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	<title>ISALTINO GOMES COELHO FILHO</title>
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		<title>Aos que pretendem ser teólogos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isaltino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Sep 2018 10:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Helmut Thielicke]]></category>
		<category><![CDATA[Kierkegaard]]></category>
		<category><![CDATA[Teólogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos que pretendem ser te&#243;logos Clique aqui para visualizar o texto.</p>
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<p><span id="more-394"></span><br /><a href="http://www.isaltino.com.br/doctos/art79.pdf" target="_blank">Clique aqui para visualizar o texto.</a> </p><p>The post <a href="https://www.isaltino.com.br/2018/09/aos-que-pretendem-ser-teologos/">Aos que pretendem ser teólogos</a> first appeared on <a href="https://www.isaltino.com.br">ISALTINO GOMES COELHO FILHO</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O NOVO TEÓLOGO DA VEJA</title>
		<link>https://www.isaltino.com.br/2013/08/o-novo-teologo-da-veja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isaltino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2013 18:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Isaltino Gomes Coelho Filho                 Assino a &#8220;Veja&#8221; há anos. Gosto de lê-la e sua chegada em casa (em Macapá, três ou quatro dias após surgir nas bancas &#8211; se o entregador não erra o endereço) é bem saudada. Junto com outras publicações, ela defende um Estado soberano, democrático, de leis e ordem, que alguns&#8230;&#160;<a href="https://www.isaltino.com.br/2013/08/o-novo-teologo-da-veja/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">O NOVO TEÓLOGO DA VEJA</span></a></p>
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<p align="center">Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p align="center">
<p>                Assino a &#8220;Veja&#8221; há anos. Gosto de lê-la e sua chegada em casa (em Macapá, três ou quatro dias após surgir nas bancas &#8211; se o entregador não erra o endereço) é bem saudada. Junto com outras publicações, ela defende um Estado soberano, democrático, de leis e ordem, que alguns que pensam em democracia como a imposição de suas idéias rejeitam (os que sabem o que é melhor para o povo &#8211; na melhor aristocracia platônica, mas de esquerda). São os que querem a democratização da imprensa (controlada pela máquina partidária) e que falam em monopólio da informação, esquecidos que monopólio alude a um, e que havendo muitos poderia, na pior das hipóteses, se chamar oligopólio. Nem a língua portuguesa o pessoal saber usar.  Bem, há quem goste de &#8220;muito pouco&#8221;, ao invés de &#8220;pouquíssimo (se algo é pouco não é muito).</p>
<p><span id="more-3087"></span>                 O problema são alguns colunistas que desejam teologar. Acho isso incrível. A turma não quer a Igreja Católica e as igrejas evangélicas opinando sobre a vida secular, mas quer o direito de ditar à Igreja e às igrejas uma agenda. Querem um estado leigo (o que quero também), mas querem uma igreja secularizada.</p>
<p>Primeiro foi Maílson da Nóbrega, que saindo de sua área de conhecimento, Economia, onde é muito bom, postou o artigo &#8220;Falácias e verdades&#8221;, na &#8220;Veja&#8221; de 26.9.11. Afirmou que a Bíblia dizia que o Sol girava ao redor da terra e assumiu a versão burlesca e falsa do julgamento de Galileu, que teria murmurado entre os dentes &#8220;Mas ela se move&#8221;. Mentira e burla que detratores da Igreja espalharam. O Dr. Maílson alcandorou à esta patacoada o senso de fato. Respondi-lhe no artigo &#8220;Falácias e verdades ou: Maílson da Nóbrega, pergunte antes de afirmar&#8221; (ver no site <a href="http://www.isaltino.com.br/">www.isaltino.com.br</a>).</p>
<p>Impressiona como as pessoas falam bobagens sobre a Bíblia, sobre o cristianismo e sobre a Igreja e as igrejas sem conhecer nada. Meu desencanto total com a maçonaria se deu com a leviandade habitual de um &#8220;maçonólogo&#8221; (cada uma que aparece!) que escreveu um artigo ridículo sobre o Livro de Enoc, como eles grafam, com um monte de tolices, ignorâncias e mentiras tão grotescas que só fanatizados aceitam. Ignorante de que há vários livros atribuídos a Enoque, o autor fala de um só, que a Igreja tirou do cânon porque ia contra sua posição teológica. Poucas vezes, em tão poucas linhas, vi tanta bobagem junta. Enviei uma carta à redação da revista e entreguei cópias a vários maçons de destaques. Como uma instituição que diz prezar a verdade publica tanta bobagem, com ar de pesquisa? O maçonólogo, que não é &#8220;verdadólogo&#8221;, continua ditando escrevinhação! Isso me aborrece! O mundo é medíocre, inculto, desconhece fatos e insiste em afirmar abobrinhas em alto e bom som!</p>
<p>Na &#8220;Veja&#8221; de 7.8.13, J. R. Guzzo escreveu &#8220;Pensamento simples&#8221;. Assume o papel de &#8220;teólogo&#8221; que dita à Igreja uma agenda que ele acha correta. Uma questão deve ser estabelecida desde o início: a Igreja é a única instituição sobre a face da terra que reivindica autoridade divina. Se o pessoal concorda ou não, se gosta ou não, não vem ao caso. Mas se a Igreja e as igrejas perderem essa noção de substância, nada podem fazer. Nivelam-se a qualquer outra instituição. Sequer merecem o espaço que lhe dão. Não compete aos de fora ditarem a agenda da Igreja e das igrejas. Parece-me com a postura do &#8220;cristianismo alemão&#8221; e das igrejas controladas em países comunistas: &#8220;Vocês pregam o que nós dizemos&#8221;. Não querem os palpites da Igreja? Recusem-nos. Mas não deem seus palpites à Igreja.</p>
<p>Guzzo afirma que a Igreja deve cumprir o Sermão da Montanha, que ela nunca cumpriu, e que é &#8220;o texto mais importante do Evangelho&#8221;. Ele deve possuir um &#8220;importantômetro&#8221;, que mede o grau de importância das passagens bíblicas. E não deve ter lido todo o Novo Testamento para uma visão global de seu ensino, e assim não entendeu o Sermão do Monte quando o leu. Sua função, no evangelho de Mateus, é mostrar aos cristãos de pano de fundo judaico, que a antiga ordem já passou. &#8220;Moisés disse&#8221; é trocado por &#8220;Eu, porém, vos digo&#8221;. &#8220;Ouvistes&#8221; é substituído por &#8220;Mas eu vos digo&#8221;. Jesus estabelece que é o seu ensino e não a bagagem passada que deve ser carregada. Tanto que o ponto de julgamento (Mt 7.24-27), não é mais a <i>Torah, </i> a lei dos judeus, mas &#8220;estas minhas palavras&#8221;. Findo o sermão, a multidão se admira da qualidade do seu ensino, em oposição aos dos fariseus, cerne teológico do judaísmo. Estes transformaram a religião em matéria de ritos, gestos, roupas pomposas, celebrações teatrais. Jesus a traz para o interior. &#8220;Tu, porém, entra em teu quarto&#8221;.  Até o &#8220;Pai nosso&#8221; deveria ser recitado na vida privada, e não na praça. Jesus internalizou a religião, tirando-a da gestualidade teatral que inclusive sucede nas viagens papais e em algumas seitas neopentecostais, em que a entrada do pastor é saudada com o toque do <i>shophar, </i>cena para lá de grotesca!</p>
