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	<title>Leandro Facchinetti</title>
	
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	<description>Um blog hibernando</description>
	<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 01:57:18 +0000</pubDate>
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		<title>Post mortem</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 01:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Facchinetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outra Coisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela data do texto anterior a este você pode reparar que o blog não tem sido atualizado com a freqüência que merece. E este é um post para encerrar de vez minhas atividades de escritor por aqui. The dream is over.
Não estou conseguindo manter a produção como quero, e como me nego a fazer qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela data do texto anterior a este você pode reparar que o blog não tem sido atualizado com a freqüência que merece. E este é um post para encerrar de vez minhas atividades de escritor por aqui. The dream is over.</p>
<p>Não estou conseguindo manter a produção como quero, e como me nego a fazer qualquer coisa. Os arquivos ficaram no ar para lembrar meu tento nessa arte.</p>
<p>Mas talvez um dia eu volte. Nunca é tarde para a ressurreição.</p>
<p>Obrigado a todos que leram e comentaram. Nos vemos por aí.</p>
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		<title>João, Maria e o Zé</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 08:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Facchinetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou satisfeito com o nome que meus pais me deram: Leandro. Não é estranhamente incomum, nem popular o suficiente para eu encontrar homônimos em todo lugar. É fácil de escrever, ninguém fica com dúvidas na grafia, não preciso esclarecer se é com v ou w, i ou y. Fico incomodado quando confundem com Leonardo, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou satisfeito com o nome que meus pais me deram: Leandro. Não é estranhamente incomum, nem popular o suficiente para eu encontrar homônimos em todo lugar. É fácil de escrever, ninguém fica com dúvidas na grafia, não preciso esclarecer se é com <em>v</em> ou <em>w</em>, <em>i</em> ou <em>y</em>. Fico incomodado quando confundem com Leonardo, que nada tem a ver, exceto pela ex-dupla sertaneja, mas consigo viver com isso.</p>
<p>Só que nem todos têm essa mesma sorte. Circulam pela internet listas de nomes que parecem mais vingança por parte dos pais. Desses eu tenho pena, afinal o nome é importante, ele é capaz de criar uma impressão positiva ou negativa logo no primeiro contato. Segundo os autores de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Freakonomics"rel="nofollow"  onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://pt.wikipedia.org/wiki/Freakonomics');">Freakonomics</a>, ele influencia até no sucesso que o portador terá na vida.</p>
<p>Acima da todos, entretanto, tenho pena dos que são chamados de João, Maria ou Zé. Sujeito desconhecido é João-Ninguém, aquele que se faz de desentendido é João Sem Braço, piada de criança mal criada é de Joãozinho, o boneco em que você bate e ele volta é João bobo. Quem não toma decisão é Maria vai com as outras; mulher interesseira é Maria gasolina, Maria chuteira; chamam uma planta que dá em qualquer lugar de Maria sem vergonha (o nome científico é <em>Impatiens walleriana</em>, mas as Valérias foram poupadas dessa); até neologismos jogam contra, quando Maria Joana vira sinônimo de maconha.</p>
<p>Pior ainda para os Zés. Além de haver a adaptação de João-Ninguém, que se torna Zé-Ninguém, ainda existe o Zé Povinho; não contentes em chamar os otários de manés, colocaram gratuitamente um Zé na história, criando o Zé-Mané; da mesma forma com o Zé ruela. Sem falar que em todo lugar que você for, há um Zé. Quem não tem um tio Zé?</p>
<p>Nem vou entrar no mérito dos Zé Marias. Tadinhos.</p>
