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	<title>Learning from Data pt</title>
	
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	<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 13:31:10 +0000</pubDate>
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		<title>Video: Royksopp - Remind Me</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 19:13:35 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lBvaHZIrt0o&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/lBvaHZIrt0o&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>


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		<title>Dicas gráficas 002: Considere o tipo de tarefa</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 07:33:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Suponha que está a analisar uma lista de encomendas com  colegas de trabalho. Um deles quer ver sd encomendas de maior valor [lista]. Um outro quer saber quanto foi exportado para França [tabela]. O seguinte precisa do número médio de items por encomenda [estatística descritiva]. No seu caso, pretende ver a tendência de crescimento de [...]


Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/dicas-graficas-001-precisa-mesmo-de-um-grafico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dicas gráficas 001: precisa mesmo de um gráfico?'>Dicas gráficas 001: precisa mesmo de um gráfico?</a> <small>Os gráficos são apenas um dos instrumentos disponíveis para comunicar...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/dicas-mantenha-a-consistencia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dicas: mantenha a consistência'>Dicas: mantenha a consistência</a> <small>Quando tem uma apresentação com vários gráficos, o primeiro define...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/livros/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Livros'>Livros</a> <small>À esquerda poderá encontrar o link para uma nova página...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Suponha que está a analisar uma lista de encomendas com  colegas de trabalho. Um deles quer ver sd encomendas de maior valor [lista]. Um outro quer saber quanto foi exportado para França [tabela]. O seguinte precisa do número médio de items por encomenda [estatística descritiva]. No seu caso, pretende ver a tendência de crescimento de vários produtos [gráfico]. Apenas uma destas tarefas requer um gráfico. Isto significa que deverá entender bem a natureza da tarefa em causa e escolher o instrumento de análise mais adequado. Nem sempre um gráfico é a melhor solução.</p>


<p>Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/dicas-graficas-001-precisa-mesmo-de-um-grafico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dicas gráficas 001: precisa mesmo de um gráfico?'>Dicas gráficas 001: precisa mesmo de um gráfico?</a> <small>Os gráficos são apenas um dos instrumentos disponíveis para comunicar...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/dicas-mantenha-a-consistencia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dicas: mantenha a consistência'>Dicas: mantenha a consistência</a> <small>Quando tem uma apresentação com vários gráficos, o primeiro define...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/livros/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Livros'>Livros</a> <small>À esquerda poderá encontrar o link para uma nova página...</small></li></ol></p><div class="feedflare">
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		<title>Dicas gráficas 001: precisa mesmo de um gráfico?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 07:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Os gráficos são apenas um dos instrumentos disponíveis para comunicar e ajudar a sua audiência a compreender os dados. Por vezes, a utilização de um gráfico é completamente errado: se a variação parece aleatória ou quase inexistente, qual é o interesse de mostrar os dados graficamente (sim, eu sei, às vezes é isso mesmo que [...]


Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/dicas-graficas-002-considere-o-tipo-de-tarefa/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dicas gráficas 002: Considere o tipo de tarefa'>Dicas gráficas 002: Considere o tipo de tarefa</a> <small>Suponha que está a analisar uma lista de encomendas com ...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/um-grafico-nao-e-uma-tabela/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Um gráfico não é uma tabela'>Um gráfico não é uma tabela</a> <small> Um gráfico não é uma tabela nem deve ser...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/mandamentos-um-grafico-nao-chama-a-atencao-para-si-proprio/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mandamentos: Um gráfico não chama a atenção para si próprio'>Mandamentos: Um gráfico não chama a atenção para si próprio</a> <small>Um gráfico que é mais notado pelo fogo de artifício...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os gráficos são apenas um dos instrumentos disponíveis para comunicar e ajudar a sua audiência a compreender os dados. Por vezes, a utilização de um gráfico é completamente errado: se a variação parece aleatória ou quase inexistente, qual é o interesse de mostrar os dados graficamente (sim, eu sei, às vezes é isso mesmo que quer mostrar&#8230;)? Portanto, pense em todos os instrumentos disponíveis de análise e apresentação de dados e pergunte a si mesmo: &#8220;um gráfico é mesmo o que eu preciso?&#8221;</p>


<p>Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/dicas-graficas-002-considere-o-tipo-de-tarefa/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dicas gráficas 002: Considere o tipo de tarefa'>Dicas gráficas 002: Considere o tipo de tarefa</a> <small>Suponha que está a analisar uma lista de encomendas com ...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/um-grafico-nao-e-uma-tabela/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Um gráfico não é uma tabela'>Um gráfico não é uma tabela</a> <small> Um gráfico não é uma tabela nem deve ser...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/mandamentos-um-grafico-nao-chama-a-atencao-para-si-proprio/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mandamentos: Um gráfico não chama a atenção para si próprio'>Mandamentos: Um gráfico não chama a atenção para si próprio</a> <small>Um gráfico que é mais notado pelo fogo de artifício...</small></li></ol></p><div class="feedflare">
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		<title>Ordem e proporção em gráficos de barras</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2007 22:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Este gráfico [via Junk Charts] no New York Times usa um gráfico de barras semelhante às pirâmides etárias para mostrar duas séries, o investimento publicitário nos Estados Unidos em canais como os media tradicionais (&#8221;measured&#8221;) e os novos canais, como a internet (&#8221;unmeasured&#8221;).
Não creio que faça muito sentido usar este tipo de gráfico com apenas [...]


Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/graficos-de-barras-e-de-colunas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Gráficos de Barras e de Colunas'>Gráficos de Barras e de Colunas</a> <small>Os gráficos de colunas são rectângulos cuja altura é proporcional...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/mil-dados-mil-graficos-parte-3-barras-empilhadas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mil dados, mil gráficos - Parte 3 (Barras empilhadas)'>Mil dados, mil gráficos - Parte 3 (Barras empilhadas)</a> <small> Continuamos a saga de compreender a estrutura do consumo...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/alternativas-as-barras-empilhadas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Alternativas às barras empilhadas'>Alternativas às barras empilhadas</a> <small> Depois dos gráficos circulares, os gráficos de barras empilhadas...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://graphics8.nytimes.com/images/2007/10/13/business/media/ad-graphic.jpg">Este gráfico</a> [via <a href="http://junkcharts.typepad.com/junk_charts/2007/10/sense-of-propor.html" title="Junk Charts">Junk Charts</a>] no New York Times usa um gráfico de barras semelhante às pirâmides etárias para mostrar duas séries, o investimento publicitário nos Estados Unidos em canais como os <em>media</em> tradicionais (&#8221;measured&#8221;) e os novos canais, como a internet (&#8221;unmeasured&#8221;).</p>
<p>Não creio que faça muito sentido usar este tipo de gráfico com apenas duas séries. Não faz sentido nas pirâmides  etárias nem aqui, onde um padrão prévio não é identificável (as pirâmides etárias obedecem essencialmente a três padrões conhecidos, dependendo do momento de transição demográfica em que o país se encontra). Além disso, ocupam muito espaço, desnecessariamente.</p>
<p>Uma alternativa que me parece mais adequada é um gráfico de barras sobrepostas, como nestes exemplos:</p>
<p><a href="http://charts.jorgecamoes.com/wp-content/uploads/2007/10/windowslivewritersortandproportioninbarcharts-1411cnot-your-everyday-ad8.gif" atomicselection="true"><img src="http://charts.jorgecamoes.com/wp-content/uploads/2007/10/windowslivewritersortandproportioninbarcharts-1411cnot-your-everyday-ad-thumb4.gif" height="375" width="598" /></a>Julgo que fica bem claro em qualquer dos casos qual a proporção de investimento em cada tipo de canal. Além disso, é um <strong>formato seguro para o perfil da audiência do jornal</strong>.</p>
<p><strong>O papel da chave de ordenação</strong></p>
<p>No gráfico original, as organizações eram ordenadas pelo investimento nos canais &#8220;unmeasured&#8221;. A chave de ordenação depende  do que pretende dizer e como quer apoiar os seus argumentos, mas deverá jogar com as várias opções antes de escolher a solução final. Como regra geral, <strong>um gráfico de barras deverá ser ordenado pela variável com mais peso e/ou com maior variabilidade</strong>. Neste caso, ao ordenar pelo canal &#8220;measured&#8221;, é fácil localizar ao fundo as organizações com uma elevada proporção de investimento nos novos canais. Se &#8220;a excelência gráfica é aquela que dá ao leitor o maior número de ideias&#8221; (Tufte), então neste caso a chave de ordenação correcta é pela série &#8220;measured&#8221;.</p>
<p>Mensagens essencias:</p>
<ul>
<li>Conheça a sua audiência e escolha o gráfico com esses leitores/utilizadores em mente;</li>
<li> Garanta que o leitor consegue facilmente comparar aquilo que quer que ele compare;</li>
<li>Se a mancha do gráfico depende de uma chave de ordenação, tente várias opções e escolha aquela que mostra padrões mais interessantes;</li>
<li>Não tenha medo de repetir o mesmo gráfico com chaves de ordenação diferentes (mas não exagere!): cada chave dá uma visão específica dos dados e poderá responder a diferentes questões.</li>
</ul>


