<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Laboro Blog</title><description>Blog sobre assuntos Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Trabalho e Carreira.</description><managingEditor>noreply@blogger.com (Laboro)</managingEditor><pubDate>Thu, 3 Oct 2024 16:06:04 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">87</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://laboro.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Blog sobre assuntos Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Trabalho e Carreira.</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Novo endereço do BLOG</title><link>http://laboro.blogspot.com/2009/07/novo-endereco-do-blog.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Thu, 30 Jul 2009 17:20:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-9118265564138596547</guid><description>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Olá pessoal,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Blog está com endereço novo. Confira nosso novo endereço: &lt;a href="http://www.ambicao.blog.br"&gt;http://www.ambicao.blog.br&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Laboro pode ir para o Vox</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/laboro-pode-ir-para-o-vox.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Thu, 24 Apr 2008 18:17:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-4682428716157614455</guid><description>Estou pesquisando o uso de novas mídias para enriquecer o conteúdo do Blog. É possível que migremos para o &lt;a href="http://www.vox.com"&gt;Vox&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;O que você acha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://odeo.com/flash/audio_player_black.swf" quality="high" width="322" height="54" name="odeo_player_black" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="type=audio&amp;id=1705996" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-size: 9px; padding-left: 110px; color: #f39; letter-spacing: -1px; text-decoration: none" href="http://odeo.com/audio/1705996/view"&gt;powered by &lt;strong&gt;ODEO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>TRT-SP isenta empresa de multa por lei de cotas. </title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/trt-sp-isenta-empresa-de-multa-por-lei.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Wed, 16 Apr 2008 02:45:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-3116155995220348113</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt; &lt;CENTER&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;/CENTER&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P&gt;Uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo pode  sinalizar uma flexibilização do entendimento do Poder Judiciário sobre a Lei nº  8.213, de 1991, que estabelece cotas para a contratação de portadores de  deficiência nas empresas.  &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Uma empresa de telecomunicações conseguiu anular no tribunal uma multa de R$  110 mil, aplicada por descumprimento da norma. A decisão baseou-se no fato de  que a responsabilidade pelo efetivo cumprimento da lei também é do governo.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Como ainda cabe recurso, o caso pode fazer com que o Tribunal Superior do  Trabalho (TST) se manifeste pela primeira vez a respeito da legislação de cotas  para deficientes. A lei também está sendo questionada em outros aspectos na  Justiça - como a impossibilidade de adequar o trabalho de deficientes físicos a  certos ramos empresariais. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;A Lei nº 8.213 determina a contratação de 2% a 5% do quadro de pessoal de  empresas com mais de cem funcionários de portadores de deficiência - acima de  500, o percentual é de 5% dos empregados. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Nos últimos anos, com o aperto da fiscalização das Delegacias Regionais do  Trabalho (DRTs), as empresas têm conseguido estender o prazo para o cumprimento  da lei por meio de termos de ajuste de conduta (TACs) estabelecidos com o  Ministério Público do Trabalho (MPT). &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Até agora, o único argumento aceito pelo Judiciário para anular multas  aplicadas às empresas que se tem notícia é a comprovação de que elas ocorreram  durante a vigência do TAC. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Mas, no caso da empresa de telecomunicações, a decisão do TRT considerou  outros fatores para anular a autuação. A empresa precisava contratar mais 211  portadores para cumprir a cota prevista na lei e chegou a estabelecer termos de  ajustamento de conduta com o Ministério Público do Trabalho e criar um programa  de qualificação profissional para facilitar a inserção dos portadores de  deficiência em seus cargos.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;De acordo com o acórdão do TRT, o sistema de cotas para deficientes não veio  precedido e nem seguido de nenhuma providência de órgãos governamentais no  sentido de cuidar da educação e da formação destas pessoas. Além disso, conforme  o acórdão, as funções de tele-atendimento não comportam deficiências como o  comprometimento cognitivo, de fala, auditivo e visual. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Para o advogado Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, do escritório Freitas  Guimarães Advogados Associados, que representa a empresa na ação, tanto o  Decreto nº 3.298, de 1999, que regulamenta a política nacional de integração de  deficientes, quanto a própria Lei nº 8.213 em questão prevêem o auxílio  governamental nas contratações.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT color=#ff0000&gt;&lt;STRONG&gt;"É inconstitucional inserir deficientes em locais  inadequados só para cumprir a cota", diz Freitas. O mesmo argumento foi  utilizado pelo advogado Alexsander Fernandes de Andrade, da banca Duarte Garcia,  Caselli, Guimarães e Terra Advogados, na defesa de uma empresa do setor aéreo.  &lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Após ser multada por não conseguir contratar 400 deficientes, a empresa  alegou que não poderia cumprir a cota pois a maioria do seus funcionários  trabalha nos aviões e o próprio regulamento brasileiro de aeronáutica proíbe a  contratação de pessoas que tivessem qualquer deficiência. A empresa contestou a  multa na esfera administrativa e aguarda uma decisão na segunda instância. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;A alegação da falta de profissionais qualificados no mercado pelas empresas  também é comum. Este é um dos principais argumentos utilizado pelo advogado  Rodrigo Takano, do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice, na defesa de  empresas que não atingiram a cota em dez ações civis públicas movidas pelo  Ministério Público do Trabalho. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Segundo Takano, apenas uma já foi julgada em primeira instância, e a empresa  perdeu. "Não questionamos a validade da lei, mas sua forma ideal de aplicação".  Para a advogada Lilian Dal Secchi Bento, do escritório Dantas, Lee, Brock &amp;amp;  Camargo Advogados, outro problema apontado pelas empresas é que muitos  portadores de deficiência preferem trabalhar no mercado informal para não perder  o benefício previdenciário. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;A lei que estabelece cotas para deficientes nas empresas tem enfrentado ainda  outros questionamentos, em âmbito administrativo e judicial. A advogada Cláudia  Brum, do escritório Siqueira Castro Advogados, tenta uma negociação com o  Ministério Público do Trabalho para reduzir a base de cálculo da cota conforme o  valor de risco de acidentes da atividade da empresa - no caso, uma indústria  metalúrgica. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O advogado Marcello Della Mônica Silva, sócio do escritório Demarest e  Almeida Advogados, diz que outra contestação das empresas tem sido o critério  para definir os graus de deficiência aceitos pela lei que, segundo ele, ficou  mais rígido com o Decreto nº 5296, de 2004. Ele atua na defesa de uma empresa  que havia cumprido a cota baseada em critérios anteriores, e que recentemente  foi autuada&lt;SPAN class=609592617-15042008&gt;.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;SPAN  class=609592617-15042008&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN class=609592617-15042008&gt;&lt;STRONG&gt;Fonte: &lt;/STRONG&gt;Valor Econômico, por  Luiza de Carvalho,15.04.2008&lt;/SPAN&gt; &lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>17 passos para enfrentar uma grande perda</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/17-passos-para-enfrentar-uma-grande.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Thu, 3 Apr 2008 15:58:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-6926403928580443630</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Muitas situações na vida nos  trazem a sensação de um mal irreparável, geralmente envolvendo perdas ou grandes  mudanças: doenças, morte de alguém, mudança de cidade, de emprego, condição  social, separação, perda de um sonho ou ideal e outras. As situações mais  dolorosas referem-se à perda de um ente querido.&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=Section1&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;As pessoas ficam com a sensação de  terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo  doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão,  isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades  (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir  a adoecer.&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O tempo requerido para o "luto"  (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das  circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular  de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social,  como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros  aspectos. &lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A recuperação de uma perda  significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos  podem continuar não muito bem resolvidos. &lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Mas, além da tristeza, as  situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes  desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a  perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos  transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Apesar das pessoas sentirem e  reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando  geralmente&amp;nbsp; passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com  uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte  inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda,  primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na  realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra  Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida,  tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando- se "por  que eu?", "por que ele(ou ela)?"ou "por que comigo(ou  conosco)?".&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A seguir a tendência é  retraírem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar  um estado de entendimento, paz, aceitação; de aceitar aquilo que não pode ser  mudado.(E. Kubler-Ross) . Muitos param em determinada fase e não vão adiante na  superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, vai ocorrer; alguns  pulam de uma fase para outra, podendo retornar à fases anteriores;&amp;nbsp; outros  caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do  meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a  vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros  aspectos.&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A Dra. Ross estudou também 20 mil  casos de pessoas de várias culturas que passaram por experiências de quase  morte(EQM), e notou muita semelhança no que percebem naqueles momentos de  "morte", as vivências e sensações são agradáveis e os pacientes percebem que na  realidade a morte não existe, é uma passagem para um plano de vida diferente,  como a borboleta que deixa o casulo.Se começarmos a ver a vida de maneira  diferente, com maior entendimento, veremos que a morte jamais deve representar  sofrimento, mas uma continuação da vida e da  evolução.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Seguem-se  algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;FONT  face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;  :-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;1-Fale sobre  sua perda e sua dor&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Nos primeiros meses muitos têm  esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser  evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança,  ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo,  percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai  se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas  pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto  claramente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;2-Enfrente o  sentimento de culpa&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Quando se perde alguém importante  é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém  compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos  poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os  acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém.  Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o  possível de acordo com nossa capacidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;3-Trabalhe os  sentimentos de raiva e revolta&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Estes sentimentos existem em face  de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de  raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar- se deles, são normais e  irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do  fato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;4-Idealização&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Há uma fase em que a pessoa pensa  em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a  pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um  ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;5-Não se  isole&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Mesmo que não se sinta à vontade  para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a  companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar  muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e  conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola , renova suas  forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a  alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por  elas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;6-Mudança de  valores&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Diante da morte ou de uma grande  perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de  vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que  são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem  realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua  maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o  SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;7-"Nunca mais serei o  mesmo"...&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;É freqüente haver um grande  sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca  mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do  sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que  acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta,  decidindo que pode e deve viver o melhor possível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;8-Evite  decisões importantes ou grandes  mudanças&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O primeiro ano após a perda,  geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer  grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada  tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias  e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente  com os problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;9-Reserve  períodos e local para lembranças&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Não fique o tempo todo pensando e  vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou  armário, não os deixe espalhados.Tente reservar algum período específico do dia  (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando  também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de  bom e útil se consegue com a tristeza contínua.&amp;nbsp; Para algumas pessoas isto  não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e  recuperação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;10-Prevendo  dias e datas difíceis&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;É útil saber que vai sentir-se  mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto  mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes  dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano,  Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los  com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e  deprimido que &lt;st1:PersonName ProductID="em outras ocasi?es. N&amp;#65507;o" w:st="on"&gt;em  outras ocasiões. Não&lt;/st1:PersonName&gt; se isole, é bom que esteja em companhia de  pessoas que o estimem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;11-A crença de  que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser  Superior&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Desde a antiguidade, a maioria dos  povos de todas as regiões do globo,com culturas e&amp;nbsp; religiões diferentes,  acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou "Algo  Superior". Isto é quase que uma intuição que nascemos com ela.&amp;nbsp; Um Ser com  Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas  sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos  a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que  nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem  um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não seja  religioso, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas  deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano,  faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que  a&amp;nbsp; separação é temporária, não definitiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;É importante saber que pudemos  desfrutar da companhia de algumas pessoas especiais, mesmo que por breve  tempo,&amp;nbsp; que nos deixam muita saudade...Só se tem saudade daquilo que foi  muito bom..