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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;A0cERX44cCp7ImA9WhRWFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847</id><updated>2012-01-03T14:16:44.038-08:00</updated><title>jornALIZta</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://jornalizta.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>51</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Jornalizta" /><feedburner:info uri="jornalizta" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;AkQASHg-fSp7ImA9WhRXFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-4975396982730472120</id><published>2011-12-23T08:39:00.000-08:00</published><updated>2011-12-23T08:39:09.655-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-23T08:39:09.655-08:00</app:edited><title>Feliz Natal! Feliz 2012!</title><content type="html">Clique na imagem para vê-la maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-RC1uf-wGoI0/TvSuh2qUIqI/AAAAAAAADk0/JMNuM6wWXww/s1600/cartao_natal_2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="283" src="http://2.bp.blogspot.com/-RC1uf-wGoI0/TvSuh2qUIqI/AAAAAAAADk0/JMNuM6wWXww/s400/cartao_natal_2011.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-4975396982730472120?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X9dX-Ed5LZhlWd-8RCTnL6uA9Rk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X9dX-Ed5LZhlWd-8RCTnL6uA9Rk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X9dX-Ed5LZhlWd-8RCTnL6uA9Rk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X9dX-Ed5LZhlWd-8RCTnL6uA9Rk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/JtlKOewWWRI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/4975396982730472120/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=4975396982730472120" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/4975396982730472120?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/4975396982730472120?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/JtlKOewWWRI/feliz-natal-feliz-2012.html" title="Feliz Natal! Feliz 2012!" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-RC1uf-wGoI0/TvSuh2qUIqI/AAAAAAAADk0/JMNuM6wWXww/s72-c/cartao_natal_2011.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2011/12/feliz-natal-feliz-2012.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUBR34_fSp7ImA9WhdUEkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-4589475303872530623</id><published>2011-09-29T05:10:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T05:10:56.045-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-29T05:10:56.045-07:00</app:edited><title>Bullying: estão esquecendo o principal</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Outro dia cobri uma palestra sobre Bullying: o assunto da moda na educação. A palestra foi ótima e o assunto rende, como temos visto em todos os meios de comunicação, nas escolas, nos livros etc. No entanto, por mais abrangente que tenha sido, foi mais uma que não chegou no ponto central da questão. Acho que relativo a isso, estão esquecendo o principal.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Não questiono a necessidade de trabalhá-lo e discuti-lo, principalmente entre as crianças. Pra mim, o Bullying é como o preconceito racial: nasce da intolerância, que nasce da ignorância, que nasce da falta de amor ao próximo. E claro, de uma grave deficiência em exercer a igualdade – tão intrínseca ao humanismo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A palestrante mencionou os dois principais aspectos do Bullying, e que são os mesmos martelados por todo mundo: ele é problema pra quem sofre e pra quem pratica. Isso, porque existem, segundo os especialistas – e a gente sabe que é mesmo – indícios de que toda pessoa que pratica atos extremistas e chocantes, que contrariam a civilidade e o respeito ao próximo, está, sem querer e até saber, utilizando a maldade para manifestar algum conflito interior que necessita atenção e tratamento. Ninguém, em sã consciência e no seu estado emocional perfeito, sai por aí agredindo seus semelhantes gratuitamente. O que ela quis dizer é que a criança que pratica o Bullying, se não devidamente acompanhada, certamente será um adulto problema, um possível pária da sociedade. Faz todo sentido.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Ok. Até aqui tudo bem. Também já sabemos que a criança vítima de Bullying sofre muito, e geralmente calada, o que gera trauma, complexo e depressão. Esta, por sua vez, pode levar até à morte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Tanto um quanto o outro necessitam tratamento. Mas o que me intriga nisso tudo é: e a autoconfiança?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Na minha concepção, o desenvolvimento de sentimentos como a autoconfiança, a segurança interior, o amor próprio, é a chave para resolver esse problema. Só vejo educadores, psicólogos e demais engajados no assunto venderem deficiências, insuficiências, propagarem ainda mais essa propensão ao trauma e ao complexo, ao sentimento de inferioridade. Por que não ensinar as crianças a gostarem do que elas são, de dentro pra fora mesmo, e a defenderem esse direito supremo que todos nós temos: sermos aquilo que quisermos ser, independente das convenções sociais? Ora, são essas mesmas convenções que dão munição para a prática de violências como o Bullying.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Não entendo por que, ao invés de convencer o gordinho que ele é mesmo um coitado, alvo fácil de meninos e meninas maldosas que se aproveitam de sua “condição” para se tornarem populares e se sobressaírem diante dos demais, que ele não é defeituoso, que nada nele é anormal e que ele deve, sim, se impor.  Vale o mesmo pro baixinho, pro magrelinho, pro deficiente, pra quem for.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O que está faltando é ensinar pra criança, desde pequenininha, a se amar e a se impor diante de quem quer que seja. Em qualquer lugar e em qualquer idade ela irá encontrar pessoas que se destaquem por algum motivo, mas ela tem que saber que também pode se destacar naquilo em que quiser, basta se dedicar e saber dar-se o respeito.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Conheço inúmeras pessoas que tinham tudo pra ser alvo do tão famoso Bullying, e que certamente foram, embora nem soubessem na época. A diferença sempre esteve na postura delas diante de cada situação imposta. Aceitar ou não como ofensa? Encarar ou não como humilhação? Eu sou isso ou sou mais do que essa pessoa consegue ou quer ver? O que eu decido agora? Com inteligência e tato, a pessoa pode reverter a situação a seu favor e, ainda, divertir-se com ela. Tudo depende de como ela reage, e isso se aprende.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O time aí de cima é formado por pessoas conscientes de suas carências e deficiências, mas igualmente seguras de seus talentos, qualidades e potencialidades. Elas observam essa mistura considerada discrepante por muitos com naturalidade, como deve mesmo ser. Mas acima de tudo, são pessoas dispostas a olhar o outro com tal amplitude, que conseguem até entender o que o leva a agir de tal forma e o que o impede de ver algo de bom em quem está ao redor. Portanto, ela entende que o defeito não está nela, mas nesse tipo de ação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;E não venha me dizer que as crianças não têm preparo e nem condições para aprender isso devido a imaturidade, porque é mentira. Essa predisposição, apesar de íntima, psicológica e até espiritual, precisa ser resgatada e treinada, o que acontece através da ajuda de pessoas sábias. E é coisa que se aprende, sim, e desde muito cedo. Aliás, o ideal é aprender cedo, porque quanto mais velho, mais difícil fica lidar com as aflições que nos tolhem a ousadia conforme o passar dos anos. E defender-se dessa forma exige muita ousadia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;E é de gente com essa força interior, com esse preparo pra lidar com o desconhecido e com o imprevisto que habita no outro, com AUTOCONFIANÇA  e AMOR PRÓPRIO, que o mundo está precisando para se curar dessa epidemia de insegurança, medo e autopiedade. Sei que os coitadinhos que sofrem com os apelidinhos, as chacotas, que apanham dos grandalhões e tudo o mais, e até os próprios algozes desses, têm garantido o sustento de muitos profissionais da saúde psíquica, mas eu estou falando de um problema crônico que não pode mais ser tratado dessa forma tão superficial. Ora, os aproveitadores apenas se sobressaem em cima daqueles que realmente se sentem inferiores, e isso independe de estatura, peso, aparência. Depende apenas de COMPORTAMENTO e autocensura.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Mas como esperar que haja tantos pais, professores e guias sábios o bastante pra passar isso às crianças que estão à sua volta, desde pequeninos, se temos aí uma multidão de herdeiros desse estigma do coitadinho? E com o aumento das discussões sobre o Bullying atualmente, mas nesse formato deficitário, inconsistente, a tendência é que cresça ainda mais o número de adultos intimamente mutilados pelos tão lucrativos traumas e complexos. Mas até quando o mundo vai lucrar com a própria degradação?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Quando as pessoas desenvolverem essa capacidade de amarem a si mesmas, com suas imperfeições e tudo, simplesmente porque sabem o valor que têm, então problemas como o Bullying virarão história e até a igualdade começará a ser praticada com naturalidade, afinal, aquele que se avalia com humildade e tranqüilidade suficientes para detectar, conscientemente, sua unicidade, invariavelmente conseguirá olhar para o outro com mais compreensão e humanidade. Num ambiente (corpo) desse, todo tipo de abuso torna-se impraticável porque não encontra espaço e nem porquê.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Só espero que esse apontamento que acabo de fazer não seja encarado como idealismo, romantismo e nada do tipo, que geralmente são vistos como coisas impraticáveis. Esse educar interno sempre foi necessário e há exemplos por aí. Certamente você deve ter lembrado de alguém ou até de você pelo menos em algum momento da vida em que sua autoconfiança o salvou de alguma forma (oxalá). E como é bom conviver com gente assim! Como faz bem tê-las por perto! O fato é que o momento é mais propício do que nunca para praticá-lo com as crianças.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Não basta ensiná-las o que é Bullying e porque ele é ruim, mas elas têm que saber que podem se defender desse tipo de violência com recursos próprios e muito mais poderosos do que as parcas opções que lhes têm sido apresentadas. Tão poderosos que, ao praticá-los, sua imposição servirá de exemplo pra qualquer um: pro coitadinho e pro malvadão, que, aliás, nunca mais ousará contra ela. E tudo sem violência, sem revanchismo, sem ameaça, sem interferências externas e punições, apenas com a certeza de que ninguém tem o direito de decidir e determinar se ela é suficientemente boa ou ruim, a não ser ela mesma. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-4589475303872530623?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8biKiUNMUe-So58FW7YtOsxgAFE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8biKiUNMUe-So58FW7YtOsxgAFE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/ciiReD-rD5s" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/4589475303872530623/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=4589475303872530623" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/4589475303872530623?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/4589475303872530623?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/ciiReD-rD5s/bullying-estao-esquecendo-o-principal.html" title="Bullying: estão esquecendo o principal" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2011/09/bullying-estao-esquecendo-o-principal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkYCSX8yeSp7ImA9WhdQFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-768193149697134575</id><published>2011-08-16T08:14:00.000-07:00</published><updated>2011-08-17T07:09:28.191-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-17T07:09:28.191-07:00</app:edited><title>10 de setembro acontece o 3º Encontrão de aniversário do Balaio do Kotscho</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-axaWgUCzLy0/TkqIliTIqTI/AAAAAAAADU8/zKq02obJekY/s1600/DSC09570.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-axaWgUCzLy0/TkqIliTIqTI/AAAAAAAADU8/zKq02obJekY/s400/DSC09570.JPG" width="400" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Foto do 1º Encontrão - 2009&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KUW-6O6AZok/TkqIk1RA5wI/AAAAAAAADU4/qElgIhGpuCk/s1600/Enrique%252C+Aliz%252C+Kotscho+Mara+y+yo.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-KUW-6O6AZok/TkqIk1RA5wI/AAAAAAAADU4/qElgIhGpuCk/s320/Enrique%252C+Aliz%252C+Kotscho+Mara+y+yo.JPG" width="320" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Foto do 2º Encontrão - 2010&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-N6h9ED6r_gw/TkqIkXaKmnI/AAAAAAAADU0/EC_11UyGTf0/s1600/DSCF3466.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-N6h9ED6r_gw/TkqIkXaKmnI/AAAAAAAADU0/EC_11UyGTf0/s320/DSCF3466.JPG" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Foto do 2º Encontrão - 2010 - na Chopperia North Beer&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Presença e número de acompanhantes precisam ser confirmadas até o dia 8 de setembro pelo e-mail &lt;a href="mailto:jornalizta@gmail.com"&gt;jornalizta@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Falta menos de um mês para o encontro anual que reúne pessoas vindas de diversos locais do Brasil em nome da mesma motivação: festejar mais um aniversário do blog jornalístico que mais tem alma na blogosfera brasileira, o Balaio do Kotscho. E se tem alma, é graças ao jeito especial que seu tutor, o grande jornalista Ricardo Kotscho, tem de noticiar, expor suas opiniões e interagir com seu público.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A data e o local já foram escolhidos: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;10 de setembro de 2011&lt;/b&gt;, por volta da hora do almoço, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;na chopperia &lt;a href="http://www.northbeer.com.br/"&gt;North Beer&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, na zona Norte de São Paulo (Av. Luis Dumont Villares, 1543 - Santana - São Paulo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O Balaio do Kotscho está completando 3 anos de existência, e desde o primeiro a data tem sido comemorada por seguidores e fãs de Ricardo Kotscho. E este ano há algo mais a celebrar. É que o Balaio está de casa nova desde o dia 23 de maio, quando estreou no R7 (&lt;a href="http://jornalizta.blogspot.com/2011/05/balaio-do-kotscho-de-volta-agora-no-r7.html"&gt;leia mais aqui&lt;/a&gt;). Nessa mesma data, o jornalista assumiu como comentarista político no jornal comandado por Heródoto Barbeiro e Thalita Oliveira na Record News. Os leitores assíduos de Kotscho, que o acompanham desde o IG, onde o blog iniciou, é claro, migraram com ele. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Muitas amizades nasceram na área de comentários desse blog. Pessoas do Brasil inteiro e até de outros países se conheceram ali, debatendo, trocando figurinhas e até discutindo sobre os temas puxados pelo jornalista em linhas sempre muito bem traçadas. Graças ao seu talento especial para promover o debate, Kotscho presenteou a blogosfera com qualidade, democracia e proximidade, já que desde a sua estreia na rede mundial de computadores, dispõe-se a atender, responder e cuidar muito bem de todos que chegam a ele. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por essas e tantas outras peculiaridades, que o Balaio do Kotscho ganhou até uma filial: o &lt;a href="http://boteco-do-balaio.blogspot.com/"&gt;Boteco do Balaio&lt;/a&gt;. Uma lista de discussão que reúne Balaieiros assíduos e fãs de Ricardo Kotscho que se conheceram em sua área de comentários e, desde então, têm transformado o virtual em real. É que muitos encontros já foram realizados por essa turma e fortes laços de afeto e admiração nasceram daí, dando origem a muitas novas histórias que, conforme o Kotscho faz desde sempre, valem a pena ser contadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os aniversários do Balaio são ocasiões especiais em que o nosso querido jornalista se reúne, informalmente, com essa turma e outros leitores de seu blog. Comparecem pessoas dos mais variados lugares dispostos a dividir momentos únicos de papo, diversão e comunhão. O Encontrão do ano passado ocorreu num lugar tão bacana, recheado a feijoada e tudo, que o próprio Kotscho pediu que o desse ano fosse no mesmo lugar, também na hora do almoço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Vale muito a pena! São horas muito bem vividas ao lado de pessoas de bem, inteligentes, prontas para um bom papo e sempre dispostas a fazer novos amigos. E tudo num lugar agradável e tranqüilo, onde cada um paga pelo que consome e permanece o tempo que desejar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Você pode ver as fotos dos Encontrões anteriores e do que o pessoal do Boteco do Balaio apronta, &lt;a href="http://boteco-do-balaio.blogspot.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quer vir? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Pedimos que os interessados em participar do 3º Encontrão de Aniversário do Balaio do Kotscho enviem um e-mail até o dia 8 de setembro confirmando a participação no endereço: &lt;a href="mailto:jornalizta@gmail.com"&gt;jornalizta@gmail.com&lt;/a&gt;. É importante &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;confirmar a presença e o número de acompanhantes&lt;/b&gt; até o dia 8 de setembro, pois precisamos reservar o número correto de cadeiras no local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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} catch(err) {}&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-768193149697134575?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ikxw_GGowNV9-vxmvfIIhBuACGM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ikxw_GGowNV9-vxmvfIIhBuACGM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ikxw_GGowNV9-vxmvfIIhBuACGM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ikxw_GGowNV9-vxmvfIIhBuACGM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/G5JiQ_-Dv_E" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/768193149697134575/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=768193149697134575" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/768193149697134575?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/768193149697134575?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/G5JiQ_-Dv_E/10-de-setembro-acontece-o-3-encontrao.html" title="10 de setembro acontece o 3º Encontrão de aniversário do Balaio do Kotscho" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-axaWgUCzLy0/TkqIliTIqTI/AAAAAAAADU8/zKq02obJekY/s72-c/DSC09570.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2011/08/10-de-setembro-acontece-o-3-encontrao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMFSHY7eyp7ImA9WhZUEU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-4488846064284213659</id><published>2011-06-03T11:40:00.000-07:00</published><updated>2011-06-03T11:40:19.803-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-03T11:40:19.803-07:00</app:edited><title>Desabafo de uma jornalista apaixonada</title><content type="html">&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esses dias, um amigo meu, &lt;a href="http://ericosanjuan.blogspot.com/"&gt;Érico San Juan&lt;/a&gt;, me fez acordar para os meus próprios sonhos, por meio de algo que havia escrito, no dia 6 de janeiro de 2010, no meu Boteco Virtual - o &lt;a href="https://groups.google.com/group/boteco-do-balaio"&gt;Boteco do Balaio&lt;/a&gt;. Nesse dia, meus amigos da lista de discussão estavam debatendo sobre a grande mídia e a forma como usa o poder que tem para influenciar as pessoas de acordo com seus interesses. Cada veículo defendendo o seu. Foi então que eu escrevi um desabafo. Ao reler o que escrevi, graças ao toque dado pelo Érico, voltei no tempo e nos meus próprios sentimentos, que andam relegados devido a uma série de fatores. Bem, o fato é que reli o texto e recuperei algo que havia perdido. Esperança, talvez? Não sei... mas isso me devolveu a chama da motivação.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Resolvi postá-lo aqui no blog. Ideologia não faz mal a ninguém, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Segue o texto na íntegra:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ontem, no Balaio, o Kotscho perguntou: O que você faria com os R$ 72 milhões do jardineiro Adolfo? &lt;a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;amp;q=http://colunistas.ig.com.br/ricardokotscho/2010/01/05/o-que-voce-faria-com-os-r-72-milhoes-do-jardineiro-adolfo/" target="_blank"&gt;http://colunistas.ig.com.br/ricardokotscho/2010/01/05/o-que-voce-fari...&lt;/a&gt;&amp;gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Eu respondi:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Kotscho, se fosse eu a ganhadora... ahhhhhh… &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;EU IA SER JORNALISTA EM PAZ!&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Como não iria mais precisar me preocupar com grana, contas e essas torturas capitalistas, daria um pé no corporativismo e seria livre, escreveria só sobre coisas em que eu acredito e nunca mais seria refém de emprego nenhum, de editor nenhum. Seria uma jornalista realizada e realmente cumpridora do meu dever social! As preocupações nossas com dinheiro nos escravizam demais. Vendemos barato o que temos de mais valioso: nosso tempo; e vemos ser desperdiçado, mal usado, o que nos é tão caro: o talento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Lendo o que os meus amados botequentos debateram sobre o jornalismo, especialmente Enio e Benê, e agora, fresquinho, o Simei (beijo, Simei!) senti ainda mais certeza do rumo que estou tomando. Não me arrependo! Mas preciso colocar aqui as minhas motivações de jornalista, já bem expressas na opinião que postei no Balaio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Gente, vocês sabem do amor que eu tenho por essa profissão, e não há nada que eu queira mais na vida do que ser jornalista até morrer, viver disso e só disso. Mas não é fácil. Nunca quis escrever para jornais diários, por isso jamais enviei currículo a qualquer um deles. Acho que se fosse fazê-lo, enviaria a algum jornal pequeno, de bairro mesmo, por obediência à minha consciência. Sei que se eu conseguisse um emprego na Folha ou na Veja, por exemplo, isso daria um grande peso ao meu currículo e um importante impulso profissional à minha carreira, mas também me tiraria a sensação valiosa de consciência tranquila. Se eu quero exercer a profissão para cumprir com o papel social que ela propõe, como fazer isso em veículos desse tipo, que fazem o que fazem?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Bem ou mal, por sobrevivência ou não, quem entra num lugar desses veste a camisa, não tem jeito, se torna aliado. Então, se é uma questão de realização profissional, acho que me sentiria mais realizada escrevendo em um jornal de bairro, mas que publica a verdade e presta, de fato, um serviço útil, do que me deixar dominar pelos ideais de um Frias Filho da vida. Se um dia a Folha teve alma - e eu acho que já teve - foi antes dele chegar. A Veja nunca teve. E muitos outros veículos de comunicação que temos aí também não. A partir do momento que se tornam armas nas mãos de políticos e grandes empresários, os jornais jogam no lixo o ideal jornalístico e quem aceita fazer parte disso também. Quem é que coloca a mão na massa?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quem leu o livro do Kotscho, “Vida de Repórter”, conhece exemplos mais do que suficientes. Eu leio de tudo, converso com muita gente e pesquiso demais, sei muitas outras coisas que desvirtuam o jornalismo em que acredito.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; Entendo o Benê quando defende a classe, acho que falta união entre os &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;jornalistas, que só sabem envenenar-se e disputar sei lá o que. Mas entendo mais ainda o que diz o Enio e o Simei. Sei que eles não fazem pouco dos trabalhadores da notícia, mas foram muito realistas ao apontarem o erro que cometem os jornalistas quando se vendem assim. E é puro conhecimento de causa!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas é realmente muito difícil. A gente quer exercer a profissão, mas também queremos nos sustentar dignamente, e as obrigações da vida são cada vez maiores. Temos que comer, vestir, manter a casa, o carro, e convenhamos: embora o jornalismo seja uma profissão essencialmente humanística, é, por outro lado, uma escolha complicada para aliar à vida prática de forma completa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quando eu me formei, fui sendo conduzida pelas oportunidades que apareceram, eu não podia desperdiçar nada, já estava difícil e eu não tinha com quem contar. O que uma menina do interior, sem dinheiro nenhum, vista como caipirona por todo mundo aqui de SP, e sem contato nenhum pode fazer? Mas trouxe na mente uma coisa que um querido professor da faculdade disse: busquem um lugar ao sol, mas em mídias que condizem com os princípios de vocês. Bem, se eu investisse na grande mídia, como é &amp;nbsp;sonho de 99% dos estudantes de jornalismo, eu estaria contrariando meus princípios porque não concordo com o que é feito. Há exceções, sempre, e nesses eu sempre estou tentando entrar, mas... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Hoje, considero que até tive sorte. Eu não tinha expectativa nenhuma, não conhecia ninguém, apenas tinha uma vontade e muito empenho, mais nada. Estou no comecinho ainda, dando os primeiros passos na profissão, mas me orgulho de tudo o que fiz até agora, porque tenho aprendido pra caramba e nunca vi textos meus serem manipulados de uma forma que fira os meus princípios. Tive sorte porque fui sendo levada a uma nova área para os jornalistas, que nada tem a ver com grande imprensa, mas que possibilita um exercício amplo, já que no jornalismo institucional se faz um pouco de tudo e tem que ser pau pra toda obra. Realmente gosto de trabalhar com comunicação corporativa, e mesmo que tenha de obedecer uma linha fechada e que muito se confunde com marketing, considero mais honesta do que esses metidos da grande imprensa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Todo mundo julga jornalistas institucionais ou assessores de imprensa, não consideram esses profissionais realmente jornalistas, mas vejam, o pessoal dos jornais e das revistas depende diretamente desses comunicólogos atrás das câmeras. Quem vocês acham que pautam eles? Quem consegue as fontes? Quem mastiga todo o trabalho? Quem viabiliza tudo? É esse pessoal diminuído e discriminado que não trabalha na grande imprensa, mas que tem um jogo de cintura incrível, que aprende a lidar com gente, que entende de comunicação de uma forma muito mais abrangente. Se eu sair da empresa hoje, eu me viro em qualquer lugar, inclusive diante desse novo cenário que se descortina para os jornalistas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Hoje, o mundo não precisa mais de jornalistas, precisa de especialistas em comunicação, e é isso que eu tenho me tornado dia a dia. Mas um jornalista que só trabalhou em redação não aceita isso, vocês podem ver como eles são conservadores e morrem de medo das mudanças. Isso, porque eles simplesmente não sabem fazer outra coisa, não sabem fazer de outro jeito, foram domesticados para o lead. Ora! Nem as matérias interpretativas ou as entrevistas hoje satisfazem mais os leitores! E ninguém se toca? O mundo está mudando e esse pessoal continua usando a mesma fórmula e acreditando nas mesmas coisas de 100 anos atrás! Continuam motivados por raiva, preconceito e sede de poder. Esses, se jogados no novo mercado de trabalho que exige, mais do que nunca, comunicólogos preparados, ficam perdidos, porque só sabem fazer uma coisa, de um jeito só. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Eu trabalho para um grupo privado e tenho que dançar conforme a música deles, como ocorre com qualquer trabalhador de carteira assinada - e como ocorre com todos os jornalistas de qualquer veículo famoso também. Esta é a terceira empresa que eu trabalho desde que me formei, há 4 anos, sem nunca sair da área que escolhi, sem nunca deixar de exercer o jornalismo, e mesmo com todas as dificuldades e as limitações, sinto que faço um trabalho mais honesto porque qualquer pessoa que leia as matérias que fiz dentro dessas empresas saberá dos meus objetivos; na grande imprensa, é tudo mascarado, é tudo vendido como serviço social mas com propósitos bem particulares e escusos. Será que há tanto mérito assim nisso?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os próprios jornalistas estão acabando com o jornalismo. Nós temos, sim, total culpa disso. Porque achamos que temos o direito de julgar, que a nossa opinião é importante, que a notícia tem que ser interpretada de acordo com as nossas crenças. Os jornalistas entraram nesse esquema pérfido das empresas de comunicação, ignorando a responsabilidade que têm nos ombros! Somos responsáveis pelo que chega às pessoas, mas principalmente pela forma como isso será interpretado por elas e na crença que isso vai gerar. Olha que perigo! Conduzimos um contingente imenso de mentes, e não pensar com cuidado e responsabilidade no resultado disso depois que chega a elas, é ser culpado por grandes catástrofes sociais, pelo desrespeito a muita gente que é julgada sem provas, pela energia que polui a fé das pessoas no seu país, nos seus semelhantes, no seu planeta.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É por causa disso que eu ando na contra-mão do que é considerado jornalismo de verdade aqui no Brasil. Pra mim, isso não é jornalismo e ponto! É por isso que adoto, conscientemente, outra linha. Porque antes de ser jornalista, eu sou gente e sou cidadã, e faço apenas aquilo que vá ajudar, ou, na pior das hipóteses, não atrapalhar. Hoje temos uma nação sofrida, pessimista e amargurada, e nem sempre a culpa por isso é política. Eu julgo que a maior culpa por estarmos, ainda, tão despreparados politicamente, economicamente, juridicamente, é da mídia, que ajudou, junto com igrejas e monopólios, atrasar o Brasil. Eu não quero fazer parte disso e apoio Enio e Simei, mesmo sendo jornalista.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Sei que um dia o sol vai brilhar para o meu lado, profissionalmente falando, e esse dia está chegando graças as mudanças que estão ocorrendo e fazendo um rebuliço no meio jornalístico. E esse meu sonho inclui trabalhar para elevar as mentes, para tornar as pessoas mais preparadas, para prestar um serviço verdadeiro. Educar é função da mídia, mas por enquanto não é isso que ela está fazendo – pelo menos não os veículos de maior circulação e visibilidade. Graças a Deus já temos a internet, e é ela que vai ajudar nesse processo que já está em curso, finalmente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-4488846064284213659?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wXolmc0cxfzxkzKWwJzxQh5Hh7w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wXolmc0cxfzxkzKWwJzxQh5Hh7w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/WgK1xUVKT8Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/4488846064284213659/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=4488846064284213659" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/4488846064284213659?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/4488846064284213659?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/WgK1xUVKT8Q/desabafo-de-uma-jornalista-apaixonada.html" title="Desabafo de uma jornalista apaixonada" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2011/06/desabafo-de-uma-jornalista-apaixonada.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0IMSHkyfCp7ImA9WhZVFE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-3484947332333626422</id><published>2011-05-23T13:03:00.001-07:00</published><updated>2011-05-26T07:53:09.794-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T07:53:09.794-07:00</app:edited><title>Balaio do Kotscho de volta, agora no R7</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/"&gt;&lt;img border="0" height="137" src="http://4.bp.blogspot.com/-XUTgm3jnvHI/Tdu4wLjX74I/AAAAAAAADFU/1Wm0r4JudJ0/s400/novo_Balaio_do_Kotscho.jpg" width="400" /&gt; Novo Balaio do Kotscho, agora no R7&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Depois de quase nos matar do coração ao anunciar, no dia 28 de abril, seu último post no blog mantido no IG há quase 3 anos, o brilhante jornalista Ricardo Kotscho volta com forças redobradas, desta vez no R7. Ele, seu blog &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;sui generis&lt;/i&gt; &lt;a href="http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/"&gt;Balaio do Kotscho&lt;/a&gt; e mais uma série de novidades televisionadas que têm início hoje, 23 de maio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Kotscho, agora, é comentarista político do novo &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Jornal da Record News&lt;/i&gt;, que também estréia hoje, às 21h, comandado por Heródoto Barbeiro e Thalita Oliveira. Além de poder lê-lo e comentá-lo no blog, poderemos vê-lo todas as terças e quintas-feiras na telinha. E como se não bastasse tanta novidade, ele também anunciou hoje, em seu primeiro post no R7, que estará firme e forte ao lado dos seus antigos companheiros de jornada Hélio Campos Mello e Nirlando Beirão no programa semanal &lt;a href="http://www.revistabrasileiros.com.br/"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Brasileiros&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, em breve no ar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Confesso que espero ansiosa por esse programa, inspirado na &lt;a href="http://www.revistabrasileiros.com.br/"&gt;revista de mesmo nome,&lt;/a&gt; que é, sem dúvida, a melhor em circulação hoje nas ruas brasileiras [e meu sonho de consumo, diga-se de passagem].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Eu e o pessoal do Boteco do Balaio – uma lista de discussão que funciona como uma espécie de filial do blog do Kotscho formada por leitores assíduos desse grande jornalista – estamos aliviados. Apesar de pouco tempo fora do ar, temos uma história de amor com esse blog e já estava difícil agüentar o “silêncio”. O Balaio do Kotscho é, sem medo de errar, o melhor blog jornalístico do Brasil, tanto pelo talento de seu condutor, quanto pela liberdade e proximidade que ele oferece a todos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Foi lá, em sua área de comentários, que muitos encontros aconteceram, fazendo o virtual virar real, estabelecendo grandes amizades entre pessoas do Brasil inteiro e até do mundo, já que muitos de seus membros escrevem de diferentes lugares do globo. Entre beijos e arranca-rabos, colecionamos momentos realmente inesquecíveis e que sempre trazem lições valiosas sobre o ser humano e seus mistérios. E tudo com a desculpa de debater política ;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em seus 46 anos de profissão, Kotscho dá mais uma lição sobre disposição e amor pela profissão. Bem disse ele no post de hoje: ”Nós três [ele, Hélio e Nirlando] não somos mais garotos, eu sei, mas estamos muito animados com estas novas oportunidades de trabalho que se abrem numa altura da vida em que muitos só pensam em pendurar as chuteiras e jogar os notebooks pela janela.” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Deus nos livre dessa ideia passar pela cabeça desses feras!!! Nós, leitores, jornalistas, estudantes, fãs e curiosos ainda precisamos muito do talento de vocês. Sucesso na nova empreitada, afinal, essas novidades todas só podem me sugerir uma coisa: que os bons tempos do jornalismo estão voltando. Ufa! Bem que me disseram que 2011 era o ano da comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sejam reportagens, artigos, crônicas, todos os textos de Eliane Brum refletem esse algo mais que ela possui, que chega a ser indefinível, e que dá a ela mais do que a generalista alcunha de talento. Não. Essencialmente, ela faz muito bem o jornalismo que se propõe fazer, mas isso qualquer pessoa um mínimo responsável, comprometida, faz. E assim se nutre o talento. Ela não. Brum dá mais, muito mais, do que poderia – e acho até que mais do que ela mesma imagina. Lendo-a, chego a pensar que não pertence a esse mundo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mais do que uma profissional talentosa, aos meus olhos de pessoa/jornalista/leitora/aprendiz, Eliane Brum possui um dom que deveria ser imprescindível em todo humanista, principalmente a quem trabalha com gente e para gente, ainda mais por meio da palavra, da expressão. Ela faz mais do que fuçar, pesquisar, descobrir: ela sente e depois transcende, através de sua lucidez espantosa, embora lindamente poética, transformando em palavras – o que, por si só, já é surpreendente – ao ponto de fazer quem lê, se identificar na hora, se reconhecer. Ela transmite de dentro pra fora, e isso já é raridade hoje em dia no meio jornalístico. Leads, manuais de redação, temas e personagens fúteis e a disputa desmedida por furos inúteis roubam a alma que não deveria se ausentar da comunicação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Gente. Essa é a matéria-prima de Brum. Se analisarmos suas reportagens e seus artigos friamente, é o que acharemos em todas.  Parece simplista demais? Já sei, parece piegas... mas não é. Ela pega um personagem comum, um desconhecido que seria considerado qualquer pelos conceitos atuais de jornalismo-espetáculo, e a partir dele transmite uma infinidade de mensagens e valores facilmente identificáveis por todo mundo, mas dificilmente reconhecidos. E explorando o que há de mais humano, ela vai expondo problemas, dramas, denúncias e o que mais precisa de atenção e de solução. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Retomar o blog, ainda no segundo mês de 2011 – misticamente considerado o ano da comunicação - sob essa influência só pode mesmo trazer sorte. Mas a sorte dos sábios, não dos dependentes do acaso. É aquela energia boa que inspira, que motiva a chegar a uma meta que vai além de mim mesma, mas que pode ser dividia com os outros a minha volta, de alguma forma. É como faz a Eliane Brum quando decide dividir com todos que a lêem o privilégio que possui da sensibilidade latente, da simplicidade em olhar para o outro tão desarmada ao ponto de se sentir igual, como todos deveríamos nos sentir e traduzir isso em algo que se lê, mas que no final das contas, acaba por nos impregnar de humanidade e da verdadeira solidariedade: aquela que não reduz ninguém à pena, mas à comunhão. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;

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Obrigada por estar aqui comigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijos&lt;br /&gt;
Aliz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para vê-lo maior, clique na imagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/TROoA2xuB_I/AAAAAAAAC9o/g_htjDFC-8A/s1600/cartao_2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="282" src="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/TROoA2xuB_I/AAAAAAAAC9o/g_htjDFC-8A/s400/cartao_2011.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-8128016495434564215?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/n4nAM4bMT2lT0P_ZcQlerHn1xgc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/n4nAM4bMT2lT0P_ZcQlerHn1xgc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/TG2Cx70Dn9I/AAAAAAAACqM/X4T7tc-cU2E/s1600/ervas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/TG2Cx70Dn9I/AAAAAAAACqM/X4T7tc-cU2E/s320/ervas.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nem tudo o que ele diz me convence, mas gosto da forma como ele sabe abordar as pessoas. O Dr. Drauzio Varella, é inegável, sabe se comunicar com a massa. Mas dependendo do tema escolhido, essa eficácia na comunicação é perigosa, pois, se é abrangente, tem também grande poder de influência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No próximo dia 29, o médico mais midiático do Brasil inicia uma nova série no Global Fantástico, chamada “É bom pra quê?”. O alvo, desta vez, serão as ervas e os remédios naturais. Até que demorou para o dr. Drauzio contesta-los, não é mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Li, na revista Época, a entrevista que a jornalista Cristiane Segatto fez com ele sobre a nova empreitada (&lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI162899-15230,00-ERVAS+MEDICINAIS+OS+CONSELHOS+DE+DRAUZIO+VARELLA.html"&gt;quer ler? Clique aqui&lt;/a&gt;). Além de preocupada, também decepcionei-me demais. Na entrevista, o médico expõe de forma bem escancarada seu lado cético e, de certa forma oportunista, tão peculiar em muitos médicos. Oportunista porque nada me tira da cabeça que todos eles mantêm acordos com a indústria farmacêutica – que, infelizmente, manda e desmanda na economia mundial. Não que os médicos ganhem dinheiro com isso, mas por manterem um pacto de autoproteção, de detenção de poder (porque, você sabe, médico pensa que é Deus).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A proposta do quadro é desclassificar a eficácia dos remédios naturais, como chazinhos e demais fitoterápicos. Falando em Português claro, ele pretende jogar por terra tudo em que acredita a sabedoria popular desde os primórdios em termos de cura. Sabe aqueles remedinhos da vovó e até algumas soluções “milagrosamente baratas” para determinados males? Pois é... nesse programa, serão todos contestados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A coisa é tão séria que, nessa entrevista, ele deixa bem claro o seu desprezo não só pela medicina alternativa – que ele nem gosta que seja chamada de medicina -, mas por todas as medidas que adotam soluções não atestadas pela Ciência. Eu diria que beira o preconceito, mas não, ali, o preconceito é declarado mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora! Ciência, pra cima de moi? Segundo ele, e a maioria dos médicos, que normalmente não acreditam em nada, se não é testado em laboratório e comprovado cientificamente, não presta, não tem valor. Aliás, “valor” vem bem a calhar nessa conversa: por que apoiar curas alternativas que, além de contestarem na prática a verdade absoluta da medicina, ainda custam pouco, são acessíveis a qualquer pessoa? Acho que está aí o grande problema. A medicina costuma desclassificar tudo aquilo que não consegue explicar, desvendar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu não preciso que a Ciência me comprove, por exemplo, todos os benefícios do gengibre, do pepino, da rosa branca, do boldo, do hortelã, do guaco e de tantas outras plantas, raízes, flores que, sim, fazem bem sem olhar quem. Um exemplo pessoal: no pior momento da minha vida, diante do maior choque que já sofri, que foi quando perdi minha mãe, há dois anos, não foram os antidepressivos – que causam dependência e apresentam uma série de efeitos colaterais - que me ajudaram a suportar o sofrimento e a reerguer-me emocionalmente, foram os Florais de Bach (que, por sinal, merecem um post exclusivo. Prometo que providencio).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem acredita em remédios naturais vai se sentir diretamente ofendido com essa série, assim como eu estou agora. Por utilizá-los em minha rotina e por conhecer inúmeros casos, leves e mais graves, de pessoas que se curaram graças à sabedoria popular, lamento demais por essa tentativa de plantar a descrença no povo brasileiro, que já anda tão isento de esperanças e cheio de dúvidas. O pior é que esse discurso infeliz vai partir de uma personalidade nacional em que muita gente confia e por meio da emissora mais assistida do País. O efeito disso pode ser catastrófico se os telespectadores não forem muito cautelosos e utilizarem todo o seu senso crítico diante dos argumentos apresentados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/TG2DBtcUUMI/AAAAAAAACqU/vjFaB0mYakE/s1600/ervas2.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/TG2DBtcUUMI/AAAAAAAACqU/vjFaB0mYakE/s320/ervas2.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Há provas muito mais aceitáveis sobre a eficácia da natureza em prol da nossa saúde do que as apresentadas pela Ciência do Dr. Drauzio Varella. Provas de vida real, na prática. Eu é que não sou louca de contestar as plantas em nome dos efeitos paliativos das drogas de farmácia. Sim, elas resolvem o problema na hora, mas não operam a cura. Diferentemente da medicina alternativa, que vai na raiz do problema e tem o poder de desencadear reações milagrosas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na entrevista publicada pela revista Época, Dr. Drauzio critica, inclusive, medidas tomadas pelo governo, que tem incentivado o uso de determinadas ervas, inclusive as chamadas Farmácias Vivas, que ele classifica pejorativamente de “hortas”. Inclusive, ele afirma que enquanto a medicina se baseava apenas em “chazinhos”, as pessoas viviam apenas 30 ou 40 anos. Ele só esqueceu de mencionar todas as outras diferenças nas condições de vida no passado, já que pretende comparar com os dias atuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se resolverem investigar as plantas para comprovarem cientificamente seu poder, eu apoio. Tenho certeza dos inúmeros benefícios que serão encontrados. Também concordo que nós devemos nos informar sobre a manipulação das ervas, afinal, misturas podem mesmo ser perigosas. No entanto, o que me incomodou nessa entrevista, foi o tom preconceituoso e cético do médico, evidente em várias expressões por ele empregadas. Pior: me incomoda mais a clara intenção dele de impor uma crença particular, baseada em princípios limitados, que jamais, mesmo diante de qualquer comprovação científica, irá reconhecer o poder das plantas. É tendencioso!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas por que estou me preocupando tanto, afinal? Quem já desfruta dos benefícios da natureza em seu próprio corpo jamais vai se deixar convencer pela frieza e descrença de certos argumentos médicos. Só lamento que, quem ainda não desfruta desse bem, possa afastar-se dele ainda mais – ou pelo menos até que precise, realmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa empáfia da medicina tem nos rendido muitos prejuízos. Pagamos com nossa saúde, e isso sim é perigoso. A partir do momento que a medicina desquitou-se da espiritualidade (digo espírito, não religião, que considero outro veneno) e de tudo que é natural, passou a representar muitos riscos a todos. Já há muitos profissionais da saúde, sabiamente, trilhando esse caminho de volta e realizando trabalhos incríveis que geram em grandes benefícios sociais, inclusive, retomando a valiosa característica humana que nunca deveria ter sido ignorada pela profissão. Mas há tantos outros, como o Dr. Drauzio Varella, que só acreditam na tal Ciência – essa mesma que não crê em nada e em ninguém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há tanto que a Ciência ainda não consegue explicar... Nós, seres vivos, somos prova real disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476349994464560274" src="http://1.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S__nThXFxJI/AAAAAAAACcs/T3zdsy5ddn8/s320/b_branca.jpg" style="float: left; height: 227px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 166px;" /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Reclamar. Fazemos isso com tanta facilidade, não é mesmo? Há quem diga que o brasileiro é um reclamão nato. Na pele de consumidor essa característica torna-se ainda mais evidente, principalmente com a internet, que oferece cada vez mais canais voltados às nossas reivindicações. Depois dessa acessibilidade toda, temos usado e abusado do direito – e do gosto – por reclamar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Com a finalidade de registrar insatisfações e abusos, em nome do respeito ao direito do consumidor, temos diversas opções. Órgãos oficiais, como o &lt;a href="http://www.pgr.mpf.gov.br/"&gt;Ministério Público Federal&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://www.procon.sp.gov.br/"&gt;Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor)&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://www.blogger.com/Portal%20do%20Consumidor"&gt;Portal do Consumidor&lt;/a&gt; são algumas, mas a internet oferece muito mais. &lt;a href="http://www.idec.org.br/"&gt;Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor)&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reclameaqui.com.br/"&gt;Reclame Aqui&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.nuncamais.net/site/index/index.cfm"&gt;Nunca Mais&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://www.denuncio.com.br/"&gt;Denuncio&lt;/a&gt; são alguns exemplos de sites criados para dar voz aos nossos protestos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Mas e quando somos bem atendidos? E quando um serviço nos satisfaz? Será que temos a mesma disposição para elogiar? Quantos canais existem para que possamos fazer isso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Geralmente, em sites de venda de produtos, por exemplo, há um espaço exclusivo de recomendação, tanto do produto comprado quanto para o atendimento, agilidade, preço etc. Eu, por exemplo, sempre consulto esse canal quando preciso comprar alguma coisa, e foi assim que comecei a perceber a importância de conhecer as opiniões de outros consumidores. Essas opiniões têm um peso muito grande na minha decisão de compra. Você aí: costuma fazer uso dessa ferramenta?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Reclamar é um direito de todos e é um recurso importante para exigirmos respeito como cidadãos. Muitas vezes, para termos acesso a algum produto ou serviço, somos feitos de reféns por empresas que pintam e bordam às custas do nosso dinheiro, dos nossos direitos e da nossa dignidade duramente conquistados (as empresas de telefonia que o digam). Não é à toa que os canais de reclamação da internet estão sempre bombando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Mas tão importante quanto reclamar é &lt;b&gt;ELOGIAR&lt;/b&gt;. O ato de apontar qualidades é muito eficaz para o ser humano de uma forma geral. Elogiar incentiva, é um &lt;i&gt;feedback&lt;/i&gt; sempre aguardado por todo mundo que se dedica a alguma coisa, ele reforça a vontade de ser útil e bom naquilo que se faz. Com as empresas não é diferente. À medida que recebe retornos positivos, elas e suas equipes se sentem motivadas para investir ainda mais em otimização. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Mas elogiar é um hábito pouco desenvolvido aqui no Brasil ainda. O maior exemplo que temos disso está no próprio mercado de trabalho. Quantas e quantas vezes já ouvi de empresários, chefes de setor e demais que evitam elogiar porque isso pode fazer com que o outro se sinta exageradamente envaidecido e relaxe em sua atividade, se acomode. Teoria mais antiga e ignorante que esta eu nunca vi! Corporações são feitas de pessoas, e pessoas precisam se sentir valorizadas para produzir mais e melhor. O mesmoa contece dentro de muitos lares com pais de família&amp;nbsp;que adotam essa mesma filosofia arcaica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Ressaltar aquilo que se faz de bom é muito importante e pode nos levar ainda mais rápido, e com mais eficácia, ao respeito e à satisfação que almejamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;Uma iniciativa inédita&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.elogieaki.com.br/"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476347769274104514" src="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S__lR_4V-sI/AAAAAAAACck/LLqVDDpVMPk/s320/elogie-aki2.jpg" style="display: block; height: 196px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Na contramão da amargura gerada por tanta reclamação surgiu o portal &lt;a href="http://www.elogieaki.com.br/"&gt;ELOGIEAKI &lt;/a&gt;(&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.elogieaki.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;WWW.elogieaki.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;), que oferece espaço para que ressaltemos um trabalho bem feito, um serviço bem prestado. “Você recebe um atendimento ‘de primeira’, a sua troca acontece em menos de 24 horas, e o pós-vendas é surpreendentemente bem feito. O que você faz? ELOGIE!”, propõe o site.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;De acordo com o release que recebi, este é “um canal que valoriza empresas inteligentes e parceiras e que acreditam em seus funcionários e clientes. Com um ano de vida, o portal já conta com mais de 10 mil acessos mensais e milhares de seguidores nas redes sociais, como Orkut, Facebook, Linkedin e Twitter, além de prestar serviços sociais e ser o único portal a publicar somente notícias positivas.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;A proposta realmente é inovadora e traz ares muito bons aos nossos hábitos ultrapassados, e isso, acredite, renova nossas energias, tão desgastadas pelo stress,&amp;nbsp;refletindo beneficamente no país inteiro. Acho que vale a pena dedicar alguns minutinhos para tecer elogios a quem merece e promover essa grande transformação invisível, porém facilmente sentida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;No site, de cara você já vê alguns comentários positivos sobre vários serviços e empresas. Muito interessante também é o TOP 10, indicando as empresas, profissionais e celebridades mais elogiados pelo público. Esse filtro é feito com base no &lt;i&gt;Rankin&lt;/i&gt; que o portal dispõe para que conheçamos os mais citados. São páginas e mais páginas de boa reputação. Além disso, há enquetes, artigos, notícias e dicas sobre serviços. Ali, todo o espaço disponível é dedicado exclusivamente ao que é positivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;Vamos rever alguns conceitos? &lt;a href="http://www.elogieaki.com.br/"&gt;ElogieAki&lt;/a&gt;!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rp1waRl3uWvjoYRZJdIsa5SHBro/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rp1waRl3uWvjoYRZJdIsa5SHBro/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rp1waRl3uWvjoYRZJdIsa5SHBro/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rp1waRl3uWvjoYRZJdIsa5SHBro/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/zNhoLhMkAyI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/5631141393459172490/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=5631141393459172490" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/5631141393459172490?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/5631141393459172490?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/zNhoLhMkAyI/na-contramao-da-sindrome-da-amargura.html" title="Na contramão da síndrome da amargura" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S__nThXFxJI/AAAAAAAACcs/T3zdsy5ddn8/s72-c/b_branca.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2010/05/na-contramao-da-sindrome-da-amargura.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYCQXY6cSp7ImA9Wx5RFE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-8931128203851101242</id><published>2010-05-26T08:41:00.000-07:00</published><updated>2010-08-21T15:02:40.819-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-21T15:02:40.819-07:00</app:edited><title>O tamanho de um livro</title><content type="html">&lt;script type="text/javascript"&gt;
