<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;AkQBRXozfyp7ImA9WhRRFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7637244084517571078</id><updated>2011-11-27T15:59:14.487-08:00</updated><title>JRDrummer - Seu mundo pulsa em Tambores</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://jrdrummer.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://jrdrummer.blogspot.com/" /><author><name>José Roberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Jrdrummer-SeuMundoPulsaEmTambores" /><feedburner:info uri="jrdrummer-seumundopulsaemtambores" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;DUcHQHYyeyp7ImA9Wx5bFEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7637244084517571078.post-2802058210097532062</id><published>2010-10-30T15:15:00.000-07:00</published><updated>2010-10-30T15:17:11.893-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-30T15:17:11.893-07:00</app:edited><title>Baquetas e Sua História</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cqariPft-o8/TMyZVjNDQxI/AAAAAAAAAiU/AXUF06Tk_D0/s1600/Drum_Sticks.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533966637637780242" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_cqariPft-o8/TMyZVjNDQxI/AAAAAAAAAiU/AXUF06Tk_D0/s200/Drum_Sticks.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As baquetas e sua história&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parente distante das varetas, ferramentas feitas de osso ou madeira, usadas na pré-história como utensílios domésticos ou armas, as baquetas começaram a ser empregadas na percussão em aldeias primitivas. Mas, nessa época, ainda tinham uma função diferente do que têm hoje – golpeadas sobre tam-tans feitos de troncos secos de árvores, seguiam determinados códigos e assim serviam para transmitir mensagens de uma aldeia para outra. Foram, assim, as precursoras do código Morse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns estudos indicam que, na África, a Nação Ketu começou a usar as baquetas para marcar os ritmos de seus rituais religiosos, golpeando a pele dos seus tambores de tronco. Já a Nação Bantu usava as mãos para percutir as peles e as baquetas para tocar no corpo dos tambores. Na Europa, as baquetas também tinham função utilitarista. Elas serviam para tocar as caixas de guerra das bandas marciais. Nessa escola, desenvolveram-se algumas técnicas de manipulação difundidas até hoje. O continente Americano herdou a baqueta tanto dos seus antepassados africanos, que nele chegaram como escravos no início da colonização, quanto dos colonizadores europeus. Mas, enquanto na América no Norte o uso dos instrumentos por africanos foi proibido (pois se temia que os escravos se comunicassem à distância através de seus códigos, e assim organizassem rebeliões e fugas), na América do Sul não houve essa repressão e a musicalidade africana pode se desenvolver amplamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a criação da bateria no início do século XX, as baquetas passaram a ser alvo de constante aprimoramento. Surgiram novas maneiras de tocar e uma maior diversificação de modelos. Há cerca de 25 anos, uma técnica muito difundida requeria maior movimentação dos braços e dos punhos. As baquetas, então, precisavam ser mais compridas. Já nos dias atuais, o seu tamanho diminuiu, devido à maior utilização dos dedos e do “approach”, garantindo mais velocidade e precisão dos toques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às madeiras, inúmeras pesquisas foram realizadas para determinara quais seriam as mais apropriadas. Nesses estudos, os principais aspectos enfocados foram peso, densidade, sentido e uniformidade das fibras e, acima de tudo, a pureza específica de grandes lotes de madeira, para se obter a máxima uniformidade em cada par. As espécies que melhor preencheram esses requisitos foram o Pau Marfim brasileiro e o Hickory norte-americano. Mas não é só a qualidade da matéria-prima que conta. O maquinário e as ferramentas para a fabricação das baquetas devem ser constantemente modernizados, com o objetivo de garantir a uniformidade e a perfeição de cada par, embora a confecção artesanal também possa atingir um alto nível de qualidade. É o caso das baquetas de xilofone ou vibrafone, que têm sua ponta enrolada e costurada à mão com lã ou linha e o miolo em madeira ou borracha de diversas densidades, para proporcionar timbres mais macios ou mais secos. É isso ai. Preste atenção na hora de comprar seus próximos pares de baquetas para garantir que seu instrumento de trabalho esteja à altura do seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da década de 1950, não existiam empresas especializadas em fabricar baquetas. Os próprios fabricantes de baterias e outros instrumentos de percussão confeccionavam e comercializavam as baquetas. Também havia bem menos modelos do que atualmente e seus nomes eram dados de acordo com a aplicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, desde aquela época, as três designações mais comuns são as baquetas “A”, “B” e “S”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Letra “B”: era referente à “Band” (banda) e serviam para as baquetas direcionadas para bandas de teatro, “big bands” ou para orquestras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Letra “S”: era referente à palavra “Street” (rua), e especificava os modelos feitos para serem usados em bandas marciais e/ou fanfarras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Letra “A”: a origem para utilização desta letra é um pouco vaga. Aparentemente ela identificava as baquetas que não se enquadravam como “B” ou “S”. O mais evidente é que eram referentes à expressão “All Purpose” (de uso geral).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números nas baquetas servem para dar uma impressão a respeito de seus tamanhos. Nos modelos “A” e “B”, quanto maior o número, menor é a baqueta. Exemplificando, uma baqueta 2B é maior que uma 5B, uma baqueta 7A é menor que uma 5A. Já as baquetas de bandas marciais e/ou fanfarras, são designadas com esse conceito numérico ao contrário. Exemplificando, as baquetas 1S são menores que as 2S, que são menores que as 3S.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas identificações podem até nos confundir, além de que dificilmente encontraremos alguma fonte de informação que saberá explicar exatamente os motivos. Alguns destes detalhes foram perdidos na história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Fernando P. Silveira / Thiago Rodrigues&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7637244084517571078-2802058210097532062?l=jrdrummer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VByNcyNRyDjVX3uem0JzkwHPBB8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VByNcyNRyDjVX3uem0JzkwHPBB8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VByNcyNRyDjVX3uem0JzkwHPBB8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VByNcyNRyDjVX3uem0JzkwHPBB8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Jrdrummer-SeuMundoPulsaEmTambores/~4/0SD-ROqMEeQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://jrdrummer.blogspot.com/feeds/2802058210097532062/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7637244084517571078&amp;postID=2802058210097532062&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7637244084517571078/posts/default/2802058210097532062?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7637244084517571078/posts/default/2802058210097532062?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Jrdrummer-SeuMundoPulsaEmTambores/~3/0SD-ROqMEeQ/as-baquetas-e-sua-historia-parente.html" title="Baquetas e Sua História" /><author><name>José Roberto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_cqariPft-o8/TMyZVjNDQxI/AAAAAAAAAiU/AXUF06Tk_D0/s72-c/Drum_Sticks.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://jrdrummer.blogspot.com/2010/10/as-baquetas-e-sua-historia-parente.html</feedburner:origLink></entry></feed>

