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	<title type="text">Laboratório Clementino Fraga</title>
	<subtitle type="text">Exames Laboratoriais em Fortaleza</subtitle>

	<updated>2012-02-17T14:06:43Z</updated>

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		<title type="html"><![CDATA[Bebê planejado para curar irmã]]></title>
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		<updated>2012-02-17T14:06:43Z</updated>
		<published>2012-02-17T14:06:43Z</published>
		<category scheme="http://www.lcf.com.br" term="Notícias" />		<summary type="html"><![CDATA[BEBÊ SELECIONADO GENETICAMENTE NASCE NO BRASIL COM O INTUITO DE CURAR DOENÇA [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.lcf.com.br/noticias/bebe-planejado-para-curar-irma/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120217_CLEMENTINO-FRAGA_EMBRIAO.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft size-medium wp-image-440" title="120217_CLEMENTINO FRAGA_EMBRIAO" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120217_CLEMENTINO-FRAGA_EMBRIAO-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;BEBÊ SELECIONADO GENETICAMENTE NASCE NO BRASIL COM O INTUITO DE CURAR DOENÇA DA IRMÃ&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Nasceu sábado passado o primeiro bebê brasileiro selecionado geneticamente em laboratório de modo a não carregar genes doentes e ser totalmente compatível com a irmã &amp;#8211; que sofre de talassemia major, uma doença rara do sangue que, se não for tratada corretamente, pode levar à morte. Maria Clara Reginato Cunha, de apenas 4 dias, nasceu no Hospital São Luiz para salvar a vida de Maria Vitória, que tem 5 anos e convive com transfusões sanguíneas a cada três semanas e toma uma medicação diária para reduzir o ferro no organismo desde os 5 meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos pacientes com talassemia major &amp;#8211; a mais grave e a que realmente precisa de tratamento -, a medula óssea produz menos glóbulos vermelhos e, consequentemente, não consegue fabricar sangue na frequência necessária, podendo causar anemias graves. No Brasil, são pouco mais de 700 pessoas com a doença.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Selecionar embriões saudáveis para tentar salvar a vida de outro filho doente não é novidade &amp;#8211; esse procedimento é feito no mundo todo desde a década de 1990. A novidade, neste caso, é que além de não carregar o gene da talassemia major, o embrião selecionado (Maria Clara) também é 100% compatível com Maria Vitória, o que vai facilitar a realização de um transplante de sangue de cordão umbilical.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o geneticista Ciro Dresh Martinhago, a técnica usada para identificar os genes doentes e também a possível compatibilidade é a mesma &amp;#8211; de biologia molecular -, mas exige mais conhecimento específico no caso de analisar a compatibilidade. &amp;#8220;A gente coleta uma única célula do embrião para fazer a análise molecular. Ao todo, verificamos 11 regiões do DNA da célula, sendo 2 relacionadas ao gene alterado e 9 relacionadas à compatibilidade, que é mais complexa&amp;#8221;, explica o médico, diretor da RDO Diagnósticos e responsável pela análise genética.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com ele, as chances de um casal gerar embriões que sejam compatíveis e não carreguem o gene doente são de apenas 18% &amp;#8211; daí a importância da ciência nesses casos. Além disso, a dificuldade de realizar a técnica e a falta de profissionais experientes nessa área são alguns dos motivos que fazem o método ser pouco usado. O primeiro caso de seleção de embrião 100% compatível no mundo aconteceu em 2004.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://noticias.r7.com/saude/noticias/bebe-manipulado-geneticamente-nasce-no-brasil-com-o-intuito-de-curar-doenca-da-irma-20120215.html"&gt;http://noticias.r7.com/saude/noticias/bebe-manipulado-geneticamente-nasce-no-brasil-com-o-intuito-de-curar-doenca-da-irma-20120215.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Técnica contra derrame]]></title>
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		<updated>2012-02-16T21:46:22Z</updated>
		<published>2012-02-16T20:58:46Z</published>
		<category scheme="http://www.lcf.com.br" term="Notícias" />		<summary type="html"><![CDATA[TÉCNICA COM LUZ PODE EVITAR DERRAMES CEREBRAIS Repetição de derrames Cerca de [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.lcf.com.br/noticias/tecnica-contra-derrame/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120216_CLEMENTINO-FRAGA_DERRAME.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft size-thumbnail wp-image-429" title="120216_CLEMENTINO FRAGA_DERRAME" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120216_CLEMENTINO-FRAGA_DERRAME-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;TÉCNICA COM LUZ PODE EVITAR DERRAMES CEREBRAIS&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Repetição de derrames&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;Cerca de um terço dos pacientes que sofreram derrame cerebral, internados em um hospital, sofrem um outro derrame.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;E até hoje não existe uma técnica que permita que os médicos monitorem continuamente seus pacientes para avaliar esse risco.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;A esperança está surgindo pelas mãos de uma equipe da Clínica Mayo (EUA). A equipe do Dr. William Freeman desenvolveu um pequeno aparelho que, colocado na testa de uma pessoa, monitora os possíveis acidentes vasculares cerebrais (ou derrames cerebrais). O novo equipamento pode finalmente dar aos médicos uma forma segura e barata de monitorar, em tempo real, os pacientes internados.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a&gt;Infravermelho próximo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;O dispositivo mede o oxigênio no sangue, de forma similar a de um oxímetro de pulso. Ele é totalmente não-invasivo, emitindo um feixe de luz em uma faixa do espectro que não é visível ao olho humano, chamado infravermelho próximo.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;O aparelho é colado com um esparadrapo sobre a testa do paciente. A técnica, batizada de espectroscopia frontal no infravermelho próximo (NIRS -&lt;em&gt;frontal near-infrared spectroscopy&lt;/em&gt;) foi apresentada na edição de 1 de fevereiro do jornal &lt;em&gt;Neurosurgical Focus&lt;/em&gt;. &amp;#8220;Esperamos que essa ferramenta ofereça um benefício significativo aos pacientes, ao ajudar os médicos a detectar derrames cerebrais precocemente e ter um melhor controle da recuperação&amp;#8221;, disse o Dr. Freeman.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a&gt;Riscos dos exames&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;Atualmente, na maioria dos hospitais, são os enfermeiros que monitoram os pacientes para prevenir novos derrames cerebrais. E, se houver suspeita de que um possa ocorrer, o paciente é removido para a unidade de radiologia do hospital, onde passa por um teste chamado tomografia computadorizada de perfusão, que é o método padrão de medir o fluxo e oxigenação do sangue.