<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0">

<channel>
	<title>Language Freaks</title>
	
	<link>http://www.languagefreaks.com.br</link>
	<description />
	<lastBuildDate>Sat, 16 Jan 2010 21:47:35 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/LanguageFreaks" /><feedburner:info uri="languagefreaks" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><item>
		<title>Qualquer um pode aprender um idioma!</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2010/01/qualquer-um-pode-aprender-um-idioma/</link>
		<comments>http://www.languagefreaks.com.br/2010/01/qualquer-um-pode-aprender-um-idioma/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 21:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[Linguística]]></category>
		<category><![CDATA[imersão]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.languagefreaks.com.br/?p=74</guid>
		<description><![CDATA[Aprender idiomas não é uma habilidade especial! É uma capacidade natural dos seres humanos e qualquer um pode fazê-lo!
Várias pessoas acabam tendo sua inteligência superestimada pelo fato de dominarem uma ou várias línguas estrangeiras. Mas o problema é quando alguém se auto-denomina incapaz ou com dificuldades para tal, na maioria das vezes devido a uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aprender idiomas não é uma habilidade especial! É uma capacidade natural dos seres humanos e qualquer um pode fazê-lo!</p>
<p>Várias pessoas acabam tendo sua inteligência superestimada pelo fato de dominarem uma ou várias línguas estrangeiras. Mas o problema é quando alguém se auto-denomina incapaz ou com dificuldades para tal, na maioria das vezes devido a uma má adaptação ao sistema formal de ensino.</p>
<p>Muitos gênios da história não falavam mais do que a própria língua, assim como são infinitos os casos de pessoas que tiveram oportunidade de crescer em ambiente bilíngue mas não possuem um intelecto acima do comum.</p>
<p>Não existem pessoas com talento ou com uma facilidade especial para aprender línguas. Como disse Kató Lomb em seu livro <strong>POLYGLOT &#8211; How I Learn Languages</strong>: &#8220;<em>An innate ability to learn languages, or rather the qualities that make up this skill, are not possible to find in one person</em>&#8220;.</p>
<p>O único pré-requisito para começar a aprender um idioma é querer. A partir do momento que a pessoa realmente quer, não existem mais barreiras. Tudo é uma questão de motivação e iniciativa.</p>
<p>Quer aprender uma língua? Comece agora! Comece com aquilo que você se sente confortável. Encare o idioma sem medo, busque conteúdos de seu interesse e comece a se aventurar neste mundo desconhecido. Imagine-se uma criança redescobrindo o mundo. Uma criança ouve os adultos conversarem sem se preocupar se está entendendo o conteúdo da conversa. Uma criança assiste TV com os adultos sem se preocupar se está entendendo. Então por que nós adultos acabamos tendo tanto medo de simplesmente ouvir?</p>
<p>É assim que começa, <a href="http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/input-acima-de-tudo/">muito input</a>. No começo sem entender nada, depois entendendo um pouco até que em seu devido momento estará compreendendo praticamente tudo, durante esse processo a capacidade de falar vem se desenvolvendo naturalmente.</p>
<p>Está na hora das pessoas pararem com este processo de auto-destruição que ocorre quando assumimos que não somos capazes, que não temos intelecto suficiente ou que não temos facilidade. Todos nós podemos aprender muito bem um idioma!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.languagefreaks.com.br/2010/01/qualquer-um-pode-aprender-um-idioma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>6 passos para ser um bom auto-didata</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2010/01/6-passos-para-ser-um-bom-auto-didata/</link>
		<comments>http://www.languagefreaks.com.br/2010/01/6-passos-para-ser-um-bom-auto-didata/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 14:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[auto-didatismo]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.languagefreaks.com.br/?p=78</guid>
		<description><![CDATA[Steve Kaufmann, criador do sistema LingQ de estudo de idiomas, escreveu um artigo para o site PickTheBrain apresentando 6 dicas para ser um bom auto-didata.
