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	<title>Keep Learning</title>
	
	<link>http://www.makemesimple.com/blog</link>
	<description>Conhecimento nunca é o bastante</description>
	<lastBuildDate>Tue, 02 Mar 2010 18:19:42 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sentinel: agora, mais transparente do que nunca</title>
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		<comments>http://www.makemesimple.com/blog/2010/03/02/sentinel-agora-mais-transparente-do-que-nunca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Húngaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gem]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Janeiro criei a gem Sentinel, que provê a funcionalidade do padrão Observer de forma transparente para código Ruby. Bom, olhando os exemplos de uso da primeira versão, é possível perceber que a biblioteca não é tão transparente assim: apesar de não alterar os métodos observados, a classe subject tem conhecimento do observer, o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.makemesimple.com/blog/2010/01/07/sentinel-observers-transparentes-para-seu-codigo-ruby/">Em Janeiro criei a gem Sentinel</a>, que provê a funcionalidade do padrão Observer de forma transparente para código Ruby. Bom, olhando os exemplos de uso da primeira versão, é possível perceber que a biblioteca não é tão transparente assim: apesar de não alterar os métodos observados, a classe subject tem conhecimento do observer, o que não é bom (nos comentários do post <em>linkado</em> acima falo sobre um &#8220;hack&#8221; para contornar isso, mas não é uma solução elegante).</p>
<p>Com o amadurecimento da ideia e algumas alterações no código, foi possível tornar a biblioteca totalmente transparente do ponto de vista do <em>subject</em><a href="http://github.com/lucashungaro/sentinel"> a partir da versão 0.2.0</a>. Segue um exemplo (ignore a &#8220;inocência&#8221; do código):</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="ruby" style="font-family:monospace;"><span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">class</span> User
  <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">def</span> save
    ...
  <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">end</span>
<span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">end</span>
&nbsp;
<span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">class</span> UserObserver
  <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">include</span> Sentinel
&nbsp;
  observe User, <span style="color:#ff3333; font-weight:bold;">:save</span>
&nbsp;
  <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">def</span> <span style="color:#0000FF; font-weight:bold;">self</span>.<span style="color:#9900CC;">notify</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">*</span>args<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span>
    <span style="color:#008000; font-style:italic;">#método chamado antes de user.save</span>
  <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">end</span>
<span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">end</span></pre></div></div>

<p>Uma atual limitação é que a interceptação é sempre feita pelo método de classe <em>notify</em> do Observer. O plano é que isso seja flexibilizado em breve.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LearningOnRails/~4/peqP2C2Elvc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sentinel: observers transparentes para seu código Ruby</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/LearningOnRails/~3/s1dBCgNwgCk/</link>
		<comments>http://www.makemesimple.com/blog/2010/01/07/sentinel-observers-transparentes-para-seu-codigo-ruby/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 18:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Húngaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ruby]]></category>

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		<description><![CDATA[Para uma determinada funcionalidade no Busk, precisava &#8220;trackear&#8221; todas as buscas feitas no site pelos usuários. Existem várias maneiras de conseguir esse resultado. Decidi por, de alguma forma, interceptar as chamadas ao método responsável pelas buscas (que faz o tratamento da query de busca enviada pelo usuário e chama o Sphinx). Uma das formas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para uma determinada funcionalidade no <a href="http://busk.com">Busk</a>, precisava &#8220;trackear&#8221; todas as buscas feitas no site pelos usuários. Existem várias maneiras de conseguir esse resultado. Decidi por, de alguma forma, interceptar as chamadas ao método responsável pelas buscas (que faz o tratamento da query de busca enviada pelo usuário e chama o Sphinx). Uma das formas de se fazer isso é através do padrão conhecido como Observer.</p>
<p>Existem algumas bibliotecas open source que implementam Observers em Ruby e até mesmo uma na própria linguagem. Porém, queria que a implementação fosse <strong>transparente</strong>, sem alterar nada no método observado, nem mesmo adicionando uma chamada para notificar os observers, <a href="http://www.informit.com/articles/article.aspx?p=1150294&#038;seqNum=3">como é feito na implementação mais comum</a>. Daí nasceu a ideia de criar uma pequena biblioteca provendo essa funcionalidade através do recurso de aliasing do Ruby e o resultado foi batizado de <a href="http://github.com/lucashungaro/sentinel">Sentinel</a>, disponibilizado como uma gem.</p>
<p>Com essa gem, é possível interceptar chamadas a métodos de instância ou de classe através de um simples mixin (veja o Readme da gem para mais informações). De forma declarativa, definimos qual o método a ser observado e qual será o Observer notificado (qualquer objeto que responda ao método <em>notify</em>).</p>
<p>Sinta-se à vontade para sugerir modificações e notificar erros.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LearningOnRails/~4/s1dBCgNwgCk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Desenvolvedor, arquiteto, programador, engenheiro…</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/LearningOnRails/~3/WnGzQ4MDbU8/</link>
		<comments>http://www.makemesimple.com/blog/2009/11/04/desenvolvedor-arquiteto-programador-engenheiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Húngaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agile]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[É realmente necessário ter equipes de arquitetura separadas de equipes de desenvolvimento? Essa pergunta é muito antiga e cada um tem uma resposta. Pra mim, não. Mas vamos pensar mais sobre isso.