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;Essa tomografia requer o uso de um meio de contraste e todo o procedimento pode, algumas vezes, causar efeitos colaterais, tais como exposição excessiva à radiação, se repetições da tomografia forem necessárias. Além disso, o meio de contraste pode causar danos aos rins e às vias respiratórias.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;Para os pacientes em estado mais grave, os médicos podem inserir uma sonda de oxigênio no cérebro, para medir o fluxo de sangue e de oxigênio. Mas esse procedimento é invasivo demais e mede apenas uma área limitada do cérebro, diz o Dr. Freeman.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a&gt;Alcance limitado&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;A luz que o novo aparelho emite, na faixa do infravermelho próximo, penetra pelo couro cabeludo e tecidos cerebrais subjacentes.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a&gt;A equipe projetou um estudo para comparar as medições do NIRS e da tomografia computadorizada de perfusão em oito pacientes que sofreram derrame cerebral. Os resultados mostraram que os dois exames oferecem resultados estatisticamente similares, embora o NIRS tenha um campo mais limitado para a medição do oxigênio e do fluxo do sangue.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=tecnica-luz-evitar-derrames-cerebrais&amp;amp;id=7438"&gt;http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=tecnica-luz-evitar-derrames-cerebrais&amp;amp;id=7438&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Células-tronco do coração]]></title>
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		<id>http://www.lcf.com.br/?p=409</id>
		<updated>2012-02-16T16:51:14Z</updated>
		<published>2012-02-16T12:21:10Z</published>
		<category scheme="http://www.lcf.com.br" term="Notícias" />		<summary type="html"><![CDATA[CÉLULA-TRONCO RECUPERA TECIDO DE CORAÇÃO Pesquisadores americanos deram um passo considerado promissor [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.lcf.com.br/noticias/409/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120215_CLEMENTINO-FRAGA_CORACAO1.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft size-medium wp-image-410" title="120215_CLEMENTINO FRAGA_CORACAO" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120215_CLEMENTINO-FRAGA_CORACAO1-206x300.jpg" alt="" width="206" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;CÉLULA-TRONCO RECUPERA TECIDO DE CORAÇÃO&lt;/p&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;Pesquisadores &lt;a&gt;americanos&lt;/a&gt; deram um passo considerado promissor para o tratamento de infartados. Usando células-tronco retiradas do coração do próprio paciente, cientistas conseguiram diminuir pela metade a área lesionada, onde se formam cicatrizes. Os cientistas anunciaram, ainda, que foi possível regenerar o tecido original. O trabalho foi publicado dia 13/02/2012 na revista médica “Lancet”.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;Realizada pelo Instituto do Coração Cedars-Sinai, a pesquisa mobilizou 25 pacientes. Antes do tratamento, eles tinham cicatrizes (tecido lesionado, sem circulação sanguínea) no coração que representavam, em média, 24% do ventrículo esquerdo, caindo para 16% após seis meses de tratamento e 12% depois de um ano.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Tratamento pode começar em 2016&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;Mesmo estando em fase de testes de segurança, os resultados foram considerados animadores. Será necessário realizar novos experimentos, que comprovem a eficácia da terapia. Diretor do Instituto do Coração Cedars-Sinai e um dos pesquisadores envolvidos no trabalho, Eduardo Marban está otimista. Ele acredita que o tratamento poderá começar a ser feito em larga escala daqui a quatro anos. “A capacidade de regenerar o tecido lesionado é uma conquista sem precedentes e potencialmente importante. Estamos muito entusiasmados com as perspectivas de generalizar este tipo de tratamento para pacientes ainda mais graves”, afirmou Marban ao GLOBO por &lt;a&gt;e-mail&lt;/a&gt;. “A partir deste ano, já vamos acompanhar, na fase 2, cerca de 200 pacientes com o objetivo de melhor avaliar tanto a segurança como a eficácia (do tratamento). Se tudo correr bem, um produto comercial deve estar disponível até 2016.”&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;Durante um ataque cardíaco, parte do coração fica sem oxigênio, causando a morte do tecido muscular do coração, além do surgimento de cicatrizes. Isto provoca a redução da capacidade cardíaca. Cerca de um mês depois do infarto, os pesquisadores tiram amostras de células do coração que não foram afetadas. Este procedimento foi possível inserindo um tubo na veia do pescoço do paciente.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;Em laboratório, os pesquisadores conseguiram isolar as células-tronco daquela amostra e multiplicar sua quantidade. Assim, os cientistas puderam injetar até 25 milhões de células-tronco no local afetado, circundando as artérias do coração. Foram elas as responsáveis pela diminuição das cicatrizes e regeneração do tecido cardíaco morto.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;Apesar desta melhora nos tecidos do coração dos pacientes, não houve a recuperação da capacidade cardíaca dos pacientes. “O objetivo principal do nosso estudo era verificar a segurança, mas também tivemos evidências de que o tratamento pode diminuir as cicatrizes e permitir a regeneração do tecido do coração perdido”, disse Marban. “Isso nunca foi feito antes, apesar de uma década de tentativas de terapia celular em pacientes com ataques cardíacos. Agora, nós fizemos”.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;Para o coordenador de Ensino e Pesquisa do Instituto Nacional de Cardiologia, Antônio Carlos Campos de Carvalho, que também é professor do Instituto de Biofísica da UFRJ, os primeiros resultados da pesquisa americana são animadores, mas ainda há a necessidade de realizar muitos testes e pesquisas.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;“O ensaio é de segurança, não de eficácia. Então, os resultados são animadores, mas não é possível concluir que realmente haverá uma terapia sem que haja um ensaio mais robusto, com grupo de controle”, explicou Campos de Carvalho. “Tenho dificuldade de saber como a cicatriz diminui; há formação de um músculo novo e, ainda assim, não há melhora da função do coração de bombear sangue para o corpo”.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;O Brasil também desenvolve pesquisas que usam células-tronco para tratar problemas cardíacos. Só Campos de Carvalho coordena nacionalmente quatro delas. Destas, uma já se mostrou sem eficácia. Outras duas, em andamento, devem apresentar resultados ainda em 2012:&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;“Estamos testando as células em modelos pré-clínicos, para, depois submeter aos protocolos dos órgãos de ética, tentar reproduzir as pesquisas em pessoas. No Brasil, buscamos isolar e caracterizar as células-tronco, estamos um pouco atrás dos americanos nesta área”.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;As características das células-tronco cardíacas ainda provocam um debate na literatura científica. Diferentes grupos de pesquisadores buscam isolá-las de regiões diferentes do coração. No Brasil, diz Campos de Carvalho, basicamente são usados pedaços do átrio retirados em cirurgias cardíacas para a colocação de aparelhos de circulação extracorpórea. Em vez de descartá-los, os pedaços são usados para isolar e multiplicar células-tronco cardíacas:&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;— Outros grupos buscam células-tronco de maneira distinta, mas o coração não tem toda essa capacidade de regeneração. (Entre os pesquisadores) alguém está certo, mas não todos.