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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>lusitanus brutus</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Lusitanusbrutus" /><description>olhar o quê?</description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</managingEditor><lastBuildDate>Thu, 16 Feb 2012 07:14:07 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">47</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="lusitanusbrutus" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Society &amp; Culture/History</media:category><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>see whatup</itunes:subtitle><itunes:summary>see whatup</itunes:summary><itunes:category text="Society &amp; Culture"><itunes:category text="History" /></itunes:category><item><title>a doença que ninguém tem.</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2012/02/doenca-que-ninguem-tem.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:04:35 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-7441252688437615367</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Quando se chega a uma certa idade ou a um numero de experiências acumuladas, tornamo-nos conscientes de grandes inevitabilidades assim como de grandes incertezas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Levar a brincar todo um espólio de vida é idiota e uma perda de tempo para todos os envolvidos, daí que uma das maneiras de expurgar ou limpar os lixos desse acumulado de experiências seja a expressão publica, manifesta ou despropositada ou mesmo já fora do contexto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Existe em quase todas as criaturas uma bondade para com a bondade e um medo para com o desconhecido...na maioria dos casos as criaturas mais bem apetrechadas são neste planeta os humanos, pelo que a partir da experiência objectiva, nós os humanos somos na grande maioria uns escravos do medo do desconhecido. Iniciando educações impossíveis, tendo certezas impossíveis, principalmente adulterando a perspectiva de realidade dos outros sobre o que os próprios sentem e vivem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No século XX, foi uma desgraça de proporções planetárias, daí a concluir que para trás a história contada e com que se educa é a história da miséria humana em recortes e picardias do mais grotesco que criaturas podem praticar, é uma conclusão acima da lógica com toda a sustentabilidade técnica e cientifica.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No meio desta civilização completamente inventada e que de natural só tem o ser transmissível como as viroses, existe um núcleo cujo comportamento se pode chamar de bipolar tal como o comportamento das partículas subatómicas, dependendo do observador ora a criatura se comporta como uma onda e estamos perante um ser civilizado, ou se comporta como um raio aleatório, onde estaremos perante uma criatura bizarra, no mínimo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hoje no século XXI, tempo em que já tudo se viu desta artificial civilização, é manifesto pelos humanos uma outra doença global, a doença mental, sendo que a constipação popular passou a cancro seja de que qualidade for.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foi de moda no tempo de Freud e Jung mas depressa se fez calar todo um estudo sobre o qual seguindo certas referências acabaríamos mesmo sem querer por ficar mentalmente perturbados. Mas não, hoje só é doente mental que tem uma sintomatologia que as forças da saúde querem à força excomungar e cujos tratamentos começam por ser as de uma gente sábia, escondem-nos, põe-os em estado de zombie, deixam-os morrer de qualquer coisa, assim sempre fica mais barato e se perguntar a causa, foi um AVC ou ataque cardíaco, a idade, enfim mais umas peças a juntar à mentira civilizacional e depois o negócio da morte, os rituais os valores indexados ao peso ao material gasto, à ultima maquilhagem enfim o inferno de Dante na Terra.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O facto é que se fizerem um estudo sério verão que mais de metade das criaturas do mundo sofrem de depressão (porque será?), uma grande parte de ansiedade além das&amp;nbsp; psicopatias, dos estados neurológicos afectados e do alcance que tem a farmacopeia nisto tudo, pois tal trata-se duma mina de ouro para os fabricantes de medicamentos seja para oncologia seja para a mente, resultados positivos, nem vê-los. Tal como o Charcot na Salpetriere onde tentava curar a hipotética histeria das mulheres com choques eléctricos e outros requintes tecnológicos à época.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tenho uma metade de século e nunca tive a consciência tão lúcida ao ponto de poder afirmar que estamos uns mais que outros realmente afectados psiquicamente. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Se ainda fosse a tempo e tivesse a vitalidade da juventude tiraria medicina e entraria pela psiquiatria até ao momento em que me tornasse consciente como hoje de que não existe nem paliativo nem cura, existe é a possibilidade de mudar a civilização toda, fonte de tais sintomas e vidas estragadas (não por quem é afectado sem duvidas, mas sobre quem rodeia tais pessoas), todos agem como se só houvesse stress pós traumático a quem andou aos tiros, matou ou viu morrer, todos os que tem tragédias na vida não sofrem de tal, talvez seja por não haver cheiro a pólvora ou então mascaram-se tão bem que os majestáticos doutores não dão por ‘ela’, mas ‘ela’ está lá, crescendo e alimentando-se das sobras do hospedeiro a quem convoca para a rendição pura e dura logo que se vê livre de observância.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Os doentes mentais, que posso bem e sem ofensa traduzir para ‘os humanos’ estão num beco sem saída mas julgam-se num labirinto onde existe uma saída. Não subscrevo, pois a única saída é morrer e a partir daí tudo muda e eu não sei o que se passa nem pretendo saber ou sequer tenho essa curiosidade mórbida. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;O que vejo é que os doentes mentais que conseguem esconder a sua ‘personna’ tomam vantagem sobre aqueles que não tem tanta aptidão para o engano, neste caso o enganar massivamente. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Por outro lado noto que existem doentes mentais que mandam noutros e nalguns casos em alguns que não são propriamente doentes mentais, ainda, o que é pavoroso de ver, sentir e conhecer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;O ‘ser doente mental’ não é semelhante em nada ao sofrer duma doença psico-fisiologica. O que é base carbono tem paliativos no tempo, mesmo que nunca exista cura, &amp;nbsp;o que é base matéria escura é realmente alvo de grandes dissertações mas é escuro demais para tamanha presunção clínica. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Os técnicos de saúde sabem disto, a maioria das doenças de queixa são psicossomáticas e derivam de outras profundamente mentais que obviamente se reflectem na psico-fisiologia para cujos sintomas existe um simposium terapeutico, indo desde a psiquiatria à geriatria, é um fartar de ganhar dinheiro que só mesmo o petróleo ganha e é enquanto dure, pois o resto são ervas proibidas para uns e perfeitas para o negócio das doenças, farmácias, médicos e afins.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Depois dizem que não é bem assim, claro a audiência é constituída por uma massa (sempre com excepções) de ignorantes com cérebros de andorinha onde as sinapses se produzem ao ritmo respiratório que é quase um ritmo alentejano/manhoso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A velocidade com que tais criaturas mentem e escapam da realidade constritora dos tolos é uma foto premiada, pois congela-se no tempo e esquece-se...a vida continua, mas não uma vida digna, sim uma vida cheia de todos os predicados de quem não aprendeu, de quem não quer reconhecer, de quem nem quer ouvir falar da incerteza da vida, é um dos sintomas da demência generalizada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;As criaturas mais potentes na apreciação da realidade são mesmo aqueles que não temem nem a morte nem a vida, o resto é uma série muito grande de doentes mentais não diagnosticados de propósito com o objectivo máximo de gerir as suas capacidades produtivas e criativas. Esta civilização vai acabar e recomeçar de novo, o ADN é mutável e inteligente, os hospedes que cria, também, logo temos todos a ganhar com uma lavagem ao planeta e uma visão nova sem doentes mentais nem génios da Incerteza. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A vitimização que é um sintoma de doente da pinha é tido como alvo de compaixão e a fome que vitima quem não tem emprego, logo dinheiro e por sinal não lhe apetece roubar é marginal ao sistema. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Tantas vítimas existem quantos nascimentos há pois todos (havendo excepções) levam com a lavagem cerebral do contexto planetário, se nascer em países pobres vai ser natural que tome uma religião, e logo aquela que chorar mais a sua vitimização a que muitos chamam redenção como se estivessem a falar dos deuses gregos, se nascer em zonas mais desenvolvidas, mais doentes mentais existem, logo a mentira e persuasão estarão na linha da frente, tal como as areias movediças nos tragarão até um acordar da mente ou até nunca.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A compaixão é uma das saídas da doença mental, mas para se sentir genuinamente compaixão não se pode estar doente ou será tudo uma peça encenada que afundará mais ainda a criatura em causa, logo duvido muito de tantas compaixões onde se medita na presunção da transformação mas desligado de todo o ruído da mente dos outros, que se aprofundarmos bem é nossa também, daí&amp;nbsp; não podermos dizer que não somos doentes mentais tem de ser alguém são (não doente) a dize-lo senão é outra encenação e uma perda de tempo e espaço.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A grande porta para todas as fugas deste horizonte mental é a prodigiosa morte a que o nascimento dá poder, ou então a extinção da raça o que levado ao extremo daria resultados no tempo, sendo que existirá sempre a possibilidade de uma criatura contrair uma doença mental, basta não se ter sido educado na sensibilidade e delicadeza genuínas o que implica progenitores sãos. É melhor recomeçar. Acho que o Vosso deus também pensa pensar assim, depois de tão reduzido pela doença dos seus, o pobre é menos divino que nós, estando ora crucificado ora lavado em lágrimas, outras divindades resplandecem sois, luz quantica por tudo e todos, expondo assim um principio de natureza psíquica, a falta de afectividade que grassa nesta época onde se clamam amores e paixões com ícones a condizer, &amp;nbsp;humanos a morrer de fome&amp;nbsp; de sede e de falta de utilidade e auto-estima. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;O ser humano a quem chamam cristo era um doce, mas as lágrimas eram de dor e que eu saiba foram criaturas à época poderosas que instigaram o processo e o concretizaram, assassinando um pobre por ensinar a ver sem ser perturbado por falácias e cultos dementes.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Tal gente ainda anda por aí, mandando e tecendo a teia onde a humanidade se perdeu... e cristos? Quantos pobres iluminados não foram queimados e não são hoje denegridos ou apartados por desejarem genuinamente realizar as suas vidas...sem doença mental.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-7441252688437615367?