<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476</atom:id><lastBuildDate>Sun, 02 Feb 2025 00:08:08 +0000</lastBuildDate><category>Portfólio</category><category>Jornal do Sudoeste</category><category>Cultura</category><category>Comportamento</category><category>Artigo</category><category>Educação</category><category>Leis</category><category>História</category><category>Política</category><category>Reportagem</category><category>Trabalho Acadêmico</category><category>Fotografia</category><category>Notícias</category><category>Opinião</category><category>projetos gráficos</category><category>Crônicas</category><category>Economia</category><category>Entretenimento</category><category>Esporte</category><category>Imprensa</category><category>Infográfico</category><category>Meio Ambiente</category><category>Mídias</category><category>Repostagens</category><category>Saúde</category><category>Trabalhos acadêmicos</category><category>Violência</category><title>Portfólio</title><description></description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Anonymous)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-3287356976172920145</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2016 12:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-04-04T09:31:35.047-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Esporte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornal do Sudoeste</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reportagem</category><title>Associação Atlética Paraisense: 97 anos de uma rica história em Paraíso</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8X9VYQ2im5eidnzZ2IQvO9nCSFEy9WLCYWH2WvCCPQeagqCt8Qr3YqVxMOCIHNcvViQZCnIvoUpaf4_d22RkVrcrVTuPjk83nyT7M47rOdgPYSuWiEWWs_p2silPiUfJbovSvUvmN0L79/s1600/2016+-+04+-+APC+comemora+30+anos+%25281%2529.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;458&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8X9VYQ2im5eidnzZ2IQvO9nCSFEy9WLCYWH2WvCCPQeagqCt8Qr3YqVxMOCIHNcvViQZCnIvoUpaf4_d22RkVrcrVTuPjk83nyT7M47rOdgPYSuWiEWWs_p2silPiUfJbovSvUvmN0L79/s640/2016+-+04+-+APC+comemora+30+anos+%25281%2529.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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Fundada em 5 de março de 1919 pelo coronel Alfredo Serra Júnior, mais conhecido como “Doutor Serrinha”, a Associação Atlética Paraisense (AAP) completou 97 anos de história. Durante esse período, o clube viveu um passado repleto de altos e baixos, tentando de 1952 a 1956 subir para a liga profissional. Em 1956, na disputa contra o time Valériodoce, em Itabira, na final do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, a “Mais Querida” de São Sebastião do Paraíso, dependia de um empate para subir para a liga, mas o centroavante conhecido como Mingo, perdeu os dois pênaltis, levando o time a derrota e ao desânimo do clube em ter um time profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fato marcante na história da Paraisense, dizem, foi proposital. É o que afirma o taxista Itamar Bonfim, conhecido da comunidade paraisense que durante muitos anos foi árbitro de futebol e comentarista esportivo e viveu todas as glórias e tristezas por qual o time passou. “Dizem que o Mingo estava comprado, que havia perdido de propósito, ele saiu fugido da cidade”, conta Itamar que, aos 73 anos, recorda-se, emocionado, de vários momentos importantes na história da Paraisense. No entanto, ao ser entrevistado em programas esportivos na então Rádio Difusora Paraisense, na época, e quando veio a Paraíso posteriormente, Mingo negou, atribuindo a perda dos pênaltis a uma infelicidade. “Sou apaixonado pelo time, meu pai amava o clube e me levava aos jogos, nunca houve um período tão importante na história do nosso futebol como aquela geração dos anos 50”, recorda Itamar Bonfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as conquistas da AAP, as que são lembradas, e que marcaram época para o time de Paraíso, ocorreram no Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, tendo no currículo dois vices (1989 e 1995) e o título obtido no Campeonato Mineiro da Terceira Divisão, em 2001; além de ter participado do Campeonato Mineiro da 1ª Divi-são em quatro oportunidades: 1990 (8º lugar), 1991 (8º lugar), 1992 (15º lugar) e 1996 (12º lugar). Em1989, em uma partida emocionante, ela empatou com o Ipiranga em Manhuaçu e subiu pela primeira vez a elite do futebol mineiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No gramado do Estádio Comendador João Alves, a Paraisense recebeu grandes equipes como Fluminense, Santos, Cruzeiro, Atlético Mineiro, Guarani, Ponte Preta de Campinas, Botafogo, Comercial de Ribeirão Preto, Ferroviária de Araraquara, além de grandes equipes do cenário regional e nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de paralisado por algum tempo, foi nos anos 80 que a Mais Querida voltou a movimentar o futebol no município. Enfrentou e ganhou de equipes que faziam parte dos principais campeonatos mineiro e paulista.  Foi nesse período que o ex-zagueiro da primeira formação profissional e atual secretário de Esporte do município, Tomás Martins, atuou na Paraisense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Em 1980 o AAP voltou ao campeonato profissional, nessa época eu entrei como jogador profissional. Comecei no clube como mascote, de 1978 até 80 eu fiquei no futebol amador; de 80 a 82 joguei no profissional, depois disso fui estudar e tive que parar com o futebol. De 1980 a 1989 a Paraisense tentou subir para a primeira divisão; em 89 ela ficou em segundo lugar, na segunda divisão, foi um dos momentos mais marcantes da minha vida”, recorda o secretário de Esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Foi uma vitória que me emociona até hoje, quando a Paraisense foi para Manhuaçu, onde jogava pelo empate para subir para a primeira divisão pela primeira vez. Nós começamos ganhando de 1x0, depois o Ipiranga virou o jogo para 2x1. Aos 43 do segundo tempo conseguimos empatar, lá em Manhuaçu com um gol de Sérgio Vilela, e pela primeira vez na história da Paraisense, conseguimos subir para a primeira divisão. Foi muito e emocionante; até então o time adversário estava fazendo festa, comemorando, e conseguimos ganhar do último momento. Aquele momento não sai da minha, eu estava no estádio, trabalhando na transmissão do jogo”, recorda Tomás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse também é um momento que emocionada o taxista Itamar Bonfim, que foi o idealizador da Taça Paraíso em 1989, campeonato que até hoje acontece no município. Outro momento que também emociona o taxista, foi um jogo em que o Corinthians esteve no município, na década de 1970, no qual o pároco da época, Monsenhor Mancini, conhecido por todos por sua seriedade e rispidez, ganhou uma camisa autografada por um dos ícones do Corinthians, Roberto Rivellino. “Ele chorou muito de felicidade”, recorda Bonfim, também emocionado. A camisa ficou exposta por um bom tempo no saguão de entrada do Cine São Sebastião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bonfim também se lembra do secretário Tomás Martins que, para ele, também foi um dos grandes heróis do futebol que Paraíso já teve. Martins foi presidente da AAP 2002 a 2004, e coleciona uma série de lembranças saudosas, da infância até a extinção do futebol profissional da AAP. “A Paraisense de 2004 para cá, não disputou mais nenhum tipo de campeonato. Hoje, só tem o time veterano. Infelizmente, ela só existe como nome que uma ação de clube propriamente dito. Eu acompanho a Paraisense desde os 6 anos, vi muita coisa bacana acontecer”, recorda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomás recorda ainda de uma partida entre a Paraisense e o Milionários, que entre outros craques tinha o legendário Garrincha, Djalma Santos, Amaral e uma série de jogadores importantes. “Eu tenho uma lembrança dessa época que marcou muito. O time dele estava hospedado no Hotel Achei, no Centro. Lembro-me quando o Garrincha estava conversando no orelhão, com a esposa dele, Elza Soares, quando ela deu a notícia que estava grávida do Garrinchinha. A gente ficava tudo ali ao entorno do hotel para pegar autógrafo. Eu me lembro como se fosse hoje, ele na praça, de bermuda e chinelo, conversando com a turma dele e falando do filho que ia nascer”, relata o secretário de esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não mais como jogador, Tomás conta que já foi diretor e fez parte do departamento médico do clube. “Eu me lembro que 1990, quando a Paraisense subiu, nós fomos a BH jogar contra o Cruzeiro no Mineirão. O ônibus quebrou na avenida Antônio Carlos, o jogo estava marcado para 8h30, era 7h30 e ainda estávamos parados na rodovia, a torcida do cruzeiro passando, mexendo com a gente. Nós levamos uma goleada de 4x1. É outra lembrança que tenho, já como membro da imprensa e da diretoria do clube”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;
“Depois disso, aconteceu muita coisa, vários times importantes vieram a Paraíso disputando campeonatos, vários jogadores importantes passaram por aqui. Houve a reinauguração da iluminação do estádio em 1996. Na época nós jogamos contra os Democratas de Governador Valadares, que estava começando a lançar o jogador Fábio Junior como profissional, nós empatamos o jogo na época. O diretor Darci Menezes, que tinha sido zagueiro do Cruzeiro, veio aqui, tivemos esses encontros memoráveis”, finaliza Martins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Clube, que já possuiu invejável patrimônio, inúmeros bens, hoje conta apenas com o Estádio Comendador João Alves, que de acordo com a doação feita, pertencerá à Associação enquanto houver diretoria. Caso contrário retornará aos herdeiros do doador da área. Mas o atual presidente, Cláudio Passagem, garante que essa perda nunca vai acontecer e que, no que depender dele, a AAP sobreviverá por muito tempo. “A Paraisense sofreu um período de abandono, diretorias que por lá passaram acabaram com tudo que a AAP possuía, nunca cumpriram com o estatuto. Estamos fazendo o possível para manter o clube e reergue-lo”, comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Passagem ressalta ainda que para as eleições que acontecem para a formação da nova diretoria do clube, no próximo dia 9 de abril, sábado, só participarão os 38 associados que hoje compõe a AAP. “Vamos fazer valer o estatuto, principalmente o artigo 44, que diz que ‘o associado que concorre ao cargo só poderá participar de uma chapa e para um único cargo, com pelo menos um ano de registro como associado’”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nestes 97 anos de existência a Associação Atlética Paraisense recebeu e revelou atletas valorosos em suas equipes amadoras e profissionais. Contou com diretores abnegados que com muito esforço se desdobraram para a formação e manutenção dos elencos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, por sua visão empreendedora, bem além de seu tempo, há de se lembrar e se reverenciar o grande presidente Fulvio Guidi, a quem cabe um capítulo especial na história da Mais Querida, notadamente nos anos 50 e início da década de 60, e, também a Waldemar Lanzoni, o grande goleiro que depois, com muito zelo, manteve equipes amadoras de alto nível, por muitos anos.  Em nome de Fulvio Guidi e Waldemar, o Jornal do Sudoeste homenageia a todos diretores e diretorias que tiveram sua parcela de trabalho ao longo destes 97 anos de história da Associação Atlética Paraisense.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;
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Matéria originalmente publicada na edição &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/noticia.php?codigo=9817&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;1985&lt;/a&gt; do &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Jornal do Sudoeste&lt;/a&gt;,&lt;/div&gt;
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São Sebastião do Paraíso/MG&lt;/div&gt;
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</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2016/04/associacao-atletica-paraisense-97-anos.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8X9VYQ2im5eidnzZ2IQvO9nCSFEy9WLCYWH2WvCCPQeagqCt8Qr3YqVxMOCIHNcvViQZCnIvoUpaf4_d22RkVrcrVTuPjk83nyT7M47rOdgPYSuWiEWWs_p2silPiUfJbovSvUvmN0L79/s72-c/2016+-+04+-+APC+comemora+30+anos+%25281%2529.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-7930052624896381288</guid><pubDate>Wed, 30 Mar 2016 12:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-03-30T09:16:51.176-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornal do Sudoeste</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reportagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>Tuberculose: índices de infecção cai 20,2% no Brasil, mas doença ainda preocupa médicos</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizAtM8IDTmW4QILpc82pnxBPj3nLdDxbKwKIukyh0kbzwa6voBLtghtGLDITeSQZRWNZ-Ye6boQ8I150wsjlFKbWHbmnVfECU3jKuiyuMYk6Tvv44P7w_8Hb-9uHnQuMCk3U0iRGtmn4cQ/s1600/Infogr%25C3%25A1fico.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;372&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizAtM8IDTmW4QILpc82pnxBPj3nLdDxbKwKIukyh0kbzwa6voBLtghtGLDITeSQZRWNZ-Ye6boQ8I150wsjlFKbWHbmnVfECU3jKuiyuMYk6Tvv44P7w_8Hb-9uHnQuMCk3U0iRGtmn4cQ/s640/Infogr%25C3%25A1fico.jpg&quot; title=&quot;DIVULGAÇÃO&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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Conhecida pela sua alta taxa de incidência no século XX, a tuberculose, uma doença infecciosa de evolução crônica causada pela bactéria “Mycobacterium Tuberculosis” - descoberta pelo médico, patologista e bacteriologista alemão, Heinrich Hermann Robert Koch em 1882 - e que ataca principalmente os pulmões, ainda é uma doença que preocupa muito a medicina e que, se diagnosticada tardiamente, pode levar a morte além de sua propagação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme relata o médico infectologista José Carlos Costa Junior, a doença ainda é um grande problema de saúde pública e vem preocupando autoridades da área. “Embora a taxa de incidência venha diminuindo, a mortalidade ainda é muito alta, principalmente nos casos de coinfecção da tuberculose em pessoas portadoras do vírus HIV. A doença está diretamente relacionada a determinantes sociais”, elucida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com dados do boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde no dia 24 de março, data em que se comemorou o “Dia Mundial de Combate à Tuberculose”, nos últimos 10 anos, a incidência de casos de tuberculose no Brasil reduziu 20,2%, passando de 38,7 casos a cada 100 mil habitantes em 2006 para 30,9 em 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste mesmo período, a taxa de mortalidade teve também redução de 15,4%. No último ano, a taxa de mortalidade foi de 2,2 óbitos para cada 100 mil habitantes, contra 2,6 registrados em 2006. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil conseguiu atingir as metas dos Objetivos do Milênio (ODM) de combate à tuberculose com três anos de antecedência e, em 2015, aderiu ao compromisso global de redução de 95% dos óbitos e 90% do coeficiente de incidência da doença até 2035.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos números positivos, o infectologista José Carlos comenta que os números de casos em homens é o dobro daquele registrados em mulheres, que também tem a doença como uma das principais causas de óbito entre o sexo feminino. Além disto, conforme o médico, uma população vulnerável apresenta taxas de incidência maiores, é o caso da população carcerária, pessoas portadoras da AIDS, indivíduos vivendo nas ruas e pessoal que tem associação com etilismo (alcoólatras).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o especialista, em São Sebastião do Paraíso também há casos da doença, como na grande maioria dos municípios brasileiros, e a maioria realiza tratamento ambulatorial. “Nos últimos anos notamos um grande número de jovens e pessoas entre 40 e 50 anos com diagnóstico da doença”, ressalta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico comenta que a tuberculose ainda desafia a medicina. “Diferente do que se imaginou nas décadas de 1960 e 1970, de que com uma potente quimioterapia a doença teria um efetivo controle, a tuberculose aumentou em todo o mundo. Em 1993, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a tuberculose como uma emergência global”, destaca o infectologista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;DIAGINÓSTICO E TRATAMENTO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A pessoa que tem o diagnóstico da doença deve ser muito bem esclarecida sobre os riscos e a importância do tratamento correto, seus familiares próximos devem ser examinados”, alerta o médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o especialista, um dos grandes problemas da tuberculose no século XXI é a resistência da bactéria a medicação. “O diagnóstico precoce e o tratamento correto são as medidas mais eficazes para o controle da doença”, ressalta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda, conforme o médico, existe um tratamento eficaz distribuído pelo Ministério da Saúde com duração, na grande maioria dos casos, de 6 meses de tratamento. “É fundamental o tratamento correto para evitar recidivas da doença, assim como a resistência do bacilo as drogas usadas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TRANSMISSÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;
A transmissão da doença ocorre por vias aérea e na maioria dos casos a partir da inalação de gotículas contendo bacilos expelidos pela tosse, fala ou espirro do doente com tuberculose. O infectologista José Carlos Costa alerta que as pessoas que teve ou tem contato próximo de doentes sem tratamento estarão mais expostas. “Após 10 a 14 dias de tratamento eficaz não ocorre mais a transmissão do bacilo. Todos os contatos de pessoas com pacientes que foi infectado com a doença, por exemplo, residentes na mesma casa, devem ser investigados, assim como contatos próximos, seja no trabalho ou até mesmo a população carcerária”, completa o médico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;SINTOMAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal sintoma da tuberculose é a tosse por mais de três semanas, com ou sem secreção. Qualquer pessoa com esse sintoma deve procurar uma unidade de saúde para fazer o diagnóstico. Além desse sintoma, outros como febre baixa, geralmente à tarde, suor noturno, falta de apetite, perda de peso, cansaço, dor no peito e hemoptise (sangramento das vias respiratórias), pode também ser um indicativo da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já ressaltou o infectologista, José Carlos, são mais vulneráveis à doença as populações carcerárias, moradores de rua - estes devido à dificuldade de acesso aos serviços de saúde e às condições específicas de vida -; além das pessoas vivendo com o HIV, que representam 9,7% dos diagnósticos confirmados de tuberculose em 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TUBERCULOSE EM MINAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerias (SES-MG), em 2015 houve cerca de 4.039 notificações de pessoas contaminadas com a doença, dos quais cerca 212 vieram a óbitos. Ainda, conforme a Secretaria de Saúde, a região metropolitana de Belo Horizonte concentra, aproximadamente, um terço dos casos em todo o Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados epidemiológicos revelam também que a taxa de abandono do tratamento em 2014 foi de 10,6%, considerada elevada. Em função disso, para conscientizar a população a respeito desta doença, a SES-MG fez o lançamento da campanha “A Tuberculose tem cura e o tratamento é gratuito”, sendo a proposta central sensibilizar a comunidade sobre a importância da prevenção e do tratamento correto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TESTE RÁPIDO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2014, o Ministério da Saúde implantou no país uma rede de diagnóstico da doença, a Rede de Teste Rápido para Tuberculose (RTR-TB). Denominado “Gene Xpert”, o teste detecta a presença do bacilo causador da doença em duas horas e identifica se há resistência ao antibiótico rifampicina, usado no tratamento. Segundo dados, foram distribuídos 160 equipamentos para laboratórios de 92 municípios, em todas as unidades da federação. Os municípios escolhidos notificam, anualmente, cerca de 60% dos casos novos de tuberculose diagnosticados no país.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O investimento do Ministério da Saúde para estas ações foi de cerca de R$ 10 milhões e, para monitorar a implantação desta rede, mensurar a realização dos testes e auxiliar a vigilância epidemiológica da doença, o Programa Nacional de Controle da Tuberculose publicou, em dezembro de 2015, um relatório em que estão descritas as principais atividades desenvolvidas pelos Programas de Controle da Tuberculose (nacional, estadual e municipal), laboratórios municipais e centrais no primeiro ano de implantação da RTR-TB, os avanços e os desafios, além do monitoramento da produção do período.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Para 2016, o Ministério da Saúde já adquiriu 70 novos equipamentos e 250 mil testes que serão distribuídos, de acordo com critérios técnicos e operacionais, para municípios brasileiros. Com a medida, o percentual de diagnóstico da doença será ampliado para cerca de 75% de cobertura de casos novos. &lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
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</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2016/03/tuberculose-indices-de-infeccao-cai-202.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizAtM8IDTmW4QILpc82pnxBPj3nLdDxbKwKIukyh0kbzwa6voBLtghtGLDITeSQZRWNZ-Ye6boQ8I150wsjlFKbWHbmnVfECU3jKuiyuMYk6Tvv44P7w_8Hb-9uHnQuMCk3U0iRGtmn4cQ/s72-c/Infogr%25C3%25A1fico.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-8587604116069500924</guid><pubDate>Mon, 28 Mar 2016 12:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-03-28T09:01:58.693-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornal do Sudoeste</category><title>Polícia Militar: base comunitária a serviço da população</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiz6tdMF098PFlzN-T2skmRegoYFbr6N33wPqDYhunwMELPHtcH73RmCVdq4L_3DZow3LMgxESxCSk_9IpmR5YUOT6AtLM8G8WL6AiuiW-QovvnrliGviaLfM_jPHI1e2b24MYBrgsgX2kD/s1600/batalhoes-vao-contar-com-viaturas-basicas-para-radiopatrulhamento-e-bases-comunitarias-moveis.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;424&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiz6tdMF098PFlzN-T2skmRegoYFbr6N33wPqDYhunwMELPHtcH73RmCVdq4L_3DZow3LMgxESxCSk_9IpmR5YUOT6AtLM8G8WL6AiuiW-QovvnrliGviaLfM_jPHI1e2b24MYBrgsgX2kD/s640/batalhoes-vao-contar-com-viaturas-basicas-para-radiopatrulhamento-e-bases-comunitarias-moveis.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
