<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3715226620422565962</id><updated>2024-09-01T21:13:07.700-03:00</updated><category term="Ervas Medicinais"/><category term="Fitoterapia"/><category term="Óleos Essenciais"/><title type='text'>Logomarca Olfativa</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3715226620422565962/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04665711007266846319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghp1q2gyOgCzSnFZAKutG0oRjXdhTOZBl1JBMzAz-rteBXa73feIE5me1ZV9aoUpXQBcNZj7vBwZLPxi_J0K4cT5MQDvxQ0875PPwOBSC5sot38vXSlrHHQ9MxZ6pOzGM/s220/eu5.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3715226620422565962.post-8077319556047742616</id><published>2010-09-06T21:22:00.000-03:00</published><updated>2010-09-06T21:22:30.548-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ervas Medicinais"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fitoterapia"/><title type='text'>Resposta da EMBRAPA - Amazônia Oriental referente à entrevista concedida pelo médico Drauzio Varella à Revista Época</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCKal4v2gY2UhjkcK_HjRwc3jouCP2uqLq8oSHlKs1HRl5a4IqvPT7FeG1nQfTCJS2U2SXOzjyjYdYLW66NwiWP60bpnG_aGWQYEOxSjMiMFChzQXxExuoYF0gCBmIZgLNfJh4JCIxFO6q/s1600/Ervas-medicinais.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;147&quot; ox=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCKal4v2gY2UhjkcK_HjRwc3jouCP2uqLq8oSHlKs1HRl5a4IqvPT7FeG1nQfTCJS2U2SXOzjyjYdYLW66NwiWP60bpnG_aGWQYEOxSjMiMFChzQXxExuoYF0gCBmIZgLNfJh4JCIxFO6q/s200/Ervas-medicinais.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Leia abaixo o esclarecimento que a Embrapa - Amazônia Oriental postou em seu &lt;a href=&quot;http://www.cpatu.embrapa.br/noticias/2010/esclarecimento&quot;&gt;site oficial&lt;/a&gt;&amp;nbsp;referente à postura preconceituosa do médico Drauzio Varella ao propor a discussão sobre o que é mito e o que é verdade na medicina popular no que diz respeito ao uso de plantas medicinais apresentados em forma de chás, extratos e pomadas em entrevista à Revista Época e, na sequência, no Programa Fantástico, da Rede Globo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;Em resposta à entrevista concedida pelo médico Drauzio Varella à Revista Época, a Embrapa vem a público esclarecer que:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;A Embrapa Amazônia Oriental, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, vem trabalhando, ao longo dos seus 70 anos de história, na geração, adaptação e validação de conhecimentos e tecnologias, respeitando os saberes e tradições do povo brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;Como instituição de referência na pesquisa com Plantas Medicinais, a Unidade da Embrapa, sediada em Belém-Pará, possui uma linha de pesquisa que trata de recursos genéticos, com trabalhos científicos nas áreas de etnobotânica e biotecnologia voltados às plantas medicinais. Esses estudos envolvem a coleta de material genético e formação de bancos de germoplasma; caracterização fitoquímica de plantas; conservação in situ e ex situ; identificação botânica; e melhoramento genético.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;O Horto de Plantas Medicinais da instituição é uma coleção de plantas (banco de germoplasma) utilizada para o desenvolvimento de pesquisas e transferência de tecnologias para preservar a variabilidade genética das plantas amazônicas; caracterizar as espécies de plantas; garantir a sua identificação correta; e assegurar seu cultivo e manipulação adequados por parte das comunidades amazônicas. Não se trata, portanto, de uma farmácia viva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;O trabalho coordenado pela Embrapa Amazônia Oriental e apresentado ao médico Drauzio Varella, em Belém-PA, faz parte de projeto que envolve uma equipe multidisciplinar de médicos, engenheiros agrônomos, farmacêuticos, fisioterapeutas, biólogos e bioquímicos da Embrapa, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal de Lavras e Centro Universitário do Pará. Não há ideologia, o trabalho é pautado no conhecimento científico aliado ao conhecimento tradicional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;O engenheiro agrônomo citado na entrevista do médico possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia, mestrado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal de Lavras, Especialização em Biotecnologia de Plantas pela JICA-Japão e doutorado em Agronomia (Fitotecnia-Biotecnologia de Plantas) pela Universidade Federal de Lavras (MG), já tendo recebido três Prêmios Finep de Inovação Tecnológica em diferentes categorias. Tem larga experiência na área de Fitotecnia, Recursos Genéticos e Biotecnologia, com ênfase em Biologia Celular e Propagação de Plantas, atuando principalmente nos seguintes temas: micropropagação, plantas medicinais, cultura de tecidos vegetal e conservação genética. É professor do curso de doutorado em Agroecossistemas da Amazônia, da Universidade Federal Rural da Amazônia, do curso de especialização lato sensu Cultivo, Manejo e Manipulação de Plantas Medicinais da Universidade Federal de Lavras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;O pesquisador trabalha há 18 anos com plantas medicinais e, entre suas diversas publicações, lançou recentemente a obra &quot;Plantas Medicinais: do cultivo, manipulação e uso à recomendação popular&quot;, em parceria com a Universidade Federal de Lavras. A obra é uma reunião de informações científicas atuais, balizadas no conhecimento de várias áreas do conhecimento (medicina, fisioterapia, farmácia e bioquímica, biologia e agronomia), aliadas à sabedoria popular relacionada à tradição de agricultores, caboclos e índios da Amazônia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;As informações apresentadas ao médico Drauzio Varella por ocasião de sua vinda à sede da Embrapa em Belém, não se tratam portanto de informações sem pesquisa, sem conhecimento, sem ciência. Elas são fruto de um trabalho desenvolvido em uma das mais antigas instituições de pesquisa do Brasil, protagonista da produção de Ciência e Tecnologia em prol da sociedade brasileira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;Área de Comunicação Empresarial &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;Embrapa Amazônia Oriental&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;Contatos: (91) 3204-1152 / 9112-4688&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;mailto:ace@cpatu.embrapa.br&quot;&gt;ace@cpatu.embrapa.