Em primeiro lugar, o que é um arquiteto de software? É um desenvolvedor com muito conhecimento e experiência (minha resposta)? É um profissional diferente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É realmente necessário ter equipes de arquitetura separadas de equipes de desenvolvimento? Essa pergunta é muito antiga e cada um tem uma resposta. Pra mim, não. Mas vamos pensar mais sobre isso.</p>
<p>Em primeiro lugar, o que é um arquiteto de software? É um desenvolvedor com muito conhecimento e experiência (minha resposta)? É um profissional diferente, especificamente treinado para a arquitetura de sistemas? É alguém que possui algum &#8220;dom&#8221; especial?</p>
<p>O cargo de &#8220;Arquiteto de Software&#8221; como empregado hoje na indústria do software é mais uma <a href="http://blog.fragmental.com.br/2007/07/24/contratando-agilistas-retardatarios/" target="_blank">herança ruim da comparação entre desenvolvimento de software e construção civil</a>. Nesta última, o arquiteto faz o projeto mas, em geral, não suja as mãos no cimento. O ponto é: arquitetar um sistema de software é ou não é fundamentalmente diferente de construir software, isto é, programá-lo, testá-lo e mantê-lo? Não. Existem algumas diferenças e algumas preocupações diferentes mas é impossível dissociar as atividades no nível em que é feito em outras áreas.</p>
<p>Um fato interessante é que apenas empresas grandes, com orçamentos folgados (que, em geral, desperdiçam tempo e dinheiro com futilidades e becos sem saída) costumam oferecer o cargo de arquiteto de software. Eles geralmente ficam em equipes de arquitetura, longe das equipes que &#8220;sujam&#8221; as mãos no código no dia-a-dia. Ora, isso, por si só, <a href="http://blog.fragmental.com.br/2008/12/09/nao-vai-subir-ninguem/" target="_blank">cria as Torres de Marfim e uma certa animosidade latente</a> entre as diferentes equipes &#8211; que deveriam trabalhar em conjunto todos os dias.</p>
<p>Não faz sentido (e não é eficiente) ter equipes de arquitetura separadas, sem contato direto e constante com as equipes de desenvolvimento. Também não faz sentido empregar arquitetos de software que só planejam e não participam da execução diariamente.</p>
<p>Usando a já batida metáfora do desenvolvimento de software como jardinagem é fácil perceber que estamos longe do processo utilizado, por exemplo, na construção civil ou na indústria automobilística. Não é possível projetar todo o software com antecedência, como um prédio ou um carro, comprar a matéria-prima, contratar os operários e implementá-lo praticamente sem desvios. <strong>O projeto é o software e o software é o projeto</strong>.</p>
<p>Podemos, sim, ter um plano geral, um conjunto de guias e processos a serem seguidos, interfaces definidas, padrões e tudo mais, mas é preciso adaptação rápida à mudança. Na <strong>criação</strong> (e não construção, isso é importante) de um jardim, uma planta pode não se desenvolver por um entre vários fatores. Na <strong>criação</strong> de software, uma especificação da equipe de arquitetura pode não se encaixar nas necessidades do projeto.</p>
<p>Se houver uma &#8220;equipe de arquitetura&#8221; como uma entidade especial, separada, perde-se muito tempo para reagir às mudanças. Se os arquitetos são do tipo que se acha bom demais pra se sujar na programação as conseqüências são ainda piores &#8211; em primeiro lugar porque eles não tem noção da realidade do projeto enquanto fazem os planos e, em segundo, porque tendem a resistir à mudanças no que consideram um plano perfeito.</p>
<p>Se insistíssemos em utilizar a metáfora da construção civil, podemos comparar <strong>todo</strong> o ciclo de desenvolvimento de software com o ciclo de arquitetura e projeto de um edifício, excluindo sua construção. O desenvolvimento de software é uma atividade criativa, não &#8220;mecânica&#8221;.</p>
<p>Um desenvolvedor de software que não se atenta à arquitetura, que não tenta melhorar nos fundamentos básicos necessários ao entendimento do software como um todo, não passa de um programador &#8211; um mero codificador, facilmente substituível.</p>