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-08T21:04:35.237Z</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>turistas morcões</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2012/01/turistas-morcoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 09:48:38 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-3901457122111531224</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Olá a todos, principalmente os que não lêem este Olá, sinal dos tempos e dos marketing’s por onde não passo nem gasto tempo...nos quais estão baseados os temas que me levam a escrevinhar algo mesmo convalescente de uma gripe de humanos daquelas com estripe génios e antigénios já adaptados ao ‘momentum’, ou seja com ficha técnica ‘up-to-date’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os que não leram o ‘Olá’ irão percebe-lo no terreno, o que será mais fácil que ler além de que obriga a massa encefálica a trabalhar por si própria sem esforço de interpretação o que manifestamente não é para académicos, ou pelo menos para a maioria ‘deles’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Na Rede e dentro desta na parte lusófona, discute-se entre uma miríade de coisas, o que já devia ter sido uma força das circunstancias à quarenta anos, o Turismo é um dos assuntos discutidos dos mais estruturantes, neste caso em Portugal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Partiu-se do principio (errado) de que a Natureza intrínseca do território e as matizes do clima tinham tudo para ser ‘Turístico’. Construíram-se cidades, aldeias, auto-estradas, rotundas e mais rotundas, importaram-se formações com certificações superiores e mestrados com maiúsculas, doutoramentos e afins...enfim já somos Doutos na matéria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;De tanta Inteligência formada e ajustada à realidade, vi durante trinta anos a maior das decadências, as ideias mais idiotas e a maior das corrupções entre concorrentes no mercado, o Estado, os seus representantes e todos os acólitos políticos conhecidos até esta data, desde o motorista, ao aristocrata falido, ao não falido, ao burguês mais parolo e mais rico economicamente até aos trolhas, autarcas, Presidentes de Juntas (não sei de quê?), não sei o que o conceito de freguesia tem a ver com a modernidade nem com o ajustamento ao Conhecimento da mecânica social de hoje em dia, nem os das Câmaras que são todos uma espécie de caciques e ladrões encapotados por profissões nunca praticadas, sustentados em partidos que são grupos de grupos de interesses.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Dizem...fizeram obra, não...!, fizeram entulho e enriqueceram-se... mas antes era muito pior...sim essa é fácil. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Pois a esses que acham que fizeram obra, (eu falo na generalidade onde obviamente existirão sempre excepções) eu afirmo que as suas obras foram um engano, um roubo, um improviso e um mandato de alguém corruptor,... degolados e&amp;nbsp; enterrados sem lápide, numa vala comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Uma terra como Portugal, plena de cultura forjada pelos próprios, património gracioso atravessando a história com milhares de anos indo quase até à ultima Idade do Gelo, até à fundação imposta por Afonso I de Portugal à Igreja a grande cabeça social e económica à época tendo como fundamento a reconquista de terras aos Mouros (Árabes), infiéis a quem devemos quase todos os castelos que achamos serem Nossa obra?!, e que são uma das atracções turísticas... depois de mais uma dezena vem o exotismo do nosso comportamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não se fundou Portugal por ser inimigo seja de quem fosse mas sim por serem uns guerreiros Cristãos na execução sumária do proselitismo que todos conhecemos, hoje já numa fase moribunda pois a concorrência é demasiada e convenhamos que ter fé é não ter medo de morrer, o resto da fé são uns Himalaias de medos injectados genialmente no discurso erudito e popular pelo que dito e escrito muitas vezes se tornou na colecção de mitos, mentiras e dogmas em que ninguém com fé acredita nem em sonhos, mas que a maioria segue com o temor de quem viveu com um chapéu que não era o seu mas que assentava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Para haver Turismo tem de haver um plano e depois vários níveis de sub-planos ou níveis até chegar à Unidade, ao elemento do conjunto que é a pessoa, seja fornecedor, empregado especialista, dono, ou Jardineiro. Tais são os Anfitriões, todos eles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No complemento tem de existir um mercado, portanto Turistas...eles existem e gostam e renovam-se, movimentam-se numa lógica que muda conforme as condições humanas variam e estas variam dependendo de variáveis como a política, a segurança, o estado económico, o acesso à saúde, a saúde publica, o marketing mais ou menos eficiente e a tipologia dos grupos de Turistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A tipologia dos Turistas é dinâmica contudo conservadora, nunca um humano achando-se rico, entrará num local onde estejam uns pés descalços ou um pobre que seja, desde que reconhecido (empregado do supermercado, do Banco, da Corretora...etc) nunca a mistura ao contrário se dará, logo existe um problema a estudar e não é o ter mais ou menos dinheiro que separa as águas pois hoje é-se rico ou pobre em minutos. É sem duvida por questões comportamentais, de cultura, educação, estética, no final é uma questão de ensino e motivação ou a falta de ambos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Depois existem os que gostam de ser turistas o ano todo, só no verão, só no inverno...enfim a procura segue a oferta que cada vez mais estratifica as massas de modo a recolher maiores benefícios que na sua medida sejam proporcionais aos investimentos, é justo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No meio