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	<title>::. ISVOR  |  Programa Da Vinci .::</title>
	
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		<title>Salve o planeta doando informação</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 21:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Vinci</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Falando sério, com tantas informações a respeito de aquecimento global, esgotamento de recursos naturais, aumento da poluição e do lixo, a gente acaba se sentido pressionado a fazer algo a respeito. Podemos fazer nossa parte, destinando nossos descartes para a reciclagem, consumindo de forma mais consciente, buscando novas soluções que agridam menos o meio ambiente. Contudo, será que ninguém aí já se perguntou se poderia fazer mais? Nunca quis ter o poder de um presidente dos Estados Unidos ou do CEO de uma grande empresa para fazer algo realmente de impacto em favor do planeta? Saiba então que você pode fazer, algo grande e com alto impacto. Não sozinho e ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falando sério, com tantas informações a respeito de aquecimento global, esgotamento de recursos naturais, aumento da poluição e do lixo, a gente acaba se sentido pressionado a fazer algo a respeito. </p>
<p>Podemos fazer nossa parte, destinando nossos descartes para a reciclagem, consumindo de forma mais consciente, buscando novas soluções que agridam menos o meio ambiente. Contudo, será que ninguém aí já se perguntou se poderia fazer mais? Nunca quis ter o poder de um presidente dos Estados Unidos ou do CEO de uma grande empresa para fazer algo realmente de impacto em favor do planeta?</p>
<p>Saiba então que você pode fazer, algo grande e com alto impacto. Não sozinho e sim com a ajuda de outras tantas pessoas que se importam como você. Como? Com informação</p>
<p><a href="http://acrobotic.com/smart-citizen">The Smart Citizen</a> é uma plataforma open source para coletar diversas informações sobre o ambiente, direto da sua casa. Participando do projeto você recebe um kit que possui 3 partes. A primeira é um sensor que capta informações sobre a presença de CO e NO2 no ar, temperatura, intensidade da luz, niveis de som e umidade. O sensor é bem pequeno e pode ser colocado em qualquer parte de casa.</p>
<p>A segunda parte é um site, para o qual vão todas as suas informações a as dos demais colaboradores. E a terceira é um aplicativo que fica diretamente conectado ao seu sensor.</p>
<p>Qual é o objetivo disso, você pode estar se perguntando. Decisões importantes são baseadas em dados (ou deveriam ser), então imagine se várias pessoas do mundo todo participam de um projeto como esse e coletam informações importantes que vão para um banco de dados único. Não seriam esses dados preciosos para qualquer governo ou instituição decidir o que precisa ser feito em relação ao meio ambiente nessas diversas localidades?</p>
<p>Para conhecer mais o projeto e colaborar, acesse o <a href="http://www.kickstarter.com/projects/acrobotic/the-smart-citizen-kit-crowdsourced-environmental-m">Kickstarter</a>.</p>
<p style="background: #ffffcc; color: #333; padding: 4px;">Insight <strong>Da Vinci</strong>: O mundo está cada vez mais apaixonado por dados (já podemos falar em &#8220;datamania&#8221;, produção?). Queremos saber tudo e em tempo real e se isso for ajudar o planeta, melhor ainda. Não por acaso, um dos assuntos quentes do momento é big data. Claro, quem não quer tomar decisões menos arriscadas, baseadas em uma enorme gama de dados? </p>
