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	<title>Language Freaks</title>
	
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		<title>Onde encontrar material para estudo?</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2010/07/onde-encontrar-material-para-estudo/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 19:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>igor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>

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		<description><![CDATA[Você decidiu que quer aprender dinamarquês, pois acha a Dinamarca um país muito legal . Quer conhecer a velha Zelândia e a rainha Margarida II.
É um bom começo, mas aí começa o transtorno, você não conhece ninguém que fala dinamarquês, não conhece nenhuma escola de dinamarquês, nem sequer consegue localizar a Dinamarca num mapa da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você decidiu que quer aprender dinamarquês, pois acha a Dinamarca um país muito legal . Quer conhecer a velha Zelândia e a rainha Margarida II.</p>
<p>É um bom começo, mas aí começa o transtorno, você não conhece ninguém que fala dinamarquês, não conhece nenhuma escola de dinamarquês, nem sequer consegue localizar a Dinamarca num mapa da Europa.</p>
<p><strong>“O que fazer, como fazer?”</strong></p>
<p>Se você está aqui, no Language Freaks, blog sobre aprendizagem de língua, já é um bom começo.</p>
<p><strong>“Mas e aí, que faço depois?”</strong></p>
<p>Sei lá. Não sou eu quem quer aprender dinamarquês. É você! Ou seja, se vira.</p>
<p><strong>“ Mas eu não conheço ninguém que fala dinamarquês, nem nenhuma escola de dinamarquês.”</strong></p>
<p>Isso você já disse. Vamos aos pontos:</p>
<p>A internet é um excelente lugar para se buscar informação, deveriam ensinar isso na escola. Comece por isso <a href="http://www.google.com.br/#hl=en&amp;source=hp&amp;q=aprender+dinamarqu%C3%AAs&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=&amp;gs_rfai=&amp;fp=6d11be65d7135c1d">aqui</a>. Achou algo? Fácil, não?</p>
<p>O Google é muito bom para achar coisas, mas é melhor ainda para achar informação inútil. Informação inútil é, definitivamente, o que você não quer achar. Afinal, quanto mais rápido aprender dinamarquês, mais rápido estará junto às loiras dinamarquesas, que não são tão bonitas quanto as suecas, mas ainda assim valem todo seu esforço.</p>
<p><strong>Próximo passo: Adquirir material de <span style="text-decoration: underline">qualidade</span>.</strong></p>
<p>Quanto você está disposto a pagar por esse material?</p>
<p>Se sua resposta for “o necessário”, então você pode procurar no <a href="http://www.ebay.com/">ebay</a>, na <a href="http://www.amazon.com/">Amazon</a> e em outras grandes livrarias por livros, DVDs, CDs ou qualquer coisa  em dinamarquês,  sobre dinamarquês, para dinamarquês, ou mesmo sem dinamarquês, só pra esbanjar.</p>
<p>Se sua resposta for algo como “eu até quero gastar um dinheiro, mas não posso gastar muito”, então você deve procurar por meios alternativos. Já tentou procurar livros em sebos? Eles são bem baratos! Outra alternativa é procurar material usado em sites de vendas, como o <a href="http://www.mercadolivre.com.br/">Mercado Livre</a>. Por fim, você pode também procurar em sites de relacionamentos, no orkut por exemplo, existem comunidades de venda de artigos usados.</p>
<p>Agora, se você não quer gastar dinheiro com isso, então meu caro, você ainda tem toda (ou quase toda) a internet à sua disponibilidade. No Google e na Wikipedia você pode achar muita informação gratuíta. Em outros sites mais específicos, como o Livemocha e o LingQ (parcialmente gratuito), você encontra mais informação gratuita e links para mais e mais informação gratuita.</p>
<p><strong>Mas, e se eu tiver internet ruim ou pouco tempo para ficar na internet?</strong></p>
<p>Então, meu caro, você deve procurar outros lugares que disponham de informação gratuita. Esses lugares existem e (pasmem novamente) há muito tempo. Os principais são bibliotecas públicas e centros culturais, alguns oferecem cursos gratuitos de idiomas, principalmente esses com pouca procura, como é o caso do seu dinamarquês.</p>
<p>Em suma, o que você deve fazer é procurar. Procurar. Raramente se encontra o que se quer na primeira tentativa, isso vale para tudo, procurar material para estudar um idioma não é excessão. Então vá a procura, digite no Google, no Altavista, no Cadê; pergunte aos seus amigos, à sua professora da faculdade, à sua mãe, ao seu papagaio, etc. Não desista. Uma hora você encontra o que quer. Mas é preciso procurar.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Falhar – Parte 1: A chave do sucesso!</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2010/07/falhar-parte-1-a-chave-do-sucesso/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 11:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[falhas]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrevo esta postagem me baseando no texto titulado Aim to Fail, escrito por Khatzumoto em seu blog All Japanese All The Time. Por ser o texto que mais influenciou minha maneira de encarar as coisas, tanto no aprendizado de idiomas quanto na vida toda, resolvi fazer a minha versão.