Clique aqui para acessar o artigo (em Inglês)
Eu sou um entusiasta do auto-didatismo e compartilho da opinião de que podemos aprender com muito mais eficiência quando temos a oportunidade de controlar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Steve Kaufmann, criador do sistema LingQ de estudo de idiomas, escreveu um artigo para o site <a href="http://www.pickthebrain.com" target="_blank">PickTheBrain</a> apresentando 6 dicas para ser um bom auto-didata.</p>
<p><a href="http://www.pickthebrain.com/blog/6-steps-to-effective-self-learning/" target="_blank">Clique aqui para acessar o artigo (em Inglês)</a></p>
<p>Eu sou um entusiasta do auto-didatismo e compartilho da opinião de que podemos aprender com muito mais eficiência quando temos a oportunidade de controlar os nossos estudos. Apesar de toda evolução da tecnologia, o modelo formal de ensino continua semelhante ao que era há três séculos atrás.</p>
<p>Isso não significa o fim das escolas e salas de aula, e sim que estas devem ter seu modelo revisado. Um modelo que valorize o desenvolvimento individual de cada estudante e incentive que este se torne uma pessoa capaz de caminhar com as próprias pernas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.languagefreaks.com.br/2010/01/6-passos-para-ser-um-bom-auto-didata/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Imersão Artificial: Como criar</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2009/12/imersao-artificial-como-criar/</link>
		<comments>http://www.languagefreaks.com.br/2009/12/imersao-artificial-como-criar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 14:19:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[imersão]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.languagefreaks.com.br/?p=56</guid>
		<description><![CDATA[Nesta postagem, darei dicas de atitudes que podem ser tomadas para se criar um ambiente artificial de imersão no idioma. Lembre-se que isto não é uma receita de bolo e não estamos dizendo que é assim que deve ser feito. São apenas algumas dicas para mostrar como que com um pouco de atitude podemos criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta postagem, darei dicas de atitudes que podem ser tomadas para <span style="color: #000000;">se </span>criar um ambiente artificial de imersão no idioma. Lembre-se que isto não é uma receita de bolo e não estamos dizendo que é assim que deve ser feito. São apenas algumas dicas para mostrar como que com um pouco de atitude podemos criar um ambiente de imersão.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Músicas</h3>
<p style="text-align: justify;">Garanta que pelo menos 90% do seu repertório musical seja no idioma estudado. Aprenda a gostar dos artistas daquele país, leia suas biografias e fique atento aos lançamentos. Como no Brasil, nos outros países também existem portais na internet sobre música, você deve acompanhá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas ouvir música não fará com que você aprenda a falar uma língua. Elas são um complemento e uma opção para aumentar a imersão. Música é diversão. Nos momentos em que você ouviria suas músicas rotineiras, ouça músicas no idioma.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Filmes, seriados e desenhos animados</h3>
<p style="text-align: justify;">Assist<span style="color: #000000;">a </span>muitos filmes, seriados, desenhos animados ou qualquer outro conteúdo em vídeo. Com a internet é muito fácil obter estes materiais. Hoje, temos sites como YouTube e Google Video. Aproveite-os ao máximo!</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos sites vendem conteúdo em vídeo diretamente do exterior. Você pode, por exemplo, comprar séries americanas dubladas em alemão (caso você estude alemão) ou desenhos animados japoneses dublados em inglês (caso você estude inglês).</p>
<p style="text-align: justify;">Além de milhares de outros sites que fornecem tudo isso gratuitamente. O seu melhor amigo nestas horas se chama Google. Vá a caça!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Páginas de internet</h3>
<p style="text-align: justify;">Sempre que precisar fazer uma pesquisa sobre qualquer assunto na internet, utilize sites no idioma estudado! Navegue por muitos sites, fóruns, comunidades virtuais e Wikipedia. A partir de agora, <strong>português é só em último caso</strong>!</p>