A Base Comunitária Móvel (BCM) da Polícia Militar é um serviço preventivo prestado por uma equipe de policiais militares preparados para aplicar o policiamento orientado para o problema (Pop), com o apoio da comunidade, e utiliza uma viatura (tipo trailer ou van adaptados) e outros processos de policiamento, com o objetivo de reduzir o crime de menor potencial ofensivo, a sensação de insegurança e a desordem pública em áreas com alta densidade populacional sazonal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme explica o chefe da seção de operações da PM e responsável pelo planejamento da base comunitário, tenente Thiago Teixeira Nunes, esse policiamento em específico “visa fazer frente às circunstâncias que necessitem de presença policial militar não permanente. Deve ser empregada, após criteriosa avaliação do comando, onde haja necessidade ocasional ou transitória, ainda que periódica”, destaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A missão geral é executar o policiamento ostensivo geral de forma personalizada, conforme necessidade de cada comunidade, utilizando a Base Comunitária Móvel (BCM) para identificar, analisar e responder aos problemas contemporâneos de segurança pública, avaliando a melhoria da qualidade de vida da comunidade”, elucida tenente Nunes.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base tem também como objetivo executar as atividades conforme o planejamento da Seção de Emprego Operacional (P/3), em conjunto com os órgãos do Sistema de Defesa Social, a solução dos problemas locais com a participação da comunidade, bem como o policiamento ostensivo em locais que apresentem problemas similares, em “padrão” repetitivo e persistente, como já é comum observar a unidade no Centro de São Sebastião do Paraíso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o tenente Nunes, a BCM tem como conceito de atuação, dois objetivos: criar procedimentos de operacionalização para implantação da filosofia de polícia comunitária e assessorar o comando da PM e os policiais militares da 20ª Cia PM Ind onde estiverem atuando, de forma que, quando da retirada da equipe da BCM, possam, aqueles policiais militares, continuar e aprimorar os trabalhos realizados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importante é que a área de atuação em que a BCM desenvolverá seus serviços deve ser bem definida, em virtude do problema apresentado pela comunidade, preferencialmente de forma a não extrapolar o território um bairro. “A equipe da BCM é diretamente subordinada ao comando da Cia PM. Será o comandante da Companhia, em conjunto com a Seção de Emprego Operacional (P/3) e comandante da BCM, o responsável pela elaboração do plano de ação da equipe da BCM em postos da subunidade”, explica Nunes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme destaca o tenente, mensalmente o comando da 20ª Cia e do BCM se reuni para elaboração do plano de atuação e avaliação dos resultados alcançados pelos projetos desenvolvidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Atualmente, a Base Comunitária Móvel é empregada entre o início da tarde e início da noite, período em que há maior trânsito de pessoas nas ruas. O militar empregado neste policiamento fica à disposição da comunidade também para registro de ocorrências. O local de emprego, costumeiramente é a região central da cidade e o bairro lagoinha”, completa o tenente Thiago Nunes.&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Matéria Publicada na edição &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/noticia.php?codigo=9799&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;1983&lt;/a&gt; do &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Jornal do Sudoeste&lt;/a&gt;,&lt;/div&gt;
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São Sebastião do Paraíso/MG&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2016/03/policia-militar-base-comunitaria.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiz6tdMF098PFlzN-T2skmRegoYFbr6N33wPqDYhunwMELPHtcH73RmCVdq4L_3DZow3LMgxESxCSk_9IpmR5YUOT6AtLM8G8WL6AiuiW-QovvnrliGviaLfM_jPHI1e2b24MYBrgsgX2kD/s72-c/batalhoes-vao-contar-com-viaturas-basicas-para-radiopatrulhamento-e-bases-comunitarias-moveis.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-748563646140654508</guid><pubDate>Fri, 25 Mar 2016 17:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-03-28T09:03:46.190-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Economia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornal do Sudoeste</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><title>Desemprego: contratação em Paraíso apresenta pior queda desde 2014</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNxqWeaE_L5g1JE9LljMrRPUP9ufii5XYbm5B412cF24kzAoGYl30OM1Q9c_SehV7cZjh5w-_OAKelDhAWFZCRNMP4ajP8rqY8R5MqSFVVtB5RVZdWDv432vJNeQCqcTMs1X5tIa7sYr4q/s1600/carteira-de-trabalho.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;426&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNxqWeaE_L5g1JE9LljMrRPUP9ufii5XYbm5B412cF24kzAoGYl30OM1Q9c_SehV7cZjh5w-_OAKelDhAWFZCRNMP4ajP8rqY8R5MqSFVVtB5RVZdWDv432vJNeQCqcTMs1X5tIa7sYr4q/s640/carteira-de-trabalho.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que a taxa de desemprego no Brasil, que atingiu 8,2% em fevereiro, é a maior para este mês desde 2009, quando atingiu 8,5%. Segundo IBGE, considerando todos os meses, é a mais elevada desde maio de 2009, que registrou 8,8%. Em igual situação também está o número de contratação, que apresentou queda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar dos números negativos, de acordo com dados obtidos pelo Cadastro de Desempregados e Empregado (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), números apontam que no município de São Sebastião do Paraíso, houve ligeira queda no desemprego no primeiro bimestre do ano em comparativo com mesmo período de 2015, em contrapartida, o número de admissões também caiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo dados, há no município cerca de 16.498 empregos formais, que vem apresentado acentuada queda desde 2014, quando os índices de contratação superaram as demissões em todos os setores da economia paraisense. Essa é uma realidade a nível nacional. Neste ano, o município fechou o primeiro bimestre com cerca de 1102 demissões contra 1129 admissões, o que presenta um percentual de 49,39% contra 50,61%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, fora das estatísticas de desemprego, a estudante e atualmente auxiliar de produção em uma empresa, Gislene Mariana Felipe Dias, de 27 anos, ficou cerca de três anos desempregada após a empresa onde trabalhava reduzir o quadro de funcionários. Durante esse tempo, a estudante ficou à procura de oportunidade, mas foi difícil até conseguir uma vaga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O mercado está muito exigente e à procura de profissionais qualificados. Com a atual crise que o país tem enfrentado, nós sentimos de perto o que é essa situação e como tudo tem refletido nas empresas e, consequentemente, nas contratações. Grande parte dos locais que eu ia à procura de trabalho, exigia uma longa experiência na área ou os salários era muito abaixo do esperado para a função”, ressalta Gislene Dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme destaca a economista Nádia Maria Lima Gonçalves, não é preciso conhecer muito de economia para se perceber os sinais de deterioração do quadro econômico em todos os setores e, principalmente, no mais difícil de se combater que é o desemprego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Infelizmente este quadro retrata a atual crise no Brasil, atualmente passando pela questão de credibilidade em nosso governo e sua equipe econômica, guerras entre partidos políticos, quadro de corrupções, enfim, total descontrole econômico. Estamos enfrentando problemas de política fiscal e monetária, pois ninguém irá colocar dinheiro na mão de um governo que não está conseguindo aplicar recursos em prol do nosso desenvolvimento”, avalia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme a economista, passado o Carnaval, a maior parte da população caiu na realidade que o país enfrenta. “Sem a possibilidade de conseguir uma nova colocação no mercado de trabalho em função de inexistência das vagas, o desespero se abate sobre as famílias, pois a perda da renda do trabalhador é contundente. Em nosso município o quadro não está diferente, poucas vagas de emprego, empresas fechando suas portas, problemas com pagamentos para aposentados e servidores, que representam parte da renda do município, diminuindo assim o consumo por bens e serviços, fazendo com que nosso fluxo econômico não circule de forma adequada”, destaca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Nádia Gonçalves, o quadro é crítico. “Empresas se esforçam para manter seus funcionários e aguardam uma esperança de recuperação na economia, mas pelo que nos mostra o Caged, isso não acontecerá tão cedo, pois as melhores vagas estão fechando, e a tendência é a renda continuar caindo, piorando ainda mais o quadro econômico”, elucida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como possível solução para os problemas de desprego que, não somente o paraisense vem enfrentando, mas todo o Brasil, a economista sugere que uma alternativa seria o trabalho informal, desde que adotado como momentâneo e não de solução em tempo de crise.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
“Outras soluções seria o empreendedorismo, mobilização da sociedade civil, políticas públicas e nacionais, apoio ao comércio, organização comunitária, enfim, união entre órgãos públicos, indústrias, comércio e trabalhadores. No meu ponto de vista seria uma maneira de reverter este quadro, que está vitimando pessoas, sem ter um emprego digno para suprir suas necessidades básicas”, completa Nádia Gonçalves.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Matéria Publicada na&amp;nbsp;edição &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/noticia.php?codigo=9794&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;1983&lt;/a&gt; do &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Jornal do Sudoeste&lt;/a&gt;,&lt;/div&gt;
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São Sebastião do Paraíso/MG&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2016/03/desemprego-contratacao-em-paraiso.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNxqWeaE_L5g1JE9LljMrRPUP9ufii5XYbm5B412cF24kzAoGYl30OM1Q9c_SehV7cZjh5w-_OAKelDhAWFZCRNMP4ajP8rqY8R5MqSFVVtB5RVZdWDv432vJNeQCqcTMs1X5tIa7sYr4q/s72-c/carteira-de-trabalho.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-981453206332008396</guid><pubDate>Thu, 01 Oct 2015 13:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-10-01T10:10:56.612-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornal do Sudoeste</category><title>Enem: provas acontecem nos próximos dia 24 e 25 de outubro</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwkxC3vZzAybrmbmy_Nk95fDk9C6jE49oSu91iA4VrWtBp7pX19LTCnwz-Vux769x2ggp78ZLoucbOOjOEgaTyZCNm_9RqTWF82TmyZ3daRN-wA6y6jpA69AVJ5lzjcY3mfEa6IcSoWZta/s1600/enem.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;428&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwkxC3vZzAybrmbmy_Nk95fDk9C6jE49oSu91iA4VrWtBp7pX19LTCnwz-Vux769x2ggp78ZLoucbOOjOEgaTyZCNm_9RqTWF82TmyZ3daRN-wA6y6jpA69AVJ5lzjcY3mfEa6IcSoWZta/s640/enem.jpg&quot; title=&quot;Foto: imagem/divulgação&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Considerado a “porta de entrada” para diversas universidades estatuais e federais do país, o Exame Nacional do En-sino Médio, o Enem, está próximo de acontecer. As provas estão marcadas para os próximos dias 24 e 25 de outubro; as inscrições se encerraram no último dia 5 de junho. Expectativa, de acordo com o Ministério da Educação (Mec), é que mais de oito milhões de alunos realizem as provas, no entanto, apesar de expressivo, o número que foi divulgado por balanço apresentado pelo Mec, chega a ser 10,67% menor que em 2014 e interrompe uma sequência de recordes que era registrada desde 2008, período que foi anunciado reformulação que aconteceu em 2009.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o INEP, divulgou na sexta-feira, (25/9), que o exame deste ano terá modificações em relação a anos anteriores, como a mudança de horário e punição para quem obter isenção de taxa e não comparecer na realização das provas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o presidente do Inep, Chico Soares, as alterações serão para a segurança dos próprios inscritos. Neste ano, os portões de acesso às salas de aulas serão abertos ao meio-dia e fechados às 13h, sempre no horário de Brasília, e as provas serão entregues aos candidatos às 13h30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com todos os alunos na sala, os detectores de metal podem ser passados de acordo com a conveniência dos fiscais. Os malotes com as provas serão abertos apenas com os estudantes dentro das salas, com o testemunho de alunos e de fiscais; é uma mudança pequena, mas importante”, relata o presidente do instituto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os participantes do Enem farão quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões de múltipla escolha e uma prova de redação. No sábado, 24 de outubro, serão realizadas as provas de ciências humanas e suas tecnologias e de ciências da natureza e suas tecnologias, com duração de 4 horas e 30 minutos, contadas a partir da autorização do aplicador. No domingo, 25, será realizada a prova de linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e matemática e suas tecnologias, com duração de 5 horas e 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do cansaço que a “maratona” Enem causa aos participantes, há quem ainda não está em fase de conclusão do ensino médio, mas quer ter essa primeira experiência. É o caso da estudante Vitória Castro, de 16 anos, que está no segundo ano do Ensino Médio. “Farei a prova justamente como uma primeira experiência. Estou estudante bastante, principalmente a questão da redação. Na escola temos feito redações todas as semanas, sempre em contato com fatos da atualidade, que é bastante cobrada na redação. Espero que este ano haja um maior comprometimento com a correção das provas e, principalmente das redações, que tem mais peso na avaliação. Já cheguei a ler casos de redações em que alunos escreveram receitas de cozinha e foram melhores avaliados que outros alunos que levaram a sério o tema proposto”, salienta a estudante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redação é um dos processos mais complexos para a realização do exame e é uma preocupação levada a sério pela professora de português da Escola Benedito Ferreira Calafiori, Cláudia Helena Zanin, responsável pelo sucesso da maioria de alunos que vem conseguindo, ao longo dos anos, destacar-se na parte escrita do exame. Claudia Zanin relata que seus alunos têm se preparado com muito empenho para o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos exercitando a construção da tese, a escolha dos argumentos e possíveis propostas de intervenção. A maior dificuldade deles é interpretar o tema sem tangenciá-lo. Redigir a tese é a tarefa mais complexa da redação, já que ela é o “coração” do texto; os argumentos e a conclusão defendem e sustentam a tese”, conta a Cláudia Zanin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Cláudia, as competências 2 e 3 da prova avaliam o conhecimento da estrutura do texto dissertativo-argumentativo e também se o candidato desenvolve o tema de forma consistente, configurando a autoria na defesa do ponto de vista. “Para tanto, é preciso ser um bom leitor de textos jornalísticos, especialmente de artigos de opinião, editoriais, entrevistas, ensaios, cartas do leitor, ou seja, textos que apresentam um ponto de vista. Acompanhar a mídia jornalística é fundamental para quem quer alcançar uma nota superior a 700 na redação do ENEM. Outra dica é melhorar o tempo, outro dificultador da redação”, ressalta a professora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cláudia Zanin orienta que os alunos façam um projeto de texto no momento em que iniciar a prova, que ajuda a organizar as ideias e não perder a coerência do raciocínio. Depois de resolver as 90 questões de Língua Portuguesa e Matemática, é preciso que o aluno desenvolva as ideias que foram previamente selecionadas e acrescentar outras que forem pertinentes, ganhando tempo para finalizar a redação. “A conclusão no ENEM deve apresentar propostas de intervenção claras e bem detalhadas, não basta apenas citá-las, ou seja, precisam ser exequíveis e coerentes com a argumentação desenvolvida no texto”, salienta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre os possíveis temas que devem ser cobrados na prova deste ano, Cláudia comenta que os temas da redação no ENEM são sempre voltados para questões sociais e as apostas são inúmeras: a crise hídrica, o papel da mulher na sociedade brasileira, o conceito de família, a clonagem terapêutica, o lixo e a logística reversa, a violência escolar e o bullying, dentre outros.  “Seja qual for o tema, o importante é estar sempre atualizado e saber formar uma opinião com argumentação consistente, que respeite os direitos humanos. Um conselho aos candidatos? Procure boas fontes de textos jornalísticos e antecipe pontos de vista sobre variados temas, lembrando que ao defender uma opinião é preciso saber defendê-la e propor soluções”, completa a professora Cláudia Zanin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PROVAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os candidatos que irão realizar as provas nos próximos dias 24 e 25 de outubro, devem se ater aos horários e locais das provas. Como previsto, a abertura dos portões deve acontecer ao 12h e terão os fechamentos programas para 13h, não sendo admitido nenhum atraso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;
&lt;b&gt;O ENEM&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o INEP, o Enem visa democratizar o acesso às políticas públicas de educação. Com a nota obtida no Enem, o estudante pode tentar uma vaga na educação superior por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni), que permite ao estudantes de baixa renda obter bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior, além de ser requisito para a obtenção do benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), participação no programa Ciência sem Fronteiras e ingresso em vagas gratuitas dos cursos técnicos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Estudantes maiores de 18 anos podem, também, obter a certificação do ensino médio por meio do Enem, caso atinja a média recomendada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Matéria Publicada para &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/noticia.php?codigo=8857&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;edição 1933&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; do &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Jornal do Sudoeste&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;,&lt;/div&gt;
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São Sebastião do Paraíso/MG&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2015/10/enem-provas-acontecem-nos-proximos-dia.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwkxC3vZzAybrmbmy_Nk95fDk9C6jE49oSu91iA4VrWtBp7pX19LTCnwz-Vux769x2ggp78ZLoucbOOjOEgaTyZCNm_9RqTWF82TmyZ3daRN-wA6y6jpA69AVJ5lzjcY3mfEa6IcSoWZta/s72-c/enem.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-7580842653124977444</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2015 22:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-25T19:20:11.917-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornal do Sudoeste</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Leis</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reportagem</category><title>Mãe fala da luta que viveu para criar seus filhos</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidDEGgXVoOy9rT8MPm_z3xQz2_gu4At428Y05UguRt0V3DNzbJmPyh9fRs32JEfz2yfNBk7i_NQd-QVSXJrkqE8ciKR0ryKFLDw2UcvR84YVbgDjSRGet6uQz6dKobdSvAec5Se81LmET1/s1600/IMG_20150921_160936129.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;480&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidDEGgXVoOy9rT8MPm_z3xQz2_gu4At428Y05UguRt0V3DNzbJmPyh9fRs32JEfz2yfNBk7i_NQd-QVSXJrkqE8ciKR0ryKFLDw2UcvR84YVbgDjSRGet6uQz6dKobdSvAec5Se81LmET1/s640/IMG_20150921_160936129.jpg&quot; title=&quot;Mãe de dois filhos apaenos, Marcia Aparecida da Silva conta um pouco da história dos jovens e dos desafios que passou ao longo desses 18 anos&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
