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	<title>Jardinagem.org</title>
	
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	<description>Um jornal de horticultura prática</description>
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		<title>Combater os afídios com jactos de água</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 19:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Pestes e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
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		<description><![CDATA[Os afídios que infestam plantas robustas e fora da época de floração, podem ser desalojados com um forte jacto de água bem direccionado. Tenho utilizado a técnica numa laranjeira com muito bons resultados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic six left inset solo">
<img title="Afídios na laranjeira" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2010/09/120910-1817.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="" width="460" />
</div>
<div class="pic six right inset solo">
<img title="Laranjeira sem afídios depois da água" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2010/09/120910-1837.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="" width="460" />
</div>
<p>Os afídios que infestam plantas robustas e fora da época de floração, podem ser desalojados com um forte jacto de água bem direccionado. Tenho utilizado a técnica numa laranjeira com muito bons resultados.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jardinagemorg/~4/nuNwycfZSLc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Gladíolos no jardim</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 19:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia do mês]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic twelve left">
<img src="/thumb.php?src=2010/06/170610-1923.jpg&amp;x=940&amp;q=85" alt="Gladíolos no jardim" title="Gladíolos no jardim" />
</div>
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		<item>
		<title>Escaravelho-do-alecrim</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 19:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Pestes e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
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		<description><![CDATA[Chrysolina americana. Este escaravelho apareceu este ano nas alfazemas e danificou principalmente as Lavandula dentata. Contactei a RHS para saber o que era e o que fazer. Responde o Dr. Andrew Salisbury, entomologista. Trata-se do Escaravelho-do-rosmaninhoTradução literal que não sei se corresponde ao nome português., Chrysolina americana. É originário da zona mediterânica e nativo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic twelve left">
<img src="/thumb.php?src=2010/05/070510-1701.jpg&amp;x=940&amp;q=85" alt="Chrysolina americana" title="Chrysolina americana" /></p>
<p><i>Chrysolina americana</i>.</p>
</div>
<p>Este escaravelho apareceu este ano nas alfazemas e danificou principalmente as <i>Lavandula dentata</i>. Contactei a <acronym title="Royal Horticultural Society">RHS</acronym> para saber o que era e o que fazer. Responde o Dr. Andrew Salisbury, entomologista.<br />
Trata-se do Escaravelho-do-rosmaninho<span class="footnote">Tradução literal que não sei se corresponde ao nome português.</span>, <i>Chrysolina americana</i>. É originário da zona mediterânica e nativo em Portugal. Nos últimos 15 anos também se estabeleceu em algumas partes de Inglaterra. Os adultos têm cerca de 6-7mm, de cor verde-metálica com riscas púrpuras no tórax e asas. As larvas são acinzentadas-brancas, com cerca de 8mm.<br />
Tanto o escaravelho como as larvas alimentam-se da folhagem e causam estragos consideráveis se estiverem presentes em número suficiente. Outras plantas de que alimenta são o alecrim, tomilho e salva.<br />
Habitualmente passa os meses de Verão como adulto sem se alimentar, nas suas plantas hospedeiras. No fim do Verão ou início do Outono torna-se novamente activo recomeçando a alimentar-se das folhas. Acasalam e colocam os ovos na folhagem que eclodem após dez dias em larvas que se podem observar em qualquer altura desde o início do Outono até ao início da Primavera. Por vezes é possível encontrar escaravelhos na planta durante o Inverno. Quando as larvam acabam a sua alimentação, vão para o solo para pupar.<br />
