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	<title>Jardinagem.org</title>
	
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	<description>Um jornal de horticultura prática</description>
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		<title>Caçar lesmas e caracóis</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Jornal Horticolo-Agricola de Outubro de 1904, citando o “Bulletin de la Société d’Horticulture de Genève”, sugere ainda mais uma técnica para tentar acabar com estas pragas.
Um horticultor colocou à tarde a um canto da sua horta umas poucas de cenouras; de manhã cedo quando as ia buscar, verificou em volta delas, grande quantidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <cite>Jornal Horticolo-Agricola</cite> de Outubro de 1904, citando o “Bulletin de la Société d’Horticulture de Genève”, sugere ainda mais uma técnica para tentar acabar com estas pragas.<br />
Um horticultor colocou à tarde a um canto da sua horta umas poucas de cenouras; de manhã cedo quando as ia buscar, verificou em volta delas, grande quantidade de lesmas e caracóis. Repetiu a experiência, espalhando pequenos montes de cenouras em vários pontos da horta. Calculou que no espaço de dois dias matava 460 caracóis e lesmas no espaço de um metro quadrado.</p>
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		<title>Falsa sementeira</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 17:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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Publicado originalmente no blogue Quinta do Sargaçal.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Preparam-se os canteiros como se fosse para semear e espera-se que as ervas despontem em quantidade, para imediatamente as controlar, arrancando, sachando ou usando outra técnica que julguem apropriada. Só depois se faz realmente a sementeira pretendida e o número de daninhas fica substancialmente reduzido.</p>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
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		<title>Multiplicar Agapantos por divisão</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 01:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[agapanthaceae]]></category>
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Os Agapantos são fáceis de multiplicar por divisão na Primavera ou início do Verão. Em alternativa, no início do Outono, depois de acabada a floração. Deve-se evitar este processo mais que uma vez em cada quatro a seis anos, ou a floração será reduzida. A divisão é a única forma de multiplicar Agapantos verdadeiros à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic six left inset solo">
<img title="040609-1520" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2010/02/040609-1520.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="" width="460" />
</div>
<div class="pic six right inset solo">
<img title="040609-1519" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2010/02/040609-1519.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="" width="460" />
</div>
<p>Os Agapantos são fáceis de multiplicar por divisão na Primavera ou início do Verão. Em alternativa, no início do Outono, depois de acabada a floração. Deve-se evitar este processo mais que uma vez em cada quatro a seis anos, ou a floração será reduzida. A divisão é a única forma de multiplicar Agapantos verdadeiros à sua variedade.<br />
Os rizomas ficam extremamente compactos (principalmente em vasos) e têm de ser cortados com uma serra ou um machado. Para evitar apodrecimento, a parte danificada deve ser pulverizada com cinza fina ou enxofre em pó.<br />
Deve-se deixar dois ou três rebentos com raízes bem estabelecidas em cada planta. Habitualmente as plantas não florirão no primeiro ano da sua divisão.</p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.agapanthus-freunde.de/">Agapanthus freunde</a><br />
<a href="http://apps.rhs.org.uk/advicesearch/Profile.aspx?pid=60">Agapanthus na Royal Horticultural Society</a></p>
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		<item>
		<title>Terriço de folhas</title>
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		<comments>http://www.jardinagem.org/2010/01/terrico-de-folhas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 00:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[folhas]]></category>
		<category><![CDATA[outono]]></category>
		<category><![CDATA[terriço de folhas]]></category>

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		<description><![CDATA[É um subproduto das nossas actividades hortícolas que embora de conteúdo muito baixo em nutrientes, pode ser utilizado para melhorar a estrutura do solo, como cobertura ou em misturas para vasos e sementeiras. É muito fácil de produzir e não custa nada.
Para produzir o terriço de folhas não se deve utilizar folhas de árvores perenifólias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É um subproduto das nossas actividades hortícolas que embora de conteúdo muito baixo em nutrientes, pode ser utilizado para melhorar a estrutura do solo, como cobertura ou em misturas para vasos e sementeiras. É muito fácil de produzir e não custa nada.<br />
Para produzir o terriço de folhas não se deve utilizar folhas de árvores perenifólias como o azevinho ou coníferas, nem folhas de árvores doentes ou afectadas por pestilências. Utilizam-se todas as outras folhas de árvores e arbustos que caem no Outono, estando castanhas e quebradiças. Isso inclui folhas de plátano, bétula, carvalho, nogueira, castanheiro, árvores de fruto e muitas outras. Não tendo árvores próprias, é preferível recolher a folhagem em parques do que em estradas, para evitar algum eventual contaminante indesejado.<br />
Molham-se as folhas para ajudar a apodrecer e colocam-se dentro de sacos de lixo pretos onde se fazem alguns furos. Ou de preferência, dentro de uma espécie de compostor feito de rede, cujo objectivo é apenas evitar que vá tudo pelo ar com a ventania.<br />
Deixa-se tudo num canto sossegado do jardim ou da horta. Está pronto ao fim de um ano, ou mais provavelmente, dois anos.</p>
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		<title>Chronica hortícola</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 03:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 1]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
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A senhora Beth Chatto celebra 50 anos dos seus famosos jardins em Colchester, Essex (Grã-Bretanha). A revista The Garden da RHS junta-se à celebração com uma entrevista de Roy Lancaster e a publicação de cinco pequenos filmes, dos quais podem aqui visionar um que decorre sob um magnífico Pseudolarix amabilis.