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;12-Culpa por  sentir-se bem&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;É comum as pessoas não se  permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou  evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo  infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade  nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido.&amp;nbsp; Conseguir  prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento;  retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se  foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo  contente e isto lhe daria mais tranquilidade. Procure investir em seu bem estar,  engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar  sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se  cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na  vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;13-Reajuste- se  à vida e ao trabalho&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Tirar alguns dias ou semanas para  reequilibrar- se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é  perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for  possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo  mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser  as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir  que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou  prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também  perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que  possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno  mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de  conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e  psicologicamente. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;14-Liberte-se  de expectativas irreais&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Acreditar que a vida deveria ser  diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só  traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós  mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e  mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça, por puro  acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar.  Saber que não vivemos num mundo desorganizado e que existem leis universais,  "nada acontece por acaso";&amp;nbsp; tudo tem uma razão de ser justa e produtiva,  nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros  envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e  crescimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;15-Integrando  a&amp;nbsp; perda&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;As pessoas não "têm" que ser  "vítimas", qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de  muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado.&amp;nbsp; É preciso deixar  de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento ("Por  que isso aconteceu comigo"?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas  para o futuro:- "Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso  aprender com isto? O que posso fazer para &lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;Ser&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt; e sentir-me  melhor?" Geralmente quando chegamos à fase da aceitação, atingimos a compreensão  e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a  qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com  suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de  nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de  positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma  pessoa deste ou de outro plano.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;16-Pesar  excessivamente longo&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Quando um sofrimento excessivo  consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda  em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto  ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi,  quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação,  problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões  significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste  caso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT  face="Times New Roman" size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;17-Procure  ajuda profissional, se necessário.&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A maioria dos que procuram ajuda  de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando  problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um  profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua  revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que  pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a  tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de  apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais  tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como  reage às crises e à terapia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;No início do pesar, uma das formas  mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode  ser prejudicada ou fortalecida por uma perda.&amp;nbsp; Ninguém permanece o mesmo.  Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas  relativas ao "outro eu" e à outra vida que vão  emergir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;EM&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Cada pessoa  decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa , e  quando.&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/EM&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;FONT  size=2&gt;Fonte: Maria José G. S Nery - Psicóloga Clínica - E mail:-&lt;/FONT&gt;&lt;A  href="mailto:majonery@yahoo.com.br"&gt;&lt;FONT  title="mailto:majonery@yahoo.com.br&amp;#10;CTRL + Clique para seguir o link"  size=2&gt;majonery@yahoo.com.br&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;FONT size=2&gt;, Campinas- SP  -Brasil&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;FONT face=Verdana&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face=Tahoma size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Tahoma"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>As armadilhas para o RH resolver </title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/as-armadilhas-para-o-rh-resolver.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Wed, 2 Apr 2008 17:25:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-465909668191158007</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;FONT face=Verdana&gt;Ao longo do tempo, venho  escrevendo artigos voltados aos profissionais de Recursos Humanos, sempre com o  objetivo de lembrá-los ou mesmo, alertá-los, para certos acontecimentos que  ocorrem nas empresas. As intenções são, principalmente, duas: garantir o  bem-estar dos funcionários e o alcance do resultado financeiro.&lt;/FONT&gt;  &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;Refiro-me à última intenção mencionada como uma  condição fundamental para que as empresas possam oferecer melhores condições,  tanto do ponto de vista da qualidade de vida como da melhoria na remuneração e  investimentos em cursos, palestras, treinamentos etc., e para a empresa crescer  também! No entanto, prestando consultoria a diversas organizações, seguimos  constatando que existem certas situações que fogem ao controle do RH e, em  muitos casos, até por culpa dos executivos e empresários.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;Vou mencionar alguns exemplos que atrapalham  o dia-a-dia das empresas e influem diretamente no bom andamento da equipe:&lt;BR&gt;1)  no caso das pequenas e médias empresas, muitas vezes os funcionários têm contato  direto com o dono ou principal executivo. Por acaso, esses "primeiros homens"  demonstram uma atenção maior a determinadas pessoas, principalmente funcionários  da área financeira.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;Como ninguém é de ferro, essas pessoas  "escolhidas" passam a ter uma dupla personalidade, isto é, por trás do patrão  fazem de tudo para "exercer" o poder que (na visão delas) lhe foi concedido.  Então, o patrão não sabe, mas essas pessoas passam a tratar os outros como  "subordinados", sonegam informações, escondem e dificultam o que for possível,  sempre com a ameaça que tem acesso direto ao patrão.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;Certa vez presenciei uma cena numa empresa,  onde perderam o prazo para entrega de uma proposta de prestação de serviços (que  praticamente "estava no papo"), porque uma funcionária achou que deveria mostrar  sua "força" e sonegou informações cruciais para o preenchimento da proposta.  Resultado: jogou a culpa em outra pessoa e somente foi advertida por não ter  "cobrado mais".&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;2) Uma empresa do segmento financeiro  desagradou os acionistas por ter dado prejuízo no último ano. Aconteceram  mudanças, então, desde o presidente até diretores, gerentes etc. Entrou numa  fase de recuperação; precisava melhorar os serviços, a infra-estrutura  tecnológica, detinha uma boa parcela do mercado, mas estava perdendo  terreno.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;Um bom trabalho começou a ser feito. A  empresa ficou bem mais "enxuta", até o momento em que um determinado diretor  começou a se sentir o "protegido" do presidente; alardeava "façanhas" e,  lentamente, foi minando o terreno de outros diretores e gerentes. À medida que  ele conseguia fazer com que os diretores ou gerentes fossem demitidos, se  oferecia para incorporar à área. Pegava a responsabilidade e começava o mesmo  processo: minava o trabalho dos gerentes e supervisores, de forma que não  houvesse intermediários entre ele e "a turma do chão" como chamava os  funcionários de menor escalão e estagiários.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;O presidente não aceitava quando alguém,  indiretamente, tentava contar algo; o defendia, achava um "empreendedor", um  profissional com muita garra e conhecimento, mas não enxergava o estrago que  estava ocorrendo na empresa. Claro, muitas áreas sob a mesma pessoa é possível  camuflar atitudes erradas.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;A diretoria de RH foi medrosa e não tomou  atitudes mais drásticas, visando enfrentar a situação e mostrar ao presidente o  erro que estava ocorrendo. Desde o início do "reinado" do tal diretor, o  resultado apareceu cerca de um ano depois, quando surgiram complicações de  mercado, e a empresa não tinha profissionais com conhecimento suficiente em  vários níveis; visto haver um enorme vácuo entre a diretoria e os  funcionários.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;Havia poucos mandantes e muitos executores,  sem os variados talentos que o tal diretor "puxou o tapete". Resultado: perderam  mercado, ganharam um bom prejuízo e o presidente e parte da diretoria foram  "convidados" a saírem da empresa.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;Você já deve ter ouvido a frase "isto tem que  ser feito assim". Se for procurar em qualquer manual está definida a ordem, se  for tentar descobrir quem criou tal norma, verá que um dia, alguém, de alguma  maneira, definiu que aquilo seria feito assim e não foi contrariado(a). Entraram  pessoas novas na empresa e já receberam a mesma ordem: "isto tem que ser feito  assim". São as chamadas Normas Não Escritas, isto é, de informais passam a ser  definitivas. Não vou alongar os casos porque, com certeza, todos têm histórias  para contar.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;O que fica destacado nesses episódios é a  fraca atuação dos profissionais de RH, a falta de pulso para encarar fatos como  esses, sempre com medo de colocar seus cargos em jogo. Um executivo ou  empresário não gosta muito de ser contrariado, muitas vezes, diz que não protege  ninguém em especial, mas certas atitudes podem ser interpretadas de outra forma  perante os olhos da equipe.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana,Arial size=2&gt;Por isso, o RH tem que se destacar pela  capacidade de planejamento, visão de negócio, conquistar seu espaço para exercer  seu papel fundamental: zelar pelo bem-estar dos funcionários, pelo correto  funcionamento da empresa, distinguindo seus níveis, porém deixando claro que não  podem existir apadrinhamentos ou preferências. Contratar bons profissionais,  promover sempre atividades para conhecer e checar o andamento de cada área em  particular e azeitar um tópico chamado Relacionamento Interpessoal, são algumas  das atividades que o RH deve proporcionar, visando resolver de vez essas  armadilhas que vão se criando no dia-a-dia das empresas.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana&gt;Fonte: RH.com.br - Edson  Lobo&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Novos Feriados: terça-feira de Carnaval, a sexta-feira da Paixão e a quinta-feira de Corpus Christi </title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/novos-feriados-tera-feira-de-carnaval.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Wed, 2 Apr 2008 14:41:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-3241920362700868116</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN class=padrao&gt;&lt;FONT  face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=3&gt;&lt;FONT size=2&gt;A terça-feira de  Carnaval, a sexta-feira da Paixão e a quinta-feira de Corpus Christi serão  incluídos entre os feriados nacionais, segundo o Projeto de Lei do Senado  157/06, de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que foi aprovado nesta  terça-feira (06/04/2008), em decisão terminativa, pela Comissão de Educação  (CE). Em seu voto favorável à proposta, o relator da matéria, senador Marco  Maciel (PFL-PE), considerou a inclusão dos novos feriados como uma "exigência  das relações trabalhistas", em particular no setor privado. Com a aprovação do  projeto, observou o senador, será legitimada a concessão de direitos  trabalhistas referentes a esses feriados, seja em relação à paralisação de  atividades ou à remuneração extraordinária dos empregados que vierem a trabalhar  nessas datas. &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN class=padrao&gt;&lt;FONT  face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=3&gt;&lt;FONT size=2&gt;Aprovado por  unanimidade, o projeto altera a Lei 662, de 1949, que regulamenta os feriados  nacionais. Uma emenda do relator modificou ainda a Lei 9.093, de 1995, para  retirar do texto, que trata dos feriados religiosos, a sexta-feira da Paixão.  Com isso, o relator procurou evitar a duplicidade de menções à mesma data em  leis diferentes. A comissão decidiu ainda realizar três audiências  públicas.&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN class=padrao&gt;&lt;FONT  face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=3&gt;&lt;FONT size=2&gt;Fonte: Agência  Senado&lt;BR&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;CENTER&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/CENTER&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Empresa quadrada procura candidatos criativos</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/empresa-quadrada-procura-candidatos.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Tue, 1 Apr 2008 17:49:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-2865250402908136004</guid><description>&lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;As empresas têm desenvolvido novos planos de recompensa ou de remuneração  para os seus empregados.&amp;nbsp; Entretanto esquecem de algumas peculiaridades da  Criatividade e Inovação: risco, tentativas,&amp;nbsp; erros,&amp;nbsp; frustrações.  Estes novos planos só premiam aqueles que acertam, os que mais acertam, daí por  diante. Se uma empresa premia somente estes, quais serão os loucos que vão  arriscar a usar sua criatividade e cometer erros? Se tentativas de criar e  inovar não forem reconhecidas, não teremos nenhuma e nem outra.  &lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;Antes de entrarmos no tema vejamos o que, realmente, quer dizer  Criatividade e Inovação.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;Criatividade é um processo mental no qual usamos a imaginação para  desenvolver idéias originais. Inovação é um processo técnico que toma a idéia e  adiciona conhecimento e a transforma em um resultado (aqui entendido como  produto, serviço, processo). Usando as definições da 3M: "Criar é pensar algo  novo"; "Inovar é fazer algo novo".&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;Para obtermos excelentes idéias temos que crescer a base de produção de  idéias: incluímos aí todos os empregados, fornecedores, clientes e demais  &lt;I&gt;stakeholders&lt;/I&gt;. Quanto mais pessoas estiverem produzindo idéias, maiores  chances teremos de obter idéias originais.&amp;nbsp;Empresas altamente inovadoras  fazem isto, e até já trabalham com o conceito de "cliente  criativo".&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;A inovação toma idéia e a transforma em um resultado.&amp;nbsp;Nesse caso a  base é muito menor.&amp;nbsp;Somente aqueles que detém o conhecimento específico do  tema que estiver sendo trabalhado é que entrarão no processo  inovador.&amp;nbsp;Podemos ter boas idéias para um novo telefone celular, mas, para  desenvolvê-lo, necessitaremos de especialistas em eletrônica, mecânica,  designer, etc.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;Entrando no tema, muitas empresas vêm procurando candidatos criativos  para seus postos de trabalho. Esquecem elas que seus empregados atuais são muito  criativos e que, talvez, não estejam usando sua criatividade porque a própria  empresa não permite.&amp;nbsp;Logo, vai admitir "gente criativa" para aumentar o  volume de frustrações que já existe.&amp;nbsp;Estas empresas esquecem que o conjunto  de suas equipes é um manancial imenso de criatividade que não está sendo  utilizado.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;Por outro lado, pensam estas empresas que admitindo pessoas criativas  elas ficarão, também, criativas.&amp;nbsp;Sinto muito.&amp;nbsp;Já passei por isto em  1986 e foi um desastre.&amp;nbsp; Aprendemos com nossos erros.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;A primeira coisa que a empresa deve saber é que ela tem que ser criativa  antes dos seus empregados.&amp;nbsp;Isto quer dizer que deve desenvolver e possuir  um conjunto poderoso de Princípios e Valores que estimularão o seu pessoal a  criar e inovar.