrOmkXk0XKylYDAwVcSbwJJY5/s320/BloodSeeker026.jpg" title="Malditos músicos da nova geração que só sabem tocar Final Fantasy" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Pontos positivos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2UJ3FRuTv714m5IQaHLlXS75E8njSdfu5CdEcP1SpPOLSLVfhMyNIVGhOZ0x9h10uew5zmRykVOE_Uo-a-4ej1pfubjj4799EYrt-3MRoE8LxMSdqzJguupONo6PSl9Bdu9QgbEwFTgVC/s1600/BloodSeeker088.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Uma das cenas finais de Blood Seeker" border="0" height="256" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2UJ3FRuTv714m5IQaHLlXS75E8njSdfu5CdEcP1SpPOLSLVfhMyNIVGhOZ0x9h10uew5zmRykVOE_Uo-a-4ej1pfubjj4799EYrt-3MRoE8LxMSdqzJguupONo6PSl9Bdu9QgbEwFTgVC/s320/BloodSeeker088.jpg" title="Que bela visão do futuro... ou será que não?" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O estilo de escrita é claro e direto ao ponto, apesar dos erros de ortografia e digitação, que não prejudicam o compreendimento da trama.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A narrativa é dinâmica e muito bem pensada, intercalando diferentes personagens e situações que acabam convergindo ao longo do roteiro.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O mundo é rico em detalhes, contando com magia, grupos e facções com agenda própria, entidades místicas, lendas e muito mais.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Possui dificuldade e duração ideais, sendo capaz de manter o jogador engajado e entretido por um bom tempo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Sem revelar muita coisa sobre o final, digamos que o jogo termina com algumas revelações bem interessantes que dão o que pensar.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Possui um alto fator replay devido ao fato de ser curto e a conclusão liberar um novo modo de jogo com direito a comentários do autor e trapaças para agilizar o progresso. Conta também com alguns itens secretos que incentivam a exploração.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Pontos negativos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3jsDCgwzXggZlAbjdFt0dw1eCG5Kuri2-Qkbbep2f1wfdyiskrk-lZEQuphJcVt11vy_k84JTI7hOneJs1RN5gL76GH_VxpvH_USlJzqBMH7eXB033DpLhHzKGHgQlzpW6JxLE8G3r7rt/s1600/BloodSeeker045.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="Imperiais versus revolucionários versus luteranos" border="0" height="258" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3jsDCgwzXggZlAbjdFt0dw1eCG5Kuri2-Qkbbep2f1wfdyiskrk-lZEQuphJcVt11vy_k84JTI7hOneJs1RN5gL76GH_VxpvH_USlJzqBMH7eXB033DpLhHzKGHgQlzpW6JxLE8G3r7rt/s320/BloodSeeker045.jpg" title="&amp;quot;Espero que a gente consiga chegar até o Red antes que o exército imperial- MAS COMO DIABOS ESSES INFELIZES NOS ALCANÇARAM TÃO RÁPIDO!?&amp;quot;" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O foco no enredo e no mundo deixa os personagens em si pouco aproveitados e eles acabam virando apenas ferramentas de roteiro sem muita personalidade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Como a compra de equipamentos depende de múltiplos fatores, é frequentemente necessário comparar os atributos dos itens equipados nos seus personagens um a um com os dos itens disponíveis à venda. Seria muito mais prático ter acesso aos itens durante as compras.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Procurando defeitos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Eu não gosto muito de encontros aleatórios por questões de game design, mas isso não é um problema por si só (tirando nos puzzles, aí sim é uma fonte maligna de estresse).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Bugs são raros e geralmente não prejudicam o jogador, com a exceção de um que encontrei, mas ele não é comum e acontece logo na primeira cena do jogo, sendo plenamente viável reiniciar.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O sistema de "ataques com peso" que um dos personagens e alguns inimigos possuem até que é interessante... pena que na prática quase não haja vantagem em escolher outra coisa senão o ataque de peso normal.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Notas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visual_________7,5/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enredo__________9,0/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Som______________9,0/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mecânica____________8,5/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Replay__________________9,5/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Total______________________8,7/10&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O jogo em uma palavra...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Nostálgico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/05/porque-jogar-blood-seeker.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPAytzz9f9SnQgbnZ4t1P9t_ZFZYL_T13aN1dnEeDHUOREDJUg40dZQuDj_W2664zHXcCqmp2Jt-ya8SpCx_D85VMqpWzEvtsw1TpC3PhUymrG8BGSHPZYOxgmkobmGSPk5GW-xco1Hk5C/s72-c/BloodSeeker012.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-60272062489166825</guid><pubDate>Tue, 14 May 2013 18:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-14T15:54:22.862-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filmes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><title>Seirei Tsukai - Uma homenagem não muito lisonjeadora aos shounen da década de 90</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhE8qSPmsD8QpbzahWiOMhsT0wE9nIBLPRgpE_vjq-V46Jx2RjA7ZtQdP-GUB5dEW3D1XgREAkmziiYTzeUHCyYD7WPYy-oU5AtcjAWhBVKlLrxE6rP5HEyJ0ayWEm8baWLsRqpiL03Qr4q/s1600/seirei_tsukai.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Capa de Seirei Tsukai" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhE8qSPmsD8QpbzahWiOMhsT0wE9nIBLPRgpE_vjq-V46Jx2RjA7ZtQdP-GUB5dEW3D1XgREAkmziiYTzeUHCyYD7WPYy-oU5AtcjAWhBVKlLrxE6rP5HEyJ0ayWEm8baWLsRqpiL03Qr4q/s320/seirei_tsukai.jpg" title="Seirei Tsukai - Uma resenha não muito nostálgica" width="222" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Que tal uma viagem de nostalgia à década de 90 e seus animes &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sh%C5%8Dnen" target="_blank"&gt;shounen&lt;/a&gt; de ação? Uma era de glória, de discursos heroicos, de explosões coloridas, com tanta extravagância e pieguice que conseguia atingir níveis extremos de épico. Pois bem, hoje vamos expandir nossa visão (crítica) sobre isso com Seirei Tsukai.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Seirei Tsukai (ou Elementalors) é uma animação de 48 minutos lançada em 1995 que adapta o mangá de mesmo nome iniciado em 1990 por Okazaki Takeshi. Produzido pelo estúdio AIC, ele segue a jornada de Kagura, um garoto que se vê sozinho no mundo após uma tragédia familiar, contando apenas com o apoio de sua amiga Asami.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dia, a cidade é envolvida por uma batalha entre guerreiros chamados "Elementalors", e um deles captura Asami por algum motivo. Cabe agora a Kagura, que descobre também ser um "Elementalor" —&amp;nbsp;e um particularmente poderoso —, salvá-la.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwItqfoprinLKBi8BmrF18nMih0d_AZZfSgIw6gP6CGI3iqmojotI-RFPnwSKzL1Qh4Ka63Pa-0co7sYCZcxriHXVWfLRd2mJ0BPlwzT83sh1KQ0YbTcuq8l6X-4i3Got2YLnk2JQSpokp/s1600/%5BAnon-chan%5D+Seirei+Tsukai+%5B40B9AB0F%5D.mkv_snapshot_22.04_%5B2013.01.02_19.09.04%5D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Kagura invocando os espíritos da natureza" border="0" height="187" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwItqfoprinLKBi8BmrF18nMih0d_AZZfSgIw6gP6CGI3iqmojotI-RFPnwSKzL1Qh4Ka63Pa-0co7sYCZcxriHXVWfLRd2mJ0BPlwzT83sh1KQ0YbTcuq8l6X-4i3Got2YLnk2JQSpokp/s320/%5BAnon-chan%5D+Seirei+Tsukai+%5B40B9AB0F%5D.mkv_snapshot_22.04_%5B2013.01.02_19.09.04%5D.jpg" title="Concentrando o ki... quer dizer, o cosmos... quer dizer, a energia espiritual... enfim, uma energia mística qualquer" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Como se vê, o enredo é bem padrão: cara normal recebe o chamado à aventura para salvar uma amiga/interesse romântico e descobre-se que ele é uma espécie de escolhido que precisa deter o mal. A falta de originalidade não é um problema, até porque há algumas ideias bem interessantes, mas não há tempo o suficiente para realmente se importar com o que está acontecendo na tela.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
É possível que a falta de envolvimento não seja devido ao enredo, mas aos personagens. Há vários exemplos de personagens na literatura, cinema e séries de TV que roubam os holofotes e carregam a trama por eles mesmos devido ao seu carisma, assim como outras obras investem no elenco de personagens como um todo, mostrando interações e relacionamentos significativos entre eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Similarmente, personagens ruins podem estragar toda a experiência.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Você provavelmente não vai odiar nenhum personagem, mas isso é só porque nenhum deles tem presença o suficiente para deixar uma impressão positiva ou negativa. São apenas atores cumprindo seus papéis no palco, figuras bidimensionais caminhando e se matando por aí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até dá para notar esforços para estabelecer o vilão como humano, tendo que enfrentar seus próprios dilemas e possuindo falhas e arrependimentos como qualquer um, mas novamente, simplesmente não há tempo para desenvolvê-lo muito além de um vilão genérico e fazer o espectador se importar com isso.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgq-Q5IWEtTVDpySzL_NQfb8CXsGMZnUiE4Za0yfky04hOM5pR8Rlm1-k6ibHDlJsqWrxj_rQXpLIYuCwe7XjjYsPggeRLPqkQflXmAbRnz_x3tEQecKJO9_bX8u7ev4e7BXTioOFQC4v1_/s1600/%5BAnon-chan%5D+Seirei+Tsukai+%5B40B9AB0F%5D.mkv_snapshot_06.20_%5B2013.01.02_18.45.09%5D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Um Elementalor de Seirei Tsukai" border="0" height="187" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgq-Q5IWEtTVDpySzL_NQfb8CXsGMZnUiE4Za0yfky04hOM5pR8Rlm1-k6ibHDlJsqWrxj_rQXpLIYuCwe7XjjYsPggeRLPqkQflXmAbRnz_x3tEQecKJO9_bX8u7ev4e7BXTioOFQC4v1_/s320/%5BAnon-chan%5D+Seirei+Tsukai+%5B40B9AB0F%5D.mkv_snapshot_06.20_%5B2013.01.02_18.45.09%5D.jpg" title="Você não vai querer saber onde ele guardou essas bolas" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O protagonista é o maior prejudicado pela caracterização deficiente. Isso era para ser uma jornada de amadurecimento para Kagura, que precisa aprender a utilizar seu potencial e lidar com desafios difíceis. Seria adorável, se não fosse tomado tão literalmente: Kagura não apresenta sinais visíveis de ter realmente amadurecido ou se resolvido com seus problemas ao final, apenas tira da bunda um poder mágico que resolve tudo e salva o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E falando em final... eu não costumo revelar muita coisa&amp;nbsp;sobre a conclusão de uma obra para não estragar a experiência, mas não preciso tomar esse cuidado no caso de Seirei Tsukai. Por quê? Porque não há conclusão alguma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme termina em uma sequência extremamente anti-climática que não faz a menor questão de atar os nós soltos ou sugerir o que deve acontecer com os personagens após a aventura. Não dá nem para chamar de final aberto, pois a impressão que se tem é de que não deu tempo de incluir a última cena, então o filme decidiu antecipar a conclusão de algum modo. Enfim, é uma experiência incompleta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhWmjQvj3Bm8GU6KGReZna60wm-nlTvU_6cFZk70k885upCdoOHB4rkrnXbTXaU0W4QSl0JP6XkfALnA5wo2bBX2DIJLvs28vY0tfqCzG-a6_CJPCYccwaJVx3i9nVHMl4taIgN_jUGQYNr/s1600/%5BAnon-chan%5D+Seirei+Tsukai+%5B40B9AB0F%5D.mkv_snapshot_43.15_%5B2013.01.02_19.37.29%5D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Final de Seirei Tsukai" border="0" height="187" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhWmjQvj3Bm8GU6KGReZna60wm-nlTvU_6cFZk70k885upCdoOHB4rkrnXbTXaU0W4QSl0JP6XkfALnA5wo2bBX2DIJLvs28vY0tfqCzG-a6_CJPCYccwaJVx3i9nVHMl4taIgN_jUGQYNr/s320/%5BAnon-chan%5D+Seirei+Tsukai+%5B40B9AB0F%5D.mkv_snapshot_43.15_%5B2013.01.02_19.37.29%5D.jpg" title="Como desculpa pela piada vulgar na imagem anterior, pensei em um belo poema de amor, digno do romance em Seirei Tsukai: &amp;quot;&amp;quot;" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Cortando um pouco para os aspectos de produção, a animação em si não é ruim, embora obviamente obsoleta, e as cenas de ação possuem uma fluidez decente. Contudo, tudo parece muito sem graça. Você já viu os heróis genéricos e estereotipados que garotos desenham inspirados por anime/mangá? É exatamente assim o design dos personagens de Seirei Tsukai, o que contribui ainda mais para que o espectador os esqueça dentro de 48 horas após assistir o filme. Quanto à trilha sonora, fica no mais ou menos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Calma que tem alguns pontos positivos sim. Apesar de tudo, Seirei Tsukai consegue não manter o espectador inteiramente entediado. Isso se deve a um sentimento de nostalgia que invoca a "criança" dentro de nós. Afinal, trata-se de uma aventura cheia de perigos, batalhas e habilidades fantásticas, como Dragon Ball, Yu Yu Hakusho, Cavaleiros do Zodíaco e outros clássicos do gênero.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto às batalhas, um dos principais focos de atenção de Seirei Tsukai e animes shounen de ação, elas até são legais, mas nada memoráveis ou únicas. Vai ficar decepcionado se espera uma batalha no nível de Goku vs. Piccolo Jr. ou Yusuke vs. Toguro (até porque o aproveitamento de batalhas também é influenciado pelo carisma dos personagens, inexistente na obra).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhM6mQZPE39bMkzFPn5ko3btyNAnQ9zuYgjxe2ECm0PhG18c3X6YNWWtkiBf6fH9POOlvA65wHzV_XAXLKAyYhWnjj-l7GHruJxTMpM-zvtykv5JDG_mZlb6zxeG0Tm7isLsA2KTQrgNOi/s1600/%5BAnon-chan%5D+Seirei+Tsukai+%5B40B9AB0F%5D.mkv_snapshot_29.42_%5B2013.01.02_19.19.05%5D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Cena de batalha em Seirei Tsukai" border="0" height="187" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhM6mQZPE39bMkzFPn5ko3btyNAnQ9zuYgjxe2ECm0PhG18c3X6YNWWtkiBf6fH9POOlvA65wHzV_XAXLKAyYhWnjj-l7GHruJxTMpM-zvtykv5JDG_mZlb6zxeG0Tm7isLsA2KTQrgNOi/s320/%5BAnon-chan%5D+Seirei+Tsukai+%5B40B9AB0F%5D.mkv_snapshot_29.42_%5B2013.01.02_19.19.05%5D.jpg" title="Não faço a menor ideia do que está acontecendo aqui, mas tem sangue e pessoas sendo arremessadas por aí, então tudo bem" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