<p>Um arquiteto de software que não programa, não se envolve com o dia-a-dia da produção de software e não se interessa pelos outros aspectos da disciplina, não passa de um &#8220;<a href="http://blog.fragmental.com.br/2008/08/09/analista-pedreiro/">masturbador mental de software</a>&#8220;. Daí para o que os americanos chamam de &#8220;Death by PowerPoint&#8221; leva um piscar de olhos.</p>
<p>Sim, é necessário que tenhamos a figura do &#8220;líder técnico&#8221;, aquele desenvolvedor com bastante experiência e jogo de cintura, que já viu e já fez de tudo na área. Ele, inclusive, pode ter o cargo formal de arquiteto de software. O que não pode acontecer é que ele seja um profissional isolado em uma esfera de cristal, um &#8220;deus&#8221; criando o que ele pensa ser adequado, dando ordens e ignorando eventuais questionamentos de sua intocável arquitetura. Isso é tudo o que um time de verdade não precisa.</p>
<p>Em resumo, um bom desenvolvedor é também um bom arquiteto. E um bom programador. E um bom qualquer coisa que seja necessária para criar software consistentemente.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LearningOnRails/~4/WnGzQ4MDbU8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sobre investimentos, startups, limitações e tudo mais – em um parágrafo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/LearningOnRails/~3/h-z56vxMASY/</link>
		<comments>http://www.makemesimple.com/blog/2009/10/27/sobre-investimentos-startups-limitacoes-e-tudo-mais-em-um-paragrafo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 17:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Húngaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;This is one of the reasons I encourage entrepreneurs to bootstrap instead of taking outside money. On day one, a bootstrapped company sets out to make money. They have no choice, really. On day one a funded company sets out to spend money. They hire, they buy, they invest, they spend. Making money isn’t important [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;This is one of the reasons I encourage entrepreneurs to bootstrap instead of taking outside money. On day one, a bootstrapped company sets out to make money. They have no choice, really. On day one a funded company sets out to spend money. They hire, they buy, they invest, they spend. Making money isn’t important yet. <strong>They practice spending, not making</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>&#8211; Jason Fried (37signals) em &#8220;<a href="http://37signals.com/svn/posts/1985-making-money-takes-practice-like-playing-the-piano-takes-practice">Making money takes practice like playing the piano takes practice</a>&#8221;</p>
<p>Escrevi dois posts para, no fim das contas, não conseguir expressar a mensagem. Minha falha foi tentar explicar demais o raciocínio ao invés de simplesmente expressar a conclusão (e ainda causei alguns acidentes no caminho). Pronto, através das palavras do Jason Fried, está aí tudo que eu quis dizer sobre o tema.</p>
<p>PS: Sim, os dois posts anteriores foram para o limbo. Como em todo processo criativo iterativo, as tentativas fracassadas podem ser descartadas. <img src='http://www.makemesimple.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LearningOnRails/~4/h-z56vxMASY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O ActiveSupport mexeu no seu logger? Recupere a formatação original!</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/LearningOnRails/~3/HpaIJ31Aw0M/</link>
		<comments>http://www.makemesimple.com/blog/2009/09/18/o-activesupport-mexeu-no-seu-logger-recupere-a-formatacao-original/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 18:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Húngaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente estava escrevendo um script de manutenção utilizando o logger padrão do Ruby e tudo estava indo muito bem. A formatação padrão do logger oferece uma boa quantidade de informação, com timestamp, id do processo, nível da mensagem (erro, informação etc), como na imagem abaixo:
Pouco depois, resolvi utilizar o ActiveRecord (que carrega junto o ActiveSupport) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente estava escrevendo um script de manutenção utilizando o logger padrão do Ruby e tudo estava indo muito bem. A formatação padrão do logger oferece uma boa quantidade de informação, com timestamp, id do processo, nível da mensagem (erro, informação etc), como na imagem abaixo:</p>
<div id="attachment_302" class="wp-caption aligncenter" style="width: 657px"><a href="http://www.makemesimple.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/Picture-1.png"><img src="http://www.makemesimple.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/Picture-1.png" alt="Formatação padrão do logger" title="default logger" width="485" height="56" class="size-full wp-image-302" /></a><p class="wp-caption-text">Formatação padrão do logger</p></div>
<p>Pouco depois, resolvi utilizar o ActiveRecord (que carrega junto o ActiveSupport) no script. Feito isso, o output do logger mudou para:</p>
<div id="attachment_303" class="wp-caption aligncenter" style="width: 405px"><a href="http://www.makemesimple.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/Picture-2.png"><img src="http://www.makemesimple.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/Picture-2.png" alt="Formatação com ActiveSupport" title="ActiveSupport logger output" width="315" height="41" class="size-full wp-image-303" /></a><p class="wp-caption-text">Formatação com ActiveSupport</p></div>
<p>Isso não é bom. Pesquisei um pouco e descobri que o ActiveSupport modifica a formatação padrão utilizando uma classe chamada SimpleFormatter ao invés da classe Formatter padrão do logger. </p>
<p>Desta forma, recuperar a formatação original é simples, basta modificar o formater utilizado pela sua instância do logger:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="ruby" style="font-family:monospace;">log = <span style="color:#CC00FF; font-weight:bold;">Logger</span>.<span style="color:#9900CC;">new</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span>STDOUT<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span>
log.<span style="color:#9900CC;">datetime_format</span> = <span style="color:#996600;">&quot;%d-%m-%Y %H:%M:%S&quot;</span>
&nbsp;
<span style="color:#008000; font-style:italic;"># Recuperando a formatação original</span>
log.<span style="color:#9900CC;">formatter</span> = <span style="color:#6666ff; font-weight:bold;">Logger::Formatter</span>.<span style="color:#9900CC;">new</span></pre></div></div>

<p>Também é possível alterar o formatter padrão na classe Logger. Dessa forma todas as instâncias utilizarão o formato padrão:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="ruby" style="font-family:monospace;"><span style="color:#008000; font-style:italic;"># Fazer isso após carregar o ActiveSupport para reverter a alteração do formatter</span>
<span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">class</span> <span style="color:#CC00FF; font-weight:bold;">Logger</span>
  <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">def</span> formatter
    <span style="color:#0066ff; font-weight:bold;">@formatter</span> = Formatter.<span style="color:#9900CC;">new</span>
  <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">end</span>
<span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">end</span></pre></div></div>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LearningOnRails/~4/HpaIJ31Aw0M" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Utilizando rack-debug para debugging com Passenger</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/LearningOnRails/~3/aEJF7_OszUA/</link>
		<comments>http://www.makemesimple.com/blog/2009/09/10/utilizando-rack-debug-para-debugging-com-passenger/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 20:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Húngaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rails]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.makemesimple.com/blog/?p=294</guid>
		<description><![CDATA[Desenvolver aplicações Rails utilizando o Phusion Passenger (principalmente no Mac OS X com o Passenger preference pane) é muito prático. Porém, uma coisa que logo senti falta foi a possibilidade de utilizar a gem ruby-debug quando precisava de breakpoints para debuggar o código.