&amp;nbsp;A Diretoria e os Gerentes deverão ser os líderes deste  processo.&amp;nbsp;É sair do discurso para a prática.&amp;nbsp;Hoje existem técnicas e  inventários que ajudam isto e a empresa pode desenvolver-se muito  rapidamente.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;Imagine você se sua empresa fala em criatividade e inovação, mas os seus  líderes não demonstram que realmente estão interessados na questão.&amp;nbsp; Quem  vai estar interessado em criar e inovar?&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;Um dos argumentos para não inovar é que isto é muito caro.&amp;nbsp;  Primeiro, já percebemos que empresas que não estiverem inovando na Era do Novo  Conhecimento estarão com seu "prazo de validade" próximo a  vencer.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;Segundo, reclamam que inovar em tecnologia é caro. Não deixa de ser  verdade, mas existem vários outros lugares onde a empresa pode fazer isto com  custos baixíssimos: Marketing, Vendas, Arranjos Produtivos, Processos,  Desenvolvimento de RH, e muitos outros. Fácil de preparar, fácil de implementar,  e os resultados são rápidos.&amp;nbsp;Com os ganhos a empresa terá condições de  envolver-se em campos que exigem mais investimentos.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial color=#000000  size=2&gt;Finalmente um alerta para os RHs. As empresas têm desenvolvido novos  planos de recompensa ou de remuneração para o seus empregados.&amp;nbsp; Entretanto  esquecem de algumas peculiaridades da Criatividade e Inovação: risco,  tentativas, &amp;nbsp;erros, &amp;nbsp;frustrações. Estes novos planos só premiam  aqueles que acertam, os que mais acertam, daí por diante. Se uma empresa premia  somente estes, quais serão os loucos que vão arriscar a usar sua criatividade e  cometer erros? Se tentativas de criar e inovar não forem reconhecidas, não  teremos nenhuma e nem outra.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Arial  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0pt; FONT-FAMILY: Times New Roman"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT  face=Arial&gt;Fonte: &lt;SPAN style="FONT-WEIGHT: 700; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT  color=#000000 size=2&gt;Paulo C. A. Benetti - &lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT color=#000000 size=2&gt;Consultor Sênior do  Instituto MVC&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Benefícios ousados, executivos felizes e eficientes</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/benefcios-ousados-executivos-felizes-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Tue, 1 Apr 2008 17:43:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-640044404997050864</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt; &lt;DIV id=HOTWordsTxt name="HOTWordsTxt"&gt;Foram sete dias fazendo exercícios  físicos, relaxando e comendo apenas alimentos saudáveis. Uma rotina totalmente  diferente para o diretor de Negócios para a América Latina da &lt;B&gt;Siemens&lt;/B&gt;,  &lt;B&gt;José Afonso Kuhn&lt;/B&gt;. &lt;I&gt;"Pela primeira vez em 28 anos de vida profissional,  eu consegui me preocupar só comigo mesmo"&lt;/I&gt;, afirma o executivo. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Kuhn  ganhou da empresa a estadia em um spa 5 estrelas, em Gramado, no Rio Grande do  Sul. Ele conta que foi estimulado pela equipe de médicos da Siemens, após  apresentar sintomas de estresse e alguns resultados de exames alterados. Kuhn  disse ainda que há 20 anos tomava remédios para combater uma forte azia. Depois  da temporada, tudo mudou: &lt;I&gt;"A primeira coisa que eu fiz foi aprender a comer  de novo. Você aprende que seu metabolismo tem de funcionar sempre. Se você comer  como eu comia, às 08h, às 15h e à noitão, o organismo fica acumulando alimentos  e gorduras porque ele nunca sabe quando terá novo 'combustível'. Lá no spa, toda  hora se come. Eu me conscientizei."&lt;/I&gt; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Além de perder três quilos e  meio durante a semana no spa, Kuhn chegou à meta de menos 10 quilos já nas  semanas seguintes. E a azia? &lt;I&gt;"Não tive mais. Desde o dia que eu entrei lá até  hoje, oito meses depois, o estômago não reclamou. Nunca mais tomei remédio."&lt;/I&gt;  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O privilégio faz parte do Programa de Qualidade de Vida, implantado há  mais de 10 anos na multinacional alemã. O benefício é exclusivo para gestores  gerais e diretores. &lt;B&gt;Maria Cristina Nader&lt;/B&gt;, gerente corporativa de Medicina  da Siemens, explica a razão:&lt;I&gt;"Eles são efeito dominó. Quando estão  estressados, é uma equipe inteira que fica estressada. Por isso que a gente dá  preferência às lideranças, para que eles conduzam o seu grupo de uma forma mais  adequada."&lt;/I&gt; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Anualmente, de cinco a sete funcionários recebem o  benefício pra lá de diferenciado na Siemens. E a boa notícia é que a empresa não  está sozinha ao adotar essa nova política de incentivos. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na &lt;B&gt;ADP&lt;/B&gt; -  Automatic Data Processing, as vantagens diferenciadas e exclusivas para altos  cargos atraíram &lt;B&gt;Carla Machado&lt;/B&gt;, que trocou de empresa justamente por conta  do amplo pacote de benefícios. &lt;I&gt;"Tenho carro da empresa, com todas as despesas  pagas, stock options, previdência privada, plano de ações e bônus. No meu caso,  saí de uma empresa onde só tinha o salário-base e benefícios de praxe para  ingressar em outra onde tenho salário base mais benefícios atraentes, que  compõem um bom pacote de remuneração"&lt;/I&gt;, revela a diretora de Recursos  Humanos. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A lista de mimos na agência de publicidade &lt;B&gt;Young &amp;amp;  Rubicam&lt;/B&gt;, do grupo &lt;B&gt;Newcomm&lt;/B&gt;, também vai muito além do habitual.  Sanduíches naturais distribuídos duas vezes ao dia, frutas à vontade, day-off no  dia do aniversário, massagens diárias e uma denominada "sexta-feira feliz", que  dá direito a pipoca, refrigerante e até cerveja, são apenas alguns dos  presentinhos diferenciados. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Segundo a gerente de Recursos Humanos do  grupo, &lt;B&gt;Elise Passamani&lt;/B&gt;, tudo é em prol da qualidade de vida: &lt;I&gt;"A  filosofia de ter o melhor é aplicada na política dos benefícios oferecidos aos  funcionários."&lt;/I&gt;. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;ALÉM-MAR&lt;/STRONG&gt; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Os ousados  benefícios já atingiram inclusive o setor marítimo. A agência de turismo  &lt;B&gt;Projeto Aquarius&lt;/B&gt; é focada na organização de cruzeiros marítimos para o  público corporativo. Na temporada de navegação 2006/2007, das 300 mil pessoas  que viajaram de navio pela costa brasileira, 2.200 eram funcionárias ou pessoas  ligadas à BV Financeira, uma das empresas clientes da agência, nas bases do  incentivo. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;B&gt;Rogério Cantoni&lt;/B&gt;, gerente comercial da Projeto  Aquarius, explica que está aumentando muito a procura por eventos corporativos a  bordo de navios, além do crescimento na venda de pacotes que servem como prêmios  para os funcionários de grandes empresas. &lt;I&gt;"Os cruzeiros corporativos estão  crescendo muito e cada vez mais. Diante dos bons resultados, as empresas estão  procurando a viagem como prêmio e, assim, um estímulo para os funcionários  cumprirem metas."&lt;/I&gt; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;FEEDBACK ANIMADOR &lt;BR&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Os  gastos com os benefícios de causar inveja em qualquer trabalhador não são  poucos. Mas as empresas vêem isso como investimento, afinal funcionários felizes  e motivados acabam produzindo muito mais. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;José Afonso Kuhn, por exemplo,  garante que voltou com muito mais ânimo para o trabalho depois dos dias no spa,  o que trouxe mais produtividade e eficiência às suas tarefas. Ele deixa o  alerta: &lt;I&gt;"Eu acho que a empresa tem de investir nos seus talentos. Eles dão o  máximo de retorno, estão no auge da carreira e devem ser cuidados. Então, você  ter um médico que alerte e chame cada um à consciência, estimulando você a ir  num local como o que eu fui, para parar e pensar um pouco em você mesmo, é muito  bom e se paga facilmente. Porque perder um talento no auge da carreira e ter de  substituí-lo não é tão fácil."&lt;/I&gt; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Para a médica da Siemens, não há  dúvidas da transformação causada na vida dos funcionários. Ela afirma que o  benefício pode parecer pontual, mas a mudança é para sempre. &lt;I&gt;"O feedback é  muito bom. Eles voltam mais animados para cumprir todo tipo de metas, inclusive  as traçadas pela nossa nutricionista."&lt;/I&gt;, comenta ela, que destaca o  acompanhamento contínuo dos executivos no ambulatório da empresa. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;IMG  src="http://www.catho.com.br/jcs/imgs/materias/carlamachado164.jpg" align=right  border=0&gt;Carla Machado enumera outras vantagens: &lt;I&gt;"A empresa ganha em  projeção, imagem e competitividade no mercado. E os benefícios, em termos de  custos e impostos, são menos onerosos do que o salário-base para a  empresa."&lt;/I&gt;, diz ela, que destaca o estímulo para um profissional mediante o  estabelecimento de bônus. &lt;I&gt;"Sem dúvida alguma, sei que com o meu trabalho,  desempenho e esforço posso alcançar no geral uma remuneração anual mais  atraente."&lt;/I&gt; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Quanto às massagens diárias na Y&amp;amp;R, não há dúvida do  bem para funcionário e para a empresa. &lt;I&gt;"A massagem é o momento de diminuir a  tensão e se encher de energia para o dia render ainda mais."&lt;/I&gt;, diz &lt;B&gt;Vanessa  Pedroso&lt;/B&gt;, supervisora de contas da agência. &lt;BR&gt;Os benefícios são vistos com  bons olhos também pelo presidente da &lt;B&gt;Associação Brasileira de Qualidade de  Vida&lt;/B&gt;, &lt;B&gt;Alberto José Niituma Ogata&lt;/B&gt;. Ele acredita que todas as ações de  bem-estar nas empresas devem ser precedidas de uma pesquisa de necessidades e  interesses. &lt;I&gt;"É importante avaliar quais ações os colaboradores percebem como  benéficas e que podem melhorar a sua performance no trabalho. Os benefícios não  podem ser somente exóticos, mas devem atender a demanda dos colaboradores."&lt;/I&gt;,  afirma. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ogata conclui: &lt;I&gt;"Em geral, a melhor opção é realizar ações  mais perenes, e não pontuais, para que se possa avaliar o impacto na  organização. As atividades relacionadas a desenvolvimento pessoal, estilo de  vida (estresse, alimentação e atividade física) e equilíbrio vida pessoal x vida  profissional geralmente ajudam mais, são mais aceitas e os seus resultados são  mais facilmente mensuráveis. Geralmente, o retorno é a satisfação pelo benefício  e a melhora da imagem da companhia, podendo ajudar no clima organizacional."&lt;/I&gt;  &lt;/DIV&gt; &lt;DIV name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;EM&gt;&lt;/EM&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;EM&gt;Fonte: Catho - Estilo e Gestão  164.&lt;/EM&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Nem todas as empresas comemoram dia da mulher</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/nem-todas-as-empresas-comemoram-dia-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Tue, 1 Apr 2008 17:43:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-8025866504970907575</guid><description>&lt;SPAN id=spArtigo style="LINE-HEIGHT: 1.5"&gt; &lt;P class=editCorpo&gt;Pensa rápido: qual o dia internacional do homem? Não se  lembrou? Talvez seja porque essa data não exista mesmo. Então, por que o mundo  todo reserva um dia para celebrar o sexo feminino? É com esse questionamento que  algumas empresas comemoram o Dia Internacional da Mulher sem comemoração alguma.  &lt;/P&gt; &lt;P class=editCorpo&gt;Se as mulheres lutam pela isonomia de tratamento, nada mais  coerente que não se faça alarde aos feitos femininos em apenas um dia, a exemplo  do que acontece com a ala masculina, que não goza dessa regalia. É o que  acontece na Aon, companhia de gestão de risco, consultoria de benefícios e  corretagem de seguros e resseguros. Lá, não há uma ação específica que marque o  8 de março. "Nosso reconhecimento às mulheres se dá no dia-a-dia e não apenas em  uma data", explica Claudia Weiner, gerente de marketing da empresa. &lt;/P&gt; &lt;P class=editCorpo&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=editCorpo&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=editCorpo&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=editCorpo&gt;Isso não significa que as colaboradoras da Aon não sejam  reconhecidas. Pelo contrário. Claudia explica que as oportunidades na empresa  são acompanhadas pela distinção do sexo, mas pela competência. "A competição  saudável é entre pessoas, independente se homem ou mulher", afirma. A companhia,  na realidade, identifica o que é evidente, mas poucos notam: as diferenças  existem.&lt;/P&gt; &lt;P class=editCorpo&gt;Diante delas, a empresa potencializa seus ganhos compondo  equipes heterogêneas, respeitando as peculiaridades inerentes a cada sexo e  tirando o melhor de cada um dele. "Acredito que essa postura legitime muito mais  o papel da mulher no mercado de trabalho e as valorize de forma mais  consistente", finaliza a executiva, que integra o preponderante grupo da  Luluzinha. Dos 575 colaboradores da unidade brasileira, 56% são mulheres. &lt;/P&gt; &lt;P class=editCorpo&gt;Fonte: Canal RH&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Autor de Laboro integra blog ao Technorati</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/autor-de-laboro-integra-blog-ao.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Tue, 1 Apr 2008 13:45:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-1660556981321905252</guid><description>Buscando identificar a origem do tráfego de visitas do Blog estamos integrando o Blog ao site Technorati.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://technorati.com/faves?sub=addfavbtn&amp;amp;add=http://laboro.blogspot.com"&gt;&lt;img src="http://static.technorati.com/pix/fave/btn-fave2.png" alt="Add to Technorati Favorites" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://technorati.com/claim/9th2h4y89" rel="me"&gt;Technorati Profile&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como você chegou a este blog? Comente este post e nos diga como!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Quando a leitura impulsiona a carreira</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/quando-leitura-impulsiona-carreira.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Tue, 1 Apr 2008 13:35:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-534431733074839119</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt; &lt;P&gt;Alguma vez seu chefe o presenteou com um livro sobre liderança ou trabalho em  equipe? Em algumas empresas essa é uma prática comum. Recomendar a leitura de um  manual se converteu em objetivo de muitos executivos que têm sob sua  responsabilidade um grupo de colaboradores. &lt;/P&gt; &lt;DIV class=lrec&gt; &lt;SCRIPT language=javascript&gt; if(window.yzq_d==null)window.yzq_d=new Object(); window.yzq_d['MyaIAciYoJw-']='&amp;U=13b9gj34u%2fN%3dMyaIAciYoJw-%2fC%3d636432.12494354.12849818.4309149%2fD%3dLREC%2fB%3d5235732'; &lt;/SCRIPT&gt; Dessa forma, os diretores de Recursos Humanos de algumas empresas recomendam a  seus empregados livros de gerenciamento e gestão que os ajudem a desenvolver seu  trabalho com maior eficiência. Algumas dessas publicações são relatos com os  quais o setor se identifica facilmente, outras incluem testes que permitem obter  informações práticas. A seguir, uma seleção de obras relacionadas com o setor de  gestão, que incluem vários ensinamentos práticos.&lt;/DIV&gt; &lt;P&gt;O orgulho de vender - Um vendedor sempre é visto com certa desconfiança,  entretanto, a realidade é que todos nós vendemos alguma coisa. Por isso, Víctor  Barajas e Lorenzo Muriel defendem no livro O orgulho de vender, a importância de  valorizar nosso próprio trabalho. "Se aquilo que você faz, é feito com ânimo e  fé, os resultados serão muito melhores."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Por meio da história romanceada que conta a vida de um comerciante, Barajas e  Muriel reivindicam a venda como uma profissão digna e necessária. Mesmo assim,  explicam que para alcançar o sucesso nessa profissão que, cada vez mais cresce,  é crucial saber escutar, estar bem informado, saber quando falar, esperar, e não  esmorecer.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Negociando consigo mesmo - Esse livro explica as oito etapas básicas do  processo de negociação interna as quais todos nós enfrentamos alguma vez na  vida. Negociar consigo mesmo é um processo habitual na vida de todos.  Normalmente negociar com outros supõe uma técnica e uma arte, enquanto que  fazê-lo consigo mesmo é muito mais complexo; não existe o "outro", e as emoções  desempenham um papel crítico.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Com esse livro, o escritor e assessor de empresários para temas de  planificação estratégica, Juan Malaret, revela quais os fundamentos da  negociação consigo mesmo, e quais suas áreas básicas. As oito etapas do processo  são detalhadas, como utilizá-las, em que ordem, e o que se pode e se deve obter  de cada uma delas.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Controle seu tempo, controle sua vida - Você fica ansioso e estressado em seu  trabalho? Tem a sensação de não conseguir abarcar tudo? Caso seu problema é ter  tarefas demais que o obrigam muitas vezes a aumentar a jornada de trabalho ou  levar trabalho para casa, esse livro pode ajudá-lo a pôr um pouco de ordem em  sua agenda.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Planificar a jornada de trabalho do dia seguinte, especificar o tempo  estimado para cada atividade e estabelecer prioridades são alguns dos conselhos  contidos nesse livro. O objetivo? Ajudar o leitor a tirar o maior partido  possível de seu tempo, sem chegar a uma situação de ansiedade e estresse,  ensinando algo muito prático: organização.