<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162</id><updated>2024-09-10T13:51:25.245-03:00</updated><category term="Diabetes Tipo 1"/><category term="Diabetes"/><category term="Diabete"/><category term="Diabete Melito"/><category term="Celulas-Tronco"/><category term="Diabetes LADA"/><category term="Diabetes tipo 2"/><category term="14 de Novembro"/><category term="Classificacao Diabetes"/><category term="DCCT"/><category term="Dia Mundial do Diabetes"/><category term="Diabete Gestacional"/><category term="Diabete Secundario"/><category term="Diabete tipo Mody"/><category term="Diabetes Gestacional"/><category term="Diabetes Melito"/><category term="Frederick Banting"/><category term="Hipoglicemia"/><category term="Historia do DIabetes"/><category term="Ilhotas"/><category term="Julio Voltarelli"/><category term="Massachusetts General Hospital"/><category term="NUCEL"/><category term="Pre-Diabetes"/><category term="Prevencao do diabetes tipo 1"/><category term="Sindrome de Cushing"/><category term="TOTG"/><category term="Tipos de Diabete"/><category term="Tolerancia a glicose diminuida"/><category term="Transplante de Ilhotas"/><category term="Voltarelli"/><category term="adrenalina"/><category term="auto-anticorpos"/><category term="bomba de insulina"/><category term="controle glicemico"/><category term="cura diabetes"/><category term="denise faustman"/><category term="figado"/><category term="genetica"/><category term="glicemia de jejum alterada"/><category term="glucagon"/><category term="hiperglicemia"/><category term="hiperinsulemia"/><category term="insulina"/><category term="insulina inalavel"/><category term="metabolismo"/><category term="nicotinamida"/><category term="palpitacoes"/><category term="patologia"/><category term="sindrome de Stiff-Man"/><category term="tnf"/><title type='text'>Diabetes tipo 1: Jornada até a cura</title><subtitle type='html'>Por Frederico Ribeiro</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-1912317806176841957</id><published>2009-11-14T16:17:00.014-02:00</published><updated>2009-11-14T18:33:35.693-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="14 de Novembro"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dia Mundial do Diabetes"/><title type='text'>Feliz Dia Mundial do Diabetes!</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Sv8HWHZtIEI/AAAAAAAAAR0/Xp7SLApZLIk/s1600-h/LOGO+PT.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 319px; height: 220px;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Sv8HWHZtIEI/AAAAAAAAAR0/Xp7SLApZLIk/s320/LOGO+PT.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5404046154393264194&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pois é, o dia tão esperado finalmente chegou! Dia 14 de Novembro, o Dia Mundial do Diabetes!!! &lt;br /&gt;Antes de falar sobre a importância deste dia, vou falar um pouco sobre a sua história. Por que dia 14 de Novembro? Por que um círculo azul?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, o dia mundial do diabetes é celebrado todo ano no dia 14 de Novembro em homenagem ao meu quase xará Frederick Banting (cujo aniversário é no dia 14/11), que juntamente com seu aluno, Charles Best descobriram a insulina em 1921! Para saber mais sobre a história do diabetes, clique &lt;a href=&quot;http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/histria-do-diabetes_5161.html&quot;&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia mundial do diabetes foi introduzido primeiramente pela Federação Internacional de Diabetes &lt;a href=&quot;http://www.idf.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;(IDF)&lt;/a&gt; e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1991 e em 2006 tornou-se uma resolução das Nações Unidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sobre o símbolo. Por que um círculo azul? Em várias culturas, o círculo simboliza vida e saúde. A cor azul reflete o céu que une todas as nações e é a cor da bandeira das Nações Unidas. O círculo azul significa a união da comunidade diabética global em resposta à pandemia do diabetes. Bonito seu significado, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom,agora que já sabemos sobre a história do dia 14 de Novembro, vamos falar sobre o dia em si, certo? Então, quando eu comentei com a minha mãe pela primeira vez sobre o Dia Mundial do Diabetes, ela não ficou nem um pouco satisfeita: &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot;Frederico, eu sou diabética 365 dias por ano e não só no dia 14 de Novembro!!!&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o que eu queria tentar deixar BEM CLARO é que hoje não é um dia para lembrarmos dos diabéticos e prestarmos nossa solidariedade a eles (acredito que tanto vocês diabéticos como também minha mãe já se cansaram das pessoas sentindo pena das agulhadas diárias obrigatórias). Enfim, hoje seria mais um dia de UNIÃO dos diabéticos para tentar alertar a sociedade sobre essa doença que cresce cada vez mais no mundo (pois é, não só o diabetes tipo 2, mas também a taxa de incidência do diabetes tipo 1 tem aumentado!). Resumindo, esta não é uma campanha PARA os diabéticos e sim DOS diabéticos. Caso contrário, o dia se chamaria Dia Mundial dos Diabéticos, não é mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sobre o tema de 2009:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://i34.tinypic.com/2ivzm1i.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 485px; height: 461px;&quot; src=&quot;http://i34.tinypic.com/2ivzm1i.jpg&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Educar para prevenir&quot;. Bom, como já deu para perceber, esse tipo de prevenção (exercícios físicos em geral) está mais relacionado com o diabetes tipo 2, uma vez que ainda não existe um método de prevenção totalmente eficaz para o diabetes tipo 1. Mas mesmo assim, como os sintomas são os mesmos para os dois tipos, acredito que a conscientização ainda valha a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar, vou colocar quais são os objetivos da campanha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&gt; Estimular os governos a implantar e fortalecer políticas de prevenção e controle do diabetes e de suas complicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&gt; Disseminar ferramentas para apoiar as iniciativas nacionais e locais para a prevenção e monitoramento do diabetes e de suas complicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&gt; Esclarecer a importância da educação baseada em evidências na prevenção e no monitoramento do diabetes e de suas complicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&gt; Aumentar a conscientização dos sinais de alerta do diabetes e promover ações que incentivem o diagnóstico precoce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&gt; Aumentar a conscientização e promover ações para reduzir os principais fatores de risco do diabetes tipo 2, que podem ser modificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&gt; Aumentar a conscientização e promover ações para prevenir ou retardar o aparecimento de complicações do diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah sim, uma coisa muito interessante dessa campanha é o fato de que a International Diabetes Federation (IDF) lançou, em 2007, a ideia de iluminar de azul alguns monumentos de várias cidades espalhadas pelo mundo. Aqui vão algumas imagens incríveis de alguns monumentos não só do Brasil, como também do mundo. E você, vai iluminar sua casa hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Sv8A81VOKkI/AAAAAAAAARM/GHe4OymYnmY/s1600-h/Cristo+Redentor,+Brasil.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Sv8A81VOKkI/AAAAAAAAARM/GHe4OymYnmY/s320/Cristo+Redentor,+Brasil.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5404039122976123458&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;                    Cristo Redentor, Rio de Janeiro, Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Sv8BKBpytdI/AAAAAAAAARU/bbt_2ndvs1g/s1600-h/Torre+Eiffel.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Sv8BKBpytdI/AAAAAAAAARU/bbt_2ndvs1g/s320/Torre+Eiffel.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5404039349621929426&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;                   Torre Eiffel, Paris, França&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Sv8BdG_8EOI/AAAAAAAAARc/vJJB6KkTMQU/s1600-h/Coliseu,+Roma,+It%C3%A1lia.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Sv8BdG_8EOI/AAAAAAAAARc/vJJB6KkTMQU/s320/Coliseu,+Roma,+It%C3%A1lia.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5404039677474509026&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;                  Coliseu, Roma, Itália&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, era isso. Espero que tenham gostado do post! Feliz Dia Mundial do Diabetes para todos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços e claro,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Biomédicas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:70%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;Referências: www.diamundialdodiabetes.org.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;border: 0pt none ;&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;16&quot; width=&quot;125&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/1912317806176841957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/1912317806176841957?isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/1912317806176841957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/1912317806176841957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2009/11/pois-e-o-dia-tao-esperado-finalmente.html' title='Feliz Dia Mundial do Diabetes!'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Sv8HWHZtIEI/AAAAAAAAAR0/Xp7SLApZLIk/s72-c/LOGO+PT.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-8243986023200417490</id><published>2009-11-02T14:25:00.007-02:00</published><updated>2009-11-02T16:28:04.781-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cura diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="denise faustman"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Massachusetts General Hospital"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tnf"/><title type='text'>Jornada Diabética está de volta!</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Su8IGdFhwNI/AAAAAAAAAPk/IaVdkOGYs8U/s1600-h/Dra.Faustman.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 210px;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Su8IGdFhwNI/AAAAAAAAAPk/IaVdkOGYs8U/s320/Dra.Faustman.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5399543385220563154&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Saudações Biomédicas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com muito prazer que venho aqui dizer que voltarei com as postagens do &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;blog&lt;/span&gt;. Semestre passado estava um pouco puxado, com todas as provas da faculdade, mas agora pretendo postar pelo menos uma vez por semana, uma vez que meu interesse por essa doença auto-imune não diminuiu nem um pouco!