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&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;Em entrevista exclusiva, José Cláudio&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span id="goog_1383313900"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1383313901"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt; Adão – o Cacá -, autor do livro A VIDA DO BEBÊ – SEGUNDA PARTE – DE QUARENTA PARA FRENTE, me sacia as curiosidades sobre a sensação de escrever e publicar o primeiro livro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Muita gente sonha, desde pequeno, publicar um livro. Seja de memórias, ficção, história ou mesmo técnico. Para essas pessoas, geralmente dadas ao universo da leitura e da escrita, esse sonho tem um tamanho descomunal. E não poderia mesmo ser diferente, afinal, a publicação de um livro carrega mais do que palavras e criatividade, é algo intrínseco, uma doação pessoal indireta e muito, muito forte. O valor de um livro para essas pessoas estrapola o imaginável. Um texto sempre carrega mais do que informações, ele leva muito de quem o escreveu, imagine só um livro!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Sempre me pego pensando nisso. Gostaria muito de publicar um também. Aliás, um não, vários, de muitos tipos e temáticas... na verdade eu penso nisso o tempo todo. Mas ainda não me sinto assim, preparada, madura o suficiente. Enquanto isso, vou pesquisando, analisando, observando e me conhecendo melhor, mas que um dia sai, ah, saí! Talvez seja por esse interesse que eu gosto tanto de observar as pessoas que escrevem publicamente. Os leio com um afinco especial, mas essa leitura não se atém apenas às suas obras, mas à sua alma. Gosto muito disso. Essa curiosidade se torna ainda mais acentuada quando tenho perto de mim alguém realizando este sonho de publicar um livro. O que se passa ali dentro daquela mente? O que o transportou àquelas páginas? Qual é, enfim, a sensação?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Nas últimas semanas, essas observações que faço foram muito privilegiadas, pois tive a oportunidade de acompanhar a visita de vários autores durante um evento literário que o colégio em que trabalho realiza anualmente. Os autores convidados publicam, normalmente, livros infantojuvenis, por isso receberam o convite para o evento. Mas durante as apresentações fui descobrindo as coisas incríveis que eles já fizeram na vida, a multiplicidade de projetos em que se envolvem e o quanto a capacidade humana é ilimitada. O poder do interesse pessoal é mesmo extraordinário! Realiza coisas muito admiráveis e que dão ao mundo, à vida, uma riqueza especial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Em uma dessas apresentações, uma criança perguntou a um determinado autor qual foi o momento mais marcante pra ele durante sua carreira como escritor. Sem pestanejar, o autor respondeu: “Foi a publicação do meu primeiro livro”. Essa frase foi repetida por muitos outros escritores que conheci, de uma forma ou de outra. Pude sentir que, realmente, a publicação de um livro – especialmente o primeiro – representa algo muito grandioso na vida de alguém. Nesses instantes transportei-me com rapidez ao meu amigo minerim Cacá, o &lt;a href="http://uaimundo.blogspot.com/"&gt;José Cláudio Adão&lt;/a&gt;, que acaba de lançar seu primeiro livro, intitulado A VIDA DO BEBÊ – SEGUNDA PARTE – DE QUARENTA PARA FRENTE. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Logo que o livro saiu, bem no começo de 2010, recebi um e-mail do Cacá contando a novidade. Puxa, a emoção foi grande! Eu, que já tenho tanta admiração por esse historiador cozinheiro e blogueiro do &lt;a href="http://uaimundo.blogspot.com/"&gt;UAI Mundo&lt;/a&gt; há um bom tempo, poderia conhecer ainda mais de perto o sabor, a sensação, enfim, a dimensão que esse feito produz numa pessoa. O Cacá não me negaria isso, tanto que poucos dias depois do nosso contato, recebi em minha casa o livro dele, ainda quentinho, Made in Minas. Saboreei cada página e indico: LEIAM, VOCÊS VÃO GOSTAR! &lt;span style="background-color: #f1c232;"&gt;(Informações sobre como adquirir o livro no final deste post).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Todo o talento, a sensibilidade, o carisma&amp;nbsp;e a sagacidade do Cacá estão impressas ali. Ele brinca o tempo todo com essa coisa da vida depois dos quarenta anos: as limitações que surgem, o choque pessoal, mas também as possibilidades que, em fases anteriores, não existem. E tudo isso com bom humor, naturalidade e, mais importante, IGUALDADE!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;E pra provocar ainda mais a curiosidade de quem me lê agora, publico a entrevista que fiz com o meu amigo Cacá sobre esse grande feito, a realização desse grande sonho: a publicação de seu primeiro livro! Lá vai:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S_1BF0X6EOI/AAAAAAAACbg/dlfvnC14bd4/s320/livro_caca.jpg" width="206" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://24.233.183.33/cont/login/Index_Piloto.jsp?ID=bv24x7br"&gt;Compre o livro clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;Cacá, qual é a sensação de publicar um livro?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Pode parecer lugar comum, mas é a mesma sensação de quando a gente é pai de um filho pela primeira vez. Até o momento em que eles vêm ao mundo, cercados do cuidado que você teve na gestação, de alimentar bem, rever cada passo, tentar não dar nenhum deles fora da linha para que nada de mal lhe aconteça. Daí para frente, o livro começa a gozar de vantagens com relação ao filho de verdade. Do livro quem vai cuidar é o público leitor e crítico. De um filho você apenas gosta de receber elogios, quanto ao livro, é bom que além de elogios, claro, que venham as críticas. A gente precisa estar aprendendo sempre. Quando criticam um filho seu, às vezes você aceita, outras vezes não. Varia de pessoa para pessoa. A gente perde noites de sono, a gente perde a fome, a gente sonha com ele, enfim, há muitas semelhanças em relação ao sentimento que provoca. Quando a editora me comunicou que estava pronto, eu tive aquele friozinho que percorre todo o corpo e acho que houve a famosa descarga de adrenalina ou outras substâncias que provocam a boa ansiedade, tal como a notícia do nascimento do filho provoca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;Você é um grande blogueiro. Escreve poemas, crônicas e histórias que prendem a gente do começo ao fim. Há quanto tempo você bloga?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Já faz dois anos. Eu criei o meu blog em fevereiro de 2008. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;O que te levou aos blogs?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;É um caso muito curioso. Eu estava tentando me profissionalizar como cozinheiro, adoro cozinhar. Não era para trabalhar no mercado formal. Apenas para atender aos amigos e à minha família que é muito grande e muito festeira. E eu gosto muito de receber as pessoas com uma comida que eu faço. Então comecei a fazer uns cursos esporádicos através do Senac, até que surgiu a época do famoso curso de cozinheiro, com duração de quase um ano. Me inscrevi e havia uma seleção. Eram 20 vagas e cerca de noventa candidatos. Havia um teste psicotécnico e uma redação. Eu fui reprovado no psicotécnico e fiquei inconformado. Era um teste que considerei até rudimentar. Mais simples do que aqueles tracinhos que a gente fazia no papel quando ia tirar carteira de motorista. No dia da divulgação o psicólogo que aplicou os testes disse que quem se sentisse prejudicado ou em dúvida poderia procurá-lo em seu escritório e ele explicaria os motivos da reprovação. Muito bravo, fui lá no dia seguinte e ele me explicou que os tracinhos que fiz com tanto zelo, não eram levados em conta. O desejado era a rapidez e a quantidade em função do tempo. Mas ele me perguntou se eu não gostava de literatura, de escrever, pois achava o meu perfil de uma pessoa que poderia se dar muito bem nas letras. Sabe quando você quer fazer uma coisa e alguém para lhe consolar lhe dá uma dica de outra? Pois é, esse xingamento que você deve ter pensado aí agora foi o mesmo que me ocorreu. Me deu vontade de mandá-lo ir tomar... (banho) rsrs. Alguns dias depois, entre o preparo de um prato ou outro e passeando por blogs na net, resolvi criar um. De lá para cá, não parei mais de escrever. Depois voltei lá pessoalmente para dar ao psicólogo o meu endereço. Ele nunca visitou o blog, mas acabou me fazendo um bem que ele nem imagina! [Risos].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;Qual é a sua participação como escritor na internet?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Além do meu blog, que atualizo duas ou três vezes por semana, publico diariamente no RECANTO DAS LETRAS, um grande portal de escritores amadores ou não e de uma interatividade que, para quem gosta de escrever, posso chamá-lo de paraíso. Também publico no DUELOS LITERÁRIOS. Este é um blog muito bacana, onde as pessoas são convidadas a fazer suas postagens, o que pode se dar em qualquer tempo. Há ainda um tema escolhido e votado entre os participantes todo mês e a gente publica qualquer texto, de qualquer estilo ou modalidade literária sobre aquele tema. Num site de minha cidade, o VIVA ITABIRA, publico crônicas semanalmente, assim como no site AUTORES.COM e, por fim, sou co-autor no site SINESTESIA CULTURAL. Fora isso, sou seguidor de inúmeros blogs, onde sempre visito e troco comentários com seus autores. Enfim, passo a maior parte dos meus dias envolvido com literatura. Quando não estou fazendo nada disso, estou lendo ou... cozinhando. Já perdi a conta de quantas comidas deixei queimar, absorto nas leituras e escritas na internet. Conhece meu Poeminha Tostado?:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;i&gt;Cozinhando e pensando&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;i&gt;Vou lembrando de escrever&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;i&gt;Deixo a panela. Lavo as mãos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;i&gt;Sento. Esqueço.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;i&gt;A comida vai queimando&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;i&gt;E vou perdendo a batalha&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;i&gt;Do fogão e da palavra.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;Qual é a sua formação e no que trabalha hoje? Qual sua idade?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Eu fui mecânico até me aposentar. Era um técnico de uma grande mineradora. Nesse meio tempo fui sindicalista durante longos anos, me formei em História, dei aulas por um curto período em pré-vestibular e depois da aposentadoria eu trabalhei em uma ONG que tratava de educação ambiental e desenvolvimento sustentável de norte a sul de Minas. Hoje eu me dedico exclusivamente à militância literária e à militância gastronômica (risos). Tenho 47 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;Desde quando o mundo das letras te encanta? A que você atribui essa paixão por escrever?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Leitura sempre fez parte da minha vida fora da escola. Desde pequeno eu dividia (escondido) com um irmão as revistinhas que ele colecionava de Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas, Zé Carioca, Fantasma, Tek, Zorro e outras. Depois, me familiarizei com livros que eram proibidos durante a ditadura. Entrei ainda adolescente numas repúblicas estudantis aqui em BH que eram cheias dos então chamados subversivos (os resistentes). Também fiquei viciado por notícias. A vida toda, depois que comecei a ter o meu salário, assinava jornais e revistas. E lia muito livro e texto para o meu curso de História. Literatura sempre esteve presente em minha vida, só que agora mais intensamente. Estou, inclusive, tirando o atraso de tantas obras maravilhosas que não tive oportunidade de ler antes. Vou dividindo meu tempo entre ler e escrever. A escritura já me acompanha desde muito cedo. No sindicato, praticamente metade de todo material que saía escrito (boletins, jornais) era eu quem escrevia, eu quem fazia as atas da maioria das reuniões, sempre eu e mais um grande amigo que era outro diretor que tinha muita habilidade também com a escrita, o Júlio. A paixão foi algo passageiro, uma vez que se consolidou num amor que para mim será eterno e ela, a literatura, já me prometeu que se o cérebro não me trair, ela será minha companheira até os meus últimos dias. Ah, e faltou falar que sou também viciado com palavras cruzadas há pelo menos uns vinte anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;Você sempre sonhou escrever um livro? De onde e desde quando veio esse desejo?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;A minha infância ao mesmo tempo em que foi pobre em termos materiais, foi muitíssimo rica em intensidade. Tudo o que se pode imaginar e até o que não se pode em meio à meninada eu pude aproveitar, sem riscos de qualquer espécie, feito os que temos hoje para as crianças. Por volta de 1991, eu comprei meu primeiro PC e comecei a escrever minhas lembranças. A minha esposa naquela época era professora de português e era quem me incentivava para que continuasse. Dizia ela que eu levava jeito para escrever. Mas ficou guardado e só mais recentemente eu resolvi retomar e já está quase se tornando um livro dessa fase tão importante para mim. Junte isso com esse ensaio, A VIDA DO BEBÊ – SEGUNDA PARTE, que acabo de publicar, e vai dar no sonho que veio de uma vez e vai se materializando a cada dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;Já escreveu outras obras que não chegaram a ser publicadas?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Essas memórias de infância estão na fase de finalização. Eu tenho muita vontade é de publicar as minhas crônicas, que é o que mais sei fazer e o que mais gosto. Já possuo tantas que daria para uns dois ou três livros. Estão quase todas publicadas on-line. Mas um livro é um livro, né?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;O seu livro tem alguma relação com “A vida do bebê”, de Rinaldo De Lamare? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Pode sintetizá-lo?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Quando a minha primeira filha nasceu eu tinha esse livro em casa. Quem casa, tem filhos e vai morar longe da mãe e da sogra, precisa de um auxílio luxuoso desses. Ele começa desde a gestação e vai até ali pelos 10, 12 anos da criança. E a vida inteira, quando mais jovem, eu ouvia os mais velhos dizerem que a vida começa depois dos 40. Não sabia se era um trunfo da maturidade ou se era um consolo para quem estava se sentindo velho ao chegar nesta idade. Então, se é verdade que a vida começa depois de 40, me ocorreu a idéia de que essa turma fazia parte da nova maternidade, meio barbada, meio careca, meio enrugada, mas com uma vitalidade de fazer gosto. É isso que eu chamo de vida do bebê de 40 para frente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;Gostaria de saber detalhes da feitura desse livro. Qual foi sua inspiração? Quando você se dedicava a escrevê-lo? Que sentimentos ele provocava em você durante esse trabalho? Em quanto tempo você o fez? Chegou a desanimar ou ter alguma crise de criatividade durante esse processo? Quanto você já gastou nele? De quem você recebeu e recebe o maior apoio para realizar este sonho? O que teve que sacrificar para torná-lo realidade? Como é o processo de edição? Como conseguiu publicá-lo? Qual foi a sensação de vê-lo prontinho na sua mão? Pretende escrever outros? É custoso escrever? Sei que são várias perguntas em uma só, a minha intenção é apenas provocá-lo a contar sobre a dor e a delícia desse processo todo, do sonho, entende? Se puder fazer esse resumo, trará ainda mais alma à entrevista.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Uma das primeiras crônicas que publiquei no meu blog chama-se ENTRE O VOCÊ E O SENHOR. Não mais que de repente, eu comecei a achar tão estranho as pessoas me tratando em todos os lugares por senhor... Olhava minha cara no espelho para ver que traços mudaram tão repentinamente para que eu ganhasse esse respeitoso, porém indesejado, tratamento naqueles momentos. A gente só percebe mesmo e se acomoda com o lento e inexorável, no caso do processo de envelhecimento, depois de ver uma foto recente e comparar com outra mais antiga. O espelho é um grande traíra. Desde então comecei a notar também que minhas crônicas tinham um semblante saudosista, algumas até cheias de rugas e de rusgas com o presente. Há uma inevitável comparação entre a modernidade rápida e cheia de coisas fugazes com a lentidão do tempo, com o menor número de pessoas no mundo, com as fases bem definidas que vivemos de cada pedaço de nossas vidas na infância e na juventude. Então, pintou uma angústia, um não sei que de doer e eu fui refletindo cotidianamente sobre isso. Daí, num estalo, em menos de duas semanas estava esboçado o livrinho. Juntei minhas experiências, leituras e observações silenciosas que faço do comportamento humano e fui escrevendo. Parei um tempo, achei uma grande bobagem, mas o incômodo não passava. Era literário, mas era da essência também. Não teve jeito, fui vencido pela vontade de ir em frente e fui. Eu o publiquei inicialmente como e-livro no Recanto das Letras e até teve uns leitores que gostaram. Depois o cadastrei num site que se chama MESA DO EDITOR, que é onde se juntam editoras atrás de autores e vice-versa. Recebi três propostas de publicação e fechei com a terceira, mais interessante. O livro fica disponível na livraria virtual e me prometeram que vai ser disponibilizado no site Amazon.com. Eu também o adquiro em maiores quantidades para doar para bibliotecas, entidades, pessoas que estão ligadas ao meio literário e faço vendas diretas, pois há muita gente que ainda tem medo de fazer compras on-line. Eu gastei muito menos do que imaginava. Paguei pela criptografia, pela capa (desenvolvi junto com minha companheira a idéia, escrevi para a editora e eles a produziram). E paguei também pela diagramação. Nas despesas da editora está incluído o registro na Biblioteca Nacional, mas eu já havia providenciado antes. Não podemos deixar publicações na internet sem registro (isto para quem quer se tornar escritor). Esse tal de copiar e colar sem dar os devidos créditos de autoria é o que mais há na rede.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;b&gt;Você acha que o homem realmente precisa ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro para ter uma vida completa? Já sente a sua vida completa com a publicação do seu livro, ou tem mais planos literários?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Paradoxalmente a vida se completa mesmo é no seu fim. Isso para quem constrói alguma coisa que lhe modifica a essência ou modifica a de outro alguém. A isso eu chamo ciclo de vida. Muita ação embasada em muita reflexão e muita intensidade, tanto nas tarefas como nos prazeres que podemos desfrutar. Os sofrimentos e as alegrias fazem parte do processo de maturação. O trabalho que enobrece o homem, no meu entendimento, é aquele com as características do primitivismo humano. O que supre as nossas necessidades materiais aliado ao prazer e ao lazer. Isso num sistema em que se vive de valores mensurados por dinheiro é muito difícil por mais confissão de satisfação que possamos encontrar. Há a opressão sempre de uma parte, quando não se é dono de todo o processo criativo e do produto final. Creio que somente esse tipo de trabalho traz alegria plena para qualquer pessoa. Hoje eu posso me dedicar ao que me traz mais satisfação. Não tenho que prestar contas de minhas horas, se produzi ou não, porque já passei por todas essas etapas tendo que fazer isso pela sobrevivência minha e pela manutenção da prole. É dessa alegria com o trabalho de que eu falo. Não me incomodo de acordar às duas, três horas da manhã e ficar o dia inteiro lendo e escrevendo. Ninguém me cobra resultados e, por incrível que pareça, acho que assim sou mais produtivo (pelo menos do ponto de vista de quantidade). A qualidade por mais que eu esmere, é o leitor quem vai dizer se há ou não. Esse é o meu parâmetro para publicar. O que acho que não vale a pena, apago, jogo fora ou guardo. Filhos, como dizia o Vinícius de Moraes, como sabê-los senão tendo-os? Tenho duas lindas filhas, apesar de meu desejo um tempo atrás fosse ter seis, para não desmembrar o ramo dos Adão que meu pai e minha mãe plantaram. A conjuntura não permitiu e acho que agora vou me contentar com uma penca de netos (só não deixe as minhas filhas lerem isso). Essa simbologia da realização humana do livro, da árvore e dos filhos acho que é o resumo de tudo o que de mais importante as pessoas podem deixar como legado histórico, social, cultural e humano. Uma sociedade sempre melhor do que aquela que elas encontraram quando vieram parar por aqui. Para isso, os filhos não precisam ser biológicos; as árvores, preservando-as basta; e o livro pode ser a própria história de uma vida muito bem vivida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Serviço:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Para adquirir o livro A VIDA DO BEBÊ – SEGUNDA PARTE – DE QUARENTA PARA FRENTE, de José Cláudio Adão, &lt;a href="http://24.233.183.33/cont/login/Index_Piloto.jsp?ID=bv24x7br"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Você também pode entrar em contato com o autor por meio do blog &lt;a href="http://24.233.183.33/cont/login/Index_Piloto.jsp?ID=bv24x7br"&gt;UAI MUNDO&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://uaimundo.blogspot.com/"&gt;http://uaimundo.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Ou pelo e-mail: &lt;a href="mailto:kkadao@gmail.com"&gt;kkadao@gmail.com&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/script&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-8931128203851101242?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dVTgxwmIC-6EC2UZmQWwgB_mhvU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dVTgxwmIC-6EC2UZmQWwgB_mhvU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/XrLm9PLW5bQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/8931128203851101242/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=8931128203851101242" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/8931128203851101242?