É uma pena que as habilidades dos personagens não sejam aproveitadas ao seu pleno potencial, já que os Elementalors possuem domínio quase ilimitado sobre os elementos, que viram armas temíveis sobre seu controle. E o que eles fazem com isso? Arremessam coisas por aí, criam umas barreiras, e é basicamente isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basta dar uma olhada em&amp;nbsp;&lt;a href="http://ipirados.blogspot.com/2012/11/jojos-bizarre-adventure-analise_7.html" target="_blank"&gt;JoJo's Bizarre Adventure&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para saber que é possível&amp;nbsp;ter batalhas emocionantes com habilidades simples, desde que sejam usadas de formas inteligentes. Ainda assim, se quiser ver guerreiros poderosos chutando a bunda um do outro sem compromisso, Seirei Tsukai não deve decepcionar muito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final das contas, a quem Seirei Tsukai é recomendável? De modo geral, fãs nostálgicos das séries de ação dos anos 90, e ainda assim com alguma cautela. Em última instância, contudo, Seirei Tsukai é apenas uma jornada superficial ao passado, utilizando fórmulas e receitas que deram certo sem pensar muito no porquê de terem funcionado, e portanto sem nada que o destaque em particular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí, ainda vai dizer que está decepcionado com os animes moe genéricos atuais, dizendo que nenhum presta e no passado as coisas eram melhores? "Seirei Tsukais" da vida existem em todas as épocas, em todos os tipos de mídia, e as verdadeiras pérolas sempre foram poucas.&lt;/div&gt;
</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/05/seirei-tsukai-uma-homenagem-nao-muito.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhE8qSPmsD8QpbzahWiOMhsT0wE9nIBLPRgpE_vjq-V46Jx2RjA7ZtQdP-GUB5dEW3D1XgREAkmziiYTzeUHCyYD7WPYy-oU5AtcjAWhBVKlLrxE6rP5HEyJ0ayWEm8baWLsRqpiL03Qr4q/s72-c/seirei_tsukai.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-5826408151825225752</guid><pubDate>Sat, 20 Apr 2013 11:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-26T16:57:29.354-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">#Chá com blog versão otaku</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><title>Tamako Market (#Chá com blog versão otaku-animes)</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTLNPkstt2IClDaioQ1qJOnpa375vvW5qg6MaCKPU62i4cEnV5F_E0KXBklKzxodGCwW5BBlauG3rBv_nz_PY74MNVjVV21VtY86Ic-BSAGZolAELK_Td_EhcKqALAmqG3YLVPdkgFSVJC/s1600/tamako_market.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Tamako Market" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTLNPkstt2IClDaioQ1qJOnpa375vvW5qg6MaCKPU62i4cEnV5F_E0KXBklKzxodGCwW5BBlauG3rBv_nz_PY74MNVjVV21VtY86Ic-BSAGZolAELK_Td_EhcKqALAmqG3YLVPdkgFSVJC/s320/tamako_market.jpg" title="" width="210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Tamako Market foi um dos destaques da &lt;a href="http://atxpieces.files.wordpress.com/2012/12/winter-v3final.jpg" target="_blank"&gt;temporada passada&lt;/a&gt; de animes no Japão. Não que isso diga muita coisa, já que se tratou de uma temporada abaixo da média e a série destoou-se da multidão por ter sido produzido pela grandiosa &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kyoto_Animation" target="_blank"&gt;Kyoto Animation&lt;/a&gt;, mas ainda assim teve seus méritos próprios. Confira a resenha a seguir para saber se vale a pena dar uma chance a esta obra! Este post faz parte de uma tag coletiva sobre Tamako Market formada por alguns blogs que tratam de anime/mangá, que serão linkados ao final do texto conforme forem publicados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tamako Market é um anime original da Kyoto Animation dirigido por Yamada Naoko, a jovem diretora que mostrou seu potencial (ou falta dele, aos críticos) em K-ON. Trata-se de uma típica trama de comédia com umas pitadas de drama envolvendo as aventuras do dia-a-dia de Tamako, cuja família possui uma loja de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mochi" target="_blank"&gt;mochi&lt;/a&gt;&amp;nbsp;em um distrito comercial, bem como seus amigos, familiares, e um pássaro falante chamado Dera.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... Espera, o quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQgERou50yxs-R27GV-MzHLJHNVFihmWe8-jhVRuibbw2VZLQJOR3t9nx8bNBc-KVj8OjsbBesj-P4eUzzVuQ9wFwK-99Knx9qgcleJ3f4ebBymS18cREzUFFf04auF3nrCbPtyAZ_D2mE/s1600/tamako_market_dera.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Dera e Tamako" border="0" height="225" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQgERou50yxs-R27GV-MzHLJHNVFihmWe8-jhVRuibbw2VZLQJOR3t9nx8bNBc-KVj8OjsbBesj-P4eUzzVuQ9wFwK-99Knx9qgcleJ3f4ebBymS18cREzUFFf04auF3nrCbPtyAZ_D2mE/s400/tamako_market_dera.jpg" title="Como você pode negar a fabulosidade desta ave?" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Pois é, a vida de Tamako passa a ficar ligeiramente menos ordinária com a chegada de Dera ao distrito. Trata-se de um legítimo "pássaro da realeza", encarregado de encontrar uma noiva para o príncipe de sua ilha. O problema é que Dera acaba se apegando a Tamako e, como se não bastasse, entope-se de mochi a ponto de não conseguir voar mais. Fora esse minúsculo detalhe, o resto do anime é relativamente normal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que Tamako Market faz mais coisas certas do que erradas na construção de um bom anime do cotidiano. A principal pergunta é: ele diverte? Sem dúvidas, é um entretenimento proveitoso, mas poderia ser muito mais do que isso. Vamos começar pelo distrito comercial em si, que possui uma belíssima exposição inicial e ao longo do enredo é caracterizado como um personagem importante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O anime não perde tempo e logo na abertura faz questão de expor o distrito como um lugar tão animado e colorido que acaba adquirindo vida própria — evidenciado pelos objetos inanimados dançando. São pequenos detalhes como esse que contribuem para a ambientação fantástica, intimamente ligada ao estado psicológico e emocional dos personagens que ali residem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pena que o mesmo não possa ser dito a respeito dos residentes em si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3NBkF1hKLck9OoDxmrCeDciOebMoM201c2gNp91XX4WT1-KN_w9376JXqks-_1BZP2JU-8M0mz43bBosqAhruwcCMBKvCGfsW63cZFcrAKaMd8-AoxIecaDnCTf5UJ-NUdJG95nXpgIgU/s1600/tamako_market_distrito.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Distrito comercial" border="0" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3NBkF1hKLck9OoDxmrCeDciOebMoM201c2gNp91XX4WT1-KN_w9376JXqks-_1BZP2JU-8M0mz43bBosqAhruwcCMBKvCGfsW63cZFcrAKaMd8-AoxIecaDnCTf5UJ-NUdJG95nXpgIgU/s400/tamako_market_distrito.jpg" title="Olha só, um elenco variado de personagens jovens e adultos, é um bom lugar para... Ei, aquilo são garotas colegiais? Esquece isso então, vamos fazer um anime sobre elas" width="276" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o título ser Tamako Market, há muito mais foco em Tamako e seu círculo imediato de contatos do que no distrito comercial, o que é uma pena, considerando todo o trabalho de caracterização do ambiente. Salvo um ou outro acontecimento, nada sobre os lojistas e suas vidas pessoais é explorado, com todo o foco permanecendo no núcleo adolescente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se engane esperando personagens complexos com dramas intensos, a ideia é realmente retratar pessoas comuns enfrentando dilemas que podemos facilmente reconhecer e talvez tenhamos até vivenciado, tais como ter que fazer decisões difíceis sobre o futuro, lidar com a pressão, paixões não-correspondidas, dificuldades de relacionamento etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até os personagens mais subdesenvolvidos são nitidamente "humanos", isso é, possuem ações, falas, comportamentos e reações verossímeis que vão além de estereótipos, sendo muito fácil sentir-se conectado a eles. Infelizmente, o anime perde muitas chances de desenvolvê-los ao seu máximo potencial, deixando muitas explorações psicológicas e interpessoais de lado. O estranho é que a personagem melhor desenvolvida nesses aspectos é Midori, amiga de Tamako, e não a própria Tamako... em compensação, quase nada se sabe sobre outra amiga, Kanna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf1CqpJ0H6iBDHEKl3L_SXy_EsTfYeE9-NQSQ1TjU88qDntF_qeUBSLmSlVF6eAY_JHE7fXEOI-8bkP4f6Ta9gSBeQtnsQ8Q_hrDE6b2mq-t4G1VmLe_9n4mrHllp9UdU-wJyE9835kQ8Y/s1600/tamako_market_amigas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Dera, Tamako e amigas" border="0" height="225" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf1CqpJ0H6iBDHEKl3L_SXy_EsTfYeE9-NQSQ1TjU88qDntF_qeUBSLmSlVF6eAY_JHE7fXEOI-8bkP4f6Ta9gSBeQtnsQ8Q_hrDE6b2mq-t4G1VmLe_9n4mrHllp9UdU-wJyE9835kQ8Y/s400/tamako_market_amigas.jpg" title="&amp;quot;Estou no meio de uma crise de overdose de moe. E não me arrependo&amp;quot;" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Como exemplos de potencial mal explorado temos a já citada falta de interesse nos personagens secundários do distrito, mesmo com uma trama de romance que facilmente mereceria seu episódio próprio; a falta de conflito no "triângulo amoroso" da série, que atinge seu ápice no quinto episódio e parece ser esquecido por completo posteriormente, embora não tenha sido resolvido; e um certo evento traumático na vida de Tamako que é apenas sugerido, mas nunca mostrado, o que melhoraria bastante a profundidade da protagonista (aliás, é uma das personagens mais fracas da série).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um erro feio de Tamako Market pode ser resumido em uma palavra: Dera. Não é o personagem em si, embora ele possa não cair no gosto de todos, mas sim o modo como a trama que ele carrega é inserido na série. Por causa desse infeliz passarinho, novos personagens são introduzidos ao longo do anime, sem oportunidades para serem desenvolvidos apropriadamente e roubando o tempo precioso que outros aspectos do enredo poderiam utilizar; e o arco final, dedicado à Tamako, é bem bizarro por envolver uma história de casamento completamente alienígena à personagem e com uma conclusão esdrúxula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A apresentação inicial também é um tanto problemática. O primeiro episódio começa bem, mostrando todo o potencial da série com um grande elenco e uma atmosfera colorida e diversificada. É de se esperar que os episódios seguintes explorem o distrito e a vida de Tamako, certo? Contudo, logo em seguida vem um episódio dedicado a uma colega de Tamako e outro dedicado a uma personagem que sequer havia sido introduzida antes e passa a ser amiga de Tamako após o terceiro episódio. Ao distrito só sobram os intervalos e episódios posteriores, o que acaba sendo uma decepção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa falha na ordem de apresentação pode ser o principal motivo para que alguns se sentam inicialmente entediados, com dificuldade em se ligar ao contexto da obra. Adicionalmente, acaba transmitindo a ideia de propaganda enganosa, uma vez que apenas os personagens jovens são abordados. Mais ainda: apenas as garotas jovens, considerando que não há tanta ênfase no personagem de Mochizou, apenas em sua paixão platônica por Tamako.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando agora sobre os aspectos técnicos, a Kyoto Animation novamente não desaponta. A animação é de bom nível, fluida e com atenção a detalhes e iluminação, embora não esteja entre as melhores que o estúdio já produziu. O estilo artístico é coerente com a premissa da série e mantém os padrões da Kyoto Animation: colorido e agradável esteticamente, com design de personagens reminiscente de obras anteriores como K-ON e Hyouka. A trilha sonora também se encaixa de forma adequada nas cenas, contribuindo para a atmosfera geral; destaque para os temas de abertura e encerramento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-1UDJccGOnldprVJsSCEfGGCTHt1dsX5ALtZy3c2lCJDqrQ5zbPcvhgrwzjynX1LkcAs-_8xTwDMSf9RuiWVbwKgDydHCNyqdu12nKj3g_mHTLWawZMkRqDbb2HKIzeW-6CU5PLP_s2CU/s1600/tamako_market_fireworks.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Tamako, Mochizou e Shiori vendo fogos de artifício" border="0" height="225" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-1UDJccGOnldprVJsSCEfGGCTHt1dsX5ALtZy3c2lCJDqrQ5zbPcvhgrwzjynX1LkcAs-_8xTwDMSf9RuiWVbwKgDydHCNyqdu12nKj3g_mHTLWawZMkRqDbb2HKIzeW-6CU5PLP_s2CU/s400/tamako_market_fireworks.jpg" title="Episódio de praia/fogos de artifício obrigatório" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Com tudo isso dito, deixo ao leitor as conclusões finais, mas pessoalmente recomendo Tamako Market a quase qualquer um. É uma boa série sobre o cotidiano, capaz de trazer pelo menos alguns sorrisos à cara do espectador. Se tiver gostado de K-ON, então pode mergulhar fundo para degustar mais garotas fofas fazendo coisas aleatórias. Contudo, se estiver procurando por um anime sólido, que sabe explorar todos os detalhes ao máximo e com personagens bem desenvolvidos, é melhor procurar em outro lugar (que tal &lt;a href="http://myanimelist.net/anime/12431/Uchuu_Kyoudai" target="_blank"&gt;Uchuu Kyoudai&lt;/a&gt;?). Tamako Market fica marcado apenas como um bom divertimento para passar o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros posts de blogs participando da tag:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://angel-girls-otaku.blogspot.com.br/2013/04/tamako-market-cha-com-blog-versao-otaku.html" target="_blank"&gt;Angel Girls&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://ourotakulife.wordpress.com/2013/04/22/tamako-market-cha-com-blog-versao-otaku/" target="_blank"&gt;Our Otaku Life&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://prochosk.blogspot.com.br/2013/04/tag-cha-com-blog-versao-otaku.html" target="_blank"&gt;Prochosk&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://umpoucodeshoujo.blogspot.com.br/2013/04/tamako-market-cha-com-blog-versao-otaku.html" target="_blank"&gt;Um pouco de Shoujo&lt;/a&gt;</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/04/tamako-market-cha-com-blog-versao-otaku.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTLNPkstt2IClDaioQ1qJOnpa375vvW5qg6MaCKPU62i4cEnV5F_E0KXBklKzxodGCwW5BBlauG3rBv_nz_PY74MNVjVV21VtY86Ic-BSAGZolAELK_Td_EhcKqALAmqG3YLVPdkgFSVJC/s72-c/tamako_market.jpg" width="72"/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-5528314577480245095</guid><pubDate>Thu, 14 Mar 2013 15:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-14T12:55:21.478-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mangá</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Porque ler</category><title>Porque ler: Steel Ball Run</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCb3_JyVVmy3GrKqkMDFCnP0T1oLGztnJcKEEsxuqWumwgZuLLZW7F8dPVrqRV9ddMS80_PS986UELFEUL0xGcSnmXhyx_-zcXkWXaxilOj4CUvtTiDi6QcERqm_EiqziGHaIVZANKCczI/s1600/jojo%2527s_steel_ball_run.