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Granziera)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>777</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/LaCucinetta" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="lacucinetta" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">LaCucinetta</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><feedburner:feedFlare xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" href="http://add.my.yahoo.com/rss?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FLaCucinetta" src="http://us.i1.yimg.com/us.yimg.com/i/us/my/addtomyyahoo4.gif">Subscribe with My Yahoo!</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" href="http://www.newsgator.com/ngs/subscriber/subext.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FLaCucinetta" src="http://www.newsgator.com/images/ngsub1.gif">Subscribe with NewsGator</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FLaCucinetta" src="http://o.aolcdn.com/favorites.my.aol.com/webmaster/ffclient/webroot/locale/en-US/images/myAOLButtonSmall.gif">Subscribe with My AOL</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" href="http://www.bloglines.com/sub/http://feeds.feedburner.com/LaCucinetta" src="http://www.bloglines.com/images/sub_modern11.gif">Subscribe with Bloglines</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" href="http://www.netvibes.com/subscribe.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FLaCucinetta" src="http://www.netvibes.com/img/add2netvibes.gif">Subscribe with Netvibes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" href="http://fusion.google.com/add?feedurl=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FLaCucinetta" src="http://buttons.googlesyndication.com/fusion/add.gif">Subscribe with Google</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" href="http://www.pageflakes.com/subscribe.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FLaCucinetta" src="http://www.pageflakes.com/ImageFile.ashx?instanceId=Static_4&amp;fileName=ATP_blu_91x17.gif">Subscribe with Pageflakes</feedburner:feedFlare><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-764584486472288999.post-6906288295796110863</guid><pubDate>Wed, 05 Jun 2013 13:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-06-05T10:33:32.254-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">receitas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">bolos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">estórias de cozinha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">doces</category><title>Semana da gororoba e bolo de gengibre fresco</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0tdqdxH3SUU/Ua86k1v5vLI/AAAAAAAAE_4/8QpCxNvEJpQ/s1600/bolgeng.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-0tdqdxH3SUU/Ua86k1v5vLI/AAAAAAAAE_4/8QpCxNvEJpQ/s400/bolgeng.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Já devo ter contado essa história antes, mas vamos lá... Há muitos anos atrás, quando comecei a me interessar por cozinha, resolvi preparar lasagne verde com berinjela. A falta de experiência fez com que calculasse errado a quantidade de ingredientes, e acabei fatiando mais berinjela do que o necessário. Fiquei atrapalhada e sem saber o que fazer com aquele excesso, quando meu pai me interrompeu: "Um bom cozinheiro não desperdiça comida", disse ele, imediatamente apanhando as berinjelas para um outro prato improvisado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre me lembro desse episódio na Semana da Gororoba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Semana da Gororoba é como eu chamo aquela semana em que você está com o saco na lua, como diria meu pai, e lavar alface recém-comprada na feira parece trabalho demais. E então você olha para sua geladeira e sua despensa e decide que é hora de lançar mão da criatividade e dar cabo daquele queijo mofando, do sauerkraut sem destino, do feijão congelado, da lata de atum fazendo aniversário. A Semana da Gororoba tem duas regras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. deve usar apenas o que há em casa, de preferência a maior quantidade de ingredientes velhos e esquecidos possível;&lt;br /&gt;
2. deve ser fácil de preparar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Semana da Gororoba é ótima para colocar em uso aquele ingrediente que é tão especial que, de tanto ficar reservado para uma boa ocasião, já está vencendo – você finalmente usa porque é só o que sobrou de comestível mesmo. Ou para fazer a rapa no freezer e descongelar aquela sopa que você nunca lembra que está lá. Ou para finalmente testar aquela receita daquele livro para a qual você jamais teria comprado os ingredientes especialmente. É ótima também para testar adaptações e usar aquele queijo meia cura esquecido no lugar do cheddar que a receita pede, ou farinha integral no lugar da branca que acabou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Semana da Gororoba produz fritatta de spaghetti de ontem, sopa de sauerkraut, bolo sem farinha, transforma baba ganoush em molho de macarrão, pão velho em pudim, e até pega um molhinho de frutas vermelhas que sobrou da panna cotta e, acrescido de açúcar, transforma em uma geleia rapidíssima, em dez minutos, para ir ao sanduíche do pimpolho na escola. Você fica se sentindo competente e frugal. Às vezes aparecem gororobas que fazem jus ao nome e você come de pura dó, mas, com tantos livros de culinária à disposição, você sempre encontra alguma receita que use três ingredientes bizarros juntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O caso é que a Semana da Gororoba tem acontecido com mais frequência nesses tempos corridos. E nunca meu freezer foi tão movimentado e tão importante. Tenho aprendido como é bom fazer o dobro daquelas enchiladas que dão um trabalhão e congelar uma travessona imensa. Ou fazer muffins para o lanche do Thomas para daqui a um mês. Ou cozinhar e congelar todo o saco de feijão de uma só vez. Como alivia saber que um dia da semana você pode ficar pintando ao invés de correr para fazer o jantar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse bolo de gengibre fresco é ótimo para a Semana da Gororoba pois&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0tdqdxH3SUU/Ua86k1v5vLI/AAAAAAAAE_4/8QpCxNvEJpQ/s1600/bolgeng.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
, além de perigosamente delicioso, usa aquele pedaço gigantesco de gengibre que você comprou na feira um dia e esqueceu, e que aquelas receitinhas asiáticas que pedem por bocadinhos de dois centímetros não deram conta. Além disso, ele é tão úmido, que o fato de eu ter usado metade de farinha integral (pois a branca acabara) não influenciou em nada na textura, e acredito mesmo que poderia tê-lo feito inteiro com ela. O bolo é perfumado, apimentado, estupidamente macio, maravilhoso com uma xícara de chá quentinha nessa friaca ou com uma compota de frutas da estação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto o bolo vai sumindo da bancada mais rapidamente do que minhas ancas parideiras gostariam, vou vendo o fundo da geladeira e da despensa aparecendo. Nunca vou entender o prazer que me dá em esvaziar minha geladeira. Se é competência, se sinal de transtorno-obsessivo-compulsivo ou simples falta de coisa melhor com o que se preocupar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;BOLO DE GENGIBRE FRESCO &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(do ótimo &lt;a href="http://www.amazon.com/Ready-Dessert-My-Best-Recipes/dp/1607743655/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1370439153&amp;amp;sr=8-1&amp;amp;keywords=ready+for+dessert"&gt;Ready for Dessert, de David Lebovitz&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;Rendimento: 1 bolo de 23cm, cerca de 10-12 pedaços grandes.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;115g gengibre fresco (um pedaço do tamanho de uma banana), descascado e picado muito miudinho, com faca ou processador&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 xic (250ml) melaço de cana&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 xic. (200g) açúcar cristal orgânico&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 xic. (250ml) óleo vegetal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2 1/2 xic. (350g) farinha de trigo branca, integral fina ou uma mistura dos dois&amp;nbsp; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (chá) canela em pó&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) cravo moído&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) pimenta-do-reino moída na hora&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 xic. (250ml) água&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2 colh. (chá) bicarbonato de sódio&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2 ovos grandes, orgânicos, em temperatura ambiente&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte com manteiga uma forma de 23cm e 5cm de altura, e forre o fundo com papel manteiga.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Numa tigela grande, misture com um batedor de arame o melaço, o óleo e o açúcar. Numa tigela menor, misture a farinha, a canela, cravo e pimenta.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Numa panela, ferva a água. Misture o bicarbonato e então junte isso à tigela do melaço, misturando com o batedor de arame. Junte o gengibre picado.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Gradualmente peneire a farinha sobre a tigela de melado, misturando até que esteja incorporada. Junte os ovos e misture com o batedor até que estejam bem incorporados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Despeje a massa na forma e asse por cerca de 1 hora, ou até que um palito inserido no meio saia limpo. Tire do forno e deixe esfriar completamente antes de passar uma faca nas laterais e desenformar. O bolo se mantém bem em temperatura ambiente por vários dias, e pode ser congelado por até 1 mês.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-swflYpKWpNg/UZN0u4bBnMI/AAAAAAAAE-Q/Jah2FmiowKQ/s1600/mufbanavequin.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-swflYpKWpNg/UZN0u4bBnMI/AAAAAAAAE-Q/Jah2FmiowKQ/s400/mufbanavequin.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
De repente você pára de dar conta. De repente faz três dias que não consegue trabalhar. De repente, há pêlos de cachorro para todos os lados. De repente, sua nenê que passava horas dormindo agora quer brincar de ficar sentadinha, exigindo sua atenção constante. De repente seu mais velho não quer cochilar à tarde e resolve correr enlouquecidamente pelo quintal, catando taturanas, exigindo também sua atenção constante. De repente você olha a geladeira cheia e simplesmente não consegue processar a matemática de combinações que pode gerar uma ideia para o almoço. De repente faz um mês que você não escreve no blog.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você percebe não só tarefas se acumulando à sua volta, mas caraminholas se embaralhando na sua cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a criança tem que levar algo de lanche na escola, e não pode ser uma batata crua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fica feliz então de ter arrancado do freezer na noite anterior um muffin de quinua, avelã e banana, e deixado descongelar durante à noite. De manhã cedo ele está macio e fresquinho como se tivesse sido assado no dia, e é enfiado na lancheira junto com uma limonada feita às pressas e um potinho com cubinhos de queijo meia-cura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criança feliz e alimentada, mãe menos surtada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses muffins foram uma agradável surpresa, pois sempre tive um enorme pé atrás com gluten-free-baking. Na verdade, quando recém-saídos do forno, os muffins são um pouco 
esfarelentos. Mas uma vez frios, sua textura melhora, e ficam mais 
densos e gostosos. Mas esses muffins de banana são muito saborosos e complexos, e aplacam a neura nutricionista de mães paranóicas quando seu filho resolve que não quer almoçar – dá um alívio pensar que ele está comendo quinua e trigo sarraceno no lanche. ;) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;MUFFINS DE BANANA, AVELÃ, QUINUA E CHOCOLATE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(do livro La Tartine Gourmande, de Béatrice Peltre)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: 12 muffins&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;Ingredientes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;40g avelãs ou nozes&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;2 ovos grandes, orgânicos&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;1/2 xic. (100g) açúcar cristal orgânico&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;8 colh. (sopa) (113g) manteiga sem sal, derretida&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;1/4 xic. iogurte natural integral&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;1/2 xic. (70g) farinha de trigo sarraceno&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;1 xic. (120g) farinha de quinua&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;1/2 xic. (60g) farinha de avelã (avelãs moídas no processador até virarem uma farinha grosseira)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;1 pitada de sal&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;1 colh. (chá) fermento químico em pó&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;1/2 colh. (chá) bicarbonato de sódio&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;3 bananas maduras, amassadas com um garfo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;90g chocolate amargo (70%) picado&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;Preparo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Toste as avelãs ou nozes numa frigideira em fogo médio até que liberem perfume e dourem ligeiramente. Se estiver usando avelãs, esfregue-as num pano de prato para liberar as cascas e pique-as. Se estiver usando as nozes, apenas pique-as.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Pré-aqueça o forno a 180ºC e forre uma forma de muffins com forminhas de papel.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Na batedeira, bata os ovos e o açúcar até que fique claro e fofo. Junte a manteiga derretida e o iogurte e bata até que fique homogêneo.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Numa tigela, misture as farinhas, o sal, fermento e bicarbonato. Junte à mistura de ovos e misture apenas até que não se veja mais farinha. Junte as bananas, avelãs (ou nozes) e chocolate e misture delicadamente.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Distribua nas forminhas e leve ao forno por 25-30 minutos ou até que uma faca inserida no meio de um deles saia QUASE seca. Remova do forno e deixe que esfriem por alguns minutos antes de desenformar e deixar que esfriem completamente. Depois de frios, podem ser embalados num saco plástico e congelados. Para descongelá-los, asse-os no forno a 150ºC por alguns minutos ou tire do freezer para descongelar dentro de um pote durante a noite.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ByscqbRThNg/UXF8qrzdrsI/AAAAAAAAE7U/28qnJbnFg_w/s1600/truchocmat.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-ByscqbRThNg/UXF8qrzdrsI/AAAAAAAAE7U/28qnJbnFg_w/s400/truchocmat.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Nas minhas arrumações catárticas, muitas vezes mando coisas embora das quais depois me arrependo. Como quase tudo o que é para doação passa pelo filtro da casa da minha mãe e ela já me conhece bem, quase sempre as coisas permanecem ali por um tempo, como um purgatório de objetos indesejados antes de seu destino final. E, nisso, acabo arrebanhando de volta algumas tralhas. Às vezes para o bem, às vezes para o mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaria de dizer que meu caso com o Larousse do Chocolate era de amor e ódio, mas era mais uma questão de ódio e obsessão mesmo. Se por um lado o livro é absolutamente impreciso e cheio de erros, por outro trazia ideias de guloseimas que se fixaram em minha mente de um jeito que sempre que tento mandar o livro embora, ele acaba voltando. Um bumerangue literário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das receitas que havia anos estava encravada no meu cérebro eram as trufas de chocolate branco e matcha de Pierre Hermé. A foto era interessantíssima, de trufas cortadas ao meio, mostrando um recheio verde intenso, uma camada de chocolate branco por fora e, encobrindo tudo, pistache picado e um delicado pó verde, como limo fluorescente em pedras de rios cristalinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas essa era justamente a receita que mantinha o livro indo e vindo da minha casa. Se a foto apetecia, a receita não fazia jus. Não havia indicação nenhuma em toda a receita sobre a tal camada incólume de chocolate branco a cobrir a trufa verdinha. Depois, há duas menções do uso do matcha na receita: uma vez no creme de leite e outra vez junto ao açúcar e pistache, na cobertura. No entanto, o matcha aparece na lista de ingredientes apenas uma vez: junto do creme de leite – e não há nenhuma observação quanto à divisão da quantidade para cada etapa. Fora a quantidade do pó, que me parece muita coisa, ainda o texto informa que deve-se rolar as trufas no cacau. Hein?? Quem foi o revisor dessa joça?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí que nessa que foi uma das muitas idas e vindas do livro, resolvi que era hora de preparar as tais trufas e tirá-las do meu caminho. Principalmente porque desta vez me considero gata escaldada o bastante para identificar alguns erros básicos em livros de culinária e corrigi-los antes de estragar toda a receita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E saí adaptando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, dividi a receita ao meio, pois cinquenta trufas de um sabor tão específico (e uma receita tão inexata) me pareciam demais. Em seguida, diminuí a quantidade de matcha. Ok, desta vez foi porque eu só tinha 4 envelopinhos mesmo. Mas não me arrependo, pois o amargor e o gosto herbáceo do matcha ficaram bastante em evidência já nessa quantidade. Não tinha açúcar de confeiteiro e usei o cristal. Também omiti o matcha da cobertura porque não tinha mais. Por último, usei o pistache cru sem sal, porque era o que eu tinha e porque, convenhamos, pistache é caro pra chuchu.  (Já dá pra ver um padrão de preguiça de ir ao supermercado se instalando e sendo o grande causador das adaptações.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O resultado... ficou MUITO bom! :D Aprovado pela cozinheira, marido e pelo pequeno devorador de trufas verdes. O sabor vem em camadas a cada mordida: primeiro o pistache crocantinho, depois o doce e macio do chocolate branco, então o amargo do matchá, e em seguida o pistache envolto em açúcar de novo. Delicioso para quem não gosta de doces apenas doces, mas com algo mais, e, principalmente, para quem aprecia chá verde. o/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que vai ser do livro? Provavelmente vai ficar por aqui. Mas completamente rabiscado de correções e adaptações e sob um severo olhar de desconfiança. ¬_¬&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;TRUFAS DE CHOCOLATE BRANCO, MATCHA E PISTACHE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(adaptado do bizarro e não muito confiável Larousse do Chocolate)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: cerca de 25 trufas pequenas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Ingredientes:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;100ml creme de leite fresco&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;6g matcha (chá verde em pó – um pó verde fluorescente)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;200g chocolate branco de qualidade (usei Lindt), picado&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;50g manteiga sem sal, gelada&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;1/3 xic. açúcar cristal orgânico&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;1/2 xic. pistache cru sem sal (com pele ou não)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Preparo:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Coloque o creme de leite em uma panela e leve à fervura. Desligue o fogo e junte o matchá, misturando bem até que esteja dissolvido.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Junte o chocolate picado em três levas, mexendo bem até que esteja dissolvido. Junte a manteiga e misture bem com um fouet, até que o creme esteja liso. Despeje num pote, tampe e leve à geladeira por cerca de 2 horas ou até que fique firme.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Pique finamente o pistache e misture ao açúcar. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Faça bolinhas com o creme mais ou menos uniformes, um pouco maiores que uma bola de gude, e role na mistura de pistache. Mantenha as trufas na geladeira, em pote fechado. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BY0aEN1yb68/UWvmMH2k1yI/AAAAAAAAE7E/bPtsO70Q_jw/s1600/pacenamechoc.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-BY0aEN1yb68/UWvmMH2k1yI/AAAAAAAAE7E/bPtsO70Q_jw/s400/pacenamechoc.