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		<title>Tutorial para mamães na internet</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 20:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Vinci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Todos]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que começaram a aderir às redes sociais, pais e mães de todo o planeta viram aquela tradicional vergonha que os adolescentes sentem dos pais serem transferidas para o ambiente virtual. No entanto, nas redes sociais é preciso admitir que, de vez em quando, os filhos podem ter razão de sentir uma vergonhazinha: essa geração de pais não nasceu conectada, como eles próprios e, às vezes, não entende muito bem as regras de conduta social em plataformas como o Facebook, gerando ótimas pérolas para serem compartilhadas internet afora. Entretanto, um site criado para o Dia das Mães se dispõe a minimizar esses problemas de convivência na internet. Chamado de “Reboot ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que começaram a aderir às redes sociais, pais e mães de todo o planeta viram aquela tradicional vergonha que os adolescentes sentem dos pais serem transferidas para o ambiente virtual. No entanto, nas redes sociais é preciso admitir que, de vez em quando, os filhos podem ter razão de sentir uma vergonhazinha: essa geração de pais não nasceu conectada, como eles próprios e, às vezes, não entende muito bem as regras de conduta social em plataformas como o Facebook, gerando ótimas pérolas para serem compartilhadas internet afora.</p>
<p>Entretanto, um site criado para o Dia das Mães se dispõe a minimizar esses problemas de convivência na internet. Chamado de “<a href="http://www.rebootmoms.com">Reboot Mom</a>”, o site se dispõe a ser um tutorial para mamães do uso de redes sociais: Facebook, Twitter, Pinterest e Instagram estão lá.</p>
<p>Deliberadamente Kistch (pra não dizer bem brega), o site traz informações que realmente explicam um pouco do “código de conduta” das redes sociais. Todas as redes lá descritas trazem um pequeno tutorial em vídeo do que é a plataforma, dicas simples de como utilizar as ferramentas (por exemplo: desmarcar fotos) e, no final, pequenas dicas de etiqueta bem divertidas, como, por exemplo, “Nunca escrever “me ligue” no perfil de seu filho”, no caso do Facebook ou “Não comente em todas as fotos dos seus filhos, é pra isso que os feriados servem”, no caso do Instagram.<br />
Resta saber se, aqui no Brasil, esse tutorial teria que ser expandido ou se as mamães por aqui também possuem aquele dom brasileiro de explorar e, com o tempo, dominar as redes sociais.</p>
<p style="background: #ffffcc; color: #333; padding: 4px;">Insight <strong>Da Vinci</strong>: A presença dos pais no Facebook é um dos motivos que tem feito com que adolescentes abandonem a rede social de Zuckerberg. Os rumores ganharam força no início desse ano e a cada dia aparece uma nova matéria sobre o assunto. Os adolescentes que saem do Facebook, em geral, estão migrando para plataformas como Instagram e SnapChat. Esse último vem se tornando o preferido por permitir o compartilhamento temporário de vídeos e imagens apenas com os amigos. Características apreciadas: simples, divertido e aparentemente secreto. </p>
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		<title>Um aplicativo para descobrir se um produto financia causas contrárias às suas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 21:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Vinci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[E aí que você é a favor de uma causa social, faz campanha no facebook, na mesa do bar e até se envolve em ações práticas, mas continua comprando aquele sabão em pó. Espera aí, o que o sabão em pó tem a ver com a história? Tudo. A empresa que produz o sabão não é tão limpa assim e é contra a causa que você apoia. É para ajudar os cidadãos a evitar esse tipo de situação que o aplicativo Buycott foi criado. Segundo os desenvolvedores, a ideia é oposta a do boicote. O app ajuda o consumidor, em verdade, a gastar o dinheiro com aquilo que seja coerente ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E aí que você é a favor de uma causa social, faz campanha no facebook, na mesa do bar e até se envolve em ações práticas, mas continua comprando aquele sabão em pó. Espera aí, o que o sabão em pó tem a ver com a história? Tudo. A empresa que produz o sabão não é tão limpa assim e é contra a causa que você apoia.</p>