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCb3_JyVVmy3GrKqkMDFCnP0T1oLGztnJcKEEsxuqWumwgZuLLZW7F8dPVrqRV9ddMS80_PS986UELFEUL0xGcSnmXhyx_-zcXkWXaxilOj4CUvtTiDi6QcERqm_EiqziGHaIVZANKCczI/s320/jojo%2527s_steel_ball_run.jpg" width="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://ipirados.blogspot.com/2012/11/jojos-bizarre-adventure-analise_7.html" target="_blank"&gt;Já falei sobre JoJo's Bizarre Adventure por aqui&lt;/a&gt;, então agora trago uma resenha da sétima parte, a mais recentemente concluída: Steel Ball Run. A maior inovação do arco é o fato de o universo ter sido "reiniciado" em uma linha de tempo alternativa, literalmente marcando o início de uma nova saga. Você está pronto para embarcar nesta aventura?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Steel Ball Run, Araki mais uma vez nos entrega um arco cheio de batalhas inteligentes, batalhas criativas, tramas malucas e personagens carismáticos. Na verdade, é até melhor do que os anteriores, à medida que o autor continua a reciclar seu próprio estilo e melhorar sem limites. Este é um raro exemplo no qual o autor fica melhor com o tempo, e Steel Ball Run traz boas evidências disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo começa em 1890. Johny Joestar (versão alternativa de Johnathan Joestar) era um jóquei brilhante, mas toda a glória e sucesso conquistados durante sua carreira foram repentinamente reduzidos a nada quando um certo incidente resultou em consequências graves que o tornou incapaz de mover as pernas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certo dia, Johny encontra o misterioso Gyro Zeppeli, que pode ter uma pista para como voltar a andar através da estranha técnica do "Spin". Gyro está prestes a participar na Steel Ball Run, uma grande corrida percorrendo os Estados Unidos que promete 50 milhões de dólares ao vencedor, e Johny decide voltar à vida de corridas para segui-lo e aprender mais sobre o Spin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada competidor tem suas motivações, habilidades e meios de vencer únicos. Adicione a isso as loucuras proporcionadas por Stands e você terá uma jornada imprevisível, frenética e, acima de tudo, bizarra, fiel à tradição de JoJo's Bizarre Adventure. Mas Steel Ball Run vai um passo além e joga personagens e facções com suas próprias agendas, além uma grande conspiração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A trama não é lá muito complicada, mas definitivamente tem reviravoltas interessantes, conflitos intensos e envolventes relações entre os personagens. Tudo flui tão bem que é muito fácil ser sugado para dentro do mangá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A arte fica ainda mais refinada em Steel Ball Run, fazendo bom uso do estilo único do Araki para ressaltar emoções, atribuir impacto dramático às cenas ou apenas servir como um verdadeiro banquete aos olhos do leitor, principalmente com o rico design dos personagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando em personagens, Gyro e Johny são provavelmente os melhores protagonistas de JoJo até o momento, apesar de não superarem Joseph de Battle Tendency em termos de "badassery". Eles estão longe de perfeitos, mas isso é o que os torna fascinantes, lutando contra seus demônios internos para serem capazes de seguir em frente e revelando vários aspectos de suas personalidades no processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro destaque é a dinâmica da dupla. O laço de amizade entre eles fica cada vez mais forte e torna-se bastante autêntico e poderoso ao longo do tempo, de modo que até as interações mais bobas são muito divertidas de se observar. Gyro em particular é incrivelmente carismático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O resto do elenco pode não ser tão desenvolvido quanto Johny e Gyro, mas eles ainda brilham ao seu próprio modo. Temos inclusive o retorno de Dio, que ainda é aquele manipulador que todos amamos odiar, apesar de servir como anti-herói durante boa parte da trama e não o vilão principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é o costume de JoJo, batalhas são um dos maiores focos da narrativa e a principal força motora por trás do crescimento dos personagens, colocando-os em situações desesperadores que exigem determinação e tomada de decisões difíceis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Stands, principais mecanismos de batalha no universo de JoJo que representam o espírito do lutador, estavam ficando cada vez mais fortes e absurdos nos arcos anteriores, mas Steel Ball Run diminui o nível drasticamente, valorizando a estratégia acima do poder e contribuindo para a elaboração de batalhas muito interessantes que vão além da simples tentativa de eliminar o outro. Um bom exemplo é o confronto contra Axl Ro (sim, uma referência ao Axl Rose), que literalmente força todos os envolvidos a lidarem com seus pecados do passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se estiver a fim de batalhas emocionantes e inteligentes, um ótimo elenco de personagens e uma das corridas mais bizarras do universo, então JoJo's Bizarre Adventure - Steel Ball Run é para você. E não importa se você for um leitor experiente da saga de JoJo ou um novato total, porque todos podem participar da competição!</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/03/porque-ler-steel-ball-run.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCb3_JyVVmy3GrKqkMDFCnP0T1oLGztnJcKEEsxuqWumwgZuLLZW7F8dPVrqRV9ddMS80_PS986UELFEUL0xGcSnmXhyx_-zcXkWXaxilOj4CUvtTiDi6QcERqm_EiqziGHaIVZANKCczI/s72-c/jojo%2527s_steel_ball_run.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-1908360124930990369</guid><pubDate>Thu, 31 Jan 2013 10:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-31T08:57:51.156-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Diogo Coimbra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Games</category><title>Conheça o livro que conta a história completa de Hyrule, reino de Zelda</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjw0OROJahRRhs0yhFIYcJoaSgYZg0wKdr2Awr_Q-eBtLEcer2jHoct5PnrzFWQbCeLFUzta_X0W2oGX4djme7mGpumsb32BXMvZEjzJg05ti6ivy9_gtcJ8C-BVhJzWHKYjfQ4ioAfDXoh/s1600/hyrule+historia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjw0OROJahRRhs0yhFIYcJoaSgYZg0wKdr2Awr_Q-eBtLEcer2jHoct5PnrzFWQbCeLFUzta_X0W2oGX4djme7mGpumsb32BXMvZEjzJg05ti6ivy9_gtcJ8C-BVhJzWHKYjfQ4ioAfDXoh/s1600/hyrule+historia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;The Legend of Zelda: Hyrule Historia&lt;/b&gt; é um livro que conta toda a história de Hyrule, o reino da franquia. Com 274 páginas, o livro criado pela Nintendo traz além da história artes gráficas inéditas, uma história em quadrinhos, uma introdução escrita pelo próprio &lt;b&gt;Shigeru Miyamoto&lt;/b&gt; e a cronologia oficial da série, coisa que vem quebrando a cabeça dos fãs a um bom tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ainda não está a venda no Brasil e nem há uma data para isso, quem estiver interessado em adquiri-lo terá que importar. Nos EUA o livro custa $21,00, algo em volta de R$41,00 mais o frete.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato que tem chamado a atenção de todos é que Hyrule Historia se tornou um best seller. Com 94 dias na lista dos 100 mais vendidos da Amazon, ele alcançou patamares maiores e chegou ao primeiríssimo lugar! Imagina o que isso significa em tempos das Crônicas de gelo e fogo ou da saga Crepúsculo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para nós fãs brasileiros, agora é esperar para conhecer melhor esta obra.</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/01/conheca-o-livro-que-conta-historia.html</link><author>noreply@blogger.com (Zoo)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjw0OROJahRRhs0yhFIYcJoaSgYZg0wKdr2Awr_Q-eBtLEcer2jHoct5PnrzFWQbCeLFUzta_X0W2oGX4djme7mGpumsb32BXMvZEjzJg05ti6ivy9_gtcJ8C-BVhJzWHKYjfQ4ioAfDXoh/s72-c/hyrule+historia.jpg" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-4857733920835178837</guid><pubDate>Fri, 25 Jan 2013 00:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-24T22:57:36.800-02:00</atom:updated><title>J.J. Abrams confirmado como diretor do episódo 7 da franquia Star Wars.</title><description>J.J Abrams confirma que irá dirigir Star Wars episódio 7, depois de ter dito que não aceitaria o convite por causa do conflito de produções com "Star Trek", franquia que Abrams dirigiu em duas ocasiões, uma em 2009 e um novo longa que será lançado este ano.
Segundo o 'The Wrap', o diretor foi contratado pela Disney e Lucasfilm para comandar o novo longa que tem estréia prevista para 2015. A agência que representa Abrams também confirmou a participação do diretor.

Especula-se que o diretor tenha sido indicado por ninguém menos que Steven Spilberg, que produziu "Super 8", filme dirigido por Abrams.

A Disney pretende lançar um episódio novo a cada 2 ou 3 anos. “Star Wars 7” terá o roteiro do elogiado Michael Arndt (“Pequena Miss Sunshine” e “Toy Story 3“). Lawrence Kasdan (roteirista de “Star Wars V – O Império Contra-Ataca” e “Star Wars VI – O Retorno de Jedi”) e Simon Kinberg (roteirsta de “Sherlock Holmes”) serão os produtores responsáveis pela trilogia.

&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIdfYgu8EjtKpd362DpD3kdC8naAsRYnCawFhpe5kXzrKvRuRPsYoCsvu4ijw-I4X0oO9iE-TdQiASQq2QjgTta3VVt3-1c_q65AS1j-MorfZdnVu9CTHIJIIXAO-pUQnKHRiTANipvvM/s1600/LCH5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="280" width="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIdfYgu8EjtKpd362DpD3kdC8naAsRYnCawFhpe5kXzrKvRuRPsYoCsvu4ijw-I4X0oO9iE-TdQiASQq2QjgTta3VVt3-1c_q65AS1j-MorfZdnVu9CTHIJIIXAO-pUQnKHRiTANipvvM/s400/LCH5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;

</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/01/jj-abrams-confirmado-como-diretor-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIdfYgu8EjtKpd362DpD3kdC8naAsRYnCawFhpe5kXzrKvRuRPsYoCsvu4ijw-I4X0oO9iE-TdQiASQq2QjgTta3VVt3-1c_q65AS1j-MorfZdnVu9CTHIJIIXAO-pUQnKHRiTANipvvM/s72-c/LCH5.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-377524960659228468</guid><pubDate>Tue, 22 Jan 2013 21:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-22T19:51:48.951-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Porque ler</category><title>Joseph Murphy e o Novo Pensamento</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHN99O9J41qy34r2KsfRq7puJNH9s38uTp4xMke0dbqzNo21F1nZKkcmhY5VgEBUHkyqctzbslpwh6eQhYJD2e6OQr42fjY1vhUtpPF42hBxe1VekP_emd2c-l4j31OpFtf1gH-kwpw6m8/s1600/O+Poder+do+Subconsciente+-+Joseph+Murphy.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHN99O9J41qy34r2KsfRq7puJNH9s38uTp4xMke0dbqzNo21F1nZKkcmhY5VgEBUHkyqctzbslpwh6eQhYJD2e6OQr42fjY1vhUtpPF42hBxe1VekP_emd2c-l4j31OpFtf1gH-kwpw6m8/s1600/O+Poder+do+Subconsciente+-+Joseph+Murphy.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Hoje vou falar um pouco sobre uma das principais obras de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Murphy" target="_blank"&gt;Joseph Murphy&lt;/a&gt;, "O Poder do Subconsciente". Além de uma análise literária
propriamente dita, gostaria de fazer alguns comentários pertinentes acerca do
conteúdo do livro e do Movimento Novo Pensamento de forma geral, porque acho
que é uma discussão que vale a pena ser levantada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Em "O Poder
do Subconsciente", publicado originalmente em 1963, Joseph Murphy
sintetiza seus postulados, experiências e conselhos envolvendo a influência da
mente no mundo material. Mais especificamente, a parte da mente sobre a qual
não temos controle direto: o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Subconsci%C3%AAncia" target="_blank"&gt;subconsciente&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O autor começa
expondo ideias da psicologia e psiquiatria sobre o cérebro humano, buscando embasá-las com fatos empíricos constatados por pesquisadores. Ao
fazê-lo, ele mostra de que forma o subconsciente está diretamente ligado a
fatores fisiológicos, possuindo portanto um enorme poder sobre o corpo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Extrapolando esses
conceitos, Murphy conclui que o subconsciente opera por mecanismos
desconhecidos e de poderes ilimitados, capaz de transformar qualquer coisa em
realidade. Logo, ter domínio sobre seu subconsciente, através de técnicas de sugestão, significa ter domínio
sobre seu destino, e esse é o fundamento básico do resto da obra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A partir de tudo
isso, são expostos vários casos, relatos e sugestões relacionados a diversos
aspectos da vida: dinheiro, sucesso, medo, vício, vida matrimonial etc. Isso
permite que o leitor não precise ler tudo, podendo convenientemente selecionar
o tópico que mais lhe interessa e tentar aplicar os ensinamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Como livro de
autoajuda/motivacional, "O Poder do Subconsciente" é razoável, sem
fugir dos padrões do gênero: formula um princípio e passa o resto das páginas
explicando tudo a partir dele ou fazendo reformulações. Aqui, o
princípio é basicamente a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_Atra%C3%A7%C3%A3o" target="_blank"&gt;lei da atração&lt;/a&gt;: pense coisas boas e coisas boas
virão, pense coisas más e coisas más virão. Certamente algo útil para se levar
durante a vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Claro, sempre tem alguns "poréns".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Uma ideia bastante
persistente ao longo de toda a obra e do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_Novo_Pensamento" target="_blank"&gt;Movimento Novo Pensamento&lt;/a&gt; como um todo, do
qual Murphy fazia parte, é de que se trata de algo científico, derivado da
lei da causa e efeito e perfeitamente racional. Há inclusive um trecho que
tenta explicar o que é ciência a fim de reforçar seu ponto de vista: "um corpo de conhecimentos coordenados,
organizados e sistematizados"... Será mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;De fato, essa é a
concepção comum que se tem de ciência, mas o método científico moderno exige
mais alguns requisitos. Para começar, toda teoria deve ser falseável,
isso é, devem existir formas de mostrar que ela não é válida. Por exemplo, como
falsear a teoria de que todas as flores têm 5 pétalas? Simples: encontre uma
flor com menos ou mais pétalas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Como você falseia a tal lei da atração? Você pode começar a orar
para conseguir uma mansão, mas não há garantias de quando isso vai acontecer.