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então vamos ao que interessa, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você provavelmente deve estar se perguntando quem é a cientista da foto. Ela provavelmente é a pessoa mais próxima da cura para o diabetes tipo 1 da atualidade. Isso mesmo! Seu nome é Denise Faustman e ela trabalha no laboratório de Imunologia do Massachusetts General Hospital (para visitar o site em &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;inglês&lt;/span&gt;, clique &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.faustmanlab.org/index.html&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender um pouco mais sobre a sua pesquisa, é preciso entender uma coisa da pesquisa científica em geral: geralmente ela se inicia com camundongos (aqueles branquinhos com os olhos vermelhos). Quando os resultados com os animaizinhos são satisfatórios, a pesquisa segue então para a fase clínica, que é dividida em 4 fases.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na fase I, há uma avaliação inicial em humanos (de 20 a 100 indivíduos, geralmente) onde os pesquisadores irão tentar estabelecer uma evolução preliminar de segurança e do perfil farmacocinético (o que o corpo faz com a droga ingerida) e quando possível, um perfil farmacodinâmico (o que a droga faz com o corpo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na fase II, há os primeiros estudos controlados com pacientes, para demonstrar a efetividade da droga a ser administrada (100-200 indivíduos). Além disso, tal estágio serve para confirmar a segurança do medicamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fase III é marcada por estudos internacionais, de larga escala, em múltiplos centros, com diferentes populações de pacientes para demonstrar a eficácia e segurança (população mínima aprox. 800)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por fim, existe a fase IV, que caracteriza-se por pesquisas feitas após a liberação do medicamento para o mercado (quando um medicamento é recolhido do mercado, isso significa que ele não passou da fase IV do estudo clínico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Referências sobre o estudo clínico: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora qual é a realidade sobre a pesquisa científica para a cura do diabetes tipo 1? Pelo menos nas buscas que eu realizei em &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;websites&lt;/span&gt; de estudos clínicos internacionais, a maioria dos estudos estão relacionados com prevenção do DM1 (diabetes mellitus tipo 1), diminuição das complicações, reversão da doença em pacientes recém-diagnosticados (como é o caso da &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/clulas-tronco.html&quot;&gt;pesquisa do Dr. Voltarelli&lt;/a&gt;) e transplantes (ilhotas, pâncreas). Porém, nada específico com relação a reversão ou cura definitiva da doença até conhecer a pesquisa brilhante da Dra. Faustman, que demonstra que é possível além de acabar com a auto-imunidade (células de defesa atacando o próprio organismo), fazer com que haja a regeneração das células produtoras de insulina (células - &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;beta&lt;/span&gt;). Fantástico, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua pesquisa se baseia na administração de uma proteína do corpo chamada &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;tumor necrosis factor&lt;/span&gt; (TNF), que parece estar em falta no corpo de pacientes com DM1. O mais incrível de tudo é que tal droga, ao contrário das outras disponíveis no mercado para pacientes com doenças auto-imunes, consegue destruir apenas as células que atacam o próprio organismo, deixando as outras células de defesa (normais; não auto-reativas) intactas!!! Em outras palavras, é uma imunossupressão altamente específica!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente a pesquisa está no finalzinho da fase I do estudo clínico, portanto, vamos esperar que tal droga realmente se torne segura e mais importante, eficaz. Para os acadêmicos que assim como eu, se interessam pelo assunto, estou deixando &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.faustmanlab.org/docs/academic/PNAS2008.pdf&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; o link para o artigo científico que explica precisamente como TNF (que normalmente é pró-inflamatório) está sendo usado para reverter o diabetes tipo 1. Realmente brilhante o trabalho da Dra. Faustman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que tenham gostado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Biomédicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;border: 0pt none ;&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;16&quot; width=&quot;125&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/8243986023200417490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/8243986023200417490?isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/8243986023200417490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/8243986023200417490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2009/11/jornada-diabetica-esta-de-volta.html' title='Jornada Diabética está de volta!'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/Su8IGdFhwNI/AAAAAAAAAPk/IaVdkOGYs8U/s72-c/Dra.Faustman.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-112954318904984515</id><published>2008-12-26T18:06:00.010-02:00</published><updated>2009-01-19T03:48:02.609-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabete Melito"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes LADA"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Tipo 1"/><title type='text'>Diabetes LADA</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/SVU6dBkEhsI/AAAAAAAAAI8/FptFX8Akxfc/s1600-h/imagem.dll.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 192px; height: 320px;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/SVU6dBkEhsI/AAAAAAAAAI8/FptFX8Akxfc/s320/imagem.dll.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5284194008099489474&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Bom, já que o &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;blog &lt;/span&gt;está no início, resolvi não esperar pelo comentário pedindo informações sobre o diabetes tipo LADA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de começar a falar um pouquinho sobre esse tipo de diabetes, coloquei a imagem do livro que usarei como referência. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot;Diabete Melito&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;: Manual de cuidados essenciais&quot;&lt;/span&gt; que tive a oportunidade de ler e reler algumas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, vamos começar. Vou colocar o trecho do livro que explica o diabetes LADA e embaixo vou tentar &quot;traduzir&quot; para um português mais acessível! =)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot;  Estudos epidemiológicos sugerem que a taxa de incidência do DM1 alcança dois picos de incidência, uma perto da puberdade e outra em torno dos 40 anos de idade. Também sugerem que a taxa geral de incidência do DM1 é aproximadamente equivalente a acima e abaixo dos 20 anos de idade. Muitos desses pacientes mais velho, em especial no início do seu diabete, são clinicamente similares aos clássicos pacientes diabéticos tipo 2. Além disso, a descoberta de anticorpos característicos do DM1 em 10-30% dos pacientes pode resultar em um fenótipo clínico similar ao do processo da doença do tipo 2. Esse subconjunto tem sido diversas vezes descrito como diabete auto-imune latente do adulto (LADA), que evolui lentamente para o DMID, diabete tipo 1 de início tardio e diabete tipo 1 1/2&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente é um saco ter que ler esse tipo de informação altamente formal haha! Terei que ir me acostumando aos poucos. Enfim, vamos ao que interessa. Pra explicar melhor essa história de diabete auto-imune latente do adulto (LADA), vou contar como aconteceu com a minha mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela estava nos seus 35-40 anos (&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;mulher NUNCA fala a idade exata!&lt;/span&gt;) quando foi diagnosticada com diabetes. Como estava acima do peso, em parte por ter tido um filhão com 51cm e pesando 4,2kg, que mais tarde foi chamado de Frederico, foi prontamente diagnosticada como sendo tipo 2. Então, ela iniciou o tratamento com hipoglicemiantes orais, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o tratamento oral começou a não fazer efeito, até que ela teve que começar o tratamento com injeções diárias de insulina. Aí, só recentemente, que ela resolveu fazer um exame para medir os níveis de Peptídeo C e Autoanticorpos, e descobriu que na verdade, tinha diabetes tipo 1 e não tipo 2.&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Então, é mais ou menos assim que &quot;funciona&quot; o diabete LADA. A pessoa geralmente é mais velha (o que vai contra o antigo nome do diabetes tipo 1: diabete juvenil) e portanto acaba confundindo os médicos que irão receitar hipoglicemiantes orais para o tratamento. Com eles, é possível se atingir uma normalidade glicêmica, só que não é duradoura, uma vez que esses pacientes apresentam &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;autoanticorpos&lt;/span&gt; que por algum motivo (ainda não foi bem elucidado o mecanismo) irão se multiplicar, até que seja atingida a fase clínica da doença, tornando os hipoglicemiantes orais insuficientes para controlar a glicemia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então resumindo, o diabetes auto-imune latente do adulto (LADA):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ocorre geralmente na vida adulta e por isso é confundindo com o diabetes tipo 2&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Há a presença dos &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;autoanticorpos&lt;/span&gt;, o que caracteriza a doença como auto-imune, e portanto a enquadra como sendo do tipo 1&lt;/li&gt;&lt;li&gt;É conhecido também como diabetes 1,5 (um e meio) uma vez que estaria &quot;entre&quot; o diabetes tipo 1 e tipo 2 por apresentar características de ambos&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Bom, acho que é isso. Peço desculpas pelo tamanho do post, mas como é meu primeiro blog, vou aprendendo com o tempo. haha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços e Saudações Biomédicas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Obs: Por favor, deixem idéias para os próximos posts!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;border: 0pt none ;&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; width=&quot;125&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/112954318904984515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/112954318904984515?isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/112954318904984515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/112954318904984515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/12/bom-j-que-o-blog-est-no-incio-resolvi.html' title='Diabetes LADA'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/SVU6dBkEhsI/AAAAAAAAAI8/FptFX8Akxfc/s72-c/imagem.dll.