Tudo se baseia no princípio de que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevo esta postagem me baseando no texto titulado <a href="http://www.alljapaneseallthetime.com/blog/aim-to-fail" target="_blank">Aim to Fail</a>, escrito por <a href="http://alljapaneseallthetime.com/blog/about/" target="_blank">Khatzumoto</a> em seu blog <a href="http://www.alljapaneseallthetime.com/blog/" target="_blank">All Japanese All The Time</a>. Por ser o texto que mais influenciou minha maneira de encarar as coisas, tanto no aprendizado de idiomas quanto na vida toda, resolvi fazer a minha versão.</p>
<p>Tudo se baseia no princípio de que para se ter sucesso, é necessário falhar. O sucesso é diretamente proporcional a quantidade de falhas. As pessoas que conseguiram as coisas, na verdade são as que mais falharam.</p>
<p>Isto vem desde os primórdios. Podemos dizer que a humanidade chegou até o estado que se encontra atualmente graças a este princípio. Tudo foi desenvolvido em cima da tentativa e erro. Pense, para um índio descobrir que determinada planta tem efeitos medicinais, quantas plantas sem efeito algum ou até mesmo venenosas foram experimentadas? Para descobrir como fazer fogo, quantas tentativas que não deram certo houveram? Quantas vezes os irmãos Wright falharam tentando criar uma máquina capaz de voar?</p>
<p>Pelé marcou 1284 gols, mas quantos ele errou? Ele jogou 1375 partidas, sua média de sucesso é inferior a 1 gol por jogo. E mesmo assim ele é considerado o maior jogador de futebol de todos os tempos.</p>
<p>Ayrton Senna venceu 3 campeonatos de Fórmula 1, mas perdeu outros 7. Venceu 41 corridas, mas perdeu 121.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=oRG2pP_vsxg" target="_blank">Michael Jordan errou mais de 9000 arremessos e perdeu mais de 300 jogos em sua carreira.</a> Mas no fim é considerado um dos maiores jogadores de basquete da história.</p>
<p>Apesar da idéia parecer tão óbvia, a sociedade chegou em um ponto onde as falhas são condenadas e ridicularizadas, desenvolvendo nas pessoas um medo muito grande por elas, deixando-as sempre na zona de conforto.</p>
<p>A escola, por exemplo, é uma grande desencorajadora das falhas. Os alunos evitam responder perguntas do professor sem terem certeza de estarem certos pois senão todos darão rizada. O sistema de ensino trata as falhas como algo digno de punição: Se o aluno falha, ele toma uma nota vermelha, toma bronca dos pais, é enviado para uma sala de recuperação e corre o risco de repetir de ano, além de constantemente estar ouvindo dos professores que se continuar assim não terá sucesso na vida, não entrará para uma boa faculdade, não conseguirá um bom trabalho e acabará pobre.</p>
<p>Se um adolescente passa por quatro faculdades diferentes antes de encontrar aquilo que realmente gosta, ele é criticado e ridicularizado, taxado como indeciso ou preguiçoso.</p>
<p>Jovens em depressão e sem auto-estima, jovens abandonando a escola, jovens achando que não tem perspectiva de futuro e suicídios são apenas algumas das consequências mais graves desta realidade. A consequência comum é a formação de pessoas com medo de inovar e de arriscar. Pessoas que apenas seguem o fluxo ditado pelo sistema e com isso as grandes descobertas e criações vão ficando cada vez mais escassas.</p>
<p>Esse medo fortificou na cabeça das pessoas a crença no talento. Ao invés de analizar o que os levou ao sucesso, os destaques do esporte, por exemplo, são considerados apenas talentosos.</p>
<p>Ao ver uma pessoa que sabe cantar, é muito comum o comentário &#8220;Nossa, que talento natural para canto essa pessoa tem!&#8221;. Isso acontece também no aprendizado de línguas estrangeiras, é dito que certas pessoas tem facilidade para aprender idiomas, <a href="http://www.languagefreaks.com.br/2010/01/qualquer-um-pode-aprender-um-idioma/" target="_blank">sendo que na verdade qualquer um pode fazê-lo</a>.</p>
<p>A fobia pelas falhas também tem relação com <a href="http://www.languagefreaks.com.br/2010/07/por-que-criancas-aprendem-mais-rapido/" target="_blank">a crença de que as crianças aprendem mais rápido</a>. O fato é a que criança ainda não foi completamente influenciada por esse medo. Tentativa e erro é uma característica natural do ser humano, foi essa característica que nos trouxe até aqui, logo, todas as crianças possuem.</p>
<p>A criança é também menos massacrada por suas falhas. Uma criança que gosta de cantar pode passar o dia inteiro cantando desafinado que não sofrerá com piadas, pelo contrário, acharão bonitinho. Com isso, quando ela ficar mais velha, já terá falhado o suficiente para cantar bem, agora as pessoas dirão que ela tem talento. E se um adulto quiser aprender a cantar? O processo é exatamente o mesmo, horas falhando até que aos poucos ficará bom. Porém, antes mesmo de começar muitas pessoas já ativam suas crenças auto-destrutivas, assumindo que não possuem talento ou que não levam jeito para a coisa. Segundo que, se de fato tentar, será massacrada pela sociedade. No fim permanece a velha idéia de que crianças aprendem as coisas mais rápido e de que certas pessoas possuem talentos especiais para algumas habilidades.</p>