<p>Dentre todos esses Zés, este texto é dedicado a um em especial. O Jackson do Pandeiro, autor de Como Tem Zé, da qual só encontrei essa versão para mostrar a vocês, infelizmente, nesse vídeo não é o próprio Jackson se apresentando:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OBC5E_5QGtY" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/OBC5E_5QGtY"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">Não gosto de forró, mas o Jackson é muitas vezes classificado nesse ritmo e ele eu acho genial. O repente talvez seja a manifestação musical genuinamente tupiniquim de que eu mais gosto. Uma pena que poucas pessoas conheçam aqui no Brasil. E lá fora menos ainda, porque outros ritmos nacionais são preferidos pelos ouvidos estrangeiros. Antigamente a bossa nova e a psicodelia dos Mutantes, hoje em dia o som do CSS. Talvez aconteça assim porque esses movimentos tomem emprestadas referências com as quais eles já estão acostumados: o Jazz no caso da bossa, o rock progressivo para os Mutates e o New Rave do Cansei.</p>
<p style="text-align: left;">Mas é importante saber o que há nas entrelinhas quando o Lenine canta Jack Soul Brasileiro:</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/iVcVS1OPWR8" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/iVcVS1OPWR8"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">O refrão é a Cantiga do Sapo, o interlúdio, Chiclete com Banana, que é do Gordurinha, mas conheci na voz do Jackson. Só depois de muito tempo esse nome batizou a banda de Axé Music. E saiba também que a canção do Lenine foi feita para a Fernanda Abreu, que ajudou a inaugurar o pop rock nacional nos anos 80 com a Blitz, e hoje se diz funkeira.</p>
<p style="text-align: left;">Já esse funk do Rio, no fundo é Miami Bass, porque funk de verdade é o que James Brown fazia. E o funk, junto de outros estilos black como o R &#8216;n&#8217; B, foi a base do que se conhece por Hip-hop. Este, por sua vez, apareceu em Nova York em bairros onde moravam muitos jamaicanos, de onde veio o rei do reggae. Analisando o estilo: rimas em cima de uma batida, o hip-hop lembra muito o repente. E, de repente, a gente chega de volta no Jackson do Pandeiro.</p>
<p style="text-align: left;">No fim, está tudo interligado, é tudo uma coisa só. Mesmo nascido em 1919, o Jackson está entre nós até hoje. É assim que as coisas funcionam nesse mundo de Joães, Marias e Zés.</p>
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		<title>Sobre a venda de bebidas na estrada</title>
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		<comments>http://leandro.paralelo22.com.br/2008/04/05/sobre-a-venda-de-bebidas-na-estrada/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 22:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Facchinetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outra Coisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabemos que ocorrem muitos acidentes provocados por excesso de álcool. O otário se acha o super-homem e sai dirigindo bêbado para morrer, ou pior, matar. É um problema sério, para tentar amenizá-lo, entrou em vigor uma lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos nas margens de rodovias federais.
Não vai funcionar.
Talvez contenha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos sabemos que ocorrem muitos acidentes provocados por excesso de álcool. O otário se acha o super-homem e sai dirigindo bêbado para morrer, ou pior, matar. É um problema sério, para tentar amenizá-lo, entrou em vigor uma lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos nas margens de rodovias federais.</p>
<p>Não vai funcionar.</p>
<p>Talvez contenha um pouco o número de acidentes, mas apenas por pouco tempo e longe do resultado esperado por quem defendeu a medida. Primeiro, porque eu conheço como funcionam essas coisas: não vai demorar para surgir um mercado negro de álcool nas rodovias. É impraticável controlar completamente o comércio ilegal, por maior que sejam os esforços nesse sentido. Então, mesmo proibida, qualquer tipo de droga pode ser facilmente comprada. Dessa forma, a restrição não é apenas ridícula, é perigosa: permite que surja e se fortaleça o crime organizado.</p>
<p>E vou ser justo, isso não é problema da <a href="http://leandro.paralelo22.com.br/2008/03/08/a-patria-amada-idolatrada-salvem-salvem/" >mentalidade burra do brasileiro</a>, faz parte da natureza humana. Nos Estados Unidos, nunca se consumiu tanta bebida alcoólica quanto na época da Lei Seca. A proibição parece ter efeito contrário do que se espera, torna o consumo ainda mais atraente. E de quebra contribuiu para a criação máfia.</p>