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;O TEXTO ACIMA É DE USO E RESPONSABILIDADE DA ÁREA DE COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL DA EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.cpatu.embrapa.br/noticias/2010/esclarecimento&quot;&gt;http://www.cpatu.embrapa.br/noticias/2010/esclarecimento&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/feeds/8077319556047742616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/2010/09/resposta-da-embrapa-amazonia-oriental.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3715226620422565962/posts/default/8077319556047742616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3715226620422565962/posts/default/8077319556047742616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/2010/09/resposta-da-embrapa-amazonia-oriental.html' title='Resposta da EMBRAPA - Amazônia Oriental referente à entrevista concedida pelo médico Drauzio Varella à Revista Época'/><author><name>Alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04665711007266846319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghp1q2gyOgCzSnFZAKutG0oRjXdhTOZBl1JBMzAz-rteBXa73feIE5me1ZV9aoUpXQBcNZj7vBwZLPxi_J0K4cT5MQDvxQ0875PPwOBSC5sot38vXSlrHHQ9MxZ6pOzGM/s220/eu5.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCKal4v2gY2UhjkcK_HjRwc3jouCP2uqLq8oSHlKs1HRl5a4IqvPT7FeG1nQfTCJS2U2SXOzjyjYdYLW66NwiWP60bpnG_aGWQYEOxSjMiMFChzQXxExuoYF0gCBmIZgLNfJh4JCIxFO6q/s72-c/Ervas-medicinais.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3715226620422565962.post-5440257425705915586</id><published>2010-08-30T15:09:00.000-03:00</published><updated>2010-09-06T21:22:54.332-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ervas Medicinais"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fitoterapia"/><title type='text'>ALANAC rebate declarações de Drauzio Varella sobre fitoterápicos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;UIStory_Message&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_aNAF2hm6B31o476EmhDxnqU_lBrHGq-dN6Gfq6oUf__l9844UPZAsySQl7D51wO41AvRvxMHCdg7v5ZCK0sorWJQHkZzJGHu8v5c7nTRaGZo97bmyV-hVJ31feWMosJKqfy9jlCPvid3/s1600/fito1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;179&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_aNAF2hm6B31o476EmhDxnqU_lBrHGq-dN6Gfq6oUf__l9844UPZAsySQl7D51wO41AvRvxMHCdg7v5ZCK0sorWJQHkZzJGHu8v5c7nTRaGZo97bmyV-hVJ31feWMosJKqfy9jlCPvid3/s320/fito1.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 class=&quot;UIIntentionalStory_Message&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}&quot; style=&quot;font-weight: normal; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;UIStory_Message&quot;&gt;&amp;nbsp;X&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEVe987TQEroQbNleiHoQxbmUH1LdWmLk-lxngqqOtyE_VsEIC2yyZymetHPbTVeRIHg9Xo9rs06LjMir1-xsTc5zcDIcqkOAHl5G4ckM1Qypx7a4t_zk5g0ay_Ya7iUZBOu-amXeJJXwS/s1600/alopatico1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEVe987TQEroQbNleiHoQxbmUH1LdWmLk-lxngqqOtyE_VsEIC2yyZymetHPbTVeRIHg9Xo9rs06LjMir1-xsTc5zcDIcqkOAHl5G4ckM1Qypx7a4t_zk5g0ay_Ya7iUZBOu-amXeJJXwS/s200/alopatico1.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 class=&quot;UIIntentionalStory_Message&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;UIStory_Message&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class=&quot;UIIntentionalStory_Message&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;UIStory_Message&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class=&quot;UIIntentionalStory_Message&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;UIStory_Message&quot;&gt;Quando  algo é colocado de forma unilateral, principalmente na mídia forte de  um rede de TV como é a rede Globo e com a participação de alguém que se  diz o dono da verdade, como é o caso do Dr. Dráuzio Varella, sem  condições de que se haja um real debate do que é e o que não é verdade,  resta a nós tentarmos mostrar o ou&lt;span class=&quot;text_exposed_hide&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;tro  lado da história, trazendo este assunto dos Fitoterápicos X remédios  alopáticos e os grandes laboratórios, à luz da verdade, com fatos  concretos e verdadeiros, sem manipulação alguma de uma parte ou outra e,  principalmente, sem desmerecer um ou outro, diferentemente do que foi  feito na reportagem da Revista Época e, na sequência, na TV da Rede Globo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class=&quot;UIIntentionalStory_Message&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;UIStory_Message&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;Segue o que a ALANAC - Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais - www.alanac.org.br - comentou sobre as declaroções do Dr. Dráuzio Varella sobre os Fitoterápicos...