<p>Quando alguém é bom em determinada área, as pessoas costumam olhar apenas para o resultado final ao invés de analizar todo o processo que levou esse alguém ao sucesso. Esse processo quase sempre está ligado ao número de falhas. A quantidade de falhas é diretamente proporcional ao sucesso.</p>
<p>Mas o que é falhar? Para não entrarmos em uma discussão filosófica sobre o conceito de falhar, vou apenas expor qual o tipo de falha a qual me refiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Falhar significa tentar fazer aquilo que está além da sua capacidade atual. Permanecer na zona de pânico, rodeado pelo desconhecido</span>. As pessoas costumam ter medo disso, enxergam esse tipo de falha como algo pior do que ela realmente é. <span style="text-decoration: underline;">A boa notícia é que a grande maioria das falhas são na verdade inofensivas</span>. Poucos são os casos onde falhar pode colocar dinheiro ou vidas em risco.</p>
<p>Com isso, vamos as conclusões:</p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline;">Falhar é bom</span>.</li>
<li>Você deve falhar.</li>
<li>Você deve buscar situações onde possa falhar.</li>
<li>Quem não falha não desenvolve habilidades de alto nível.</li>
<li>Se alguém é bom em algo, essa pessoa falhou muito.</li>
<li>Divirta-se com a zona de pânico.</li>
</ul>
<p>Mas o que isto tem a ver com o assunto deste blog?</p>
<p>TUDO! <span style="text-decoration: underline;">Aprender um idioma é passar horas e mais horas falhando</span>.</p>
<p>Na segunda e última parte deste texto falarei sobre a ligação entre falhas e língua estrangeira. Aguarde!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pare de dar desculpas para não estudar uma língua</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2010/07/pare-de-dar-desculpas-para-nao-estudar-uma-lingua/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 04:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[auto-didatismo]]></category>
		<category><![CDATA[desculpas]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito comum encontrar pessoas dizendo que querem ou que precisam estudar um idioma mas logo em seguida despejam uma série de desculpas para não começar.
As desculpas mais comuns (e esfarrapadas) são:

Não tenho dinheiro para pagar um professor
Não tem curso em minha cidade
Não tenho tempo
Não tenho como ir ao exterior
Não sei por onde começar
Não tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum encontrar pessoas dizendo que querem ou que precisam estudar um idioma mas logo em seguida despejam uma série de desculpas para não começar.</p>
<p>As desculpas mais comuns (e esfarrapadas) são:</p>
<ul>
<li>Não tenho dinheiro para pagar um professor</li>
<li>Não tem curso em minha cidade</li>
<li>Não tenho tempo</li>
<li>Não tenho como ir ao exterior</li>
<li>Não sei por onde começar</li>
<li>Não tem ninguém para me ajudar</li>
<li>Minha internet é lenta</li>
<li>Não sei onde encontrar livros</li>
<li>Não gosto de ler na tela do computador</li>
<li>Tenho dificuldade</li>
<li>E muitas outras&#8230;</li>
</ul>
<p>Isso só reflete uma coisa: <strong>Falta de vontade!</strong></p>
<p>A pessoa que utiliza desculpas para não estudar é porque no fundo ela não quer. Simples.</p>
<p>Pare e pense: Você inventa empecilhos para não estar aprendendo? Caso a resposta seja positiva, pense novamente: Será que você realmente quer isso? Será que você realmente gosta disso?</p>
<p>Quando uma pessoa quer e gosta de algo ela <span style="text-decoration: underline;">supera qualquer barreira</span>. Não existem empecilhos, todos são devidamente contornados, <span style="text-decoration: underline;">a paixão fala mais alto e as soluções aparecem</span>.</p>
<p>Todas as soluções estão de baixo do seu nariz, basta querer encontrá-las.</p>
<ul>
<li>Não tenho dinheiro para pagar um professor<br />
<span style="color: #0000ff;">Você não precisa de um professor</span></li>
<li>Não tem curso em minha cidade<br />
<span style="color: #0000ff;">Você não precisa de um curso</span></li>
<li>Não tenho tempo<br />
<span style="color: #0000ff;">Sim, você tem, apenas precisa se organizar melhor. O dia tem 24 horas, você trabalha 24 horas por dia? Tenho certeza absoluta que não.</span></li>