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;Para o secretário municipal de Saúde do Rio, Hans Dohmann, que foi diretor do Instituto Nacional de Cardiologia, além de coordenador dos primeiros implantes do mundo de células-tronco tanto em coração como no cérebro, esta é uma tecnologia fundamental. O médico continua fazendo parte de um grupo de pesquisa com células-tronco ligado ao Ministério da Saúde.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;“Estamos diante de uma tecnologia que tem potencial de recuperar tecidos. Esta característica traz um fato novo em termos de saúde coletiva. Pode melhorar a vida das pessoas e reduzir o custo do sistema público, que ficaria mais eficiente. O Brasil continua trabalhando forte na área. Como pesquisador e gestor, vimos com bons olhos os resultados (apresentados pelos americanos)”, comemorou.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;Atualmente, a pesquisa na qual Dohmann participa está em fase de testes. Os cientistas estão observando os resultados da aplicação de células-tronco da medula óssea na primeira semana após o infarto. Já são 143 pacientes, até hoje, participando dos trabalhos. O primeiro levantamento de resultados deve ser feito quando este número chegar a 150.&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;“É uma pesquisa que chamamos de duplo cego randomizado. Não sabemos quem recebeu as células-tronco e quem não recebeu”, relatou Dohmann. “Temos dados anteriores, quando ainda estávamos na fase 1 e trabalhamos com 30 pacientes. Na ocasião, pudemos observar a redução da área de infarto e a melhora na qualidade de vida. No nosso caso, constatamos a melhora da capacidade do coração de bombear sangue”.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/celula-tronco-recupera-tecido-de-coracao-infartado-3974061.html"&gt;http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/celula-tronco-recupera-tecido-de-coracao-infartado-3974061.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Os idosos e a Internet]]></title>
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		<updated>2012-02-16T21:47:11Z</updated>
		<published>2012-02-14T16:40:40Z</published>
		<category scheme="http://www.lcf.com.br" term="Notícias" />		<summary type="html"><![CDATA[COMPUTADOR TRAZ BENEFÍCIOS À SAÚDE MENTAL DOS IDOSOS Pesquisas comprovam que os [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.lcf.com.br/noticias/os-idosos-e-a-internet/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120214_CLEMENTINO-FRAGA_IDOSOS2.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone size-medium wp-image-361" title="120214_CLEMENTINO FRAGA_IDOSOS" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120214_CLEMENTINO-FRAGA_IDOSOS2-209x300.jpg" alt="" width="209" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;COMPUTADOR TRAZ BENEFÍCIOS À SAÚDE MENTAL DOS IDOSOS&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Pesquisas comprovam que os mais resistentes às mudanças têm mais tendência a adquirir Mal de Alzheimer&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8220;Vó, cadê vocês? Quando a senhora vem por aqui?&amp;#8221;, pergunta o neto Pedro que mora em Curitiba, Paraná, para a professora aposentada Francisca Maria Feitosa, 77 anos, que vive em Fortaleza. Muito feliz ela responde: &amp;#8220;Estamos bem. Uma bênção com um beijo&amp;#8221;. A conversa, que até setembro do ano passado só poderia ser feita por telefone, ficou mais fácil para eles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso porque, hoje, por meio do site de relacionamento Facebook, ela pode conversar com Pedro a qualquer momento. Não só com ele, mas com a neta Déborah, que mora em Portugal, e com o filho mais novo, que está em Foz do Iguaçu.&lt;br /&gt;
As vantagens da internet e do computador não param por aí. Francisca relata que entra em sites de notícias diariamente e está até escrevendo um livro de memórias contando sua vida desde a infância até o período atual. Isso só foi possível porque ela e esposo, Antônio Alves Feitosa, 81 anos, fizeram um curso de informática no ano passado e decidiram comprar um computador. Daí por diante, muita coisa mudou na vida do casal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O marido, que também está escrevendo um livro, afirma que chega a passar cerca de cinco horas por dia em frente à máquina. &amp;#8220;A tecnologia está tão avançada que temos que acompanhar, do contrário, pararíamos no tempo. Muita coisa mudou na minha vida depois que descobri a internet, até a memória está melhor, tudo é mais fácil e mais rápido para nós”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O geriatra João Macedo, professor da faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), afirma que o uso do computador e da internet aciona o circuito cerebral dos idosos, podendo até resgatar habilidades adormecidas. O exercício também pode inibir algumas doenças como o Mal de Alzheimer, além de prevenir a depressão e ajudar no resgate da células neurais e na integração com a sociedade moderna.&lt;br /&gt;
João Macedo explica que, com o envelhecimento do corpo, a morte dos neurônios é inevitável, mas o uso continuo da atividade cerebral pode resgatar essas funções, e a informática é uma excelente ferramenta para que isso aconteça. &amp;#8220;No mundo moderno, boa parte dos conhecimentos são veiculados no meio virtual e grande parte das interações sociais também. O idoso que embarca nessas mudanças tem melhor autoestima&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mudanças&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt; Porém, João Macedo acredita que há ainda resistência por parte de alguns idosos que acabam deslocados do mundo. &amp;#8220;A pessoa fica presa ao que aprendeu e isso prejudica. Pesquisas comprovam que os mais rígidos e apegados às origens têm mais tendência a adquirir o Mal de Alzheimer, e os que oferecem mais abertura são mais saudáveis&amp;#8221;, informa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para ele, é interessante o desenvolvimento de uma política pública de saúde voltada para a informática. &amp;#8220;O idoso que está aberto a novos conhecimentos tem um envelhecimento bem sucedido, ou seja, sem incapacidade&amp;#8221;, explica. Por outro lado, o geriatra alerta que o uso exagerado da internet pode também afetar as relações pessoais, além de atrapalhar algumas tarefas, como a caminhada, ou visita em casas de parentes e amigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, segundo ele, essa atitude pode acontecer em qualquer faixa etária. No caso dos idosos, eles devem ser orientados e monitorados pelos filhos e netos. &amp;#8220;Tenho pacientes que deixam de sair de casa e só querem passar o dia no computador, nesses casos é prejudicial”, analisa.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Redes sociais auxiliam nos reencontros com parentes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Quem acha que Facebook, Twitter, Orkut e tantas outras redes de relacionamento são apenas para jovens deve repensar essa opinião. Os muitos idosos que já descobriram as redes sociais vêem nelas a possibilidade de reencontrar amigos e parentes e até de sentir-se vivos e antenados na modernidade. O capitão reformado Alberto Sampaio, 76, diz que, além de conversar com netos e filhos através das redes sociais, diariamente descobre antigos amigos e até parentes que não via há mais de 20 anos.&lt;br /&gt;