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class=&quot;UIIntentionalStory_Message&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}&quot;&gt;&lt;span class=&quot;UIStory_Message&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;b&gt;Os fitoterápicos e plantas medicinais são hoje as classes de produtos que  possuem maior potencialidade de crescimento no Brasil devido a sua  biodiversidade que, associada a uma rica diversidade étnica e cultural que detém  um valioso conhecimento tradicional associado ao uso de plantas medicinais, tem  o potencial necessário para desenvolvimento de pesquisas com resultados em  tecnologias e terapêuticas apropriadas.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;b&gt;O uso desses medicamentos pelo mundo é muito antigo e está cada vez maior, e  como exemplo temos a Alemanha, cujo mercado de fitoterápicos é enorme. Cerca de  60% dos médicos alemães prescrevem fitoterápicos à população, produtos estes  registrados no EMEA, órgão regulador europeu que tem as exigências mais  rigorosas para o registro, semelhantes às brasileiras.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;b&gt;Sobre esse assunto, o coordenador técnico da ALANAC, Douglas Duarte é  categórico: “Como podemos criticar a política alemã de medicamentos, uma vez que  o poder aquisitivo da grande maioria da população é muito superior à dos  brasileiros?”. Segundo ele, não existe esta imagem de que a fitoterapia é para  pobres. É apenas uma terapia alternativa à alopatia sintética.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;b&gt;A questão do preconceito com relação aos fitoterápicos – por falta de  informação, mas principalmente por má informação - ainda é um fator limitante  para a utilização maciça pela população brasileira, pois a classe médica ainda  tem algumas restrições ao uso desses medicamentos devido à complexidade de  atuação destes produtos quando administrados.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;b&gt;Dizemos isso, fazendo referência à matéria “Ervas medicinais: os conselhos de  Drauzio Varella” (&lt;a href=&quot;http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI162899-15230,00.html&quot;&gt;http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI162899-15230,00.html&lt;/a&gt;),  publicada na revista época e também, na série “É bom para quê?”, que estréia  neste domingo, dia 29 de agosto, no Fantástico, que a Rede Globo exibe às 20h50,  e que terá quatro episódios, gostaríamos de deixar registrada nossa discordância  com relação às colocações do médico sobre os medicamentos fitoterápicos.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;b&gt;Quando chama a fitoterapia de “medicina extremamente popular”, Drauzio  Varella ignora que as indicações terapêuticas permitidas pela ANVISA nos  produtos fitoterápicos são oriundas de monografias de plantas e publicações  científicas indexadas e ainda ensaios clínicos com as plantas estudadas e  avaliadas pela ANVISA.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ainda maior engano, comete quando diz que os “fitoterápicos são registrados  na Anvisa como complemento alimentar. Ou seja: não passam pelo mesmo crivo de um  medicamento”. Medicamentos fitoterápicos NÃO são registrados como complementos  alimentares. Esta é uma política de registro utilizada pelo FDA (órgão dos EUA  que regulam a área da saúde). No Brasil, os fitoterápicos são uma categoria de  medicamentos, obedecendo todos os rigores regulamentados pela ANVISA, como os  requisitos para registro, Boas Práticas de Fabricação e Controle,  Farmacovigilância e demais requisitos, além da comprovação de segurança e  eficácia, através da apresentação de estudos pré-clínicos e clínicos, de forma  semelhante aos medicamentos químicos-sintéticos.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;b&gt;Para o membro do conselho da ALANAC, Josimar Henrique da Silva, Presidente da  Hebron Farmacêutica, o médico Drauzio Varella não sabe o que diz: “Não sabe  mesmo. Não sabe os rigores da ANVISA, bem mais rigorosa na aprovação de  medicamentos que sua coirmã européia e a americana. Se soubesse disso, saberia  que há registros de fitomedicamentos similares aos nossos na Europa e Estados  Unidos, enquanto nós, brasileiros, não conseguimos esses registros no país,  tampouco patenteá-los”, explica. “Para dar algum conhecimento a quem precisa de  algum, a maioria dos estudos brasileiros com fitoterápicos, cumprindo todos os  requisitos internacionais de pesquisa clínica, são colocados em um fila  interminável de espera e exigências. Resta aos laboratórios, em parceria com  centros de pesquisas, recorrerem à intermediação da justiça para fazerem o  medicamento incluir-se em algum lugar de validade.”&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
Abaixo todos os tópicos levantados pelo médico Drauzio Varella, com as  devidas correções feitas pelo departamento técnico da ALANAC.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio Varella&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; – “Mais da metade dos medicamentos são derivados dos produtos  naturais. A morfina e a aspirina são alguns exemplos. Ervas e chás são usados  desde sempre. Galeno desenvolveu no século II uma poção que tinha mais de 70  ervas. Até carne de cobra tinha nessa poção. Era usada tudo o que você pode  imaginar. Essa poção foi usada até o século XIX na Europa. Foram acrescentando  outras coisas. Chegou a ter mais de cem plantas misturadas. Era uma panacéia. À  medida que a química analítica foi se desenvolvendo, especialmente na Alemanha,  eles começaram a procurar nessas plantas quais eram os princípios ativos. Da  papoula, os alemães isolaram a morfina. De outra planta, isolaram a aspirina.  