<p>Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/graficos-de-barras-e-de-colunas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Gráficos de Barras e de Colunas'>Gráficos de Barras e de Colunas</a> <small>Os gráficos de colunas são rectângulos cuja altura é proporcional...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/mil-dados-mil-graficos-parte-3-barras-empilhadas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mil dados, mil gráficos - Parte 3 (Barras empilhadas)'>Mil dados, mil gráficos - Parte 3 (Barras empilhadas)</a> <small> Continuamos a saga de compreender a estrutura do consumo...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/alternativas-as-barras-empilhadas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Alternativas às barras empilhadas'>Alternativas às barras empilhadas</a> <small> Depois dos gráficos circulares, os gráficos de barras empilhadas...</small></li></ol></p><div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/JcBizviz/~4/tNI5B3hCvcc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Como ganhei o prémio Nobel</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Oct 2007 22:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O prémio Nobel da Paz foi atribuído a Al Gore e U.N.&#8217;s Intergovernmental Panel on Climate Change.
Porquê?
Porquê Al Gore? Milhares de cientistas têm vindo a alertar para as mudanças climáticas. Porque não eles? Pelo peso político de Al Gore? Sim, mas não apenas por isso. Porque ele compreendeu (da forma mais difícil para um político) [...]


Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/como-a-agua-que-corre/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Como a água que corre&#8230;'>Como a água que corre&#8230;</a> <small>Na (saudosa) série &#8220;Yes Minister&#8221; um administrador hospitalar gabava-se de...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/graficos-como-analise-graficos-como-comunicacao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Gráficos como análise, gráficos como comunicação'>Gráficos como análise, gráficos como comunicação</a> <small> O leitor Pedro Lino Pinto enviou este gráfico a...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/dicas-graficas-001-precisa-mesmo-de-um-grafico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dicas gráficas 001: precisa mesmo de um gráfico?'>Dicas gráficas 001: precisa mesmo de um gráfico?</a> <small>Os gráficos são apenas um dos instrumentos disponíveis para comunicar...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cnn.com/2007/POLITICS/10/12/nobel.gore/">O prémio Nobel da Paz foi atribuído a Al Gore e U.N.&#8217;s Intergovernmental Panel on Climate Change</a>.</p>
<p>Porquê?<br />
Porquê Al Gore? Milhares de cientistas têm vindo a alertar para as mudanças climáticas. Porque não eles? Pelo peso político de Al Gore? Sim, mas não apenas por isso. Porque ele compreendeu (da forma mais difícil para um político) como deve comunicar com a opinião pública. Comunicar visualmente, mostrar, mais do que dizer.</p>
<p>N&#8217; <a href="http://www.climatecrisis.net/">Uma Verdade Inconveniente</a> Al Gore utiliza extensivamente gráficos e imagens que reforçam e fazem passar a sua mensagem, ajudado por <a href="http://www.duarte.com/">designers brilhantes</a>. Os seus gráficos invadiram os <em>media</em> e tiveram um papel decisivo para fazer o público compreender o que realmente significa essa &#8220;verdade inconveniente&#8221;.</p>
<p>Este é também, como diz o Eager Eyes<a href="http://eagereyes.org/blog/nobel-prize-for-charts.html"> Um Prémio Nobel para Gráficos</a> e para a sua capacidade para nos fazer entender o mundo em que vivemos. Cada um de nós que acredita nessa capacidade e o tenta mostrar todos os dias em gráficos que façam mais que olhar para o próprio umbigo deve sentir-se orgulhoso e sentir que uma minúscula parte do prémio também é sua.</p>
<p>Eu gostaria de agradecer à Academia&#8230;</p>


<p>Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/como-a-agua-que-corre/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Como a água que corre&#8230;'>Como a água que corre&#8230;</a> <small>Na (saudosa) série &#8220;Yes Minister&#8221; um administrador hospitalar gabava-se de...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/graficos-como-analise-graficos-como-comunicacao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Gráficos como análise, gráficos como comunicação'>Gráficos como análise, gráficos como comunicação</a> <small> O leitor Pedro Lino Pinto enviou este gráfico a...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/dicas-graficas-001-precisa-mesmo-de-um-grafico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dicas gráficas 001: precisa mesmo de um gráfico?'>Dicas gráficas 001: precisa mesmo de um gráfico?</a> <small>Os gráficos são apenas um dos instrumentos disponíveis para comunicar...</small></li></ol></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/JcBizviz?a=f8lVBItv"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/JcBizviz?d=41" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~f/JcBizviz?a=SBH3FQci"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/JcBizviz?d=50" border="0"></img></a>
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		<title>A síndrome “o-que-diria-Tufte”</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 23:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Tropecei num  post e respectivos comentários que discutem um infográfico do New York Times e que mostram o que designarei por síndrome de  &#8220;o-que-diria-Tufte&#8221;. Esta síndrome é caracterizada por uma elevada utilização de palavras e expressões cunhadas por Tufte, como &#8220;chart junk&#8221; ou &#8220;lie factor&#8221;, habitualmente mal compreendidas ou usadas abusivamente com propósitos de [...]


