<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>KhaleDisse</title><description>Exposição de pensamentos de uma mente a toa.</description><managingEditor>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</managingEditor><pubDate>Thu, 19 Dec 2024 00:22:16 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://khaledisse.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Admita que a intolerância existe</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2016/11/admita-que-intolerancia-existe.html</link><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Wed, 9 Nov 2016 21:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-4658173353825469194</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;i&gt;A intolerância está presente na nossa sociedade e precisamos admitir esse problema&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcPsqK4a6Xz_ptogdOUAZirlnyUPdq6demqiI7a8bDjQBK0fFNQNm94ftBzpcFWwZUQAfW4JKErQ4p5Y5MTaobunqDApuXrN2mxkY0mLHDTn3XcqVnkHNkgx4sii6rabkx7-nQvZoUK3hY/s1600/acima-simbolos-das-principais-religioes-mundo-57a1fb18078d7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcPsqK4a6Xz_ptogdOUAZirlnyUPdq6demqiI7a8bDjQBK0fFNQNm94ftBzpcFWwZUQAfW4JKErQ4p5Y5MTaobunqDApuXrN2mxkY0mLHDTn3XcqVnkHNkgx4sii6rabkx7-nQvZoUK3hY/s320/acima-simbolos-das-principais-religioes-mundo-57a1fb18078d7.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Talvez você saiba, talvez você não saiba, mas no último fim de semana
nós tivemos a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio, o famoso Enem. Depois
de muita gente perdendo a hora, depois de muita gente perdendo a hora de
propósito para aparecer (vem meteoro!), depois de muitas reclamações e
frustrações por conta do nível de algumas provas, depois disso tudo chegamos ao
tema da redação.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Por razões meio óbvias é um assunto que sempre chama minha atenção, e eu gostei do tema desse ano. Vejo como ponto positivo colocar isso na
principal prova da educação do país. Mas enfim, qual foi o tema, Leandro?
Então, eu não vou lembrar exatamente qual era a proposta de redação, mas resumidamente: intolerância religiosa.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
É um tema tão legal de ser abordado, tão
importante de ser discutido no mundo maluco em que vivemos e com tantas
vertentes a serem exploradas que me deu vontade de ter feito essa redação,
mesmo sem ter a menor noção de como seria avaliado. Pena que muita gente que
comentou sobre a escolha ou que estava lá escrevendo sua redação não enxerga o
todo e toma partido, muitas vezes cometendo intolerância.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
O motivo do tema ser
tão rico é pela infelicidade dele ser tão real e presente. Há intolerância de
todos os lados. Há intolerância de quem é religioso com quem não é. Há
intolerância de quem não é religioso com quem é. Há intolerância entre aqueles
que são religiosos, mas tem diferentes crenças. Um cristão que desmerece um umbandista, um evangélico que quer converter um agnóstico, um ateu que critica a fé... Exemplos não faltam, tenho certeza que pra você também não é difícil pensar e perceber que já conviveu com situações assim.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
O que alimenta a
intolerância é a falta de respeito e empatia. Vivemos numa sociedade que é
intolerante, isso é inegável, infelizmente. Isso tá impregnado em todos os setores e dia após dia implica em situações e reações inexplicáveis. Evitando ao máximo as
generalizações, mas pensando num cenário mais amplo, as pessoas ainda não vivem
bem com diferentes opiniões, diferentes abordagens de vida. Pra muitos existe
um manual, o que por si só não seria um problema. A grande questão é que as
pessoas encaram seus manuais de vida como os únicos que estão certos.
Policiando e desmerecendo aqueles que são diferentes.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Talvez o caminho seja
parar de tentar entender a cabeça do outro (e consequentemente julgar quando
não entende) e respeitar, pois aquilo que faz bem pra outras pessoas pode ser bem diferente do que faz bem pra você e bem diferente do que você pensa. E claro, exigir que o outro lado respeite a sua
diferença. Admitir que estamos errados como sociedade e envoltos em tanto ódio é um bom primeiro passo. Não é um exercício fácil, não é algo que conseguimos mudar da noite pro dia, mas é algo que pode sim ser melhorado. Melhoremos como indivíduos e melhoraremos como sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Obs: meses depois eu volto com um tema aleatório, mas gostaria de agradecer a todos que acessaram meu último texto (&lt;a href="http://khaledisse.blogspot.com.br/2016/06/eu-o-que-fazer.html" target="_blank"&gt;Eu, o que fazer?&lt;/a&gt;), curtiram, comentaram, vieram conversar comigo. É o tipo de reação e interação que eu busco quando escrevo e foi muito legal perceber que consigo isso. Muito obrigado a todos vocês, de verdade.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcPsqK4a6Xz_ptogdOUAZirlnyUPdq6demqiI7a8bDjQBK0fFNQNm94ftBzpcFWwZUQAfW4JKErQ4p5Y5MTaobunqDApuXrN2mxkY0mLHDTn3XcqVnkHNkgx4sii6rabkx7-nQvZoUK3hY/s72-c/acima-simbolos-das-principais-religioes-mundo-57a1fb18078d7.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Eu, o que fazer?</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2016/06/eu-o-que-fazer.html</link><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Mon, 20 Jun 2016 19:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-6225268218570864119</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjxa8LQmR_38mTTZFo_IJJTghgLrKbe11phJLqFeNtQwIy15fMQKn6MqKaZXsjfEsNdSzqcmnTuL43T8HyklMhHwytIbJULXRpwTZ2tS8Ktii8aEHUBGasKSXi8wYFp_uzk0WK4Nnz9Xd85/s1600/caminhos+peb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjxa8LQmR_38mTTZFo_IJJTghgLrKbe11phJLqFeNtQwIy15fMQKn6MqKaZXsjfEsNdSzqcmnTuL43T8HyklMhHwytIbJULXRpwTZ2tS8Ktii8aEHUBGasKSXi8wYFp_uzk0WK4Nnz9Xd85/s640/caminhos+peb.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Sempre usei o blog como terapia e mural pros meus pensamentos sobre fatos ou sobre a vida de forma geral, mas nunca fui de escrever sobre mim. Interessante isso. Mas é simples: não gosto de conversar sobre mim, não sou de explicar pras pessoas o que está acontecendo comigo. O que mudou então? Ter aprendido que como sou e como me porto com as pessoas é reflexo direto dessa sucessão de fatos que me trouxeram até aqui. E por isso vou tentar explicar porque aos 27 anos eu não tenho a menor ideia do que fazer na vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Bom, eu nunca soube "o que ser quando crescer". E acho interessante fazermos o exercício de entender o que nos perguntam quando temos 17-18 anos (caramba, 10 anos se passaram). O vestibular não te pergunta "o que você quer ser?", ele na verdade está perguntando "que caminho você vai tomar pra chegar onde pensa poder chegar?". E acho que entender essa diferença é importante pra evitar futuras frustrações quando o caminho precisar de um desvio ou ficar mais longo que o imaginado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Voltando do devaneio, algumas pessoas tem resposta pras duas perguntas. Eu não era uma dessas pessoas. Nunca soube. E se contarmos apenas com o último ano de colégio, eu devo ter trocado de opção no vestibular umas 5 vezes, no mínimo. Acabei escolhendo Administração por fatores mais externos do que internos. Que fatores? Um pedido familiar de não ir pro Rio, a necessidade financeira de estudar numa faculdade pública e entender que o curso seria o mais abrangente das minhas opções (atendendo as duas primeiras exigências).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Durante a faculdade fiz muita merda em relação a seriedade e planejamento da minha vida acadêmica, profissional e pessoal. Levei nas coxas como se as coisas fossem magicamente acontecer e se ajeitar no futuro. Por conta dessa arrogância/inocência, acabei nem estagiando (o que é importante e vai interferir à frente). Formei bem depois do tempo esperado e mais uma vez, sem a menor ideia do que fazer.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por não ter estagiado, meu currículo era/é uma merda, você pode imaginar. O que me deixou numa posição difícil pra arrumar um emprego na minha área. Tentei trainees, tentei alguns processos seletivos, mas sempre esbarrava nessa falta de experiência. Ou seja, não sou um administrador, sou um bacharel em Administração, e só.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Foi aí que passei a olhar pra concurso, pois pensei: "nisso não preciso de experiência e sou bom de prova", e foi quando comecei. Só que fazia vários concursos por fazer, sem estudar. O que obviamente nunca deu resultado algum. Há pouco tempo que comecei a levar um pouco mais a sério, e aconteceu quando vi que era a minha única oportunidade e também quando as coisas aqui em casa apertaram (como ainda estão apertadas). Só que a atual dificuldade parte da situação de termos cada vez menos concursos abertos e cada vez mais o tempo passa e eu não consigo me desenvolver como "pessoa adulta independente", e isso é angustiante e frustrante. Pra caralho.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Aí você me pergunta "Agora que você entende essa necessidade e oportunidade, tá tudo certo e vamos atrás disso, né?". Claro que não é tão simples assim. Eu não te falei que são poucas provas atualmente? Sem contar que não trato esses concursos como o plano da minha vida. Muito menos que eu tenha na cabeça que quero passar no concurso X, Y ou Z. E por melhor que eu seja de prova, concurso é foda. Não é da noite pro dia. Ou seja, ficarei nesse cenário sufocante por um tempo...&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O que me resta fazer? Ir me inscrevendo, estudando e fazendo provas. Por que quero? Não. Pela total necessidade de ter uma base e independência financeira, pra aí sim, num segundo momento, começar a investir em mim e nas coisas que gosto. O que são essas coisas? Esportes, filmes/séries, nerdices, jogos, vídeos, escrita, viagens... E se eu sei o que vou fazer pra conciliar o que faço com o que gosto? Acho que depois de ler tanto sobre as minhas incertezas você já tem a resposta.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjxa8LQmR_38mTTZFo_IJJTghgLrKbe11phJLqFeNtQwIy15fMQKn6MqKaZXsjfEsNdSzqcmnTuL43T8HyklMhHwytIbJULXRpwTZ2tS8Ktii8aEHUBGasKSXi8wYFp_uzk0WK4Nnz9Xd85/s72-c/caminhos+peb.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">12</thr:total></item><item><title>A nobre dificuldade de conhecer pessoas</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2015/10/a-nobre-dificuldade-de-conhecer-pessoas.html</link><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Fri, 23 Oct 2015 20:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-5978301586029861880</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Conhecer pessoas novas nunca foi uma dificuldade. Foi = pretérito perfeito&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhN73Y4HW0qBXOEGbD8cSU_CGk8kxgqjglwyTd0HcgyP8r1SjsZbx-BTQPn-Yp4rZq4Pb9d3jC8t6_CkmhKaplqUeZwOU-SDfW4Nq0_HHKDSmkRBE8hsz-gPCw1M6ADdjVEY3jupzg7ayLV/s1600/conhecer.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="438" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhN73Y4HW0qBXOEGbD8cSU_CGk8kxgqjglwyTd0HcgyP8r1SjsZbx-BTQPn-Yp4rZq4Pb9d3jC8t6_CkmhKaplqUeZwOU-SDfW4Nq0_HHKDSmkRBE8hsz-gPCw1M6ADdjVEY3jupzg7ayLV/s640/conhecer.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Eu devia ter
alguma justificativa pra minha ausência, mas não tenho. Simplesmente não tinha
sobre o que falar, e não tenho pensado tanto assim na vida a ponto de criar
tópicos pra usar aqui. Lide com isso. Enfim, não estou aqui pra falar sobre
isso. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Quem me
conhece sabe que não sou a pessoa mais simpática do mundo a primeira vista. Não
por eu ser escroto (pelo menos não 100% do tempo), o que acontece é um combo de
timidez + falta de tato.&amp;nbsp;Apesar disso,
de uns tempos pra cá tenho conhecido poucas pessoas novas. É só comigo? Diz que
não =’(&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Conhecer
pessoas novas nunca foi uma dificuldade. A mecânica da escola e principalmente
da faculdade, de todo ano/semestre entrar novos alunos, fazia que a convivência
com novas pessoas fosse algo cotidiano (desde que você não fosse um sociopata).
Não digo que era o caso de construir uma amizade a partir disso (também havia
essa possibilidade, claro), mas pelo menos você tinha a certeza de que
conheceria novas pessoas, não necessitava muito esforço pra que isso
acontecesse.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Certa vez eu
estava conversando sobre essa dificuldade de conhecer novas pessoas na vida pós-faculdade
com um amigo (oi, Urso). Já tem até um bom tempo essa conversa, alguns meses
pelo menos. E um exercício que nós fizemos na época foi relembrar com quantas e
quais pessoas nós tínhamos começado a nos relacionar de forma mais próxima num
passado recente. O que eu consegui analisar daquilo foi que normalmente essas
novas relações eram fruto de: reencontros da vida (pessoas com quem você já
teve contato e retomou depois de um tempo) ou apresentações de amigos (pessoas
que amigos trazem pro seu contato mais próximo e de alguma forma você absorve
pro seu convívio). São as únicas formas de conhecer alguém?
Não. Claro que não. Mas pra mim tem sido.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
(É bom dizer, que não estou contanto
aqui com os encontros causados pela casualidade da vida, que é outra fonte que
vez ou outra traz pessoas pro seu cotidiano. Conhecer alguém num show, ou
numa boate, por exemplo, e perceber que é um contato a ser mantido por mais
tempo).&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Não sei se sou o único a passar por essas dificuldades, acredito que não. Na verdade, observando as pessoas eu tenho certeza que não. E enxergo um paradoxo: com o passar dos anos nós ficamos mais velhos, evoluímos como pessoa, ganhamos experiências de vida que nos deixam mais interessantes e com mais coisas a contar e dividir, e por outro lado, normalmente conhecemos cada vez menos pessoas. Parece haver uma saturação do número de amigos/colegas/conhecidos. Número que dificilmente é alterado depois de determinado tempo. Tempo esse que eu não sei determinar quando acontece. Acho que é um&amp;nbsp;&lt;i&gt;timing&amp;nbsp;&lt;/i&gt;muito individual. Não, aquela menina (ou menino) que você ficou em alguma noite do fim de semana e na segunda-feira já não tinha mais nenhum papo (e bloqueou/excluiu do seu&amp;nbsp;&lt;i&gt;whatsapp&lt;/i&gt;) não conta como “conhecer uma pessoa”.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Outra situação
que eu tenho observado é a seguinte: há um desânimo coletivo em relação à noite
como evento social, por conta da repetição. Repetição de pessoas, de lugares,
de atrações, de situações. Claro que no meu caso isso é potencializado pelo
fato de morar numa cidade média, com poucas opções. Mas o que eu quero destacar
é que apesar desse desânimo, semanalmente eu vejo as pessoas tentando achar
soluções e empolgação pra continuar saindo. Eu não sei o que motiva essas
pessoas e o que elas usam como justificativa. Talvez uma pressão causada pela
solteirice, que implica em você se fazer presente, ver pra ser visto, e (de
novo) buscar conhecer gente nova (ou novos níveis de relação com pessoas que
você já conhece de alguma forma).&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Uma solução
pra isso? Se eu soubesse não teria me incomodado, se eu não ficasse incomodado
não estaria escrevendo isso aqui. Pra algumas pessoas a solução é dar mais
chances pra noite, continuar saindo e potencializar os acasos da vida. Pra
outros é desenvolver as relações que já tem. Eu só sei que não sei responder sobre
isso. Não tenho a resposta pra essa dificuldade. Se tiverem alguma ideia, me
avisem (e não me xinguem por essa conclusão)...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhN73Y4HW0qBXOEGbD8cSU_CGk8kxgqjglwyTd0HcgyP8r1SjsZbx-BTQPn-Yp4rZq4Pb9d3jC8t6_CkmhKaplqUeZwOU-SDfW4Nq0_HHKDSmkRBE8hsz-gPCw1M6ADdjVEY3jupzg7ayLV/s72-c/conhecer.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A Praia</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2015/09/a-praia.html</link><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Sat, 26 Sep 2015 09:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-4943913660336768838</guid><description>&lt;i&gt;♪ Livre (?) pra poder buscar o meu lugar ao Sol ♪&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpVz2Kr6Gyoh9FjhtAyrnTqLMOa_B-tebMRF8JJxiFoirYkpc3CkzoVRz82XppgRb2pda658JXV4JmjTwzfHt8LYb0HeoYHHu3p6JD1QIL310bEvNL-oyo2205iajNzQiSZtoAaagKDfJm/s1600/4jan2014---pessoas-lotam-a-praia-de-ipanema-na-zona-sul-do-rio-de-janeiro-neste-sabado-4-de-calor-intenso-1388877485465_1920x1277.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="424" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpVz2Kr6Gyoh9FjhtAyrnTqLMOa_B-tebMRF8JJxiFoirYkpc3CkzoVRz82XppgRb2pda658JXV4JmjTwzfHt8LYb0HeoYHHu3p6JD1QIL310bEvNL-oyo2205iajNzQiSZtoAaagKDfJm/s640/4jan2014---pessoas-lotam-a-praia-de-ipanema-na-zona-sul-do-rio-de-janeiro-neste-sabado-4-de-calor-intenso-1388877485465_1920x1277.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Eu nunca
morei na cidade do Rio de Janeiro. Já fui algumas (bastantes) vezes, pelos mais
diferentes motivos, mas nunca morei. Então não faço a menor ideia de como é
viver, de fato, tendo que conviver com a insegurança de andar no Centro e/ou
ter que conviver com um número gigantesco de pedintes, que podem te pedir por
dinheiro ou simplesmente te esfaquear por causa de uma carteira ou celular.
Nunca vivi isso plenamente. Enfraquece meus argumentos? Talvez, mas por outro
lado me dá um senso de perspectiva pra analisar algum fato que aconteça por lá.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
O último fim
de semana foi marcado por furtos, arrastões, tumultos e confrontos nas praias
da Zona Sul. Infelizmente, boa parte desses fatos não chega a ser uma novidade, o fato novo foi a ação de grupos de pessoas agredindo os &lt;i&gt;supostos&lt;/i&gt; praticantes dos crimes.
(mais a frente foi explicar esse “supostos”). A minha reação ao ler sobre o
fato e ver os vídeos foi simples: “Caralho, tá tudo errado!”&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Uma cidade e
uma sociedade chegar a esse ponto é reflexo da total incompetência das
instituições como organizadoras dessa sociedade. Isso é simples de entender,
até óbvio. Não há segurança, mas esse sentimento eu já encaro também como uma
reação. Acredito que o grande estopim disso tudo seja a impunidade (como muita
coisa nesse país). A partir disso: ninguém tem medo de praticar crime, pois
sabe que a chance de ser punido – de verdade – é mínima. E quem sofre com os
crimes praticados acaba cada vez mais emputecido e com sensação de impotência,
pois não percebe mudanças.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Mas voltando
a minha reação ao acontecido do último fim de semana, por que eu digo que está
tudo errado? Porque é errado furtar (não me diga?) e também porque é errado
fazer “&lt;i&gt;justiça&lt;/i&gt;” com as próprias mãos e sair dando porrada por aí (não me diga?
2). Eu não vou aqui minimizar as ações dos menores infratores. Sei que há uma
visão deles como vítimas da sociedade, e talvez (provavelmente) de fato sejam,
mas se infringe uma lei, tá errado, e se está errado merece ser punido. Simples
assim. Agora, eu também não vou achar bonito juntar uma galera, autodeclarar-se “justiceiro” e sair caçando favelado em ônibus. Ou seja, e vou repetir, está
tudo errado nessa merda.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Eu entendo
que a reação natural quando é furtado ou vê alguém sendo, é correr atrás e ter
vontade de agredir o praticante do crime, eu realmente entendo porque é
revoltante pra caramba. Ação e reação. Mas se formos viver numa sociedade
regida por ação e reação, boa sorte vivendo num mundo onde o Código de Hamurabi
é lei. No mundo ideal, quando conseguisse colocar a mão em alguém que cometeu
um crime, deveria acabar ali e encaminhar tal pessoa até a autoridade, mas a
gente sabe que as reações não são essas. No mundo ideal crimes nem
aconteceriam, então não faz muito sentido eu ficar pensando em reações do mundo
ideal.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Além do
risco de uma pequena guerra civil, outro perigo da formação desses grupos de “justiceiros”
(puta termo feio e mal empregado, pelo amor) é o pré conceito. Aqui que explico
o “suposto” lá de cima. Eu sei que pode ser difícil colocar isso na cabeça da
galera que não pensa mais do que dois segundos (mas sabe a cotação do Whey):
nem todo moleque do subúrbio é bandido, e nem todos eles vão pra praia pulando
roleta de ônibus e voltam pra casa com aquele celular indevido. Pode parecer
incrível pra você, mas alguns deles só querem curtir a praia. E aí? Você na
cegueira da sua “justiça” vai conseguir identificar e diferenciar não sendo
preconceituoso? Se sim, eu te dou meus parabéns, você é um cara foda. Mas eu
duvido. É mais fácil colocar todo mundo no mesmo bolo. Eu sei que é.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
"Então, o que
você sugere?" É uma pergunta que eu também me faria se estivesse lendo esse
texto. Muito bem por pensar nisso, amiguinho. Eu não sou o Beltrame, então não
me culpe se as minhas sugestões forem completamente imbecis, amadoras e não funcionais.