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-2840821789505586744</id><published>2008-12-26T16:15:00.009-02:00</published><updated>2009-01-14T02:50:38.447-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabete Melito"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes LADA"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Tipo 1"/><title type='text'>E assim começa...</title><content type='html'>Boa tarde!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, venho aqui falar um pouco sobre o &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;blog&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio, este blog será mais expositivo. Farei o máximo para postar pelo menos uma vez ao dia, alguma matéria interessante sobre o diabetes tipo 1. Também pretendo esclarecer algumas dúvidas acerca do assunto. Lembrando que não sou médico, sou apenas um curioso no assunto, portanto prescrições de dieta/exercício/tipos de insulina a serem utilizadas não serão encontradas aqui! =) A minha intenção aqui é ir mostrando aos poucos a jornada dos pesquisadores até a cura, e também tentar aprender mais sobre essa doença com vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes disso, um pouco sobre mim. Meu nome é Frederico. Tenho 18 anos e faço Biomedicina na Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Minha mãe é diabética tipo 1 há quase 30 anos e vive muito bem, obrigado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo principal para estar criando este &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;blog&lt;/span&gt; é porque agora que iniciei minha carreira acadêmica percebi o tanto que minha mãe, mesmo com seus 30 anos de diabetes, ainda tinha a aprender sobre o assunto. Um exemplo bobo: perguntei a minha mãe se ela sabia o que era o diabetes LADA. Ela respondeu que não. &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Detalhe: &lt;/span&gt;o tipo do diabetes da minha mãe é o tipo LADA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Para você que ainda não sabe o que é o diabetes tipo LADA, deixe um comentário que explicarei com o maior prazer no nosso possível segundo post! =)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, são tantas as novidades no mercado, tanta informação, que fica difícil &quot;canalizar&quot; o que é bom e o que é ruim. Mas por favor tratem de ficar animados(as). Iniciei na área da pesquisa agora e estou tendo a oportunidade de acompanhar de perto o que está acontecendo não só no Brasil, como no mundo, e portanto posso afirmar baseado no progresso que tenho presenciado: a cura está batendo a porta! Dependendo de como o &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;blog &lt;/span&gt;evoluir, posso até postar artigos científicos bastante atuais que tenho acesso na Universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, estou aqui mais para aprender com vocês, do que ensinar. Afinal, ler tudo sobre a doença é uma coisa, ter a doença, é outra completamente diferente. Lembrando que quero ir construindo esse &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;blog&lt;/span&gt; aos poucos, e com a ajuda de vocês. Vocês jogam a dúvida e teremos um novo post! =)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;e Saudações Biomédicas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; width=&quot;125&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border:0&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/2840821789505586744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/2840821789505586744?isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/2840821789505586744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/2840821789505586744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/12/e-assim-comea.html' title='E assim começa...'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-7799844371949322948</id><published>2008-11-29T23:22:00.005-02:00</published><updated>2009-01-14T02:50:47.828-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Celulas-Tronco"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Tipo 1"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Julio Voltarelli"/><title type='text'>Entrevista com o Dr. Júlio Voltarelli</title><content type='html'>Segue abaixo, entrevista concedida pelo Dr. Júlio Voltarelli à Folha de São Paulo: (entrevista de Abril/2007)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_lblTexto&quot;&gt;&lt;p&gt;FOLHA - Como surgiu a técnica de usar o autotransplante de células-tronco para barrar o diabetes? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;JULIO CESAR VOLTARELLI - A técnica é a mesma usada para outras situações como a leucemia. Ela foi desenvolvida fora. Em 1997, já era utilizada nos Estados Unidos e na Europa. Em 2000, com a participação do norte-americano Richard Burt, decidimos tentar fazer no Brasil. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Inicialmente focava três doenças: lúpus, esclerose múltipla e esclerose sistêmica. Em 2001 fizemos o primeiro transplante auto-imune para lúpus no HC. O paciente está sem usar medicação há seis anos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;FOLHA - Quando sua equipe começou os primeiros testes para adaptar a técnica para o diabetes tipo 1? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;VOLTARELLI - Final de 2003. O primeiro paciente estava cumprindo pena na Penitenciária de Serra Azul. Depois de várias discussões éticas e morais, decidimos fazer o transplante nele. Foi feito em janeiro de 2004. Só que não funcionou. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;FOLHA - O fato de o primeiro não ter funcionado não desanimou o grupo de pesquisadores? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;VOLTARELLI - Não. Quando uma coisa não dá certo, você tenta analisar o que aconteceu. No caso dele tem duas possibilidades. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A primeira é que ele tomou corticóides (substância utilizada para prevenir alergias durante o tratamento). Isso é ruim para o diabetes. A segunda é que ele entrou no hospital já num estágio muito grave. Foi aí que substituímos o corticóide e escolhemos um grupo que nunca teve o coma diabético. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;FOLHA - Qual é o risco envolvido no transplante? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;VOLTARELLI - O risco de morte é muito baixo, mas pode ocorrer. A quimioterapia é muito forte. O risco principal, no entanto, é uma infecção porque a terapia bloqueia o sistema de imunidade do paciente. Teve um paciente nosso que teve uma infecção grave e quase morreu, mas foi recuperado. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;FOLHA - E agora, quais são as próximas etapas do experimento? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;VOLTARELLI - Esse número de 15 é pequeno. O ideal era fazer com uns 50. Foi o que nós pudemos fazer, apesar de mais de cem terem sido entrevistados. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;FOLHA - O limite para a técnica funcionar tem que ser mesmo seis semanas da descoberta do diabetes 1? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;VOLTARELLI - É um limite arbitrário. A questão é a seguinte: quando você desenvolve os sintomas do diabetes, significa que você tem uma quantidade de insulina muito baixa. Quando você está lá na frente, você não tem mais nenhuma célula que produz insulina. A partir do zero, precisa injetar uma célula para refazer o pâncreas. As células-tronco que eu coloco lá não refazem. Isso é um mito. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;FOLHA - Quando o procedimento poderá ser feito em larga escala? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;VOLTARELLI - O paciente fica três meses aqui. É longo, é caro, é tóxico, é complicado. Não vai servir para tratar todos diabéticos do mundo. Não pode fazer em qualquer hospital. Primeiro, precisa ter um transplante de medula óssea funcionando. Na região de Ribeirão, o único é o do HC. São dez leitos para a região inteira. Como eu vou tratar mil diabéticos? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;É impossível. Não é um tratamento de massa. Fizemos 15 em três anos. Se eu usar todos os meus leitos eu posso fazer, no máximo, 30 por ano. É pouco. Em massa é difícil fazer. Nós estamos tentando fazer a mesma coisa sem precisar de quimioterapia. Nós estamos tentando usar algum tipo de célula-tronco que faça a imunossupressão por si só. O paciente não precisaria ser internado. Estamos desenvolvendo essa técnica com uma célula mesenquimal (que origina os vasos e alguns tipos de tecido) . É um novo projeto. É a nossa aposta. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;FOLHA - Qual é o custo médio do tratamento? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;VOLTARELLI - O SUS paga R$ 14 mil por paciente. O custo fica entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;FOLHA - Já dá para usar o termo cura para o diabetes tipo 1? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;VOLTARELLI - De jeito nenhum. Eu nego peremptoriamente que esteja falando de cura. Cura significaria o indivíduo nunca mais ter chance de desenvolver a doença. Na realidade, tivemos um paciente que voltou [a tomar insulina]. Depois de um ano, ele teve uma infecção viral e a doença voltou. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;FOLHA - Se não é cura, como pode ser definida a técnica? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;VOLTARELLI - Resposta clínica. Se esta resposta vai ser permanente ou transitória é que vai se definir. Se o paciente ficar sem insulina o resto da vida, é cura. Eu controlo a diabetes com dieta e comprimido. Não tomo insulina porque o tipo 2 só toma na fase final da doença.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Referência: &lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_lblTexto&quot;&gt;&lt;em&gt;Jornal O Estado de São Paulo (abril/2007) Autologous Nonmyeloablative Hematopoietic Stem Cell Transplantation in Newly Diagnosed Type 1 Diabetes Mellitus Júlio C. Voltarelli, MD, PhD; Carlos E. B. Couri, MD, PhD; Ana B. P. L. Stracieri, MD, PhD; Maria C. Oliveira, MD, MSc; Daniela A. Moraes, MD; Fabiano Pieroni, MD, PhD; Marina Coutinho, MD, MSc; Kelen C. R. Malmegrim, PhD; Maria C. Foss-Freitas, MD, PhD; Belinda P. Simões, MD, PhD; Milton C. Foss, MD, PhD; Elizabeth Squiers, MD; Richard K. Burt, MD JAMA. 2007; 297:1568-1576. Abstract Íntegra&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_lblTexto&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_lblTexto&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; width=&quot;125&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border:0&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/7799844371949322948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/7799844371949322948?