do negócio do Turismo temos tudo, desde o maior dos tráfegos de tudo até ao Zen...e porquê este ‘gap’ numa Industria que se gerida como o cinema Norte-Americano daria milhões em vez de prejudicar milhões em detrimento de outros milhões que sustentam com o seu pouco saber e o seu trabalho essa madrasta Industria criada para prazer das famílias tendo-se tranvestido na meca de todos os prazeres que o dinheiro possa comprar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Eu não acredito no Turismo Português tanto como não acredito no Turismo Angolano, se num lado existem campos de minas e campos de minas fora do radar da regulação, no outro a anarquia é de tal ordem que só nos falta matar quem vem cá e cobrar ainda por cima, para que &amp;nbsp;o serviço seja completo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ver Lisboa do ar sem conhecer já não é bonito, visto rua a rua é uma tristeza, visto ao detalhe é lindo, o que me leva a concluir que quem macro concebe é medíocre e o trolha é o mais jeitoso dos intervenientes. Já agora deixei-me escrever que actualmente Lisboa só é bom e bonito para quem resume o planeta a três ou quatro pontos de passagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Podia ser uma cidade linda, mas não é. É porca, mal ordenada, caótica, insegura, mal cheirosa e pobre tanto na atitude dos autóctones como nos seus governantes que se passeiam em belos carros e tem belos almoços quase sempre deixando o dinheiro nos mesmos locais relegando ao completo abandono, património urbano de vária natureza com as justificações mais lusitanas possíveis...não é nosso, dos donos ninguém sabe quem são, corporações, empresas, indivíduos, famílias, Igrejas, Câmaras enfim...parece-me que só existe o horripilante grupo Pestana e mais uns cabeças de apito com umas manias muito envergonhadas quando confrontados no estrangeiro por pares competentes e inspiradores. Mesmo assim estas almas penadas dando o seu melhor tem um gosto péssimo um ‘timing’ e uma ‘presunção’ desajustados das realidades que se foram ajustando e juntando com objectivos comuns, sem concorrência desleal e forte regulação....vão à Suiça para começar, gastem dez mil euros e façam como os outros povos, desfrutem e aprendam, isto para destoar do casal de Tugas que conheci na Suiça e que como nevava passavam os dias no quarto a cozinhar (sem licença) e a ver televisão em Francês idioma que estavam longe de dominar, podiam ter ido para o Geres...mas dizer aos amigos que estiveram na Suíça é um outro ‘must’ muito Tuga.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Na prática e tendo sido um profissional do ramo vivi e vi acontecerem as maiores aberrações em termos de concatenação entre sectores como agricultura, pescas, economia e finanças, ordenamento do território e obras, depois o HACCP, conservação de alimentos, decoração de interiores, frotas de carros e negócios imobiliários de pura lavagem de dinheiro e portanto ilícitos, injustos, medíocres e ganhadores, pois é disto que nos servimos a que chamamos turismo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Parques naturais cheios de casas (vivendas, quintas) de particulares, se calhar mais próximos do deus que nós ou amigos...já se sabe de amigos em corpos partidários ou grupos de interesses. Isto já entra nos grupos dos que deviam ter a ética tal como as antigas casas de armas que nalguns casos possuem mas denigrem com as práticas mais inadequadas e despóticas que se possam imaginar, daí existir de tudo nestes corruptores e corrompidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Desde o PREC que mostrou bem o que um povo ignorante pode fazer negativamente em pouco tempo, que esta terra não mostrou nem arte nem engenho, as gerações de governantes são piores umas que as outras, a prepotência das mal construídas leis portuguesas dentre elas a matriz constitucional são uma aberração e afirmo-o com mais de 50% dos portugueses o que mandariam o Dr Miranda e o Dr Rebelo e mais uns quantos para África fazer constituições, durariam o tempo que elas servissem, depois ou seriam pasto de elefantes ou fertilizante para aquacultura visto na terra serem as tais minas ou minas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Portugal está entregue a umas elites muito manhosas, um povo bruto, e umas gentes misturadas que vão dando um ar da sua graça, doutro modo seriamos mais pestilentos que os Albaneses e Curdos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Soluções passam por fortalecer e anrir as portas à classe média, pela honestidade dos reguladores a intransigência de quem zela pela nossa Natureza, pela honestidade intelectual dos políticos que deveriam ser escolhidos não como pertencentes&amp;nbsp; ao partido x, y, ou z mas sim como pessoas com projectos e equipas, primeiro estão as pessoas, o indivíduo/a, depois os grupos, associações, e por fim os partidos que mais não são que emanações de ‘lobbys’ de interesses,&amp;nbsp; tudo poderia e deveria ser legal, mas cada qual no seu galho, nunca um lobbista poderia esmagar um político, nem este um cidadão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Inexistência de uma Democracia, o que existe é uma partidocracia baseada no desenho de uma democracia que &amp;nbsp;mais errada não poderia ser, se o povo é ignorante demais para se rever numa democracia então entremos num regime de transição onde haja quem mande e não tenha fobias ideológicas pensando em Portugal integrado no mundo primeiro que tudo e depois a europa essa prostituta velha e sabida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A sua existência tornaria os partidos disfuncionais e carteiras de lobby’s muito menos corruptoras, as Maçonarias e outras crendices que tais seriam punidas ao primeiro passo em falso, duramente tal como foram os restaurantes e afins num determinado período Socrático, portanto