<p>No caso da lei que entrou em vigor, a situação é ainda mais imbecil. Como se, para evitar a caspa, o melhor fosse cortar a cabeça fora de uma vez. E meu ponto não é apenas a legalização das drogas, isso é só um aspecto da minha defesa: probições em geral são ridículas. É preciso evitá-las ao máximo, até o ponto em que se torna inevitável.</p>
<p>Pode me chamar de otimista, mas creio que a educação surta muito mais efeito que acabar com o direito das pessoas. Porque uma ação autoritária do Estado não tem poder se as pessoas não concordarem em segui-la. Ninguém com bom senso deixa de dirigir quando bebe porque é proibido, faz porque sabe do perigo que correria e em que colocaria as outras pessoas.</p>
<p>Assim, só faz sentido punir quem bebe e dirige, não a venda de bebidas em si. Pode parecer confuso, mas há um mundo de diferença. Enquanto a primeira ação diz respeito a quem faz uma grande besteira, a segunda pune igualmente a todos, como se ninguém tivesse consciência do que é certo e errado.</p>
<p>A autoridade, assim como o respeito, não se impõe. E nivelar todos por baixo é uma ótima forma de não conquistá-la. Ela só existe enquanto quem obedece concorda em se submeter às regras. Em último caso, porque há muito menos policiais do que civis. E as pessoas só estarão de acordo enquanto as leis não forem ridículas. Por isso, não posso condenar quem participará do comércio ilegal de bebidas que estou prevendo.</p>
<p>Mesmo assim, tento entender o lado do Estado. Eles têm de mostrar serviço, e essa foi a forma que encontraram. Pode ser burro, mas eu não esperava muito deles, desde o início. Quando se trata do governo, precio com moderação.</p>
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		<title>Como passar no vestibular</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 08:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Facchinetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Se você já esteve por aqui antes, sabe que passei no vestibular. Em nome da sinceridade, devo dizer que o curso que escolhi não era dos mais concorridos, apenas oito candidatos por vaga. Mesmo assim, acho válido escrever sobre o que fiz para ser aprovado. Antes de começar, quero deixar claro que minha intenção não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você já esteve por aqui antes, sabe que passei no vestibular. Em nome da sinceridade, devo dizer que o curso que escolhi não era dos mais concorridos, apenas oito candidatos por vaga. Mesmo assim, acho válido escrever sobre o que fiz para ser aprovado. Antes de começar, quero deixar claro que minha intenção não é criar um tratado sobre o assunto ou um manual definitivo, nem teria autoridade para isso, mas relatar minha experiência.</p>
<p>O item número um, mais importante do que qualquer outro, é escolher o curso. Diferente do que veio até então, ensino fundamental e médio, o nível superior é mais que um conjunto de disciplinas, é uma carreira. É verdade que se pode mudar de rumo mais tarde na vida, mas, na maior parte das vezes, o curso escolhido será sua profissão.</p>
<p>Por isso acho perturbador quando vejo algumas pessoas estudando para o vestibular, realmente dando seu sangue, mesmo sem ter noção de qual curso querem prestar. O melhor investimento que os cursinhos podem fazer não são as lousas eletrônicas ou apostilas caras das quais eles se gabam, mas um psicólogo vocacional.</p>
<p>A idéia de tentar um curso para ver se gosta, e voltar a fazer o vestibular no caso negativo soa absurda. É uma total inversão de valores, quando o ato de fazer uma universidade se torna mais importante do que realmente aprender algo por lá. Ainda assim, isso acontece com freqüência assustadora. Parece que estão tentando entrar na universidade para continuar sob os cuidados dos pais, como se quisessem fugir do mundo real. Eles se tornam estudantes profissionais, depois de anos de trabalho, ainda não chegaram em lugar algum.</p>
<p>Comigo, foi diferente. Decidi o que queria fazer da vida, então passei a analisar os caminhos que me levariam onde quero. Meus pais me ajudaram muito nessa etapa. Com isso resolvi prestar o vestibular, mas, a essa altura, já sabia qual curso queria. Essa é a ordem natural dos fatos.</p>
<p>Alguns podem argumentar que, em muitos casos, ao terminar o ensino médio, a pessoa ainda é jovem demais para tomar uma decisão tão importante sobre seu futuro. Concordo com isso, só não vejo como desculpa para se aventurar em uma carreira escolhida à uni-duni-duni-tê. Não há nada de errado em passar alguns anos trabalhando para descobrir qual sua verdadeira vocação.</p>
