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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DUQHRnY7eCp7ImA9WhRUGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981</id><updated>2012-01-29T18:02:17.800-02:00</updated><category term="Crônicas" /><category term="Diversos" /><category term="Trovas" /><category term="Humor" /><category term="Contos" /><category term="Poesias" /><category term="Esclarecimento" /><category term="Artigos" /><category term="Imagens" /><category term="Concursos Literários" /><category term="Contos." /><title>LITERATEMA</title><subtitle type="html">UM BLOG EM CONSTRUÇÃO</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://literatema.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>86</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Literatema" /><feedburner:info uri="literatema" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;DkQBRHk_eSp7ImA9WhRUEUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-2266735010001917802</id><published>2012-01-21T17:32:00.000-02:00</published><updated>2012-01-21T17:32:35.741-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-21T17:32:35.741-02:00</app:edited><title>CRÔNICA SOBRE O CRONISTA</title><content type="html">Para todo cronista sempre chega o momento fatal em que, talvez por falta de assunto, ou por pura vaidade, quer falar de si mesmo. Às vezes, com propriedade &lt;br /&gt;
De cara, enfrenta um problema: não pode falar bem de si mesmo, porque não é ético sair por aí atirando pétalas sobre a sua simpatissíssima pessoa. Também não vai querer falar mal de si, porque, se não é um consumado cretino, também não é nenhum imbecil. De forma que generaliza, ou sai pela tangente, classificando outros sujeitos da crônica com as qualidades que gostaria de ter e exibir devido à sua superestimada personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de, necessariamente, possuir espírito crítico, o cronista não se revela, no seu trabalho, um crítico na acepção mais apropriada da palavra. O crítico faz crítica, que é a “arte ou faculdade de julgar produções ou manifestações de caráter intelectual”, segundo define o dicionário eletrônico Miniaurélio no primeiro significado da palavra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cronista é, antes de tudo, um abelhudo. Mete o nariz em toda parte. E até onde sua ação extrapola a sua competência, conforme o ponto de vista dos incomodados com o que escreve! Não é de se admirar que se torne um ser solitário. Ninguém quer a companhia de um sujeito considerado chato quando dizem que divulga ações constrangedoras da vida alheia, ao invés de, como rotineiramente ocorre, narrar histórias românticas, edificantes, ou até as que mostram apenas bom humor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como não poderia deixar de ser, como autor de textos de pretensa composição humorística, faço minha autocrônica revelando aspectos do meu lado tragicômico e da minha sensibilidade, às vezes aérea, do mundo à minha volta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relato, na crônica Minha cunhada Marlene, um flash acontecido com ela, naquele caso como distraída agente de uma invasão a um veículo que a percepção dela apontava como um táxi em serviço. Neste caso, que ora conto, ela entra apenas como coadjuvante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faz muitos anos, Marlene estava no pequeno jardim,à frente da varanda da casa do pai dela, meu sogro Paulo Pimenta de Oliveira. Conversava com a Maria Benedita, na época funcionária da ex-MinasCaixa, agência de Santa Rita do Sapucaí, que aproveitava um feriadão para passear e rever sua amiga de Boa Esperança e também colega de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava esparramado numa cadeira da varanda. De férias. Um livro de ficção — meu tipo predileto de literatura — acorrentava minha atenção. Mas um ouvido, o direito, estava mais ou menos ligado na conversa entre as duas colegas (o ouvido esquerdo não podia ligar-se em nenhuma conversa, ou som, pois era absolutamente surdo, por efeito das centenas de decibéis suportados nas discotecas frequentadas na juventude).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As duas comentavam sobre notícia do ex-presidente Emílio G. Médici —. E, quando uma delas disse: — O Emílio falou... — eu, bestamente, indaguei: — O Emílio faaala? — referindo-me, parvamente, ao mavioso canário-belga — pendurado na parede ao lado —, que minhas cunhadas haviam apelidado com aquele nome. Marlene me disse, sorrindo ante meu espanto: — A nomeação do pássaro é uma simples homenagem ao ex-presidente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se eu era capaz de confundir um canário-belga cantador com a figura do ex-presidente Emílio, que, de semelhança musical com o famoso tenor Pavarotti só exibia sobrenome italiano, podia-se esperar proezas ainda mais espetaculares do meu sistema nervoso. Que, aliás, para ser honesto, devia ser chamado de sistema calmoso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, vou contar um acontecido do qual participou meu sogro. Mas, antes, procurarei fazer dele um retrato, breve, mas que pretendo suficiente para que se capte o ser complexo vivido por ele, e sua ótima atuação na história. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as muitas qualidades de meu sogro Paulo Pimenta, como era conhecido em toda a Boa Esperança, destaco a hombridade e a seriedade. Homem de caráter firmado em bases sólidas, usufruía do respeito e admiração de seus concidadãos, pelos traços marcantes da sua personalidade. E, também, por ter superado muitos obstáculos na formação de uma família modelar, que fez jus ao legado maior que deixou para a posteridade: o tesouro do seu exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o senhor Paulo era muito mais do que isso, Afetuoso com os familiares, tratava a todos que o cercavam com atenção carinhosa. Adorava conversar, saber de todas as conquistas sociais ou tecnológicas realizadas pela humanidade. Novos conhecidos eram muito bem-vindos e tratados com urbanidade consciente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que fui um dos felizardos que teve a sorte de cair nas boas-graças do meu sogro. É um fato que posso afirmar sobre o nosso relacionamento, e só isto já me satisfaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma que, quando ele se aposentou, estando eu em Boa Esperança a serviço da inspetoria da ex-MinasCaixa, nós fomos almoçar. Após toda refeição, sempre calhava de acontecer uma pequena reunião, na sala do almoço mesmo, de três, quatro ou cinco familiares com visitantes, ou mais se não era dia útil ou se tratava de um feriado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa reunião, o senhor Paulo expunha a sua opinião sobre determinado assunto, mas agora não me lembro mais qual era o assunto, e, muito menos, a opinião. O senhor Paulo era discretíssimo e não exibia o que sabia ou intuía sobre as pessoas, Mas não regateava elogios, quando merecidos, evidentemente, porque era um homem de uma só palavra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu, simplesmente, não ouvia nada do que ele.dizia. Devia estar em um planador, onde imperava o silêncio, num vôo solo estratosférico aonde não chegava qualquer sinal proveniente do mundo lá embaixo. Na verdade, “eu viajava na maionese”!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O senhor Paulo — que possuía, também, um afiado espírito crítico dotado de apurado senso de humor, não me esperou descer das nuvens. Dirigindo-se às outras pessoas presentes, iniciou, em tom monocórdio, essa lengalenga:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Então, nós saímos para pescar, conforme o combinado. Para isso, levamos um saco cheio de parafusos sextavados, que serviriam de isca. Os peixes seriam fisgados com um martelo de borracha feito na oficina do fabricante de selas para cabritos. De repente, o capitão do iate, que nunca havia fisgado nem um contrato de café com o Banco do Brasil, ao passar por um cardume de pares de sapatos novos, deu uma martelada certeira num par dourado — e o senhor Paulo esticou bem os dois braços — desse tamanho...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu, despencando da estratosfera para cima da mesa da copa, atiçado pelo meu amor às pescarias, perguntei, lerdamente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Onde foi isso, gente? De que tamanho mesmo era o dourado? O cara pegou um par? Dois, de uma vez só, e desse tamanho?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi o suficiente para o pessoal ao redor da mesa cair na risada. Eu fiquei abobalhado, sem entender o que acontecera. Só depois que me explicaram foi que eu pude rir, também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; F I M&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-2266735010001917802?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hSNIXxQy4ZkgwKDeNHOl7NrF25o/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hSNIXxQy4ZkgwKDeNHOl7NrF25o/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Aos meus leitores,&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Durante todo este tempo em&amp;nbsp;que não apareceu uma linha sequer neste blog, minha luta foi, novamente, com o Burraldo (como apelidei o meu PC), que se recusa terminantemente a editar postagens provenientes de textos baixadps em arquivos do Windows.