“Na semana passada, adicionei no Facebook uma sobrinha que não via desde que ela era criança. Hoje, sei que ela está morando no Maranhão, e foi através do meu sobrenome que ela me encontrou. Isso me deixa muito feliz&amp;#8221;, conta. Além disso, ele conta que diariamente reencontra amigos da época que estava trabalhando e alguns da infância. Alberto, que tem 91 amigos no Facebook, revela que foi devido ao incentivo das filhas que ele conheceu a internet e confessa que, atualmente, ela é uma companheira. O capitão reformado ressalta que a comunicação via rede é bem melhor do que por telefone, pois, além de ser mais rápida, é possível ver pessoas queridas pela webcam e conversar com elas como se estivessem ao seu lado.&lt;br /&gt;
&amp;#8220;Sempre bato papo com o meu neto que mora no Rio Grande do Sul e minha irmã que vive em Terezina, Piauí. Tenho amigos em quase todo o Brasil, tudo isso por causa da internet”, diz.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Maturidade x Inovação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8220;O computador é uma barreira para eles, porém, depois que começam, não querem largar nunca mais&amp;#8221;, afirma a coordenadora do curso &amp;#8220;O Viva&amp;#8221; da Universidade de Gerações, que funciona em uma instituição privada em Fortaleza, Tânia Sancho. Ela conta que as aulas de informática do curso funcionam desde 1998 e começaram timidamente em uma residência com três computadores, hoje em salas amplas com 50 máquinas. Cada turma funciona com 14 alunos, no mínimo duas vezes por semana.&lt;br /&gt;
Conforme Tânia, além de aprender conhecimentos básicos de Windows, Excel, Photoshop e Internet, a finalidade do curso é desenvolver um crescimento individual, mostrar para eles que são capazes e incentivar as relações pessoais. &amp;#8220;Diante da ausência dos filhos e netos, o computador se tornou uma excelente companhia para as pessoas maduras. Eles conhecem o mundo e se socializam com mais facilidade, afastando a solidão”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1104480"&gt;http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1104480&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Chocolates e o fígado]]></title>
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		<updated>2012-02-16T16:54:37Z</updated>
		<published>2012-02-13T14:59:05Z</published>
		<category scheme="http://www.lcf.com.br" term="Notícias" />		<summary type="html"><![CDATA[JOVEM INGLESA TRATA DOENÇA DO FÍGADO COM BISCOITOS E CHOCOLATES Dieta rica [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.lcf.com.br/noticias/chocolates-contra-doenca-de-figado/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120213_CLEMENTINO-FRAGA_FIGADO.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone size-medium wp-image-348" title="120213_CLEMENTINO FRAGA_FIGADO" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120213_CLEMENTINO-FRAGA_FIGADO-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;JOVEM INGLESA TRATA DOENÇA DO FÍGADO COM BISCOITOS E CHOCOLATES&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;a&gt;Dieta &lt;/a&gt;rica em chocolates tirou Elle Wilkinson da fila do transplante. Alta quantidade de energia compensou males da hepatite autoimune.&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma inglesa de 16 anos superou uma doença grave após adotar uma dieta com muitos chocolates, biscoitos e outros doces. Elle Wilkinson chegou a ficar na fila para receber um transplante de fígado depois do diagnóstico de hepatite autoimune, mas a recuperação foi tão boa que seus médicos a retiraram da lista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dieta radical, rica em carboidratos e proteínas, fornece a Elle a energia extra que ela precisa para compensar a doença. A perda de energia é uma das principais consequências do mau funcionamento do fígado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Ela perde energia o tempo todo, mas os carboidratos te dão energia. Ela deveria comer massa e arroz, mas ela não gosta. Então come muito queijo, pão, chocolate e biscoitos. Para Elle, essa é uma dieta saudável”, contou a mãe Pam Wilkinson-Brown.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“É estranho ter que comer esses alimentos em excesso, quando ouvimos sempre que devemos comê-los com moderação para evitar a obesidade – mas eu não estou reclamando”, completou Elle, que disse que as amigas mal conseguem acreditar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A adolescente vai continuar sendo monitorada pelos médicos. Mesmo com a melhora no momento, existe o risco de que o fígado volte a piorar e Elle precise de um transplante no &lt;a&gt;futuro&lt;/a&gt; – o que os médicos querem evitar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/02/jovem-inglesa-trata-doenca-do-figado-com-biscoitos-e-chocolates.html"&gt;http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/02/jovem-inglesa-trata-doenca-do-figado-com-biscoitos-e-chocolates.html&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/LaboratrioClementinoFraga?a=eAy7sMXNras:bPqVWnGJNFs:V_sGLiPBpWU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/LaboratrioClementinoFraga?i=eAy7sMXNras:bPqVWnGJNFs:V_sGLiPBpWU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/LaboratrioClementinoFraga?a=eAy7sMXNras:bPqVWnGJNFs:qj6IDK7rITs"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/LaboratrioClementinoFraga?d=qj6IDK7rITs" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/LaboratrioClementinoFraga?a=eAy7sMXNras:bPqVWnGJNFs:gIN9vFwOqvQ"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/LaboratrioClementinoFraga?i=eAy7sMXNras:bPqVWnGJNFs:gIN9vFwOqvQ" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/LaboratrioClementinoFraga?a=eAy7sMXNras:bPqVWnGJNFs:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/LaboratrioClementinoFraga?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/LaboratrioClementinoFraga?a=eAy7sMXNras:bPqVWnGJNFs:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/LaboratrioClementinoFraga?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LaboratrioClementinoFraga/~4/eAy7sMXNras" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<title type="html"><![CDATA[&#8220;Visao&#8221; para cegos]]></title>
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		<updated>2012-02-10T13:35:01Z</updated>
		<published>2012-02-10T13:35:01Z</published>