regulem sem pisar o terreno do fascismo ou do Nacional provincianismo, mas Regulem, chamem desempregados que de certeza tem mais capacidades que estes mba’s todos que nos fizerem entrar num atoleiro a que podíamos ter feito chicane se em vez de bimbos políticos estivessem portugueses sem interesses particulares, eles existem, sempre existiram e sempre existirão em todo o mundo em todas as culturas, mas tem de se ter controlo e tal é responsabilidade dos Governos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não é com concursos e prémios que se fazem revelar os melhores é precisamente arriscando neles, sem medo...maldita religiosidade tuga que nos reduziu a um bando de dinastias nascidas de côrtes e dos corredores, do gamanso do ouro Brasileiro e Africano jamais da honra e da bravura d’antanho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E quem combateu em África? Só condecoram e lembram os que se lembram e todos os desconhecidos heróis que por lá ficaram a troco de um jogo político de maus políticos, más pessoas e piores seres humanos ?, nem emprego digno tem. Tiverem muito mais oportunidades os retornados que os que os andaram a defender, e muitos, bem demais aos olhos de qualquer pessoa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Turismo é isto tudo aos olhos de quem nos visita não é ir ver o Rio de Janeiro de condomínio em condomínio criando a ilusão que estamos numa terra abençoada por deus, um deus menor sem duvida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E os horários e salários de quem trabalha nesta Industria em contra ponto à carga horária, força de trabalho, qualidade e cultura de empresa? E os lucros só da valorização imobiliária e das licenças e todos os negócios paralelos que tal sector magnetiza desde logo pela qualidade das pessoas envolvidas ?. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Um tipo do partido socialista, que nem gosto tem, não sabe senão ser secretário dos ricos da região e é director de uma fundação com o prestigio da Coudelaria de Alter?, eu conheço, é bom homem...para bancário, trabalhador das finanças, operário é o que melhor lhe assenta ou secretário pois é muito bem mandado, agora da Coudelaria de Alter do Chão, da sua Fundação?(mais uma). Quanto custará uma operação de charme como esta ? e com que intenção? Snobeira e mais um local para negociatas que passam ao lado até dos cavalos e cavaleiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O Turismo agora já não tem lucros líquidos a não ser que passem a vender coca das ruas nos seus balcões, mas tem a influência social e económica que pode atirar com milhares de famílias para o charco enquanto no ‘complot’ todos se salvam uns aos outros entre pagando ajudas, recados, actos e omissões. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O Turismo é para dar directamente muito dinheiro e indirectamente mais ainda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O Turismo é a cara maquilhada de qualquer zona, deixando antever a realidade na qual sempre existe um potencial de empatia que se quer nesta área como em todas menos na guerra. O nosso Turismo não é uma maquilhagem é uma autentica pirataria e um dia alguém se vai chatear e fazer com que Prec seja esquecido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Eu espero que os Doutos do Turismo olhem para o espelho e se comparem com o Chinês, pois de longe estes são muito mais lestos nos objectivos e muito mais tácticos nos procedimentos para os atingir, vão para lá aprender, pois não tardará muito que sejam eles a mandar...sendo esta a realidade de que vale os homens do marketing andarem-se a enganar a si próprios enganado os outros, tudo por um punhado de notas e moedas. Aprendam a falar como deve ser, a vestir, a ter atitude e deixem de ser descendentes de cortesões bacocos, bêbados e provincianos.&amp;nbsp; Somos uns cagões e só fazemos merda, as excepções são sempre jóias, são quem nos salva e salva a mim de ainda ter orgulho em ser português, as excepções, pois vivam os portugueses excepcionais e os que fazem a diferença. Como o Rosseaux&amp;nbsp; escreveu... um dos perigos da democracia é ter-se uma maioria de burros a mandar numa minoria de inteligentes, mas não se julgue que acharei por ventura a esquerda mais inteligente, não... são outros cagões que só fazem merda e ainda por cima tem a mania que são intelectuais quando deviam ser humanistas nas práticas não no intelecto onde a abstracção está mais próxima da realidade que a enxada e o cajado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Falem como irmãos e enriqueçam todos em redor, existe para todos. Apostem o que tem no ensino, não no formal que só os génios conseguem fazer progredir e é para gente com dinheiro para investir, apostem em conhecimentos, especialidades, práticas...para o século XXI e não para o XIX, para todas as idades, sexos, géneros, engripados e curados, crentes e descrentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ponham os nossos artistas plásticos que vivem na maioria cheios das dificuldades que suposta sociedade permite, a trabalhar em todo o Portugal, vão exigir aos ricos a sponsorização e já agora a contra-partida dos riscos para quem arrisca...se perder que não fique de corda ao pescoço mas que tenha outra oportunidade, à terceira já é proibido de se meter neste ramo tendo de mudar de vida...eu sei lá, façam leis coerentes e não vanguardistas que nunca se aplicam...mas quem faz as leis são uns aprendizes de feiticeiro que na realidade fazem o que lhes mandam e esses tinham quer ter consequências dos seus actos, prisão, multas altíssimas, se não gostam que vão para outro País que não o Brasil pois aí fazem o mesmo ou quase, vão para um País a sério que eu aposto que não estão um ano lá, seriam cilindrados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Estou curioso quanto a estas cinco zonas turísticas, nova invenção de um cérebro brilhante...eu sei no que vai dar...mas para quem não sabe fiquem a saber que vai ser uma redoma de poesia em prosa onde os players serão os mesmos mais alguns Chineses bem vindos quanto a mim e um desastre social e económico que ficará na história como a dívida assumida pelo Governo Sócrates.