<li><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">Não tenho como ir ao exterior</span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.languagefreaks.com.br/2009/12/imersao-artificial-como-criar/" target="_blank">Você não precisa ir ao exterior, graças ao advento da internet</a></span></span></li>
<li>Não sei por onde começar<br />
<span style="color: #0000ff;">Por qualquer lugar, não existe um ponto universal de início.</span></li>
<li>Não tem ninguém para me ajudar<br />
<span style="color: #0000ff;">Você não precisa de ajuda.</span></li>
<li>Minha internet é lenta<br />
<span style="color: #0000ff;">Deixe fazendo downloads de madrugada.</span></li>
<li>Não sei onde encontrar livros<br />
<span style="color: #0000ff;">Se você está lendo este blog, você tem internet. Isso é tudo.</span></li>
<li>Não gosto de ler na tela do computador<br />
<span style="color: #0000ff;">Compre uma impressora ou largue de frescurite de mariquinha.</span></li>
<li>Tenho dificuldade<br />
<a href="http://www.languagefreaks.com.br/2010/01/qualquer-um-pode-aprender-um-idioma/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Não existe dificuldades para aprender línguas pois isto é uma habilidade natural do ser humano</span></a></li>
</ul>
<p>Viu como é simples?</p>
<p>Agora, se o seu motivo for &#8220;Eu não gosto e não quero&#8221;, primeiramente parabéns por assumir, minha recomendação é que busque aquilo que gosta de fazer.</p>
<p>Até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que crianças aprendem mais rápido?</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2010/07/por-que-criancas-aprendem-mais-rapido/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 02:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[Linguística]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[significado]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns acadêmicos insistem que crianças aprendem mais rápido ou que crianças aprendem de forma diferente. Tudo isso não passa de uma tentativa de justificar as próprias falhas e a própria covardia. Criança aprende um idioma rápido porque ela não tem medo do desconhecido. As crianças ficam quietas e ouvem, não fazem perguntas sobre gramática e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns acadêmicos insistem que crianças aprendem mais rápido ou que crianças aprendem de forma diferente. Tudo isso não passa de uma tentativa de justificar as próprias falhas e a própria covardia. Criança aprende um idioma rápido porque ela não tem <a href="http://www.languagefreaks.com.br/2010/06/por-que-tanto-medo-do-desconhecido/" target="_blank">medo do desconhecido</a>. <strong>As crianças ficam quietas e ouvem, não fazem perguntas sobre gramática e não perguntam o porquê das coisas</strong>. Criança simplesmente ouve e imita.</p>
<p>Mesmo que haja alguma diferença no cérebro da criança, essa diferença é desprezível. A principal diferença entre crianças e adultos está na atitude!</p>
<p>Ao ficarmos adultos, adquirimos a péssima mania de querer uma explicação lógica para tudo. Perdemos a inocência de simplesmente acreditar nas coisas. Isso tem suas vantagens, claro. Assim evitamos ser enganados e aprender coisas erradas. Mas é importante saber diferenciar quando devemos ser adultos e quando podemos ser crianças.</p>
<p>A vantagem das crianças é exatamente o fato de não saberem nada, de não serem maduras e não terem pensamento crítico. Não é preciso, e nem devemos, raciocinar para aprender um idioma. Idioma não é uma ciência exata, não é algo feito em cima de regras e leis, não é algo que decoramos. <strong>Quanto menos perguntas fizermos, melhor</strong>! A chave é simplesmente continuar exposto a língua o maior tempo possível, absorvendo aos poucos.</p>
<p>A verdade é que <strong>nós podemos aprender mais rápido do que as crianças</strong>! Nós não temos a necessidade de aprender todo o conceito das palavras, pois já aprendemos com a nossa língua materna.</p>
<p>Lembre-se que ao assumir que uma criança aprende mais rápido você está assumindo a própria inferioridade. Como você espera aprender algo se possui uma crença limitante que diz que você não tem capacidade para aprender com eficiência máxima? Você acha bonito assumir que é pior do que um menininho de 5 anos?</p>
<p>Vamos lá, nós já fizemos isso uma vez em nossa vida. É só repetir o processo!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que tanto medo do desconhecido?</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2010/06/por-que-tanto-medo-do-desconhecido/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 16:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[auto-didatismo]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando sugiro para que um interessado em aprender um idioma assista seus filmes e séries sem legenda, a grande maioria me responde: &#8220;Mas aí eu não vou entender nada!&#8221;.