Foi assim que a farmacologia se desenvolveu. Mas a tradição de usar chás sempre  existiu. Todos nós temos na família um chá predileto. Uma coisa é dar um chá de  camomila para criança. Isso é feito há séculos e a gente sabe que não faz mal  nenhum. Ou chá de erva cidreira para acalmar, para dormir etc. Outra coisa é  usar chás para tratar de doenças. Essa é uma medicina extremamente popular, mas  é um problema”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; As indicações terapêuticas permitidas pela ANVISA nos produtos  fitoterápicos são oriundas de monografias de plantas e publicações científicas  indexadas e ainda ensaios clínicos com as plantas estudadas e avaliadas pela  ANVISA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ÉPOCA &lt;/b&gt;– O Ministério da Saúde elegeu oito plantas às quais se atribui alguma  atividade e passou a distribuí-las no SUS. São elas: alcachofra, aroeira,  cáscara sagrada, garra do diabo, guaco, isoflavona da soja e unha de gato. Isso  é ruim?&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/b&gt;– “Que tipo de medicina o governo cria com uma medida como  essa? Ele institui duas medicinas: a do rico e a do pobre. As pessoas que têm  acesso ao atendimento de saúde vão a médicos e compram remédios em farmácia. O  que o governo fez foi criar uma medicina para pobres baseada em plantas que não  têm atividade demonstrada cientificamente. Quando dizem que determinada planta  tem atividade isso significa que em tubo de ensaio ela demonstrou ter  determinada ação. Mas isso não basta. Para ter ação comprovada em seres humanos,  falta muita coisa. A demonstração científica da atuação dos fitoterápicos para  chegar às possíveis indicações terapêuticas estão sendo estudadas no mundo todo.  Mesma resposta do texto acima.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: O Dr. Drauzio afirma que a lista de oito plantas definidas pelo  Ministério da Saúde e pela ANVISA não têm atividade demonstrada cientificamente,  quando na verdade existe vasto material com estudos publicados que comprova a  eficácia e segurança destas plantas no tratamento de doenças. Estas oito plantas  fazem parte de uma lista maior composta por 36 plantas, na qual a ANVISA definiu  o registro simplificado para estas 36 espécies vegetais para as quais é  dispensada a comprovação de eficácia e segurança, considerando justamente a  quantidade de estudos que já foi publicado sobre cada uma dessas espécies. Se o  solicitante do registro seguir todos os parâmetros especificados na lista  citada, que são: parte da planta, forma de uso, quantidade de marcador,  indicações, via de administração, dose diária e restrições de uso, fica  dispensada a apresentação de comprovação de eficácia e segurança no processo de  registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;– “Nosso objetivo é mostrar que esses fitoterápicos têm de ser  estudados. Têm de ser submetidos ao mesmo escrutínio ao qual os remédios comuns  são submetidos. Essas coisas são jogadas para o público sem passar por estudo  nenhum. Hoje vemos órgãos públicos distribuindo esses chás e fazendo o que  chamam de Farmácias Vivas. Estivemos em várias delas. Em Belém, Imperatriz (no  Maranhão) e em Goiânia. Essas Farmácias Vivas não são nada mais do que hortas.  As plantas são cultivadas ali e distribuídas para a população sem o menor  critério. Muitas vezes são indicadas por pessoas que não entendem nada de  medicina. Outras vezes, são prescritas por médicos. Quem não prefere tomar um  chá desses em vez de um comprimido ou injeção? Essas Farmácias Vivas estão no  país inteiro. São estimuladas pelo Ministério da Saúde e pelas secretarias  estaduais.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: Os fitoterápicos devem continuar sendo estudados devido à  complexidade de sua composição, mas isso não significa que hoje as empresas que  os registram e comercializam não possuem informações sobre a segurança e  eficácia destes produtos. A prescrição destas drogas deve ser realizada apenas  por profissionais habilitados legalmente, que conhecem as indicações  terapêuticas e diagnosticaram o paciente. Em raras ocasiões o uso de plantas  medicinais pode substituir integralmente um tratamento medicamentoso, mas  auxilia muito a diminuir a quantidade de medicamentos sintéticos utilizados em  casos crônicos ou agudos, diminuindo também o número de eventos adversos.&lt;br /&gt;
As  farmácias vivas são um Projeto de Governo abrangido pelo Programa Nacional de  Plantas Medicinais e Fitoterápicos que já é realidade em muitos estados da  Federação, tanto é que;° a ANVISA colocou em Consulta Pública (n° 85/2010)  recentemente proposta de norma de âmbito federal para estabelecer as regras de  funcionamento e dispensação de plantas medicinais para a população.&lt;br /&gt;
As  Farmácias Vivas têm sim no terreno ao lado (ou nas proximidades) uma horta de  plantas medicinais, na qual a regra define que a dispensação ocorra somente  mediante prescrição médica, quando for o caso, pois há espécies vegetais que são  de venda livre, e isso está mantido pela Consulta Pública supra citada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ÉPOCA &lt;/b&gt;– Os riscos e os benefícios dessas oito plantas eleitas pelo  Ministério da Saúde não foram suficientemente determinados?&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;– Eles  dizem que os riscos e os benefícios foram avaliados pelo uso tradicional. É para  dar risada. A Anvisa dá uma relação dessas plantas e coloca qual é a alegação  terapêutica. Apresentar a alegação terapêutica significa afirmar o seguinte  “dizem que serve para tal coisa, mas ninguém comprovou”. É uma situação muito  séria. Primeiro porque ninguém sabe de que forma essas plantas podem interagir  com os remédios que a pessoa está tomando. Ninguém sabe o que pode acontecer.  Outro problema grave é que as pessoas abandonam o tratamento convencional e  ficam apenas com as ervas.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: Os riscos destas plantas podem ser estimados com muita segurança,  baseados principalmente no fato de a maioria das substâncias ativas estarem  presentes em concentrações muito abaixo dos limites de segurança estabelecidos  por publicações indexadas. Desta forma, a chance de ocorrer uma intoxicação pelo  uso de fitoterápicos é muito menor que com o uso de medicamentos sintéticos. O  uso tradicional traz informações muito importantes quanto à eficácia, uma vez  que o uso pela população por muitos anos sem que sejam identificados casos de  intoxicação, e ainda reforçam as bases de eficácia, pois continuam sendo  utilizados e recomendados pela população em geral.&lt;br /&gt;