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O vazio interior - Se a cada dia que o despertador toca você tem horror de se  levantar e enfrentar mais uma manhã no trabalho e, uma vez chegando na empresa,  só pensa em como passar despercebido até que soe a hora de ir emborca, atenção!  Você está em pleno processo de vazio interior, termo empregado por Lofti  El-Ghandouri, e que descreve um conceito pouco conhecido na Espanha, mas que  afeta muitos empregados de qualquer nível hierárquico ou setor.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Em suas páginas se explica em que consiste e como se chega ao estado de  fastio e resignação em termos de trabalho, que o converte em uma prisão. Mas, é  claro, também encontramos ali as pautas para lutar contra esse sentimento de  frustração que ocasiona para a empresa muitos gastos e perdas de objetivos.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Quem roubou meu Blackberry? - A "ideóloga" britânica da gestão empresarial  revela os segredos para se chegar a ser um alto executivo na Grã-Bretanha. Por  meio de seus e-mails, a autora mostra o lado mais agressivo de sua protagonista,  mas seu lado mais humano também. Quem não quer saber qual é a receita do êxito  profissional?&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Lucy Kellaway, autora da famosa coluna sobre gerenciamento no jornal  britânico Financial Times, oferece as pistas de como um executivo pode chegar no  topo da pirâmide empresarial. Kellaway apresenta uma história, onde combina  paixão, escândalos e traição com as últimas tendências na gestão corporativa. E  tudo isso no formato de mensagens curtas.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O interior de uma empresa - Se você é um dos que pôs em dúvida os princípios  tradicionalmente aceitos do mundo empresarial, recomendamos a leitura desse  livro. Dirigido para quem sente curiosidade de conhecer o interior de uma  empresa, um strip-tease é uma forma original de contar como essa deveria  funcionar para obter bons resultados e esclarecer o papel de seus principais  protagonistas: gerentes, empreendedores, executivos e todos os empregados em  geral.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Alfonso Durán-Pich propõe uma imersão no mundo da empresa, vasculhando todos  os seus espaços: organização da equipe, valores estabelecidos, tarefas do  conselho diretor, conduta do líder, tudo isso em um estilo ágil, ameno e muito  divertido.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Fonte: Gazeta Mercantil - Expansión&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Problemas de comportamento levam a demissão</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/problemas-de-comportamento-levam.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Tue, 1 Apr 2008 13:12:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-8699204665747132360</guid><description>&lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O que parecia apenas uma percepção  dos profissionais de recursos humanos, agora já pode ser provado de forma mais  objetiva: além de motivos relacionados à falta de competência e de resultados,  questões comportamentais também estão entre os principais fatores para a  demissão de executivos. A conclusão é de pesquisa junto a 12.122 profissionais  de empresas privadas de todo o Brasil. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Conforme o levantamento, produzido  em &lt;st1:metricconverter w:st="on" ProductID="2007, a"&gt;2007,  a&lt;/st1:metricconverter&gt; falta de resultados (19,24%) e a incompetência técnica  (13,6%) são as principais causas de dispensa de executivos. Depois deles, surgem  motivos comportamentais, como a falta de relacionamento &lt;st1:PersonName  w:st="on" ProductID="com o grupo"&gt;com o grupo&lt;/st1:PersonName&gt; de trabalho  (13,34%), a falta de dinamismo (10,49%) e a pouca capacidade de supervisionar  pessoas (9,64%). Tais aspectos foram os cinco mais lembrados no quadro geral que  compila as três principais razões de demissão apontadas pelos executivos de RH  consultados na pesquisa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;STRONG&gt;O estopim&lt;/STRONG&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Considerando apenas o principal  motivo de dispensa mencionado pelos entrevistados, surge uma surpresa: a falta  de honestidade é a terceira razão mais lembrada, com 12,49% do total. Conforme a  pesquisa, as duas questões primordiais para o desligamento de um executivo são a  não-obtenção de resultados (21,61%) e a incompetência técnica (18,4%).  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Na comparação com as edições  anteriores do estudo (elaboradas nos anos de 2005, 2003, 2002 e 1997), aspectos  como a falta de resultados, a pouca capacidade de supervisão, a falta de  dinamismo e até a eliminação dos cargos ganharam maior relevância como o  principal fator de demissão. Já a incompetência técnica e a desonestidade dos  executivos foram mencionadas em menor escala que nas pesquisas anteriores.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A falta de resultados, inclusive,  assumiu o primeiro lugar entre as causas determinantes de demissão, com 21,61%  do total. Em &lt;st1:metricconverter w:st="on" ProductID="2005, a"&gt;2005,  a&lt;/st1:metricconverter&gt; incompetência técnica havia sido apontada como o  principal motivo de dispensa (21,25%, contra 20,5% da falta de resultados).  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;STRONG&gt;Cabeças que rolam&lt;/STRONG&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O estudo aponta que o presidente é  um dos cargos mais afetados pela falta de resultados &lt;st1:PersonName w:st="on"  ProductID="em uma companhia. Segundo"&gt;em uma companhia. Segundo&lt;/st1:PersonName&gt;  o estudo, 14,75% das dispensas dos principais executivos de uma empresa se dão  justamente em função do não-alcance das metas estabelecidas. Entre os  presidentes, a incapacidade de supervisionar pessoas, também com 14,75% dos  casos, é outro grande motivo de demissão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Já entre os vice-presidentes, a  principal causa de dispensa é a incapacidade técnica (22,22% dos casos). Entre  os segundos mandatários também foi apontada como causa de desligamento a falta  de relacionamento com os colegas de escritório (16,67% dos casos).  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Este item, aliás, aparece na  pesquisa como a segunda maior causa de desligamento de diretores (13,17%),  gerentes (13,12%), supervisores (14,57) e profissionais especializados (13,57%).  Entre todos estes cargos, o principal fator para a dispensa de executivos é a  não-obtenção dos resultados esperados pela companhia.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;STRONG&gt;Hora da mudança&lt;/STRONG&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Na média geral dos pesquisados -  neste caso, incluindo de estagiários a executivos -, os profissionais demitidos  ficaram de seis meses a dois anos nos cargos (47,19% do total). Quase um quinto  dos dispensados (19,14%) permaneceram entre dois e três anos em seus postos,  antes de deixarem as empresas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Já os profissionais que  permaneceram entre três e cinco anos somaram 13,28% do total pesquisado. Os que  ficaram de cinco a dez anos, por sua vez, chegaram a 7,76% do total. Apenas 2,6%  dos demitidos estavam nos postos havia mais de dez anos. Por outro lado, 10,03%  dos profissionais desligados ficaram nos cargos por menos de seis meses.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Verdana size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A pesquisa também mostrou que os  presidentes não têm grande longevidade nas empresas. Grande parte dos  presidentes demitidos esteve no cargo entre dois e cinco anos (43,48%). Entre os  diretores, quase um terço (29,45%) ficou em seus postos de dois a três anos. Os  períodos mais comuns de permanência dos gerentes em seus cargos foram breves: de  dois a três anos (23,35%) e de um a dois anos (21,93%). &lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Fonte: &lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;Gazeta  Mercantil/Caderno C - Pág. 9 (Marcelo Monteiro)&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Trabalhar fantasiado rende indenização</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/04/trabalhar-fantasiado-rende-indenizao.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Tue, 1 Apr 2008 12:14:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-3415631055178146545</guid><description>Uma supervisora terceirizada da Oi (antiga Telemar), obrigada a vestir-se de &lt;br&gt;palha&amp;#231;o, caipira, bruxa e baiana para incentivar os operadores a ela &lt;br&gt;subordinados a cumprir metas estipuladas, vem ganhando na Justi&amp;#231;a do &lt;br&gt;Trabalho o direito a receber indeniza&amp;#231;&amp;#227;o por dano moral. Uma das empresas &lt;br&gt;que a contratava para prestar servi&amp;#231;os &amp;#224; Oi, a TNL Contax, recorreu ao &lt;br&gt;Tribunal Superior do Trabalho (TST) para tentar reverter a condena&amp;#231;&amp;#227;o. No &lt;br&gt;entanto, o TST entendeu que uma decis&amp;#227;o diferente necessitaria o reexame de &lt;br&gt;fatos e provas, o que &amp;#233; impedido pela S&amp;#250;mula n&amp;#186; 126 do TST, e negou &lt;br&gt;provimento ao agravo.&lt;p&gt;A funcion&amp;#225;ria trabalhou na Oi de Belo Horizonte no per&amp;#237;odo de dezembro de &lt;br&gt;2003 a junho de 2005. Segundo testemunhas, a autora da a&amp;#231;&amp;#227;o e outros &lt;br&gt;supervisores trabalhavam diariamente fantasiados para alegrar a equipe, por &lt;br&gt;determina&amp;#231;&amp;#227;o do gerente, e expunham-se &amp;#224;s ironias dos colegas. Ao ajuizar &lt;br&gt;a&amp;#231;&amp;#227;o trabalhista ap&amp;#243;s sua demiss&amp;#227;o, a ex-supervisora pediu, entre outras &lt;br&gt;coisas, reconhecimento de v&amp;#237;nculo empregat&amp;#237;cio com a Oi (ex-Telemar) e &lt;br&gt;indeniza&amp;#231;&amp;#227;o por ass&amp;#233;dio moral, esta deferida pela 10&amp;#170; Vara do Trabalho de &lt;br&gt;Belo Horizonte.&lt;p&gt;Ao analisar os recursos das empresas e da trabalhadora, o Tribunal Regional &lt;br&gt;do Trabalho da 3&amp;#170; Regi&amp;#227;o (MG) avaliou que expor a funcion&amp;#225;ria a situa&amp;#231;&amp;#245;es &lt;br&gt;vexat&amp;#243;rias resultou em viola&amp;#231;&amp;#227;o de sua dignidade e integridade ps&amp;#237;quica e &lt;br&gt;emocional. Por essa raz&amp;#227;o, e considerando as circunst&amp;#226;ncias espec&amp;#237;ficas, as &lt;br&gt;condi&amp;#231;&amp;#245;es das partes envolvidas e o grau de culpa das empresas, decidiu &lt;br&gt;aumentar a indeniza&amp;#231;&amp;#227;o de R$ 2 mil, estipulada pela Vara do Trabalho, para &lt;br&gt;R$ 4 mil.&lt;p&gt;Em sua decis&amp;#227;o, o TRT mineiro entendeu que a situa&amp;#231;&amp;#227;o causou sofrimento &lt;br&gt;moral e violou o direito de personalidade da funcion&amp;#225;ria, fazendo-a &lt;br&gt;sentir-se inferiorizada e ridicularizada perante os colegas. Julgou tamb&amp;#233;m &lt;br&gt;comprovados a culpa da empresa, pois o procedimento era determinado pelo &lt;br&gt;gerente, e o v&amp;#237;nculo entre o ato il&amp;#237;cito e o dano moral. O relator do agravo &lt;br&gt;de instrumento no Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra &lt;br&gt;Martins Filho, observou que n&amp;#227;o h&amp;#225; conflito de jurisprud&amp;#234;ncia nem viola&amp;#231;&amp;#227;o &lt;br&gt;de dispositivos legais e constitucionais no ac&amp;#243;rd&amp;#227;o regional. (Paulo R. &lt;br&gt;Zulino)&lt;p&gt;fonte: Ag&amp;#234;ncia Estado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Márcio d'Ávila cita Laboro</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/mrcio-dvila-cita-laboro.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Fri, 28 Mar 2008 17:48:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-4327317354368951594</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Tema off-topic para encerrar a semana. O Laboro foi  alvo de comentários elogiosos no blog de Márcio d'Ávila, que comenta assuntos de  tecnologia da informação e&amp;nbsp;outros relacionados. O post tratava de bons  sites de referência, Laboro foi &lt;A  href="http://blog.mhavila.com.br/2008/03/13/carreira-e-gestao-em-ti/"&gt;citado&lt;/A&gt;&amp;nbsp;em  carreira e recursos humanos. A menção&amp;nbsp;foi&amp;nbsp;pega por acaso durante um  passeio descomprometido pelo site &lt;A  href="http://technorati.com/blogs/laboro.blogspot.com?reactions"&gt;technorati.com&lt;/A&gt;.  &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Auxílio-creche: Um direito da trabalhadora.</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/auxlio-creche-um-direito-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Thu, 27 Mar 2008 08:39:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-7458021057544971845</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Auxílio-creche: Um direito da trabalhadora.  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Toda empresa que possua estabelecimentos com mais de 30 empregadas com  idade superior a 16 anos é obrigada a manter local onde as mães possam dar  assistência aos seus filhos no período de amamentação A proteção à maternidade é  um direito constitucionalmente garantido aos trabalhadores e a existência de  creche custeada pela empresa ou o pagamento do auxílio-creche se enquadra dentro  desse espírito de proteção da Constituição. &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;FONT face=Arial  size=2&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;Toda empresa que possua estabelecimentos com mais de 30 empregadas com  idade superior a 16 anos é obrigada a manter local apropriado onde seja  permitido às trabalhadoras-mães guardar sob vigilância e assistência os seus  filhos no período de amamentação, que vai desde o nascimento aos seis meses do  bebê.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;O auxílio-creche - ou reembolso creche - é um valor que a empresa  repassa diretamente às empregadas, de forma a não ser obrigada a manter uma  creche. Nesse caso, o benefício deve ser concedido a toda empregada-mãe,  independentemente do número de empregadas no estabelecimento, e deve ser objeto  de negociação coletiva.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;Caso a mãe queira deixar seu bebê com uma babá, não há na legislação  previsão legal quanto a esse benefício. Porém, nada impede que a convenção ou  acordo coletivo autorize a trabalhadora a usar o valor do benefício para  pagamento de uma babá. O valor deve custear integralmente as despesas efetuadas  com o pagamento da creche, que será de livre escolha da empregada-mãe, pelo  menos até os seis meses de idade da criança, nas condições, prazos e valor  estipulados em acordo ou convenção coletiva.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;As convenções e acordos coletivos de trabalho estabelecerão o valor do  auxílio-creche e, se for o caso, o valor do auxílio-babá. O reembolso-creche  deverá ser efetuado até o 3º dia útil da entrega do comprovante das despesas  efetuadas, pela empregada-mãe, com a mensalidade da creche.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;A creche pode se localizar na própria empresa ou em outros locais,  contratados mediante convênio entre a empresa e entidades públicas ou privadas,  sendo as despesas custeadas direta e integralmente pela empresa.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;Amamentação - O período de amamentação vai do nascimento até pelo menos  seis meses de idade, mas as convenções e acordos coletivos firmados pelos  sindicatos poderão estipular um período maior. Legalmente o auxílio-creche é  concedido apenas às empregadas-mães.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;Mas as convenções e acordos coletivos negociados pelos sindicatos  podem, eventualmente, estender esse direito aos pais. Para o diretor do  departamento de Fiscalização do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego  (MTE), Leonardo Soares, "apesar de ser uma obrigação da empresa, o benefício  também é um investimento, pois influencia positivamente na produtividade da  trabalhadora, que poderá se concentrar integralmente em suas atividades, pois  sabe que seu filho está num local em que receberá cuidados adequados.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;Além disso, demonstra o compromisso da empresa com a busca da qualidade  de vida de seus empregados e o seu compromisso social". Dever do empregador - A  Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), em seu artigo 389, parágrafo 1º,  estabelece que toda empresa que possua estabelecimento em que trabalharem pelo  menos 30 mulheres com mais de 16 anos de idade deverão ter local apropriado onde  seja permitido às empregadas guardar sob vigilância e assistência os seus filhos  no período da amamentação.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;Nos termos da Portaria 3.296/1986, do Ministério do Trabalho e Emprego  (MTE), a empresa poderá, em substituição à exigência contida no parágrafo 1º, do  artigo 389, da CLT, adotar o sistema de reembolso-creche.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;As empresas e empregadores deverão dar ciência às trabalhadoras da  existência do sistema e dos procedimentos necessários para a utilização do  benefício, que poderão variar conforme a categoria/empresa, fixando avisos em  locais visíveis e de fácil acesso para os empregados.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;As Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTE) devem ser  comunicadas pelas empresas da adoção do sistema de reembolso-creche,  remetendo-lhe cópia do documento explicativo disponibilizado aos seus  empregados. Sendo uma obrigação legalmente imposta ao empregador, o Ministério  do Trabalho e Emprego tem o dever de fiscalizar o seu cumprimento.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;O auditor-fiscal do trabalho, ao fiscalizar uma empresa, verifica o  número de mulheres no estabelecimento e, sendo obrigatória a existência de  creche, observa a implantação ou o pagamento do auxílio-creche. Nesse  procedimento, é garantido pela lei o acesso do auditor a todas as dependências  da empresa, independentemente de prévio aviso, podendo inclusive conversar com  as trabalhadoras. Multa &#150; Em caso de descumprimento da lei, a empresa poderá ser  multada no valor de R$ 80,51 a R$ 805,09 por situação irregular.  