Ao final de cinco anos sem nada acontecer, você pode concluir que a teoria é
falsa? Não, pois talvez ainda não seja hora de receber sua mansão. Ou então se
pode afirmar que os procedimentos não foram realizados de forma "certa", houve
influência de pensamentos negativos etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Outro ponto: reprodutibilidade de experimentos. Se uma pessoa A consegue uma mansão em duas semanas, então uma pessoa B deve
ser capaz de obter os mesmos resultados nas mesmas condições de A. Isso raramente
acontece, principalmente porque é muito difícil simular as exatas mesmas
condições da vida de uma pessoa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Aliás, é justamente para se ter controle sobre as variáveis que experimentos são feitos
em ambientes controlados, e não baseados em evidências anedóticas (o primo do
bisavô do dono do cachorro que cruzou com a cadelinha do meu irmão disse que
funcionou!).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ok, não é científico, mas isso quer dizer que toda a teoria é
errada e/ou não deve ser seguida? De maneira alguma, todo mundo é livre para
acreditar no que quiser e eu realmente acho que algumas coisas podem ser
aproveitadas. Só que o principal problema em divulgar uma ideia não científica
como científica é induzir o outro a confiar nela como uma alternativa à ciência
tradicional, o que já causou e continua causando problemas graves.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Há &lt;a href="http://www.ama-assn.org/amednews/2011/09/19/prsa0919.htm"&gt;diversos&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://childrenshealthcare.org/wp-content/uploads/2010/11/2009-01finallayout.pdf"&gt;diversos&lt;/a&gt;
e &lt;a href="http://quackwatch.haaan.com/fe.html"&gt;diversos&lt;/a&gt; relatos de negligência
relacionados a motivos espirituais e/ou pseudocientíficos, como ciência cristã
e homeopatia, principalmente por pais que se recusam a levar os
filhos a tratamentos médicos. Deve ficar claro que esse tipo de cura não
substitui consultas com profissionais da saúde&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por fim, fica aí um ótimo vídeo sobre o efeito placebo e o poder da sugestão:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/JIVCY5HfPSo?feature=player_embedded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/01/joseph-murphy-e-o-novo-pensamento.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHN99O9J41qy34r2KsfRq7puJNH9s38uTp4xMke0dbqzNo21F1nZKkcmhY5VgEBUHkyqctzbslpwh6eQhYJD2e6OQr42fjY1vhUtpPF42hBxe1VekP_emd2c-l4j31OpFtf1gH-kwpw6m8/s72-c/O+Poder+do+Subconsciente+-+Joseph+Murphy.png" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-74981899691425740</guid><pubDate>Mon, 14 Jan 2013 16:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-14T14:30:03.527-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Diogo Coimbra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Games</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Videos</category><title>Pokemon X &amp; Y: A grande promessa</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://raccoon.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Pokemon_X_Y.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="173" src="http://raccoon.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Pokemon_X_Y.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Alguns devem ter ouvido falar ou assistiram o trailer do novo projeto de Pokemon que sairá para o &lt;b&gt;Nintendo 3DS&lt;/b&gt;. Trata-se do &lt;b&gt;Pokemon X e Pokemon Y&lt;/b&gt;, jogo, que promete revolucionar a franquia. O jogo mudará a câmera, torando o jogo em terceira pessoa visto de perto como jogos do Mario e não mais de cima.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/01/08/112206_pokemonxy_01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="202" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/01/08/112206_pokemonxy_01.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O gráfico será em 3D, com polígonos bem definidos e o 3D do próprio portátil. O game abusará do poder do 3DS dentro e fora das batalhas. As batalhas por sinal estão bem mais dinâmicas dando mais realismo ao jogo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O diretor de marketing da Pokemon Company J.C.Smith disse que esta é uma evolução do game que desde seu primeiro veio evoluindo, mas que agora precisava de uma coisa diferente. Portanto este não é um reinicio da série.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sinceramente, eu creio que esta será uma das grandes promessas deste ano, o jogo deverá sair em outubro. É fácil chegar a essa conclusão já que todos os jogos da franquia venderam muito. Acho que este poderá inclusive bater o recorde de vendas, alcançando muito mais do que os fãs da franquia e os fãs da Nintendo.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Assista o Trailer:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="allowfullscreen" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/atwfjzmsPGw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curiosidade: O nome X e Y não é uma conotação aos genes ligados a reprodução e sim ao nome dos pokemons lendários. X vem do cervo azul visto no trailer, o Xerneas, e Y do dragão voador Yveltal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/01/pokemon-x-y-grande-promessa.html</link><author>noreply@blogger.com (Zoo)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/atwfjzmsPGw/default.jpg" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-8843782340078079375</guid><pubDate>Mon, 14 Jan 2013 11:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-14T09:52:38.851-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Diogo Coimbra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Magic the Gathering</category><title>Portões Violados: Nova edição de Magic</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.umbraonline.com.br/images/gatecrash.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="243" src="http://www.umbraonline.com.br/images/gatecrash.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Portões Violados&lt;/b&gt; ou no inglês &lt;b&gt;Gatecrash&lt;/b&gt; é a nova edição de &lt;b&gt;Magic the Gathering&lt;/b&gt;. Segunda edição do bloco Retorno a Ravnica, traz as cinco guildas restantes deste plano: &lt;b&gt;Orzhov, Dimir, Gruul, Boros e Simic.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Assim como na edição anterior, todas as guildas são bicolores, sendo assim: Orzhov branco e preto,&amp;nbsp; Dimir azul e preto, Gruul vermelho e verde, Boros vermelho e branco, Simic verde e azul. Também aparecem habilidades únicas de cada guilda, construindo assim estratégias diferentes para cada guilda.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/daily/arcana/1016_7etcrwopu1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/daily/arcana/1016_7etcrwopu1.jpg" width="282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Veja a seguir as habilidades de cada guilda:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Orzhov: Extorquir&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os Orzhov formam uma guilda de nobres ricos e gananciosos que prosperam as custas da devoção e às dívidas de seus seguidores. A habilidade extorquir permite que ao cojurar uma magic você pague um custo para roubar a vida de seus oponentes.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/5htsd44dbw_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/5htsd44dbw_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Toda vez que você conjurar uma mágica a habilidade extorquir é desencadeada. O controlador da carta poderá pagar uma mana branca ou preta. Caso não pague nada acontecerá. Caso pague, cada oponente perde 1 de vida e controlador da carta ganha o total de pontos de vida perdidos dessa maneira. Quando o controlador conjurar uma mágica, todas os cards com a habilidade de extorquir são desencadeados e resolvidos separadamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Dimir: Cifrar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os Dimir se escondem no submundo, vivendo em seus becos e túneis, ecoando suas palavras e mágicas por toda Ravnica. A habilidade cifrar permite usar um card exilado toda vez que a criatura que o exilou causar dano a um oponente.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/j8la39uo68_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/j8la39uo68_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Depois de invocar a mágica ou feitiço com cifrar o controlador pode exilar a carta e "anexar" a uma criatura que controle. Toda vez que essa criatura causar dano a um oponente você pode conjurar o card exilado desta maneira sem gastar seu custo de mana.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Depois de cifrar a carta a uma criatura ela permanecerá cifrada até que a mesma morra. Poderá ser cifradas mais de uma carta, portanto quando a criatura causar dano a um jogador poderá se escolher qual delas usar ou não ou usar ambas ao mesmo tempo. As cópias não podem ser cifradas, e a habilidade cifrar é a ultima coisa a ser resolvida.&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;Gruul: Impulso Sanguinário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os Gruul são um clã de guerreiros e passam toda sua vida lutando por território, saques ou por diversão. A habilidade impulso sanguinário permite descartar este card para aumentar outra criatura.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/1f2gkz8cg9_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/1f2gkz8cg9_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Impulso sanguinário permite descartar o card com esta habilidade que esteja em sua mão e pagar o custo de mana para bonificar a criatura atacante. Geralmente esta habilidade aumenta a criatura de acordo com o nível de força e habilidades da criatura com o impulso sanguinário. Por exemplo o Suíno dos Zhur-Taa é 5/4, portanto da um bônus de +5+4.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Já o Viashino da cauda armada é 3/1 e iniciativa, portanto da um bônus de +3+1 e a habilidade iniciativa para a criatura atacante.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/v092k7o543_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/v092k7o543_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Boros: Batalhão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os Boros são guerreiros organizados, que avançam em fileiras justapostas contra os vilões de Ravnica. A habilidade batalhão bonifica a criatura quando ela ataca juntamente com outras criaturas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/mshrpl53qw_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/mshrpl53qw_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando duas criaturas além da criatura com a habilidade atacam, a mesma é desencadeada caindo na pilha. Os bônus variam, como no exemplo da elite de boros é +2+2.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Simic: Evoluir&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O clã Simic lida com a vida, evoluindo suas criações e a si mesmos. A habilidade evoluir bonifica a criatura que a possui toda vez que outra mais forte entrar em jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/ptvrnuyfro_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/ptvrnuyfro_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Toda vez que uma criatura mais forte ou em ataque ou em resistência entrar em jogo, a criatura com a habilidade evoluir ganha um marcador +1+1. Quando várias criaturas entram em jogo ao mesmo tempos, a habilidade é desencadeda separadamente. Por exemplo, você coloca duas fichas de criatura 1/1 com o rapator de aerobatanas 0/1 em jogo. Como a primeira criatura possui ataque maior que o raptor, ele ganha +1+1, mas quando for desencadear a segunda o raptor terá um total de 1/2, sendo assim ele não ganharam o marcador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como na edição anterior o foco são os decks com mais de uma cor, 
portanto cartas hibridas e douradas estão presentes em grande número 
assim como a volta dos portões, cards de terreno que geram duas manas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/sktlscjx5r_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/sktlscjx5r_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Portões violados tem pré lançamento datado para os dias 26 e 27 de janeiro de 2013 e lançamento para dia 1 de feverereiro de 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Confira mais alguns cards:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/geydrm7hlb_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/geydrm7hlb_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/h3jgrtb8kb_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/h3jgrtb8kb_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/ugoh63m1ri_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/ugoh63m1ri_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/k9uaahs7dv_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/k9uaahs7dv_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/bkbf3hs2eo_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/bkbf3hs2eo_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/b1ne8elfka_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/b1ne8elfka_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/5atfjinpng_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/5atfjinpng_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/3c7ur9svcm_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/3c7ur9svcm_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/4n01133uru_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/4n01133uru_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/njcdxzejfx_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/njcdxzejfx_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/jpf5qzipuk_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/jpf5qzipuk_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/zpg0dfq8wh_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/zpg0dfq8wh_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/gpbrb0j6xt_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/gpbrb0j6xt_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/tkohp7rxit_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/tkohp7rxit_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/22s62gzi2u_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/22s62gzi2u_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/n4l84yaowd_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/n4l84yaowd_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/72iagzis13_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/72iagzis13_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/a2ivtdwluu_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/a2ivtdwluu_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/lsnhs59758_pt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.wizards.com/images/magic/tcg/products/gtc/lsnhs59758_pt.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/01/portoes-violados-nova-edicao-de-magic.html</link><author>noreply@blogger.com (Zoo)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-7405476950453623181</guid><pubDate>Wed, 09 Jan 2013 19:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-15T12:31:44.599-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Games</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Porque jogar...</category><title>Porque jogar: The Witch's House</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEglaS_3R3hV8Tlhy7YgkJFh4CjuLL6hs1NXHCUZE7frDalaAv5_VT6vp_TBCL2hS7IKFqSJsaZ9OeO1DZCOHZkwRHFW55UsVQ_eFtbJLXYz6E8b4AYEiq1qP2rLsJVBf4D_nQ-7K4YCkXnm/s1600/The_Witchs_House001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="322" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEglaS_3R3hV8Tlhy7YgkJFh4CjuLL6hs1NXHCUZE7frDalaAv5_VT6vp_TBCL2hS7IKFqSJsaZ9OeO1DZCOHZkwRHFW55UsVQ_eFtbJLXYz6E8b4AYEiq1qP2rLsJVBf4D_nQ-7K4YCkXnm/s400/The_Witchs_House001.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style="color: black;"&gt;
O que é&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
The Witch's House (Majo no ie) é um jogo de terror e puzzle 2D em um estilo muito próximo ao de Ib, &lt;a href="http://ipirados.blogspot.com/2012/09/porque-jogar-ib.html" target="_blank"&gt;que eu havia recomendado em um post anterior&lt;/a&gt;. Ele foi desenvolvido no RPG Maker VX por Fummy originalmente em japonês, mas uma versão traduzida para o inglês &lt;a href="http://vgboy.dabomstew.com/other/witchhouse.htm" target="_blank"&gt;pode ser encontrada aqui&lt;/a&gt;. Há também uma &lt;a href="http://www.hwaaa.org/majonoie.php" target="_blank"&gt;versão em português&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
O que acontece&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRfNlKYrAEMtWgZjAPTuwLNvQC_rwKcYzL6E4PFqhdg3fGGxf-a4_4EbyP5f2NRJPAOg_oW31NHXC9j670Y1LmTiGcfJsFMktgfyuZAYyvPfNL-pj1pp0eyXaPZLMvA1oiIn2pTt-cQnKT/s1600/The_Witchs_House002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="322" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRfNlKYrAEMtWgZjAPTuwLNvQC_rwKcYzL6E4PFqhdg3fGGxf-a4_4EbyP5f2NRJPAOg_oW31NHXC9j670Y1LmTiGcfJsFMktgfyuZAYyvPfNL-pj1pp0eyXaPZLMvA1oiIn2pTt-cQnKT/s400/The_Witchs_House002.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