O uso tradicional não só  reforça a comprovação de eficácia, mas também constitui no melhor e mais seguro  teste de eficácia que é soberano a qualquer pesquisa clínica de fase 03, pois  são anos e anos de uso por uma população considerável de milhares a milhões de  pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;ÉPOCA &lt;/b&gt;– A Organização Mundial da Saúde de certa forma incentiva o uso desses  produtos naturais porque a maioria da população mundial não tem acesso à  medicina. Nesse contexto, as ervas não têm um papel importante?&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/b&gt;–  Acho que esse é o cerne da discussão. É um absurdo dizer “olha, já que vocês não  têm acesso à medicina se contentem tomando chazinho”. Isso é enganar a  população. É dar a impressão de que as pessoas estão sendo tratadas quando na  verdade não estão. Antes de oferecer essas ervas aos pacientes, é preciso  avaliar a ação delas com rigor científico. Por exemplo: como saber se um  determinado chá traz algum benefício contra a gastrite? É preciso separar dois  grupos de pacientes. Um deles toma uma droga conhecida, como o omeprazol. O  outro toma omeprazol e mais um chá que vem num sachê junto com uma bula que  explique direitinho quantos minutos aquilo tem de ficar na água etc. Aí é  comparar os resultados obtidos nos dois grupos. Não existe estudo assim. E  ninguém está disposto a fazer. Os defensores dessa chamada medicina natural  querem que o mundo aceite que é desse jeito e acabou. Sem nenhum estudo e sem  passar por todo processo de avaliação científica que os medicamentos passam para  poder ter a ação demonstrada.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: O uso de fitoterápicos pelo mundo é muito antigo e está cada vez  maior, e como exemplo temos a Alemanha, cujo mercado de fitoterápicos é enorme.  Cerca de 60% dos médicos prescrevem fitoterápicos à população, produtos estes  registrados no EMEA, órgão regulador europeu que tem as exigências mais  rigorosas para o registro, semelhantes às brasileiras. Como podemos criticar a  política alemã de medicamentos, uma vez que o poder aquisitivo da grande maioria  da população é muito superior à dos brasileiros? Não existe esta imagem de que a  fitoterapia é para pobres. É apenas uma terapia alternativa à alopatia  sintética. A planta medicinal que pode ser usado em substituição ao omeprazol é  a Espinheira Santa (Maytenus ilicifolia Mart. ex Reiss.) que é indicada como  coadjuvante no tratamento de&amp;nbsp; gastrite e úlcera gastroduodenal, além de tratar  dispepsias, na qual pela norma (Instrução Normativa 05/2008) da Agência Nacional  de Vigilância Sanitária – ANVISA, a dispensação de Espinheira Santa é isenta de  prescrição médica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;ÉPOCA &lt;/b&gt;– O Ministério da Saúde errou ao adotar essa política?&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;–  Essa medida está totalmente errada. Isso não deveria ter sido feito de jeito  nenhum. O que está por trás disso é uma questão política. Imagine se eu fosse o  prefeito de uma pequena cidade do interior. Quanto custa um posto de saúde,  médico, enfermagem, paramédicos etc? Custa caro. É muito mais barato fazer uma  horta e mandar o médico receitar aquilo. E ainda inauguro o negócio com o nome  de Farmácia Viva. Imagine só que nome mais inadequado. Fazer uma coisa dessa não  custa quase nada. E os políticos adoram inaugurar essas hortas. Há centenas  delas no Brasil.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: Este é um projeto de Governo que já é realidade em muitos estados da  federação e que faz parte do Programa Nacional de Plantas Medicinais e  Fitoterápicos. Ao contrário do que o Dr. Drauzio diz, as Farmácias Vivas são bem  estruturadas, pois serão bem regulamentadas no que se refere às boas práticas de  manipulação, equipamentos e procedimentos necessários, assim como o controle de  qualidade, da matéria prima ao produto que será dispensado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;ÉPOCA &lt;/b&gt;– Você vai criticar hábitos arraigados na cultura brasileira. Está  preparado para enfrentar as críticas?&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;– Todas as séries que fizemos  no Fantástico foram séries que, de um modo geral, agradavam às pessoas. Falar  sobre obesidade e hipertensão são coisas úteis. Todo mundo fica de acordo. Essa  nova série vai ser diferente. Ela vai me criar roblema. Em geral, quem usa esse  tipo de medicina (se é que podemos chamar isso de medicina) são pessoas  ignorantes, crédulas e que acreditam em qualquer besteira que digam a elas. O  que me desconcerta é ver pessoas muito cultas que também usam essas coisas.Tenho  amigos que usam. Recomendam suco de berinjela para baixar o colesterol e outras  bobagens. Toda hora ouvimos falar isso. Tenho um amigo que é seguramente a  pessoa mais culta que eu conheço. Tem uma cultura absurda, mas acredita em todas  essas idiotices. Às vezes as pessoas têm uma cultura gigantesca em outras áreas,  mas em farmacologia são completamente ignorantes. Tão ignorantes quanto o  coitado que não pôde aprender a ler e a escrever e credulamente vai atrás dessas  coisas.