Uma maneira de conseguir isso é através da gem/plugin rack-debug. Para utilizá-la, segui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolver aplicações Rails utilizando o <a target="_blank" href="http://www.modrails.com/">Phusion Passenger</a> (principalmente no Mac OS X com o <a target="_blank" href="http://www.fngtps.com/passenger-preference-pane">Passenger preference pane</a>) é muito prático. Porém, uma coisa que logo senti falta foi a possibilidade de utilizar a gem <a target="_blank" href="http://rubyforge.org/projects/ruby-debug/">ruby-debug</a> quando precisava de breakpoints para <em>debuggar</em> o código.</p>
<p>Uma maneira de conseguir isso é através da gem/plugin <a target="_blank" href="http://github.com/ddollar/rack-debug/tree/master">rack-debug</a>. Para utilizá-la, segui os passos abaixo.</p>
<p>1. Instalação</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"> $ script<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>plugin <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span> git:<span style="color: #000000; font-weight: bold;">//</span>github.com<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>ddollar<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>rack-debug.git
&nbsp;
 <span style="color: #666666; font-style: italic;"># config/environments/development.rb</span>
 config.middleware.use <span style="color: #ff0000;">&quot;Rack::Debug&quot;</span></pre></div></div>

<p>2. Chamar o debugger onde necessário:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="ruby" style="font-family:monospace;">  <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">def</span> create
    <span style="color:#0066ff; font-weight:bold;">@status</span> = current_user.<span style="color:#9900CC;">statuses</span>.<span style="color:#9900CC;">create</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span>params<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#91;</span><span style="color:#ff3333; font-weight:bold;">:status</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#93;</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span>
    debugger
    <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">if</span> <span style="color:#0066ff; font-weight:bold;">@status</span>.<span style="color:#9900CC;">valid</span>?
...</pre></div></div>

<p>3. Conectar-se ao debugger</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"> <span style="color: #666666; font-style: italic;"># No diretório da aplicação, chamar a task rake</span>
 $ rake debug
 Connected.</pre></div></div>

<p>4. Ao executar a linha onde o debugger foi chamado, a aplicação para e você tem acesso ao console do debugger</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="ruby" style="font-family:monospace;"> <span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span>rdb:<span style="color:#006666;">1</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span> <span style="color:#CC0066; font-weight:bold;">p</span> <span style="color:#0066ff; font-weight:bold;">@status</span>
 <span style="color:#008000; font-style:italic;">#&lt;Status id: 231, text: &quot;Testing rack-debug&quot;, user_id: 4, ...&gt;</span></pre></div></div>

<p>Pronto. Happy debugging! <img src='http://www.makemesimple.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Update</strong>: ao chamar a task rake, pode ocorrer um erro com a mensagem &#8220;Server is not running or Passenger has spooled down&#8221;. Neste caso, reinicie o Apache e tudo deve funcionar normalmente.</p>
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		<item>
		<title>Seu chefe é incompetente? A ciência explica!</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/LearningOnRails/~3/m2Ty61QBgms/</link>
		<comments>http://www.makemesimple.com/blog/2009/09/03/seu-chefe-e-incompetente-a-ciencia-explica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 19:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Húngaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisas feitas na Universidade de Catania, na Itália, mostram que, quanto mais promoções, mais incompetente é o profissional. A pesquisa foi feita a partir do chamado Princípio de Peter, formulado pelo psicólogo canadense Laurence J. Peter, com a seguinte frase (original, em inglês): &#8220;Every new member in a hierarchical organization climbs the hierarchy until he/she [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisas feitas na <a target="_blank" href="http://arxiv.org/abs/0907.0455">Universidade de Catania</a>, na Itália, mostram que, quanto mais promoções, mais incompetente é o profissional. A pesquisa foi feita a partir do chamado Princípio de Peter, formulado pelo psicólogo canadense Laurence J. Peter, com a seguinte frase (original, em inglês): &#8220;Every new member in a hierarchical organization climbs the hierarchy until he/she reaches his/her level of maximum incompetence&#8221;.</p>
<p>A explicação é simples: no sistema de promoção por mérito, pessoas muito boas em dada especialidade são promovidas para outras áreas, para as quais podem ser menos aptas (claro, isso só ocorre quando a promoção leva o profissional a uma área em que suas habilidades atuais não são fundamentais). Dessa forma, cair nas garras do Princípio de Peter torna-se inevitável, levando a empresa a uma perda geral de eficiência ao longo do tempo.</p>