Então pergunto, qual o problema em ouvir um idioma e não entender nada? Você fez isso durante muitos anos da sua vida! Depois de nascer, nós ouvimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando sugiro para que um interessado em aprender um idioma assista seus filmes e séries sem legenda, a grande maioria me responde: &#8220;Mas aí eu não vou entender nada!&#8221;.</p>
<p>Então pergunto, qual o problema em ouvir um idioma e não entender nada? <strong>Você fez isso durante muitos anos da sua vida</strong>! Depois de nascer, nós ouvimos aproximadamente 5.000 horas da língua nativa, sem entender praticamente nada, até começarmos a soltar nossas primeiras palavras.</p>
<p>Ao aprender um idioma, é preciso acostumar-se a estar rodeado de informações desconhecidas e incompreensíveis. Terá sucesso quem aprender a se divertir com isso, se divertir em busca da compreensão, sem entrar em pânico por não estar entendendo.</p>
<p>Deixe que aqueles sons estranhos entrem pelos seus ouvidos e deixe o seu cérebro trabalhar. Qual o problema em não entender? Você é tão covarde a ponto de temer meras palavrinhas que você ainda não conhece?</p>
<p>Se você quer tanto assim entender seu seriado, trabalhe em cima disso ao invés de recorrer ao recurso mais improdutivo do universo, a legenda. Assista denovo, leia o review, leia o spoiler (tudo no idioma), assista denovo, converse sobre, leia as discussões nos fóruns. Tudo isso fará bem ao seu aprendizado. Não jogue o seu tempo fora, o que você ganha assistindo um filme legendado além de um pouquinho de diversão? Você pode ter essa mesma diversão (ou ainda maior, se você for uma pessoa que se diverte explorando o desconhecido) junto com uma boa dose de aprendizado.</p>
<p>Alguns dizem que aprendem palavras graças as legendas. Não podemos negar que é possível aprender algumas palavrinhas desta forma, o problema é que lendo a legenda, você além de estar dividindo sua atenção entre o áudio e a leitura, está criando meras associações do tipo <span style="color: #ff0000;">palavra(idioma_x) = palavra(idioma_y)</span>. <span style="text-decoration: underline;">Você não está absorvendo o idioma</span>, você não está adquirindo o idioma, <span style="text-decoration: underline;">está apenas memorizando palavras</span>.</p>
<h2 style="text-align: center;">&#8220;Um idioma não se aprende, se adquire.&#8221;</h2>
<p style="text-align: center;"><strong>PARA ENTENDER É PRECISO NÃO ENTENDER</strong></p>
<p style="text-align: left;">É importante frizar que você nunca, mas nunca acordará em um belo domingo ensolarado, após alguns anos estudando apostilas feitas para estrangeiros, memorizando listas de vocabulários ou frequentando um curso, ligará um filme no idioma estudado e entenderá tudo. Eu lhe garanto que isto <span style="text-decoration: underline;">nunca irá acontecer</span>.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;">Para entender é preciso não entender</span>. Você só se tornará capaz de entender tudo em determinado idioma depois de passar muito tempo sem entendê-lo. Isso parece óbvio, mas as pessoas simplesmente ignoram os conteúdos nativos alegando não compreendê-los, que ainda são iniciantes e estão estudando o básico. Isto está errado, exatamente por ainda não entender e ser iniciante é que você deve cair de cara nos conteúdos nativos e insistir.</p>
<p style="text-align: left;">Hoje eu assisto novelas japonesas sem legenda e posso dizer que compreendo 95% do que é falado, os outros 3% eu aprendo na hora graças ao contexto e os outros 2% são desprezíveis, totalizando 100% na compreensão das histórias. Eu só cheguei a este ponto porque assisto coisas sem legenda em japonês desde quando eu tinha apenas 1 mês de estudo!  Eu não entendia nada mas buscava me divertir com a sonoridade do idioma, com as imagens, com o cenário. Tentava ligar o som ao que estava acontecendo. Cada dia aprendia uma coisa nova, que me ajudava aprender mais no dia seguinte, criando uma bola de neve.</p>
<p style="text-align: left;">Se hoje você entende 0.5% do que é falado, semana que vem entenderá 2%. Mês que vem entenderá 3%. Ano que vem entenderá 20% e por aí vai. Não adianta sentar e ficar esperando, nenhum livro didático e nenhum professor o levará até o topo da montanha para que depois você simplesmente desça esquiando. &#8220;Se você quiser esquiar, terá que escalar a montanha&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">A sua capacidade em um idioma depende unicamente da quantidade de exposição que você se submete a ele! Não fique esperando o dia que nunca chegará! Mexa-se, vá em frente, encare o desafio bravamente!</p>
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		<title>Qualquer um pode aprender um idioma!</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 21:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[Linguística]]></category>
		<category><![CDATA[imersão]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprender idiomas não é uma habilidade especial! É uma capacidade natural dos seres humanos e qualquer um pode fazê-lo!