<p>Lendo todo Mateus, Guzzo terá uma noção melhor do papel do sermão do monte, por que está ali, enquanto que, em Lucas, se localiza em outro momento histórico. Os dois evangelistas usaram-no em seus contextos literários, inserindo-os como parte (e não a totalidade) da mensagem cristã, mostrando que sua ética permeia o evangelho, mas não é a essência do evangelho.</p>
<p>Ao dizer que ela nunca cumpriu o Sermão da Montanha, ele ignora fatos. A Igreja teve falhas enormes, mas humanizou o mundo. Quantos hospitais, trabalhos com hansenianos, ajuda a mendigos, e apoio a necessitados a Igreja e as igrejas têm cumprido! Guzzo ignora a luta social de Wilberforce. Ignora Madre Teresa da Calcutá. Ignora Martin Luther King Kr, com sua resistência pacífica, tirada do Sermão. Quando a polícia veio agredir os negros, King mandou que se sentassem e apanhassem. Ali eles venceram! Guzzo ignora Visão Mundial, Compassion, o trabalho de Charles Colson pela humanização dos presídios. Ignora Schweitzer, ambulatórios e escolas para carentes feitos pela Igreja e pelas igrejas. Até mesmo a Ordem Franciscana. Ignora que o trabalho dos batistas tirou mais gente do crack que a política de tolerância governamental. Que nossos orfanatos mudaram o destino de mais crianças que a Fundação Casa. Vamos fazer um levantamento?</p>
<p>Lendo o Novo Testamento, Guzzo verá que o mais importante da Bíblia não é sua ética, mas a obra de Jesus Cristo efetuada na cruz. Pode não gostar disso, mas não faz diferença porque é isso. Não gosto de Marx, mas não posso dizer que Marx ensinou o que eu acho que ensinou, e que destoa do que ele escreveu. Os quatro evangelhos terminam com a morte e a ressurreição de Jesus. As cartas do Novo Testamento, bem como o livro de Atos tratam deste assunto, como sendo a culminância do judaísmo e o tema central do cristianismo. O judaísmo é o vinho velho. Em Jesus chega o vinho novo. Paulo disse que o evangelho é isto: &#8220;Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras e ressuscitou dos mortos segundo as Escrituras&#8221;. O mais importante na Bíblia, Sr. Guzzo, é a pessoa de Jesus, e não uma parte de seus ensinos. A igreja de Cristo foi fundada com base nesta pergunta: &#8220;E vós, quem dizeis que eu sou?&#8221;. Não foi &#8220;Que achais do Sermão do Monte?&#8221;.</p>
<p>O autor encerra o artigo falando sobre o Sermão da Montanha: &#8220;´&#8230; é nele que Cristo ensina que o homem tem que ser honesto, tolerante e generoso, tem de dizer a verdade, saber perdoar e buscar a justiça, viver em paz e amar o próximo&#8221;. Jesus não precisaria vir o mundo para dizer isto. Foi dito no Antigo Testamento, e com muito mais ardor pelos profetas que por ele. Dizem as pessoas sem muita noção: &#8220;Ele foi morto porque pregou o amor e a paz&#8221;. Engano. Para que morrer por dizer isto se isto fora dito milhares de vezes, antes? Ele ensinou a si mesmo, não uma verdade atrás da qual se escondeu. Lendo os evangelhos, se verifica que o tema de Jesus foi Jesus. Praticar sua ética é consequência de crer em sua pessoa e comprometer-se com ela.</p>
<p>Quanto à tolerância com gays, a opção pelo celibato e a negação do concubinato (viver com outra pessoa sem ser casada com ela &#8211; políticos casados não têm mais amantes, mas namoradas), desculpe. Sr. Guzzo, não lhe compete dizer à Igreja o que fazer. A questão não é &#8220;não pode isso não pode aquilo&#8221;. A questão é de valores que a Igreja adotou, e em que sua cosmovisão fazem sentido (as questões de varejo) porque mexem na questão do atacado. Não é tão simples assim. Não entender isso é ser simplório. A Igreja teria que mudar em cada geração, perderia sua autenticidade, voaria ao sabor dos ventos, nada teria a dizer ao mundo. O simples é isto: ela é voz de Deus ou eco da voz dos homens?</p>
<p>Sobre seu argumento que parece ser o desencadeador da argumentação, quando o Papa diz que &#8220;Se uma pessoa é gay, procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?&#8221;. É uma pergunta retórica. Qualquer um pode buscar ao Senhor. É óbvio. Mas há comportamentos que a Bíblia diz que o Senhor não aceita. E a Igreja e as igrejas não têm autorização para uma nova Bíblia. Soa confuso? É simples: a Igreja não se vê como uma ONG criada para satisfazer as pessoas e massagear seu ego. Ela tem valores muito ricos, que vêm de milhares de anos, não pode se pautar pelas novidades que surgem. Ela já foi usada, indevidamente, para defender a escravidão e a violência. Como a frase de José de Anchieta: &#8220;espada e vara de ferro, que é a melhor pregação&#8221;. O contexto cultural de Anchieta adaptou a mensagem do evangelho. A Igreja de verdade, muitas vezes, terá que ir contra a cultura vigente. O verdadeiro evangelho refuta essas práticas. Como o infanticídio, a poligamia e o canibalismo eram práticas sociais aceitas e saudáveis, até que o evangelho as condenou. Sempre haverá choque entre os valores da Igreja e os do mundo. Por causa da maciça propaganda gay, o homossexualismo está em alta. Quem discorda (mesmo sem combater) é homófobo. Parece que a única virtude válida hoje é a tolerância, vista como uma caminhada na direção da ditadura do pensamento único, que abole a concepção de democracia. Só que a tolerância é sempre com os do mesmo lado. Podemos ser chamados de &#8220;fundamentalistas&#8221; por gente que sequer sabe a origem do termo. Mas se chamarmos alguém do outro lado de &#8220;devasso&#8221;, estamos em maus lençóis. Se discordo de alguém, sou preconceituoso. Se alguém discorda de mim, usa de seu direito de expressão. É a pasteurização conceitual.</p>
<p>O que querem não é a humanização da Igreja, mas seu amordaçamento. Ela é vista como quem deve apoiar tudo o que os homens fazem, pois sua função é tornar pessoas felizes. Isso é ser simplório. Adaptar a mensagem do evangelho às épocas e aos quereres humanos simplesmente a aniquilaria. Se é para dizer que tudo é certo e que podem fazer o que quiserem que a Mamãe Igreja perdoa os filhinhos, ela não é necessária. Em tempo, sou protestante. A igreja não me é mãe, mas irmã.</p>
<p>A Igreja e as igrejas não devem buscar popularidade e aplauso do mundo. A multidão que gritava &#8220;Hosana ao Filho de Davi&#8221;, menos de uma semana depois gritava &#8220;Crucifica-o!&#8221;. Como ministro religioso não busco aplausos. Nem do rebanho que Deus me confiou. Busco ensinar o que a Bíblia diz. As pessoas devem obedecê-la e não tenho autoridade para ajustá-la ao querer humano. Quem não concordar não concorde. Da mesma forma com a Igreja. Quem não concorda com ela, paciência. O que não se pode é ter uma Igreja para cada tipo de pessoa. A concepção dominante, aqui, é o conceito de Igreja. Ela tem origem espiritual, com valores eternos, ou é uma instituição humana? Ela tem uma mensagem da parte de Deus aos homens ou é um organismo que toma decisões pela opinião pública e assim revê seus valores pelo viés da vontade humana? É a Bíblia ou o Ibope?</p>