Eu acho que a solução pra qualquer problema passa pela prevenção. Se eu não
estou com saco pra conviver com determinada pessoa, eu vou evitar ir ao mesmo
ambiente que essa pessoa. Isso é prevenção. Não vai adiantar somente aumentar o
policiamento na praia. Ajuda? Sim. Mas não resolve. Do mesmo jeito que meu
relacionamento com a pessoa chata não vai melhorar se tiver mais gente legal em
volta (exemplo lixoso, eu sei).&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
É basicamente impossível controlar milhares
(milhões, talvez) de pessoas aglomeradas numa faixa de areia e garantir que
nada aconteça. Então o ideal é que se busque uma minimização dos problemas,
principalmente no início da tentativa de solução. Usa o setor de Inteligência
da Polícia pra fazer o monitoramento das linhas de ônibus que historicamente
são as mais problemáticas (aqui há um pré conceito, eu sei). Checa e observa as redes sociais atrás de informações sobre a criação dos grupos de "justiça". Coloca polícias a
paisana (na praia e nos ônibus), informando à central sobre atividades criminais praticadas. Cria
barreiras de revista, talvez no Centro da cidade (bem antes de chegar às
praias), e que também ajudariam no acompanhamento de arruaceiros. Aumenta o
senso de fiscalização (sei que é uma bosta, mas é uma necessidade inicial). Apreende
e pune de forma verdadeira e definitiva aqueles que cometeram delitos. Faz
alguma coisa!&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Eu não sei se isso resolve, mas eu imagino que ajude. Diminui a insegurança,
diminui a irritação da população, torna a ação dos “justiceiros” ainda mais
imbecil e menos defensável (sim, tem quem defenda. Você conhece alguém que
defenda essa ideia, sem a menor dúvida).&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
E o meu conselho
pra mais um fim de semana de um calor absurdamente infernal? Vá à praia! Não
deixe de ir por conta de insegurança. É esse o objetivo de quem gosta de “tocar o
terror”. E por favor, não seja um daqueles que sai por aí compartilhando
informações via rede social sem checar ou saber. Em tempos de comunicação
fácil, a histeria por conta de desinformação também é facilitada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Um beijo e boa praia.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpVz2Kr6Gyoh9FjhtAyrnTqLMOa_B-tebMRF8JJxiFoirYkpc3CkzoVRz82XppgRb2pda658JXV4JmjTwzfHt8LYb0HeoYHHu3p6JD1QIL310bEvNL-oyo2205iajNzQiSZtoAaagKDfJm/s72-c/4jan2014---pessoas-lotam-a-praia-de-ipanema-na-zona-sul-do-rio-de-janeiro-neste-sabado-4-de-calor-intenso-1388877485465_1920x1277.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Manifestação? (ainda) não conte comigo</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2015/08/manifestacao-ainda-nao-conte-comigo.html</link><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Fri, 21 Aug 2015 19:05:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-4757253147119376583</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Porque eu não fui nas manifestações (e porque você deveria pensar duas vezes antes de ir)&lt;/i&gt;:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSaumYxetFoWGxuVf1Cyr7USx-gfh84qqbNL89ZunemLp6UlQCGKAsxArGW4KAILDG_8C60E-QyWfb656tcoF5wb7jmf_BHBm-x-6t1-JBF5B6sC6PBK-gYX7-qZN6ItPq2lpoJsneO2BY/s1600/2015-03-15t161255z_77923276.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSaumYxetFoWGxuVf1Cyr7USx-gfh84qqbNL89ZunemLp6UlQCGKAsxArGW4KAILDG_8C60E-QyWfb656tcoF5wb7jmf_BHBm-x-6t1-JBF5B6sC6PBK-gYX7-qZN6ItPq2lpoJsneO2BY/s640/2015-03-15t161255z_77923276.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Uma coisa
que percebi desde que escrevo é que os melhores textos, ou os que me deixam
mais satisfeitos quando publicados, são aqueles que abordam temas pessoais ou incômodos.
Já escrevi sobre viagens que fiz (&lt;a href="http://khaledisse.blogspot.com/2013/02/convivencias-historias-simplesmente.html" target="_blank"&gt;Convivências, Histórias, Simplesmente Carnaval&lt;/a&gt;), shows que fui (&lt;a href="http://khaledisse.blogspot.com/2013/09/sabado-dos-vencedores.html" target="_blank"&gt;Sábado dos Vencedores&lt;/a&gt;), meu time (&lt;a href="http://khaledisse.blogspot.com/2012/11/do-caos-para-lideranca.html" target="_blank"&gt;Do caos para a liderança&lt;/a&gt;), eu mesmo (&lt;a href="http://khaledisse.blogspot.com/2013/11/carta-para-mim.html" target="_blank"&gt;Carta Para Mim&lt;/a&gt;) e até sobre política, algumas vezes. E o que me obriga a escrever sobre a
política brasileira talvez seja o fato dela sempre me incomodar. Acho que sou
um insatisfeito crônico quanto a isso, com muito orgulho, com muito amor.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Aqui
eu não estou tratando política brasileira apenas os políticos que ocupam os
cargos nos diferentes níveis de poder, mas também todo e qualquer cidadão,
porque eu encaro política como todos nós. E o meu último incômodo, aquele me
traz aqui hoje, é de mais responsabilidade da sociedade do que dos políticos em
si. Sim, eu fiquei incomodado com as manifestações da última semana (domingo e
ontem). Preciso aqui explicar que não me incomoda o fato das pessoas irem pras
ruas, isso é legítimo, saudável e devia acontecer mais vezes. O que me chateia
é o pensamento da esmagadora maioria dos que estavam nas manifestações. Há uma
ignorância e/ou desinformação que me incomoda demais e impede que eu marque
presença em eventos assim.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Em 2013, naquela primeira onda de protestos, eu
participei de uma manifestação, e lá atrás eu aceitei que as pessoas não
soubessem direito porque estavam na rua, eu aceitei que elas não soubessem qual
era a luta delas. Era o despertar do gigante, era a primeira vez nas ruas de
uma geração inteira. Era aceitável gritar por tudo que achava importante gritar
(e não faltam motivos pra gritar). Mas dois anos depois é inaceitável que
alguém vá pra Paulista porque é contra a corrupção. Isso é realmente
inadmissível. A população tem que parar de ser tratada como criança sem discernimento.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
É por conta disso que eu não vou mais nessas manifestações. Não posso fazer
parte de algo tão raso como ser contra corrupção ou pedir o impeachment da presidente,
e os motivos pra que eu não aceite fazer presença são simples: não existe
alguém que seja favorável à corrupção e sou contra o impeachment.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Antes que
você cometa a imbecilidade de me chamar de &lt;i&gt;petralha &lt;/i&gt;deixe-me explicar porque
sou contra o impeachment e é bem simples de entender, chega a ser banal: não existem
evidências contra a presidente. Ponto final. O fato dela pertencer a um partido
já condenado por corrupção não é uma evidência, o fato dela ter sido presidente
do Conselho de Administração da Petrobras (enquanto foi Ministra de Minas e Energia)
também não é evidência. Ainda podem surgir provas que a condenem? Talvez.
Existe uma investigação sendo realizada e muita coisa pode surgir a partir
disso. Caso tenha prova jurídica, eu vou ser o primeiro a levantar a bandeira
pelo término do mandato, mas não espere que eu vá pra rua pintar a cara pedindo
impeachment por conta de crise política e econômica.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Espero que não tenha lido
até aqui achando que eu ia ser um daqueles idiotas que tenta negar o quão ruim
tem sido esse segundo mandato. Há uma crise bem grande, mas pedir impeachment
hoje por conta disso é sim antidemocrático, aceite. Um governo não pode ser
deposto por conta de crise. Não gosta do governo e quer que ele acabe antes do
tempo? Pede renúncia por falta de governabilidade. Você vai parecer menos idiota.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Voltando a manifestação de domingo, outro fato que impossibilitou que eu
participasse foi ser um protesto seletivo. Explico: como uma passeata pode ser
organizada pedindo o impeachment da presidente alegando corrupção, e não ser
contra o presidente da Câmara, que inclusive já foi denunciado pela Procuradoria
Geral da República? Não entra na minha cabeça. E você pode alegar “mas as
pessoas estão insatisfeitas e não pensam nisso!”, e eu vou responder pra você:
insatisfação não é motivo pra tirar alguém do cargo e se as pessoas não fazem
essa leitura da parcialidade elas são mais massa de manobra do que eu possa
imaginar. Eu prefiro ser um passivo consciente a um participante cego. O ódio
cegou tanto as pessoas que elas não conseguem perceber que a oposição que
idolatram é a mesma coisa da situação que batem (ou pior).&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
O ponto desse texto
é bem simples: não sou pró ou contra governo, mas não contem comigo pra fazer
número em manifestação enquanto o projeto dos políticos for poder e não o
Brasil. Ah, pra não dizer que sou um ranzinza desiludido de tudo: é excelente o
trabalho da Procuradoria Geral. Que continuem a investigação, denunciando a
todos, independente da pressão que sofrem e vão sofrer.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Acho que é isso,
obrigado por servir de canal pra eu vomitar todas as minhas opiniões. Enquanto não evolui o conceito dos protestos eu vou continuar usando meus
domingos pra tomar um gelo e ver os jogos do meu time. É mais produtivo. Ok? Ok. Beijos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Obs.: Bruno Elisei, aquele seu post no Facebook foi inspirador pra esse texto. Obrigado.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSaumYxetFoWGxuVf1Cyr7USx-gfh84qqbNL89ZunemLp6UlQCGKAsxArGW4KAILDG_8C60E-QyWfb656tcoF5wb7jmf_BHBm-x-6t1-JBF5B6sC6PBK-gYX7-qZN6ItPq2lpoJsneO2BY/s72-c/2015-03-15t161255z_77923276.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Enquanto Somos Jovens</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2015/08/enquanto-somos-jovens.html</link><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Tue, 18 Aug 2015 19:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-2436416793860201607</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Como é envelhecer num mundo aparentemente cada vez mais parecido?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaYTIxU_Ra07zjEdEW-tt63vEwdnXy7nu0lkpFXMv4c59p_aW2ZL_btOZQaABS_deCR8DwrUus7XJy3CMxm-8o9aKRjMYmH3sPllQEzep2rSbh6N5OmMv4tIgJ3d0zHlbEUEEej173m-7X/s1600/while-were-young-cover-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="256" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaYTIxU_Ra07zjEdEW-tt63vEwdnXy7nu0lkpFXMv4c59p_aW2ZL_btOZQaABS_deCR8DwrUus7XJy3CMxm-8o9aKRjMYmH3sPllQEzep2rSbh6N5OmMv4tIgJ3d0zHlbEUEEej173m-7X/s640/while-were-young-cover-2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Quem me
conhece sabe como eu evito ao máximo descobrir qualquer coisa sobre determinado
filme antes de assisti-lo. Nem trailer eu assisto, quanto mais ler sinopse ou
alguma crítica. Prefiro ir às cegas e ter reações mais naturais do que ser
influenciado por discursos de outras pessoas, mesmo de pessoas que tenham
opiniões parecidas com a minha. Por conta disso, não vou expor muita coisa da trama
de “Enquanto Somos Jovens”, mas se você confia nas minhas indicações, segue mais uma.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Sim, parece nome de música de &lt;i&gt;boy band&lt;/i&gt;, mas a
história segue Josh (Ben Stiller) e Cornelia (Naomi Watts), um casal na casa
dos 40 e poucos anos, que sai da aparente inércia após conhecer Jamie (Adam
Driver) e Darby (Amanda Seyfried), casal uma geração abaixo. Eu sei que
parece só mais um filme sobre conflito de gerações, e talvez até seja, mas a partir disso eu
pensei em outras coisas relacionadas ao tema. Beleza, eu sei que eu penso
demais até sobre ir (ou não) falar com aquela menina interessante que parou do
meu lado (e se você for essa menina, tente não me achar um completo desajustado),
mas esse filme me levantou questões que muita gente pode pensar com o passar dos anos, e
é por isso que estou aqui escrevendo.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Envelhecer é
natural, mas como é perceber esse processo? E claro que não estou aqui tratando
apenas a questão física causada pelo passar dos anos. Constatar que seu corpo
não responde da mesma maneira aos seus abusos, mas também saber que há coisas
que você não vai fazer, entender que você não responde da mesma maneira a
determinadas situações. Talvez o grande ponto de percepção desse processo seja
o apontado pelo Josh falando sobre o Jamie: “Ele olha pra mim como se eu fosse
mesmo um adulto. Pela primeira vez na minha vida, eu não era mais uma criança
imitando um adulto”. Só percebemos isso quando alguma coisa nos descola de
outra geração?&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Mesmo com
mais pessoas expostas as mesmas fontes, há valores, hábitos e referências que
são únicas de cada geração. Eu sei que muitas vezes não vou conseguir entender
o motivo de alguém agir com tamanha naturalidade pra algo que é de muita
estranheza pra mim. Eu sei que existem pessoas com quem convivo que não fazem a
menor ideia do que seja um &lt;i&gt;walkman&lt;/i&gt;, da mesma forma que eu muito provavelmente
não sabia algo que me torne um extraterrestre pra eles por essa ignorância.
Outra questão sobre o envelhecimento é a seguinte: nós mudamos com o passar do
tempo ou o mundo ao redor que muda? Amadurecemos, ficamos defasados ou as duas
coisas?&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
Voltando ao
filme, além das coisas que me fez pensar, o que eu gostei nele? Os diálogos são
acima da média. A história caminha de uma forma muito fácil e não se esquece de
criar situações de conflito entre os personagens. Seja por uma reação descrita
no texto, seja no posicionamento da câmera. Os quatro atores principais encaixam muito bem nos papeis, expondo as personalidades interessantes de cada
personagem, o que cria empatia. E o tom é o ideal: sem parecer cabeça demais
pra te forçar a pensar, nem bobo demais pra te fazer rir. Resumindo, é uma boa
história, bem contada e cotidiana.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Enquanto
Somos Jovens (While We’re Young)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US"&gt;Direção: Noah Baumbach&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US"&gt;Elenco: Ben Stiller, Naomi Watts,
Amanda Seyfried, Adam Driver&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;
(O que
acharam? É bom ligar uma indicação com reflexões da vida? Fui longe demais e
volto a escrever apenas sobre a indicação em si? Comentem!)&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaYTIxU_Ra07zjEdEW-tt63vEwdnXy7nu0lkpFXMv4c59p_aW2ZL_btOZQaABS_deCR8DwrUus7XJy3CMxm-8o9aKRjMYmH3sPllQEzep2rSbh6N5OmMv4tIgJ3d0zHlbEUEEej173m-7X/s72-c/while-were-young-cover-2.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Por que voltar?</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2015/08/por-que-voltar.html</link><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Fri, 14 Aug 2015 19:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-4652875876705965418</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Por que retomar algo que não tem o peso da obrigatoriedade?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGKbyjSLY2HjAyFYRYGKWc9LDXTkshN5S6COhuYvMdZo9YmeGGxLR-d_doi_6vYX3yVSTmfudIaxF9BkjN_vAHJHt2S6OTxNH02eJeXrsIYVIZH8U64UD5nwpRbP7g1GlGLquiB-SGc5ps/s1600/placa-de-transito-retorno-870x320.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="235" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGKbyjSLY2HjAyFYRYGKWc9LDXTkshN5S6COhuYvMdZo9YmeGGxLR-d_doi_6vYX3yVSTmfudIaxF9BkjN_vAHJHt2S6OTxNH02eJeXrsIYVIZH8U64UD5nwpRbP7g1GlGLquiB-SGc5ps/s640/placa-de-transito-retorno-870x320.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Um ano, três meses e 14 dias. 472 dias. Quatrocentos e
setenta e dois. Mais de 11 mil horas. É esse o tamanho da lacuna entre minha
última postagem e o dia de hoje. Por que voltar? Por que retomar algo que não
tem o peso da obrigatoriedade? Tenho algumas suspeitas, mas não sei te
responder. Talvez a resposta mais simples e que sintetize seria: porque eu
sempre quis.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Retornos normalmente acontecem quando algo não foi bem
acabado ou era bom o bastante a ponto de não fazer sentido ter sido
interrompido. Sinceramente, não faço a menor ideia se aqui se encaixa em alguma
dessas duas situações. Se eu não puder fugir e for obrigado a responder, eu
diria que não. O que posso dizer, e o que realmente importa hoje, é: eu estou
aqui digitando mais uma vez. Mas claro que vou levantar tópicos buscando o
porquê. Se não pensasse nisso era bom vocês conferirem se alguém não me havia
hackeado...&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Por conta do passado do blog, escrever entrou na minha
rotina de tal maneira que algumas vezes escrevi mesmo sem a pretensão de
publicar. Uma página em branco muitas vezes teve (tem) o poder: de segurar a
mão que ia em direção da parede mais próxima em forma de soco, de não agravar a
gastrite que tem sido uma companheira muito fiel, de ser o terapeuta a ouvir
sobre as inseguranças e frustrações. É o instrumento que uso pra expor traços
da minha personalidade que nunca mostraria a ninguém.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Eu sei que passo a impressão de não me importar com o que