<p>Pelo contrário, saber o que eu queria foi a melhor motivação para estudar e, acredite, foi necessária muita motivação. Isso me leva ao segundo tópico do assunto, a parte onde o sujeito estuda até não conseguir mais focar os olhos nas letrinhas escritas no livro.</p>
<p>Para início de conversa, não fiz nenhum cursinho. Nem meu ensino médio tinha foco no vestibular. Onde estudei, a prioridade são os cursos técnicos, de forma que a parte <em>ão</em> de <em>terceirão</em>, ficou em segundo plano.</p>
<p>Optei pela abordagem mais pragmática. Fiz vestibulares dos anos anteriores das universidades que tentaria, percebi minhas dificuldades, estabeleci prioridades e arrumei livros. Não poderia ser mais simples que isso, e foi eficaz. Não perdi tempo vendo o que já dominava, por outro lado, isso me exigiu maior comprometimento.</p>
<p>Não recomendo meu método para qualquer um. É preciso um quê de autodidata, afinal é mais prático fazer um cursinho e seguir o cronograma preparado por ele. Mas que fique claro: essa não é a única alternativa para alcançar o sucesso, como às vezes pode parecer.</p>
<p>Por último, e não menos importante, na hora da prova, esteja tranqüilo. Sempre treine como se fosse jogo e jogue como se fosse treino. De fato, eu levei mais a sério os simulados do que as provas de verdade. Se você sabe que ficará nervoso, aprenda uma técnica de respiração relaxante, a arte zen de meditação, faça sexo antes, o que funcionar melhor. É tão óbvio que não deveria precisar dizer isso, mas, vendo a quantidade de gente apreensiva com que tive a oportunidade de dividir a sala durante o vestibular, posso dizer que é um erro comum.</p>
<p>Depois, prepare-se para ser <a href="http://leandro.paralelo22.com.br/2008/03/07/a-historia-de-um-calouro/" >coberto de tinta e ter o cabelo cortado</a>. E mesmo que você não passe, não se desespere, lembre-se você começou isso tudo porque tinha uma carreira em mente. Há outras formas de trabalhar para chegar onde você quer, gaste o ano seguinte fazendo isso enquanto estuda.</p>
<p>A sugestão da pauta veio da <a href="http://megalopolis-blog.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://megalopolis-blog.com/');">Fabiane</a> e agradeço a ela.</p>
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		<title>Polícia para quem precisa de polícia</title>
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		<comments>http://leandro.paralelo22.com.br/2008/03/30/policia-para-quem-precisa-de-policia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 21:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Facchinetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>

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		<category><![CDATA[corrupção]]></category>

		<category><![CDATA[polícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de começar minha crítica, quero deixar claro que reconheço a importância da polícia. Não sou daqueles anarquistas que defendem o caos. Um sistema que se baseie no bom senso das pessoas seria mesmo ótimo, mas é impraticável, infelizmente. Só funciona na mentalidade pequena desses bolcheviques de mesa de bar. Sendo assim, podemos partir desse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar minha crítica, quero deixar claro que reconheço a importância da polícia. Não sou daqueles anarquistas que defendem o caos. Um sistema que se baseie no bom senso das pessoas seria mesmo ótimo, mas é impraticável, infelizmente. Só funciona na mentalidade pequena desses bolcheviques de mesa de bar. Sendo assim, podemos partir desse ponto: todos precisamos de polícia.</p>
<p>Aliás, não é difícil perceber que estou certo quanto a isso. Uma das poucas experiências de sociedade sem polícia acabou muito mal. Foi em uma cidade do Canadá em que a corporação entrou em greve. Estamos tratando de um país de primeiro mundo, civilizado, teoricamente a melhor amostra de população para tentar estabelecer a anarquia. Ainda assim, nessa situação, as pessoas agiram como selvagens, o número de crimes cometidos aumentou consideravelmente.</p>
<p>Mesmo que seja indesejável, a polícia é absolutamente necessária. Dessa forma, espera-se que ela seja uma das instituições mais sólidas e respeitáveis. Como justificar, então, a cartilha feita pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos, órgão do governo federal, com o sugestivo título <em>&#8220;A polícia me parou. E agora?</em>&#8220;? Nela, há recomendações para evitar abuso policial, entre elas: não tocar o policial, não ameaçá-lo, não fazer movimentos bruscos&#8230;</p>