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: A fitoterapia é uma ciência como as outras, com especialistas que  dedicam seu tempo e em alguns casos a vida inteira para pesquisar e desenvolver  estes produtos. Basta verificar nas Universidades públicas e privadas a  quantidade de pesquisadores (Doutores, Pós-Doutores, Livre-Docentes e  Titulares), especialistas em fitoterápicos e plantas medicinais, nas faculdades  de farmácia. O programa Nacional da Política de Medicamentos Fitoterápicos tem a  finalidade de implementar o uso seguro de fitoterápicos em nível nacional,  considerando sempre o risco sanitário do uso destes produtos. Há um comitê  instalado contando com a representação de diversos setores, inclusive membros da  sociedade civil, que estão debatendo e apontando quais os caminhos a serem  traçados para que o aumento da utilização de fitoterápicos gere uma demanda que  fomente o desenvolvimento de novos produtos pelas empresas e universidades, para  então alavancar o mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;ÉPOCA &lt;/b&gt;– Além dos chazinhos, existem produtos fitoterápicos registrados pela  Anvisa e vendidos nas farmácias. Esses também não são submetidos a estudos para  comprovar eficácia e riscos?&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/b&gt;– Eles são registrados na Anvisa como  complemento alimentar. Ou seja: não passam pelo mesmo crivo de um medicamento.  Se eu tivesse autoridade para isso, mandaria recolher do mercado todos os  fitoterápicos cuja eficácia não tenha sido demonstrada cientificamente.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: Medicamentos fitoterápicos NÃO são registrados como complementos  alimentares. Esta é uma política de registro utilizada pelo FDA (órgão dos EUA  que regulam a área da saúde). No Brasil, os fitoterápicos são uma categoria de  medicamentos, obedecendo todos os rigores regulamentados pela ANVISA, como os  requisitos para registro, Boas Práticas de Fabricação e Controle,  Farmacovigilância e demais requisitos, além da comprovação de segurança e  eficácia, através da apresentação de&amp;nbsp; estudos pré-clínicos e clínicos, de forma  semelhante aos medicamentos químicos-sintéticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;ÉPOCA &lt;/b&gt;– Imagino que muita gente vai dizer que você está defendendo os  grandes laboratórios. Como vai responder a essa crítica?&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/b&gt;– Não tenho  a menor dúvida de que esse tipo de comentário vai surgir. Minha resposta é  simples. Não estamos fazendo defesa de nenhum medicamento. Não estamos  beneficiando nenhum laboratório. Essa é uma questão filosófica. Enquanto a  medicina era baseada em chazinhos, as pessoas viviam apenas 30 ou 40 anos. As  pessoas falam tanto da medicina chinesa, não é? Elas justificam a eficácia da  medicina chinesa dizendo que é milenar. Mas no início do século XIX os chineses  (que contavam com essa medicina há muito tempo) morriam, em média, aos 30 anos.  Quem provocou esse salto na qualidade e na duração da vida foi a medicina  moderna: as vacinações, os antibióticos, o controle da pressão arterial, do  diabetes etc. Na verdade, esse é um argumento ideológico recorrente. Dizem que é  preciso dar chazinhos porque as multinacionais fazem remédios caros, que  envenenam as pessoas etc. Criam uma teoria da conspiração. Todo mundo sabe que  teoria da conspiração é uma coisa que pega.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: A pesquisa de medicamentos fitoterápicos por parte das grandes  empresas não progride pois não há interesse comercial destas empresas  (interesses estes normalmente definidos nas matrizes nos países de origem) no  Brasil, pois é um mercado muito pequeno perto do faturamento global que estas  empresas possuem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;ÉPOCA &lt;/b&gt;– É possível conciliar o tratamento convencional com algum  fitoterápico? Quando o paciente pergunta se pode fazer o tratamento e continuar  tomando uns chazinhos ou umas cápsulas o que você responde?&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;– A  resposta certa é: eu não sei. Não sabemos se existem interações. Documentar  interação entre medicamentos tradicionais (com dose fixa e tudo) já é difícil.  Imagine um chá desses que tem dezenas ou centenas de substâncias. Como você pode  garantir que não existe nenhum antagonismo? Esse é o primeiro ponto. Digo para  os pacientes não perderem tempo com essas coisas. O segundo ponto é que a  medicina não pode ser feita com drogas que temos que provar que fazem mal. Temos  provar que fazem bem. Se não isso não tem fim. Não chegamos a lugar nenhum. É  errado dizer que o fitoterápico, pelo menos, vai fazer bem psicologicamente, que  vai produzir um efeito placebo etc. Isso é enganar as pessoas. É o mesmo que  dizer: vou te dar uma coisa que não serve para nada, mas como você é boba vai  achar que serve e vai ficar feliz.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: Reiteramos que o fitoterápico é sim um medicamento registrado na  ANVISA sob regras técnicas e científicas amparadas no marco regulatório  estabelecido pelas principais agências reguladoras, como EMEA, FDA e OMS. A  Europa apresenta hoje o maior índice de utilização de medicamentos fitoterápicos  no mundo, consumo este baseado principalmente na tradicionalidade e segurança  que estes produtos apresentam ao serem usados durante décadas, por vezes séculos  sem apresentar casos de intoxicação, e alta margem de eficácia. Não podemos  ignorar o efeito placebo, mas certamente os fitoterápicos apresentam ação  comprovada por diversos estudos científicos indexados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;ÉPOCA &lt;/b&gt;– O que mais o surpreendeu durante a preparação da  série?