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Isto quer dizer que, se eu quiser gozar da benevolência do Burraldo, ele me dá&amp;nbsp;permissão de copiar, no editor do blogger,&amp;nbsp;textos que já arquivei e que, normalmente, seriam incluidos&amp;nbsp;neste espaço com um simples toque de "enter".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas o tempo que permaneci afastado foi proveitoso. Terminei um livro infanto-juvenil -&amp;nbsp;todo ilustrado pelo meu filho arquiteto/designer Luciano Messora Miranda, atualmente em Brasília, DF -&amp;nbsp;que espero publicar brevemente; terminei duas crônicas sobre hinos nacionais, e escrevi e enviei outras para o "Informativo da A.D.L." (Academia Dorense de Letras) e para o jornal de Visc. do Rio Branco, MG.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Desculpando-me pela&amp;nbsp;ausência involuntária, procurarei teclar na postagem seguinte&amp;nbsp;a crônica enviada à A. D. L.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-6675475341927568515?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/S22VOBWJqalRtZGz42Rtnzlm_cE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/S22VOBWJqalRtZGz42Rtnzlm_cE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/S22VOBWJqalRtZGz42Rtnzlm_cE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/S22VOBWJqalRtZGz42Rtnzlm_cE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/_AmQ-TQFpcc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/6675475341927568515/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=6675475341927568515&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/6675475341927568515?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/6675475341927568515?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/_AmQ-TQFpcc/ausencia-involuntaria.html" title="AUSÊNCIA INVOLUNTARIA" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2012/01/ausencia-involuntaria.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MCQHk7cSp7ImA9WhRTGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-812828105749172198</id><published>2011-11-09T13:58:00.003-02:00</published><updated>2011-11-09T14:17:41.709-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-09T14:17:41.709-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trovas" /><title>COMPENSAÇÃO</title><content type="html">Para compensar o non-sense da última postagem, segue uma mais simples:&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:10.0pt"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; mso-bidi-font-size:10.0pt"&gt;ANDANÇA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;mso-bidi-font-size:10.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:10.0pt"&gt;Já fiz muita andança,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:10.0pt"&gt;Em mil caminhos passei;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:10.0pt"&gt;Uns calos, de lembrança,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:10.0pt"&gt;Foi tudo o que eu ganhei!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoTitle" align="left" style="text-indent: 0cm; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-812828105749172198?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Atjxnn_eiufhDyhYxAz5Q-huKKU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Atjxnn_eiufhDyhYxAz5Q-huKKU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Atjxnn_eiufhDyhYxAz5Q-huKKU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Atjxnn_eiufhDyhYxAz5Q-huKKU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/jSKUfa-hsW4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/812828105749172198/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=812828105749172198&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/812828105749172198?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/812828105749172198?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/jSKUfa-hsW4/compensacao.html" title="COMPENSAÇÃO" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/11/compensacao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMCRnczfCp7ImA9WhRTF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-3977911975124701931</id><published>2011-11-08T11:52:00.001-02:00</published><updated>2011-11-08T13:34:27.984-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-08T13:34:27.984-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trovas" /><title>SÁRTA OD OSREVER OD OIRÁRTNOC O</title><content type="html">&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;margin-right: 99.8pt; text-indent: 117pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;SÁRTA OD OSREVER OD OIRÁRTNOC O&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 99.8pt; text-indent: 117pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O CONTRÁRIO DO REVERSO DO ATRÁS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 99.8pt; text-indent: 117pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;OCUOL OIEM OTXET ORRAZIB ETSE&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 99.8pt; text-indent: 117pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;ESTE BIZARRO TEXTO MEIO LOUCO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 99.8pt; text-indent: 117pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;ZARPMOC REL MEUQ A OMSEM ETA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 99.8pt; text-indent: 117pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;ATÉ MESMO A QUEM LER COMPRAZ&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 99.8pt; text-indent: 117pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;OCUOP A OCUOP EDREP OÂZAR A&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-right: 99.8pt; text-indent: 117pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A RAZÃO PERDE POUCO A POUCO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-3977911975124701931?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EN-m9NXzP2TvAI997LRl4S2uW9k/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EN-m9NXzP2TvAI997LRl4S2uW9k/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EN-m9NXzP2TvAI997LRl4S2uW9k/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EN-m9NXzP2TvAI997LRl4S2uW9k/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/THofqnXtjxs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/3977911975124701931/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=3977911975124701931&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/3977911975124701931?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/3977911975124701931?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/THofqnXtjxs/sarta-od-osrever-od-oirartnoc-o_08.html" title="SÁRTA OD OSREVER OD OIRÁRTNOC O" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/11/sarta-od-osrever-od-oirartnoc-o_08.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08BRXszfyp7ImA9WhRTFU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-8242174606823697832</id><published>2011-11-05T11:34:00.008-02:00</published><updated>2011-11-05T12:04:14.587-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-05T12:04:14.587-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trovas" /><title>NA INTERNET, EM PAZ</title><content type="html">&lt;h5&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;VOU, NAS ÁGUAS DA INTERNET,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; font-weight: normal; "&gt;O MUNDO INTEIRO NAVEGAR.&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; font-weight: normal; "&gt;NA UNIÃO QUE ELA PROMETE,&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; font-weight: normal; "&gt;VIAJAREI EM PAZ DESTE LUGAR!&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-8242174606823697832?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/obDGLy38wW_q8G1feghfwYNdtR4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/obDGLy38wW_q8G1feghfwYNdtR4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/obDGLy38wW_q8G1feghfwYNdtR4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/obDGLy38wW_q8G1feghfwYNdtR4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/jAlL8LxCyhs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/8242174606823697832/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=8242174606823697832&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/8242174606823697832?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/8242174606823697832?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/jAlL8LxCyhs/na-internet-em-paz_05.html" title="NA INTERNET, EM PAZ" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/11/na-internet-em-paz_05.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUHRX8zeCp7ImA9WhdaFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-657954334053292833</id><published>2011-10-26T11:37:00.001-02:00</published><updated>2011-10-26T11:37:14.180-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-26T11:37:14.180-02:00</app:edited><title>POESIAS E CONTOS (concurso)</title><content type="html">&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em atenção ao meu amigo virtual Benilson Toniolo,&amp;nbsp;com o fim de divulgação do III PRÊMIO ARAUCÁRIA DE LITERATURA, categorias Poesia e Conto, do Centro de&amp;nbsp;Ação Literária de Campos do Jordão, SP, por ele coordenado, passo aos meus leitores dados sobre o regulamento, contando com sua colaboração:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Participação:&lt;/strong&gt; Os autores poderão participar de ambas as categorias (poesia ou conto), com no máximo 3 (três) textos em cada categoria,&amp;nbsp;&lt;u&gt;O&amp;nbsp;tema é&amp;nbsp;livre&lt;/u&gt;, e não há limite de páginas, versos, linhas ou toques.