		<category scheme="http://www.lcf.com.br" term="Notícias" />		<summary type="html"><![CDATA[APARELHO PERMITE QUE CEGOS &#8220;VEJAM&#8221; ATRAVÉS DOS SONS Enxergando com sons Os [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.lcf.com.br/noticias/visao-para-cegos/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120210_CLEMENTINO-FRAGA_VISAO.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone size-full wp-image-344" title="120210_CLEMENTINO FRAGA_VISAO" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120210_CLEMENTINO-FRAGA_VISAO.jpg" alt="" width="250" height="208" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;APARELHO PERMITE QUE CEGOS &amp;#8220;VEJAM&amp;#8221; ATRAVÉS DOS SONS&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Enxergando com sons&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os cientistas já sabiam que as pessoas cegas podem &amp;#8220;ver&amp;#8221; com os ouvidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Dr. Amir Amedi e seus colegas decidiram usar esse conhecimento para construir um equipamento que permite que elas &amp;#8220;vejam&amp;#8221; os objetos com uma precisão suficiente para descrevê-los.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Várias pessoas cegas ao redor do mundo já aprenderam uma técnica similar ao sonar, que permite que elas localizem os objetos usando pequenos estalos emitidos com a língua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Dr. Amedi pretende facilitar esse trabalho usando equipamentos conhecidos como dispositivos de substituição sensorial, ou DSS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trocando os sentidos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dispositivos de substituição sensorial são equipamentos não-invasivos que dão informações visuais aos cegos usando seus outros sentidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste caso, o DSS é visual-auditivo, ou seja, ele converte as informações visuais, captadas por duas minicâmeras, em informações auditivas, disponibilizadas ao usuário por meio de fones de ouvido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No meio do caminho, entre as câmeras e o fone de ouvido, um pequeno computador &amp;#8211; que pode ser até mesmo um &lt;em&gt;smartphone&lt;/em&gt; &amp;#8211; converte as imagens em &amp;#8220;panoramas sonoros&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com um treinamento adequado, a pessoa consegue decifrar os sons e interpretar as informações visuais que eles carregam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Usuários já avançados, em testes no laboratório do Dr. Amedi, já conseguem identificar objetos complexos usados no dia-a-dia, localizar pessoas e até dizer se elas estão de pé ou sentadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Retinas artificiais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Usando exames de ressonância magnética funcional, os pesquisadores descobriram que os sons que representam a visão ativam o córtex visual do cérebro de pessoas que nunca enxergaram, ou seja, que nasceram cegas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As descobertas sugerem que o cérebro dessas pessoas pode ser &amp;#8220;acordado&amp;#8221; para processar tarefas visuais, usando futuros equipamentos médicos e próteses eletrônicas, como retinas artificiais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=cegos-vejam-atraves-dos-sons&amp;amp;id=7423"&gt;http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=cegos-vejam-atraves-dos-sons&amp;amp;id=7423&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="feedflare"&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[O envelhecimento e os neurônios]]></title>
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		<updated>2012-02-09T14:49:57Z</updated>
		<published>2012-02-09T14:49:57Z</published>
		<category scheme="http://www.lcf.com.br" term="Notícias" />		<summary type="html"><![CDATA[ENVELHECER NÃO CAUSA PERDA DE NEURÔNIOS Dogmas científicos Mais um dos grandes [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.lcf.com.br/noticias/o-envelhecimento-e-os-neuronios/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120802_CLEMENTINO-FRAGA_ENVELHECIMENTO.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone size-full wp-image-339" title="120802_CLEMENTINO FRAGA_ENVELHECIMENTO" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120802_CLEMENTINO-FRAGA_ENVELHECIMENTO.jpg" alt="" width="250" height="191" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;ENVELHECER NÃO CAUSA PERDA DE NEURÔNIOS&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dogmas científicos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais um dos grandes dogmas da neurociência está caindo por terra rapidamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro foi o de que o cérebro humano teria um número &amp;#8220;definitivo&amp;#8221; de neurônios, e só faria perdê-los ao longo da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, essa ideia já foi superada pelos estudos que lidam com a plasticidade do cérebro humano. Já se sabe até mesmo que mudanças no cérebro podem ser induzidas voluntariamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas dogmas são difíceis de morrer, e havia restado um resquício dessa ideia: a noção de que os neurônios morrem conforme a pessoa envelhece. Cientistas brasileiros estão ajudando a enterrar também essa ideia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sistema nervoso autônomo periférico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) demonstraram que, diferentemente do que se afirmava até agora, não há uma redução do número de neurônios do sistema nervoso autônomo periférico &amp;#8211; a parte do sistema nervoso situada nos diversos órgãos do indivíduo e fora do cérebro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estudo de Aliny Antunes Barbosa soma-se a uma série de trabalhos do grupo que reforçam a tese de que a idade não traz necessariamente uma redução do número de neurônios. &amp;#8220;Além disso, o trabalho teve o mérito de observar neurônios se dividindo em animais idosos &amp;#8211; algo que há alguns anos era considerado impossível na literatura médica&amp;#8221;, disse o professor Antonio Augusto Coppi, coordenador da pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Coppi, já é possível afirmar que o envelhecimento não corresponde necessariamente a uma condenação à perda de células nervosas. Essa perda, segundo ele, era um dogma da neurociência há algumas décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estudo foi publicado no &lt;em&gt;International Journal of Developmental Neuroscience&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Método tridimensional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8220;De 1954 a 1984, vários trabalhos indicavam que havia perda de neurônios durante o envelhecimento. Mas atribuímos essa conclusão ao método bidimensional utilizado na época para quantificar as células nervosas. A partir de 1984, quando um grupo da Dinamarca publicou o primeiro trabalho utilizando o método de estereologia em três dimensões chamado de &amp;#8216;Disector&amp;#8217;, a contagem de células em geral passou a ser muito mais acurada e precisa&amp;#8221;, explicou o pesquisador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde então, a comunidade científica internacional começou a refazer os trabalhos realizados nas décadas anteriores, com resultados mais acurados, mas os estudos em geral são voltados para o sistema nervoso central.