<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919</atom:id><lastBuildDate>Wed, 01 Feb 2012 03:22:46 +0000</lastBuildDate><category>Inverno</category><category>Primavera</category><title>Lune</title><description /><link>http://cestverite.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>96</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/LuneCestVrit" /><feedburner:info uri="lunecestvrit" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-4057510954365033477</guid><pubDate>Wed, 01 Feb 2012 03:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-01T00:17:38.579-03:00</atom:updated><title>Entre escritor e escritora.</title><description>Há um segredo que guardo e não abro a qual suplico! É verdade que tu tens cor de flor e voz de anjo.  Escreves para mim de novo, e de novo estou! Procurei de novo a tua inspiração nas artistas que nunca encontrei.  Estou fraco sem ti. Perdi-me nas ilusões dos contos perdidos. Na tua sala na minha espera.  Na condição não obstante de ser um escritor e não negar atua magnitude. Não posso partir você me partiu. Não posso voltar você juntou. Este lirismo romântico que acusa a minha falta de responsabilidade com o teu coração.  Quem será você que escreve a punho, com punho cerrado que bate sobre a mesa, com as unhas vermelhas que  não se machucam? Como você está? Que destinos errantes estão a aprontar?   Acho pretensão de opostos do mesmo. Sempre quis ser tremendamente esperançoso em teus olhos e é por isso que te amo tanto, e por isso que sou tolo tanto. E por isso que estou fraco e por isso que sou livre e por isso que pousou e repouso em ti nos teus braços. Em tua liberdade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre Leka mello e Alexandre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-4057510954365033477?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SSt2enGQzmu8by9-8LVk2VE1IfM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SSt2enGQzmu8by9-8LVk2VE1IfM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SSt2enGQzmu8by9-8LVk2VE1IfM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SSt2enGQzmu8by9-8LVk2VE1IfM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/xip34qq-u1Q" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/xip34qq-u1Q/entre-escritor-e-escritora.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2012/02/entre-escritor-e-escritora.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-8541191388278131005</guid><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 02:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-22T23:48:50.784-03:00</atom:updated><title>Leka mello.</title><description>Drumond não me ajuda. Clarisse nem por menos.  Encontrei um mulher que me faz chorar em um folha em branco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-8541191388278131005?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jxLkG8FtPs8pYLgJgWFZKPVxOFY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jxLkG8FtPs8pYLgJgWFZKPVxOFY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jxLkG8FtPs8pYLgJgWFZKPVxOFY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jxLkG8FtPs8pYLgJgWFZKPVxOFY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/8YRgiRnW93I" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/8YRgiRnW93I/leka-mello.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2012/01/leka-mello.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-3746210721161658238</guid><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 03:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-01T00:11:29.369-03:00</atom:updated><title>Bilhete de abajur.</title><description>Acredito que se estivesse lá poderia aproveitar as esperanças como outras quaisquer. Os concretos fazem a ótima época em que vivemos. A condição não tem mais glória. Têm-se já a possuir em segredo; o belo do íntimo, que é perdido no instinto alheio das virtudes que vivemos e desvivemos. Aquela tua personagem é o oposto do sexo. É uma cauterização de destinos. E ainda assim fugaz como o caminho e o amargor do café. Você se foi varias vezes e só se passou um dia.  Não dava para te deitar em tronco de árvore e te fazer jurar amor próprio.  Quem era a tua personagem a qual o destino tanto desconhecia. Nós éramos plenos. E por assim ser ;não nostálgicos, e por isso mesmo não deixei em teu quarto um bilhete de abajur. Você não era escritora, e não escrevia por acaso. Sei pelo acaso que outro dia há de te nascer de novo, porem certamente não verei teus leões e tuas serpentes.  Cheia de mentiras por querer ser mulher e não ser, toda descontente, acrescentando a ti, este maldito charme, que se te faz rimar, me faz rimar; tanto faz a imprudência! Soa outro homem e outra mulher sempre.&lt;br /&gt;
 Parece que vivemos, afinal; ninguém lê debaixo de um abajur mesmo. Vivemos bobagens. Talvez seja assim;  porque a consciência do pesadelo de estar só e sóbrio, é a companhia de um bom livro que possuímos, mas não lemos; se lemos é pela metade; ou pelos avessos.  É. Eu te quis como carta abajur madame.  Como letra deitada, como um bilhete qualquer.  Como uma coisa boba que se escreve na falta de bons prumos. Como um teto de uma sala. E era realmente um belo abajur madame e que cabia perfeitamente o meu bilhete, mais ao contrario de você eu não sinto a falta de não te-lô; entre outras pretensões tão belas.Mentira. Boa noite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-3746210721161658238?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0hWfUbHwWsiqISeulVJR5XIWxuc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0hWfUbHwWsiqISeulVJR5XIWxuc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0hWfUbHwWsiqISeulVJR5XIWxuc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0hWfUbHwWsiqISeulVJR5XIWxuc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/sA1ZorDWCww" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/sA1ZorDWCww/bilhete-de-abajur.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/12/bilhete-de-abajur.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-5400789653919050112</guid><pubDate>Thu, 04 Aug 2011 05:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-04T03:16:47.539-03:00</atom:updated><title>O ipê amarelo.</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-d6YEUKDmaAc/Tjo0waXd17I/AAAAAAAAA0E/1L7RkT1-QUY/s1600/ipe.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="266" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-d6YEUKDmaAc/Tjo0waXd17I/AAAAAAAAA0E/1L7RkT1-QUY/s400/ipe.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabe aquele dia em que você, estava lá com o coração cheio de verdades, inseguro, e fazendo pouco da sua confiança e coragem. Neste dia também estava lá. E naquele outro dia em que você teve que enfrentar pessoas que costumam jogar, o jogo na vida, como quem joga poker com as cartas de cartomante, por um momento eu estive lá. E aquela certa vez que você foi obrigado a enfrentar um caçador que morava na beira do rio, e que era bem conhecido por seu orgulho de nunca errar seus alvos, do qual você lhe mostrou uma presa que lhe cansaram os dias, até que ele pedisse a misericórdia ao espelho do rio, para que o mesmo lhe devolvesse a sua própria alma. Eu também estava lá. E quando mentiram pra você, lhe fizeram injurias, brincaram com uma marionete feita da sua ingenuidade, e lhe jogaram ao relento, no intuito de que lhe restassem apenas seus próprios trapos para você devorar, e você negou o infortuno e resistiu ao relento. Eu também estive lá.  E da primeira vez que entendeu suas falhas e suas virtudes, e deu seu primeiro passo por vez. Eu também estive lá. E quando você conseguiu ser vitorioso em meio a ladrões e a covardes, que lhe acolheram como irmãos, eu também estive lá, iluminando a verdade. E quando você achava que conhecia a dor e te mostraram pela dor que você era ignorante, e você teve que se superar e surpreender a sua própria expectativa, eu também estive lá.  E quando te humilharam em meio a traidores e desertores, e você perdeu a esperança, até acordar em outro dia. Eu sempre estive por lá.  E sempre estarei. Porque sou uma parte do espírito. Pois sou aquilo que floresce sem folhas e nem papeis. Em meio ao inverno, em meio ao outono; pois sou como um sol é. Sou como um ipê amarelo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-5400789653919050112?