No dia 21 de setembro se comemora em todo o Brasil o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, uma data criada para lembrar a toda população sobre a situação dos portadores de deficiência e das lutas e desafios que envolvem crianças, jovens e adultos que convivem, além de algumas limitações no dia-a-dia, com o preconceito, a falta de inclusão e escolas preparadas para isto e também carência de políticas públicas para atender de forma abrangente e eficaz todas as famílias que têm um portador de deficiência em casa.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Falar da luta da pessoa com deficiência é falar também da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, a APAE, uma instituição que nasceu em 1954, no Rio de Janeiro, com o objetivo de promover a atenção integral à pessoa com deficiência, principalmente àquela com deficiência intelectual e múltipla. No entanto, muito além de uma instituição, a Apae é considerada um movimento pioneiro que se destacou pelo caráter de suas ações. Hoje a APAE faz parte da realidade de todos os 27 estados brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), atualmente a movimento apaeano é considerado o maior movimento filantrópico do Brasil e do mundo na sua área de atuação. Um movimento que congrega, além da Fenapaes, cerca de 23 Federações das Apaes nos Estados e mais de duas mil Apaes distribuídas em todo o País, que fornecem atenção integral a cerca de 250 mil pessoas com deficiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em São Sebastião do Paraíso a história não é diferente; a instituição, fundada em 1975, ao longo desses 40 anos vêm trabalhando incansavelmente para atender as diversas famílias que buscam assistência integral junto ao movimento apaeno, são cidades que compreende além de Paraíso, Jacuí, São Tomás de Aquino e o distrito da Guardinha. São cerca de 300 alunos atendidos atualmente pelos vários programas oferecidos pela instituição, incluindo a Escola Estadual Mariana Marques, integrada a instituição, além dos 41 profissionais que atuam diariamente para levar assistência a esses alunos. São fisioterapeutas, psicólogas, fonoaudiólogas,  enfermeiras,  médicos,  nutricionista, pedagoga,  professores de oficinas, ajudante de oficinas,  educador físico,  ajudante geral, zelador,  secretárias, além de dentistas,  ajudante de consultório e motoristas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a psicóloga Lucilaine de Pádua, que faz o acompanhamento desses alunos, “o dia é importante porque reforça o trabalho da APAE realizado durante o ano todo, que é de ‘luta’ para que todos tenham atendimento de qualidade, sempre visando inclusão e garantia de seus direitos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme explica Lucilaine, o trabalho da Apae compreende, não apenas ao atendimento a necessidade específica de cada aluno, mas principalmente o direito a autonomia que cada aluno deve ter. “Muitas vezes, quando a gente pergunta ao aluno o que ele quer, ele não sabe responder porque nunca teve a oportunidade ou liberdade para decidir, sempre havendo a intervenção da família. Em algumas reuniões em grupo, nós trabalhado principalmente esta questão, estimulando ao aluno a se perguntar o que ele quer e aprender a tomar decisões”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Apae possuir diversos programas para atendimento não somente aos alunos, como também aos pais, a exemplo do Programa de Apoio a Família (PAF), que além ajudar a familiar a entender o que se passa com aquela criança portadora de alguma deficiência, também busca orientá-los no sentido da família poder oferecer uma qualidade de vida melhor aquele familiar que precisa de uma atenção redobrada. Outros programas, como o Programa Auto Defensor, coordenado pela fonoaudióloga Gizelle Lima Duarte, que tem cerca 70 participantes distribuídos em 6 grupos, busca trabalhar com os alunos tudo o que se diz respeito aos direitos e deveres do portador de alguma deficiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Também é realizado pela APAE o ‘Programa de Inserção no Mercado de Trabalho’, que também é coordenado pela fonoaudióloga Gizelle e que inseriu nos últimos 18 meses cerca de 15 meninos ao mercado de trabalho. Esses alunos são acompanhados mensalmente, com contatos nas empresas e alguns, inclusive, participam dos grupos do programa”, conta a psicóloga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucilaine explica também que nestes grupos os alunos trocam experiências e relatam o dia-a-dia da rotina de trabalho aos outros alunos que também querem ter um emprego. “Essa troca de experiência é importante para que o aluno entenda as responsabilidades que compreende o ‘ter’ um emprego, sendo a flexibilidade também um ponto bastante trabalhado no grupo, a fim de mostra a eles que ao ser contratado para exercer uma atividade, que ele também pode ser orientado a fazer outras coisas naquela empresa”, explica a psicóloga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Cabe ressaltar que no processo de habilitação e reabilitação da pessoa com deficiência todos (família, instituições escolas e comunidade) temos que preparar a pessoa com deficiência para terem autonomia, sendo protagonistas diretos de suas vidas, para que saibam e possam escolher e tomar decisões, todos temos que lutar para que haja garantia de direitos e do exercício de cidadania. As atividades, serviços e programas da APAE seguem o movimento apaeano e buscam preparar não só o nosso usuário, assim como a família, para que tenham oportunidades, para que mostrem suas potencialidades e habilidades, valorizando o que cada um tem de melhor e tenham igualdade de condições”, salienta Lucilaine de Padua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;HISTÓRIA DE MÃE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcia Aparecida da Silva é mãe de cinco filhos e os dois mais novos tiveram complicação no parto, o que veio a resultar na deficiência deles, Paulo Roberto, de 17 anos e Paulo Ricardo, de 9.  A luta da mãe ilustra de maneira poética as mesmas dificuldades que tantas outras mães de crianças apaianas sofrem no dia-a-dia: o preconceito, rejeição e inúmeras noites sem dormir direito. Esses percalços não impediram que essa mãe parasse de lutar a fim de conseguir o melhor para seus filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme conta a psicóloga Lucilaine de Padua, “o filho mais novo de Marcia, de 9 anos, está no processo de escolarização na Escola Estadual Mariana Marques, em que a mãe lutou para trazer o filho de volta do ensino regular. Ela fez a luta contrária, o filho foi incluído ao ensino regular e ela lutou para que a criança voltasse para a Apae, por acreditar que ele não estava tendo a assistência que deveria para se integrar de fato a escola. No caso do filho mais velho, ele também foi incluído, mas não estava conseguindo aprender, não estava motivado e a mãe nos procurou pedindo ajuda para que ele pudesse fazer algumas atividades conosco. Em seis meses aqui, quando ele estava fazendo as oficinas e a mãe o PAF, ele foi incluído no mercado de trabalho”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, Paulo Roberto e Paulo Ricardo são dois jovens muito saudáveis que enfrentam no dia-a-dia os mesmos dramas vividos em qualquer seio familiar. Para a mãe, a luta diária que fez com ela, inclusive, lutasse contra a inclusão do filho no ensino regular por não acreditar e concordar com a forma como a inclusão estava sendo feita, trouxe avanços, tanto para o aprendizado de seus meninos, quando tranquilidade para ela. A mãe relata ainda que, no caso do filho mais novo, foi ainda mais complicado. “Ele estava ficando fora da sala de aula para que não “atrapalhasse” os outros alunos”, relatou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcia conta que na gravidez de Paulo Roberto, hoje com 17 anos, sofreu uma complicação conhecida como eclam-pse, o que fez com a criança nascesse prematura, no sexto mês de gestação. “Ele nasceu aqui em Paraíso e depois foi internado em Ribeirão, onde ficou cerca de um mês. Ele saiu da internação pesando cerca de 1,9 quilos. Nós tivemos toda a assistência e acompanhamento médico. No entanto, ele foi ficando mais velho, já apresentava uma idade mais avançada, mas era uma criança miúda, desnutrida. As pessoas sempre me perguntavam a idade dele, quantos meses ele tinha eu sempre falava, mas aquilo despertava uma certa desconfiança, como se o fato dele ser uma criança que não se desenvolvia fosse minha culpa”, relata a mãe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcia Silva conta que este foi um período muito difícil e de muito medo, pois a família acreditava que talvez a criança não sobrevivesse. “O tempo foi passando e eu o coloquei na creche para poder trabalhar. Através da assistente social dessa creche, eu descobri que talvez ele pudesse ter algum problema, então ela me recomendou que ele fizesse uma avaliação junta a APAE e até eu conversar com o meu marido e ele aceitar tudo aquilo foi um pouco complicado, hoje tudo é diferente, mas naquela época ainda havia muito preconceito, principalmente se tratando da Apae”, relata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme a mãe, a criança foi encaminha para avaliação na Apae onde se constatou que ele sofria de um certo grau de deficiência intelectual, tendo como agravante um problema na arcada dentária e uma dificuldade de se comunicar. “Isso tudo começou em 1999. Eu tinha que levá-lo toda a semana no médico, no começo foi muito difícil. Qualquer vento que batia no rosto dele ele engasgava, e foram longos seis meses dormindo junto ao meu peito, eu mal dormia, morria de medo dele morrer afogado. Mas apesar disso tudo, eu nunca desisti e sempre tive fé que isso passaria e a gente seguiria normalmente nossas vidas”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com Marcia, seu filho durante esse processo sofreu muito preconceito das pessoas, uma fase que relata ter passado. “Para muitas pessoas, a criança especial é aquela com ‘Down’, a deficiência intelectual não é encarada da mesma forma. Hoje, a única dificuldade dele é realmente a leitura, ele escreve, mas não sabe ler. Ele chegou a se queixar comigo que na escola não estava aprendendo a ler e ele queria para poder tirar carteira de motorista”, relata. “Graças a Deus hoje ele é um jovem muito saudável, ele queria muito trabalhar, nós chegamos a andar por toda a cidade para tentar arrumar um emprego para ele, mas não havíamos conseguido. No entanto, graças ao apoio da Apae, ele conseguiu conquistar seu primeiro emprego”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcia Silva conta que no caso no filho mais novo, o Paulo Ricardo, durante o parto a criança se enforcou com o cordão umbilical, faltando oxigênio do cérebro, o que resultou em algumas sequelas. “Ele sofreu uma convulsão e foi socorrido junto a Unidade de Tratamento Intensivo, onde ficou cerca de três dias. Passado esse tempo ele foi para o berçário, foi amamentado, mas descobriu que ele havia tido enterocolite necrosante, ou seja, uma parte do intestino dele havia sofrido uma necrose e precisou ser retirado. Com 5 dias ele passava por uma cirurgia para tentar resolver o problema”, conta a mãe. Marcia relata ainda que seu filho chegou a ficar mais de um mês internado na UTI e que com quinze dias sofreu infecção hospitalar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Depois de passado mais de um ano, o Paulo Ricardo teve a primeira crise convulsiva; feito os exames, descobriu-se que ele tinha epilepsia e paralisia parcial. O mais difícil de toda a luta que passei durante este período foi encontrar inúmeras portas fechadas pelo caminho, por simplesmente as pessoas não terem conhecimentos do que é a deficiência. Há muitos julgamentos. Quem não conhece meus meninos e os vê, hoje, esbanjando saúde, não sabem das dificuldades que eles passam”, conta a mãe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos nove anos, Paulo Ricardo está cursando o terceiro ano do ensino fundamental e vive uma vida saudável e produtiva, graças ao apoio da Apae a essa mãe. “Eu não sei o que teria sido da minha vida se não tivesse conhecido essas pessoas e tido todo esse suporte”, completa Marcia Silva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Matéria publicada para &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/noticia.php?codigo=8789&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;edição 1931&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; do &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Jornal do Sudoeste&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;,&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
São Sebastião do Paraíso&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2015/09/mae-fala-da-luta-que-viveu-para-criar.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidDEGgXVoOy9rT8MPm_z3xQz2_gu4At428Y05UguRt0V3DNzbJmPyh9fRs32JEfz2yfNBk7i_NQd-QVSXJrkqE8ciKR0ryKFLDw2UcvR84YVbgDjSRGet6uQz6dKobdSvAec5Se81LmET1/s72-c/IMG_20150921_160936129.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-6314997284986615925</guid><pubDate>Sun, 20 Sep 2015 23:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-20T20:29:14.724-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornal do Sudoeste</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Leis</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Meio Ambiente</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reportagem</category><title>Cresce acúmulo de entulho e lixo em diversos pontos de Paraíso</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfP2B4Lqp5pFS6EocczSf1RnFUmGXPRu8-cnVlo_e4QndrCvkJLw66Aec620MPdvRqUp5qLSRBWTrinbPfrvZWrtGarGp9w3daYGqlHkaJH9iJbiTYQGDS8p-sEJ44aIvBo4c1gEoWBMhf/s1600/IMG_20150917_160052275.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;480&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfP2B4Lqp5pFS6EocczSf1RnFUmGXPRu8-cnVlo_e4QndrCvkJLw66Aec620MPdvRqUp5qLSRBWTrinbPfrvZWrtGarGp9w3daYGqlHkaJH9iJbiTYQGDS8p-sEJ44aIvBo4c1gEoWBMhf/s640/IMG_20150917_160052275.jpg&quot; title=&quot;Foto por João Oliveira&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Situação preocupante vem se agravando em São Sebastião do Paraíso, onde inúmeros pontos da cidade têm servido a moradores, construtores e até à estabelecimentos comercias, para descartes de lixos e entulhos dos mais variados tipos: roupas, materiais de construção, restos de madeiras, produtos alimentares com prazo de validade vencido e mesmo alguns materiais hospitalares.&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
A reportagem do &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Jornal do Sudoeste&lt;/a&gt; visitou alguns locais da cidade onde situação tem se tornado crítica. Um dos pontos que mais chamou a atenção foi nos arredores da Igreja da Noca, saída para estrada vicinal sentido bairro rural Antinha, e Volpes, que também dá acesso a São Tomás e Goianases. O lugar tem se assemelhado a um lixão. No local, o “J.S” conversou com funcionários da prefeitura que faziam a coleta de parte do lixo que se concentra naquela área. Os funcionários disseram que situação já é antiga e que as visitas ao local para tirar parte do lixo são regulares, o que não tem resolvido. De acordo com eles, aquela região já esteve em pior estado.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
“Recentemente esteve uma máquina da usina de cana aqui neste local que empurrou grande parte dos entulhos que se encontravam aos montes nesta área para o fundo. É muito comum o pessoal usar este local para descartar lixo de qualquer maneira, tanto da zona rural, como da própria cidade”, relatou um dos funcionários. Os coletores ainda chegaram a contar que em uma dessas visitas ao local para fazer retirada de lixo, chegaram a remover seringas contendo sangue, além de outros materiais. Próximo à Igreja da Noca ainda há a presença de duas caçambas, nas quais foram ateadas fogo para queimar o lixo excedente que se encontravam nelas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
A situação também se repete em regiões como a entrada para a zona rural do Morro Vermelho, a entrada para o distrito da Guardinha, no final do bairro Rosentina Rosa de Figueiredo, e em bairros da cidade como o Jardim Daniela, próximo ao Verona, entre vários outros locais. Em algumas regiões há placas alertando sobre a proibição de descarte de lixo e entulhos nos locais e informa também o telefone da Secretaria Municipal do Meio Ambiente para denúncias.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O Jornal do Sudoeste, em um dos pontos de acúmulo de entulhos e lixos entrou em contato com a Secretaria de Meio Ambiente para questionar se o município teria conhecimento da situação dessas regiões e se estava sendo feito fiscalizações nas áreas para identificar quem anda usando desta prática proibida por lei. No entanto, por telefone uma assessora da secretaria de Meio Ambiente, Yara de Lourdes Souza Borges, pediu que informasse que ela entraria em contato com o “JS”, mas até o fechamento desta matéria não houve retorno.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Matéria publicada na &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/noticia.php?codigo=8755&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;edição 1930&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; do &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Jornal do Sudoeste&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;,&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
São Sebastião do Paraíso&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2015/09/cresce-acumulo-de-entulho-e-lixo-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfP2B4Lqp5pFS6EocczSf1RnFUmGXPRu8-cnVlo_e4QndrCvkJLw66Aec620MPdvRqUp5qLSRBWTrinbPfrvZWrtGarGp9w3daYGqlHkaJH9iJbiTYQGDS8p-sEJ44aIvBo4c1gEoWBMhf/s72-c/IMG_20150917_160052275.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-1907474971216672562</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2015 12:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-17T09:20:01.186-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornal do Sudoeste</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><title>Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial realiza 3ª edição do “Mundo Senai” em Paraíso</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtblJyTotU4nfIKYulfDxucWxIc-6G1eBjCy-j3mwuTd3VGXyV1RL7v4sSU38Nh89zxa7yn9SPA27SiTOsTwcTC3pY6uZFhmqFENlIARHXaMH2Bz-jf836Qru0WLalLY7rJBGkCVoRI2Gx/s1600/IMG_20150910_162322018.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Alunos fizeram apresentação de seus trabalhados práticos e palestraram sobre os conhecimentos adquiridos no curso&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtblJyTotU4nfIKYulfDxucWxIc-6G1eBjCy-j3mwuTd3VGXyV1RL7v4sSU38Nh89zxa7yn9SPA27SiTOsTwcTC3pY6uZFhmqFENlIARHXaMH2Bz-jf836Qru0WLalLY7rJBGkCVoRI2Gx/s640/IMG_20150910_162322018.jpg&quot; title=&quot;Foto por João Oliveira&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, o Senai, realizou em São Sebastião do Paraíso a “3ª edição do Mundo Senai” no município. O evento que aconteceu nos dias 10 e 11 de setembro, teve por objetivo abrir as portas da unidade para apresentar aos cidadãos paraisenses e região, que tenham interesse em uma qualificação profissional e tecnologia, os caminhos oferecidos pela instituição.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme destaca a pedagoga e diretora da unidade de Paraíso, Gisele Antunes Rocha, o evento acontece pela terceira vez no município, mas é realizado em todo o Brasil e já está em sua 7ª edição. “O Senai abre as portas para a comunidade e o empresário conhecer o trabalho e a estrutura oferecida tanto para a capacitação profissional, quanto de inovações e pesquisas”, conta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senai oferece algumas modalidades de cursos como aprendizagem industrial, que atende jovens de 14 a 23 anos. Gilese conta que esta modalidade de aprendizagem é uma formação inicial onde o jovem entra com cerca de 14 anos e ao longo de 6 meses de desenvolve na área escolhida, preparando-se para o mercado de trabalho em áreas como Recursos Humanos, Gestão Financeira, Atendimento ao Público, entre outras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estudante Carolina Pedroso Nogueira de Souza, de 18 anos, fez o curso de aprendizagem em Processos Administrativos e atualmente trabalha junto a Copasa sobre a coordenação da encarregada do departamento de Recursos Humanos, Diolina Gonçalvez Duarte. Carolina ressalta a importância do Senai em sua formação profissional e às oportunidades que vêm conseguindo graças aos estudos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O curso que eu realizei aqui me ajudou muito. Antes eu já havia feito um curso de ‘qualificação em administração’ e foi justamente por isso que eu retornei e fiz ‘processos administrativos’. Ajudou-me muito, principalmente na atuação; tudo o que nós aprendemos aqui, usamos no dia-a-dia do trabalho”, relata&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A encarregada do RH da Copasa, Diolina Duarte, destaca a importância de as empresas participarem desse desenvolvimento do jovem e em como o Senai vem contribuído para a incursão do estudante no mercado de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Os jovens reclamam muito sobre a falta de oportunidades e principalmente em como as empresas vêm exigindo experiências sem ao menos dar a oportunidade a eles de adquirí-las. Quando o jovem chega na Copasa, eu os ouço, ouço suas expectativas e o que eles esperam da empresa, diante disto encaminho cada um ao departamento que melhor se encaixa em seu perfil”, completa Dionlina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme destaca a diretora na unidade, Gisele Rocha, os cursos possuem uma duração curta de três a seis meses, onde o aluno já sai preparado para o mercado. “É satisfatório ver os resultados e acompanhar todos esse processo. Embora os cursos de aprendizado só atendam a uma certa idade, há também a modalidades de aperfeiçoamento profissional, onde aquele trabalhador que já tem uma experiência e já atua em determinada área, pode buscar ampliar esses conhecimentos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A demanda dos cursos oferecidos pela Unidade, segundo a diretora, é muito alta. Gisele estima que cerca de 200 alunos passam pelas turmas do Senai em todos os períodos, mas destaca a alta rotatividade dos cursos com devido a curta duração. Ainda, conforme ela, os cursos de aprendizagem são gratuitos e os alunos não têm nenhum custo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Os cursos de aprendizagem ainda têm uma vantagem porque podem gerar contratos de trabalhos com alguma empresa, mas nós alertamos aos alunos que a intenção e objetivo do Senai é oferecer a formação profissional, não somos nós que contratamos. No entanto, nós colocamos nossos alunos a disposição das indústrias. A empresa que protocola um requerimento de ‘jovem aprendiz’, pode vir a firmar um contrato de trabalho com o aluno, que pode ser remunerado para fazer o curso e até por exercer a prática na empresa”, salienta a diretora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gisele Rocha conta que para o próximo ano, o Senai irá disponibilizar três novos cursos: técnico em mecânica, técnico em informática e técnico em eletrotécnica. A diretora também conta que a demanda por esses cursos está bastante elevada e que há, inclusive, alunos de turmas atuais que procuram por esses cursos. “Outro curso bastante demandado é o de elétrica industrial, muitos interessados tiveram que entrar na lista de espera por conta da indisponibilidade de vagas”, relata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, a estrutura do Senai de Paraíso atende principalmente às áreas de Gestão, Informática, Vestuário, Mecânica e Elétrica. No entanto, a diretora salienta que existem demandas de outras áreas e que dependendo da necessidade da comunidade, o Senai, caso não tenha estrutura para atender a demanda, por meio de parceria com empresas, é capaz de realizar a capacitação solicitada. “Nós podemos ceder o espaço para o aprendizado teórico e a empresa oferecer a estrutura para o aprendizado prático”, salienta Gisele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo de todo o dia, o Senai apresentou os cursos oferecidos pela unidade e alunos fizeram exposições de seus trabalhos desenvolvidos em sala de aula. Houve também palestras na área de gestão sobre Legislação Trabalhista; informática, com mini-curso de Excel oferecido aos visitantes; e palestras na área de Costura sobre Tendências de Modas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;SENAI&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizado na rua Tenente José Joaquim, n° 1512, no bairro Nossa Senhora Aparecida, esquina com a Avenida Zézé Amara, o interessado que queira conhecer o Senai e saber mais sobre os curso que são oferecidos, horários e disponibilidade de vagas pode procurar diretamente a unidade ou entrar em contato através do telefone &amp;nbsp;(35) 3558-1365, de segunda a sexta-feira durante horário comercial.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Matéria publicada na &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/noticia.php?codigo=8717&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;edição 1928&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; do &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Jornal do Sudoeste&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