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os trabalhos realizados na USP são voltados especificamente a neurônios do sistema autônomo periférico, procurando confirmar as conclusões dos demais estudos realizados no cérebro. &amp;#8220;Iniciamos essa linha de pesquisa em 2002 e esse é o sétimo trabalho internacional que publicamos sobre o tema. Estamos confirmando por meio desses estudos que o número de neurônios do sistema nervoso periférico não diminui necessariamente durante o envelhecimento. Ao contrário, na maior parte das vezes se mantém estável,&amp;#8221; disse Coppi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exceções&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por envolver dissecção, todos os estudos são feitos em animais. E os resultados são desafiadores porque há algumas diferenças muito marcantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo já realizou estudos com ratos, cobaias, cavalos, cães, gatos, capivaras, pacas, cutias e, agora, preás &amp;#8211; incluindo estudos com modelos de doença de Parkinson e de doença de Huntington.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com exceção das cobaias, todos os animais mostraram manutenção ou elevação do número de neurônios com a idade. &amp;#8220;No caso das cobaias tivemos uma redução de 21% no número total de neurônios entre os animais idosos. Não sabemos explicar as causas dessa redução. Em compensação, no caso do cão, houve um aumento incrível do número de neurônios em animais idosos: 1.700%&amp;#8221;, afirmou o pesquisador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar da exceção, o conjunto dos estudos mostra que a tendência na velhice é uma estabilidade ou aumento do número total de neurônios. &amp;#8220;Esse dado por si só quebra o dogma de que o número de neurônios deveria necessariamente diminuir&amp;#8221;, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pergunta que fica é, se há exceções entre os animais, seria o animal humano uma exceção?&lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=envelhecer-nao-causa-perda-neuronios&amp;amp;id=7422"&gt;http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=envelhecer-nao-causa-perda-neuronios&amp;amp;id=7422&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Transplantes no Ceará]]></title>
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		<updated>2012-02-09T14:52:14Z</updated>
		<published>2012-02-09T14:46:55Z</published>
		<category scheme="http://www.lcf.com.br" term="Notícias" />		<summary type="html"><![CDATA[TRANSPLANTES CRESCEM 528% EM DEZ ANOS Em 2011, o Ceará ficou como [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.lcf.com.br/noticias/aumenta-o-numero-de-transplantes/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120209_CELMENTINO-FRAGA_TRANSPLANTES.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone size-medium wp-image-335" title="120209_CELMENTINO FRAGA_TRANSPLANTES" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120209_CELMENTINO-FRAGA_TRANSPLANTES-300x247.jpg" alt="" width="300" height="247" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;TRANSPLANTES CRESCEM 528% EM DEZ ANOS&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Em 2011, o Ceará ficou como o quarto Estado em número de cirurgias de órgãos, estando atrás apenas de SP, SC, RS&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Cada novo órgão doado com êxito é uma vida que ressurge, um sorriso a mais no rosto dos cearenses beneficiados. No Ceará, não faltam motivos para comemorar. O número de transplantes cresceu 528% nos últimos dez anos, segundo o balanço divulgado ontem pelo Ministério da Saúde. Foram apenas 198 cirurgias no ano de 2001 e, conforme o órgão, 1.244 em 2011. Em todo o País, foram 23.397.&lt;br /&gt;
Esse sucesso todo coloca o Estado, hoje, em 4º colocado no ranking nacional, ficando atrás apenas de São Paulo, com 9.337 transplantes, Santa Catarina, 1.912, e Rio Grande do Sul, com 1.670 cirurgias.&lt;br /&gt;
Mesmo com todo esse montante, a Secretaria Estadual de Saúde do Ceará (Sesa) ainda questiona os dados apresentados ontem. Diz que o número final é ainda maior que o apresentado, um total de 1.295 no ano passado, contra 875 em 2010. Só neste ano, foram 123 pessoas que ganharam o direito à vida, foram beneficiadas com um coração, fígado, pâncreas ou rim novo, vindo da boa-vontade e solidariedade da sociedade.&lt;br /&gt;
Com relação ao número de doadores cujos órgãos foram transplantados com êxito, o Ceará se posiciona, nacionalmente, como a 5ª melhor posição no Brasil. Foram 140 doadores, entre janeiro e dezembro de 2011. O Estado contabilizou 124 doadores múltiplos, 2º lugar do País. Durante o ano, foram 373 notificações, com 257 entrevistas feitas com os familiares e 60% de aceitação da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120209_CELMENTINO-FRAGA_TRANSPLANTES-TABELA.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone size-medium wp-image-336" title="120209_CELMENTINO FRAGA_TRANSPLANTES TABELA" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120209_CELMENTINO-FRAGA_TRANSPLANTES-TABELA-170x300.jpg" alt="" width="170" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Retrato&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt; O perfil dos doadores é bem variado. O balanço divulgado pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) revela que a maioria dos doadores é do sexo masculino; 96 homens contra 52 mulheres. Entre os óbitos, 77 foram por conta de traumatismo crânio-encefálico (TCE) e 68 por conta de acidente vascular cerebral (AVC).&lt;br /&gt;
A faixa etária dos doadores se concentra, na maioria, entre 18 e 40 anos, 66 pessoas nessa idade. Entre 41 e 60, foram 45 óbitos, 23 com mais de 60, 12 pessoas entre 12 e 17 anos e apenas dois doadores entre 6 e 11 anos.&lt;br /&gt;
O Ceará bate recordes também em pontos setorizados. Com relação aos transplantes por cada milhão da população, o Estado ficou, em 2011, com a liderança na &amp;#8220;corrida&amp;#8221; da doação de fígado, com a taxa de 18,6. A vice-liderança foi do Ceará com relação às cirurgias de coração, um índice de 3, perdendo para o Distrito Federal, 3,5.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre transplante de pulmão, o Ceará foi parabenizado pelas inovações de ter realizado, no começo da semana, o primeiro transplante bilateral do Norte e Nordeste. O coordenador do Sistema Nacional de Transplantes, Heder Borba, afirma: &amp;#8220;Começamos a romper a dificuldade de acesso às tecnologias mais completas, com transplantes inovadores de pulmão no Ceará&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nordeste&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt; O Ceará impulsionou os índices do Nordeste, considerado pelo Ministério da Saúde como uma região destaque, com grande crescimento. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, falou ontem, que, devido à complexidade dos procedimentos, os transplantes se concentram na região Sudeste (54% do total das cirurgias) e Sul (19%), que apresentam maior desenvolvimento.&lt;br /&gt;
“Hoje, essa região responde por 16% dos transplantes, contra 8% em 2011. O foco do Ministério da Saúde é reduzir diferenças regionais. O Ceará está entre os quatro Estados com melhores índices&amp;#8221;, esclarece. Segundo ele, em 2011, o Brasil teve o maior aumento anual em números de transplantes da década, com 2.357 cirurgias a mais que em 2010. A média de acréscimo foi de 1.200 procedimentos por ano. &amp;#8220;Superamos a maior marca de transplantes públicos no mundo: mais de 23,3 mil&amp;#8221;, afirma o ministro da Saúde, Padilha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Entusiasmo é fundamental&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Não há quem deixe de vibrar com o sucesso no número de transplantes no Brasil e, sucessivamente, também no Ceará. O presidente da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), José Osmar Medina, festeja que tantos estejam sendo beneficiados, ganhando uma nova chance de vida, de futuro.&lt;br /&gt;