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego,  24.03.2008&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">13</thr:total></item><item><title>Mentir no CV pode ser desastroso para a carreira</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/mentir-no-cv-pode-ser-desastroso-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Thu, 27 Mar 2008 08:33:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-738839291132803278</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;"Todo mundo faz", diz "todo  mundo". Mentir sobre o currículo profissional parece ser algo comum, mas nem  sempre algo compensador.&lt;/SPAN&gt;&lt;BR style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;BR  style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Depois da demissão no ano passado  de Patrick Imbardelli, CEO do InterContinental Hotel Group's Asia-Pacific, por  ter mentido sobre três qualificações acadêmicas que não possuía (o  InterContinental Hotels Group é uma cadeia de hotéis internacional com mais de  556.000 apartamentos em mais de 100 países, inclusive Brasil), o assunto voltou  à tona.&lt;/SPAN&gt;&lt;BR style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;BR  style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Imbardelli é considerado um  eficiente &lt;SPAN style="FONT-STYLE: italic"&gt;hotelier&lt;/SPAN&gt;, tanto que foi  indicado para o cargo de CEO pelo &lt;SPAN style="FONT-STYLE: italic"&gt;board&lt;/SPAN&gt;  do grupo. Na prática, sua saída foi uma perda para o InterContinental Hotel  Group, pois seu reconhecido talento não seria tão facilmente reposto. Então, por  que a famosa cadeia de hotéis não preferiu mantê-lo após essa  descoberta?&lt;/SPAN&gt;&lt;BR style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;BR  style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Por princípios, os funcionários da  empresa devem aderir aos padrões éticos publicamente defendidos por ela. Perdoar  Imbardelli daria abertura para todos do grupo se livrarem de punições  relacionadas a esta prática.&lt;/SPAN&gt;&lt;BR style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;BR  style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Para o grupo, ocultar a questão  seria mais fácil do ponto de vista prático, mas coadunar com tal comportamento  poderia causar um dano ainda maior na reputação da empresa e no seu  relacionamento com seus funcionários.&lt;/SPAN&gt;&lt;BR style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;BR  style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Ninguém deve desejar o fim da  carreira das pessoas que são descobertas mentindo em seus CV's como fez  Imbardelli. Na realidade, isso deve funcionar como uma oportunidade para a  retomada da verdade na vida profissional delas e principalmente, sua  reconstrução. Mas tampouco se deve aceitar isso como algo "normal".&lt;/SPAN&gt;&lt;BR  style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;BR style="FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;E aqui vai uma dica: da próxima  vez que você ouvir alguém dizer que "todo mundo mente no &lt;SPAN  style="FONT-STYLE: italic"&gt;currículo vitae&lt;/SPAN&gt;", dê uma verificada no CV  deste cidadão. Você poderá descobrir coisas surpreendentes sobre  ele.&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR class=rodapeArt&gt; &lt;DIV style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;SPAN class=rodapeArt&gt;Fonte: &lt;A  href="http://www.ft.com"  target=_blank&gt;FT.com&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Impacientes, infiéis e insubordinados</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/impacientes-infiis-e-insubordinados.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Mon, 24 Mar 2008 10:11:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-668185827179311131</guid><description>&lt;DIV&gt;Exame&amp;nbsp;|&amp;nbsp;20.03.2008&lt;/DIV&gt; &lt;H6&gt;&lt;FONT size=4&gt;Assim são os profissionais da chamada geração Y. Eles desafiam  -- mais do que nunca -- as regras de atração e retenção de talentos nas grandes  empresas&lt;/FONT&gt; &lt;/H6&gt; &lt;P&gt;Germano Lüders&lt;/P&gt; &lt;DIV&gt;&lt;IMG title=""  src="http://portalexame.abril.com.br/arquivos/img_914/gestaorecursoshumanos.jpg"  border=0&gt;  &lt;H3&gt;&lt;FONT size=1&gt;Nakahara, Paula e Micheletti: representantes da nova  geração&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;A  onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)"  href="http://ads.abril.com.br/RealMedia/ads/click_lx.ads/pexame/gestao/internas/776886826/Right1/OasDefault/080303_bradesco_exame_ros_rig1/4022014z.html/63393333376664383437643262373730?_RM_REDIR_=http://ad.adnetwork.com.br/mfa/go/rm/;b=49213;s=218;u=677545153;c=2022;sc=17306"  target=_blank&gt;&lt;/A&gt;&lt;/H3&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN class=q id=q_118dcac0926ae578_1&gt; &lt;H4&gt;&lt;FONT size=1&gt;Por&amp;nbsp;Márcia Rocha&lt;/FONT&gt;&lt;/H4&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;EXAME&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;Acompanhe a descrição das trajetórias profissionais  de três jovens executivos, todos eles parte de uma geração que representa hoje o  futuro de qualquer empresa:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;* O paulista Diego Micheletti, de 27 anos,  sempre teve pressa de acumular experiências profissionais. Durante a faculdade  de administração, estagiou em três empresas diferentes: Santander, Danone e  Microsoft. Depois de formado, conseguiu uma vaga de trainee na operadora de  telefonia celular Vivo. Assim que acabou o programa, Micheletti se tornou um dos  coordenadores de marketing da empresa. Apesar da rápida ascensão, ele decidiu  mudar mais uma vez. Voltou para a Microsoft, atraído por uma promoção a gerente  e pela possibilidade de participar do treinamento especial oferecido ao chamado  "pelotão da elite" da empresa, um grupo de 1 000 jovens talentos distribuídos  pelo mundo (o time brasileiro tem dez representantes).&lt;/P&gt; &lt;P&gt;* Em 2005, após concluir um concorrido programa de trainee em uma das maiores  empresas do país, a engenheira paulistana Paula Bojikian, de 26 anos, abriu mão  do emprego que lhe foi oferecido. "Percebi que ali eu seria mais uma na  multidão", diz ela, que prefere não revelar o nome da antiga empregadora. Desde  maio de 2007, Paula é analista da Integration, consultoria de gestão de negócios  com escritórios no Brasil, na Argentina, no Chile e no México.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;* O engenheiro paulista Roberto Nakahara tem apenas seis anos de carreira.  Apesar disso, já trocou de emprego três vezes. Aos 28 anos de idade, passou pela  Unilever, Kraft Foods e Colgate-Palmolive. Há seis meses, tornou-se gerente de  produto da subsidiária brasileira do Galderma, laboratório farmacêutico  especializado em produtos dermatológicos. As mudanças aceleradas lhe garantiram,  até agora, uma média de permanência de apenas 18 meses em cada posição.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Micheletti, Paula e Nakahara são típicos representantes da mais nova geração  de profissionais que está chegando aos primeiros cargos de gerência de grandes  empresas. É um grupo conhecido como geração Y, formado por jovens entre 18 e 30  anos. Eles são menos pacientes, menos fiéis e não se importam com certos  protocolos da hierarquia. Cresceram conectados à internet. Filhos de pais  dedicados à carreira e culpados pela pouca dedicação à família, acostumaram-se a  ter respostas rápidas. E usam a mesma informalidade das conversas por e-mails no  contato com o chefe imediato ou o presidente da empresa. Essa geração também  leva às últimas conseqüências o princípio de que só vale a pena trabalhar em uma  companhia se (e enquanto) ela for útil para a construção rápida de sua  carreira.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Lidar com as características à primeira vista intratáveis dessa nova geração  é um dos grandes desafios para empresas de todos os setores, em todos os lugares  do mundo. "Hoje as companhias têm de renovar os vínculos com o pessoal, mas a  tarefa é mais complicada quando se trata dos jovens da geração Y", diz Renato  Guimarães Ferreira, professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo,  especialista em recursos humanos. As primeiras reações começam a ser articuladas  -- desde planos de aceleração de carreira até novos incentivos para a  permanência dos participantes em programas de trainees. "Mas, no geral, as  empresas ainda estão tentando entender as características desses jovens", diz  Sofia Esteves, sócia e fundadora da Companhia de Talentos, consultoria que  coordena programas de trainees de empresas como Ambev e Arcelor Mittal.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;/P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=300 border=0&gt;   &lt;TBODY&gt;   &lt;TR bgColor=#ececec&gt;     &lt;TD      style="PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px"      bgColor=#ececec&gt;&lt;STRONG&gt;Eles querem tudo – e agora&lt;/STRONG&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD      style="PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px"&gt;As        primeiras reações das empresas às características da nova geração&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD      style="PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px"      bgColor=#e0e0e0&gt;&lt;STRONG&gt;IMPACIÊNCIA&lt;/STRONG&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD      style="PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px"&gt;Eles        não estão dispostos a esperar muito tempo por uma        promoção.&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;BR&gt;Reação&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;Na Microsoft, os funcionários        agora revisam metas de carreira duas vezes por ano com o chefe    imediato.&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD      style="PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px"      bgColor=#e0e0e0&gt;&lt;STRONG&gt;INFIDELIDADE&lt;/STRONG&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD      style="PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px"&gt;Não        são fiéis a uma empresa, e sim a seus        projetos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;Reação&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;A GE passou a oferecer        progressão salarial aos participantes de seu programa de trainee.&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD      style="PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px"      bgColor=#e0e0e0&gt;&lt;STRONG&gt;INSUBORDINAÇÃO&lt;/STRONG&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD      style="PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px"&gt;Abordam        com informalidade até o presidente da        empresa.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;STRONG&gt;Reação&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;Orientar diretores e gerentes        sobre como lidar com a nova geração.&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt; &lt;P&gt;A primeira dificuldade é que, até então, várias delas não tinham de fazer  muito esforço para atrair jovens profissionais. O simples prestígio era  suficiente para atrair e manter talentos desde o início da carreira. Mas o  sobrenome corporativo -- que por muito tempo garantiu a fidelidade dos  profissionais -- não exerce o mesmo fascínio sobre a nova geração. Um  levantamento anual realizado pela Companhia de Talentos indica essa mudança. A  última edição do estudo, feita com 16 000 jovens executivos, mostrou uma  simbólica mudança de valores. A chance de ter novos desafios superou, pela  primeira vez, a imagem da empresa como a principal razão para escolher um  empregador. "Os jovens valorizam cada vez mais as oportunidades de crescer e  colocar a mão na massa em detrimento da estrutura e da imagem que a companhia  tem no mercado", diz Sofia. A percepção de que a nova geração está menos fiel  desde os primeiros passos de sua carreira motivou Sofia a realizar a primeira  pesquisa do país para mapear a evasão de programas de trainees. A pesquisa  recém-concluída envolveu 6 107 jovens que passaram por programas de trainees no  país nos dois últimos anos. Os resultados mostram que hoje a taxa média de  evasão de programas desse tipo é de 15%. "Embora não existam dados comparativos,  nossa experiência mostra que, nas grandes empresas, esse problema não existia há  uma década", diz ela. Os motivos mais citados para a desistência são:  remuneração pouco atraente, falta de perspectivas de crescimento rápido e  ausência de desafios.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;As reações mais visíveis das empresas à mudança de comportamento da nova  geração até agora estão justamente nesses programas de trainees -- a principal  porta de entrada para esses executivos inquietos. É o caso da subsidiária  brasileira da General Electric. Nos últimos três anos, a GE introduziu novos  incentivos, como a progressão salarial atrelada a metas. Ao final do programa, a  remuneração de cada participante pode ser 50% maior que no início. A Unilever,  uma das pioneiras no recrutamento de jovens executivos no país (seu primeiro  programa de trainees foi em 1964), também começou a rever seu modelo. Em 2004, a  empresa decidiu estender a duração do programa de dois para três anos para que  os jovens considerados talentosos tenham tempo de atuar em diversas áreas e  sejam expostos a mais desafios. Ao final dos três anos, eles têm chance de  assumir um cargo de gerência.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;UM FATOR POTENCIALIZA a infidelidade da nova geração -- a acirrada guerra de  talentos, que coloca a balança a favor dos profissionais. Um dos casos mais  emblemáticos dessa combinação é o da Microsoft, que recentemente viu sua  popularidade entre os jovens despencar. O sinal amarelo acendeu para a gigante  de tecnologia há cerca de três anos -- a taxa de rotatividade havia aumentado de  6,7% em 2002 para 10% em 2005. A missão de barrar a fuga de profissionais coube  a uma executiva da área comercial. Sem nunca ter pisado antes no departamento de  recursos humanos, Lisa Brumel assumiu a vice-presidência da área em 2005. Ela  passou um ano ouvindo os funcionários até descobrir que a perda de atratividade  da empresa era maior entre os jovens da geração Y. Uma das alterações propostas  por Lisa para tentar reverter o quadro foi tornar o planejamento da carreira  mais transparente. "Se a companhia não tem como oferecer promoções constantes,  deve deixar claro quais são as perspectivas", disse a EXAME o consultor  americano Scott Wilder, autor de um livro sobre a geração Y (veja entrevista  abaixo). Agora, os funcionários da Microsoft revisam metas de carreira duas  vezes por ano com o chefe imediato. Para acelerar o desenvolvimento dos  profissionais, a empresa criou há três anos o Mach, programa com duração de 18  meses para expor jovens a projetos fora de seu país de origem, inclusive na sede  da empresa, em Redmond, nos Estados Unidos. Foi justamente o Mach que atraiu  Diego Micheletti há dois anos. "Pesou muito em minha decisão a chance de  conhecer a realidade de vários países", diz Micheletti. Graças a medidas como  essas, a rotatividade na Microsoft caiu quase 2 pontos percentuais.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Empresas hierárquicas e pouco democráticas terão trabalho redobrado com os  executivos da nova geração. O mundo no qual eles foram forjados é, por  definição, informal e rápido. Eles não titubeiam, por exemplo, em mandar e-mails  diretamente para o presidente da empresa -- prática nem sempre bem vista pela  alta cúpula. "Temos explicado aos diretores e gerentes que eles terão de  aprender a lidar com esses jovens", diz Vera Durante, gerente de recursos  humanos da Unilever. Segundo especialistas, os executivos mais experientes têm  de entender que a informalidade nas relações hierárquicas não é sinal de  insubordinação, mas algo natural na lógica dos jovens. À medida que eles sobem  na hierarquia, as mudanças são cada vez mais expressivas. "Hoje, no Brasil,  cerca de um terço dos funcionários da GE é formado por jovens da geração Y, e  essa proporção vai aumentar", diz Carlos Griner, diretor de RH da GE para a  América Latina. "Mudar padrões tradicionais da gestão de pessoas será  inevitável."&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Mostrem claramente o caminho</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/mostrem-claramente-o-caminho.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Mon, 24 Mar 2008 10:10:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-9049253670615437830</guid><description>Exame | 18.03.2008&lt;br&gt;Segundo especialista em gera&amp;#231;&amp;#227;o Y, as empresas ter&amp;#227;o de mudar para continuar &lt;br&gt;atraentes aos olhos dos novos profissionais&lt;br&gt; Por Guilherme Foga&amp;#231;a&lt;p&gt;EXAME A maneira como as empresas tradicionalmente premiam e treinam seus &lt;br&gt;funcion&amp;#225;rios n&amp;#227;o vale para a nova gera&amp;#231;&amp;#227;o de executivos. A mensagem &amp;#233; do &lt;br&gt;consultor americano Scott Wilder, autor do rec&amp;#233;m-lan&amp;#231;ado livro Millennial &lt;br&gt;Leaders (&amp;quot;L&amp;#237;deres do mil&amp;#234;nio&amp;quot;, sem vers&amp;#227;o para o portugu&amp;#234;s), que falou a &lt;br&gt;EXAME:&lt;p&gt;Quais s&amp;#227;o as caracter&amp;#237;sticas da gera&amp;#231;&amp;#227;o Y?&lt;br&gt;S&amp;#227;o jovens que cresceram conectados &amp;#224; internet e est&amp;#227;o acostumados a uma &lt;br&gt;intera&amp;#231;&amp;#227;o com resposta em tempo real. Em meu livro, cito dados da &lt;br&gt;consultoria Rainmaker Thinking que mostram como isso se traduz na ambi&amp;#231;&amp;#227;o &lt;br&gt;profissional da nova gera&amp;#231;&amp;#227;o. Alguns dos principais: 74% dos funcion&amp;#225;rios da &lt;br&gt;gera&amp;#231;&amp;#227;o Y querem ganhar mais imediatamente e 56% esperam ser promovidos &lt;br&gt;dentro de um ano.&lt;p&gt;Como as empresas devem lidar com eles?&lt;br&gt;Eles precisam de menos treinamento dentro da sala de aula e querem programas &lt;br&gt;de aprendizado que os coloquem com a m&amp;#227;o na massa. Um acompanhamento direto &lt;br&gt;com um mentor tamb&amp;#233;m &amp;#233; eficiente para manter a ansiedade da nova gera&amp;#231;&amp;#227;o sob &lt;br&gt;controle. Eles querem saber aonde podem chegar. Al&amp;#233;m disso, outra mudan&amp;#231;a &lt;br&gt;com bons resultados &amp;#233; a constante aloca&amp;#231;&amp;#227;o desses profissionais em v&amp;#225;rias &lt;br&gt;&amp;#225;reas, para variar o aprendizado.