<p style="text-align: justify;">Deixe a interface de seu Orkut, GMail e outros serviços no idioma. Configure também o Google para que ele realize primeiro a busca nos sites na língua estudada.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicione muitos blogs e portais de notícia no seu leitor de RSS, assim poderá acompanhar suas atualizações todos os dias!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Amigos estrangeiros</h3>
<p>Existem zilhões de sites com chats e comunidades virtuais onde você pode conhecer estrangeiros. Sabemos que forçar a fala não é algo benéfico para o idioma, mas testar como anda seu output algumas poucas vezes na semana pode trazer um pouco mais de motivação.</p>
<h3>Livros</h3>
<p>Troque seus livros em português por livros em outro idioma. Você pode comprar facilmente pela internet em sites como o <a href="http://www.amazon.com/" target="_blank">Amazon</a>, além das milhares de outras livrarias virtuais que cada país possui. Aproveite que <span style="text-decoration: underline;">não são cobrados impostos de importação em cima de livros</span>.</p>
<h3>Utilize um SRS</h3>
<p>Uma das vantagens mais legais de adquirir o hábito de usar um <a href="http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/conhecendo-o-srs-spaced-repetition-system/" target="_blank">programa de <em>Spaced Repetition System</em></a> é que todos os dias você acaba obrigado a ver pelo menos um mínimo no idioma.</p>
<p>Alguma das dicas apresentadas parecem óbvias, mas mesmo assim muitas pessoas insistem em continuar presas a livros didáticos e salas de aula. Falta de material e conteúdo não é uma desculpa, pois graças a tecnologia, o mundo inteiro está em nossas mãos.</p>
<p>Faça com que a tecnologia trabalhe a seu favor e terá muito sucesso!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.languagefreaks.com.br/2009/12/imersao-artificial-como-criar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Input acima de tudo!</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/input-acima-de-tudo/</link>
		<comments>http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/input-acima-de-tudo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mairo Vergara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linguística]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.languagefreaks.com.br/?p=49</guid>
		<description><![CDATA[Tanto eu quanto o Luiz somos uns “inputeros”. Calma, não é palavrão não! Eu quero dizer que somos viciados e adeptos da teoria do Input. Mas que diabos é isso? Como o Luiz explicou aqui, Input é tudo que entra, tudo o que você escuta e lê num idioma. Esse texto que você está lendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Tanto eu quanto o Luiz somos uns “inputeros”. Calma, não é palavrão não! Eu quero dizer que somos viciados e adeptos da teoria do Input. Mas que diabos é isso? Como o Luiz explicou <a href="http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/definindo-input-e-output/">aqui</a>, Input é tudo que entra, tudo o que você escuta e lê num idioma. Esse texto que você está lendo agora, assim como a música que você está (provavelmente) escutando, são formas de Input (nesse caso, Input em língua portuguesa).</p>
<p align="justify">Quando digo que somos viciados e adeptos da teoria do input, quero dizer que acreditamos que <strong>Input é o método definitivo para se aprender idiomas</strong>. Enquanto nos métodos tradicionais a lei é “fale bastante para aprender a falar”, acreditamos justamento no oposto “fale o mínimo possível para aprender a falar!”</p>
<p align="justify">Isso pode parecer revolucionário, extremista ou sem fundamento, mas é o que a experiência de anos de estudos vem nos mostrando. Deixe-me explicar como isso funciona…</p>
<p align="justify">Por que todo mundo é capaz de responder essa pergunta quase sem pensar?</p>
<p><strong>Pergunta:</strong> What’s your name?<br />
<strong>Resposta:</strong> My name is fulano.</p>
<p align="justify">Eu creio que 80% ou mais das pessoas sabem responder a pergunta sem NUNCA terem treinado ou feito exercícios sobre &#8220;What’s your name?” e “My name is…”. A razão disso é que todo mundo já ouviu e está cansado de ouvir estas frases! De tanto ouvir, você já é capaz de repetí-las sem nunca tê-las praticado!</p>