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/8931128203851101242?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/XrLm9PLW5bQ/o-tamanho-de-um-livro.html" title="O tamanho de um livro" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S_1BF0X6EOI/AAAAAAAACbg/dlfvnC14bd4/s72-c/livro_caca.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2010/05/o-tamanho-de-um-livro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU4DRH05eCp7ImA9WxFXGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-6322621699594823032</id><published>2010-05-25T15:50:00.000-07:00</published><updated>2010-05-25T15:52:55.320-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T15:52:55.320-07:00</app:edited><title>Um selinho</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S_xJDtADawI/AAAAAAAACbM/jqqHjMukegY/s1600/selinhoblog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="191" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S_xJDtADawI/AAAAAAAACbM/jqqHjMukegY/s200/selinhoblog.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Recebi este lindo selinho do Cacá, querido amigo, blogueiro do &lt;a href="http://uaimundo.blogspot.com/"&gt;Uai Mundo&lt;/a&gt; e autor do livro “A vida do bebê – segunda parte - de quarenta para frente” (em breve publicarei aqui entrevista que fiz com ele sobre esse feito). Muito obrigada por lembrar do meu blog, Cacá!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;Esse selo tem algumas regras a seguir:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;- pegue o selinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;- responda a pergunta (O que é mágico para você?)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;- repasse para 10 blogs&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;- indique de onde pegou o selinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;- ilustre com uma imagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S_xJMyDU4vI/AAAAAAAACbU/UUlWn9X9U1M/s1600/photo20060218143358.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S_xJMyDU4vI/AAAAAAAACbU/UUlWn9X9U1M/s320/photo20060218143358.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;O que é mágico pra você?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Mágico pra mim é o ser humano. A gente assiste a filmes de super heróis como uma fantasia distante. Que nada! Somos tão cheios de poderes! A capacidade do ser humano de adaptação, aprendizado, criação, transformação e superação, bem como sua incrível sensibilidade, é mágica pura. Mágicas que Deus nos deu como principal defesa e proteção: dons, talentos... Mágicas que somos nós.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;BLOGS QUE VÃO RECEBER&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;a href="http://www.texto-sentido.blogspot.com/"&gt;Texto-Sentido&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;a href="http://ecoblog-blogeco.blogspot.com/"&gt;Eco Blog do Eu&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;a href="http://trashetc.blogspot.com/"&gt;Trash Etc.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;a href="http://guerreirodoasfalto.blogspot.com/"&gt;Guerreiro do Asfalto&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;a href="http://mulhernapolicia.blogspot.com/"&gt;Mulher na Polícia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;a href="http://canova-verdades.blogspot.com/"&gt;Verdades?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;a href="http://boteco-do-balaio.blogspot.com/"&gt;Boteco do Balaio&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;a href="http://www.trombone.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?idblog=14055"&gt;Trombone&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;a href="http://webnota10.blogspot.com/"&gt;Web Nota 10&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;a href="http://pretextoselr.blogspot.com/"&gt;Pretextos-elr&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Beijo e sucesso a todos!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-6322621699594823032?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ij6htfoJy7LdGiAe9grMjVCE7cA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ij6htfoJy7LdGiAe9grMjVCE7cA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ij6htfoJy7LdGiAe9grMjVCE7cA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ij6htfoJy7LdGiAe9grMjVCE7cA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/z2r4HZuh-60" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/6322621699594823032/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=6322621699594823032" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/6322621699594823032?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/6322621699594823032?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/z2r4HZuh-60/um-selinho.html" title="Um selinho" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S_xJDtADawI/AAAAAAAACbM/jqqHjMukegY/s72-c/selinhoblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2010/05/um-selinho.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUARnY9eip7ImA9Wx5QEE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-6007776208289809856</id><published>2010-04-23T14:05:00.000-07:00</published><updated>2010-08-28T14:50:47.862-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-28T14:50:47.862-07:00</app:edited><title>A riqueza e a modernização urbana geradas pelo café imortalizadas nas ruas de Santos</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Clique nas fotos para ampliá-las&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITZ7JU4DI/AAAAAAAACC4/MAFS8Px1Zc8/s1600/Imagem+007.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITZ7JU4DI/AAAAAAAACC4/MAFS8Px1Zc8/s200/Imagem+007.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;O Brasil é, atualmente, o maior produtor e exportador de café do mundo, e também o segundo maior consumidor desse grão, perdendo apenas para os Estados Unidos. De acordo com dados divulgados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o País responde por mais de um terço da produção mundial de café, possuindo aproximadamente 6,4 bilhões de pés desse fruto.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITaymUPsI/AAAAAAAACDA/WJhkyO03qLA/s1600/Imagem+015.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITaymUPsI/AAAAAAAACDA/WJhkyO03qLA/s200/Imagem+015.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Considerado um dos principais geradores de riquezas do planeta, o café é importante para o Brasil desde a época do Império. “O produto se adaptou tão bem aos solos e climas brasileiros que quatro anos após o estabelecimento da cultura no país, em 1727, já ocorriam as primeiras exportações”, segundo divulgado pela Embrapa Café no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. &lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITbnhopoI/AAAAAAAACDI/eim6y9_wkaA/s1600/Imagem+031.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITbnhopoI/AAAAAAAACDI/eim6y9_wkaA/s200/Imagem+031.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITcvL9y-I/AAAAAAAACDQ/ExdBS3oxZvg/s1600/Imagem+036.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITcvL9y-I/AAAAAAAACDQ/ExdBS3oxZvg/s200/Imagem+036.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Um dia o café já chegou a representar 50% das exportações do País. Hoje, pela diversidade de produtos exportados, ele já não ocupa mais esse patamar, no entanto, pelos números atuais, como os divulgados acima, vemos que o grão continua sendo um produto de grande importância para a economia brasileira e que a nossa história deve muito a ele. Com o intuito de observar pessoalmente resquícios da riqueza gerada pelo café em tempos áureos, bem como a modernização urbana que também teve origem aí, fui parar em um cenário privilegiado para tal resgate: a cidade de Santos, no litoral paulista.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITgCtATJI/AAAAAAAACDg/Z72p7a7e5yk/s1600/Imagem+041.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITgCtATJI/AAAAAAAACDg/Z72p7a7e5yk/s200/Imagem+041.jpg" tt="true" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITeWMBF6I/AAAAAAAACDY/nLHXRc5_K-0/s1600/Imagem+039.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S9ITeWMBF6I/AAAAAAAACDY/nLHXRc5_K-0/s200/Imagem+039.jpg" tt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Durante um bom tempo, Santos teve sua economia centrada na comercialização do café. A cidade abriga o maior porto da América Latina e a economia cafeeira representou um impulso gigantesco de crescimento, especialmente com a inauguração da ferrovia São Paulo Railway, que ligava Santos às lavouras de Jundiaí, em 1867. Nesse passeio, exploramos a transformação da cidade colonial no momento em que entrava em cena a riqueza gerada pela cafeicultura, que financiou a modernização urbana do Estado de São Paulo no início do século 20.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como acompanhantes, tive estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e os professores de História da São Paulo Memória, empresa que organizou o Estudo. Os pontos visitados, especialmente a Bolsa do Café, nos permitem sentir na pele a dimensão de toda a ostentação, do glamour e da imponência transformados em realidade graças ao café. Acompanhe o trajeto vivenciado:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Monte Serrat&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No centro de Santos, a 157 metros acima do nível do mar, está o morro do Monte Serrat, que abriga a construção do famoso cassino de mesmo nome inaugurado em 1927. Para chegar até lá, fomos transportados pelo bondinho, que opera o trajeto desde a inauguração do empreendimento. Lá em cima, conhecemos os luxuosos salões que políticos influentes, Presidentes da República, artistas nacionais e internacionais, grandes orquestras e outras personalidades freqüentavam. A construção ainda conserva as características originais da decoração da época, inclusive os móveis. Lá de fora, uma visão panorâmica da cidade chama atenção, principalmente o Porto de Santos, que pode ser contemplado por sua extensão e importância. No topo, também conhecemos o Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat, padroeira da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="border: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Complexo do Valongo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;Os trilhos por onde passou a maior parte da riqueza que impulsionou o desenvolvimento de São Paulo e do Brasil também foram observados de por nós. O complexo do Valongo é formado pela antiga Estação Ferroviária Santos-Jundiaí, inaugurada em 1867, a primeira do Estado de São Paulo, o Santuário e os Casarões do Valongo. Neste ponto, analisamos a grandiosidade da arquitetura da época, agora em ruínas, mas que em breve deverá ser reconstruída, segundo promessas; entendemos também alguns dos motivos que levaram à decadência o sistema ferroviário e muitas outras informações sobre a importância daquele local para todo o país.&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;b&gt;Igreja Santo Antônio do Valongo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;Em estilo barroco, o Santuário de Santo Antônio do Valongo dispõe de valiosas obras de arte. Entre elas destaca-se o altar-mor, original, com detalhes em ouro, um dos únicos tronos rotativos do país no qual, de um lado, temos a imagem giratória representando a Santíssima Trindade e, do outro, o Ostensório para adoração perpétua. Há, também, a imagem do Cristo Místico de Seis Asas, o altar de Nossa Senhora das Dores, as imagens de Nossa Senhora da Conceição, São Pedro e São João. No século 18, esse conjunto arquitetônico destacava-se como um dos maiores e mais bonitos de toda a Província Franciscana no Brasil. Em 1859, o imóvel foi vendido para construção da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, porém, a igreja permaneceu, já que de acordo com a história, “não houve força capaz de retirar a imagem de Santo Antônio do altar”. Em 1987 aconteceu sua elevação a santuário.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Bolsa Oficial do Café&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;Os alunos conferiram a magnitude do poder proporcionado pelo café refletido na imponência arquitetônica e suntuosidade do Palácio da Bolsa Oficial do Café, hoje Museu do Café, localizado no centro de Santos. O Palácio foi inaugurado em 1922 para centralizar, organizar e controlar todas as negociações do mercado cafeeiro, principal fonte de riqueza do país na época. Isso pode ser comprovado nos detalhes, já que sua construção inclui materiais de acabamento de primeira linha, tornando-o um verdadeiro monumento, como o almejado por seus idealizadores. O museu reúne, logo no saguão, três obras de Benedicto Calixto, mais o vitral A visão de Anhanguera, desenhado pelo mesmo artista, no teto central, acima da Sala do Pregão, onde os barões do café e pessoas influentes tinham seus lugares cativos para influir na tomada de decisões.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Pinacoteca Benedicto Calixto&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;O artista plástico Benedicto Calixto foi citado o tempo todo durante os estudos em Santos. Isso, porque além de consagrado pelas suas obras, expostas nos principais pontos turísticos de Santos e nos maiores museus do país, Calixto nasceu em Itanhaém (a poucos quilômetros de Santos) e viveu em Santos durante boa parte de sua vida. Era considerado pintor-historiador, pois se dedicou a traduzir paisagens e fatos históricos ocorridos em sua época e também antes dela. Para tanto, pesquisava e estudava criteriosamente documentos históricos com um talento especial nas interpretações, impondo uma precisão espantosa ao retrato. Suas pinturas são verdadeiros testemunhos da passagem do século 19 para o 20, justamente no início do processo de modernização do Estado de São Paulo que geraram transformações radicais nas cidades, no campo e no litoral. Na Pinacoteca que leva seu nome, instalada em um belo casarão do início do século, um dos últimos exemplares de moradias dos barões do café, conhecemos muitas de suas obras e também de outros artistas consagrados, além de uma biblioteca especializada em artes.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class="separator" style="border: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Veja as fotos aqui. Se quiser, clique sobre a apresentação para ser redirecionado ao álbum.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;embed flashvars="host=picasaweb.google.com.br&amp;amp;captions=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feat=flashalbum&amp;amp;RGB=0x000000&amp;amp;feed=http%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com.br%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fjornalizta%2Falbumid%2F5465616502822172561%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" height="267" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" src="http://picasaweb.google.com.br/s/c/bin/slideshow.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7C_52M4cSAIWOEUINJmIgrz_X0Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7C_52M4cSAIWOEUINJmIgrz_X0Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;br /&gt;
24 de janeiro é uma delas, por causa do padroeiro da profissão, São Francisco de Sales; 29 de janeiro, data histórica que, entre outras citações, celebra o jornalista e abolicionista José do Patrocínio, falecido em 1905; tem também 16 de abril, Dia do Repórter, que nada mais é do que um jornalista (certo?); 13 de maio, que se refere à Liberdade da Imprensa, decretada pela ONU em 1993 e, finalmente, 1 de junho, Dia da Imprensa, que durante 192 anos foi comemorado erroneamente em 10 de setembro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se pode ver, dias para comemorarmos esse ofício não faltam, o que falta mesmo é dignidade para fazê-lo. Não apenas pela parcela de profissionais que envergonham todo o resto, mas principalmente pelas condições de trabalho que temos nos submetido, ou foi à toa que o STF derrubou a regulamentação da profissão, conquistada a duras penas, e sob o argumento de que se trata de atividade como a de cozinheiro e costureiro? Nada acontece por acaso, concorda?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que só o sindicato da categoria acredita que nós, jornalistas, temos a carga horária legal cumprida pelas empresas, bem como o piso salarial, como o que é determinado por esse órgão tão utópico. Só eles, porque aqui na vida real trabalhamos cada vez mais por muito menos, essa é que é a verdade. E além disso, assumimos cada vez mais responsabilidades, já que as empresas não se contentam mais com repórteres, redatores e outros especialistas isolados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, exigem um jornalista completo (e isso inclui saber tudo e sobre todos, além de idiomas dos mais variados), que seja também fotógrafo, diagramador, ilustrador, revisor e web developer. Ou seja, hoje, um jornalista tem que se multiplicar ao ponto de povoar um departamento de comunicação inteiro. E não pense que os salários oferecidos condizem com o número de atribuições. Já vi estagiários de outras áreas ganhando mais – porque em jornalismo, até estagiário é explorado até o osso por míseros trocados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente não para por aí. Somos cobrados por fora e por dentro, sobre todos os aspectos. Há a questão da responsabilidade social e do papel ético do jornalista, mas há também os bastidores que ninguém exalta: temos contas a pagar e precisamos sobreviver como qualquer mortal. E aí? Jornalistas morrem aos montes, são odiados por políticos e policiais, e quando não são esses os autores das violências que se comentem contra nós, é a depressão, o alcoolismo e outros males psicossociais, pois já temos índices que comprovam a força dessas doenças sob o profissional de imprensa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lógico, ninguém para pra considerar, ao menos entender, a pressão dessa profissão, as condições sub-humanas em determinados momentos, afinal, antes de ser jornalista, esse ser se torna – ou já nasce – humanista, e isso já demonstra a completa falta de reservas dele, uma vez que mergulha no ofício em tempo integral,de corpo e alma literalmente. Conflitos internos, proximidade direta com pessoas, personagens, fatos, problemas, crueldades, histórias, cadáveres... por incrível que pareça, jornalista é gente, e sendo humanista, seu lado gente é ainda mais intenso, e essa sensibilidade constantemente a flor a pele lhe dá perspicácia e capacidades incríveis de dedução e conhecimento, mas também lhe compromete em doação, em entrega, e isso vai muito além do exercício profissional, o pega por inteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por essas e outras que eu não me preocupei muito quando derrubaram o nosso diploma. Fiquei revoltada, claro, foram inúmeras as injustiças cometidas no decorrer desse debate, comparações ridículas e uma clara ignorância sobre os atributos desse ofício. Até hoje não sei como uma comissão tão despreparada poderia julgar o tema da forma como julgou tendo a consciência tranqüila. Mesmo assim, por que sentir medo? Quem, em sã consciência, vai abandonar uma determinada carreira pra se aventurar no jornalismo sob essas condições? Pra isso é preciso paixão, muita paixão!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É isso que nos move! Essa paixão, esse gosto, essa sede. Que me desculpem os outros profissionais, mas um humanista não tem a opção do liga e desliga do horário comercial, muito menos das fórmulas prontas. Um jornalista gira em sintonia com a Terra, sente na pele todas as transformações e é inevitável&amp;nbsp;deixar de interiorizá-las. E não posso esquecer de citar os conflitos internos. Uma profissão de ego, como essa, causa uma guerra não-declarada entre os próprios semelhantes, que disputam cargos, poderes e status, que fazem o absurdo de discriminarem-se entre si obedecendo a classificações tão antigas quanto andar pra frente. O mundo é outro, mas dinossauros influentes continuam vivos dentro das faculdades e dos meios de comunicação (depois eu volto nesse assunto).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje é Dia do Jornalista e eu agradeço a homenagem com orgulho. Porque eu sempre sonhei com essa profissão e, apesar dos rótulos e das distinções todas que nos valorizam e nos desvalorizam a cada caractere, e todos os outros problemas, este é um sonho que eu realizo todos os dias. E também porque tenho consciência da importância que profissionais como eu têm para o mundo desde sempre. Um jornalista é um humanista, um comunicólogo, um intelectual, um poeta, um escritor da&amp;nbsp;realidade. É o cara que interpreta a vida para os outros, com erros e acertos, mas que faz isso mesmo que lhe custe a sua própria. Eu não saberia ser outra coisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostem ou não, entendam ou não, todo dia é dia do jornalista.&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9hL8FDlg-EpcrObgMBa9uo4pyO4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9hL8FDlg-EpcrObgMBa9uo4pyO4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;(clique nas fotos para vê-las ampliadas)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KD5gchdiI/AAAAAAAAB1Q/VNYEcVLJQI8/s1600/DSC_0026.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KD5gchdiI/AAAAAAAAB1Q/VNYEcVLJQI8/s200/DSC_0026.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Estive no &lt;a href="http://www.cataventocultural.org.br/home.asp"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Catavento Cultural e Educacional&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, um tipo de museu interativo, mantido pelo governo de São Paulo no chamado Palácio das Indústrias &lt;a href="http://www.cataventocultural.org.br/inf_palacio.asp"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;(clique aqui para saber mais)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KEAnzuiuI/AAAAAAAAB2A/Nxb5wylX0_k/s1600/DSC_0070.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" nt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KEAnzuiuI/AAAAAAAAB2A/Nxb5wylX0_k/s200/DSC_0070.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O espaço, além de gigante, foi muito bem planejado e realmente encanta qualquer visitante, seja criança ou adulto. Por ser projetado para que o público experimente e participe dos conteúdos expostos ali, o passeio não é nada enfadonho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KEDBQjn-I/AAAAAAAAB2Q/2RoZydNABf8/s1600/DSC_0072.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KEDBQjn-I/AAAAAAAAB2Q/2RoZydNABf8/s200/DSC_0072.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Fui até lá acompanhando crianças do 1º ano da Educação Infantil e do 2º e 3º anos do Ensino Fundamental do colégio para o qual trabalho, ou seja, uma galerinha de no máximo 7 anos.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A experiência foi ótima, porque além da surpresa pessoal por estar num lugar que nunca havia estado antes, também pude vivenciar a reação de crianças ainda tão novas diante das inúmeras possibilidades que o espaço oferece. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Na verdade, por ser uma visita monitorada, não vimos nem metade do que o local reserva. Eu, como fiquei mais livre lá dentro, pude dar uma boa xeretada. Digo a você: vale a pena conhecer! Pegue seus filhos, sobrinhos, priminhos e os leve para entender, bem de perto, os segredos da ciência, além de colocá-los diante de questões imperativas da sociedade, só que de uma forma leve e rica em recursos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A ciência e os problemas sociais são expostos com atualidade e criatividade. Os 4000m² do Catavendo foram divididos em quatro seções:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KEIsTEuWI/AAAAAAAAB24/eOcMZaJTnzQ/s1600/DSC_0098.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" nt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KEIsTEuWI/AAAAAAAAB24/eOcMZaJTnzQ/s200/DSC_0098.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Universo – do espaço sideral à Terra&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Esta ala abrange as seguintes temáticas: Homem na Lua, História da Astronomia, Observação no Céu, Meteoritos, Sistema Solar, Estrelas, Galáxias, Interior da Terra, Caverna e Paisagens Terrestres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KEMgwxQjI/AAAAAAAAB3g/u2mDgOlCzSk/s1600/DSC_0147.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KEMgwxQjI/AAAAAAAAB3g/u2mDgOlCzSk/s200/DSC_0147.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Vida – do primeiro ser vivo até o homem&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Aqui, aprendemos mais sobre Biomas, Árvore da Vida e Diversidade, Vitrine das Borboletas, Vida no Oceano, Fotossíntese e Anéis de Crescimento, Do veneno ao remédio, Aves do Brasil, Evolução de Darwin, Homem Virtual e Célula, Genoma e Mundo Miscroscópico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KMD55MSeI/AAAAAAAAB6g/-ZfQr9cIyQg/s1600/DSC_0202.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KMD55MSeI/AAAAAAAAB6g/-ZfQr9cIyQg/s200/DSC_0202.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Engenho – as criações do homem dentro da ciência&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O Engenho traz a Sala das Ilusões, Mecânica, Som, Eletromagnetismo, Calor, Fluídos e Luz e Óptica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KENYqg0HI/AAAAAAAAB3o/AdR0E7xq-08/s1600/DSC_0148.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KENYqg0HI/AAAAAAAAB3o/AdR0E7xq-08/s200/DSC_0148.