Várias pessoas acabam tendo sua inteligência superestimada pelo fato de dominarem uma ou várias línguas estrangeiras. Mas o problema é quando alguém se auto-denomina incapaz ou com dificuldades para tal, na maioria das vezes devido a uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aprender idiomas não é uma habilidade especial! É uma capacidade natural dos seres humanos e qualquer um pode fazê-lo!</p>
<p>Várias pessoas acabam tendo sua inteligência superestimada pelo fato de dominarem uma ou várias línguas estrangeiras. Mas o problema é quando alguém se auto-denomina incapaz ou com dificuldades para tal, na maioria das vezes devido a uma má adaptação ao sistema formal de ensino.</p>
<p>Muitos gênios da história não falavam mais do que a própria língua, assim como são infinitos os casos de pessoas que tiveram oportunidade de crescer em ambiente bilíngue mas não possuem um intelecto acima do comum.</p>
<p>Não existem pessoas com talento ou com uma facilidade especial para aprender línguas. Como disse Kató Lomb em seu livro <strong>POLYGLOT &#8211; How I Learn Languages</strong>: &#8220;<em>An innate ability to learn languages, or rather the qualities that make up this skill, are not possible to find in one person</em>&#8220;.</p>
<p>O único pré-requisito para começar a aprender um idioma é querer. A partir do momento que a pessoa realmente quer, não existem mais barreiras. Tudo é uma questão de motivação e iniciativa.</p>
<p>Quer aprender uma língua? Comece agora! Comece com aquilo que você se sente confortável. Encare o idioma sem medo, busque conteúdos de seu interesse e comece a se aventurar neste mundo desconhecido. Imagine-se uma criança redescobrindo o mundo. Uma criança ouve os adultos conversarem sem se preocupar se está entendendo o conteúdo da conversa. Uma criança assiste TV com os adultos sem se preocupar se está entendendo. Então por que nós adultos acabamos tendo tanto medo de simplesmente ouvir?</p>
<p>É assim que começa, <a href="http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/input-acima-de-tudo/">muito input</a>. No começo sem entender nada, depois entendendo um pouco até que em seu devido momento estará compreendendo praticamente tudo, durante esse processo a capacidade de falar vem se desenvolvendo naturalmente.</p>
<p>Está na hora das pessoas pararem com este processo de auto-destruição que ocorre quando assumimos que não somos capazes, que não temos intelecto suficiente ou que não temos facilidade. Todos nós podemos aprender muito bem um idioma!</p>
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		<title>6 passos para ser um bom auto-didata</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2010/01/6-passos-para-ser-um-bom-auto-didata/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 14:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[auto-didatismo]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>

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		<description><![CDATA[Steve Kaufmann, criador do sistema LingQ de estudo de idiomas, escreveu um artigo para o site PickTheBrain apresentando 6 dicas para ser um bom auto-didata.
Clique aqui para acessar o artigo (em Inglês)
Eu sou um entusiasta do auto-didatismo e compartilho da opinião de que podemos aprender com muito mais eficiência quando temos a oportunidade de controlar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Steve Kaufmann, criador do sistema LingQ de estudo de idiomas, escreveu um artigo para o site <a href="http://www.pickthebrain.com" target="_blank">PickTheBrain</a> apresentando 6 dicas para ser um bom auto-didata.</p>
<p><a href="http://www.pickthebrain.com/blog/6-steps-to-effective-self-learning/" target="_blank">Clique aqui para acessar o artigo (em Inglês)</a></p>
<p>Eu sou um entusiasta do auto-didatismo e compartilho da opinião de que podemos aprender com muito mais eficiência quando temos a oportunidade de controlar os nossos estudos. Apesar de toda evolução da tecnologia, o modelo formal de ensino continua semelhante ao que era há três séculos atrás.</p>
<p>Isso não significa o fim das escolas e salas de aula, e sim que estas devem ter seu modelo revisado. Um modelo que valorize o desenvolvimento individual de cada estudante e incentive que este se torne uma pessoa capaz de caminhar com as próprias pernas.</p>
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		<title>Imersão Artificial: Como criar</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2009/12/imersao-artificial-como-criar/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 14:19:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[imersão]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta postagem, darei dicas de atitudes que podem ser tomadas para se criar um ambiente artificial de imersão no idioma. Lembre-se que isto não é uma receita de bolo e não estamos dizendo que é assim que deve ser feito. São apenas algumas dicas para mostrar como que com um pouco de atitude podemos criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta postagem, darei dicas de atitudes que podem ser tomadas para <span style="color: #000000;">se </span>criar um ambiente artificial de imersão no idioma. Lembre-se que isto não é uma receita de bolo e não estamos dizendo que é assim que deve ser feito. São apenas algumas dicas para mostrar como que com um pouco de atitude podemos criar um ambiente de imersão.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Músicas</h3>
<p style="text-align: justify;">Garanta que pelo menos 90% do seu repertório musical seja no idioma estudado. Aprenda a gostar dos artistas daquele país, leia suas biografias e fique atento aos lançamentos. Como no Brasil, nos outros países também existem portais na internet sobre música, você deve acompanhá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas ouvir música não fará com que você aprenda a falar uma língua. Elas são um complemento e uma opção para aumentar a imersão. Música é diversão. Nos momentos em que você ouviria suas músicas rotineiras, ouça músicas no idioma.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Filmes, seriados e desenhos animados</h3>