<p align="justify">Um outro exemplo: quando você vê um comercial de TV várias vezes, não acaba lembrando das falas do comercial? “Sempre coca-cola”, “Globo e você, tudo a ver”, “Amo muito tudo isso”, “Oi!” (lembra da criancinha do comercial da Oi?), etc. Tudo isso fica guardado na nossa cabeça, incluindo a voz, o ritmo e a entonação do narrador/falante. Ninguém fica em casa repetindo “Globo e você, tudo a ver”, mas todo mundo lembra da frase e é capaz de citá-la caso necessário.</p>
<p align="justify">Isso tudo é resultado de Input. Exposição a uma determinada informação a tal ponto que ela (a informação) fica sedimentada na nossa cabeça.</p>
<p align="justify">No aprendizado de idiomas, os que aprendem mais são os que têm mais Input, ou seja, os que passam mais tempo expostos ao idioma. São aqueles que assitem a mais filmes, jogam mais videogame, leem mais livros, escutam mais músicas e assim por diante. Não adianta só ir na aula e fazer a lição, é preciso estar constantemente em contato com o idioma, deixando que a língua entre de pouquinho em pouquinho na sua cabeça.</p>
<p align="justify">Uma boa metáfora para entender a teoria do Input é pensar que existe um copo d’água dentro da sua cabeça e cada vez que você lê/escuta algo em inglês/japonês/chinês/etc. uma gota d’água é colocada no copo. Aos poucos, o copo vai enchendo. Quanto mais cheio, mais você entende. Um dia, ele vai transbordar e a água começará a sair do copo. É exatamente nesse ponto que você vai começar a falar! Você pode ver que todo mundo que fala um idioma estrangeiro tem ou teve uma alta exposição ao mesmo em algum ponto de suas vidas, seja viajando para o exterior, vendo centenas de filmes e seriados, jogando centenas de horas de videogame ou lendo toneladas de livros, revistas e blogs. É justamente essa exposição (e não as aulas e o “treino” de fala) que faz com que eles consigam falar o idioma fluentemente.</p>
<p align="justify">Gastamos tempo demais produzindo a língua (Output), fazendo exercícios e treinado a nossa fala, enquanto deveríamos estar escutando e lendo. A orientação que tenho nas escolas de inglês é fazer com que os alunos falem o máximo possível. No início, até pensei que isso daria certo, mas quanto mais eles falam, piores ficam (principalmente nos níveis iniciais), falando cada vez mais errado e entendendo cada vez menos. Já quando dou liberdade para os alunos falarem em português, porém me comunico com eles em inglês, eu noto que, quando eles precisam falar, saem-se normalmente muito melhor do que aqueles que ficaram treinando a fala sem ter tido uma boa carga de Input. Acredito que isso acontece, pois eles (os que falam bem) estão acostumados a ouvir inglês correto e compreensível, além de não terem a constante pressão e o nervosismo do tipo “tenho que falar inglês na sala”.</p>
<p align="justify">Se você tem dificuldades para falar o idioma que estuda, eu sugiro parar e pensar na quantidade de Input que recebe. Quantas horas por semana você escuta o idioma? Quantas páginas você lê? Tente aumentar esse número e diminuir o tanto que fala e faz exercícios. Continue nesse ritmo durante alguns meses e espere os resultados, pois eles virão! Como eu disse no título do post: <strong>Input acima de tudo!</strong></p>
<h2>Saiba mais<strong><br />
</strong></h2>
<p align="justify"><a href="http://www.antimoon.com/how/input.htm">Antimoon &#8211; Input</a><a href="http://www.sk.com.br/sk-krash.html"><br />
Stephen Krashen&#8217;s Theory of Second Language Acquisition</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/input-acima-de-tudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Imersão Artificial: O que é?</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/imersao-artificial-o-que-e/</link>
		<comments>http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/imersao-artificial-o-que-e/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 22:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[imersão]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.languagefreaks.com.br/?p=47</guid>
		<description><![CDATA[Considerando que para aprender um idioma precisamos de muito input, nada mais propício do que estar imerso. É assim que aprendemos o português e é assim que pessoas que fazem intercâmbio acabam aprendendo a língua estrangeira.