falam de mim e simplesmente fazer o que quero independente das reações alheias,
mas eu também tenho um ego que precisa ser alimentado. Receber elogios nunca é
demais. Perceber que as pessoas gostam de algo que você faz também é um sentimento que enche o peito. Não vou mentir e dizer que as infladas de ego do
passado não são um combustível para voltar a fazer isso aqui. Eu gosto de
escrever? Sem dúvidas. Se não gostasse não voltaria a fazer algo que não sou
obrigado a fazer. Mas a sensação de que alguém vai ficar feliz quando perceber
que estou voltando é uma das boas sensações que posso e espero ter com essa
retomada.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Esse texto saiu num processo totalmente diferente do que
estou acostumado a fazer. Apesar disso, escrever, discutir e expor opinião
sempre foi algo natural. Enxergar diferentes pontos de vista e pensar demais é
algo que passa pela minha cabeça a todo tempo e com certa facilidade. É minha
benção e minha maldição. Eu tenho dúvidas se tentaria essa volta se fosse algo
que eu precisasse fazer muito esforço pra produzir. Por mais travado que
esteja, cuspir alguns parágrafos não foi tão difícil assim.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Eu estou enferrujado, algumas partes não farão sentido. Mesmo
nunca tendo pisado numa academia, eu imagino que seja assim quando alguém volte
a malhar depois de um longo período de inatividade (ou treinar, como eles dizem
nos dias de hoje). Não espero que você goste desse texto, porque sinceramente eu
não sei se gostaria muito. O que eu espero é que goste do que ele representa, que é a
volta desse espaço.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Achou legal? Uma bosta? Mostra isso pra mim. Comente, venha falar comigo, sugira
algo, me xingue, elogie. Aguardo sua reação e até a próxima.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGKbyjSLY2HjAyFYRYGKWc9LDXTkshN5S6COhuYvMdZo9YmeGGxLR-d_doi_6vYX3yVSTmfudIaxF9BkjN_vAHJHt2S6OTxNH02eJeXrsIYVIZH8U64UD5nwpRbP7g1GlGLquiB-SGc5ps/s72-c/placa-de-transito-retorno-870x320.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Não somos macacos</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2014/04/nao-somos-todos-macacos.html</link><category>#somostodosmacacos</category><category>Daniel Alves</category><category>Futebol</category><category>Racismo</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Tue, 29 Apr 2014 13:11:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-5631418656702406651</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;i&gt;Este
não é um post sobre Darwinismo e evolução das espécies.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhamsVWX8MavdzAMzVlJtD0I8Gfo1cWUQLfw0OuH4_ld4lM6eFaD9XWM_rzeZzd_M6A3f4KKP5fqnGY5ssqWsbIEvCySISYUuoqPfqysqtgl2yBquDg2EX3BToag65-Z58JCUwgObEC7qhm/s1600/somos_macacos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhamsVWX8MavdzAMzVlJtD0I8Gfo1cWUQLfw0OuH4_ld4lM6eFaD9XWM_rzeZzd_M6A3f4KKP5fqnGY5ssqWsbIEvCySISYUuoqPfqysqtgl2yBquDg2EX3BToag65-Z58JCUwgObEC7qhm/s640/somos_macacos.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Durante
a partida válida pelo Campeonato Espanhol, disputada entre &lt;/span&gt;Villareal&lt;span style="font-family: inherit; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; e
Barcelona, uma banana foi atirada a campo no momento que o brasileiro Daniel
Alves se preparava para cobrar o escanteio. Num ato de pura genialidade ele
&lt;/span&gt;simplesmente&lt;span style="font-family: inherit; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; pegou a fruta e comeu, cobrou o escanteio e seguiu na partida. Nem
desviou o olhar para as &lt;/span&gt;arquibancadas&lt;span style="font-family: inherit; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; do estádio El Madrigal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Com
alguma propriedade eu posso dizer que o Daniel não é dos jogadores mais bem
quistos pelos torcedores que acompanham o futebol. Tem uma postura que passa
irresponsabilidade e um ar de “não estou nem aí”, o que acaba por minar a
confiança que ele como defensor deveria passar. Mas ontem ele ganhou alguns
fãs, ou pelo menos respeito de alguns que não gostam dele como jogador. Pelo
menos foi assim comigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://tinypic.com/?ref=mmx5lj" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Image and video hosting by TinyPic" border="0" src="http://i60.tinypic.com/mmx5lj.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Tratar
com desprezo é das melhores formas de contra atacar agressores. Ele poderia ter
dado um chilique, ter levado a banana até o árbitro, xingado os torcedores,
saído de campo, opções válidas e possíveis, mas que externariam que ele sentiu
o golpe, o que com certeza satisfaria quem cometeu o racismo. Quando ele “caga
e anda” pra atitude, ele não está deixando pra lá um grave problema, ele
simplesmente não está dando atenção a um imbecil que além de ofender queria
isso: ser notado. A mensagem que o Daniel me passa é a seguinte: “tem um ignorante
querendo aparecer, eu não vou me rebaixar a esse nível e
responder; existem órgãos responsáveis pra julgar esse tipo de situação”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Apesar
da excelente atitude do Daniel, não foi o principal motivo pra eu ter saído da
hibernação e ter voltado a escrever. Noite de domingo. Neymar, que não jogou por
estar lesionado, faz uma foto com seu filho, uma banana de pelúcia e a seguinte
hashtag “#somostodosmacacos”. Esta foi a forma que ele encontrou pra apoiar o
companheiro de clube, seleção e profissão. Vocês sabem como as coisas se
espalham com enorme velocidade nessa terra de ninguém popularmente conhecida
por Internet, principalmente quando vem de um ícone (gostem ou não). Vários
anônimos e famosos usando a hashtag e posando com bananas de todas as formas. Foi
Trending Topics no Twitter, provavelmente também dos assuntos mais comentados
do dia no Facebook e Instagram. Ou seja, sucesso mundial em questão de minutos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVR_KKNs0v5oHZeUDLbyJPbcKb9UPaLpJxgvA5tWK5IQ67nFLbSeEhCsVGFt3EpqvxjFOBwvKWMRaAl1qncouV0wnW6lFE8FqrL7vusBpB7nwACQcYfLjV1e2PN86nrameudXQsuYsV_py/s1600/Neymar-Instagrama-Racismo-size-598.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVR_KKNs0v5oHZeUDLbyJPbcKb9UPaLpJxgvA5tWK5IQ67nFLbSeEhCsVGFt3EpqvxjFOBwvKWMRaAl1qncouV0wnW6lFE8FqrL7vusBpB7nwACQcYfLjV1e2PN86nrameudXQsuYsV_py/s1600/Neymar-Instagrama-Racismo-size-598.png" width="312" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Sucesso
que durante a segunda-feira foi credenciado à agência publicitária Loducca,
pois foi de lá que saiu a ideia pra foto e pra tag. E o apoio contra o racismo
(e outras causas nesse nível) é sempre bem-vindo, mas a frase escolhida foi de
uma infelicidade tremenda. Vi muita gente criticando o fato da ideia ter vindo
de uma agência e nem é o meu incômodo principal. Algumas personalidades estão
tão inseridas na mídia que 99% do que fazem ou pensam passa pelo mundo
corporativo de alguma forma. Com um jogador do tamanho do Neymar não é
diferente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghgBTgSCtSY6Qz8KW3kDrrvGbZ5gemVUJu-9_4zo13sHwkbqi6zv3qJudoAhZ3uwsttjkwLQ9ms2zSnnmBCLqpgRcWiFQP21vrw4_1fLNGgg-6NAiTXEzrciN86sFXc87qMX4m53HLaDee/s1600/dsc03681.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="271" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghgBTgSCtSY6Qz8KW3kDrrvGbZ5gemVUJu-9_4zo13sHwkbqi6zv3qJudoAhZ3uwsttjkwLQ9ms2zSnnmBCLqpgRcWiFQP21vrw4_1fLNGgg-6NAiTXEzrciN86sFXc87qMX4m53HLaDee/s1600/dsc03681.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Aaaaaah esses macacos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Mas
dizer que “somos todos macacos”? Não, não somos. O Daniel não é, o Neymar não
é, eu não sou, e nenhuma pessoa é quando usam essa palavra pra denegrir, pra
ser racista. Isso é minimização do problema, é aceitar o tratamento
discriminatório e passar a mensagem de “pode continuar usando esses termos que
tá ok”. E não tem nada ok. Por isso me incomodei em como essa infeliz frase se
compartilhou com tamanha facilidade. É obrigatório que tenha punições em casos
assim, e falo isso sem o menor conhecimento da legislação da Espanha e do
restante do mundo. Mas tem que punir. E se for punir como se “pune” no Brasil
nada muda (quantos foram presos pelo racismo ao árbitro lá no Rio Grande do Sul?).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O
que sei é que o torcedor em questão foi banido pelo Villareal de todos os jogos
daqui pra sempre. Ótimo começo. Sei que o dono do Los Angeles Clippers acabou
com o time dele depois de ser racista, e além de ter perdido esportivamente
também perdeu economicamente, já que todos os patrocinadores largaram o time
depois dele pedir pra sua namorada não tirar mais fotos com negros, além
de não levá-los ao ginásio, pois não queria ser associado com as minorias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Completando
o circo de infelicidade eu tenho que me deparar com Luciano Huck vendendo uma camisa
estampando essa frase. Se não bastasse minimizar a questão ainda quer
mercantilizá-la? É demais pra minha cabeça. Apesar de vindo de quem vem não me
surpreende nem um pouco.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman, serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 18.4px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Bom. É isso. Apenas pensem antes de sair compartilhando as coisas e seguindo certos modismos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;





&lt;!-- Blogger automated replacement: "https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhamsVWX8MavdzAMzVlJtD0I8Gfo1cWUQLfw0OuH4_ld4lM6eFaD9XWM_rzeZzd_M6A3f4KKP5fqnGY5ssqWsbIEvCySISYUuoqPfqysqtgl2yBquDg2EX3BToag65-Z58JCUwgObEC7qhm/s1600/somos_macacos.jpg" with "https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhamsVWX8MavdzAMzVlJtD0I8Gfo1cWUQLfw0OuH4_ld4lM6eFaD9XWM_rzeZzd_M6A3f4KKP5fqnGY5ssqWsbIEvCySISYUuoqPfqysqtgl2yBquDg2EX3BToag65-Z58JCUwgObEC7qhm/s1600/somos_macacos.jpg" --&gt;&lt;!-- Blogger automated replacement: "https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2F3.bp.blogspot.com%2F-lraoVbjdtrI%2FU19RHXbgl8I%2FAAAAAAAADC8%2FRhlFGqhrKXA%2Fs1600%2Fsomos_macacos.jpg&amp;amp;container=blogger&amp;amp;gadget=a&amp;amp;rewriteMime=image%2F*" with "https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhamsVWX8MavdzAMzVlJtD0I8Gfo1cWUQLfw0OuH4_ld4lM6eFaD9XWM_rzeZzd_M6A3f4KKP5fqnGY5ssqWsbIEvCySISYUuoqPfqysqtgl2yBquDg2EX3BToag65-Z58JCUwgObEC7qhm/s1600/somos_macacos.jpg" --&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhamsVWX8MavdzAMzVlJtD0I8Gfo1cWUQLfw0OuH4_ld4lM6eFaD9XWM_rzeZzd_M6A3f4KKP5fqnGY5ssqWsbIEvCySISYUuoqPfqysqtgl2yBquDg2EX3BToag65-Z58JCUwgObEC7qhm/s72-c/somos_macacos.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Sochi! (leia mesmo que não faça ideia do que seja isso)</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2014/02/sochi-leia-mesmo-que-nao-faca-ideia-do.html</link><category>Esporte</category><category>Sochi</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Thu, 6 Feb 2014 22:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-3212096743745752902</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8UF9GiVLbF6UIZmVRmYFadFrqyyrmpBvmh8VX8H77Drk5ioZZJQJJd65UBnGHp9-9g33aktlXRfFzyHbLkpIqP1dJKtt2Jgtx6U5yCWCHa7aY7-WQ3R6zyDp4YDtbPKqpvT84HOWdEs9z/s1600/Winter-Olympics-Sochi-2014-Wallpaper..jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8UF9GiVLbF6UIZmVRmYFadFrqyyrmpBvmh8VX8H77Drk5ioZZJQJJd65UBnGHp9-9g33aktlXRfFzyHbLkpIqP1dJKtt2Jgtx6U5yCWCHa7aY7-WQ3R6zyDp4YDtbPKqpvT84HOWdEs9z/s1600/Winter-Olympics-Sochi-2014-Wallpaper..jpg" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Eu como bom
brasileiro não consigo pensar em outro evento além da Copa do Mundo quando me
perguntam qual é a maior competição esportiva do planeta, ainda mais em 2014,
ano que esse circo desembarca aqui em terra Brasilis. Entretanto, o meu nível
de vício em esporte basicamente me obriga a acompanhar e assistir todas as
competições que eu consiga, então nunca vou desmerecer o tamanho de um
Superbowl, mas disse isso tudo pra chamar sua atenção de que no próximo fim
dessa semana começa o grande evento deste Fevereiro: sim! Os Jogos Olímpicos! E
não, eu não estou maluco e não, você não dormiu e acordou em 2016, quando os
Jogos serão sediados aqui no Rio, mas dia 7 de fevereiro, também conhecido como amanhã, marca o dia da
cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ok, provavelmente
serão duas semanas de total desinteresse da imprensa brasileira já que não
temos a menor tradição neste tipo de edição olímpica (não me diga), mas são 88
nações reunidas, aproximadamente 2500 atletas, vários esportes malucos que eu
só assisto nessas ocasiões e tem a bandeira olímpica. Não precisa muito mais do
que isso pra empolgar um cara fanático por isso tudo, mesmo um que nunca tenha
pisado na neve. Essa será a 22ª Edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, os
primeiros em solo russo (que sediou os Jogos de Verão em Moscou como capitão da
União Soviética em 1980) e apesar de todo o tamanho que uma competição desse
nível por si só já tem, o grande motivo pra eu escrever sobre é o fato de ser
na Rússia do Vladimir Putin e tudo que isso hoje representa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;Sochi foi
escolhida como sede em Julho de 2007 batendo a concorrência de Salzburg
(Áustria) e Pyeongchang (Coréia do Sul) e desde então foram tantas polêmicas
que eu não sei nem por onde começar. A Rússia é um país louco, isso qualquer 15
minutos no Youtube pode comprovar, mas até eu – que já estou acostumado com
discussões envolvendo organização de megaeventos esportivos – fiquei surpreso
com tantas situações que envolveram esses preparativos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Pra início de
conversa, o que se espera de uma sede dos Jogos Olímpicos de Inverno? O máximo
de frio possível. Parece óbvio, não? Mas Sochi é uma cidade litorânea banhada
pelo Mar Negro, com uma economia local muito mais voltada pro turismo durante o
verão do que no inverno. São vários resorts que recebem em média 2 milhões de
turistas todos os anos em Julho e Agosto. Não à toa, as competições serão
divididas em Sochi (com as principais instalações e competições de “arena”) e
Krasnaya Polyana, aí sim uma estação de esqui situada no Cáucaso. Soma-se a
isso o fato de Sochi não ter nenhuma tradição esportiva, eu ouso dizer que
nenhuma alma viva nunca esquiou por aquelas partes, mas foi a cidade escolhida
pelo Comitê Russo e pra lá foi todo o investimento necessário para a realização
desses jogos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;E aqui chegamos à
polêmica número dois: os jogos de Sochi serão mais custosos que todos os outros
Jogos Olímpicos de Inverno juntos. Não, você não leu errado. É exatamente isso.
Só a titulo de comparação: na organização de Vancouver 2010 foram gastos US$ 8
bilhões, em Sochi estimasse US$ 51 bilhões! Tal quantia ultrapassa inclusive os
gastos de Pequim 2008, os Jogos Olímpicos mais caros até então, contando as
duas versões. E convenhamos que os Jogos de Verão são muito mais grandiosos e
envolvem uma gama maior de pessoas ao redor do mundo.&amp;nbsp;  O presidente do Comitê Organizador, Dmitry Chernyshenko, disse que
parcerias e programas comerciais possibilitaram todos esses investimentos. Só
que me desculpem os russos, mas eles conseguem ser mais obscuros que nós brasileiros
nesse tipo de situação e não faço a menor ideia de onde saiu tanto dinheiro
assim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Não é uma cidade
de inverno, muito e muito dinheiro envolvido, o que mais faltava pra polemizar?
Nacionalistas circassianos exigem o cancelamento dos jogos enquanto o Governo
Russo não se desculpar formalmente pela morte de um número incontável de civis
durante a Guerra do Cáucaso, época de expansão do Império Russo no século XIX.
Além disso, existe um temor gigantesco por ataques terroristas durante a
realização das competições, até por essa questão da Rússia ser terra de várias
etnias diferentes, algumas separatistas. Tal temor fez com que o investimento
em segurança beira-se ao absurdo (são mais de 40 mil seguranças contratados,
por exemplo). Sem contar que a Rússia do Putin nunca foi um lugar muito
amistoso e propenso a conversa, Pussy Riot que o diga. Quaisquer manifestações
na região de Sochi só poderão ser realizadas com aprovação prévia da polícia
local, ou seja, não acontecerão. Outra questão foi a proibição via Ministério
da Justiça da criação da Pride House, local que recebe atletas, voluntários e
turistas simpatizantes do público LGBT durante os jogos, e que já virou uma
tradição desde Vancouver 2010. Pra completar a Rússia ainda me cria uma lei que
proíbe a “propaganda de relações sexuais não tradicionais” e “impõe multas por
fornecimento de informações sobre a comunidade gay para menores”. Nem preciso
dizer o quanto isso foi combatido no último ano, a lei é de Julho de 2013,
principalmente na comunidade esportiva. Até boicote foi discutido. Por conta de
tudo isso vários líderes de Estado já anunciaram que não estarão presentes em
Sochi na próxima sexta-feira e outros tantos deixaram em aberto sua presença.