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Comecei a ler revistas de culinária na época da faculdade, quando meu interesse por cozinha de fato explodiu. Comprava a &lt;a href="http://www.gula.com.br/"&gt;Gula&lt;/a&gt; e a Cláudia Cozinha, e ficava recortando minhas receitas favoritas e colando num caderno . Mas a Gula fazia vinaigrettes com 25 ingredientes e a Cláudia Cozinha parecia resultar em sobremesas sempre com gosto de amido e pratos salgados que careciam de um algo mais. Acabei trocando tudo pela &lt;a href="http://www.gourmet.com/"&gt;Gourmet&lt;/a&gt;, americana, da qual eu cozinhava de fio a pavio, e tudo era simples, e prático, mas ainda assim com um sabor sofisticado, e casava muito bem com o tipo de comida que eu gostava de preparar todo dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí mataram a Gourmet e eu fiquei órfã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí me apresentaram a &lt;a href="http://www.donnahay.com.au/"&gt;Donna Hay&lt;/a&gt; e eu descobri a &lt;a href="http://www.jamieoliver.com/books-and-media/#jamie_magazine_bg"&gt;revista do Jamie Oliver&lt;/a&gt;. As duas lindas. A primeira, com o benefício de estar no mesmo hemisfério que eu, e, portanto, ter uma sazonalidade de frutas e verduras semelhante. Bem melhor que ter de esperar meses pra fazer na Páscoa aquela receita de edição especial de Natal. :P&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas logo percebi que, apesar de linda, eu quase nunca cozinhava nada da revista do Jamie Oliver. Parecia que eu nunca tinha todos os ingredientes, ou a receita não me apetecia como um todo. Talvez seja mais feita para o público britânico do que os livros ou os programas de tv. E a Donna Hay, apesar de linda, é muito superficial: só fotos e receitas, quando eu adoro, na verdade, ler as reportagens que deveriam acompanhar a escolha daquele prato específico. Saudades da Gourmet. E, no fim, a revista é centrada demais em pratos com carne, e eu acabava cozinhando muito pouco dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então que um dia notei na banca que havia mais revistas brasileiras de culinária. Ainda tentei a Gula novamente, mas de fato não é para o meu gosto. Muito cheia de frufru. Ando mesmo é gostando um bocado da &lt;a href="http://revistamenu.terra.com.br/"&gt;Menu&lt;/a&gt;, que tem bons textos, e da &lt;a href="http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Casaejardim/0,,16777,00.html"&gt;Casa e Comida&lt;/a&gt;, da qual tenho cozinhado um bocado. Parece que as editoras brasileiras acertaram a mão, enfim, entre um conteúdo que case bem ingredientes nacionais com importados, e traga receitas mais interessantes, mais complexas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trocando as importadas pelas nacionais. :)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu não tenho mais aquele tempo lindo para sentar no sofá e ler revistas. Folheio um pouco por vez (assim como leio livros) enquanto amamento. (Digito esse texto com a mão esquerda, enquanto a pequena amazona se pendura ao peito.) O breve espaço de tempo que tenho pela manhã tenho usado para trabalhar. Considero-me em regime de semi-licença-maternidade. Não estou ativamente correndo atrás de trabalho, mas estou pegando quando aparece. Enquanto isso, a &lt;a href="http://desenhoque.tanlup.com/"&gt;minha loja continua funcionando&lt;/a&gt;, inclusive vendendo algumas pinturas originais, a quem interessar. :)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À tarde é de fato mais fácil fazer pão com a pimpolhada do que pintar. Daí que tenho conseguido botar minha padaria em dia. Esse pãozinho saído da Casa e Comida ficou uma delícia, ainda que tenha precisado acrescentar mais água do que pede a receita. Adorei o fato de levar um pouquinho de centeio, que eu adoro, e a mistura de chocolate e ameixas secas. Ele fica particularmente bom quentinho e com requeijão. :)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obs: fiz metade da receita, pois a original rendia 50 pãezinhos, coisa que não cabe nem no meu freezer. Aliás, os pães congelam bem. Para comer de manhã cedo, basta tirar do freezer e deixar na bancada (ainda embalado em filme plástico ou dentro de um pote) durante a noite. Ah, só achei meio bizarro isso de metade da receita ser em volume, outra em peso, mas beleza. ¬_¬ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;PÃO DE CHOCOLATE E AMEIXA COM CENTEIO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(ligeiramente adaptado de receita de Julice Vaz, &lt;a href="http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Casaejardim/0,,16777,00.html"&gt;revista Casa e Comida&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tempo de preparo: 2h30 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: 16-24 pãezinhos, dependendo do tamanho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;Ingredientes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;750g farinha de trigo orgânica ou para pães&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;1/4 xic. farinha de centeio&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;1/2 colh. (chá) rasa de sal&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;3/4 xic. açúcar cristal orgânico&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;8g fermento ativo seco instantâneo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;1 ovo grande, orgânico&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;50g manteiga sem sal em temperatura ambiente&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;250ml de água morna (acrescente mais, de colher em colher, se a massa estiver muito seca)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;1/2 xic. ameixa seca sem caroço picada&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;1/2 xic. chocolate meio amargo picado&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;Preparo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Polvilhe o fermento sobre a água morna e espere que espume um pouco, cerca de 5-10 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Numa tigela grande, misture as farinhas, o sal, o açúcar e a manteiga. Junte o ovo e o fermento e misture bem, sovando na bancada por uns 10 minutos até que a massa fique homogênea. A massa deve ficar macia e lisa, sem grudar nas mãos, mas não excessivamente seca, ou pode ficar pesada depois de assada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Junte a ameixa e o chocolate e sove novamente, até que os ingredientes estejam bem espalhados na massa. Forme uma bola, coloque de novo na tigela, cubra com um pano e deixe fermentar por cerca de 1 hora.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Retire a massa da tigela e divida a massa em porções iguais. A receita original sugeria cerca de 25 bolinhas, mas por preguiça, dividi em apenas 16. Distribua as bolinhas em duas assadeiras. Cubra com um pano e deixe que fermentem por mais 1 hora.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Pré-aqueça o forno a 180ºC. Faça cortes em cruz sobre os pãezinhos com uma faca afiada. Asse uma leva de pães por vez, por cerca de 20 minutos, ou até que estejam dourados e assados. Deixe esfriarem sobre uma grade e só congele os pães depois de completamente frios. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LaCucinetta/~4/0GB2jTAppDU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://www.lacucinetta.com.br/2013/04/paozinho-com-centeio-chocolate-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana E.G. Granziera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-BY0aEN1yb68/UWvmMH2k1yI/AAAAAAAAE7E/bPtsO70Q_jw/s72-c/pacenamechoc.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-764584486472288999.post-2509300767353946159</guid><pubDate>Fri, 12 Apr 2013 13:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-13T08:02:54.225-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">receitas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">americano</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">doces</category><title>"Dadinho" o car*lho! Meu nome é "Peanut Butter Fudge"!</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7_6PTWMmQNc/UWf-DKVMBSI/AAAAAAAAE60/pg441KMoORo/s1600/pebutfud.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-7_6PTWMmQNc/UWf-DKVMBSI/AAAAAAAAE60/pg441KMoORo/s400/pebutfud.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Ainda posso usar essa piada do título ou está datada demais? Hmmm... a outra opção era "Dadinho. Só que não." Mas é muito da modinha. Então fica assim. Consegui enfiar um palavrão pesado no título e, teoricamente, me safar dessa. ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavrão é o que às vezes tenho vontade de berrar no ouvido de quem entra no blog dos outros para trolar gratuitamente. Já falei e fui (de novo) trolada por isso: não gosta, não lê. Mas tem gente que não entende. De qualquer forma, ando tentando (sem sucesso) controlar a quantidade de palavrões que falo perto do meu filho, para que a primeira frase dele não seja "vá tomar no c*". Confesso que é difícil e agora entendo as expressões engraçadas que ouvi meu pai dizer a vida toda: "Carambola!" e "Os que for da família!" hehe...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O caso é que um comentário extremamente grosseiro no post anterior, ao invés de sucitar em mim a vontade de viver na Idade Média e poder carregar comigo e fazer uso indiscriminado de um &lt;a href="https://www.google.com.br/search?q=mangual&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;hs=zxJ&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;tbo=u&amp;amp;source=univ&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=tP9nUdrOGJGe8gT5hoDwCA&amp;amp;ved=0CD4QsAQ&amp;amp;biw=1212&amp;amp;bih=816"&gt;mangual&lt;/a&gt;, fez com que eu me lembrasse de toda uma categoria de coisas gostosas que eu andava negligenciando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COMO ASSIM eu tenho uma criança em casa e nunca preparei bombons, caramelos e pirulitos??? o_O&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saí loucamente fuçando em meus livros atrás de docinhos tipo "candy". Afinal, Thomas já está muito bem familiarizado com bolos, biscoitos, pudins e sorvetes (última compra por impulso foi um conjuntinho para picolé pequenininho, perfeito para o tamanho dele). Delícia é ter em casa uma criança que não foi educada na base do "sabor chocolate" e "sabor morango", e que por isso explora de peito aberto a miríade de gostos possíveis numa sobremesa. Vê-lo comendo panna cotta de açafrão e cardamomo, com pistache e canela, foi para mim a prova cabal de que não existe isso de "paladar infantil". O que existe é "paladar estragado". Para ser justa, acho que o moleque comeria até um tablete de manteiga enfiado no açúcar, no melhor estilo Homer Simpson. :P &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí que quero muito explorar gostos diferentes em docinhos mais porqueira, desses carregados de açúcar, que você serve assim, em bocadinhos bem pequenos. E esse peanut butter fudge é para ser comido com parcimônia. Mesmo por que, se alguém conseguir comer um prato cheio disso de uma sentada, ganha um belo troféu trasheira. Confesso, no entanto, que toda vez que abro a geladeira, roubo um quadradinho. Perigo. Perigo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para uma ex-viciada em Dadinhos – já falei quão roliça fui na infância? – esses quadradinhos são nostálgicos, ainda que não exatamente iguais. Usei açúcar cristal ao invés do de confeiteiro, o que deixou a textura um pouco granulosa. Recomendo usar o de confeiteiro mesmo, para que fique bem homogêneo. Também usei manteiga de amendoim natural (amendoim sem pele, torrado no forno e batido no processador até virar manteiga). Provavelmente o resultado com manteiga de amendoim convencional encontrada aqui no Brasil seja completamente diferente, e provavelmente ainda mais doce. O gosto dos quadradinhos é bem esse, manteiga de amendoim doce, como uma paçoca úmida. Não tem a complexidade de sabor que um fudge de chocolate pode ter. mas é viciante para quem gosta de amendoim. Começo os docinhos com algo simples e fácil, mas já ando muito de olho em técnica de temperar chocolate e forminhas de pirulito. A louca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só para constar, e em resposta à trolagem gratuita... Thomas foi num bufê infantil e, espontaneamente (para minha franca surpresa), esticou o braço para cima da mesa dos adultos e roubou... um palito de cenoura. Toma essa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:P&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;PEANUT BUTTER FUDGE&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(Da revista Donna Hay)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;150g manteiga sem sal, cortada em cubos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/3 xic (80ml) creme de leite (usei o fresco, mas acho que pode ser o comum)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2 xic. (390g) manteiga de amendoim&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (chá) extrato de baunilha&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2 1/2 xic. (400g) açúcar de confeiteiro, peneirado&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Unte ligeiramente uma forma quadrada de 20cm e forre com papel-manteiga. Coloque o açúcar numa tigela grande e reserve.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Coloque a manteiga, creme, manteiga de amendoim e baunilha numa panela e leve ao fogo médio, mexendo sempre até que esteja homogêneo e começando a borbulhar.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Tire do fogo e imediatamente misture ao açúcar, mexendo rapidamente para incorporar e obter uma mistura lisa.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Derrame a mistura na forma preparada e alise a superfície.Coloque uma folha de papel manteiga por cima, terminando de alisar, e leve à geladeira até que esteja firme o bastante (mínimo de 1 hora). Corte em quadradinhos pequenos e guarde em pote fechado na geladeira por até 2 semanas.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4TeYN9Uejlw/UVmRD4lRKTI/AAAAAAAAE6k/zix9KJuZcyc/s1600/finaveama.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-4TeYN9Uejlw/UVmRD4lRKTI/AAAAAAAAE6k/zix9KJuZcyc/s400/finaveama.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Tenho boas memórias das Páscoas passadas. Ok, talvez menos uma, em que, com o olho maior que a barriga, comi todo o meu chocolate de uma vez e passei mal. Mas ainda assim, as boas memórias superam as ruins. Lembro do bacalhau da Sexta-Feira Santa, coisa mesmo de uma vez ao ano, pois bacalhau era caro, lembro de acordar cedo para encontrar a cestinha de vime com meu nome e com os chocolatinhos do Coelho da Páscoa e de levar pedacinhos do ovo embrulhados em papel alumínio no lanche da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os eventos religiosos na escola de freiras foram integralmente apagados da minha mente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O caso é que, assim como aconteceu com o Natal, percebi que minhas memórias mais gostosas e persistentes tinham a ver com a comida. E, por consequência, as pessoas que haviam preparado aquela comida e dividido ela comigo. Mas se eu ganhei um ovo ao leite ou crocante, não sei. A não ser pelos ovinhos que meus pais nos davam todos os anos, pequenos, cobertos de açúcar para parecerem ovos de galinha, e que precisavam ser quebrados com um martelo de cozinha, não me lembro de nenhum outro. Mas esses, talvez pelo inusitado e pelo modo divertido com os comíamos, ficaram marcados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa foi a segunda Páscoa do Thomas. E a segunda Páscoa em que ele não ganhou ovo e eu fiquei, confesso, sem saber o que fazer a respeito. A coisa toda do ovo de chocolate parece ter saído de controle. O que me parecia uma diversão inocente naquela época virou mais um exemplo de excessos. Fui criada como católica, mas hoje me considero muito mais uma pessoa espiritualizada do que pertencendo a qualquer religião organizada. Nesse ínterim, meu marido e eu sabemos exatamente como explicar Natal a nossos filhos, e como incorporar Papai Noel na jogada sem deixar que o feriado seja uma mera questão de soterrar crianças com brinquedos (já pedimos aos familiares que dêem apenas lembrancinhas – qualquer presente grande ou mais caro é pai e mãe que dão). Agora Páscoa... por algum motivo parece mais difícil. Pelo menos por enquanto, em que é complicado explicar o feriado a uma criança de 2 anos, e que, uma vez permitidos os ovos, a coisa foge ao controle. A escola mesma do meu filho distribuiu coelhos de chocolate, que, sem saber o que era, ele simplesmente levou na mochila. Uma vez longe do pimpolho, ele já tendo esquecido do coelho na mala, apanhei o coelho da Lacta para ler os ingredientes. Nada que prestasse. Ainda querendo dar uma chance, abri um pedacinho do papel e tirei um naquinho da orelha do bicho. Gosto de m*rda. Lixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eu também não posso exigir que a família saia por aí gastando os tubos para comprar chocolate belga para o menino. Não é justo e também não é o objetivo. Prefiro pedir que não dêem nada a ficar dando uma lista de regras chatas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano, o domingo de Páscoa foi também festinha de aniversário, pois Thomas faz 2 anos na quarta-feira. Daí que seu chocolate de Páscoa foi um enorme pedaço de bolo de brigadeiro e financiers de avelã, chocolate e amaranto, ambos feitos pela mamãe. Ano que vem, no entanto, ele talvez se pergunte a respeito dessa história de coelho, já que a própria escola (que é laica) fica dando liçõezinhas sobre o lado consumista do feriado: fala-se de coelho e chocolate, mas nada sobre a parte religiosa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí que ando pensando em outras atividades para fazer com o pimpolho. Se ano que vem chamo a família para uma caça aos ovos (de verdade, pintados) no jardim, para depois serem trocados por coisinhas gostosas de chocolate, por exemplo. Bom... tenho um ano para matutar. Mas adoraria saber se vocês têm alternativas ao safado do ovo de chocolate, e se as crianças (e o resto da família) abraçam ou não a ideia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois o mais difícil até agora não tem sido educar meus filhos a não relacionarem feriados a consumismo desenfreado. Isso parece fácil. O difícil é convencer os outros. Família e amigos parecem ficar ofendidos quando você explica que não precisa de presente de aniversário, Natal ou o que seja, porque a criança (ou mesmo nós, os pais) não precisa de nada, já tem bastante roupa, brinquedo, o que for, e que a companhia e a brincadeira é melhor do que um objeto. (E sim, eu fico chateada quando vejo que minha irmã, meus pais ou minha sogra ficaram tristes por eu "não deixar" dar presente.) Estamos, como sociedade, tão acostumados a medir nosso amor por uma pessoa pela quantidade de objetos que damos a ela, que nos perdemos um pouco, e nossa boa intenção e nosso amor vira dinheiro que não precisava ser gasto e acúmulo de objetos dos quais não precisamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa Páscoa, Thomas não ganhou nenhum ovo. De ninguém. Brincou loucamente com toda a família, e foi dormir feliz e exausto. Os financiers que ele surrupiou da bandeja sem que mamãe visse foram chocolate o bastante pra entretê-lo entre uma brincadeira e outra. ;) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A receita, ótima, é do &lt;a href="http://www.latartinegourmande.com/2011/10/26/gluten-free-chocolate-hazelnut-financier-handmade-zakka-craft-tuesday/"&gt;La Tartine Gourmande&lt;/a&gt;, mas ao invés de 8 formas de muffin normal, assei por 5 minutos a menos, na mesma temperatura indicada, 24 financiers em forma de mini-muffin. O perfume de avelã e chocolate que o forno exala é delicioso, e o amaranto se sente muito pouco, mas aplaca aquele pânico materno de nutricionismo. hehehe... (Se não tiver farinha de avelã no supermercado, basta pulsar avelãs no processador até ficar com textura de areia grossa – usei farinha feita com a avelã inteira, com casca e tudo, e ficou uma delícia). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De quebra, Thomas não tinha pedaço de ovo para levar de lanche, mas levou com gosto dois financiers, cujo papelzinho ele aprendeu a tirar com relativo cuidado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.latartinegourmande.com/2011/10/26/gluten-free-chocolate-hazelnut-financier-handmade-zakka-craft-tuesday/"&gt;Receita AQUI.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;[Em tempo: os pimpolhos eventualmente começarão a ganhar ovos de chocolate. Só estou deixando para quando forem um pouquinho mais velhos. Não tem porque entuchar de chocolate uma criança tão pequena. E essa é minha decisão. Não quer dizer que vá fazer de fato bem para os meus filhos, e com certeza não quer dizer que tem que ser feito assim para todo mundo.] &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-B72aimMk8X0/UQAAynMD2iI/AAAAAAAAE3c/vcD6uiKwxgQ/s1600/bolazealecchoc.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-B72aimMk8X0/UQAAynMD2iI/AAAAAAAAE3c/vcD6uiKwxgQ/s400/bolazealecchoc.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Desde que me mudei para fora de São Paulo uma coisa interessante tem acontecido. Uma coisa que sempre foi uma verdadeira luta para mim, e, ao contrário de todas as expectativas, aos 33 anos e tendo cuspido para fora duas crianças, tem acontecido com estranha facilidade: estou emagrecendo. Olho no espelho e não acredito que, dois meses e meio depois da Laura nascer, eu estou mais magra do que antes de engravidar do Thomas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