Pela mesma publicação, ficamos a saber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="movie-holder">
<object width="420" height="236"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8118524&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=8798c9&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8118524&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=8798c9&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="420" height="236"></embed></object>
</div>
<p>A senhora Beth Chatto celebra 50 anos dos seus famosos jardins em Colchester, Essex (Grã-Bretanha). A revista The Garden da <acronym title="Royal Horticultural Society">RHS</acronym> junta-se à celebração com uma entrevista de Roy Lancaster e a publicação de cinco pequenos filmes, dos quais podem aqui visionar um que decorre sob um magnífico <i>Pseudolarix amabilis</i>.<br />
<span id="more-1125"></span><br />
Pela mesma publicação, ficamos a saber que uma empresa japonesa iniciou a comercialização da <i>Rosa</i> &#8216;Suntori applause&#8217;, uma rosa azul geneticamente modificada. Significa 20 anos de pesquisa que de alguma forma falhou em entusiasmar-nos.</p>
<p>A Gardens Illustrated de Janeiro de 2010 diz-nos que a <i>Puya raimondii</i> que cresce naturalmente no Perú e na Bolívia, apenas produz sementes uma vez em 80 anos. Encontra-se hoje ameaçada pelo excesso de pastoreio.</p>
<p>Uma boa ferramenta de jardim passa de geração em geração. A Bulldog Tools produz há 230 anos ferramentas de forma artesanal em Lancashire (Grã-Bretanha). A qualidade e valores hoje fora de moda, mantêm esta empresa activa. O popular jardineiro Alan Titchmarsh dá o nome à sua própria linha de ferramentas. Uma interessante reportagem na revista The English Garden de Dezembro de 2010. </p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.bethchatto.co.uk/">The Beth Chatto Gardens</a><br />
<a href="http://www.suntorybluerose.com/">Suntory Blue Rose</a><br />
<a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/8318511.stm">A Rosa Azul na BBC</a><br />
<a href="http://bulldogtools.co.uk/">Bulldog Tools</a></p>
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		<title>Bulb</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 03:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[bolbos]]></category>

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		<description><![CDATA[


Este é mais um livro que só o facto de o ter já dá gosto. Porque é bem escrito, bem editado, bem impresso, o objecto final é incrivelmente apelativo, belo mesmo, o que aliás, em época de internet é uma forma de os livros se destacarem muito positivamente.
Bolbo é utilizado no título em sentido lato. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic two right inset solo">
<img title="bulb" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2009/12/bulb.jpg&amp;h=&amp;w=140&amp;zc=0" alt="Bulb" width="140" /></a>
</div>
<p>Este é mais um livro que só o facto de o ter já dá gosto. Porque é bem escrito, bem editado, bem impresso, o objecto final é incrivelmente apelativo, belo mesmo, o que aliás, em época de internet é uma forma de os livros se destacarem muito positivamente.<br />
Bolbo é utilizado no título em sentido lato. Bolbos, rizomas e tubérculos são considerados. Além do prefácio e introdução, está dividido numa grande secção &#8220;os bolbos&#8221; alfabeticamente de <i>Acis</i> a <i>Zigadenus</i>, seguido de como os cultivar, não sendo aqui muito pormenorizado, nem 40 páginas (de um total de 544 páginas).<br />
São mais de 600 os bolbos apresentados, cada um com a sua fotografia, habitualmente da flor. Sinto que algumas poderiam ser melhores, havendo algum desequilíbrio entre elas. Por vezes, será a melhor que se pôde arranjar e numa obra tão extensa é perfeitamente compreensível. No entanto, nunca a fasquia baixa do perfeitamente adequado, sendo o fotógrafo Andrew Lawson.<br />
Cada bolbo é descrito com detalhe, incluindo o habitat (a título indicativo de onde ter no jardim), as dimensões da planta, se resiste à geada ou ao gelo e a época (também numa extensa tabela com época e cores). A autora Anna Pavord tem uma tendência para a história e pontua o livro com apontamentos históricos curiosos e anedotas. O seu entusiasmo por estas plantas é contagioso.<br />
Não sei será o livro definitivo sobre bolbos, tal a extensão do assunto. A selecção da autora é subjectiva e absolutamente pessoal, mas é um livro a comprar, ler e manter na prateleira. Talvez até se torne num clássico.</p>
<p><a href="http://www.amazon.co.uk/exec/obidos/ASIN/1845334159/sargacal-21">Bulb</a> de Anna Pavord, na Amazon.co.uk.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jardinagemorg/~4/TzAryyMEIBw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Faculdade germinativa das sementes de algumas plantas hortenses</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Jardinagemorg/~3/3w-vLPgyBFg/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/11/faculdade-germinativa-das-sementes-de-algumas-plantas-hortenses/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 00:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[abóbora]]></category>
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		<description><![CDATA[