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Só vejo ‘boys &amp;amp; girls’ dos dois partidos do governo, como se lá estivessem especialistas inteligentes para tal? Se sim então e antes porque não intervieram?. Vão passear e morrer longe!. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Égocentristas de pobres que são, egoístas por terem uns tostões e anafados na ilusão que de que o passado jamais se repetirá, os tugas na sua maioria continuam a ser uns palhaços, depois existem as honrosas excepções de bom gosto e amabilidade extrema e genuína, nobreza de caracter e cultura...vão ver alguns ‘clusters’ ou mesmo filhos únicos de obra bem feita como a Herdade da Malhadinha Branca e outras tantas de norte a sul em contra ponto com os Hoteis Ibis e outros sex hubs desta qualidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Depois vem uns catedráticos no assunto, pois tem enterrado no negócio o seu futuro e se calhar o dos ‘seus’, que pugnam por serem majestáticos na verve como o Jorge Pinto Coelho que se acha o máximo, coitado em Marrocos conheço melhores Hotéis de três estrelas que o da Quinta da Marinha com todo o aparato em que está envolvido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Uma tristeza...o melhor é ir de novo para Barcelona donde vim à uma semana, pelo menos ali, inventa-se, aqui existem demasiados doutos em todas as matérias com os resultados à vista e nenhum espaço para a inteligência que não seja contabilística, sois uns morcões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-3901457122111531224?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T17:48:38.963Z</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Lá fui.</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2011/11/la-fui.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Thu, 24 Nov 2011 15:05:46 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-4626185444981680247</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 15px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 15px;"&gt;Cá vou...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;numa tarde quente e húmida, com dia e meio de trabalho&amp;nbsp; em cima, deslocando-me de bicicleta a caminho de casa, num ápice apaguei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Acordei deitado numa cama móvel na urgência de um hospital...depressa me vim embora, tratado, levando comigo as prescrições médicas e uma droga qualquer no sangue que me anestesiara bem pois sentia-me bem...ao sair um polícia,... tivera um acidente, chocara com outro homem de bicicleta e teria desmaiado mostrando algumas contusões. Esquadra, identificado sou levado para uma espécie de gabinete médico misturado com um arquivo pleno de livros e papelada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Quase a babar de adormecido sou chamado e vou em direcção ao som, um clínico sentado pede para que me sente também e pergunta de carrinho...Então como é que o sr. fez isto? Isto o quê?, respondo...então o sr. atira-se de bicicleta contra outro &amp;nbsp;de bicicleta no sentido contrário? Causou danos e incorreu numa infracção e ilegalidade !...o sr. estava sobre o efeito de algo? Do quê diga lá? Bebeu uns copos, fumou, toma algum remédio?...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Angustiado e cheio de sono, apetecia-me dormir na cara do homem, mas eu queria era ir para casa e despachar&amp;nbsp; depressa que pudesse o assunto...contei a minha biografia de 24 horas até aquele momento, finalizando que teria sido o sono a causa de ter chocado com algo ou alguém como seria o caso, (a dita pessoa teria apresentado queixa sendo a razão de me encontrar ali)&amp;nbsp; e quanto a drogas, eu estava drogado sim mas agora com o que me deram no hospital e muito agradecido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;A resposta já estava enlatada...então explique-me lá que tipo de sono era esse?, está bem...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Sono...inglório, achincalhado, pleno de negras e cortes, roupa desfiada suja, pensamento raivoso, refluxo esofágico, dores nos ossos, na conta bancária, na alma, &amp;nbsp;no corpo todo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No fluxo, o meu ‘eu’ acordou para mais uma alvorada sem cantar de galo mas ao som de um berbequim a malhar tijolo a toda a força.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;O sonho não voltou como nunca voltam, afinal não estava mal de roupa nem de nódoas negras pelo corpo, parecia que tinha sido pisado por uma manada de Vitorinos, as dores só apareciam quando me mexia, doutro modo até estava confortável na minha pele&amp;nbsp; sem cortes nem sangue nem sujidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A recordação fez-se em pedaços de memória esfarrapada pela vida boémia, tinha levado uma tareia...mas porquê?, já não sendo a primeira nem a décima incomodei-me gastando um pouco de paciência, em esforço reconfigurei o passado para justificar o presente, afinal quase nada se passara, apenas um ligeiro acidente provocado sem duvida por excessos, tornara a cair desta feita por uma escadaria a céu aberto, muito noite dentro com uma pedrada da qual já me esqueci mas que deveras deixou marca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Parece que estou em Portugal, só neste local do mundo que eu conheça, é que tal me pode acontecer...ou estou perto o que me deixa alegre por um lapso, devagar desloco-me sem perceber o que estava pelo meio, torno a tropeçar sentindo o que sentira antes, apenas num grau mínimo, que chatice...o misto de felicidade e susto corroboraram as minhas suspeitas, estava a dormir...deitado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Voltei ao sonho inglório e voltei a esquecer-me donde estava, do porquê daquela casa e daquela cidade, poderia ser em Lagos ou Barcelona?!, mas não, fora ali que adormecera.