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QnWDhkASjNRsE4P25kjbNidrKXs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QnWDhkASjNRsE4P25kjbNidrKXs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QnWDhkASjNRsE4P25kjbNidrKXs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QnWDhkASjNRsE4P25kjbNidrKXs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/8G1GrKnvRpY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/8G1GrKnvRpY/o-ipe-amarelo.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-d6YEUKDmaAc/Tjo0waXd17I/AAAAAAAAA0E/1L7RkT1-QUY/s72-c/ipe.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/08/o-ipe-amarelo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-3676130155772455630</guid><pubDate>Sat, 30 Jul 2011 02:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-29T23:38:07.969-03:00</atom:updated><title>Falta de Inspiração.... -  O diário - on</title><description>- Onde está o escritor? &lt;i&gt;Disse o Sr. Diretor.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Morreu, faleceu, veio a óbito. &lt;i&gt;Disse o Sr. Editor.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não diga? Que diabos! Eu quero a cabeça do Sr. Escritor.E você que escreve demais, publique a notícia logo. Diga quando ele chegar, que estarei em reunião com Thánatos e Hades na minha sala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (...) Mas ele esta morto, já disse! - &lt;i&gt;Disse o Sr. Editor.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não dou à mínima. - Disse o Sr. Diretor batendo a porta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E ae foi publicado? - Perguntou o Sr. Escritor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ainda não, o Senhor Diretor esta agora em reunião. Ele está furioso. E quer ver-lo imediatamente. Falou baixinho o Sr. Editor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (...) Bom dia Sr.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Qual é a sua Cara! O sol não nasce pra você não? O que lhe pedi foi simples; escreva sobre o óbito do cara, e você me traz uma porcaria destas! &lt;i&gt;Berrou o Sr. Diretor, furiosamente perplexo.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
- Mas o cara esta morto Sr. Escrevi apenas o tanto quanto podia.E além do mais se me chamou aqui é porque Sr.Thánatos e o Sr.Hades concordam comigo. - &lt;i&gt;Retrucou Sr. Escritor.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ora, ora, vejamos.. não é que é o Sr.Escritor, além de escrever porcarias, também quer dirigir aqui. - &lt;i&gt;o Sr. Diretor.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas ele ta morto &lt;i&gt;Sr. Disse Sr.Thánatos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E no inferno. &lt;i&gt;Disse Sr.Hades.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Que se dane! Eu quero a cabeça do Sr. Escritor! - &lt;i&gt;Berrou o Sr. Diretor.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-3676130155772455630?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vQMnmnKPDzWTgikoCMWg8QQJPaY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vQMnmnKPDzWTgikoCMWg8QQJPaY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vQMnmnKPDzWTgikoCMWg8QQJPaY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vQMnmnKPDzWTgikoCMWg8QQJPaY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/HxyvsFSbayg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/HxyvsFSbayg/falta-de-inspiracao-o-diario-on.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/07/falta-de-inspiracao-o-diario-on.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-7394730036490497251</guid><pubDate>Mon, 18 Jul 2011 01:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-17T22:17:23.863-03:00</atom:updated><title>O construtor de barcos.</title><description>A fragilidade da natureza humana é condensada. Nuvens de julho. Chuva de dezembro.  Mas (...) e a chuva de hoje? É de condição tão contemporânea? (...). Pra onde vai esta água? O grande oceano, que nunca pacífico, muito embora, também refletia o espelho do céu.  Gotas de tudo.   &lt;i&gt;- Destroem a nossa loja de espelhos!&lt;/i&gt;  Esta foi uma afirmação que me consumiu. Pois então que seja assim. Resolvi construir um barco. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 A fragilidade da razão; á mim é condensada.  Derrubei de meu conhecimento; o casco. Madeira sagrada, que sangra; e não toca em fogo. Abaixo dela selei uma quilha, como se fosse mesmo; um projeto de veleiro. Sei bem que todo ser humano que ser possa ser; é uma quilha, principalmente quando este mesmo é lançado a sua natureza inóspita; da qual se projeta o pensamento em uma ilha. Penso assim, pois antes de encontrar o prumo, o barco não deve virar, já que onde estiver o mar, o pensamento do mar ali estará.  Feito o barco; levanteis as velas; e naveguei até o limite próximo de uma ilha. Lá ancorei o barco; fiz do silêncio oportuno; estadia. Deixei que o grande oceano afundasse o barco como uma pedra. Descobri que na natureza humana não existe ilhas. Foi então que resolvi construir um novo barco, e assim por diante, fiz inúmeros projetos; barcos pesqueiros, barcos de guerra, veleiros pacíficos, naus de transporte. Desta forma fui me aproximando dos continentes, e ao mesmo tempo; como construtor de barcos, fui me distanciando dos mesmos; e ainda assim distante das ilhas.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 Na próxima vela revelarei que um barco é um pensamento único, em mares sempre revoltosos. Muitas pessoas não sabem disto, porque vivem na praia, ou contemplam o abismo do oceano. Mas um verdadeiro barco sempre é feito em alto-mar. O barco sempre é feito, pelos que não se afogaram no mar, e sabem o que pode se afogar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-7394730036490497251?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7nH7Xq9i2fQMu6GwgSK3ANAFqWI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7nH7Xq9i2fQMu6GwgSK3ANAFqWI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7nH7Xq9i2fQMu6GwgSK3ANAFqWI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7nH7Xq9i2fQMu6GwgSK3ANAFqWI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/-4TrpgZ4O1w" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/-4TrpgZ4O1w/o-construtor-de-barcos.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/07/o-construtor-de-barcos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-7519014396160868870</guid><pubDate>Sun, 10 Jul 2011 23:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-10T21:12:07.749-03:00</atom:updated><title>A flor do amanhã.</title><description>Amanhã é um dia. Que amanhã não foi. Pois pelo sol de hoje; amanhã não será. Mas pelo sol de amanhã; amanhã será o que não foi hoje.  O tempo é movimento da ampulheta; a areia desce, em concreto, e sobe em areia.  O sol em si, faz desta terra, um tabuleiro. Pois somente nele as almas são pedras. Enquanto sua consorte a lua; tece a manta do destino, para o frio do deserto. Para o absoluto silêncio. Não vivemos o que não houve. E não somos o que ainda não chegou.  A sombra da esperança é uma fantasia irrestrita, que se finda amanhã; apenas quando amanhã é hoje. Se um dia eu olhar de novo para paixão. Deixarei para ela; apenas a flor do amanhã. Pois hoje é um dia, que a madrugada; condena-me.Não que as luzes me venham; á condenar o amanhã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-7519014396160868870?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cq_cKYnGt1TkrcV6lGzrPSM8jaE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cq_cKYnGt1TkrcV6lGzrPSM8jaE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cq_cKYnGt1TkrcV6lGzrPSM8jaE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cq_cKYnGt1TkrcV6lGzrPSM8jaE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/q-bhH7yz7lc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/q-bhH7yz7lc/flor-do-amanha.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/07/flor-do-amanha.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-1460709826895839649</guid><pubDate>Tue, 05 Jul 2011 03:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-05T00:29:20.067-03:00</atom:updated><title>Fábula do inverno.</title><description>A cidade opõe-se em si.  A noite se faz dia, e o inverno se torna real.  Mas antes de encontrar o meu sufrágio, e atravessando este inverno sem nenhuma condição, li o meu agouro nos olhos de um pássaro na praça. &lt;i&gt;¨ Eu estou acordando em acordar.  A vida não é uma tolice que dar em árvores.  