<p style="text-align: justify;">Assist<span style="color: #000000;">a </span>muitos filmes, seriados, desenhos animados ou qualquer outro conteúdo em vídeo. Com a internet é muito fácil obter estes materiais. Hoje, temos sites como YouTube e Google Video. Aproveite-os ao máximo!</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos sites vendem conteúdo em vídeo diretamente do exterior. Você pode, por exemplo, comprar séries americanas dubladas em alemão (caso você estude alemão) ou desenhos animados japoneses dublados em inglês (caso você estude inglês).</p>
<p style="text-align: justify;">Além de milhares de outros sites que fornecem tudo isso gratuitamente. O seu melhor amigo nestas horas se chama Google. Vá a caça!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Páginas de internet</h3>
<p style="text-align: justify;">Sempre que precisar fazer uma pesquisa sobre qualquer assunto na internet, utilize sites no idioma estudado! Navegue por muitos sites, fóruns, comunidades virtuais e Wikipedia. A partir de agora, <strong>português é só em último caso</strong>!</p>
<p style="text-align: justify;">Deixe a interface de seu Orkut, GMail e outros serviços no idioma. Configure também o Google para que ele realize primeiro a busca nos sites na língua estudada.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicione muitos blogs e portais de notícia no seu leitor de RSS, assim poderá acompanhar suas atualizações todos os dias!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Amigos estrangeiros</h3>
<p>Existem zilhões de sites com chats e comunidades virtuais onde você pode conhecer estrangeiros. Sabemos que forçar a fala não é algo benéfico para o idioma, mas testar como anda seu output algumas poucas vezes na semana pode trazer um pouco mais de motivação.</p>
<h3>Livros</h3>
<p>Troque seus livros em português por livros em outro idioma. Você pode comprar facilmente pela internet em sites como o <a href="http://www.amazon.com/" target="_blank">Amazon</a>, além das milhares de outras livrarias virtuais que cada país possui. Aproveite que <span style="text-decoration: underline;">não são cobrados impostos de importação em cima de livros</span>.</p>
<h3>Utilize um SRS</h3>
<p>Uma das vantagens mais legais de adquirir o hábito de usar um <a href="http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/conhecendo-o-srs-spaced-repetition-system/" target="_blank">programa de <em>Spaced Repetition System</em></a> é que todos os dias você acaba obrigado a ver pelo menos um mínimo no idioma.</p>
<p>Alguma das dicas apresentadas parecem óbvias, mas mesmo assim muitas pessoas insistem em continuar presas a livros didáticos e salas de aula. Falta de material e conteúdo não é uma desculpa, pois graças a tecnologia, o mundo inteiro está em nossas mãos.</p>
<p>Faça com que a tecnologia trabalhe a seu favor e terá muito sucesso!</p>
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		<title>Input acima de tudo!</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mairo Vergara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linguística]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>

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		<description><![CDATA[Tanto eu quanto o Luiz somos uns “inputeros”. Calma, não é palavrão não! Eu quero dizer que somos viciados e adeptos da teoria do Input. Mas que diabos é isso? Como o Luiz explicou aqui, Input é tudo que entra, tudo o que você escuta e lê num idioma. Esse texto que você está lendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Tanto eu quanto o Luiz somos uns “inputeros”. Calma, não é palavrão não! Eu quero dizer que somos viciados e adeptos da teoria do Input. Mas que diabos é isso? Como o Luiz explicou <a href="http://www.languagefreaks.com.br/2009/10/definindo-input-e-output/">aqui</a>, Input é tudo que entra, tudo o que você escuta e lê num idioma. Esse texto que você está lendo agora, assim como a música que você está (provavelmente) escutando, são formas de Input (nesse caso, Input em língua portuguesa).</p>
<p align="justify">Quando digo que somos viciados e adeptos da teoria do input, quero dizer que acreditamos que <strong>Input é o método definitivo para se aprender idiomas</strong>. Enquanto nos métodos tradicionais a lei é “fale bastante para aprender a falar”, acreditamos justamento no oposto “fale o mínimo possível para aprender a falar!”</p>
<p align="justify">Isso pode parecer revolucionário, extremista ou sem fundamento, mas é o que a experiência de anos de estudos vem nos mostrando. Deixe-me explicar como isso funciona…</p>
<p align="justify">Por que todo mundo é capaz de responder essa pergunta quase sem pensar?</p>
<p><strong>Pergunta:</strong> What’s your name?<br />
<strong>Resposta:</strong> My name is fulano.</p>
<p align="justify">Eu creio que 80% ou mais das pessoas sabem responder a pergunta sem NUNCA terem treinado ou feito exercícios sobre &#8220;What’s your name?” e “My name is…”. A razão disso é que todo mundo já ouviu e está cansado de ouvir estas frases! De tanto ouvir, você já é capaz de repetí-las sem nunca tê-las praticado!</p>
<p align="justify">Um outro exemplo: quando você vê um comercial de TV várias vezes, não acaba lembrando das falas do comercial? “Sempre coca-cola”, “Globo e você, tudo a ver”, “Amo muito tudo isso”, “Oi!” (lembra da criancinha do comercial da Oi?), etc. Tudo isso fica guardado na nossa cabeça, incluindo a voz, o ritmo e a entonação do narrador/falante. Ninguém fica em casa repetindo “Globo e você, tudo a ver”, mas todo mundo lembra da frase e é capaz de citá-la caso necessário.</p>