<p>Agora, você deve estar se perguntando: &#8220;Onde foi que eu vi isso antes?&#8221;. Eu respondo: essas são exatamente as mesmas recomendações dadas para agir quando abordado por um criminoso! E faz sentido, às vezes estamos na posição de tratar quem deveria nos proteger da mesma forma que tratamos quem nos ameaça. Se até o governo federal admite isso, há algo de muito errado.</p>
<p>Não vou generalizar, há alguns policiais que não se enquadram nessa crítica, eles fazem jus a missão de proteger. Mas, pelo que percebo, esses são minoria. Na maior parte das vezes, somos agredidos. E isso vai muito além de tapas e pontapés. Em uma viagem de carro pelo interior do Paraná encontramos um policial rodoviário em um ponto estratégico da pista no qual a faixa se tornava contínua. Lá, ele parava os veículos com a intenção explícita de ganhar propina.</p>
<p>Era perceptível que ele não tinha intenção de multar ou orientar o motorista, ficou jogando conversa fora e sequer estava com um bloco de multas. Praticamente um mendigo de farda. E esse caso está longe de ser exceção, algumas pessoas têm até o hábito de reservar dinheiro para os guardas na estrada, quando vão viajar. A corrupção alastrada dessa forma é, para mim, uma forma de violência.</p>
<p>O mérito dessa discussão não é a quem devemos atribuir a culpa, policiais que recebem propina ou pessoas que aceitam isso e pagam. Meu objetivo é encontrar a solução. E ela é a mudança de mentalidade por parte dos envolvidos. Quando encontramos policiais como os citados, o certo a fazer é não pagar.</p>
<p>Isso envolve alterar a forma com que encaramos o sistema. Para a maioria das pessoas, corrupção é assunto de políticos, somente eles são responsáveis por esse mal. Posição conveniente essa de atribuir os problemas para algo que não podemos controlar. Mas é completamente errado.</p>
<p>Somente os casos de corrupção que envolvem políticos viram escândalos porque eles estão em maior evidência. Porém o mensalão e a caixinha do guarda são igualmente ruins, se não em proporção, com certeza em termos éticos. Ambos vêm do mesmo lugar, então para resolver a questão é preciso mudar o pensamento de cada um.</p>
<p>Por isso não tenho esperança de melhoria no futuro próximo. Talvez a única saída que reste seja mesmo assumir a sujeira toda e institucionalizar a corrupção. Quem sabe fazer como a empresa israelense que pediu dedução no Imposto de Renda pelos gastos com propina? Ela se justificou afirmando que esse tipo de gasto faz parte da tradição do país.</p>
<p>É ridículo e vergonhoso? Sim. Mas é nossa realidade.</p>
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		<title>Aula de teoria musical com a Dança do Créu</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 01:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Facchinetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<category><![CDATA[Dança do Créu]]></category>

		<category><![CDATA[teoria musical]]></category>

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		<description><![CDATA[Há momentos em que somente palavras escritas não bastam. Esse é um deles. Aperte o play.
[Estimado assinante do feed, infelizmente o plugin que uso para inserir áudio não consegue colocar um player aqui. Por gentileza, visite o site para ouvir]
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há momentos em que somente palavras escritas não bastam. Esse é um deles. Aperte o play.</p>
<p>[Estimado assinante do feed, infelizmente o plugin que uso para inserir áudio não consegue colocar um player aqui. Por gentileza, visite o site para ouvir]</p>
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		<title>Religião se discute!</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 08:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Facchinetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Quando discuto sobre religião, sempre aparece alguém dizendo que devemos simplesmente respeitar as crenças dos outros. A filosofia simplista do viva e deixe viver. Para esse tipo de gente, a crença pessoal dos outros não nos afeta, acham que forço o argumento quando digo que ela é preocupação de todos.
Leiam esse texto.