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições&lt;/strong&gt;: de 01/09/2011 a 31/12/2011, valendo a data da postagem, mediante pagamento da taxa de&amp;nbsp;R$ 5,00 (cinco reais), por texto inscrito, depositada&amp;nbsp; no Banco Santander, agência 0087,&amp;nbsp;na conta corrente nº 3705787-1, favorecido Simone Andréia dos Santos Silva.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Remessa dos trabalhos&lt;/strong&gt;: Somente via postal, nos Correios,&amp;nbsp;com o material endereçado para o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Centro de Ação Literária de Campos do Jordão, Rua Oscar da Matta, 685 - Jd. Floriano Pinheiro, CEP 12.460.000, Campos do Jordão, SP.devem ser enviados em 2 vias, digitadas ou datilografadas contendo o pseudônimo do autor, o título do trabalho e cópia do comprovante do depósito. Anexo, em envelope menor, lacrado, constar na parte externa apenas o pseudônimo do autor, os titulos das obras e &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;a(s) categoria(s) em que concorrem.Dentro desse envelope, informar: pseudônimo, nome e endereço completos do autor, nome literário (se houver), título e categoria das obras inscritas, telefone e celular, e e-mail para contato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Importante&lt;/strong&gt;:O pseudônimo pode ser o mesmo nas duas categorias. As incrições que não apresentarem todos os dados solicitados serão impugnadas com imediata desclassificação do candidato, sem prévio aviso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Premiação&lt;/strong&gt;: O primeiro colocado de cada categoria receberá troféu e certtificado, além de participar da Antologia Literária Cidade 2012; o segundo e o terceiro colocados de cada categoria receberão medalhas e certificados. Serão escolhidos, ainda, outros sete textos de cada categoria, que receberão Certificados de&amp;nbsp; Menção Honrosa. Todos os concorrentes receberão Certificados de Participação. Os participantes, brasileiros e estrangeiros, concorrerão ainda à &lt;strong&gt;Medalha&amp;nbsp;Narciso de&amp;nbsp;Andrade&lt;/strong&gt;, em homenagem&amp;nbsp;ao advogado e poeta santista.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Divulgação do resultado&lt;/strong&gt;: Os três vencedores e os sete classificados de cada categoria serão comunicados logo após a apuração do resultado, que será divulgado ao público através de jornais e sites de literatura, A relação dos vencedores estará disponível em&amp;nbsp; &lt;a href="http://3premioaraucariadeliteratura.blogspot.com/"&gt;http://3premioaraucariadeliteratura.blogspot.com&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;
Não haverá cerimônia de premiação; as despesas com envio dos prêmios serão de responsabilidade dos organizadores.&lt;br /&gt;
Maiores informações no e-mail&amp;nbsp; &lt;a href="mailto:premioaraucariadeliteratura@bol.com.br"&gt;premioaraucariadeliteratura@bol.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-657954334053292833?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PIHi3gGWNPavXKK-SSrm_qnhKps/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PIHi3gGWNPavXKK-SSrm_qnhKps/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PIHi3gGWNPavXKK-SSrm_qnhKps/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PIHi3gGWNPavXKK-SSrm_qnhKps/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/XdYJdi5sHyQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/657954334053292833/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=657954334053292833&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/657954334053292833?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/657954334053292833?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/XdYJdi5sHyQ/poesias-e-contos-concurso.html" title="POESIAS E CONTOS (concurso)" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/10/poesias-e-contos-concurso.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4CSX47eyp7ImA9WhdaEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-6797998011034415350</id><published>2011-10-21T15:42:00.001-02:00</published><updated>2011-10-21T15:42:48.003-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-21T15:42:48.003-02:00</app:edited><title>VOLTEI, NOVAMENTE</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Meus amigos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Custou-me muitas horas de peleja, sim, peleja árdua, para que eu conseguisse editar, sem intrusão de linguagem java no texto, a 3ª e&amp;nbsp; última parte de "Fé Cega".&amp;nbsp;A luta foi contra o PC, que se recusava inserir a&amp;nbsp;derradeira fração do conto neste blog Literatema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Agora, se me perguntarem como eu consegui, não posso dizer. Porque não sei... Mistérios e magias da eletrônica, barbeiragem minha na Internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Mas o motivo principal de meu afastamento foi uma série enorme de consultas médicas, exames de laboratório, de corpo presente (apalpações, lambrecações com gel para ultrassonografia etc etc.),&amp;nbsp;pequenas intervenções cirúrgicas, tudo no&amp;nbsp;ramo da medicina.&amp;nbsp;Aproveitndo a&amp;nbsp;lenta&amp;nbsp;cicatrização de uma pequena cirurgia no pé esquerdo, duas bactérias oportunistas tomaram posse do pedaço e me proporcionaram 19 dias de internação e isolamento em hospital, recebendo altas doses de antibióticos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Felizmente, já sarei. Restam apenas um resquício de inflamação no nervo ciático, dores na perna ao levantar da cama ou de um caixote, dor no pescoço e outras queixas, mas estas não me vencem, já acostumei-me com elas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;E elas não têm o poder de me impedir de continuar comunicando-me com vocês, ao meu modo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;de ser, procurando sempre não perder o meu fio da meada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Um grande abraço para todos vocês!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-6797998011034415350?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e1nZ8TLDyCkaUffOOVssqZpu-4s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e1nZ8TLDyCkaUffOOVssqZpu-4s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e1nZ8TLDyCkaUffOOVssqZpu-4s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e1nZ8TLDyCkaUffOOVssqZpu-4s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/rLo5h4WPBjo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/6797998011034415350/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=6797998011034415350&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/6797998011034415350?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/6797998011034415350?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/rLo5h4WPBjo/voltei-novamente.html" title="VOLTEI, NOVAMENTE" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/10/voltei-novamente.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D04GSHc6fCp7ImA9WhdaEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-1478617342555599129</id><published>2011-10-21T14:43:00.000-02:00</published><updated>2011-10-21T14:52:09.914-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-21T14:52:09.914-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contos" /><title>FÉ CEGA (Parte 3ª/3)</title><content type="html">&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
(continuação da penúltima postagem)&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
“Pirou de vez”, pensou o
vizinho, enquanto observava, aborrecido, o semicírculo de curiosos que se
formava diante dele assuntando a conversa.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
— Você sabia que eu tenho
o corpo fechado?&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
“Mais essa...”&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
Ante o ar desenxabido com
que a revelação fora recebida, Ditão vangloriou-se:&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
— Foi Santo Antônio que
fechou! — Vendo a cara de descrença do vizinho e o ar parvo no rosto dos
demais, desembestou: — Então, não é ter o corpo fechado escapar do coice do
burro Barnabé? Ninguém que passa atrás dele escapa, e eu escapei da cacetada
que ele tentou me pespegar! &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
Cabeças balançaram, no
meio do povo à sua frente, em sinal de assentimento. Afinal, Ditão sempre
rematava a vestimenta com chapéu e botinas, merecia respeito.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
Animou-se com a aprovação
popular:&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
— Lembram-se da colmeia no
oco da árvore, aqui mesmo na pracinha? Pois é, todo mundo lembra! Agora me
digam se é ou não é proteção do santo, as abelhas enxameando, picando muita
gente, fazendo escarcéu; e eu, eu mesmo, sem uma mordida, nem uma picadinha...
— desembuchou Ditão. Desafiou:&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
— Até bala o santo segura!