É possível controlar esta peste procurando os adultos e as larvas e removendo-os à mão, tratando-se também do único método biológico possível.<br />
De notar que os métodos químicos são particularmente desaconselhados pois este escaravelho alimenta-se de plantas que atraem muitos insectos benéficos e no caso do alecrim, tomilho e salva, são utilizados na culinária.</p>
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		<item>
		<title>Clívia, Clivia miniata (Amaryllidaceae)</title>
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		<comments>http://www.jardinagem.org/2010/04/clivia-clivia-miniata-amaryllidaceae/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 03:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[amaryllidaceae]]></category>
		<category><![CDATA[clívia]]></category>
		<category><![CDATA[clivia miniata]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma perene dos bosques da África do Sul, que se encontra frequentemente ladeando ribeiros. Cultiva-se pelas suas folhas verdes que atingem 60cm e flores cor-de-laranja, que florescem em umbela com caules firmes em grupos que chegam a ter 20 flores, com forma de tunelar a trompete. Praticamente indestrutível, é excelente como planta de interior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma perene dos bosques da África do Sul, que se encontra frequentemente ladeando ribeiros. Cultiva-se pelas suas folhas verdes que atingem 60cm e flores cor-de-laranja, que florescem em umbela com caules firmes em grupos que chegam a ter 20 flores, com forma de tunelar a trompete.<br />
Praticamente indestrutível, é excelente como planta de interior ou de exterior, em zonas sem gelo ou geada.<br />
<span id="more-1251"></span></p>
<h3>Cultivo</h3>
<p>No interior utilizar um substrato universal ao qual se adiciona terriço de folhas e gravilha fina, num local com luz filtrada ou indirecta, mas brilhante. Na época de crescimento deve-se regar livremente, aplicando um fertilizante semanalmente até que os botões se formem. No Inverno manter praticamente seca.<br />
No exterior, cultivar num solo rico em húmus, fértil e bem drenado em sombra parcial. As clívias ressentem a perturbação das raízes e precisam de restrição das raízes para encorajar a floração.</p>
<h3>Multiplicação</h3>
<p>Semear a 16º-21ºC, mal as sementes estejas maduras. Por divisão, preferencialmente na Primavera depois da floração, em alternativa no fim do Inverno. A seiva pode irritar a pele, deve-se usar luvas.</p>
<h3>Pragas e Doenças</h3>
<p>As cochonilhas podem ser um problema.</p>
<h3>Dimensões</h3>
<p>45cm de altura; 30cm de largura.</p>
<h3>Época de floração</h3>
<p>Primavera.</p>
<h3>Luz</h3>
<p>Meia sombra.</p>
<h3>Água</h3>
<p>Regar livremente na época de crescimento.</p>
<h3>Solo</h3>
<p>Rico em húmus, fértil e bem drenado.</p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.cliviape.co.za/">Clivia</a> (Nova Zelândia)<br />
<a href="http://www.cliviasociety.org/">Clivia Society</a><br />
<a href="http://www.americancliviasociety.org/">American Clivia Society</a><br />
<a href="http://www.northamericancliviasociety.org/">North American Clivia Society</a></p>
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		<title>Teste de maturidade do composto</title>
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		<comments>http://www.jardinagem.org/2010/04/teste-de-maturidade-do-composto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 00:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[composto]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a brochura ABC da trituração e compostagem da Viking, verifica-se se o composto pode ser usado nas plantas, semeando agrião num vaso com uma mistura de terra e composto em partes iguais. Se o agrião crescer rapidamente sem apresentar uma coloração azul, o composto biológico pode ser usado sem problemas. Se as plantas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a brochura <cite>ABC da trituração e compostagem</cite> da Viking, verifica-se se o composto pode ser usado nas plantas, semeando agrião num vaso com uma mistura de terra e composto em partes iguais. Se o agrião crescer rapidamente sem apresentar uma coloração azul, o composto biológico pode ser usado sem problemas. Se as plantas não crescerem bem e as folhas apresentarem danos, o composto biológico é apenas adequado para aplicar cobrindo o solo.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jardinagemorg/~4/BMhLv2mGA4E" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Compostagem</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Jardinagemorg/~3/nmcM4Fp_lIQ/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2010/04/compostagem/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 02:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Vária]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[compostagem]]></category>