Aos olhos do tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando discuto sobre religião, sempre aparece alguém dizendo que devemos simplesmente respeitar as crenças dos outros. A filosofia simplista do <em>viva e deixe viver</em>. Para esse tipo de gente, a crença pessoal dos outros não nos afeta, acham que forço o argumento quando digo que ela é preocupação de todos.</p>
<p><a href="http://www.carloscardoso.com/2008/03/27/pergunta-do-dia-oracoes-podem-curar-diabetes/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.carloscardoso.com/2008/03/27/pergunta-do-dia-oracoes-podem-curar-diabetes/');">Leiam esse texto</a>.</p>
<p>Aos olhos do tipo de gente que descrevi no primeiro parágrafo, por mais que concordem que a atitude dos pais tenha sido completamente errada, devemos respeitar sua decisão, afinal, religião não se discute. Eles suportam a decisão dos pais em MATAR a própria filha com toda crueldade. Não consigo entender essa defesa, parece que vem de pessoas que perderam o coração.</p>
<p>Devo dizer: se você acha mesmo que a crença pessoal alheia não lhe diz respeito, você é CÚMPLICE do assassinato. Então, não consigo entender que espécie de amor ao próximo é essa que vocês dizem defender. Eu, que sou ateu, pareço ter mais sentimentos que vocês, religiosos sangue de barata.</p>
<p>A idéia de que devemos simplesmente respeitar as crenças está perigosamente errada. Mas não é difícil entender porque ela é tão difundida: a base de qualquer religião é que a fé deve ser cega, e que quem discute sobre ela está fazendo algo de errado, só nos cabe respeitar. É comum crianças ouvirem isso desde muito cedo, de forma que é possível ela considerar isso certo.</p>
<p>Aprendemos por repetição e imitação, sem necessariamente fazer juízo de valores. Ainda mais quando somos pequenos e devemos obedecer aos outros. Espero que esteja claro, não defendo a desobediência, mas não há razões para crer que o raciocínio crítico seja diferente de todo o resto, ele também deve ser ensinado, e muitas vezes não é. Pessoas que aprenderam a questionar percebem que simplesmente respeitar a religião dos outros não é correto. Devemos discutir o assunto, sim.</p>
<p>Senão, criam-se pessoas cegas, como os pais da garota e os religiosos que os defendem. Em outras palavras, criam-se homicidas.</p>
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		<title>Stand-up Comedy</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 08:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Facchinetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Lembro de, há algum tempo, estar procurando algo para assistir na tevê e, ao passar pela HBO, encontrar um espetáculo diferente de tudo que conhecia. Era apenas uma mulher no palco falando, com um microfone nas mãos; sem cenário, apenas um banco em que se encontrava uma garrafa com água. Na sua frente, milhares de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro de, há algum tempo, estar procurando algo para assistir na tevê e, ao passar pela HBO, encontrar um espetáculo diferente de tudo que conhecia. Era apenas uma mulher no palco falando, com um microfone nas mãos; sem cenário, apenas um banco em que se encontrava uma garrafa com água. Na sua frente, milhares de pessoas ocupavam vários andares de platéia. Todos rindo.</p>
<p>Mais tarde, descobri se tratar da Ellen DeGeneres, o show se chama <a href="http://br.youtube.com/watch?v=yf1cBha_Czo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://br.youtube.com/watch?v=yf1cBha_Czo');">Here &amp; Now</a>, e o que ela faz tem nome: Stand-up Comedy. É um gênero de humor em que o comediante se apresenta sozinho, sem recurso algum além de um microfone, tanto que também é conhecido por <em>humor de cara limpa</em>. Sendo assim, o destaque está todo no texto e no ator. Achei aquilo fabuloso.</p>
<p>É o que o Jô Soares e o David Letterman fazem em pequenos blocos, mas, nesse caso, com mais de uma hora de duração. Acredito que seja a forma mais direta de teatro, não há personagens ou enredo, e o objetivo é muito claro, fazer as pessoas rirem. Para isso, normalmente o texto trata de coisas cotidianas, a graça vem da reflexão.</p>