<p>A solução, segundo os cientistas, é reservar 50% das promoções para os piores profissionais da empresa &#8211; a chance de que eles &#8220;se encontrem&#8221; nos cargos aos quais são promovidos é muito maior.</p>
<p>Que desenvolvedor de software nunca topou com esse tipo de problema? Aquele cara, ótimo desenvolvedor, acaba sendo promovido à gerente (e aceita, seja pela grana, pelo status ou por falta de opção) e é simplesmente um zero à esquerda na função. É claro que isso acontece em qualquer área, mas é nesta em que eu tenho experiência.</p>
<p>Podemos tirar duas lições disso: </p>
<ul>
<li>Se, por ser um ótimo desenvolvedor, você for agraciado com uma promoção para outra área, pense duas vezes antes de aceitar &#8211; isso pode significar o fim da sua carreira como profissional competente. Se a empresa não lhe der opção (é bem comum que só se consiga um aumento aceitando uma promoção-bomba dessas), procure outro lugar &#8211; quando você realmente é competente, escolhas não faltam. </li>
<li>Se você se tornar um empreendedor, primeiro busque ajuda especializada caso não se sinta à vontade com as tarefas necessárias nesse seu &#8220;novo cargo&#8221;. Você pode ser um ótimo designer com uma ótima ideia, mas isso não quer dizer que será um bom empresário. Além disso, pense bem na política de promoção que vai utilizar se a empresa for bem sucedida. Um exemplo: pode ser muito mais satisfatório recompensar os bons funcionários com melhorias salariais do que promovê-los a cargos para os quais eles não possuem aptidão.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Cuidado com o DRY nos seus testes</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/LearningOnRails/~3/TvZAIsrg3-U/</link>
		<comments>http://www.makemesimple.com/blog/2009/09/02/cuidado-com-o-dry-nos-seus-testes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 17:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Húngaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>
		<category><![CDATA[Test-Driven Development]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.makemesimple.com/blog/?p=283</guid>
		<description><![CDATA[Don&#8217;t Repeat Yourself é um dos princípios de desenvolvimento de software mais &#8220;badalados&#8221; nos últimos tempos. O problema é que, como tudo que se torna popular, isso acaba sendo abusado. Numa tentativa de criar código limpo é comum criar código difícil de entender. Isso afeta principalmente os testes.
Testes devem ser extremamente legíveis. Não deve existir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don%27t_repeat_yourself">Don&#8217;t Repeat Yourself</a> é um dos princípios de desenvolvimento de software mais &#8220;badalados&#8221; nos últimos tempos. O problema é que, como tudo que se torna popular, isso acaba sendo abusado. Numa tentativa de criar código limpo é comum criar código difícil de entender. Isso afeta principalmente os testes.</p>
<p>Testes devem ser extremamente legíveis. Não deve existir sobrecarga cognitiva, isto é, não deve ser necessário entender o código do teste para então entender o comportamento que ele especifica &#8211; isso deve ficar claro rapidamente. Exemplos de sobrecarga são a necessidade de &#8220;ficar pulando&#8221; entre vários arquivos ou &#8220;descriptografando&#8221; lógica mágica para entender o código do teste.</p>
<p>É fácil, então, identificar dois tipos de recursos que podem causar problemas no entendimento dos testes &#8211; há uma tênue linha separando o bom e o mal uso deles: macros e &#8220;magia negra&#8221; em forma de código Ruby.</p>
<p>Macros devem ser utilizadas com muito cuidado. É interessante utilizar macros que encapsulam código simples para economizar tempo na criação dos testes, como essa macro para especificar ações autenticadas com o Authlogic:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="ruby" style="font-family:monospace;"><span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">def</span> login_as<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span>user<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span>
  activate_authlogic   <span style="color:#008000; font-style:italic;">#this is from Authlogic::TestCase</span>
  UserSession.<span style="color:#9900CC;">create</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#123;</span>:email <span style="color:#006600; font-weight:bold;">=&gt;</span> user.<span style="color:#9900CC;">email</span>, <span style="color:#ff3333; font-weight:bold;">:password</span> <span style="color:#006600; font-weight:bold;">=&gt;</span> user.<span style="color:#9900CC;">password</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#125;</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span>
<span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">end</span></pre></div></div>

<p>Macros com muito código ou que utilizam outras macros devem ser evitadas.</p>
<p>Um problema provavelmente mais grave é a utlização de algumas técnicas de &#8220;magia negra&#8221; no código. Aquela técnica super obscura e bacana envolvendo o Enumerable que você viu num blog esses dias não deve ser usada nos testes (nem na lógica de negócios, na minha opinião): foque sempre nos idiomas comuns da linguagem. Por simples falha da minha memória agora, segue um exemplo bobo, mas válido:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="ruby" style="font-family:monospace;"><span style="color:#008000; font-style:italic;"># truque menos conhecido</span>