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/b&gt;– Fiquei surpreso ao ver que o uso das ervas é feito sem  nenhum controle e ainda é referendado por órgãos públicos, ligados ao Ministério  da Saúde ou à Embrapa. Fiquei ainda mais surpreso com o discurso que existe por  trás dessas coisas. Dizem que o uso das ervas tem fundamento científico. O  fundamento científico é nenhum. Muitas vezes esse fundamento científico é uma  tese de mestrado que alguém fez na faculdade de farmácia e que demonstrou que em  determinada cultura de células ou em determinado animal uma fração daquele  extrato tem alguma ação. Isso é apresentado como prova inequívoca da eficácia do  extrato ou do chá. É um absurdo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: Não é um absurdo, é apenas parte da evolução natural da pesquisa,  como entre muitas e muitas áreas que começam a ser regulamentadas. Este início  deve ocorrer em algum momento. Todas as ciências, inclusive a medicina,  farmácia, odontologia e outras voltadas ao cuidado à saúde passam por marcos  evolutivos, onde é necessária uma mudança de pensamentos e a quebra de alguns  paradigmas através do incremento do rigor das regras, que passam a estimular e  regular melhor o mercado. No caso das plantas utilizadas nas Farmácias Vivas,  encontra-se vasto material com estudos que comprovam a segurança e eficácia para  o tratamento de doenças e males, o uso destas plantas não está baseado em cima  de uma simples dissertação de mestrado, equivoca-se o Dr. Drauzio .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;&lt;b&gt;ÉPOCA &lt;/b&gt;– O que ouviu dos doentes?&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;– Essa é a parte mais  triste. Muitas pessoas param de se tratar porque acreditam nessas coisas.  Encontrei uma senhora em Goiânia que descobriu um tumor de mama quando ele tinha  1,5 cm. Ficou tomando chás e fazendo tratamento com argila e quando foi operada  o tumor já tinha dez centímetros. E ainda disseram para ela: “ainda bem que a  senhora tomou as ervas, isso fez o tumor crescer devagar. Se não tivesse tomado,  o tumor teria crescido mais depressa”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: A fitoterapia nunca foi divulgada, prescrita ou utilizada como meio  definitivo para tratamento e cura de doenças e eventos médicos. A utilização  extremista de fitoterápicos como a descrita acima é prejudicial, assim como  seria prejudicial à utilização única e excessiva de qualquer outro tipo de  produto ou mesmo alimentação, sem que sejam observados e acompanhados os dados  clínicos do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ÉPOCA &lt;/b&gt;– Muitas vezes esse outro explica o que o médico não teve paciência de  explicar, não é mesmo?&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/b&gt;– Dá uma explicação estapafúrdia, mas aquilo  adquire uma lógica para quem sofre. Em alguns lugares do SUS que tratam com  fitoterápicos, a consulta dura 40 minutos. É um grande diferencial. É algo muito  atrativo. Mas é um mundo totalmente absurdo. A preparação dos chás é muito  variável. Por quanto tempo as folhas foram fervidas? O chá ficou na geladeira?  Isso tudo altera a concentração da substância presente ali. Na Farmácia Viva lá  de Belém tem uma plantinha chamada insulina. Usam para diabetes. Chega lá a  pobre ignorante e dizem para ela não tomar a insulina que o médico receitou.  Mandam tomar a plantinha.Tem outra plantinha chamada Novalgina.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: A prática ilegal da medicina deve ser fiscalizada pelos conselhos, e  denunciada pela população quando necessário. Existem médicos que prescrevem  fitoterápicos por conhecer os estudos clínicos e acreditar que a terapia  indicada por ele terá efeito no quadro clínico do paciente. A ANVISA fiscaliza a  colidência de nomes comerciais que possam causar confusão na dispensação ou  prescrição, mas não há como interferir em alguns regionalismos como estes  citados.&lt;br /&gt;
“&lt;b style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Drauzio &lt;/b&gt;– Aí temos que testar cada fração para ver qual delas é a  responsável pela atividade. Essa fração é que vai em frente. Vai ser testada em  animais, depois em humanos etc. É tudo muito complexo. Não cabe às autoridades  responsáveis pela saúde adotar métodos de tratamento que não têm eficácia  demonstrada. As autoridades não podem criar uma medicina para rico e outra para  pobre baseada em tratamentos baratinhos e sem ação. Vamos tentar mostrar como  funciona o método científico. Como se prova que uma coisa é boa para a saúde ou  não. Não podemos aceitar que as pessoas continuem sendo enganadas.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #274e13;&quot;&gt;ALANAC&lt;/b&gt;: O desenvolvimento destes fitoterápicos efetuado desta forma estão  sendo feitos através de PPPs e outros meios de cooperação que consigam atingir  os objetivos propostos, porém os processos citados acima são apenas algumas das  possibilidades de comprovar a eficácia e segurança dos fitoterápicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;Atuação da Associação&lt;br /&gt;