<p align="justify">Isso tudo é resultado de Input. Exposição a uma determinada informação a tal ponto que ela (a informação) fica sedimentada na nossa cabeça.</p>
<p align="justify">No aprendizado de idiomas, os que aprendem mais são os que têm mais Input, ou seja, os que passam mais tempo expostos ao idioma. São aqueles que assitem a mais filmes, jogam mais videogame, leem mais livros, escutam mais músicas e assim por diante. Não adianta só ir na aula e fazer a lição, é preciso estar constantemente em contato com o idioma, deixando que a língua entre de pouquinho em pouquinho na sua cabeça.</p>
<p align="justify">Uma boa metáfora para entender a teoria do Input é pensar que existe um copo d’água dentro da sua cabeça e cada vez que você lê/escuta algo em inglês/japonês/chinês/etc. uma gota d’água é colocada no copo. Aos poucos, o copo vai enchendo. Quanto mais cheio, mais você entende. Um dia, ele vai transbordar e a água começará a sair do copo. É exatamente nesse ponto que você vai começar a falar! Você pode ver que todo mundo que fala um idioma estrangeiro tem ou teve uma alta exposição ao mesmo em algum ponto de suas vidas, seja viajando para o exterior, vendo centenas de filmes e seriados, jogando centenas de horas de videogame ou lendo toneladas de livros, revistas e blogs. É justamente essa exposição (e não as aulas e o “treino” de fala) que faz com que eles consigam falar o idioma fluentemente.</p>
<p align="justify">Gastamos tempo demais produzindo a língua (Output), fazendo exercícios e treinado a nossa fala, enquanto deveríamos estar escutando e lendo. A orientação que tenho nas escolas de inglês é fazer com que os alunos falem o máximo possível. No início, até pensei que isso daria certo, mas quanto mais eles falam, piores ficam (principalmente nos níveis iniciais), falando cada vez mais errado e entendendo cada vez menos. Já quando dou liberdade para os alunos falarem em português, porém me comunico com eles em inglês, eu noto que, quando eles precisam falar, saem-se normalmente muito melhor do que aqueles que ficaram treinando a fala sem ter tido uma boa carga de Input. Acredito que isso acontece, pois eles (os que falam bem) estão acostumados a ouvir inglês correto e compreensível, além de não terem a constante pressão e o nervosismo do tipo “tenho que falar inglês na sala”.</p>
<p align="justify">Se você tem dificuldades para falar o idioma que estuda, eu sugiro parar e pensar na quantidade de Input que recebe. Quantas horas por semana você escuta o idioma? Quantas páginas você lê? Tente aumentar esse número e diminuir o tanto que fala e faz exercícios. Continue nesse ritmo durante alguns meses e espere os resultados, pois eles virão! Como eu disse no título do post: <strong>Input acima de tudo!</strong></p>
<h2>Saiba mais<strong><br />
</strong></h2>
<p align="justify"><a href="http://www.antimoon.com/how/input.htm">Antimoon &#8211; Input</a><a href="http://www.sk.com.br/sk-krash.html"><br />
Stephen Krashen&#8217;s Theory of Second Language Acquisition</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Imersão Artificial: O que é?</title>
		<link>http://www.languagefreaks.com.br/2009/11/imersao-artificial-o-que-e/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 22:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[imersão]]></category>
		<category><![CDATA[input]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerando que para aprender um idioma precisamos de muito input, nada mais propício do que estar imerso. É assim que aprendemos o português e é assim que pessoas que fazem intercâmbio acabam aprendendo a língua estrangeira.
Mas como ficar imerso quando não temos condições de passar um tempo no país em que o idioma é falado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Considerando que para aprender um idioma precisamos de muito input, nada mais propício do que estar imerso. É assim que aprendemos o português e é assim que pessoas que fazem intercâmbio acabam aprendendo a língua estrangeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como ficar imerso quando não temos condições de passar um tempo no país em que o idioma é falado ou não temos um convívio diário com estrangeiros que falam o idioma que estamos aprendendo?</p>
<p style="text-align: justify;">Há dez anos atrás este era um problema difícil de se resolver, mas hoje, com a popularização da informática, a disponibilidade de internet rápida e o baixo preços dos players de multimídia portáteis, podemos criar o que chamo de <strong>Imersão Artificial</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de todo este avanço, muitas pessoas insistem em continuar estudando da maneira arcaica, além de reclamarem da impossibilidade de ir para o exterior e da falta de contato com estrangeiros ou outros estudantes do mesmo idioma. A grande verdade é que com a tecnologia de hoje podemos simular uma imersão suficiente para aprender um idioma tão bem quanto se estivéssemos no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Criar um ambiente de imersão artificial consiste em usufruir das facilidades do computador e da internet para estar sempre rodeado por coisas no idioma. Hoje em dia, isto é completamente plausível.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que para isso é necessário atitude e uma boa dose de querer.</p>
<p style="text-align: justify;">Comece a partir de agora a pensar no que você pode fazer para aumentar o seu contato com o idioma estudado. Providenciar mais músicas? Assistir mais vídeos? Baixar podcasts? Procurar amigos estrangeiros na internet?</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência daremos dicas de como criar esse ambiente de imersão artificial!</p>
]]></content:encoded>
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