Para ele, o que tem garantido os bons índices do Estado nordestino é, principalmente, a empolgação das equipes em sempre avançar mais. &amp;#8220;Entusiasmo é algo fundamental, importante demais para o êxito. No Ceará, a gente percebe que os técnicos e médicos não se acomodam, lutam por cada órgão. Para crescer mais, não podem deixar a chama da solidariedade se apagar nunca&amp;#8221;, comenta o presidente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Políticas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Osmar Medina fala que uma série de fatores tem favorecido os recordes locais. &amp;#8220;A melhoria da capacitação das equipes, a priorização dos gestores, investimentos, enfim, uma nova política que está surgindo no governo do Estado do Ceará. As campanhas, principalmente as de mídia nos jornais, são ótimas ferramentas para sensibilização da população como um todo&amp;#8221;, frisa.&lt;br /&gt;
Entre essas campanhas, está a iniciativa da Fundação Edson Queiroz &amp;#8220;Doe de Coração&amp;#8221;, desenvolvida desde 2003. A ação, reconhecida inclusive pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), sensibiliza milhares de pessoas, aumentando o número de doadores efetivos, diminuindo o tempo de espera nas filas e devolvendo esperança às pessoas que esperam por um órgão.&lt;br /&gt;
O titular da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), Arruda Bastos, analisa que toda essa euforia com os bons resultados vai impulsionar mais grandes avanços em 2012. &amp;#8220;Tenho uma meta com a Sesa de chegarmos aos dois mil transplantes no fim do ano. Queremos também zerar a fila de transplantes de córneas e garantir não só quantidade, mas qualidade nas cirurgias&amp;#8221;, diz. Arruda Bastos comenta ainda que os números de 2011 são a prova de que a política estadual está gerando efeitos, conquistou a população.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1103613"&gt;http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1103613&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Programa antitabagismo]]></title>
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		<updated>2012-02-07T16:37:53Z</updated>
		<published>2012-02-07T16:36:57Z</published>
		<category scheme="http://www.lcf.com.br" term="Notícias" />		<summary type="html"><![CDATA[PROGRAMA ANTITABAGISMO BRASILEIRO É DESTAQUE NA EUROPA Sucesso acima da média O [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.lcf.com.br/noticias/sucesso-de-programa-antitabagismo-brasileiro/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120702_CLEMENTINO-FRAGA_CIGARRO.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone size-medium wp-image-329" title="120702_CLEMENTINO FRAGA_CIGARRO" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/120702_CLEMENTINO-FRAGA_CIGARRO-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PROGRAMA ANTITABAGISMO BRASILEIRO É DESTAQUE NA EUROPA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sucesso acima da média&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O alto índice de sucesso alcançado pelo Programa Antitabagismo da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Presidente Prudente foi destaque na última edição do Congresso Europeu de Pneumologia, realizado na Holanda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como outras iniciativas do gênero, o programa coordenado pelas professoras Ercy Ramos e Dionei Ramos, do Departamento de Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia, alia terapia de grupo, medicamentos e acompanhamento multidisciplinar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após 13 meses de tratamento, 35% dos fumantes inscritos conseguiram permanecer longe do cigarro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A média de programas semelhantes, segundo a literatura científica, é de 27%. No caso de pacientes que fazem apenas tratamento com remédios, de 6% a 12% conseguem abandonar o vício. Entre aqueles que tentam parar sozinhos, o índice de sucesso é de 2%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fator psicoemocional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8220;Acredito que nossos resultados são melhores porque passamos mais tempo com o fumante no início do processo, que é quando ele mais precisa de apoio&amp;#8221;, disse Ercy.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos primeiros dois meses, explicou a pesquisadora, o fumante participa de dois encontros semanais, com uma hora de duração cada. &amp;#8220;Nos outros programas, as sessões costumam ocorrer apenas uma vez por semana,&amp;#8221; contou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas reuniões são uma espécie de terapia de grupo, em que os fumantes falam sobre suas dificuldades e os psicólogos e demais profissionais dão dicas para driblar a vontade de fumar. &amp;#8220;A dependência química pode ser resolvida com terapia de reposição nicotínica, mas o fator psicoemocional é muito difícil de vencer,&amp;#8221; disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de começar o programa, os pacientes passam por avaliações físicas e psicológicas. &amp;#8220;Fisioterapeutas fazem testes para avaliar as condições do sistema respiratório, capacidade física, nível de ansiedade, depressão e qualidade de vida. Com isso, calculam o grau de motivação para largar o cigarro. Isso nos permite identificar quem necessita de abordagem diferenciada,&amp;#8221; explicou Ercy.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sexto encontro, na terceira semana, é a data estipulada para o abandono do cigarro. &amp;#8220;Os dias seguintes são os mais difíceis por causa da síndrome de abstinência. Quanto mais próximos estivermos, melhor,&amp;#8221; afirmou. No terceiro mês, as reuniões passam a ocorrer a cada 15 dias e, a partir do quinto mês, tornam-se mensais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Transporte mucocilar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora o objetivo principal do programa seja ajudar os fumantes a abandonar o vício, a equipe da Unesp realiza paralelamente diversas pesquisas relacionadas ao processo de parar de fumar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em um desses estudos, os pesquisadores conseguiram mostrar, pela primeira vez, que o transporte mucociliar de indivíduos fumantes volta ao normal 15 dias após o último cigarro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O transporte mucociliar é o principal mecanismo de defesa das vias respiratórias. Esse sistema é responsável por levar bactérias, vírus, alérgenos e poluentes em direção à orofaringe, onde são engolidos. Quando ele não funciona adequadamente, aumenta a suscetibilidade a infecções respiratórias. &amp;#8220;Sabíamos que nos fumantes o transporte mucociliar fica mais lento, mas queríamos descobrir se quando a pessoa para de fumar o sistema se recupera e quanto tempo isso demora para ocorrer. Em artigo que publicamos na revista Respirology, mostramos a reversibilidade do transporte mucociliar em indivíduos que estão num programa antitabagismo,&amp;#8221; disse Ercy.