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/7799844371949322948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/7799844371949322948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/entrevista-com-o-dr-jlio-voltarelli.html' title='Entrevista com o Dr. Júlio Voltarelli'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-6965875018959455219</id><published>2008-11-29T21:19:00.007-02:00</published><updated>2009-01-14T02:50:56.355-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Celulas-Tronco"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Tipo 1"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Voltarelli"/><title type='text'>Células-tronco</title><content type='html'>Vim aqui falar um pouquinho sobre o tratamento com células-tronco para o diabetes tipo 1. Bom, usarei como referência nada mais nada menos do que o  próprio artigo publicado pelo nosso compatriota, o Dr. Júlio C. Voltarelli &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;(para ver o currículo do Dr. Voltarelli clique &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4787009J0&quot;&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;),&lt;/span&gt;&lt;span&gt; cujo título é:&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; &quot;Transplante de células-tronco hematopoéticas no diabete melito do tipo I&quot;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Comecemos com uma introdução aos transplantes utilizando células-tronco hematopoiéticas:&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot;   Transplantes autólogos de células-tronco hematopoéticas (TACTH) para doenças&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;auto-imunes (DAÍ) graves e refratárias à terapia convencional têm sido realizados &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;desde 1996, principalmente dirigidos a doenças reumáticas e neurológicas, com &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;resultados encorajadores. De modo geral, dois terços dos pacientes alcançam &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;remissão duradoura da doença auto-imune, embora a morbimortalidade relacionada &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;ao transplante ou à recidiva e progressão da DAI ainda constituam problemas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;significativos. Baseados nesses resultados e no efeito benéfico da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;imunossupressão moderada na evolução do diabete melito do tipo I (DM-I), iniciamos, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;em dezembro de 2003, um protocolo clínico de TACTH para esta doença, em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;cooperação com a Universidade Northwestern de Chicago, da Universidade de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Miami e do National Institutes of Health.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um protocolo brasileiro? Gente, escutar isso melhora o ânimo de qualquer um, fala sério! Enfim, vale destacar que o protocolo criado cita que foram utilizadas apenas pessoas com menos de 35 anos, dignosticadas há menos de 6 semanas ou na fase assintomática da doença (&quot;lua de mel&quot;) no tratamento. Para você que não se encaixa no perfil exigido, não fique desanimado(a). Lembre-se do que eu havia comentado no tópico sobre &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/transplante-de-ilhotas.html&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Transplante de Ilhotas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;. Quando um protocolo é novo, significa que ele ainda precisa de várias alterações até que se torne um &quot;manual perfeito&quot;... E o protocolo brasileiro foi iniciado apenas em 2003!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas continuemos com o artigo:&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&quot;No diabete melito do tipo I (DM-1), as células beta das ilhotas de Langerhans do pâncreas são destruídas por linfócitos T auto-reativos, causando deficiência na produção de insulina, que se manifesta predominantemente em crianças e adultos jovens (70% antes dos 35 anos), causando grande morbidade e mortalidade. Um estudo recente da OMS revelou que, em 2000, o diabete causou 154. 308 mortes e custou 6,7 bilhões de dólares em cuidados médicos e 37,7 bilhões em custos indiretos aos países da América do Sul (3,9 e 18,6 bilhões para o Brasil, respectivamente).&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, nesse parágrafo ele faz uma breve introdução da doença. Resolvi colocá-lo apenas para tentar explicar o que significa o termo &quot;auto-imunidade&quot; que você encontra bastante aqui neste blog. Como dito, &quot;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;as células beta das ilhotas de Langerhans do pâncreas são destruídas por linfócitos T auto-reativos&quot;&lt;/span&gt; o que caracteriza a AUTO-imunidade, ou seja, suas  próprias células  de defesa &quot;confundem&quot; suas células-beta com patógenos e acabam destruindo-as.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora falando um pouquinho mais sobre o protocolo. Segue um parágrafo mais científico, que explica como é feito todo o procedimento:&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&quot;O protocolo inclui pacientes com idade inferior a 35 anos que tenham sido diagnosticados com DM-1 há menos de seis semanas ou estejam na fase assintomática da doença (fase de “lua de mel”). Os pacientes são mobilizados com ciclofosfamida (2 g/m2) e G-CSF (10 ug/kg/d) e condicionados com ciclofosfamida (200 mg/kg) e ATG de coelho (4,5 mg/kg). O protocolo foi iniciado em dezembro/ 2003, com o transplante do primeiro paciente de 24 anos de idade, que teve alta no D+11, sem complicações, e prevê o acompanhamento de um grupo de 24 pacientes (12 transplantados e 12 controles) por um período de cinco anos, monitorizando-se as características clínico-laboratoriais associadas ao diabete (necessidades diárias de insulina, concentração da hemoglobina glicosilada e do peptídio-C da insulina) e a reatividade imunológica humoral e celular contra as células beta das ilhotas pancreáticas. Se os resultados dessa primeira fase forem favoráveis, será proposto um protocolo randomizado de fase III comparando o transplante com a insulinoterapia intensiva.&quot;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Só para deixar claro, quando ele diz que haverá o monitoramento de 12 pacientes transplantados e 12 &quot;controles&quot;, esse grupo controle nada mais é do que 12 pessoas não transplantadas, com diabetes. É bastante comum, se não, obrigatório, a presença de um grupo controle, ou seja &quot;normal&quot;, em qualquer pesquisa científica para poder servir de parâmetro. Só assim o pesquisador pode chegar à conclusão de que seu procedimento funciona ou não.&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, gostaria de deixar o link para a entrevista que a Folha de São Paulo fez com o Dr. Voltarelli, porque quem melhor para resumir o protocolo do que o próprio autor, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/entrevista-com-o-dr-jlio-voltarelli.html&quot;&gt;Entrevista com o Dr. Júlio Voltarelli&lt;/a&gt;&lt;a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Link para o grupo de pesquisa do Dr. Voltarelli &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhelinha.jsp?grupo=00804010CMT2X6&amp;amp;seqlinha=2&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que tenham gostado do&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; post!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Biomédicas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; width=&quot;125&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border:0&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/6965875018959455219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/6965875018959455219?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/6965875018959455219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/6965875018959455219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/clulas-tronco.html' title='Células-tronco'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-417566568952884602</id><published>2008-11-28T18:14:00.011-02:00</published><updated>2009-01-14T02:51:03.344-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Melito"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Tipo 1"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ilhotas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="NUCEL"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Transplante de Ilhotas"/><title type='text'>Transplante de Ilhotas</title><content type='html'>Vamos falar sobre o transplante de ilhotas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra começar, vou colocar um trecho de um livro que explica um pouco sobre os transplantes das ilhotas pancreáticas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot; O uso recente de enxertos das ilhotas pancreáticas e novas combinações de agentes imunosupressores no diabete tipo 1 mostra-se promissor, e os estudos multicentrais estão em andamento. No entanto, essa abordagem altamente evidente apresenta significativos obstáculos a serem superados antes da aplicação clínica bem-sucedida. O grande obstáculo é a falta de doadores de ilhotas pancreáticas em número suficiente para satisfazer as necessidades de um transplante bem-sucedido de ilhotas. As células-tronco pluripotenciais e as linhas de células somáticas geneticamente desenvolvidas podem ser uma fonte de células, e podem produzir &lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;transplantes&lt;/span&gt; bem-sucedidos sem a necessidade da supressão imunológica por toda a vida, para evitar a rejeição e a destruição auto-imune das células transplantadas.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Trecho extraído do livro &quot;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Diabete Melito: &lt;/span&gt;Manual de cuidados essenciais&quot; p. 517&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:100%;&quot; &gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Bom, como vocês podem perceber, o transplante de ilhotas é uma alternativa extremamente interessante para a terapia do diabetes, especialmente pelo fato de não ser tão invasivo quanto outros procedimentos &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:130%;&quot; &gt;(exemplo: transplante de pâncreas)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;. O grande problema do transplante de ilhotas é que ele ainda não  deve ser encarado como um modo seguro de atingir a insulino-independência, porque após cinco anos de seguimento, apenas uma pequena parcela dos pacientes se mantém livre de insulina, embora a maioria se beneficie do desaparecimento da instabilidade glicêmica. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:130%;&quot; &gt;(arq bras endocrinol metab 2008;52/2)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da decepção a longo prazo no transplante de ilhotas, é importante entender que tal método é relativamente novo. Assim como tudo na nossa vida funciona melhor quando se tem um planejamento e regras, o mesmo funciona para a pesquisa científica. Um procedimento bom e eficaz na área médica deve ser associado a um protocolo. Um protocolo nada mais é do que um conjunto de regras pré-estabelecidas para se realizar um procedimento; é como se fosse uma receita de um bolo; ou um manual...&lt;br /&gt;E o protocolo desenvolvido para o transplante de ilhotas é extremamente atual. Ele foi desenvolvido no Canadá, no ano de 2000 e recebeu o nome de Edmonton Protocol ou Protocolo Edmonton. Portanto, ainda existem muitas alterações a serem feitas nesse &quot;manual&quot; até que se consiga a &quot;receita de bolo perfeita&quot;, em outras palavras, transplante de ilhotas com sucesso a curto, médio e longo prazo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro grande problema do transplante de ilhotas reside no fato de que após o transplante, o paciente deve se submeter à imunosupressão pelo resto da vida, ou seja, iria substituir as agulhadas de insulina por remédios de imunosupressão que deixam o nosso sistema imune mais vulnerável a doenças. É por isso que, como dito no trecho extraído do livro, as células-tronco pluripotenciais podem ser uma fonte de células de um transplante bem-sucedido e sem a necessidade da imunosupressão, uma vez que, como as células serão do próprio organismo, nosso sistema imunológico não irá atacá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que tenham gostado do &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:130%;&quot; &gt;post&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;! Por fim, gostaria de deixar dois links do grupo de pesquisa que tem o transplante de ilhotas pancreáticas como linha de pesquisa:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=00672088JT0AMV&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=00672088JT0AMV&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=00672088JT0AMV&quot;&gt;&lt;b&gt;NUCEL - Núcleo de Terapia Celular e Molecular (Grupo de Pesquisa)&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;a&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=00672088JT0AMV&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.nucel.prp.usp.br/q_historico.htm&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.nucel.prp.usp.br/q_historico.htm&quot;&gt;&lt;b&gt;NUCEL - Núcleo de Terapia Celular e Molecular (Website)&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;a&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:100%;&quot; &gt;Abraços e Saudações Biomédicas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; width=&quot;125&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border:0&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/417566568952884602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/417566568952884602?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/417566568952884602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/417566568952884602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/transplante-de-ilhotas.html' title='Transplante de Ilhotas'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-7277511141317588135</id><published>2008-11-28T15:32:00.016-02:00</published><updated>2009-01-21T04:31:04.449-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Tipo 1"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Frederick Banting"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Historia do DIabetes"/><title type='text'>A História do Diabetes</title><content type='html'>Bom, todos nós estamos acostumados com o termo &quot;diabetes&quot; . Ultimamente até um outro nome meio estranho, &quot;mellitus&quot; resolveu entrar na parada, dando origem ao termo Diabetes Mellitus ou Diabete Melito. Mas, de onde surgiram esses termos? Quando a doença foi descoberta? Quem descobriu a doença?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para responder a todas essas perguntas, vou colocar um texto, com referências (o tal do pesquisador gosta de uma referência) que reúne os principais aspectos da história da doença. Resolvi resumir um pouco o texto, pois, caso contrário, o post ficaria imenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot; O Diabetes Mellitus (DM) compreende uma doença milenar que acompanha a humanidade até os dias de hoje. As primeiras referências datam aproximadamente do ano 1500 a.C., há mais de 3000 anos, registradas pelos antigos egípcios nos Papiros de Ebers. Nesses documentos foram descritos alguns medicamentos utilizados para tratar uma condição na qual ocorria uma eliminação excessiva de urina (poliúria). Nessa mesma época, os indianos relataram que a urina de alguns doentes apresentavam sabor adocicado, o que atraía insetos e moscas. Escritos de outras civilizações antigas (da Ásia Menor, China, Egito e Índia) também fazem referência a uma condição caracterizada por sede excessiva (polidipsia), perda de peso, infecções e eliminação de grande quantidade de urina adocicada&quot; (Aita, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot; A primeira descrição clínica sobre a doença foi realizada por volta do ano 1000 a.C., pelos gregos Celsus, Galen e Aretaeus da Capadócia. Apollonius de Memphis foi quem introduziu o termo Diabetes (do grego, dia = através. betes = passagem) para designar a doença, uma vez que a eliminação excessiva de água recordava-lhe a passagem de água através de um sifão. O adjetivo mellitus (do latim, mel) foi acrescentado por Cullen no século XVIII, em função do sabor adocicado da urina&quot; (International Islet Registry - ITR, 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot; Em 1869 o cientista alemão Paul Langerhans, enquanto estudava a estrutura do pâncreas através do microscópio, descreveu a existência de estruturas celulares espalhadas pelo tecido exócrino, cujas formações anatômicas diferiam do resto do tecido pancreático. Essas estruturas formavam pequenas ilhas celulares espalhadas pelo tecido pancreático não apresentando, no entanto, comunicação direta com os ductos excretores. A função dessa pequena porção de células, mais tarde denominada &quot;ilhotas de Langerhans&quot;, era desconhecida, mas Edouard Laguesse, posteriormente, sugeriu que tais células poderiam produzir algum tipo de secreção que participasse do processo de digestão&quot; (Aita, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot; Em 1893, Williams e Harsant realizaram a primeira tentativa de um transplante clínico em humanos após transplantar em um garoto diabético de 13 anos, com história de cetoacidose, fragmentos do pâncreas de uma ovelha. Os resultados apontaram uma melhora do quadro do paciente, com redução da concentração de glicose na urina. Entretanto, o garoto faleceu poucos dias depois.&quot; (Shapiro, 2002)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot; Edward Schaefer, em 1913 denominou de insulina (do latim, insula = ilha) a substância produzida pelas &quot;ilhotas de Langerhans&quot; e concluiu que a mesma era capaz de atuar no metabolismo da glicose. No entanto, a existência da insulina só pôde ser confirmada em 1921, por John Macleod, Frederick Banting (meu quase xará) e seu aluno Charles Best. Em cães pancreatectomizdos (pâncreas retirado) foram feitas injeções de extratos pancreáticos de cães saudáveis. Com essa técnica, os cães diabéticos tratados tiveram sua glicemia normalizada. A partir dessa descoberta, esses pesquisadores passaram a produzir, pela primeira vez, um tipo de preparação insulínica para o tratamento de DM. Esses extrato foi, em 1922, injetado em Leonard Thompsom, um garoto de 14 anos, portador de DM severo. Além de tornar-se a primeira pessoa a receber uma injeção de insulina, L. Thompson obeteve melhoras significativas da glicemia, ganhou peso e pôde viver de maneira mais saudável até a idade adulta. Por esse trabalho, F. Banting e J. Macleod receberam, em 1923, o prêmio Nobel de medicina.&quot; (Carvalho, 2007)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot; Em 1978, a insulina se tornou a primeira proteína humana a ser manufaturada biotecnologicamente, A disponibilidade comercial da insulina, na época denominada Humulin, revolucionou o tratamento do DM no início dos anos 80, substituindo majoritariamente o tratamento do DM com insulina animal por insulina recombinante. Com o surgimento da insulina recombinante, a sobrevida de pacientes diabéticos tornou-se significativamente maior, possibilitanto diagnosticar nessas pessoas, uma série de doenças que acometiam principalmente o coração, rins, olhos, nervos e os vasos sangüíneos. Sugeriu-se então que a terapia com insulina não era capaz de evitar o aparecimento dessas complicações, as quais estariam provavelmente relacionadas aos níveis glicêmicos alterados nos pacientes diabéticos. Com isso, a busca por métodos terapêuticos mais eficazes no controle da glicemia tornou-se o grande desafio.&quot; (ITR, 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses trechos foram extraídos de um mini curso que eu fiz no &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://portaleducacao.com.br/&quot;&gt;Portal Educação&lt;/a&gt;, que é um website bastante renomado nos cursos à distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom espero que tenham gostado do post, qualquer dúvida é só deixar um comentário!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços e Saudações Biomédicas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;border: 0pt none ;&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; width=&quot;125&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/7277511141317588135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/7277511141317588135?isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/7277511141317588135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/7277511141317588135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/histria-do-diabetes_5161.html' title='A História do Diabetes'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-4178056776568987745</id><published>2008-11-27T17:00:00.002-02:00</published><updated>2008-12-30T05:17:05.817-02:00</updated><title type='text'>Vamos conversar?</title><content type='html'>&lt;span&gt;Resolvi abrir este espaço para podermos falar de tudo um pouco.&lt;br /&gt;Novas tendências no mercado para diabetes, pesquisas sendo feitas no Brasil e&lt;br /&gt;no mundo e até mesmo para &quot;jogarmos conversa fora&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, por favor, que o &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;chat &lt;/span&gt;comece! =)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para poder participar do bate-papo é bem simples. Basta preencher um pequeno cadastro que leva menos de um minuto, portanto fique tranqüilo(a)! Para entrar no bate-papo clique &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://jornadadiabetica.ning.com/chat&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/4178056776568987745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/4178056776568987745?