E estou sozinho como a solidão. Porque é somente. E somente é o que me deixa forte.  Grito no seu grito.  E porque eu amo. Deixo-me cair à neve lentamente. Deixo-me dormir. Deixo-me viver as manchas de sangue na neve. ¨&lt;/i&gt; Findei minha curiosidade como uma ave que voa em outros céus. E restou-me o silêncio profundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-1460709826895839649?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BIpxYbEaqGMAy8O346_V-e3Df3Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BIpxYbEaqGMAy8O346_V-e3Df3Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BIpxYbEaqGMAy8O346_V-e3Df3Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BIpxYbEaqGMAy8O346_V-e3Df3Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/bEsSFREF4WY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/bEsSFREF4WY/fabula-do-inverno.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/07/fabula-do-inverno.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-2048947312105956994</guid><pubDate>Mon, 04 Jul 2011 01:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-03T22:18:19.223-03:00</atom:updated><title>Peixes das sombras.</title><description>Meu destino ainda não chegou.   Então sai de coração partido mesmo. Lembrei-me de Miriam que chorava por qualquer coisa mesmo. Lembro-me daquele anjo que chorava, pois tinha perdido seu coração nas asas de um bandido. Eu queria lhe dizer; ¨ Se for chorar mesmo deveria esquecer os seus dotes de clemência. ¨  Flores de chuva lembram-me dela.   Ela hoje em dia, deve ter encontrado seu caminho como uma árvore que se opõe ao sol. O caminho ainda é o mesmo, só que estou em meu destino. E como sempre não sou um anjo.  Porém a saudade de minha amiga remonta a uma nostalgia em particular.  Os ares da floresta lembram seus olhos. Pois é Miriam queria tanto lhe dizer, que você não deveria chorar assim; este tipo de tristeza alimenta estes peixes.  Deixe que o rio chore por eles. De certo mesmo, eu já pesquei uma vez uma traíra, nem sei mesmo como sobrevivi.  Mas é certo que na minha terra este bicho em qualquer fio d’água se dá.  Pois é minha amiga, deixe que o rio, toma conta destes peixes, que a correnteza de certo os levará.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-2048947312105956994?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8Wgk0s6y5qdC8Z_POz3vCjfXf8U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8Wgk0s6y5qdC8Z_POz3vCjfXf8U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8Wgk0s6y5qdC8Z_POz3vCjfXf8U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8Wgk0s6y5qdC8Z_POz3vCjfXf8U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/pYnNm1skJw4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/pYnNm1skJw4/peixes-das-sombras.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/07/peixes-das-sombras.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-8569668328438730579</guid><pubDate>Wed, 29 Jun 2011 03:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-29T01:23:10.421-03:00</atom:updated><title>Ode à cachoeira.</title><description>Derrama-me em lágrimas. &lt;br /&gt;
Derrama-me, em face de meu rosto liquefeito! &lt;br /&gt;
Derrama-me.&lt;br /&gt;
Derrama-me em pedra.&lt;br /&gt;
Derrama-me em punho. &lt;br /&gt;
Derrama-me, minha farsa. &lt;br /&gt;
Minha caça. Minha presa.&lt;br /&gt;
Derrama-me minha poesia de outono. &lt;br /&gt;
Derrama-me meu leão de ouro verde. &lt;br /&gt;
Qual nascente que ecoa entre as águas?&lt;br /&gt;
Qual descrente que semeia entre folhas? &lt;br /&gt;
Derrama-me, derrama-me, somente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vá meu leão de ouro verde,&lt;br /&gt;
Que aquele rio vive o presente&lt;br /&gt;
Que aquele mar é uma casa de espelhos &lt;br /&gt;
Que não revela a humanidade pela falta de não tê-la&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vá meu leão de ouro verde,&lt;br /&gt;
Que no próximo espaço é oásis, &lt;br /&gt;
Que na próxima semente é uma serpente&lt;br /&gt;
Que um tronco de árvore é um navio&lt;br /&gt;
Que somente esta a deriva. Somente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-8569668328438730579?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ERQ9_Dg_g-lufQPT7-PTVqCfdgk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ERQ9_Dg_g-lufQPT7-PTVqCfdgk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ERQ9_Dg_g-lufQPT7-PTVqCfdgk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ERQ9_Dg_g-lufQPT7-PTVqCfdgk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/Fg9ed_wf_-k" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/Fg9ed_wf_-k/o-poema-da-cachoeira.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/06/o-poema-da-cachoeira.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-4614861593613182433</guid><pubDate>Tue, 28 Jun 2011 01:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-27T23:01:53.587-03:00</atom:updated><title>A fábula da Coruja das Neves.</title><description>&lt;a href="http://8a-glaciarartico.blogspot.com/"&gt;&lt;br /&gt;
Coruja das neves&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Y6nZ2ijLCC4/Tgk0F-tzTAI/AAAAAAAAAz0/Mw8j-NYAhro/s1600/Brenders_owl.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="140" width="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-Y6nZ2ijLCC4/Tgk0F-tzTAI/AAAAAAAAAz0/Mw8j-NYAhro/s200/Brenders_owl.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Em outro país, uma pequena menininha tinha uma pupa.  Sua curiosidade tinha colocado a pupa em um pote de vidro. Seus pais reconheceram o seu amor e seu interesse pragmático. De aniversario lhe deram um pequeno Borboletário.  A menina amava tanto aquela pupa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E antes que a luz do sol iluminasse seus olhos com verdadeira beleza da pequenina, ela á colocou sobre a companhia das mais belas borboletas que podia encontrar em seus olhos de criança, pois seus pais não aceitavam a sua ansiedade com cautela.  A menina observa tudo no Borboletário, o tempo que lhe tinha.  Logo que sua favorita nasceu, o sol iluminou, o seu olhar perdido. Porém  ao passar do tempo, ela não conseguia mais enxergá-la, de tamanha que era  a tristeza de sua favorita. Não entendia. E por nao entender, ela resolveu calada. Certo dia, com a pequenina entre as mãos, lhe fez um desejo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;- E desejo do fundo de minha alma, que você minha pequenina, encontre seus pais.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele desejo profundo chamou a atenção de uma Coruja das Neves que silenciosamente observara tudo, irrestritamente firme, na copa de uma árvore, sobre seus pensamentos; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
¨ &lt;i&gt;Porque ela a ama, lhe deseja a morte certa?&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez. Porém um desejo é um desejo. &lt;br /&gt;
&lt;i&gt;E assim é o desejo minha criança; uma ironia de inverno.&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minhas garras não alcançaram a sua pequenina borboleta,&lt;br /&gt;
Mas ela, de seu pobre engano; se a sorte lhe favorecer ou será devorada por mim, ou então no azar, por outras aves. Mas na realidade esta terá uma partida difícil.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, certamente encontrará seus pais. ¨&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-4614861593613182433?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b17mJ1v4mOdZ3540ql_u3CGi8wA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b17mJ1v4mOdZ3540ql_u3CGi8wA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b17mJ1v4mOdZ3540ql_u3CGi8wA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b17mJ1v4mOdZ3540ql_u3CGi8wA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/k9scdSZNb0Q" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/k9scdSZNb0Q/fabula-da-coruja-neves.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-Y6nZ2ijLCC4/Tgk0F-tzTAI/AAAAAAAAAz0/Mw8j-NYAhro/s72-c/Brenders_owl.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/06/fabula-da-coruja-neves.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-8477241472801095224</guid><pubDate>Mon, 20 Jun 2011 02:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-21T23:38:47.932-03:00</atom:updated><title>Mar de folhas.</title><description>Trago em meu coração um destino corrente. Uma condição de guerra.  