Sementes de Pimento de Padrão.





Abóbora
As sementes conservam-se em bom estado durante 10 anos.


Acelga
Semente boa dois anos.


Aipo
A semente é boa durante três ou quatro anos.


Alface
As sementes não se conservam mais de três anos.


Alho
As sementes conservam-se boas dois ou três anos.


Beringela
A semente é boa ainda no segundo ano.


Cebola
A semente dura três a quatro anos.


Cenoura
A semente é boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic six inset solo">
<img title="Sementes de Pimento de Padrão." src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2009/11/310307-16201.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="Sementes de Pimento de Padrão." width="460" /></p>
<p>Sementes de Pimento de Padrão.</p>
</div>
<p><span id="more-1003"></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr class="tr-gray">
<td>Abóbora</td>
<td>As sementes conservam-se em bom estado durante 10 anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Acelga</td>
<td>Semente boa dois anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Aipo</td>
<td>A semente é boa durante três ou quatro anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Alface</td>
<td>As sementes não se conservam mais de três anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Alho</td>
<td>As sementes conservam-se boas dois ou três anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Beringela</td>
<td>A semente é boa ainda no segundo ano.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Cebola</td>
<td>A semente dura três a quatro anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Cenoura</td>
<td>A semente é boa até 10 anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Cerefolho</td>
<td>A semente conserva-se três anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Chicória</td>
<td>A semente conserva-se cinco a seis anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Couve</td>
<td>As sementes são boas cinco ou seis anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Espargo</td>
<td>A semente não é boa passado o segundo ano.</td>
</tr>
<tr>
<td>Espinafre</td>
<td>As sementes conservam-se dois ou três anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Fava</td>
<td>As sementes conservam-se cinco ou seis anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Feijão</td>
<td>As sementes são boas dois anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Melão</td>
<td>As sementes são boas durante 10 anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Morangos</td>
<td>As sementes são boas apenas no primeiro ano.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Pepino</td>
<td>As sementes estão em bom estado durante 10 anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Pimento</td>
<td>A semente é boa até aos quatro anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Rabanetes</td>
<td>As sementes são boas quatro ou cinco anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Salsa</td>
<td>As sementes conservam-se três ou quatro anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Tomates</td>
<td>As sementes conservam-se três ou quatro anos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4">As sementes devem ser conservadas em local fresco e seco.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>—Jornal Horticola-Agricola, Julho de 1901.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jardinagemorg/~4/3w-vLPgyBFg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jardinagem.org/2009/11/faculdade-germinativa-das-sementes-de-algumas-plantas-hortenses/feed/</wfw:commentRss>
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		<feedburner:origLink>http://www.jardinagem.org/2009/11/faculdade-germinativa-das-sementes-de-algumas-plantas-hortenses/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Conservar abóboras</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Jardinagemorg/~3/FLVv-XBCQA4/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/11/conservar-aboboras/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 04:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[abóbora]]></category>
		<category><![CDATA[conservação]]></category>