<p>É para ajudar os cidadãos a evitar esse tipo de situação que o aplicativo Buycott foi criado. Segundo os desenvolvedores, a ideia é oposta a do boicote. O app ajuda o consumidor, em verdade, a gastar o dinheiro com aquilo que seja coerente com seus princípios. Bacana né?</p>
<p>O funcionamento é simples. Basta escanear o código de barra do produto para obter informações detalhadas sobre fabricantes e demais participantes do processo de produção. Daí é só conferir se tem algum aspecto negativo e se decidir por comprar ou não.</p>
<p><a href="http://www.buycott.com/">Buycott</a> é free.</p>
<p style="background: #ffffcc; color: #333; padding: 4px;">Insight <strong>Da Vinci</strong>:  Transparência total. Essa é a realidade das marcas num mundo de informação abundante e acessível. Antes de discutirmos se iniciativas como Buycott estão certas ou erradas, se fazem o que fazem de uma forma adequada, precisamos simplesmente considerar que elas existem, e não seria nada inteligente as empresas desprezarem essa realidade. </p>
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		<item>
		<title>Cross-cultural: Brasil, Alemanha e um caminhão</title>
		<link>http://www.programadavinci.com.br/post/cross-cultural-brasil-alemanha-e-um-caminhao?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=cross-cultural-brasil-alemanha-e-um-caminhao</link>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 21:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Vinci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Todos]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem aí ainda não teve que trocar meia dúzia de palavras com um gringo, no ambiente profissional? Se ainda não, falta pouco, porque essa situação está ficando cada vez mais corriqueira por aqui. Para empresas globais, colaboradores, fornecedores e demais stakeholders estão em qualquer ponto do planeta. Aí, quem achava que o idioma era o único obstáculo, vai descobrindo que é na diferença cultural que o negócio pega de verdade. &#8220;Não é dessa maneira que vocês estão acostumados a conduzir o processo? Você se incomodou com tamanha informalidade? Estamos tendo conflitos com métodos diferentes de trabalho?&#8221; Como o objetivo não é escapar desse cruzamento cultural, precisamos aproveitar qualquer oportunidade de ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem aí ainda não teve que trocar meia dúzia de palavras com um gringo, no ambiente profissional? Se ainda não, falta pouco, porque essa situação está ficando cada vez mais corriqueira por aqui. Para empresas globais, colaboradores, fornecedores e demais stakeholders estão em qualquer ponto do planeta.</p>
<p>Aí, quem achava que o idioma era o único obstáculo, vai descobrindo que é na diferença cultural que o negócio pega de verdade. &#8220;Não é dessa maneira que vocês estão acostumados a conduzir o processo? Você se incomodou com tamanha informalidade? Estamos tendo conflitos com métodos diferentes de trabalho?&#8221;</p>
<p>Como o objetivo não é escapar desse cruzamento cultural, precisamos aproveitar qualquer oportunidade de aprender um pouco mais sobre as outras culturas, para compreender e apreciar a diversidade.</p>
<p><strong>Uma boa oportunidade para isso acaba de pintar no nosso radar:</strong><br />
Como parte da Temporada Alemanha+Brasil 2013-2014 um instituto cultural sobre rodas vai percorrer 17 cidades brasileiras levando o que há de mais novo na cultura alemã. A abertura da viagem foi no último dia 13 em São Paulo e vai levar um ano para encerrar em Belém. No caminho, muita música, teatro, artes visuais, cinema, dança e literatura.</p>
<p>O visual incrível do caminhão é obra dos artistas urbanos Jim Avignon (Alemanha) e Carlos Dias (Brasil).</p>
<p><a href="http://kulturtour.com.br/">Confere aqui a programação.</a></p>
<p style="background: #ffffcc; color: #333; padding: 4px;">Insight <strong>Da Vinci</strong>: Recentemente falamos por aqui de nomadismo e polinização cruzada, dois conceitos que tem tudo a ver com esse nosso assunto de agora. Dá uma olhada <a href="http://www.programadavinci.com.br/post/insight-da-vinci-quem-sao-aqueles-nomades">nesse post. </a></p>