<span style="color:#006600; font-weight:bold;">%</span>w<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span>this is a test<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span> <span style="color:#006600; font-weight:bold;">*</span> <span style="color:#996600;">&quot;, &quot;</span>    <span style="color:#008000; font-style:italic;">#=&gt; &quot;this, is, a, test&quot;</span>
&nbsp;
<span style="color:#008000; font-style:italic;"># idioma comum</span>
<span style="color:#006600; font-weight:bold;">%</span>w<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span>this is a test<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span>.<span style="color:#9900CC;">join</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span><span style="color:#996600;">&quot;, &quot;</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span>    <span style="color:#008000; font-style:italic;">#=&gt; &quot;this, is, a, test&quot;</span></pre></div></div>

<p>Os testes, quando usados corretamente, também são a porta de entrada de novos desenvolvedores ao código já existente na aplicação. Pode ser que sua equipe seja formada por Rubistas experientes que conheçam todos os truques envolvidos, mas a adaptação de um profissional com menos experiência na linguagem pode ser muito facilitada por testes com código simples e altamente legível, mesmo que isso &#8220;custe&#8221; alguma repetição ou uso de construções mais comuns.</p>
<p>A conclusão é: em todo seu código e principalmente nos testes, evite o uso de macros que escondem muito código ou lógica relevante ao comportamento especificado e também prefira idiomas comuns, mesmo que você saiba técnicas &#8220;ninja&#8221; da linguagem.</p>
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		<item>
		<title>Você confia em métricas?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/LearningOnRails/~3/5f74IWTrt14/</link>
		<comments>http://www.makemesimple.com/blog/2009/08/31/voce-confia-em-metricas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 17:29:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Húngaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Test-Driven Development]]></category>

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		<description><![CDATA[Usar métricas no seu código é uma boa prática. Existem várias ferramentas que provém métricas muito interessantes e ferramentas, como o metric_fu, que integram várias delas.
No entanto, é preciso ter bastante cuidado. Métricas são como muletas: muito úteis quando você não consegue andar sem a ajuda delas mas, se você utilizá-las sem necessidade, vai enfraquecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Usar métricas no seu código é uma boa prática. Existem várias ferramentas que provém métricas muito interessantes e ferramentas, como o metric_fu, que integram várias delas.</p>
<p>No entanto, é preciso ter bastante cuidado. Métricas são como muletas: muito úteis quando você não consegue andar sem a ajuda delas mas, se você utilizá-las sem necessidade, vai enfraquecer suas pernas.</p>
<p>Um bom exemplo disso é uma métrica muito utilizada por quem escreve testes: a cobertura de código. É uma ferramenta muito útil quando é preciso &#8220;correr atrás&#8221; do prejuízo, isto é, adicionar testes a código sem cobertura. Nesse caso, é prática comum estabelecer uma porcentagem de cobertura a ser atingida dentro de um prazo limitado. Mas, se você pratica BDD/TDD consistentemente e não deixa código importante sem cobertura, é realmente necessário confirmar isso com um gráfico ou uma porcentagem? </p>
<p>O uso e confiança cega em métricas mesmo sem necessidade de um amparo como esse pode levar à má aplicação da técnica do desenvolvimento guiado por testes, já que ela passa a ser baseada em um número artificial &#8211; é muito fácil ter 100% de cobertura de código com uma suíte de testes ruim. Antes uma suite boa mas que, conscientemente, não passa por cada linha de código do que uma suite que execute cada linha, mas seja um lixo como especificação e ferramenta de refactoring.</p>
<p>Mais um exemplo de fragilidade fica claro no famoso e cantado aos quatro ventos <em>code to test ratio</em>: ao utilizar um framework de testes verboso, é fácil obter uma razão de linhas de teste por linhas de código muito maior do que utilizando um framework mais compacto ou macros. Me desculpe quem utiliza e divulga esse número como algum indicativo de qualidade, mas essa medida é simplesmente ridícula, além de totalmente ilusória.</p>
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		<item>
		<title>Testes envolvendo tempo: usando a gem time-warp</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/LearningOnRails/~3/Wo8cnYYjqks/</link>
		<comments>http://www.makemesimple.com/blog/2009/08/28/testes-envolvendo-tempo-usando-a-gem-time-warp/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 16:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Húngaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Rails]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>
		<category><![CDATA[Test-Driven Development]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.makemesimple.com/blog/?p=269</guid>
		<description><![CDATA[É comum que precisemos &#8220;manipular o tempo&#8221; quando escrevendo testes para código cujo comportamento depende do momento no tempo.