<p>Críticos da Igreja e das igrejas: vocês já tentaram ouvir? Já lhes passou pela cabeça que podem estar errados e que devem acatar a primeira mensagem da igreja cristã? Em tempo: a primeira mensagem da igreja cristã não foi o amor, mas o chamado ao arrependimento, à mudança de atitudes e uma nova vida com Deus. Já pararam para pensar que devem mudar de vida? Há uma possibilidade mínima de que estejam errados, em seu culto a si e aos seus desejos?</p>
<p>Releia o Sermão da Montanha, Dr. Guzzo. Leia as cartas do Novo Testamento. Veja o todo para entender a árvores. Absolutizar o ensino do Sermão da Montanha é ver uma folha e pensar que viu a floresta.</p>
<p>Meus respeitos. Já li muito do senhor, e admiro sua competência. É a primeira coluna que leio na Veja.  Continuarei lendo e respeitando como intelectual que me instrui. Continuo lendo Maílson da Nóbrega. Que é competente. Só não leio mais o Xico Trolha por causa do seu Enoc. Deste pulei fora. Leviandade me agasta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Do meu leito, na Unimed de Macapá,</p>
<p>Isaltino Gomes Coelho Filho</p><p>The post <a href="https://www.isaltino.com.br/2013/08/o-novo-teologo-da-veja/">O NOVO TEÓLOGO DA VEJA</a> first appeared on <a href="https://www.isaltino.com.br">ISALTINO GOMES COELHO FILHO</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O Peso do Nome</title>
		<link>https://www.isaltino.com.br/2013/08/o-peso-do-nome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isaltino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 23:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Peso do Nome &#160;             Fui a Brasília, como preletor na Ordem dos Pastores, a falar sobre Exegese e Pregação. Foi muito bom, pois lá deixei muitos amigos e tenho muitos parentes. Eu e Meacir. E Brasília, a cidade vestida de verde, é uma festa.             Fiquei no domingo. À noite preguei na Memorial,&#8230;&#160;<a href="https://www.isaltino.com.br/2013/08/o-peso-do-nome/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">O Peso do Nome</span></a></p>
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<p style="text-align: center" class="MsoNormal" align="center"><strong>O Peso do Nome</strong></p>
<p style="text-align: center" class="MsoNormal" align="center">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span>            </span>Fui a Brasília, como preletor na Ordem dos Pastores, a falar sobre Exegese e Pregação. Foi muito bom, pois lá deixei muitos amigos e tenho muitos parentes. Eu e Meacir. E Brasília, a cidade vestida de verde, é uma festa. </p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span>            </span>Fiquei no domingo. À noite preguei na Memorial, e de manhã fui à igreja pastoreada por meu irmão. Fui ouvi-lo. Isaías é um bom pastor. Sério, organizado, bom administrador, pregador bíblico sem invenções. Homem de Deus. Participava do culto que ele dirigia. Um irmão, ao reger um hino, me reconheceu. E me apresentou à igreja (que me conhece, pois já preguei lá). E disse: “O Pr. Isaías é irmão dele”. </p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span>            </span>Isaías tem a capacidade de trabalho dos Gomes Coelho e o humor dos Werdan (temos mães diferentes, mas ambas são Werdan): “Puxa, pela primeira vez eu ia dizer que ele é que é meu irmão! Estou na minha igreja, ele me ouvindo, e eu é que sou irmão dele?”. Não sou um figurão. <span> </span>É que comecei bem antes do mano. Sou 17 anos mais velho e comecei a dirigir igreja com 19 anos. Então sou mais conhecido. Mas ele é mais pastor que eu. Um excelente pastor. </p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span>            </span>Lembrei duma aula do Pr. Reis, falando sobre homens famosos pais de filhos medíocres. Disse que homens famosos não tinham filhos famosos. Clóvis, seu filho, era nosso colega, e o Pr. Reis (que saudades!) disse: “Ainda bem que não sou famoso, o que dá esperança para o Clóvis!”. Humildade dele! Era famoso, personalidade fascinante, erudito e simples. <span> </span>Eu disse que Domingos da Guia teve Ademir da Guia como filho. Ele disse: “Exceção!”. Citei outro caso de jogador de futebol. O Pr. Reis, que tinha excelente humor, disse: “Isaltino, você quer ser pastor ou comentarista de futebol?”.</p>
<p><span id="more-342"></span>  </p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span>            </span>“Que banalidade!”, dirá alguém. É que não quero dar a idéia de que me julgo um figurão, mas eis o ponto: às vezes um nome tem peso e se impõe aos seus descendentes. Meu filho disse uma vez que nunca seria o Pr. Beny, mas “o filho do Pr. Isaltino”. Bem, fui falado como “aquele paulista que casou com uma neta do Pr. Lota” (sou carioca!). O peso dos Lota me persegue, no Estado do Rio.</p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span>            </span>Vamos ao ponto. Temos um irmão mais velho, segundo Hebreus: “Por isso Jesus não se envergonha de chamá-los irmãos. Ele diz: ‘Proclamarei o teu nome a meus irmãos; na assembléia te louvarei’” (Hb 2.11-12). Seu nome tem peso. Somos cristãos. Mas o nome de nosso irmão mais velho não é um fardo, e sim uma esperança. É um nome que traz segurança, porque é o nome sobre todo o nome. Que glória ter seu nome!</p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span>            </span>Graças a Deus pelo nosso irmão mais velho e mais famoso. Que bênção ser cristão, ter seu nome no nosso! Isto é sinal de segurança. Ele nos aceita, não se envergonha de nós, e muito mais que isto, ele põe todo seu peso a nosso favor. Diz Romanos 8.34: “Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós”. Ele põe seu peso por nós. Ora por nós, pede a nosso favor. Um irmão famoso pode se envergonhar de um irmão obscuro. Mas nosso irmão mais famoso não é assim. Ele se preocupa conosco. Orou por nós (Jo 17.21) e ainda intercede por nós. Ficamos longe dele, mas ele nos aceita assim mesmo. </p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span>            </span>Famosos podem se envergonhar de parentes opacos. Mas Jesus Cristo, nome maior de todos, nos aceita. Que irmão mais velho! Podemos confiar nele!</p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal"><span>            </span>Isaltino Gomes Coelho Filho</p><p>The post <a href="https://www.isaltino.com.br/2013/08/o-peso-do-nome/">O Peso do Nome</a> first appeared on <a href="https://www.isaltino.com.br">ISALTINO GOMES COELHO FILHO</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>CONVOCANDO HOMENS VISÍVEIS</title>
		<link>https://www.isaltino.com.br/2013/08/convocando-homens-visiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isaltino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 23:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 11.8.13                 Começo por um livro que li,   de Jeanne Ray. Eis o enredo: Algumas mulheres tomam três remédios: Premacore, Ostafoss e Singsall, além de aplicarem Botox. São medicamentos para as mulheres em certa faixa etária, passando pelas complicações do&#8230;&#160;<a href="https://www.isaltino.com.br/2013/08/convocando-homens-visiveis/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">CONVOCANDO HOMENS VISÍVEIS</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="center">
<p align="center">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p align="center">