Um dilema transeunte. Quem me dera outroras e todavias; peguei-te entre os braços como derradeira e única.  A paixão é o torpor da alma, devias pensar nisto.  Interrogo-me em são juízo, que os temperamentos do outono, não me entreguem um coração vazio. Felícia me fez um emaranhado de seduções. E eu, sendo Augusto, em minha absoluta arrogância, continuei a minha valsa a sós.  Contrapôs-me o clássico de dois. Contrapôs-me a absoluta certeza do concreto real de dois. A valsa da morte.  Arrogância, a valsa mesmo era de um destino vazio, ininterrupto e cheio de subcondições.  Um jardim que não floresce. Era o que talvez Felícia quisesse. Presunção  minha.  E é exatamente o jardim que não tenho. Nostalgia.  Eu pensei no Agusto de agosto. Eu pensei no velho lobo do mar de folhas, que catava folhas, e ao mesmo tempo lutava para sobreviver.  Uma vez tive um caso com Felícia, ela que morava em um castelo com outro senhor. Fiz da bobagem um romance, e ela escapava de meus braços outra vez.  A misericórdia era um toque de concreto, de absoluta submissão.  A minha condição subalterna fazia de mim um herói o absoluto.  Sim de fato, houve amor por Felícia.  Só não houve um resguardo de mim em seu coração. Na verdade eu Agusto, não me resguardei nela; Um cometa de lágrimas. Penso assim no dom do oposto, um nascimento de uma estrela com sorriso no rosto, e assim aparece-me de novo Felícia, pelo dom do perdão. Eu que naquele castelo fui um jardineiro, e ela assim, nunca abandonou seu mestre; foi pelas flores primeiro.  A casa de alguns romance é uma colméia.  E os ursos se afeiçoam pelos derradeiros. Eu tive Felícia só para mim, só que não sabia que era um jardineiro, e não um mestre, apesar de assim parecer ser. Eu apenas pensei como mestre e perdi Felícia.  Mas eu Augusto, não tive que aparar minhas presas, não tive que submetê-la ao meu domínio, não tive que a protegê-la em seu casaco de pele. O ¨ser¨ nao parece. O orgulho me doi. Não fui o caçador. O ¨também¨ não se caça nesta estação.  A casa de um jardineiro vive vazia e repleta de flores.  Doces e mimos, que não suportam o frio do inverno. Então trago em mim a razão pragmática que se opõem à rosa. A cruz de meu caminho. Eu verso em Felícia. Devolvo o meu outono de espinhos, devolvo a encruzilhada de destinos.  Ela perdeu-se em outro mestre, e agora está feliz em seu destino.  Sendo assim não fui a sua terceira pessoa. Fui Augusto, e a perdi como Augusto.  Jardineiro e topógrafo das causas.  O casuísmo do concreto não me cai como um a realidade mansa. Existe outro mar. Às vezes pode-se ouvir o vento tocar as folhas mais altas, enquanto as árvores balançam; são as ondas do mar de folhas.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é por acaso que hoje me recordo de Felícia.  Um dia perdia um olho. Em uma batalha com um ciscador. Tantas folhas incompletas. Tantas situações infindas. Neste dia me entendi como arqueiro.  Mas não quis caçar. Os ossos de uma lebre, não satisfazem o inverno.  Deitei-me sobre o arco do sol e o arco da lua, que caçam por mim a pernoite do dia. Sim um jardineiro conhece bem suas ilusões.  As flores diversas e profanas. Há aromas para diversas ocasiões.  Talvez quisesse a estória de Felícia, por estar bem acompanhado. Ou talvez por escutar que os barulhos dos ossos daquela lebre lembram madeira quebrando.  Não importa Felícia é um fantasma que se foi.  Sempre entendi a natureza das colméias, e de sua maldição. Apenas acho que às vezes há carvalho demais no uísque de certos viajantes.Revira-me.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-8477241472801095224?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z2q5-emnRBvLPPHH3vMoruNbGOY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z2q5-emnRBvLPPHH3vMoruNbGOY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z2q5-emnRBvLPPHH3vMoruNbGOY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z2q5-emnRBvLPPHH3vMoruNbGOY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/8OkH6-_Hoyg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/8OkH6-_Hoyg/mar-de-folhas.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/06/mar-de-folhas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-2326382528680228386</guid><pubDate>Tue, 14 Jun 2011 03:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-14T00:54:45.280-03:00</atom:updated><title>E poucos são os  prefácios.</title><description>Somo-nos distantes também. Todos estes segredos em câmaras. Em ecos. Pois hoje é amanhã também.  Ainda parecemos bobos. Sorrimos chorando. Guardamos nossas crianças. Destas tempestades de sóis. Desta batalha incessante. Deste coração de partidas. Se for eu que te dei um destes. Faça o favor de dizer o que é que fica. Dê-me um abraço de esmigalhar.  As noticias caem e chovem. E nós abrimos a boca comendo algodão doce, quando não algodão amargo, para aparar os cortes.  Sempre tantas superstições.  Mas hoje também é amanhã, de novo também. Guardamos esta cautela. Vivemos o futuro no presente. Porém preferimos o passado.  E quando tantos sofrem as transgressões e o desvalimento. Brincamos de humanidade. Trajamos concreto armado. Trajamos cortes de aço. Sumimos em correntes, vapores e em velas.  Nossos navios de alcunha. Nossos pretextos pragmáticos.  Salvamos o mundo. Porque hoje é amanhã também.  Este outro é um navio em costas douradas. Este outro é um trem em linhas perdidas. Este outro é um fio de eletricidade de corrente alternada. Este outro é um mundo de veias e artérias escancaradas. Este outro é o que é hoje e que também possa ser amanhã. Leio pelo amor. Escrevo pela paixão. Ergo a harmonia dos pequenos redemoinhos.  Volta e meia estou no losango da asa de uma borboleta.  Volta em meia estou no bafo de um touro furioso.  E se há alguma verdade nisso mesmo meus leitores; é que hoje também é amanhã.  A esperança mesmo, é que é sem detalhes e inócua. Milhares Centenas, dúzias,únicos  e poucos são os  prefácios.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-2326382528680228386?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WI2rc5c7llkPoBXlccnhiAnsjCo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WI2rc5c7llkPoBXlccnhiAnsjCo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WI2rc5c7llkPoBXlccnhiAnsjCo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WI2rc5c7llkPoBXlccnhiAnsjCo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/FVdV-EplsEA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/FVdV-EplsEA/e-poucos-sao-os-prefacios.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/06/e-poucos-sao-os-prefacios.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-4081935986523774123</guid><pubDate>Fri, 10 Jun 2011 05:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-10T02:33:42.078-03:00</atom:updated><title>A outra moscou</title><description>Outra moscou, 10 de junho de 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Faz frio lá fora. Só que eu estou lá fora.  E você aqui dentro.  Esta é neve recente. A rua é tão estreita que um assobio do Metrô, me faz lembrar que este trem está vazio, e próximo também.  A ironia deste clima fortalece meus ossos, mas deixa minha pele em gelo.  As balas ainda estão zunindo na minha cabeça.  Aqui nosso Lenine também morreu.  Ainda me assusto com meus próprios passos. E um latido de cachorro arrepia meus calcanhares.  Há um mendigo na rua, utilizando um paralelepípedo como travesseiro.   Comprei algo de pêssegos, o café acabou.  Amanhã querem enviar outro homem pra lua. E quando ele for vai perder o seu destino outra vez. Mas amanhã eu tenho outro amanhã. A do terno clássico. Da condição preconcebida. Da coca e do pão de queijo.  A guerra fria acabou em outra tecnologia.  O muro caiu. A pedra é do mendigo. Não quero o nosso Lenine mumificado outra vez.  Não tenho escrito nada que caiba bem em uma epígrafe. E como faz silêncio em catedrais. Outro trem irá partir. Digo apenas, adeus e até breve, moscou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-4081935986523774123?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9J3yVpaWeZF_zE968Kc8swX-Q1s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9J3yVpaWeZF_zE968Kc8swX-Q1s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9J3yVpaWeZF_zE968Kc8swX-Q1s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9J3yVpaWeZF_zE968Kc8swX-Q1s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/ZEKyfGe8hxY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/ZEKyfGe8hxY/outra-moscou.