São Sebastião do Paraíso&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2015/09/servico-nacional-de-aprendizagem.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtblJyTotU4nfIKYulfDxucWxIc-6G1eBjCy-j3mwuTd3VGXyV1RL7v4sSU38Nh89zxa7yn9SPA27SiTOsTwcTC3pY6uZFhmqFENlIARHXaMH2Bz-jf836Qru0WLalLY7rJBGkCVoRI2Gx/s72-c/IMG_20150910_162322018.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-4128686938803652680</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2015 19:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-17T09:18:20.193-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornal do Sudoeste</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><title>Paraisenses avaliam discurso de Dilma Rousseff no Dia da Independência</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiLMBxspQlhEd36NMf0sDjYj5T9qXd0Sf731IMqvHIbXQsfffsXDuteW5FtC3iYeNT5I7PZSiEu2yvdzHn8DXX_AuLUz8BncAtl5hW0tdGC0cIcwC_WhPCX2KrxzFq-zLBlT-Lj7E8nBZXH/s1600/Dilma+Rousseff+Presidente+do+Brasil+Discurso+7+de+setembro.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Dilma Rousseff - Presidente do Brasil&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;456&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiLMBxspQlhEd36NMf0sDjYj5T9qXd0Sf731IMqvHIbXQsfffsXDuteW5FtC3iYeNT5I7PZSiEu2yvdzHn8DXX_AuLUz8BncAtl5hW0tdGC0cIcwC_WhPCX2KrxzFq-zLBlT-Lj7E8nBZXH/s640/Dilma+Rousseff+Presidente+do+Brasil+Discurso+7+de+setembro.jpg&quot; title=&quot;Foto Divulgação&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Nesta semana, em pronunciamento em comemoração ao Dia da Independência que foi ao ar somente via internet, a presidente Dilma Rousseff discursou sobre situação do país e admitiu que o governo “pode ter cometido erros” durante sua gestão. Ela também defendeu necessidade de ajustes ficais, aumento de impostos e medidas provisórias para que situação seja contornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É verdade que atravessamos uma fase de dificuldades. Sei que é minha responsabilidade apresenta caminhos e soluções para fazer a travessia que deve ser feita. As dificuldades e os desafios resultam de um longo período em que o governo entendeu que deveria gastar o que fosse preciso para garantir o emprego e a renda do trabalhador, a continuidade dos investimentos e dos programas sociais”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente ainda destacou que agora o governo terá que reavaliar todas essas medidas e reduzir as que devem ser reduzidas. Dilma ainda atribuiu parte do problema a fatores internacionais e mencionou situação envolvendo refugiados de guerra na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nossos problemas também vieram lá de fora e ninguém que seja honesto pode negar isto. Está visível que a situação em muitas partes do mundo voltou a se agravar, atingindo agora o os países emergentes. Países importantes, parceiros do Brasil, tiveram seu crescimento reduzido e foram atingidos pela crise internacional. O mundo, além disso, enfrenta tragédias de natureza humanitária, como mostra a situação chocante dos refugiados que morrem nas praias europeias ao tentar buscar refúgio da guerra”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma Rousseff ainda falou sobre abrir os braços aos refugiados e disse que mesmo em momentos de dificuldades, o país está à disposição para receber aqueles que “expulsos de suas pátrias, para aqui queiram vir, viver, trabalhar e contribuir para a prosperidade e a paz do Brasil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente reafirmou que o pais vive uma crise e que o governo pode ter cometido erros. “As dificuldades, insisto, são nossas e são superáveis. O que eu quero dizer, com toda a franqueza, é que estamos enfrentando os desafios, essas dificuldades e que vamos fazer essa travessia. Se cometemos erros, e isso é possível, vamos superá-los e seguir em frente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma falou também sobre superar as diferenças e colocar em segundo plano os interesses individuais ou partidários. “Me sinto preparada para conduzir o Brasil no caminho de um novo ciclo de crescimento, ampliando as oportunidades para nosso povo subir na vida com mais e melhores empregos. Nós queremos um país com inflação sobre controle, juros decrescentes, renda e salários em alta”, completou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente garantiu que nenhuma dificuldade a fará abrir mão do seu governo que “assegurou oportunidades iguais para nossa população.  Sem recuos, sem retrocessos”.  Dilma completou seu discurso dizendo que o seu governo foi capaz de tirar milhões de pessoas da miséria e elevar outros milhões aos padrões de consumo das classes médias e destacou a importância de programas sociais como o Pronatec e Bolsa Famílias para as famílias Brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de São Sebastião do Paraíso (Acissp), Ailton Rocha de Sillos, o discurso da presidente se apresentou de forma vaga e fez correlações com situações em que em nada refletem com a situação do País, como a questão da imigração na Europa. Sillos ainda questiona como que a situação que o pais vem enfrentando não foi percebida a tempo e ponderou, que em uma época em que o preço do petróleo estava em queda, no Brasil os valores aumentavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É uma situação lamentável e que reflete em todos os cidadãos. Temos lutado para conseguir amenizar situação no município e diminui reflexos da crise, mas não é uma fase boa para o empresário”, completa o presidente da Associação. Ailton Sillos disse ainda que infelizmente as medidas que o governo vem tomando para contornar situação são necessárias, mas criticou orçamento apresento ao Senado para 2016 com déficit de R$30,5 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora Marília de Souza Neves disse que foi com pesar que ouviu ao discurso da presidente no Dia da Independência. “Usando palavras articuladas (escolhidas com propósitos pré-definidos) e apelando para a sensibilização da pátria brasileira, nossa representante gastou expressões diversas e clichês enfadonhos para tentar minimizar a revolta e a indignação que fazem parte dos nossos dias. Justificando-se que o cenário mundial atravessa uma crise e enfrenta “tragédias de natureza humanitária”, ilustrou sua fala com o drama dos refugiados que tentam deixar a guerra em busca de paz, almejando comover os que tiveram acesso a seu pronunciamento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marília ainda diz que concorda com a referência da presidente sobre a “travessia que necessita ser feita”, mas salientou que não devemos aplaudir as discrepâncias que assolam o país. “De um lado, trabalhadores que precisam ampliar sua jornada de trabalho a fim de obter o mínimo necessário para sua sobrevivência; de outro, uma ínfima parcela que recebe muito para nada fazer, ou melhor, para muito roubar. A decência na política soa como ironia e, assim, indivíduos honestos, estudiosos e com capacidade para fazer parte desse importante lócus distanciam-se da política, temendo ser corrompidos ou até mortos”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todavia, embora indignada, concordo com a presidente no quesito união. Ainda que não aplauda seus erros e desatinos, acredito que todos somos responsáveis, direta ou indiretamente, pela situação que nos envolve. Se queremos mudança, comecemos por nós mesmos. É momento de “reavaliar”, de lutar em prol dos nossos anseios, de não deixar que os “maus” ganhem a guerra. Se nos achamos “bons”, façamos o bem onde quer que estejamos, contribuamos com o progresso, levantemo-nos das poltronas de nossos sofás e doemos o que de melhor possuímos. Deixemos que nossa voz ecoe. Que sejamos o coral da atitude, não os fofoqueiros de plantão que servem apenas para repetir e distorcer o que ouvem, ou meros espectadores procrastinados. Discurso sem ação é pó que o vento leva. Discursemos na família, no trabalho, na escola, na sociedade, afinal, brasileiro que veste a camisa do seu país não fica apenas apontando erros, visualiza maneiras de corrigi-los. Dizer não à corrupção é pôr um ponto-final no parasitismo”, completou Marília Neves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advogado KenjiKobanawa, diz que o fato de a presidente vir a público e assumir pela primeira vez os erros de seu governo demonstra a absoluta insustentabilidade de sua gestão. “Todas as críticas e questionamentos acerca principalmente da irresponsabilidade econômica, sobretudo nos últimos 3 anos de seu mandato acabaram de comprovar seu fundamento diante da crise atual. Sua política populista garantiu sua reeleição, entretanto, desde a apertada vitória nas urnas, o clima de insatisfação e descontentamento já demonstravam que o Brasil se tornaria um país de alto risco. Gastou-se mais, capitalizou-se menos, assim, perdeu popularidade e credibilidade até mesmo junto ao seu próprio eleitorado que sente a cada dia mais os efeitos de um país em recessão”, ressaltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o jornalista Helton Lucinda Ribeira, “usar o Dia da Independência para defender uma política econômica que nos torna cada vez menos independentes expressa de forma emblemática as contradições desse governo. Dilma adotou o programa do adversário e os dados mostram a cada dia que estamos indo de mal a pior. Deveríamos aproveitar nosso rebaixamento pela Standard &amp;amp;Poor’s para proclamar uma nova independência”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A servidora pública, Patrícia Oliveira, avaliou que é verdade quando a presidente diz que boa parte da situação que estamos devido a gestão da presidente. “O governo ignorou todos os sinais de que as coisas não estavam tão bem, que o crédito ilimitado e a explosão de consumo não mantêm o crescimento de um país por tempo indeterminado sem estar aliado a diminuição de gastos e aumento de investimento em infraestrutura, para dizer o mínimo”, relata. Para Patrícia, do ponto de vista macroeconômico, equilibrar as contas segurando os gastos e aumentando a receita é nossa única alternativa para voltar o país para os trilhos do crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todas as donas de casa sabem disso, quando os gastos extrapolam o salário é hora de cortar as despesas e arrumar um bico até acertar as coisas. Contudo o problema não está no que precisa ser feita e sim em como está sendo feito: não vejo anúncio de corte de despesas em nenhum dos três poderes, porque devemos sempre lembrar que esse país é feito de executivo, legislativo e judiciário. Corte ministérios, cartões corporativos, diminua para 1/4 as verbas de gabinete, assessores, auxilio aluguel, passagens aéreas e mais um trilhão de ralos de dinheiro público sem nenhum retorno a população”, completou.&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
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Matéria publicada para&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/noticia.php?codigo=8723&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;edição 1928&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;do &lt;a href=&quot;http://www.jornaldosudoeste.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;Jornal do Sudoeste&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;,&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
São Sebastião do Paraíso, Minas Gerais&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2015/09/paraisenses-avaliam-discurso-de-dilma.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiLMBxspQlhEd36NMf0sDjYj5T9qXd0Sf731IMqvHIbXQsfffsXDuteW5FtC3iYeNT5I7PZSiEu2yvdzHn8DXX_AuLUz8BncAtl5hW0tdGC0cIcwC_WhPCX2KrxzFq-zLBlT-Lj7E8nBZXH/s72-c/Dilma+Rousseff+Presidente+do+Brasil+Discurso+7+de+setembro.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-2423130774397665285</guid><pubDate>Mon, 14 Sep 2015 01:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-13T22:05:21.194-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Leis</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><title>Paraíso não possui o Conselho Municipal do Idoso</title><description>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLb0zyrxlezzYHBXEgcJYiXVyfEsUipLzflxIHm5bu9JmTFpQUtTBU7s0qZWhHffNWXfN1FL3P1KDDmFPfwDAmRGlPPkHAtiLBWMaBzksnv250Rr6XI5xqcEwDdU9DIgCNMXm6ObBS8QpW/s1600/varia01.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;290&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLb0zyrxlezzYHBXEgcJYiXVyfEsUipLzflxIHm5bu9JmTFpQUtTBU7s0qZWhHffNWXfN1FL3P1KDDmFPfwDAmRGlPPkHAtiLBWMaBzksnv250Rr6XI5xqcEwDdU9DIgCNMXm6ObBS8QpW/s320/varia01.jpg&quot; width=&quot;560&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nas últimas semanas as ondas de protestos ocorridas em todo o Brasil, tema que também abordamos nesta edição, evidenciou uma série de problemas que há tempos vem alimentando nossa insatisfação para com o governo, levando à explosão “garganta a fora” de gritos por melhorias de diversos setores do país.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;O baixo investimento na educação, transporte e, principalmente, da área da saúde nunca foram coerentes com os altos impostos cobrados de nós diariamente. Todavia, essa é apenas a ponta do iceberg, porque juntamente com essas inúmeras falhas vem à falta de fiscalização com serviços prestados a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A precariedade dos Conselhos Municipais, por exemplo, é uma realidade que evidencia o total descaso com a própria população local e isto, inclusive, ocorre em nossa cidade. O Conselho Municipal, na prática, é um órgão responsável por fiscalizar os serviços prestados a população e é de cunho vital para a participação popular na gestão das Políticas Públicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Estatuto do Idoso”, segundo destaca Leonardo Borges de Souza, Presidente do “Lar São Francisco de Paulo”, é uma das criações mais importantes e corretas que o governo já fez, mas segundo conta, somente o Estatuto não é o suficiente para garantir que os direitos dos idosos sejam atendidos e, portanto, o município carece de um órgão fiscalizador específico, o “Conselho Municipal do Idoso” – CMI, que seria responsável por fiscalizar se os direitos da população idosa do nosso município estão sendo devidamente atendidos. Hoje, as competências que correspondem a esse órgão ficam a encargos da Assistência Social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma matéria veiculada no Jornal Sudoeste, uma suposta lei possibilitando a criação do Conselho teria sido encaminhada para o setor jurídico municipal, em 2011. Na época a assistente social e responsável técnica do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas), Paula Martins Pimenta, disse que o projeto sairia do papel e se tornaria realidade no início de 2012. No entanto, passado mais de um ano, Leonardo Souza afirma não haver tal conselho, o que de fato é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos idosos, esse Conselho Municipal do Idoso seria fundamental, uma vez que serviços prestados a nossa população idosa careça de melhorias. Dentre os artigo estabelecidas no Estatuto do Idoso está presente o Art. 7° que diz que “os Conselhos Nacional, Estaduais, do Distrito Federal e Municipais do Idoso, previstos na Lei nº 8.842, de 4 de janeiro de 1994, zelarão pelo cumprimento dos direitos do idoso, definidos nesta Lei”. Todavia, há falhas de clareza presente no Estatuto, o que colabora para que tais obrigatoriedades do município sejam negligenciadas. Segundo o Art. 3°, sobre as disposições preliminares do Estatuto, “é obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária”. A grande questão que fica é: sem um órgão específico que possa intervir por esses idosos, o direito à saúde, à alimentação, à educação, enfim, à vida serão prestados com a devida qualidade que eles necessitam?&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Por João Gustavo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Fontes: Jornal Sudoeste; Estatuto do Idoso&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;Matéria produzida originalmente para a &quot;&lt;a href=&quot;http://www.revistaexpressaolivre.com/&quot;&gt;Revistas Expressão Livre&lt;/a&gt;&quot;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;b&gt;- Ano 3, Edição 38, Julho de 2013&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/07/paraiso-nao-possui-o-conselho-municipal.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLb0zyrxlezzYHBXEgcJYiXVyfEsUipLzflxIHm5bu9JmTFpQUtTBU7s0qZWhHffNWXfN1FL3P1KDDmFPfwDAmRGlPPkHAtiLBWMaBzksnv250Rr6XI5xqcEwDdU9DIgCNMXm6ObBS8QpW/s72-c/varia01.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-4750501567229986979</guid><pubDate>Thu, 13 Feb 2014 11:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-02T23:17:27.988-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opinião</category><title>O que é tabu?</title><description>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNEWGAhQYoc93jfsKMCm0hqZvbef4iaxtefVI1cUjH8HSoFPmOKg0RqDaGJCiQ3lF8ebsPg8UC5S8SzcB2tzWetjbTGk-UL9V00fp_vXOBjy9f-uLn4XA1J8671rKqOOZUjO_WBcR-NuMH/s1600/em-nota--tv-globo-diz-que-beij.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNEWGAhQYoc93jfsKMCm0hqZvbef4iaxtefVI1cUjH8HSoFPmOKg0RqDaGJCiQ3lF8ebsPg8UC5S8SzcB2tzWetjbTGk-UL9V00fp_vXOBjy9f-uLn4XA1J8671rKqOOZUjO_WBcR-NuMH/s1600/em-nota--tv-globo-diz-que-beij.jpeg&quot; height=&quot;330&quot; width=&quot;540&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Beijo gay apresentado na novela &quot;Amor à Vida&quot; entre as personagens Félix (Mateus Solano) e Nico (Thiago Fragoso)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Somos uma sociedade regida por inúmeras regras morais que padronizam nosso comportamento e oprimi a liberdade individual de falar e &lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/06/vaias-dilma-um-pouco-de-espetaculo-e.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;expressar nossos questionamentos&lt;/a&gt;. Não existi uma lei que proíba falar sobre sexo ou sobre Satanás, no entanto estes são assuntos que evitamos por gerar muita polêmica e desconfortos: é o que chamamos de TABU.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A palavra “Tabu” é de origem polinésia e está intimamente ligada ao misticismo. As tribos oriundas desta região utilizavam o termo “tabu” para designar proibições cujos seus descumprimentos geravam punições. Para eles o “tabu” era à proibição do contato com objetos sagrados no dia-a-dia ou que eram considerados amaldiçoados, a partir de então surgem às hierarquias, definindo o que é ou não proibido naquela sociedade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estudos de Freud e do antropólogo Levi-Strauss, serviriam para dar um significado mais sólido a expressão comumente usada na &lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/07/um-pais-que-vira-piada-e-um-uma.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;sociedade contemporânea&lt;/a&gt;, contudo o sentindo da proibição, como usado pelas tribos da polinésia, ainda se manteriam. Esses estudos viriam dizer que &lt;b&gt;o tabu seria uma espécie de sentimento social coletivo sobre um determinado comportamento ou assunto&lt;/b&gt;, uma ponte entre duas determinações comportamentais: uma biológica e outra cultural. No entanto, o tabu portará uma ambiguidade muito característica a sua essência e origem: se por um lado seu sentido representa o sagrado e o consagrado, no outro, representa o misterioso, o perigoso, o proibido, o impuro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Todavia, o “tabu” nos dias de hoje confunde-se ao que as sociedades construíram ao longo dos séculos: o preconceito. Mas é importante frisar que o tabu propriamente dito não é preconceito, embora haja certa relação. O preconceito [pré (antes) + conceito] é um juízo que fazemos sobre uma determinada prática ou pessoas, muitas vezes &lt;b&gt;relacionadas a uma &lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/04/sobre-tim-maia-preconceito-e-brasil.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;atitude discriminatória com relação a um grupo&lt;/a&gt;, indivíduo ou tradição&lt;/b&gt;. Desta forma não podemos dizer que tabu e preconceito são a mesma coisa, porque à medida que o tabu está relacionado a misticismo e a abominação de um ASSUNTO – que não se deve falar -, o preconceito está relacionado à abominação de um determinado GRUPO DE PESSOAS OU CRENÇAS que de destoa do padrão daquela determinada sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2014/02/o-que-e-tabu.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNEWGAhQYoc93jfsKMCm0hqZvbef4iaxtefVI1cUjH8HSoFPmOKg0RqDaGJCiQ3lF8ebsPg8UC5S8SzcB2tzWetjbTGk-UL9V00fp_vXOBjy9f-uLn4XA1J8671rKqOOZUjO_WBcR-NuMH/s72-c/em-nota--tv-globo-diz-que-beij.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-8355092104223067324</guid><pubDate>Tue, 01 Oct 2013 18:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-09-13T22:03:09.598-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><title>Plano Nacional de Educação e o fim das APAES</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSeO4djkzmdVrVPTqFQPxnYGcBaqFd63E_dP2uKg3Xv4fxDzEIuSCIhbwSKDpIb-c_uFnpAfsBecwVH8rID4LsH2FkrjJ_pxaDk7JY6bv_2S0rxWEFo2ZjGyUUk6OPFPCtnYHrt7cHZJfo/s1600/218201385355.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSeO4djkzmdVrVPTqFQPxnYGcBaqFd63E_dP2uKg3Xv4fxDzEIuSCIhbwSKDpIb-c_uFnpAfsBecwVH8rID4LsH2FkrjJ_pxaDk7JY6bv_2S0rxWEFo2ZjGyUUk6OPFPCtnYHrt7cHZJfo/s400/218201385355.jpg&quot; width=&quot;580&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
A pouco mais de um mês e meio, a população brasileira saiu às ruas para dar voz a sua insatisfação com as diretrizes governamentais, focada atualmente em tornar a Copa do Mundo e as Olimpíadas um dos melhores eventos que o planeta já viu ao invés de melhorar a saúde pública, o transporte e a educação brasileira. É fato que a situação dos brasileiros vem melhorando muito nos últimos anos, mas ainda está longe de ser o ideal. Uma prova disto é a nossa posição no IDH (índice de desenvolvimento humano), que mede a qualidade de vida da população mundial a longo prazo com base na qualidade de vida, acesso ao conhecimento e a um padrão de vida descente; mantivemos a posição estando em 85º lugar. Embora este índice seja considerado alto é incoerente, afinal, se temos uma das maiores cargas tributária do mundo, evidentemente deveríamos estar entre os países de primeiro mundo, não?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O ponto é que a educação não evolui muito, o analfabetismo, principalmente o funcional, ainda é uma realidade e o acesso ao conhecimento e a cultura, um dos maiores desafios. Desafios estes que vem encontrando mais dificuldades a cada dia e gerando mais revolta, insatisfação e polêmicas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A mais recente envolve o PNE (Plano Nacional de Educação), que visa à erradicação do analfabetismo, a universalização do atendimento escolar, a melhoria da qualidade de ensino, a valorização do profissional da educação, entre outras questões importantes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Plano Nacional da Educação foi criado para vigorar de 2011 a 2020; apresenta dez diretrizes objetivas e 20 metas, seguidas das estratégias específicas de concretização, sendo a meta 4, a que garante o acesso da criança portadora de alguma deficiência, motora ou intelectual, de 4 a 17 anos ao ensino regular. Este é uns pontos mais importantes do PNE e que, no entanto, sofreu algumas mudanças radicais, gerando um mal estar generalizado na sociedade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O PNE, até o presente, momento não foi votado, o que deixa brechas para que a mudança da Meta 4 ainda seja revogada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A mudança propõe que todos os jovens portadores de alguma deficiência estejam matriculados na rede regular de ensino até 2016, sem que haja nenhum mediador, no caso as APAEs, que prestam ensino especializado para preparar esses alunos a rede pública de ensino. O projeto, de José Pimentel (PT-CE), visa cortar os repasses de verbas governamentais às APAES, a fim de valer as novas diretrizes propostas na reformulação da meta 4, culminando com o enfraquecimento das mesmas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;META 4&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;COMO ERA:&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&quot;Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos, o atendimento escolar aos(às) alunos(as) com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, preferencialmente na rede regular de ensino, garantindo o atendimento educacional especializado em salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou comunitários, nas formas complementar e suplementar, em escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;i&gt;APÓS A MUDANÇA:&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&quot;Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino&quot;.&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;A visão dos