Duvida?&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
Exaltado, retirou a
espingarda do ombro de Simeão e colocou-a nas mãos dele:&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 46.35pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 46.35pt; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;—&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Atire, Simeão! No rumo do coração. Vou provar que o
santo me protege.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 46.35pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 46.35pt; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;—&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Isso não vai dar certo, home!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 46.35pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 46.35pt; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;—&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Vai, sim! Então você vai acreditar, seu ateu! Atire!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
O tiro soou no meio da
pracinha, assustando os pardais. &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
Simeão colocou a
espingarda novamente a tiracolo e caminhou para fora do triste arremedo de jardim,
acompanhando a debandada dos pardais.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent2" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
— Eu falei que isso não ia
dar certo, home!&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; F I M&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-1478617342555599129?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UlwaUJ7HQNkC8_7Nb8_Dw7CJMV0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UlwaUJ7HQNkC8_7Nb8_Dw7CJMV0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/okJwL7XBG_U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/1478617342555599129/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=1478617342555599129&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/1478617342555599129?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/1478617342555599129?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/okJwL7XBG_U/fe-cega-parte-33.html" title="FÉ CEGA (Parte 3ª/3)" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/10/fe-cega-parte-33.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcERnc9eCp7ImA9WhZbGEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-9003321435551903801</id><published>2011-06-23T20:06:00.004-03:00</published><updated>2011-06-23T20:33:27.960-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-23T20:33:27.960-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Esclarecimento" /><title>Esclarecimento</title><content type="html">Caros amigos,&lt;div&gt;Porque o meu PC deu um pau danado, deixei a galera decepcionada, pois havia prometido postar a terceira e última parte de  &lt;i&gt;Fé Cega &lt;/i&gt;neste espaço mais ou menos na sexta-feira passada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Espero estar com esse procedimento atualizado dentro dos próximos cinco dias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meus cumprimentos e meu muito obrigado pela paciência de vocês.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-9003321435551903801?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9YyGEO4fya0yqRLnvRnJI1mQAzQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9YyGEO4fya0yqRLnvRnJI1mQAzQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9YyGEO4fya0yqRLnvRnJI1mQAzQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9YyGEO4fya0yqRLnvRnJI1mQAzQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/-jIPp2AjXxE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/9003321435551903801/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=9003321435551903801&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/9003321435551903801?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/9003321435551903801?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/-jIPp2AjXxE/esclarecimento.html" title="Esclarecimento" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/06/esclarecimento.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMFQ3w5eyp7ImA9WhZUGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-1465079053167253101</id><published>2011-06-11T12:27:00.002-03:00</published><updated>2011-06-11T12:33:32.223-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-11T12:33:32.223-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contos" /><title>FÉ CEGA - (PARTE 2ª/3)</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;(continuação da postagem anterior)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o vizinho Simeão discordava abertamente.&lt;br /&gt;—	As planta nasce mais bunita no que é seu pur causa da terra, Ditão.&lt;br /&gt;A frase era como se fosse uma ofensa grave à sua fé. Humilde, Ditão a engolia igual a um remédio amargo, apesar da revolta que lhe causava a descrença de Simeão. Replicava:&lt;br /&gt;—  E a medalha que o Brabante ganhou na exposição?&lt;br /&gt;—  Raça boa da Mimosa, mãe dele.  — rebatia o vizinho.&lt;br /&gt;“E uma ajudinha do seu compadre Cornélio” — completava, em pensamento.&lt;br /&gt;Ditão coçava a cabeça: “Uma baita graça recebida, e Simeão não acreditava. Não era à toa que o homem tinha fama de metódico, esquemático. Ele é... mas é do contra, isso sim...”&lt;br /&gt;Procurava um jeito de vencer a teimosia do vizinho e convertê-lo ao santo. Mas o diabo do homem era pirracento.&lt;br /&gt;—	A frieira da Eudineia!... — desesperava-se Ditão&lt;br /&gt;—	Quem curou ela foi o macerado de confrei, receita de siá Flausina, home!&lt;br /&gt;Com Simeão não adiantava prosa. Não acreditava, mesmo. Parecia, até, que se fazia de desentendido de propósito, só pra aperrear.&lt;br /&gt;De tanto querelar com o vizinho, passou a ser uma questão de honra para o Ditão converter o teimoso. Quanto mais Simeão negaceava, mais gana de alumiar o entendimento dele invadia o bajulador do santo. “Só mesmo com a ajuda de Santo Antônio!”, concluía. &lt;br /&gt;A ocasião para tentar convencer Simeão pareceu surgir, no domingo seguinte, na pracinha da matriz. Os pardais chilreavam, aos bandos, na manhã ensolarada de primavera. Ditão, sentado num banco, esperava Eudineia  — que já não mancava — e as crianças saírem da igreja. Nisso, por cima dos canteiros ressequidos, vai passando Simeão. Espingarda 22 a tiracolo; estivera caçando rolinhas e sabiás-laranjeira no pomar atrás do botequim para reforçar o almoço,&lt;br /&gt;Ditão gritou: — Simeão!&lt;br /&gt;Este, contrafeito, assentou-se no lugar que o vizinho abrira para ele no banco. O alvo da conversa de Ditão foi o esperado: Santo Antônio! Simeão era de pouca conversa, e não gostava de falar sobre lavoura nem gado; o pessoal da roça estava cansado de falar sobre isso, e qualquer outro assunto servia para distrair; esse papo-furado e invariável do Ditão sobre Santo Antônio já enchera as medidas.&lt;br /&gt;— Já sei! Pra acreditar na força do santo, você precisa de uma prova! — exultou Ditão com a magnífica ideia que acabava de ter.&lt;br /&gt;— Que prova, que mané prova, home?&lt;br /&gt;— Um milagre, uai! — exclamou Ditão, felicíssimo com a ideia, e de olho na espingarda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(continua na postagem seguinte)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-1465079053167253101?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ldI4qFeJcSokjeXWmYosb15DG3A/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ldI4qFeJcSokjeXWmYosb15DG3A/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ldI4qFeJcSokjeXWmYosb15DG3A/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ldI4qFeJcSokjeXWmYosb15DG3A/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/YjRQ_osDmA8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/1465079053167253101/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=1465079053167253101&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/1465079053167253101?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/1465079053167253101?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/YjRQ_osDmA8/fe-cega-parte-23.html" title="FÉ CEGA - (PARTE 2ª/3)" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/06/fe-cega-parte-23.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0ACQ38_eCp7ImA9WhZUFEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-5664680276518042645</id><published>2011-06-07T16:12:00.006-03:00</published><updated>2011-06-07T16:42:42.140-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-07T16:42:42.140-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contos" /><title>FÉ CEGA (PARTE 1ª/3)</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;div&gt;A safra de milho deste ano foi um estouro? Salve Santo Antônio! A gigantesca abóbora-de-pescoço ganhou um prêmio na exposição agropecuária? Ave Santo Antônio! A porca Redonda pariu oito sadios leitões? Viva Santo Antônio!&lt;br /&gt;No sítio do Ditão era sempre assim. Por qualquer me dá cá essa palha, tomem de vivas a Santo Antônio! Amém, meu Santo Antônio! Valha-me, Santo Antônio! — a súplica feita apenas raramente, como no dia em que a Eudineia, sua mulher, apareceu com frieira no entremeio do dedão do pé direito.