É difícil dar muitos detalhes sobre o enredo do jogo sem soltar spoilers devido à sua narrativa peculiar: há poucas cenas ou diálogos que explicam exatamente qual é o contexto, de modo que o jogador simplesmente é arremessado no meio da trama e precisa lidar com a situação por conta própria. As únicas informações estão espalhadas em livros, diários e papéis, mais ou menos como em Amnesia: The Dark Descent.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente, você assume o papel de uma garota chamada Viola, que se vê presa em uma floresta e sua única opção é aventurar-se em uma casa macabra cujo objetivo parece ser matá-la. Ao longo de sua jornada, ela descobre segredos aterrorizantes sobre a natureza da casa e da bruxa que a possui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há dois finais distintos que dependem unicamente das suas ações durante o trecho final do jogo: o final "bom" e o final verdadeiro. Contudo, os jogadores mais exploradores encontram ainda vários detalhes e variações causadas por ações específicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
Mecânica&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgswgDtX6Nadi1hcjsKlJI2Ql3oj1JVXZ5uN-j8KrJKYeZjWOAxTAdHC3KqTQX2idSuTbonzPFpV5x48KRj23O_90tnnRoKy6j0PmRZGud2HPuSp2luPUUlNR0s1_uImQb8kGrG2Ut6VsUZ/s1600/The_Witchs_House012.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="322" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgswgDtX6Nadi1hcjsKlJI2Ql3oj1JVXZ5uN-j8KrJKYeZjWOAxTAdHC3KqTQX2idSuTbonzPFpV5x48KRj23O_90tnnRoKy6j0PmRZGud2HPuSp2luPUUlNR0s1_uImQb8kGrG2Ut6VsUZ/s400/The_Witchs_House012.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
A jogabilidade é simples: explore os locais, colete itens, resolva puzzles e esteja pronto a qualquer momento para fugir de criaturas grotescas. A única peculiaridade é que a maioria dos itens não é usada automaticamente; você deve selecioná-los pelo menu e utilizar nos locais adequados. Isso força o jogador a usar seu cérebro para identificar o item mais adequado para a situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há muito segredo nos controles, que seguem o padrão da maioria dos jogos de RPG Maker: Z, barra de espaço e Enter interagem com o cenário e NPCs; X, Esc e Numpad 0 abrem o menu; F1 muda as configurações e ALT + Enter muda para o modo full screen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
Visual&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgp4VhOs5rzjC9te5_9U2_ZKxdN6dFPkguNiMRisiWJDRz1l3gtZclogdY88iBfPTrLDyidnw2lJxCaamzPj7xb3HK64-CadQDCOJvCucxwDzMUr2VBEl49-2FsLwue7N-n0NzncS1D_szj/s1600/The_Witchs_House069.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="322" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgp4VhOs5rzjC9te5_9U2_ZKxdN6dFPkguNiMRisiWJDRz1l3gtZclogdY88iBfPTrLDyidnw2lJxCaamzPj7xb3HK64-CadQDCOJvCucxwDzMUr2VBEl49-2FsLwue7N-n0NzncS1D_szj/s400/The_Witchs_House069.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
O jogo possui um visual agradável e aproveita o maior poder de resolução do RPG Maker VX em relação ao RPG Maker 2003, usado no desenvolvimento de títulos como Ib e Yume Nikki. Em particular, a iluminação é muito boa e é ela que realmente "dá vida" aos cenários, geralmente conferindo uma atmosfera sombria aos locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar também o grau considerável de violência gráfica. Claro, não dá para ter muito realismo em um jogo de RPG Maker, mas The Witch's House apresenta ao jogador inúmeras formas de conseguir um game over, algumas das quais morbidamente criativas e inusitadas. Praticamente tudo o que existe na casa pode matar você brutalmente em um futuro próximo, desde os monstros básicos até pianos e livros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
Som&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
A trilha sonora e direção de áudio no geral são excelentes. O jogo sabe usar muito bem o silêncio para construir tensão, sem a necessidade de constantemente bombardear o jogador com ruídos. Possui músicas de fundo suaves, atmosféricas e sombrias nos momentos mais dramáticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
Pontos positivos&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgG4OA7VEJu8mJLEUOtAvGJBLzzq-F8wYBlS00uW3COPORDyGlpxZB-Gv4e6run5dE1WQxsVJrzoO2S8XL7GhzaurUPJ5OxLiOG1R5Ymwf2dM_zhLqBKGz42qjKOqxmbLYW7Jo_h4XYW_k_/s1600/The_Witchs_House008.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="257" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgG4OA7VEJu8mJLEUOtAvGJBLzzq-F8wYBlS00uW3COPORDyGlpxZB-Gv4e6run5dE1WQxsVJrzoO2S8XL7GhzaurUPJ5OxLiOG1R5Ymwf2dM_zhLqBKGz42qjKOqxmbLYW7Jo_h4XYW_k_/s320/The_Witchs_House008.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Surpreendentemente assustador, compensando a falta de gráficos realistas com iluminação adequada, armadilhas elaboradas e atenção a pequenos detalhes no cenário que causam uma sensação súbita de terror.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Puzzles interessantes o suficiente para manter o jogador envolvido, mas não a ponto de serem impossíveis.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Enredo simples, mas eficiente em contar uma estória tenebrosa, sendo as revelações do final verdadeiro chocantes e capazes de provocar um sentimento genuíno de indignação.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
Pontos negativos&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioLjWDEQxgLWakkRRRUPfgu3hiVVcTEifiVOqt1XsmJq99tVMeYNfitpLpb61_Gw8xyae6xJt6MdM1Mbl0lxXfNBP3oz66p9JXKoQUhG0hG2qgYVf2SDuKAiGUCTDIfUbFD1s8xAIveE9I/s1600/The_Witchs_House024.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="257" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioLjWDEQxgLWakkRRRUPfgu3hiVVcTEifiVOqt1XsmJq99tVMeYNfitpLpb61_Gw8xyae6xJt6MdM1Mbl0lxXfNBP3oz66p9JXKoQUhG0hG2qgYVf2SDuKAiGUCTDIfUbFD1s8xAIveE9I/s320/The_Witchs_House024.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Sinto que a quantidade de "jump scares" utilizada é excessiva, podendo ser substituídos por situações perturbadoras que realmente mexem com a mente do jogador, como em Yume Nikki.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Achei os trechos de perseguição mais irritantes do que assustadores, além de geralmente não terem nenhum propósito significativo, apenas fazer o jogador se manter agitado.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
Procurando defeitos&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Pessoalmente, acho que teria achado mais interessante se a protagonista falasse ou pelo menos mostrasse seus pensamentos ao longo do jogo, mas não apenas esse não é o foco do enredo como faz sentido considerando a conclusão do final verdadeiro.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
Notas&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
Visual_________9,3/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enredo__________8,0/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Som______________8,5/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mecânica____________9,5/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Controles______________9,5/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Replay__________________8,2/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Total______________________8,8/10&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O jogo em uma palavra...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Mórbido&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/01/porque-jogar-witchs-house.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEglaS_3R3hV8Tlhy7YgkJFh4CjuLL6hs1NXHCUZE7frDalaAv5_VT6vp_TBCL2hS7IKFqSJsaZ9OeO1DZCOHZkwRHFW55UsVQ_eFtbJLXYz6E8b4AYEiq1qP2rLsJVBf4D_nQ-7K4YCkXnm/s72-c/The_Witchs_House001.jpg" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-2994676404204701736</guid><pubDate>Fri, 04 Jan 2013 20:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-04T18:31:38.597-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Diogo Coimbra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filmes</category><title>Detona Ralph: estilo e alma de retrô em bela homenagem</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiK3I5jCtontklKQC92jKW-LJd6Jjtb6cYx8JPPG8YvQheRUiXhBTFxEpvhZesZroJm0QtIr6tD0zlStzrkbwdUz7BSnocLlSUXEDG9CXh5oN6pt3bT4y7Zq7NL5IEKasai-_XQTSczdYQ/s1600/Heroes_Brazil.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiK3I5jCtontklKQC92jKW-LJd6Jjtb6cYx8JPPG8YvQheRUiXhBTFxEpvhZesZroJm0QtIr6tD0zlStzrkbwdUz7BSnocLlSUXEDG9CXh5oN6pt3bT4y7Zq7NL5IEKasai-_XQTSczdYQ/s320/Heroes_Brazil.jpg" width="219" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Detona Ralph&lt;/b&gt; era uma promessa da &lt;b&gt;Disney Pixar&lt;/b&gt; aos fãs dos videogames e principalmente dos arcades, os bons e velhos fliperamas. Não bastasse apenas mostrar um personagem de um jogo 8-bit, ou trazer ilustres e famosos personagens de outros jogos como &lt;b&gt;Bowser&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Zangief&lt;/b&gt; e até o &lt;b&gt;Ryu&lt;/b&gt;, todo o filme é feito em uma bela história sobre a realidade dos videogames.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Camuflado a jornada de auto descobrimento do vilão Ralph, o filme mostra o processo natural dos games, do surgimento onde são amados, até anos depois (hoje em dia isso pode se dar por meses) quando são esquecidos. Ainda me pego jogando jogos antigos, os que alguns chamam de "retro"! Nem retro nem antigo... esses são clássicos, jogos que encantaram muita gente! Eu tenho um grande respeito por estes jogos, mas a garotada só quer saber de gráficos...Tem gente com PS3 que nunca foi a um bom e velho fliperama! Espero que Detona Ralph possa fazer com os outros o que fez comigo, recriar a vontade de jogar os clássicos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre o filme? Saiba que é excelente! Não vou dar spoilers, portanto vá ao cinema e se divirta! Mais para frente eu posso comentar melhor! ;)</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2013/01/detona-ralph-estilo-e-alma-de-retro-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Zoo)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiK3I5jCtontklKQC92jKW-LJd6Jjtb6cYx8JPPG8YvQheRUiXhBTFxEpvhZesZroJm0QtIr6tD0zlStzrkbwdUz7BSnocLlSUXEDG9CXh5oN6pt3bT4y7Zq7NL5IEKasai-_XQTSczdYQ/s72-c/Heroes_Brazil.jpg" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-7401749123973759178</guid><pubDate>Mon, 31 Dec 2012 00:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-30T22:13:06.088-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><title>Animes em 2012: Uma retrospectiva</title><description>2012 foi um ano cheio de acontecimentos: a descoberta de uma partícula com propriedades consistentes com as do bóson de Higgs, o furacão Sandy, a morte do Oscar Niemeyer, entre muitos outros. Mas se você está aqui, quer dizer que provavelmente está interessado no que aconteceu no mundo dos animes. O que deu certo, o que não deu, quais foram as surpresas e as bombas do ano etc., você confere tudo neste post!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style="color: black;"&gt;
Comentários preliminares&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas observações importantes a se considerar ao longo do post:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Obviamente, esta é minha opinião baseada nas séries, filmes e OVAs que assisti. Se você sente que um certo anime deveria ser mencionado, talvez eu simplesmente não tenha assistido. Dê uma olhada na lista ao final do post.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os animes aqui mencionados tiveram uma boa porção de seu desenvolvimento em 2012, então isso abrange séries que começaram em 2011 e terminaram em 2012 e séries que começaram em 2012, mas ainda não foram concluídas (desde que seja possível avaliá-las com base no que foi visto).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não vou me estender muito nas sinopses, deixando ao invés disso links para mais informações.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style="color: black;"&gt;
Underdogs&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=2443089907827680968" name="underdogs"&gt;&lt;/a&gt;Vou começar justamente pelos animes que foram ignorados por boa parte dos fãs e blogueiros de anime, mas merecem uma chance.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Thermae Romae&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiH8nBHnvG_E1lju6h_PS6nwHtsK-7h-5D-CM_NlAOswhhcuWc1rPZs6S_BgB7BGiKw2QmkEZe848kj4rqhcrjCXNG43m8h997l-u6U5cl7ZHZ6Hk3qQhyphenhyphen9Gkj6OwUb7dTwdHanzTix8A1V/s1600/thermae_romae.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiH8nBHnvG_E1lju6h_PS6nwHtsK-7h-5D-CM_NlAOswhhcuWc1rPZs6S_BgB7BGiKw2QmkEZe848kj4rqhcrjCXNG43m8h997l-u6U5cl7ZHZ6Hk3qQhyphenhyphen9Gkj6OwUb7dTwdHanzTix8A1V/s320/thermae_romae.jpg" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13856"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13856&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Um anime sobre... banhos? Isso é piada? Não, mas garanto que Thermae Romae consegue deixar um sorriso no seu rosto e ainda dar uma aula bastante inusitada sobre cultura romana antiga e japonesa através das viagens no tempo de Lucius. Thermae Romae foge quase totalmente de várias convenções com as quais estamos acostumados, com um estilo de animação bizarro, situações mais bizarras ainda e um senso de humor peculiar. Definitivamente não é para qualquer um, mas recomendo mesmo assim!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Poyopoyo Kansatsu Nikki&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMlrPs0UaGxELHej6ncIXF8wonHn000JidfK-qMz6elu6_bYDIQwqDQXZDwxk2dv9HqAw99QSk6gaeW0t1QXFLx5OniiLpMoQdhg8-NlYcORO6qvtLwLUAqRogIY8pu6OLJb6F_YSfWTZc/s1600/Poyopoyo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMlrPs0UaGxELHej6ncIXF8wonHn000JidfK-qMz6elu6_bYDIQwqDQXZDwxk2dv9HqAw99QSk6gaeW0t1QXFLx5OniiLpMoQdhg8-NlYcORO6qvtLwLUAqRogIY8pu6OLJb6F_YSfWTZc/s1600/Poyopoyo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13427"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13427&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Este é um dos melhores exemplos de como é possível pegar coisas associadas a obras medíocres e simplesmente fazê-las funcionarem. Sim, é um anime sobre um gato redondo e fofo, nada mais e nada menos. Ele consegue usar o limite de três minutos por episódio ao seu favor estabelecendo situações e piadas simples, mas efetivas, além de genuinamente provocar aquele sentimento de graça e ternura ao invés de fazer você ficar com vontade de dar um soco na tela como a maioria dos animes que tentam apelar ao moe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style="color: black;"&gt;
Hits do ano&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=2443089907827680968" name="hits"&gt;&lt;/a&gt;

Animes com uma repercussão enorme que valem a pena ser assistidos nem que seja para entender os motivos por trás do hype. Eles foram escolhidos com base na popularidade em&amp;nbsp;fóruns&amp;nbsp;e blogs, &lt;a href="http://www.mania.com/aodvb/showthread.php?p=1995840#post1995840" target="_blank"&gt;número de vendas&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.animeblade.com.br/noticias/1356002783/" target="_blank"&gt;pesquisas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Fate/Zero&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhs5PReuaChFNdwGozeN2lmBl1VePs_WPFyo6-6wrPktZ-ChKTPn2tUXLfOiKh9D_ZVVo3p0v4lc5gPYwXqsGhAivmPx2Yj1c6uh0hh_fPVzgaF2IN5WQ244KaGr5EfMYdHfHb4JNN4b7Pa/s1600/Fate_Zero_S2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhs5PReuaChFNdwGozeN2lmBl1VePs_WPFyo6-6wrPktZ-ChKTPn2tUXLfOiKh9D_ZVVo3p0v4lc5gPYwXqsGhAivmPx2Yj1c6uh0hh_fPVzgaF2IN5WQ244KaGr5EfMYdHfHb4JNN4b7Pa/s320/Fate_Zero_S2.jpg" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações (primeira temporada):&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=12376"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=12376&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações (segunda temporada):&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14122"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14122&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Fate/Zero teve sua conclusão em 2012 com a segunda temporada, e que conclusão! Embora a primeira temporada tenha pecado em alguns pontos devido à necessidade de estabelecer o enredo, a segunda aproveita bem essa base e faz com que a trama se desenrole das maneiras mais espetaculares possíveis. Fate/Zero tem tudo: bons personagens, bons diálogos, bons &lt;i&gt;plot twists&lt;/i&gt;, boas cenas de ação, boa trilha sonora e bons visuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Sword Art Online&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6q41S6DHZSY_h8hU0C7mgIdJCvCxq052MwgU96uzjuS0nKKuqXQU7hKsHhHeSusUyKP-4LkTjYNXGBtizWBk2VpC5AlR5o4X0fzJC2zPDNRsONbvoYouT43Ntitavwo2L7JixJSjoNmBL/s1600/Sword_Art_Online.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6q41S6DHZSY_h8hU0C7mgIdJCvCxq052MwgU96uzjuS0nKKuqXQU7hKsHhHeSusUyKP-4LkTjYNXGBtizWBk2VpC5AlR5o4X0fzJC2zPDNRsONbvoYouT43Ntitavwo2L7JixJSjoNmBL/s320/Sword_Art_Online.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13858"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13858&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Claro, Sword Art Online não poderia deixar de constar nesta lista. Alguns amam, outros odeiam, mas o fato é que o anime teve uma repercussão enorme acompanhado por um grande hype desde o início. Eu particularmente achei a série legalzinha; definitivamente não é uma obra-prima, principalmente pelo fraquíssimo segundo arco, mas não merece tanto ódio quanto tenho visto por aí. Considero uma boa recomendação para iniciantes em anime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Hyouka&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3GB_djJJa28XyCqhcAK_p6WSHIWF52xxUzSibVsiI62Zkupi3UT3aaeDPjasTFzZ5DknG4vAxFnemPKxHFUzUBDAbRXXtnxcO031_Ra50Li_UQvjkA66S79XFCpUAt5EQcFSQF40TN9ge/s1600/Hyouka.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3GB_djJJa28XyCqhcAK_p6WSHIWF52xxUzSibVsiI62Zkupi3UT3aaeDPjasTFzZ5DknG4vAxFnemPKxHFUzUBDAbRXXtnxcO031_Ra50Li_UQvjkA66S79XFCpUAt5EQcFSQF40TN9ge/s320/Hyouka.jpg" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13817"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13817&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Se alguém me perguntar por que Hyouka teve o sucesso que teve, eu provavelmente não vou saber responder, mesmo sendo um dos meus favoritos também. Ele tem um ritmo lento, os mistérios são na maior parte triviais e há poucos momentos de reviravolta e/ou impacto significativos para a trama. Mas tudo isso é mais do que compensado pelos personagens muito bem desenvolvidos, deduções bem elaboradas e visual espetacular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Outros destaques&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