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		<title>O que você realmente sabe sobre o Japão?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 20:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Vinci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ciência e tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem quem diga que o Japão já não é mais aquele que lançava novos produtos e surpreendia o mundo com tanta tecnologia. E tem quem discorde. Entre eles está Kei Shimada. Kei é diretor de uma grande agência de publicidade do país e afirma que o Japão ainda tem muito a mostrar e oferecer para o mundo. Uma das características fortes da terra do sol nascente, na opinião de Kei, é que lá a inovação é associada a uma visão de longo prazo, o que ele define como &#8220;paciência recompensadora&#8221;. A inovação não é então algo pontual e que acontece do dia para a noite, e sim um sistema que ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem quem diga que o Japão já não é mais aquele que lançava novos produtos e surpreendia o mundo com tanta tecnologia. E tem quem discorde. Entre eles está Kei Shimada.</p>
<p>Kei é diretor de uma grande agência de publicidade do país e afirma que o Japão ainda tem muito a mostrar e oferecer para o mundo.</p>
<p>Uma das características fortes da terra do sol nascente, na opinião de Kei, é que lá a inovação é associada a uma visão de longo prazo, o que ele define como &#8220;paciência recompensadora&#8221;.</p>
<p>A inovação não é então algo pontual e que acontece do dia para a noite, e sim um sistema que vai sendo construído cuidadosamente. Como exemplo, vê-se a área de tecnologia mobile. O Japão está anos à frente de outros países, por ter investido em internet rápida e com cobertura nacional. Por isso lá é possível ter vários serviços se utilizando do NFC (comunicação de dispositivos próximos) como em nenhum outro lugar no mundo.</p>
<p>Shimada dá muitos outros exemplos do que tem acontecido em terras nipônicas, aos quais é bom prestar bastante atenção:</p>
<p>- Vending machines por lá não sofrem com vandalismo como em outras partes do mundo; por isso se desenvolveram tanto. Chegaram ao ponto de customizar a oferta de produtos através da identificação do rosto e da vestimenta dos usuários.</p>
<p>- Miko: um aplicativo que capta suas ondas cerebrais para tocar as músicas certas em cada situação.</p>
<p>- Sobre carros elétricos um exemplo interessante. Ao invés de pensarmos num carro que chega em casa e precisa ser reabastecido, ele é capaz de fornecer energia para a casa.</p>
<p>Se quiser ver esses exemplos e conhecer outros, confira a apresentação de Key Shimada na Conferência TNW em Amsterdã.</p>
<p><iframe width="400" height="225" src="http://www.youtube.com/embed/0bdALdAbmxw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Imagem: Linda Fung</p>
<p style="background: #ffffcc; color: #333; padding: 4px;">Insight <strong>Da Vinci</strong>: Quer saber o que mais acontece no mundo da tecnologia? Confira nossa <a href="http://www.programadavinci.com.br/tag/ciencia-e-tecnologia">tag sobre o assunto</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Conhecer a cidade não é só ir no centro</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 21:22:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Vinci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Todos]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase todo mundo já deve ter feito isso. Vai conhecer uma cidade e fica só no centro ou em algum bairro mais famosinho. Contudo, dá pra dizer que realmente conheceu a cidade dessa maneira? Pensando em atrair turistas e até mesmo a população local, uma organização sem fins lucrativos da Filadelfia criou uma campanha para apresentar 14 bairros da cidade aos possíveis visitantes. Através do site dá para explorar cada região, conhecendo histórias, restaurantes, lojas, cafés, museus, etc. Todos os bairros ficam a no máximo 15 minutos do centro. Uma boa ideia para qualquer cidade do mundo que deseja revelar aos turistas seus tesouros fora do centro. Insight Da Vinci: ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase todo mundo já deve ter feito isso. Vai conhecer uma cidade e fica só no centro ou em algum bairro mais famosinho. Contudo, dá pra dizer que realmente conheceu a cidade dessa maneira? </p>