<p align="center">Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 11.8.13</p>
<p align="center">
<p>                Começo por um livro que li, <b><i>  </i></b>de<b> </b>Jeanne Ray<i>. </i>Eis o enredo: Algumas mulheres tomam três remédios: Premacore, Ostafoss e Singsall, além de aplicarem Botox. São medicamentos para as mulheres em certa faixa etária, passando pelas complicações do envelhecimento. Com isso, tornam-se invisíveis. Isto se chama realismo fantástico. A autora mostra que elas já eram invisíveis para a família. Os filhos de uma só notaram a invisibilidade da mãe meses depois. Alguns maridos nem notaram. Jeanne mostra a depreciação da mulher como pessoa. Ela é útil para satisfazer o marido e ser doméstica de filhos adolescentes grosseiros que mal a notam. O livro é genial. Quem sabe ler (não apenas ver palavras, mas decodificar textos) sente o impacto do que é ser mulher numa cultura que glorifica o homem, a estética feminina e dá todo poder aos jovens. Provocativo!</p>
<p><i><span id="more-3085"></span>                </i>Tais mulheres eram apenas objetos que homens usavam. E filhos adolescentes mal educados exauriam. Eram pessoas emocionalmente invisíveis. Quando, na ficção, ficaram invisíveis fisicamente, sequer se notou isso.</p>
<p>Agora, a palavra aos pais. Receio o culto a pessoas nas igrejas. Já há semideuses demais no cenário evangélico e não precisamos de mais. No Dia do Pastor, agradeça-se por sua vida. Ore-se por ele. Igualmente no Dia da Esposa do Pastor (que a Central lembra!). Também no Dia dos Pais e no Dia das Mães. Já vi muito culto às mães. Eu tive mãe. Não nasci de chocadeira, mas entendo que há limites para o sentimentalismo que grassa e medra sobre a lucidez em nosso meio.</p>
<p>Mas o que tem o livro citado, a diatribe acima e o Dia dos Pais? Com o fato de que a grandeza de um pai (marido, líder da família) é ser provedor do lar. Não somente em nível material, pois muitas mulheres sustentam seu lar, mas o provedor de liderança, de segurança e equilíbrio para a família. O pai verdadeiro e marido autêntico não é o que manda, mas o que sinaliza liderança confiável e presta segurança emocional à sua casa. O homem em que a mulher e os filhos confiam e em que se amparam.</p>
<p>Digo, de brincadeira, que no céu pegarei senha para conversar com Paulo uns vinte anos. Levantarei uma questão com ele, pois disse que foi Eva quem caiu e induziu Adão, mas nunca disse que naquela hora Adão deveria estar junto da esposa. O momento mais difícil da vida dela, decisivo para ela e para a humanidade, ela enfrentou sozinha. Onde estava seu marido?</p>
<p>Homens de verdade são pessoas presentes. Há uma crise de masculinidade no mundo. Nada a ver com o crescimento do homossexualismo, mas com a ausência de homens marcantes, que deixam rastros que a esposa e filhos vejam e se por eles se norteiem.</p>
<p>No Dia dos Pais, seja Homem. Não Machão. Nem Brucutu. Seja um homem cristão, líder seguro e firme para seu lar. Deus lhe dê essa bênção, homem cristão! A de ser um homem visível!</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.isaltino.com.br/2013/08/convocando-homens-visiveis/">CONVOCANDO HOMENS VISÍVEIS</a> first appeared on <a href="https://www.isaltino.com.br">ISALTINO GOMES COELHO FILHO</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Lições das heroínas da fé&#8221; &#8211; Hebreus 11.11 e 31</title>
		<link>https://www.isaltino.com.br/2013/08/licoes-das-heroinas-da-fe-hebreus-11-11-e-31/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isaltino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2013 13:54:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos em Hebreus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>IGREJA BATISTA CENTRAL DE MACAPÁ ESTUDO BÍBLICO EM HEBREUS &#8211; 27º. estudo &#8220;Lições das heroínas da fé&#8221; &#8211; Hebreus 11.11 e 31 &#160; INTRODUÇÃO A lista dos heróis da fé, em Hebreus 11, é cronológica. Quase todos os vultos são homens. Duas mulheres: Sara e Raabe. A esposa de Abraão e uma prostituta. Expressivo. Deus&#8230;&#160;<a href="https://www.isaltino.com.br/2013/08/licoes-das-heroinas-da-fe-hebreus-11-11-e-31/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">&#8220;Lições das heroínas da fé&#8221; &#8211; Hebreus 11.11 e 31</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>IGREJA BATISTA CENTRAL DE MACAPÁ</p>
<p>ESTUDO BÍBLICO EM HEBREUS &#8211; 27º. estudo</p>
<p>&#8220;Lições das heroínas da fé&#8221; &#8211; Hebreus 11.11 e 31</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>INTRODUÇÃO</p>
<p>A lista dos heróis da fé, em Hebreus 11, é cronológica. Quase todos os vultos são homens. Duas mulheres: Sara e Raabe. A esposa de Abraão e uma prostituta. Expressivo. Deus não é dos bonzinhos. Seu amor é para os mauzinhos, também. Com Raabe há um contraste: os do povo de Deus, que murmuraram, pereceram. Ela, que não era, viveu. Lição: há gente fora do povo de Deus recebendo bênção. Há gente, no meio do povo de Deus, sofrendo as consequências de uma vida sem fé. Dia 14 preguei sobre &#8220;Lições do pai da fé&#8221; (Hb 11.8-10). Hoje falo sobre &#8220;Lições das heroínas da fé&#8221;. Vejamos as lições.</p>
<p><span id="more-3082"></span></p>
<ol>
<li>SARA: FÉ É RECEBER O IMPOSSÍVEL &#8211; V. 11</li>
</ol>
<p>Fé é crer no poder de Deus. &#8220;Estéril&#8221; e havia passado da idade de gerar um filho. Creu no duplamente impossível. &#8220;Ela duvidou, ela riu&#8221;. Outro ângulo: como eu posso? Eu não posso! Deus podia e pôde. Há fé que exalta a pessoa. Ela se exalta por ter muita fé, põe-se como especial. Como se fosse uma maneira de arrancar as coisas de Deus. Fé é entender assim: eu não posso, eu não tenho condições, mas Deus vai fazer. Sara foi a matriarca, a escolhida.  Deus abençoa seu povo quando este crê em suas promessas. Importante: não é fé na fé (&#8220;Eu tenho muita fé!&#8221; ou &#8220;Tenha fé!&#8221;). É fé Nele, Naquele que tem todo poder. Jesus: &#8220;Todo poder me foi dado&#8221; (Mt 28.18). Em sara Deus agiu para que a família eleita fosse ação exclusiva sua, sem influência humana. Os propósitos de Deus dependem de seu querer, e somos apenas instrumentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>RAABE: FÉ É RECEBER O QUE OUTROS NÃO BUSCAM &#8211; V. 31</li>
</ol>
<p>Fé é crer na graça de Deus. Arriscou a vida. Talvez sacerdotisa pagã. Nome de uma divindade cananita, o monstro do caos. Dragão que nadava no oceano que cobria a terra. Tiamate o venceu e criou o mundo.  Sua profissão de fé: Josué 2.8-12. V. 11 com Deuteronômio 4.39. Pede graça.  Fé não é dar ordens. Fé é apelar para a graça. &#8220;Errei muito, pequei muito, não sou merecedor&#8230;&#8221;. Pregador: &#8220;<i>Fé é saquear os céus&#8221;</i>. Que horror! Fé é crer na bondade de Deus, apelar para sua misericórdia, crer que ele perdoa e aceita. Uma gentia que se tornou povo de Deus por causa da fé e da graça. Graça, da parte de Deus, e fé, da nossa, nos tornam membros do povo de Deus. Com Raabe Deus mostra que sua misericórdia perdoa nosso passado e nos dá um futuro cheio de possibilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CONCLUSÃO</p>