Também podem ser destacados &lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13616" target="_blank"&gt;Kuroko no Basket&lt;/a&gt;, que conquistou uma verdadeira legião de fangirls comparável ao fandom de Prince of Tennis, e &lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13556" target="_blank"&gt;Nisemonogatari&lt;/a&gt;, que continuou com sucesso a série Monogatari de Nisio Isin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style="color: black;"&gt;
Surpresas do ano&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=2443089907827680968" name="surpresas"&gt;&lt;/a&gt;

Animes que tinham tudo para caírem no esquecimento, mas conseguiram dar a volta por cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Uchuu Kyoudai&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijZf6kmStioF7K7L9X1xogQhzu333xPvrI_3hwQTG-gMy-LlJdchV2SmE4tmNQfPO9ZU1jK1Fx9g3sVkjzWzW9z3SWOAIufflnCV0ELPM2c7CgySdGeIee2XQOB8atl5HO1jQVOnWxx7JS/s1600/Uchuu_Kyoudai.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijZf6kmStioF7K7L9X1xogQhzu333xPvrI_3hwQTG-gMy-LlJdchV2SmE4tmNQfPO9ZU1jK1Fx9g3sVkjzWzW9z3SWOAIufflnCV0ELPM2c7CgySdGeIee2XQOB8atl5HO1jQVOnWxx7JS/s320/Uchuu_Kyoudai.jpg" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações: &lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13890"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13890&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como Fate/Zero mostrou como é possível fazer um bom anime de ação e fantasia mantendo a inteligência, Uchuu Kyoudai veio para ensinar que um slice of life não depende de moe, um grupo de garotas bonitinhas ou vida escolar, e entrega um dos melhores elencos de personagens que já vi nos últimos tempos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Chihayafuru&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzXu7gAaxEJWS32a7rxIgaaWJN6h6-P_W3lzeOvGXLh6UDvR02G2___nYZAqUksuR3LHWDA7WlEEck1eexsGvks-MkzzrikYwL2FMcjJ6nzwpti_kLvuPqMNaWKcMdK7GiFdnbl3-6I4bB/s1600/Chihayafuru.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzXu7gAaxEJWS32a7rxIgaaWJN6h6-P_W3lzeOvGXLh6UDvR02G2___nYZAqUksuR3LHWDA7WlEEck1eexsGvks-MkzzrikYwL2FMcjJ6nzwpti_kLvuPqMNaWKcMdK7GiFdnbl3-6I4bB/s320/Chihayafuru.jpg" width="227" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações: &lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=12991"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=12991&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Um anime sobre uma competição que envolve memorizar cartas e tocá-las antes do adversário, junto com um triângulo amoroso extremamente clichê? Como diabos alguém consegue fazer disso algo emocionante? Não pergunte a mim, pergunte a Chihayafuru, que foi além do que todos esperavam com partidas interessantes e intensas, um romance bem elaborado, personagens carismáticos e um sentimento de "quero mais" ao final de cada episódio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Chouyaku Hyakuninisshu: Uta Koi&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnh5pzPX7-wkRzux8jmPBIjikiZuhbTdNpUZXwXW4ZZ4AYvA2L6E3VOKEZw6hm43VD6L82NyDYk8QN3KvGYydouzm-vtj3d_P5pAu44oOwG1P0jkf6x25ol385BFDh65q30-siEeX00wf6/s1600/Utakoi.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnh5pzPX7-wkRzux8jmPBIjikiZuhbTdNpUZXwXW4ZZ4AYvA2L6E3VOKEZw6hm43VD6L82NyDYk8QN3KvGYydouzm-vtj3d_P5pAu44oOwG1P0jkf6x25ol385BFDh65q30-siEeX00wf6/s320/Utakoi.jpg" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14168"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14168&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Outra série bem atípica, dotada de um estilo artístico peculiar e um senso de humor um tanto quanto bizarro às vezes, mas com uma incrível habilidade de formar uma narrativa fluida e coerente ao longo da exposição dos poemas. Uta Koi é um excelente anime histórico para os interessados em literatura japonesa ou apenas fãs de histórias românticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style="color: black;"&gt;
Melhores obras adaptadas&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=2443089907827680968" name="adaptacoes"&gt;&lt;/a&gt;

Além dos já citados Fate/Zero, Hyouka, Kuroko no Basket, Nisemonogatari, Uchuu Kyoudai, Poyopoyo Kansatsu Nikki, Chihayafuru e&amp;nbsp;Chouyaku Hyakuninisshu: Uta Koi, outros animes também tiveram bastante êxito em transportar o enredo de um mangá/light novel/visual novel para as telinhas (ou telonas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Mouretsu Pirates&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlakHq92bt7OnqY3iIviNaUbOdbcN7ZLgyX1ZI78HX4Sli6-WTH3CXoqbXPH8ZVJNWGIxTFTwQaiMH2Uwf3hdzaKpiFqtTZzLmmApVbw7j-xBLuLcMctQKIJ5gLFMh55WrOzsSuMgxm4ip/s1600/Mouretsu_Pirates.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlakHq92bt7OnqY3iIviNaUbOdbcN7ZLgyX1ZI78HX4Sli6-WTH3CXoqbXPH8ZVJNWGIxTFTwQaiMH2Uwf3hdzaKpiFqtTZzLmmApVbw7j-xBLuLcMctQKIJ5gLFMh55WrOzsSuMgxm4ip/s320/Mouretsu_Pirates.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=11399"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=11399&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Mouretsu Pirates é um prato cheio para amantes de ficção científica e slice of life, apesar de seu início lento que demora para engajar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Sakamichi no Apollon&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgraWA1VtwL0JLkN47WKZOXmrFE8NtQFZsdXITjQU6eUa7k9zKDwNnvrpOh4rSQsEykmT1tSnUOfETOFy4VJxp5HOKZTpa1lGDFDAoz8Y3Vt9FqALnSU-T83jVoG79WU_bzQ1DiZsHEgJWT/s1600/Sakamichi_no_Apollon.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgraWA1VtwL0JLkN47WKZOXmrFE8NtQFZsdXITjQU6eUa7k9zKDwNnvrpOh4rSQsEykmT1tSnUOfETOFy4VJxp5HOKZTpa1lGDFDAoz8Y3Vt9FqALnSU-T83jVoG79WU_bzQ1DiZsHEgJWT/s320/Sakamichi_no_Apollon.jpg" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações: &lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13944"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13944&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Sakamichi no Apollon é um anime tecnicamente muito bem feito, sem deixar nada a desejar em termos de animação, trilha sonora e diálogos. Apesar de não ser unanimidade, eu particularmente achei a conclusão excelente, mesmo sendo diferente da do mangá, capaz de unir todos os fios soltos em um final muito belo e adequado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
Jinrui wa Suitai Shimashita&lt;/h2&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj82qxbm2eUmRr7j2jDoKUKKq3t_N7-Laps5bd6o16DzqIWl76ycv_NDkQdkwx68Y4YRAFpbrfdofpsRc3breyzYGlPCWlbVWQW3cVYKoiGOISBbDukSOEax1w_4Al7AJbZirjAohFi12Xy/s1600/Jinrui_wa_Suitai_Shimashita.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj82qxbm2eUmRr7j2jDoKUKKq3t_N7-Laps5bd6o16DzqIWl76ycv_NDkQdkwx68Y4YRAFpbrfdofpsRc3breyzYGlPCWlbVWQW3cVYKoiGOISBbDukSOEax1w_4Al7AJbZirjAohFi12Xy/s320/Jinrui_wa_Suitai_Shimashita.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13787"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13787&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Minha comédia favorita do ano. Não se deixe enganar pelo visual colorido e temática envolvendo fadas, pois Jinrui wa Suitai Shimashita solta críticas sociais e políticas ácidas com um humor cínico e frequentemente maluco sem pensar duas vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Danshi Koukousei no Nichijou&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipii3pFduVX_w5LQno9O3RSnkQWoPgvmj66XOmD84ghnNbOoZDysY4Hqrkb8lviyK7RKZWkiIXKQaBtBHDzMlbWJJsWtaZ2t-BR6C8RtLq90AK-vNfkzS9LmywcIdW3ngTqJZYpBVSOPST/s1600/Danshi_Koukousei_no_Nichijou.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipii3pFduVX_w5LQno9O3RSnkQWoPgvmj66XOmD84ghnNbOoZDysY4Hqrkb8lviyK7RKZWkiIXKQaBtBHDzMlbWJJsWtaZ2t-BR6C8RtLq90AK-vNfkzS9LmywcIdW3ngTqJZYpBVSOPST/s1600/Danshi_Koukousei_no_Nichijou.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13743"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13743&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma reação direta à tendência de colocar garotas colegiais bonitinhas interagindo umas com as outras e chamar de "comédia", Danshi Koukousei no Nichijou tentou retomar as origens de animes de humor através de paródias, situações absurdas, interações cômicas entre personagens e um arsenal de boas piadas. Infelizmente, não foi a melhor comédia do ano devido à sua inconsistência: os primeiros episódios são hilários, mas depois fica se revezando entre episódios bons e ruins.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Berserk Ougon Jidaihen I: Haou no Tamago&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFQHFNtoJx-DydCfHgK5w-ONUF7_Omr4wjHlNeVU8qKYsa7CKChph4Ux2IRgUvFpfPHzRkrlcAbWLeNJ0ugYklN98YGjoC6b5_bJ0wI4II3OEdeVuy3s6VltjXQzEZte46wj2_AYW76HoF/s1600/Berserk_Movie_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFQHFNtoJx-DydCfHgK5w-ONUF7_Omr4wjHlNeVU8qKYsa7CKChph4Ux2IRgUvFpfPHzRkrlcAbWLeNJ0ugYklN98YGjoC6b5_bJ0wI4II3OEdeVuy3s6VltjXQzEZte46wj2_AYW76HoF/s320/Berserk_Movie_1.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=12397"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=12397&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Tirando o CG, que não agradou a maioria (mas eu particularmente não achei ruim), este primeiro filme da série de adaptações cinematográficas do excelente mangá Berserk mostrou-se um bom início à jornada do Espadachim Negro. É recomendável tanto aos fãs originais quanto aos iniciantes na franquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Natsuyuki Rendezvous&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBZMnzegFUcygJ_6tAsi5ygUPZcV5vZJT77otkurwrOovzWVspAFAlwN46v8jg_XEVCG1XdutNRABVA1URXyeKAmyKwIoo8Xy3WaKaJdeDesqke8jlgSFcOCjDSfdq0NO3XboAAMtw17xh/s1600/Natsuyuki_Rendezvous.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBZMnzegFUcygJ_6tAsi5ygUPZcV5vZJT77otkurwrOovzWVspAFAlwN46v8jg_XEVCG1XdutNRABVA1URXyeKAmyKwIoo8Xy3WaKaJdeDesqke8jlgSFcOCjDSfdq0NO3XboAAMtw17xh/s320/Natsuyuki_Rendezvous.jpg" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14198"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14198&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Natsuyuki Rendezvous ficou lado a lado com Uta Koi para a posição de melhor romance do ano, oferecendo uma abordagem madura e carregada de drama intra e interpessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Another&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPchsmX_cyZvKkwtL3ywUexw-Rj3OvoHJ3a0AVcoTjNkC_FkdbrkEJhIk3fQ1Of3HzTLy2FrGPWjIurbA1PKxu9bpcTBGg2BaNIbSTVFujn7Um8W0WfKsfwzrRuTmUtDIg5wwz5Y88hO0j/s1600/Another.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPchsmX_cyZvKkwtL3ywUexw-Rj3OvoHJ3a0AVcoTjNkC_FkdbrkEJhIk3fQ1Of3HzTLy2FrGPWjIurbA1PKxu9bpcTBGg2BaNIbSTVFujn7Um8W0WfKsfwzrRuTmUtDIg5wwz5Y88hO0j/s320/Another.jpg" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13258"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13258&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
No começo do ano, eu teria dito que Another é um anime excepcional, uma adição bem-vinda e necessária ao gênero de terror... Bem, ainda acho isso, mas com várias ressalvas. Infelizmente, acredito que Another tenha pisado na bola em seus últimos episódios devido à resolução pouco satisfatória do mistério (e, principalmente, o modo como ele foi inserido na trama) e o banho de sangue mais do que desnecessário e pouco impactante. Vale a pena dar uma chance, contudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style="color: black;"&gt;
Bombas do ano&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=2443089907827680968" name="bombas"&gt;&lt;/a&gt;

Ai, ai... o que dizer sobre estas pobres almas? Não vamos prolongar o sofrimento delas e terminar logo de expor os maiores fracassos e decepções de 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Guilty Crown&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJ1ulIU0eryuYMaKoYpYdGfxjphYMHjWaINqhm-LXIdsPKeRy1oaNcynt0xo5iMtyG7ZgEq8Ei4kDi6cqmUqIzlIizJwQ3XlaNuej8BIOxk0JwHHstrYMzgwqVWk-mwodnHgr4PQIMfNb0/s1600/Guilty_Crown.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJ1ulIU0eryuYMaKoYpYdGfxjphYMHjWaINqhm-LXIdsPKeRy1oaNcynt0xo5iMtyG7ZgEq8Ei4kDi6cqmUqIzlIizJwQ3XlaNuej8BIOxk0JwHHstrYMzgwqVWk-mwodnHgr4PQIMfNb0/s320/Guilty_Crown.jpg" width="238" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações: &lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13001"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13001&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Admito que não consegui passar do segundo ou terceiro episódio, então vou evitar expressar minha própria opinião. Contudo, não é necessário pesquisar muito para notar o sentimento geral de decepção, principalmente em frente ao hype inicial devido à reputação do bloco noitaminA, o elenco envolvido e o grande orçamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
A enxurrada de animes em Flash e/ou de 5 minutos&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
Não, eu não tenho nada contra animes só por serem produzidos em Flash e/ou serem curtos; oras, Thermae Romae foi animado em Flash e Poyopoyo Kansatsu Nikki tem 3 minutos de duração por episódio, e isso não impede que eu os considere boas séries. O problema é que essas características são ideais para projetos preguiçosos e sem inspiração, incapazes de fazer qualquer esforço para se diferenciarem uns dos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: black;"&gt;
Senki Zesshou Symphogear&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKdAp9OPddS8MgTG1uDmCM_2Dzg_38ghq3cq4AcCPLXg15wbjishaMY1PbIz2nSlj-TGbHjT_IcTFVTrIQPZ6eJYB0k899phQSrtcCJqX8I46WF-6JM4td01lU6M98aImYeyKP-c5cFKLT/s1600/Symphogear.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKdAp9OPddS8MgTG1uDmCM_2Dzg_38ghq3cq4AcCPLXg15wbjishaMY1PbIz2nSlj-TGbHjT_IcTFVTrIQPZ6eJYB0k899phQSrtcCJqX8I46WF-6JM4td01lU6M98aImYeyKP-c5cFKLT/s320/Symphogear.jpg" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Sinopse e informações:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13659"&gt;http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13659&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
Não posso dizer que foi uma decepção porque, no final das contas, Symphogear entregou exatamente o que prometeu: um anime genérico com batalhas, magia, alguma violência, tons de lesbianismo e personagens rasos. O que faz dele especialmente trágico é o fato de na verdade ter bastante potencial, inclusive entregando um ótimo primeiro episódio com promessas de oferecer uma desconstrução de si próprio: um contexto no qual a morte faz parte da realidade, e nem os mais fortes estão isentos... Mas tudo isso é ignorado nos episódios seguintes para dar espaço a uma das piores protagonistas que vi nos últimos tempos, Hibiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
Séries com potencial&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=2443089907827680968" name="potencial"&gt;&lt;/a&gt;Animes que começaram recentemente, no final de 2012, e agradaram pelo o que mostraram até agora, com possibilidades bem altas de aparecerem como destaques no ano que vem. Serei breve aqui&amp;nbsp;&lt;strike&gt;porque esta porcaria está ficando grande demais&lt;/strike&gt;, mas possivelmente farei outro post no início de 2013 com mais detalhes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14445" target="_blank"&gt;JoJo's Bizarre Adventure&lt;/a&gt;: Acho que nem preciso dizer o quanto estou empolgado para esta adaptação depois da minha &lt;a href="http://ipirados.blogspot.com/2012/11/jojos-bizarre-adventure-analise_7.html" target="_blank"&gt;análise sobre a saga de JoJo's Bizarre Adventure&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14331" target="_blank"&gt;Zetsuen no Tempest&lt;/a&gt;: Inicialmente deixei de lado por ter imaginado tratar-se de um anime genérico de batalhas com magia, mas decidi dar uma chance e encontrei um enredo fascinante, com um bom elenco de personagens e confrontos mentais intrigantes ao estilo Death Note, Mirai Nikki e outros.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14195" target="_blank"&gt;Psycho Pass&lt;/a&gt;: Urobuchi Gen... preciso dizer algo mais? Psycho Pass nos traz várias provocações a respeito da psique humana e da nossa sociedade ao pintar um futuro ao mesmo tempo utópico e distópico.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14089" target="_blank"&gt;Shinsekai Yori&lt;/a&gt;: A série tem uma trama cada vez mais complexa e sombria que provoca sensações legítimas de terror e desconforto, sendo definitivamente um candidato a melhor anime no ano que vem, após vermos seu desenrolar.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14196" target="_blank"&gt;Robotics;Notes&lt;/a&gt;: Assim como Steins;Gate, Robotics;Notes não tem pressa em contar sua estória. Até agora só vimos algumas insinuações do que virá no futuro, mas as coisas enfim estão começando a se revelar nas suas formas verdadeiras e as expectativas são altas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style="color: black;"&gt;