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Sociedade – problemas da convivência organizada do homem&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Já na ala reservada aos temas da sociedade, podemos conhecer mais sobre: Preservando a Terra, Maravilhas da Terra, Matéria, Nanotecnologia, Jogos do Poder, Estúdio de TV, Passeio Digital ao Rio de Janeiro, Educação para Resultado, Alertas à Juventude e,finalmente,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Prevenindo a Gravidez Juvenil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Detalhes sobre cada um desses temas podem ser conferidos no site do Catavento, clicando &lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;a href="http://www.cataventocultural.org.br/listainst.asp"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O que eu experimentei por lá&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A primeira sala em que entrei foi a do Universo, mais precisamente no local chamado &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Homem na Lua&lt;/i&gt;. Toda ela é decorada com imagens reais da paisagem lunar, destacando o momento em que Neil Armstrong pisou na Lula pela primeira vez, em 1969. Eles até recriaram a marca do primeiro passo dado no nosso satélite natural para que as crianças possam pisá-lo, sentindo assim a sensação desse momento histórico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;É bom destacar que todos os ambientes contam com monitores especializados, que contam às crianças a história do que está ali representado e explicam cada uma das instalações, bem como dirigem todo o processo de experimentação que o espaço permite. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Em &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Meteoritos&lt;/i&gt;, fiquei muito surpresa ao poder ver e tocar um meteorito de verdade, que caiu aqui na Terra há 6 mil anos! Lá, também, observei planetas, constelações e outras maravilhas do espaço, graças a uma parede repleta de telescópios que guardam imagens lindíssimas do espaço. Os recursos são inúmeros lá dentro, como computadores nos quais você escolhe um destino do Sistema Solar e ele simula a viagem, uma parede em que é possível ouvir o som de estrelas, recriado graças a tecnologia e muito mais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Mas fiquei realmente encantada com a reprodução do Astro Rei. Ali, é possível conhecer o Sol em detalhes, tanto de sua superfície quanto de seu interior. É a coisa mais linda! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;E além disso, também reproduziram o SOAR (Southern Observatory for Astrophysical Research), um telescópio situado em Cerro Pachon, no Chile, projetado para produzir imagens de excelente qualidade. Originalmente, ele possui um espelho de 4,1 metros de diâmetro!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Na ala &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Vida&lt;/i&gt;, a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Vitrine das Borboletas&lt;/i&gt; prende a atenção por um bom tempo. São 500 borboletas que chocam pela beleza e pela diversidade,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;e entre elas também está a maior mariposa do mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Bem perto está um grande aquário, outro espetáculo a parte, que ilustra as regiões dos oceanos e sua diversidade. As maiores conchas do mundo são mostradas ali, além de conhecermos um peixe venenoso. Maravilhas da fauna, a classificação dos seres vivos, a árvore da vida e muito mais, exposto de forma inteligente, vistosa e simples chamam a atenção da gente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;No paredão &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Homem Virtual&lt;/i&gt;, é possível conhecer partes do corpo humano por meio de imagens virtuais criadas na Faculdade de Medicina da USP. Aliás, o virtual está presente em quase tudo. Em &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Sociedade&lt;/i&gt;, por exemplo, a ala &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Passeio Digital pelo Rio de Janeiro&lt;/i&gt; nos leva a voar de asa delta pela Cidade Maravilhosa em 3D. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Também é legal o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Estúdio de TV&lt;/i&gt;, onde as crianças se familiarizam com o processo de criação de um programa televisivo. E, em Jogos &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;do Poder&lt;/i&gt;, há uma parede de escada, com quadros de Cândido Portinari espalhados, misturados a outros recursos que levantam questões discutidas pela sociedade desde sempre, bem como História, Arte e muito mais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Acho que foi no Engenho que as crianças mais se deliciaram. Ali, tudo é feito pra ser xeretado. Além do já manjado eletromagnetismo, que elas adoram por causa da experiência que deixa os cabelos literalmente em pé, elas aprenderam na prática como é produzida a energia elétrica e entenderam um pouco das forças ocultas da natureza. Os pequeninos suaram a camisa pedalando pra acender um painel de lá, contemplaram uma maquete linda que demonstra como funciona uma hidroelétrica e também fizeram subir um balão, compreendendo a mágica produzida pelo calor.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Mas o legal mesmo foi em &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Fluídos&lt;/i&gt;, onde um mecanismo bem simples permite que as crianças se sintam dentro de uma bolha de sabão. A sensação, pela empolgação deles, não poderia ser melhor!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Eu recomendo esse passeio, você vai gostar!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Acompanhe, abaixo, o slide com as fotos de lá. Se quiser, clique sobre a apresentação para ser direcionado ao álbum.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;embed flashvars="host=picasaweb.google.com.br&amp;amp;captions=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feat=flashalbum&amp;amp;RGB=0x000000&amp;amp;feed=http%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com.br%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2Fjornalizta%2Falbumid%2F5465665255943975153%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26hl%3Dpt_BR" height="267" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" src="http://picasaweb.google.com.br/s/c/bin/slideshow.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #365f91; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: accent1; mso-themeshade: 191;"&gt;Serviço:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O Catavento Cultural e Educacional fica na&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;Praça Cívica Ulisses Guimarães, S/Nº, Parque Dom Pedro II - São Paulo – SP. Está situado no Palácio das Indústrias, antiga sede da Prefeitura, no centro da cidade de São Paulo, entre a Av. do Estado e a Av. Mercúrio, em frente à Casa das Retortas e próximo ao Mercado Municipal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Horários&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #365f91; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: accent1; mso-themeshade: 191;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #5c5c5c; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; De terça-feira a domingo, das 9h às 17h&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;-&amp;nbsp;Feriados: Consulte o link "Notícias do Catavento" &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;- Entrada até as 16h&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;- Recomenda-se a visitação para crianças acima de 7 anos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Para participar das sessões nas salas abaixo é necessário a retirada de senhas no Hall Central do Catavento:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Capacidade de público por sala:&lt;br /&gt;
- Nanotecnologia ............................. 48 pessoas&lt;br /&gt;
- Laboratório de Química&amp;nbsp; ................ 40 pessoas&lt;br /&gt;
- Prevenindo a Gravidez Juvenil&amp;nbsp;...... 20 pessoas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #365f91; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: accent1; mso-themeshade: 191;"&gt;Regras para visitação:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #365f91; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: accent1; mso-themeshade: 191;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;- Não são permitidos alimentos, bebidas, fumo e celulares ligados;&lt;br /&gt;
- São permitidos blocos e lápis para anotações, câmeras fotográficas e filmadoras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #365f91; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: accent1; mso-themeshade: 191;"&gt;Estacionamento:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;1/2 hora&amp;nbsp;R$ 6,00 |&amp;nbsp;1ª hora&amp;nbsp;R$ 8,00 | demais horas&amp;nbsp;R$ 2,00 | ônibus R$ 20,00&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #365f91; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: accent1; mso-themeshade: 191;"&gt;Acesso:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 5;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;De Metrô:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 5;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Desembarque: Linha Vermelha - Estação Dom Pedro II&lt;br /&gt;
Localização: Rua da Figueira&lt;br /&gt;
Percurso a pé: 514m&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Desembarque: Linha Azul - São Bento&lt;br /&gt;
Localização: Ld. Porto Geral&lt;br /&gt;
Percurso a pé: 950m&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 5;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;De Ônibus:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 5;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O terminal de ônibus Parque Dom Pedro II está a poucos metros do Catavento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 5;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #365f91; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: accent1; mso-themeshade: 191;"&gt;Preços:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Normal:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; R$6,00&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Meia entrada:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; aposentados e idosos; crianças de 4 a 12 anos; estudantes com carteirinha; portadores de necessidades especiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Isenção:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; &lt;span style="color: black;"&gt;Crianças até 3 anos e 11 meses; Professores da rede pública do Estado de São Paulo (municipal e estadual) com apresentação de holerite; Monitor ou agente de turismo, apresentando a carteirinha da EMBRATUR; Funcionários da Secretaria Estadual da Cultura, apresentando o crachá de identificação profissional; Escolas públicas estaduais&amp;nbsp; e municipais do Estado de São Paulo previamente agendadas com roteiro programado.&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-4351210268360721220?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-mX3dm3c_HTV6Cm9ZzhkcHHK-5I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-mX3dm3c_HTV6Cm9ZzhkcHHK-5I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-mX3dm3c_HTV6Cm9ZzhkcHHK-5I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-mX3dm3c_HTV6Cm9ZzhkcHHK-5I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/67zfN7SST7A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/4351210268360721220/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=4351210268360721220" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/4351210268360721220?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/4351210268360721220?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/67zfN7SST7A/um-catavento-super-moderno.html" title="Um ‘catavento’ super moderno" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S7KD5gchdiI/AAAAAAAAB1Q/VNYEcVLJQI8/s72-c/DSC_0026.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2010/03/um-catavento-super-moderno.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUBRXg_eip7ImA9WxBUEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-1060604568262552919</id><published>2010-02-25T13:03:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T13:27:34.642-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-02-25T13:27:34.642-08:00</app:edited><title>Nova ortografia: SOCORRO! “Ortografa!” pra mim.</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desde que entrou em vigor, em 1º de janeiro de 2009, o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa tem deixado muita gente de cabelo em pé, principalmente nós, humildes jornalistas, que dependemos da arte de escrever. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Temos até 2012 para aprendermos as novas regras, ano em que as mudanças serão obrigatórias. Bem por isso é bom começar aderir desde já, sendo contra ou a favor, afinal, este acordo demorou muito para ser firmado e passa a vigorar em todos os países que têm o Português como língua oficial. É o caso de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Portugal e Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É como reaprender a escrever. As alterações não foram tantas assim, mas mexeram em regras que já eram difíceis de entender antes da reforma. Agora, depois das mudanças, a confusão é inevitável. É o caso do hífen, por exemplo. Até hoje, depois do acordo, existem várias dúvidas relativas a este pequeno e misterioso tracinho. Até mesmo a Academia Brasileira de Letras (ABL) apresenta algumas indefinições. Não vou entrar em detalhes, pois já tem material suficiente sobre isso na internet.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Acontece que as dúvidas vão surgindo aos poucos, e, geralmente, no furor do escrever. Você está lá, todo empenhado, concentrado no tema, e de repente precisa utilizar aquela palavrinha que sofreu alterações. O que fazer? Um conselho eu dou: você vai ter que aplicar as mudanças mais cedo ou mais tarde, então comece já.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bem, se você não tem nenhum lingüista craque por perto e nem um dicionário super mega atualizado, acesse o &lt;a href="http://www.ortografa.com.br/"&gt;Ortografa!&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.ortografa.com.br/"&gt;(clique aqui para conhecer)&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Gratuito e em constante atualização&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S4bmvt3Nq1I/AAAAAAAABwY/IVANXkKd2fQ/s1600-h/logo_ortografa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S4bmvt3Nq1I/AAAAAAAABwY/IVANXkKd2fQ/s320/logo_ortografa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Ortografa! É um serviço gratuito que utiliza uma plataforma extremamente simples e útil. Ele vive me socorrendo nesses momentos aí de pressa e intensa inspiração. O melhor é que é confiável, porque seu idealizador, o analista de sistemas Ramon Bispo, está sempre de olho nas mudanças e correções, atualizando regularmente o sistema que criou e mantém sozinho. Para isso, ele se baseia no VOLP, o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, publicação oficial da ABL com os verbetes corretos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Não tive muita pretensão [ao criar o Ortografa!]. Foi uma ideia -sem acento - que surgiu quando eu estava vendo um noticiário na TV e o jornalista estava apresentando as novas regras. Isso aconteceu no segundo dia de 2009. Poucos dias depois a primeira versão já estava no ar”, me conta Ramon em uma entrevista que fiz com ele por e-mail.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A invenção dele tem sido assunto em vários sites e blogs e até já saiu no caderno &lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/link/"&gt;Link&lt;/a&gt;, do Estadão &lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/link/escrever-direito-e-com-o-ortografa/"&gt;(clique aqui para conferir)&lt;/a&gt; , com entrevista e tudo. Será por causa dos picos de 12 mil visitas por dia, registradas “quando o assunto nova ortografia era ‘moda’”, conforme diz Ramon? Deve ser. Hoje, o site recebe cerca de 4 mil visitas por dia, de forma bem estabilizada. E os planos não param por aí. Ramon quer ampliar seu sistema, tornando-o capaz de corrigir erros comuns da Língua Portuguesa, não somente os ligados à nova ortografia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas o melhor é saber que ele pretende manter o serviço free, ou seja, grátis grátis. A maior parte desses serviços é restrito, pois exigem a compra de uma assinatura, e o Ortografa! veio realmente como uma opção. Se Bispo lucra alguma coisa com ele, é por meio do serviço AdSense, do Google, e só.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Uma das minhas motivações em criar o Ortografa! era o fato de que muitos não teriam acesso detalhado à essa nova forma de escrever. Até porque os bons dicionários da nossa língua são todos pagos. Penso ser completamente necessário que haja uma ferramenta gratuita para auxiliar as pessoas nesse sentido. Porém, o Ortografa! tem sim uma forma de lucro: um banner do programa de AdSense do Google, nada mais”, esclarece o desenvolvedor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao Estadão, Ramon contou que já até manteve um contato parcial com a ABL, interessados em uma parceria, mas até agora nada foi fechado. Houve, também, outras propostas, “só que nenhuma delas até o momento se adequou ao que quero para a ferramenta”, respondeu ao jornal. Ele deixa claro que não quer mesmo levar o seu projeto para uma linha comercial. “Não tenho intenções de tornar a ferramenta paga um dia, seja qual for o seu crescimento”, deixou claro Bispo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Utilizar o Ortografa! é bem simples. Você digita a palavra ou o texto (são permitidos até 500 caracteres) que deseja consultar no espaço em branco e clica na tecla “ortografa!”. O resultado aparece em cima sob a mensagem “seu texto resultou em” com as alterações da nova ortografia colorizadas em amarelo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S4bm0GU-EXI/AAAAAAAABwg/E71duRiRWCE/s1600-h/ortografa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="281" kt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S4bm0GU-EXI/AAAAAAAABwg/E71duRiRWCE/s400/ortografa.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas é bom ficar atento ao recadinho:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S4bmsQFOuVI/AAAAAAAABwQ/qKrdRmUNn3o/s1600-h/aten%C3%A7ao_ortografa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="75" kt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/S4bmsQFOuVI/AAAAAAAABwQ/qKrdRmUNn3o/s400/aten%C3%A7ao_ortografa.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Usuários de iPhone também podem desfrutar dessa moleza. Ramon preparou uma versão do site exclusiva para isso. E não é só, há outras facilidades, como me indicou: “a melhor das dicas talvez seja a possibilidade de colocar a dúvida diretamente na URL do site. Assim, http://www.ortografa.com.br/mão-de-obra, por exemplo, abre automaticamente a correção ao carregar a página.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É claro que essa ferramenta, muito menos este post, sugerem que você não se esforce para aprender as novidades da reforma ortográfica, já que tem à disposição serviços como esse. Como o próprio Ramon declarou ao Link, “é importante lembrar que nenhum corretor é 100% confiável no que diz respeito às mudanças ortográficas. As nuances são muitas, sobretudo nas regras do hífens (ainda geram bastante confusão)”. Que o diga o corretor do Word, aquele burrinho (grifo meu... hehehe). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas mesmo o maior dos letrados têm dúvidas, principalmente diante deste desafio lingüístico que se apresenta a nós, lusófonos, e é nessa hora que ferramentas como o Ortografa! quebram um galho e tanto. Ainda mais de graça ;).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-1060604568262552919?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hVL4bm0ShX_GCOWddCvaS8Ujo6g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hVL4bm0ShX_GCOWddCvaS8Ujo6g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pra cima e pra baixo, de um lado para o outro, várias delas, jovens, senhoras, meia idade... só vi dois homens entre elas, tão dedicados quanto. Vestidos de branco, encarando todo o tipo de nojentices e outras situações incomuns fora dali, estavam as pessoas que, de fato, colocam a mão na massa. Observando atentamente da minha poltrona de acompanhante de frente para o corredor, eu só conseguia pensar uma coisa: quem, em sã, consciência, escolhe uma profissão dessas? Mulheres aos montes, e homens também - porém não tanto em número - escolhem a profissão de enfermeiro, e isso só pode ser dom mesmo, não há outra explicação. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No quarto em que eu passei 6 noites acompanhando minha avó, que sofre do Mal de Alzheimer e, por causa disso, escapuliu e quebrou o pé esquerdo, passaram várias pessoas, muitas histórias. Na maior parte dos nove dias em que ela esteve internada, os cinco leitos disponíveis naquele quarto 36 ficaram ocupados. Alguns pela mesma pessoa durante todo esse tempo, outros foram recebendo pessoas diferentes com o passar dos dias.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma das observações generalizadas feitas por pacientes mais conscientes e todos os acompanhantes, é que as enfermeiras, de uns tempos pra cá, melhoraram muito. Mais atentas, mais cuidadosas, atenciosas e até carinhosas, eu, pelo menos, não tenho do que me queixar. Minha avó, pela doença que causa demência, dá trabalho em dobro. Nunca lembra onde está, muito menos que quebrou o pé e não pode andar. Teima, faz pirraça, briga. O gênio forte espanhol ainda é o mesmo, e a sede de independência também... essas coisas nunca acompanham a cabeça doente. Mesmo assim, foi tratada com respeito e consideração, o que não era muito comum naquela Santa Casa de Misericórdia de São Roque há anos atrás. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Presa ali dentro, vi a vida por uma outra perspectiva: a da sua fragilidade. E vi como, estando doentes, nós nos igualamos humana e espiritualmente. Ali não há pudores, manias, frescuras, você está confinado no mesmo espaço com outras pessoas na mesma situação, ansiando e temendo pela mesma coisa: a vida. Todo mundo se torna igual nessa situação. Não existe esse negócio de não tirar a roupa na frente de outras pessoas, de disfarçar necessidades fisiológicas, de mentir que não ronca, esconder nossas próprias podridões. Dentro daquele quarto, e dos quartos em volta repletos de gente doente e dependendo dos cuidados de um hospital público, todo mundo é obrigado a aceitar tudo e a se desnudar de seus conceitos individualistas publicamente, querendo ou não. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uns comem enquanto outros trocam fraldas de idosos; uns oram baixinho, outros lêem, e outros até que conseguem dormir profundamente naquela poltrona dura para ter forças de ir trabalhar no outro dia, bem cedinho, assim que o próximo acompanhante chegar. O cheiro de urina impera, as feiúras da pele, gases, enfim... e todos se penalizam por aqueles que chegam e que vão, e principalmente pelo que permanece. Ali dentro, todo mundo se ajuda, e se olha, e pensa profundamente em tanta coisa, principalmente depois que a luz se apaga e o silêncio se faz, sempre mais ou menos, cortado por gemidos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sofrem os pacientes, com enfermidades tão variadas; sofrem os acompanhantes, longe de suas camas, de seu conforto, de sua comida e da tranqüilidade que é ver as pessoas amadas saudáveis. Ali os desejos se igualam: que os entes queridos internados curem-se o quando antes e voltem pra casa, para a vida de antes. No meu caso, eu sei que a vida não será mais como antes; o pé de minha avó deve até sarar, mas ela nunca mais será aquela pessoa ativa, disposta, independente e decidida de antes. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nem ela e nem a dona Ana, a senhora de 96 anos que ocupou o leito nº1 nesse período. Viemos embora e ela ainda continuou por lá. Não se mexe, não fala, parece que nem ouve. O corpo cheio de feridas pelo tempo a que está refém da cama assusta a todos. A cada troca de roupa ou banho, todos no quarto lamentavam a situação daquela senhora cuja família não se cansa de dar testemunhos dos serviços prestados, de toda a bondade exercida durante sua vida. Agora, todos eles só podem aguardar, da forma mais cruel e dolorida que há, o dia de sua libertação. Por enquanto, o único sinal que ela emite é o abrir e fechar dos olhos, e os gemidos espaçados que denotam seu sofrimento contido. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas nem de sofrimento vivemos esses dias. Ali eu também presenciei a capacidade que temos de reagir mesmo em plena adversidade. Conseguimos dar boas gargalhadas e também nos surpreender muito com as histórias da ocupante do leito 2, a dona Maria Aparecida. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Moradora de uma vila do governo, no meio do nada, rodeada por mato e terra que vira o maior lamaçal quando chove, dona Aparecida foi, aos pouquinhos, contando capítulos curiosos de sua vida. Ela pariu 21 vezes, pelo menos foi só até aí que ela contou, depois parou de contar. De todos esses filhos, apenas 9 estão vivos, e nenhum se dispôs a ficar de acompanhante com ela durante os seis dias em que esteve internada por causa de uma pneumonia. Pessoa muito simples, talvez nem saiba ler. Por vezes demonstrava alguma mágoa por ser a única sozinha no quarto. Mas nós fizemos de tudo para que não se sentisse abandona e para que nada lhe faltasse, muito menos carinho e cuidado.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dona Aparecida disse que nem tinha 15 anos ainda quando fugiu de casa com o namorado. Hoje, aos 66 anos, está viúva, mas ri das loucuras que já aprontou. “Ficamos morando quatro dias no meio do mato, depois ‘pegamo’ carona até chegar na casa dos pais dele, que era longe, longe”, conta. Para conseguir fugir, armou todo um plano. Disse para a mãe que sua irmã casada precisava de ajuda com as crianças, e mandou junto a irmã caçula. Para o irmão mais velho, que logo chegaria da lida na roça, comprou uma garrafa de pinga. Como ele gostava muito, tomou tudo e caiu em sono profundo. As malas, que já estavam prontas, ela só colocou nas costas e saiu correndo mato adentro, deixando até as portas abertas. “As 'cabra' entraram tudo na cozinha, na casa, que bagunça!”, diz, às gargalhadas. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Correu quilômetros pelo mato até chegar no ponto onde o namorado a esperava. Olhou de longe e viu um homem sentado numa pedra, no meio da escuridão, todo vestido de branco. “Me deu um medo de assombração. Meia noite e um home todo de branco ali, sentado? Parei e fiquei espiando, porque se fosse assombração eu saía correndo. Aí ele me viu e acenou, dizendo: ‘sou eu boba, vem logo’. Quando cheguei perto dele, reclamei da roupa branca; onde já se viu usar uma roupa dessa de noite!”. Rimos muito.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ficou com o mesmo homem até o dia em que, num acidente de trator, ele morreu. Apesar de ter apanhado dele a vida toda, demonstra certa adoração. Por ele e pelos prazeres carnais que viveu com ele. “Era um home alto, grandão. Sofri na primeira noite, vixi Maria! Eu vi estrela! Mas também, se chorei, gritei, berrei, só o mato viu”, descreve. Nós, acompanhantes e pacientes em volta, ríamos como se não estivéssemos mais no segundo pior lugar do mundo: o hospital. E a vida sexual, ela não nega, foi mesmo intensa. De prova estão os mais de 21 partos, fora os que não deram certo no meio do caminho. A fórmula ela ensinou para nós: cachaça. Dona Aparecida bebia junto com o marido e partia para o amor. Era só alegria!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os filhos foram morrendo, cada um por um problema diferente. Ela mencionou várias mortes causadas por um tal de sarampo preto, que pintava a criança todinha com bolinhas escuras, muito comum naquela época entre as famílias que moravam no meio do mato. Não sei se foi por esta doença, mas foi com pesar que ela disse que em apenas uma semana perdeu três filhos: um de dois anos, outro de quatro e outro de doze. "Mal chegava do enterro de um já tinha que voltava pra enterrar outro. foi duro!", lamenta. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A pneumonia? Bem, essa foi fruto da volta da última visita que dona Aparecida fez a um dos filhos que estava preso na cadeia de São Roque. Era o último dia de visita até que ele fosse transferido a algum presídio por aí. Na volta, debaixo de chuva intensa, o ônibus perdeu o controle e ficou atravessado no meio da pista de terra, afundado. Sem ter o que fazer, à noite, ela desceu e seguiu a pé, debaixo de chuva e caindo no meio da lama, por quilômetros até chegar em casa. “Cheguei em casa era mais de meia noite, com lama dos pés à cabeça. Meus filho tavam tudo desesperado, perguntando o que é que tinha acontecido com a mãe”, diz. Poucos dias depois, chegava ela à Santa Casa, sem nem conseguir manter-se em pé. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ela conta que a cada visita na cadeia precisava deixar R$200,00 ao filho, que vivia sendo ameaçado por causa das dívidas de drogas. Detalhe: dona Aparecida recebe apenas um salário mínimo do marido e outro de uma filha deficiente, é essa a renda dela pra dividir com os filhos, que vira e mexe vão até sua casa perdir-lhe dinheiro. A nora, mulher desse filho preso, pega carona do Paraná até Araçariguama, onde ela mora, pra pedir dinheiro, além de pegar roupas e sapatos sem autorização. E assim dona Aparecida vai levando a vida, e rindo da própria desgraça. Só sei que dos quartos daquele corredor, o nosso era o mais animado. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dona Aparecida foi embora na quarta-feira. Como ninguém foi buscá-la, ela teve de esperar a ambulância. Recebeu alta às 8h da manhã, mas a ambulância só chegou às 5h da tarde.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na quinta-feira foi a vez de minha avó. Sua cirurgia correu bem, e um dia depois o médico já a liberou. Despedi-me de dona Ana, do leio 1, que nem deve ter ouvido, parte de sua adorável família, que repartiu comigo a aflição dessas noites e dias no hospital de uma forma muito interessante; da dona Maria, que precisava recuperar-se de um inchaço assustador nos pés para um cateterismo, e sua lutadora e dedicada filha; a dona Francisca, que chegou há poucos dias, e sua simpática irmã, que permaneceu forte por noite e dia direto lá dentro; e uma outra dona Maria, que pouco conheci, por logo ter seguido para a sala de cirurgia. E despedi-me daquele quarto de uns 5 metros por 3 com o desejo de não precisar mais voltar.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É um alívio chegar em casa, passar a noite na minha cama, deliciar-me com tempo no meu chuveiro e pilotar, com gosto, o meu fogão. Mesmo que minha avó continue sendo um desafio diário pra mim, uma prova de resistência física e emocional, a casa da gente é sempre o melhor lugar do mundo, seja do jeito que for. No entanto, tive uma grande lição nesses dias como acompanhante em um hospital do SUS. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A vida realmente é muito frágil, e como minha avó sempre dizia, “tudo vai bem quando está bem”, mas certas coisas e certas posturas podem fazer a gente encarar com mais leveza essas provações. E certas pessoas... bem... certas pessoas mostram que a gente agüenta bem mais do que pensa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-4193713177506836581?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-2684270976866389546?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas o que impressionou mesmo foi a cobertura jornalística feita pelo TV aberta. Um caos desse é simplesmente um prato cheio para as redes de televisão, especialmente esses programas matinais que brigam à foice por audiência. Na TV – e nas outras mídias – qualquer desgraça é bem-vinda. Mas mesmo diante de um problema dessa proporção, em que todo mundo não só se interessa, mas precisa de informações, quanto desserviço!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eu moro no interior mas trabalho em São Paulo, justamente na zona oeste, uma das regiões mais afetadas pelas chuvas. Já estava saindo de casa quando resolvi, do nada, ligar a Tv para minha avó. Foi nesse instante que me deparei com a situação de São Paulo e a dúvida: vou ou não vou? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ontem, a TV só provou que nada mais é do que um urubu em busca de carniça. Na Record, por exemplo, o Hoje em Dia fez a festa, dando uma cobertura quase “completa”, pelo menos incessante, sobre os problemas. Lá, ouvia-se muito a expressão “um dia de pura prestação de serviço”, como se estivessem fazendo um grande favor aos expectadores ao informar sobre a situação do trânsito. Cada vez que eu ouvia isso, via claramente como eles acreditam que a concessão pública que os favorece não prevê, mais do que qualquer outra coisa, a prestação de serviços. Deu vergonha!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fiquei percorrendo os canais em busca de informações mais detalhadas, e aí começou a minha frustração. Segundo os próprios jornalistas, havia mais de 60 pontos de alagamento na capital paulista, mas eles só mostravam a Marginal Tietê! Claro, afinal, as proporções ali eram gigantescas, e como eles só prevêem o escândalo, o apelo, exploraram até não poder mais aquele trecho. E os outros? Aquela era uma situação em que os cidadãos precisam mesmo é de informações gerais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ontem, quem ficou ligado à TV estava realmente em busca de informações sobre o trânsito e detalhes de outras regiões, não ficar admirando a Marginal Tietê embaixo d’água e um ou outro caminhoneiro que se assanhava, no desespero, a mergulhar. Tudo era notícia ontem, menos o que paulistas e paulistanos mais queriam saber. Isso é cobertura completa?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pouco foi mostrado da Marginal Pinheiros, por exemplo; mas isso porque ela não estava tão alagada quanto a Tietê, portanto, não fazia tanto efeito na teta. Além de explorarem ao máximo os problemas enfrentados pelos próprios repórteres e apresentadores de programas para chegar ao trabalho, espalharam equipes e mais equipes na Marginal Tietê, em vários pontos, mostrando os mesmo dramas, repetindo incansavelmente o mesmo discurso. Todos os repórteres que entraram, ou apresentadores, faziam questão de dizer que havia chovido mais da metade do que estava previsto para dezembro; todos faziam questão de passar as mesmas informações que os outros tinham passado, naquele mesmo instante, como se aquilo fosse a maior novidade do ano. Por que não espalhar as equipes, não levar informações de verdade a todo mundo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois vem o prefeito Kassab pra irritar ainda mais. Além de filtrar as perguntas que os repórteres faziam, ele só sabia dizer que as obras realizadas pela prefeitura em duas regiões tinham sido muito boas, porque essas DUAS regiões não tinham alagado. Pô! A cidade toda embaixo d’água e ele só ficava falando das duas regiões que não encheram de água por causa das obras dele. Haja paciência! Não que as perguntas dos repórteres fossem lá muito interessantes. Muitos deixaram a coletiva começar para, no papel de jornalistas, descarregar nele a revolta de cidadãos, repetindo irritantemente perguntas que realmente não tinham resposta: “Mas prefeito, a cidade está um caos, o que podemos esperar de São Paulo agora?”. Ah, faça-me um favor! Ele já não estava afim de responder nada, imagine só se ia responder perguntas desse tipo! Nessas horas é preciso atingir o X da questão. Se nem perguntas e nem cobertura os jornalistas sabem mais fazer, o que esperar então desse (des)serviço?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A verdade é que tirando a Marginal Tietê e a avenida Marquês de São Vicente, era impossível, pela TV, obter informações sobre outras regiões. Eu, que queria saber como estava o Jaguaré, a Marginal Pinheiros, Av. Politécnica, por exemplo, fiquei no vácuo. Tive que acessar a internet e ligar para pessoas que eu sabia que estariam nessas regiões para me dizer a situação. Isso, porque depois da chuva de quinta-feira, meu carro encheu d’água e eu não queria aquele prejuízo de novo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fiquei realmente frustrada com esse jornalismo maquiado de prestação de serviços que, na verdade, só queria pegar as desgraças mais chocantes ao invés de realmente informar o cidadão, orientá-lo. Por sorte – pra esse pessoal da Tv – uma grávida resolveu entrar em trabalho de parto no meio da enchente, uma gráfica resolveu pegar fogo num local onde os bombeiros não conseguiam chegar, seis pessoas resolveram morrer em deslizamentos de terra na grande São Paulo e algumas outras ocorrências resolveram acontecer, e nós, que precisávamos muito saber como estavam os arredores de onde trabalhamos, ficamos na vontade, porque o sensacionalismo fala bem mais alto do que a responsabilidade e a competência. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma cobertura completa prioriza todos, ainda mais em cadeia nacional. Se tínhamos 60 pontos de alagamento, como foi dito, era uma questão de consciência e competência espalhar as equipes nesses locais, ou então providenciar uns freelas, que sempre estão por toda parte, pelo menos pra atualizar as pessoas sobre tais regiões. Essa seria a principal providência. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Imagens, durante toda a manhã, da Marginal Tietê alagada não levaram ninguém a nada. E ainda chamam esse trabalho tosco e capenga, esse discurso vazio e totalmente despreparado, de prestação de serviço! Todo mundo com cara de preocupação, muito penalizados pelas vítimas, repetindo as mesmas coisas e entrevistando incansavelmente os mesmos funcionários da Cetesb e do corpo de bombeiros a cada meia hora, pra repetirem a mesma coisa (em um dia choveu metade do que era esperado para todo o mês de dezembro e blá blá blá), ao invés de, por meio de uma informação responsável e útil, evitar acidentes, colocando as pessoas a par da situação em todas as regiões de risco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dá medo, e pena, desse tipo de jornalismo. Quanta gente despreparada! Quantos pseudo privilegiados ocupando o lugar de profissionais que realmente poderiam somar. Eu via um bando de reportes ávidos por qualquer coisinha que significasse um furo: um caminhoneiro que atolasse no meio da água, alguma senhorinha que resolvesse atravessar a Marginal a nado, sei lá... ontem, qualquer bobeira era assunto para a “grande” cobertura deles. Mal sabiam que o grande furo jornalístico, o grande diferencial, estava justamente em tudo aquilo que eles ignoraram; estava no básico que todos precisavam saber, mas que na concepção deles não dava Ibope.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-6091887533526774806?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D10b4apq-_ScqcV95QMzKqLbkQc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D10b4apq-_ScqcV95QMzKqLbkQc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D10b4apq-_ScqcV95QMzKqLbkQc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D10b4apq-_ScqcV95QMzKqLbkQc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/g6Awztftsyk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/6091887533526774806/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=6091887533526774806" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/6091887533526774806?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/6091887533526774806?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/g6Awztftsyk/cobertura-insana-da-tv-aberta-no-dia-em.html" title="A cobertura insana da TV aberta no dia em que São Paulo parou" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2009/12/cobertura-insana-da-tv-aberta-no-dia-em.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYNSXwyfCp7ImA9WxNXGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-8814182525892580504</id><published>2009-10-06T07:55:00.000-07:00</published><updated>2009-10-06T08:16:38.294-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-06T08:16:38.294-07:00</app:edited><title>Existe uma capacidade mágica chamada LI-DE-RAN-ÇA</title><content type="html">&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: normal; white-space: pre; font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000066;"&gt;Existe uma capacidade mágica chamada &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: normal; white-space: pre; font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000066;"&gt;LI-DE-RAN-ÇA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 18px; font-family:georgia;"&gt;Trabalhar é uma bênção, e não só para o bolso, mas principalmente para a mente. Brincamos com o tema, fazemos piadas, mas o trabalho não mata, pelo contrário, nos faz sentir vivos. Só que isso depende de uma série de coisas importantes, entre elas destaco: pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Primeiro que não somos máquinas, somos seres humanos, universos particulares cheios de detalhezinhos, necessidades, anseios, e também uma incrível capacidade criativa. Não se pode tratar uma pessoa como se ela fosse programável e apática, muito menos designá-la a funções estáticas, automáticas, como se ela fosse um robô que simplesmente obedece a comandos e repete movimentos como se aquilo lhe fosse natural. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O mundo está passando por muitas mudanças e é nas relações de trabalho que sentimos os principais dramas, afinal, a busca pela realização profissional é um dos grandes fatores que nos afetam diretamente. Será que as empresas estão conscientes da responsabilidade que têm ao eleger as pessoas que dirigem suas equipes? Será que estão levando em consideração a LIDERANÇA, mais importante característica para a ocupação de um cargo de chefia? Pois é o papel desse cara aí que influi diretamente nos resultados (bons ou ruins) de uma empresa, sejam grandes ou pequenas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000066;"&gt;Uma notícia assustadora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Li ontem no jornal uma notícia que escancara a dimensão das relações humanas no âmbito profissisonal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Trata-se do pedido de demissão feito pelo vice-presidente da France Telecom, Louis-Pierre Wenes, nesta segunda-feira (05/10). O pedido veio após uma semana do suicídio de um funcionário, o 24º dentro da empresa desde fevereiro de 2008.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O diretor-executivo da France Telecom, Didier Lombard, também vem sofrendo pressão dos sindicatos para renunciar ao cargo (por que será?), mas disse que não tem essa intenção. Ele prometeu um programa de troca compulsória de gerentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Veja bem: são 24 suicídios de funcionários de uma mesma empresa em menos de dois anos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O último suicida deixou um bilhete culpando a “atmosfera” de seu trabalho, mas antes disso já havia se queixado com um colega sobre a insatisfação com a função que exercia. Detalhe: os 24 suicidas foram transferidos de função recentemente e estavam sendo cobrados por metas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;É loucura imaginar que alguém tenha coragem de atentar contra si mesmo, ainda mais por causa do trabalho. Mas 24, e em um período tão curto de tempo, deixa claro que há algo errado aí. Além do mais, pessoas muito envolvidas com a profissão, que descarregam nela toda a sua motivação de viver, sabem muito bem o quanto lhes custa ser mal gerenciado. Nos envolvemos de corpo e alma no trabalho por uma série de razões, mas a maior delas é o amor pelo que fazemos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Notícias como essa aí de cima indicam a urgência da reestruturação do ambiente corporativo, adaptando-o à realidade humana e ao momento que estamos vivendo: a Era do Conhecimento. Não se trata mais empregados como números e máquinas, as mudanças demonstram que o sucesso de uma empresa e de todo um país depende de como estão sendo tratadas as pessoas envolvidas nesse processo. Por isso a LIDERANÇA passou a ser uma capacidade mágica e transformadora para toda a sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000066;"&gt;Adeus Era Industrial. Bem-vinda Era do Conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Durante os dois séculos em que a Era Industrial predominou nas relações do trabalho (1750 – 1950), os homens eram tratados como se fossem máquinas, tendo de manter sufocadas suas infinitas capacidades intelectuais e seus sentimentos. Esse modelo priorizava a eficiência, ou seja, o ato de fazer o maior número de coisas no menor tempo. Isso levou o ser humano a conhecer uma série de doenças físicas e psíquicas - que o atormentam até hoje -, frutos das frustrações do trabalho e da profissão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Depois da Segunda Guerra Mundial, entramos para o período Pós-Industrial, também conhecido como Era da Informação e do Conhecimento. A partir de então, nos deparamos com grandes mudanças, como o aumento da comunicação entre os povos, a difusão de novas tecnologias e de nova base econômica. A produção agrícola e industrial deixou de ser a base da sociedade, dando lugar à produção de informação, serviços, símbolos e estética.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Com todas essas mudanças, o comportamento humano, e consequentemente o corporativo, ganhou novos formatos e necessidades. O que antes era baseado na força e na pressão, agora precisa ser reformulado para atender aspectos humanos, pessoais, afinal, disso depende a força principal de trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Foi, na verdade, um caminho inverso que fizemos. Com a Revolução Industrial, o mecanicismo tomou conta das relações profissionais e até interpessoais – quanto mais frio e direto o relacionamento, melhor; hoje, de volta pra casa, a tendência é humanizar cada vez mais. E não poderia ser diferente, afinal, como registrei lá em cima, estamos lidando com seres humanos, adaptáveis, porém, nada programáveis. Nada mais natural do que ceder a imprescindíveis necessidades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;“A essência desta era é a liberação da linha criativa de cada trabalhador, justamente o oposto do que ocorria no período industrial, quando o controle era a tônica das empresas”, disse com perfeição  Stephen Covey, um dos maiores especialistas internacionais em Gestão do Desenvolvimento Humano durante a abertura do 1º Fórum Mundial de Alta Performance, realizado no Teatro Alfa, em São Paulo, no ano de 2004 (&lt;a href="http://br.hsmglobal.com/interior/index.php?idCMSIdioma=3"&gt;HSM Online&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Na sociedade Pós-Industrial, na qual o trabalho físico foi substituído por máquinas, e o mental pelos computadores, o homem necessita impor-se naquilo em que é insubstituível: capacidade de criar, idealizar e solucionar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;“A sociedade pós-industrial se diferencia muito da anterior e isso se percebe claramente no setor de serviços, que absorve hoje cerca de 60% da mão-de-obra total, mais que a indústria e a agricultura juntas, pois o trabalho intelectual é muito mais frequente que o manual, e a criatividade, mais importante que a simples execução de tarefas. Antes era a padronização das mercadorias, a especialização do trabalho; agora o que conta é a qualidade da vida, a intelectualização e a desestruturalização do tempo e do espaço, ou seja, fazer uma mesma coisa em tempos e lugares diferentes (simultaneidade)”, lê-se no artigo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;a href="http://www.hottopos.com/vidlib7/e2.htm"&gt;A Era Pós-Industrial, a Sociedade do Conhecimento e a Educação para o pensar&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, de Elian Ababi Lucci&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000066;"&gt;No entanto...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Embora a Era do Conhecimento esteja muito clara e seja irreversível (graças a Deus!), muitas empresas ainda não se atentaram para a urgência de adaptar-se. Como afirmou Covey no Fórum já citado, “Vivemos na Era do Conhecimento com parâmetros da Era Industrial”. E para reforçar a tese do especialista, ele usou um exemplo perfeito: o sistema de contabilidade que ainda vigora nas empresas é o mesmo utilizado no período industrial, no qual a contratação de pessoas é lançada como despesa e a aquisição de máquinas, como investimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000066;"&gt;O verdadeiro líder&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Um passo importante para que as empresas assumam seu papel na Era do Conhecimento está na escolha de suas lideranças. Há muitas corporações no Brasil que simplesmente ignoram essa premissa, deixando de considerar certos detalhes na hora de contratar bons líderes para conduzir suas equipes. Trata-se de um investimento indireto que gera resultados diretos e duradouros, obedecendo à teoria do Capital Humano. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Mas há um ponto que me incomoda ainda mais nessa deficiência: muitas de nossas empresas não sabem avaliar, com base em parâmetros atuais e apropriados à realidade que se impõe, as características de um verdadeiro líder.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Aquela velha hierarquia onde “manda quem pode e obedece quem tem juízo” encontra cada vez menos espaço na sociedade atual. Estamos focados na inteligência, e isso também requer um esforço de RESPEITO à inteligência alheia, ao ser humano que está a seu serviço. Ignorar isso é assinar o próprio atestado de burrice.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Algumas empresas estão tão atrasadas nesse quesito, que não imaginam o tempo e o dinheiro que perdem ao direcionar para os cargos de chefia pessoas mal preparadas ou mascaras sob um perfil de liderança que já não engana mais ninguém. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Pessoas medrosas, inseguras, autoritárias, desatualizadas, preguiçosas e conservadoras não podem assumir cargos de chefia simplesmente porque essas características já demonstram deficiência para liderar. Mas há as que enganam. Essas são menos líderes ainda. Aproveitam-se do “poder” que o cargo lhes confere para abusar do velho ditado: “faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Há muitos incompetentes coordenando equipes e enganando a alta cúpula sob uma máscara de eficiência. Mal sabe a alta direção o atraso que isso vêm lhes causando! Mas isso também indica uma cerca incapacidade deles em gerenciar seus próprios gerentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Ações de humildade e perdão foram destacadas por Stephen Covey, que afirmou: “Liderança é uma escolha, não uma posição; os líderes são autodidatas, como Gandhi”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;“Vemos o mundo como somos, não como ele realmente é; por isso, precisamos ser humildes, precisamos saber ouvir profundamente para entender o outro. A força de caráter é a essência do líder. Viva, ame, aprenda e deixe um legado”, sentenciou Covey.