Como cereja do bolo de problemas ainda é noticiado que a organização promoveu
um extermínio de vira-latas nos últimos dias. Não tem como defender nada nessa
história toda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO5qOgxLmgyn_DM8NceMf38k9wBWkem00-8KvZMSM5gzAfQ_Oy-dnygzHvfbeJOkFqWKayZPB_NfEgdzG6WwTRngHhSpTdEt2yO1t0q4D0DInz8ma1bv9SQ47H9C0ylHQxQjkLn9XBC1k8/s1600/t_105723_isabel-clark-e-o-resto-da-delegacao-brasileira-homenagearam-lais-souza-em-frente-aos-aneis-olimpicos-de-sochi.jpeg" imageanchor="1"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO5qOgxLmgyn_DM8NceMf38k9wBWkem00-8KvZMSM5gzAfQ_Oy-dnygzHvfbeJOkFqWKayZPB_NfEgdzG6WwTRngHhSpTdEt2yO1t0q4D0DInz8ma1bv9SQ47H9C0ylHQxQjkLn9XBC1k8/s640/t_105723_isabel-clark-e-o-resto-da-delegacao-brasileira-homenagearam-lais-souza-em-frente-aos-aneis-olimpicos-de-sochi.jpeg" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Mas não só de
polêmica é feito Sochi, por mais incrível que isso possa agora parecer pra
você. São 15 esportes, divididos em algumas subcategorias, que você não espera
que um cara nascido e criado em Volta Redonda/RJ vá te explicar detalhadamente,
não é mesmo? O que eu destacaria? Bom, eu assistirei tudo que conseguir – como
te disse lá no início –, mas claro que as grandes atrações são: Hockey e todas
as estrelas da NHL (liga norte-americana do esporte) – vai ser muito
interessante acompanhar a tentativa russa de não permitir um título dos
americanos e canadenses; Curling – porque é muito legal ver como um esporte que
tem uma vassoura pode ser tão estratégico e divertido; Snowboard – aqui eu só
tenho dois nomes pra dizer: Shaun White no Superpipe e Mark McMorris no
Slopestyle. Sério, não precisa saber mais nada do que isso; e óbvio que não
podia deixar de falar do Bobsleigh – VAI JAMAICA! VAI BRASIL!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Falando sobre o
Brasil, nós temos 13 atletas em Sochi, que estão divididos em 7 esportes (Esqui
Alpino, Biatlo, Bobsleigh, Esqui Cross-Country, Patinação Artistíca, Patinação
Livre, Esqui Estilo Livre e Snowboard). É torcer pra que ninguém volte
machucado pra casa como a Laís Souza infelizmente voltará pelo acidente que ela
sofreu na preparação pros Jogos. Mas bate sempre um misto de orgulho e
nervosismo quando vejo a bandeirinha do Brasil ali nos créditos da transmissão,
mesmo sem a menor chance de nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Bom, acho que
falei demais, principalmente pra um primeiro post no ano. Agora é esperar as competições, o fuso horário não será fácil,
mas realmente recomendo dar uma olhada porque tem disputas bem divertidas
nesses Jogos de Inverno, sem contar que olhar neve nem que seja pela televisão
já deve aliviar esse calor infernal que estamos vivendo aqui no Brasil nesse
início de ano.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman, serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8UF9GiVLbF6UIZmVRmYFadFrqyyrmpBvmh8VX8H77Drk5ioZZJQJJd65UBnGHp9-9g33aktlXRfFzyHbLkpIqP1dJKtt2Jgtx6U5yCWCHa7aY7-WQ3R6zyDp4YDtbPKqpvT84HOWdEs9z/s72-c/Winter-Olympics-Sochi-2014-Wallpaper..jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Carta Para Mim</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/11/carta-para-mim.html</link><category>Carta</category><category>Enrolação</category><category>Futuro</category><category>Khaledisse</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Sat, 2 Nov 2013 21:45:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-7719906592918137048</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; clear: both; color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; text-align: center; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHyvU3Nrw6vXNCH-UHlR1E40pml9PatdTVewOHJRvWO7EzMLCHfiYagf7MWrQp-4MJy9uWQAOL6ZyMeKsG2BwA-CRQ3lKEOO_04gN-HpY7SUGY7pV24bgWvAcSMFq7C88v21ITh-gcmqBv/s1600/Maturidade.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="570" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHyvU3Nrw6vXNCH-UHlR1E40pml9PatdTVewOHJRvWO7EzMLCHfiYagf7MWrQp-4MJy9uWQAOL6ZyMeKsG2BwA-CRQ3lKEOO_04gN-HpY7SUGY7pV24bgWvAcSMFq7C88v21ITh-gcmqBv/s640/Maturidade.JPG" style="cursor: move;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
"Volta Redonda, 02 de Novembro de 2013&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Caro Leandro de 41 anos, como andam as coisas aí em 2030? Minha imaginação só me permite pensar que várias coisas incríveis e hoje inimagináveis aconteceram nesse hiato de tempo entre o momento que eu - você aos 24 anos - escrevo essa carta e o dia que você - eu aos 41 - a está lendo. Estados Unidos com uma política externa impecável? Eike Batista produzindo barris de petróleo? O Botafogo jogando a Libertadores com frequência? Os brasileiros votando nos candidatos mais preparados? Imagino que sim, e que belo mundo você deve viver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Talvez você não lembre qual foi o motivo que nos fez abrir uma nova postagem no Blogger (A memória nunca foi um forte nosso, não é mesmo? É sim, nós tínhamos um blog), mas o fato é que as vezes nós possuíamos momentos de consciência absurda, quase astral, de tudo que nos cercava e durante o banho do qual eu (e/ou você) saí há 5 minutos atrás percebi como "Nada" era a palavra que mais pautava nossos últimos meses. É não digo aqui somente o Nada no entendimento de não realizar objetivos/vivências, mas também no sentido de não pensar, não desenvolver raciocínios, e este talvez era um dos exercícios que a gente mais fazia, por todo nosso lado racional. Quantas vezes nós lamentamos por pensar demais e realizar de menos? Mas nos últimos tempos é nada e nada. Será que isso é um sinal de que a gente mudou, perdemos essa capacidade ou simplesmente foi uma fase? Se você pensa tanto quanto pensávamos, com certeza já tem uma resposta sobre esse assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwhbkXNWguYmOj8hW5x0gmoETzd2RkBdMy-1Yvr4StMzj7HiW2A_ecCDYMJnM-3RPKLEj5SssuUzZXH17py6sKFF0zEBoWGOC_Bam-D_aFoaAVtEHD-gxJ0FZt0OYF9MWlVw4inAlzvk_-/s1600/dscf1016.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwhbkXNWguYmOj8hW5x0gmoETzd2RkBdMy-1Yvr4StMzj7HiW2A_ecCDYMJnM-3RPKLEj5SssuUzZXH17py6sKFF0zEBoWGOC_Bam-D_aFoaAVtEHD-gxJ0FZt0OYF9MWlVw4inAlzvk_-/s640/dscf1016.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;"Não, isso não é sua futura biblioteca particular... É só uma foto que você pegou no Google Imagens"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
"E por que 41? Que idade mais aleatória!" você pode indagar, mas te conhecendo melhor do que ninguém, eu tenho certeza que só agora você teve noção que passou da casa dos 40. Foi assim com todas as outras idades mais simbólicas. Já conseguiu ler todos os livros que planejava ou aquela lista nunca se transformou pelo menos numa pilha de coisas que você não leu? Conseguiu organizar e ter todas as músicas de todos os artistas que a gente queria, mesmo de alguns que a gente nem gostava tanto assim? E aquele velho hábito de passar horas e horas vendo de tudo quanto é esporte? Tá mantido, né? Não vejo motivo pra deixarmos de saber quem ganhou aquele campeonato de golfe, que nossos amigos gostavam tanto de encher nosso saco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwJ1z_qSqxmNkgGru4iYhPB_u2stphu5FDdxqQcVYzr8wP2_-GywfxHSOMdy7deoNiaVVacZJ750vMw6L1AYxdoxis0ZlgYttv5w-uEcQnwS2PkDg_UOeQXm7vl4lWcBTV8FVElSrvi38y/s1600/Almouj-Golf-Club.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="380" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwJ1z_qSqxmNkgGru4iYhPB_u2stphu5FDdxqQcVYzr8wP2_-GywfxHSOMdy7deoNiaVVacZJ750vMw6L1AYxdoxis0ZlgYttv5w-uEcQnwS2PkDg_UOeQXm7vl4lWcBTV8FVElSrvi38y/s640/Almouj-Golf-Club.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;"Por que eles nunca vão entender a beleza disso?"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Falando em nossos amigos, como eles estão? Espero que tão bem quanto eu imaginava que estariam. Com o que eles estão nos zuando agora? Antes era a magreza, os gostos, as escolhas e atitudes pra tudo quanto é situação (continuo magro?). Como dizia Dr. House: "People don't change", e isso sendo verdade, como eu hoje tenho tendência a acreditar, me deixa ainda mais curioso (característica que eu espero que a gente não tenha perdido) de ver e conviver com aquela galera. Imagino que a mentalidade que dá particularidade a cada um deles se mantenha, e sinceramente, deve ser ainda mais engraçado do que era vê-los resolvendo suas situações com a cabeça que sempre tiveram.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sobre resolver situações com as convicções que tem, como resolvemos a questão da vida profissional? Porque foi um tanto complicado esse início, hein? Tá loco. No seu hoje já devemos ter alguma estabilidade, não? Um dos mantras da nossa geração sempre foi "Faça o que gosta e o que tenha vontade", mas só gosto e vontade muitas (na maioria) das vezes não põe dinheiro no bolso, e duvido que algum Deus atenda as preces da gente ter ganho na loteria antes de precisar fazer coisas que não gostaria ou tivesse tanta vontade assim de fazer. Independente desses afazeres, acho (ou pelo menos torço) que nossa personalidade possa ter ajudado. Claro, que se hoje eu já tenho total noção do quanto somos chatos, imagino que isso não tenha melhorado com o passar dos anos, mas incrivelmente nós recebíamos sinceros elogios quanto a nossa sinceridade, curiosidade e outras coisas que as pessoas enxergavam como bem legais na gente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O único motivo de enviar esta carta foi de você (ou eu. Vou terminar isso aqui bem confuso) ter noção de quem é, não perder o hábito de sempre refletir sobre a situação que vive e listar razões e soluções pra qualquer cenário. E 41 anos, hein? Quem diria...&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
P.S.: Outro motivo foi atualizar o blog depois de 300 anos. E pra quem não tinha nada na cabeça até que foi bastante coisa..."&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHyvU3Nrw6vXNCH-UHlR1E40pml9PatdTVewOHJRvWO7EzMLCHfiYagf7MWrQp-4MJy9uWQAOL6ZyMeKsG2BwA-CRQ3lKEOO_04gN-HpY7SUGY7pV24bgWvAcSMFq7C88v21ITh-gcmqBv/s72-c/Maturidade.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Sábado dos Vencedores</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/09/sabado-dos-vencedores.html</link><category>Amigos</category><category>Forfun</category><category>Música</category><category>Scracho</category><category>Seu Cuca</category><category>Show</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Tue, 3 Sep 2013 21:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-604159609691590257</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioTLiuA5ynfDnogJN8fkCaEn_F5pMEP28qbKZHrEE9chEA0qAzNX2_BPNosBuDKFdKj-cEMTv_S6ha_FFy1jbwOo19_9P-6N9cOQR01nsDNtD0T6uzI_0E-xghv9riSEfHFnLvTRZ_mgK0/s1600/935920_611205998889548_1972229222_n.jpg" imageanchor="1" style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioTLiuA5ynfDnogJN8fkCaEn_F5pMEP28qbKZHrEE9chEA0qAzNX2_BPNosBuDKFdKj-cEMTv_S6ha_FFy1jbwOo19_9P-6N9cOQR01nsDNtD0T6uzI_0E-xghv9riSEfHFnLvTRZ_mgK0/s640/935920_611205998889548_1972229222_n.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Não sou bom com frases feitas, apesar de constantemente me ver em algumas de suas palavras e vou tomar a liberdade de começar a tentar explicar este texto a partir de uma delas: "A felicidade só é real quando compartilhada". E é exatamente por esse motivo que passei o dia inteiro pensando nisso aqui, pensando em como transmitir o nível de êxtase no qual cheguei e mesmo sabendo que não conseguirei explicar vou tentar, pois caso eu não consiga ninguém conseguirá fazer isso por mim.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando anunciaram que haveria um show na minha cidade com Forfun, Scracho e Seu Cuca, três das bandas que mais ouvi na vida (saudade, Dibob!) e que, consequentemente, formaram e consolidaram meu caráter foi um misto de excitação e ativação da memória afetiva. Eu cresci ouvindo esses caras, foi e ainda é trilha sonora de inúmeras situações da minha vida, eu me identifico com isso constantemente, eu me inspiro ouvindo isso até hoje e é provável que isso aconteça por bastante tempo ainda.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="//www.youtube.com/embed/2f2uNu5Jnd8" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por uma dessas coincidências que o Universo cisma em colocar no meu caminho, esse show marcaria o fim de um mês incrivelmente intenso e importante pra mim. Formei, passei uns dias fora de casa, tive novas experiências e novas visões da vida que serão imprescindíveis daqui pra frente, tenho certeza. E pra começar o dia que coroaria essa minha fase de transição, nada poderia ser mais adequado que um churrasco. Reunir família e amigos, ter e ouvir risadas, tomar a cerveja mais gelada possível com eles e já começar o dia com aquele clima bom e de eterna gratidão a tudo e todos por poder fazer coisas desse tipo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Churrasco finalizado, banho tomado, se arrumar correndo, ansiedade subindo, coração já acelerado no peito, ir pra casa do amigo que sempre foi o abrigo dos nossos prés e que comece de vez a noite. E foi incrível perceber como o tempo pode passar, nós envelhecemos, mas certas coisas não mudam e o clima é sempre o mesmo nessas situações. Só muda mais barba na cara e menos cabelo na cabeça.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoq1zo4vPrJSzNzjIuYp2YOw8ilAzhBPa_zMjBzNYUQ1KOS-_v5OJ7DOQzRlwGmAQFwKI3CQ-LESXyq5SzVwqL14oKlBokbZ32lNKjviqdlt3Dgdx1DdHmit-3KDHpBEMawP6PhBxHVT2F/s1600/BTF1v2kIgAAGECD.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoq1zo4vPrJSzNzjIuYp2YOw8ilAzhBPa_zMjBzNYUQ1KOS-_v5OJ7DOQzRlwGmAQFwKI3CQ-LESXyq5SzVwqL14oKlBokbZ32lNKjviqdlt3Dgdx1DdHmit-3KDHpBEMawP6PhBxHVT2F/s640/BTF1v2kIgAAGECD.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Prontos? Vamos pra boate/casa de shows/sei lá mais o que onde nós começamos a sair lá atrás, com nossos 15-16 anos. Não poderia ser mais nostálgico do que toda essa combinação e não sei vocês, mas nostalgia é de longe um dos sentimentos mais legais pra mim. Pois me permite perceber o que realmente me fez/faz bem e como aquelas coisas me trouxeram até aqui.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sobre os shows, se você tá curioso, não consigo fazer uma análise técnica detalhada de som, luz, repertórios. Só sei que os três foram absurdamente fodas, os três me fizeram cantar a pleno pulmões as músicas que queria e esperava, e ao lado do meu irmão e dos meus amigos. Obrigado Seu Cuca, mais um show incrível em Volta Redonda e ver o Sol correndo com a tequila foi demais. Obrigado Scracho, primeira vez por aqui e não poderia ter sido mais incrível (beijo, Dedé!). Obrigado Forfun, por tocarem os novos e velhos clássicos, por irem até às 5h e nos manter na mesma energia de sempre. Obrigado Leonardo, Japa, Bruno, Urso, Carioca, Álvaro (puta festa de aniversário), Túlio, Batata, todos. Vocês são fodas! Mais uma vez, obrigado Paulinha! Saiba que fez seu amigo aqui bem feliz.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiiExBcShNfF1sWsYlJ2KMMCZQRsIge0dxtRPFELJKuXaVX0LewUMcB6bRGTLLsN-JuGjJdVvqYjCMPV0nnauWsczkCm4po_qdT6YP8MVp_6wNzAu7ml1Hb0r6FhCaOtuGjsvMtWNXYh711/s1600/scracho.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiiExBcShNfF1sWsYlJ2KMMCZQRsIge0dxtRPFELJKuXaVX0LewUMcB6bRGTLLsN-JuGjJdVvqYjCMPV0nnauWsczkCm4po_qdT6YP8MVp_6wNzAu7ml1Hb0r6FhCaOtuGjsvMtWNXYh711/s640/scracho.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Passou, como tudo passa, mas o dia 31 de agosto de 2013 fica marcado como aquele da felicidade e gratidão sinceras. Daquela alegria que te faz abrir um sorriso honesto ao lembrar de todo e qualquer instante daquela noite. Que quase te faz chorar ao ouvir mais uma vez os riffs e solos que marcaram sua vida e de seus amigos. Que te faz lembrar de como vale a pena acreditar e gostar com sinceridade do que te faz bem. Entre a escuridão e a aurora do fim de semana que passou só tive momentos incríveis. Obrigado! Fui!&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioTLiuA5ynfDnogJN8fkCaEn_F5pMEP28qbKZHrEE9chEA0qAzNX2_BPNosBuDKFdKj-cEMTv_S6ha_FFy1jbwOo19_9P-6N9cOQR01nsDNtD0T6uzI_0E-xghv9riSEfHFnLvTRZ_mgK0/s72-c/935920_611205998889548_1972229222_n.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><title>Oh, Meu Deus!</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/08/oh-meu-deus.html</link><category>Khaledisse</category><category>Liberdade de expressão</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Tue, 20 Aug 2013 11:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-2789500384961470078</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7MktLk7l0m6AqAkj6aPRfDXTpBEXT5X8i6IUKRbVHwOFbHLDagb57sG2GD7lxo8yqj890bL9sSn8CCKbdIeMmqgLs4Nuk3Rk9-qt9xaL_UJPfqzozS6_lZ7eLAtVhM1497nFaEeB-tT6k/s1600/15583568.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7MktLk7l0m6AqAkj6aPRfDXTpBEXT5X8i6IUKRbVHwOFbHLDagb57sG2GD7lxo8yqj890bL9sSn8CCKbdIeMmqgLs4Nuk3Rk9-qt9xaL_UJPfqzozS6_lZ7eLAtVhM1497nFaEeB-tT6k/s640/15583568.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;Muitos produzem a partir do caos. Zonas de
desconforto costumam ser áreas altamente produtivas, mas ao que parece não pra
mim, ou pelo menos, não pra mim nos últimos meses. Eu provavelmente vivo a fase
de maior inquietação da minha vida e vejo minha (já pequena) produção minguar. Às
vezes eu tenho a assustadora sensação de que em algum momento perdi a
capacidade de eloquência e desenvolvimento de linhas de raciocínio. Vivo como
se sentisse e pensasse a vida como pequenos atos, sem algo que os ligasse ou
que os tornasse em algo lógico. Eu não sei se as coisas devam ter lógica, mas
parece que perdi essa capacidade de organização, de enxergar as coisas com
algum nexo. Ou a lógica da minha vida seja ser ilógica. Vai saber.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;Isso
justifica eu ter abandonado esse espaço? De jeito nenhum. Só não estou com a
menor vontade de encher o saco de outras pessoas com a minha inquietude e muito
menos deixar expostos os motivos dela. E se por algum acaso essa frase te
preocupou de algum jeito, realmente não precisa, minha vida tá bem, fugindo e
muito da habitual inércia que costumava ser, o que tem sido um tanto quanto
divertido. Eu poderia vir aqui e falar novamente sobre meus anos de faculdade,
já que colo grau nesta semana. Poderia ter vindo falar de como as coisas
simplesmente acontecem quando você sai de casa. Poderia até me gabar um pouco
de como algumas pessoas estão me achando gente boa e engraçado esses dias, mas
assuntos estritamente pessoais nunca foram o perfil deste blog, principalmente
por não ser o meu perfil expor esse tipo de coisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Provavelmente agora, você
deve estar me xingando por ter lido tantas palavras sem muito sentido, se for o
caso, mil desculpas, ou venha reclamar comigo, tanto faz... A questão é: o que
me tirou do retiro espiritual de escrita? Qual foi o tão magnífico assunto que
me fez vir aqui voltar a escrever para vocês, meus sensacionais leitores? E o
fato foi só a imbecilidade de um ser humano, só essa necessidade de mídia que
alguns insistem em ter. Na verdade, isso não tem nada de surpreendente, tem muita
gente imbecil por aí, eu estou cansado de saber disso, mas ainda é algo que
consegue me irritar e rir por tanta boçalidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Explicando logo o que aconteceu:
acho que todo mundo aqui conhece o canal de humor “Porta dos Fundos”, certo? Sempre
lançam vídeos as segundas e quintas e ontem não foi diferente, e mais uma vez
eles tocaram num assunto que pra algumas pessoas é sagrado, mas que eu não vejo
motivo nenhum pra ser, que foi religião. Muita gente se incomoda quando fazem
piadas com isso e um dos que se incomodou com o tal vídeo foi o grande deputado
federal, chefe dos bons costumes e da ordem nacional, Marco Feliciano. Pois é,
de novo ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjK-vACjjhmIz4-NaK7aBmsNLZN93lrDzCOLxXMLrXTSLSS_qveVUq7OYOAelXxBDgbJlddVYrtalYH5cj8Ju8uOMfSatJKVQVOtJgLNtKV7WKw5RwVzDin6v4vJEWbT-NNB2qN7H0h04wn/s1600/marcofeliciano.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjK-vACjjhmIz4-NaK7aBmsNLZN93lrDzCOLxXMLrXTSLSS_qveVUq7OYOAelXxBDgbJlddVYrtalYH5cj8Ju8uOMfSatJKVQVOtJgLNtKV7WKw5RwVzDin6v4vJEWbT-NNB2qN7H0h04wn/s1600/marcofeliciano.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;O que mais me incomoda não é o fato das pessoas ficarem
incomodadas com isso, eu mesmo achei o texto bem fraco, pra ser sincero, mas
como alguém em pleno 2013 tem coragem de pedir pra tirarem algo da Internet?
Ainda mais algo relacionado a humor, baseado nessa escrotidão que é o “politicamente
correto”. Se o humor é bom ou ruim, é outra conversa, mas nada deve ser usado
como justificativa pra impedir que algo seja expresso. Não me importa se a
piada é sobre Jesus, grávida (oi, Wanessa!), índio, japonês, judeu ou
brasileiro. São criados certos tabus que não fazem mais o menor sentido, e
claro que eu não estou aqui querendo que, por exemplo, alguém que seja
religioso faça piada com religião (apesar de eu achar que isso poderia ser
sensacional, mostraria um excelente bom humor). Só quero que as pessoas parem
de achar que podem determinar ou excluir o que os outros fazem ou falam, quando
bate de frente com a sua opinião.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #0000ee; text-decoration: underline;"&gt;http://oglobo.globo.com/megazine/porchat-critica-de-feliciano-faz-marketing-para-porta-dos-fundos-9615521&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Por exemplo, eu acho o Marco Feliciano um boçal,
mas isso não faz com o que eu queira que ele seja calado no Congresso, ou no
Twitter, ou na vida. Por mim ele que continue falando as merdas que fala, até
porque são coisas que não interferem em nada na minha vida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;A única coisa que
me incomoda é a quantidade de pessoas que eu sei que concordam com esse tipo de
atitude, ou que são cegas por fatores externos e tomam qualquer discurso como
verdade universal, sendo altamente influenciadas e até enganadas (sim, igrejas!
estou falando de vocês).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: inherit; line-height: 115%;"&gt;Acabei de pensar nisso, e acho que o que realmente
incomoda é perceber como ainda existem pessoas que sejam influenciadas e acabam
virando massa de manobra sem a menor noção de que estão nessa situação. É, acho
que é isso que me fez sentar e escrever esse texto. Eu sou um cara que acha a
liberdade de expressão primordial, mesmo que a expressão em si seja ridícula. Só
que eu prefiro ter a possibilidade de pensar, elogiar ou criticar determinada
posição. Acho que resumidamente é isso. Essas situações realmente me tiram do
sério e foi bom também pra voltar a fazer algo que eu realmente gosto, que é
escrever aqui e saber o que vocês acham das minhas maluquices. É isso, gente. Bom dia a todos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7MktLk7l0m6AqAkj6aPRfDXTpBEXT5X8i6IUKRbVHwOFbHLDagb57sG2GD7lxo8yqj890bL9sSn8CCKbdIeMmqgLs4Nuk3Rk9-qt9xaL_UJPfqzozS6_lZ7eLAtVhM1497nFaEeB-tT6k/s72-c/15583568.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crítica do Khaled: Terapia de Risco</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/07/critica-do-khaled-terapia-de-risco.html</link><category>Cinema</category><category>Crítica do Khaled</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Tue, 16 Jul 2013 19:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-3672497319660906828</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUeFjTkkfqBgvMhTvsYtV3C162rlwdzOSi2XhaatqDwZUoeBBMBLuNyH3bNe_u4Lf-JPdzX1NngnVAVu3Uk5-98FR_iiiTnq-yZiOqODrhYGQT9tvuQrzomZ6L6DwrHtmOBrgr-G9kAvtr/s1600/vlcsnap-2013-07-16-18h31m48s67.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="348" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUeFjTkkfqBgvMhTvsYtV3C162rlwdzOSi2XhaatqDwZUoeBBMBLuNyH3bNe_u4Lf-JPdzX1NngnVAVu3Uk5-98FR_iiiTnq-yZiOqODrhYGQT9tvuQrzomZ6L6DwrHtmOBrgr-G9kAvtr/s640/vlcsnap-2013-07-16-18h31m48s67.png" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Steven Soderbergh está entre os diretores mais versáteis da década de
90 pra cá, disso não há a menor dúvida. Claro que essa característica pode levar
a fracassos (Contágio e as medonhas sequências de Onze Homens e um Segredo),
mas a carreira do diretor, que anunciou a aposentadoria das telonas aos 50 anos
de idade, está repleta de trabalhos muito bons (Che) e bem diversificados (Erin
Brockovich, Traffic e Magic Mike). Essa capacidade de passear entre os
diferentes gêneros com enorme facilidade é vista mais uma vez em seu último (duvido
muito disso) filme: Terapia de Risco.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;O roteiro – assinado por Scott Z. Burns (Contágio e O Desinformante) –
apresenta Emily Taylor (Rooney Mara), que após quatro anos vê o marido Martin
Taylor (Channing Tatum) sair da prisão por crimes financeiros. Essa readaptação
afeta ambos, mas de forma mais trágica à Emily, que volta a desenvolver uma
depressão antiga resultando numa tentativa de suicídio. E é quando conhecemos o
psiquiatra Dr. Jonathan Banks (Jude Law), que passa a tratar de Emily – sem muito
sucesso, mesmo com toda a ajuda da médica que fez o tratamento anterior, Dr.