WTF?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é novidade que eu me preocupo com a alimentação do meu filho. Quero que ele experimente coisas novas o tempo todo, que seu prato seja sempre colorido e gostoso, e claro que acabo às vezes olhando e decidindo que é melhor que ele coma uma salada de cevadinha com legumes hoje, pois comeu macarrão ontem – o que quero dizer é que de vez em quando entro num pânico de nutricionismo com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que eu não esperava é que isso fosse representar toda uma miríade de novos grãos, combinações e sabores para mim também. A hora do almoço deixou de ser a hora do omelete solitário para virar mais uma oportunidade de um prato gostoso, interessante e saudável para nós dois. Para aproveitarmos a companhia um do outro e ensiná-lo bons hábitos, comemos sempre à mesa, tv desligada. Ele anda numa fase de nos imitar instantaneamente, então tem se aventurado mais com os talheres, e mesmo experimentado coisas que não gostava, como alface, ao me ver comer e soltar nham-nham's e hummmm's. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui em casa nunca se repetiu prato; faço sempre porções exatas, e o que sobra normalmente é para ser comido no dia seguinte, transformado em outra coisa. Minha filosofia é de que, se você comeu e ainda está com fome, aproveite para preencher o resto do espaço com a sobremesa; assim você não come mais do que deve e fica feliz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, no caso, por pânico nutricionista, raramente dou doce de sobremesa ao Thomas. Normalmente é fruta, e ultimamente tenho lhe dado também um pedacinho de um queijo diferente se ele continua com fome ou a refeição foi leve demais. Doce reservo para a hora do lanche da tarde. De manhã, o lanche é salgado ou é fruta, às vezes um iogurte. Também durante as refeições, bebe-se água, limonada ou chá gelado. Nunca suco. (Quando dou doce de sobremesa, costumo dividir minha porção com ele.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual não foi minha surpresa quando percebi que, ao comer como eu queria que meu filho comesse, comecei a emagrecer, durante a gravidez e agora, depois do bebê cuspido, sem ter voltado a correr ou fazer nenhum outro exercício além de passear cachorro e cuidar da casa e dos pimpolhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de comer porções pequenas (normais) de comida de verdade, eliminei totalmente o "&lt;i&gt;snacking&lt;/i&gt;", a beliscagem, pois se eu apareço comendo algo na frente do Thomas, ele pede, e fica difícil dizer a seu filho que ele não pode comer bolo antes do jantar se você está comendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí que percebi que o problema nunca foi a dieta ou minha constituição (conhece aquele papo de "meu metabolismo é assim mesmo, é super difícil para eu emagrecer"?); o problema era que eu não fazia direito, direito mesmo, não tinha tido disciplina o bastante para instaurar o hábito, e estava mais preocupada com os quilos indo embora do que de fato em encontrar equilíbrio e prazer na comida. Nunca pensei que conseguiria emagrecer depois de dois filhos, comendo minha pizza no fim de semana e tomando cerveja, e sem ficar calculando colheradas de azeite na salada. Foi um movimento totalmente natural, simplesmente por querer prover uma boa experiência de comida para meu filho.O pulo do gato foi não entrar no "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço", mas simplesmente fazer eu também o que eu queria que meu filho fizesse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que me impediu de emagrecer a vida toda foi uma palavra: auto-sabotagem. A gente sabe exatamente o que tem que fazer. Mas não faz. Ponto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa vontade de prover experiências diferentes à mesa, por um tantinho de pânico de nutricionismo e também por que às vezes me vejo sem farinha orgânica branca em casa ou enjoada do mesmo arroz integral (que eu aprendi a gostar tanto que acho arroz branco super sem graça), tenho redescoberto os grãos e farinhas integrais. Adorei cozinhar com painço, que tostado e cozido como arroz, fica com textura de couscous marroquino, um perfuminho que lembra milho, e absorve maravilhosamente os sabores do que acompanha. Também tenho usado farinhas diferentes nos doces e pães, para o pimpolho ver que nem só de farinha branca se faz um bolo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse, do sempre ótimo &lt;a href="http://www.amazon.com/Good-Grain-Baking-Whole-Grain-Flours/dp/1584798300/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1364218740&amp;amp;sr=8-1&amp;amp;keywords=good+to+the+grain"&gt;Good to the Grain&lt;/a&gt;, leva um pouco de farinha de espelta (farro, em italiano), que acredito que possa ser tranquilamente substituída por farinha integral fina. É um bolo muito macio e perfumado, e ainda que eu estivesse reticente a respeito, interessantíssimo pelo acréscimo do alecrim à massa. Você demora para identificar a erva, mas ela complementa o azeite e o chocolate maravilhosamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros livros que tenho usado um bocado para aprender a usar mais grãos e farinhas integrais diferentes são esses, todos recomendadíssimos:&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/1617690015/ref=oh_details_o02_s00_i00?ie=UTF8&amp;amp;psc=1"&gt;Whole Grains for a New Generation&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.amazon.com/Super-Natural-Cooking-Delicious-Incorporate/dp/1587612755/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1364219250&amp;amp;sr=1-1&amp;amp;keywords=super+natural+cooking"&gt;Super Natural Cooking&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.amazon.com/Super-Natural-Every-Day-Well-Loved/dp/1580082777/ref=sr_1_2?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1364219250&amp;amp;sr=1-2&amp;amp;keywords=super+natural+cooking"&gt;Super Natural Everyday &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/1590307623/ref=oh_details_o01_s00_i00?ie=UTF8&amp;amp;psc=1"&gt;La Tartine Gourmande: Recipes for an Inspired Life &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/0316187453/ref=oh_details_o01_s00_i01?ie=UTF8&amp;amp;psc=1"&gt;Small Plates and Sweet Treats&lt;/a&gt;(Os últimos dois são gluten-free; tenho zero interesse em viver sem glúten, mas achei interessante para quando a farinha branca acaba ou para quando quero outros gostos e texturas.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;[Obs: para quem quiser ter uma ideia de "tamanho de porção", junte suas duas mãos em concha, como naquelas fotos batidas de blog de culinária, de gente segurando blueberries. Agora imagine que você passa a régua: o que cabe na suas duas mãos em concha, passada a régua para tirar o excesso, é o que cabe no seu estômago se ele estiver do tamanho normal. Isso vem do Ayurveda, e é lindo, porque respeita as proporções do corpo de cada um e não diz que a minha porção é igual à sua. Essa porção não inclui folhas cruas. Ajuda um bocado, até você se acostumar a porcionar direito, ter uma tigela onde caiba exatamente isso. Ironicamente, quando fiz dieta com uma nutricionista, descobri que essa porção ayurvédica era exatamente o que ela havia recomendado.] &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;BOLO DE AZEITE, ALECRIM E GOTAS DE CHOCOLATE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;(do excelente &lt;a href="http://www.amazon.com/Good-Grain-Baking-Whole-Grain-Flours/dp/1584798300/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1364218740&amp;amp;sr=8-1&amp;amp;keywords=good+to+the+grain"&gt;Good to the Grain, the Kim Boyce&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Tempo de preparo: 1 hora&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Rendimento: 1 bolo de 23cm&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3/4 xic. farinha de espelta (ou integral fina)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2 xic. farinha de trigo branca&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3/4 xic. açúcar cristal orgânico&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2 colh. (chá) fermento químico em pó&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3/4 colh. (chá) sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3 ovos, orgânicos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 xic. azeite de oliva (preferencialmente extra-virgem)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3/4 xic. leite integral&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2 colh. (sopa) alecrim, bem picadinho (não coloque mais do que isso, ou pode ficar com gosto de sabão)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;140g chocolate a 70% de cacau picado, ou gotas de chocolate amargo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Pré-aqueça o forno a 180ºC e unte uma forma de 23-24cm com azeite.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Peneire os ingredientes secos numa tigela (junte à tigela qualquer coisa que tenha ficado na peneira – o intuito da peneira é apenas aerar a farinha).&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Em outra tigela, bata os ovos cuidadosamente com um batedor de arame. Junte o azeite, o alecrim e o leite e bata novamente,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Junte os ingredientes secos e misture com uma espátula, apenas até que não se veja mais farinha. Junte o chocolate.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Despeje a massa na forma e alise a superfície. Asse por 40 minutos, ou até que esteja arredondado em cima e dourado, mais escuro nas bordas, e um palito inserido no meio saia limpo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;O bolo pode ser comido ainda morno, ou frio. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
http://lacucinetta.blogspot.com&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--0JDrTIvq2s/UR5CNb36-PI/AAAAAAAAE4k/wWXUldpQWDM/s1600/favbracass.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/--0JDrTIvq2s/UR5CNb36-PI/AAAAAAAAE4k/wWXUldpQWDM/s400/favbracass.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Uma das sensações mais estranhas que tenho desde que me mudei para fora de São Paulo é a de correria tranquila. Um paradoxo. Sinto que tenho mais coisas a fazer do que jamais tive, num ponto em que meu cérebro desprovido de boas noites de sono não funciona sem uma lista de tarefas escrita à mão num caderno, que é revista e reescrita diariamente, para que o exercício de reescrever a lista faça com que planeje meu dia mentalmente de acordo com as tarefas pendentes. Já cheguei no absurdo de programar mentalmente uma ida ao banheiro. Ou, para me sentir mais competente, terminar uma tarefa que não estava na lista e escrevê-la ali apenas para ter o prazer de riscá-la fora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Louca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas apesar do intrincado quebra-cabeça de tempo que é trabalhar, cuidar de uma casa, de um cachorro e duas crianças pequenas, há uma sensação de tranquilidade na rotina atarefada que eu ainda não sentira. Ok, há o pânico ocasional quando o mais velho resolve fazer uma birra escalafobética de ciúmes enquanto você dá de mamar e começa a chover, e toda a roupa está pendurada no varal lá fora, e a panela do jantar foi esquecida no fogo e está queimando. Mas ainda assim. Talvez seja o silêncio que acompanha as tarefas. Talvez seja a rotina, que, quase imutável, dá ordem ao caos de infindáveis trabalhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que nunca disciplina foi tão importante para mim e nunca ela me ajudou tanto. Quando parece que há coisas demais a fazer, ainda assim elas são feitas, e de repente não era nada tão grave, e me vejo contente por ter dado cabo de mais uma pilha de afazeres e sei que nesse tempo que restou posso relaxar de verdade, sem me preocupar, abrir uma cerveja e ver Arrested Development com meu marido. Aprendi a duras penas que procrastinação é a pior coisa do mundo. E ainda que às vezes eu seja acusada de não saber gerir meu tempo, pois não consigo largar tudo e ir dormir quando os outros acham que eu deveria, acho que é justamente o contrário: eu priorizo sempre o que PRECISA ser feito em detrimento do que eu QUERO fazer. Uma vez feito tudo aquilo que precisa ser feito, todo o tempo restante é dedicado ao que eu quero. E uma vez que as tarefas que precisam ser feitas são incorporadas na sua rotina, uma vez que você tenha disciplina para sempre priorizá-las, elas deixam de ser um fardo, pois você elimina a escolha, o dilema entre fazê-las agora ou depois. A resposta é sempre: faça agora, tire da frente, não deixe para depois. Acordo às 6h da manhã todo dia, e antes das 8h30, todos já tomaram café, estão vestidos, criança está na escola, já fui à feira, varri a casa, lavei a louça e botei roupa para lavar. Mato tudo o que é tarefa de rotina o mais cedo possível no meu dia, para que no restante do tempo possa intercalar as tarefas extraordinárias com as necessidades das crianças. É menos estressante simplesmente abdicar do tempo para mim enquanto elas estão acordadas. Como Thomas dorme muito cedo (antes das 19h), tenho a noite para relaxar completamente, ler, ver um filme, descansar. Lutar contra as coisas que você precisa fazer, aprendi, é a maior fonte de stress de todas, e totalmente evitável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que tudo funcione bem, e consiga encaixar na rotina as refeições da família, planejamento é sempre essencial. E minha resposta pronta a quem vira para mim e diz que não tem tempo de cozinhar por conta de uma rotina corrida. Se eu tenho tempo, você que tem empregada para lavar sua louça também tem. O que faltou a você foi um planejamento básico. Descobri isso quando um amigo reclamou que não cozinhava porque não tinha paciência para sair do trabalho e passar no supermercado antes de ir para casa para então chegar e cozinhar alguma coisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sejamos francos: sempre que espero sentir fome para decidir o que cozinhar, acabo fazendo um queijo-quente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário do que eu fazia quando morava nos Jardins, atualmente vou à feira (no caminho de volta de deixar Thomas na escola) e ao supermercado uma vez por semana apenas. Antes de fazer essas compras, abro a geladeira e a despensa e faço um inventário mental do que há lá dentro e do que está para estragar e precisa ser consumido mais rapidamente. Uso o eat your books ou uma busca em blogs para rapidamente encontrar algumas receitas rápidas para preparar o que tenho em casa e, se falta algum ingrediente específico ou algo básico de despensa (como leite, manteiga e farinha) já anoto numa lista para dar cabo disso nessa uma visita ao mercado e à feira. Deixo anotadas as receitas da semana, e as leio para ter certeza de que não há nada a ser preparado com antecedência, como deixar feijões de molho. O que posso adiantar num momento de calmaria, adianto (como cozinhar feijões num domingo entediado e deixar congelado em porções menores). Também já me planejo para reaproveitar restos de ontem, como o risotto ou o arroz com legumes feito em maior quantidade para virar arroz de forno amanhã, ou o macarrão para virar fritatta, etc. Dessa forma consigo cozinhar todos os dias e não jogar nada fora. E quando há tempo livre, simplesmente porque curto cozinhar, é quando sai um bolo, um biscoito, um pãozinho, um sorvete, geralmente à tarde, com a ajuda do pimpolho, para distraí-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No fim, a tranquilidade talvez venha da satisfação em cuidar do meu próprio nariz e de minha família, sem depender de ninguém. Ou do fato de ocupar tanto meu tempo com atividades manuais, que têm um ritmo mais tranquilo e contemplativo que ficar no computador, mesmo quando são frenéticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que sem disciplina, provavelmente iria à loucura. E a disciplina tem me ajudado não apenas a manter a cozinha andando, mas a reincorporar um hábito do qual andava sentindo uma falta brutal: correr. Comecei no domingo, incentivada pelo marido, e agora tenho corrido um pouquinho, dia sim, dia não, à noite, quando ele chega em casa para ficar com as crianças. É um momento bom, de espairecer a cabeça e colocar o corpo para se mexer de outro jeito que não seja carregando criança ou varrendo quintal, e também um momento engraçado da minha rotina, pois correr, assim como cozinhar, é a união perfeita entre uma tarefa que precisa ser feita e algo que quero fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas favas brancas com tomate são o exemplo perfeito de uma deliciosa refeição que pode ser feita com antecedência, em várias etapas, para ser reaquecida durante uma semana corrida. Num dia pode deixar de molho as favas e cozinhá-las, congelando para uso posterior. Em outro, pode preparar o molho e deixar o prato montado na geladeira, esperando apenas ir ao forno. Tenho certeza de que pode mesmo ser congelado já quase pronto, indo ao forno apenas para reaquecer e dourar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;FAVAS BRANCAS ASSADAS COM TOMATES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(De um dos meus livros favoritos: Falling Cloudberries, de Tessa Kiros)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: 8 como acompanhamento, 6 como principal&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3 xic. favas brancas, deixadas de molho na noite anterior&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 folha de louro&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 xic. azeite de oliva&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2 cebolas pequenas, picadas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2 talos de aipo com as folhas mais claras e macias, picados&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3 dentes de alho picados&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 lata e meia de tomates sem pele&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;4 colh. (sopa) salsinha picada&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3 colh. (sopa) migalhas de pão amanhecido ou farinha de rosca&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Escorra as favas. Coloque-as numa panela com a folha de louro e cubra generosamente com água fria. Leve à fervura. Retire com uma escumadeira qualquer espuma branca que suba à superfície. Abaixe o fogo e cozinhe por cerca de 1 hora e meia, ou até que estejam muito macias. Tempere com sal no fim do cozimento.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Pré-aqueça o forno a 180ºC. Escorra as favas, reservando 1 1/2 xicara da água de cozimento (o restante, pode congelar para usar em caldo de legumes), e coloque-as numa travessa refratária ou assadeira (usei uma panela rasa com tampa que pode ir ao forno).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Aqueça 2 colh. (sopa) de azeite numa frigideira e refogue as cebolas até que estejam ligeiramente douradas, mexendo para que não grudem. Remova do fogo e junte o aipo, o alho, tomates, salsinha e o restante do azeite. Tempere com sal e pimenta.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Junte a água de cozimento reservada, derrame tudo sobre as favas e misture bem. Cubra com papel alumínio e asse por 45 minutos. Remova o papel alumínio, mexa as favas com uma colher, adicionando um pouco de água se parecer muito seco. Polvilhe com as migalhas de pão e retorne ao forno, sem cobrir, por mais 30 minutos. As favas devem estar muito macias, dourada em cima, e ainda com algum molho. Sirva quente, com um pouco de azeite extra. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LaCucinetta/~4/JI39q5Tvncs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://www.lacucinetta.com.br/2013/03/favas-brancas-assadas-com-tomate-e-como.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana E.G. Granziera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/--0JDrTIvq2s/UR5CNb36-PI/AAAAAAAAE4k/wWXUldpQWDM/s72-c/favbracass.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>15</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-764584486472288999.post-1700837884970278299</guid><pubDate>Thu, 07 Mar 2013 14:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-07T11:19:22.206-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">receitas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">joga fora nao</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">americano</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pão</category><title>Pão de batata da família de molho</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-KPE0KXZXvdo/UTiYs1AJ4rI/AAAAAAAAE5U/soTWeOCKqM4/s1600/pabat.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-KPE0KXZXvdo/UTiYs1AJ4rI/AAAAAAAAE5U/soTWeOCKqM4/s400/pabat.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Toda família tem uma ou várias histórias sobre o momento fatídico em que todos ficam doentes mais ou menos ao mesmo tempo. Acho que é ritual de passagem, e você talvez só se torne uma família de fato quando todos os seres vivos da sua casa estão expulsando fluidos corporais por orifícios diversos simultaneamente. Todos menos um: a pequena Madame Bochechas, graças a deus, não pegou nada, apesar de ter mantido a expulsão de fluidos corporais como é de costume dos bebês. ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daí que meu remédio para estômagos incomodados sempre foi purê de batata. Às vezes parece que é só isso que desce. Isso e Coca-Cola, mas confesso que não bebia refrigerante há tanto tempo, que mesmo com oito pedras de gelo, não consegui beber meia lata. Sentia-me mastigando um torrão de açúcar. Thomas, que foi o menos afetado, continuou sem saber o que é aquele troço preto da lata vermelha (é coisa de adulto, a gente diz, como pro café e pra cerveja, e ele se afasta rapidinho, balançando o dedinho no ar indicando "não, não"). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas quando nem o purê era neutro o bastante para o pobre marido, vi-me com uma panela de purê de batata frio, sem destino. E purê de batata requentado do dia anterior não rola. Como não consigo jogar nada fora, no entanto, guardei num potinho na geladeira e, no dia seguinte, já me sentindo melhor, corri a pesquisar o que poderia fazer com o danado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pão de batata. Gênio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse pão fica extremamente saboroso e macio além da conta. Você reconhece a batata nele, e o fato de ter usado as cascas faz com que você se lembre remotamente de batata assada. Deliciosa recomepensa depois de dias estressantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;PÃO RÚSTICO DE BATATA&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(do interessante &lt;a href="http://www.amazon.com/Leslie-Mackies-Macrina-Bakery-Cookbook/dp/1570615047/ref=sr_1_2?ie=UTF8&amp;amp;qid=1362665939&amp;amp;sr=8-2&amp;amp;keywords=macrina"&gt;Macrina Bakery and Café Cookbook, de Leslie Mackie&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tempo de preparo: cerca de 4 horas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: 1 pão grande&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;550g batatas (usei 450g de purê que já estava pronto: apenas batatas e sal, amassadas com casca) &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (sopa) sal (apenas 2 colh. (chá), se estiver usando purê já pronto)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2 colh. (chá)&amp;nbsp; fermento biológico seco instantâneo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;2 colh. (sopa) azeite de oliva extra-virgem&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;3 xic. farinha de trigo branca, preferencialmente orgânica&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Se não tiver purê dando sopa na geladeira, esfregue e limpe as batatas, corte em pedaços pequenos e cozinhe em água com 1 colh. (chá) de sal até que as batatas estejam macias. Reserve 1/2 xic. da água do cozimento das batatas. Escorra e deixe que esfriem um pouco e sequem por alguns minutos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Misture a água morna das batatas reservada ao fermento e deixe descansar por 5 minutos. (Se estiver usando o purê da geladeira, misture o fermento à 1/2 xic. de água filtrada, morna).