&lt;p&gt;&amp;#201; poss&amp;#237;vel conseguir que essa nova gera&amp;#231;&amp;#227;o seja leal &amp;#224;s empresas em que &lt;br&gt;trabalha?&lt;br&gt;Sim. Os jovens s&amp;#243; v&amp;#227;o mudar de emprego se sentirem que n&amp;#227;o encontram mais &lt;br&gt;oportunidades de aprendizado r&amp;#225;pido onde est&amp;#227;o trabalhando. Eles querem &lt;br&gt;sinais de que conseguir&amp;#227;o obter aquilo que perseguem e de que est&amp;#227;o &lt;br&gt;caminhando para a frente em sua carreira.__._,_._&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A executiva bem-sucedida</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/executiva-bem-sucedida.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Mon, 24 Mar 2008 09:50:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-8011046004578821077</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;Foi tudo muito rápido. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou.  &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Deu um gemido e apagou. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou  um dos passantes: &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho  um meeting importantíssimo. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico  é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Onde é que nós estamos ?&lt;BR&gt;- No céu.&lt;BR&gt;- No céu ?&lt;BR&gt;- É.&lt;BR&gt;- Tipo  assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do gênero ?&lt;BR&gt;-  Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp; Apesar das óbvias evidências nenhuma poluição, todo mundo sorrindo,  ninguém &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp; usando telefone celular, a executiva bem-sucedida custou um pouco a  admitir &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp; que havia mesmo apitado na curva. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis  técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de  estar fortemente cotada para assumir a posição de Presidente do Conselho de  administração da empresa. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;E foi aí que o interlocutor sugeriu :&lt;BR&gt;- Talvez seja melhor você  conversar com Pedro, o síndico.&lt;BR&gt;- É ? E como é que eu marco uma audiência ?  Ele tem secretária ?&lt;BR&gt;- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece. &lt;BR&gt;-  Assim ?&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Pois não? &lt;BR&gt;A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo,  estava o próprio Pedro.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações  inesperadas e reagiu rapidinho: &lt;BR&gt;- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias.  &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Eu sou uma executiva bem-sucedida e...&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio ?&lt;BR&gt;- Do 21.  O distinto vai me dizer que não conhece o termo "executiva" ? &lt;BR&gt;- Já ouvi  falar. Mas não é do meu tempo.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em  modernas técnicas de gestão empresarial. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia  rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na  organização. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma  proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa,  para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade  na produtividade sistêmica. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- É mesmo ?&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo  ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o  quê ?&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Ah, não sabemos.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Headcount, então, não deve constar em nenhum versículo, correto?&amp;nbsp;  &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Hã ?&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Entendeu o meu ponto ? &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp; Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp; Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp; Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando  &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp; um simples programa de targets individuais e avaliação de  performance.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Que interessante...&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Depois, mais no médio&amp;nbsp; prazo, assim que os fundamentos estiverem  sólidos e o pessoal começar a reclamar da pressão e a ficar estressado, a gente  acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha  motivacional impactante, tipo: "O melhor céu da América Latina". &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Fantástico !&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um  organograma&amp;nbsp; funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis  psicológicos não consigam resolver. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- !!!...???...!!!...???...!!! &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a  definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis  de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande  Acionista... &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Ele existe, certo? &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Sobre todas as coisas.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo,  encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o  marketing mix e investir no&amp;nbsp; desenvolvimento de produtos alternativos de  alto valor agregado. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Incrível !&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um  board de altíssimo nível. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de  seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Porque, agora&amp;nbsp; falando de colega para colega, tenho certeza de que  você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar  em um Turnaround radical. &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;- Impressionante !&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Isso significa que podemos partir para a implementação ? &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;- Não....&lt;BR&gt;Significa que você terá um futuro brilhante... se for  trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente,  como funciona o Inferno... &lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Fonte: Max Gehringer - Revista Exame&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Feedback e follow up</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/feedback-e-follow-up_18.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Tue, 18 Mar 2008 16:26:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-1993498144426303472</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Verdana size=4&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 14pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Comunicação  interpessoal&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=Section1&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=4&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 14pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;FONT  face=Verdana color=blue size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;BR&gt;Kátia T. Fonseca  &lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O assunto desta temática se situa  na fronteira de diversos campos do conhecimento: lingüística, fonética, teoria  da comunicação, semântica, psicologia, sociologia, matemática e métodos  quantitativos. Isso dificulta sua discussão e a escolha de definições  aplicáveis. No novo dicionário da língua portuguesa, de Aurélio Buarque de  Holanda, comunicação é "fazer saber, tornar comum, participar". Assim como,  interpessoal (inter + pessoal) se refere à relação entre as pessoas.  &lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Como um ser sociável, o homem  possibilitou e garantiu a vida social por meio dos diferentes sistemas de  comunicação que desenvolveu. À medida que a globalização avança, o mundo vai se  tornando uma arena de diversidade, em que as pessoas se interagem utilizando  códigos comuns, inteligíveis. Seu povo difere não apenas em termos tradicionais,  como idade, sexo, raça, racionalidade, escolaridade, profissão, estado civil e  organização familiar, mas também em termos de atividades e interesses,  preferências e opiniões. As pessoas diferem na música de que gostam, nos  programas de televisão a que assistem.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A maior parte do conhecimento do  mundo presente no indivíduo é derivada do social, segundo Schutz (1979),  proporcionada pelas intensas relações interpessoais que, diariamente, se  estabelecem entre diferentes grupos. Trata-se de contribuição, como socialidade  constituída, com base na riqueza do cotidiano criado por meio das comunicações  interpessoais em ambientes de comunicação comum.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Os ambientes de comunicação comum  são caracterizados por serem relativos às pessoas que se encontram uma às outras  dentro desse ambiente e ao ambiente em si, diz Schutz (1979), formando uma  comunidade social. A socialidade se estabelece por meios comunicativos, e, no  ambiente de comunicação comum, a subjetividade individual se soma à do grupo,  encaminhando para uma correspondência maior.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;As organizações empresariais, como  mais um cenário do desenrolar dos papéis do homem, oferecem inúmeras  possibilidades de comunicação. Ao mesmo tempo, para sua sobrevivência e  aprimoramento, dependem de processos de comunicação cada vez mais claros,  fidedignos e apropriados. Todavia, os gestores permanecem em freqüente  interação, em comunicação com subordinados, pares, clientes, fornecedores,  atendendo a demandas organizacionais como reuniões, almoços, festas da empresa,  negociando contratos, concedendo entrevistas, redigindo pronunciamentos, ou  realizando &lt;I&gt;&lt;SPAN style="FONT-STYLE: italic"&gt;feedback&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt; e &lt;I&gt;&lt;SPAN  style="FONT-STYLE: italic"&gt;follow up&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;. Enfim, os gestores se encontram  na organização envolvidos com a comunicação.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Mencionando a importância da  comunicação, Fleury e Fischer (1996) afirmam que a comunicação constitui um dos  elementos essenciais no processo de criação, transmissão e cristalização do  universo simbólico de uma organização.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Feedback&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;FONT  face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt; é um  termo emprestado da eletrônica (parte da física dedicada ao estudo do  comportamento de circuitos elétricos que contenham válvulas, semicondutores,  transdutores etc.). Esta expressão significa transferência de parte do produto  de um circuito ativo ou esquema de volta ao fator, como um efeito desnecessário  ou de uso intencional, como, por exemplo, reduzir distorção ou processo pelo  qual os fatores que produzem o resultado são por eles mesmos modificados,  corrigidos, fortalecidos etc, pelo próprio  resultado.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;No campo organizacional, &lt;I&gt;&lt;SPAN  style="FONT-STYLE: italic"&gt;feedback&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt; é o processo de se dizer a uma  pessoa como você se sente em função do que ela fez ou disse. Trata-se de um meio  que faz parte de um modelo de interação, em que existe o retorno da reação do  receptor à mensagem enviada pelo emissor. São, também, sinais que permitem  conhecer o resultado da mensagem. Um ponto crítico deste processo, é que não  considera importantes aspectos da interação entre emissor e receptor, como a  percepção de um sobre o outro.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Bridges (1996) ressalta que,  estamos mudando nossa forma de compreender a realidade. Gradualmente os modelos  e metáforas da Física, que sempre serviram de referência para as empresas, estão  sendo transferidos para os referenciais da Biologia. O modelo da Física sugere o  linear, causa e efeito racional. O modelo da Biologia sugere o holístico,  interconectado, adaptativo e sistêmico. Estamos vivendo um processo que cada vez  mais se parece com uma elaborada cadeia de sistemas de &lt;I&gt;&lt;SPAN  style="FONT-STYLE: italic"&gt;feedback&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt; de informações comparável aos  organismos biológicos; de grande interação, a gestão das empresas terá que ser  de igual forma dinâmica, adaptativa e biológica.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Follow  up&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;, segundo Collins (1995), é o  processo de comunicação de levar adiante ou responder a algum questionamento ou  alguma pessoa. Sinônimo de acompanhamento. Prática de monitoramento da situação  real de um processo de forma a possibilitar o cumprimento de objetivos e  metas.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Tanto o &lt;I&gt;&lt;SPAN  style="FONT-STYLE: italic"&gt;feedback&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt; como o &lt;I&gt;&lt;SPAN  style="FONT-STYLE: italic"&gt;follow up&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt; são processos de comunicação que  fazem parte da comunicação na empresa. Ambos podem ser realizados na forma  escrita por meio de memorandos, ofícios, e-mail, circular ou oral, por meio de  reuniões marcadas ou não, com a presença física ou não do emissor da mensagem e  do receptor.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;De acordo com Brum (2005), a  informação é o produto da Comunicação e a principal estratégia de aproximação  entre a empresa e seus empregados. É assim, como define a comunicação  interpessoal, fundamental nestes novos tempos, como a comunicação entre pessoas.  Ela diz que a comunicação interna quando bem feita, pode contribuir para a  comunicação interpessoal, pelo simples fato de que a primeira prevê a  democratização da informação, beneficiando a  segunda.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Deste modo, a comunicação interna  deve fazer parte das ações cotidianas no mundo corporativo, assim como, possuir  práticas exclusivas voltadas para o seu desenvolvimento, com o intuito de  propagar informações e interagir todos os seus recursos, como o humano  intangível, e o tangível.&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75"     coordsize="21600,21600" o:spt="75" o:preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe"     filled="f" stroked="f"&gt;    &lt;v:stroke joinstyle="miter" /&gt;    &lt;v:formulas&gt;     &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0" /&gt;     &lt;v:f eqn="sum @0 1 0" /&gt;     &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @2 1 2" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight" /&gt;     &lt;v:f eqn="sum @0 0 1" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @6 1 2" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth" /&gt;     &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight" /&gt;     &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0" /&gt;    &lt;/v:formulas&gt;    &lt;v:path o:extrusionok="f" gradientshapeok="t" o:connecttype="rect" /&gt;    &lt;o:lock v:ext="edit" aspectratio="t" /&gt;   &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" alt="" style='position:absolute;    margin-left:0;margin-top:0;width:66.75pt;height:96pt;z-index:1;    mso-wrap-distance-left:0;mso-wrap-distance-top:0;mso-wrap-distance-right:0;    mso-wrap-distance-bottom:0;mso-position-horizontal:left;    mso-position-horizontal-relative:text;mso-position-vertical-relative:line'     o:allowoverlap="f"&gt;    &lt;v:imagedata src="cid:image003.jpg@01C852AA.2D560830" o:title="Selo2007" /&gt;    &lt;w:wrap type="square"/&gt;   &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;![if !vml]&gt;&lt;![endif]&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Os limites da remumeração como incentivador da performance</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/os-limites-da-remumerao-como_17.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Mon, 17 Mar 2008 13:49:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-2644769407324820468</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;Desde Frederick Herzberg que é sabido que remuneração não  é remédio para falta de motivação. Porém o tema está longe de se esgotar e, de  tempos em tempos, ganha algum artigo dando uma "nova" roupagem ao tema. Em 2006,  por exemplo, dois pesquisadores do Instituto Gallup americano publicaram o livro  &lt;/FONT&gt;&lt;FONT face="Times New Roman"&gt;&lt;EM&gt;12 Elements of Great Managing (Wagner  and Harter 2006)&lt;/EM&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;. A publicação listou as 12 principais  afimarções de empregados felizes com seus trabalhos, que  são:&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt; &lt;UL&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;Sei o que se espera de mim no trabalho.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/SPAN&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;Tenho os materiais e equipamentos que preciso para fazer o meu    trabalho direito.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/SPAN&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;No trabalho, tenho a oportunidade de fazer o que eu faço melhor a    cada dia.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/SPAN&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;Nos últimos sete dias, tenho recebido reconhecimento ou elogios    por fazer um bom trabalho.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/SPAN&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;Meu supervisor, ou alguém no local de trabalho, parece    preocupar-se comigo como pessoa.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/SPAN&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;Há alguém no trabalho que incentiva meu    desenvolvimento.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;No trabalho, minhas opiniões parecem contar.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;A missão ou finalidade da minha empresa que me faz sentir o meu    trabalho é importante.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/SPAN&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;Meus sócios ou colegas de trabalho estão empenhados em fazer um    trabalho de qualidade.