		<category><![CDATA[composto]]></category>

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		<description><![CDATA[Compostar é extremamente gratificante e positivo. Além de reduzirmos o lixo que acaba nos aterrosUm estudo de 2002 na Grã-Bretanha concluiu que apenas a compostagem em casa reduz significativamente o volume de lixo doméstico que acaba nos aterros., ficamos com o alimento ideal para as nossas plantas, um solo rico e como se não bastasse, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compostar é extremamente gratificante e positivo. Além de reduzirmos o lixo que acaba nos aterros<span class="footnote">Um estudo de 2002 na Grã-Bretanha concluiu que apenas a compostagem em casa reduz significativamente o volume de lixo doméstico que acaba nos aterros.</span>, ficamos com o alimento ideal para as nossas plantas, um solo rico e como se não bastasse, as pilhas de compostagem são atraentes para um sem número de insectos, aumentando a biodiversidade das nossas hortas e jardins.<br />
Os materiais biológicos que podem ser compostados, podem ser classificados simplesmente em “verdes” e “castanhos”. Os primeiros com uma maior proporção de azoto, os outros uma maior percentagem de carbono. Deve-se tentar obter ambos na mesma proporção, para uma compostagem óptima, mas não é estritamente necessário.<br />
<span id="more-1232"></span></p>
<h3>Materiais verdes</h3>
<ul>
<li>Legumes e hortaliça</li>
<li>Restos e cascas de frutos</li>
<li>Cascas de frutos secos</li>
<li>Borras de café</li>
<li>Cascas de ovos esmagadas</li>
<li>Folhas e sacos de chá</li>
<li>Cereais</li>
</ul>
<h3>Materiais castanhos</h3>
<ul>
<li>Palha
<li>Aparas de madeira e serradura
<li>Relva e erva seca
<li>Folhas secas
<li>Ramos pequenos
<li>Pequenas quantidades de cinzas de madeira
<li>Papel triturado (jornal em tiras ou as fitas que saem dos destruidores de documentos)
</ul>
<p>Não devem ser compostados excrementos de animais que possam conter microrganismos patogénicos que sobrevivam ao processo. Também é de evitar juntar ervas daninhas já com semente.<br />
Muito já se escreveu sobre dispor os elementos verdes e castanhos em camadas sucessivas, mas agora a tendência é misturar tudo, que é o que eu faço. Existindo, pode-se juntar um pouco de composto pronto, para iniciar o processo mais rapidamente. Deve-se adicionar os materiais de uma vez, ou gradualmente até mais ou menos um metro de altura. A última camada deve ser de material castanho, que isola a pilha, eliminando possíveis odores (que em princípio nem devem existir) e insectos indesejáveis. A pilha deve-se manter húmida, mas não encharcada.<br />
Segundo a <cite>The HDRA Encyclopedia of Organic Gardening</cite>, um dos problemas com a compostagem caseira é o excesso de verdes, pois normalmente para o compostos vão cortes frescos do jardim e restos vegetais da cozinha. O conselho é adicionar papel, que é o que tenho feito, pois já detectei esse problema. Adiciono regularmente papel às tiras.<br />
Para acelerar o processo, pode-se revirar regularmente a pilha. Colocando os materiais que estavam por cima em baixo e vice-versa. Repetir o processo de 15 em 15 dias.<br />
Numa pilha estática, o composto estará pronto a usar ao fim de seis meses a um ano. Numa pilha revirada, diria que em três meses há composto.<br />
Depois de pronto, o composto não se degrada mais. Considera-se pronto, quando todos os componentes iniciais não são reconhecíveis. O cheiro é de terra fresca. Maravilhoso.<br />
Quando o composto está pronto, deve-se retirá-lo da pilha e deixá-lo em repouso durante duas a quatro semanas, principalmente se for para aplicar em plantas sensíveis. É a fase da maturação.</p>
<h3>Problemas</h3>
<p>Se o processo se apresentar demasiado lento, deve adicionar verdes e revirar a pilha.<br />