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Coloque as batatas e o azeite em uma tigela grande e amasse, fazendo um purê, com seu apetrecho de costume. Use as cascas, pois elas dão sabor e textura ao pão.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Junte a água com fermento e misture com uma colher de pau&amp;nbsp; até que tudo esteja combinado.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Junte a farinha e 2 colh. (chá) de sal e misture bem com a colher. Sove com as mãos por cerca de 10-15 minutos. No início a massa parecerá muito firme, mas ficará mais úmida conforme for trabalhando. Só junte um pouquinho de farinha se a massa estiver tão grudenta que você não consiga manipulá-la com mãos enfarinhadas. Um pouco grudenta está ok. A massa está pronta quando estiver elástica a ponto de você puxar uma parte dela e ela poder ser esticada uns 5cm sem arrebentar.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Coloque a massa numa superfície enfarinhada e forme uma bola. Coloque-a numa tigela untada com óloe, cubra com filme plástico e deixe fermentar por 45 minutos (um pouco mais, se o purê usado estiver muito gelado) até que a massa quase dobre de tamanho.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Devolva a massa a uma superfície enfarinhada e achate-a com as mãos, formando um retângulo. Começando pelo lado mais curto, enrole-a como um rocambole, apertando bem. Pare de rolar quando faltar apenas uma aba estreita. Enfarinhe essa aba e termine de rolar. Isso vai fazer com que essa aba não grude e a massa abra um pouco na hora de assar. Enfarinhe muito bem um pano de prato ou um grande pedaço oy guardanapo de linho (o linho não gruda na massa) e coloque a massa com a aba para baixo. Termine de embrulhar o pão no pano e deixe fermentar em local sem vento por mais 45 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Coloque a pedra no forno e pré-aqueça a 205ºC durante a fermentação.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Cuidadosamente desembrulhe o pão e role-o para uma assadeira virada ao contrário ou uma pá de pizza muito bem enfarinhada, deixando aquela aba da massa agora para cima. Transfira rapidamente para a pedra quente no forno. Pulverize o forno com água, feche o forno e asse por 5 minutos. Pulverize novamente e asse por mais 40 minutos ou até que esteja dourado e o fundo produza um som oco quando você lhe bater os nós dos dedos. Deixe esfriar numa grade por meia hora antes de consumir.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6wLcTRBouGY/USPQkoTQQGI/AAAAAAAAE48/TeB6RImVaDI/s1600/mufpai.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-6wLcTRBouGY/USPQkoTQQGI/AAAAAAAAE48/TeB6RImVaDI/s400/mufpai.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Como alguém que gosta só um pouquinho de cozinhar, é claro que eu fantasiava ansiosamente com lanchinhos de escola. &lt;i&gt;[Doida de pedra.]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Corri atrás de uma garrafinha térmica que fosse de inox por dentro, uma vez que plástico absorve cheiros e sabores e engordura, e alumínio é reativo, e limitaria o uso de ingredientes ácidos nos sucos e chás, a não ser que quisesse meu filho consumindo doses diárias de alumínio em sua limonada. Hmmm... não, obrigada. No fim, minha boa intenção voltou pra me morder na bunda, e ainda que a térmica seja ótima (mantém o chá gelado até o fim do dia, o que a torna excelente pra levar coisas como iogurte), ela vaza quando chacoalhada em qualquer posição que não de pé. :P Então eu que estava sendo muquirana e usando a bolsinha térmica de bebê como lancheira e minha mochila de ataque como mochila dele, agora vou atrás de uma mochilinha infantil que tenha um compartimento pra manter a danada da térmica em pé. Fazer o quê? Pelo menos os potinhos de inox com tampinha plástica para levar os quitutes têm funcionado lindamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No quesito "cardápio", as escolhas têm sido bem simples, pois Thomas não é um morto-de-fome de manhã; quando mando qualquer coisa maior que dois biscoitos, alguma comida retorna intacta. Isso na verdade tem facilitado minha vida, pois não tenho que seguir o enorme cardápio de lanche que mais parece almoço recomendado pela escola: sanduíche, biscoito, fruta e suco de caixinha. Sou só eu, ou isso lhes parece coisa demais para uma criança no meio da manhã?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De qualquer forma, mando sempre um potinho com algum quitute que ele já tenha comido em casa e gostado, e a térmica com limonada azedinha, laranjada (1 laranja + água), &lt;a href="http://www.lacucinetta.com.br/2012/10/um-novo-vicio-lassi.html"&gt;lassi&lt;/a&gt;, chá de erva-cidreira, capim-limão, hortelã, vermelho, &lt;a href="http://www.lacucinetta.com.br/2009/02/que-mane-cha-de-latinha-o-que.html"&gt;preto com limão e canela&lt;/a&gt;, etc... O que ele não toma na escola, bebe no almoço ou à tarde, uma vez que a temperatura é bem conservada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na primeira semana, mandei biscoitos de aveia e passas (da &lt;a href="http://www.amazon.com/Crispy-Crunchy--Your-Mouth-Cookies-Medrich/dp/1579653979/ref=sr_1_3?ie=UTF8&amp;amp;qid=1361385577&amp;amp;sr=8-3&amp;amp;keywords=alice+medrich"&gt;Alice Medrich&lt;/a&gt;), uva, manga, barrinhas de cereais caseiras (do &lt;a href="http://www.amazon.co.uk/Feed-Me-Now-Bill-Granger/dp/1844007065/ref=sr_1_11?ie=UTF8&amp;amp;qid=1361385902&amp;amp;sr=8-11"&gt;Bill Granger&lt;/a&gt;) e muffin integral de gengibre e pêssego (da &lt;a href="http://www.amazon.com/Good-Grain-Baking-Whole-Grain-Flours/dp/1584798300/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1361385929&amp;amp;sr=8-1&amp;amp;keywords=kim+boyce"&gt;Kim Boyce&lt;/a&gt;). Preparei pãezinhos de queijo e congelei (da revista Menu, da qual tenho gostado um bocado), para assar noutro dia quando não tiver tempo de preparar outra coisa, e hoje estou preparando uns pãezinhos de beterraba (da revista Casa e Comida) para fazer sanduichinhos com Catupiry. Ainda tenho um &lt;a href="http://www.lacucinetta.com.br/2012/11/pao-de-mosto-de-cerveja.html"&gt;pão de cevada congelado&lt;/a&gt; e manteiga com rabanetes congelada para futuros sanduichinhos, e tenho toda uma lista mental de pãezinhos, muffins, biscoitos, barrinhas e bolos para ele levar. Por enquanto estou deixando as frutas de lado, pois ele as come toda tarde em casa, e quero mais é que, nesse período de adaptação, ele associe a escola a suas coisas favoritas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não costumo ser paranoica com comida integral e "saudável" no sentido "nutricional" da coisa. Para mim, sendo feito em casa com itens pouco processados, é saudável e ponto, mesmo que seja feito de açúcar, farinha branca e frito. Um doughnut feito em casa é infinitamente menos doce, gorduroso e porcaria do que um comprado pronto, e meu filho não vai comer uma caixa com 9, ele vai comer apenas um. No entanto, tenho fases em que me interesso um bocado por farinhas integrais ou diferentes. Daí que virei piada em casa. E quando digo ao meu marido que Thomas vai levar de lanche lassi de água de rosas e muffin integral de painço, ele imediatamente começa a cantar &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=hKnUCxJvS7s"&gt;Killing me Softly&lt;/a&gt; e eu tenho certeza de que meus filhos vão me detestar um dia. Com suas térmicas de inox que não são do Bob Esponja, suas mochilas genéricas, seus cabelos cortados em casa e seus muffins integrais de painço. ¬_¬&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este muffin é de um dos meus livros favoritos, &lt;a href="http://www.amazon.com/Super-Natural-Every-Day-Well-Loved/dp/1580082777/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1361385956&amp;amp;sr=1-1&amp;amp;keywords=super+natural+every+day"&gt;Super Natural Everyday&lt;/a&gt;, e eles são pouco doces, macios, com o pontilhado crocante de painço. Gostosos assim simples, melhores com manteiga e geleia. Perfeitos para os mais naturebas, pois são integrais e adoçados apenas com mel. Quando disse ao moleque que ele precisaria esperar que esfriassem para comê-los, ele sentou-se na cozinha e pôs-se a esperar, ansiosamente. :)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;MUFFIN INTEGRAL DE PAINÇO&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(do livro &lt;a href="http://www.amazon.com/Super-Natural-Every-Day-Well-Loved/dp/1580082777/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1361385956&amp;amp;sr=1-1&amp;amp;keywords=super+natural+every+day"&gt;Super Natural Everyday&lt;/a&gt;, de Heidi Swanson)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tempo de preparo: 30 min&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: 12 muffins&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;2 1/4 xic.  (280g) farinha integral fina&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1/3 xic. (30g) painço descascado cru &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (chá) fermento químico em pó&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (chá) bicarbonato de sódio&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 xic. (225g) iogurte integral caseiro &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;2 ovos grandes, orgânicos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1/2 xic. manteiga derretida, ainda quente&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1/2 xic. mel&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;casca ralada de 1 limão siciliano&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;2 colh. (sopa) suco de limão siciliano&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Pré-aqueça o forno a 205ºC e unte 12 cavidades de uma forma de muffins com manteiga (alternativamente, use forminhas de papel, sem untar).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Misture os ingredientes secos com um batedor de arame numa tigela grande. Em outra tigela, misture todos os ingredientes líquidos até que fique homogêneo.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Misture os líquidos aos secos com uma espátula, apenas até que não se veja mais farinha.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Divida a massa entre as forminhas, preenchendo praticamente toda a cavidade. Leve imediatamente ao forno por cerca de 15 minutos, ou até que estejam dourados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Deixe que esfriem na forma por 5 minutos, então desenforme com a ajuda de um talher e deixe que terminem de esfriar apoiados na diagonal nas próprias cavidades (como na foto); isso ajuda a manter a parte de baixo dos muffins ligeiramente crocantinha.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
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&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-r2t_bn-3qCc/URJIYAjzpDI/AAAAAAAAE4M/o1kKkUesxcs/s1600/pescou.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-r2t_bn-3qCc/URJIYAjzpDI/AAAAAAAAE4M/o1kKkUesxcs/s400/pescou.jpg" width="260" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Para quem torcia contra e estava ansiosamente esperando o momento em que meu devorador de tudo o que parece comida (e outras coisas que não parecem) entrasse na fase do não gosto e não quero, saiba que esse momento chegou. Na verdade há já algum tempo, bem uns dois meses, quando começou a recusar todos os seus pratos favoritos (menos macarrão com molho de tomate) e desenvolveu uma cisma com tudo o que é verde. Se ele visse qualquer pedacinho maior de salsinha grudada no seu arroz, lá iam seus dedinhos cuidadosos separar a erva ofensiva do seu jantar, jogando-a para fora do prato com muito alarde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo o truque de picar muito bem coisas como espinafre não estava dando certo. Foram muitos almoços frustrantes, muita birra e muita comida jogada fora (ou para o cachorro, que adorou a fase sem apetite do pequeno).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual não foi minha surpresa então quando, depois de recusar arroz com tomate e ervilha (super &lt;i&gt;kid friendly&lt;/i&gt;), ele raspou seu prato de crepe de beterraba com recheio de espinafre e mozzarella! Eu tinha certeza de que, no máximo, ele comeria os cubinhos de queijo e a massinha cor-de-rosa, e nunca imaginei que chegaria perto daquele emaranhado de enormes e inteiras folhas de espinafre refogado, aquele recheio verde-escuro e totalmente vegetal para o qual mesmo alguns adultos estragados olhariam torto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas comeu. Com gosto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele anda recusando o pãozinho com manteiga de manhã. Não quer saber de banana. Detesta batata cozida. Mas chamei-o para ligar o botão do processador enquanto fazia pesto de couve, o que sempre o deixa contente, e, de farra, dei-lhe a espátula cheia de pesto para lamber, como se fosse massa de bolo. Para meu espanto, ele lambeu, roubou a espátula de minha mão e ficou emitinho "hummmms" e "nham-nhams" enquanto devorava o resto. No macarrão, ele raspou o prato. E essa foi a primeira vez em que ele comeu couve, sempre recusada por sua aparência e textura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É preciso lembrar de que se por um lado os pimpolhos decidem não gostar mais de algo que adoravam, nos deixando loucas, por outro, podem começar a gostar de algo que detestavam, o que é ótimo e me faz acreditar que realmente é bom continuar colocando no prato deles mesmo os itens que eles nunca comem. Um dia, quem sabe, eles decidem comer o espinafre e gostar de couve. Também me dei conta de que só porque ele não gosta da aparência ou da textura de algo, não quer dizer que não vá apreciar o sabor. E, por fim, que criança é movida à novidade (e quem não?), e ele provavelmente estava mais do que entediado pela miríade de fritattas e &lt;i&gt;stir-fries&lt;/i&gt; que eu andava servido a ele. Tanto, que a quiche de milho e alho-poró foi devorada, assim como o soufflé de cenoura e cominho. E a manga e a uva no lugar da banana de sempre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eis que tenho de volta meu cavaleiro devorador, mas agora devorador de coisas verdes. ^_^&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda falta o alface, no entanto. :P&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este pesto de couve encontrei num blog lindo que sempre me dá vontade de correr para a cozinha: &lt;a href="http://acozykitchen.com/"&gt;&lt;i&gt;A Cozy Kitchen&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;. Ele é fácil e delicioso; o gosto da couve não fica mascarado pelos outros ingredientes, mas tenho certeza de que se pode substituir o pistache, tão caro por essas bandas, por outra castanha mais em conta, sem grandes prejuízos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;FUSILLI COM PESTO DE COUVE-MANTEIGA&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(daqui: http://acozykitchen.com/kale-pesto/)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tempo de preparo: 20 minutos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: cerca de 1 xícara (suficiente para 4-6 porções) &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;250-300g couve manteiga, sem os talos, picada&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 dente de alho&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/3 xic. pistache sem sal, sem a casca e ligeiramente tostado na frigideira&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;suco de 1 limão pequeno (tahiti ou siciliano)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/3 xic. queijo parmesão ralado&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 pitada de pimenta calabreza seca&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/4 xic. azeite de oliva&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 xic. água do cozimento do macarrão&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Fusilli (100g por pessoa)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Cozinhe a couve em água salgada fervente por alguns minutos, até que esteja macia. Escorra, deixe esfriar um pouco e seque em panos de prato ou num secador de saladas, para retirar bem o excesso de água.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;No processador (ou no pilão), bata o alho e o pistache até formar uma farofa fina. Junte o suco de limão e a couve, e processe novamente até que a couve esteja moída bem miudinha. Junte o queijo e a pimenta e processe mais uma vez.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Acrescente o azeite aos poucos, processando até formar uma pasta mais ou menos homogênea. Tempere com sal a gosto, se necessário.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Cozinhe o macarrão (preferencialmente fusilli), que aderem melhor ao molho pesto). Reserve 1/2 xic. da água com o amido da massa e junte ao pesto, diluindo-o.&amp;nbsp; Escorra a massa e junte ao molho, misturando bem. Sirva imediatamente. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lgx-kb43Ti4/UQpP0SCuVFI/AAAAAAAAE30/e_o_WwfJkeE/s1600/biscburit.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-lgx-kb43Ti4/UQpP0SCuVFI/AAAAAAAAE30/e_o_WwfJkeE/s400/biscburit.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Você sabe que é mãe de duas crianças quando:&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Passa 45 minutos brincando com o mais velho de fazer um trenzinho de fricção passar debaixo de duas cadeirinhas infantis verde-limão, enquanto equilibra um bebê de uma semana no ombro.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pega seu mais velho no colo, sente a blusa encharcar e percebe que não é ele fazendo xixi em você, mas você vazando leite nele.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Passa 6 horas ininterruptas com dois choros de timbres diferentes, às vezes intercalados, às vezes em uníssono.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Começa a confiar que seu mais velho não vai comer pedras se brincar cinco minutos sem supervisão no quintal, enquanto você dá banho na mais nova.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Fica mais flexível com horários e deixa o mais velho ir dormir às 8h da noite, só pra ficar junto da irmã mamando e não ficar com ciúmes.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Se desapega da fantasia de dar de mamar tranquilamente na poltrona enquanto coloca a leitura em dia.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Depois de ficar de ombro direito torto de carregar o mais velho de 15kg no colo, fica com o ombro esquerdo torto de colocar a menor, de 4kg, para arrotar, desenvolvendo uma linda postura perfeita e igualmente torta dos dois lados.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Têm a oportunidade de, quando os dois acordam chorando ao mesmo tempo, escolher quem pega no colo primeiro – ganha normalmente quem tem histórico de ser acalmado mais rápido ou quem tem potencial para criar mais problemas caso seja deixado chorando.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Calcula 1 hora de trajeto Aldeia – São Paulo, mais 30 minutos de trânsito em potencial, mas esquece dos 45 minutos que levam para trocar as fraldas dos dois, montar malinha com muda de roupas, brinquedo pra distrair, uma banana, garrafa com água, travesseirinho pro carro, agasalho pro caso de esfriar, última mamada de reforço antes de sair e colocar os dois pimpolhos nas cadeirinhas. Não sem antes sair do carro e voltar pra casa três outras vezes pra desligar o gás, fechar a porta da cozinha e pegar a carteira que ficou em cima da mesa.&amp;nbsp; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;As duas crianças estão cochilando e você abdica do direito de dormir (enfim) em detrimento de atividades que colocam sua cabeça no lugar e a fazem feliz, como assar biscoitos. (Louca?)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Escreve posts de biscoito catando milho no teclado com uma mão só enquanto segura o bebê com a outra e tenta impedir que o mais velho aperte repetidamente o botão de liga-desliga do scanner.