<p>Essa é outra característica que me atrai. O humor é inteligente porque não subestima a platéia, e ela é muito mais participativa do que normalmente seria. No fim, as pessoas estão mais rindo de si mesmas do que da peça. Saem todos os adereços e aparatos, as tortas na cara e narizes de palhaço, e o que sobra é nossa vida. Afinal, há algo mais hilário que ela?</p>
<p>Não pense, entretanto, que é fácil fazer esse tipo de comédia. Há sempre um texto preparado, que leva anos para ser desenvolvido. Normalmente, não se usam piadas prontas, dessas de salão, e é comum que o ator redija seu próprio material. Além disso, ele precisa saber improvisar muito bem para se adaptar ao público. Especialmente na hora de lidar com os hecklers, como são chamados os sujeitos que berram besteiras ou insultos no meio da apresentação.</p>
<p>Por conta disso, mesmo que seja uma apresentação repetida, consigo me divertir toda vez que assisto um show de stand-up comedy. Nem que seja só por invejar a capacidade desses atores de se expressar bem. Alguns acreditam que seja a modalidade mais complicada de atuação, tamanha a dificuldade de dominar uma audiência tão participativa.</p>
<p>Como o nome já entrega, o stand-up comedy não surgiu no Brasil. Mas está começando a se popularizar por aqui, o <a href="http://www.rafinhabastos.com.br/" >Rafinha Bastos</a> faz sucesso no Youtube e excursiona o país com seu <em>A arte do insulto</em>, que gostaria de assistir. Espero que, em breve, tenhamos um Jerry Seinfield tupiniquim.</p>
<p>Enquanto isso não acontece, aproveite para conhecer esse gênero. Afinal, o humor é a mais nobre manifestação da inteligência, e sua essência é o stand-up comedy.</p>
<p><a href="http://www.clubedacomedia.com.br/portal/index.php?option=com_content&amp;task=blogsection&amp;id=8&amp;Itemid=31" >Referência</a></p>
<p>Atualização: Obrigado,  Vanderlei, meu pai, pelas correções nesse texto e em vários outros.</p>
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		<title>Nessa páscoa, experimente o ooVoo</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 08:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Facchinetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[ooVoo]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde quando surgiu, o Skype é sinônimo de voip. Ele faz por merecer, é um software de qualidade e realmente inovador à época em que foi lançado. O único problema que tive com ele, até hoje, foi instalá-lo em um Ubuntu 64bits. Mas isso foi superado com a ajuda deste tutorial. Recentemente, entretanto, topei com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde quando surgiu, o <a href="http://www.skype.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.skype.com');">Skype</a> é sinônimo de voip. Ele faz por merecer, é um software de qualidade e realmente inovador à época em que foi lançado. O único problema que tive com ele, até hoje, foi instalá-lo em um <a href="http://www.ubuntu.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.ubuntu.com');">Ubuntu</a> 64bits. Mas isso foi superado com a ajuda <a href="http://divyad.wordpress.com/2007/10/29/install-skype-on-ubuntu-gutsy-710-amd-64/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://divyad.wordpress.com/2007/10/29/install-skype-on-ubuntu-gutsy-710-amd-64/');">deste tutorial</a>. Recentemente, entretanto, topei com uma de suas limitações: fazer chamadas de vídeo com apenas uma pessoa por vez.</p>
<p>Então, lembrei de um software recomendado pela <a href="http://info.abril.com.br/" >Info</a>, há uns meses. Se chama <a href="http://www.oovoo.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.oovoo.com/');">ooVoo</a>, e suporta conversas em vídeo com até seis pessoas, uma verdadeira videoconferência. Quando li, não dei importância, na maior parte das vezes, um programa desse estilo deve ter bons motivos para me convercer a mudar, afinal é um trabalho a mais: instalar outro software, migrar a lista de contatos, apresentar aos amigos que não conhecem&#8230; Mas agora eu tinha um motivo.</p>
<p>De início, ele é muito parecido com aquilo que já estamos acostumados, a interface lembra o MSN, ele faz todo o básico de um IM decente: chat, enviar arquivos, etc. Mas na primeira conversa com vídeo, já ficou clara uma sutil diferença na qualidade da imagem, ela ficou ligeiramente melhor que no Skype. Nada que, só por isso, seja razão para migrar, mas é uma vantagem.</p>