&lt;br /&gt;A louvação acontecia no lugarejo todo: no sítio, na igreja, no botequim. Em qualquer lugar em que estivesse Ditão, tinha-se de escutar a contínua lisonja ao santo. No açougue do compadre Raul, certa ocasião, chegou lá o Ditão.&lt;br /&gt;—	Compadre, quero duas picanhas.&lt;br /&gt;—	Só tem uma...&lt;br /&gt;—	Valha-me, meu Santo Antônio!!! Por acaso o compadre só matou meia vaca?&lt;br /&gt;         —  Não, Ditão. Matei uma, inteira, mas mandei a metade da vaca, com a outra picanha, para o açougue do Zé da Cotinha.&lt;br /&gt;—	Tá bom. Uma picanha é melhor que nenhuma. Viva Santo Antônio!!!&lt;br /&gt;Verdade que o Ditão tinha seus motivos para a devoção. Parece que tudo que nascia na sua propriedade era mais viçoso, mais tenro, mais sadio, melhor — com exceção da frieira que deu no dedão do pé da Eudineia. Os seus filhos, fazendo escadinha, depois da missa das oito, desfilavam lampeiros na pracinha da matriz.&lt;br /&gt;A sorveteria do seu Fritz disputava com a padaria a sua produção de leite. O tourinho Brabante, parido pela Mimosa, foi condecorado com medalha de prata na exposição agropecuária local. “Graças a Santo Antônio!!!” O acaso do seu compadre Cornélio ter tomado parte da comissão julgadora não diminuía o valor da medalha para o Ditão, muito menos lhe subtraía o menor pedaço ao mérito do santo. Pelo contràrio...&lt;br /&gt;A família e os amigos estranhavam aquelas louvaminhas. Acostumados, não diziam nem sim nem não. Quem ia querer puxar briga com santo, ainda mais um de tanta devoção. O padre não gostava daquela louvação sem medida; porém não criticava.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(continua na próxima postagem)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-5664680276518042645?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PVxB-LqdICerJegE4KNc3CBb6wE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PVxB-LqdICerJegE4KNc3CBb6wE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PVxB-LqdICerJegE4KNc3CBb6wE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PVxB-LqdICerJegE4KNc3CBb6wE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/vlriUKGd-Hs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/5664680276518042645/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=5664680276518042645&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/5664680276518042645?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/5664680276518042645?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/vlriUKGd-Hs/fe-cega-parte-13.html" title="FÉ CEGA (PARTE 1ª/3)" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/06/fe-cega-parte-13.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMGSH4_cCp7ImA9WhZQGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-8233760381831890488</id><published>2011-04-26T11:59:00.016-03:00</published><updated>2011-04-26T15:43:49.048-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-26T15:43:49.048-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Concursos Literários" /><title>1º Prêmio Escriba de Crônicas / 2011</title><content type="html">Visando cooperar com os organizadores e com possíveis concorrentes, passo a seguir algumas informações sobre o "1º Prêmio Escriba de Crônicas/2011, da cidade de Piracicaba, SP.instituido pela Prefeitura Municipal através da Secretaria Municipal de Ação Cultural, com o apoio da Academia Piracicabana de Letras:&lt;br /&gt;Em &lt;a href="http://www.biblioteca.piracicaba.sp.gov.br/premioescriba"&gt;www.biblioteca.piracicaba.sp.gov.br/premioescriba&lt;/a&gt; , você encontrará o regulamento e a ficha de inscrição para o 1º Prêmio Escriba de Crônicas/2011, que distribuirá R$ 4.000,00 (quatro mil reais), R$ 3.000,00 (três mil reais) e R$ 2.000,00 (dois mil reais), respectivamente, para o 1º, 2º e 3º colocados do concurso, além de troféus e diplomas. Vinte crônicas selecionadas comporão uma antologia, a ser editada pela Secretaria Municipal de Ação Cultural de Piracicaba, sem custo para os autores agraciados.&lt;br /&gt;O autor piracicabano da melhor crônica local sera distinguido com o diploma especial do "Troféu Alcântara Machado" e a quantia de R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais);&lt;br /&gt;O prazo para inscrição, de duas crônicas, com tema livre, termina em 31/05/2011.&lt;br /&gt;Maiores informações na Biblioteca Municipal de Piracicaba "Ricardo Ferraz de Arruda Pinto", Rua Saldanha Marinho, 333 - CEP13.400-210 - Piracicaba, SP, ou no site acima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-8233760381831890488?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/coGkZilqiT9LEvKxTH4l_VBzhlA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/coGkZilqiT9LEvKxTH4l_VBzhlA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/coGkZilqiT9LEvKxTH4l_VBzhlA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/coGkZilqiT9LEvKxTH4l_VBzhlA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/SMuIlxWcVr0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/8233760381831890488/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=8233760381831890488&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/8233760381831890488?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/8233760381831890488?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/SMuIlxWcVr0/1-premio-escriba-de-cronicas-2011.html" title="1º Prêmio Escriba de Crônicas / 2011" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/04/1-premio-escriba-de-cronicas-2011.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUNQHs_fSp7ImA9WhZQGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-1426659706106893216</id><published>2011-04-05T23:51:00.021-03:00</published><updated>2011-04-26T15:41:31.545-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-26T15:41:31.545-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diversos" /><title>VOLTEI !</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Depois de, praticamente, dois anos de ausência, volto a escrever neste espaço. Havia alguma coisa no paradeiro deste blog que me incomodava, como a ponta de uma linha de plástico na costura da etiqueta da camisa: a gente leva a mão, alisa, coça. Para, por instantes, o estresse. Mas, nem bem aliviou, lá vem de novo a maldita ponta de plástico arranhando a nossa nuca. Um inferno!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sem querer, deixei o blog entregue às moscas. Motivos particulares e uma fase ruim de estado físico não permitiram que me concentrasse nos raros textos que abria. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mal aguentava meia hora, quarenta e cinco minutos diante do computador. Ficava abismado de ver meus filhos trabalhando na Internet durante horas, com pequenos intervalos para almoçar, tomar um cafezinho, ir ao banheiro etc. Sabia que não cabia termo de comparação. Eles estão numa fase muito boa de suas vidas, em pleno vigor físico e mental. Eu também estou relativamente bem, principalmente com a ajuda de rigoroso controle médico, com o contínuo e indispensável auxílio dos remédios prescritos, e os carinhosos cuidados da minha mulher. Mas como no próximo mês estarei já esbanjando os primeiros dias do meu sexagésim0 oitavo ano de existência, reconheço que não tenho gás para competir com os rapazes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para recomeçar as postagens, penso em fazer comentários, crônicas e artigos sobre fatos do nosso país e do mundo. També&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;m pretendo informar sobre eventos literários, como concursos, feiras e lançamentos de livros etc. Não deixarei, porém, de editar trabalhos como contos, crônicas, poesias e outros que, porventura, criar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Agora é torcer para receber novamente a grata visita dos amigos e das pessoas que já tiveram a gentileza e a paciência de ler os meus modestos textos. O que aplico, também, à presença virtual de novos navegantes que aportarem por estas páginas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sejam todos muito bem-vindos!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-1426659706106893216?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/osrxJjlAEzaJS9ios9Xb1Ut_W3M/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/osrxJjlAEzaJS9ios9Xb1Ut_W3M/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/osrxJjlAEzaJS9ios9Xb1Ut_W3M/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/osrxJjlAEzaJS9ios9Xb1Ut_W3M/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/Hci3yZGiAJ0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/1426659706106893216/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=1426659706106893216&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/1426659706106893216?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/1426659706106893216?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/Hci3yZGiAJ0/voltei.html" title="VOLTEI !" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2011/04/voltei.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04EQXc9fyp7ImA9WxJSFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-8413222346061896640</id><published>2009-05-06T00:14:00.001-03:00</published><updated>2009-05-06T00:18:20.967-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-06T00:18:20.967-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trovas" /><title>TROCA</title><content type="html">&lt;div align="center"&gt;Vendo a sua tristeza&lt;br /&gt;O passarinho eu soltei.