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Maternidade, essa coisa linda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes thumbprint cookies ficaram deliciosamente saborosos, com uma textura de derreter na boca. Ao invés da geleia, tradicional, resolvi derreter com um nadinha de água o que sobrara do gostoso doce de buriti enviado pela Cynthia, leitora querida. A combinação ficou perfeita, algo que me lembrou doce-de-leite, mas azedinho, e precisei esconder o pote de biscoitos do Thomas, que cavocava o doce, lambendo os dedos, e comia o biscoito depois. Pode-se usar qualquer outro doce (goiabada?) derretido com um nadinha de água, só para dar consistência de pasta ou geleia firme, ou usar a geleia de sua preferência, ou lemon curd, por exemplo. A massa é bem molinha e derrete rápido nas mãos ao fazer as bolinhas, então sugiro que, assim que começar a ficar cheia de manteiga nas mãos, volte a massa para a geladeira. Pois os biscoitos que fiz primeiro, com a massa ainda gelada, ficaram com o formato mais bonito, enquanto as outras espalharam mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;THUMBPRINT COOKIES COM DOCE DE BURITI&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(do ótimo e fofo Miette, de Meg Ray)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: a receita diz fazer 36 biscoitos de 5cm, mas consegui mais do que isso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2 xic. farinha de trigo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1.4 colh (chá) fermento químico em pó&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/4 colh. (chá) sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3/4 xic. (170g) manteiga sem sal, em temperatura ambiente&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 xic. açúcar cristal orgânico&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2 colh. (chá) extrato natural de baunilha&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/4 colh. (chá) extrato natural de amêndoas (ou licor de amêndoas)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 ovo grande, orgânico&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 xic. doce de buriti derretido com algumas colheres de água, com consistência de pasta, oua geleia sem sementes de sua preferência&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Peneire numa tigela a farinha, o fermento e o sal.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Na tigela da batedeira, bata a manteiga, o açúcar e os extratos em velocidade média até que fique pálida e fofa, cerca de 5 minutos. Pare a batedeira e raspe as laterais com uma espátula.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Junte o ovo e bata em velocidade média até que esteja bem misturado.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Junte os ingredientes secos e bata em velocidade baixa apenas até que não se veja mais farinha. Leve a massa à geladeira, embalada em filme plástico, por no mínimo 1 hora e no máximo 2 dias.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Pré-aqueça o forno a 180ºC. Forre duas assadeiras grandes com papel-manteiga ou silpats. Use uma colher de chá para retirar bocados de massa e forme bolinhas do tamanho de uma bola de gude grande. É melhor que as bolas fiquem mais altas que largas. Coloque-as nas assadeiras, com 5cm de espaço entre elas. (Se a massa estiver mole, volte-a à geladeira antes de assar.)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Asse por 12-14 minutos, ou até que estejam ligeiramente douradas.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Imediatamente use a parte de trás do cabo de uma colher de pau, ou qualquer outro instrumento, para pressionar buracos sobre os biscoitos ainda quentes, para acomodar o recheio. Imediatamente recheie com 1/4 colh. (chá) em cada biscoito.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Transfira para uma grade para que terminem de esfriar por pelo menos 30 minutos. Uma vez frios, podem ser guardados em pote fechado por até 2 semanas.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LaCucinetta/~4/sdcno8MJ138" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://www.lacucinetta.com.br/2013/02/biscoito-com-doce-de-buriti-pra-mae-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Ana E.G. Granziera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-lgx-kb43Ti4/UQpP0SCuVFI/AAAAAAAAE30/e_o_WwfJkeE/s72-c/biscburit.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>12</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-764584486472288999.post-6183845872312817620</guid><pubDate>Wed, 23 Jan 2013 15:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-01-23T13:21:24.225-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">receitas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">legumes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">estórias de cozinha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">queijos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tortas</category><title>Torta de milho e tomate e o segundo filho é mais fácil</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-agNKTNAN7As/UP6IvWaZYCI/AAAAAAAAE3E/QM4AoX9B43Q/s1600/tormitom.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/-agNKTNAN7As/UP6IvWaZYCI/AAAAAAAAE3E/QM4AoX9B43Q/s400/tormitom.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
O segundo filho é sim mais fácil. Tanto que jamais pensei que estaria postando uma receita de torta tão rápido após o nascimento de Madame Bochechas. Parecia-me que seria mais fácil simplesmente por você já saber o que fazer, mas ao mesmo tempo isso me soava estranho, uma vez que crianças são diferentes e nem tudo o que funcionou com o primeiro funciona com o segundo, de modo que você vive um dia desafiador e misterioso depois do outro de qualquer forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que o desafio é mesmo cuidar de uma criança de 1 ano e 10 meses. Eles correm alucinadamente, fazem bagunça, birra, gritam, riem, brincam, choram, querem ver o que você está fazendo, querem participar, querem eventualmente fazer também o que você está fazendo, e exigem muito mais força física, disposição e disponibilidade de tempo e paciência do que um recém-nascido. Ainda na maternidade ficava olhando para a pequena, completamente embasbacada com o fato de que bastaria dar de mamar e trocar fralda, que o resto do tempo ela estaria dormindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"É isso mesmo?", perguntei ao meu marido, desconfiada. "Parece tão simples..."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É engraçado como essa simplicidade pareceu o fim do mundo quando foi a vez do Thomas. Comparativamente, também, olho para o pimpolho e vejo já um adolescente. Tão grandes suas mãos, seus pés, tão comprido ao vê-lo dormindo em sua cama, tão incrivelmente pesado ao pegá-lo no colo, depois de 3 dias de hospital apenas apanhando meus quase 4kg de bochechas de nenê. Quanto Thomas está pesando? 13kg? 15kg? Parecem 50kg, depois de ficar com Laura no colo por meia hora, tão levinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas por enquanto as coisas estão razoavelmente tranquilas, e meu único problema é mesmo o sono. Pois, como já comentei por aqui, posso ficar sem comida numa boa (por incrível que pareça), mas privação de sono me torna a pessoa mais explosiva e ranzinza da face da Terra. Quando colocada para dormir, Laura embarca um sono longo e profundo. Mas justamente na mamada da noite, ela parece querer fazer pirraça: mama um peito, adormece; coloca para arrotar, acorda, mama o segundo peito, arrota e faz cocô; você troca a fralda, e ela faz xixi no trocador e molha a roupinha; você limpa, troca, e nisso ela já está completamente desperta – sem chorar, apenas acordadíssima – e no que você tenta colocá-la para dormir, ela se recusa – quer mamar de novo; você dá de mamar, ela adormece no seu colo; assim que coloca no berço, você ouve o distinto som de ela sujando as fraldas de novo. ¬_¬&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo de colocá-la para dormir à noite tem durado cerca de duas horas e meia. Quando ela não resolve fazer esse circo todo de madrugada também. E o pimpolho número 1 continua acordando às 6 horas da manhã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Benzadeus que durante o dia as coisas mais ou menos se acalmam, mas ainda não consegui a tão sonhada intersecção de sonecas dos dois filhos para que eu também possa dormir de dia. Logo, mato meu tempo de soneca de nenê e desenho animado de criança escrevendo post de torta de milho e tomate. Para não surtar de sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa torta é ainda mais fácil que o segundo filho, tem gostinho de verão, e tem sido ótimo fazer esse tipo de prato com a ajuda do filhote, que fica extasiado de ligar o processador para misturar a massa, juntar os pedacinhos com as mãos e abrir com rolo. Fica experimentando da massinha crua e ajudando a polvilhar farinha sobre a bancada, e nisso mamãe consegue preparar o jantar sem precisar colocar mais um dvd pro rapaz assistir. De quebra, participando do processo todo, de abrir a massa a colocar e tirar a torta do forno, ele consegue entender exatamente o que é aquela comida colocada em seu pratinho, e já vi que o interesse dele pela refeição aumenta exponencialmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;TORTA DE MILHO E TOMATE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(adaptada da falecida revista Gourmet)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;8 fatias&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;(massa)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;240g farinha de trigo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;160g manteiga sem sal, gelada&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;80g água gelada&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;pimenta-do-reino moída na hora&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;(recheio)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2 xic. grãos de milho verde (de 3 espigas)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2-3 tomates para salada, não muito maduros&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/3 xic. maionese, preferencialmente caseira&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2 colh. (sopa) suco de limão tahiti ou siciliano&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/4 xic. de folhas de manjericão fresco&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;alguns talos de cebolinha, picados&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 3/4 xic. queijo ralado de sua preferência (já usei até fatias de queijo prato, com sucesso)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;pimenta-do-reino moída na hora&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;a href="http://www.lacucinetta.com.br/2007/09/massa-para-tortas-pte-brise-ou-3-2-1.html"&gt;Prepare a massa à mão ou no processador, como pâte brisée&lt;/a&gt;, embrulhe em filme plástico e leve à geladeria por pelo menos meia hora.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Abra metade da massa com o rolo e forre o fundo e as laterais de uma forma de torta de 22cm, deixando uma sobra de massa para fora.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Fatie os tomates e disponha metade das fatias no fundo da forma. Polvilhe com metade dos grãos de milho e metade das folhas de manjericão e da cebolinha. Tempere com sal e pimenta. Repita as camadas.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Cubra com metade do queijo. Misture o suco de limão à maionese e espalhe o creme sobre o queijo. Cubra com o restante do queijo.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Abra a outra metade da massa e cubra a forma. Pince as duas partes da massa para que grudem e dobre para baixo. Finalize pinçando decorativamente com os dedos ou pressionando com os dentes de um garfo. Faça 4 cortes pequenos na superfície da torta, para liberar o vapor.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Leve ao forno pré-aquecido a 205ºC por 30-35 minutos, ou até que a torta esteja dourada e sequinha.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yA17rumVQ9c/UP0-QU5D3DI/AAAAAAAAE2s/GhQqbs4B0Sc/s1600/qualau.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-yA17rumVQ9c/UP0-QU5D3DI/AAAAAAAAE2s/GhQqbs4B0Sc/s400/qualau.jpg" width="290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
E é isso aí. Dia 16 chegou minha não muito pequena Laura: 3,8kg, parto normal (afe!). As bochechas da ilustração não fazem justiça ao tamanho real das duas maçãs que ela carrega no rosto e que eu quero apertar e beijar o dia todo. Ela logo se mostra diferente do irmão, que chorava muito – Laura fica acordada, olhos abertos (espremidos pelas bochechas), atenta a tudo, mas surpreendentemente quieta. Mama como se não houvesse amanhã e, depois de ser posta para dormir por um pai muito paciente, capota por horas a fio. Nisso, puxou o matador de dragões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje é meu primeiro dia completamente sozinha com os dois pimpolhos. Pela folga em escrever esse post, é visível que as coisas estão (por enquanto) mais tranquilas do que eu esperava. Bebê no sling é vida, principalmente quando o cachorro, carente de atenção, quer brincar, e o filho de 1 ano e 10 meses, também carente de atenção, também quer brincar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que torna tudo mais doce e o sono tolerável, é meu também não tão pequeno cavaleiro ítalo-germânico, que agora, em comparação à irmã caçula, parece já um adolescente, tão grande, tão indepentente. Levado pelos avós à maternidade, sem que ninguém lhe dissesse nada a respeito do que aconteceria ou de quem iria enfim conhecer, surpreendeu a todos quando caminhou em minha direção, bracinhos esticados para frente, tocou a cabeça da irmãzinha e lhe deu um beijo e um afago. E desde então, sempre que a vê no meu colo, quer brincar também de segurar essa coisinha pequena, e senta-se comportado no sofá ou no chão, estica os braços e pede para segurá-la. Um vez em seu colo, abraça a pequena desajeitadamente, tasca-lhe um beijo e sossega. É curioso para vê-la dormir no berço, e já aprendeu a fazer o sinal de silêncio quando ela dorme, levando o dedo indicador em riste contra os lábios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora é criar alguma rotina&amp;nbsp; novamente, e descobrir como fazer tudo com os dois mais o cão, como ir ao mercado, como arrumar a casa, como, eventualmente, pintar. Enquanto isso, o blog fica aqui um pouco paradinho, pois da cozinha só sai gororoba rápida. Volto em breve. Obrigada a todos pelos votos de uma boa hora e por todo o carinho com relação ao assunto "maternidade solitária". Com certeza sinto-me incrivelmente bem acompanhada por todos vocês. :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QrPt4vrvOjU/UPBUNSuF_0I/AAAAAAAAE2M/5Y_SQYObkCE/s1600/quveg.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-QrPt4vrvOjU/UPBUNSuF_0I/AAAAAAAAE2M/5Y_SQYObkCE/s400/quveg.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Escrevi e apaguei o texto desse post um milhão de vezes. Um texto de introdução para um quibe vegetariano. Pode? Pode. Minha cabeça está em outro lugar. Totalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está na pimpolha agitada dentro de mim, pronta para vir, só esperando começar a ser espremida para fora. Porque me disseram que pode vir uma semana antes, e eu fiquei ansiosa. Porque me disseram que as contrações podem ser mais leves na segunda vez, e eu, que estava até agora tranquila esperando as mesmas dores do Thomas, agora fico confundindo contração com indigestão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está no pimpolho que mês que vem começa a escola pela primeira vez, e eu fico paranóica achando que a pequena nascerá antes que eu possa ir comprar o uniforme, e que não há nada pronto, e que ainda não achei a térmica que eu queria para ele levar o lanche, e que não sei como será ter outro ser humano, fora de minha família direta, cuidando da minha cria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está na minha dificuldade de encontrar com quem trocar figurinhas, porque maternidade virou essa competição louca de quem está certa e quem está errada, e não existe mais uma troca saudável de experiências diferentes, e não existe mais meio termo. Ou você é totalmente moderninha ou totalmente natureba. E parece que estamos todas nos esgoelando para estarmos certas, seguirmos as técnicas corretas, mostrarmos que nossos filhos serão melhores que os dos outros porque nós fazemos escolhas melhores, ao invés de simplesmente seguirmos nosso instinto e fazermos o melhor possível para aproveitar cada fase das crianças enquanto elas ainda são crianças. E trocarmos figurinhas. E abrirmos nossa mente para outras opções e possibilidades que podem advir de uma conversa saudável com pessoas que fazem diferente de você. Foi libertador dar o braço a torcer durante esses quase dois anos de maternidade, e ver que as teorias que eu tinha firmes em mim nem sempre estavam certas. Pelo menos não para mim e não para o meu filho. E eu dei açúcar ao Thomas antes dos dois anos, e ele usou fraldas descartáveis, chupou chupeta, vê desenhos animados para eu poder trabalhar, come ketchup Heinz com sua fritatta orgânica de talos de espinafre e está indo à escola antes dos três anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto que, de modo geral, as mães hoje em dia estão muito radicais e muito na defensiva. E isso só torna a experiência de ser mãe uma coisa extremamente solitária. Principalmente para alguém como eu, cuja irmã, cunhada e amigos mais próximos ainda não têm filhos. E eu já estou no segundo. E acabo tentando trocar figurinhas internet afora ou com mães de parquinho, e me vejo com medo de contar qualquer coisa, dividir qualquer dificuldade ou sucesso, medo de ser massacrada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E minha cabeça não pensa no quibe vegetariano, pensa nisso. Pensa que serei mãe de dois agora. E que queria companhia para o chá com bolo, como vi minha mãe fazer com as amigas durante minha infância, para dividir sem ser (muito) julgada, para compartilhar informações e, de repente, mudar de ideia, ajudar ou ser ajudada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem também é mãe e já deu uma olhada feia para outra mãe coitada, fica o apelo: sejamos mais companheiras. Lembremos que somos mulheres diferentes, criando seres humanos diferentes em circunstâncias diferentes, e que não há um jeito certo de fazer as coisas que seja certo para todo mundo em todas as instâncias. Sejamos mais tolerantes umas com as outras e não ilhas de sabedoria suprema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi nesse esquema de divisão de informações durante um cafezinho que essa receita de quibe vegetariano caiu nas mãos de minha mãe, há muitos anos atrás, quando eu era estritamente vegetariana e nem peixe comia, o que a enlouqueceu um pouco, pois não sabia o que cozinhar para mim. Fiz apenas duas adaptações à receita: a original levava um pacote de sopa de cebola, que substituí por 1 colher (chá) de assafétida (opcional), algumas alteraçõezinhas para facilitar a medida da receita, e usei o bagaço de malte da minha cerveja no lugar do trigo para quibe, por sugestão de minha sogra, que fez o mesmo com uma receita de quibre tradicional, com carne. Tanto com o malte como com o trigo esse quibe fica delicioso, muito perfumado de especiarias, e acho até que se fosse servido a um carnívoro, ele não notaria que não há carne na receita. (Também acho que pode ser moldado como quibezinhos para serem fritos.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pimpolho devorou sua porção. E enquanto ele comia, "nham-nham", eu já não pensava no quibe, mas na pimpolha por vir, se ela terá o mesmo delicioso apetite, se será risonha, se será sapeca, se vai saber o que fazer com um giz de cera, ao contrário do irmão, que apanha os pedaços coloridos e brinca de jogar embaixo dos móveis. E penso na escola, no muffin de milho que será provavelmente o primeiro lanche do Thomas, se a professora vai ajudar a colocar o chá no copo, se ele vai desembestar a falar, finalmente. E penso nas mães da escola, se haverá alguma com quem eu me dê melhor, se poderei tomar chá com bolo com ela enquanto nossos filhos brincam juntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;QUIBE DE RICOTTA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tempo de preparo: 20 min. + 30 min. de forno&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: 6 porções&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 xic. trigo para quibe (ou 2 xic. de bagaço de malte)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3 batatas médias&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (sopa) manteiga &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;500g ricotta fresca sem sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 cebola grande picada &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 xic. folhas de hortelã fresca, picadas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 xic. folhas de salsinha, picadas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (chá) orégano&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 colh.(chá) canela em pó&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (chá) noz moscada ralada na hora&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (chá) assafétida (opcional) &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/4 colh. (chá) pimenta-da-jamaica moída &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/4 colh. (chá) cravos moídos &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;sal a gosto&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;pimenta-do-reino a gosto &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Se estiver usando o trigo, coloque-o de molho em água por 1 hora. Escorra e reserve. No caso do bagaço de malte, apenas esprema numa peneira para retirar o excesso de líquido.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Cozinhe as batatas até que fiquem bem macias. Amasse com um garfo (com casca mesmo), até virar purê, e junte a manteiga, mexendo até que ela derreta. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Junte a ricotta, a cebola, as ervas frescas e os temperos e misture bem. Junte o trigo ou bagaço de malte, misture bem e acerte o tempero.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Despeje numa travessa refratária untada com azeite, passe um garfo na superfície, criando listras, e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 30 minutos, ou até que a superfície esteja bem dourada.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Dp_vdGIv0Lo/UN3P9NADWjI/AAAAAAAAEzw/b3t-Tc7clt4/s1600/panet2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-Dp_vdGIv0Lo/UN3P9NADWjI/AAAAAAAAEzw/b3t-Tc7clt4/s400/panet2.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Chegando à reta final do barrigão gigante. Duas? Três? Quatro semanas? Ninguém sabe, pois ao que tudo indica minha pequena justiceira é apressadinha, além de hiperativa (puxou a mãe?). Apesar de, graças aos deuses, não ter inchado ou engordado como no fim da primeira gravidez (benzadeus pela filha ogra, que sugou toda a gordura que pus pra dentro), a pança anda pesando um bocado, uma mão saindo pelo umbigo, outra empurrando minha bexiga, um pé no externo e outro nos meus pulmões. Não tenho fôlego mais para coisa nenhuma, e meu marido frequentemente olha para mim com ares de piedade, ao me ver ofegante e suspirante durante o simples ato de abaixar para catar um brinquedo do chão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É isso. ARREGUEI.&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-g7twxdoZfM8/UN7OjghL1JI/AAAAAAAAE0E/frsr3n-8xq4/s1600/barr2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-g7twxdoZfM8/UN7OjghL1JI/AAAAAAAAE0E/frsr3n-8xq4/s400/barr2.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Olha o tamanho da melancia.&lt;br /&gt;