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/06/outra-moscou.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-1899356795494285010</guid><pubDate>Fri, 03 Jun 2011 07:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-03T05:43:57.800-03:00</atom:updated><title>Debaixo do Sombreiro</title><description>Este é o capitulo de outrora, de um desejo qualquer. O desejo não desejo. No texto um cílio simples, e um papel, marcando uma leitura ao fundo, a transparência de um excesso. Mal descrevo a precisão de um romance e um café.  Câmara de ecos. Consolida o coração da estátua de uma mulher. Que outrora? Fostes anjo. Salvando em um abrigo a necessidade de um coração sóbrio, ébrio e vulcânico, móvel.  Então te dei outro sobrenome e um sombreiro. E da árvore fostes alimentando, teu coração com desalinhos, de olhos pequenos e aguçados. Criada a criatura, sobre a sombra do sol que bem te quis. Fostes produzindo advertências, que procuravam raízes, pernoitando em ciúmes e voltando pra casa.  Eu esquecendo-me de me por em telhas, em paredes, em portas, em escadas, em chaves. Eu, areia movediça. Já largado em teu corpo, punha-me chamas, em ventos, em amor, em ódio, e em dor.  Em outra dor; ainda não me encontro instável. Ainda encontro-te em redemoinhos de cata ventos. Ainda encontro-te; outrora; de tanto desalento.  Por outro não devia. Já que o eu; é sempre areia movediça. Penso assim, que por mal ou por bem; larguei-te no sombreiro. Pois logo eu que sempre fui tão criança em ti, não acuso do fostes em mim. Prerrogativas adversas; oposto de faces.  O cílio era teu; tua louça de cetim. Também era tua a estátua debaixo do sombreiro.  Foi o autor que regrediu.  E talvez para escrever bem a verdade, o destino se contrapôs. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas pesando assim o nosso amor seria uma anedota. De uma lógica transversa. De outrora. Oposta. Que não se doou. E no outro seria rir, de si mesmo. Rir de nós mesmos, rir da tua estátua, que não era nossa. Mas por mais que seja a adversa a conclusão, caio em ti, em mim e em nada.  Você não terminou a história. A história não termina. Agora percebi.  No pouco.  O autor não termina em outro capitulo, e eu que também estava lendo o capitulo de outrora.  Não recuso o teu romance; esqueci de devolvê-lo. Este é o meu sarcasmo antipódico.  Já que o café me mantém sóbrio.  Já não sei te descrever enquanto tu estavas lendo outro livro.  Já não tenho o conhecimento e nem a importância do outrora. Perdi a noção do erro.  Bobagem seria culpar um cílio teu. Devia arrancar-me em sinos, para te ver outra vez em cetim branco.  Esta força da razão não me condena. Aqui esta o mal acabado; ninguém desaparece, prefiro-te invisível.  Devoro tijolos, telhas e paredes, e já não te vejo como mulher. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o escritor terminou em outro capitulo, tu já devias saber, pelo peso do livro; já que lestes este com tanta leveza. Já é abril. E a tua teimosia deve ter esquecido o guarda-chuva de novo. Aquelas tuas plantas precisam ser podadas. É o romance amadureceu tardiamente.    Na falta de solidão ou de ciúme; tu não voltas por aqui.  E eu por outro lado quero por tudo em chamas.  A tua estátua faz de mim um coração de gelo. E seriamente, o resto do romance não parece casual. Cada detalhe é um descaminho. Eu não me identifiquei.  Não fazia sentido por nos dois debaixo de um sombreiro lendo o mesmo livro.  Mas livro não é meu. Como conhecimento de causa; não quero colocá-lo ao fogo. Mas realmente estivemos por lá. No sombreiro. A tua estátua não nega. Você emprestou o teu romance depois; na sombra de um livro.  É bem verdade que eu nunca soube o que você estava a lendo.   &lt;br /&gt;
Eu nunca fui romântico; de fato lia teus lábios.  A tua imagem me perturba. Não tem como devolver este livro. O livro em si é incapaz, de ser devolvido.  Naquele dia você não voltou mais. Deixou o silencio.  Simplesmente desapareceu.   Na verdade deixou o não fazer sentido. O que já me era de costume. Por fim, a nostalgia acaba. Então vem a bendita ordem. E sem conhecimento de causa.  Já não entendo perdão ou o anti-perdão. Já te desfaço dos presentes. Empenhei minha aliança. Pois a cinza do fogo passado não aquece o presente.   A matéria não ecoa. E ironicamente.  O livro é lido por si só. Resta-me uma dor aguda. Se me emprestasse àquele romance é porque o teu romance já não me pertencia.  E foi assim que por gosto ou por ignorância, que descobri que não sou romântico. E que ironicamente me volta à mesma afirmação; Não recuso o teu romance; esqueci de devolvê-lo. É o mesmo sarcasmo antipódico, que tenho escrito. Porem que lhe caiba bem o teu autor.  Já que não escrevo estas linhas com amor.  Então me livro da culpa, como tempo livra-se dos ponteiros.  O destino é uma forma de entendermos certos livros. E o pecado de não ler o mesmos. Deve ser porque o amor não se conduz.  Já que não me agarro ao sombreiro de outrora. Devolvo-te a sombra do teu cílio derradeiro. Pois nem mesmo eu saberia se tu lestes o livro inteiro. E que diferença isso faria em teus dias de janeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-1899356795494285010?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5pD3R-xnXgPEyf57tqmnhimUtQo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5pD3R-xnXgPEyf57tqmnhimUtQo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5pD3R-xnXgPEyf57tqmnhimUtQo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5pD3R-xnXgPEyf57tqmnhimUtQo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/oRsweeJftCE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/oRsweeJftCE/debaixo-do-sombreiro.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/06/debaixo-do-sombreiro.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-5981528046084076845</guid><pubDate>Tue, 31 May 2011 04:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-01T16:05:48.745-03:00</atom:updated><title>Estórias da lua.</title><description>Quantos sonhos poderiam romper o veneno da misteriosa noite. A lua nascia em olhos de cristal, nuvens púrpuras e árvores sobre a luz da natureza.  O fogo da paixão é simples como tolice que queima e aquece e ainda assim é oculta. E era assim que lua surgia com seus olhares de raposa, que trocava seu homem sem teto, pelos crimes das nuvens. Certamente seria tolice sair assim á aquela distância e alcançar os sonhos daquela mulher. Já em outra idade minha função era cuidar de um velho porto. Um litoral de corais banhados por árvores distantes. Mas agora eu tinha subido o altiplano e fincado a minha estadia sinuosa perto de um ar orvalhado da mata densa.  Aonde era mais fácil respirar e difícil sobreviver. Pelos tempos e pelos crimes. Um homem nunca deixa pecados, tolice! Se a lua nasce sobre aspecto mais claro do sol, desfragmentamos em pó.  Esta é uma verdade boa de beber sozinho.  Agora o veneno da noite se dilata, de forma maior e melhor em meus olhos. Em outro tempo eu estava lá. Com areia amalgamada sobre a pele com faz juz a regra do tempo.  Estórias da lua.  A dança do fogo. Embalada pelo eco da teimosa imensidão das ondas.  A graça do céu. É o que a alma dos navegantes sempre procura. Quase volto sobre mim. Passei o dia com homens que trocavam suas assinaturas, e molduravam seus corpos enclausurados em lástimas.  Esqueciam e ao mesmo tempo compreendiam o que talvez eu compreenda tão bem, que a natureza é misericordiosa nos fatos.  Muito embora a voz daquele vento fosse com a voz de uma lágrima ecoando agudamente ao toque de um eco. Lembrei que a graça de um orvalho sobre o topo de uma folha é a graça que o criador divino nos deixa.  Não existe eclipse eterno eu suponho.  É apenas esta lua nova que surpreende em seu reflexo orvalhado sobre a flor de crisântemo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-5981528046084076845?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lMggscoOHkYUsnQbWQCaYj52q84/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lMggscoOHkYUsnQbWQCaYj52q84/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lMggscoOHkYUsnQbWQCaYj52q84/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lMggscoOHkYUsnQbWQCaYj52q84/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/pxh3RL1vwSg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/pxh3RL1vwSg/estorias-da-lua.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/05/estorias-da-lua.