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		<description><![CDATA[Os exemplares a conservar devem ser de alta qualidade, maduros e firmes. Para testar a maturidade, pressiona-se a casca com a unha — as maduras resistirão ao risco. Evite abóboras quebradas, pisadas ou com a casca excessivamente massacrada.
Pode-se guardar as abóboras durantes vários meses, num local seco, arejado, temperatura entre 10 a 14ºC e humidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os exemplares a conservar devem ser de alta qualidade, maduros e firmes. Para testar a maturidade, pressiona-se a casca com a unha — as maduras resistirão ao risco. Evite abóboras quebradas, pisadas ou com a casca excessivamente massacrada.<br />
Pode-se guardar as abóboras durantes vários meses, num local seco, arejado, temperatura entre 10 a 14ºC e humidade do ar de 60 a 75%. Deve-se manusear as abóboras cuidadosamente, para evitar danos na casca, o que conduz ao apodrecimento. Remover da prateleira rapidamente, exemplares que mostrem sinais de degradação.<br />
Eu conservo abóboras com segurança de Setembro a Fevereiro, o que as torna uma das colheitas mais interessantes.<br />
Para conservar por períodos mais longos, pode-se congelar as abóboras previamente preparadas (sem casca e sementes).</p>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
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		<title>Seeds: The Ultimate Guide to Growing Successfully From Seed</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 02:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[jekka mcvicar]]></category>
		<category><![CDATA[marianne majerus]]></category>

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Jekka McVicar é uma especialista em aromáticas, que além de gerir o seu próprio viveiro Jekka&#8217;s Herb Farm, tem já 62 medalhas de ouro da RHS, incluindo 14 no famoso Chelsea Flower Show. Aventura-se aqui na reprodução por sementes, não só de aromáticas, mas de todo o tipo de plantas.
E é exactamente por tipo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic two right solo">
<img title="seeds-jekka-mcvicar" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2009/10/seeds-jekka-mcvicar.jpg&amp;h=&amp;w=140&amp;zc=0" alt="Seeds: The Ultimate Guide to Growing Successfully From Seed" width="140" />
</div>
<p>Jekka McVicar é uma especialista em aromáticas, que além de gerir o seu próprio viveiro <a href="http://www.jekkasherbfarm.com/">Jekka&#8217;s Herb Farm</a>, tem já 62 medalhas de ouro da <acronym title="Royal Horticultural Society">RHS</acronym>, incluindo 14 no famoso Chelsea Flower Show. Aventura-se aqui na reprodução por sementes, não só de aromáticas, mas de todo o tipo de plantas.<br />
E é exactamente por tipo que o livro está organizado, desde alpinas, anuais, fetos, vegetais, aromáticas, árvores&#8230; Representantes de todos os tipos de plantas, com mais de 500 <i>genera</i> têm o seu lugar, com uma breve descrição da planta, das sementes e do método utilizado na sementeira para conseguir bons resultados. No final uma secção de informações práticas, desde a recolha de sementes, passando pelo solo, até à etiquetagem, com uns rudimentos de botânica para que se possa entender melhor a semente e o método de reprodução das plantas. Ainda uma útil bibliografia e uma lista de retalistas (no Reino Unido) onde podem ser adquiridas sementes. As fotografias, excelentes, são de Marianne Majerus.<br />
O livro está muito bem impresso na edição que eu tenho da <a href="http://www.kylecathie.com">Kyle Cathie</a> (diferente da imagem e do link para a Amazon, mais recente), se bem que a capa e a encadernação podiam estar alguns furos acima. Mas é um excelente livro que só posso recomendar.</p>
<p><a href="http://www.amazon.co.uk/exec/obidos/ASIN/1856267830/sargacal-21">Seeds: The Ultimate Guide to Growing Successfully From Seed</a> de Jekka McVicar, na Amazon.co.uk.</p>
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		<title>Rotação de culturas</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 03:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[horta]]></category>
		<category><![CDATA[rotação de culturas]]></category>

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		<description><![CDATA[Se os vegetais anuais são cultivados no mesmo local, ano após ano, há o risco de doenças e pestes se instalarem no solo, tornando-se um problema. A terra também fica esgotada de determinados nutrientes, o que também contribui para diminuir o vigor da colheita. Um sistema preferível e tradicional, é mover as diferentes culturas dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se os vegetais anuais são cultivados no mesmo local, ano após ano, há o risco de doenças e pestes se instalarem no solo, tornando-se um problema. A terra também fica esgotada de determinados nutrientes, o que também contribui para diminuir o vigor da colheita. Um sistema preferível e tradicional, é mover as diferentes culturas dentro da área de cultivo.</p>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
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