E o cabelo bicolor-água-de-salsicha, que não vejo a hora de pintar de castanho de novo.&lt;br /&gt;
(Grávida com cara de psicopata, segundo meu marido.)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Por isso, nesse Natal, "delarguei" a ceia. Zero condições de ficar três dias com umbigo no fogão como fiz nos outros anos. Disponibilizei casa e bebida, e comida foi toda trazida pela mãe e pela sogra. E foi uma delícia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, agora o tempo chuvoso trouxe temperaturas mais amenas, eu oficialmente entrei em "pré-licença maternidade" [não vou pegar nenhuma encomenda de trabalho, mas continuarei vendendo o que estiver disponível na LOJA] e a pressão da data-limite 25 de dezembro passou. O que restou agora foi a vontade de produzir todos os quitutes que ignorei em dezembro. E se o supermercado pode vender panettone em setembro, por que não posso prepará-lo depois do Natal? (E torrone em janeiro? E panforte em julho? Quem se importa?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse foi uma adaptaçãozinha de nada de uma receita da tia Martha Stewart, e, depois de experimentar essa textura de nuvem, decidi que é esse meu panettone oficial a partir de agora. Se você também não se importa em fazer panettone depois do Natal, faça esse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto como minhas fatias (e divido com o pimpolho, fã de frutas secas como a mãe, e que descobriu o figo seco e o tem comido como se fosse chocolate), fico esperando a chegada da pequena ginasta de barriga, e fantasiando com minhas margaritas, meus vestidos de cintura marcada, minha soneca de bruços... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;PANETTONE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;(ligeiramente do ótimo livro Martha Stewart Baking Handbook)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Rendimento: 1 panettone&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 xic. frutas secas (usei uma mistura de frutas cristalizadas, passas escuras e claras)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;80ml suco de laranja&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;80ml&amp;nbsp; suco de limão siciliano&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;40ml rum escuro&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/8 colh. (chá) noz moscada ralada na hora&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;40ml água morna&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2 1/4 colh. (chá) fermento biológico seco&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;pouco mais de 2 xícaras de farinha branca orgânica (295g)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/4 xic. leite integral morno&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/3 xic. açúcar cristal orgânico&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;2 ovos grandes, orgânicos, + 2 gemas pequenas (ou 1 bem grande)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) extrato natural de baunilha&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;90g manteiga sem sal, gelada, cortada em cubinhos (e mais para pincelar)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) sal cheia&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (sopa) creme de leite fresco&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Misture as frutas, os sucos, o rum e a noz moscada, cubra e deixe macerar enquanto prepara o panettone.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Numa tigela pequena, junte a água morna e metade do fermento e deixe descansar por 5 minutos até que espume. Junte 1/4 da farinha, misture e cubra com filme plástico, deixando que fermente e dobre de tamanho por 30 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Coloque o leite morno numa tigela média e polvilhe o restante do fermento. Deixe descansar por 5 minutos até que espume. Enquanto isso, numa tigela média, bata os ovos, as gemas, o açúcar e a baunilha até que fique homogêneo. Junte a mistura de leite.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Na tigela da batedeira planetária, bata a manteiga gelada, o sal e o restante da farinha, usando a pá, até que forme uma farofa grossa. (Alternativamente, faça isso com as pontas dos dedos numa tigela grande.)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Com a batedeira em velocidade baixa, junte a mistura de ovos e bata em velocidade média até que fique uniforme. (Alternativamente, bata com uma colher de pau.)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Junte a massinha de farinha e fermento e bata vigorosamente até que fique grudenta e elástica, e forme longos fios quando esticada, cerca de 9 minutos. Pode parecer que aquilo nunca vai virar massa, mas vai sim.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Escorra as frutas cristalizadas, descartando o líquido, e junte-as à massa, sovando para incorporar bem. Coloque a massa numa tigela grande, untada com manteiga, e cubra com filme plástico. Deixe fermentar por cerca de 2 horas.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Unte generosamente uma forma de panettone de 16cm de diâmetro. Alternativamente, use a forma de papel, sem untar, ou faça como eu: use uma forma de bolo de 16cm, unte, e crie as paredes altas com camada dupla ou tripla de papel alumínio bem untado. Coloque a forma numa assadeira.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Coloque a massa numa superfície ligeiramente enfarinhada e sove um pouco. Forme uma bola e coloque dentro da forma. Cubra com um pano ou filme plástico e deixe fermentar por mais 45-60 minutos. Enquanto isso, pré-aqueça o forno a 205ºC, com a grade na posição mais baixa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Pincele a superfície do panettone com creme de leite e, usando uma tesoura de cozinha, faça dois cortes no topo, fazendo um X. Asse por 15 minutos. Reduza a temperatura para 180ºC e continue assando, até que esteja dourado escuro e um palito inserido no meio saia limpo, cerca de 45 minutos. (Fique atento a qualquer cheiro de queimado, para que o fundo não queime. E se a parte de cima dourar rápido demais, cubra com papel alumínio soltinho.)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Transfira a assadeira para uma grade e deixe esfriar por 15-20 minutos. Desenforme o panettone e deixe esfriar completamente. Dura 3 dias bem embrulhado em filme plástico. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7BlrDXanUqg/UM-HRBVrcLI/AAAAAAAAEzc/9MJlb2m1AOA/s1600/torcrbat.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="297" src="http://1.bp.blogspot.com/-7BlrDXanUqg/UM-HRBVrcLI/AAAAAAAAEzc/9MJlb2m1AOA/s400/torcrbat.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Adoraria postar aqui toda uma linda série de doces e quitutes natalinos. Mas a verdade é que meu cérebro anda focado em simplesmente colocar comida na mesa. No calorão de fim de ano, e por mais uma mão cheia de motivos, ando pensando mais em sorvete que em panetone; mais em salada que em cardápio de ceia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E daí que num dia cansado, barrigão parecendo querer explodir com bebê fazendo alongamento lá dentro, precisava dar cabo de meio pote de ricotta fresca que iria estragar e batatas que já davam sinal de que brotariam. Benzadeus pelo &lt;a href="http://www.eatyourbooks.com/member/anaelisagg"&gt;Eat Your Books&lt;/a&gt;, pois o pequeno explorador de lareiras não parou quieto tempo o bastante para que eu pudesse sentar e folhear tranquilamente meus livros em busca de uma receita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando caí nessa torta de abobrinha e ricotta com crosta de batata, fiquei ressabiada. Parecia mais trabalhoso do que eu gostaria e por algum motivo achava que não daria certo. Mas na falta de outra possibilidade, e com medo de deixar que a preguiça botasse a perder bons ingredientes, pus a mão na massa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que foi mais fácil que qualquer espécie de torta que já tenha preparado em minha vida. Em cinco minutos a crosta estava no forno, e enquanto assava, refoguei as abobrinhas. Crosta dourada, foi questão de misturar abobrinhas, queijo, ovo e leite e colocar tudo no forno. Em pouco tempo havia um jantar delicioso e principalmente reconfortante na mesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse não é um prato para visitas. Pois as batatas tendem a grudar um pouco na forma e você acaba tirando porções meio que despedaçadas, e não lindas fatias. Quero testar novamente, untando com manteiga no lugar de azeite, que acredito que vá tornar a soltura mais fácil. No entanto, mesmo despedaçado, esse é um jantar fantástico: as batatas ficam crocantes e com aquele gostinho de casquinha de batata assada, e o recheio ficou leve, macio e saboroso. Prato que pretendo repetir infinitas vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A receita vem do ótimo livro &lt;a href="http://www.amazon.com/How-Cook-Everything-Vegetarian-Meatless/dp/0764524836/ref=sr_1_4?ie=UTF8&amp;amp;qid=1355834113&amp;amp;sr=8-4&amp;amp;keywords=mark+bittman"&gt;How To Cook Everything Vegetarian, de Mark Bittman&lt;/a&gt;. Recomendadíssimo por conta das boas receitas rápidas para todo dia. Um dos livros que mais uso numa terça à noite depois de muito trabalho. Acabei adaptando pouca coisa do recheio para usar o que tinha em casa: a receita pedia 1 ovo, 1 gema e creme de leite, que substituí por dois ovos inteiros e leite integral; e ao invés de apenas refogar abobrinha, refoguei-a num enorme dente de alho, o que com certeza contribuiu e muito no sabor. Via de regra, uma vez tendo a crosta de batata, tão simples e deliciosa, você pode inventar o que quiser por cima, seguir com seu recheio usual de quiche, apenas reduzindo a quantidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a crosta, apanhe cerca de 3-4 batatas pequenas (que caibam numa mão entreaberta), lave, descasque e rale na parte grossa do ralador. Esprema e escorra bem o excesso de líquido delas e tempere bem com sal e pimenta-do-reino. Aperte as batatas raladas contra uma forma de torta de cerca de 21cm, untada generosamente com manteiga ou azeite. A camada de batatas deve ser razoavelmente fina. E leve ao forno a 190ºC por 30-40 minutos, até que as batatas pareçam sequinhas e douradas. Então é só colocar o recheio e voltar ao forno por 20-30 minutos, ou até que o recheio pareça firme em volta e balançando ainda ligeiramente no centro. Formas de vidro funcionam melhor, pois você pode ver se as batatas estão queimando ou ainda estão apenas deliciosamente douradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para este recheio específico, refoguei 1 abobrinha pequena, fatiada fino, em alho e azeite, até dourar ligeiramente. Temperei com sal e pimenta e folhas frescas de manjericão. Juntei a 2 ovos, 1 1/2 xic. de ricotta fresca e cerca de 1/4 xic. de leite (meio a olho, pois essa ricotta era bem úmida; a quantidade de leite ou creme vai depender de quanto líquido tem o queijo que você está usando ou o legume). Misturei bem com um garfo, temperei com sal e pimenta e assei na crosta de batata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode usar o legume que quiser, pode usar leite, creme de leite fresco, qualquer erva e qualquer queijo. Tão bom ter na manga mais uma coisinha gostosa pra fazer rápido e poder botar no forno enquanto saio atrás do pimpolho antes que ele apronte mais uma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-84GypzZmuQU/UMcZEDaAxEI/AAAAAAAAEyE/RSWuVBY32Ts/s1600/mibrepaho.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-84GypzZmuQU/UMcZEDaAxEI/AAAAAAAAEyE/RSWuVBY32Ts/s400/mibrepaho.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Antes de qualquer coisa, preciso agradecer a todos que comentaram no post anterior. As experiências diferentes de todos me fizeram analisar e entender melhor o comportamento do pequeno escalador de poltronas. Os pitís continuam, mas ando tentando lidar com eles de formas diferentes e ver o que funciona e o que não funciona. Ter filho é fácil. Criar é outra história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, não importa quantas duas horas e meia seu filho passe gritando no seu ouvido – você esquece os maus momentos quando o pimpolho vem se agarrar à sua perna, pedindo colo para poder enxergar o que você está preparando de interessante na cozinha. E esquece as birras quando ele se diverte ao ser colocado de pé em uma cadeira para ajudá-la a abrir a massa de torta com o rolo ou sovar pão. E ri ao tentar impedir que o moleque coma toda a massa crua enquanto brinca com ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kduHuonofaQ/UMcapzWEe6I/AAAAAAAAEyM/e4W7G8efS7E/s1600/thtor.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-kduHuonofaQ/UMcapzWEe6I/AAAAAAAAEyM/e4W7G8efS7E/s400/thtor.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Dá mais trabalho preparar o jantar segurando um garoto desse tamanho equilibrado num barrigão grávido, mas é com certeza mais divertido: vou lhe dizendo os nomes dos ingredientes e contando o que faremos com eles, e ele mantém os olhinhos atentos, as mãozinhas ávidas querendo alcançar cada cenourinha ralada, pedaço de queijo ou mesmo dentes de alho. Mergulha o dedo no sour cream, no leite de coco, na pasta de curry. Vai experimentando de tudo um pouco, se enchendo de orgulho quando mamãe diz que ele está ajudando. E, de quebra, come mais interessado a refeição que "ele preparou". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas das suas reações que mais me encantam, minha favorita é ao pão fresco. O pão saindo do forno, exalando aromas, e ele entra apressado na cozinha, sorridente, inspira fundo de um jeito caricato, fazendo careta e barulho, e solta um delicioso e melódico "hmmmmmmmm". E quando vê o pão esfriando sobre a grade, quer tocá-lo. Mamãe diz que está quente, e ele encosta com cuidado na casca dourada, retraindo rápido a mão e dizendo "au!". E repete o gesto, até sentir o calor confortável do pão nas palmas. E inspira novamente, absorvendo o perfume. E se esbalda quando finalmente ganha uma fatia fresquinha com manteiga derretendo por cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse é mais um bom pão de forma para iniciantes, fácil, perfumado, delicioso, macio mas firme o bastante para aguentar passadelas de manteiga ainda gelada ou recheios de sanduíche mais úmidos. A receita vem de&lt;a href="http://www.amazon.com/How-Bake-Paul-Hollywood/dp/140881949X/ref=sr_1_cc_1?s=aps&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1355420309&amp;amp;sr=1-1-catcorr&amp;amp;keywords=paul+hollywood+how+to+bake"&gt; um livro que tenho usado muito&lt;/a&gt;, e que foi presente de uma grande amiga que entende por que nunca se pode ter livros demais sobre panificação. ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem sempre comenta a respeito da altura do pão, fica a dica da forma: quase sempre que faço pães de forma, uso a chamada "&lt;a href="http://www.amazon.com/Inch-Pain-Pullman-Bread-With/dp/B004F8LYYY/ref=sr_1_12?ie=UTF8&amp;amp;qid=1355419176&amp;amp;sr=8-12&amp;amp;keywords=pullman+pan"&gt;pullman pan&lt;/a&gt;", ou forma de "pan de mie" ou pão de miga. Trata-se de uma forma de alumínio mais bojuda, mais curta que uma forma de bolo inglês, mas com quase o dobro da altura. Isso garante que os pães fiquem mais altos, de um melhor tamanho para fatiar e montar sanduíches. Ela também vem com uma tampa, que você pode ou não usar segundo a receita, para que o pão asse exatamente quadrado. A minha comprei fora, durante uma viagem, mas é certeza de que se encontra dela em lojas especializadas ou que abastecem restaurantes. No mais, a boa e velha forma de bolo inglês serve muito bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;PÃO DE LEITE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(do ótimo &lt;a href="http://www.amazon.com/How-Bake-Paul-Hollywood/dp/140881949X/ref=sr_1_cc_1?s=aps&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1355420309&amp;amp;sr=1-1-catcorr&amp;amp;keywords=paul+hollywood+how+to+bake"&gt;How to Bake, de Paul Hollywood&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tempo de preparo: 3-4 horas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: 1 pão &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;500g farinha branca orgânica ou para pães (use farinha comum se não encontrar das outras)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;10g sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;25g açúcar cristal orgânico&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;10g fermento ativo seco&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;30g manteiga sem sal, amolecida&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;320ml leite integral morno&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;azeite para sovar&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Coloque a farinha numa tigela grande. Coloque o sal e o açúcar num canto dela e o fermento em outro, para que o fermento não toque o sal diretamente. Junte a manteiga e 3/4 do leite morno. Misture gentilmente com os dedos. Continue acrescentando o leite, um pouco por vez, até que toda a farinha esteja umedecida e você tenha formado uma espécie de massa. Dependendo da umidade do ar no dia, pode ser que você não use todo o leite, ou que precise acrescentar mais – você quer uma massa úmida, mas não enxarcada. Raspe bem com os dedos as laterais da tigela e sove um pouco a massa dentro dela até que forme uma massa macia e rasoavelmente coesa.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Unte ligeiramente a bancada com um fio de azeite e despeje a massa ali. Sove por cerca de 5-10 minutos, até que a massa esteja elástica e com a superfície bem uniforme. Quando a textura da massa parecer macia e sedosa, forma uma bola e coloque numa tigela grande untada. Cubra com um pano de prato e deixe fermentar até que dobre de tamanho, no mínimo 1 hora, no máximo 3, dependendo da temperatura da sua cozinha (menos tempo em dias bem quentes, mais tempo em dias mais frios, sempre tendo 21ºC como temperatura ideal como base de comparação). &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Unte uma forma de pão ou bolo inglês funda com óleo ou manteiga. Retire a massa da tigela, achate-a ligeiramente com os punhos em forma de retângulo e dobre-a como se fizesse um avião de papel, trazendo a metade da direita para o centro, a metade da esquerda para o centro e dobrando uma sobre a outra, sempre selando bem as bordas para que não haja fendas. Role sob as palmas para que fique do tamanho da forma e coloque a massa dentro dela, com a fenda para baixo. Polvilhe com farinha e faça um corte na superfície da massa, no sentido do comprimento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Cbra com um pano e deixe fermentar por mais 1 hora, ou até que tenha no mínimo dobrado de tamanho. Enquanto isso, pré-aqueça o forno a 210ºC.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Asse por 25 minutos, ou até que o pão esteja dourado e soe oco quando retirado da forma e batido na parte debaixo com os nós dos dedos. Deixe esfriar completamente sobre uma grade, fora da forma, antes de fatiar. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yxQl8QoyNOk/ULjZOE9MCjI/AAAAAAAAExc/CL2j8WUxAEI/s1600/checaknig.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-yxQl8QoyNOk/ULjZOE9MCjI/AAAAAAAAExc/CL2j8WUxAEI/s400/checaknig.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Aí eu estou na cozinha ralando queijo para o macarrão e ouço passinhos saracoteando à minha volta. Na tentativa de não ralar as pontas dos dedos, continuei olhando para o queijo, ignorando a movimentação atrás de mim, envolta de mim, o puxar de mãozinhas na barra do meu vestido. É então que me surpreendo com um sonzinho doce e inconformado vindo debaixo de mim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"mmm...M-Ma-maaaaaaaaa!!"