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/4178056776568987745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/4178056776568987745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2004/12/resolvi-abrir-este-espao-para-podermos.html' title='Vamos conversar?'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-171739303196756940</id><published>2008-11-27T16:56:00.010-02:00</published><updated>2009-01-14T20:41:45.500-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabete"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabete Secundario"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabete tipo Mody"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Tipo 1"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes tipo 2"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="genetica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="patologia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sindrome de Cushing"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sindrome de Stiff-Man"/><title type='text'>Outras Formas de Diabete Melito (Diabete Secundário)</title><content type='html'>&quot; Várias formas de diabete resultam ou estão relacionadas ao processo de outra doença específica ou desordem genética. Essas condições não são consideradas como DM1 nem como DM2, e estão agrupadas como &quot;outros tipos específicos&quot;, às vezes referidas como &quot;diabete secundário&quot;. Tal categoria representa uma variedade de condições que estão agrupadas por causa de (1) um reconhecido conhecimento da patogênese básica; (2) defeitos moleculares bem-definidos controlando a hiperglicemia; ou (3) uma clara associação entre o diabete e uma síndrome clínica precisamente definida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Defeitos Genéticos na Função das Células Beta&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Ex: diabete tipo MODY (maturity-onset diabetes of the young)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Defeitos Genéticos na Ação da Insulina&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ex: Síndrome de Rabson-Mendenhall&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Patologias do Pâncreas Exócrino&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ex: Má nutrição relacionada à pancreopatia fibrocalculosa tem estado relacionada ao diabete&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras Endocrinopa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;tias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ex: Síndrome de Cushing&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Diabete Induzido por Fármacos e Agentes Químicos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Infecções&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Formas Incomuns do Diabete Imuno-Mediado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ex: Síndrome de Stiff-Man&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Texto extraído do livro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Diabete Melito: &lt;/span&gt;Manual de cuidados essenciais&quot; p. 21-22&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Bom, se eu fosse fala&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;r sobre cada um desses tipos de Diabete, com certeza o post ficaria imenso. Por isso, caso se interesse sobre algum tipo específico e queira saber mais sobre o assunto, deixe um comentário que farei um post detalhando os tópicos principais do assunto. =) Po&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;r fim, segue uma imagem que foi adaptada da publicação das Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes 2006.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:130%;&quot; &gt;Saudações Bio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:130%;&quot; &gt;médicas!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:130%;&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/SV-WEQDqyPI/AAAAAAAAAK4/quznPgIWCwE/s1600-h/digitalizar0001.jpg&quot;&gt;                                   &lt;img style=&quot;cursor: pointer; width: 380px; height: 400px;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/SV-WEQDqyPI/AAAAAAAAAK4/quznPgIWCwE/s400/digitalizar0001.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5287109487330248946&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:130%;&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Para melhor visualizá-la, basta dar um clique nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;border: 0pt none ;&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; width=&quot;125&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:130%;&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/171739303196756940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/171739303196756940?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/171739303196756940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/171739303196756940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2004/12/vrias-formas-de-diabete-resultam-ou.html' title='Outras Formas de Diabete Melito (Diabete Secundário)'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_Gw3P8xloYrs/SV-WEQDqyPI/AAAAAAAAAK4/quznPgIWCwE/s72-c/digitalizar0001.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-8944425499478484755</id><published>2008-11-27T16:53:00.008-02:00</published><updated>2009-01-14T02:51:34.036-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabete"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabete Gestacional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Gestacional"/><title type='text'>Diabetes Gestacional</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; &quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A gestação é considerada diabetogênica porque se caracteriza pela resitência à insulina, associada ao aumento dos níveis séricos de estrogênio, prolactina, progesterona, cortisol e somatomamotrofina coriônica, visando manter constante o suprimento de glicose para o feto. Na gestação normal isto é compensado pelo aumento da secreção pancreática de insulina. Nas pacientes com alterções no metabolismo dos carboidratos prévias à gestação e nas que não se ajustam às alterações próprias da gravidez, a elevação da glicemia materna acarreta hiperglicemia e hiperinsulinemia fetal, levando a um aumento da morbimortalidade perinatal.&quot; &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;(Manuad Filho et al., 1998, Hanna, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Segundo a &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.diabetes.org.br/&quot;&gt;Sociedade Brasileira de Diabetes&lt;/a&gt; de 2006&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;, &lt;/span&gt;o diabetes gestacional é classificado como qualquer intolerância à glicose, de magnitude variável, com início ou diagnóstico durante a gestação. Não exclui a possibilidade de a condição existir antes da gravidez, mas não ter sido diagnosticada. Similar ao DM2, o DM gestacional é associado tanto à resistência à insulina quanto à diminuição da função das células beta. O DM gestacional ocorre em 1-14% de todas as gestações, dependendo da população estudada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Fatores de risco: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Idade superior a 25 anos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;obesidade ou ganho excessivo de peso na gravidez atual&lt;/li&gt;&lt;li&gt;deposição central excessiva de gordura corporal&lt;/li&gt;&lt;li&gt;história familiar de diabetes em parentes de 1º grau&lt;/li&gt;&lt;li&gt;baixa estatura (mais ou menos 1,51cm)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;crescimento fetal excessivo, poliidrâmnio, hipertensão ou pré-eclâmpsia na gravidez atual&lt;/li&gt;&lt;li&gt;antecedentes obstétricos de morte fetal ou neonatal, de macrossomia ou de diabetes gestacional&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Lembrando também que existe o diabetes Pré-Gestacional, que é aquele diabetes diagnosticado previamente - tipo 1, tipo 2 ou outros - complicado pela gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; width=&quot;125&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border:0&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/8944425499478484755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/8944425499478484755?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/8944425499478484755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/8944425499478484755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2004/12/diabetes-gestacional.html' title='Diabetes Gestacional'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-3781623948005228287</id><published>2008-11-27T16:45:00.001-02:00</published><updated>2008-12-28T04:23:30.337-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabete"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Tipo 1"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes tipo 2"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="hiperglicemia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="hiperinsulemia"/><title type='text'>Diabetes Tipo 2</title><content type='html'>&quot; Em muitos aspectos, o diabete melito tipo 2 (DM2) é uma doença totalmente distinta do DM1. É uma condição muito mais comum, responsável por mais de 90% dos casos de diabete em todo mundo. Normalmente, os marcadores auto-imunológicos do &lt;a href=&quot;http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/12/diabetes-tipo-1.html&quot;&gt;diabete tipo 1&lt;/a&gt; estão ausentes. Embora a relativa deificiência das células beta esteja, por definição, presente em todos os indivíduos com DM2, a maioria das alterações é caracterizada pela resistência à insulina detectada no nível do músculo esquelético, tecido adiposo e fígado. A resistência insulínica no primeiro nível resulta na diminuição da distribuição da glicose periférica, enquanto no último, no aumento da produção hepática de glicose. Diferentemente do DM1, o histórico familiar é comum, embora o padrão hereditário dessa doença seja complexo e passível de ser poligênico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt; Em muitas pessoas, a história natural de DM2 começa com um período de resistência insulínica com contínua secreção de insulina pancreática, na verdade elevada, assim como a insensibilidade à ação da insulina nos tecidos periféricos é superada pela hiperinsulemia. Como resultado, as concentrações da glicose plasmática permanecem relativamente normais. No entanto, à medida que a doença evolui, a função das células das ilhotas pancreáticas diminui e não há mais condições de satisfazer as demandas periféricas. Como resultado, os níveis de insulina não se adaptam às exigências e instala-se a hiperglicemia&quot;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Trecho extraído do livro &quot;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Diabete Melito: &lt;/span&gt;Manual de cuidados essenciais&quot; p. 19&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/3781623948005228287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/3781623948005228287?