Mas como ficar imerso quando não temos condições de passar um tempo no país em que o idioma é falado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Considerando que para aprender um idioma precisamos de muito input, nada mais propício do que estar imerso. É assim que aprendemos o português e é assim que pessoas que fazem intercâmbio acabam aprendendo a língua estrangeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como ficar imerso quando não temos condições de passar um tempo no país em que o idioma é falado ou não temos um convívio diário com estrangeiros que falam o idioma que estamos aprendendo?</p>
<p style="text-align: justify;">Há dez anos atrás este era um problema difícil de se resolver, mas hoje, com a popularização da informática, a disponibilidade de internet rápida e o baixo preços dos players de multimídia portáteis, podemos criar o que chamo de <strong>Imersão Artificial</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de todo este avanço, muitas pessoas insistem em continuar estudando da maneira arcaica, além de reclamarem da impossibilidade de ir para o exterior e da falta de contato com estrangeiros ou outros estudantes do mesmo idioma. A grande verdade é que com a tecnologia de hoje podemos simular uma imersão suficiente para aprender um idioma tão bem quanto se estivéssemos no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Criar um ambiente de imersão artificial consiste em usufruir das facilidades do computador e da internet para estar sempre rodeado por coisas no idioma. Hoje em dia, isto é completamente plausível.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que para isso é necessário atitude e uma boa dose de querer.</p>
<p style="text-align: justify;">Comece a partir de agora a pensar no que você pode fazer para aumentar o seu contato com o idioma estudado. Providenciar mais músicas? Assistir mais vídeos? Baixar podcasts? Procurar amigos estrangeiros na internet?</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência daremos dicas de como criar esse ambiente de imersão artificial!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/imersao-artificial-o-que-e/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conhecendo o SRS (Spaced Repetition System)</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/conhecendo-o-srs-spaced-repetition-system/</link>
		<comments>http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/conhecendo-o-srs-spaced-repetition-system/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>
		<category><![CDATA[SRS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.languagefreaks.com.br/?p=26</guid>
		<description><![CDATA[Os programas de Sistema de Repetição Espaçada (a partir de agora SRS) são uma das ferramentas mais úteis inventadas nos últimos anos para aumentar a produtividade no aprendizado de idiomas.
Seu princípio de funcionamento é simples!
Como nos tradicionais Flashcards, de um lado temos uma pergunta, palavra, ideograma ou frase e, na parte de trás, todas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os programas de Sistema de Repetição Espaçada (a partir de agora SRS) são uma das ferramentas mais úteis inventadas nos últimos anos para aumentar a produtividade no aprendizado de idiomas.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu princípio de funcionamento é simples!</p>
<p style="text-align: justify;">Como nos tradicionais Flashcards, de um lado temos uma pergunta, palavra, ideograma ou frase e, na parte de trás, todas as informações necessárias para explicar o conteúdo da parte da frente.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-30" title="Flashcard" src="http://www.languagefreaks.com.br/wp-content/uploads/2009/11/flashcard.gif" alt="Flashcard" width="320" height="240" />A diferença é que nos cartões tradicionais vamos revisando aleatoriamente, enquanto em um programa de SRS o tempo para a próxima revisão é baseado no grau de afinidade que você já tem com essa informação. Com o espaço entre cada revisão aumentando gradativamente, a informação passa de sua <span style="font-weight: bold;">Memória de Curto Prazo</span> para a <span style="font-weight: bold;">Memória de Longo Prazo</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo: <strong>Ele faz com que você dê mais prioridade para aquilo que você tem mais dificuldade em memorizar!</strong></p>
<p>Para entender melhor, veja o esquema abaixo:</p>