<p>Pensando em atrair turistas e até mesmo a população local, uma organização sem fins lucrativos da Filadelfia criou uma campanha para apresentar 14 bairros da cidade aos possíveis visitantes.</p>
<p>Através do <a href="http://www.visitphilly.com/philadelphia-neighborhoods/">site</a> dá para explorar cada região, conhecendo histórias, restaurantes, lojas, cafés, museus, etc.</p>
<p>Todos os bairros ficam a no máximo 15 minutos do centro.</p>
<p>Uma boa ideia para qualquer cidade do mundo que deseja revelar aos turistas seus tesouros fora do centro.</p>
<p style="background: #ffffcc; color: #333; padding: 4px;">Insight <strong>Da Vinci</strong>: Já percebeu como as pessoas (nós!) gostamos cada vez mais de mapas? Seja pela facilidade de leitura ou pelo aspecto &#8220;mapa do tesouro&#8221; esse formato tem sido bastante utilizado nos últimos tempos, chegando a ser tratado como mapamania. E porque valorizamos o aspecto local/regional como nunca antes? Como o mundo está mesmo globalizado e todos tem acesso a tudo, uma forma de fugir da homogeneidade é enxergar valor naquilo que é único, nas expressões culturais e até mesmo em bairros que antes passavam desapercebidos. </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Esse Me Me Me não me representa</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 20:56:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Vinci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[insight da vinci]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é preguiçoso, egoísta, narcisista e superficial. Calma, isso só se aplica se você tiver nascido entre 1980 e 2000. É o caso? Então espera aí, antes de fechar a página, entenda o que queremos lhe dizer: nada disso se aplica, porque simplesmente não te conhecemos. Nem nós nem Joel Stein, mas de alguma forma estamos falando de você. Stein é o autor da matéria de capa da Time (Millennials: The Me Me Me Generation) da última semana, a qual afirma que a geração Y ou Millenials é preguiçosa, superficial, egoísta e narcisista. Prevendo que suas palavras não seriam bem recebidas por todos, Stein tratou de armar bem seu escudo, ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você é preguiçoso, egoísta, narcisista e superficial. Calma, isso só se aplica se você tiver nascido entre 1980 e 2000. É o caso? Então espera aí, antes de fechar a página, entenda o que queremos lhe dizer: nada disso se aplica, porque simplesmente não te conhecemos. Nem nós nem Joel Stein, mas de alguma forma estamos falando de você.</p>
<p>Stein é o autor da matéria de capa da <a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,2143001,00.html">Time (Millennials: The Me Me Me Generation) da última semana</a>, a qual afirma que a geração Y ou Millenials é preguiçosa, superficial, egoísta e narcisista. Prevendo que suas palavras não seriam bem recebidas por todos, Stein tratou de armar bem seu escudo, com números, entrevistas e pesquisas. Ele estava certo, não demorou para surgirem alguns textos à favor e muitos contra, entre os quais o do <a href="http://www.theatlanticwire.com/national/2013/05/me-generation-time/65054/">The Atlantic Wire</a>, que merece o destaque. </p>
<p>Quem está certo? Não escolhemos um lado e nem vamos, até o último ponto final. Queremos mesmo é dar um passo à frente e sair dessa posição em que se vê o todo e não se enxerga ninguém. Daqui, do conforto de ar condicionado, números e estatísticas tudo é simples, óbvio e possivelmente equivocado. Olhando bem de perto, como dizer que o garoto de vinte e poucos anos, que não está muito preocupado com a faculdade, não procura emprego e aproveita a conveniência de morar com os pais merece os mesmos adjetivos da jovem que mora com a mãe, sustenta a casa e paga a faculdade com o salário de um subemprego, mas que espera melhorar de vida?</p>