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/3781623948005228287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/3781623948005228287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2004/12/diabetes-tipo-2.html' title='Diabetes Tipo 2'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-6267005575977614645</id><published>2008-11-27T16:05:00.016-02:00</published><updated>2009-11-04T07:35:29.878-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Classificacao Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabete Melito"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diabetes Tipo 1"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Diabete"/><title type='text'>Diabetes Tipo 1</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://www.babble.com/CS/blogs/strollerderby/2009/02/diabetes_0.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 303px; height: 206px;&quot; src=&quot;http://www.babble.com/CS/blogs/strollerderby/2009/02/diabetes_0.jpg&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;O diabete melito tipo 1 (DM1) é responsável por aproximadamente 5 a 10% de todos os casos de diabete no hemisfério ocidental. Caracteriza-se pela deficiência grave de insulina, hormônio importantíssimo para o nosso organismo. A insulina é responsável por transportar o açúcar presente no sangue (glicemia) para as nossas células, que irão produzir energia a partir desse açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a sua deficiência no nosso organismo é resultado de um processo de auto-imunidade contra as nossas células produtoras de insulina, as células - beta&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;. Em outras palavras, nossas células de defesa (leucócitos) confundem as células - beta com microorganismos causadores de doença e as destroem. Portanto, as concentrações de insulina no nosso sangue (insulinemia) são insignificantes ou inexistentes. Foi estimado que na época do diagnóstico apenas 10-20% das nossas células beta ainda funcionem&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a doença está clinicamente manifestada (e na ausência de uma terapia com insulina), os pacientes com DM1 apresentam não apenas hiperglicemia (altas concentrações de açúcar no sangue), mas também predisposição à cetoacidose (formação de cetoácidos). Por essa razão, esses indivíduos são &quot;dependentes&quot; de insulina para sobreviver. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;&lt;/span&gt;,&lt;span style=&quot;font-family:Wingdings;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:7pt;&quot;  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;menos de 10% dos indivíduos com suscetibilidade à doença (capazes de herdar a doença de algum familiar) progridem para o estágio clínico da doença. Isso implica que fatores adicionais (ambientais) são necessários para “ativar” a destruição das células-beta em indivíduos geneticamente suscetíveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Lembrando que o diabetes tipo 1 é dividido em dois subtipos: tipo 1A e 1B:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diabetes tipo 1A é o mais conhecido, em que há a presença da auto-imunidade. Já no diabetes tipo 1B, os marcadores de auto-imunidade geralmente estão ausentes. Tal diabetes é também conhecido  como DM1 idiopático. E por fim, existe o diabetes auto-imune latente do adulto (LADA), que também é um tipo de diabetes tipo 1. Você pode encontrar mais informações sobre o LADA &lt;a href=&quot;http://jornadadiabetica.blogspot.com/#Diabete%20LADA&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial;&quot;&gt;1- Mikael Knip M., Siljander H. Autoimmune mechanisms in type 1 diabetes (2008) Autoimmunity Reviews, 7 (7), pp. 550-557.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2 - Silvio E. Inzucchi. Diabete Melito:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Manual de cuidados essenciais (2007) Artmed, 568p.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços e claro,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:130%;&quot; &gt;Saudações Biomédicas!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/6267005575977614645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/6267005575977614645?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/6267005575977614645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/6267005575977614645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/12/diabetes-tipo-1.html' title='Diabetes Tipo 1'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-7806624672646281520</id><published>2008-11-14T03:05:00.002-02:00</published><updated>2009-01-14T20:41:32.717-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bomba de insulina"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="controle glicemico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="DCCT"/><title type='text'>DCCT?</title><content type='html'>O &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;DCCT&lt;/span&gt; (Diabetes Control Complication Trial) foi o estudo aleatório e controlado mais longo já realizado sobre a relação entre o controle intensivo da glicemia e a prevenção primária e secundária das complicações no Diabetes tipo 1. Foram estudados 1.444 pacientes DM1 com dois modelos de tratamento insulínico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Convencional (uma a duas aplicações diárias de insulina)&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; Intensivo (múltiplas doses: três a quatro doses ou bomba de infusão de insulina). &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Ele demonstrou de maneira inequívoca que o tratamento insulínico intensivo diminui em torno de 48% a 70% as diversas complicações microvasculares comuns aos pacientes DM1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:85%;&quot; &gt;Fonte: www.medicinaatual.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, se você, por algum motivo bizarro, achava que um bom controle glicêmico não era importante, bom, você estava enganado! E isso porque foi&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; comprovado cientificamente&lt;/span&gt; (adoro falar isso) que um bom controle glicêmico, seja com a bomba de infusão contínua de insulina, ou com várias doses de insulina previne, e muito, as &quot;coisinhas ruins&quot; oriundas do diabetes tipo 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que tenham gostado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Biomédicas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt;var addthis_pub=&quot;cauchemar&quot;;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onmouseover=&quot;return addthis_open(this, &#39;&#39;, &#39;[URL]&#39;, &#39;[TITLE]&#39;)&quot; onmouseout=&quot;addthis_close()&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/bookmark.php&quot; onclick=&quot;return addthis_sendto()&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;border: 0pt none ;&quot; src=&quot;http://s7.addthis.com/static/btn/lg-bookmark-en.gif&quot; width=&quot;125&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;script src=&quot;http://s7.addthis.com/js/152/addthis_widget.js&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/7806624672646281520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/7806624672646281520?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/7806624672646281520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/7806624672646281520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/dcct.html' title='DCCT?'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-613385481023488176</id><published>2008-11-08T02:44:00.005-02:00</published><updated>2009-01-10T14:43:02.394-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="figado"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="glucagon"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insulina"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="metabolismo"/><title type='text'>Maldita seja a falta de Insulina!</title><content type='html'>Vim aqui falar um pouco sobre a insulina, hormônio importantíssimo no nosso metabolismo. Bom, para começar vou falar de forma BASTANTE resumida como é o funcionamento normal da máquina mais linda existente na natureza: nosso corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ingerimos um alimento, ele será quebrado em glicose e outras substâncias que possuem função semelhante a ela: produzir energia. Continuando, quando ingerimos o alimento, nossos níveis de glicose na corrente sangüínea irão aumentar. É nessa hora que entra em ação nosso querido pâncreas. Ele produz insulina que irá diminuir as concentrações de glicose no sangue. Como? Simples. A insulina faz com que essa glicose saia da corrente sangüínea e vá para as nossas células, onde será transformada em energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando é o contrário, ou seja, a concentração de glicose em nosso organismo está em baixa, entra em ação o hormônio contrário à insulina, o Glucagon. Ele irá fazer com que nosso fígado libere glicose para a corrente sangüínea, aumentando assim os seus níveis no sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aposto que você está se perguntando o porquê do título. Bom, eu explico agora! O funcionamento da insulina depende do glucagon e vice-versa, ou seja, quando a concentração de insulina no sangue diminui, significa que estamos com pouca glicose e portanto a concentração de glucagon aumenta e faz com que mais glicose seja liberada na corrente sangüínea. Mas no Diabetes tipo 1 o que acontece? O pâncreas não produz insulina! E então? Sem insulina, a glicose não vai para as nossas células e fica no sangue, causando a hiperglicemia. E para piorar ainda mais a situação, na ausência da insulina, quem entra em ação? Exatamente, o Glucagon, aumentando AINDA MAIS a concentração de glicose no sangue, através do fígado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&quot;maldita seja a falta de insulina&quot;&lt;/span&gt; que aumenta os níveis séricos de glicose, levando a uma hiperglicemia. Por isso, para você, diabético do tipo 1, nunca se esqueça: insulina é essencial no nosso organismo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que tenham gostado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Biomédicas!</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/613385481023488176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/613385481023488176?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/613385481023488176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/613385481023488176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/maldita-seja-falta-de-insulina.html' title='Maldita seja a falta de Insulina!'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-2248948928415857782</id><published>2008-11-08T02:08:00.003-02:00</published><updated>2009-01-10T14:05:42.094-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="auto-anticorpos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insulina inalavel"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="nicotinamida"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Prevencao do diabetes tipo 1"/><title type='text'>Prevenção do DM1?