<address style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-31" title="Esquema de um SRS" src="http://www.languagefreaks.com.br/wp-content/uploads/2009/11/srs_esquema.gif" alt="Esquema de um SRS" width="320" height="175" /></strong>Nas três primeiras revisões, o usuário conseguiu lembrar com sucesso a resposta do cartão e com isso o intervalo aumentou gradativamente. Acabou esquecendo na quarta revisão, e com isso o espaço de tempo entre as revisões voltou ao valor inicial.<strong><br />
</strong></address>
<p style="text-align: justify;">Esta ferramenta pode ser usada tanto para idiomas quanto para qualquer coisa que você deseje memorizar! Cabe a você ter imaginação para criar modelos de cartas.</p>
<h2>Usando o SRS no aprendizado de idiomas</h2>
<p style="text-align: justify;">Mas como esta ferramenta pode ser usada para ajudar na aquisição de uma língua? De várias formas! Vejamos algumas:</p>
<h3><span style="color: #3366ff;">Adicionando cartões com frases</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Letras não são nada sem palavras e palavras não são nada sem sentenças! Adicionando na parte da frente do cartão uma sentença completa e no verso todas as informações necessárias para compreendê-la (vocabulário) você terá um alto grau de retenção. As palavras são aprendidas com contexto e a gramática é adquirida naturalmente após inúmeras repetições.</p>
<p style="text-align: justify;">O grau de retenção é maior ainda se as sentenças forem retiradas de conteúdos que você leu ou ouviu previamente. As sentenças vindo como resultado de uma imersão artificial apresentam melhor resultado do que simples frases de exemplos retiradas de livros comuns feitos para estudantes do idioma.</p>
<p><strong>Exemplo</strong><br />
- Frente -<br />
San Pablo es un estado en Brasil. Su capital, la ciudad de São Paulo, es la mayor urbe de Brasil</p>
<p>- Verso -<br />
mayur = maior<br />
urbe = cidade / metrópole</p>
<h3><span style="color: #3366ff;">Cartões com palavras</span></h3>
<p>Apesar de meras palavras não serem nada sem um contexto, aprender o significado de palavras soltas pode ajudá-lo na hora de compreender um texto ou um audio, onde haverá contexto. A grande vantagem de utilizar um SRS desta forma é a alta velocidade tanto na criação quanto na revisão das cartas.</p>
<p><strong>Exemplo</strong><br />
- Frente -<br />
Malevolent</p>
<p>- Verso-<br />
causing or wanting to cause harm or evil</p>
<h3><span style="color: #3366ff;">Cartões com áudio</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Alguns programas permitem que na pergunta seja adicionado um arquivo de áudio. Com isso, é possível treinar a compreensão auditiva.</p>
<h2>Alguns programas de SRS</h2>
<p>Anki (Recomendado): <a href="http://ichi2.net/anki/">http://ichi2.net/anki/</a><br />
SuperMemo: <a href="http://www.supermemo.com/">http://www.supermemo.com/</a><br />
Mnemosyne: <a href="http://www.mnemosyne-proj.org/">http://www.mnemosyne-proj.org/</a><br />
SURUSU &#8211; <a href="http://www.surusu.com/">http://www.surusu.com/</a></p>
<h2>Saiba mais</h2>
<p><a href="http://nippaku.blogspot.com/2008/07/estudando-com-o-anki-o-guia-completo.html">Spaced Repetition on Wikipedia<br />
</a><a href="http://www.antimoon.com/how/sm.htm">AntiMoon: Using SuperMemo to learn English</a><a href="http://nippaku.blogspot.com/2008/07/estudando-com-o-anki-o-guia-completo.html"><br />
Nippaku: Estudando com o Anki &#8211; O guia completo</a><br />
<a href="http://www.comoaprenderjapones.com/srs-como-lembrar-de-tudo-que-voce-estuda/">Como aprender japonês: SRS &#8211; Spaced Repetition System</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/conhecendo-o-srs-spaced-repetition-system/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aprendendo o significado das palavras</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/aprendendo-o-significado-das-palavras/</link>
		<comments>http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/aprendendo-o-significado-das-palavras/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 22:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mairo Vergara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[significado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.languagefreaks.com.br/?p=20</guid>