Se cheirar a podre, pode ter humidade em excesso, deve adicionar materiais secos e absorventes, como folhas, serrim ou palha.<br />
Se cheirar a amónia, tem demasiados verdes (excesso de azoto), deve-se adicionar castanhos.<br />
Se a pilha estiver demasiado compacta, deve diminuir a altura e revirá-la.<br />
Se a temperatura da compostagem for demasiado baixa, talvez a pilha esteja demasiado pequena. Se o clima for muito frio, deve-se aumentar o tamanho da pilha e isolá-la com palha.<br />
Há saquetas de chá feitas de nylon e outros produtos que não se degradam.</p>
<h3>Utilização</h3>
<p>O composto é geralmente aplicado uma vez por ano, na altura das sementeiras. É preferível aplicá-lo na Primavera ou no Outono, altura em que o solo se encontra quente. No Verão seca demasiado e no Inverno, o solo está demasiado frio.</p>
<p>Se tiver apenas uma pequena quantidade de composto, espalhe-o por cima da terra na vala onde pretende semear. Se tiver composto em quantidade, pode espalhá-lo em camadas de um a dois cm de espessura misturado com o solo, mas sem enterrar. Pode também usar o composto nas caldeiras das árvores. Nesse caso, espalhe o composto em camadas de dois cm à volta das árvores e não misture com o solo.</p>
<p>Se pretender usar o composto em plantas envasadas, não coloque mais do que 1/3 do composto por vaso. Misture 1/3 de composto com 1/3 de terra e 1/3 de areia, para obter um bom meio de crescimento para as suas plantas.</p>
<p>A cobertura ou “mulch” é um tipo de material colocado sobre o solo para evitar o crescimento de ervas daninhas e manter a humidade, prevenir a erosão, ou simplesmente como cobertura atraente para o solo. Composto e restos de jardim triturados constituem excelentes coberturas orgânicas.</p>
<h3>Bibliografia</h3>
<p><a href="http://www.amazon.co.uk/exec/obidos/ASIN/0751333816/sargacal-21/">The HDRA Encyclopedia of Organic Gardening</a></p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.metroregion.org/index.cfm/go/by.web/id=553">Composting at Home (Metro-region)</a><br />
<a href="http://www.howtocompost.org/">How to Compost</a><br />
<a href="http://www.organicgardening.com/feature/0,7518,s1-5-21-829,00.html">O melhor composto de sempre na &#8220;Organic Gardening&#8221;</a><br />
<a href="http://www.mastercomposter.com/">Master Composter</a><br />
<a href="http://www.uvm.edu/mastergardener/mastercomposter/">Vermont Master Composter</a><br />
<a href="http://www.compostguide.com/">Compost Guide</a></p>
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		<item>
		<title>Os bolbos depois da floração</title>
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		<comments>http://www.jardinagem.org/2010/03/os-bolbos-depois-da-floracao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 03:13:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Pequena correspondência]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[bolbos]]></category>
		<category><![CDATA[tulipas]]></category>

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		<description><![CDATA[O leitor E. M. de Lisboa gostaria de saber o que fazer com os bolbos de Tulipa depois de florirem. Em geral, os bolbos depois de florirem necessitam da sua parte aérea e de muito Sol para voltar a &#8220;recarregar&#8221; a energia que os fará florir no ano seguinte. O que eu costumo fazer é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O leitor E. M. de Lisboa gostaria de saber o que fazer com os bolbos de Tulipa depois de florirem.<br />
Em geral, os bolbos depois de florirem necessitam da sua parte aérea e de muito Sol para voltar a &#8220;recarregar&#8221; a energia que os fará florir no ano seguinte. O que eu costumo fazer é afastar os vasos para longe da vista mas não do Sol. Quando as folhas secarem podem então ser removidas e o bolbo levantado para se guardar até ser replantado — uma operação que raramente executo —, habitualmente ficam na terra. No entanto, nunca consegui que as Tulipas em particular voltassem a florir.<br />
Na natureza, estes bolbos escolhem solos leves com uma drenagem extrema, algo que falta por aqui, se bem que pode ser simulado com areia e gravilha. A terra depois da plantação também deve ser coberta com gravilha que mais cedo ou mais tarde se mistura com o solo melhorando a drenagem.</p>
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		<item>