<p>Muito de nosso conceito de fé centraliza-se na pessoa: pessoa de muita fé. Há gente que se orgulha de ter fé, como se isto a tornasse manipuladora de Deus ou lhe desse um cartão de crédito espiritual que os outros não têm.  Não se ponha como sujeito. Lembre-se de João 3.27.  O sujeito é Deus. Só existe fé porque há graça. Faça a oração de Marcos 9.24. &#8220;Ajuda a minha fé&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>PENSEI&#8230;</title>
		<link>https://www.isaltino.com.br/2013/08/pensei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isaltino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2013 11:12:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PENSEI&#8230; Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 4.8.13 Voltei a Manaus, mais uma vez no ano. Fui honrado com o convite para ser o orador da 26ª. Assembleia da AICEB, uma denominação de pouco mais de 300 igrejas, de linha batista. Alguns de seus líderes foram meus&#8230;&#160;<a href="https://www.isaltino.com.br/2013/08/pensei/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">PENSEI&#8230;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="CENTER">PENSEI&#8230;</p>
<p lang="pt-BR" align="CENTER">
<p align="CENTER">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p lang="pt-BR" align="CENTER">
<p align="CENTER"><a name="_GoBack"></a>Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 4.8.13</p>
<p lang="pt-BR" align="CENTER">
<p lang="pt-BR" align="CENTER">
<p align="JUSTIFY">Voltei a Manaus, mais uma vez no ano. Fui honrado com o convite para ser o orador da 26ª. Assembleia da AICEB, uma denominação de pouco mais de 300 igrejas, de linha batista. Alguns de seus líderes foram meus alunos em Brasília e Manaus, e no mestrado, em Belém. Nunca me deram trabalho, como professor ou como administrador, o que pesa a seu favor.</p>
<p align="JUSTIFY"><span id="more-3078"></span>A denominação teve origem humilde. Um senhor, João Batista Pinheiro, biamputado das pernas, participou de um culto numa praça, de uma igreja presbiteriana, que foi atrás dos eleitos. Arrastando-se pelo chão, entrou na igreja e se converteu. Regressou à sua cidade, no interior remoto e pobre do Maranhão, e testemunhou de Jesus à sua família. Homem simples, sem muita instrução, ganhou-os na fé. Mais pessoas vieram. Sentado num banquinho, ele lhes pregava, até que um grupo de 60 crentes se formou. Hoje, a denominação, que usa o Cantor Cristão, envia alunos a nossos seminários e convida nossos pastores, tem mais 300 igrejas, faz missões no Uruguai, entre povos indígenas, no Timor Leste e em Angola. Um de seus pastores, médico missionário em Angola, me atendeu.</p>
<p align="JUSTIFY">Tudo começou com uma pessoa sem instrução e sem as pernas. Que não dependeu de caridade pública nem lamuriou sua situação, mas repartiu sua fé.</p>
<p align="JUSTIFY">Pensei em tantos membros saudáveis de nossas igrejas que sempre têm um pretexto para não irem aos cultos. Abençoados com recursos financeiros, posição social, bom emprego, julgam que fizeram por merecer e não veem a graça de Deus em sua vida. Não o honram com serviço cristão. São ingratos. Julgam que fazem favor à igreja, dando-lhe migalha de atenção. Mas sempre cobram atenção. Não veem o evangelho como um chamado ao serviço, mas um espaço para serem paparicados.</p>
<p align="JUSTIFY">Pensei em tantos membros de igreja com talentos que Deus lhes deu e a quem permitiu seu desenvolvimento, mas vivem de mal com a vida, com a igreja, não tem veia de servos, e deixam de ser bênção. Pensei em membros de igreja que claudicam no testemunho, imergem em seus problemas sem emergir para a consagração. Gente que quer atenção, aplauso, concordância consigo, mas não se insere em um projeto de fé.</p>
<p align="JUSTIFY">Espiritualidade defeituosa. Quer bênção, mas não abençoa. Gosta muito de ser estilingue (é hábil em sê-lo), mas se abespinha quando é vidraça. Estilingues não entendem que os estilingados por eles um dia fazem deles vidraça.</p>
<p align="JUSTIFY">Pensei em gente que acha que o mundo e a igreja lhe devem, mas não que convertidos são servos. As igrejas sofrem com gente melindrosa! Sofrem por falta de servos! Pensei nisso tudo!</p>
<p align="JUSTIFY">Graças a Deus pela vida do irmão que originou, com seu serviço, uma denominação humilde, de visão evangelística e missionária e vida cristã que busca a espiritualidade. Será que foi porque lhe faltavam as pernas? Se foi, que Deus prive de pernas muita gente lépida, até para atrapalhar, mas lenta, até omissa, para servir.</p>
<p align="JUSTIFY">Pensei nisso. Ainda penso.</p>
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		<title>O JOGO DE CENA DA VISITA DO PAPA</title>
		<link>https://www.isaltino.com.br/2013/08/o-jogo-de-cena-da-visita-do-papa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isaltino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 13:58:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[papa francisco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O JOGO DE CENA DA VISITA DO PAPA Isaltino Gomes Coelho Filho Segundo Morris West, ao se iniciar o processo de canonização de um santo, há um personagem chamado O advogado do diabo (título de um de seus livros) incumbido de levantar todos os defeitos e aspectos negativos do candidato à santidade, para evitar que&#8230;&#160;<a href="https://www.isaltino.com.br/2013/08/o-jogo-de-cena-da-visita-do-papa/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">O JOGO DE CENA DA VISITA DO PAPA</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="CENTER">O JOGO DE CENA DA VISITA DO PAPA</p>
<p lang="pt-BR" align="CENTER">
<p align="CENTER">Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p lang="pt-BR" align="CENTER">
<p align="JUSTIFY">Segundo Morris West, ao se iniciar o processo de canonização de um santo, há um personagem chamado <i>O advogado do diabo </i>(título de um de seus livros) incumbido de levantar todos os defeitos e aspectos negativos do candidato à santidade, para evitar que se santifique alguém indevidamente. Numa cultura de &#8220;babação de ovo&#8221;, em que todo mundo quer ser simpático e ninguém quer ser politicamente incorreto, eu assumo esse papel, no tocante à vinda do Papa Francisco. Sem receio: jogo de cena e que não terá desdobramentos práticos. A Igreja Católica não se reerguerá no Brasil pelo fato de ele ter vindo. Não se reerguerá em lugar algum do mundo por causa dele.</p>
<p align="JUSTIFY"><span id="more-3074"></span>Quererão comer meu fígado. Até os evangélicos mais preocupados com &#8220;o olhar do outro&#8221; (seja lá o que isso seja) que com o olhar das Escrituras. Faz-nos falta um Reis Pereira, que com olhar seguro, visão bíblica, discernia esses eventos e os expunha em editoriais brilhantes de <i>O jornal batista</i>! Ele tinha sólida bagagem histórica, visão teológica e base bíblica. Interpretava os fatos e evitava o &#8220;oba oba&#8221; tão comum entre nós. Não tenho um décimo de sua capacidade cultural, de seu brilho literário e de sua sobriedade, mas, como ele, não tenho medo. Foi jogo de cena. Que não soerguerá a Igreja. Como não a soergueu o Papa João Paulo I (&#8220;O papa que ri&#8221; e que morreu pouco mais de um mês após sua eleição). Nem o Papa que foi alvo de tiros, perdoou o agressor e beijava o solo aonde chegava. Um poço de simpatia, sucedido depois por um Papa teólogo, pensador sisudo, que em novo lance, mudou o viés, da simpatia para a lógica teológica. Renunciou porque a Igreja não mudou, nem com riso, nem com simpatia nem com teologia. Messias humanos não salvam. <i>Plus ça change, plus c´est la même chose&#8230;</i></p>