		<description><![CDATA[Esse é meu primeiro post aqui no Language Freaks e eu gostaria de começar falando um pouco sobre algo que, ao estudarmos um idioma, acabamos esquecendo: o significado. Estudamos a gramática, as explicações e os porquês do idioma, mas, muitas vezes, esquecemos o mais importante, que é o significado. Deixe-me ilustrar minha ideia com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse é meu primeiro post aqui no <strong>Language Freaks</strong> e eu gostaria de começar falando um pouco sobre algo que, ao estudarmos um idioma, acabamos esquecendo:<strong> o significado</strong>. Estudamos a gramática, as explicações e os porquês do idioma, mas, muitas vezes, esquecemos o mais importante, que é o significado. Deixe-me ilustrar minha ideia com um exemplo:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Whose pencil is this?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Eu posso te ensinar esse frase e sua estrutura gramatical de dois modos diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro seria assim:</p>
<p style="text-align: justify;">Whose é um <span style="text-decoration: underline;">pronome interrogativo</span>, também chamado de<span style="text-decoration: underline;"> WH question</span>. Ele é sempre usado para fazermos uma pergunta, usando, nesse caso, a estrutura &#8220;<span style="text-decoration: underline;">Whose + noun + is this?</span>&#8220;, como nos exemplos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Whose pencil is this?</strong><br />
De quem é esse lápis?<br />
<strong>Whose umbrella is this?</strong><br />
De quem é esse guarda-chuva?<br />
<strong>Whose book is this?</strong><br />
De quem é esse livro?</p>
<p style="text-align: justify;">Entendido? Ok, vamos para o segundo modo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Whose&#8221; significa &#8220;de quem&#8221;. Com ele eu posso fazer perguntas do tipo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Whose pencil is this?</strong><br />
De quem é esse lápis?<br />
<strong>Whose umbrella is this?</strong><br />
De quem é esse guarda-chuva?<br />
<strong>Whose book is this?</strong><br />
De quem é esse livro?</p>
<p style="text-align: justify;">Entendido? Ok, ótimo!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora me diga: qual a diferença entre os dois métodos? A diferença é que, no primeiro, complicamos o que pode ser simples, adicionando informações desnecessárias como a classe gramatical da palavra, sua denominação segundo livros de inglês e a explanação da estrutura da frase. Já no segundo, vamos direto ao ponto mais importante, o significado. Aprendemos que &#8220;whose&#8221; é &#8220;de quem&#8221; e logo vemos como se dá o uso da nova palavra. O segundo método é mais rápido e eficiente, pois <strong>associamos as novas palavras e frases com significados que já sabemos em português</strong>, enquanto no segundo, a associação é feita com noções gramaticais abstratas, que, mesmo em português, são complicadas e confusas! As regras e noções de gramática só fazem sentido após o entendimento das palavras e frases e podem vir a corrigir um ou outro deslize, mas nunca devem ser tomadas como um meio para o aprendizado do idioma.</p>
<p style="text-align: justify;">Você, como estudante de idiomas, deve focar seus estudos completamente no significado das palavras, frases e textos, deixando que a gramática, as explicações e os porquês façam sentido por si mesmos. Para que isso aconteça é preciso duas coisas: <strong>muitos exemplos e atenção por parte do aprendiz</strong>. Os exemplos, em conjunto com boas traduções, tornam o entendimento das frases simples e rápido. A atenção do aluno é necessária para que ele, por si mesmo, note os significados, as associações e os padrões das frases. <strong>Um aluno atento e curioso, com um bom montante de exemplos, pode aprender qualquer estrutura ou &#8220;regra gramatical&#8221; facilmente, apenas observando e estudando algumas poucas frases.</strong> É por isso que minhas aulas são totalmente focadas em significado, sempre com muitos exemplos. Isso funciona, principalmente, quando feito desde o início do aprendizado. O aluno que aprende via significado é uma maravilha. O aprendizado é super natural e as dúvidas vão sendo resolvidas por elas mesmas. Por outro lado, temos os alunos viciados em regras e explicações, que, mesmo depois de entenderem o significado, querem saber a regra e o porquê. Por fim, temos o caso crítico, os alunos que não entendem o significado porque a única coisa que querem entender são regras e porquês. Mudar a cabeça desses alunos não é fácil, de fato, chega a ser desanimador, mas eu sempre tento, explicando que eles devem estudar &#8220;assim e não assado&#8221;. Meu conselho final é: aprenda a aprender via significado (o que é diferente de tradução), pois isso vai, com certeza, melhorar muito o seu aprendizado e o seu <em>feeling</em> para com o idioma.