Victoria Siebert (Catherine Zeta-Jones). Neste tratamento, diversos
medicamentos são tentados, numa sociedade onde os antidepressivos são inseridos
com total naturalidade, até que um fato ocorre (não vou dar spoiler) e muda a
vida de todos os envolvidos. Esta virada transforma o filme de um drama familiar
para um suspense bem profundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
Rooney Mara literalmente rouba a cena, principalmente na primeira
metade. Sua atuação é tão bem desenvolvida que traz à personagem delicadeza,
charme, fragilidade, mistério e enigma. Potencializando todo o aspecto doentio
que se fazia ali necessário. A segunda metade do filme é de Jude Law e sua
inquietude já característica. É a partir da atuação dele que o filme acelera e
se desenrola até o fim. E é até o fim mesmo, pois as mudanças são tão
constantes que não é possível prever nada até os créditos subirem. Tatum e
Zeta-Jones são coadjuvantes que não comprometem em nada o desenrolar da
história, muito pelo contrário, estão bem a vontade naquilo que era necessário
em cada ato.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgz9cTUsm-EAT3Ebg7VAkr02FZPRbPiDFOj6AVMvr64yov9V2SV77RQheH6AY6OA4bAy4chVi7pApkP2b8rwY90zct02xJo0SCHygGvuDDedJF6SQCYj64xdZ4IrUhLqKYPgvYBLAdewck7/s1600/vlcsnap-2013-07-16-18h43m09s222.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="348" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgz9cTUsm-EAT3Ebg7VAkr02FZPRbPiDFOj6AVMvr64yov9V2SV77RQheH6AY6OA4bAy4chVi7pApkP2b8rwY90zct02xJo0SCHygGvuDDedJF6SQCYj64xdZ4IrUhLqKYPgvYBLAdewck7/s640/vlcsnap-2013-07-16-18h43m09s222.png" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tenho noção de quão pequeno ficou esse texto, mas não consigo ser mais
específico do que isso sem revelar detalhes da história que tirariam todo o
prazer que os 106 minutos de Terapia de Risco oferecem. Soderbergh finaliza sua
carreira pro cinema fazendo tudo que fez de melhor nesses anos: unindo gêneros,
aproveitando roteiros imprevisíveis, fotografando muito adequadamente (com o pseudônimo
Peter Andrews)... temos uma bela despedida e a qual eu recomendo bastante.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Terapia de Risco (Side Effects)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Diretor: Steven Soderbergh&lt;br /&gt;
Roteiro: Scott Z. Burns&lt;br /&gt;
Estrelando: Rooney Mara, Channing Tatum, Jude Law e Catherine Zeta-Jones&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
Obs: o que acharam? escrevi muita besteira? devo continuar essas análises? COMENTEM!&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUeFjTkkfqBgvMhTvsYtV3C162rlwdzOSi2XhaatqDwZUoeBBMBLuNyH3bNe_u4Lf-JPdzX1NngnVAVu3Uk5-98FR_iiiTnq-yZiOqODrhYGQT9tvuQrzomZ6L6DwrHtmOBrgr-G9kAvtr/s72-c/vlcsnap-2013-07-16-18h31m48s67.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>O dia que o Brasil parou</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/06/o-dia-que-o-brasil-parou.html</link><category>20 de junho</category><category>Eleições</category><category>Estado</category><category>Imprensa</category><category>Khaledisse</category><category>Manifestações</category><category>Polícia</category><category>Política</category><category>Protestos</category><category>Reclamação</category><category>Redes Sociais</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Sat, 22 Jun 2013 11:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-6278095838794087278</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; clear: both; color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; text-align: center; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjatxAM7KZpGGpgA5D6D7m7ZvJnZk48nWiyYBrHuGEtsful3N3Yl4prEyBcdN-gXLE9PnKpB81hQTKlFMo6FilxE5vCokqSFLqvcHSXqJA0H11wWw-zpuF8Iwgs9UdkiTYrjMAVJLLTX-7G/s1600/PgAAAImWFi72RVkTAUHcWpXBpvSa6fdApvwvuqQYhE7oQWRf-C1iPxicQRuu_Ovo8OM5mLFg9u9V9fi90etldVntDmIAm1T1UA-3j8kUDTdWG9njYKWAYztKH7f9.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjatxAM7KZpGGpgA5D6D7m7ZvJnZk48nWiyYBrHuGEtsful3N3Yl4prEyBcdN-gXLE9PnKpB81hQTKlFMo6FilxE5vCokqSFLqvcHSXqJA0H11wWw-zpuF8Iwgs9UdkiTYrjMAVJLLTX-7G/s640/PgAAAImWFi72RVkTAUHcWpXBpvSa6fdApvwvuqQYhE7oQWRf-C1iPxicQRuu_Ovo8OM5mLFg9u9V9fi90etldVntDmIAm1T1UA-3j8kUDTdWG9njYKWAYztKH7f9.jpg" style="cursor: move;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Eu não vivi 68, não presenciei as Diretas Já, já era nascido nos Caras
Pintadas, mas não me lembro do Collor no poder. Tudo isso pra dizer que esta
quinta-feira que passou foi o maior levante popular que eu já vivenciei
totalmente. Nunca tinha visto tanta gente na rua, na verdade nem acreditava que
poderia ver tanta gente na rua por qualquer motivo político, dada toda a
inércia que marcou a população pós-92.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os especialistas que aparecem aos montes nesses momentos nos canais de
jornalismo tratam os atos do dia 20 como a mais ampla e numerosa mobilização
sem liderança da história brasileira. Quase nunca concordo plenamente com esses
especialistas de ocasião, que vendem opiniões como verdades, mas desta vez não
há como discordar. Eu não sei no que isso vai dar, acho que ninguém tem essa
resposta, tá todo mundo ainda meio perdido (governo, políticos, povo, mídia),
mas é um dia para ser lembrado, na verdade tem sido um mês pra não ser
esquecido.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apesar da existência de uma agenda de reivindicações elaborada no
início de toda essa história, os dois principais pontos para o sucesso disso foram:
inexistência de um líder e o caráter apartidário/suprapartidário do movimento.
Esses dois pontos foram de extrema importância pra trazer pra dentro da
manifestação um povo que é descrente nos nomes que compõe seu sistema político e
está de saco cheio de todas as sacanagens que acontecem todo santo dia. Só
faltava a fagulha pra acender o fogo. Soma-se a descabida repressão policial em
São Paulo no dia 13 fazendo com que houvesse uma comoção pró-movimento, que deu
volume e fez com que o país inteiro olhasse para o que está/estava acontecendo.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Só que esses dois pontos que foram de extrema importância para o
crescimento dos atos podem ser suas duas grandes maldições. Vou aqui citar os
casos das duas principais cidades do país pra exemplificar essa minha
preocupação. No Rio de Janeiro e em São Paulo as autoridades municipais e
estaduais atenderam aos pedidos dos manifestantes e voltaram atrás no aumento
da tarifa de transporte coletivo. Mostrou a força que o povo sempre teve, mas
que muitas vezes não fez uso (num passado não muito distante não podia usar).
Claro que lá atrás não era apenas pelos aumentos de centavos, mas esse objetivo
inicial já foi alcançado. Qual é o próximo? Como determinar o próximo alvo se
não há um líder? O povo brasileiro já está tão organizado a ponto de surgir outro
movimento “popular”* como o MPL e levantar sua bandeira? Entendeu a minha
apreensão pela falta de liderança?&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sem alguém que tome frente não existe a menor possibilidade de focar
em uma nova e concreta reivindicação. Os protestos passarão (já estão passando)
a ter cada vez menos clima de protesto e mais clima de caminhada coletiva, com
direito a concurso do cartaz mais criativo, show de vandalismo pela meia dúzia
de idiotas sempre presente (o caso do Itamaraty, fora a depredação de
propriedades privadas é algo mais baixo que o ridículo, não consigo achar
alguma palavra pra classificar isso) e a velha conhecida truculência policial. E sabe qual foi o motivo pra eu pedir que
reivindiquem algo mais específico? Não adianta ir pra rua com cartaz pelo fim
da corrupção, por mais saúde e educação ou coisas do gênero. Isso tá no mesmo
patamar de pedir pela paz mundial e pelo fim da fome na África. Isso tá no
subconsciente de todo mundo, é desejo de todo mundo (óbvio que é), mas não é
algo que vá ser resolvido apenas indo pra rua. É melhor focar na Cura Gay, mesmo
sendo pra mim algo que não merece atenção, pois é tão imbecil que não existe a
menor chance de ser aprovada pra valer e só serve pra dar audiência pra
deputado que quer aparecer para seus eleitores (não esqueçam que 2014 é logo
ali e a campanha já começou).&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinXrGFiX5HTxX-d3RRGQaDHWGyu5gV8L2Ls1i_ZnKlz8M3pTvrDx6afTeXeXCHC9yqos3tvPRbddaK-YgbqMR8f3IMtL2fWIBkxuAywJQulB5aQED0WwCOuU2Rkrt9ttOSuyTYaHdKSEcL/s1600/redes-sociais.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinXrGFiX5HTxX-d3RRGQaDHWGyu5gV8L2Ls1i_ZnKlz8M3pTvrDx6afTeXeXCHC9yqos3tvPRbddaK-YgbqMR8f3IMtL2fWIBkxuAywJQulB5aQED0WwCOuU2Rkrt9ttOSuyTYaHdKSEcL/s640/redes-sociais.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A organização vem da Internet, mas e a liderança?&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quanto aos partidos, muita gente está confundindo apartidarismo com
antipartidarismo e impedindo (muitas com uso de força) dos militantes levantarem
suas bandeiras nos movimentos, indo totalmente de choque com a liberdade de
expressão. Tio Voltaire já dizia isso há mais de dois séculos: “Não estou de
acordo com aquilo que dizeis, mas lutarei até o fim para que vos seja possível
dizê-lo”. Eu também não me identifico com nenhum partido, assim como várias pessoas
que estão na rua, mas sempre vou deixá-los se manifestar, assim como a
imprensa, que vi ser agredida e impedida de trabalhar em alguns casos isolados.
Não entendo o medo ou ignorância (sempre andam tão juntos que nessa me
confundem) de alguns de que os partidos/sindicatos/uniões roubem o movimento
pra si, não existe essa possibilidade, pois a grande massa não legitimaria
isso. O ideal é que não levem as suas bandeiras, pois é um ato do povo como um todo,
mas isso não deve vir como imposição e sim como uma conscientização de todos
pro que tá acontecendo. Agora o mais grave de toda essa onda antipartidária, eu
não sei se os filhotes de revolucionários do Facebook sabem, mas não existe
democracia sem partidos. Como já disse não me identifico com nenhum deles, acho
a discussão partidária muito rasa, mas nunca vou defender a extinção dos partidos, como
tive o desprazer de ver Senador pedindo hoje. Reforma política não se faz extinguindo
e criando partidos a esmo, ela é feita a partir da mudança dos mecanismos e isso
sim eu defendo há algum tempo. A não ser que queiram instaurar uma ditadura, aí
eu entenderia essa cruzada contra os partidos. Vamos dar um golpe, se quiserem
chamem o Príncipe pra ser o governante supremo de vocês. Essa semana até ele
apareceu dando entrevista por aí.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apesar das minhas críticas e das minhas dúvidas é incrível ver como as
pessoas estão falando sobre política, esse crescimento é algo visível. Não
credito isso a alguma evolução de interesse ao assunto (só o tempo vai dizer),
mas pelo menos já começou a ser algo comentado. Pra uma população que sempre
viu política como algo distante, que “não vai mudar nunca”, já é um bom
progresso. Mas é perceptível que ainda carece de uma educação e um conhecimento
maior do assunto. O pronunciamento da presidente na noite dessa sexta-feira
deixou isso ainda mais claro pra mim. As pessoas realmente tem a impressão de
que o Governo é todo em cima de uma figura, poucos são os que têm o discernimento
de reconhecer os outros poderes. Claro que o cargo de presidente é de extrema
importância (isso é tão óbvio quanto o péssimo governo que o Cabral faz aqui no
Rio) e teria condições de articular alianças com o Congresso e o STF pra fazer
as coisas andarem mais rápidas, mas é meio bizarro jogar tudo na conta de um
poder. O bom disso tudo é que como o assunto fervilha nas redes, esclarecimentos
sobre determinados assuntos também crescem e assim se cria conhecimento, educa
uma população e os torna mais politizado.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Trazendo tudo isso pra minha realidade, quinta-feira houve o primeiro
ato aqui em Volta Redonda/RJ. Foi um momento bem legal, sair de casa com meus
amigos e ver com os próprios olhos o poder que o povo tem. Pra quem não sabe,
Volta Redonda deve ter pouco mais de 250 mil habitantes, as projeções
atualizadas de pessoas presentes nesse ato foi de 30 mil pessoas. Mais de 10%
da população indo pras ruas, fechando as principais avenidas da região central
da cidade, revindicando melhorias no transporte e transparência da Prefeitura
foi algo sensacional. Mas todo o outro lado de não sentir um clima mais
aguerrido pelos objetivos daquela manifestação aconteceu, e confesso que me
desanimou um pouco. Se for pra ver pessoas andando sem rumo eu vou pra Rua do
Cana. Se for pra ver máscara do Guy Fawkes eu espero o carnaval. Se for pra ler
cartaz engraçadinho eu vou a algum stand up (se bem que nem acho stand up tão
engraçado assim). Infelizmente uma boa parte das pessoas em Volta Redonda pegou
os aspectos mais bobos das manifestações nas capitais. Claro que a irreverência
é algo sempre bem-vindo, mas é necessário foco e o fato de o movimento ser
apartidário/suprapartidário não faz com que ele seja apolítico, e eu senti
muita falta disso: das pessoas terem verdadeira noção dos motivos de estarem
ali. Alguns estavam mais preocupados em quantos likes iriam conseguir com fotos
e frases de efeito do que se a pressão em cima da Prefeitura surtiria efeito.
Claro que eu não sou ninguém pra falar o que é certo ou errado, não estou aqui
pra cagar regra, cada um faz as coisas do jeito que achar mais correto, só
estou comentando a impressão que tive.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE0h2nMUCy-a3Ljnopqe2m3qz7OBBb_2BaBE144Jbbqi3THKXAhUb5m24AGOpsTFzDEDAzf0Y1gboPSjBui0-uMrawQe_9xrCxij3CRTDcVmuyf0BRkMI0NJEA-xCnhbmAenWKo47U7YSE/s1600/1005554_598350736851792_1868690888_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE0h2nMUCy-a3Ljnopqe2m3qz7OBBb_2BaBE144Jbbqi3THKXAhUb5m24AGOpsTFzDEDAzf0Y1gboPSjBui0-uMrawQe_9xrCxij3CRTDcVmuyf0BRkMI0NJEA-xCnhbmAenWKo47U7YSE/s640/1005554_598350736851792_1868690888_n.jpg" width="424" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;VR acordou!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A reação das pessoas nas redes sociais foi parecida com a minha,
apesar do incrível número de presentes (e parabéns a todos os envolvidos pela
mobilização) houve grandes erros que, pra mim, foram minando a força da
manifestação. Lições que devem ser aprendidas para o próximo ato, já marcado e
em fase inicial de organização. Porém, não estou aqui jogando a culpa nos
organizadores (como muitos fizeram), imagino a batalha que deve ter sido isso.
A opinião que tenho dessa falta de postura é bem simples: o povo que ainda
coloca corrupto pra governar é o mesmo que transforma protesto em bloco de
carnaval. Falta de política nas urnas refletindo na rua. A triste constatação é
ler relatos de impressões semelhantes a essa vindas de todas as partes: Rio, São
Paulo, Brasília, Vitória... Infelizmente, ainda somos um povo despolitizado
tentando aprender o que é essa tal de democracia e como brinca disso.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Pra quem realmente acredita na legitimidade desses atos este é o
primeiro grande momento crucial. Onde é preciso focar forças? As grandes
capitais estão sem foco por enquanto, será que as cidades menores terão fôlego pra
levar em frente seus protestos? Qual será a estratégia dos órgãos de segurança
(destaco aqui, por questões óbvias, a PMERJ)? São muitas perguntas e pouca
perspectiva de resposta concreta. Não acreditem em tudo que ouvem/leem – tanto nas
redes sociais quanto na mídia tradicional. Pesquisem sobre as funções de cada
poder, assim fica mais fácil criticar e conhecimento nunca é demais. Pensem
sobre o assunto e não apenas saiam repetindo alguma ideia que te venderam. Não
caiam no papo de alguém só porque ele disse o que você queria ouvir, o que não
falta é gente tentando ocupar essa vaguinha de chefe e o povo brasileiro já
caiu algumas vezes nessa história de líder messiânico. E fica o meu convite pra
quem leva o processo a sério de continuar indo pra rua, foca na reivindicação,
exija uma solução melhor do que a situação atual. Já temos exemplo de que isso
funciona sim e democracia não se faz só nas urnas, apesar de toda a importância
que 2014 vai ter pra legitimar uma possível mudança de postura do cidadão
brasileiro.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
*O asterisco é simples, não posso considerar o MPL como movimento genuinamente popular quando há a informação de que recebe dinheiro do governo e é formado por gente militante de partidos.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Obs: maior texto da história daqui?&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjatxAM7KZpGGpgA5D6D7m7ZvJnZk48nWiyYBrHuGEtsful3N3Yl4prEyBcdN-gXLE9PnKpB81hQTKlFMo6FilxE5vCokqSFLqvcHSXqJA0H11wWw-zpuF8Iwgs9UdkiTYrjMAVJLLTX-7G/s72-c/PgAAAImWFi72RVkTAUHcWpXBpvSa6fdApvwvuqQYhE7oQWRf-C1iPxicQRuu_Ovo8OM5mLFg9u9V9fi90etldVntDmIAm1T1UA-3j8kUDTdWG9njYKWAYztKH7f9.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>#BR17J</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/06/br17j.html</link><category>17 de Junho</category><category>Brasil</category><category>Estado</category><category>Khaledisse</category><category>Manifestações</category><category>Política</category><category>Protestos</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Tue, 18 Jun 2013 13:46:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-5590279543212228577</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCgngGvTlAApBNJ_gzyXs_-c1eW6_r7i8jZ2ff1nilLxT4dStocq0JyTe5-zIYIOFSWuye4_EABhG1XqF2mdnnofiqjvnOPW6rpF82WAkHYSIPxOgJ6aSGVXNeA_aJU1XqvM3hW6PtxWRP/s1600/OwAAAImWFi72RVkTAUHcWpXBpvRBjt9i7g91COTXVdbAfZ4sFxAOTsjbAskqxzuZvOVo7h52ePkHSHjMSYD9n6RD7SgAm1T1UChJfLWieN9MtOVcF12ypMgNmU9-.jpg" imageanchor="1" style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="402" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCgngGvTlAApBNJ_gzyXs_-c1eW6_r7i8jZ2ff1nilLxT4dStocq0JyTe5-zIYIOFSWuye4_EABhG1XqF2mdnnofiqjvnOPW6rpF82WAkHYSIPxOgJ6aSGVXNeA_aJU1XqvM3hW6PtxWRP/s640/OwAAAImWFi72RVkTAUHcWpXBpvRBjt9i7g91COTXVdbAfZ4sFxAOTsjbAskqxzuZvOVo7h52ePkHSHjMSYD9n6RD7SgAm1T1UChJfLWieN9MtOVcF12ypMgNmU9-.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Semana passada eu comecei o post sobre os acontecimentos do dia 13 destacando
que para mim aquela data já tinha um lugar especial, e pela repercussão que o
texto teve me parece que também ganhou importância para tantas outras pessoas. Alguns
dias se passaram e o povo brasileiro me dá mostras de que todo dia pode ser
histórico por aqui.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Passeatas mundo a fora. Manifestantes protegendo a comandante da
operação em Belo Horizonte, coronel Cláudia Romualdo, quando algum confronto
totalmente sem motivo teve início. Dez policiais militares sentando ao lado dos
ativistas na Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini, em São Paulo. Bandeiras de
partidos políticos sendo rechaçadas pela grande maioria dos manifestantes. Hino
Nacional sendo gritado e ecoando nos prédios da Av. Paulista, local das bombas da semana passada. Cem mil (CEM MIL!!!)