Menções honrosas&lt;/h1&gt;
&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=2443089907827680968" name="mencoes"&gt;&lt;/a&gt;

Não poderia encerrar o post sem ao menos mencionar algumas boas obras que infelizmente ficaram de fora das demais categorias, mas ainda assim recomendo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13993" target="_blank"&gt;Tsuritama&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14135" target="_blank"&gt;Lupin III: Mine Fujiko to Iu Onna&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13250" target="_blank"&gt;Inu x Boku SS&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=13448" target="_blank"&gt;Ano Natsu de Matteru&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;h1 style="color: black;"&gt;
Conclusão&lt;/h1&gt;
&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=2443089907827680968" name="conclusao"&gt;&lt;/a&gt;

Bem, esta foi minha retrospectiva de 2012. Dúvidas, críticas, sugestões? Deixe um comentário!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah, e aí vai a lista dos animes que considerei para este post, em nenhuma ordem em particular:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Fate/Zero (segunda temporada)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Mouretsu Pirates&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tsuritama&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;JoJo's Bizarre Adventure (Phantom Blood e um pouco de Battle Tendency)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Uchuu Kyoudai&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Zetsuen no Tempest&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Sakamichi no Apollon&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Lupin the Third: Mine Fujiko to Iu Onna&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Jinrui wa Suitai Shimashita&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Natsuyuki Rendezvous&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Chouyaku Hyakuninisshu: Uta Koi&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Hyouka&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Medaka Box (+ Medaka Box: Abnormal)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Phi Brain (+ segunda temporada)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Kuroko no Basket&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Black Rock Shooter (TV)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Thermae Romae&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Danshi Koukousei no Nichijou&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tari Tari&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Binbougami ga!&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ano Natsu de Matteru&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Another&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inu x Boku SS&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Sword Art Online&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Nisemonogatari&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Rinne no Lagrange&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Joshiraku&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ozma&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Chihayafuru&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Shinsekai Yori&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Psycho Pass&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Robotics;Notes&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Poyopoyo Kansatsu Nikki&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Senki Zesshou Symphogear&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Yuru Yuri (segunda temporada)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Recorder to Randoseru&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Code Geass: Boukoku no Akito 1 - Yokuryuu wa Maiorita&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Berserk Ougon Jidaihen I: Haou no Tamago&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2012/12/animes-em-2012-uma-retrospectiva.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiH8nBHnvG_E1lju6h_PS6nwHtsK-7h-5D-CM_NlAOswhhcuWc1rPZs6S_BgB7BGiKw2QmkEZe848kj4rqhcrjCXNG43m8h997l-u6U5cl7ZHZ6Hk3qQhyphenhyphen9Gkj6OwUb7dTwdHanzTix8A1V/s72-c/thermae_romae.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-6251129970856196372</guid><pubDate>Tue, 25 Dec 2012 01:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-24T23:53:33.676-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filmes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><title>Trilogia Zeitgeist</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlfUjGxPS5_F6tg3Flm248QDiUSWt1JE3SjCTvRp1mCdvQMqXseZp8bX3igWkwKFbmuLmXV-9Qke-46_Ett8zld8WawM4pSuGEf4xECEK-udyI8KrHnUPka2QBRrY5gaGAHVWUfb8WQ0J2/s1600/Zeitgeist.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlfUjGxPS5_F6tg3Flm248QDiUSWt1JE3SjCTvRp1mCdvQMqXseZp8bX3igWkwKFbmuLmXV-9Qke-46_Ett8zld8WawM4pSuGEf4xECEK-udyI8KrHnUPka2QBRrY5gaGAHVWUfb8WQ0J2/s1600/Zeitgeist.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
A trilogia de documentários Zeitgeist se tornou um fenômeno no YouTube, atualmente com mais de 23 milhões de visualizações no total, e levou seu criador a fundar a organização The Zeitgeist Movement propagando algumas das ideias mostradas nos documentários. Confira neste post se vale a pena assistir a trilogia e algumas ponderações minhas a respeito das ideias nela expostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color:black"&gt;
Zeitgeist: The Movie&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro filme da trilogia foi lançado em 2007 e produzido praticamente por uma equipe de um homem só, Peter Joseph, com um orçamento modesto. Você pode conferir uma versão com legendas em português aqui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/rYOSOgJHGUo?feature=player_embedded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de tudo, a qualidade técnica do documentário é de bom nível, o suficiente para passar a mensagem sem parecer amador ou pretensioso demais. Ele vem até com &lt;a href="http://www.zeitgeistmovie.com/Zeitgeist,%20The%20Movie-%20Companion%20Guide%20PDF.pdf" target="_blank"&gt;um guia em PDF&lt;/a&gt; mostrando todo o trabalho de pesquisa realizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O documentário é dividido em três partes bem delimitadas. A primeira parte ataca o cristianismo e suas origens, mostrando vínculos entre elementos cristãos e elementos mitológicos antigos. Sendo assim, conclui que religiões são apenas fabricações humanas e não devem ser tidas como a verdade suprema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda parte, vemos algumas teorias comuns relacionadas aos ataques terroristas em 11 de setembro nos Estados Unidos: o governo teria planejado ou ao menos permitido que os eventos ocorressem, utilizando o mote de guerra ao terrorismo para incitar medo na população e mantê-la sob controle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira e última parte foca nas questões políticas, sobretudo nas decisões tomadas nos "bastidores do poder" e grandemente influenciadas por grandes banqueiros e empresários. São tidos como exemplos incidentes como o afundamento do RMS Lusitania, que aparentemente deveria ter sido previsto, e o ataque a Pearl Harbor, incitado pelo então presidente&amp;nbsp;Franklin D. Roosevelt.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Particularmente, acho este documentário em grande parte dispensável. É basicamente uma compilação de teorias de conspiração que você encontra por aí na internet, sem acrescentar nada de muito útil. A intenção até pode ser boa, de incitar as pessoas contra as injustiças no mundo, mas não acho que os fins justifiquem os meios a tal ponto que você possa distorcer os fatos e coletar apenas evidências convenientes para comprovar sua tese.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De toda forma, Peter Joseph admitiu que este primeiro filme é totalmente desvinculado da proposta do The Zeitgeist Movement, ao contrário dos próximos dois, então também vou ignorar e fingir que nunca aconteceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color:black"&gt;
Zeitgeist: Addendum&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
Em Zeitgeist: Addendum (2008), Peter Joseph decide avançar além das teorias de conspiração para realizar um processo de problematização propriamente dito, expondo os principais males da sociedade atual e começando a propor algumas soluções. O filme está disponível na íntegra, com opção de legendas em português, aqui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/EewGMBOB4Gg?feature=player_embedded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
O filme começa fazendo uma análise e ao mesmo tempo crítica ao sistema monetário dos Estados Unidos - que é basicamente o mesmo da maioria dos países. Ele demonstra, usando um livro distribuído pelo próprio banco central, que o sistema bancário de reservas fracionárias e as políticas monetárias em geral exigem a perpetuação de um ciclo de dívidas que nunca poderão ser pagas e como isso resulta em juros e inflação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda parte, o filme se volta um pouco às suas origens de conspiração e entrevista John Perkins, autor do livro "Confissões de um Assassino Econômico". Ele revela como teria supostamente ajudado companhias a subjugar diversos países, contando com a ajuda do governo. Tudo isso seria muito bom, se Perkins fosse uma fonte confiável e não uma contestada por diversos autores e economistas, tornando seu testemunho bem pouco provável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira parte retoma as preocupações manifestadas na primeira parte e expõe uma alternativa: o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Venus" target="_blank"&gt;Projeto Venus&lt;/a&gt;, de Jacques Fresco. Ele propõe uma economia baseada em recursos, focada na produção e distribuição eficiente de recursos por agentes automatizados. De acordo com Fresco, a questão da distribuição de recursos é o principal modo de garantir uma sociedade próspera e não pode ser resolvida com o capitalismo nem política; trata-se de algo puramente técnico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por último, resta uma mensagem de mudança através de boicote e educação. O mundo não quer se voltar ao futuro porque seus habitantes continuam na ignorância, mantida por instituições políticas, monetárias e religiosas, e apenas uma revolução social radical pode alterar esse quadro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de o documentário não estar livre de teorias de conspiração que não ajudam em nada, desta vez há críticas reais e bastante pertinentes ao mundo em que vivemos, principalmente os aspectos econômicos. A primeira parte, aliás, é uma aula muito bem-vinda de como funcionam os bancos centrais e recomendo a qualquer um.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A falta de uma discussão real sobre a solução apresentada, o Projeto Venus, pode ser decepcionante, mas é explorada com mais detalhes no próximo filme da trilogia. Em Addendum, tem-se basicamente uma propaganda do movimento, sem dizer efetivamente como implementá-la e quais são seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color:black"&gt;
Zeitgeist: Moving Forward&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
A trilogia finaliza-se com Zeitgeist: Moving Forward, lançado em 2011 e destinado a consolidar as ideias apresentadas em Addendum, reforçando principalmente as soluções. Novamente, você pode conferir o documentário com legendas no YouTube:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/4Z9WVZddH9w?feature=player_embedded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Zeitgeist: Moving Forward começa com uma verdadeira aula de biologia, a fim de demonstrar que o homem é um produto direto da sociedade em que vive. Diversos especialistas afirmam que, embora os genes tenham um papel importante na pré-disposição do indivíduo a certas condições, é o ambiente que dita se essas condições serão cumpridas ou não. Em suma, uma sociedade doente gera indivíduos doentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesse gancho que a segunda parte retoma as críticas ao modelo econômico vigente, aumentando as críticas ao sistema monetário e expandindo-as ao mercado financeiro. Desta vez, o documentário não poupa críticas a ninguém, indo desde as teorias de John Locke e Adam Smith até economistas modernos das escolas de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_de_Chicago_(economia)" target="_blank"&gt;Chicago&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(sobretudo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Milton_Friedman" target="_blank"&gt;Milton Friedman&lt;/a&gt;) e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Austr%C3%ADaca" target="_blank"&gt;Austríaca&lt;/a&gt;, defensores do livre mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira parte volta à ideia de economia baseada em recursos, mas vai além e propõe métodos de implementá-la. O documentário propõe como podemos começar do zero a partir da metodologia científica, distribuindo e produzindo recursos da maneira mais eficiente possível através de mecanismos de rastreamento, transporte, localização etc. Ele também mostra que tecnologias serão úteis e quais serão as melhores formas de produzir energia, destacando principalmente a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_geot%C3%A9rmica" target="_blank"&gt;energia geotérmica&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conclusão mostra como a situação atual é insustentável e precisa de sérias intervenções para assegurar o progresso e prosperidade da civilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você estiver disposto a assistir apenas um dos documentários, então que seja Zeitgeist: Moving Forward. Ele representa o nível mais alto de sofisticação das ideias expostas na trilogia, contando com bases razoáveis de argumentação, presença de vários especialistas, discussões sérias a respeito da nossa sociedade e propostas de soluções, além de estar praticamente livre de conspirações malucas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há alguns furos consideráveis no modelo de economia proposto, principalmente no que diz respeito à distribuição, mas ao menos o documentário consegue expor o suficiente para abrir espaço ao debate. O mesmo não pode ser dito, infelizmente, das críticas a outras escolas de pensamento econômico: retrata defensores de mercado como não sendo "economistas de verdade" e chega a acusar Friedman de não se importar com o bem-estar social, ignorando totalmente todo e qualquer benefício do livre mercado e mostrando-se fechado a diálogos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Particularmente, não vejo os defeitos expostos como negativos, pois provocam mais discussão e análises mais profundas sobre o que realmente queremos para o futuro. Uma coisa é certa, contudo: "This shit's got to go". Simplesmente há muita coisa errada para ignorarmos e continuarmos vivendo como se nada de mal fosse acontecer conosco. Nesse sentido, aplaudo a iniciativa de Peter Joseph na trilogia Zeitgeist, e esse é o principal sentimento que deve ser considerado.</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2012/12/trilogia-zeitgeist.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlfUjGxPS5_F6tg3Flm248QDiUSWt1JE3SjCTvRp1mCdvQMqXseZp8bX3igWkwKFbmuLmXV-9Qke-46_Ett8zld8WawM4pSuGEf4xECEK-udyI8KrHnUPka2QBRrY5gaGAHVWUfb8WQ0J2/s72-c/Zeitgeist.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-2858198690313640726</guid><pubDate>Sun, 16 Dec 2012 17:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-16T15:10:22.719-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriel Merêncio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mangá</category><title>JoJo's Bizarre Adventure: Análise completa (2)</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEix-BQJyZbV0ZgK149f1U06qvp-VDwx4TlXYQSefXn30o9LiNwmPhqco7L31Q-QeatW0WkgW9bHFvcblJmfK4oZj6_oEpF9a8q36ua4k14bZ-sA2tr3Eue9ybsuUyRfVJ09rLjT5uQawDi2/s1600/Jojologo.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="JoJo's Bizarre Adventure" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEix-BQJyZbV0ZgK149f1U06qvp-VDwx4TlXYQSefXn30o9LiNwmPhqco7L31Q-QeatW0WkgW9bHFvcblJmfK4oZj6_oEpF9a8q36ua4k14bZ-sA2tr3Eue9ybsuUyRfVJ09rLjT5uQawDi2/s1600/Jojologo.png" title="JoJo's Bizarre Adventure" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Dando &lt;a href="http://ipirados.blogspot.com/2012/11/jojos-bizarre-adventure-analise_7.html" target="_blank"&gt;continuidade à análise de JoJo's Bizarre Adventure&lt;/a&gt;, vamos agora dar uma olhada mais profunda em cada um dos arcos da saga, sempre evitando ao máximo spoilers. Serve também como um guia para o caso de você estar em dúvida sobre qual arco ler.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;
Uma saga, várias facetas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Phantom Blood - A aventura começa&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDq7K6pzjagiQ9xOKLCKeik9TkQyz4jREgrj0v_i1SsQoDRxFVYGp6JfcKfrZOOnTaVfAY-kHZ4nnAEwwQ1X8E9DwkLobvpKKL14Jm8nxPiCjS7jOt83_rBojH173-BSKR4hbccKAUJMyB/s1600/jojo's_panthom_blood.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Dio Brando e Jonathan Joestar em Phantom Blood" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDq7K6pzjagiQ9xOKLCKeik9TkQyz4jREgrj0v_i1SsQoDRxFVYGp6JfcKfrZOOnTaVfAY-kHZ4nnAEwwQ1X8E9DwkLobvpKKL14Jm8nxPiCjS7jOt83_rBojH173-BSKR4hbccKAUJMyB/s320/jojo's_panthom_blood.jpg" title="Parte 1 - Phantom Blood" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