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/SPAN&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;Tenho um melhor amigo no trabalho.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/SPAN&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;Nos últimos seis meses, alguém no trabalho falou-me sobre meu    progresso.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;   &lt;LI&gt;   &lt;DIV class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT    face=Calibri&gt;No ano passado, tive a oportunidade de aprender e crescer no    trabalho.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT  face=Arial&gt;Este é o tipo de análise que alguns profissionais de remuneração  ignoram. Longe do universo das tabelas, quadros-guia, regressões lineares&amp;nbsp;e  outros&amp;nbsp;bichos estatísticos, as estratégias de compensação (leia-se  remuneração e benefícios) devem ser avaliadas através de uma lente emocional  para maximizar seus efeitos motivacionais. &lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT  face=Arial&gt;O&lt;/FONT&gt;&lt;SPAN onmouseover=_tipon(this) onmouseout=_tipoff()&gt;&lt;FONT  face=Arial&gt; tema do salário sempre estará em voga. Com um razoável e bem  compreensível conjunto de critérios para apontar como o salário é determinado na  organização, fica minimizado o potencial que&amp;nbsp;ele tem de tornar-se uma fonte  de conflito&lt;/FONT&gt;.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;SPAN onmouseover=_tipon(this)  onmouseout=_tipoff()&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN onmouseover=_tipon(this) onmouseout=_tipoff()&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  onmouseover=_tipon(this) onmouseout=_tipoff()&gt;&lt;FONT face=Arial&gt;&lt;SPAN  class=google-src-text style="DIRECTION: ltr; TEXT-ALIGN: left"&gt;Salário não  compra comprometimento. &lt;/SPAN&gt;Uma empresa que considera seus empregados como  parceiros e as partes interessadas, ao invéz de recursos a serem explorados,  serão recompensadas com lealdade, empenho e desempenho.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;  &lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Fatores de sucesso nas melhores empresas para se trabalhar</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/fatores-de-sucesso-nas-melhores.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Mon, 17 Mar 2008 11:35:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-7067337868233584719</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Verdana color=blue size=1&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 8pt; COLOR: blue; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Fonte:  EXAME/VOCÊ S/A &#150; Dezembro de 2006&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;FONT color=blue  size=1&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 8pt; COLOR: blue"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV class=Section1&gt; &lt;DIV&gt; &lt;H1 style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-STYLE: italic; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Questão do  Salário, Motivação, Satisfação e Confiança na  Direção&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/H1&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Os salários nem sempre garantem  mais satisfação e motivação do que um ambiente amistoso e de alta  confiança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Um  empregado sente-se satisfeito e motivado,  quando:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;UL style="MARGIN-TOP: 0cm" type=disc&gt;   &lt;LI class=MsoNormal    style="TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l1 level1 lfo3"&gt;&lt;FONT face=Verdana    size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;É reconhecido e    recompensado quando faz um bom trabalho; &lt;I&gt;&lt;SPAN    style="FONT-STYLE: italic"&gt;alguns donos de empresas são rápidos em ameaçar,    apertar, pressionar, mas lerdos em elogiar; quando não são    mudos;&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;    &lt;LI class=MsoNormal    style="TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l1 level1 lfo3"&gt;&lt;FONT face=Verdana    size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Tem confiança na    empresa, nos donos, nos chefes, nos colegas; &lt;I&gt;&lt;SPAN    style="FONT-STYLE: italic"&gt;se existe a cultura do medo, não há confiança. A    cultura do medo existe também quando os gerentes ou chefes da empresa não    possuem autonomia alguma para decidir nada, para prometerem nada para seus    subordinados ou cobrar nada deles, para realizar nada, sem, antes, os donos    aprovarem. Em empresas assim, o único gerente ou chefe é o dono; os ditos    "chefes", são, na verdade, figuras de decoração;&amp;nbsp;    &lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;   &lt;LI class=MsoNormal    style="TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l1 level1 lfo3"&gt;&lt;FONT face=Verdana    size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Trabalha num lugar    limpo, seguro e confortável;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;    &lt;LI class=MsoNormal    style="TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l1 level1 lfo3"&gt;&lt;FONT face=Verdana    size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O volume de    trabalho permite que termine as tarefas no horário    normal;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;    &lt;LI class=MsoNormal    style="TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l1 level1 lfo3"&gt;&lt;FONT face=Verdana    size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Acha justo os    benefícios, o salário e a participação nos lucros da empresa (ou outra forma    de participação);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;    &lt;LI class=MsoNormal    style="TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l1 level1 lfo3"&gt;&lt;FONT face=Verdana    size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Sente que as    informações são transmitidas com clareza e rapidez;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;    &lt;LI class=MsoNormal    style="TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l1 level1 lfo3"&gt;&lt;FONT face=Verdana    size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;É apoiado pela    Direção para estudar; em alguns casos, a empresa até custeia seus    estudos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;    &lt;LI class=MsoNormal    style="TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l1 level1 lfo3"&gt;&lt;FONT face=Verdana    size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Quando é cobrado    diariamente por tarefas realizadas, por objetivos e metas atingidas e não pelo    fato de estar momentaneamente parado ou conversando com um colega (muitas    vezes, até mesmo assunto de interesse da empresa). &lt;I&gt;&lt;SPAN    style="FONT-STYLE: italic"&gt;Mas as coisas não funcionam assim? Não! Em muitas    empresas, empregados têm medo (a tal da cultura do medo) que alguém da    direção, chefes, gerentes, os donos, os vejam conversando; até mesmo numa sala    de reunião, porque isso é julgado inoperância, transgressão ou trama. Pensar,    analisar, discutir, com outros colegas, assuntos da empresa, é totalmente    proibido.&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;    &lt;LI class=MsoNormal    style="TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l1 level1 lfo3"&gt;&lt;FONT face=Verdana    size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Que interesse tem    um empregado para aprender onde a confiança na Direção é    baixa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;    &lt;LI class=MsoNormal    style="TEXT-ALIGN: justify; mso-list: l1 level1 lfo3"&gt;&lt;FONT face=Verdana    size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Que confiança tem    os empregados onde todos os benefícios que a empresa coloca à disposição para    eles partem apenas da cabeça da Direção, não são discutidos, analisados, para    se saber o que exatamente mais lhes agrada? &lt;I&gt;&lt;SPAN    style="FONT-STYLE: italic"&gt;A imposição, via de regra, mostra atitudes    antidemocráticas e os empregados não compram as idéias, não participam delas.    É só fazer pesquisas que os resultados mostrarão    isso.&lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt; &lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;As 10 Melhores, pela ordem  decrescente foram: Coats-Borborema (Antiga Linhas Corrente), São Bernardo Saúde,  Sfil, Synteko, Masa, Unimed Missões, Zanzini, BV Financeira, Unimed S.J. Rio  Preto, Volvo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT face=Verdana  size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Zanzini  Móveis&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt; (Cidade de Dois Córregos, São  Paulo)&#150; extensa lista de benefícios e mimos para com seus funcionários; vai  muito além da cesta básica e dos convênios médico-odontoló gicos (quase  obrigatórios, nos tempos atuais). Duas vezes por dia as copeiras distribuem suco  de frutas, sorvete, café e biscoitos para todos seus colaboradores. Quem  preferir ver TV ou acessar internet ou usar a área de lazer (pingue-pongue,  xadrez, totó, dominó, dama), nas horas de folga, fica à vontade, pois nada é  forçado. No banheiro feminino há produtos de beleza e espelhos, para aqueles  retoques após a refeição ou de final de expediente. A maioria é de homem  (87%).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Essa empresa não foi bem na  avaliação Remuneração e Participação nos Lucros, mas foi o destaque na  Satisfação, Motivação e Confiança na Direção. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A Masa, eleita a melhor empresa  para se trabalhar de 2006, encontrou uma maneira inteligente de aumentar sua  competitividade, garantir a satisfação do grupo e não comprometer o trabalho em  equipe. Em 2003 criou um programa chamado Multiação, para incentivar a geração  de idéias coletivas e melhorar os índices de desperdícios, qualidade,  produtividade, segurança, bem-estar e cuidado com o meio  ambiente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;FONT face=Verdana size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Até hoje, o projeto já gerou  15.000 idéias (os empregados têm tempo para fazer isso), sugeridas por 104  equipes. Quem participa e chega à final, ganha pontos, que são convertidos em  prêmios, como viagens, folgas, eletrodomésticos, entre outros. Cerca de 30% das  idéias, em média, são factíveis de implementação e implicam em melhorias, de  fato. Há um grupo para analisar a aplicabilidade imediata, a funcionalidade, a  operacionalizaçã o, o custo-benefício, e são esses os parâmetros que indicam os  vencedores dos prêmios. Imagine um potencial de 100, 200, 300, 500, 1.000,  10.000 pessoas tendo a oportunidade e abertura para darem idéias com relação às  tarefas, atividades e rotinas que executam? E sobre a qualidade e embalagem dos  produtos? &lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75"     coordsize="21600,21600" o:spt="75" o:preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe"     filled="f" stroked="f"&gt;    &lt;v:stroke joinstyle="miter" /&gt;    &lt;v:formulas&gt;     &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0" /&gt;     &lt;v:f eqn="sum @0 1 0" /&gt;     &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @2 1 2" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight" /&gt;     &lt;v:f eqn="sum @0 0 1" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @6 1 2" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth" /&gt;     &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0" /&gt;     &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight" /&gt;     &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0" /&gt;    &lt;/v:formulas&gt;    &lt;v:path o:extrusionok="f" gradientshapeok="t" o:connecttype="rect" /&gt;    &lt;o:lock v:ext="edit" aspectratio="t" /&gt;   &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" alt="" style='position:absolute;    margin-left:0;margin-top:0;width:66.75pt;height:96pt;z-index:1;    mso-wrap-distance-left:0;mso-wrap-distance-top:0;mso-wrap-distance-right:0;    mso-wrap-distance-bottom:0;mso-position-horizontal:left;    mso-position-horizontal-relative:text;mso-position-vertical-relative:line'     o:allowoverlap="f"&gt;    &lt;v:imagedata src="cid:image003.jpg@01C852AA.2D560830" o:title="Selo2007" /&gt;    &lt;w:wrap type="square"/&gt;   &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;![if !vml]&gt;&lt;![endif]&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O paradoxo de Abilene</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/o-paradoxo-de-abilene.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Wed, 12 Mar 2008 14:36:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-1368090739152762246</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt; &lt;H3 class=entry-header&gt;&amp;nbsp;&lt;/H3&gt; &lt;DIV class=entry-content&gt; &lt;DIV class=entry-body&gt; &lt;P&gt;O &lt;A href="http://en.wikipedia.org/wiki/Abilene_paradox"&gt;paradoxo de  Abilene&lt;/A&gt; define uma situação em que um grupo de pessoas se vê forçado a agir  de uma forma oposta às suas preferências. No paradoxo de Abilene todos os  membros do grupo deixam-se levar por uma determinada preferência, apesar de não  estarem de acordo, porque pensam que todos os outros membros concordam.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O nome do paradoxo surge a partir de uma estória em que todos os membros de  uma família, estando sentados confortavelmente em sua casa, decidem&amp;nbsp;passear  em &lt;A href="http://en.wikipedia.org/wiki/Abilene,_Texas"&gt;Abilene&lt;/A&gt; (uma cidade  no Texas). A viagem foi um inferno para cada um deles, apesar de nenhum  mencionar tal fato, pensando que os outros estavam&amp;nbsp;gostando. Só no regresso  o problema foi levantado, mas aí era tarde de mais.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Este paradoxo tem sido bastante estudado e explica como muitas empresas, e  até mesmo países, apesar de terem recursos e boas ideias, não conseguem  funcionar da melhor forma.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;No documento &lt;A  href="http://www.xecu.net/schaller/management/abilene.pdf"&gt;"The Abilene Paradox:  The Management of Agreement"&lt;/A&gt; (pdf), de &lt;A  href="http://www.successcentre.com.au/authors/authors.cfm?authorID=1673"&gt;Jerry  B. Harvey&lt;/A&gt;, é apresentada uma lista de sintomas que se revelam quando este  paradoxo está instalado numa organização:&lt;/P&gt; &lt;OL&gt;   &lt;LI&gt;Existem conflitos na organização&lt;/LI&gt;   &lt;LI&gt;Os membros da organização sentem-se frustrados, impotentes e infelizes    quando tentam lidar com os conflitos. Muitos deles estão à procura de saídas.    Poderão evitar reuniões onde os conflitos são discutidos, poderão estar à    procura de outros empregos, ou poderão estar fora do escritório o máximo tempo    possível (chegar tarde e sair cedo, baixas, viagens desnecessárias,    conferências, acções de formação, etc.).&lt;/LI&gt;   &lt;LI&gt;Os membros da organização deitam as culpas ao chefe ou a outros    departamentos ou grupos. Em conversas de corredor entre amigos o chefe é visto    como incompetente, ineficaz e indisponível. Na sua presença nada é dito. Na    melhor das hipóteses apenas são dadas vagas referências à sua posição    relativamente aos conflitos da organização.&lt;/LI&gt;   &lt;LI&gt;Pequenos grupos de amigos e associados encontram-se informalmente fora da    organização para discutir os conflitos. Existe bastante acordo nas ideias    apresentadas para solucionar os conflitos. Estas conversas usam normalmente    termos como "Devíamos fazer...", "Se tivessemos...", etc.&lt;/LI&gt;   &lt;LI&gt;Em reuniões dentro da organização esses mesmos membros não revelam    totalmente as suas opiniões. Até chegam a revelar opiniões inversas só para ir    ao encontro do que pensam ser a "opinião global".&lt;/LI&gt;   &lt;LI&gt;Depois dessas reuniões os membros arrependem-se de não terem dito tudo o    que queriam e apresentam uma lista de razões convincentes para não terem    conseguido revelar as suas verdadeiras opiniões.&lt;/LI&gt;   &lt;LI&gt;Todas as tentativas de resolver os conflitos não resultam. Em alguns casos    até pioram o problema.&lt;/LI&gt;   &lt;LI&gt;Fora da organização as pessoas dão-se bem, são mais felizes e mais    eficazes do que dentro da organização.&lt;/LI&gt;&lt;/OL&gt; &lt;P&gt;Qual é então a solução? Segundo Jerry B. Harvey, é necessário que um dos  elementos da organização fale abertamente dentro da organização. Claro que este  ato traz consequências, tanto boas como más, para esse elemento.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Será que compensa arriscar e tentar quebrar o  paradoxo?&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Rotatividade de pessoal: custos e índice ideais</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/rotatividade-de-pessoal-custos-e-ndice.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Mon, 10 Mar 2008 11:42:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-9177859012523819728</guid><description>&lt;font color="#0000ff" face="Verdana,Arial" size="1"&gt;Jorge Jubilato &lt;/font&gt; &lt;br&gt; &lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt; J&amp;aacute; foi o tempo em que as pessoas permaneciam nas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es por anos e anos, muitas at&amp;eacute; mesmo tinham como objetivo se aposentar na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que um dia fora contratada. Na "Era do Conhecimento"&lt;wbr&gt;, umas das caracter&amp;iacute;sticas do "trabalhador do conhecimento"&lt;wbr&gt;, termo adotado por Peter Drucker para se referir ao trabalhador do s&amp;eacute;culo XXI, &amp;eacute; a mobilidade em busca de melhores oportunidades, ou mesmo a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos com tempo determinado de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;Com isso, identifica-se que a rotatividade de pessoal ou &lt;i&gt;turnover&lt;/i&gt;, v&amp;ecirc;m aumentando no pa&amp;iacute;s. Segundo estudos do DIEESE &amp;#150; Departamento Intersindical de Estat&amp;iacute;stica e Estudos Socioecon&amp;ocirc;micos (publicados em 2007), no ano de 2006 a taxa mensal de rotatividade no Brasil era de 3,5% ao m&amp;ecirc;s, que representa um &amp;iacute;ndice anual de 42%. Em 2002, este &amp;iacute;ndice era de 35% ao ano, ou seja, em cinco anos a rotatividade aumentou 20%, o que significa que em aproximadamente 2,5 anos, as empresas trocam seus quadros de funcion&amp;aacute;rios.