paraisenses acerca do polêmico projeto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcZHYdt4aadbpIgXCHhwNQ866YyCszHGUMgDDPq4530g_SFQBOl9C7nF9BnQApRYrsHgoM9MGVGrngKW6nN2n218hp9HNLlJFuJAdMlh1AboKt3hACgSIdDfBWuB3lixu0cTIS9E_wt3Fo/s1600/DSC_0531.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcZHYdt4aadbpIgXCHhwNQ866YyCszHGUMgDDPq4530g_SFQBOl9C7nF9BnQApRYrsHgoM9MGVGrngKW6nN2n218hp9HNLlJFuJAdMlh1AboKt3hACgSIdDfBWuB3lixu0cTIS9E_wt3Fo/s400/DSC_0531.JPG&quot; width=&quot;560&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small; text-align: justify;&quot;&gt;Ademar Paschoalino, diretor da APAE de São Sebastião do Paraíso&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) nasceu no Rio de Janeiro em 1954, com a meta de prestar assistência a crianças e jovens portadores de deficiência, priorizando aquelas com deficiência intelectual e múltipla. Um projeto pioneiro no país, que até então não dava a devida assistência a portadores de deficiências e que veio se espalhando por todo o território nacional ao longo dos anos. Hoje as APAEs estão distribuídas em mais de 2 mil municípios atendendo cerca de aproximadamente 250.000 pessoas com deficiência. O ultimo censo do IBGE, de 2010, aponta que cerca de 45 milhões de brasileiros são portadores de algum tipo de deficiência (entre visual, auditiva, motora e intelectual), esses números expressivos correspondem a cerca de 14,5% da população total, sendo grande parte desse número dependente do ensino especializado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A APAE de São Sebastião do Paraíso vem prestando esses serviços especializados de altíssima qualidade desde 1975 e garantido o direito dos portadores de deficiência motora e intelectual a uma vida mais digna, tanto do ponto de vista pedagógico, quanto técnico. Ademar Paschoalino, diretor da APAE há quase seis anos, destaca o papel filantropo da Associação, que garante a assistência médica e pedagógica e esses alunos que carecem de atenção especial, sem cobrar nada. “Atendemos entre os alunos de dois turnos em torno de 278, e uma média de 48 que vem só para atendimento durante a semana. Existem alunos que já foram incluídos no ensino regular e que acabaram voltando para receber novamente este atendimento”, conta Ademar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Assim como todas as pessoas envolvidas com o trabalho sério e os serviços de alta qualidade prestados pelas APAES no Brasil a fora, Paschoalino também é contra a proposta de inclusão; segunda conta isso acaba tendo um efeito contrario. “A proposta é inadmissível. Foi feita por pessoa que não tem acessibilidade de entender o que é o aluno especial, o deficiente físico. Essa proposta faz com que o aluno não seja incluído, seja excluído. Tivemos casos de alunos que pararam de comparecer em qualquer tipo de escola por não ter como se locomover ou até mesmo por não ter um atendimento adequado que deveria ser dado a eles”, conta Paschoalino.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Marcos Vinicius Aloise, fundador da INTEGRAR, a Associação de Portadores de Necessidades Especiais, destaca que o projeto é um verdadeiro retrocesso em vista do quanto já se ganhou com as APAES nos últimos anos. Vítima de um acidente automobilístico que o deixou tetraplégico, há dezenove anos, Marcos destaca o suporte que nossas escolas não têm para o atendimento a alunos com deficiência. “Como se leva um aluno hoje, que tem uma sonda gástrica, por exemplo, que precisa trocar uma fralda, que tem que ter um cuidado especial a uma escola onde não se tem preparo nenhum a nível técnico?”, questiona.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A INTEGRAR, fundada há oito anos vem lutando pelos direitos coletivos das pessoas com deficiência, promovendo a inclusão desses cidadãos no convívio social, tanto no âmbito do trabalho como na própria sociedade civil, promovendo a quebra de paradigmas e lutando contra os preconceitos que, infelizmente, ainda são latentes em nossa sociedade. Um trabalho de “formiguinha”, como ele próprio define, que vem sido feito aos poucos e gerando algum resultado, apesar de encontrar inúmeras limitações. No entanto, as diversas rampas que vem sendo construídas em Paraíso não resolvem muito o problema, uma vez que as calçadas, em estado deplorável em sua ampla maioria, atrapalham na locomoção, não apenas dos cadeirantes, mas também de pessoas com alguma dificuldade de locomoção, como idosos, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A presidente da FENAPAEs – Federação Nacinal das APAEs – Aracy Lêdo deixou claro que o Movimento das APAEs é a favor da inclusão, desde que esta seja realizada de forma adequada, respeitando o direito das Famílias de escolherem onde seus filhos estudem e das pessoas com deficiência de escolherem as escolas onde querem estudar. Nossas escolas públicas não estão preparadas e mal conseguem capacitar nossos jovens e prepará-los para o ensino superior e consequentemente para o mercado de trabalho. Dariam conta de prestar a devida atenção aos portadores de deficiência motora e intelectual? A realidade é que a APAE foi uma das melhores instituições criadas para orientar e dar suporte as famílias que vivenciam essa dura realidade, e o corte dessa verba seriam uma espécie de suicídio, uma vez que seus alunos, que em uma ampla maioria não estejam mais na fase escolar estabelecida pela meta ficariam desamparados. Bom seria se esses alunos pudessem freqüentar o ensino regular com a devida atenção que necessitam, mas infelizmente não é assim que funciona, e estamos longe de ter a devida condição e estrutura para isto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; color: #666666; font-family: Tahoma, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: right; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Matéria na integra produzida originalmente para a &quot;&lt;a href=&quot;http://www.revistaexpressaolivre.com/&quot; style=&quot;border: 0px; color: #ac1a00; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Revistas Expressão Livre&lt;/a&gt;&quot;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; color: #666666; font-family: Tahoma, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: right; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;- Ano 3, Edição 40, Setembro de 2013&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/10/plano-nacional-de-educacao-e-o-fim-das.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSeO4djkzmdVrVPTqFQPxnYGcBaqFd63E_dP2uKg3Xv4fxDzEIuSCIhbwSKDpIb-c_uFnpAfsBecwVH8rID4LsH2FkrjJ_pxaDk7JY6bv_2S0rxWEFo2ZjGyUUk6OPFPCtnYHrt7cHZJfo/s72-c/218201385355.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-5470472331612273149</guid><pubDate>Tue, 01 Oct 2013 18:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-03T01:11:40.633-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Leis</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Violência</category><title>“Lei Maria da Penha” e combate à violência doméstica</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVvgVt__BO2VwzWqqpKnx5ZLue4bJXMv0IhaIGKAxTCe3jp0Y88R4q71NTcqITHG8wC-2U1PnQMiaEkRYxcIhWOzSRz6knVT7KzP-KnwmQS6ISCkgiBlm9mJ7VsP4olx_jP1JZ9akno2ZO/s1600/Lei+Maria+da+Penha,+Jo%C3%A3o+Gusttavo,+jornalismo,+blog,+portif%C3%B3lio.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVvgVt__BO2VwzWqqpKnx5ZLue4bJXMv0IhaIGKAxTCe3jp0Y88R4q71NTcqITHG8wC-2U1PnQMiaEkRYxcIhWOzSRz6knVT7KzP-KnwmQS6ISCkgiBlm9mJ7VsP4olx_jP1JZ9akno2ZO/s640/Lei+Maria+da+Penha,+Jo%C3%A3o+Gusttavo,+jornalismo,+blog,+portif%C3%B3lio.jpg&quot; height=&quot;310&quot; width=&quot;560&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sinônimo de sexo frágil, a mulher desde os primórdios da humanidade foi tratada como um “subproduto” do homem. Uma figura que sempre esteve à margem da própria história, atenta as incumbências que não fugiam a vida privada. Educação dos filhos, cuidado com o lar e “serviços” matrimoniais, esse era o espaço que por séculos foi de direito exclusivo das mulheres. A injustiça histórica também é explicada pela bíblia, por Darwin e, principalmente, pelo ego masculino. Todavia, a afronta a esta cultura patriarcalista pré-história e hegemonia masculina, que culminou com a independência da mulher foi uma luta progressiva, uma verdadeira “guerra dos sexos” que perdura até hoje e escancara o machismo existente nas sociedades.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No Brasil houve nomes importantes que marcaram nossa sociedade por suas lutas contra esses parâmetros como Mietta Santiago, uma escritora, advogada e uma das vozes feministas de maior repercussão no Brasil na década de 1920. A advogada foi responsável por perceber que o veto ao voto feminino era uma lei que contrariava a própria constituição de 1821. Mietta esclareceu a má interpretação do termo “cidadão”, visto na época como se referindo apenas aos homens. O resultado foi que o “Partido Republicano do Rio Grande do Norte”, aproveitando-se desta brecha, elegeu, em 1929, Luiza Alzira Soriano Teixeira, uma ação ousada para época que a tornou a primeira mulher na história do Brasil a ocupar um cargo político no país. Mas as conquistas não pararam por aí. Embora Mietta Santiago tenha ganhado judicialmente o direito de votar, somente no novo código eleitora de 1933 é que se foi estendido o direito ao voto e a representação política a todas as mulheres. Tamanha estranheza causou a conquista da advoga que até motivou o poema homônimo de Carlos Drummond de Andrade, “Mierra Santiago”, no qual ele deixa evidente o machismo arraigado naquela sociedade, onde os únicos direitos reservados as mulheres limitavam-se ao conforto de seu lar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O combate a essa repressão ganhou evidencia e redesenhou o papel da mulher na humanidade a partir da década de 1960, quando os movimentos feministas se intensificaram pelo ocidente. Hoje uma das lutas que os movimentos feministas vêm travando incansavelmente contra a sociedade é o combate a violência domestica e familiar às mulheres. De suas inúmeras conquistas, a Lei de nº 11.340, promulgada em sete de agosto de 2006, é a mais emblemática de todas, porque com o vigor desta mesma lei, as brasileiras tiveram direitos mais delineados de proteção contra a violência e penas mais duras para quem ainda insiste em tais atos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Considerada uma das três melhores legislações contra a impunidade no mundo, a “Lei Maria da Penha” é fruto da luta de Maria da Penha Maia Fernandes para condenar seu agressor, o professor colombiano Marco Antonio Heredia Viveros, com quem a biofarmacêutica foi casada. Em 1983, Marco Viveros tentou matá-la duas vezes, a primeira simulando um assalto, que a deixou paraplégica, e a segunda vez eletrocutada. Até a sanção da lei, o Estado brasileiro não punia adequadamente os casos de violência domestica, tanto que até 1997 ainda não havia sido tomado uma decisão sobre o caso de Maria da Penha e Viveros havia pego apenas dois anos de prisão em regime fechado desde o ocorrido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A realidade da sociedade brasileira só passou a mudar devido a pressões de órgãos internacionais de combate a violência. O pontapé inicial deu-se quando, em 1998, Penha decidiu denunciar o seu caso à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, em conjunto com o Centro pelo Direito e a Justiça Internacional (CEJIL) e o Comitê da América Latina e o Caribe para a Defesa dos Direitos das Mulheres (CLADEM). Após analises e a falta de resposta do Governo brasileiro, a Comissão Interamericana condenou o Brasil por negligenciar o caso e, a partir desta condenação, houve mudanças no código Penal, de Processo Penal e Execução Penal para punir e erradicar a violência contra a mulher além de uma participação mais efetiva do Estado para reeducar a sociedade e colocar definitivamente um ponto final nesta violência exacerbada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Apesar dos avanços e progressos no que se diz respeito ao combate a violência doméstica e familiar à mulher, o número de casos ainda é expressivo no país, e quando se trata desses atos, não ha distinção entre classe social, nível de escolaridade ou mesmo região. Um “mapa da violência contra a mulher”, divulgado pelo Instituto Sangari, aponta que mesmo com o advento da Lei Maria da Penha o número de casos de violência contra a mulher cresceu consideravelmente entre os anos de 1980 e 2010. Segundo dados, o número de mulheres assassinadas no Brasil cresceu cerca 217,6%, fazendo com que o país ocupe o 7º lugar no ranking mundial dos países com mais crimes praticados contra as mulheres.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esses atos de violência doméstica e familiar não são um mal alheio e também repercute em nosso município. Segundo Rosaíne Lunardelo, à frente da Delegacia da Mulher desde março de 2008, o número de inquéritos instaurados chegam a ultrapassar 30 casos de agressões que geram lesões por mês, o que é um número bastante significativo em uma cidade de interior, mas esses são apenas os casos oficializados. “No meu primeiro ano cheguei a instaurar 100 inquéritos. Este ano, até agora, já estamos com cerca de 170 inquéritos instaurados”, comenta a Delegada. Apesar dos números preocupantes, Rosaíne destaca que isto é bom porque aponta que a mulher está mais confiante nas ações investigativas da polícia. “Esses números não significam que os casos de violência doméstica contra a mulher cresceram, significam que as mulheres estão tendo mais coragem de falar”, enfatiza.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sobre seu papel, Rosaíne esclarece que a principal função do delegado de polícia é mediar os conflitos que repercute na sociedade e que essa “mediação de conflitos” é uma realidade das capitais que começou em Brasília e que está sendo trazida para o interior. Segundo conta, a maioria das mulheres que a procuram estão apenas buscando solucionar um problema familiar, e que existe uma preocupação latente com o bem estar do parceiro. Não raro, muitas mulheres acabam desistindo das denuncias, mas, segunda conta Rosaíne, a partir do momento que a agressão é formalizada, a denuncia contra o parceiro foge ao controle da vitima, passando o Poder Público a intervir por ela. “Ela só pode desistir da denúncia perante o juiz” ressalta a Delegada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Rosaíne ainda comenta que a violência doméstica é sazonal, sendo no verão os seus índices mais altos; além disto, fatores agravantes como econômicos, desequilíbrio emocional e até mesmo períodos muitos longos de convivência entre o casal, como férias, podem geram um maior índice de violência. No entanto, essas agressões desmedidas, na maioria das vezes, são abafadas pela mulher, que “encoberta” seu agressor. “Não é possível entrar na mente de uma pessoa para saber o que se passa, mas os motivos para isso são inúmeros: medo, filhos, dinheiro...” esclarece. A Delegada ainda conta que há casos em que a vítima entre em desespero por medo de seu parceiro ser detido e dizem ter batido a cara no obro, no braço, enfim, qualquer desculpa que possa livrá-lo de uma condenação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Indubitavelmente o advento da Lei Maria da Penha veio para reeducar a sociedade brasileira e Rosaíne ainda destaca a importância de Penha na luta contra a violência a mulher. Todavia, a cultura machista que tanto motivou os parâmetros da violência, tal como está hoje, foi um dos principais fatores que contribuiu para que crescêssemos em uma sociedade onde o homem ter vários relacionamentos é motivo de orgulho, e a mulher, de desonra. Hoje, ditados populares como “em briga de marido e mulher não se mete a colher”, já não são mais aceito pela ampla maioria, e muito menos pela Justiça Pública. “Isso são clichês sociais que precisam ser desmistificados”, realça Rosaíne Lunardelo. “Historicamente somos uma sociedade fundamentada no patriarcalismo e no machismo. Para a mulher era crime o adultério, a sedução, e crimes cometidos por decorrência de uma falha da mulher era justificável. Na esfera penal, crime à mulher motivado por adultério era tido como defesa da legítima honra e vigorou muito no Brasil na década de 1970 e 1980, mas hoje, claro, isso é insustentável”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fatores culturais não são fáceis de serem mudados, mas hoje há uma preocupação maior do Estado com relação à violência doméstica e as leis, mais severas, também contribuem para que essa realidade se transforme aos poucos. Em Paraíso será criado o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, uma criação que há bastante tempo a delegada Rosaine Lunardelo vem lutando para conseguir. Sem dúvida é uma ferramenta a mais no combate da violência doméstica e familiar à mulher e um ambiente onde as mulheres terão mais segurança para falarem de seus problemas. Rosaine assinala que o ideal, inclusive, seria que a próprias denuncias não se iniciassem diretamente com um policial, de ambos os sexos, mas sim com um psicólogo ou uma assistente social, a fim de averiguar se o caso da mulher em questão seja mesmo de cunho policial. Neste aspecto, o Conselho da Mulher traria grandes avanços nas ações da polícia, e uma equipe feminina, como conta a Delegada, seria mais indicado para tratar desses assuntos; ao estar tratando de algo tão delicado como agressões do parceiro, uma equipe composta apenas por mulheres, incluindo uma médica legista, e não um médico, contribuiria para intimidar menos a vítima e facilitar o trabalho da polícia. Para denuncias em nosso município a mulher pode tanto procurar a Delegacia da Mulher, na Avenida Dárcio Cantieri, nº 1879, como entrar em contato através do disque denuncia, o número 181, ou contatando diretamente a Delegacia da Mulher através do fone 03535311138. Essa violência afeta, não somente a própria mulher, mas a todos os seus vínculos sociais. A única forma de dar um basta e evitar que mais vidas se percam é não ficar calado!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Por João Gustavo&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;border: 0px; color: #666666; font-family: Tahoma, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: right; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Matéria na integra produzida originalmente para a &quot;&lt;a href=&quot;http://www.revistaexpressaolivre.com/&quot; style=&quot;border: 0px; color: #ac1a00; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Revistas Expressão Livre&lt;/a&gt;&quot;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; color: #666666; font-family: Tahoma, Arial, &#39;Century gothic&#39;, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 24px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: right; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;- Ano 3, Edição 39, Agosto de 2013&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/10/lei-maria-da-penha-e-o-combate.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVvgVt__BO2VwzWqqpKnx5ZLue4bJXMv0IhaIGKAxTCe3jp0Y88R4q71NTcqITHG8wC-2U1PnQMiaEkRYxcIhWOzSRz6knVT7KzP-KnwmQS6ISCkgiBlm9mJ7VsP4olx_jP1JZ9akno2ZO/s72-c/Lei+Maria+da+Penha,+Jo%C3%A3o+Gusttavo,+jornalismo,+blog,+portif%C3%B3lio.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-6150248602321433590</guid><pubDate>Fri, 19 Jul 2013 17:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-03T01:11:40.643-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><title>Lar São Vicente de Paulo - Há 100 anos devotando amor, carinho e atenção aos mais necessitados</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNVnqmMVYHfOtSHlziTy-9VlSJBghNgYTbipsHoKURA-GxC85geARfe7pX15JuWyPSHr9RWvEYjP0dbRXJGnHQOWK0mYrhVplN3HQAz0IIyM2IqDx3WqiKBAE_gBw5xsg3JPct3JzMdA37/s1600/aquecedorsolar_normal.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;310&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNVnqmMVYHfOtSHlziTy-9VlSJBghNgYTbipsHoKURA-GxC85geARfe7pX15JuWyPSHr9RWvEYjP0dbRXJGnHQOWK0mYrhVplN3HQAz0IIyM2IqDx3WqiKBAE_gBw5xsg3JPct3JzMdA37/s640/aquecedorsolar_normal.jpg&quot; width=&quot;560&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Lar São Vicente de Paulo - Foto TV Sudoeste&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Os princípios católicos mais difundidos em todo o mundo sempre foram à valorização do amor a Deus e ao próximo. Todavia, ao longo dos séculos a Igreja Católica Apostólica Romana foi se afastando desses conceitos e se fortalecendo, principalmente, como uma importante Instituição política, monopolizando, principalmente, o conhecimento. Seu autoritarismo se perpetuou por séculos a fio; foi na Idade Média, porém, que se sentiu seu verdadeiro poder dominador. É fato que toda e qualquer religião é controlada pelos homens, e nós, seres humanos, somos falhos em inúmeros aspectos. Vez ou outra surge alguém com esse “nobre” sentimento cristão de perpetuação do amor ao próximo e marca na própria história da humanidade suas influências; a Sociedade São Vicente de Paulo, indubitavelmente, é uma dessas marcas que nos mostra o verdadeiro valor do “eu cristão” e nos faz questionar nosso papel social frente ao catolicismo e sobre o que faz realmente as religiões.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Fundada em Paris, em 1833, por Antônio Frederico Ozanam, a Sociedade Vicentina tem como patrono o santo São Vicente de Paulo, conhecido por sua piedade ao pobre e que dizia que “jamais devemos perder de vista o divino modelo! É preciso ver Jesus Cristo no pobre, e ver no pobre a imagem de Cristo”. Baseados no princípio da caridade ao próximo, a Sociedade São Vicente de Paulo se fortaleceu como uma instituição independente, sem perder seu caráter católico e obediência às autoridades eclesiásticas, buscando sempre estar em “sintonia” com a Santa Sé. O principal objetivo da sociedade é dar assistência às pessoas mais necessitadas, buscando sua edificação espiritual através da caridade. Ozanam dizia: “Que fazer para sermos verdadeiros católicos? Fazer o que agrada mais a Deus: Socorramos nosso próximo como fazia Jesus Cristo e coloquemos nossa fé sob a proteção da caridade. Vamos aos pobres!”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aberta a qualquer um que queira prestar serviços a quem mais precisa, os pobres, a Sociedade Vicentina encontra-se espalhada no mundo todo e está presente em diversos países das Américas e da Europa, como França e Inglaterra. No Brasil existe a maior concentração de vicentinos do mundo, sendo Minas Gerais a maior concentração do nosso país, segundo conta Leonardo Borges de Souza, presidente do “Lar São Vicente de Paulo”. Ele ainda revela que em todo o mundo existem cerca de aproximadamente 156 associações, espalhadas em inúmeros países.