Não existem posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tropecei num  <a href="http://radar.oreilly.com/archives/2007/09/chart_junk_nyt.html">post e respectivos comentários</a> que discutem um <a href="http://www.nytimes.com/imagepages/2007/09/23/weekinreview/20070923_BAJAJ_GRAPHIC.html">infográfico do New York Times</a> e que mostram o que designarei por síndrome de  &#8220;o-que-diria-Tufte&#8221;. Esta síndrome é caracterizada por uma elevada utilização de palavras e expressões cunhadas por Tufte, como &#8220;chart junk&#8221; ou &#8220;lie factor&#8221;, habitualmente mal compreendidas ou usadas abusivamente com propósitos de legitimação do argumento (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Appeal_to_authority">argumento de autoridade</a>).</p>
<p>A síndrome é visível logo que chegamos à página, com o título &#8220;Chart Junk in the New York Times&#8221;. Mas não há grelha, não há efeitos ópticos, não há &#8220;decorative forms or computer debris&#8221; (Tufte, <a href="http://www.amazon.com/dp/0961392142?&amp;camp=212361&amp;creative=380725&amp;linkCode=wey&amp;tag=jorgecamoesbi-20">The Visual Display&#8230;</a>). Nada que seja &#8220;chart junk&#8221;.</p>
<p><strong>Uma história interminável: a sensual discussão sobre quebras de escala nos gráficos</strong></p>
<p>O verdadeiro problema do gráfico é a quebra de escala, mas isso não é  &#8220;chart junk&#8221;. Poderia ser o &#8220;rácio dados-tinta&#8221;. Poderia ser o &#8220;factor de mentira&#8221;. Mas será? Esta história interminável sobre a quebra de escala é tão absurda como a discussão sobre se se deve ou não utilizar gráficos circulares (&#8221;tartes&#8221;, &#8220;pizzas&#8221;). Como sempre, a resposta é o definitivo &#8220;depende&#8221;.</p>
<p>Uma quebra de escala num gráfico deve ser absolutamente clara e imediatamente visível para o leitor. E não deve ser utilizada de ânimo leve. Mas se o zero não faz sentido para os dados, ou a variação é tão pequena em grandes números que acabamos por ter uma linha quase direita no topo do gráfico, então nada impede que façamos essa quebra para melhorar a resolução do gráfico.</p>
<p>Como regra geral, as quebras de página podem ser aplicadas a gráficos de linhas mas não a gráficos de colunas, pelo menos no entendimento de <a href="http://www.amazon.com/dp/0970601999?&amp;camp=212361&amp;creative=380725&amp;linkCode=wey&amp;tag=jorgecamoesbi-20">Stephen Few</a>:</p>
<blockquote><p>&#8220;You should generally avoid starting your graph with a value greater than zero, but when you need to provide a close look at small differences between large values, it is appropriate to do so.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Never eliminate zero from the quantitative scale, however, when bars are used to encode the values. Why? Because a bar encodes quantitative value primarily through its length, and, without zero as the base, the length will not correspond to its value.&#8221;</p></blockquote>
<p>Mas <a href="http://www.amazon.com/dp/0195306627?&amp;camp=212361&amp;creative=380725&amp;linkCode=wey&amp;tag=jorgecamoesbi-20">Kosslyn</a> expressa uma opinião diferente:</p>
<blockquote><p>&#8220;Unless the zero value is inherently important, make the visible scale begin at a value slightly lower than the smallest value in the data, and the upper value slightly larger than the largest value.&#8221;</p></blockquote>
<p>E o exemplo que dá usa um gráfico de colunas. Confusos? Eu também&#8230;</p>
<p><strong>Tufte ficaria orgulhoso<br />
</strong></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hermeneutics">A hermenêutica</a> tem uma longa e nobre história, pelo que os 3.230 resultados obtidos quando pesquisamos no Google por &#8220;&#8216;Tufte would be proud&#8217;&#8221; não são de espantar. Pessoalmente ficaria orgulhoso de mim próprio se compreendesse a praticasse totalmente as ideias de Tufte e conseguisse perceber em que ponto deixam de funcionar. Porque deixam. E às vezes:</p>
<ul>
<li>as tartes podem ser usadas;</li>
<li>não está a mentir só porque quebrou a escala do gráfico;</li>
<li>até o princípio &#8220;acima de tudo mostre os dados&#8221; pode ser discutido;</li>
<li>um excesso de minimalismo pode ser errado do ponto de vista da percepção;</li>
<li>a audiência pode não entender o seu gráfico tão inteligente;</li>
<li>as pessoas podem simplesmente não gostar.</li>
</ul>
<p>Quer uma receita simples para melhores gráficos? Misture os princípios de Tufte com algum <a href="http://www.amazon.com/dp/0465051367?&amp;camp=212361&amp;creative=380725&amp;linkCode=wey&amp;tag=jorgecamoesbi-20">design</a> <a href="http://www.jnd.org/">emocional</a>, junte <a href="http://www.amazon.com/dp/1558608192?&amp;camp=212361&amp;creative=380725&amp;linkCode=wey&amp;tag=jorgecamoesbi-20">percepção</a> e, se trabalha para uma empresa, aprenda a lidar com <a href="http://www.amazon.com/dp/0764517643?&amp;camp=212361&amp;creative=380725&amp;linkCode=wey&amp;tag=jorgecamoesbi-20">as ferramentas</a> <a href="http://www.amazon.com/dp/0764588117?&amp;camp=212361&amp;creative=380725&amp;linkCode=wey&amp;tag=jorgecamoesbi-20">da cozinha</a>.</p>