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-8198125961371476735</guid><pubDate>Fri, 27 May 2011 22:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-27T20:41:30.786-03:00</atom:updated><title>Trem do oeste</title><description>Falo de outro tempo profundo. De um trem que eu peguei em outro trem. Pois o homem é um pedaço de mundo que só, te arrancam dos pés, pelo chão.  É sem teto este trem do oeste, condenado a divina aflição. Pois a vida dele é o resto de uma prece. E a prece é a única solução.  Mas o apito do trem calava o oposto da prece. E dizia a ela: -&lt;i&gt; Não reza cometa. Cometa mais um passo, um passo sem ar.&lt;/i&gt;  Era como se fosse um anjo de seda, que subiu pelo céu, e caiu de aflição. E em que todo silêncio celeste, colocava sobre a mesa os pedaços do seu coração. Mas insistia o trem do oeste; a passar por uma trilha sem rastro, a deixar por uma milha os passo, do ofegante destino, e destino é sem par. Costurando o ouro dos tolos; eis que trem lhe arrepiava o corpo. E então a vitima celeste vazia-lhe uma prece pro pobre diabo voltar. Mas o diabo de pobre, andava solto e jantava sobre a mesa, sem tanto esperar. E o jornal às vezes dizia,levando a poesia da bela pro ar;.&lt;i&gt;Condenando a vida ao fogo. Condenando a estrela ao o chão.&lt;/i&gt; Mas do céu não chovia, não ventava e nem caia ouro, só lhe restava à realidade como agouro do seu coração.   &lt;br /&gt;
Quando avistei o trem do oeste, só restava uma milha pro mar. Eu rezava pra deus uma prece, pra aqueles que voltam que se possam encontrar.   E às vezes vocês podem me ver, a cantar minha rima no ar, não se pode com ouro de tolo sem que um mau agouro te vá encontrar.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;¨ &lt;i&gt;Condenando a vida ao fogo&lt;br /&gt;
Condenando a estrela ao o chão&lt;br /&gt;
Eu rezava pra deus uma prece&lt;br /&gt;
Pra aqueles que voltam que se possam encontrar. ¨&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-8198125961371476735?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5BGyng1gb6otY-TKkCkkuny_178/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5BGyng1gb6otY-TKkCkkuny_178/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5BGyng1gb6otY-TKkCkkuny_178/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5BGyng1gb6otY-TKkCkkuny_178/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/xgHYx3SEZ7E" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/xgHYx3SEZ7E/trem-do-oeste.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/05/trem-do-oeste.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-2293842467284673453</guid><pubDate>Sun, 22 May 2011 02:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-22T01:03:27.175-03:00</atom:updated><title>Um outro olhar.</title><description>Ela me veio de novo, e de novo, e denovo, com um &lt;i&gt;outro olhar&lt;/i&gt;. Desta vez eu era a flecha enquanto ela era o arco.Pacientemente. &lt;i&gt;Um outro olhar&lt;/i&gt; poderia ser uma pintura, uma ópera, um concerto. Um trágico drama qualquer, que de concreto, andava empoeirado. Mas era assim.  E aquele olhar; era uma folha caída. E é assim quando estamos sós. Só que quando estamos sós, pegamos; trens, automóveis, metrôs, aviões e barcos. Orientamos os relógios para que os ponteiros triunfem. Persuadimos.Mas para aquele olhar já não bastava ser tão urbano.  Já não bastava fingir ser o que não era. Mas o fazia. Com toda contemporaneidade de um olhar sozinho. Urbano. Eu não conseguia fugir do &lt;i&gt;outro olhar&lt;/i&gt;. O que não lhe era casual, e ainda assim de folha caída, do mesmo jeito. O que não lhe era consangüíneo não lhe punha um sorriso. O que não lhe cabia, colocava em um instante.  Já não tinha que revelar uma alma furtiva. Já não tinha que revelar, um próximo precipício, ou uma angustia dissonante, ou um desamor perpétuo que lhe desbotasse a face. &lt;i&gt;Um  outro olhar&lt;/i&gt; sempre foi triunfante na sobrevida.  Como a vogal, a consoante e a palavra. Só lhe faltava a partida. Mas então me veio o outro  olhar,  um olhar que talvez tivesse passado por um beco  escuro, cheio dos animais mais estranhos que se possa encontrar.  E que talvez fosse fácil pensar que ela iria derramasse assim.  De tanta fragilidade. De tanto o outro olhar.   Mas &lt;i&gt;um outro olhar&lt;/i&gt; é  sempre um perdão que não se detém. É um mistério que não se descobre. Eis a magia de &lt;i&gt;um outro olhar&lt;/i&gt;.  Deixei nossos olhos a sós. E voltei com o mesmo olhar. Para estar com ela. Já que &lt;i&gt;um outro olhar&lt;/i&gt; é  sempre o amor.  O resto é a cidade. E na nossa terra. A cidade é uma árvore que no topo dela, existe uma colméia, sempre a espera da pata de um urso. É engraçado como em plena cidade existe tantas pessoas que gostam domesticar os ursos. Deve ser por que eles não hibernam, com tanto barulho e são tão bem acostumados, a se deitar no sofá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-2293842467284673453?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lurv0XFHdvbRaWB1NffvSrR3lVw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lurv0XFHdvbRaWB1NffvSrR3lVw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lurv0XFHdvbRaWB1NffvSrR3lVw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lurv0XFHdvbRaWB1NffvSrR3lVw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/0QGMi9GBhQc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/0QGMi9GBhQc/um-outro-olhar.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/05/um-outro-olhar.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-8462136068453014316</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 20:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-15T19:51:25.728-03:00</atom:updated><title>O jantar da raposa.</title><description>Era uma noite de frio inconsolável na floresta. O reflexo da lua brilhava naquele par de olhos negros assustados que se perdiam em pausa para escutar o intangível.  A lebre farejava uma trilha de musgos, quando foi surpreendida por um a raposa. Então a caçada começou. Típica como há dois dias atrás para ambos.  A raposa flutuava sobre a neve. E a lebre por força de momento, encurralou-se dentro de uma toca oportuna. Debaixo das raízes de uma árvore.  Enquanto a lebre se alinhava no fundo da toca, a raposa ardilosamente se alinhava nos arbustos ao lado. Depois de esperar um tempo a raposa tentava persuadir a sua presa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pode sair. A raposa já se foi. - &lt;i&gt;Disse a raposa, baixinho, com a boca cheia de musgos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quem é você eu não lhe vejo? Onde você está? O que você quer?  - &lt;i&gt;Perguntou a lebre desconfiada.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
- Eu era como você. Uma lebre. Agora me acordei com este barulho.  Não consigo dormir neste frio.  - &lt;i&gt;Disse a raposa.  &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você fala como raposa. Não falo com raposas. – &lt;i&gt;Disse a lebre.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
- Por favor. Ajude-me. Eu lhe imploro. É que estou presa em uma armadilha desde manhã, no meio destes arbustos e não posso ir ai.  - &lt;i&gt;Disse a raposa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você ainda fala como raposa. Não acredito em você. - &lt;i&gt;Disse a lebre.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ai se eu ainda tivesse meus dias. Você não se lembra? Onde você estava?  Eles vieram de manhã. E eu fiquei acuada.  Bem ai na sua toca. Mas humanos trouxeram os cachorros, tocos de trovão, e eu tive que fugir.  Foi quando fiquei presa nesta armadilha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Armadilhas? Que armadilhas?  - &lt;i&gt;Perguntou a lebre. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ah se eu tivesse seus dias. Poderia sair por ai e passear por outros bosques. Mas o mundo está cheio de armadilhas. Agora por exemplo eu padeço dos humanos e seus cachorros. Disseram-me que eles fazem isto por esporte.  Não é irônico? Ter que fugir de raposas e águias, para acabar na mão de uma matilha de cachorros, da qual os humanos fazem parte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso parece conversa de raposa. - &lt;i&gt;Afirmou a lebre.&lt;/i&gt;   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É... Mas no final até que eu tive uma sorte. Passei o dia inteiro roendo musgos (...) – &lt;i&gt;A raposa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Musgos aonde? - &lt;i&gt;Perguntou a lebre.