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aqui, a comunidade vicentina presta serviços aos idosos que não podem estar sob os cuidados da família ou que estejam completamente sozinhos. Todavia, não é apenas o cuidado para com os idosos que torna alguém um vicentino, é o “apoio e ajuda a comunidade em geral”, enfatiza Leonardo. Mais conhecido na cidade como “Asilo São Vicente”, a entidade em si é uma obra unida à própria Associação Vicentina e que está presente na cidade desde 1933, como vila vicentina, mas somente em 14 de outubro de 1957 é que se estabeleceu como uma instituição oficial. “O asilo é uma parte jurídica ligada à Associação São Vicente de Paulo. Não é a maior parte da associação. É uma ramificação, podemos dizer”, esclarece.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A “Vila Vicentina” era uma comunidade com diversas casas que ficavam ao redor de onde hoje se estabelece a Instituição do Lar São Vicente. Era uma espécie de colônia e possuía cuidados bem diferentes dos de hoje. Com o aumento de idosos e a necessidade de mais acomodações, na gestão de Sebastião Caetano da Silva construiu-se um pavilhão que comportasse cerca de 30 pessoas, isso contribuiu para que se fosse desmanchando as casas que, já muito velhas, não compensando suas reformas. Leonardo recorda ter entrado na diretoria do Lar São Vicente de Paulo no termino do mandato de Sebastião Silva, como tesoureiro e Paulo Queiroz como presidente, dando continuidade ao projeto. “Na época as honras da inauguração do novo pavilhão foram feitas pelo próprio Sebastião. Embora tivéssemos dado continuidade ao projeto, a iniciativa das obras foram dele”, relembra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Leonardo ainda conta que na Sociedade Vicentina de Paraíso há cerca de aproximadamente 120 membros ativos, e destaca a importância de alguns como Carmo Paschoini e do já falecido Amadeu Guidi. “Amadeu tinha uma filha que morava no Canadá, a Ana Maria Guidi, que em uma visita resolveu ajudar o asilo com uma parte da renda de um “carnaval brasileiro” que organizava lá mesmo, para ajudar os hospitais”, conta Leonardo Souza. Segundo ele, com parte da renda foi possível fazer mais ampliações no asilo, mas foi difícil administrar as obras devido à alta inflação, que na época chegou a 100%.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Vivem atualmente no asilo 72 idosos, que contam com a colaboração de funcionários que dão assistência em tempo integral aos moradores e de médicos que fazem visita esporádicas para ministrar remédios e cuidados especiais aos idosos. Embora sejam tratados com extrema dignidade e atenção, Leonardo revela que a maioria desses idosos preferiria estar vivendo com a família, mas que por motivos, na maioria das vezes financeiros, acabam indo parar ali. “Acho isso natural. Quem não gostaria de estar vivendo ao lado da família?”, destaca. Sobre o papel da família, ele conta que hoje em dia os familiares são mais presentes na vida de seus idosos, mas que nem sempre foi assim. “Os familiares tinham medo de deixá-los aqui e depois ter que buscar de volta, e desapareciam. Mas, hoje, graças a Deus, essa perspectiva mudou e muito”. No asilo esses idosos recebem cuidados de extrema qualidade e as sextas-feiras, com uma parceria entre a Unimed e Acqua Sport Natação, é doado a esses idosos um dia de lazer na própria Acqua Sport, para fugirem um pouco da rotina maçante.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No entanto, apesar de contar com parte da aposentadoria dos moradores e ter a isenções de alguns impostos, os custos com o Lar São Vicente ainda são muito altos, tendo que contar ainda, não somente com o apoio de vicentinos da cidade, mas com a própria comunidade paraisense. Leonardo ressalta a importância das festas beneficentes, como a própria “festa do asilo”, que se tornou uma tradição na cidade, para a obtenção de recursos que são revertidos para melhoramentos do próprio recinto e para arcar com gastos de comida e remédios para esses idosos. Neste aspecto vemos o quanto é necessário e importante a colaboração e participação do cidadão paraisense para o Lar São Vicente de Paula. As ações desses colaboradores do asilo refletem o ápice do amor humano; e esse amor e cuidado que tem como recompensa o bem estar dos nossos idosos merece nossa atenção e iniciativa. “Qualquer um pode contribuir, seja financeiramente, com doações e até mesmo dando atenção a esses idosos. Eles gostam de conversar!”, ressalva Leonardo Souza.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Por João Gustavo&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;Matéria produzida originalmente para a &quot;&lt;a href=&quot;http://www.revistaexpressaolivre.com/&quot;&gt;Revistas Expressão Livre&lt;/a&gt;&quot;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;b&gt;-  Ano 3, Edição 38, Julho de 2013&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/07/lar-sao-vicente-de-paulo-ha-100-anos.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNVnqmMVYHfOtSHlziTy-9VlSJBghNgYTbipsHoKURA-GxC85geARfe7pX15JuWyPSHr9RWvEYjP0dbRXJGnHQOWK0mYrhVplN3HQAz0IIyM2IqDx3WqiKBAE_gBw5xsg3JPct3JzMdA37/s72-c/aquecedorsolar_normal.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-8818471660979563529</guid><pubDate>Tue, 16 Jul 2013 17:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-02T22:53:02.188-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opinião</category><title>Dia do Amigo - Quem tem um amigo sabe a importância dessa figura em nossas vidas</title><description>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj9zxa1ebDoro1njHbikfKDko4JliqFLOLeuyPYGCEL2KtvffyR1MwPDvQWTeCioDjgzzg_cAruU1vfQwvOcbX_2NvQgXsrn-YZxI3IKTvb-MFhuXVpnElKCvH-dAdiAo1IKafNOlAnI2cb/s1600/Dia-do-Amigo-Dableo-Comunica%C3%A7%C3%A3o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj9zxa1ebDoro1njHbikfKDko4JliqFLOLeuyPYGCEL2KtvffyR1MwPDvQWTeCioDjgzzg_cAruU1vfQwvOcbX_2NvQgXsrn-YZxI3IKTvb-MFhuXVpnElKCvH-dAdiAo1IKafNOlAnI2cb/s320/Dia-do-Amigo-Dableo-Comunica%C3%A7%C3%A3o.jpg&quot; width=&quot;560&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;20 de Julho - Dia Internacional do Amigo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A amizade poder ter muitos sentidos e diferentes significados. Há o consenso de que amizade é aquele amor despretensioso que nutrimos por alguém; uma dedicação mútua em que o carinho, o apoio e a compreensão são as únicas recompensas. Inerente ao homem, a amizade é decorre do convívio social com familiares e pessoas que nós vamos conhecendo ao longo da vida. Porém, a figura do amigo, aquela pessoal ímpar que conhecemos por acaso e vamos descobrindo e se redescobrindo enquanto indivíduos, não é alguém que com quem possuímos laços familiares, mas é aquele familiar “extra” que acolhemos em nossas vidas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Embora para a psicanálise a amizade seja um sentimento sem laços obrigatórios como os familiares e, diferente do amor, seja uma relação de reciprocidade que não gera nenhum sofrimento por sua perda, que segundo algumas análises se desfazem naturalmente, podemos ir muito alem... Somos alvos constantes para a psicologia, que procura entender e compreender o homem, portanto é difícil definir o que a amizade, sobretudo a figura do amigo, representa para nós. Para o físico Albert Einstein, em seu “poema da amizade”, a amizade é um sentimento restaurador, que sobrevive a quase tudo, desde que reste um resquício que seja. “Pode ser que um dia não mais existamos... Mas, se ainda sobrar amizade, nasceremos de novo, um para o outro”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
Celebrado oficialmente no dia 20 de julho, o “dia do amigo” e “dia internacional da amizade” é em comemoração àqueles que fazem parte do nosso dia a dia e nos oferecem seu carinho e atenção. Há controversas, no entanto, sobre a origem desse dia. A versão sobre a data mais conta e difundida é que teria sido supostamente criada pelo argentino Enrique Febbaro, um entusiasta da corrida espacial e que acreditava que se o homem era capaz de chegar à lua, unidos a humanidade poderia conquistar muitos outros feitos épicos. A data teria se tornado oficial em Buenos Aires, capital da Argentina, em 1979, e pouco a pouco sendo adotada por outros países do mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É um dia para ser celebrado, indubitavelmente, afinal, são nos momentos mais difíceis que os amigos verdadeiros se revelam... Na hora do “não”, nos momentos de crises financeiras e até desentendimentos familiares e com os próprios amigos. Brigar com o amigo e se arrepender no mesmo instante é a prova máxima da importância vital que essa figura tem em nossas vidas. Em melodias poéticas Milton Nascimento conseguiu traduzir esse sentimento tão singular e nobre que nutrimos aos nossos “irmãos de coração”, ele dizia que “amigo é coisa pra se guarda, no lado esquerdo do peito; mesmo que o tempo e a distância digam não...”. Feliz dia do amigo!&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/07/dia-do-amigo-quem-tem-um-amigo-sabe.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj9zxa1ebDoro1njHbikfKDko4JliqFLOLeuyPYGCEL2KtvffyR1MwPDvQWTeCioDjgzzg_cAruU1vfQwvOcbX_2NvQgXsrn-YZxI3IKTvb-MFhuXVpnElKCvH-dAdiAo1IKafNOlAnI2cb/s72-c/Dia-do-Amigo-Dableo-Comunica%C3%A7%C3%A3o.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-6003669463187470985</guid><pubDate>Tue, 16 Jul 2013 16:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-03T01:11:40.640-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entretenimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><title>Paraíso terá grande evento de Rock - No mês do Dia Mundial do Rock, Paraíso terá grande show que promete agitar fãs do estilo</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGOzcKO_A1K6TJp93WPGg3fPUhyQtoS22KVkS6oF5DQdNoxAok3VvTe_fLFUk0Gy5XUp72Kv5bwP6wD4FiPkY6fIDPQP1fTBiMYGyKo8QWJZaMS_i6FJgfCl7IpdyRT0K6Rl1Wxym2cFbX/s1600/5876_413464932100701_1056014934_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;290&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGOzcKO_A1K6TJp93WPGg3fPUhyQtoS22KVkS6oF5DQdNoxAok3VvTe_fLFUk0Gy5XUp72Kv5bwP6wD4FiPkY6fIDPQP1fTBiMYGyKo8QWJZaMS_i6FJgfCl7IpdyRT0K6Rl1Wxym2cFbX/s640/5876_413464932100701_1056014934_n.jpg&quot; width=&quot;560&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot;&gt;Imagem divulgação do Evento &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/SkolRockParaiso?fref=ts&quot;&gt;Skol Rock Paraíso&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
É parte da essência humana apreciar a música, não importando a época e o estilo. Através da música ouvimos histórias de lutas, de vidas e gritos por liberdade. Dentre tantos gêneros e estilos musicais que narram essas experiências, um em especial merece destaque por, desde a década de 1950, conquistar e fazer a cabeça de milhões de pessoas em todo o planeta. Originário dos Estados Unidos, o Rock n’ Roll é um gênero musical cujas suas raízes estão, principalmente, no R&amp;amp;B, a música negra americana, e que unia a este gênero um ritmo rápido e único, que agradava a inúmeros jovens que se identificavam com o estilo rebelde e ousado de seus cantores e bandas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Bill Haley é considerado por muitos o precursor do Rock n’ Roll e teria sido ele próprio o responsável por popularizar o gênero musical na época, em meados de 1954. Depois de Haley, vieram Chuck Berry e Elvis Presley, este segundo, considerado o “rei do rock” justamente por apresentar ao mundo este gênero tão libertador que crescia e se popularizava cada vez mais entre músicos e cantores. Bandas que adotaram o rock e se consagraram no cenário musical até hoje são muito ouvidas como Rolling Stones, Beatles, The Animal e Queen, que, além de influenciam, serve de referência para as inúmeras bandas da atualidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por sua importância é atribuído ao dia 13 de Julho o “dia mundial do rock”. A data é em homenagem a um dos concertos de rock mais famosos de todos os tempos, o “Live Aid”, um show de rock beneficente que foi televisionado para o mundo todo e que ocorreu simultaneamente na Filadélfia (nos Estados Unidos) e em Londres (na Inglaterra), em 1985. Tendo como objetivo combater a fome na Etiópia, país do continente Africano, a apresentação contou com a presença de grandes nomes da música como B.B. King, Black Sabbath, Bryan Adams, Mick Jagger, Tina Tunner, The Who, Queen, Elton John entre tantos outros nomes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Deixando um pouco a história de lado, o fato é que o Rock n’ Roll se tornou um dos gêneros musicais mais ouvidos e aclamados da história da humanidade, sempre se inovando e renovando, atingindo geração após geração. Nada foge as suas influências e, apesar de São Sebastião do Paraíso ser uma cidade essencialmente sertaneja, os fãs e apreciadores deste gênero musical épico terão muito que comemorar no dia 27 deste mês. É que será realizado na cidade um concerto de rock inédito na Arena Olímpica, que contará com a atração principal a banda “Detonautas Roque Clube”, que na ocasião fará um tributo à banda “Charlie Brown Jr.”, do vocalista Chorão, falecido em março deste ano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Outras bandas da cidade participarão do evento, tendo a oportunidade de dividir o palco com essas grandes feras do rock nacional. Uma delas é a “Over Sun”, que tem um ano e meio de estrada e vê nesta ocasião como uma oportunidade de poder mostrar seu som a um público maior. Túlio Santos, baterista da banda, diz que está muito ansioso pela ocasião. “Achei interessante a ideia de se criar um evento de rock aqui, que além de dar oportunidade para as bandas locais mostrarem seu trabalho é uma forma de prestigiar a galera que curte o rock em Paraíso”, conta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgoF5SmTHBTT6K4Wilh7iKOFBfqJIFncx6z6Rk1qNXDkHqe2Xt9AHIMCOu9ySrZGV1vDzuNupob2ykatWYE5IHdUS7f7qnbpVeLnfs6Cl32lv2-d_aZ4u1qpFtAFTEZyJz4oueTalB1gktB/s1600/Banda+Over+Sun.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;290&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgoF5SmTHBTT6K4Wilh7iKOFBfqJIFncx6z6Rk1qNXDkHqe2Xt9AHIMCOu9ySrZGV1vDzuNupob2ykatWYE5IHdUS7f7qnbpVeLnfs6Cl32lv2-d_aZ4u1qpFtAFTEZyJz4oueTalB1gktB/s400/Banda+Over+Sun.jpg&quot; width=&quot;560&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Banda Over Sun &amp;nbsp;- Túlio é o segundo à esquerda&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
De fato é uma boa pedida para quem aprecia outros estilos musicais alem do tradicional sertanejo. É guardar a data e esperar por este evento que tem tudo para ser um grande sucesso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Por João Gustavo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Matéria produzida originalmente para a &quot;&lt;a href=&quot;http://www.revistaexpressaolivre.com/&quot;&gt;Revistas Expressão Livre&lt;/a&gt;&quot;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;b&gt;-  Ano 3, Edição 38, Julho de 2013&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/07/paraiso-tera-grande-evento-de-rock-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGOzcKO_A1K6TJp93WPGg3fPUhyQtoS22KVkS6oF5DQdNoxAok3VvTe_fLFUk0Gy5XUp72Kv5bwP6wD4FiPkY6fIDPQP1fTBiMYGyKo8QWJZaMS_i6FJgfCl7IpdyRT0K6Rl1Wxym2cFbX/s72-c/5876_413464932100701_1056014934_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-6602887280310370373</guid><pubDate>Mon, 24 Jun 2013 17:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-02T22:56:01.711-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Repostagens</category><title>Ralph Diniz: &quot;Marcha contra a corrupção&quot; reúne 2 mil em Paraíso...</title><description>&lt;a href=&quot;http://ralphdiniz.blogspot.com/2013/06/marcha-contra-corrupcao-reune-2-mil-em.html?spref=bl&quot;&gt;Ralph Diniz: &quot;Marcha contra a corrupção&quot; reúne 2 mil em Paraíso...&lt;/a&gt;: Rostos pintados, faixas e cartazes nas mãos e na garganta gritos de  ordem. A bandeira, as cores e o Hino Nacional surgiam como se o País j...</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/06/ralph-diniz-marcha-contra-corrupcao.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-5608234970676951952</guid><pubDate>Wed, 19 Jun 2013 18:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-03T01:11:40.636-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><title>Monsenhor Hilário - “Mais vida eu tivera, mais padre eu seria. Pena a vida ser tão curta para tão grande dom”</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
Figura de grande destaque em São Sebastião do Paraíso, Monsenhor Hilário foi padre na paróquia de S. Sebastião por mais de 30 anos. Enfatizando a importância de seguirmos nossos sonhos e lutarmos por ele, ele nos concede uma rara entrevista, para falar um pouco da sua vida e de sua história ao longos desses 95 anos.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjevYJN7fmQrMREFE2-tusFVyh9iI9DQ13I52rSG4ZYKBShW1Zdc9mfCjzwzXSV-Aihu7vm5Kga2SwyZnqoOxwXPzC_qxvm_pzn9ZCGQa1qoFezGpgAWCSlfBEpHxjYTJ6f3wmGZBTRJt91/s1600/pag+60.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjevYJN7fmQrMREFE2-tusFVyh9iI9DQ13I52rSG4ZYKBShW1Zdc9mfCjzwzXSV-Aihu7vm5Kga2SwyZnqoOxwXPzC_qxvm_pzn9ZCGQa1qoFezGpgAWCSlfBEpHxjYTJ6f3wmGZBTRJt91/s640/pag+60.jpg&quot; width=&quot;482&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Poucas são as pessoas que recebem e abraçam o dom divino, um chamado de Deus para pregar ao mundo o bem ao próximo, o amor, a paz. Não é fácil e Jesus Cristo foi um dos exemplos maiores de como às vezes pode ser difícil difundir a Boa Palavra. No entanto, algumas pessoas nascem com este dom e deixam marcas profundas nas almas dos outros e, mesmo que o mundo seja mau, eles não desistem dos seus ideais. Ideais esses inerentes a vida e a própria alma. Contudo, amar é um dom e como define bem uma das passagens da Bíblia “Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor nada serei”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Foi com um grande amor à fé e aos ideais de pregar a bondade através de sua mensagem que o Monsenhor Hilário Pardini, umas figuras religiosas mais notórias de nossa comunidade, chegou aos seus 95 anos, mais cheio de vida e ânimo do que nunca. Com mais de 70 anos de sacerdócio, bem humorado, o Monsenhor conta que ser padre foi à realização de sua vida e que se nascesse de novo, nasceria padre. “Mais vida eu tivera, mais padre eu seria. Pena a vida ser tão curta pra tão grande dom”, ele brada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O dom para o sacerdócio, segundo ele próprio conta, brotou em seu coração quando era ainda um menino, na cidade de Guaranésia, onde nasceu e recebeu de sua mãe, mulher muito devota, a inclinação para a vida religiosa. Presente à missa em todos os domingos, o futuro padre se admirava ao ouvir os sermões que ouvia na igreja e gostava de imitá-los em casa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De família unida ele revela que a experiência de reclusão no seminário, ainda bem jovem, foi bem difícil e, embora tivesse sofrido pela ausência do afeto da mãe, do pai e dos irmãos, Hilário Pardini fortalecia sua mente e se firmava no ideal de ser padre. “Foi um verdadeiro ‘batismo de fogo’”, traduz a dureza daquele momento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sempre aplicado, Hilário conta com orgulho que na vida acadêmica, que envolvia os estudos de Filosofia e Teologia, buscou a fundo ser o melhor em sua turma. Tamanha dedicação possibilitou a ele conquistas que impressionavam por ser tão jovem. Após ter se formado no Seminário Maior de Belo Horizonte, em 1942, mudou-se para Poços de Caldas, para ser auxiliar do pároco da cidade. Após quatro anos, foi chamado para ser diretor do seminário de Guaxupé, onde ficou quatro anos e meio. Ele conta orgulhoso ter participado da formação de muitos padres. “Eu era diretor e ao mesmo tempo lecionava. Quando não tinha professor era eu que substituía” conta Monsenhor Hilário.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Após este período, o padre foi retirado de suas funções para se dedicar a outro grande projeto, o da construção do novo seminário de Guaxupé, onde hoje está instalado o Centro Universitário da Fundação Educacional Guaxupé - UNIFEG. Terminada a construção do Seminário, mudou-se para Paraguaçu, onde assumiu sua primeira paróquia, época em que já tinha 18 anos de carreira; lá ficou por seis anos e depois disto retornou à Guaxupé, onde foi pároco da Catedral por 13 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A chegada do Monsenhor Hilário a Paraíso se deu em 1980, para substituição do também icônico Monsenhor Mancini, que havia falecido.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Fui nomeado pela Provisão Diocesana no dia 24 de junho daquele ano”, ou seja, neste mês, está completando 33 anos de sua chegada a São Sebastião do Paraíso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quando chegou aqui, Hilário definiu em seu coração que deveria dedicar-se a parte pastoral e não queria ter outro título ou função que não fosse o de “pastor das almas”, termo com o qual traduz seu ministério aqui na cidade. “Eu queria ser aqui o Pedro da ‘pedra’ e o Paulo da ‘palavra’”, revela.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De fato, o Monsenhor Hilário foi uma pedra de segurança, na qual muitas pessoas puderam se apegar; e a palavra, que com certeza marcou muitas vidas e o tornou uma figura conhecida por seus sermões.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em suas muitas atribuições, Hilário Pardini foi também diretor da “Rádio Difusora”, onde hoje funciona a “Rádio da Família” e em seu programa, “Lira Evangélica”, que ia ao ar todas as manhãs às 11 horas, dava palestras que falavam sobre a necessidade de gostarmos de nós mesmos, falava sobre o apóstolo Paulo e sobre a Vontade de Deus. Acerca dessa fase marcante de sua vida, ele conta bem humorado que algumas de suas frases ainda são lembradas pelas pessoas. “Outro dia, alguém me disse que nunca mais se esqueceu da frase ‘quanto mais se ferve a água, mais gostoso fica o café’, que eu falei há muitos anos”, recorda.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para o Monsenhor Hilário, sua relação com Paraíso é a de um verdadeiro filho da cidade e ele fala com carinho da vida que teve aqui, definindo-a como uma terra muito acolhedora, a qual adotou como seu lar e que lhe correspondeu com o título de Cidadão Honorário.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Monsenhor vive sob os cuidados de Célia Alves da Silva, mãe de seu afilhado, do qual fala com muito carinho. Célia trabalha com o Monsenhor desde seus 17 anos, e representa uma figura materna para Monsenhor Hilário. “O difícil é ter um filho com 17 e outro com 95. São dois extremos. O de 95 é difícil fazer parar e o de 17 é muito parado”, conta Célia bem humorada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De fato, Monsenhor Hilário para seus 95 anos é mais animado que muito jovem! Gosta de passear bastante e de ler. Muito culto nos lembra da importância de se ter um ideal na vida e nos deixa a lição de que quando se tem uma motivação, nada pode nos deter. Ele ensina que “o Espírito Santo é como a chuva. Cai igual para todos, mas produz efeitos diferentes”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Assim é a mensagem de amor, de fé e de esperança que pessoas com esse dom da palavra, como o Monsenhor Hilário Pardini, nos passa: a mensagem é uma só, mas produz efeitos diferentes em cada alma que toca!