<p align="JUSTIFY">&#8220;O papa que veio do fim do mundo&#8221;, &#8220;o papa simples&#8221;, o &#8220;papa sul americano&#8221; (esse culto ao sul americanismo ou latino americanismo não me ilude), &#8220;o papa de olhar magnético&#8221;, e mais uma série de adjetivos. Slogans publicitários. O homem está no posto há menos de um ano. Não realizou nada, não marcou época, não efetuou mudança alguma (a não ser cosmética) e é dado como o homem da grande virada da Igreja. Uma multidão foi vê-lo, o aclamou, e a mídia loou seu charme. Multidão é inconstante. Entre &#8220;Hosana ao Filho de Davi&#8221; e Crucifica-o!&#8221;, não se passou uma semana! Mídia? Leiam (leiam mesmo!) os editoriais do Correio da manhã, O diário de notícias, O jornal do Brasil, O Globo, a revista O Cruzeiro da época. Quantos elogios à revolução de 64! Leiam os exemplares de dois anos depois e verão as críticas à ditadura de 64.</p>
<p align="JUSTIFY">Fui católico. Minha mãe, Nelya Werdan, cedo enfermou gravemente. Dos meus 7 aos meus 14 anos, ia dormir esperando que ela morresse à noite. Lembro-me de um momento em que ela parecia ter morrido. Eu tinha 7 anos e enquanto todos gritavam pela casa, eu chorava nos fundos sozinho. Um garoto magrelo, chorando nos fundos da casa, na Rua Barata de Almeida, 81, Engenho da Rainha. Ela voltou a si. Sua morte sucedeu aos meus 14 anos. Em sua busca de cura, foi levada para o espiritismo por D. Irene, que tinha um Centro, na Estrada Velha da Pavuna. Mais tarde foi para um Centro em Padre Miguel, na rua Cerejeira, 24. Neste Centro, dia 23.02.1963 fez-se uma reunião por um ano de sua morte. Eu fora batizado treze dias antes. Era menino. Entrei no Centro, levado por meu pai e minha avó, Maria Werdan. A &#8220;entidade&#8221; não incorporava no &#8220;aparelho&#8221;. Um incrédulo quebrava a corrente: o menino batizado. Pediram-me que saísse. A &#8220;entidade&#8221; incorporou. Voltei. A &#8220;entidade&#8221; foi embora. Expulsaram-me. Fui jogar bola na frente do Centro, e até rasguei a calça. Mas D. Nelya, mesmo iludida pelo espiritismo, me ensinou as orações católicas. Eu era o único dos Gomes Coelho-Werdan, da família, que ia à missa. Ainda sei de cor o Pai nosso, a Ave Maria, a Confissão de pecados, a Oração ao anjo da guarda, Oração pela manhã e a Oração da noite. Após sua morte, ia semanalmente à sua sepultura, no Cemitério de Irajá, sepultura 8968, e rezava por sua alma. Rezava por sua alma todas as manhãs e todas as noites. Eu pensei em ser padre. Guardo livros católicos desde os 10 anos! Eu era o único católico praticante da família! Deixei de sê-lo ao conhecer o evangelho na Igreja Batista de Acari, com 14 anos. Conheci Jesus Cristo. Minha angústia espiritual foi saciada. Sou batista há 50 anos. Minha mãe adubou-me o interesse por Deus. Eu quis Deus, desde criança, e ela entendeu isso. Mas me mostrou o caminho equivocado. A graça de Deus me trouxe ao caminho certo.</p>
<p align="JUSTIFY">Mostrado meu débito com o catolicismo, na infância, vamos aos fatos. A questão não é algo que o Papa disse. Foi o que não disse. Ele ter dito que quer que a Igreja vá para a rua, que diferença faz! Os militares foram para as ruas em 1964. Os caras pintadas foram para a rua e Collor está aí. A UNE ia para as ruas e hoje é chapa branca! Que diferença faz ir para as ruas? Dizer o quê? Fazer o quê? Ele disse que não é ninguém para julgar os gays. Semanas antes disse haver um lobby gay muito forte no seio da Igreja. A Gaystapo e simpatizantes se abespinharão. Não estou emitindo juízo de valor! Conseguem ser objetivos?</p>
<p align="JUSTIFY"><a name="_GoBack"></a> O Papa não falou o que o líder da maior denominação crista do mundo deveria ter dito. Que só Jesus Cristo salva. Que o evangelho é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê. Na revista &#8220;Veja&#8221; ele aparece beijando uma estatueta de Aparecida. Chocante! Um artefato menor que seus braços! Não o vi segurando um Novo Testamento! Lembrei-me da queixa de Deus, por Oséias, de homens beijando ídolos, ao invés de reverenciarem a Palavra de Deus (Os 13.2). O Papa falou de Maria, mas não falou de Jesus. Citou-o, mas não falou dele. Não falou do único &#8220;mandamento&#8221; de Maria: &#8220;Fazei tudo o que ele vos disser!&#8221; (Jo 2.5).</p>
<p align="JUSTIFY">O Papa é simpático. E dispõe de um grande aparato midiático. É matéria que vende jornais e revistas. Mas não falou o que devia: que só Jesus Cristo salva.</p>
<p align="JUSTIFY">Os evangélicos me chocam pelo seu acriticismo. Raia à alienação. Encantam-se com movimentos neopentecostais. Que passarão porque cometem o mesmo erro da Igreja Católica: não falam de Jesus. A Igreja, com Maria. Os neopentecostais, com o Espírito Santo. Confundem o <i>Ruah </i>com sua <i>psychê, </i>o Espírito<i> </i>com seus <i>insights</i>. Com seu poder midiático e seus recursos financeiros encantam evangélicos incautos, mas não falam do poder da mensagem da cruz. Não pregam o Crucificado. Todo movimento que não esteja alicerçado sobre Jesus ruirá (Mt 7.24-26).</p>
<p align="JUSTIFY">Falei num retiro de pastores certa vez. Antecedeu-me um preletor que mostrou como o mundo será muçulmano. Eles têm mais filhos que os cristãos e assim geram mais adeptos que nós (como se o leito conjugal, e não o mundo, fosse o maior campo missionário da igreja!), eles aplicam mais dinheiro na obra, eles fazem mais adeptos que nós, compram jornais, levantam mesquitas, etc. Com um monte de gráficos, deprimiu todo mundo. Sucedi-o e comecei com estas palavras: &#8220;O reino deste mundo passou a ser de nosso Senhor e de seu Cristo!&#8221; (Ap 11.15). O futuro é do evangelho, é de Jesus. A história seguirá. O que for de Jesus permanecerá de pé. O que não for ruirá. O nome não é Maomé. Não é Maria. Não é Francisco. Não é Isaltino. O NOME é Jesus.</p>
<p align="JUSTIFY">Podem desancar-me. Mas pensem (não é pecado): o Papa voltará dentro de 4 anos. Meçam, então, o quanto a Igreja Católica terá crescido. Meçam quanto as igrejas evangélicas terão crescido. Naquela multidão na Praia, foto que encantou a tantos, havia milhares de pessoas, como o menino Isaltino, de dez, doze anos, que queria algo para seu coração, e descobriu, mercê do Espírito de Deus, que suas necessidades espirituais e emocionais se encontravam no evangelho de Jesus. Abracei-o há 50 anos. Sou pastor há 42 anos. Agora, no poente, me aflijo, me frustro, até choro, por que não tenho mais 42 anos para servi-lo. <i>Vita brevis. </i></p>