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, por hoje é só. Abraços a todos e bons estudos!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/aprendendo-o-significado-das-palavras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Definindo ‘input’ e ‘output’</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/definindo-input-e-output/</link>
		<comments>http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/definindo-input-e-output/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 01:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linguística]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>
		<category><![CDATA[output]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.languagefreaks.com.br/?p=13</guid>
		<description><![CDATA[Em textos e artigos sobre o aprendizado de idiomas e linguística, é comum nos depararmos com estes dois termos: input e output. Também são muito utilizados na informática, na engenharia e em outras áreas. Para todos os casos, a definição é, em princípio, a mesma.
O que eles querem dizer no ramo da linguística? Vejamos!

Input (Entrada) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em textos e artigos sobre o aprendizado de idiomas e linguística, é comum nos depararmos com estes dois termos: input e output. Também são muito utilizados na informática, na engenharia e em outras áreas. Para todos os casos, a definição é, em princípio, a mesma.</p>
<p>O que eles querem dizer no ramo da linguística? Vejamos!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-15" title="Input / Output" src="http://www.languagefreaks.com.br/wp-content/uploads/2009/10/inputoutput.jpg" alt="Input / Output" width="429" height="158" /></p>
<p><strong>Input (Entrada)</strong> &#8211; É o estímulo que recebemos do ambiente externo. Consideramos como input o ato de <strong>ouvir</strong> e <strong>ler </strong>no idioma estrangeiro.</p>
<p><strong>Output (Saída)</strong> &#8211; É aquilo que produzimos e fornecemos ao ambiente. Consideramos como output o ato de <strong>falar</strong> e <strong>escrever</strong> no idioma estrangeiro.</p>
<p>Existem várias teorias quanto a relação entre ambos e qual o grau de importância de cada um durante o aprendizado de uma língua.</p>
<p>Devemos praticar output? O output vem naturalmente após uma carga considerável de input? Devemos receber o máximo de input possível mesmo quando ainda não entendemos nada? É a partir destas perguntas que descobriremos as melhores maneiras de se aprender um idioma!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/definindo-input-e-output/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Começando!</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/comecando/</link>
		<comments>http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/comecando/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.languagefreaks.com.br/?p=7</guid>
		<description><![CDATA[Está no ar o Language Freaks, um site/blog voltado para apaixonados pelo aprendizado de idiomas! Nosso objetivo é proporcionar a troca de informações e promover interação entre pessoas interessadas neste mundo. Aqui você encontrará desde dicas de como estudar até explicações de hipóteses sobre o aprendizado de línguas.
Caso tenha alguma dúvida, sugestão ou crítica, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está no ar o Language Freaks, um site/blog voltado para apaixonados pelo aprendizado de idiomas! Nosso objetivo é proporcionar a troca de informações e promover interação entre pessoas interessadas neste mundo. Aqui você encontrará desde dicas de como estudar até explicações de hipóteses sobre o aprendizado de línguas.</p>
<p>Caso tenha alguma dúvida, sugestão ou crítica, não deixe de entrar em contato conosco, pelos comentários ou pelo nosso e-mail (contato@languagefreaks.com.br).</p>
<p>Esperamos trazer conteúdo de qualidade e informações úteis para contribuir com seu aprendizado aprendizado!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/comecando/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