pessoas ocupando a Av. Rio Branco em direção a Cinelândia. O Congresso Nacional
ocupado pelo povo! Fora todas as outras dezenas de cidades e milhares de
pessoas que foram pra rua. Muitas vezes eu não tive isso, mas hoje durmo
bastante orgulhoso desse lugar que é o nosso Brasil. Obrigado a todos os envolvidos por trazer esse sentimento. Obrigado por todo mundo que tirou a bunda do sofá e foi pra rua. Obrigado por mostrarem que não somos a geração perdida.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmkSANkrtt8EE6HE1LogafpGNQUdRFeGnpoAy7Ved7EXRPVDdwMmb7rfBt8RdhUg94ofYjpHnVr9msmm4Rc5eg2_mv6Ycq9NfoUc-PKuMjpuLxHHnSgEMu_14qVaKUivMFE3pmSP-d32MD/s1600/BNALr2TCIAErX8v.jpg-large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmkSANkrtt8EE6HE1LogafpGNQUdRFeGnpoAy7Ved7EXRPVDdwMmb7rfBt8RdhUg94ofYjpHnVr9msmm4Rc5eg2_mv6Ycq9NfoUc-PKuMjpuLxHHnSgEMu_14qVaKUivMFE3pmSP-d32MD/s640/BNALr2TCIAErX8v.jpg-large.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Os bons filhos a casa tornam&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Brasil é um país diferente de todos os outros, não espere que nossas
mudanças sigam fórmulas estabelecidas em outros lugares. Não há luta contra
regime político, não há luta contra crise econômica e desemprego, o que existe
é a revolta a partir do descontentamento e da indignação. Não posso responder
por todos, mas resumidamente o que quero é o país que nossa economia tem
potencial de dar. Não adianta ter uma das grandes economias do mundo, mas
péssimos setores de educação e saúde, transporte sucateado e não planejado, IDH
ridículo, desigualdade monstruosa.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhE0v3OIGSZn3T2VeuYRCjDXy76XVAvfZFOStPolibVfiILYdrGiNVzsjI1ArriDSzmU2X1x-K1GXGLm6uUH9ih9qYzWQSA81M3Ubdn1GPBceHn-yz6z9PD8rIQvk9fMLzJ0nJdbdZT0wF-/s1600/1017259_575257805860483_1996362205_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhE0v3OIGSZn3T2VeuYRCjDXy76XVAvfZFOStPolibVfiILYdrGiNVzsjI1ArriDSzmU2X1x-K1GXGLm6uUH9ih9qYzWQSA81M3Ubdn1GPBceHn-yz6z9PD8rIQvk9fMLzJ0nJdbdZT0wF-/s640/1017259_575257805860483_1996362205_n.jpg" width="452" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Os 20 centavos mais importantes da história&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se essas passeatas são boas e se algo vai mudar com isso? São
excelentes e já mudou. No mínimo, o legado deixado por esses dias de fúria será
a conscientização política e de força do povo. Se o Gigante já acordou, eu não
sei, mas se hoje, abrindo apenas um olho ele já fez esse barulho todo, imagina
quando levantar e passar por cima de quem ficou tanto tempo por cima dele?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Aonde você acha que isso vai dar?”, “Pelo que estão protestando?” são provavelmente as perguntas que mais me fizeram nesses dias. E a resposta pra essas duas perguntas é a mesma: Não sei. Não adianta ir pra rua reclamando de corrupção e nas próximas eleições ser o show “mais do mesmo” que vem caracterizando nossa política nos últimos pleitos. Não adianta reclamar do aumento na passagem e achar que um possível recuo de quem regulariza esses valores é o sinal de que tudo mudou e tudo já está perfeito, pois não estará. “Acordamos pra que?” Se a partir daqui haverá exigências e se essas serão atendidas pela força popular é muito cedo pra dizer. Acho que é um caminho natural nisso tudo. Exigir foco num período tão inicial de um movimento popular suprapartidário num país onde nem os políticos e seus partidos tem foco é um pouco demais. Acho que essa falta de foco e essa falta de liderança foram os principais motivos pra atingir tantas pessoas e fazer com que elas fossem pra rua.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
“Nós não somos quem gostaríamos de ser. Nós não somos o que ainda iremos ser. Mas, graças a Deus, não somos mais quem nós éramos”.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O quão histórico esses dias serão depende de mim, meus familiares,
vizinhos e amigos e o mesmo vale pra você que por acaso está lendo esse texto.
Talvez só sejam alguns dias de exceção, talvez só seja um mês de exceção,
talvez isto seja um ano de exceção que virará regra. Se eu acho que isso é uma
revolução? Ainda não. Se eu acho que isso pode ser uma revolução? Talvez. A
lição do dia de hoje é: Nós temos força, sejamos inteligentes em como usá-la.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
Claro que nem tudo são flores. Houve confrontos em Belo Horizonte,
algumas bombas em São Paulo em frente ao Palácio dos Bandeirantes,
enfrentamento forte em Porto Alegre e cenas de completa selvageria no Rio de
Janeiro, com fuzil sendo usado como alerta. Todas essas imbecilidades praticadas por uma minúscula minoria, que
não representa a totalidade da população. Pra vocês que picharam, quebraram
placas e atearam fogo em monumentos que são histórico e cultural, meus sinceros
xingamentos. Ser idiota deveria ter limite. (ALERJ por mais representação da
incompetência política no Estado do Rio de Janeiro é patrimônio do POVO. Do
Paço Imperial nem preciso dizer, pagou o pato por ser vizinho, assim como tudo
que também foi depredado na região).&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agora um questionamento que eu tive durante o vandalismo da ALERJ, talvez
os amigos moradores do Rio possam me responder. Domingo na região do Maracanã,
o Choque não demorou 30 minutos pra entrar em ação num momento bastante pacífico
da manifestação lançando bombas em praças públicas mesmo com a presença de famílias,
idosos e crianças. Hoje, com ALERJ em chamas, policiais e trabalhadores presos
e acuados dentro do prédio, tiro com balas de verdade pra todos os lados, um
número considerável de vândalos e demoraram TRÊS horas pra chegar? Sergio
Cabral perdeu o número do telefone do Comando da PMERJ ou deixou a coisa
desandar o máximo que pode pra diminuir o movimento? Sei lá, acho que estou
pensando longe demais nessa madrugada...&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Há uma lista enorme de manifestações sendo organizadas por todo o país, caso alguma aconteça na cidade aonde você mora vá pra lá. As redes sociais e a Internet são muito importantes, mas ir pra rua ainda tem muito mais peso. Só não faça merda, por favor. Mostre que você é mais inteligente do que os políticos que ainda não perceberam a força que o povo tem. E por que eu sei que eles não perceberam? Porque o dia que perceberem, eles vão entrar em completo desespero.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifhY7oYSuoW73EQHSQm6wjFGSJkRdWMWUDZY_3ocEQf5js_ymesyXLBwffSoWqdkvfYqt9crVHM4tbN0foPWPpSqUtl4aSIVlXhl36_nvAiPaLt-6mswj5PavgCqNfUgIE5usfTCcVf3-i/s1600/7880_10151756490498694_1382058602_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifhY7oYSuoW73EQHSQm6wjFGSJkRdWMWUDZY_3ocEQf5js_ymesyXLBwffSoWqdkvfYqt9crVHM4tbN0foPWPpSqUtl4aSIVlXhl36_nvAiPaLt-6mswj5PavgCqNfUgIE5usfTCcVf3-i/s640/7880_10151756490498694_1382058602_n.jpg" width="426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dia 17 de junho é um dia pra nunca mais esquecer. Que dia 17 de junho
nunca acabe.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCgngGvTlAApBNJ_gzyXs_-c1eW6_r7i8jZ2ff1nilLxT4dStocq0JyTe5-zIYIOFSWuye4_EABhG1XqF2mdnnofiqjvnOPW6rpF82WAkHYSIPxOgJ6aSGVXNeA_aJU1XqvM3hW6PtxWRP/s72-c/OwAAAImWFi72RVkTAUHcWpXBpvRBjt9i7g91COTXVdbAfZ4sFxAOTsjbAskqxzuZvOVo7h52ePkHSHjMSYD9n6RD7SgAm1T1UChJfLWieN9MtOVcF12ypMgNmU9-.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Brasil, 13 de Junho de 2013</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/06/brasil-13-de-junho-de-2013.html</link><category>13 de Junho</category><category>Brasil</category><category>Estado</category><category>Khaledisse</category><category>Manifestações</category><category>Polícia</category><category>Protestos</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Fri, 14 Jun 2013 13:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-5456022790306439019</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCf01GRlcgIQlua5dDmmEz_-EdOkBE8SyEIgGq3uENEyEVF9xAs46jvTl_SxN5WtISJVXIni4g-mxndrNnRwmfiEQktEHTP_M5_DIUijWpTaaENWhyphenhyphenp1VL5B00LeJfQ7H7DBhujgskd7OL/s1600/992994_497405526997567_2053765230_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCf01GRlcgIQlua5dDmmEz_-EdOkBE8SyEIgGq3uENEyEVF9xAs46jvTl_SxN5WtISJVXIni4g-mxndrNnRwmfiEQktEHTP_M5_DIUijWpTaaENWhyphenhyphenp1VL5B00LeJfQ7H7DBhujgskd7OL/s640/992994_497405526997567_2053765230_n.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Não sei se aqui é espaço pra
isso, nunca imaginei que fosse parar para escrever sobre isso, mas é impossível
ficar alheio a todos os fatos que vem ocorrendo nesta semana que chega ao seu
fim. Sei que 99% das pessoas que eu conheço não vão ler esse texto, muito menos pensar sobre os temas e repercuti-los, mas esse 1% me deixará muito feliz, independente da opinião ser semelhante ou não à minha. Talvez não mude nada, talvez as
pessoas esqueçam isso com o tempo (ação tão típica neste nosso Brasil), mas pra
mim o dia 13 de junho já ganhou espaço especial como dia marcante de alguma
forma.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Aconteceu tanta coisa nesta
quinta-feira que eu não sei nem por onde começar. Foi mais um dia de
manifestações populares contra o aumento das passagens no transporte coletivo
(não vou chamar de público algo que não é público) de São Paulo. Também houve
manifestações em outras cidades, mas vou focar em São Paulo, por toda a
importância que ela tem e por tudo que ocorreu em solo paulistano. É difícil eu fazer um relato
preciso de todos os acontecimentos, pois eu não moro em São Paulo, não estava
presente, então a maioria dos fatos que eu narrar por aqui são de acordo com
situações que eu tenha lido ou visto, e a partir disso tirei minhas conclusões
seguindo aquilo que eu acredito ser o mais certo.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
A concentração para o protesto em
São Paulo foi marcado para o fim da tarde em frente ao Theatro Municipal na
Praça Ramos de Azevedo, centro da capital paulista. Com boa presença de
manifestantes (mais velhos ou mais novos, mais ricos ou mais pobres) caminharam
pacificamente pela Xavier de Toledo em direção a Consolação – e é bom destacar,
de que com convivência pacífica com alguns poucos policiais militares. A ideia
inicial da passeata era sair do centro e chegar até a Paulista via Consolação,
mas ao chegar à esquina da Maria Antonia tudo desandou. Não consegui achar
algum motivo causador dessa mudança.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Bombas, balas de borracha,
cavalaria, lixo, fogo, pedras, violência gratuita, vandalismo, correria,
pânico, feridos, detidos. E uma vez que o caos é instalado, não espere que as
coisas se resolvam bem. Nós somos um povo despreparado e não acostumado a
passeatas e manifestações, do outro lado deste cenário temos autoridades tão ou
mais despreparadas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZ9SUBHa9tlGCyyM45xuh6OYV4nDcBjYTsOUjuuY3NM3zbU5BxK-mpBIaoJ0-K33RZUJUIBsM8l8gYJSSpoAUx3JHc5lCEk7k5al_cNixvoK8CMgghnsCbkr-x64PZYguKtzI8GjO54R7W/s1600/protesto-sp-reporter.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZ9SUBHa9tlGCyyM45xuh6OYV4nDcBjYTsOUjuuY3NM3zbU5BxK-mpBIaoJ0-K33RZUJUIBsM8l8gYJSSpoAUx3JHc5lCEk7k5al_cNixvoK8CMgghnsCbkr-x64PZYguKtzI8GjO54R7W/s1600/protesto-sp-reporter.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Giuliana Vallone, repórter da TV Folha&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
A multidão (que poderia ser
facilmente controlada se houvesse um planejamento mínimo para situações como
manifestações) se dividiu pelas ruas paralelas à Consolação – Augusta, Bela
Cintra, Haddock Lobo, Angélica – e o confronto com a Polícia Militar tornou-se
uma constante na noite paulistana. A avenida mais importante da América Latina
virou campo de batalha de uma guerra, no mínimo, imbecil.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Centenas de detidos, dezenas de
feridos e agredidos. A atuação da Polícia Militar de São Paulo foi vergonhosa.
Quase tão vergonha quanto os &lt;i&gt;tweets&lt;/i&gt;
do Sr. Governador Geraldo Alckmin enquanto a capital do estado que governa
entrava em colapso. Quase tão vergonhoso quanto o responsável pela operação,
Sr. Major Lídio Costa Júnior, do Policiamento de Trânsito da Polícia Militar,
declarar que a situação fugia do controle e não se responsabilizava pelos
acontecimentos dali em diante.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
E o que aconteceu dali em diante
foram cenas e mais cenas de gigantesca truculência e imbecilidade por parte dos
militares. Conhecendo o Brasil e as autoridades policiais eu tenho medo de
pensar no que aconteceu nas delegacias paulistanas. Todos os cidadãos (baderneiros,
manifestantes, jornalistas, simples trabalhadores tentando voltar pra casa)
foram transformados em inimigos pela Polícia Militar.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiI-bsmlLiFgH-AhWNCSyPFNLruxTx_6z8sfQb7dAikb1DmhP2VsMCilaozGDmTv2jTKtt71ILjaM0MM0IufRpPs10-SiRJPxIrT6F1LbUl9pOXRTK6zJPv9ep0z8h3feMdQ_GbU7R5PxUN/s1600/tumblr_modvjxl9ii1svdbg3o1_1280.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="389" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiI-bsmlLiFgH-AhWNCSyPFNLruxTx_6z8sfQb7dAikb1DmhP2VsMCilaozGDmTv2jTKtt71ILjaM0MM0IufRpPs10-SiRJPxIrT6F1LbUl9pOXRTK6zJPv9ep0z8h3feMdQ_GbU7R5PxUN/s640/tumblr_modvjxl9ii1svdbg3o1_1280.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Quero deixar aqui bem claro, que
apesar de totalmente favorável às greves e passeatas eu sou totalmente contra o
vandalismo e depreciação de patrimônio alheio. Se alguém infiltrado nessas
manifestações (e infelizmente sempre há) foi baderneiro, que seja punido por
isso na Justiça e não pela PM, na medida da possível, porque eu tenho noção de
que não se prende nenhum vândalo pedindo “Por favor”, mas uma grande maioria da
população não pode pagar de forma aleatória pelo erro de alguns.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Outra coisa que me incomoda
bastante (e infelizmente também tem vínculo perpétuo com essas passeatas aqui
no Brasil) é a presença dos partidos políticos com seus militantes empunhando
suas bandeiras. Sonho com o dia que só verei bandeiras do Brasil. Se acredito
pouco nos políticos, acredito ainda menos nos partidos dos quais eles fazem
parte. Acho importante falar disso, pois não sou de esquerda, nem de direita,
nem liberal, nem conservador.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
As manifestações não foram pelo
aumento de centavos. As manifestações aconteceram por MAIS um aumento num
serviço que é mal entregue e sem previsão de melhora. Talvez esses sejam os
primeiros protestos por razões econômicas desse país que não tem nem 200 anos
ainda. Os governos que controlaram bem a inflação do Plano Real até os dias de
hoje, partilharam melhor a renda e trouxeram uma boa fatia da população para o
consumo, o que é louvável, diga-se de passagem. Mas se não há incentivo à
produção, a conta é simples e qualquer estudante de Economia 101 pode explicar:
mais dinheiro, mais consumo, mais demanda, e se a oferta não acompanha, os
preços sobem e temos inflação. E é onde estamos hoje. É onde nossa economia
está hoje, por mais que o Guido Mantega seja irritantemente otimista. Eu não
sei se as pessoas que foram pras ruas tem isso na cabeça, acho que não.