<p>Talvez se deva ao fato de o ooVoo não usar redes P2P, como o concorrente, mas não sei se isso seria bom sempre, porque assim aumenta a dependência nos servidores. O que também não é grande desculpa, porque o Skype conta com quedas feias e mal-explicadas no passado.</p>
<p>Um diferencial notável do ooVoo é ele nativamente gravar as conversas. Até os vídeos podem ser salvos, em .avi ou .flv. O Skype precisa de plugins para fazer isso, e, até onde sei, nenhum deles é grátis.</p>
<p>Além disso, é possível enviar arquivos de até 25 Mb e correio de texto, voz ou vídeo, mesmo para os contatos off-line. Há, ainda, como gravar a mensagem e armazenar no servidor do ooVoo, mandando apenas um link por e-mail para qualquer pessoa. O único problema é a limitação de um minuto de duração. Servirá bem apenas para avisos curtos.</p>
<p>Quando testei esse recurso, o vídeo engasgou um pouco na execução. Mesmo assim, fiquei bastante satisfeito com o resultado e a facilidade de uso.</p>
<p>Outro item interessante, para quem liga para os EUA ou Canadá, é que não há custo nas chamadas para esses países. Inclusive para telefones fixos e móveis que não são voip. Logicamente, não há garantias, e existe um prazo para acabar o almoço grátis: 1° de abril (não é mentira), talvez ele seja extendido.</p>
<p>Saindo da parte prática, e indo para os acessórios graciosos, é possível usar ringtones, como seria feito em um celular. E também adicionar efeitos no vídeo em tempo real. O ooVoo não faz isso nativamente, mas com um clique inicia-se o download e instalação do Webcam Max, de 21Mb.</p>
<p>Durante o processo, o Windows Vista reclamou do driver não ser certificado, no entanto, mandando ele ignorar isso e prosseguir, tudo funcionou sem exigir configuração alguma. Sequer foi necessário reiniciar o ooVoo.</p>
<p>Fiquei positivamente supreso com os efeitos. Com eles, troca-se o fundo da imagem por uma paisagem, aplica-se filtros, coloca-se rostos ou máscaras sobre a face. E ela segue os movimentos da pessoa, tudo em tempo real. Deveras divertido.</p>
<p>Com esses efeitos ativados, você pode, ainda, mudar a origem da imagem da web-cam para o cursor do mouse ou uma janela aberta. Não serviria para fazer um tutorial por causa da limitação de um minuto na gravação de vídeos, mas para ajudar alguém pela internet pode ser útil.</p>
<p>Tive a curiosidade de entrar no programa que faz esses efeitos todos, o  Webcam Max, e ele é pago. Está instalado um trial de 30 dias, e não estou certo se o plugin para o ooVoo continua a funcionar depois disso. No site da empresa não diz nada sobre o assunto, só poderei afirmar com certeza daqui um mês.</p>
<p>Enfim, o ooVoo é grátis e tem um <em>beta</em> e um logotipo espelhado, se você é como eu, isso é bom sinal. Há versões para Windows e Mac (mas, nele boa parte dos recursos legais que mencionei aqui não funcionam). <a href="http://www.oovoo.com/pt/download/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://www.oovoo.com/pt/download/');">Experimente</a>, você pode não ganhar nada, mas também não perde.</p>
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		<title>Hoje é sexta-feira, santa!</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 08:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Facchinetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outra Coisa]]></category>

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Quando escrevi que não abandonaria meu senso de humor, não foi necessariamente a esse tipo de humor que eu me referia. Mas não resisti à piada, ela é deliciosamente herética para eu deixar passar.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://leandro.paralelo22.com.br/wp-content/uploads/2008/03/1525574884_6e51ed0cb0_o.jpg" alt="http://www.flickr.com/photos/loungerie/1525574884/" /></p>
<p>Quando escrevi que <a href="http://leandro.paralelo22.com.br/2008/03/20/nao-vou-me-sabotar/" >não abandonaria meu senso de humor</a>, não foi necessariamente a esse tipo de humor que eu me referia. Mas não resisti à piada, ela é deliciosamente herética para eu deixar passar.</p>
]]></content:encoded>
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