<p>Dá mesmo para encaixar uma geração inteira nesses conceitos e utilizá-los para algum fim? Se estamos falando de inovação, e estamos, é perigoso assumir essas características sem levar em conta de quem ou com quem você realmente está falando. Uma geração tem pessoas com contextos diferentes que criam realidades nada parecidas. Para conhecer melhor e fugir de preconceitos, é preciso olhar os detalhes. </p>
<p>Não por acaso antropologia do consumo e big data são temas que vem ganhando destaque nos veículos de informação e chamando a atenção de grandes empresas. São ferramentas que permitem ir além da superficialidade. Generalizações como a geração Y ou mesmo a famosa classe C são arriscadas, porque tendem a produzir uma média. E ir pela média, é como vender roupa tamanho M, porque metade dos entrevistados respondeu que veste P e a outra metade G. A informação pode estar correta, mas o resultado não serve para ninguém.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem é essa rua?</title>
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		<pubDate>Sat, 11 May 2013 22:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Vinci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Projetos interativos que contribuem para aumentar a interação dos indivíduos com as cidades ondem vivem estão em toda parte pela internet. Aqui mesmo no Da Vinci já listamos alguns dos mais interessantes, e este é mais um desses. Quem nunca teve a curiosidade de entender quem foi a pessoa que “batizou” a rua onde mora? Ou descobrir o que aconteceu em determinada data para que ela desse nome a determinado logradouro? Pois pelo menos em relação às ruas da cidade de San Francisco, no Estados Unidos, essa curiosidade vai poder ser sanada de forma bem prática. O desenvolvedor web Noah Veltman, um nativo da cidade, desenvolveu um site com um ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projetos interativos que contribuem para aumentar a interação dos indivíduos com as cidades ondem vivem estão em toda parte pela internet. Aqui mesmo no Da Vinci já listamos alguns dos mais interessantes, e este é mais um desses.</p>
<p>Quem nunca teve a curiosidade de entender quem foi a pessoa que “batizou” a rua onde mora? Ou descobrir o que aconteceu em determinada data para que ela desse nome a determinado logradouro? Pois pelo menos em relação às ruas da cidade de San Francisco, no Estados Unidos, essa curiosidade vai poder ser sanada de forma bem prática.</p>
<p>O desenvolvedor web Noah Veltman, um nativo da cidade, desenvolveu um site com um mapa interativo de San Francisco onde é possível descobrir o que significam os nomes das ruas na cidade clicando sobre elas no mapa. É possível ainda  navegar pelo site buscando determinada rua, escolhendo pelas regiões ou ainda pelos  “temas” a partir dos quais as ruas de San Francisco foram batizadas. Uma idéia simples e criativa para conhecer melhor a cidade onde vive.</p>
<p>E parece que os mapas vão tomar o lugar dos gatinhos como o xodó da internet. Nesse <a href="http://rumsey.geogarage.com/">outro projeto</a> é possível visitar planos cartesianos antigos de várias cidades do mundo, graças a um colecionador que aplicou os mapas ao Google Maps.</p>
<p style="background: #ffffcc; color: #333; padding: 4px;">Insight <strong>Da Vinci</strong>:  Por falar em nomes de rua, você sabe qual é o nome de rua mais comum no Brasil? Se você pensou em Getúlio Vargas ou algum nome de santo, errou. De acordo com um levantamento da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, o nome mais comum é o sem graça “Rua Dois”, seguido pelos igualmente sem graça “Rua Três” e “Rua Um”. Isso acontece pois é grande o número de logradouros no país recém loteados e ainda não batizados. Resta torcer para a criatividade depois do batismo ser maior.