&lt;br /&gt;Ele solto, que beleza,&lt;br /&gt;A alegria que me dei!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-8413222346061896640?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/shN4gReJtPjXs66wOlBfk68WwAI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/shN4gReJtPjXs66wOlBfk68WwAI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/shN4gReJtPjXs66wOlBfk68WwAI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/shN4gReJtPjXs66wOlBfk68WwAI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/4_pN7_KWp8c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/8413222346061896640/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=8413222346061896640&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/8413222346061896640?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/8413222346061896640?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/4_pN7_KWp8c/troca.html" title="TROCA" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2009/05/troca.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkABSX84fyp7ImA9WxJSEk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-3074904039799592100</id><published>2009-04-30T20:32:00.007-03:00</published><updated>2009-05-01T22:45:58.137-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-01T22:45:58.137-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contos" /><title>PARANOIA URBANA (parte 6ª/6)</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;(continuação da postagem anterior)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fixando, irada, os olhos dele, Mariana sentiu que ele baixava os braços, fazendo alguns movimentos desajeitados, e alguma coisa caiu dentro da sua bolsa. Então abandonou rapidamente o veículo, que havia parado em um ponto qualquer.&lt;br /&gt;Ao sair, verificou que o homem não a havia seguido. A chuva, por um momento, a fez esquecer o seu pavor. Estava ainda longe de sua casa mais de seis quarteirões. Abriu a sombrinha branca e, descrente de conseguir um taxi, iniciou uma aflita caminhada para o seu apartamento. Escolhia ruas onde não havia paradas da linha do ônibus que usava. Com essa estratégia, imaginava evitar um reencontro com o abominável homem que a assaltara. Mas — ela se alegrou — conseguira recuperar o seu relógio, a jóia que mais estimava, entre as poucas que possuía, porque ela o comprara em substituição ao do seu marido, que fora roubado. Apressou o passo, receosa das ruas escuras e solitárias, repletas de árvores fantasmagóricas sacudidas pela ventania.&lt;br /&gt;Ao entrar em casa, chorando, ouviu o som da campainha do telefone que ficava em cima da mesinha de cabeceira, no seu quarto. Quando chegou lá, o telefone parou de chamar. Porém ela não deu maior atenção ao aparelho, porque avistou, ao lado do mesmo, o seu relógio. Esquecera-se de colocá-lo no braço ao sair de casa para trabalhar, deduziu apavorada. “Então, o que é que está dentro da minha bolsa?” — perguntou-se, confusa.&lt;br /&gt;Correndo para a sala onde tinha deixado a bolsa, ao entrar, abriu-a, vertendo todo o seu conteúdo sobre a mesa de centro. Entre um batom, um pente, um canivete com a lâmina exposta, uma carteira e um molho de chaves, jazia um elegante relógio masculino.&lt;br /&gt;Abalada pela certeza da terrível delinquência do seu ato, ela deixou-se cair no sofá. As lágrimas, então, rolaram livres, em cascatas. “Assaltei aquele homem! E agora, o que é que eu faço?” — pensou, recriminando-se interiormente pela sua insensatez, prometendo a si mesma jamais agir daquele modo impulsivo.&lt;br /&gt;Desconsolada, virou o objeto entre os dedos. No fundo prateado, leu a seguinte dedicatória, que ela mesma, há tanto tempo, mandara gravar:&lt;br /&gt;“Ao meu querido Heleno, com o amor eterno da sua Ioneide Stella.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;F I M&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-3074904039799592100?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NJfMIFpslrScviFSAGmWZIJF31s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NJfMIFpslrScviFSAGmWZIJF31s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NJfMIFpslrScviFSAGmWZIJF31s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NJfMIFpslrScviFSAGmWZIJF31s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/gvbvf91hNnk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/3074904039799592100/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=3074904039799592100&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/3074904039799592100?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/3074904039799592100?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/gvbvf91hNnk/paranoia-urbana-parte-66.html" title="PARANOIA URBANA (parte 6ª/6)" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2009/04/paranoia-urbana-parte-66.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkIMSXk9fyp7ImA9WxJSEk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-8862862889052268060</id><published>2009-04-26T15:44:00.011-03:00</published><updated>2009-05-01T22:43:08.767-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-01T22:43:08.767-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contos" /><title>PARANOIA URBANA (parte 5ª/6)</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;(continuação da postagem anterior)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após o café, Mariana e Valderez regressaram ao trabalho. O serviço arrastou-se com a mesmice costumeira.&lt;br /&gt;Vendo os colegas se levantando, alguns já abandonando o escritório, Mariana cobriu com capas plásticas o terminal de computador que utilizava, guardou os papéis nas gavetas de sua mesa e trancou-as. Despediu-se maquinalmente dos colegas que ainda permaneciam no local e saiu do prédio. Na calçada, sob a marquise, ela constatou que a chuva persistia intensa. Abrindo sua sombrinha de tecido branco, estampada com a foto de um dos mitos atuais do cinema, ela procurou abrir caminho entre os pedestres na calçada, dirigindo-se para o ponto do ônibus que a levaria para casa.&lt;br /&gt;No ponto, a fila estendia-se, comprida, ao abrigo dos toldos de uma padaria. As pessoas pareciam exprimir nos rostos um profundo desânimo. Mariana encostou-se com relutância na parede suja de fuligem. Estava cansada. As luzes das lâmpadas fluorescentes da padaria, incidindo no seu rosto através das portas abertas, acentuavam as minúsculas rugas que já se formavam ao redor dos seus olhos sem brilho.&lt;br /&gt;O ônibus que ela esperava estacionou rente ao meio-fio. Ao sair da proteção dos toldos, seus cabelos se molharam e as suas roupas ficaram encharcadas, por causa da morosidade com que a fila evoluía. Quando chegou sua vez de subir, o ônibus arrancou, mas ela conseguiu agarrar-se ao apoio para as mãos e equilibrar-se precariamente no primeiro degrau. Empurrando violentamente o corpo para a frente, permitiu que a porta se fechasse, evitando uma queda fatal. Aos poucos, ainda assustada, Mariana foi seguindo pelo corredor e passou pela roleta do cobrador. Conseguiu espremer-se entre o grupo de passageiros situados mais à frente. Quase não havia espaço para ela. Estava apertada no meio de um punhado de pessoas que a acotovelavam, pisavam-lhe os pés, transmitiam-lhe a umidade que trouxeram da chuva.&lt;br /&gt;O coletivo seguia pelas ruas alagadas. De repente, Mariana sentiu vários movimentos bruscos ao seu redor e alguém roçou com violência o seu braço esquerdo, onde usava o relógio, no momento em que o ônibus executou uma curva acentuada. Um homem encontrava-se virtualmente colado às suas costas. Ela virou a cabeça, encarando-o, mas o homem não retribuiu ao seu olhar. Ele aparentava observar, distraído, os reflexos brilhantes das luzes externas nas gotas da chuva coladas nos vidros das janelas. Ela olhou então para o seu pulso esquerdo e o seu relógio não estava lá. A raiva instantaneamente a dominou. Atordoada, Mariana retirou da bolsa um canivete e abriu sua lâmina. Contorcendo-se, ficou frente a frente com o homem. Fazendo com que ele visse a arma apontada para sua barriga, ela escancarou a bolsa, e disse-lhe:&lt;br /&gt;— Rápido! Ponha o relógio na minha bolsa, imediatamente!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(continua na próxima postagem)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-8862862889052268060?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Em cima da mesa, um objeto prismático anunciava, em letras douradas  sobre fundo azul, o nome “IONEIDE STELLA GOMES” e o cargo “CHEFE DE SEÇÃO”. Mas quem recebeu as folhas impressas das mãos de Mariana foi sua colega Valderez. Com um indisfarçável corpanzil, alimentado ininterruptamente com perigosas porções de calorias, Valderez tinha o riso fácil e contagiante das pessoas sempre bem- humoradas. Eficiente, dedicada, era sempre escolhida para substituir a chefe nos eventuais afastamentos, como agora que Ioneide Stella ausentara-se do serviço em férias. Valderez  acolheu, com evidente satisfação, o convite que Mariana lhe fez para tomarem juntas o café. Na copa, Mariana e Valderez sentaram-se a um canto, afastadas dos outros funcionários e puseram-se a conversar, depois que cada uma serviu-se de um copo de leite e pão com manteiga.