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Perda de sensibilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em outro artigo, publicado na Revista Portuguesa de Pneumologia, os pesquisadores demonstraram o efeito imediato e em curto prazo do cigarro no transporte mucociliar. &amp;#8220;Verificamos que logo após fumar o sistema fica tão rápido quanto o de não fumantes. Mas, quando os voluntários eram avaliados oito horas depois do último cigarro, o funcionamento dos cílios estava muito mais lento,&amp;#8221; contou a pesquisadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para medir a velocidade do transporte mucociliar, os cientistas colocam 2,5 microgramas de sacarina na narina direita dos voluntários e observam quanto tempo eles levam para sentir o gosto do adoçante. Esse teste é chamado Tempo de Trânsito de Sacarina (TTS).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8220;Um não fumante leva entre 12 e 15 minutos para sentir o gosto. Os tabagistas levam, em média, 20 minutos,&amp;#8221; disse Ercy.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A equipe iniciou um novo projeto que tem como objetivo testar a hipótese de que atividade física desempenha papel protetor para fumantes e portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). &amp;#8220;Sabemos que exercícios físicos moderados melhoram o transporte mucociliar em pessoas saudáveis. Agora, vamos avaliar se tabagistas reagem da mesma forma ao estímulo físico,&amp;#8221; explicou Ercy.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Programa Antitabagismo da Unesp existe desde 2002 e atende gratuitamente pessoas com mais de 18 anos. A participação nas pesquisas é voluntária. Mais informações pelos telefones (18) 3229-5821 e (18) 3229-5800.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=programa-antitabagismo-unesp&amp;amp;id=7414"&gt;http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=programa-antitabagismo-unesp&amp;amp;id=7414&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Fatores do crescimento]]></title>
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		<updated>2012-02-06T12:25:35Z</updated>
		<published>2012-02-06T12:24:57Z</published>
		<category scheme="http://www.lcf.com.br" term="Notícias" />		<summary type="html"><![CDATA[CRESCER DEPENDE DE GENÉTICA, SONO, DIETA, EXERCÍCIO, GÊNERO E FASE DA VIDA [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.lcf.com.br/noticias/fatores-do-crescimento/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/a40c5faf84be0a79e02fdf3d1192bc63fd79f82e.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone size-medium wp-image-320" title="a40c5faf84be0a79e02fdf3d1192bc63fd79f82e" src="http://www.lcf.com.br/wp-content/uploads/2012/02/a40c5faf84be0a79e02fdf3d1192bc63fd79f82e-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;CRESCER DEPENDE DE GENÉTICA, SONO, DIETA, EXERCÍCIO, GÊNERO E FASE DA VIDA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A altura de cada pessoa depende de vários fatores, como genética, sono, alimentação, atividade física, gênero e fase da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os homens costumam ser até 13 cm mais altos que as mulheres, e à medida que o indivíduo envelhece vai “encolhendo”, por um encurtamento dos ossos e músculos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para descobrir se o seu crescimento está adequado ou não, os médicos fazem um raio X da mão e do punho esquerdos, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Com essa imagem, é possível detectar o padrão de maturidade dos ossos, proporcional ao crescimento, uma vez que a altura de cada um está relacionada com seu desenvolvimento ósseo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esportes em geral são bons para quem precisa crescer, segundo a pediatra &lt;a href="http://g1.globo.com/topico/ana-escobar/"&gt;&lt;strong&gt;Ana Escobar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e o endocrinologista pediátrico Hamilton Menezes. Exercícios aeróbicos, como natação e modalidades coletivas, são importantes para a criança e o adolescente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atividade física garante o aumento da capacidade cardiorrespiratória e a distribuição do oxigênio pelo corpo, além de evitar a obesidade, que prejudica o desenvolvimento – os gordinhos crescem antes e mais rápido, mas param cedo e no final ficam baixinhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os médicos não recomendam musculação antes da puberdade. É importante esperar até essa fase, para ter certeza de que o crescimento chegou ao fim. Além disso, crianças e adolescentes têm mais risco ósseo e articular em atividades de alto impacto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sono é uma parte importante do processo de crescimento. É à noite que a gente cresce. A maior parte do hormônio do crescimento (GH) é fabricada e liberada durante o sono, principalmente na fase REM (Movimento rápido dos olhos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os médicos indicam um sono de 12 horas (contínuas ou não) para crianças no período de amamentação, até os 2 anos. Dormir bastante nessa fase é normal e ajuda a crescer. A partir daí e durante toda infância e adolescência, dormir 8 horas por noite é suficiente para se desenvolver bem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na terceira idade, ficamos mais baixos por causa dos encurtamentos musculares em regiões como a coluna cervical e lombar, o diafragma e os membros inferiores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outros fatores que podemos assinalar em relação ao crescimento são o alongamento e a postura errada. Alterações e vícios posturais colaboram para abaixarmos alguns centímetros. Uma boa posição pode fazer alguém “crescer” entre 2 e 4 cm. E os alongamentos são fundamentais para evitar problemas e dores musculares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fisioterapeuta Davi Costa elencou três posturas incorretas repetidas no dia a dia. A primeira é quando uma pessoa senta na mesa do escritório com a cabeça projetada para frente (em direção ao computador) e a coluna encurvada para trás, no ângulo de uma roda de bicicleta. Já as costas ficam arredondadas do bumbum até a nuca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já em pé, ao apoiar-se em uma das pernas, o indivíduo joga todo o peso do corpo em uma perna, deixando a outra levemente flexionada. A coluna forma um “S” (escoliose funcional). Para corrigir, distribua a carga nos dois pés e fortaleça o abdômen.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O terceiro mau hábito é a postura de cansaço, com a bacia inclinada para frente e os pés em um ângulo de &amp;#8220;dez para as duas&amp;#8221;. Assim, a lombar fica fragilizada. Para endireitar-se, é preciso direcionar os pés para frente e encaixar ombros e cabeça no corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte:&lt;a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/02/crescer-depende-de-genetica-sono-dieta-exercicio-genero-e-fase-da-vida.html"&gt;http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/02/crescer-depende-de-genetica-sono-dieta-exercicio-genero-e-fase-da-vida.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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