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E foi assim que a raposa jantou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-8462136068453014316?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/elxHYrYEVs0peX5bPKzX6YfGrTg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/elxHYrYEVs0peX5bPKzX6YfGrTg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/elxHYrYEVs0peX5bPKzX6YfGrTg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/elxHYrYEVs0peX5bPKzX6YfGrTg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/cxN29y17-Sg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/cxN29y17-Sg/o-jantar-da-raposa.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/05/o-jantar-da-raposa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-6313632680411541740</guid><pubDate>Wed, 11 May 2011 04:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-11T01:22:58.600-03:00</atom:updated><title>É porque hoje é o meu aniverssário...</title><description>Ao escritor eu desejo. Que o sol celeste nos ilumine. Que a última estrela nos guie.   Aos sagrados, a paz da última fé. Aos profanos a liberdade outorgada.  Aos escritores e escritoras que me visitam, lembro-me do amor e o carinho de suas palavras, que o destino da boa sorte, complete os seus caminhos, e que isso seja a sua consorte.  Porque li em vocês a liberdade e o amor que as palavras frutificavam, tendo em remédio os conselhos e a sabedoria que estes olhos me deram.   Não quero envenenar meus anseios com energias negativas, e por isso entrego por força maior, um bem vem de cima. E antes que minha última velinha se apague, desejo a todos. Paz compreensão e amor.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Beijos, Alexandre Henrique.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-6313632680411541740?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/A0ooIm9nWMR4-g69j7Gxb3btOnY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/A0ooIm9nWMR4-g69j7Gxb3btOnY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/A0ooIm9nWMR4-g69j7Gxb3btOnY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/A0ooIm9nWMR4-g69j7Gxb3btOnY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/zN4cE4YKV8o" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/zN4cE4YKV8o/e-porque-hoje-e-o-meu-aniverssario.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/05/e-porque-hoje-e-o-meu-aniverssario.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-4422000107565410904</guid><pubDate>Wed, 04 May 2011 02:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-10T21:38:12.536-03:00</atom:updated><title>O dilema da pétala.</title><description>Uma pétala caia da árvore e flutuava na fugacidade do vento. Tudo que ela tinha de dizer dizia. Sussurrava com a liberdade de uma alma. &lt;br /&gt;
– Este é um dom que te dei. Faça assim. O que foi feito já existe entre os olhos. É a razão. De esta lua derramar o sol ao entardecer.  De longe fazem sentido os pequenos redemoinhos. O baile da dor. De nada valem. Mentiras... &lt;br /&gt;
Não foi a primeira vez que vi uma pétala sangrando assim. As mentiras não doíam.   &lt;br /&gt;
Mas se era a liberdade tudo o que ela tinha.  Devia ser feito.  Isso lembrava. Outros destinos.  O destino mesmo é um novelo de lã estirado neste tempo frio.  De ponta a ponta. Por um momento desejei ser ovelha. Preocupado com o pouco.  Vagando por ai. Meu conforto. Talvez nuvens. Até ele chegar. O destino. Sempre mentiroso. Sempre imprevisível. E quase sempre humano demais.  Mas somos os nossos destinos. No fim vestimos as nossas ovelhas perdidas. Até quando a pétala cai. No chão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-4422000107565410904?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZDiQnzSs-Un03mZFhVs_bYMgHTc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZDiQnzSs-Un03mZFhVs_bYMgHTc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZDiQnzSs-Un03mZFhVs_bYMgHTc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZDiQnzSs-Un03mZFhVs_bYMgHTc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/-rRoU9za-U0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/-rRoU9za-U0/o-dilema-da-petala.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/05/o-dilema-da-petala.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-6849327274847993955</guid><pubDate>Tue, 03 May 2011 00:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-02T21:31:24.470-03:00</atom:updated><title>A frase de Clarisse Lispector.</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Tyv1qC48lco/Tb9MsbKRg_I/AAAAAAAAAzE/PqOy1JBHMjM/s1600/600full-clarice-lispector.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-Tyv1qC48lco/Tb9MsbKRg_I/AAAAAAAAAzE/PqOy1JBHMjM/s320/600full-clarice-lispector.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posou uma frase em mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quis questioná-la, persuadi-la, aproveitá-la, devolve-la e evolvê-la, enfim rir dela. Talvez colocada contra parede. Não era uma ave. Tinha pousado nos meus olhos.  Mas não era eu.  E a frase continuava em mim.  Tolice achar que a frase era ela. A frase era ninguém. A frase era tudo. Era pouco. Talvez não muito profunda. Talvez sábia. Havia dúvidas.  Mas era oriunda. Fazia a frase assim, ser um pouco a mais de mim? Questionada a frase, ela não falava. Por isso não era contraditória. Engano.  Apenas por ser frase, já era contraditória. Havia a anti-frase no silêncio. Havia o anti-eco nas palavras que talvez indicasse que estivesse tudo ao avesso.  Havia a antítese; os meus olhos.  Não me surpreendi. Apenas percebi que não havia mais a frase. Foi então que percebi que a frase era mais que uma negação.  A frase era uma frase. Mas eu acostumava acreditar, que a frase era mais que uma frase.  Sabedoria? Tolice.  Muitas vezes acreditei que a frase, questionava.  Ou afirmava. Ou exclamava.  Fiquei até por um momento, muito preocupado com a retórica da frase. Mas a frase não fazia isto. Porque a frase tinha um ser.  A frase depois de partida não era uma personagem.  E nem era a gramática da frase. A dor de ir embora fazia da frase, o que a frase era em mim. Eu já lia tantas frases. Eu era o que a frase era agora. A frase findava a minha curiosidade.  Minha intenção não era findar a frase. Minha intenção era encontrar um caminho dentro da frase.  Então me apeguei a um ser da frase. Porque por si só a frase voava.  Então quis escrever. Escrever como a frase.  Era um motivo de resposta. De angustia. De solidão que só uma frase entende, porque é da sua natureza ser partida e ser frase.  Sem perceber, esqueci que perdia a frase também.  A frase não pertence, percebi. A frase não percebe.  A frase é o que se comunica. Talvez fosse melhor dizer pra mim mesmo. De forma simples e clara. Talvez para suprir vazio da lógica que construía sobre a frase.  Que a frase era da Clarisse e também era da Lispector.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-6849327274847993955?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d33OJw81x398ZWxLrDG5-R11fHo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d33OJw81x398ZWxLrDG5-R11fHo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d33OJw81x398ZWxLrDG5-R11fHo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d33OJw81x398ZWxLrDG5-R11fHo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/boo1RiL7NYA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/boo1RiL7NYA/frase-de-clarisse-lispector.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-Tyv1qC48lco/Tb9MsbKRg_I/AAAAAAAAAzE/PqOy1JBHMjM/s72-c/600full-clarice-lispector.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/05/frase-de-clarisse-lispector.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-5437952699177772629</guid><pubDate>Sun, 01 May 2011 19:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-01T17:39:57.569-03:00</atom:updated><title>Um poema aos pedaços</title><description>Sua habilidade de ser o outro ser, por entre nós. Pintou o escândalo trágico, que até eu desejei ser um mágico, escrevendo um romance hábil, nas profundezas de teu coração, que de tão cálido; Nus. Vingaremos nos lençóis. E não rolou uma lágrima. Uma consoante da lástima. Tua gemida deserta. Minha miséria de espera. O que nós fez anoitecer aos poucos, mesmo chovendo trevas, mesmo sorriso dos tolos, se foi o que não te conheço de novo. E não acredito aos poucos. Nós teus motivos sinceros. Mas a indulgencia do hábil; mesmo segredo dos lábios, mesmo destino dos cálidos, mesma a fortuna dos sábios, teu ser intoxicado que fez meu ser acreditar (...).  