A ALANAC atua junto à ANVISA, discutindo todas  as revisões da regulamentação que estão em curso, expondo as contribuições e  dificuldades do setor industrial farmacêutico nacional, visando sempre garantir  a segurança dos medicamentos fitoterápicos. Participamos também do Comitê  Nacional de Fitoterápicos e Plantas Medicinais, onde participam onze Ministérios  entre outros órgãos federais, representantes da sociedade civil e a academia,  trabalhando para a implementação da Política Nacional de Fitoterápicos e Plantas  Medicinais, que tem a finalidade de implementar o uso seguro de fitoterápicos em  nível nacional, considerando sempre o risco sanitário do uso destes produtos.  Esta política tem como objetivo difundir o uso destes produtos, principalmente  através do SUS, oferecendo mais alternativas terapêuticas e incentivando a  produção e pesquisa. Há um comitê instalado contando com a representação de  diversos setores, inclusive membros da sociedade civil, que estão debatendo e  apontando quais os caminhos a serem traçados para que o aumento da utilização de  fitoterápicos gere uma demanda que fomente o desenvolvimento de novos produtos  pelas empresas e universidades, para então alavancar o mercado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;Sobre a ALANAC&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: #38761d;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;color: #38761d;&quot;&gt;&amp;nbsp;A ALANAC é a legítima representante dos laboratórios  nacionais, e vem demonstrando a sua importância enfrentando desafios há mais de&amp;nbsp;  25 anos, buscando demonstrar para a sociedade que a existência de uma indústria  farmacêutica nacional forte e desenvolvida é fundamental para a soberania de um  país.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.alanac.org.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=4787:alanac-rebate-declaracoes-de-drauzio-varella-sobre-fitoterapicos&amp;amp;catid=:em-acao&quot;&gt;http://www.alanac.org.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=4787:alanac-rebate-declaracoes-de-drauzio-varella-sobre-fitoterapicos&amp;amp;catid=:em-acao&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/feeds/5440257425705915586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/2010/08/alanac-rebate-declaracoes-de-drauzio.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3715226620422565962/posts/default/5440257425705915586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3715226620422565962/posts/default/5440257425705915586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/2010/08/alanac-rebate-declaracoes-de-drauzio.html' title='ALANAC rebate declarações de Drauzio Varella sobre fitoterápicos'/><author><name>Alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04665711007266846319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghp1q2gyOgCzSnFZAKutG0oRjXdhTOZBl1JBMzAz-rteBXa73feIE5me1ZV9aoUpXQBcNZj7vBwZLPxi_J0K4cT5MQDvxQ0875PPwOBSC5sot38vXSlrHHQ9MxZ6pOzGM/s220/eu5.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_aNAF2hm6B31o476EmhDxnqU_lBrHGq-dN6Gfq6oUf__l9844UPZAsySQl7D51wO41AvRvxMHCdg7v5ZCK0sorWJQHkZzJGHu8v5c7nTRaGZo97bmyV-hVJ31feWMosJKqfy9jlCPvid3/s72-c/fito1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3715226620422565962.post-2241429403208601908</id><published>2009-12-16T12:58:00.005-02:00</published><updated>2009-12-16T13:10:45.135-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Óleos Essenciais"/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOhoPJnhBz9sM0Ju_dCglJzFOSDO8wdzdo8KLDslxIF1l0_CpVvkwejB6LkM7in7WO0OM27iC8B6Vkv0IYUw4r34NvZ7Z3JC4gKEaOR1dOyOKQ5l1z4HqVUPsS91y4epPMzZmP77Jwpre4/s1600-h/frascos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOhoPJnhBz9sM0Ju_dCglJzFOSDO8wdzdo8KLDslxIF1l0_CpVvkwejB6LkM7in7WO0OM27iC8B6Vkv0IYUw4r34NvZ7Z3JC4gKEaOR1dOyOKQ5l1z4HqVUPsS91y4epPMzZmP77Jwpre4/s320/frascos.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #274e13; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://oleosessenciaisnaturais.blogspot.com/&quot;&gt;Óleos Essenciais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Um óleo essencial é muito mais que um aroma ou perfume: é a energia da natureza em benefício da saúde e bem-estar de todos. O uso de óleos essenciais 100% puros, naturais e completos na aromaterapia age em três níveis: alopático (com propriedades anti-sépticas, estimulantes, calmantes, entre outras), ação mais sutil no nível da informação semelhante aos medicamentos homeopáticos e antroposóficos e, finalmente, agem sobre a mente, auxiliando no tratamento de doenças psicossomáticas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large;&quot;&gt;Visite o blog Óleos Essenciais Naturais:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://oleosessenciaisnaturais.blogspot.com/&quot; style=&quot;background-color: white; color: black;&quot;&gt;http://oleosessenciaisnaturais.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/feeds/2241429403208601908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/2009/12/oleos-essenciais-um-oleo-essencial-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3715226620422565962/posts/default/2241429403208601908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3715226620422565962/posts/default/2241429403208601908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://logomarcaolfativa.blogspot.com/2009/12/oleos-essenciais-um-oleo-essencial-e.html' title=''/><author><name>Alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04665711007266846319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghp1q2gyOgCzSnFZAKutG0oRjXdhTOZBl1JBMzAz-rteBXa73feIE5me1ZV9aoUpXQBcNZj7vBwZLPxi_J0K4cT5MQDvxQ0875PPwOBSC5sot38vXSlrHHQ9MxZ6pOzGM/s220/eu5.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOhoPJnhBz9sM0Ju_dCglJzFOSDO8wdzdo8KLDslxIF1l0_CpVvkwejB6LkM7in7WO0OM27iC8B6Vkv0IYUw4r34NvZ7Z3JC4gKEaOR1dOyOKQ5l1z4HqVUPsS91y4epPMzZmP77Jwpre4/s72-c/frascos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>