&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eis que o pequeno devorador de qualquer espécie de queijo finalmente resolveu começar a falar (pouco, mas começou). Numa fase em que ele anda incrivelmente birrento e voluntarioso, com mudanças de humor dignas de Dr. Jeckyll e Mr. Hyde, dando todos os sinais de que já desenvolveu ciúmes da irmã que nem nasceu &lt;i&gt;[isso é possível?? Você que teve o segundo filho enquanto o primeiro tinha menos de 2 anos, por favor me elucide se isso é possível]&lt;/i&gt;, jamais esperaria que ele resolvesse dar um passinho para frente. Quando muito, sua preguiça vocal era para mim mais um sinal de revolta pelas mudanças por vir, além daquelas que já haviam ocorrido. Afinal, mudar de casa, de cidade, ver menos gente, ver menos a avó, mudar do berço para a cama, e agora ficar sem chupeta (que ele rasgou com os dentes) apesar de todas as coisas boas de sol e quintal e silêncio, foi um baque tão grande que até o penico, que ele usava diariamente no apartamento, ele recusou e ainda não aceitou de volta, até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pai que anda ressabiado, pois o moleque entra na cozinha, aponta a geladeira, o cadeirão, o prato de bolo ou qualquer comida que eu esteja preparando para o almoço e solta sonoros "pa-pa! pa-pa!"O que é engraçado, pois nunca nos referimos à comer como "papar", mas já antes de nos mudarmos, ele andava usando essas sílabas sempre que lhe mostrava comida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a coisa vem em ondas. Há dias falantes e dias de grunhido. Mas a birra, especificamente na hora da soneca da manhã, está sempre lá (falta da chupeta nessa hora, certeza). E quem tem filho que faz birra das feias sabe como isso drena sua energia. Como quando finalmente a criança acalma, você quer dormir, se isolar, recompor os nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Some a isso o barrigão gigante. Gigante, porque a pequena futura justiceira não é tão pequena assim: tudo indica que ela puxou a mãe e pretende nascer já grandalhona e espevitada. Junte mais uma pitada de calor de 31ºC desde as 8 da manhã lá fora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não dá. É preciso dar o braço a torcer. É preciso olhar o jardim lá fora, com mato batendo no meu joelho e admitir que não consigo mais podar aquilo com a tesoura, e chamar um tiozinho para fazê-lo por mim. É preciso admitir que entrei na fase grávida-dondoca e chamar minha mãe para vir me ajudar um pouco, com o Thomas, com os passeios do cão, enquanto boto para cima os pés querendo começar a inchar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É preciso olhar para aquela ladeira até o supermercado, embaixo do sol, e desistir da possibilidade de ir até a loja apenas para um ingrediente faltante. É preciso fazer o que dá, do melhor jeito possível e admitir que não dá para fazer tudo sozinha agora, e não dá para fazer qualquer cheesecake. É preciso fazer o cheesecake que dá, com o que tenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim busquei alucinadamente uma receita que levasse "apenas" 600g de cream cheese, pois era o que eu tinha, e deus me livre ir até o mercado comprar mais naquele calorão. A limitação, no entanto, mais uma vez mostrou-se frutífera, pois me levou a esse London Cheesecake da Nigella, de um livro que tenho há séculos, mas que vez ou outra acaba esquecido. E agora me pergunto o por quê de nunca tê-lo preparado antes, pois ele é incrivelmente cremoso e delicioso, leva metade do cream cheese das receitas americanas, e ainda por cima converteu o marido, que nunca gostou de cheesecake (razão pela qual não preparo o tempo todo – haja ancas para acomodar um cheesecake inteiro sozinha).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na hora de acrescentar o sour cream, ao fim do cozimento, a superfície do cheesecake rachou (provavelmente pelo choque térmico, pois o creme estava gelado), fazendo com que o sour cream vazasse para dentro. O bichinho ficou feio, mas o universo é bom comigo e o "acidente" criou bolsões de creme dentro da massa cozida, deixando tudo ainda mais gostoso. Então, se acontecer com você, não se preocupe e não peça desculpas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah, melhor de tudo, esse cheesecake não precisa ficar gelando de um dia para o outro ou por horas a fio para firmar. Pegou temperatura de geladeira, pode comer. Ótimo para grávidas com desejo imediato de cheesecake. ;) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;LONDON CHEESECAKE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(Do "antigo" mas sempre excelente How To Be a Domestic Goddess, de Nigella Lawson)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tempo de preparo: 1h30 + tempo de esfriar e gelar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: 1 cheesecake de 20cm (8 porções)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;(base)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 xic. + 2 colh. (sopa) biscoitos digestivos ou maizena (cerca de 140g)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;6 colh. (sopa) manteiga sem sal, derretida ou muito mole&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;(recheio) &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;600g cream cheese&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 xic. + 2 colh. (sopa) açúcar cristal orgânico&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3 ovos grandes, orgânicos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3 gemas grandes, orgânicas (congele as claras para outro uso)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2&amp;nbsp; colh. (sopa) extrato natural de baunilha&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2 colh. (sopa) suco de limão (siciliano ou tahiti)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;(cobertura)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;3/4 xic. sour cream (coloque quase os 3/4 xic. de creme de leite e complete o restante com um splash de vinagre branco ou suco de limão e deixe em temperatura ambiente por pelo menos meia hora)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (sopa) açúcar cristal orgânico&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) extrato natural de baunilha&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Pulse os biscoitos no processador (ou coloque dentro de um saco fechado e amasse com o rolo de madeira, transferindo depois para uma tigela) até que virem uma farofa fina. Junte a manteiga e misture (no processador ou com um garfo) até que os biscoitos estejam umedecidos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Transfira a mistura para uma forma de mola ou fundo removível de 20cm e aperte a farofa contra o fundo da forma, usando os dedos ou o fundo de um copo. Leve à geladeira enquanto você pré-aquece o forno a 180ºC e prepara o recheio.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Na batedeira (com a pá, se for planetária), bata o cream cheese até que fique molinho e junte o açúcar. Misture mais um pouco e então junte os ovos e as gemas, batendo mais um pouco e por fim, a baunilha e o limão. Evite bater por muito tempo, para não incorporar ar demais à massa. Você quer apenas que a mistura fique homogênea.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Retire a forma da geladeira e forre por fora com duas camadas de papel-alumínio, subindo pelas laterais até as bordas. Isso vai evitar que a água do banho-maria entre na forma.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Transfira o recheio para dentro da forma e disponha a forma forrada em uma assadeira de bordas altas. Encha de água fervente a assadeira, chegando até metade da altura da forma e leve ao forno por 50 minutos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;O cheesecake deve estar com aparência de firme por cima, mas não duro (sequinho ao toque leve do dedo, por exemplo). Apenas o bastante para que você tenha certeza de que a cobertura não vá simplesmente afundar na massa.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Misture com um batedor de arame o sour cream, o açúcar e a baunilha. Retire a assadeira com o cheesecake do forno e derrame o sour cream por cima. Volte o conjunto ao forno por mais 10 minutos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Retire a assadeira do forno e, com cuidado, retire a forma de dentro da água, colocando-a numa grade para esfriar. Quando tiver esfriado completamente, leve à geladeira. Quando estiver gelado, pode desenformar. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BPi0AKWfbNg/ULx48Lj4eCI/AAAAAAAAExw/nMgr_e1R1Pc/s1600/spec2012.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-BPi0AKWfbNg/ULx48Lj4eCI/AAAAAAAAExw/nMgr_e1R1Pc/s400/spec2012.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Estava totalmente sem inspiração para os docinhos de Natal, mas com o primeiro domingo de advento, baixou o santo biscoiteiro e fiquei com vontade de tentar mais uma vez Spekulatius. &lt;a href="http://www.lacucinetta.com.br/2008/11/em-busca-do-speculaus-perfeito.html"&gt;Há anos que busco uma receita "definitiva"&lt;/a&gt;, pois todos os anos o veredito é sempre o mesmo por parte do marido: "ficaram ok, mas não ficaram iguais àqueles das velhinhas alemãs". Num ponto em que eu já vinha desistindo, e &lt;a href="http://www.lacucinetta.com.br/2011/11/pfeffernusse-se-as-lojas-podem-tambem.html"&gt;assando biscoitos diferentes nessa época do ano&lt;/a&gt;, só para evitar a comparação, e sabendo que, de qualquer forma, ganhamos vários pacotinhos dos mesmos no dia de Nikolaus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sequer tinha intenção de postar essa receita aqui, pois abrir e cortar a massa foi uma chateação nesse calor, e os biscoitos não ficaram com aquela "perfeição bloguesca". Mas quando seu marido larga o video-game e levanta do sofá para abraçá-la e agradecê-la por reviver um gosto de Natal de infância, acho que é um sucesso que merece ser dividido. Pela primeira vez na história dos Spekulatius da minha casa, esse não só foi aprovado como repetido e pedido para que seja a receita definitiva de todos os anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vontade de ir até o Brooklin, em New York, e abraçar os caras da &lt;a href="http://bakednyc.com/"&gt;Baked&lt;/a&gt;, que colocaram a receita no livro. ^_^&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não a preparei &lt;i&gt;ipsis literis&lt;/i&gt;, no entanto. Estava sem açúcar mascavo, e substituí pela mesma quantidade de demerara mais uma colher de chá de melaço, para compensar pela umidade do mascavo e também trazer mais à tona aquela acidez e sabor ligeiramente queimado do mascavo. A substituição funcionou bem para mim, pois já havia feito várias receitas com açúcar mascavo e achado que havia algo de forte nessa acidez e nesse queimado que dominava demais. Além disso, o demerara contribuiu para um biscoito final mais crocante, apesar de ter tornado a massa mais frágil na hora de abrir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também, por conta do calor e da preguiça suprema, usei o processador ao invés dos dedos para fazer a massa. Da mesma forma como faço com massas de torta, já que o processo é o mesmo: batendo pouco, em pulsos breves, para não mexer demais no glúten da farinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de na hora de espalharem no forno, eles terem ficado meio tortinhos, craquelados onde a massa não estava uniforme, os biscoitos saíram de um belo dourado escuro, bastante crocantes, e de um perfume tão bom de especiarias e laranja, que no dia seguinte a cozinha ainda estava deliciosamente impregnada dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Obs: próxima vez, vou tentá-los como "slice and bake", formando um rolo com a massa e fatiando a massa ainda fria, em dias excessivamente quentes, ao invés de abrir com o rolo de madeira.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;SPEKULATIUS (ou Speculaas)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;(Adaptado do livro &lt;a href="http://www.amazon.com/Baked-Explorations-American-Desserts-Reinvented/dp/1584798505/ref=sr_1_3?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1354541351&amp;amp;sr=1-3&amp;amp;keywords=baked"&gt;Baked Explorations, de Matt Lewis e Renato Poliafito&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Tempo de preparo: 10 min + 1 hora de geladeira + 15 minutos de forno&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Rendimento: de 24 a 36 biscoitos, dependendo do tamanho e formato dos cortadores&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 3/4 xic. farinha de trigo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 xic. açúcar demerara apertado na xícara&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) bicarbonato de sódio&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2 colh. (sopa) canela em pó&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) noz moscada ralada na hora&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) cravos em pó ou moídos na hora, no pilão&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) gengibre em pó&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1/2 colh. (chá) sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;150g manteiga sem sal, gelada, cortada em pedaços pequenos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 ovo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (chá) casca de laranja ralada &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (chá) melaço de cana&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;açúcar cristal para polvilhar&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Coloque no processador a farinha, o açúcar demerara, o bicarbonato, as especiarias e o sal e pulse para misturar. (Se estiver fazendo a mão, misture tudo numa tigela com um batedor de arame.)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Junte a manteiga e pulse algumas vezes (ou esfregue com a ponta dos dedos) até formar uma farofa que pareça areia grossa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Numa tigelinha, bata ligeiramente o ovo, a casca de laranja e o melaço. Junte à farofa e pulse novamente (ou misture com as mãos), apenas até que a farofa esteja umedecida e começando a formar uma massa grosseira. Junte as migalhas de massa com as mãos. A massa deve estar razoavelmente pegajosa, separando-se fácil em pedaços, mas sem de fato grudar nas mãos. Embrulhe em filme plástico e deixe na geladeira por pelo menos 1 hora.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Forre duas assadeiras grandes com papel-manteiga (eu usei silpat) e pré-aqueça o forno a 180ºC.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Desembrulhe a massa, divida em duas partes e volte uma das partes, embrulhada, à geladeira. Enfarinhe uma superfície e, com a ajuda do rolo enfarinhado, abra a massa numa espessura de cerca de 6mm. Caso a massa esteja ainda muito dura e quebradiça da geladeira, use suas mãos para achatá-la mais e torná-la mais maleável, e termine com o rolo. Pince de volta com os dedos qualquer pedaço que se separar e polvilhe um pouco de farinha sobre a massa, se o rolo estiver grudando muito.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Escolha cortadores de cerca de 5cm e corte os biscoitos, retirando da bancada com a ajuda de uma espátula e dispondo nas assadeiras, com cerca de 2,5cm de distância entre eles. Junte as rebarbas numa massa só e abra de novo (deixando um tempo na geladeira antes, se necessário), para conseguir mais biscoitos. Polvilhe os biscoitos com açúcar cristal.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Leve a assadeira cheia à geladeira, se o dia estiver muito quente, enquanto abre a outra porção de massa. Asse uma assadeira por vez (a outra espera na geladeira), por 15 minutos, ou até que os biscoitos pareçam sequinhos na superfície e estejam dourado-escuros, girando a assadeira no forno no meio do tempo, para garantir que todos assem por igual. Retire a assadeira do forno e deixe sobre uma grade por 5 minutos antes de retirar os biscoitos com uma espátula e deixar que eterminem de esfriar diretamente sobre a grade. Em pote fechado, os biscoitos sem conservam por 5 dias.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AaBQu-w6Bbo/ULeMJ8smWiI/AAAAAAAAExI/eW1hK2FT4JU/s1600/pamos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-AaBQu-w6Bbo/ULeMJ8smWiI/AAAAAAAAExI/eW1hK2FT4JU/s400/pamos.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Nada como contaminar os outros com sua chatice do faça-você-mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dei de presente a meu marido um &lt;a href="http://cervejaartesanal.wordpress.com/"&gt;curso de fabricação artesanal de cerveja&lt;/a&gt;, e o homem surtou. Menos de um mês depois, o equipamento cervejeiro jaz aqui em casa e estamos apenas esperando a entrega dos maltes faltantes para iniciar nossa humilde produção. Engraçado é vê-lo agora tendo em relação à cerveja, as mesmas reações que tenho com comida. Certeza de que agora ele me compreende bem melhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao fim do curso, perguntaram se alguém desejava levar o &lt;strike&gt;mosto&lt;/strike&gt; bagaço do malte, aquela massa de grãos moídos e fervidos de cevada e lúpulo para casa, para fazer pão. Adivinha quem prontamente levantou os dois braços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em casa, congelei o&lt;strike&gt; mosto&lt;/strike&gt; bagaço em porções de 2 xícaras cada e saí em busca de alguma receita adaptável. Queria que fosse um pão integral. E era melhor que já tivesse na receita original uma certa quantidade de grãos inteiros, para que eu tivesse noção de quanto &lt;strike&gt;mosto&lt;/strike&gt; bagaço inserir na massa. Acabei encontrando um pão integral de grãos no livro da Kitchen Aid, e foi esse mesmo que adaptei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pão finalizado fica muito saboroso, complexo, cheio de texturas, mas ainda assim bastante macio. Perfeito para um sanduichinho de queijo. O pequeno colecionador de folhas secas emitiu um sonoro "hmmmmmmmm" ao sentir o perfume do pão quentinho, e adorou umas fatias com manteiga no café da manhã. Bom mesmo. Porque se o pai se empolgar na cervejaria caseira, sanduichinho com pão de &lt;strike&gt;mosto&lt;/strike&gt; malte vai ser figurinha fácil no lanchinho da escola. ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você não tiver nenhum amigo fazendo cerveja que possa lhe dar um pouco do &lt;strike&gt;mosto&lt;/strike&gt; bagaço, substitua a mesma quantidade em outros grãos muito bem cozidos (no caso da cevada, ela foi grosseiramente moída antes de ser fervida, então provavelmente grãos em forma de farelo grosso funcionem melhor).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;PÃO INTEGRAL COM &lt;strike&gt;MOSTO&lt;/strike&gt; BAGAÇO DE MALTE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(Livremente adaptado do livro Kitchen Aid Best Loved Recipes)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tempo de preparo: 4 horas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: 2 pães de forma&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 1/4 xic. água&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1/3 xic. mel&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 colh. (sopa) sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;2 colh. (sopa) óleo vegetal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;4 1/2 colh. (chá) fermento ativo seco&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1/4 xic. água morna&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;2 1/2 a 4 xíc. farinha de trigo integral fina&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 xic. farinha de trigo branca (de preferência orgânica)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;2 xic. &lt;strike&gt;mosto&lt;/strike&gt; bagaço de malte restante da fabricação de cerveja (ainda úmido)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;manteiga para untar a forma&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;Preparo&lt;/i&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Em uma panela, aqueça um pouco a primeira quantidade de água, o mel, o sal e o óleo, mexendo até dissolver. Desligue o fogo. Em outra tigela, ou na tigela da batedeira planetária, dissolva o fermento na segunda quantidade de água morna e deixe descansar 5 minutos até que espume.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Junte os dois líquidos, e acrescente a farinha branca e 1 xic. de farinha integral. Sove com o gancho da batedeira por 2 minutos, ou mexa com uma espátula, até começar a formar uma massa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Junte o &lt;strike&gt;mosto &lt;/strike&gt;bagaço. Dependendo da quantidade de água ainda presente no &lt;strike&gt;mosto&lt;/strike&gt; bagaço, você precisará acrescentar mais ou menos farinha integral. Continue sovando com a batedeira em velocidade baixa por 7-10 minutos (ou misturando com uma colher de pau ou espátula), acrescentando mais meia xícara de farinha integral por vez. Assim que a massa esteja remotamente manipulável, pare de juntar farinha. O ideal é que ela esteja mais para o lado grudento do que para o sequinho, ou o pão pode ficar pesado depois de assado. Mesmo que ainda esteja meio dificil de sovar na mão, evite colocar mais farinha: depois da primeira fermentação, o trigo termina de absorver a água extra e a massa fica mais fácil de manipular.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Passe a massa para uma superfície ligeiramente untada de óleo (não enfarinhe). Unte suas mãos de óleo e termine de sovar a massa por um ou dois minutos, formando uma bola. Volte para uma tigela untada, cubra com filme plástico, e deixe fermentar por cerca de 2 horas em temperatura ambiente, até que dobre de tamanho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Unte duas formas de bolo inglês com manteiga (o pão solta mais fácil, a meu ver, do que com óleo). Sove a massa na bancada untada para retirar o ar e divida a massa ao meio. Para moldar, forme um retângulo com a massa e dobre uma aba em direção ao meio, como quem faz um aviãozinho de papel. Dobre a outra aba, e depois uma sobre a outra, sempre apertando bem com os dedos as fendas. Feche bem as bordinhas e as pontas e role até que fique no comprimento da forma.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Coloque os pães nas formas, cubra com um pano ou filme plástico, e deixe que fermentem por mais 1 hora. Faltando um pouco para dar o tempo, pré-aqueça o forno a 190ºC. Polvilhe as superfícies com farinha e faça um corte nas crostas. Leve ao forno por 35-45 minutos, ou até que estejam dourados e, ao serem retirados das formas, façam um som oco ao bater-lhes os nós dos dedos. Retire das formas e deixe que esfriem completamente em uma grade antes de comer ou guardar. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