Uma técnica comum é utilizar um mock ou stub na classe Time do Ruby para manipular o horário de acordo com o desejado. Isso vai contra um princípio importante do uso de fake objects em testes: &#8220;Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É comum que precisemos &#8220;manipular o tempo&#8221; quando escrevendo testes para código cujo comportamento depende do momento no tempo.</p>
<p>Uma técnica comum é utilizar um mock ou stub na classe Time do Ruby para manipular o horário de acordo com o desejado. Isso vai contra um princípio importante do uso de fake objects em testes: &#8220;<a target="_blank" href="http://www.infoq.com/news/2008/08/Mock-Roles-Pryce-and-Freeman">Não use fakes em objetos que não são seus</a>&#8220;. Na maioria do tempo isso pode não causar problemas, mas alterar o comportamento de uma classe usada internamente pela linguagem não soa bem e pode causar bugs difíceis de rastrear.</p>
<p>Aí entra a gem <a target="_blank" href="http://github.com/iridesco/time-warp/tree/master">time-warp</a>. Ela ainda trabalha sobre as classes do Ruby, mas provê uma camada específica para testes para todo código executado em um bloco definido pelo programador. Um exemplo de uso (da <a target="_blank" href="http://twtapp.info/">nossa aplicação feita para o Rails Rumble</a>):</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="ruby" style="font-family:monospace;">it <span style="color:#996600;">&quot;should only silence tweets with the desired word inside the configured time interval&quot;</span> <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">do</span>
  pretend_now_is<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span><span style="color:#CC00FF; font-weight:bold;">Time</span>.<span style="color:#9900CC;">now</span>.<span style="color:#9900CC;">utc</span>.<span style="color:#9900CC;">beginning_of_day</span> <span style="color:#006600; font-weight:bold;">+</span> 1.<span style="color:#9900CC;">hour</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span> <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">do</span>
    tweet1.<span style="color:#9900CC;">sent_at</span> = 2.<span style="color:#9900CC;">minutes</span>.<span style="color:#9900CC;">ago</span>
    tweet2.<span style="color:#9900CC;">sent_at</span> = 32.<span style="color:#9900CC;">minutes</span>.<span style="color:#9900CC;">from_now</span>
    tweet3.<span style="color:#9900CC;">sent_at</span> = 1.<span style="color:#9900CC;">hour</span>.<span style="color:#9900CC;">from_now</span>
&nbsp;
    collection = <span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#91;</span>tweet1, tweet2, tweet3<span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#93;</span>
&nbsp;
    Silencer.<span style="color:#9900CC;">apply</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#40;</span>collection, <span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#123;</span>:word <span style="color:#006600; font-weight:bold;">=&gt;</span> <span style="color:#996600;">&quot;soccer&quot;</span>, <span style="color:#ff3333; font-weight:bold;">:until</span> <span style="color:#006600; font-weight:bold;">=&gt;</span> 30.<span style="color:#9900CC;">minutes</span>.<span style="color:#9900CC;">from_now</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#125;</span><span style="color:#006600; font-weight:bold;">&#41;</span>
  <span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">end</span>
&nbsp;
  tweet1.<span style="color:#9900CC;">should</span> be_filtered
  tweet2.<span style="color:#9900CC;">should</span> be_filtered
  tweet3.<span style="color:#9900CC;">should_not</span> be_filtered
<span style="color:#9966CC; font-weight:bold;">end</span></pre></div></div>

<p>A gem adiciona o método &#8220;pretend_now_is&#8221;, que recebe um parâmetro com o horário desejado e um bloco. Dentro desse bloco, todo código executado é &#8220;transportado no tempo&#8221; para o horário definido. Além de tornar a manipulação das classes de tempo mais segura, o código fica muito mais elegante.</p>
<p>Veja mais detalhes no <a target="_blank" href="http://github.com/iridesco/time-warp/blob/884623fec90687c7f3c28b8e8074a39c96946cbb/README.md">README da gem</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LearningOnRails/~4/Wo8cnYYjqks" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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