<p align="JUSTIFY">No tempo de Jeremias havia profetas que diziam o que o povo queria ouvir. Eram o eco dos corações humanos. Os pecadores continuam tentando ditar a agenda para Deus: &#8220;A Igreja tem que ser mais humana, tem que se aproximar mais do povo!&#8221;. Querem que ela abençoe o povo em seus pecados. A ótica certa é outra: &#8220;A igreja não pode perder seu caráter de origem divina. Ela é a única instituição em toda a terra que pode reivindicar isto. E o povo tem que se aproximar de Deus!&#8221;. O referencial não é o povo. É a igreja ou ela não tem valor. A igreja não é uma ONG religiosa para prestar os serviços que o povo deseja. Ela é o Corpo de Cristo, incumbida de chamar os homens a acertarem suas vidas com Deus! Ela não deve almejar vencer um concurso de popularidade, mas pregar o que o Batista pregou, o que Jesus pregou, o que a Igreja de Jerusalém pregou: reconciliem-se com Deus! Mudem de vida!</p>
<p align="JUSTIFY">Todos gostaram quando o Papa disse: &#8220;Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho isto te dou&#8221;. Ouro e prata a Igreja tem. E muito. Mas ele não completou a frase: &#8220;Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno!&#8221;. Jesus foi o grande ausente, e o seu evangelho foi o grande ignorado.</p>
<p align="JUSTIFY">Sem Jesus não há fé real. Sem Jesus não há futuro. Uma volta à cruz, Papa Francisco.</p><p>The post <a href="https://www.isaltino.com.br/2013/08/o-jogo-de-cena-da-visita-do-papa/">O JOGO DE CENA DA VISITA DO PAPA</a> first appeared on <a href="https://www.isaltino.com.br">ISALTINO GOMES COELHO FILHO</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>UM DEUS PESSOAL</title>
		<link>https://www.isaltino.com.br/2013/07/um-deus-pessoal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isaltino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2013 18:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UM DEUS PESSOAL Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 28.7.13 Relendo meus escritos, encontrei uma anotação que fiz de um sermão que Meacir pregou num café evangelístico, num restaurante, em Campinas. Disse ela: &#8220;Deus ama as pessoas como indivíduos, e não como massa; é um amor por&#8230;&#160;<a href="https://www.isaltino.com.br/2013/07/um-deus-pessoal/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">UM DEUS PESSOAL</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="CENTER"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;">UM DEUS PESSOAL </span></p>
<p align="CENTER">
<p align="CENTER"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</span></p>
<p align="CENTER">
<p align="CENTER"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;">Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 28.7.13</span></p>
<p align="CENTER">
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"> Relendo meus escritos, encontrei uma anotação que fiz de um sermão que Meacir pregou num café evangelístico, num restaurante, em Campinas. Disse ela: &#8220;Deus ama as pessoas como indivíduos, e não como massa; é um amor por pessoas e não por uma multidão indefinida&#8221;.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"> <span id="more-3069"></span>Há quem ame a humanidade e odeie o homem real e concreto. É fácil amar abstrações. Muita gente diz amar o povo e comete atrocidades contra o indivíduo! Em nome do povo fazem-se ditaduras de direita e de esquerda. Em nome do povo, povo é morto. Em nome da liberdade para o povo, tira-se a liberdade do povo. Humanidade e povo são abstrações. </span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"> Deus não lida com o homem abstrato, com idealizações, mas com a pessoa. Seu trato com o homem nas páginas da Bíblia prova isso. Ele não disse: &#8220;Não temas, ó homenzinho&#8230;&#8221;, mas &#8220;Não temas, Abrão&#8230;&#8221; (Gn 15.1). Também não disse: &#8220;Ó homem, ó homem, não te chegues para cá&#8230;&#8221;, mas &#8220;Moisés, Moisés!&#8221; (Úx 3.4). Ele sabe os nomes das pessoas: &#8220;O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome&#8221; (Gn 35.10).</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"> Jesus também lidou com o homem real, concreto, histórico e não com abstrações e conceitos. Não disse &#8220;Desce, ó baixinho!&#8221;, mas &#8220;Zaqueu, desce depressa&#8230;&#8221; (Lc 19.5). O Pai e o Filho sabem nossos nomes. Para o Estado somos um número. Para políticos, somos povo. Para outros, massa. Nas empresas, um código de barras. Para Deus somos pessoas, indivíduos.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"> Ele nos conhece. &#8220;Os teus olhos viram a minha substância informe, e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles&#8221; (Sl 139.16). Além de nos conhecer, tem um propósito para nós. Não somos acidente da natureza ou produto do acaso. Somos criação de um Deus pessoal, não de uma energia cósmica, força cega, impessoal, mas de um Deus de amor. Um Deus relacional. A maior prova de seu desejo de se relacionar conosco se vê na pessoa de Jesus. Ele morou aqui. &#8220;E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós&#8230;&#8221; (Jo 1.14). E graças à misericórdia de Deus, um Deus pessoal e relacional, este desejo dele de viver com os homens, um dia se concretizará definitivamente: &#8220;Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles&#8221; (Ap 21.3). </span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"> Cremos em Jesus. Não numa força, numa energia, ou na natureza. Cremos num Deus pessoal, relacional, que entrou na história na pessoa humana concreta, temporal e espacial chamada Jesus. E que um dia nos levará para vivermos com ele. Por causa da obra de Jesus.</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"> Cremos num Deus que ama pessoas, e num Salvador que sabe nosso nome. Ele sabe quem somos. Não creia em anjos, espíritos, magnetismo ou vibrações cósmicas. Creia no Deus Verdadeiro e no seu bendito Filho, Jesus Cristo, sua manifestação histórica! Nisto vale a pena crer! </span></p>
<p align="JUSTIFY">
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		<title>&#8220;Não há para onde recuar&#8221; &#8211; Hebreus 10.26-39</title>
		<link>https://www.isaltino.com.br/2013/07/nao-ha-para-onde-recuar-hebreus-10-26-39/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isaltino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2013 09:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos em Hebreus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>IGREJA BATISTA CENTRAL DE MACAPÁ ESTUDO BÍBLICO EM HEBREUS &#8211; 26º. estudo &#8220;Não há para onde recuar&#8221; &#8211; Hebreus 10.26-39 &#160; INTRODUÇÃO &#8220;Porque&#8221; (v. 26). Conexão com o tópico anterior, de não abandonar a &#8220;congregação&#8221; (v. 25). Eles queriam voltar ao judaísmo, mas aquilo acabou. Este texto não pode ser desligado do contexto, sob pena&#8230;&#160;<a href="https://www.isaltino.com.br/2013/07/nao-ha-para-onde-recuar-hebreus-10-26-39/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">&#8220;Não há para onde recuar&#8221; &#8211; Hebreus 10.26-39</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>IGREJA BATISTA CENTRAL DE MACAPÁ</p>
<p>ESTUDO BÍBLICO EM HEBREUS &#8211; 26º. estudo</p>
<p>&#8220;Não há para onde recuar&#8221; &#8211; Hebreus 10.26-39</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>INTRODUÇÃO</p>