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Por João Gustavo e &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://jornalistarafaelc.blogspot.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rafael Cardoso&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;color: #333333; font-family: Arial, serif; font-size: 13px; line-height: 20.796875px;&quot;&gt;Matéria produzida originalmente para a &quot;&lt;a href=&quot;http://www.revistaexpressaolivre.com/&quot; style=&quot;color: #3366cc; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i&gt;Revistas Expressão Livre&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&quot;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, serif; font-size: 13px; line-height: 20.796875px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;- &amp;nbsp;Ano 3,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Edição 37&lt;/b&gt;&lt;b&gt;, Junho de 2013&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/06/monsenhor-hilario-mais-vida-eu-tivera.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjevYJN7fmQrMREFE2-tusFVyh9iI9DQ13I52rSG4ZYKBShW1Zdc9mfCjzwzXSV-Aihu7vm5Kga2SwyZnqoOxwXPzC_qxvm_pzn9ZCGQa1qoFezGpgAWCSlfBEpHxjYTJ6f3wmGZBTRJt91/s72-c/pag+60.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-6599869543312384369</guid><pubDate>Tue, 18 Jun 2013 17:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-02T22:59:10.223-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><title>O &quot;Movimento Passe Livre&quot; põe o corpo fora das manifestações que fervilharam em todo o país e Dilma tenta chutar a poeira e dar a volta por cima</title><description>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE2CNAHLXljgfm8eRfs-S39gnV_V-pCRu9AQPPYdTtpgGia9mG-Bw2x20CQ4T2BgnwYEEyb4lu-SCOCgIcgwN0CpiruYCx6nlQU_igzkDbXv9NXIG7qoIzPPMahmRQvd2hVCryDzcc0pXv/s1600/manifestantes+congresso+nacional+manifest%C3%A3oes+protestos+em+bras%C3%ADlia+movimento+passe+livre+dilma+rouseff+pol%C3%ADtica.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE2CNAHLXljgfm8eRfs-S39gnV_V-pCRu9AQPPYdTtpgGia9mG-Bw2x20CQ4T2BgnwYEEyb4lu-SCOCgIcgwN0CpiruYCx6nlQU_igzkDbXv9NXIG7qoIzPPMahmRQvd2hVCryDzcc0pXv/s640/manifestantes+congresso+nacional+manifest%C3%A3oes+protestos+em+bras%C3%ADlia+movimento+passe+livre+dilma+rouseff+pol%C3%ADtica.jpg&quot; width=&quot;550&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot;&gt;Manifestantes ocupam a cobertura do Congresso Nacional (Foto: Fabiano Costa / &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/topico/dilma/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Era de se esperar. Nesta segunda (17), organizadores que estavam à frente do “Movimento Passe Livre” – MPL – declarou não ter nada haver com &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jb.com.br/pais/noticias/2013/06/17/sp-movimento-passe-livre-diz-que-so-negocia-revogacao-de-aumento/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;as manifestações arbitrárias as organizadas por eles&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Segundo os integrantes, a manifestação tinha um único e exclusivo objetivo: a redução do aumento das tarifas do transporte público.  O que o MPL não esperava é que sua causa ganharia proporções nacionais e abrangeriam temas que há uma década vem sido empurrado garganta à baixo de milhões de brasileiros como corrupção, gastos exacerbados com dinheiro de verba público e a falta de investimento em infra-estrutura, educação e saúde. &quot;Só negociamos uma pauta, que é a revogação do aumento. Ainda que o ato tenha tomado outra amplitude por diversas razões”, disse Érica de Oliveira, técnica em museologia e integrante do movimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ainda na noite desta segunda (17), uma das cenas mais lindas já ocorridas em Brasília encheu de orgulhos brasileiros e brasileiras que assistiam atônitos &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2013/06/manifestantes-deixam-entrada-do-congresso-apos-6-horas-de-protesto.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;milhares de manifestantes romperem o cordão de isolamento da polícia militar e invadirem o Congresso Nacional&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. A população brasileira está tomando ciência de sua força e realmente mostrando a cara. A única questão que fica é se isso esfriará ou medidas sérias de mudanças serão tomadas? Imprevisível saber.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Augusto Nunes, colunista da revista Veja, criticou os movimentos que vem tomando todo país. Em seu texto  intitulado “&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/o-brasil-maravilha-morreu-afogado-pela-enorme-onda-de-descontentamento/#comment-2363132&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;O Brasil Maravilha morreu afogado pela enorme onda de descontentamento&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;”, o colunista afirma que o “&lt;i&gt;direito de manifestar-se livremente não anula o direito de ir e vir de milhões de brasileiros que, mais uma vez, foram prisioneiros de congestionamentos absurdos. Nem autoriza ninguém a tratar com arrogância autoridades policiais instadas a cumprir o que a Constituição prescreve. Dessas provas de maturidade vai depender o destino do movimento&lt;/i&gt;”. Nunes sugere abertamente que o movimento deixe as ruas, e que os motivos que tanto alimentam as manifestações é o mesmo que acarretará o seu fim. Embora a causa seja nobre, em uma coisa o colunista tem razão, a falta de organização e liderança realmente é um fator preocupante; sem organização, dificilmente as vozes que gritam por melhorias serão ouvidas por nossos governando. Pelo contrário, serão usadas a favor de seu cinismo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dilma declarou nesta terça-feira (18) que &quot;&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/06/dilma-defende-protestos-e-diz-que-governo-ouve-vozes-pela-mudanca.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;está ouvindo essas vozes pela mudança&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&quot;. Piada ou não, a presidenta pareceu ter esquecido o que brasileiros do país, e do mundo, querem realmente: que as vozes sejam mais do que ouvidas, sejam concretizadas. As &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/06/vaias-dilma-um-pouco-de-espetaculo-e.html&quot;&gt;vaias à presidenta no sábado passado&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; (15 de junho), demonstrou que isso não é mais um caso de “civismo sensacionalista”. Embora o MPL tenha acendido o pavio e negue as proporções que as suas manifestações tenham tomado, esses desabafos nacionais que estão tomando as ruas estão apenas no começo. Especulações à parte, é bem verdade que nossos políticos estão mais apreensivos e preocupados... “O gigante acordou”.&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/06/o-movimento-passe-livre-poe-o-corpo.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE2CNAHLXljgfm8eRfs-S39gnV_V-pCRu9AQPPYdTtpgGia9mG-Bw2x20CQ4T2BgnwYEEyb4lu-SCOCgIcgwN0CpiruYCx6nlQU_igzkDbXv9NXIG7qoIzPPMahmRQvd2hVCryDzcc0pXv/s72-c/manifestantes+congresso+nacional+manifest%C3%A3oes+protestos+em+bras%C3%ADlia+movimento+passe+livre+dilma+rouseff+pol%C3%ADtica.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-968789424729191917</guid><pubDate>Mon, 17 Jun 2013 22:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-03T01:11:40.661-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><title>Negra Efigênia, paixão do senhor branco - Das raízes de nossa cidade, o romance histórico da escritora paraisense Anajá Caetano é uma verdadeira obra prima</title><description>&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Perdido na biblioteca da minha&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ssparaiso.mg.gov.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;cidade&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;, encontrei este romance que, de forma arrebatadora, surpreendeu-me. Um romance histórico sobre as raízes da minha cidade. Negra Efigênia é uma verdadeira obra prima!&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgztiBmNdBRyYrdzrmrJxoQ0ruFY9q4pOuADYF8Aktaa572hGgBXnHkaDdZEkqj4uoDBVL8s8giIaXVnidQLHo1IH_Fkj1vCm0a3Nuyd56QauUlPi7YsMahH7SxqqjHJ-GbPB3LuaAvlRvy/s1600/pag+70.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgztiBmNdBRyYrdzrmrJxoQ0ruFY9q4pOuADYF8Aktaa572hGgBXnHkaDdZEkqj4uoDBVL8s8giIaXVnidQLHo1IH_Fkj1vCm0a3Nuyd56QauUlPi7YsMahH7SxqqjHJ-GbPB3LuaAvlRvy/s640/pag+70.jpg&quot; width=&quot;483&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Edição, arte e diagramação por &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/expressaolivremais?ref=br_rs&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Juvenal Marques&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Negra Efigênia” – paixão de senhor branco (Ed. Edicel, 1966), não é apenas um romance histórico narrado acerca de um triste e lamentável episódio ocorrido em nossas terras: a escravidão no Brasil. Muito alem disto, é o apelo a um passado que não se deve ser esquecido... um passado que transformou nossas vidas e ainda mantêm raízes de suma importância para o nosso desenvolvimento. Aos negros, hoje vítimas do preconceito, da intolerância e do estereótipo de marginalizados, deve-se o progresso de uma nascente “Paraíso” que sentia próximo o fim do tratamento e da condição que era posta aos africanos, que arrancados do seio de suas terras, trabalhavam de sol a sol sob a condição de meros escravos, de animais sem alma que nada mereciam.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Anajá Caetano, negra e descendente de angolanos da tribo dos “Quiôcos”, buscou tratar neste romance todas as raízes de sua cultura negra, desmistificando todo e qualquer estereótipo que ao longo das décadas a história estigmatizou. Em sua obra, ela narra o nascimento de São Sebastião do Paraíso e todo o desenvolvimento socioeconômico que a escravidão trouxe à região. Fundada à sombra se Jacuí, a paróquia dedicada a São Sebastião deu-se graças à doação de um lote de terras pela família dos Antunes Maciéis, na tentativa de apagar de seu passado a visão de “cangaceiros” que todas da região tinham de sua família.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Contudo, este é apenas o ponto de partida do romance que se desenvolverá tendo como uma das grandes personagens da obra a “Fazenda de Santa Isabel”, conhecida por todos da região como “Fazendo do Tronco” - devido ao tratamento cruel que dona Sinhá - a personificação de todo este período histórico, dava aos seus servos. Aliás, o romance se baseia praticamente em personagens caricatos, carregados de simbolismo, postos na trama cada um com o seu sentido. Talvez o teor de qualidade que esta jóia da literatura paraisense carrega, fundamenta-se na preocupação que a autora tem ao usar personagens com um sentido proposital, quase que como se fossem sinônimos para cada idealização deste período histórico. É isto que nos cativa e nos prende da primeira a última página.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Padre Thomás, figura fundamental n a trama, vê na liberdade dos escravos uma forma de impulsionar a economia regional, com base no que vinha acontecendo na província de São Paulo. Há um destaque na obra tratando a respeito do desenvolvimento econômico das fazendas que praticavam uma espécie de colonato, onde os escravos livres trabalhavam tendo um lote de terra onde podiam produzir para si mesmos, sendo motivados, assim, a produzir mais e mais. Alem disto, destaca-se também a religião. O padre, que via os negros escravos como ignorantes do ponto de vista religioso, tem sua visão amadurecida ao longo do romance, passando a enxergar o respeito mútuo que deveria haver entre as duas raças e suas crenças, que se fundiam em uma só.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Enfim, Anajá Caetano eterniza-se na história de nossa literatura municipal com este romance épico. Pouco se sabe a respeito da autora, mas o espírito de seus ancestrais podem ser sentidos em cada ritual narrado de forma sublime e fiel em “Negra Efigênia”. A linguagem impecável com que é contada faz da obra única. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mais do que uma recomendação, “Negra Efigênia” é praticamente uma leitura obrigatória e o livro, perdido em sebos de todo Brasil é uma relíquia de valor incalculável para nossa cidade e pode ser lido gratuitamente na Biblioteca Municipal de São Sebastião do Paraíso, onde existem dois exemplares em razoável estado de conservação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, serif; font-size: 13px; line-height: 20.796875px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: right; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Matéria produzida originalmente para a &quot;&lt;a href=&quot;http://www.revistaexpressaolivre.com/&quot; style=&quot;border: 0px; color: #3366cc; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i&gt;Revistas Expressão Livre&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&quot;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, serif; font-size: 13px; line-height: 20.796875px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: right; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;- &amp;nbsp;Ano 3,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Edição 37&lt;/b&gt;&lt;b&gt;, Junho de 2013&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/06/negra-efigenia-paixao-do-senhor-branco.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgztiBmNdBRyYrdzrmrJxoQ0ruFY9q4pOuADYF8Aktaa572hGgBXnHkaDdZEkqj4uoDBVL8s8giIaXVnidQLHo1IH_Fkj1vCm0a3Nuyd56QauUlPi7YsMahH7SxqqjHJ-GbPB3LuaAvlRvy/s72-c/pag+70.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-4421701058770504173</guid><pubDate>Mon, 17 Jun 2013 16:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-03T01:11:40.630-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Portfólio</category><title>Imigração - A miscigenação cultural em São Sebastião do Paraíso e a perda das tradições</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCM-EQO6CBhLEdyjyO9yWvBW7yGaGEbe4AhPD4ZLaQsYgOX7B8U0xltGFoFOgj4A1nsIslFX8qTiD4c3-_Mw1tixIYHvprRhPz2AwQ6EJX8PK2-4qNm6AyK5anndpTiXNYzgwFRfn01684/s1600/imigra%C3%A7%C3%A3o5.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCM-EQO6CBhLEdyjyO9yWvBW7yGaGEbe4AhPD4ZLaQsYgOX7B8U0xltGFoFOgj4A1nsIslFX8qTiD4c3-_Mw1tixIYHvprRhPz2AwQ6EJX8PK2-4qNm6AyK5anndpTiXNYzgwFRfn01684/s640/imigra%C3%A7%C3%A3o5.gif&quot; width=&quot;550&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
“&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/05/paraiso-no-periodo-da-escravidao-o.html&quot;&gt;Cultura&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;”, do latim “colere”, significa cultivar. Em suma podemos dizer que cultura é tudo aquilo que é produzido pelo homem e o identifica enquanto ser humano. Embora seja um conceito extremamente complexo e relativo, podemos ainda dizer que é a junção de tudo aquilo que define um povo ou sociedade; hábitos, culinária, língua, costumes, crenças, vestimentas e até mesmo o comportamento. É fácil traçar o perfil cultural de determinada sociedade e imaginar em um indivíduo todas essas características; o que não é fácil, porém, é imaginar em um país tão plural quanto o nosso características próprias.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A imigração foi um marco definitivo na história da &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/04/sobre-tim-maia-preconceito-e-brasil.html&quot;&gt;sociedade brasileira&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; e contribuiu para toda a nossa riqueza cultural. Desde a colonização até meados do século XX o Brasil recebeu um grande número de imigrantes europeus e asiáticos. E embora isso não tenha se dado em um processo inteiramente pacífico, contribui indubitavelmente para a consolidação da nação brasileira como um estado múltiplo: raças, crenças, costumes e ritmos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Portugueses, espanhóis, africanos, italianos, alemães, franceses e japoneses. Esses foram os principais imigrantes que encheram nosso país com suas diversidades culturais e contribuíram para a miscigenação cultural aqui existente. Todavia, um desses grupos se destacou pelo grande número de imigrantes que desembarcaram no país: os italianos. Estimativas apontam que entre o século XIX e XX cerca de 1,5 milhões de imigrantes italianos vieram residir no Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tendo sido em 1870 a chegada dos primeiros imigrantes italianos, o aumento dessa imigração se deu entre as décadas de 1880 a 1910. Fato este estimulado pela &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/05/paraiso-no-periodo-da-escravidao-o.html&quot;&gt;abolição da escravatura&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, pois os ex-donos de escravos não queriam admitir o trabalho assalariado para essa população que durante 300 anos trabalharam sobre um forte regime de opressão. Outro fator de extrema importância e que fez com que essa imigração também fosse planejada foram os ideais do “darwinismo social”, amplamente difundido pela comunidade científica da época e que basicamente dizia que uma pessoa podia conter características biológicas que a tornasse superior a outras. Embasado nesse conceito, o governo brasileiro, acreditando não ser possível se desenvolver por ser uma população basicamente composta por negros e mestiços, começou a planejar a imigração no país; e os italianos pareciam ser a melhor resposta para suas necessidades, pois alem de “brancos” eram católicos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um grande número de italianos se estabeleceu no sul e no sudeste e boa parte desses imigrantes vinha ludibriada pelas condições de morada no Brasil. Vendiam tudo o que tinham para tentar a vida aqui, fosse para trabalhar nas lavouras de café, indústrias e comércios ou simplesmente para empreender, como a família Matarazzo que construiu um verdadeiro império industrial no coração de São Paulo. Todavia, parte dessa imigração foi motivada pela crise de empregos na Itália no século XIX, devido à crescente industrialização no país.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esse fluxo de imigrantes, porém, começou a diminuir no início do século XX, com a divulgação de noticias na imprensa italiana que apontavam as péssimas condições de vida no Brasil. Dentre essas notícias, algumas relatavam que esses imigrantes não podiam abandonar o Brasil por causa de dívidas feitas com os proprietários de terra, que muitas vezes arcavam com os custos das viagens. Com base nisto, o governo da Itália emitiu um decreto que proibia a imigração subsidiada desses cidadãos, o “Decreto Prinetti”. Alem disto, em 1920, Benito Mussolini com suas medidas protecionistas, começou a controlar rispidamente o fluxo de imigração.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
São Sebastião do Paraíso foi uma das cidades do sudoeste mineiro que recebeu o maior número de imigrantes e se orgulha disto. Tamanho orgulho se demonstra no fato de, entre os anos de 1971 a 1972, na gestão do então prefeito Luiz Ferreira Calafiori, ter sido construída uma obra dedicada aos imigrantes italianos, lugar batizado como “Praça do Imigrante”, próximo a prefeitura e, em 1984, a Câmara de Vereadores outorgou o título de “cidadão-honorário post morten” aos italianos, como forma de agradecimento às contribuições dessa gente ao povo Paraisense.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Luiz Ferreira Calafiori, figura de grande importância para a história e &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/04/a-leitura-e-cidade-no-mes-em-que-se.html&quot;&gt;cultura&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; de São Sebastião do Paraíso, autor de diversas obras literárias, dentre elas “São Sebastião do Paraíso – história e tradição” destaca a importância cultural que a cidade tem ao privilegiar suas memórias. Segundo ele a construção do memorial na “Praça do Imigrante” foi uma forma de tornar viva essa lembrança da imigração, que com o tempo veio se perdendo. Documentos históricos apontam que a primeira leva de imigrantes italianos para a cidade deu-se no ano de 1893, e foi encomendada pelo Coronel Francisco Adolfo de Araújo Serra, no período da chamada “grande imigração”. Muitos dos escravos libertos naquele período acabaram se fixando nas próprias fazendas onde trabalhavam, mas o rápido crescimento da cafeicultura e a chegada das &lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/04/estrada-de-ferro-sao-paulo-e-minas-uma.html&quot;&gt;&lt;b&gt;ferrovias &lt;/b&gt;&lt;/a&gt;para o transporte de carga tornava necessária mais mão de obra, que com o fim do tráfico negreiro e logo depois a escravidão, tornou-se escassa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O sudoeste mineiro foi uma das regiões que recebeu o maior número de imigrantes no Brasil, o que contribuiu para que grande parte da população paraisense fosse composta por descentes. “Hoje eu não acredito ser tanto, mas há 20 anos cerca de 50% da população paraisense era composta por descendentes de imigrantes e sua maioria era italiana”, enfatiza Luiz Ferreira.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Embora tenha tido grande influencia na formação de Paraíso, a pouca herança cultural que restou desses imigrantes veio se perdendo com o tempo. A explicação é simples, porém de uma complexidade profunda. Com o governo de Getúlio Vargas e a Segunda Guerra Mundial estourando lá fora, muitos desses imigrantes foram perseguidos. A Itália pertencia ao “Eixo”, na Segunda Guerra, composto também por Alemanha e Japão; era natural que esses italianos torcessem por sua nação na guerra, entretanto isso não era aceito aqui. O Brasil por interesses econômicos ficou ao lado dos Aliados, composto pela EUA, Inglaterra e França. Mas apesar de na época vivermos um estado fundamentado pelos ideais do “Eixo”, a nação brasileira manteve certa neutralidade até o ano de 1942, quando submarinos alemães e italianos iniciaram um ataque contra as embarcações brasileiras no oceano Atlântico. Foi assim o Brasil definiu seu rumo na guerra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Luiz Ferreira conta que essa guerra foi um fator decisivo para arrefecer esse sentimento de orgulho italiano. Na época houve uma opressão muito forte e perseguições a possíveis “elementos” do “Eixo”. As noticias que vinham da Europa e eram transmitidas pelo rádio eram recebidas com expectativa por esses imigrantes que, segundo conta Luiz, eram vigiados até mesmo por vizinhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É notável a importância que esses cidadãos tiveram, não apenas para a cidade, mas para as vidas dos cidadãos. A imigração italiana foi um marco na construção da comunidade paraisense e suas influências, mesmo que timidamente, ainda podem ser sentidas. Embora grande parte da população negligencie suas próprias raízes culturais e as deixe de lado, o dia da imigração é uma data que merece ser lembrada e exaltada, afinal, o que seria do Brasil – e da cidade de São Sebastião do Paraíso – sem a imigração? Certamente um país monocromático.