Numa brincadeira que tão tola, escondia a outra, que no sorriso enigmático, de boba fazia a nossa paixão. Este foi teu semblante estático, que assustava a memória sincera, vestia a nua a tua fera, num mar a de rosas e pétalas.  E pelo perdão pragmático, vim da parte das trevas; pelo sorriso do outro, todo desconfiado, todo embriagado, todo furioso e inato. Ah se havia um serpente, ou se era correntes, ou se era um fim trágico, ou se era descrente. Mas em um silêncio inocente, dormia o amor de crisântemo, dormia a flor da serpente, dormia dor do perdão. E eu não sabia no pratico se era você, ou a outra, se havia você e um outro, se você amava o pratico, ou se fazia espetáculo.  Preferi  a tomar a  dor e acetato, te fiz um cordão pelos fatos, te fiz um corrente de bilhar, te fiz um poema aos pedaços, te fiz uma lua sem mar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-5437952699177772629?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uptTkNWdrupuspLYOVZEtSXbOMU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uptTkNWdrupuspLYOVZEtSXbOMU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uptTkNWdrupuspLYOVZEtSXbOMU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uptTkNWdrupuspLYOVZEtSXbOMU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/Q-kUxhMkvt4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/Q-kUxhMkvt4/um-poema-aos-pedacos.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/05/um-poema-aos-pedacos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-3887825738383002131</guid><pubDate>Thu, 28 Apr 2011 00:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-27T21:24:52.732-03:00</atom:updated><title>O descarte.</title><description>Sem causa do perdão chovem os olhos. Os dois se olhavam. Ela estava em pé, e se vestia por inconveniência, ele já a via nua, e sua saída iriam extrair a manhã daquele concreto do amor, que a mortalidade se desinibe em felicidade. Miguel era o seu amante. Mentir sabia bem, melhor trapaceá-lo pelo menos, assim pensava Líria, na hora do beijo adocicado de manhã. Este jogo de desejos no quarto escuro de uma janela; de pele por pele, de toque por toque, de confissão por confissão, era único juramento que satisfazia ela.  Tinha tirado ontem uma tolice do baralho, na qual a conveniência de Miguel iria destruí-la, por meio da intriga ou por meio do acaso. Líria saia e na chave guardava o segredo, ainda assim preferia que ele o fizeste. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
  Miguel sairia apressado também. Nem ao menos perguntou. Seu pensamento era na forma da independência de Líria  que parecia lhe incomodar.  Os dois eram casados, os dois eram amantes. Os dois odiavam suas vidas, e porque não mentir?  Já eram dois demais, e isso lhe incomodava. Procurou a pastas, os papéis, estava em viagem de trabalho, comprara aquele apartamento em segredo da imobiliária, comprara aquele segredo com jantares enfadonhos ao som de música clássica com a sua obstinada Marta, ainda assim ele pensava.  No dia do aniversario da sua esposa Marta comprara um vestido vermelho pra ela, seu imenso desejo era encobri-la como Perséfone de Hades para diminuir o que via em seus olhos. Os olhos de Marta diziam tolices demais, assim era a sua conclusão de tamanho único. Guardou a fatura do cartão de credito na pasta e saiu. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 Líria aprendera muito com Miguel, basicamente tudo sobre o seu jogo de sedução, o do descarte; um atrás do outro, e isso satisfazia suas intenções ao mesmo tempo em que a deixava leve demais para se sentir pesada em uma segunda feira de trabalho.   Estavam vivos assim no meio comum; para consumir um ao outro.  Desta forma o que lhe corroíam por dentro era o inevitável. Depois de algum tempo Líria teve a sensação de ter esquecido alguma coisa importante no apartamento de Miguel, mas agora não dava mais tempo de voltar, não tinha tempo pra entender ou esconder as lágrimas furtivas daquele dia, o relógio lhe dizia que deveria estar na sala do chefe á quinze minutos. Líria se sentia pequena para entrar naquela reunião.  Não entendia o que absolutamente procurava nos olhos daquele homem, e ainda assim não entendia porque para ambos tantas coisas tinham perdido o valor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-3887825738383002131?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/17dyeF2kt7UE3hntv5MBwvmWdZ4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/17dyeF2kt7UE3hntv5MBwvmWdZ4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/17dyeF2kt7UE3hntv5MBwvmWdZ4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/17dyeF2kt7UE3hntv5MBwvmWdZ4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/-ZHAoK2PqcQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/-ZHAoK2PqcQ/o-descarte.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/04/o-descarte.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5771840974658733919.post-1187398755760435303</guid><pubDate>Tue, 26 Apr 2011 03:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-26T00:35:04.364-03:00</atom:updated><title>É Reisado seu menino!</title><description>O céu escurece. As nuvens flutuam. Entre as folhas balançando a chuva começa cair. O ar é frio como o assoalho, o movimento da rotina são milhares de luzes, de onde o concreto nasce à vontade.  A vida começa cair do céu feito estrelas, encarando a realidade dura de seus rostos. É neste dia eu estava voltando pra casa também. De manhã tive uma pausa pro almoço, pausa longa, que me deu a oportunidade de conhecer o homem que vendia correntes.  Deveria ter uns cinqüenta anos rusticamente vividos, que mal percebi e por isso quase tropecei nele.  No começo ele tentou me vender uma corrente. No fim fiz questão de aceitar a conversa. Um homem simples, de vida sofrida, tinha vindo de tão longe a procurar um reinado de não sei quem aonde poderia montar sua estadia. Sei que o homem por força do destino acabou na cidade grande. Puxando simpatia e com um olhar que mais parecia à solidão do sol, ele me disse que de tudo praticamente de bom, encontrou na cidade eram as correntes e fumo de corda. Perguntei o que seria o tal reinado, ele me disse sorrindo - Reinado?  É Reisado seu menino. Tentando me lembra de uma festa antiga perguntei - Mas neste reisado tem rei né?   Tem sim, mas é o mestre que manda.  Despedi-me daquele homem - rei, e descendo aquele viaduto cheio de lama, fique lembrando-me do homem que vendia correntes. O homem tinha uma pausa nas palavras que o fazia fitar os edifícios como se fossem de cana de açúcar. Parecia ter estado naquele mesmo lugar antes mesmo do próprio sol nascer. Fiquei pensando - Que tipo de homem seria aquele?  Como ele consegue vender correntes pra este povo que mal para em pé?  Este povo não aceita correntes; nem as de ouro, nem as de prata, nem as de couro, nem mesmo aquelas pretinhas de plástico. E a cada passo que eu dava mais eu me surpreendia com a determinação daquele homem, a sua sobrevivência, e por mais antagônico que fosse a paisagem que lhe cercava, o que  era mais forte do que ele, o fazia pausava as palavras, sem a menor arrogância. Mais tarde findada a minha ignorância sobre a festa que cobria o homem, lembro-me de ter tirado a correntinha  que comprei do bolso e no arrepio ter escutado o sorriso daquele homem - &lt;i&gt;É Reisado seu menino!&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771840974658733919-1187398755760435303?l=cestverite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mvV2fi8amkIxtkqCsjs1yDo3wII/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mvV2fi8amkIxtkqCsjs1yDo3wII/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mvV2fi8amkIxtkqCsjs1yDo3wII/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mvV2fi8amkIxtkqCsjs1yDo3wII/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuneCestVrit/~4/XBCKyZxck9g" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuneCestVrit/~3/XBCKyZxck9g/e-reisado-seu-menino.html</link><author>noreply@blogger.com (Alexandre Henrique)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://cestverite.blogspot.com/2011/04/e-reisado-seu-menino.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