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;N&amp;atilde;o &amp;eacute; &amp;agrave; toa, portanto, que uma das preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos gestores de Recursos Humanos &amp;eacute; reter os talentos das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Por&amp;eacute;m, at&amp;eacute; que ponto a rotatividade &amp;eacute; boa ou ruim, e quanto isto custa para as empresas?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;Ao contr&amp;aacute;rio do que muitos pensam, um &amp;iacute;ndice muito baixo de rotatividade n&amp;atilde;o &amp;eacute; sadio para as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, pois indica que a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; estagnada j&amp;aacute; que n&amp;atilde;o revitaliza ou "oxigena" a sua m&amp;atilde;o-de-obra, fato que pode impedir que novas pessoas, e conseq&amp;uuml;entemente, novos conhecimentos entrem na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Por outro lado, um n&amp;uacute;mero elevado de rotatividade envolve v&amp;aacute;rios custos &amp;agrave; organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que por sua vez, Chiavenato (2002) os divide em custos prim&amp;aacute;rios, secund&amp;aacute;rios e terci&amp;aacute;rios.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;Os custos prim&amp;aacute;rios s&amp;atilde;o aqueles que diretamente relacionados com o desligamento de cada colaborador e sua substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Como exemplo, t&amp;ecirc;m-se as despesas com o processo de recrutamento e sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o do funcion&amp;aacute;rio que substituir&amp;aacute; o desligado; despesa com a &amp;aacute;rea de pessoal para realizar o cadastramento e pagamento da demiss&amp;atilde;o de um e contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outro; despesas com treinamento e integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o; custo do tempo em que outras pessoas repassar&amp;atilde;o as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao novo empregado; al&amp;eacute;m dos custos legais referentes ao desligamento do empregado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;Os custos secund&amp;aacute;rios envolvem aspectos intang&amp;iacute;veis e de caracter&amp;iacute;sticas predominantemente qualitativas. Ou seja, referem-se aos efeitos colaterais e imediatos da rotatividade. Como exemplo de custos secund&amp;aacute;rios, t&amp;ecirc;m-se as perdas na produtividade, enquanto um novo empregado n&amp;atilde;o substituir o desligado; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o inferior at&amp;eacute; o novo empregado se ambientar &amp;agrave;s suas novas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es; e influ&amp;ecirc;ncia do desligamento perante aos demais empregados.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;E finalmente, os custos terci&amp;aacute;rios est&amp;atilde;o relacionados com os efeitos colaterais mediatos da rotatividade, que fazem sentir-se a m&amp;eacute;dio e a longo prazos, tais como os reflexos na imagem e nos neg&amp;oacute;cios da empresa que podem ser provocados pela queda na qualidade dos produtos ou servi&amp;ccedil;os executados por empregados inexperientes ou em fase de ambienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;Por&amp;eacute;m, mesmo diante de tantos impactos negativos que representam custos, um estudo da Watson Wyatt Inc (2005), apresenta que a quest&amp;atilde;o principal n&amp;atilde;o &amp;eacute; a quantidade de rotatividade de pessoal, e sim, a qualidade desta rotatividade. Pois, &amp;eacute; saud&amp;aacute;vel para a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o deixar os membros menos produtivos sa&amp;iacute;rem e captar novos empregados que possam substitu&amp;iacute;-los e que apresentem produtividade maior.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;Este estudo mostra que organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es com uma taxa de rotatividade de 15% possu&amp;iacute;ram melhores desempenhos se comparado com organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es que possu&amp;iacute;am uma rotatividade entre 30% e 40%. Por&amp;eacute;m, estas empresas com alta rotatividade, possu&amp;iacute;ram um desempenho melhor do que as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es que apresentavam um &amp;iacute;ndice de rotatividade baixa, variando em aproximadamente cinco por cento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;Al&amp;eacute;m disso, este estudo aponta que o custo m&amp;eacute;dio para substituir um funcion&amp;aacute;rio fica entre 48 a 71% do sal&amp;aacute;rio do funcion&amp;aacute;rio. Por&amp;eacute;m, se bem administrado e mantendo o &amp;iacute;ndice de rotatividade perto de 15% esse custo &amp;eacute; superado em m&amp;eacute;dio prazo, com a maior produtividade alcan&amp;ccedil;ada pelos funcion&amp;aacute;rios com melhor desempenho, j&amp;aacute; que somente estes &amp;eacute; que permanecer&amp;atilde;o na empresa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;A produtividade sem rotatividade permanece linear. J&amp;aacute; com a rotatividade, esta produtividade no primeiro momento declina, chegando ao n&amp;iacute;vel mais baixo, enquanto a vaga n&amp;atilde;o &amp;eacute; preenchida. Mas, com o preenchimento da vaga, em pouco tempo volta a atingir a produtividade anterior, para finalmente, superar e se estabilizar em patamares mais elevados, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; produtividade anterior quando a reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, obviamente, &amp;eacute; bem efetuada pela organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tal constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; reforcada por Satava (2003), onde afirma que a perda de funcion&amp;aacute;rios faz parte dos neg&amp;oacute;cios, por&amp;eacute;m, alerta que uma taxa superior a 20% &amp;eacute; desnecess&amp;aacute;ria e um desperd&amp;iacute;cio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Verdana,Arial" size="2"&gt;Portanto, diante de tais evid&amp;ecirc;ncias, mesmo n&amp;atilde;o existindo um &amp;iacute;ndice ideal de rotatividade, pode-se afirmar que &amp;iacute;ndices m&amp;eacute;dios, entre dez e vinte por cento, propiciam &amp;agrave;s empresas um desempenho superior em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s empresas que possuem baixo &amp;iacute;ndice de rotatividade (em torno de cinco por cento) e alto &amp;iacute;ndice de rotatividade (entre trinta e quarenta por cento), que &amp;eacute; a m&amp;eacute;dia das empresas brasileiras.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O que rege a prova e a distribuição do ônus da prova no processo do trabalho.</title><link>http://laboro.blogspot.com/2008/03/o-que-rege-prova-e-distribuio-do-nus-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Laboro)</author><pubDate>Mon, 10 Mar 2008 11:28:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13103188.post-1791420668282319117</guid><description>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Arial size=2&gt;&lt;SPAN class=padrao&gt;&lt;FONT  face="Arial, Helvetica, sans-serif" size=3&gt;&lt;STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;DIV align=center&gt; &lt;TABLE class=padrao height=238 width="86%" align=justificado border=0&gt;   &lt;TBODY&gt;   &lt;TR class=padrao&gt;     &lt;TD height=234&gt;       &lt;P&gt;Nesta coluna, fazemos breves considerações a respeito dos princípios        que regem a prova no processo do trabalho e, bem assim, sobre a        distribuição do ônus da prova. &lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;1. Princípios que regem a prova no processo do trabalho&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;a) Princípio da unidade da prova: a prova deve ser apreciada em seu        conjunto (documentos, testemunhas, perícia etc) e não isoladamente.&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;b) Princípio da imediatidade (ou imediação): esse princípio está        consagrado nos artigos 848 da Consolidação das Leis do Trabalho, que        faculta ao juiz, de ofício, interrogar as partes, e 852-D, que confere ao        juiz ampla liberdade para determinar as provas a serem produzidas, de        acordo com o ônus probatório de cada parte.&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;c) Princípio da lealdade ou probidade da prova: as partes devem agir        com lealdade e eticidade, pois num plano ideal se pode afirmar que os        sujeitos do processo estão interessados em que a verdade dos fatos        apareça. Por isso, o legislador processual cuidou de instituir uma punição        ao litigante de má-fé, que se caracteriza, dentre outras coisas, por        alterar, intencionalmente, a verdade dos fatos e por fazer uso do processo        com o intuito de conseguir objetivo ilegal (Código de Processo Civil,        artigo 17, II e IV, respectivamente).&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;d) Princípio da necessidade da prova: as alegações das partes não são        suficientes para o convencimento do juiz, sendo necessário que provem os        fatos alegados para que o órgão judicante os admita como verdadeiros,        salvo se se tratarem de fatos notórios, incontroversos ou presumidos pela        lei como existentes ou verdadeiros (CPC, artigo 334 e incisos). Isso        porque a lei exige que o juiz decida, que forme a sua convicção, com base        nas provas produzidas nos autos.&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;e) Princípio do contraditório e da ampla defesa: as partes têm o        direito de se manifestarem reciprocamente sobre as provas apresentadas e        de realizar a contraprova, estabelecendo-se, assim, o contraditório. O        contraditório é uma característica comum a todo o processo, estando        assegurado no artigo 5º, LV, da Constituição Federal. No princípio do        contraditório se fundamenta outro princípio constitucional, o direito de        defesa: a parte contra a qual se produziu a prova tem o direito de        impugná-la pelos meios previstos em lei.&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;f) Princípio da igualdade de oportunidades: o juiz deve dar igual        oportunidade às partes de, querendo, produzir provas. O tratamento        igualitário que o juiz deve dispensar às partes está previsto no artigo        125, I, do CPC.&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;g) Princípio da legalidade: a produção das provas subordina-se à        observância dos requisitos impostos pela lei, como os de tempo, lugar,        meio, adequação etc.&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;h) Princípio da obrigatoriedade da prova: há doutrinadores que        sustentam que a parte tem a obrigação de provar em juízo a verdade dos        fatos em que se funda a inicial ou a resposta. Entendemos que não há        obrigação de produzir prova, mas, sim, um ônus de provar, perante o juiz,        a veracidade dos fatos alegados para que sejam admitidos como        verdadeiros.&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;i) Princípio in dúbio pro operário. A questão da aplicação do princípio        in dúbio pro operário no processo do trabalho é questão controvertida.&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;Para Américo Plá Rodrigues o princípio in dúbio pro operário representa        "o critério segundo o qual, no caso em que uma norma seja suscetível de        entender-se de vários modos, deva-se preferir a interpretação mais        favorável ao trabalhador" (Princípios de Direito do Trabalho, 3ª ed. São        Paulo. LTr, p. 107).&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;É induvidosa a aplicação do princípio do in dúbio pro operário tanto na        interpretação do direito material, quanto do direito processual do        trabalho, porque a legislação trabalhista está fundamentada na proteção do        economicamente mais fraco. O discutível é quanto a sua aplicação no âmbito        da valoração da prova. Américo Plá Rodrigues, Luiz Pinho de Pedreira da        Silva, Mozart Victor Russomano e Francisco Meton Marques de Lima, dentre        outros, são partidários da aplicação desse princípio em matéria processual        atinente à valoração da prova. Para esses autores, sempre que o juiz        estiver hesitante entre duas soluções propostas, em face da avaliação da        prova, deve decidir em favor do empregado.&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;Em sentido oposto, outros doutrinadores sustentam o não cabimento do        princípio in dúbio pro operário em matéria processual de valoração da        prova. &lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;Entendemos que, no caso de prova dividida, o juiz deve adotar como        critério de julgamento a decisão contra o detentor do ônus da prova.        Contrariamente, sustenta Júlio César Bebber que, no caso da chamada prova        dividida, o juiz deve solucionar a lide pela análise da melhor prova,        utilizando-se do princípio da persuasão racional" (Processo do Trabalho.        Temas Atuais. 2003. São Paulo. LTr. p. 84)&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;2. Distribuição do ônus da prova no processo do trabalho &lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;O ônus da prova diz respeito à necessidade de a parte produzir prova        dos fatos alegados, que sejam relevantes e controvertidos, para que a        causa seja decidida a seu favor, pois não há obrigação legal de        produzi-las. De acordo com o artigo 818 da CLT "o ônus de provar as        alegações incumbe à parte que as fizer". &lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;Todavia, em razão da simplicidade dessa regra e, não obstante a        inexistência de omissão no texto consolidado, acabou prevalecendo a sua        aplicação conjugada com o artigo 333 do CPC, segundo o qual: "O ônus da        prova incumbe I &#150; ao autor, quanto ao fato constitutivo do seu direito; II        &#150; ao réu, quanto à existência de fato impeditivo, modificativo ou        extintivo do direito do autor". Essa regra do ônus da prova é adotada em        relação à equiparação salarial, conforme se vê da Súmula 06, VII do        Tribunal Superior do Trabalho: &lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;"É do empregador o ônus da prova do fato impeditivo, modificativo ou        extintivo da equiparação salarial". Da mesma forma, no que respeita ao        vale-transporte, a prova do fato constitutivo é do autor-empregado que        deve comprovar que satisfaz os requisitos indispensáveis à sua obtenção:        OJ 215 da SBDI-1 do TST: "É do empregado o ônus de comprovar que satisfaz        os requisitos indispensáveis à obtenção do vale-transporte".&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;A jurisprudência trabalhista, entretanto, vem mitigando a rigidez das        regras insertas nos artigos 818 da CLT e 333 do CPC, passando a admitir a        inversão do ônus da prova em determinados casos, como da jornada de        trabalho, como se vê da Súmula 338 do TST: I &#150; É ônus do empregador que        conta com mais de 10 (dez) empregados o registro da jornada de trabalho na        forma do artigo 74, § 2º da CLT. A não apresentação injustificada dos        controles de freqüência gera presunção relativa de veracidade da jornada        de trabalho, a qual pode ser elidida por prova em contrário.&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;Quanto ao término da relação de emprego, o TST sufragou a regra de que        cabe ao empregador o ônus de provar o término do contrato de trabalho,        quando negada a prestação de serviço e a dispensa, em face do princípio da        continuidade da relação de emprego constituir presunção a favor do        trabalhador (Súmula 12). Embora pareça que o empregador terá que fazer        prova de fato negativo, defendem os doutrinadores que toda negação contém,        implicitamente, uma afirmação. Assim, no caso da Súmula 12, o empregador,        ao alegar que não despediu o empregado, irá afirmar que este abandonou o        emprego ou se demitiu. &lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;A condição de hipossuficiente do empregado é que autoriza o juiz do        trabalho a adotar a inversão do ônus da prova, cuja regra está consagrada        no CDC, artigo 6º, VIII e também no artigo 852-H da CLT. O artigo 6, VIII,        do CPC, dispõe que "são direitos básicos do consumidor: (...) VIII &#150; a        facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus        da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for        verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras        ordinárias de experiência".&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;E o artigo 852-H da CLT dispõe: "O juiz dirigirá o processo com        liberdade para determinar as provas a serem produzidas, considerando o        ônus probatório de cada litigante, podendo limitar ou excluir as que        considerar excessivas, impertinentes ou protelatórias, bem como para        apreciá-las e dar especial valor às regras de experiência comum ou        técnica". Embora o artigo 852-H da CLT trate especificamente de matéria de        prova no procedimento sumaríssimo, não impede o juiz de aplicá-la no        procedimento ordinário, levando em conta as dificuldades do trabalhador na        produção da prova e o princípio da aptidão para a prova (deve provar        aquele que estiver apto a fazê-lo, independentemente de ser autor ou réu).        &lt;/P&gt;       &lt;P&gt;&lt;/P&gt;       &lt;P&gt;A distribuição legal do ônus da prova só tem relevância prática quando        a questão for decidida com base em provas e nenhuma das partes produziu        qualquer outra, hipótese em que o juiz solucionará a controvérsia com base        no encargo probatório. Tal situação ocorre, igualmente, quando a prova        está dividida. &lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P align=center&gt;&lt;BR&gt;&lt;B&gt;Fonte: &lt;/B&gt;Última Instância, por Aparecida Tokumi  Hashimoto ( Advogada sócia do escritório&lt;BR&gt;Granadeiro Guimarães Advogados ),  10.03.2008 &lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;enclosure url="http://tamvirtual.org/includes/laboro0.mp3" length="28966774" type="audio/mpeg"/&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>