Sinceramente eu não sei que propostas elas tem pra melhorias (mais do que
necessárias) no transporte coletivo, mas não podia deixar de trazer esse plano
de fundo econômico para o debate.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Democracia não é a ditadura da
maioria. Eu não preciso concordar com as manifestações para achá-los legítimos,
mesmo que isso cause algum transtorno (que poderia ser minimizado). Democracia
não é calar (ou tentar) a população e a imprensa. O democrático Brasil tem
muita coisa a reclamar. Eu torço muito para que o povo acorde e vá atrás
daquilo que deveria ser seu de fato, e não só de direito. O primeiro passo pra
cura é perceber que se está doente, e já passou da hora de olhar para a nossa
realidade e ter noção do quanto as coisas estão erradas por aqui. Que as
avenidas de todas as cidades brasileiras se tornem &lt;i&gt;Avenida 9 de Julio&lt;/i&gt;, não há vergonha nenhuma em copiar nossos &lt;i&gt;hermanos&lt;/i&gt; nesse aspecto. Que existam
passeatas, diariamente se for o caso, enquanto não se resolva o que tiver que
resolver. E que se pare de tratar os manifestantes estrangeiros como ativistas
geniais e os brasileiros como vagabundos baderneiros.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikxXCW4HJC4V-8e9ganWSI29LErUDBzJ1kUwYTlc_U5A60F67Tql93R6Qc1WYcLa-o_vmd47y0rn8JgH0eqH1wpdsWRe2M8spHz0330s0UcFgWAiiFpdoA_Hj2dDLDskdyAdhMsYyRjLPK/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="366" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikxXCW4HJC4V-8e9ganWSI29LErUDBzJ1kUwYTlc_U5A60F67Tql93R6Qc1WYcLa-o_vmd47y0rn8JgH0eqH1wpdsWRe2M8spHz0330s0UcFgWAiiFpdoA_Hj2dDLDskdyAdhMsYyRjLPK/s640/2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;700 mil vagabundos (?) contra Cristina Kirchner&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Quem vai melhorar o Brasil não
são os políticos, o Eike Batista ou o Luciano Huck. Esses com certeza NÃO vão
melhorar o Brasil. Quem pode melhorar esse país é o povo, desde que aja como
povo e não como massa de manobra preguiçosa que tira a bunda da cadeira de dois
em dois anos pra votar, e votar mal. Se tiver que ser na marra, foda-se, é o
preço que a gente vai ter pagar pra ser um país de verdade. Do povo para o
povo.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Vamos pra Rua, Brasil!&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Dia 13 de junho é um dia pra
nunca mais esquecer. Que dia 13 de junho não acabe.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Deixo aqui alguns links para que
vocês leiam e assistam aos vídeos. Foram esses links que me fizeram não dormir
essa noite, que afloraram esse sentimento de indignação com tudo o que
aconteceu, com os rumos que o país tá tendo (espero que o conteúdo deles não
suma e vocês também possam ler e ter as reações de vocês).&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://feridosnoprotestosp.tumblr.com/"&gt;http://feridosnoprotestosp.tumblr.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/a-pm-comecou-batalha-na-maria-antonia-8684284"&gt;http://oglobo.globo.com/pais/a-pm-comecou-batalha-na-maria-antonia-8684284&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/06/apos-protesto-na-av-paulista-pms-agridem-jovens-em-bar.html?source=addon&amp;amp;utm_source=extensao-chrome&amp;amp;utm_medium=extensao&amp;amp;utm_campaign=extensao-navegador"&gt;http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/06/apos-protesto-na-av-paulista-pms-agridem-jovens-em-bar.html?source=addon&amp;amp;utm_source=extensao-chrome&amp;amp;utm_medium=extensao&amp;amp;utm_campaign=extensao-navegador&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://nobrefarsa.blogspot.com.br/2013/06/talvez-o-protesto-o-represente-leitor.html"&gt;http://nobrefarsa.blogspot.com.br/2013/06/talvez-o-protesto-o-represente-leitor.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://super.abril.com.br/blogs/crash/a-gota-que-faltav/"&gt;http://super.abril.com.br/blogs/crash/a-gota-que-faltav/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/imprensa-estrangeira-destaca-que-protestos-ocorrem-em-momento-de-crise-da-economia-8684002"&gt;http://oglobo.globo.com/pais/imprensa-estrangeira-destaca-que-protestos-ocorrem-em-momento-de-crise-da-economia-8684002&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.judao.com.br/etc/vai-brasil-rise-sp13j/"&gt;http://www.judao.com.br/etc/vai-brasil-rise-sp13j/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://aovivo.folha.uol.com.br/2013/06/13/2623-aovivo.shtml#page=1"&gt;http://aovivo.folha.uol.com.br/2013/06/13/2623-aovivo.shtml#page=1&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1294799-em-protesto-seis-reporteres-da-folha-sao-atingidos-2-levam-tiro-no-rosto.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1294799-em-protesto-seis-reporteres-da-folha-sao-atingidos-2-levam-tiro-no-rosto.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://www.facebook.com/PlinioComenta/posts/583331451689238"&gt;https://www.facebook.com/PlinioComenta/posts/583331451689238&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://www.facebook.com/janaina.costa.7315/posts/10201264625156387"&gt;https://www.facebook.com/janaina.costa.7315/posts/10201264625156387&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://www.facebook.com/barbara.gancia.lotado/posts/635549443124099"&gt;https://www.facebook.com/barbara.gancia.lotado/posts/635549443124099&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://www.facebook.com/photo.php?v=658874737474532&amp;amp;set=vb.100000560353308&amp;amp;type=2&amp;amp;theater"&gt;https://www.facebook.com/photo.php?v=658874737474532&amp;amp;set=vb.100000560353308&amp;amp;type=2&amp;amp;theater&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=TvtmaL3rSLI#!"&gt;http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=TvtmaL3rSLI#!&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=kxPNQDFcR0U"&gt;https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=kxPNQDFcR0U&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=043RmwFwero"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=043RmwFwero&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=EDL1Ul79UgI"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=EDL1Ul79UgI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=A8pgjuF4xmA"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=A8pgjuF4xmA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/06/13/protestos-pelo-brasil-por-que-esses-vandalos-nao-sofrem-em-silencio/"&gt;http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/06/13/protestos-pelo-brasil-por-que-esses-vandalos-nao-sofrem-em-silencio/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCf01GRlcgIQlua5dDmmEz_-EdOkBE8SyEIgGq3uENEyEVF9xAs46jvTl_SxN5WtISJVXIni4g-mxndrNnRwmfiEQktEHTP_M5_DIUijWpTaaENWhyphenhyphenp1VL5B00LeJfQ7H7DBhujgskd7OL/s72-c/992994_497405526997567_2053765230_n.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Obrigado, UFF</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/05/obrigado-uff.html</link><category>Formatura</category><category>Khaledisse</category><category>UFF</category><category>Universidade</category><category>Vida</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Fri, 3 May 2013 17:00:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-3955092227813834228</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Só obrigado mesmo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicfoxXH1yg0ODBgfKI-U-KRqiTITfk9LKBECjMP6VwPIy48043fx7AgrKdmlJ087SRgKRJe0icc9HsYs_pNfViCqTb3OvQV6oCK4nMkjgnoleLrGAaQP9XpLqRpuSgyNgjbJVjlFW2tPmh/s1600/formatura-090.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="424" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicfoxXH1yg0ODBgfKI-U-KRqiTITfk9LKBECjMP6VwPIy48043fx7AgrKdmlJ087SRgKRJe0icc9HsYs_pNfViCqTb3OvQV6oCK4nMkjgnoleLrGAaQP9XpLqRpuSgyNgjbJVjlFW2tPmh/s640/formatura-090.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Será que foram os melhores anos da minha vida? Será que estou pronto para os próximos desafios? Será que absorvi tudo o que poderia? Dúvidas sempre tem presença constante na cabeça de qualquer pessoa e comigo não é diferente. Elas mudam de acordo com o tempo e a situação, mas estão ainda mais assustadoras agora que sai da faculdade. Abençoados são aqueles que antes dos 25 já decidiram seus destinos e traçam metas que reduzem seus questionamentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Eu não consigo responder àquelas perguntas protocolares que todo mundo ouve ao finalizar alguma etapa importante "Qual o próximo passo? O que vem agora?". Seria muita prepotência assumir qualquer resposta definitiva sobre o futuro. Não tenho respostas para muitos assuntos do meu estático passado, não tenho condições de assumir posições no imponderável futuro. As três perguntas que iniciam o texto são apenas algumas das incertezas que me faço ao sair da universidade. Por mais que ainda não seja oficial eu já trato deste assunto como finalizado. Hoje tenho uma tendência a responder todas aquelas questões de forma negativa. Não absorvi, não estou pronto, não foram meus melhores anos. Mas eu tenho consciência de que pouco tenho responsabilidade em dar essas respostas hoje, pois não são respostas imutáveis. Talvez eu tenha absorvido mais valores e conhecimento do que imagino, talvez eu ainda esteja me preparando para os desafios, talvez eu tenha passado por situações que serão alicerces para qualquer ano do meu futuro.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
Quando eu tinha 18 anos e entrei na faculdade, já imaginava passar por mudanças. Me desculpe quem discorda e desculpem o tom de voz da experiência, mas a verdade é que com 18 anos você realmente não sabe porra nenhuma. A vida é muito mais pesada do que se possa imaginar. Minha sorte foi sempre ser cercado por boas pessoas, o que é sempre de muita ajuda e sou grato por isso. Mas nem isso evita as chances de tomar algum soco inesperado da vida. Hoje eu tenho 24 anos, sei um pouquinho mais do que quando entrei na UFF, mas o principal é ser cada vez mais humilde ao saber que as coisas mudam constantemente e não há possibilidade de preparação para tudo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sim, eu passei seis anos fazendo um curso que deveria ter sido feito em quatro. Escrevi um monte de besteira sem sentido que nem cabe tanto por aqui e não esperava ter escrito quando peguei o lápis. O que já faz algum sentido é perceber o que ganhei neste período universitário. Ganhei amizades que tenho certeza de que serão pra toda vida, por mais sem nexo que tenha sido a construção de cada uma delas. Ganhei uma noção maior de perspectiva, de olhar as situações de diferentes ângulos e com maior clareza do que aquele menino, que matou a primeira semana de aula e não sabia nem onde era a xerox, olharia. Ganhei em senso crítico, que em muitas vezes passa do ponto, mas esperando sempre por mais. Perdi pessoas muito importantes, mas sei que ganhei outras com tanta importância quanto.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Claro que tive meus momentos de fraqueza e ainda os tenho (com mais constância do que gostaria), mas todos eles serviram e servem de alguma lição posteriormente. Errei? Um monte. Mas tenho a sorte de ter pessoas que possibilitam que eu tenha margem para isso. Não sou perfeito, nunca tive essa pretensão, só tendo ser meu melhor, mesmo sabendo que nem sempre consigo. Hoje sou grato aos meus erros. Sem eles eu seria um cara muito pior. Na verdade, acho que uma boa forma de enxergar as coisas é não encará-los como erros, mas como escolhas. Escolhas que me trouxeram até aqui e vão me levar pra onde quer que eu chegue. Tolos são os que antes dos 25 já acham que decidiram todo seu destino.&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwg4U24yKI7gDoVQ-DXr4wA48aCSuOm2a6_m3uN7tkFhy9XwVb59ce0p50qIKbNx7-vdDRoLtTtFnK11UxmIyUvpXAM2hKLIsU_EUdDTKmTeXm_4drV8sansHGvPr4d9bla0vC2-57UQ_j/s1600/UFF_bras%C3%A3o.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwg4U24yKI7gDoVQ-DXr4wA48aCSuOm2a6_m3uN7tkFhy9XwVb59ce0p50qIKbNx7-vdDRoLtTtFnK11UxmIyUvpXAM2hKLIsU_EUdDTKmTeXm_4drV8sansHGvPr4d9bla0vC2-57UQ_j/s400/UFF_bras%C3%A3o.png" width="355" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Uma frase que escutei ao entrar na UFF foi "A universidade quem faz é você" e posso dizer que essa frase faz total sentido, a responsabilidade de absorção de situações é&amp;nbsp;inteiramente&amp;nbsp;sua e é você quem determina a experiência que terá. Obrigado UFF por todas as aulas que assisti, obrigado ainda mais por todas as que eu não vi. Obrigado por todos os trotes que participei, por todos os copos que compartilhei. Obrigado pelas festas, pelas noite mal dormidas e pelas situações não resolvidas que me fizeram pensar. Obrigado pelas lições aprendidas fora de sala, obrigado pela Rádio Corredor, obrigado pelas intermináveis conversas no pátio. Obrigado pelas pessoas, conhecidas ou não, mas que eu tinha certeza de encontrar em qualquer festa da faculdade. Mas muitíssimo obrigado pelas melhores amizades que eu poderia ter e não teria condições de pedir melhor. Obrigado por me transformar na pessoa que sou hoje. É isso, só obrigado por me aguentar.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicfoxXH1yg0ODBgfKI-U-KRqiTITfk9LKBECjMP6VwPIy48043fx7AgrKdmlJ087SRgKRJe0icc9HsYs_pNfViCqTb3OvQV6oCK4nMkjgnoleLrGAaQP9XpLqRpuSgyNgjbJVjlFW2tPmh/s72-c/formatura-090.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Convivências, Histórias, Simplesmente Carnaval</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/02/convivencias-historias-simplesmente.html</link><category>Carnaval</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Thu, 14 Feb 2013 13:45:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-2477614298649825043</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Quinta-feira da Ressaca&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7YSM6hoGgdMGvbqFrZzjgscpaVTSYokuh1XLdVTGGTRt-j4YsaJFBPJuuAPlajlvKhLDkQuJ0SCBCgJzqj7WB9fDmKKcdZx8HiysdUyjN5omCPOLz8rSlIJyGxDJso0bLShVu92HC03sN/s1600/carnaval-de-rua.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="394" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7YSM6hoGgdMGvbqFrZzjgscpaVTSYokuh1XLdVTGGTRt-j4YsaJFBPJuuAPlajlvKhLDkQuJ0SCBCgJzqj7WB9fDmKKcdZx8HiysdUyjN5omCPOLz8rSlIJyGxDJso0bLShVu92HC03sN/s640/carnaval-de-rua.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Primeiro dia pós carnaval, ou como eu gosto de chamar "Quinta-feira da Ressaca", e já estamos por aqui. Aquele que com toda certeza é o feriado mais esperado e programado pelos brasileiros chega ao fim deixando os efeitos colaterais físicos que sair da rotina, dormir naquela beleza chamada colchão inflável e desacostumar com qualquer bebida que não tenha&amp;nbsp;álcool&amp;nbsp;possa deixar. Só que todas essas consequências são o preço mais justo a ser pago por todas as histórias, risadas e loucuras que tornam esses dias tão especiais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei vocês, mas com quem se passa essas situações é essencial para o prazer nostálgico que com certeza você sentirá quando for falar dessas lembranças. E nisso eu tenho muita sorte. Conviver cinco dias com essas pessoas que eu já gostava foi mais do que eu poderia ter pedido. Hoje eu falo tranquilamente que gosto ainda mais depois de conhecer melhor os traços de personalidade de cada um. Convivência potencializa intimidade e todas as situações que ser íntimo de alguém pode trazer (intimidade é uma merda, mas traz coisas boas também).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Claro que voltar pra minha casa vazia tem suas vantagens (oi, cama!), mas também dói o coração pela falta de ser acordado pelo amigo bêbado - ou pelo menos mais bêbado que você - que chega em casa depois de todo mundo e sente necessidade de contar sobre as aventuras noturnas dele, ou de olhar ao redor e perceber que já não tem aquela galera toda discutindo durante a ressaca de assuntos como a renúncia do Papa ou a brilhante ideia de trazer pra casa uma discreta faixa de estacionamento complementando a decoração.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Confesso e percebo que esse texto está tão confuso quanto a minha cabeça hoje, porém eu não poderia deixar passar e precisava registrar o quanto a alegria da casa me contagiou (apesar de saber que na maioria eu consigo esconder isso). Rivaldo, barba, Casa de Vidro, flecas, Ivetinha, drink azul, Alexandre Pato &amp;amp; Tortuguita, coxinha, Seu Madruga, compras matinais de cerveja, Super Mario na fase da Fonte... Porra, é muita coisa pequena, mas que fica gigante na memória.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apesar de ser um texto bem pessoal, tenho certeza que tais situações e sentimentos são universais pra todos aqueles que viajam determinado tempo com pessoas do seu contato. Quando se escolhe bem com quem conviver é altamente prazeroso quando a oportunidade permite que todos estejam juntos. Acho que é isso. Textinho zuado só pra voltar pra casa. Um grande abraço pra todos vocês que passaram esse carnaval comigo. Que venham as próximas viagens, nights, sociais, cervejas e que seja tão divertido, agradável e diria até fodão, quanto foi agora. Obrigado pelo convívio esses dias, desculpa alguma coisa e QUEM MANDA?!&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7YSM6hoGgdMGvbqFrZzjgscpaVTSYokuh1XLdVTGGTRt-j4YsaJFBPJuuAPlajlvKhLDkQuJ0SCBCgJzqj7WB9fDmKKcdZx8HiysdUyjN5omCPOLz8rSlIJyGxDJso0bLShVu92HC03sN/s72-c/carnaval-de-rua.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Estranhas Relações ou Estranhos Se Relacionando?</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/01/estranhas-relacoes-ou-estranhos-se.html</link><category>Personalidade</category><category>Ranzinza</category><category>Reclamação</category><category>Relacionamentos</category><category>Vida</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Tue, 29 Jan 2013 19:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-5278764241326663010</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Eu não preciso saber o quanto vocês se amam&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEil0rEO9bwmJpTe-mPQEgbfgs6UdWNI9pHLXaKovdjIk-ugVeIIjwDBDhilo7tJtvNjxEeE_rMbWPoMcwNW1FFE3JnG-eEwtS1kLB5lF6f7-F4nEQ3r6JKH0raHajxTdG4zXfgcW6R1Chwh/s1600/zooey-deschanel-in-500-days-of-summer-650-75.jpg" imageanchor="1" style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="283" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEil0rEO9bwmJpTe-mPQEgbfgs6UdWNI9pHLXaKovdjIk-ugVeIIjwDBDhilo7tJtvNjxEeE_rMbWPoMcwNW1FFE3JnG-eEwtS1kLB5lF6f7-F4nEQ3r6JKH0raHajxTdG4zXfgcW6R1Chwh/s640/zooey-deschanel-in-500-days-of-summer-650-75.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Eu não sou um cara de relacionamentos. Acho que sou difícil demais para outra pessoa conseguir conviver com alguém que nem eu mesmo suporto muitas das vezes. "I had nothing to offer anybody except my own confusion". Não é a toa que essa frase do Kerouac está estampada no meu perfil do Facebook. Não é charme, muito pelo contrário e nem sei como isso poderia ser charmoso, eu só não consigo me levar a sério a ponto de ver com bons olhos um relacionamento sério.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Tem o lado de "Khaled, você nunca se apaixonou de verdade para saber como é e por isso fala essas coisas". O que é verdade e você não faz ideia de quantas vezes eu já ouvi essa frase, mas não consigo me envolver tanto a ponto de me ver mudando por/para alguém. Fora os meus problemas com relações interpessoais, de personalidade e minha falta de tato (porra, é coisa pra cacete) eu acho vários aspectos dos relacionamentos das pessoas da minha idade um tanto quanto ridículos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
Pessoas que mudam o tom de voz quando falam com suas namoradas merecem a forca. Sério, quem troca o tom para falar com crianças, animais e&amp;nbsp;cônjuges&amp;nbsp;perde qualquer tipo de credibilidade. Além disso ainda tem os apelidos&amp;nbsp;ridiculamente&amp;nbsp;carinhosos, a falta de personalidade dos que mantém perfis conjuntos nas redes sociais querendo passar aquela mensagem romântica/brega de que são um só, mas colocando a perder toda a individualidade que os levou àquela relação. E claro, isso tudo altamente exposto para gente (como eu) que não tem a menor obrigação ou interesse de ler/ver/ouvir esse tipo de coisa melosa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgy3wCPz5Nof7ia95D8EFqIIcGn-i8O6wgY8oHEMJ6f6e16OI4iEQKizRf96sKUptRvjmZJ4SwAVBJ2u6vTHZOo0wciRXdAZKuCvAfrar-aodH95RU1O_J26xH216hhiN3WHLanTkPE8bPL/s1600/large_500_days_of_summer_blu-ray11.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgy3wCPz5Nof7ia95D8EFqIIcGn-i8O6wgY8oHEMJ6f6e16OI4iEQKizRf96sKUptRvjmZJ4SwAVBJ2u6vTHZOo0wciRXdAZKuCvAfrar-aodH95RU1O_J26xH216hhiN3WHLanTkPE8bPL/s640/large_500_days_of_summer_blu-ray11.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Talvez a minha aversão seja culpa dos exemplos que eu tenho irem totalmente contrários aos meus gostos, e na verdade minhas preferências seriam as culpadas aqui e não as pessoas que eu vejo em relacionamentos. Pois é, não é das coisas mais claras pra mim. Ah, e tem gente que já me disse que aposta como vou ser um namorado incrível. Irônico, não? E sim, comecei o ano amargo e ranzinza como sempre, mas eu te avisei que não vejo as coisas mudando só por causa de alguns fogos de artifício e uma folha de calendário nova.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Beijos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