O ano é 1880. O nobre inglês George Joestar sofre um terrível acidente no qual perde a esposa e acredita ter sido salvo por Dario Brando, que na verdade desejava apenas pilhar os cadáveres. Anos mais tarde, Dario está à beira da morte e manda seu filho Dio para viver junto dos Joestar, passando a ser criado ao lado do filho de George, Jonathan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não demora muito até Dio começar a fazer da vida de Jonathan um inferno, almejando a riqueza dos Joestar a todo custo. Os anos passam, mas a obsessão de Dio apenas cresce, a tal ponto que ele obtém um artefato pesquisado por Jonathan, a Máscara da Pedra, e a utiliza para transcender a humanidade e tornar-se um vampiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após um massacre na mansão Joestar causado por Dio, resultando na morte de George, Jonathan decide derrotar o monstro de uma vez por todas. Ele conhece um homem chamado Zepelli, que também está em uma jornada para deter os vampiros, e para isso precisa do poder do Hamon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Battle Tendency - A batalha continua&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfUEK2lqyyJK4m0GwuElx9fYynwG-Obc_d-fRhbLH3hC6jNOaDlCfMxnFI4eLiPUTG7SBO8QvxdqoEQHzR0rXJVlDnPOZYxzGCO9iVE4lb4a_XHdUdEnL8K8vth2_sOz-gUq1CLwofxNSd/s1600/jojo's_battle_tendency.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Joseph Joestar e os &amp;quot;homens do pilar&amp;quot;" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfUEK2lqyyJK4m0GwuElx9fYynwG-Obc_d-fRhbLH3hC6jNOaDlCfMxnFI4eLiPUTG7SBO8QvxdqoEQHzR0rXJVlDnPOZYxzGCO9iVE4lb4a_XHdUdEnL8K8vth2_sOz-gUq1CLwofxNSd/s320/jojo's_battle_tendency.jpg" title="Parte 2 - Battle Tendency" width="210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
A parte 2 de JoJo segue as aventuras de Joseph Joestar, neto de Jonathan. Justo quando parece que a ameaça dos vampiros desapareceu por completo, eis que os criadores da Máscara de Pedra ressurgem de seu sono milenar para reclamar sua supremacia sobre os humanos. Joseph deve agora seguir os passos do avô e dominar o caminho do Hamon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Stardust Crusaders - Surgem os Stands&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhHid_PP1CNZ9YE9mCHrQyEXfuR-LJ08vvdAmweXTrIacA6TwTumTJAK8CyE_EYFM1CZsiRPzT62VVXDWmq7ovksZIP95CDRQixMDmJlgMPajwNHofJ6Uhislf8MoXYYGa_tiig4sK3ucs/s1600/jojo's_stardust_crusaders.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Jotaro e sua turma contra Dio" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhHid_PP1CNZ9YE9mCHrQyEXfuR-LJ08vvdAmweXTrIacA6TwTumTJAK8CyE_EYFM1CZsiRPzT62VVXDWmq7ovksZIP95CDRQixMDmJlgMPajwNHofJ6Uhislf8MoXYYGa_tiig4sK3ucs/s320/jojo's_stardust_crusaders.jpg" title="Parte 3 - Stardust Crusaders" width="204" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
A ameaça continua! Após 100 anos de repouso, Dio ressurge e manifesta um assustador novo poder: os Stands. Uma série de acontecimentos estranhos passa a ocorrer no mundo inteiro devido a isso, e a Terra está sob a ameaça da dominação de Dio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro, onde há Dio, há Joestar. Jotaro Kujo é o neto japonês de Joseph e passa a perseguir Dio devido ao fato de sua mãe estar manifestando um Stand e não conseguir contê-lo, drenando sua vida. Apenas derrotando Dio ele poderá salvá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior parte da trama se passa durante a viagem de Jotaro e seus companheiros até Cairo, no Egito, passando por diversas regiões do Oriente Médio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Diamond is Unbreakable - Stands e mais Stands&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbHPQZIqrCZHjyRn_E7s2QEGoBXo88AwLGwHQ2sRmcKyn4yzBB-DbDSkXnWn1qjhDFreJB61H18swxVDEfPlYcPj8N5JCcluIy3g3-ZPvkspazdOUi1tu4kIlaNb1lzeDXKmI-EJCBzPAX/s1600/jojo's_diamond_is_unbreakable.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Josuke Higashikata" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbHPQZIqrCZHjyRn_E7s2QEGoBXo88AwLGwHQ2sRmcKyn4yzBB-DbDSkXnWn1qjhDFreJB61H18swxVDEfPlYcPj8N5JCcluIy3g3-ZPvkspazdOUi1tu4kIlaNb1lzeDXKmI-EJCBzPAX/s320/jojo's_diamond_is_unbreakable.jpg" title="Parte 4 - Diamond is Unbreakable" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Morioh é uma pequena cidade japonesa, daquelas em que nada acontece e todos vivem na mais tranquila paz. Mas a cidade esconde um herdeiro dos Joestar: Josuke Higashikata, filho ilegítimo de Joseph. E onde há Joestar, certamente há problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Josuke precisa lidar com o recente surto de usuários de Stands na cidade provocado pelo Arco-e-Flecha, um artefato utilizado por Dio para gerar usuários de Stand. Ao mesmo tempo, um perigoso assassino em série está à solta...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Vento Aureo - Bongiorno!&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkDeUQTM2PRay8PfgY15dkb5WHn656TyZdTjtD1cgl1OS59nph6V7lsbl1dMbN_EkyVQRvhywd1Hh8vbOscxQi_gIkEu-G5tgSzS33nSlv6Eutb6xjlQlyHgPHe2bVcDE-fpAkog_OqzjP/s1600/jojo's_vento_aureo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Giorno Giovanna em Vento Aureo" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkDeUQTM2PRay8PfgY15dkb5WHn656TyZdTjtD1cgl1OS59nph6V7lsbl1dMbN_EkyVQRvhywd1Hh8vbOscxQi_gIkEu-G5tgSzS33nSlv6Eutb6xjlQlyHgPHe2bVcDE-fpAkog_OqzjP/s320/jojo's_vento_aureo.jpg" title="Parte 5 - Vento Aureo" width="208" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Nem mesmo o mais maligno dos vilões resiste aos charmes femininos, e Dio não é uma exceção. Em algum momento depois de seu despertar, ele tem um filho com uma mulher japonesa que eventualmente muda-se para a Itália. Eis que surge Giorno Giovanna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Giorno é um jovem rapaz com um "simples" sonho: dominar a máfia local para poder proteger seu território e as pessoas que nele residem. Claro que, durante o caminho, ele terá que se virar para lidar com usuários de Stand e outras maluquices.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Stone Ocean - Tal pai, tal filha?&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjd01sTxd0pP26z4G8_f-JXtsBaQpmCflp2U_3JITMwf_g128C6NbeRwbmr5y1t6UWWXsyHH1qpZs4JNN_OyX3ejMjhFU7-9wxUMPDtGm30NfoMZ3s-iU9bhJKaShMA56dHB2zFft9t4kNC/s1600/jojo's_stone_ocean.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Jolyne Kujo em Stone Ocean" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjd01sTxd0pP26z4G8_f-JXtsBaQpmCflp2U_3JITMwf_g128C6NbeRwbmr5y1t6UWWXsyHH1qpZs4JNN_OyX3ejMjhFU7-9wxUMPDtGm30NfoMZ3s-iU9bhJKaShMA56dHB2zFft9t4kNC/s320/jojo's_stone_ocean.jpg" title="Parte 6 - Stone Ocean" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Tudo começa em uma prisão de segurança máxima na Califórnia, E.U.A., após a condenação de uma garota por assassinato. Quem seria ela? Ninguém menos do que Jolyne Kujo, filha de Jotaro. Acusada por um crime que não cometeu, mal ela sabe que na verdade está envolvida em uma grande intriga relacionada a Dio Brando (sim, o sujeito consegue causar dores de cabeça até depois da morte...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que parecia ser apenas uma fuga de cadeia toma rumos mais complicados quando Jotaro é atacado pelo inimigo e perde tanto suas memórias quanto seu Stand, cabendo agora a Jolyne a tarefa de encontrar o responsável por tudo e retornar o pai ao seu estado normal antes que seja tarde demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Steel Ball Run - Reset&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCb3_JyVVmy3GrKqkMDFCnP0T1oLGztnJcKEEsxuqWumwgZuLLZW7F8dPVrqRV9ddMS80_PS986UELFEUL0xGcSnmXhyx_-zcXkWXaxilOj4CUvtTiDi6QcERqm_EiqziGHaIVZANKCczI/s1600/jojo's_steel_ball_run.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Johny Joestar, Lucy Steel, Funny Valentine e Gyro Zeppeli" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCb3_JyVVmy3GrKqkMDFCnP0T1oLGztnJcKEEsxuqWumwgZuLLZW7F8dPVrqRV9ddMS80_PS986UELFEUL0xGcSnmXhyx_-zcXkWXaxilOj4CUvtTiDi6QcERqm_EiqziGHaIVZANKCczI/s320/jojo's_steel_ball_run.jpg" title="Parte 7 - Steel Ball Run" width="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Passando-se em uma linha de tempo alternativa à dos arcos anteriores, Steel Ball Run regressa até 1890, nos E.U.A., onde será disputada uma corrida lendária com um prêmio de 50 milhões de dólares&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Johny Joestar é um jovem ex-jóquei que perdeu a capacidade de andar após um certo incidente, e com ela foi-se sua carreira promissora e toda a glória que havia conquistado. Ele encontra um homem misterioso chamado Gyro Zeppeli, que utiliza uma estranha habilidade chamada "Spin" (algo como um equivalente do Hamon) através de suas esferas de metal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Johny acredita que o poder de Gyro pode ser capaz de fazê-lo andar novamente, e para tal ingressa na corrida e passa a acompanhá-lo. O que os dois não esperam, contudo, é que há interesses muito maiores por trás da corrida do que apenas 50 milhões de dólares...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Jojolion - O herói sem nome&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6zVkGGaLvvUEuUCgkocYIHHgjVH7XBCFNw1pVxK58dHlDU-Ycvia6hyphenhyphend5LrGTvwalcDav_WLXnvKB_jH831xI4qIf2soZC0QozwI-QDasuz-CS75blPVvHSNCqJPRsQPYThPw-JICfuCM/s1600/jojo's_jojolion.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Josuke Higashikata e Yasuho Hirose" border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6zVkGGaLvvUEuUCgkocYIHHgjVH7XBCFNw1pVxK58dHlDU-Ycvia6hyphenhyphend5LrGTvwalcDav_WLXnvKB_jH831xI4qIf2soZC0QozwI-QDasuz-CS75blPVvHSNCqJPRsQPYThPw-JICfuCM/s320/jojo's_jojolion.jpg" title="Parte 8 - Jojolion" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Prosseguindo na mesma linha de tempo de Steel Ball Run, Jojolion segue a jornada de Josuke&amp;nbsp;Higashikata, que, claro, não é o mesmo Josuke de Diamond is Unbreakable. Ele é encontrado nu e sem memória alguma por Yasuho Hirose na cidade de Morioh, recebendo o nome de Josuke da garota.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Josuke é adotado pela família Higashikata, mas logo percebe que seus problemas apenas começaram. Quem é ele? Quais são os mistérios cercando Morioh? Que tipos de ameaças ele deve enfrentar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;
O que ler?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uma gama tão vasta de arcos e, contudo, tão pouco tempo disponível, uma questão bastante pertinente é: por onde começar? Por sorte, JoJo tem um diferencial bastante interessante que é oferecer a possibilidade de experimentar apenas uma certa porção da obra sem que isso prejudique muito a experiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De toda forma, se quiser entender bem a trama, recomendo ler pelo menos as partes 1 e 3: esta por introduzir o importante e característico conceito de Stand e aquela por fornecer uma base para o resto, incluindo todo o histórico do vilão mais marcante da saga, Dio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo isso em mente, vão aí algumas sugestões baseadas na preferência do leitor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Quero algo oldschool!&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como JoJo precisa ficar se reinventando a cada novo capítulo das aventuras dos Joestar, ele acabou perdendo um pouco da vibe oldschool característica das décadas de 80-90 que remete a títulos como Dragon Ball e Hokuto no Ken.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você for um nostálgico&amp;nbsp;aficionado&amp;nbsp; então as partes 1, 2 e possivelmente 3 são para você: heróis bombados, idealizados, com personalidades simples e carismáticas, e muita disposição para dar e levar porrada na cara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Personagens são tudo!&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora JoJo não costume perder tempo desenvolvendo personagens fora de cenas de ação, um fato inegável é seu vasto elenco cheio de personagens legais e vilões odiosos. Pode ser difícil fazer uma recomendação muito precisa aqui, por ser algo bem pessoal, mas vamos tentar, né?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Parte 2:&lt;/b&gt; Joseph Joestar. Não preciso falar mais nada. Ele é com certeza o JoJo mais "badass" e consegue tranquilamente levar o arco inteiro nas costas com sua capacidade de dar uma surra em qualquer um e ainda zombar do oponente no processo, tudo isso sem perder o carisma.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Parte 3:&lt;/b&gt; Jotaro é outro protagonista adorado, devido ao seu estilo calado, calmo e calculista, deixando suas ações falarem por ele. Adicionalmente, Jotaro conta com a ajuda de Joseph, que apesar de velho mantém o sangue quente, e com a oposição ferrenha de Dio, um vilão sempre fascinante que todos amam odiar.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Parte 4:&lt;/b&gt; Na parte 4 temos um elenco gigantesco, graças à aparente capacidade magnética dos nossos heróis de atrair inimigos ao seu lado.&amp;nbsp;A dinâmica entre os personagens é muito divertida de se ver, mesmo fora das batalhas, e contamos novamente com a participação de Jotaro e Joseph.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Parte 7:&lt;/b&gt; Embora nem todos os personagens de Steel Ball Run sejam tão explorados quanto os protagonistas, estes compensam a falta com personalidades marcantes (principalmente Gyro), históricos bem elaborados e interações bem interessantes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ambientação!&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As partes 1, 2 e 7 se passam em períodos históricos distantes (Inglaterra no século XIX, Nova York/Roma no século XX e E.U.A. no século XIX, respectivamente), o que acaba contribuindo para seus charmes e podem interessar os amantes de História.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Poderes fantásticos!&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JoJo's Bizarre Adventure conta com diversas habilidades malucas e criativas ao longo de seus arcos, mas elas chegam ao seu ápice de poder nas partes 5 e 6, quando as batalhas geralmente são vencidas por quem possui o Stand mais overpower - e souber utilizá-lo, claro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas amostras do que esperar: um Stand que permite "eliminar" até 10 segundos do tempo, de modo que as ações realizadas durante esse período passem a nunca terem existido; um Stand capaz de infectar uma cidade inteira com um mofo fatal; um Stand capaz de anular qualquer coisa, incluindo a vontade de lutar do oponente; um Stand capaz de usar mensagens subliminares para alterar o estado mental de organismos vivos; um Stand que atrai meteoros sem que o usuário seja ferido por eles, e por aí vai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Confrontos inteligentes!&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você não é do tipo que curte muito pancadaria e poderes espalhafatosos, quer algo mais criativo e diferenciado, então você deve gostar especialmente das partes 7 e 8. Ambas reinventam toda a mecânica dos Stands por se passarem em uma realidade alternativa, tornando as habilidades muito mais orientadas à estratégia do que a confrontos físicos diretos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é particularmente verdade na parte 8, que até agora mostrou-se muito pouco focada em batalhas e, mesmo quando elas acontecem, não são vencidas na base da porrada. Qualquer estratégia é válida, desde montar armadilhas até apelar ao velho jogo da sedução!</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2012/12/jojos-bizarre-adventure-analise.html</link><author>noreply@blogger.com (Gabriel)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEix-BQJyZbV0ZgK149f1U06qvp-VDwx4TlXYQSefXn30o9LiNwmPhqco7L31Q-QeatW0WkgW9bHFvcblJmfK4oZj6_oEpF9a8q36ua4k14bZ-sA2tr3Eue9ybsuUyRfVJ09rLjT5uQawDi2/s72-c/Jojologo.png" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2443089907827680968.post-829693493167685184</guid><pubDate>Wed, 28 Nov 2012 11:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-11-28T09:32:18.666-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Diogo Coimbra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Filmes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><title>Culinária da Terra Média</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEib0gGTf-UU7GdRHuw51ezmcXCRmtC_6vzuEe-NZ0AH7GLN3GenhN8Eu5L1pQjzLpOvZMfwHNsoX-U2U2zHtBg69DYfi8SL80rPVtYB25iRbVMVhm1WjA6F3nwhkbaUTB9gvU5xQZpjLpI9/s1600/images.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEib0gGTf-UU7GdRHuw51ezmcXCRmtC_6vzuEe-NZ0AH7GLN3GenhN8Eu5L1pQjzLpOvZMfwHNsoX-U2U2zHtBg69DYfi8SL80rPVtYB25iRbVMVhm1WjA6F3nwhkbaUTB9gvU5xQZpjLpI9/s1600/images.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Com o filme O Hobbit se aproximando, nada melhor que ir experimentando um pouco da culinária da Terra Média. Não é que existe um &lt;a href="http://apps.warnerbros.com/thehobbit/recipes/br/"&gt;site com receitas dos livros de Tolkien&lt;/a&gt;! Aproveitando a fama de bons cozinheiros dos anões, o site traz Bombur o anão gordo ensinando alguns de seus pratos favoritos. Entre alguns de seus pratos estão: Biscoitos do Bilbo, Hobbit num buraco, Refogado de rins do Gollum e Força do Dragão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://apps.warnerbros.com/thehobbit/recipes/br/</description><link>http://ipirados.blogspot.com/2012/11/culinaria-da-terra-media.html</link><author>noreply@blogger.com (Zoo)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEib0gGTf-UU7GdRHuw51ezmcXCRmtC_6vzuEe-NZ0AH7GLN3GenhN8Eu5L1pQjzLpOvZMfwHNsoX-U2U2zHtBg69DYfi8SL80rPVtYB25iRbVMVhm1WjA6F3nwhkbaUTB9gvU5xQZpjLpI9/s72-c/images.jpeg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>