 </p>
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		<title>Escreva com(o) Freud.</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 20:50:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Vinci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é uma daquelas notícias com conteúdo para os estudiosos da Indústria Cultural pensarem por um bom tempo. Acontece que um designer alemão de Frankfurt arrecadou fundos através do Kickstarter para transformar a caligrafia dos manuscritos do pai da psicanálise em uma fonte tipográfica para computadores. Harald Geisler, o designer por trás da ideia, conta que ficou fascinado ao ver a caligrafia de Freud em seus manuscritos centenários, e se divertia ao pensar na ideia de as pessoas poderem escrever cartas utilizando a bela caligrafia do psicanalista. E o rapaz se comprometeu mesmo com a ideia. Dois museus com acervos sobre Freud – o Sigmund Freud Museum em Vienna e ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma daquelas notícias com conteúdo para os estudiosos da Indústria Cultural pensarem por um bom tempo.</p>
<p>Acontece que um designer alemão de Frankfurt arrecadou fundos através do Kickstarter para transformar a caligrafia dos manuscritos do pai da psicanálise em uma fonte tipográfica para computadores. Harald Geisler, o designer por trás da ideia, conta que ficou fascinado ao ver a caligrafia de Freud em seus manuscritos centenários, e se divertia ao pensar na ideia de as pessoas poderem escrever cartas utilizando a bela caligrafia do psicanalista.</p>
<p>E o rapaz se comprometeu mesmo com a ideia. Dois museus com acervos sobre Freud – o Sigmund Freud Museum em Vienna e o Freud Museum em Londres, contribuíram com arquivos digitais e fotografias dos manuscritos. Dessa forma, o designer pôde estudar a fundo a caligrafia de Freud. E para deixar a fonte o mais “manuscrita” possível, o designer estudou e aplicou pequenas variações em cada letra. Geisler estudou ainda as combinações de letras mais comuns em quatro idiomas (Inglês, Alemão, Francês e Espanhol), e é nessas combinações que as variações do desenho de cada letra serão aplicadas. Ou seja, uma fonte personalizada em todos os sentidos.</p>
<p style="background: #ffffcc; color: #333; padding: 4px;">Insight <strong>Da Vinci</strong>: Se você curtiu a ideia de poder escrever com a letra de Freud, é só financiar o <a href=" http://www.kickstarter.com/projects/201030759/sigmund-freud-typeface-a-letter-to-your-shrink">projeto de Geisler no Kickstarter</a>, que já conta com 1.481 apoiadores.
 </p>
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		<title>Aqui está a nova forma de fazer trabalhos escolares</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 21:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Vinci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Se lembra como você fazia os trabalhos da escola? Ainda era a boa e velha Barsa ou você já é da geração Google e Wikipedia? Seja como for, uma coisa não muda: muitos trabalhos continuam sendo feitos em grupo. Seja para estimular a colaboração, estimular o aprendizado ou facilitar a troca de experiências. Porém, se antes todos se reuniam na biblioteca ou na casa de alguém, hoje os trabalhos são feitos por aplicativos de mensagens instantâneas, redes sociais e e-mails. Para facilitar a vida dos estudantes, o Kolab é uma ferramenta muito interessante. Ele é ao mesmo tempo um gerenciador de projetos, uma ferramenta de edição de textos e um ... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se lembra como você fazia os trabalhos da escola? Ainda era a boa e velha Barsa ou você já é da geração Google e Wikipedia? Seja como for, uma coisa não muda: muitos trabalhos continuam sendo feitos em grupo. Seja para estimular a colaboração, estimular o aprendizado ou facilitar a troca de experiências. Porém, se antes todos se reuniam na biblioteca ou na casa de alguém, hoje os trabalhos são feitos por aplicativos de mensagens instantâneas, redes sociais e e-mails.</p>
<p>Para facilitar a vida dos estudantes, o <a href="http://beta.wekolab.com/">Kolab</a> é uma ferramenta muito interessante. Ele é ao mesmo tempo um gerenciador de projetos, uma ferramenta de edição de textos e um meio de comunicação por texto e vídeo entre pessoas. Os usuários podem criar projetos, formar equipes e trabalhar de maneira conjunta virtualmente e em tempo real.</p>
<p>O Kolab ainda promete uma nova funcionalidade para breve, um calendário para ajudar os estudantes a organizar suas agendas que sempre apertam nos fins das etapas.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/63003584" frameborder="0" width="400" height="300"></iframe></p>
<p style="background: #ffffcc; color: #333; padding: 4px;">Insight <strong>Da Vinci</strong>: Falando em educação, inovação e tecnologia, duas empresas especializadas em tendências da educação divulgaram recentemente o relatório Horizon Report 2013 que aponta seis tecnologias emergentes que se tornarão populares até 2018, seis tendências e seis desafios que as universidades enfrentarão nos próximos cinco anos. <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-05-05/relatorio-internacional-aponta-tendencias-tecnologicas-na-educacao-superior.html">Confira uma matéria sobre o assunto</a>.</p>
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