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quente, leve, bem cheiroso, era &amp;nbsp;o que eu sentia quando de repente acordei com uma mão de seda de mulher em nevoeiro cerrado, seria bonita?, seria mesmo uma mulher?, fechei e abri os olhos algumas vezes, cocei, abanei a cabeça até sentir algum desconforto tal como deve ter sentido aquela mão ao sentir-me acordado ou em vias de...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Sem duvida era uma mulher, cálida, desconhecida, falava qualquer coisa mas não entendi nada, seria local? Mas o que ouvia não era português era qualquer coisa entre o engasgo e a tosse convulsa, imperceptível, notei que tinha uns peitos quentes como as mãos e fofos quanto baste para que todos os alarmes do meu ser escolhessem o momento para refrear o ‘desejo’ ardente e convicto que aquela mulher provocara e que eu teria de suportar não importa como.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nunca em condições de separar o certo do errado, nunca na situação de fazer o que fosse, elegantemente, rosnei qualquer coisa e fiz uma festa na cara da dita por carinho com uma certa timidez em disfarçar o real propósito da acção, a reacção foi imediata e poderosa, abriu-me a boca com a sua, arranhou-me, apertou-me, afagou-me...o cheiro era inebriante, a minha incapacidade óbvia, daí a gostar da dor foi um nada, já nada me magoava, tudo estava afim do choque, da explosão, do consolo, do prazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois de horas e horas, desaparecido no mapa neural, fixei-me naquele pensamento que os culpados tem, o porquê de tudo aquilo, o estar ali, donde terei eu conhecido esta rapariga que é uma mulher que aparenta &amp;nbsp;cinquenta anos, uma senhora, uma estrela do tipo anã vermelha no meu planetário, estarei apaixonado, terei proposto algo ?,&amp;nbsp; quem é?...ao mesmo tempo apalpava os bolsos e remexia as várias camadas de roupa, até encontrar uma carteira e um telefone, a caixa de Pandora, a minha verdade, o momento. Já andava na rua como um qualquer só que acompanhado por uma desconhecida, por quem tinha um sentimento especial e novo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dentro da carteira só tinha as varias identificações próprias, de resto era couro e borbotes de lã ou de uma qualquer coisa, o telefone tinha muitas chamadas não atendidas de números e nomes que não me diziam nada, de facto estava em modo de silêncio, daí&amp;nbsp; a sua inexistência a não ser como objecto, bem...olhe eu tenho de lhe fazer uma pergunta muito indiscreta e se calhar até estranha mas tem de ser, posso?, ...por &lt;/span&gt;&lt;span lang="IS" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;supuesto&lt;/span&gt;&lt;span lang="IS" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="IS" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;cariño&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Bum, zagabum, atingido como por um comboio fui ter às cavernícolas mais escondidas do meu espólio intelectual e conclui estar a falar com uma senhora espanhola, por supuesto...&lt;/span&gt;&lt;span lang="IS" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;cogno&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Escuta cariño, o que gostava de saber é realmente como vim aqui parar e já agora que me envergonho por nada deixa-me saber como nos conhecemos?, antes de mais eu sei que não tenho desculpa, ou tenho e sou um doente ou aconteceu algo que me estupidificou?, mas não estou lembrado...sabes já tive alguns acidentes que deixaram mossa, não te zangues, conta lá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tás ‘bromeando’ nô?. Ó que porra agora, como vou sair deste engulho? Era só mesmo o que me faltava, uma guerra privada, ou outra queda ou uma sova?. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não estou a brincar, estou com uma falha de memória que preciso de resolver e só tu podes ajudar, vale? Vale, pues....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Já de madrugada, encolhendo os ombros e abanando a cabeça, ia-me aprontando para um final de episódio não para o ‘continuum’ de algo que não entendia nem reconhecia, uma grande titarada, mais uma cena surrealista para engrossar as demais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pelos vistos eu vivia &amp;nbsp;com aquela senhora em Madrid, estávamos na sua casa de Lisboa e íamos apanhar um avião para Nova York donde estava agendada uma visita a Austin, todos os palavrões não chegavam para expressar o que sentia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Doía-me tudo, não estava numa casa que reconhecesse, o destino breve &amp;nbsp;não podia ser pior, confusão, barulho, stress, eu já vira e vivera isso tudo e também já tinha dito, basta!, mais um enigma a acrescentar aos outros desvendados mas pouco acreditados e desacreditados, quase neutros ...lá longe nos enigmas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Acordei de novo, quente, semi nu, ligado a fios e tubos, estava drogado não me doía nada era um hospital no mínimo...e agora que história seria esta? Cariño, cariño!!!!