<p>&#8220;Porque&#8221; (v. 26). Conexão com o tópico anterior, de não abandonar a &#8220;congregação&#8221; (v. 25). Eles queriam voltar ao judaísmo, mas aquilo acabou. Este texto não pode ser desligado do contexto, sob pena de má interpretação. Não se discute o cair da graça nem a perda da salvação. Vamos devagar e atentos. O autor faz três afirmações bem seguras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1. NÃO HÁ NADA LÁ ATRÁS! &#8211; VV. 26-27</p>
<p>&#8220;Já não há mais sacrifício que possa tirar os nossos pecados&#8221; (NTLH). Rodapé da NTLH: &#8220;Não há nenhum outro sacrifício além do sacrifício de Cristo; quem rejeita esse sacrifício, está se condenando a si mesmo&#8221;. Vejam Hebreus 6.4-6. A partir de 4.14, o autor mostra que o judaísmo acabou. Era apenas um indício da obra de Jesus. Não há mais nada lá atrás. Só à frente. Voltar para trás é voltar para o nada. Ou Cristo ou nada. Sem Jesus não há nada, a não ser o medo do julgamento sobre os adversários da obra de Cristo (eles estavam se colocando como adversários!).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. SE LÁ ATRÁS HAVIA SERIEDADE, IMAGINEM AGORA! &#8211; VV. 28-31</p>
<p>Quem rejeitava a Lei de Moisés morria (v. 28). Jesus é superior a Moisés (cap. 3).  A Lei (chamada de Torah, nunca passaria: Mateus 5.18). Jesus disse que suas palavras nunca passariam: Mateus 24.35. A palavra dele é a nova Torah. O destino final dos homens depende da resposta à palavra dele: Mateus 7.24-27. A Torah julgava. A palavra de Jesus julga: João 12.48.  Moisés escreveu a Torah, mas na realidade, escreveu sobre Jesus: Joao 5.46. Serão julgados com rigor: vv. 30-31. Não desprezem a Palavra de Jesus: 2.1-3.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3. DEIXEM DE OLHAR PARA TRÁS E OLHEM PARA FRENTE! &#8211; VV. 32-38</p>
<p>Lembrem como vocês ficaram firmes em meio a provações (vv. 32-33)! Lembrem como vocês foram solidários com os sofredores, porque olhavam para frente (v. 34)! Vocês querem jogar tudo fora, inclusive a recompensa (v. 35)? A perseverança é necessária para alcançar a promessa (v. 36). Gente capenga na fé não obtém recompensa! Ele virá (v. 37). No versículo 38, temos a famosa citação de Habacuque 2.4 (&#8220;o justo viverá da fé&#8221;), que aparece três vezes no Novo Testamento (Romanos 1.17, Gálatas 3.11 e Hebreus 10.38). Em Romanos a ênfase é no &#8220;justo&#8221;. Em Gálatas é em &#8220;viverá&#8221;. Aqui a ênfase é em &#8220;fé&#8221;, como sinônimo de Graça, em oposição à Lei. Olhem para frente, firmes na Graça!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CONCLUSÃO</p>
<p>O versículo 39 encerra a argumentação. Nós não somos dos que recuam para o judaísmo, para um passado que não existe. Somos dos que avançam. E, para provar, ele vai mostrar a galeria dos que, no Antigo Testamento, olharam para frente, para o que vinha. Até Moisés, que preferiu Cristo (isso mesmo, Cristo!) ao Egito (v. 26)! Abraão viu o dia de Cristo (João 8.56). Isaías viu Jesus (João 12.41). Por isso, nós devemos cumprir o que o autor diz em Hebreus 12.2.</p>
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		<title>VACA CADENTE</title>
		<link>https://www.isaltino.com.br/2013/07/vaca-cadente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isaltino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 09:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pastorais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 21.7.13                 A notícia é inusitada. Aconteceu em Caratinga, MG: &#8220;&#8230; uma vaca que pastava subiu no telhado de uma casa construída em uma ladeira e cujo teto fica abaixo do nível da rua. As telhas de amianto não resistiram ao&#8230;&#160;<a href="https://www.isaltino.com.br/2013/07/vaca-cadente/" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">VACA CADENTE</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="center">
<p align="center">Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho</p>
<p align="center">
<p align="center">Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 21.7.13</p>
<p align="center">
<p align="center">
<p>                A notícia é inusitada. Aconteceu em Caratinga, MG: &#8220;&#8230; uma vaca que pastava subiu no telhado de uma casa construída em uma ladeira e cujo teto fica abaixo do nível da rua. As telhas de amianto não resistiram ao peso do animal, que terminou caindo sobre um homem identificado como João Maria de Souza, de 45 anos, proprietário da casa e que dormia em sua cama no momento do acidente&#8221; (<i>O dia, </i>15.7.13). João morreu, vítima de hemorragia interna e traumatismos múltiplos.<span id="more-3045"></span><!--more--></p>
<p>Que coisa! A pessoa dorme em sua casa e uma vaca lhe cai em cima! Raia ao absurdo. Imaginemos anos depois uma pessoa da família comentando com alguém que ignora o fato: &#8220;Uma vaca caiu na cama dele!&#8221;.</p>
<p>É a vida. Nem todos sofrem acidente deste tipo, mas como há surpresas! Há eventos que desmancham nossos esquemas, e mudam por completo nossa vida. Eu tinha 14 anos de idade quando meu primo Otávio Gomes Coelho me convidou para ir à igreja, onde se convertera há pouco. Fui. A vida mudou naquele dia.</p>
<p>No dia em que Bartimeu se sentou à porta de Jericó para esmolar não presumia que sua vida seria mudada para sempre. Jesus o curaria. Há eventos que não previmos e que causam grande mudança na vida. Por vezes, em uma fração de segundo. Uma pessoa sai para fazer compras e uma bala perdida o acha. Não podemos controlar nossa vida, nem sabemos como será nosso amanhã.</p>
<p>Ter certezas na vida é necessário. Alguns pensadores negam a possibilidade de certeza (ou verdade). O pensador Francis Schaefer ironizou um desses pensadores, que dizia que tudo na vida era acaso, que não há certeza alguma, mas, como gostava de cogumelos, selecionava os que comia. Queria ter certeza de não comeria um venenoso.  Céticos e ateus têm dificuldades em viver de acordo com seus pressupostos. Lembro-me, a propósito, de uma professora de Psicologia que tive, e que certa vez declarou: &#8220;Não há absolutos!&#8221;. Disse-lhe: &#8220;Professora, esta afirmação é um absoluto!&#8221;.</p>
<p>Voltemos à imprevisibilidade da vida. Tiago criticou gente que faz planos detalhados para sua vida sem levar em conta que ela é imprevisível. &#8220;&#8230; Não sabeis o que acontecerá no dia de amanhã&#8221; (Tg 4.14). A vida não é matemática.</p>
<p>Não sabemos o que nos acontecerá amanhã, mas podemos crer naquele que tem o Amanhã em suas mãos. &#8220;Eu sou o Alfa e o Ã”mega, o princípio e o fim&#8221; (Ap 21.6). Não sei como me será 2014. Nem sei se o verei. Mas sei que a vida está nas mãos Dele. Ele cuidou até hoje. E nada me faz pensar que não cuidará amanhã.</p>
<p>Talvez não me caia uma vaca na cabeça. A vida é imprevisível (um clichê, mas real). Mas Ele é previsível: Ele cuida de quem lhe entrega a vida. Faça isso. Não para evitar vacas cadentes. Para ter segurança. Funciona. A Bíblia diz que funciona. Milhões de fiéis, ao longo da história, comprovam isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.isaltino.com.br/2013/07/vaca-cadente/">VACA CADENTE</a> first appeared on <a href="https://www.isaltino.com.br">ISALTINO GOMES COELHO FILHO</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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