&lt;br /&gt;Como é comum acontecer em um diálogo entre colegas de trabalho, a conversa delas enveredou por um rumo inesperado. Após algumas considerações sobre o mau tempo, Valderez estava falando sobre Ioneide Stella, a chefe ausente. Mariana ficou sabendo que Ioneide Stella, proveniente de família pobre, conseguira formar-se em engenharia, enfrentando, consequentemente, dificuldades sobrehumanas. Enquanto estudava, obtivera uma vaga de estagiária na firma, onde estava desde os vinte anos. As agruras que enfrentara, talvez, a tornaram secarrona. Valderez riu, relembrando a ocasião em que Ioneide Stella reduziu verbalmente a frangalhos um deputado que pretendia suborná-la a propósito de um fornecimento de material superfaturado, colocando-o em seguida porta afora.&lt;br /&gt;Mariana lamentou-se com Valderez que não conseguia fazer amizade com sua chefe, e confidenciou-lhe que até receava sua rudeza. Valderez concordou, acrescentado que Ioneide Stella não concedia intimidade a ninguém, mostrando-se sempre extremamente severa com os subalternos. Ela era assim, disse Valderez, mesmo com os funcionários que se destacavam no cumprimento dos seus deveres. Enquanto trabalhassem direitinho, tudo bem; mas, ai! se saíssem dos trilhos... seriam imediatamente advertidos e colocados em seus respectivos  lugares, como o escriturário que Mariana estava substituindo, que ela achava ter sido despedido por pura perseguição de Ioneide Stella. No fundo, no fundo, afirmava Valderez, devia haver ali um coração de pedra. Ela não o abrandava por nada deste mundo. Também tinha o costume de esconder meticulosamente a sua vida pessoal, “que não é da conta de ninguém”, como ela não se cansava de dizer a qualquer um que tentasse imiscuir-se em sua existência privada...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(continua na postagem seguinte)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-322232896127273982?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Visualizava-o como um escritório de dimensões desproporcionais, envolto numa sufocante neblina. O teto parecia baixar sobre sua cabeça, aumentando a sensação pungente de falta de ar; as goteiras deixavam-na ensopada. O lençol de água em que ela chapinhava concorria para imobilizá-la, tornando imprecisos seus esforços para sair daquele lugar. A umidade deslizou-lhe pelo ventre e vazou entre suas coxas... Em torno da sua virilha desenhou-se, nas calças jeans que vestia, uma mancha vermelha. Ficou envergonhada, como vítima de uma hemorragia íntima no meio de todas aquelas pessoas estranhas, que a circundavam com ares ameaçadores. Só a presença da chuva simulava uma espécie de realidade naquele sepulcral mundo de neblina...&lt;br /&gt;A chuva fustigava as folhas das bauínias, plantadas em fila na beira da calçada, lá embaixo. Chovera a noite inteira...&lt;br /&gt;Os dígitos vermelhos do rádio-relógio de cabeceira indicavam seis horas. O sistema despertador funcionou nesse momento, com uma estridência irritante. Mariana acordou desorientada, nas brumas do pesadelo, que se desfaziam. Aliviada com o fim do mau sonho, mas contrariada com a interrupção do seu sono, premeu o botão que desativava, por um breve período, o alarme do aparelho, cerrou os olhos e dormiu por mais cinco minutos. Essa espécie de ritual matutino repetiu-se por mais duas vezes. Por fim, ergueu-se da cama e aproximou-se da janela do seu quarto, dois andares acima da rua, que ela observou pelos vidros embaçados. A enxurrada descia pela sarjeta, rápida como uma cascata; o azul do céu cedia o espaço a escuras nuvens cinzentas, anunciando um dia típico de contínuo aguaceiro na capital.&lt;br /&gt;Transpondo o corredor do apartamento, ela entrou no quarto da sua filha de dezessete anos e despertou-a. Depois tomou um banho de chuveiro, bem quente, mas, sem conseguir se relaxar, dirigiu-se para a cozinha onde preparou o café da manhã.&lt;br /&gt;Mariana Alves Coelho era uma mulher de quarenta e seis anos. Enviuvara dois anos antes, após uma longa doença de seu marido, e vira-se compelida a trabalhar pela sua sobrevivência e a da sua filha. Aceitara a oferta de um amigo da família, dono de um escritório de engenharia, para trabalhar como secretária. Mas não possuía qualificação profissional maior que um razoável desempenho datilográfico. Acreditava, por isso, ter contraído uma dívida eterna para com o empresário. Para trabalhar, mudou-se do interior para Belo Horizonte. A loja de autopeças do marido foi vendida, e então ela comprou um apartamento pequeno, de dois quartos, em um prédio decadente do bairro Padre Eustáquio. Agora vivia da pequena pensão que recebia da previdência oficial e do seu salário de secretária.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(continua na próxima postagem)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-436162066661832900?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/P2qowcjpX7fQaoXHq_F2R-uri50/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/P2qowcjpX7fQaoXHq_F2R-uri50/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZUuaz0FE7k8oHmLmy-4jYnDljJo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZUuaz0FE7k8oHmLmy-4jYnDljJo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZUuaz0FE7k8oHmLmy-4jYnDljJo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZUuaz0FE7k8oHmLmy-4jYnDljJo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/rVEgXEev4eE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/8267467676554270374/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=8267467676554270374&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/8267467676554270374?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/8267467676554270374?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/rVEgXEev4eE/tobe-parte-33.html" title="TOBÉ (parte 3ª/3)" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2009/03/tobe-parte-33.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMBRnw6fSp7ImA9WxVVGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-3550941284965591264</id><published>2009-03-12T00:00:00.006-03:00</published><updated>2009-03-12T00:10:57.215-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-12T00:10:57.215-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crônicas" /><title>TOBÉ (parte 2ª/3)</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;(continuação)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tobé apareceu por volta de 1963, ou 64, 65... Chegou à casa, que foi nossa, na Avenida São João Batista, como se sempre tivesse vivido com a gente. Não disse nada. De repente, sem mais nem por quê, de surpresa, ali estava, como um fato rotineiro. Nunca o vi comendo. Tobé exibia sempre a estampa de um animal bem-alimentado. O pessoal lá de casa não teve tempo de criar o hábito de lhe dar comida. Na fresca sombra do caramanchão formado pela planta conhecida em algumas regiões por sete-léguas, trepadeira que nos dava cachos de belas flores cor-de-rosa além de mandruvás aos montes, reunia-se a moçada, assentada em tábuas de construção estendidas sobre pequenas pilhas de tijolos. Tobé assistia nossas reuniões aboletado sob um dos arcos — sempre o mesmo, o primeiro atrás da escada da entrada social — que davam acesso ao porão de ventilação do assoalho. Assuntava, estirado de barriga no chão e com as patas dianteiras sobre o nariz, como um canídeo que se preza. Uma das minhas irmãs, possivelmente a Marina, Malu ou a Maura, batizou-o de Tobé. Um nome original pra cachorro, anagrama de Beto, nosso primo da Rua Nova que possuía o mesmo temperamento bonachão. Afinal, era o Beto em figura de cachorro e o cachorro em figura de Beto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(continua na próxima postagem)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-3550941284965591264?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0czn237owy3WEXGART_QX5IOMWw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0czn237owy3WEXGART_QX5IOMWw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0czn237owy3WEXGART_QX5IOMWw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0czn237owy3WEXGART_QX5IOMWw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/gjuEEcidncA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/3550941284965591264/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=3550941284965591264&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/3550941284965591264?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/3550941284965591264?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/gjuEEcidncA/tobe-parte-23.html" title="TOBÉ (parte 2ª/3)" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2009/03/tobe-parte-23.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEBRH09fCp7ImA9WxVVEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-2817024613329553913</id><published>2009-03-04T23:09:00.013-03:00</published><updated>2009-03-05T15:27:35.364-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-05T15:27:35.364-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crônicas" /><title>TOBÉ (parte 1ª/3)</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Versos a um cão.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pela estrada da vida subi morros&lt;br /&gt;desci ladeiras... E afinal te digo:&lt;br /&gt;se entre os amigos encontrei cachorros,&lt;br /&gt;entre os cachorros encontrei-te, amigo!&lt;br /&gt;A meu cão Príncipe.