P.S.: não faz o menor sentido eu ter usado imagens de (500) Days of Summer, mas eu realmente gosto desse filme e o blog é meu =D&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEil0rEO9bwmJpTe-mPQEgbfgs6UdWNI9pHLXaKovdjIk-ugVeIIjwDBDhilo7tJtvNjxEeE_rMbWPoMcwNW1FFE3JnG-eEwtS1kLB5lF6f7-F4nEQ3r6JKH0raHajxTdG4zXfgcW6R1Chwh/s72-c/zooey-deschanel-in-500-days-of-summer-650-75.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Devaneios de um insônio</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/01/devaneios-de-um-insonio.html</link><category>Insônia</category><category>Pensamentos</category><category>Sono</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Fri, 18 Jan 2013 02:14:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-8138768289151840826</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Eu nem considero o que eu vou escrever hoje como um texto, é mais um desabafo ou na verdade um grito de desespero. Sinceramente espero que vocês não estejam lendo isso exatamente a partir do momento que eu publique, porque isso representaria que vocês também estão acordados até essa hora. Hoje é quinta-feira, são duas da madrugada e não, não estou escrevendo bêbado depois de chegar de alguma louca noitada, o que seria muito mais divertido, só escrevo hoje por não ter sono. Nenhum sono.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dormir nunca foi um problema pra mim, sempre dormi demais e na hora que quis, mas de uns tempos pra cá a insônia é a maior companheira que eu tenho. O que mais me deixa indignado é que por mais aparente sono que eu tenha, eu vou ficar no mínimo uma hora deitado olhando pro teto e pensando na vida. As vezes eu queria só pensar menos. É muito difícil desligar. Só duas coisas me fazem dormir quase que instantaneamente, mas torço pra que não precise delas toda noite. E olha que a questão nem é tanto a quantidade, mas sim a qualidade do sono e não conseguir dormir quando quero. Porra, estou ficando maluco já. Só queria entender porque quando deito eu penso tanto... aceito dicas pra ter um sono melhor (sim, está desesperador desse jeito).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É só isso o que tinha pra hoje, eu falei que não era um texto...&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tchau&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Sem Promessas Pro Ano Novo</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2013/01/sem-promessas-pro-ano-novo.html</link><category>2013</category><category>Ano Novo</category><category>Promessas</category><category>Reveillon</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Wed, 2 Jan 2013 02:33:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-7081008695882477916</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Agora vai!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; clear: both; color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; text-align: center; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; clear: both; color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; text-align: center; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJYLG6Zt_twpEfOV_mschsguUxvqsPtPbmqO5fCpFTyq94h4NDXTuzMD9n-6CCvIUTX1n243ZQFUZMwCLyauQHvM1FsOrKWUZkap-N9ksNDAAYeOmrn2E4EZibDap-yQNVa24yjoFDgc80/s1600/noite-+do+r-eveillon+-queima-de-fogos+(11).jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="512" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJYLG6Zt_twpEfOV_mschsguUxvqsPtPbmqO5fCpFTyq94h4NDXTuzMD9n-6CCvIUTX1n243ZQFUZMwCLyauQHvM1FsOrKWUZkap-N9ksNDAAYeOmrn2E4EZibDap-yQNVa24yjoFDgc80/s640/noite-+do+r-eveillon+-queima-de-fogos+(11).jpg" style="cursor: move;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Reveillon, Ano Novo, renovação de esperanças e dos objetivos. Agora vai! A maioria das pessoas pensa assim, que a passagem de um ano para o outro muda a energia e os acontecimentos que determinarão os objetivos alcançados ou não. Não falei que todas as pessoas pensam assim, pois eu conheço pelo menos uma que não segue isso. Sim, eu mesmo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
Que eu sou chato e reclamo de quase tudo você já está cansado de saber, mas dessa vez eu nem reclamo de quem usa esse discurso sobre a passagem do dia 31 de dezembro para 1 de janeiro. Queria deixar isso claro: NÃO É UM POST DE RECLAMAÇÃO. Esse é só um post sobre como eu penso. Eu até acho legal esse momento das pessoas de refletirem sobre como foram os últimos meses delas, o que foi bom, o que foi ruim, o que repetir, o que nunca mais nem cogitar fazer. As pessoas pensam de menos, então se elas param, um pouco que seja, para avaliarem suas atitudes já é sensacional.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O que eu não gosto é dessa montanha de promessas, eu mesmo já fiz várias durante muitos Reveillons (existe esse plural?), porém eu percebi que esses "juramentos" estavam na mesma categoria de tudo que a gente fala que vai começar na próxima segunda-feira. E eu cansei de chegar nas segundas e não cumprir o prometido.&amp;nbsp;E o que eu faço agora? Não prometo nada e continuo vivendo como se o primeiro dia do ano fosse qualquer terça ou quinta-feira. Se minhas contas não estiverem erradas ontem foi a passagem do meu 8720º dia para o 8721. E o que isso quer dizer? Pelo que aconteceu hoje quer dizer que eu preciso resolver alguns pontos da minha vida como: a gripe que estou, roubar o que sobrou da sobremesa do jantar agora de madrugada e se amanhã eu vou pra piscina de novo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As coisas que vão acontecer ou não na minha vida nos próximos 12 meses não depende do que eu disse depois que os fogos de artifício estouraram ontem a noite. Elas vão ocorrer quando tiverem que acontecer, independente de ser dia 1/1, 15/2 ou 4/10. São só mais dias que chegam e que passam, onde em alguns acontece algumas coisas e em outros não. Mas pra você que já se comprometeu com uma pequena lista de afazeres nesse primeiro dia do ano, toda a sorte do mundo. Eu sou muito sincero em desejar que você consiga atingir tudo que pretende, desde que uma dessas metas não seja fazer um blog que faça mais sucesso que o meu. Beijos.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJYLG6Zt_twpEfOV_mschsguUxvqsPtPbmqO5fCpFTyq94h4NDXTuzMD9n-6CCvIUTX1n243ZQFUZMwCLyauQHvM1FsOrKWUZkap-N9ksNDAAYeOmrn2E4EZibDap-yQNVa24yjoFDgc80/s72-c/noite-+do+r-eveillon+-queima-de-fogos+(11).jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Por que as eleições americanas são importantes pro Brasil?</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2012/11/por-que-as-eleicoes-americanas-sao.html</link><category>Eleições</category><category>EUA</category><category>Política</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Thu, 8 Nov 2012 19:47:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-1684620127289078634</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Por que isso é relevante pra você?&amp;nbsp;Exatamente por nada.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://dsailustra.files.wordpress.com/2009/09/2-baracks-obamis.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://dsailustra.files.wordpress.com/2009/09/2-baracks-obamis.jpg" height="441" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Eu não sei em qual mundo você vive, mas se for próximo deste que nós chamamos de Terra, provavelmente você ficou sabendo sobre a reeleição do presidente Barack Obama. Até de forma mais tranquila do que se imaginava na maioria das pesquisas (o que deixa claro que nem só o Ibope é furada e nem só o Russomano toma no rabo com essas informações imprecisas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por que isso é relevante pra você? Exatamente por nada. Apesar de alguns meios de comunicação forçarem o contrário. Se algum marciano assistiu a cobertura da Globo News é provável que tenha ficado em dúvida se o Brasil é o 51º estado norte americano. E eu não culpo por tal questionamento. Por mais legal que seja a preocupação do canal em repassar as notícias houve exagero, beirando ao colonialismo. Ainda mais quando junta-se gente como: Diogo Mainardi, Caio Blinder, Demétrio Magnoli e Merval Pereira. Cadê a Al-Qaeda essas horas?&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No meu cenário perfeito as emissoras brasileiras tratariam as eleições americanas com o mesmo destaque que tratam as outras eleições. Ou você lembra de ter visto plantão com inúmeros "especialistas" para falar da eleição de José Mujica? Que convenhamos, é mais importante para &lt;i&gt;nosotros &lt;/i&gt;do que uma disputa entre o candidato que não citou a América Latina e o que a vê como área exploratória para o ressurgimento da economia dos EUA.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Outra coisa que me intriga bastante: os mesmos brasileiros que reclamaram no Halloween de uma possível exaltação de cultura estrangeira são os que durante a apuração dos votos publicavam mensagens sobre a eleição (a grande maioria pró-Obama), apesar de nem entenderem como funciona o sistema eleitoral&amp;nbsp;estadunidense. Isso sim é exaltação de algo estrangeiro. Mais um ponto pra minha tese de como as pessoas são chatas e só sabem reclamar. Brasil, meu Brasil brasileiro...&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
Obama reeleito. Senado e Congresso continuam com cenários bem parecidos (o que atrasa muito a vida do negão), mas antes ele que o Romney. Enquanto a Tea Party continuar dando as cartas do lado Republicano vão manter os Democratas na Casa Branca por muito tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
P.S.: Obama é overrated, pra cacete, mas entre os dois não tinha papo, foi a escolha "menos pior".&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><title>Vale o hype?</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2012/11/vale-o-hype.html</link><category>Galãs</category><category>Hype</category><category>Mulheres</category><category>Redes Sociais</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Sun, 4 Nov 2012 16:10:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-8182728958540572921</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;(...) mas valia esse alvoroço?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg593grZZ0kVECCqX5Mna3qKF4Y-f6h7DRJg4Qo82y1iMA2n0ERya4IKS788v7nyl7A4P4x-QsZwbhcLIAI6ap0lZQGqSPGGimkF-PYPrAZGMMMmLCIf10gGA3_mzCMl8Wvr1eSXa7NVC6a/s1600/galas.jpg" imageanchor="1" style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="448" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg593grZZ0kVECCqX5Mna3qKF4Y-f6h7DRJg4Qo82y1iMA2n0ERya4IKS788v7nyl7A4P4x-QsZwbhcLIAI6ap0lZQGqSPGGimkF-PYPrAZGMMMmLCIf10gGA3_mzCMl8Wvr1eSXa7NVC6a/s640/galas.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Eu uso bastante as redes sociais e isso acaba influenciando no que eu escrevo, principalmente porquê eu parto de um princípio de que as pessoas jogam ali tudo o que elas vivenciam. Quando o Facebook pergunta "no que você está pensando?" ele não está preocupado com o que você está fazendo. Fazer e pensar são ações muitas das vezes incrivelmente distantes (história da minha vida). Mas isso é papo pra outro post.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que o feed que recebo das pessoas que conheço tornou-se a maior lixeira de conteúdo que eu já vi. Por mais que seja uma vontade, um desejo, nem sempre estão interessados no que compartilhamos. Sim, isso é um recado pra você que repassa meme do Chapolin, e porra, dias desses até ressuscitaram o vídeo dos globais contra Belo Monte. Mas todo esse papo pra uma simples pergunta: mulheres, o que diabos está acontecendo com vocês?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Há pouco tempo atrás a grande sensação das redes sociais era o cara que ficou conhecido como "o mendigo de Curitiba". Tudo porque era um morador de rua com boa aparência. O cara era realmente bonito, ex-modelo e tal, mas valia esse alvoroço? Passado o período eleitoral, agora os olhares se voltam para o prefeito eleito de Pelotas/RS, que também é um cara de presença, mas novamente pergunto: vale o hype?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O que mais me intriga é que as mulheres que aumentam a umidade relativa do ar &amp;nbsp;pra qualquer bonitão que apareça na Internet (e fazem questão de mostrar isso) são as mesmas que reclamam de como os homens são superficiais, só veem beleza nos padrões impostos e pensam com a cabeça de baixo. Pessoas bonitas chamam a atenção? Sempre. E sempre vão chamar. Só me parece que todas essas mulheres estão tão desesperadas que só isso basta pra elas. As pessoas são muito mais complexas que um belo sorriso, braços fortes e olhos claros (magrelo, feio e de olhos castanhos aqui. =D).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Estou longe de poder falar de alguém, nem quero isso, cada um faz o que acha melhor, mas se quiserem um conselho: diminuam o desespero, aumentem a percepção e o nível de exigência.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
P.S.: espero que o futuro prefeito Eduardo Leite faça um bom mandato e que por isso receba destaque.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg593grZZ0kVECCqX5Mna3qKF4Y-f6h7DRJg4Qo82y1iMA2n0ERya4IKS788v7nyl7A4P4x-QsZwbhcLIAI6ap0lZQGqSPGGimkF-PYPrAZGMMMmLCIf10gGA3_mzCMl8Wvr1eSXa7NVC6a/s72-c/galas.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Desaventuras de um feriado sozinho</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2012/11/desaventuras-de-um-feriado-sozinho.html</link><category>Bar</category><category>Boteco</category><category>Independência</category><category>Solidão</category><category>Vida</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Sun, 4 Nov 2012 00:42:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-312899277636050519</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Como encarar uma ida ao bar sozinho?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7w_UgNLsmJ1MH3qNLbh3Vqd6HoAITGwap51eoU9AFBJitu6mi5Lo5cwiPZOCIFp_JgP3T-JPCGB5GgnDqIxDpnKVM92JCBfeT-5dTCE8DPSyGtLJ5S3FHNPnLBwl6SlnnrPMxNTTLTgE/s1600/EUEUEU.jpg" imageanchor="1" style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="516" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7w_UgNLsmJ1MH3qNLbh3Vqd6HoAITGwap51eoU9AFBJitu6mi5Lo5cwiPZOCIFp_JgP3T-JPCGB5GgnDqIxDpnKVM92JCBfeT-5dTCE8DPSyGtLJ5S3FHNPnLBwl6SlnnrPMxNTTLTgE/s640/EUEUEU.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Qual a finalidade de ter um blog? Acho que primordialmente é falar de coisas que você gosta ou faz. E o post de hoje é sobre uma experiência minha. Ok? Ok.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei como é o calendário de feriados de todos os países do mundo, mas se você está no Brasil sabe que estamos no feriado de Finados, o que implica em viagens por todos os lados. Fugir da realidade é uma necessidade da grande maioria, então sempre que possível fazem isso. Comigo não foi diferente, tirando o fato de que eu, especificamente, não viajei. Rá! A questão é que ainda moro com meus pais e eles, assim como a maioria da minha família, viajaram. Sem contar os amigos que também viajaram, ou seja, está sendo um feriado bastante independente. E antes que fique com peninha de mim foi exatamente o que eu procurei que fosse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sempre me virei muito bem sozinho, sempre que possível quis ficar sozinho, então esse não é um fato novo. A questão desse feriado especificamente foi a preguiça de cozinhar. Não que eu seja um chef de cozinha, muito longe disso (ênfase no MUITO), mas nesse eu não quis acender nenhuma boca do fogão. Então até agora fiz todas as refeições possíveis na rua. E o jantar deste sábado não foi diferente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A pergunta que ficou na minha cabeça o dia inteiro foi a seguinte: aonde comer hoje a noite? Coloquei na cabeça que não ia muito longe, então sobravam basicamente duas opções: uma padaria que fechava cedo e um barzinho que abria tarde. Acho que falando assim fica meio óbvio qual foi a minha escolha. Mas o ponto aqui é o seguinte, como encarar uma ida ao bar sozinho? Já te garanto que não é muito fácil.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
Cheguei no bar ainda vazio, o que foi uma vantagem, fiz logo meu pedido e fiquei ali olhando pro nada enquanto tomava uma cerveja. E aqui é a primeira e talvez principal dificuldade: a solidão. Você não tem com quem brindar, com quem conversar, quem te entreter. Pra melhorar (só que não) eu era de longe a pessoa mais nova que estava ali, não era o único sozinho, pois um senhor da faixa dos 50 anos também estava ali tomando seu gelo. Por coincidência depois percebi que o conhecia, temos meio que algum parentesco&amp;nbsp;longínquo, mas não o cumprimentei, pois achei que ele não me reconheceria e já bastava estar sozinho num bar ao sábado pra me acharem meio estranho.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O tempo passa, você continua a olhar pro nada, olha pra TV e vê os clipes que estão passando, olha pra todos os casais e grupos de amigos que estão ali. E não sei, mas tinha a impressão que toda vez que concentrava no meu copo pra mais um gole eu achava que o bar inteiro olhava e comentava sobre aquele jovem bebendo e comendo sozinho. Só mais um sinal do quanto estou ficando maluco. Mania de perseguição. Risos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Você pede outra cerveja, a porção chega, é muita comida, muita bebida. Parece que sair de casa não foi feito para ser um programa solitário. Fora que você não sabe muito bem o que fazer, pra onde olhar, aí acaba por escutar trechos de conversas alheias e esperar por alguma casualidade engraçada do universo (que no meu caso aconteceu. obrigado, Thiago! obs.: Thiago é o dono do barzinho).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Depois de passar por isso só defino com uma palavra: interessante. Ao mesmo tempo que queria comer e beber o mais rápido possível pra sair daquele ambiente e voltar pra casa, era bom ter a calma de ter meu tempo, não importando nenhum outro acontecimento. Fora que sozinho e em silêncio você consegue refletir sobre tudo que se passa e não estou falando só do que acontece no bar, mas no geral.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
♫ &lt;a href="http://letras.mus.br/lulu-santos/35064/"&gt;Lulu Santos - Apenas Mais Uma De Amor&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
(tava tocando no bar quando eu saí de lá)&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7w_UgNLsmJ1MH3qNLbh3Vqd6HoAITGwap51eoU9AFBJitu6mi5Lo5cwiPZOCIFp_JgP3T-JPCGB5GgnDqIxDpnKVM92JCBfeT-5dTCE8DPSyGtLJ5S3FHNPnLBwl6SlnnrPMxNTTLTgE/s72-c/EUEUEU.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Ted, Pequeno Juan e Censura</title><link>http://khaledisse.blogspot.com/2012/09/ted-pequeno-juan-e-censura.html</link><category>Censura</category><category>Cinema</category><category>Politicamente Correto</category><category>Seth MacFarlane</category><author>noreply@blogger.com (Leandro Gomes)</author><pubDate>Tue, 25 Sep 2012 18:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1263126125168449349.post-9161335040115835402</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Censura é uma merda&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9FeogoNBzxw/TYixLX4UoII/AAAAAAAATt8/Z0wDK3IS5TA/s1600/Protogenes-Queiroz.jpg" imageanchor="1" style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="408" src="http://4.bp.blogspot.com/-9FeogoNBzxw/TYixLX4UoII/AAAAAAAATt8/Z0wDK3IS5TA/s640/Protogenes-Queiroz.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Sexta-feira passada, 21 de setembro, entrou em cartaz aqui no Brasil o filme Ted, último trabalho do roteirista, ator, produtor e agora diretor Seth MacFarlane. Você não tem obrigação de saber quem ele é, mas estou falando só do criador de Family Guy, American Dad! e The Cleveland Show, três dos desenhos mais sensacionais já feitos na face desse planetinha chamado Terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No filme em questão, John Bennett (Mark Wahlberg) faz um pedido ao Papai Noel de que seu ursinho de pelúcia ganhe vida. O pedido é atendido e Ted (Seth MacFarlane) se torna o grande amigo do menino John. Com o passar do tempo Ted vai ficando bem mal humorado e mal educado e adulto John precisa escolher entre o amigo e a namorada, Lori Collins (Mila Kunis) (sinopse desse ou de qualquer filme é uma completa bosta). Enfim, filme do Seth MacFarlane é mais do que esperado ter o humor que faz uso do politicamente incorreto, só ver o currículo do cara, mas parece que não foi isso que o deputado federal Protógenes Queiroz (PC do B - SP) pensou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
O congressista, que parece ser até um bom deputado, levou seu filho de 11 anos - o pequeno Juan - para assistir Ted, que tem classificação etária de 16. Eu não sei se ele foi enganado pelo poster do filme, ou algo do tipo, o que eu sei é que ele xingou muito no &lt;a href="https://twitter.com/ProtogenesQ"&gt;Twitter&lt;/a&gt;. Só pra você ter um pequeno exemplo: "Acionarei os meios legais, a fim de impedir q o lixo o filme infanto-juvenil "TED" seja exibido nacionalmente e apurar responsabilidades".&amp;nbsp;Eu não sei nem por onde começar&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;1.&amp;nbsp;Pequeno Juan assistiu um filme indicado para pessoas 5 anos mais velhas do que ele&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Faltou responsabilidade ao congressista. Eu não levaria meu filho pra assistir um filme com indicação acima da idade dele, pois tenho noção do que poderia ser assistido. Mesmo com um ursinho de pelúcia no cartaz. Não é porque o responsável está do lado que o conteúdo vai mudar.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;2.&amp;nbsp;Ted não é um filme infanto-juvenil&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Além da classificação etária, que deixa isso bem claro, estamos falando de Seth MacFarlane. Que trabalho dele é infanto-juvenil? Ou só por ter bichinhos e/ou ser desenho é infanto-juvenil? Hentai é infanto-juvenil então? (Três frases seguidas usando "infanto-juvenil". YEAH!)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;3.&amp;nbsp;Eu não assisti ainda (é, eu sei, mau minha), mas tenho certeza que não faz apologia as drogas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As pessoas, principalmente as chatas pra caralho, tem essa mania de dizer que determinadas formas de entretenimento fazem apologia às drogas, à violência, ao sexo, pra tudo acham um motivo pra fazer barulho. Fechando esse raciocínio deixa a frase do Abel Ferrara, cineasta americano: "Meus filmes são violentos. Não resta dúvidas. Mas os filmes não matam pessoas, pessoas matam pessoas".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;4.&amp;nbsp;Que poder um deputado acha ter pra tentar censurar alguma coisa?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ok, ele é um congressista, um cargo muito importante, apesar dos inúmeros palhaços que ocupam cargos públicos atualmente, mas eu tenho direito de assistir o que eu quiser. Censura é uma merda, em todos os sentidos, mas talvez ele só esteja fazendo jus ao C que faz parte do nome do partido dele.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
Eu sinceramente espero que o deputado tome consciência do tamanho das besteiras que ele falou, são totalmente&amp;nbsp;incabíveis, a não ser que voltamos pra ditadura e esqueceram de me avisar. O que mais me irrita nisso tudo é o fato de o que consideram como politicamente correto aqui no Brasil toma proporções que sinceramente me assustam. E isso vindo de todos os lados: religiosos, comunistas, formadores de opinião... chega dessa merda!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ps. O filme, que ainda tem Joel McHale (&lt;i&gt;Community&lt;/i&gt;), Giovanni Ribisi (&lt;i&gt;Avatar&lt;/i&gt;) e Patrick Warburton (&lt;i&gt;Rules of Engagement&lt;/i&gt;), foi produzido com um orçamento de US$ 38,7 milhões e só no primeiro fim de semana nos Estados Unidos fez US$ 54,1 milhões e ao redor do mundo já foram mais de US$ 400 milhões (!!!), então assista e dê mais dinheiro pro Seth.&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://4.bp.blogspot.com/-9FeogoNBzxw/TYixLX4UoII/AAAAAAAATt8/Z0wDK3IS5TA/s72-c/Protogenes-Queiroz.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>