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Por João Gustavo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, serif; font-size: 13px; line-height: 20.796875px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Matéria produzida originalmente para a &quot;&lt;a href=&quot;http://www.revistaexpressaolivre.com/&quot; style=&quot;color: #3366cc; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i&gt;Revistas Expressão Livre&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&quot;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, serif; font-size: 13px; line-height: 20.796875px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;- &amp;nbsp;Ano 3,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Edição 37&lt;/b&gt;&lt;b&gt;, Junho de 2013&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/06/imigracao-miscigenacao-cultural-em-sao.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCM-EQO6CBhLEdyjyO9yWvBW7yGaGEbe4AhPD4ZLaQsYgOX7B8U0xltGFoFOgj4A1nsIslFX8qTiD4c3-_Mw1tixIYHvprRhPz2AwQ6EJX8PK2-4qNm6AyK5anndpTiXNYzgwFRfn01684/s72-c/imigra%C3%A7%C3%A3o5.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-8605273181881860714</guid><pubDate>Sun, 16 Jun 2013 21:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-02T23:08:15.677-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Infográfico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">projetos gráficos</category><title>Censo do IBGE de 2010 aponta uma questão alarmante: taxa de fecundidade cai drasticamente nos últimos 50 anos</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0YmIuYsyyvlfizVnmKUTNJRDLiCl65f3i_VuSCrEQKw4XG8etr3YWKqHcB-TKXACCjWRD2w2gY6zkw3LcwZDZbmt1-XFx2Q3H2dK8F4lO2jfO5xxWKdsVXuInphPCe9LsuMeEVVgiyi0r/s1600/baby%252C+beb%25C3%25AA%252C+natalidade%252C+fecundidade%252C+crian%25C3%25A7a%252C+rec%25C3%25A9m+nacido%252C+jornalismo%252C+Jo%25C3%25A3o+Gusttavo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0YmIuYsyyvlfizVnmKUTNJRDLiCl65f3i_VuSCrEQKw4XG8etr3YWKqHcB-TKXACCjWRD2w2gY6zkw3LcwZDZbmt1-XFx2Q3H2dK8F4lO2jfO5xxWKdsVXuInphPCe9LsuMeEVVgiyi0r/s640/baby%252C+beb%25C3%25AA%252C+natalidade%252C+fecundidade%252C+crian%25C3%25A7a%252C+rec%25C3%25A9m+nacido%252C+jornalismo%252C+Jo%25C3%25A3o+Gusttavo.jpg&quot; width=&quot;550&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um fato perturbador chamou a atenção com a divulgação do censo do IBGE – Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística - de 2010; está nascendo menos babys! Segundo o IBGE a taxa de fecundidade caiu drasticamente nos últimos 50 anos, uma consequência de diversos fatores que veio se intensificando desde a década de 1960. Segundo dados, a taxa de natalidade em 2010 chegou a 1,9 filhos por mulher. O fato revela que os índices estão bem abaixo do que é considerado seguro para a substituição das futuras gerações. Segundo o Instituto, o valor é de 2,1 filhos por mulher. Mas não é só! Os dados ainda apontam para a estagnação da população brasileira, e que isso pode ocasionar o mesmo que no Japão: uma população velha e com poucos jovens.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Maternidade pra depois&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os principais fatores que levaram ao declínio da taxa de fecundidade foram à participação mais ativa da mulher no mercado de trabalho, o advento da pílula e outros métodos contraceptivos além do alto grau de educação; elas estão deixando os filhos para mais tarde. Segundo dado, os grupos de mulheres mais jovens, de 15 a 19 anos e de 20 a 24 anos de idade, que concentravam 18,8% e 29,3%, respectivamente, da fecundidade total, passaram a concentrar 17,7% e 27,0% em 2010. O grupo de mulheres de 20 a 24 anos de idade ainda representa a maior parte da taxa de fecundidade brasileira, mas nos grupos de mulheres acima de 30 anos de idade há um maior aumento dessa participação. Outro indicador que expressa esse comportamento é o aumento da idade média da fecundidade, que passou de 26,3 anos, em 2000, para 26,8 em 2010. Se continuar nesse ritmo, a população brasileira sofrerá considerável redução.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;.... Info&lt;/span&gt;Gráfico ............. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 13px; text-align: center;&quot;&gt;(&lt;i&gt;click&lt;/i&gt; na imagem para expandir)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13px; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmPA5072TEiAQbKLOf7aR96yMDJbet4jhQWw0nvLbyZFWvU5S9FBlkqYPNsnQkbS2cvYa1EF1P8w8di3v2y2lgLhjRUMHMrKfy3PvhsGPQYoeon5OfAQVKG3HZ0sz-qjhBnDzeBAWoyjz5/s1600/Infogr%C3%A1fico+da+taxa+de+natalidade+no+Brasil+2010,+IBGE,+Brasil,+Sociedade,+Jornalismo,+J.+Gusttavo,+Jo%C3%A3o.jpg&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmPA5072TEiAQbKLOf7aR96yMDJbet4jhQWw0nvLbyZFWvU5S9FBlkqYPNsnQkbS2cvYa1EF1P8w8di3v2y2lgLhjRUMHMrKfy3PvhsGPQYoeon5OfAQVKG3HZ0sz-qjhBnDzeBAWoyjz5/s640/Infogr%C3%A1fico+da+taxa+de+natalidade+no+Brasil+2010,+IBGE,+Brasil,+Sociedade,+Jornalismo,+J.+Gusttavo,+Jo%C3%A3o.jpg&quot; width=&quot;550&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Design e arte &amp;nbsp;por &lt;a href=&quot;https://plus.google.com/u/0/100491411201534698624&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;João Gusttavo&lt;/a&gt; | Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.ibge.gov.br/home/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;IBGE&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div&gt;
Fontes: &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1167800-taxa-de-natalidade-cai-e-populacao-brasileira-deve-parar-de-crescer.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Folha de S.Paulo&lt;/a&gt;; &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/10/taxa-de-fecundidade-e-menor-entre-mais-jovens-e-instruidas-diz-ibge.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/06/censo-do-ibge-de-2010-aponta-uma.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0YmIuYsyyvlfizVnmKUTNJRDLiCl65f3i_VuSCrEQKw4XG8etr3YWKqHcB-TKXACCjWRD2w2gY6zkw3LcwZDZbmt1-XFx2Q3H2dK8F4lO2jfO5xxWKdsVXuInphPCe9LsuMeEVVgiyi0r/s72-c/baby%252C+beb%25C3%25AA%252C+natalidade%252C+fecundidade%252C+crian%25C3%25A7a%252C+rec%25C3%25A9m+nacido%252C+jornalismo%252C+Jo%25C3%25A3o+Gusttavo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-9024795988055072321</guid><pubDate>Thu, 13 Jun 2013 17:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-02T23:12:18.903-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônicas</category><title>Crônica - o tempo acabou</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEim51Y-DeTgoEfdNM8wAtEIs08eWi-HyEUfr2CKPVfc1T0GfVOFLXWTb6OzguBHhRByZUQHuDAKOjxil-aTqrMXu8LVYhZUP2ppvjOHIxb-TDiS6eg2Yeeox791HiURBebjj1L6C05rxhoi/s1600/o+olhar+estrangeiro,+cr%C3%B4nica,+jornalismo,.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEim51Y-DeTgoEfdNM8wAtEIs08eWi-HyEUfr2CKPVfc1T0GfVOFLXWTb6OzguBHhRByZUQHuDAKOjxil-aTqrMXu8LVYhZUP2ppvjOHIxb-TDiS6eg2Yeeox791HiURBebjj1L6C05rxhoi/s320/o+olhar+estrangeiro,+cr%C3%B4nica,+jornalismo,.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sim, isto mesmo. O tempo acabou e as pessoas vivem os milésimos de segundos - quando podem. &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://lattes.cnpq.br/6861243621820410&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Brissac&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; tinha razão. &quot;A metrópole modifica o olhar&quot;; o ritmo intenso das cidades corrompe nossa visão inocente sobre o mundo. Quando crianças, tudo é colorido e cheio de fomas e desenhos, tudo encanta. Crescemos, porém.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O ritmo acelerado em que somos obrigados a viver destrói essa imagem de &quot;anjos&quot; que carregamos na infância. Tudo vira cimento; fica quadrado; fica cinza. Não é um olhar que amadurece, é um olhar que envelhece, perde a vida...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Engraçado quando paramos por um minuto e percebemos a quanto perdemos ao querer &quot;ter&quot;. Outro dia eu estava sentado na praça da minha cidade - típica &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/04/a-leitura-e-cidade-no-mes-em-que-se.html&quot;&gt;cidade de interior&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, onde as pessoas costumam sentar nos bancos e tomar sorvete - então fiquei ali parado, observando as curvas da onipotente Matriz, suas cores sem vida... Bela apesar de tudo. Mas não era a mesma da minha infância: gigantes e intimidadora, uma construção que impunha &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/04/ordem-e-progresso.html&quot;&gt;respeito&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Era apenas um prédio. E só.&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/06/cronica-o-tempo-acabou.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEim51Y-DeTgoEfdNM8wAtEIs08eWi-HyEUfr2CKPVfc1T0GfVOFLXWTb6OzguBHhRByZUQHuDAKOjxil-aTqrMXu8LVYhZUP2ppvjOHIxb-TDiS6eg2Yeeox791HiURBebjj1L6C05rxhoi/s72-c/o+olhar+estrangeiro,+cr%C3%B4nica,+jornalismo,.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-2998569924190109665</guid><pubDate>Thu, 13 Jun 2013 17:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-02T23:14:10.135-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho Acadêmico</category><title>A invenção das tradições e os seus fins</title><description>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpzlbPGghrALaJXACeBwlHqrLMALQlAlg9LJ7Q2HdWs9XOf6NrnF8qDGvXU02axAJLL1dLz-vKRjCgJKCR8hixOQXjFQKESSMV_8q-MXPhPS7_F2kjJ7Kfv7j0L_kp5FFOwkfRczT_Cmki/s1600/A+inven%C3%A7%C3%A3o+das+tradi%C3%A7%C3%B5es,+eric+hosbsbawm,+jo%C3%A3o+gusttavo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpzlbPGghrALaJXACeBwlHqrLMALQlAlg9LJ7Q2HdWs9XOf6NrnF8qDGvXU02axAJLL1dLz-vKRjCgJKCR8hixOQXjFQKESSMV_8q-MXPhPS7_F2kjJ7Kfv7j0L_kp5FFOwkfRczT_Cmki/s320/A+inven%C3%A7%C3%A3o+das+tradi%C3%A7%C3%B5es,+eric+hosbsbawm,+jo%C3%A3o+gusttavo.jpg&quot; width=&quot;252&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot;&gt;HOBSBAWN, Eric. &lt;b&gt;A invenção das tradições.&lt;/b&gt; Ed. Paz e Terra, 2002.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Somos constantemente guiados por valores que sequer sabemos o motivo de tal comportamento. Tendo como base o nascimento de uma tradição, que tanto marca os valores &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/05/paraiso-no-periodo-da-escravidao-o.html&quot;&gt;histórico-sociais&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; de uma determinada cultura, as tradições, normas e valores transmitidos de pai para filho se mantêm e prosperam. Algumas se desmancham, outras duram por séculos a fio como a religião, por exemplo, mas o fim é certo para uma grande maioria delas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As tradições, podemos simplificar grosso modo, funcionam como uma espécie de controle comportamental dos indivíduos de uma mesma sociedade, uma espécie de transe generalizado. Ou seja, para se manter o controle sobre o modo de vida, do pensamento, de como as pessoas se comportam ou mantêm suas vivências sociais é preciso de algo que legitime essas atitudes. Por séculos a &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/2013/06/uma-das-religioes-mais-seguidas-do.html&quot;&gt;religião Cristã&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; manteve este tipo de monopólio das atitudes de seus fies com suas normas e crenças que ao longo da vida foram transmitidas dos avôs aos pais, dos pais aos filhos. E assim podemos dizer que ainda funciona. Quem nunca deixou de comer carne em uma sexta-feira da paixão por respeito à morte de Cristo? Quem nunca deixou de dizer palavras de baixo calão em tempos de quaresma por medo da “mula-sem-cabeça” ou “mão peluda”? Quais os fundamentos que implicam estas questões que tanto nos são transmitidos? A resposta pode ser simples e resumir a forma como a história da humanidade se construiu: controle sobre o pensamente, sobre as atitudes e, principalmente, sobre a vida de um indivíduo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para alem disso, podemos dizer que as tradições possuem todo um contexto social e que seu surgimento está intimamente ligado a instituições ou líderes que possuem certos interesses, sejam de ordem econômica ou política. Hoje se tornou quase um ritual as famílias brasileiras sentarem-se em frente à TV para assistir o que acontece no Brasil e no mundo nos telejornais vazios e repetitivos que há na TV aberta. As opções são muitas, mas o padrão Global de televisão é um só. Tendo como modelo a ser seguido, o Jornal Nacional tornou-se símbolo de jornalismo, um tradicional padrão que é imitado e seguido, não apenas por outras emissoras televisivas, mas por milhões de pessoas que responde “boa noite” ao ícone do telejornalismo: William Bonner.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entretanto muitas das tradições que seguimos, uma maioria sem fundamento, são reconstruções de fatos passados que funcionam como uma espécie de construção do mito de um herói. Na história do Brasil temos vários ícones que ilustram bem esta questão como Tiradentes, Deodoro da Fonseca, Vargas e até mesmo J.K. Mas o que podemos observar é que destes “heróis fabricados” é que juntamente com sua falsa ideia de honra nascem, também, novos valores e novas formar de obter a manipulação sobre as massas. Não obstante, esses valores atravessam gerações, e se mantém intactos, com um provável indício, porem inexistentes, de desaparecer. Um exemplo clássico de tradição mantida é a “Hora do Brasil”, um jornal difusor que é transmitido em todas as estações de rádio no período das 7 as 8 da noite, mas que poucos dão atenção.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Alguns sistemas, econômicos e políticos, também podem se tornar, de certa forma, uma tradição. Envolvendo toda uma estrutura de ordem social, que acaba por inferir na cultura de uma determinada sociedade moldando sua forma de pensar, esses sistemas podem ser transformados de uma hora para outra, mudando contigo os ideais de sua população, como o ocorrido na Alemanha. Antes de ser derrubado, o muro de Berlim dividia a Alemanha em dois blocos: A República Federal da Alemanha, constituído pelos países capitalistas e, claro, encabeçados pelos EUA e a República Democrática Alemã, que democrática não tinha nada e obrigava os moradores deste bloco a se filiarem ao partido, obrigando aos que não colaboravam com tais ideais a fugirem para o outro lado, como demonstra o filme &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://filmow.com/adeus-lenin-t2139/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Adeus Lênin&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Embora ambas as partes coexistissem, o bloco socialista não aceitava o inebriante mundo do capitalismo e seus ideias de liberdade econômica, lucro como fator de preexistência e falso caráter de igualdade. O capitalismo seduz as pessoas a acreditar no sonho utópico de que qualquer um poderia enriquecer, mas que na prática, como demonstra o documentário “Capitalismo, uma história de amor”, isso nunca acontece realmente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Adeus Lênin demonstra de forma sublime como tais tradições podem ser criadas e desfeitas do dia para noite. Tendo como protagonista o jovem Alex, o filme mostra a luta do pequeno “cosmonauta” para manter sua mãe viva, que após ter enfartado por vê-lo na luta pela reunificação da Alemanha, entra em coma profundo e dorme por cerca de 8 meses, não acompanhando as mudanças sociais e políticas que acontecera no país. Alex consegue construir um mundo de fantasias para sua mãe, na tentativa de impedir que ela morresse por conta de outro ataque cardíaco, e transforma a RFA (República Federal Alemã) em um governo aceitável. Ela morre, mas Alex transformara a Alemanha para sua mãe em um país dos sonhos onde todos gostariam de viver... Em suma, podemos concluir que as tradições nada mais são do que uma forma de moldar comportamentos, legitimar instituições e construir de forma sutil a legitimidade de visões políticas. Embora às vezes duradouras, são mutáveis e nenhuma dura para sempre.&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/06/a-invencao-das-tradicoes-e-os-seus-fins.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpzlbPGghrALaJXACeBwlHqrLMALQlAlg9LJ7Q2HdWs9XOf6NrnF8qDGvXU02axAJLL1dLz-vKRjCgJKCR8hixOQXjFQKESSMV_8q-MXPhPS7_F2kjJ7Kfv7j0L_kp5FFOwkfRczT_Cmki/s72-c/A+inven%C3%A7%C3%A3o+das+tradi%C3%A7%C3%B5es,+eric+hosbsbawm,+jo%C3%A3o+gusttavo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3813602039583330476.post-7311157171433552383</guid><pubDate>Thu, 13 Jun 2013 16:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-08-02T23:14:50.635-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho Acadêmico</category><title>Minuto Saúde - Projeto realizado por alunos de jornalismo da Universidade de Franca, orienta de forma inusitada os estudantes a respeito de sua saúde</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZnhGxz4QTZ5UylLFl5YN6dy-SQMHkt7gUopVwj5AWY9L3dJKkvG5h84dJ9m3F9YOwcpCNBKaYxs5yPNjRp8nptfR7BbeT-b4Af1V9gWG8fobkRi5O4Nr23AlhmPEgUwpnGhkYvAkgB8aD/s1600/Sa%C3%BAde,+dengue,+Ainds,+Doen%C3%A7as,+jo%C3%A3o+gusttavo,+j.gusttavo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZnhGxz4QTZ5UylLFl5YN6dy-SQMHkt7gUopVwj5AWY9L3dJKkvG5h84dJ9m3F9YOwcpCNBKaYxs5yPNjRp8nptfR7BbeT-b4Af1V9gWG8fobkRi5O4Nr23AlhmPEgUwpnGhkYvAkgB8aD/s640/Sa%C3%BAde,+dengue,+Ainds,+Doen%C3%A7as,+jo%C3%A3o+gusttavo,+j.gusttavo.jpg&quot; width=&quot;451&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Projeto gráfico feito por João Gustavo. Revisão e edição dos textos por Diego Godoi&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O projeto &quot;Minuto Saúde&quot;, criado pelos alunos &amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://diegogodoi.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Diego Godói&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://joaogusttavo.blogspot.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;J. Gusttavo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://jesusojornalista.blogspot.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Jesus Rios&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://ritarodrigues4.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rita Rodrigues&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, do quinto semestre de Jornalismo, foi desenvolvido para informar às pessoas a respeitos de riscos e curiosidades sobre a saúde naquele momento mais inoportuno e íntimo do ser humano: no banheiro. É uma forma de distrair e informar os cidadãos que, por um tempo, ficarão esperando a vontade de suas &quot;necessidades&quot;. Divulgado na &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://www.unifran.br/site/home/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Universidade de Franca (UNIFRAN)&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, os cartazetes serão colados nas portas dos reservados de alguns banheiros.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;AIDS. Como prevenir e tratar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h4 style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://ritarodrigues4.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rita Rodrigues&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Uma das doenças mais terríveis que a humanidade já desenvolveu é a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (sigla em inglês: AIDS). A síndrome é causada por um retrovírus chamado HIV, transmitido primordialmente por RELAÇÕES SEXUAIS DESPROTEGIDAS e USO DE SERINGAS CONTAMINADAS.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A prevenção é feita com uma simples coisa, A CAMISINHA. Por ser essencialmente uma DST, a camisinha ainda é o meio mais seguro de prevenção, tanto para a AIDS, QUANTO PARA QUALQUER OUTRA DST.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O tratamento da AIDS é complexo. A Cura ainda é uma possibilidade distante. Os coquetéis de remédios, que geralmente são fornecidos pelos centros de saúde, apenas retardam os sintomas transformando essa terrível doença em crônica.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiserem um conselho desse simples informativo de banheiro é apenas que: USE CAMISINHA!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;A Dengue&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://jesusojornalista.blogspot.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Josevaldo Rios&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Dengue foi considerada erradicada no Brasil por mais de 50 anos. Mas nos anos 1970 ela voltou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como o Brasil é um país tropical que associa calor e chuvas fortes, todo verão a dengue dá as caras para atrapalhar a vida de muita gente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Com o mesmo sintoma de uma gripe forte ela pode matar no caso de ser hemorrágica. Na cidade de Franca os casos de Dengue são mantidos em sigilo pela vigilância sanitária para não gerar alarde. Mas no último surto, mais de 100 pessoas foram estimadas com a doença na cidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ela é uma doença de fácil diagnóstico e tratamento. As possibilidades de cura são enormes, mas o país não deveria sofrer com uma doença declarada extinta em várias partes do mundo.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;Saiba mais sobre higiene&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h4 style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/joaogusttavo21&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;João Gustavo&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os banheiros públicos são geralmente associados à sujeira e falta de higiene. Mas necessariamente as pessoas que usam os banheiros são os grandes causadores desses transtornos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Várias doenças podem ser transmitidas nos banheiros desde micoses a bactérias. Para um uso mais consciente é preciso mais respeito às pessoas que irão usar posteriormente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Apenas dizemos que o uso consciente do banheiro público é o respeito ao próximo.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;Hortifrut ... previna-se&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://diegogodoi.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Diego Godói&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As doenças venéreas eram tabus a alguns anos. Apelidos era a solução para conversas entre amigos e familiares.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“O Bicho da Goiaba” – A AIDS ou SIDA, é geralmente associados com o parasita presente no fruto da goiabeira. Essa associação pejorativa, muito usada no interior do país remete ao fato da doença não possuir sintomas visíveis no seu início, assim como a goiaba, que pode parecer consumível, mas por dentro possui o parasita.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Couve-flor - associada ao cancro de deforma a genitália&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://joaogusttavo.blogspot.com/2013/06/minuto-saude.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZnhGxz4QTZ5UylLFl5YN6dy-SQMHkt7gUopVwj5AWY9L3dJKkvG5h84dJ9m3F9YOwcpCNBKaYxs5yPNjRp8nptfR7BbeT-b4Af1V9gWG8fobkRi5O4Nr23AlhmPEgUwpnGhkYvAkgB8aD/s72-c/Sa%C3%BAde,+dengue,+Ainds,+Doen%C3%A7as,+jo%C3%A3o+gusttavo,+j.gusttavo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>