		<title>Evitar gatos e pássaros nas sementeiras</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Jardinagemorg/~3/9x9omnk8BWw/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2010/03/evitar-gatos-e-passaros-nas-sementeiras/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 05:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[gatos]]></category>
		<category><![CDATA[pássaros]]></category>
		<category><![CDATA[sementeiras]]></category>

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		<description><![CDATA[Os canteiros acabados de semear são um alvo fácil para os gatos que gostam de se recriar na terra solta e as sementes acabam por ser um festim para os pássaros. Uma forma fácil de se evitar uns e outros é espalhar ramos nús de podas recentes sobre os canteiros, que devem ser retirados mal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os canteiros acabados de semear são um alvo fácil para os gatos que gostam de se recriar na terra solta e as sementes acabam por ser um festim para os pássaros. Uma forma fácil de se evitar uns e outros é espalhar ramos nús de podas recentes sobre os canteiros, que devem ser retirados mal as jovens plantas começem a sair da terra.<br />
Não se deve utilizar ramos de coníferas ou outras árvores de folha persistente, para não obscurecer a terra.<br />
Se os pássaros ficarem espertos e pouco impressionados, costumo pendurar CDs cujo brilho ao Sol parece assustá.los. Por fim quando tudo falha, recorro a uma rede.</p>
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		<title>Remédio para combater a ferrugem e as manchas castanhas das folhas</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 05:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[ferrugem]]></category>
		<category><![CDATA[manchas castanhas]]></category>

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		<description><![CDATA[A ferrugem, doença que ataca um grande número de plantas e que se manifesta por manchas circulares que aparecem nas folhas, e muitas vezes se tornam confluentes, fazendo-as secar; as manchas castanhas que aparecem nas folhas e são produzidas por um cogumeloSe fosse hoje dir-se-ia “fungo”. Outras palavras grafei e actualizei para a actualidade. Uromyces, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ferrugem, doença que ataca um grande número de plantas e que se manifesta por manchas circulares que aparecem nas folhas, e muitas vezes se tornam confluentes, fazendo-as secar; as manchas castanhas que aparecem nas folhas e são produzidas por um cogumelo<span class="footnote">Se fosse hoje dir-se-ia “fungo”. Outras palavras grafei e actualizei para a actualidade.</span> Uromyces, cujo micélio desorganiza os tecidos parenquimatosos, combatem-se bem, tratando as plantas preventivamente, seringando-as uma vez por semana com uma calda de sulfato de cobre, preparada da maneira seguinte:</p>
<ul>
<li>100 litros de água</li>
<li>1 quilo de sulfato de cobre</li>
<li>2 quilos de cal extinta</li>
<li>1 quilo de açucar</li>
</ul>
<p>—Jornal Horticolo-Agricola, Julho de 1905</p>
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		<title>Solução de enraizamento</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 16:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[enraizamento]]></category>
		<category><![CDATA[rizocalina]]></category>
		<category><![CDATA[salgueiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a revista “Gardener’s World” de Abril de 2007, pode-se dar uma ajuda ao enraizamento das estacas com um macerado de raminhos de salgueiro. Colocam-se uma dúzia de pequenos jovens ramos de salgueiro em água durante 24 horas. Antes de envazar as estacas, mergulham-se nesta solução. O salgueiro contém rizocalina, uma substância que se encontra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a revista “Gardener’s World” de Abril de 2007, pode-se dar uma ajuda ao enraizamento das estacas com um macerado de raminhos de salgueiro.<br />
Colocam-se uma dúzia de pequenos jovens ramos de salgueiro em água durante 24 horas. Antes de envazar as estacas, mergulham-se nesta solução.<br />
O salgueiro contém rizocalina, uma substância que se encontra em muitos produtos comerciais de enraizamento. Dissolvendo-se na água cria um estimulante natural para o desenvolvimento de novas raízes.</p>
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