<p>Não existem posts relacionados.</p><div class="feedflare">
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		<title>O Demographic Dashboard: Uma versão para Crystal Xcelsius?</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Sep 2007 15:26:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Parte 1: O Início

Acabei de fazer o download da versão de teste do Crystal Xcelsius Professional 4.5. Esta é uma solução típica de dashboard, comercializada por uma das principais empresas na área do business intelligence. Embora um dos principais &#8220;evangelistas&#8221; na visualização de informação, Stephen Few, não goste dele, decidi comprá-lo.
Bem, decidi comprá-lo mas com [...]


Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/produtos/dashboard-demografico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dashboard Demográfico'>Dashboard Demográfico</a> <small>Esta página descreve os aspectos práticos de acesso ao dashboard....</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/como-fazer-um-dashboard-em-excel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Como fazer um dashboard em Excel'>Como fazer um dashboard em Excel</a> <small> Quer ver um exemplo com dados reais e aprender...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/uma-simples-escova/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Uma simples escova'>Uma simples escova</a> <small> Só queria comprar uma escova para o parabrisas do...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Parte 1: O Início<br />
</strong></p>
<p>Acabei de fazer o download da versão de teste do <a href="http://www.businessobjects.com/products/crystalxcelsius/default.asp">Crystal Xcelsius Professional 4.5</a>. Esta é uma solução típica de dashboard, comercializada por uma das principais empresas na área do <em>business intelligence</em>. Embora um dos principais &#8220;evangelistas&#8221; na visualização de informação, <a href="http://www.perceptualedge.com/blog/?p=44">Stephen Few, não goste dele</a>, decidi comprá-lo.</p>
<p>Bem, decidi comprá-lo mas com uma condição: no fim do período de teste deveria ter  conseguido desenvolver uma versão do Crystal Xcelsius para o meu <a href="http://www.learningfromdata.com/ptblog/como-fazer-um-dashboard-em-excel/">Demographic Dashboard</a>. Ou, no mínimo, ter uma imagem do que <em>poderia</em> ser essa versão, que deverá, num único ecrã, mostrar a mesma quantidade de informação e incluir gráficos semelhantes ou melhores (é suposto que sejam melhores).</p>
<p>Isto vai ser interessante&#8230; Se alguém <strike>acha</strike> sabe que  não é possível atingir estes objectivos estou a perder o meu precioso tempo por favor diga-o nos comentários ou cale-se para sempre.</p>
<p>OK. Vamos começar. Este post vai ser actualizado à medida que eu vá desenvolvendo o dashboard.</p>
<p><strong>Part 2: Os KPI Demográficos</strong></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/demographic_dashboard_gauges.png" title="Demographic Dashboard Gauges" alt="Demographic Dashboard Gauges" height="172" width="569" /></p>
<p>Uau! Os meus primeiros odómetros ou velocímetros ou seja lá o que isto é&#8230; Finalmente uma alternativa àqueles indicadores chatos que estão na versão em Excel! Até agora tudo bem. Vai ser um dashboard fantástico!</p>
<p>Bom mas isto é o básico. Vamos experimentar agora fazer a pirâmide etária.</p>
<p>Continua&#8230;</p>


<p>Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/produtos/dashboard-demografico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dashboard Demográfico'>Dashboard Demográfico</a> <small>Esta página descreve os aspectos práticos de acesso ao dashboard....</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/como-fazer-um-dashboard-em-excel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Como fazer um dashboard em Excel'>Como fazer um dashboard em Excel</a> <small> Quer ver um exemplo com dados reais e aprender...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/uma-simples-escova/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Uma simples escova'>Uma simples escova</a> <small> Só queria comprar uma escova para o parabrisas do...</small></li></ol></p><div class="feedflare">
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		<title>Nova livraria</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Sep 2007 09:56:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Coloquei na barra da direita um widget da Amazon com os meus livros recomendados na área da vidualização de informação. Esta livraria substitui a lista que se encontra em &#8220;Livros&#8221; que será logo que possível substituída por uma lista de artigos científicos relevantes.
Os princípios da lista anterior mantêm-se: é a minha lista pessoal (embora com [...]


Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/livros/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Livros'>Livros</a> <small>À esquerda poderá encontrar o link para uma nova página...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/dicas-graficas-002-considere-o-tipo-de-tarefa/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dicas gráficas 002: Considere o tipo de tarefa'>Dicas gráficas 002: Considere o tipo de tarefa</a> <small>Suponha que está a analisar uma lista de encomendas com ...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Coloquei na barra da direita um widget da Amazon com os meus livros recomendados na área da vidualização de informação. Esta livraria substitui a lista que se encontra em &#8220;Livros&#8221; que será logo que possível substituída por uma lista de artigos científicos relevantes.</p>
<p>Os princípios da lista anterior mantêm-se: é a minha lista pessoal (embora com muitas escolhas óbvias) que será ampliada com o tempo e à medida que eu possa de facto avaliar novos livros.  Não é minha intenção listar livros apenas porque cabem dentro do tema.</p>
<p>Por cada livro comprado através do BizViz recebo uns cêntimos (sim, só uns cêntimos&#8230;)  de comissão, o que dá uma pequena ajuda para a manutenção do blog.</p>


<p>Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/livros/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Livros'>Livros</a> <small>À esquerda poderá encontrar o link para uma nova página...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/dicas-graficas-002-considere-o-tipo-de-tarefa/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dicas gráficas 002: Considere o tipo de tarefa'>Dicas gráficas 002: Considere o tipo de tarefa</a> <small>Suponha que está a analisar uma lista de encomendas com ...</small></li></ol></p><div class="feedflare">
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		<title>Como fazer um dashboard em Excel</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 20:00:34 +0000</pubDate>
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Quer ver um exemplo com dados reais e aprender como se faz um dashboard em Excel? Veio ao sítio certo! É com grande satisfação que partilho com os leitores deste blog um projecto que tenho vindo a desenvolver,  o Demographic Dashboard. O Demographic Dashboard é um instrumento de análise da evolução da estrutura da [...]


Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/como-fazer-uma-piramide-etaria-em-excel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Como fazer uma pirâmide etária em Excel'>Como fazer uma pirâmide etária em Excel</a> <small> Talvez por já ter escrito aqui sobre pirâmides etárias,...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/produtos/dashboard-demografico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dashboard Demográfico'>Dashboard Demográfico</a> <small>Esta página descreve os aspectos práticos de acesso ao dashboard....</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/o-demographic-dashboard-uma-versao-para-crystal-xcelsius/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Demographic Dashboard: Uma versão para Crystal Xcelsius?'>O Demographic Dashboard: Uma versão para Crystal Xcelsius?</a> <small>Parte 1: O Início Acabei de fazer o download da...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="The Demographic Dashboard" href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/charts_demographic_dashboard_large.png"></a></p>
<p style="text-align: center"><a title="The Demographic Dashboard" href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/charts_demographic_dashboard_large.png"><img style="width: 566px; height: 360px" title="BizViz Demographic Dashboard" src="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/charts_demographic_dashboard_small.png" alt="BizViz Demographic Dashboard" /></a></p>
<p>Quer ver um exemplo com dados reais e aprender como se faz um dashboard em Excel? Veio ao sítio certo! É com grande satisfação que partilho com os leitores deste blog um projecto que tenho vindo a desenvolver,  o <strong>Demographic Dashboard</strong>. O Demographic Dashboard é um instrumento de análise da evolução da estrutura da população em todos os países do mundo e por grandes regiões. Veja <a href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/00_demodash_intro.htm">como o dashboard funciona neste screencast</a> e aceda à página <a href="http://www.learningfromdata.com/ptblog/produtos/dashboard-demografico/">Produtos / Dashboard Demográfico</a> para fazer o <strong>download gratuito</strong> do ficheiro. O dashboard foi desenvolvido no Excel 2003 (versão inglesa) e está disponível para qualquer utilizador. [<em>Actualização: Uma versão portuguesa poderá ficar disponível se o número de pedidos o justificar. Envie-me uma mensagem indicando o seu interesse.</em>]</p>
<p>Ao desenvolver o Demographic Dashboard pretendi abordar vários temas:</p>
<ol>
<li><strong>Dashboard:</strong> Demonstrar que é possível elaborar um dashboard sofisticado com base numa ferramenta comum de escritório como o Excel. Isto é importante em especial para pequenas e médias organizações, que por um custo residual podem criar um bom instrumento de análise e monitorização de dados;</li>
<li><strong>Tutorial de Excel:</strong> Uma das versões disponíveis inclui vários screencasts que mostram, passo a passo, como o dashboard foi construído em Excel. Uma falha comum a cursos e livros de Excel é a incapacidade para tornar perceptível como um conjunto de funções pode ser articulado num projecto, e qual o lugar que cada peça ocupa no puzzle final. Ao mostrar essa articulação os screencasts funcionam como um complemento aos livros, contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento das competências em Excel dos utilizadores. Idealmente, cada utilizador deverá reproduzir os passos que observa no screencast, tendo à mão um bom livro de Excel que lhe resolva dúvidas sobre a utilização de certas fórmulas (é importante sublinhar que várias funções de Excel aplicadas são de nível intermédio/avançado, pelo que o utilizador deve ter algum conhecimento prévio no trabalho com folhas de cálculo);</li>
<li><strong>Visualização de informação:</strong> É frequente a associação dos dashboards a gráficos circulares, gráficos imitando conta-rotações e outros mais ou menos irrelevantes. É também essa a estratégia de comunicação dos vendedores de aplicações de dashboard e <em>business intelligence</em>. A minha visão não é essa, lamento. Ao eliminar gráficos pobres do ponto de vista da informação transmitida e simplificando os gráficos até ao mínimo essencial é possível introduzir uma maior densidade de informação relevante, o que se traduz numa imagem que permite ao utilizador ter uma visão mais completa da realidade retratada;</li>
<li><strong>Interacção:</strong> A representação gráfica de informação não pode ser reduzida a uma imagem estática. A interacção entre o utilizador e o sistema é essencial para uma melhor compreensão dos dados. Esta é uma das áreas em que o desenvolvimento em folha de cálculo é mais complexo, mas não quis deixar de mostrar algumas formas básicas de o fazer;</li>
<li><strong>Conteúdo:</strong> O conteúdo deste dashboard não foi escolhido por acaso. O envelhecimento da população é uma tendência comum a todos os países do mundo e corresponde ao que em demografia se designa por &#8220;transição demográfica&#8221;, a passagem de um regime de alta mortalidade e alta natalidade para um outro de baixa mortalidade e baixa natalidade (leia mais sobre este assunto no relatório das Nações Unidas <a href="http://www.un.org/esa/population/meetings/EGMPopAge/1_UNPD_Trends.pdf">The Diversity of Changing Population Age Structures in the World</a>). Com esta aplicação é muito fácil analisar a situação em cada país e em grandes regiões.</li>
</ol>
<p>Depois de desenhar o dashboard foi necessário refazê-lo para gravar os screencasts, mas esta segunda versão sofreu algumas alterações relativamente à primeira. Neste momento já penso em várias alterações que quero introduzir na próxima versão. Mas boa parte do interesse deste projecto é colocá-lo sob o julgamento dos leitores do blog e encontrar formas de o melhorar com as suas sugestões. A caixa de comentários e a caixa de correio estão à vossa disposição. Por favor utilizem-nas!</p>


<p>Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/como-fazer-uma-piramide-etaria-em-excel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Como fazer uma pirâmide etária em Excel'>Como fazer uma pirâmide etária em Excel</a> <small> Talvez por já ter escrito aqui sobre pirâmides etárias,...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/produtos/dashboard-demografico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dashboard Demográfico'>Dashboard Demográfico</a> <small>Esta página descreve os aspectos práticos de acesso ao dashboard....</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/o-demographic-dashboard-uma-versao-para-crystal-xcelsius/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Demographic Dashboard: Uma versão para Crystal Xcelsius?'>O Demographic Dashboard: Uma versão para Crystal Xcelsius?</a> <small>Parte 1: O Início Acabei de fazer o download da...</small></li></ol></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~f/JcBizviz?a=n9tvgiDk"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/JcBizviz?d=41" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~f/JcBizviz?a=gRuKeEto"><img src="http://feeds.feedburner.com/~f/JcBizviz?d=50" border="0"></img></a>
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		<title>Animação de informação demográfica</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 19:26:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Já escrevi no blog sobre o papel da animação em visualização de informação. Quando aplicada a mudanças no espaço ou no tempo poderá mostrar padrões de evolução que não são fáceis de observar em imagens estáticas, porque o padrão está embebido no movimento. Mas o movimento exige tal exclusividade da nossa atenção que se torna [...]


Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/animao-em-visualizao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Animação em visualização'>Animação em visualização</a> <small>Não tenho uma relação muito pacífica com a utilização de...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/mil-dados-mil-graficos-parte-1-tabelas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mil dados, mil gráficos - Parte 1 (Tabelas)'>Mil dados, mil gráficos - Parte 1 (Tabelas)</a> <small>Há formas de representação que iluminam as relações entre os...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/evitar-a-sobrecarga-de-informacao-grafica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Evitar a sobrecarga de informação gráfica'>Evitar a sobrecarga de informação gráfica</a> <small>A sobrecarga de informação (information overload) pode ser em parte...</small></li></ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/population_pyramid_africa_96.png" title="Population Pyramid Africa 1996" alt="Population Pyramid Africa 1996" height="411" width="542" /></p>
<p>Já escrevi no blog sobre o papel da <a href="http://www.learningfromdata.com/ptblog/animao-em-visualizao/">animação em visualização de informação</a>. Quando aplicada a mudanças no espaço ou no tempo poderá mostrar padrões de evolução que não são fáceis de observar em imagens estáticas, porque o padrão está embebido no movimento. Mas o movimento exige tal exclusividade da nossa atenção que se torna difícil compreender um gráfico onde  a animação crie  dois ou mais padrões em simultâneo. Um dos motivos porque a famosa a<a href="http://www.ted.com/tedtalks/tedtalksplayer.cfm?key=hans_rosling">presentação de Hans Rosling no TED</a> funciona é porque ele próprio &#8220;faz parte&#8221; do gráfico, mostrando as grandes tendências mas também chamando a atenção para outras que passariam despercebidas. Mais do que qualquer outra forma técnica de representação gráfica, a animação necessita de interacção com o utilizador, permitindo-lhe fazer pausas, avançar, recuar, até assimilar tudo o que a representação oferece.</p>
<p>Como sub-produto de um projecto de que falarei no próximo post, gostaria de o convidar a ver alguns screencasts que gravei com a evolução da estrutura etária da população entre 1996 e 2050. Não sei se os leitores do blog estão familiarizados com este tipo de representação, que essencialmente consiste em incluir um grande número de séries sem cuidar de identificar cada uma delas. No entanto, a acumulação de perfis leva à representação de padrões que são interessantes de observar. Repare na imagem acima: o perfil etário da população em África era extremamente claro em 1996, com pouca variabilidade. No screencast de África poderá observar que não só o padrão evolui na tendência esperada (menos jovens) mas também a variabilidade aumenta, tornando o continente menos homogéneo.</p>
<p>Estão disponíveis screencasts para a pirâmide com todos os países do <a href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/pyramids_world.htm"><strong>Mundo</strong>,</a> da <strong><a href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/pyramids_cont_europe.htm">Europa</a></strong>, de <strong><a href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/pyramids_cont_africa.htm">África</a></strong>, da <strong><a href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/pyramids_cont_south_america.htm">América do Sul</a></strong>, da <strong><a href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/pyramids_cont_north_america.htm">América do Norte</a></strong>, da <strong><a href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/pyramids_cont_asia.htm">Ásia</a></strong> e da <strong><a href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/pyramids_cont_oceania.htm">Oceania</a></strong>, bem como dos <strong><a href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/pyramids_more_developed_countries.htm">países mais desenvolvidos</a></strong> e dos <strong><a href="http://dt.jorgecamoes.com/images/2007/09/pyramids_less_developed_countries.htm">países menos desenvolvidos</a></strong>. Uma linha de cinzento mais escuro mostra o perfil da região.</p>
<p>Não o fiz aqui porque tornaria o desenvolvimento mais complexo, mas é possível seleccionar um conjunto de países (atribuindo-lhes uma cor diferente) e observar o seu perfil no contexto da região.</p>
<p>Há varias circunstâncias no marketing e na análise de informação de negócio em geral em que a aplicação deste tipo de gráficos pode ser útil, em especial para a detecção de padrões e <em>outliers</em>  num grande número de dados.</p>
<p>Julgo que este é um exemplo de representação em que a animação funciona porque estamos a falar de tendências pesadas e em que cada país segue um caminho relativamente consistente, o que faz sobressair o padrão global.</p>
<p>(Para os curiosos do &#8220;como foi feito&#8221;: cada screencast é uma gravação simples do gráfico que foi feito em Excel. Depois de seleccionada a região uma macro automatiza a mudança de ano, o que cria este efeito de animação.)</p>


<p>Veja também:<ol><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/animao-em-visualizao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Animação em visualização'>Animação em visualização</a> <small>Não tenho uma relação muito pacífica com a utilização de...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/mil-dados-mil-graficos-parte-1-tabelas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mil dados, mil gráficos - Parte 1 (Tabelas)'>Mil dados, mil gráficos - Parte 1 (Tabelas)</a> <small>Há formas de representação que iluminam as relações entre os...</small></li><li><a href='http://www.learningfromdata.com/ptblog/evitar-a-sobrecarga-de-informacao-grafica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Evitar a sobrecarga de informação gráfica'>Evitar a sobrecarga de informação gráfica</a> <small>A sobrecarga de informação (information overload) pode ser em parte...</small></li></ol></p><div class="feedflare">
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