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Belmiro Braga&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TOBÉ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Em que se narra em breves linhas a história de Tobé, um vira-lata que era um lorde.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o mais genuíno vira-lata. Justamente porque não se parecia com os vira-latas. Tinha o porte senhoril, auto-suficiente, originado sabe-se lá de que ancestral de fina raça, talvez de um perdigueiro com pedigree e medalha de quem herdara o fino faro, indispensável para encontrar comida nos lugares mais improváveis e suficiente para mantê-lo com a fina camada de gordura que o fazia parecer animal de estimação, sugerindo dono cuidadoso com sua aparência; ou era o resultado da mistura de sangue por cruza com labrador, de quem exibia a pelagem lustrosa cor-de-mel. A mansidão, com certeza, era o legado de algum cocker spaniel — porém não no comprimento dos pelos, que eram curtos, já grisalhando. Foi um dos poucos, senão o único, aturado pela minha incurável cinofobia. Um pavor que obscurece em mim a razão em luta contra os sentidos, que se opõem até à implícita homenagem desta crônica. Incrível era o seu respeito pela privacidade dos amigos: Tobé não tinha o obsceno hábito de cheirar-lhes as pernas ou as partes enfiando-lhes o focinho; nem a nojenta mania de algumas raças de lamber mãos, caras e bocas de amigos e desconhecidos, ou o irritante costume de saltitar em volta das pessoas tentando morder-lhes as pontas dos dedos. Também não latia nem uivava. Quando era necessário, fazia da sua voz um apelo quase musical ao dono ideal imaginário. Considerava-se amigo de todos, mas não pertencia a ninguém. Como um legítimo cão das ruas, só andava nas calçadas, entre os pedestres. Respeitava nosso direito de ir e vir, da mesma forma que o exigia para si. E não gostava de ser “tratado como cachorro”. Aliás, hoje em dia, é maior o número de cães bem-tratados. Excetuados, naturalmente, os esterilizados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(continua na próxima postagem)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-2817024613329553913?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OWengeBHQtBV1nx_NKunJP8vPB4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OWengeBHQtBV1nx_NKunJP8vPB4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/0Nx7SIVhPbk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/2817024613329553913/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=2817024613329553913&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/2817024613329553913?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/2817024613329553913?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/0Nx7SIVhPbk/tobe-parte-13.html" title="TOBÉ (parte 1ª/3)" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2009/03/tobe-parte-13.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMNR3YzfCp7ImA9WxVWEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-8056787410390393517</id><published>2009-02-19T01:23:00.013-03:00</published><updated>2009-02-19T03:21:36.884-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-02-19T03:21:36.884-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diversos" /><title>Beira lago - Boa Esperança, MG</title><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_05pLB0u6CBk/SZz4yNNDsgI/AAAAAAAAADY/iE1yw4yu9gw/s1600-h/Lago+BE.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304388002557178370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_05pLB0u6CBk/SZz4yNNDsgI/AAAAAAAAADY/iE1yw4yu9gw/s400/Lago+BE.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para dar uma canja do visual de Boa Esperança, MG, aos concorrentes do "VII Concurso de Contos de Boa Esperança/2008", aos meus amigos(as) e destemidos visitantes deste blog, segue uma foto, tirada pela minha irmã no ano passado, de um pequeno trecho da avenida - aqui, na parte central da cidade - que recebe vários nomes: Av. Juscelino Kubistchek (Centro), Av. São Vicente de Paula, Av. Gov Aureliano Chaves de Mendonça etc., denominada popularmente como Avenida Beira-lago (que tem um entorno de mais ou menos 10 Km, quase todo asfaltado, envolvido em grande parte pela cidade; um estreitamento do lençol d'água, feito por uma ponte, revela o acréscimo de mais 30 km à periferia do lago. Quase 3 vezes maior do que a Pampulha, em BeloHorizonte, ostentando o nome oficial de Lago dos Encantos, se presta à prática de esportes náuticos, caminhadas pelo calçadão ao lado da imensidão de águas azuis, pescarias etc. A cidade sedia atualmente etapas e o evento final da parte nacional do Campeonato Mundial de Jetsky. Possui ainda um circuito de motocross, que atrai pilotos e um bom público.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-8056787410390393517?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HaCDoz2Fr_w_AOVs0FxmHLJig-8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HaCDoz2Fr_w_AOVs0FxmHLJig-8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HaCDoz2Fr_w_AOVs0FxmHLJig-8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HaCDoz2Fr_w_AOVs0FxmHLJig-8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/ySiIahzfETI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/8056787410390393517/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=8056787410390393517&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/8056787410390393517?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/8056787410390393517?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/ySiIahzfETI/beira-lago-boa-esperanca-mg.html" title="Beira lago - Boa Esperança, MG" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_05pLB0u6CBk/SZz4yNNDsgI/AAAAAAAAADY/iE1yw4yu9gw/s72-c/Lago+BE.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2009/02/beira-lago-boa-esperanca-mg.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMFSXsycCp7ImA9WxVWFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4874935107507922981.post-4116660127812719178</id><published>2009-02-10T14:08:00.006-02:00</published><updated>2009-02-23T12:36:58.598-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-02-23T12:36:58.598-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diversos" /><title>MUITO PRAZER</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;“– Belo porque é uma porta&lt;br /&gt;abrindo-se em mais saídas.”&lt;br /&gt;“– É tão belo como as ondas&lt;br /&gt;em sua adição infinita.”&lt;br /&gt;“– Ou como o caderno novo&lt;br /&gt;quando a gente o principia.”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Do poeta João Cabral de Melo Neto, em "&lt;a href="http://www.culturabrasil.pro.br/joaocabraldemelonetoo.htm"&gt;Morte e Vida Severina&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É o que sinto: um prazer imenso em iniciar, neste espaço virtual, o blog Literatema. E, através dele, poder comunicar-me com os leitores do nosso Brasil e, talvez, de outras partes do planeta.&lt;br /&gt;Procurarei inserir neste espaço, dentro das minhas possibilidades, os mais variados assuntos e formas literárias, conforme sugere o título. Serão crônicas, contos, artigos, poesias, humor e casos que o leitor possa julgar pertinentes.&lt;br /&gt;Confesso ao amigo leitor que escrever, para mim, não é uma tarefa fácil. Admiro escritores como Fernando Sabino, Millôr Fernandes ou Luís Fernando Veríssimo, que, dotados de uma fonte inesgotável de assuntos interessantes, parecem exercer sua profissão com a maior facilidade. Isto não acontece comigo. Fogem-me as idéias, os períodos encandeiam-se a custo, a palavra exata brinca de esconder.&lt;br /&gt;Comparo as dificuldades de escrever com os obstáculos enfrentados numa escalada ao Evereste. Para mim, obviamente. Poucos chegam ao cume. Mas penso que é importante tentar. O alpinista sente-se realizado — mesmo que não consiga fincar sua bandeira no topo — quando sabe que encarou o desafio da montanha com coragem e vontade de vencer.&lt;br /&gt;Nada melhor do que a poesia do mestre João Cabral de Melo Neto para exprimir o que sinto hoje, ao principiar este blog.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Ver postagem anterior, de ontem.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4874935107507922981-4116660127812719178?l=literatema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sxmc9LUmbQdbzdWRT-cVI3xsXlQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sxmc9LUmbQdbzdWRT-cVI3xsXlQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sxmc9LUmbQdbzdWRT-cVI3xsXlQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sxmc9LUmbQdbzdWRT-cVI3xsXlQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Literatema/~4/trBGRQta64c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://literatema.blogspot.com/feeds/4116660127812719178/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4874935107507922981&amp;postID=4116660127812719178&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/4116660127812719178?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4874935107507922981/posts/default/4116660127812719178?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Literatema/~3/trBGRQta64c/muito-prazer.html" title="MUITO PRAZER" /><author><name>Lamartine Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06354683794510451897</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://literatema.blogspot.com/2009/02/muito-prazer.html</feedburner:origLink></entry></feed>