</title><content type='html'>Todos estamos cansados de ouvir:&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; &quot;Cuidado pra não engordar hein! Vai &#39;pegar&#39; diabetes tipo 2!&quot;&lt;/span&gt;, o que faz sentido, porque o acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal está diretamente ligado com a resistência à insulina, e portanto, com o diabetes tipo 2. Mas e o diabetes do tipo 1? Existe prevenção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, vou listar alguns estudos de prevenção do diabetes tipo 1. Infelizmente, nenhum deles se mostrou eficaz na prevenção. Porém, ao final desse&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; post&lt;/span&gt;, tem um comentário bastante interessante da sociedade brasileira de diabetes, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos aos estudos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;DPT (Diabetes Prevention Trial)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; O estudo se baseia em administrar insulina nos casos com Diabetes auto-imune (sem manifestação) para tentar diminuir a expressão antigênica na superfície da célula beta. Em vários indivíduos comprovou-se o bloqueio da manifestação da doença após 5 anos de uso da insulina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;NPT (Nicotinamida Prevention Trial)&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Administração de nicotinamida para previnir o DM1&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;Estudos com administração de GAD&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Em vários estudos experimentais (em animais) está sendo testada a supressão do processo auto-imune com administração de GAD. Existem estudos com infusão de GAD intratímico e GAD oral, e tem-se obtido bons resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;Estudos com administração de insulina oral&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Em estudos com animais de experimentação, a administração de insulina oral reduziu o aparecimento de diabetes ou diminuiu a gravidade da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora surge a questão: em quem são feitos esses estudos? Qualquer pessoa? Parentes de diabéticos do tipo 1?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para responder a tais questionamentos é importante entender que os auto-anticorpos estão presentes alguns anos antes da manifestação do diabetes tipo 1. O auto-anticorpo Anti-GAD e o IAA (anti-insulina) podem aparecer até 8 anos antes da manifestação da doença, sendo então importantes para o diagnóstico do diabetes autoimune. Neste caso, estão indicados para os estudos todos os parentes de 1º grau de um indivíduo com DM1, ou seja, irmãos ou filhos desses diabéticos com teste positivo para auto-anticorpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Fonte: Instituto H.Pardini&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do fracasso nesses estudos, a &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.diabetes.org.br/&quot;&gt;Sociedade Brasileira de Diabetes&lt;/a&gt;(2006) afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Atualmente, a prevenção primária do DM1 não tem base racional que possa ser aplicada a toda população. As intervenções populacionais ainda são teóricas, necessitando de estudos que as confirmem. As proposições mais aceitáveis baseiam-se no estímulo do aleitamento materno e em evitar a introdução do leite de vaca nos primeiros três meses de vida. Entretanto, o recrutamento de indivíduos de maior risco para participar de ensaios clínicos é justificável. As intervenções propostas têm se baseado em imunomodulação ou imunosupressão&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaram? Então deixem um comentário! =)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços e claro,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Biomédicas!&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/2248948928415857782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/2248948928415857782?isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/2248948928415857782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/2248948928415857782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/preveno-do-dm1.html' title='Prevenção do DM1?'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-1814958320168401926</id><published>2008-11-08T01:41:00.003-02:00</published><updated>2009-01-10T18:27:21.611-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="adrenalina"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Hipoglicemia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="palpitacoes"/><title type='text'>Hipoglicemia x Palpitações</title><content type='html'>Bom, para você que se perguntava o porquê das palpitações quando está com hipoglicemia, eis a resposta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A baixa concentração de glicose no sangue faz com que muitos sistemas do organismo funcionem incorretamente. O cérebro, por exemplo, é particularmente sensível às baixas concentrações de glicose, pois ela é a sua principal fonte de energia. E a glicose em baixas concentrações faz com que o cérebro, através do sistema nervoso, estimule as adrenais a liberar a epinefrina, mais conhecida como adrenalina. E um dos efeitos da adrenalina é justamente a taquicardia, ou seja, aumento dos batimentos cardíacos, causando as conhecidas palpitações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, por que o nosso corpo, perfeito como ele é, produziria adrenalina em uma situação como essa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta é simples. A adrenalina, que é um hormônio, estimula o fígado a liberar açúcar para ajustar a concentração no sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que tenham gostado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Biomédicas!</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/1814958320168401926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/1814958320168401926?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/1814958320168401926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/1814958320168401926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2008/11/hipoglicemia-x-palpitaes.html' title='Hipoglicemia x Palpitações'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-6049405879246261376</id><published>2008-11-03T16:55:00.000-02:00</published><updated>2009-01-03T17:04:13.565-02:00</updated><title type='text'>Contato</title><content type='html'>&lt;script src=&quot;http://widgetserver.com/syndication/subscriber/InsertWidget.js?appId=064d41ec-da0f-4605-96cb-061b14870c86&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;Get the &lt;a href=&quot;http://www.widgetbox.com/widget/contactify-widget-beta&quot;&gt;Contactify Widget (beta)&lt;/a&gt; widget and many other great free widgets at &lt;a href=&quot;http://www.widgetbox.com&quot;&gt;Widgetbox&lt;/a&gt;!&lt;/noscript&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; style=&quot;visibility:hidden;width:0px;height:0px;&quot; width=&quot;0&quot; src=&quot;http://runtime.widgetbox.com/syndication/track/064d41ec-da0f-4605-96cb-061b14870c86.gif&quot; height=&quot;0&quot;/&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/6049405879246261376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/6049405879246261376?isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/6049405879246261376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/6049405879246261376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2009/01/contato.html' title='Contato'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514333421901733162.post-3042169900473495531</id><published>2008-11-03T14:55:00.026-02:00</published><updated>2009-11-04T08:08:33.476-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="glicemia de jejum alterada"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pre-Diabetes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tolerancia a glicose diminuida"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="TOTG"/><title type='text'>Pré-Diabetes</title><content type='html'>O pré-diabetes refere-se a um estado intermediário entre a homeostase normal da glicose (níveis normais de açúcar no sangue) e o DM&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; (diabetes mellitus).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; É bom ressaltar que o pré-diabetes possui duas subcategorias que são fatores de risco para o desenvolvimento do DM e de doenças cardiovasculares. São elas:&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; glicemia de jejum alterada e a tolerância à glicose diminuída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A categoria glicemia de jejum alterada refere-se às concentrações de glicemia de jejum que são inferiores ao critério dignóstico para o DM (&lt;126mg/dl)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Referência: SBD,2006&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Uma pesquisa estimou que 40% dos americanos com idade entre 40 e 74 anos têm pré-diabetes. A maioria das pessoas que tem pré-diabetes desenvolve o tipo pleno de diabetes tipo 2 em um prazo de 10 anos. Entretanto, fazer certas mudanças, como perder peso, pode impedir que isso aconteça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Referência: HowStuffWorksBrasil,2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial;font-size:100%;&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:115%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial;font-size:100%;&quot; &gt;Resumindo, a glicemia de jejum alterada corresponde a uma glicemia de jejum acima de 100mg/dl e abaixo de 126mg/dl. Esse critério ainda não foi oficializado pela OMS, porém já existe uma recomendação da Federação Internacional de Diabetes (IDF) atacando o ponto de corte para 100mg/dl.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a tolerância à glicose diminuída ocorre quando, após uma sobrecarga (ingestão) de 75g de glicose, o valor da glicemia de 2 horas se situa entre 140 e 199mg/dl.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/feeds/3042169900473495531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2514333421901733162/3042169900473495531?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/3042169900473495531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514333421901733162/posts/default/3042169900473495531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornadadiabetica.blogspot.com/2009/01/pr-diabetes.html' title='Pré-Diabetes'/><author><name>Frederico Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02309085482657329553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWBJS5qgxzUbcmChaQA_a0JEa2nkso_JN51AEhvihxlC8-QS6V8V0ww51aojWJeB4br7i429PzLXov9dv_sA8uXyHAQuOl1BgQqubeL8kPLi5afk3B1loiNAn73U-Ttg/s1600/Eu%252B2%252Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>