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A verdade é que precisamos de líderes que saibam administrar certas características deles mesmos, como teimosia, orgulho, egocentrismo, presunção, para poder coordenar sua equipe de forma eficiente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Um líder de verdade conhece cada membro de sua equipe, se mistura com eles, presta atenção em detalhes, em minúcias, pois isso faz qualquer pessoa se sentir valorizada e respeitada. O líder ideal não perde tempo com medo de que lhe roubem o cargo, a posição, porque ele é humano, seguro e transparente o suficiente para crescer sempre mais em sua carreira. Na verdade, ele incentiva, sabe como motivar cada pessoa e como transformar qualquer conjunto de pessoas numa equipe afinada e comprometida, satisfeita. Acompanhamento e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;feedback &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;são também ações valiosas em um líder. Ele tem que se colocar no lugar do outro, entender de gente, para liderar bem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Caráter, integridade e maturidade são três características fundamentais citadas por Stephen Covey. E ele não é o único a seguir essa linha. Max Gehringer, consultor organizacional que já esteve à frente de grandes empresas (Elma Chips, Pullmann e Pepsi, entre outras) e eleito pela Gazeta Mercantil, em 1999, um dos executivos mais cobiçados do País, é categórico: “Os melhores líderes são os que lideram pelo exemplo pessoal. Era assim há cinco mil anos, e continua sendo”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Em uma &lt;a href="http://www.rh.com.br/Portal/Lideranca/Entrevista/4755/lider-o-fio-condutor-das-mudancas.html"&gt;entrevista ao site RH.Com&lt;/a&gt;, Gehringer destaca a importância de se oferecer espaço e liberdade para as pessoas trabalharem, e ressalta, é claro, a humildade que deve vir principalmente da alta direção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;“Alguns chefes, é verdade, extrapolam um pouco, ao ponto de achar que ser um “superior” significa ser melhor que os subordinados, em todos os aspectos. Essa é uma raça em extinção, mas que continua fazendo marola em muitas empresas”. E continua: “Não adianta uma empresa chamar o empregado de ‘colaborador’, se ele não tem chance de colaborar. Não adianta implantar programas internos de motivação, se existe uma barreira intransponível entre a baixa e a alta hierarquia. Nas melhores empresas para se trabalhar, os canais de comunicação são abertos (...). nas empresas não tão boas, há uma grande diferença entre o discurso e a prática”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Bem, pra começar, temos grandes empresas aí que (pasmem!) nem canais de comunicação possuem ainda, quem dirá disposição e sabedoria para conhecer seus funcionários e dar-lhes o acesso necessário para uma relação limpa, honesta, transparente e produtiva. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Para Gehringer, “O líder é o fio condutor das mudanças. É através das várias camadas de liderança, que uma mensagem, que vem lá do alto do organograma, é repassada, explicada e assimilada. A falta de uma liderança eficaz faz com que a mensagem acabe se diluindo pelo caminho e chegue meio desacreditada aos funcionários que, por fim, serão os responsáveis diretos pela execução de uma tarefa”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Esse exemplo de líder que Gehringer sempre comprovou ser, se define como um líder que contrata os melhores subordinados e lhes dá paz para trabalhar, liberdade para pensar e agir, errar e aprender. E como isso é importante! O gestor precisa confiar nas pessoas que contrata, dar-lhes espaço para atuar e sentir-se à vontade, afinal, o trabalho é sim uma extensão importante de sua vida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Além do mais, essa confiança funciona como um combustível motivador, dá segurança e sossego para o profissional, e isso o leva a dar, de livre e espontânea vontade, o melhor de si, e a buscar mais e mais a superação. Ganha a pessoa, ganha a empresa, ganha o País. É só uma questão de estratégia e inteligência – esforços que valem muito a pena. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Empresas com esse perfil prestam um valioso serviço social, porque isso gera resultados positivos que não se limitam aos lucros corporativos, mas beneficia também ao ser humano de uma forma completa, que expande isso à sua família, sua casa e ao mundo que ajuda a construir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(46, 139, 190); text-transform: uppercase; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-8814182525892580504?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Jxc8XN0pLy2Me7pl-gwllfBp1yY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Jxc8XN0pLy2Me7pl-gwllfBp1yY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Jxc8XN0pLy2Me7pl-gwllfBp1yY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Jxc8XN0pLy2Me7pl-gwllfBp1yY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/MF45M6UnkJE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/8814182525892580504/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=8814182525892580504" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/8814182525892580504?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/8814182525892580504?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/MF45M6UnkJE/existe-uma-capacidade-magica-chamada-li.html" title="Existe uma capacidade mágica chamada LI-DE-RAN-ÇA" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2009/10/existe-uma-capacidade-magica-chamada-li.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQNSHszeyp7ImA9WxNQEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-6519940558447296279</id><published>2009-09-16T14:37:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T14:59:59.583-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-09-16T14:59:59.583-07:00</app:edited><title>Hopi Hari deixa a desejar</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/SrFctife-3I/AAAAAAAABnE/_CzcL0YZXSA/s1600-h/DSC_7853.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382184967107181426" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/SrFctife-3I/AAAAAAAABnE/_CzcL0YZXSA/s320/DSC_7853.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Alguns dos maiores Colégios do país promovem encontros anuais no parque temático Hopi Hari, localizado na cidade de Vinhedo (a cerca de 60 Km de São Paulo). Eles fecham o local para uso exclusivo de seus alunos com o intuito de promover uma integração entre unidades de várias cidades e Estados que se encontram nessa ocasião. &lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Esta semana acompanhei a visita de um grande colégio. O número de jovens previstos para o encontro era de 13.000 estudantes do Ensino Fundamental 2 (que abrange do 6º ao 9º ano) e do Ensino Médio, vindos de tudo quanto é lugar diferente. Fui a trabalho: fotografar e observar a integração para a já tradicional matéria institucional era minha missão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Essa foi a primeira vez que fui ao Hopi Hari como profissional, e de cara vi que as coisas mudaram um tanto por lá – ou não, depende do ângulo de visão. Eu, que já visitei o parque diversas vezes a fim de diversão com minha família e sempre gostei muito, fiquei decepcionada logo de cara. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;O primeiro desapontamento surgiu quando procurei a assessoria de imprensa em busca de alguma solução que facilitasse o meu trabalho. Como eu tinha que fotografar os alunos em diversas situações, precisava que eles me facilitassem o acesso aos brinquedos (pelo menos a alguns deles) para que não tivesse que amargar horas na fila junto com os alunos apenas para garantir algumas fotos. A assessora responsável, visivelmente de má vontade, foi categórica: “não tem jeito”; e quando eu tentei argumentar sobre o tempo que se perde nas filas para quem precisa cobrir tudo, ela me cortou: “não sei, essa é a informação que eu tenho”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Tudo bem, não seria ela que atrapalharia o meu trabalho. Mas achei isso incorreto, afinal, bem ou mal divulgamos o parque e seus serviços, e eles sempre pedem que enviemos edições com a matéria sobre o passeio, o que provavelmente vai para algum tipo de portifolio deles. Mas tudo bem. Conversei com o professor responsável pela excursão e ele nos deu pulseiras de educador, o recurso simples que precisávamos para furar as imensas e demoradas filas, negado pela assessoria. O único problema é que essa pulseira chegou até mim e minha colega no final do dia, quando já não seria mais necessário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Outra grande reclamação minha é sobre o atendimento. Há inúmeras lojas dentro do Hopi Hari, todas exclusivas do parque, no entanto os funcionários são unânimes no péssimo atendimento. Funcionários mau humorados e claramente descontentes atendem como se estivessem fazendo um grande favor aos visitantes. Esse tipo de atitude, todo mundo sabe, vai contra todos os princípios do bom comércio, mas talvez aconteça porque estão cientes de que uma vez dentro do parque o visitante não tem opção, ou consome lá dentro ou passa o dia com fome, sede e vontade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382184957938481394" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/SrFctAVfuPI/AAAAAAAABm8/LHYq2oYCI7E/s320/DSC_7854.JPG" /&gt;  &lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Isso é uma afronta, afinal, um local que vende a R$4,00 &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;uma garrafa de água da mesma marca desconhecida comercializada por ambulantes em rodoviárias por, no máximo, R$1,00, e um lanche muito mal feito, jogado dentro da caixinha, que custa mais caro do que o Mac Donalds (pois é, mais caro que o já careiro Mac) deveria estar consciente de que a exploração comercial ali é explícita. Como se já não bastasse o fato de o passaporte (que não é barato) não incluir diversas atrações que são pagas à parte lá dentro, e de desembolsarmos o dobro, e até o triplo em certos produtos, ainda somos mal tratados por TODOS&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;os atendentes das lanchonetes, sorveterias, quiosques e lojas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;A falta de caixas eletrônicos dentro do parque também é uma deficiência grave, bem como a não-venda de refrigerantes da Coca-Cola. Lá você só consome o que eles querem que você consuma. Ponto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Me chamou a atenção também o grau de desmotivação dos funcionários do parque. Lembro-me da primeira vez que fui ao Hopi Hari, bem no começo. Fiquei encantada com a forma de abordagem deles. Todos os operadores de brinquedos tinham acesso ao alto falante – e cada brinquedo tem o seu –, e por meio deles contagiavam as pessoas com brincadeiras, provocações e expressões do idioma típico criado pelo parque. Era incrível a interação estabelecida ali, contagiava a todos, a diversão era redobrada. Fora a adrenalina proporcionada pelos movimentos dos brinquedos mais radicais, havia um contato, um canal que ajudava muito a energizar ainda mais os visitantes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Hoje, o que sinto é uma apatia geral. Funcionários jogados dentro de suas cabines, com preguiça, sentados de qualquer jeito, falando mole em seus microfones, com uma má vontade escancarada, repetindo mecanicamente algumas regras que mal são entendidas. O parque caiu na mesmice e se perdeu de sua própria proposta, que é o entretenimento, a diversão, a imersão em um universo diferente, encantado. E o pior é que isso se reflete até nas crianças, que vão mais pelo modismo de estar lá do que por algum tipo de motivação ou vontade de divertir-se. Muitos, aliás, vão mesmo pra namorar, beijar na boca sem correrem o risco de serem pegos por ninguém. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Durante o dia todo andei pelo parque, de um lado ao outro, e o que vi eram jovens com aparência de cansaço, fadiga, sem nem mesmo terem aproveitado as atrações. Já estão enjoados de uma proposta que se estagnou no tempo e deixou que se perdesse todo o encantamento. São as mesmas musiquinhas, os mesmos brinquedos, os mesmos comes, bebes e bugigangas, nada mudou desde que o Hopi Hari abriu suas portas ao público, em 27 de novembro de 1999.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Eu, sinceramente, lamento. Lamento porque é um lindo lugar, um espaço enorme e cheio de possibilidades para oferecer um pouco de ilusão e encantamento, uma boa opção para quem precisa fugir um pouco da rotina e do stress do dia a dia. Mas lamento mais ainda pela desmotivação que tomou conta do parque através das pessoas responsáveis por fazê-lo funcionar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Isso só demonstra a carência de um bom projeto que atinja, antes de mais nada, seus colaboradores. Já que a missão, conforme divulgado no site, é a de “Proporcionar às pessoas uma experiência única de entretenimento com diversão, encantamento e emoção”, isso deveria partir de dentro antes de mais nada. A sintonia seria automática, natural. Se o parque, que se propõe a tanto, não é capaz de colocar em prática com sua própria equipe, o que o faz achar que funcionaria com seus visitantes?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Para quem vai ao Hopi hari pela primera vez, pode até ser que a impressão seja a melhor possível. Se bem que em lugar nenhum do mundo mal atendimento deixa alguma boa impressão, mas... No entanto, a partir de uma segunda vez o encanto já desmorona por completo, porque uma coisa leva à outra. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt"&gt;Eu não sei nada sobre o esquema de trabalho lá dentro, como são tratados os funcionários ou se existe um esforçpo de comunicação (principalmente interna) eficiente no sentido de motivar, inspirar e envolver sua equipe com a proposta do local. Só sei que doeu no meu coração, sempre criança e ávido por um pouco de fantasia, constatar que não é preciso esperar setembro para se sentir na “Hora do Horror” do Hopi Hari, o maior parque temático da América Latina e eleito pelo sétimo ano consecutivo o melhor Parque Temático do Brasil, escolhido pelos leitores da Revista Viagem e Turismo – o que só prova como estamos mal no quesito diversão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-6519940558447296279?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Esse negócio de zona leste, sul, norte não tem efeito nenhum pra mim. Tenho uma leve noção de onde está a zona oeste porque é o meu lado, mas como vivo pra cima e pra baixo nessa paulicéia desvairada cobrindo eventos, essa noção não ajuda muito, afinal, os lugares onde geralmente preciso ir estão pra lá, bem pra lá. Pra dizer a verdade, nem sei como chego aos lugares, só sei que chego. As vezes consigo me perder de forma surpreendente, mas não reclamo, nessas idas e vindas eu me divirto com a minha imaturidade de motorista e conheço lados que ainda não tinha tido oportunidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:9.0pt;text-align:justify;line-height: 13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;E põe oportunidade nisso. Essas andanças minhas aguçaram ainda mais o meu instinto consumista, incentivando um desejo que eu tinha já há algum tempo: um GPS. Sou fascinada por esses aparatos eletroeletrônicos, e agora que tenho carro, imagine só se não ia querer o meu GPS. Juntou a fome com a vontade de comer: o gosto por essas novidades tecnológicas e a facilidade que me traria para chegar nos lugares. E assim lancei-me à busca pelo meu desejado GPS.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:9.0pt;text-align:justify;line-height: 13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Sempre que me interesso por alguma dessas novidades parto para a pesquisa. Como funciona um GPS? Quais as principais diferenças encontradas no mercado? O que faz os preços se diferenciarem tanto? O que é mais importante num GPS? Quais os recursos disponíveis? Como atualizar rotas? E o mais importante: há taxas ou demais encargos para o uso e manutenção?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:9.0pt;text-align:justify;line-height: 13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Enquanto pesquisava sobre a variedade em GPS, vi que o tamanho da tela, a memória e a quantidade de mapas disponibilizados (bem como o sistema operacional) faziam com que os preços se diferenciassem muito. No entanto, fiquei intrigada com certos detalhes. Vi nesses sites de comércio eletrônico já conhecidos uma variedade imensa de GPS, e na maioria deles os preços passavam de R$1000,00, alguns indo além dos R$2000,00. No entanto, o número de cidades cobertas (que é o que realmente interessa em um GPS) era ridículo, além da necessidade de pagar mensalidade para a atualização. Fora isso, também notei diferenças consideráveis nos serviços de computador de bordo, como localização de radares, opções de rota, recálculo imediato das rotas alternativas e tantas outras minúcias que fazem muita diferença na hora em que estamos na rua. Cheguei a encontrar GPS de mais de R$ 2000,00 que não continha tudo o que o meu, comprado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;por R$ 550,00 (isso na época, porque hoje há outros e com mais funções) contém.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:9.0pt;text-align:justify;line-height: 13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Já fui pra vários cantos, não apenas dentro de São Paulo, já que moro no interior e desbravo outras cidades também, e o GPS nunca me deixou na mão, levou-me direitinho. Ou seja, está mais do que aprovado! E o design foi outro diferencial pra mim.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:9.0pt;text-align:justify;line-height: 13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;E fora essas facilidades todas que só um bom GPS pode proporcionar, há os itens “plus”, né, como tela Touch Screen, MP3/MP4 player, visualizador de fotos e vídeos, leitor de e-book etc. E isso no meu, comprado há alguns meses, porque os novos já têm transmissor FM, Bluetooth e muito mais, e com preços ainda mais atrativos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-208031816478130260?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Ninguém sabe a origem da data, inclusive, poucos homens estão cientes de seu próprio dia, mas que nós, mulheres, podemos promovê-los um pouco nesse dia, podemos, não é?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora eu seja um tanto feminista além da conta, tenha mania de liberdade, me assuste muito com essa história de casamento - que pra mim soa igual a prisão -, e seja extremamente crítica com relação aos hábitos masculinos e seu passado de dominação, tenho que admitir que não há criatura mais apaixonante no universo do que o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tem um porém: me desculpem os homo, bi, metro, simpatizantes e pregadores da liberdade sexual e de estilo sem preconceito em geral, mas aqui eu estou falando de homem mesmo, pura e simplesmente. Homem que gosta de mulher, se comporta como homem e tem manias naturais de homem. Diante de tantas aberrações (desculpe de novo, mas muita coisa inventada hoje me soa apelação e insatisfação total com a vida), nós, mulheres também normais e tradicionais, sem invencionices, acabamos por sentir falta do que era mais básico nesse ser peludo e excessivamente prático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certas características masculinas, quando vistas por um olhar feminino desarmado, menos acusador, viram poesia. S&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/Sl5flXdQwtI/AAAAAAAABcE/aU4Kcfbyb10/s1600-h/1196529_39079647.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 244px; height: 183px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/Sl5flXdQwtI/AAAAAAAABcE/aU4Kcfbyb10/s320/1196529_39079647.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358825702174016210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;im, eles acabam com nossos nervos, é verdade, mas de vez em quando gosto de olhar pra eles de uma forma mais compreensiva. Poucos são realmente românticos, e isso ofende os nossos esforços e estraçalham com os nossos sonhos de amor. Mas pensemos bem: que culpa eles têm se o cérebro deles não processa as coisas da mesma forma que o nosso? Por outro lado, os poucos homens românticos de verdade acabam se tornando enjoativos, o que reforça a tese de que nós, mulheres, gostamos mesmo é daquela pegada firme, isso sim. Ou seja, do homem em seu estado natural, sem tentar impressionar ou agradar, sendo ele mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas peraí! Isso não quer dizer que eu goste de brucutus! Os brucutus, ao meu ver, estão em baixa, ficaram lá no passado. Mulher gosta é de ser bem tratada, e isso inclui alguém que saiba ser macho admirando a nossa feminilidade. Gosto sim é de homem sensato, inteligente, trabalhador, mas com todas as suas manias de homem. Que saiba o que dizer e o que fazer na hora certa, só isso. Se tem alguém no mundo capaz de nos fazer sentir mulher em nosso estado mais completo, esse ser é o homem - não tem pra ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá certo, tá certo... Eles são absurdamente distraídos, nunca lembram datas, traem com muito mais facilidade do que nós e interpretam as coisas com uma frieza e praticidade irritantes que agridem a nossa mania de detalhes mínimos. Mas até mesmo nós, quando nos deparamos com esse lado que supervaloriza as minúcias, ficamos irritadas. Nós mesmas sofremos pelo excesso de detalhes que plantamos em nosso ideal de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando querem, eles sabem ser muito charmosos e sedutores. Homem dirigindo, por exemplo. É verdade que eles causam muitos acidentes devido a sua falta de prudência, mas convenhamos, eles têm um traquejo diante do volante de dar inveja, parece que já nascem sabendo dirigir, jamais demonstram medo da máquina. E o cuidado deles para que sua masculinidade nunca seja posta em dúvida? Não beijam os amigos, os abraços sempre mantém certa distância, não usam determinadas cores e modelos, tudo porque têm um nome a zelar. Conceitos bobos que os influenciam fortemente, mas é justamente esse jeito bobo deles que fascina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens são tão práticos, mas tão práticos, que passam uma vida toda sem precisar de bolsa! Quer coisa mais charmosa, mais masculina? Só homem consegue isso! Cabe tudo na carteira deles, e nunca se preocupam com as milhares de possibilidades do dia, retoques e nada disso. Eles são o que são. E agora, algo que está se perdendo, mas que eu sempre admirei nos homens: a cara de pau!.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tem uma coisa que homem não pode ser é tímido! Não, homem tem que ser atirado, ir atrás do que quer, se impor, passar uma imagem de quem realmente se garante, mesmo que nem ele esteja tão seguro disso. Pode até ser que eles forcem a barra, mas é preferível um homem que tome a atitude e cumpra com o seu papel de macho, do que esses que ficam esperando, cândidos e meigos, escondidinhos atrás de seus amiguinhos, pela atitude da mulher. Talvez seja pela escassez, mas eu adoro homens que não têm medo de levar um não numa cantada, principalmente os que insistem, sem pensar em humilhação, rejeição, mico e outras bichices. Homem não pode mandar recado, fica feio, eles têm é que pagar pra ver, e quando fazem isso... ai ai ai... que tudo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os homens mais velhos? Esses são ótimos! Como já viveram muita coisa, perderam certas ilusões que os mais novos ainda alimentam, portanto, sabem lidar com qualquer situação e definitivamente como tratar uma mulher. De tão realistas, se tornam mais sábios, e isso acaba por dar a eles uma sensibilidade maior. Ou seja: entendem muito mais de mulher. Mas isso também não tira o poder dos mais novos. De certa forma, a imaturidade deles nos encanta e a gente finge que ta disposta a crescer junto, a percorrer o mesmo caminho e desfrutar das mesmas descobertas, e é aí que se realiza o (curto) período de romance na vida de uma mulher. Geralmente, é quando casam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as brincadeiras com os amigos? Assim, num primeiro olhar, parece tosco, nos dá vergonha, mas depois que vemos como todos se comportam da mesma maneira e acham graça das mesmas piadas, a gente acaba sendo solidária também. E se apaixona de novo &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/Sl5fscU7c9I/AAAAAAAABcM/rorco1fwKMQ/s1600-h/1199624_10700942.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 222px; height: 222px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/Sl5fscU7c9I/AAAAAAAABcM/rorco1fwKMQ/s320/1199624_10700942.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358825823740326866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;por esses meninos brincando de serem homens, e aí a gente ri, mas não com eles, e sim deles, do quanto são bonitos quando estão distraídos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo também é outra coisa interessante. Eles pensam que a gente não olha, mas não fazem ideia do quanto é prazeroso observar o corpo deles. Também incluo aí nessa lista de admirações a agilidade natural que possuem, a energia para atividades físicas, a flexibilidade que vai muito além da nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os homens que dançam então? Afffff... simplesmente irresistíveis! Que mulher não sonha com um homem que saiba e goste de dançar? Que a leve para dançar? Mas os sem ritmo também não precisam se sentir diminuídos, afinal, eles sempre vêm com outros talentos que compensam. Além do mais, a própria falta de ritmo é capaz de nos apaixonar, desde que o homem seja transparente e não viva num mundo inventado, de aparências, sempre fingindo ser o que não é.  