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&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vfmVh0Oy1ZM/UKy0SRgrW5I/AAAAAAAAEwg/gknHn1pRrzo/s1600/bolcenpepiog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-vfmVh0Oy1ZM/UKy0SRgrW5I/AAAAAAAAEwg/gknHn1pRrzo/s400/bolcenpepiog.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Já escrevi aqui algumas "&lt;a href="http://www.lacucinetta.com.br/2012/09/muttar-paneer-e-birra-de-crianca.html"&gt;dicas anti-stress" para alimentar uma criança pequen&lt;/a&gt;a (ou pelo menos a MINHA criança pequena). Mas faltou uma. Uma boa para mãe que gosta de cozinhar mas não gosta de comer todo dia a mesma coisa: nunca presumo de antemão que o pequeno caçador de formigas vai recusar a comida que estou fazendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque é fácil fazer isso. Você, com uma vontade imensa de comer ensopado francês de peixe, imagina a criança lidando com aquele creme, os pedaços do peixe e frutos do mar, as texturas e temperos diferentes, a dificuldade com a colher, e repensa o jantar. E faz macarrão com molho de tomate, que é mais fácil. No dia seguinte, querendo soba com berinjela e manga, aparecem as mesmas inseguranças, seu dia foi cansativo, não está com o menor saco de lidar com criança birrenta... macarrão com molho de tomate. Pro pimpolho, apenas. Depois que ele vai dormir, você prepara seu soba para matar vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que às vezes eu caio nessa. Mas ando tentando não mais entrar na pegadinha da "comida fácil de criança". Principalmente quando Thomas me surpreende ao tomar um copo inteiro de lassi com água de rosas, chá de jasmim sem açúcar nenhum ou castanhas de caju crocantes e cheias de pimenta caiena. Nessas horas me lembro de que simplesmente não dá para prever o que uma criança vai gostar de comer ou recusar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tanto que, querendo ainda apresentar alimentos crus ao pimpolho, preparei essa raita? tzatziki? esse... pepino com iogurte para acompanhar os bolinhos de cenoura do Bill Granger. Presumi que ele comeria os bolinhos, pois bolinhos sempre fazem sucesso, e que &lt;b&gt;talvez, se eu desse sorte,&lt;/b&gt; se interessasse em experimentar os pepinos, uma vez que estavam envoltos em iogurte e ele adora chuchar comida em molhos de qualquer espécie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surpresa: nem tocou nos bolinhos; comeu todo o pepino. o_O&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai entender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fica a dica: não presuma nunca que o pimpolho vai ou não vai comer xis coisa baseado em experiências prévias. Lembra o vício em bananas do pequeno? Sumiu. Anda deixando bananas pela metade. Mas experimente deixar uma caixa de morangos à disposição. Tadinho, vai sofrer quando eles pararem de aparecer na banca orgânica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sem pimpolhos, no entanto, esse é um almocinho leve e muito gostoso. Apesar das inúmeras receitas, acabo fazendo os pepinos meio que sempre da mesma forma: fatiando fino, salgando e deixando numa tigela por um tempo, para sorarem. Espremo e descarto o líquido e misturo os pepinos a iogurte caseiro, um dente de alho bem picadinho, menta seca, cebolinha picada, pimenta-do-reino, um fio de azeite e mais sal, se julgar necessário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os bolinhos, do &lt;a href="http://www.amazon.com/bills-open-kitchen-Bill-Granger/dp/0060740485/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1353503646&amp;amp;sr=1-1&amp;amp;keywords=bill%27s+open+kitchen"&gt;ótimo livro Bill's Open Kitchen, de Bill Granger,&lt;/a&gt; misture numa tigela:&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;60g (1/2 xic.) farinha de trigo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;125ml (1/2 xic.) de água com gás ou tônica&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1 ovo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1/4 colh. (chá) de cominho moído&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1/4 colh. (chá) de sementes de coentro moídas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1/4 colh. (chá) de cúrcuma&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1 colh. (chá) açúcar&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1 colh. (chá) de sal&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1 pimenta dedo-de-moça sem sementes e picada (ou a gosto)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;235g (1 1/2 xic.) cenoura ralada grosso&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;8 talos de cebolinha picados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;25g (1/2 xic.) de coentro fresco picado&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Aqueça uns 60ml de óleo numa frigideira grande e frite os bolinhos em porções de 2 colh. (sopa) cada, sem encher demais a frigideira. Frite por uns 2 minutos cada lado, até que dourem, escorra em papel-toalha e sirva quente, com um molhinho de iogurte à sua escolha ou os pepinos. Faz cerca de 12 bolinhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
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&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LZ3DGbW24Ak/UKEgpSag8sI/AAAAAAAAEwM/wMlqtlO7wfg/s1600/arpepmoz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-LZ3DGbW24Ak/UKEgpSag8sI/AAAAAAAAEwM/wMlqtlO7wfg/s400/arpepmoz.jpg" width="400" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
Minha mais recente missão na cozinha tem sido ensinar o pequeno escalador de poltronas e perseguidor de Border Collie a comer coisas cruas. Agora que todos os seus dentes nasceram (os caninos já despontaram todos, e eram só os que faltavam), ele está pronto, a meu ver, para qualquer tipo de textura. Qualquer rejeição da sua parte será efeito do gosto ou costume, e não de uma dificuldade em mastigar, como era antigamente o caso de alguns alimentos como folhas e feijões.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
Foi engraçado notar que o primeiro entrave dele foi ter algo frio em seu prato na hora do almoço ou jantar, quando a comida vinha sempre fumegante. Juro que podia ver em seus olhinhos a expressão inconformada de "não vai esquentar isso não, mãe?". Mas aos poucos a coisa vai andando.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
Comecei com cenouras, que são doces, e que já haviam figurado cruas em seu prato há muitos meses atrás, quando usava apenas as gengivas para mastigar. Raladas bem fininhas, naquela textura para bolo de cenoura, elas viravam quase um purezinho cru, naturalmente docinho. Já naquela época eu misturava a passas escuras, temperava com sal, pimenta-do-reino, uma boa quantidade de azeite e um salpicar de vinagre de jerez. (Segredo de uma boa salada de cenoura: não economize no azeite ou óleo utilizado; salada de cenoura muito seca fica sem gosto.) A única diferença dessa para uma de minhas saladas de cenoura favoritas é o tamanho da cenoura ralada. Logo, quando preparei a versão adulta, com a raiz ralada grossa, não foi um estranhamento tão imediato. Ele olhou, olhou, apanhou uma passa, outra, e logo havia devorado toda a salada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
Depois foram os tomates. Thomas come qualquer coisa que esteja envolta em molho de tomate, mas toda vez que eu colocava tomates frios no seu prato, ele estranhava e não comia. Mesmo quando tentei um molho de macarrão com tomates crus. Comeu toda a massa, deixou todo o tomate no prato. Desta vez, para acompanhar a omelete de talos de espinafre &lt;i&gt;[melhor jeito de preparar talos de espinafre para qualquer uso: cozinhar em água fervente com sal até que fiquem bem macios, escorrer e refogar em alho e manteiga, temperando um pouquinho de suco de limão]&lt;/i&gt;, fiz os tomates picadinhos, apenas temperados com sal, pimenta, azeite e vinagre de jerez, que junto com o de maçã é dos meus favoritos. Demorou, enrolou, fez que fez, não foi, acabou experimentando. E no que experimentou, tive de dar o que havia também no meu prato.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
Os pepinos tem sido mais difíceis. Tentei palitinhos de pepino temperadinhos, imaginando que ele acharia divertido mordiscá-los, mas nada. Quando mais novo, ele engasgava com folhas verdes que não estivessem bem picadinhas, e por isso criou uma cisma com coisas verdes grandes no prato, a não ser que sejam abobrinhas. Via de regra: se estiver irremediavelmente misturado ao resto, ele come as coisas verdes; se estiver remotamente separável, ele separa. Cuidadosa e meticulosamente. Então quando servi essa salada quente de arroz com pepinos e mozzarella, lá foi ele separar os pepinos. Eventualmente comeu um ou dois, meio que por engano. Mas eu não desisto. A próxima tentativa será num&lt;i&gt; tzatziki&lt;/i&gt;, pois ele gosta um bocado de iogurte e adora comer qualquer coisa melequenta. Ainda estou pensando na melhor estratégia para apresentá-lo às folhas de alface. Hmmm...&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
Enquanto isso, esse é um almocinho tranquilo e gostoso: arroz integral cozido, misturado a pepinos fatiados bem fino, deixados previamente salgados durante o tempo de cozimento do arroz, e espremidos antes de serem juntados ao arroz ainda quente. Mozzarella de búfala em pedaços, algumas folhas de manjericão, cebolinha picada, casca ralada de um limão e um vinaigrette de azeite, suco de limão, sal e pimenta-do-reino. A proporção de arroz, pepinos e queijo depende do gosto do freguês: se estiver de dieta, mais pepinos; se for uma grávida faminta, mais arroz. ;)&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5gvwalqAJyw/UJqfgzjwSgI/AAAAAAAAEv4/ilUJ06aHeHc/s1600/torbetric.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-5gvwalqAJyw/UJqfgzjwSgI/AAAAAAAAEv4/ilUJ06aHeHc/s400/torbetric.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Quando estava grávida de sete meses do Thomas, nem parecia, a barriguinha era discreta e charmosa. Dizem que na segunda gravidez a barriga aparece mais cedo. De fato. Talvez seja porque sua musculatura já está parecendo uma camiseta velha, mas a barriga aparece e cresce horrores no segundo filho. E aqui está ela, redonda e enorme, pesada, pimpolha lá dentro enfiando os pés enormes (filho meu e do meu marido só pode ter pé de lancha) nas minhas costelas e dando mil cambalhotas, de um jeito que me faz, vira-e-mexe, ficar fazendo continha nos dedos, desconfiada de que o médico e eu tenhamos errado a data e eu esteja mais grávida do que imaginamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que quer dizer que perdi minhas roupas muito antes do que esperava. Então lá vou eu todos os dias passear o cachorro com a mesma legging preta surrada e as mesmas três camisetas largas e longas o bastante para não me deixar de umbigo de fora enquanto uso calças justas, o que seria um visual &lt;i&gt;red neck&lt;/i&gt; demais até mesmo para alguém que não se importa muito. Junte a isso meu cabelo metade natural, metade água-de-salsicha (depois que a tinta roxa saiu toda, e agora que não posso pintar de novo) e uma lata de cerveja sem álcool na mão, e você veria pelas ruas do condomínio, empurrando carrinho de bebê descalço e arrastando cachorro pela coleira, a esposa prenha de um traficante de metanfetamina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não dá. Eu ainda me importo um pouco. Nada de umbigo de fora e cerveja sem álcool.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, contudo, porém, entretanto... simplesmente não tenho dentro de mim aquela mulher que compra roupas de maternidade (nada contra). Legging surrada? Três camisetas, duas das quais têm manchas pequenas de água engordurada da louça que insito em lavar sem avental? É o que temos. Para passear o cachorro está bom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, claro, anseio pelo momento mágico em que poderei me comprar meia dúzia de roupas novas, porque eu estendi ao máximo o uso do meu armário. Esse é um ponto negativo (ou positivo, depende do ângulo), de ter um guarda-roupa enxuto. Se você usa suas poucas roupas com frequência, elas estragam mais rápido. Continuo fantasiando com vestidos de cintura marcada. Para usar com coturnos, claro, o que deixa minha irmã inconformada. ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos ver. A pequena justiceira aparentemente é tão ogra quanto o irmão – e pelo jeito que mexe, não será a menina comportada e introspectiva que eu esperava – e me fez perder na segunda gravidez o peso que ainda restava da primeira. Agora só preciso ficar esperta e não deixar a fome da amamentação se aliar ao tédio de ficar confinada em casa e descontar nos biscoitos. Aliás, desta vez, nada de bolos e biscoitos no meu freezer: eu não caio nessa pegadinha duas vezes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vestidos de cintura marcada. Ou melhor, cintura: essa é a meta. ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, vou improvisando com a roupa que tenho, pois bem sei que nada adianta sair comprando. Perdi todos os meus sapatos bonitos depois da primeira gravidez, pois meus pés alargaram, então sei que até ter tudo estabilizado de novo, de volta ao "normal" melhor não gastar dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E improvisando sigo na cozinha. Isso de estar mais barriguda do que esperava aos 7 meses me dá uma preguiça violenta de ir até ao supermercado para um mero ingrediente faltante. Aliado ao fato de que o mercado "chique" daqui parece ser depósito de restos das outras filiais, e todos os queijos estão sempre prestes a vencer, tornando a compra de perecíveis uma roleta-russa deprimente, o lema na cozinha tem sido "é o que temos".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquela manhã, querendo uma torta de beterrabas, não tinha nem os ingredientes para a torta da Heloísa Bacellar, e nem para a de Martha Stewart. Então preparei minha &lt;a href="http://www.lacucinetta.com.br/2007/09/massa-para-tortas-pte-brise-ou-3-2-1.html"&gt;massa de torta como sempre faço&lt;/a&gt; (usando o processador, que, considerando meus dedinhos quentes, sempre produzem uma massa mais flocosa, pois a manteiga permanece gelada), mas usando farinha integral orgânica fina no lugar. A massa assim, inteira com farinha integral, não fica tão suave quanto feita com farinha branca. Mas ela tem uma característica interessante: algo de crocante, "arenosa" num bom sentido, como biscoitos "sablée" franceses. As proporções da massa foram as mesmas que sempre uso para um quiche redondo de 26cm: 210g de farinha, 140g de manteiga gelada, 70g de água gelada, 1/2 colh. (chá) sal. Mas desta vez, abri para encaixá-la numa assadeira pequena, de 20x30cm. Forrei com papel alumínio e feijões secos e levei ao forno a 180ºC por 10 minutos, até que estivesse seca, retirei o papel e os feijões e assei por mais 15 minutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas minhas tentativas com os queijos, comprei um pacotinho de ricotta de um produtor menorzinho, local, mas ela tinha gosto de queijo branco e textura ressecada. (Para quem nunca provou ricotta italiana, ela não tem gosto de queijo branco). Para melhorar sua textura, misturei 1 1/2 xic. dessa ricotta com algumas colheres de creme de leite, até ter uma textura mais parecida com uma ricotta rasoavelmente cremosa. Temperei com sal, pimenta-do-reino moída na hora, folhas frescas de tomilho, um dente de alho muito bem picado e um fio de azeite. Espalhei essa mistura sobre a massa pré-assada. Por cima, distribuí fatias de beterrabas que eu havia assado previamente (inteiras, espetadas com a ponta da faca, temperadas com sal, pimenta e azeite, e embrulhadas em papel alumínio; quando macias, deixei que esfriassem, descasquei com os dedos e fatiei fino). Distribui por cima pedaços de queijo Roquefort que ganhara de minha mãe, temperei mais uma vez com pimenta e azeite e levei ao forno por mais uns 20 minutos, até que o queijo estivesse derretido e as pontas das beterrabas ligeriamente chamuscadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficou deliciosa e muito leve. Thomas, ao contrário das minhas expectativas, devorou a massa como se fossem biscoitos e todas as fatias da beterraba com Roquefort, mas ignorou completamente a ricotta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o que temos, e ficou danado de bom.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;La Cucinetta :: abandone você também o miojo e a pizza congelada.
http://lacucinetta.blogspot.com&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ydae6ZFw8ko/UJeUqKl3P4I/AAAAAAAAEus/bRR3Uo2eCZw/s1600/bischopro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ydae6ZFw8ko/UJeUqKl3P4I/AAAAAAAAEus/bRR3Uo2eCZw/s400/bischopro.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Semana passada fui totalmente abduzida pelo trabalho. Um trabalho bom, daqueles que faz você suspirar aliviada por ter tomado a decisão certa a respeito de sua carreira – no meu caso, largar design gráfico e me concentrar em ilustração e pintura. O resultado do trabalho, três aquarelas imensas para um evento corporativo, podem ser vistas &lt;a href="http://www.anegg.com.br/2012/11/trabalho-jato-e-gigante-tres-aquarelas.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;. Enquanto isso, lembro a quem quiser&lt;i&gt; [pode fazer jabá no próprio blog? Acho que sim, certo? ;)]&lt;/i&gt; que reproduções e originais podem ser compradas na minha loja &lt;a href="http://desenhoque.tanlup.com/"&gt;AQUI&lt;/a&gt; e que pinturas podem ser encomendadas a qualquer momento. :)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meio à correria, tendo inclusive recorrido a minha mãe para cuidar do pimpolho enquanto eu pintava loucamente, fiquei com uma vontade enlouquecida de comer biscoitos de chocolate. Desejo de grávida ou simples gordice, a verdade é que eu precisava de algo super fácil e rápido. Recorri ao livro de biscoitos de &lt;a href="http://www.amazon.com/Crispy-Crunchy--Your-Mouth-Cookies-Medrich/dp/1579653979/ref=sr_1_3?ie=UTF8&amp;amp;qid=1352117842&amp;amp;sr=8-3&amp;amp;keywords=alice+medrich"&gt;Alice Medrich, Chewy Gooey Crispy Crunchy&lt;/a&gt;, e, enquanto Thomas jantava – maravilha de criança que come sozinha, deixa as mãos da mamãe livres – coloquei todos os ingredientes no processador, enrolei a massa em papel alumínio e levei ao freezer. No tempo que demorou para dar um banho no pequeno (e tirar a tinta azul do meu tornozelo, que ainda não sei como foi parar lá)&amp;nbsp; e colocá-lo para dormir, a massa firmou. E assim que o moleque danado cessou suas incorridas de chupeta e travesseiro em mãos até a sala e resolveu dormir de vez, os biscoitos foram para o forno. Em pouco tempo eles esfriavam na bancada da cozinha, e quando me sentei para ver um episódio de &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=MCtRf33iofE"&gt;No Reservations em Paris&lt;/a&gt;, eles já estavam crocantes e deliciosos em minha mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes biscoitos são intensos de cacau, e apenas doces o suficiente. Crocantes, leves, do tipo perigoso que você continua comendo se o pote estiver aberto na sua frente. Ótimos para rechear com algum creme ou ganache, perfeitos para esmigalhar em cima do sorvete e acho que devem ser uma delícia com uma cerveja bem escura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia seguinte, Allex apanhou um dos vidros de biscoito para levar ao trabalho, e no meio do dia recebo o seguinte email: "Por favor, faça esse cookie pelo resto da sua vida".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que foi um sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;BISCOITOS DE CHOCOLATE DE PROCESSADOR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(do infalível &lt;a href="http://www.amazon.com/Crispy-Crunchy--Your-Mouth-Cookies-Medrich/dp/1579653979/ref=sr_1_3?ie=UTF8&amp;amp;qid=1352117842&amp;amp;sr=8-3&amp;amp;keywords=alice+medrich"&gt;Chewy Gooey Crispy Crunchy, de Alice Medrich)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tempo de preparo: 10 minutos + 15 minutos de forno (1 hora de freezer ou geladeira)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rendimento: 50-60 biscoitos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;Ingredientes:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 1/2 xic. farinha de trigo branca orgânica&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;3/4 xic. cacau em pó não adoçado (usei Callebaut)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 xic. + 2 colh. (sopa) açúcar cristal orgânico&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1/4 colh. (chá) sal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1/4 colh. (chá) fermento químico em pó&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;14 colh. (sopa) manteiga sem sal, ligeiramente amolecida (cerca de 210g)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;3 colh. (sopa) leite integral&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;1 colh.(chá) extrato natural de baunilha&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;Preparo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Coloque a farinha, cacau, açúcar, sal e fermento no processador de alimentos e pulse algumas vezes para misturar bem. Junte a manteiga cortada em pedaços menores e pulse mais algumas vezes.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Coloque o leite e a baunilha num copo. Com o processador ligado, derrame o leite pelo tubo devagar, e continue processando até que a mistura se agrupe junto à lâmina ou às laterais do pote. Sove uma ou duas vezes a massa, apenas para garantir que está tudo bem incorporado, e então forme um cilindro de cerca de 35cm. Embrulhe em papel alumínio ou papel-manteiga e leve à geladeira por no mínimo 1 hora e no máximo 3 dias. (Como fazia 30ºC na minha cozinha àquela noite, levei ao freezer.)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Pré-aqueça o forno a 180ºC com as grades nos terços inferior e superior e forre duas assadeiras com papel-manteiga ou silpats. Corte fatias de 0,5cm do cilindro e distribua nas assadeiras, deixando uns 3cm entre os biscoitos. Leve ao forno por 12-15 minutos, ou até que tenham inflado um pouco e desinflado novamente e pareçam secos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Retire do forno, e transfira os silpats ou papéis para uma grade para que esfriem. Se depois de frios, não estiverem crocantes, volte ao forno por mais um minutinho ou dois. Depois de frios, podem ser guardados em potes fechados por até 2 semanas ou até 2 meses no freezer. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
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