Se tiver disposição e bom humor já vale muito. Mulheres gostam de enxergar por trás dessa casca grossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eles não choram, vê se pode! Não tem nada mais revelador para uma mulher do que se deparar com o que há de mais profundo dentro de um homem. É nessa hora que a gente gama (e também que acaba caindo em armadilhas dos fingidos de plantão, mas a vida é um risco, vai saber...). Desajeitados, desligados, práticos etc., mas até eles (pasmem!) amam, só que do jeito deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles demoram tanto pra crescer, não é mesmo? Eu acho que é porque perdem muito tempo fingindo que já dominam tudo, que não precisam de ajuda e tal. E até isso se torna graça nesses brutamontes eternamente indefesos. Só que a culpa não é deles, são vítimas de uma influência cultural histórica que determinou que homem que é homem não pode pedir ajuda, já tem que nascer sabendo, pronto e acabado. Mas eu também acho que, embora reclamemos o tempo todo, o que nos dá prazer mesmo ao conviver com um homem é fazê-lo acreditar que realmente é mais forte, que precisamos dele, da proteção, do cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, nós dependemos é do olhar do homem, da manifestação de prazer que eles não conseguem esconder ao ver algo que gostam, do quanto se perdem diante das nossas provocações. Nós alimentamos o ego deles, mas também precisamos que eles alimentem o nosso, e ninguém faz isso como eles. Essa guerra de egos, aprendizados, diferenças pode trazer muita paz para a vida de qualquer casal, depende mesmo é da forma que se olha e  se lida com isso. Afinal, são dois seres humanos tentando se descobrir no outro quando o melhor de sua essência está em cada um, justamente em suas particularidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há inúmeras características masculinas que podem ser vistas com mais complacência e bom humor por parte das mulheres, basta disposição. Eles também reclamam de nós, mas creio que não abririam mão de muitas de nossas manias irritantes justamente porque elas fazem de nós o que somos. E eis aí o melhor namoro do mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-7709653835554815980?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Em momento algum me arrependi por ter estudado, por continuar estudando e me interessando pela única coisa que pode me ajudar a exercer a profissão de forma responsável e consciente: o preparo intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma análise superficial e primária como essa utilizada para chegar a tal decisão não pode ser levada a sério por profissionais que, eles sim, são sérios e enfrentam uma verdadeira batalha diária para garantir a todos os cidadãos seu direito à boa informação e, de quebra, sua própria sobrevivência. Isso e muito mais foi ignorado pelo STF, mas o futuro tratará de cobrar dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que acreditar que os ministros votariam a favor da qualidade, do ensino, do conhecimento e do bom preparo, tão necessários no exercício de uma atividade que é voltada a educar os cidadãos e, entre outras coisas, apontar as falhas de quem ocupa os cargos públicos? Por que acreditar que eles prestariam esse serviço tão valioso ao Brasil? Não, eu não fui ingênua a esse ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, jornalistas, abrimos os olhos da sociedade, estando, portanto, na contra mão dos interesses escusos do nossos políticos. Acreditar que eles primariam pela qualidade dessa atividade seria o mesmo que iludir-se sobre a nobreza de suas intenções. Essa luta não cabe a nós jornalistas, porque o nosso trabalho é de interesse público, pertence a todos os brasileiros, e são eles que exigirão, como já está começando a acontecer, profissionais capacitados para investigar, traduzir, apurar e descrever a eles da forma apropriada o que lhes é fundamental: a informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa capacitação só se atinge através de muito estudo, da disposição em aprender mais e mais, da consciência de que o conhecimento é necessário em todas as esferas e que ele é inacabável, portanto, é algo a ser trabalhado por toda a vida ininterruptamente. E mais do que jornalistas, somos humanistas, a parcela intelectual da sociedade que mergulha em conteúdos aprofundados que vão muito além do escrever corretamente. Ser jornalista é muito mais do que isso, justamente o que o STF e esses ministros nunca conseguirão entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós olhamos para uma nação com olhos críticos e clínicos, a analisamos profundamente, estudamos seus hábitos, conhecemos suas carências e necessidades, traduzimos suas dores e glórias, e em nome disso usamos todos os nossos sentidos, toda a nossa sensibilidade para defendê-los, lutando por um mundo mais igualitário. E para tanto, estudamos mais do que gramática e redação, nos embrenhamos pelos amplos campos da filosofia, da sociologia, da história, da ética, do direito e tantas outras áreas do conhecimento que consomem mais do que tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usamos mais do que um lápis e um papel, empregamos toda a nossa intuição, emoção e quantas vezes nos vemos emocionalmente doentes tamanho o envolvimento com esse trabalho que não tem hora pra começar e acabar. Jornalista não tem o privilégio de ligar e desligar de acordo com o horário comercial: somos jornalistas o tempo todo. Nós mostramos o que há de mais humano para que os próprios seres humanos se reconheçam, se corrijam, ressaltando acertos e erros para que todos tenham a capacidade de se colocar no lugar do outro e avançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem terá coragem de se colocar em nosso lugar? Estamos à mercê de um mercado de trabalho que exige cada vez mais das nossas capacidades pessoais e intelectuais, e em troca nos dá salários humilhantes, vagas cada vez mais escassas e condições de trabalho cada vez mais degradantes. Sacrificamos nossa família, nossa saúde e tudo o que o tempo pode proporcionar a qualquer trabalhador em nome do amor por uma causa que é de todos, e não apenas nossa. Corremos risco de vida, nos envolvemos com pessoas que sabem muito bem como abusar do poder, somos pressionados e chantageados de tantas formas diferentes, mas não conseguimos ser outra coisa, porque a paixão por essa profissão nos move e nos faz crer que um dia o nosso idealismo, e tudo o que ele representa, será reconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E na hora de termos tão nobre profissão reconhecida, ganhamos a desvalorização do nosso preparo e da nossa dedicação por meio de uma decisão mal estudada, mal analisada, feita por pessoas que olham de longe e se apegam apenas a aspectos superficiais e menores da rotina do jornalismo. Mas é de se entender, já que a Comunicação Social em si - seu poder de transformação, importância e utilidade - é algo muito nebuloso ainda no Brasil. Nem políticos, nem empresários sabem lidar direito com ela, como utilizá-la de forma correta e aproveitável, portanto, são incapazes de permitir seu exercício pleno como ferramenta indispensável ao progresso. Reside aí a ignorância do STF e de ministros como Gilmar Mendes, que, em determinado trecho, comparou o jornalismo às atividades de culinária e corte e costura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independente da decisão arbitrária, tendenciosa e burra do STF, eu jamais me arrependerei de ter estudado para exercer a profissão que sonhava desde criança, de ter me preparado com responsabilidade e comprometimento, por ter prezado pela qualidade no meu aprendizado, que não deverá parar nunca. Não, eu não deixarei de estudar e de avançar em conhecimento, porque só isso pode me tornar uma jornalista melhor a cada dia, me trazendo força e capacidade de compreensão quando injustiças assim forem cometidas. Estou disposta a continuar cumprindo com o meu papel e estarei atenta para ver se as empresas de comunicação e outras que se utilizam do trabalho jornalístico, em suas inúmeras possibilidades, cumprirão o delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há capazes e incapazes em todas as áreas, com diploma e sem. Que medo mais eu posso sentir com relação ao meu futuro como jornalista? Sou consciente de que, dentro de minhas possibilidades, faço o melhor. Dificuldades para conquistar um bom emprego, salários mais dignos, respeito e melhores condições de trabalho eu já enfrento todos os dias, mesmo tendo condições de concorrer com qualquer um. Por que me preocupar com a concorrência de aventureiros mal preparados que não têm consciência da amplitude dessa profissão?  Isso é de responsabilidade dos contratantes e a avaliação cabe ao público que consumirá o resultado de tal trabalho. A mim cabe continuar lutando por minha profissão, dia a dia, sem esmorecer, com idealismo e amor. Decisão de STF nenhum pode mudar isso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-7347928191956695878?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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As luzes são reguladas para o espetáculo, dando ainda mais imponência à fantástica arquitetura daquela sala abrigada na antiga estação de trens da Estrada de Ferro Sorocabana. Uma figura feminina adentra o recinto, cumprimenta educadamente os presentes e passa algumas instruções. Antes de sair, apresenta Rodolfo, que conta a história e alguns segredos da Sala São Paulo e o que a torna tão incrível. É tudo parte do ritual.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;E então, finalmente, os músicos começam a entrar e tomar posse de seus assentos e instrumentos. A sala é povoada por seus ilustres personagens. Todos a postos, chega o primeiro violinista, recebido em pé. Este, ao afinar seu instrumento, puxa todos os outros músicos de corda a acompanhá-lo. É um verdadeiro cerimonial que antecede, enfim, a chegada do maestro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que entra o maestro, cumprimenta o público e seus músicos com a elegância que lhe é peculiar e dá início ao show. Os pêlos do braço arrepiam-se logo na primeira nota. Música de picadeiro, animação, afinal, seus apreciadores são crianças de, no máximo, 10 anos. De repente, presos ao mistério que ronda todo aquele requinte, os espectadores mirins são surpreendidos com a chegada de um palhaço, fanfarrão, que invade o palco onde toca a orquestra. Só risos. Muito bem interpretado pelo ator Wellington Nogueira, formado pela Academia Americana de Teatro Dramático e Musical de Nova York, esse palhaço foi o responsável por inserir essas crianças à magia da orquestra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maestro, de seu púlpito, faz sinais para que o palhaço saia, deixando bem claro que não é bem-vindo ali. O brincalhão sai contrariado. Um tempo depois volta, agora pela porta lateral direita, feliz e contente. O maestro o coloca pra correr de novo. Uns bons minutos depois surge o palhaço novamente, mas agora portando um gigante martelo de brinquedo. Gritando, corre em direção ao maestro. Quem mandou expulsá-lo, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente o maestro responde aos seus reflexos e sai correndo, abandonando sua orquestra à própria sorte, fugindo do palhaço vingativo. Mais risadas. No entanto, mais engraçado foi ver o palhaço passar correndo de volta, agora de mãos vazias: ele fugia do regente, que lhe tomou o martelo das mãos e saiu em sua perseguição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim começou e manteve-se todo o espetáculo, embalado pela arte da OSUSP (Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo). Me surpreendeu a engenhosidade com que a apresentação foi projetada para, além de oferecer música de qualidade, prender a atenção das crianças e levá-las a mergulhar nesse universo mágico da mais refinada cultura. E a interação do maestro com o palhaço, bem como todo o número meticulosamente estudado para tal público, deu o tom de ouro a essa experiência inesquecível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="" style="display: block;" id="formatbar_JustifyFull" title="Justificar" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 13);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;img src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" alt="Justificar" class="gl_align_full" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tradição bem adap&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/Shxbu5bUShI/AAAAAAAABS8/WsQAZMY0wCA/s1600-h/DSC_0023.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 212px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/Shxbu5bUShI/AAAAAAAABS8/WsQAZMY0wCA/s320/DSC_0023.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340244119402072594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apreciar a arte de uma orquestra, dando-lhe o devido valor, não é tarefa para qualquer um. Mais do que sensibilidade, é preciso um mínimo de engajamento cultural para compreender cada detalhe que compõe esse tipo de apresentação: um fino cerimonial de música erudita.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Se esta não é tarefa para qualquer adulto, quem dirá para crianças do Ensino Fundamental 1 (que abrange do 1º ao 5º ano). Pois foi em plena Sala São Paulo, símbolo da música clássica no Brasil, que crianças de sete a 10 anos tiveram a oportunidade de apreciar essa arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa “Descubra a Orquestra”, organizado pela Fundação OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) com o intuito de “ampliar e fortalecer o desenvolvimento cultural e musical de alunos e professores inscritos”, cria oportunidade para que os pequeninos aprendam desde cedo a desfrutar de tão requintado espetáculo cultural junto a sua escola. O projeto prioriza diversas ações educativo-musicais levadas muito a sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para poder participar do programa, as escolas devem inscrever-se pelo site, eleger um professor responsável e aguardar a oportunidade. Trata-se de algo bastante concorrido e com calendário especial. O professor responsável deverá freqüentar um curso oferecido pelo programa para que a visita seja autorizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os cursos são organizados para professores com ou sem conhecimento musical, com o objetivo de fornecer subsídios teórico-práticos para a realização de atividades musicais nas escolas. Cada curso é composto por três aulas presenciais aos sábados e trinta horas de educação à distância via Internet”, está registrado no caderno do Descubra a Orquestra entregue aos estudantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante do programa é que ele faz mais do que levar as crianças para assistirem esse universo da música culta, mas prepara um espetáculo em que os pimpolhos consigam aprender e apreciar as minúcias de uma apresentação como essa. Lá, eles são ensinados sobre os detalhes de uma orquestra, quem é quem, os tipos de instrumentos e as hierarquias da tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idealizada adequadamente para esse público tão especial, o espetáculo inclui componentes capazes de prender a atenção por cerca de uma hora, envolvendo-os e levando-os a entender a imponente, porém delicada, música de uma orquestra, o papel de cada instrumento que transforma as notas e, unidos, banha a todos com uma sonoridade ímpar, encantadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para essas crianças não foi sacrifício algum assistir a tal espetáculo, muito pelo contrário, foi um ingresso valioso para o aprimoramento cultural delas, mesmo que ainda não compreendam completamente, nesta idade, toda a sua importância. E isso sem perderem em diversão, alegria e descontração, uma vez que, conforme comprovou-se ali,  a arte de uma orquestra pode ser explorada infinitamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só lamento não ter podido fotografar lá dentro, por isso exponho umas fotos que tirei lá de fora mesmo. As regras ali são bem rígidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Sala São Paulo&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/Shxbp-PeEQI/AAAAAAAABS0/SARlRfXPyus/s1600-h/DSC_0021.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 212px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/Shxbp-PeEQI/AAAAAAAABS0/SARlRfXPyus/s320/DSC_0021.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340244034795213058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maior e mais moderna sala de concertos da América Latina, a Sala São Paulo é o abrigo da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Projetado em 1925 e concluída em 1938, o edifício nasceu embalado pelo acelerado ritmo de crescimento paulista, na época, estimulado pelo café e a ferrovia. O trabalho de recuperação do edifício da Estação Júlio Prestes, construída no estilo Luís XVI, foi empreendido especialmente para a criação da Sala São Paulo, destinada a receber as melhores orquestras sinfônicas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá dentro, além de encantar-se com a arquitetura preservada e toda a elegância de seu contexto, bem como da importância cultural agregada, você também se surpreende com os chamados “segredinhos” da Sala. Há alta tecnologia investida ali para preservar a qualidade do som.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;” O projeto da Sala São Paulo possibilita a apresentação de qualquer tipo de concerto, pautada pela alteração do espaço da sala de concertos gerada pela flexibilidade do forro com painéis móveis. Além disso, os elementos de composição foram concebidos para a reflexão sonora multidirecional, atendendo a recomendações acústicas”, lê-se no Histórico apresentado no site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que as crianças entendessem o que isso quer dizer, um de nossos recepcionistas no dia da apresentação, o Rodolfo, simplificou o que pouco tem de simples. No teto, 15 placas gigantes que são, na verdade, elevadores que deslocam-se pra cima e pra baixo de acordo com o concerto a ser apresentado e outras necessidades técnicas. Atrás do palco, a arquibancada repleta de crianças era também um conjunto de elevadores que, ao serem retirados os assentos, descem e alongam o palco até lá atrás, para orquestras mais numerosas. E os acentos onde estávamos, de aparente função simples, também guardam segredos interessantes. O som da orquestra, puro como ele só, sofre alterações quando executado com uma sala cheia de pessoas ou durante os ensaios, com a sala vazia. Para garantir a qualidade, as cadeiras possuem um mecanismo que simula, cada uma delas, a presença de uma pessoa, ajudando a acertar o efeito final da apresentação. Resumindo: toda a projeção da Sala é fantástica!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No &lt;a href="http://www.salasaopaulo.art.br/"&gt;site&lt;/a&gt; da Sala São Paulo é possível conhecer mais sobre sua história, bem como fazer uma visita virtual sobre os espaços internos e demais informações. É muito interessante! E só pra desmistificar a ideia que liga a alta cultura a grandes valores, já adianto que todo final de semana há apresentações a preços acessíveis a qualquer pessoa, conforme está no site. Vale muito a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse: &lt;a href="http://www.salasaopaulo.art.br/"&gt;http://www.salasaopaulo.art.br/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-8643510101244008452?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dJknjb34yx7LoTk1ok-7g5d7oAM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dJknjb34yx7LoTk1ok-7g5d7oAM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dJknjb34yx7LoTk1ok-7g5d7oAM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dJknjb34yx7LoTk1ok-7g5d7oAM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jornalizta/~4/4UtlID1SfyM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jornalizta.blogspot.com/feeds/8643510101244008452/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3892373729333336847&amp;postID=8643510101244008452" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/8643510101244008452?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3892373729333336847/posts/default/8643510101244008452?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jornalizta/~3/4UtlID1SfyM/em-plena-sala-sao-paulo-todo-o-requinte.html" title="Em plena Sala São Paulo, todo o requinte de uma orquestra para crianças" /><author><name>Aliz - jornALIZta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07162287725779328216</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/-bTMwfAEWF3M/Td5mmy3T7aI/AAAAAAAADJ0/HuJ-0bUL20k/s220/aliz3.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_QbC4pU6OTTo/Shxbyf3GckI/AAAAAAAABTE/VN8m6Y2CI8Q/s72-c/DSC_0026.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://jornalizta.blogspot.com/2009/05/em-plena-sala-sao-paulo-todo-o-requinte.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQNQXw-fCp7ImA9WxVQE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3892373729333336847.post-2351803910719434464</id><published>2009-01-30T10:56:00.000-08:00</published><updated>2009-01-30T11:06:30.254-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-30T11:06:30.254-08:00</app:edited><title>Viva a Internet: onde o passivo virou ativo</title><content type="html">Entre tantas maravilhas trazidas pela Internet está a interação. Escrever sobre uma infinidade de assuntos e receber, de cara, a opinião de quem nos lê é fantástico! Em um passado recente não poderíamos imaginar o gostinho de ler uma notícia no jornal e já comentá-la de acordo com os nossos princípios e entendimentos para todo mundo saber. Com essas ferramentas incríveis já não somos mais meros engolidores de verdades alheias. Passamos para um nível acima, onde podemos mostrar que sim, pensamos, e que a nossa opinião tem valor. De passivos passamos a ativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, ainda não estamos tão avançados assim. Existe uma ferramentazinha um tanto perigosa chamada moderação. Mesmo assim, nesse cada vez mais infinito universo cibernético, vão crescendo ainda mais as possibilidades e um tantinho mais de liberdade para falar o que se pensa. Os jornais ainda não se curvaram ao inquestionável poder do leitor, mas a Internet deu aos mais antenados, enésimas ferramentas para expor suas idéias, talentos, opiniões, impondo respeito ao ser humano. Os blogs estão aí e com muita força para provar isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que o assunto Blog já está bem batido. Quando começaram a crescer e abrigar profissionais, como jornalistas, advogados e outros especialistas de língua afiada que tiraram da blogosfera aquela característica negativa de diário fútil de blá blá blá, eles foram encarados como verdadeiras ameaças à hegemonia venosa da comunicação que se impõe desde sempre. Quem patrocina a formação de opinião tendenciosa ficou apavorado e investiu muitos esforços na tentativa de desqualificar os blogs e seus autores. Não adiantou! Hoje, os blogs tornaram-se fonte de consultas para tirar dúvidas, expor ideologias, denúncias, talentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, como jornalista, não poderia deixar de dizer aqui que os blogs (independentes!!!) funcionam como uma válvula de escape para nós, que vemos e sabemos de muita coisa mas não temos outro meio de repassá-las. É assim com muitos outros profissionais, mas também com pessoas comuns que possuem experiência de vida, veias literárias, criatividade e muitas outras qualidades para mostrar. Mas como nem tudo são flores, surgiram nessa onda muitos blogs mal intencionados, fazer o que! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a Internet é tão “arretada” que, através dela a escolha do que ler e do que acreditar é bem mais democrática do que em outros meios, nos quais somos obrigados a engolir o que alguns fabricam e julgam ser o mais apropriado. Veja bem: na TV, você tem a opção de mudar de canal, mas os conteúdos prontos pouco diferenciam e muito menos agradam, restando apenas a opção de desligar e ler um bom livro. No rádio a mesma coisa. É claro que há exceções, mas são conteúdos prontos apenas, feitos sem se basear na vontade e na opinião de quem o consome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na Internet você encontra uma infinidade de opções, de todas ideologias possíveis, para todos os gostos. É impossível conhecer tudo o que temos disponível hoje na rede. Tem de tudo, e mesmo que você não encontre algo que quer ou necessita, pode facilmente criar e tocar sozinho. Não é maravilhoso? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, maravilhoso e perigoso também, afinal, há muita porcaria na rede, conteúdos criados para confundir e difundir mentiras e invencionices, conforme for conveniente ao autor e sua turma. Mas o poder da escolha é lei e você vai filtrando o que mais te agrada. Além disso, com a infinidade de informações que se cruzam e debatem, vamos enriquecendo também um outro poder valioso: a análise crítica. À medida que evoluímos nessa navegação, vamos nos tornando mais seletivos, mais espertos, mais abertos. São muitas versões disponíveis sobre o mesmo caso, o que enriquece o repertório no momento em que formamos a nossa opinião. Isso ajuda até na busca de novas informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ouso dizer que o que mais enriquece essas alternativas cibernéticas é a participação dos leitores. Tem coisa melhor do que ler uma coisa e já comentar sobre ela, na hora? Tem sim: ler os comentários dos demais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da troca de opiniões e do debate, que sempre vai ser a melhor sala de aula do mundo, os comentários alheios nos mantém informados, muitas vezes, de coisas que nem imaginamos. Por meio deles nos deparamos com diferentes teorias e crenças, o que nos leva a analisar a amplitude da realidade vivida por cada um e o valor da contestação diante de cada informação exposta. Se aprende e se descobre muito lendo esses comentários, além de nos darem uma boa noção de como pensa determinado público. Essa troca toda e as possibilidades através dela são muito enriquecedoras, principalmente para a formação contínua da democracia, esse presente que nós estamos apenas começando a desembrulhar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3892373729333336847-2351803910719434464?l=jornalizta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ItnRYxoHRa1z1CBle73ZeW1FLoM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ItnRYxoHRa1z1CBle73ZeW1FLoM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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