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Anjos sem asas, depois mecânicos, depois jardineiros, mas que raio?...seria mesmo um hospital ou estava a ser vítima de algo muito esquizo? Se estava a loucura era um sonho pois sentia-me muito bem...e....a espanhola aquela?, sem óculos tudo era uma nebulosa muito a gosto, não reconhecia ninguém e falava só na minha cabeça, a boca estava entupida com tubos e fios de sondas, estranho maravilhoso desnorte. Dormir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Acordar, desligar o despertador, esticar os músculos, abrir os olhos, apalpar a mesa de cabeceira composta por livros e papelada, luz. É noite cerrada, está frio vou tomar banho, arranjo-me, ponho musica, faço e bebo um capuccino, revejo o dia que me espera e esqueço...ainda se sonha, agasalho-me, saio deixo a porta aberta, o cão ou a porteira fecham... se calhar,...? não quero saber, desço, apanho o frio na cara é bom ter todo o resto quentinho, começo a pensar, em fotões iluminando o meu caminho não no chão mas no ar à minha frente e neutrinos atravessando tudo e todos imperceptivelmente sem dó nem piedade...a transformação dos habitantes da terra/ planeta como se fará? Ouço musicas de vários lados, carros, a chinfrineira do costume,&amp;nbsp; mas e se isto for o sonho? Quem será a espanhola?, cuidado não esbarres com ninguém, humm que mulher bonita, e outra...uf... é demasiado fúnebre a maneira como me ignoram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Preciso de beber algo de muito diferente a água dos canos do sítio depois de fervida e arrefecida no congelador, uma porta de entrada para o conhecimento daquele povo, os cemitérios e mercados também palpitam a realidade de um sítio...das pessoas que o preenchem... o calor, dormir com mosquiteiro... o sonho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;.................estou debaixo de uma figueira e não sinto peso apenas a forma levitando a uma almofada do chão. Não há ar pois não respiro, não preciso, tudo está a mexer numa vibração anárquica que faz sentido, sente-se uma consciência do sentido que tem esse movimento enérgico na diferença de existências e perspectivas que tudo tem de tudo, daí já não poder expressar por anárquico qualquer movimento que exista e o seu contrário, mas a sensação é a da compreensão da harmonia que parece uma anarquia, uma obra de arte, o êxtase, &amp;nbsp;a paz, o vazio, a exaltação da vida, a construção de outras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;A humanidade vai parir um rato e uma rata, o que já não é mau, estes terão que sobreviver a qualquer cataclismo senão acabando por não deixar o corpo tantos quantos seria conveniente, sem ratos começaríamos a próxima idade do gelo, decerto muito mais capazes mas duvido que menos porcos no sentido da produção de lixo, e sem ratos, baratas e demais recicladores, não teriam hipóteses, no interior de tudo lá viveriam dinastias de irmãos imprescindíveis à existência neste planeta de humanos porcos de natureza reconhecida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Anda tudo hiperventilado a ressacar de pílulas para o estômago, ansiedade, insónias, menstruações, quistos, dores de ouvidos, mordidas de bicharada divina e comichões nos procriantes por trabalho ou quietude, dividas e mentiras acumuladas, ilusões e desilusões. Quando dei por mim estava no meio de uma pancada que já doía e deixei de controlar fosse o que fosse. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Aos encontrões e abanões lá o clínico da polícia me conseguiu acordar, claro tinha adormecido merecidamente e profundamente...foi como este o sono que pediu?...como está gravado pode ouvir quando quiser, tem o meu seguro, mandem-me a multa para casa, vou descansar, tenho de ir trabalhar amanhã, dá licença?.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Sem ouvir resposta, sai contornei todos os obstáculos e fui andando para o metro afim de ir dormir numa cama conhecida até um acordar noutra época desta história, não sei se a sonhar se a sonhar?!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Lá fui, vendo peixes em vez de aves e ouvindo a musica primordial aquela que nos embala a vida..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-4626185444981680247?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-24T23:05:46.491Z</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Olá Raul</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2011/11/ola-raul.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 06:39:32 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-3773582132084821241</guid><description>Eu sei que o tempo te foi apertado...nada que já não soubesses. Lembro-me das&amp;nbsp;lições&amp;nbsp;de literatura,&amp;nbsp;ensaísmo&amp;nbsp; filosofia, poesia e Arte no geral que ouvia fascinado junto com o António Bagorro, o teu grande amigo cujas conversas eu escutava maravilhado sugando-as como uma esponja seca que mais não é que o retrato intelectual dum adolescente de dezassete anos no meio de um Alentejo ante 25 de Abril, durante e pós.&amp;nbsp;&lt;div&gt;A mudança e a esperança foram tónicos para entusiasmos e fantasias, depois vinham as paixões, a vida e a poesia que lias nela.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como pessoa és um ser imortal, de uma simpatia irradiante de uma&amp;nbsp;independência&amp;nbsp;de pensamento que motivava orgulho nos teus amigos e talvez algum tremor naqueles que movidos por sentimentos pouco humanos &amp;nbsp;e mais primários, seriam de uma maneira ou de outra um empecilho para todos os livre-pensadores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sofreste à minha frente por amores, paixões e&amp;nbsp;frustrações, sempre ao som de muito boa musica da responsabilidade quase sempre do António Bagorro, outro &amp;nbsp;gémeo teu na capacidade intelectual, na elegância do tom, na medição das palavras, na simpatia irradiante, no coração aberto aos problemas de todos os demais e nas&amp;nbsp;felicidades&amp;nbsp;partilhadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;És um grande Ser e por tal brilhas como se do meu sangue fosses e de um afecto paterno e materno se tratasse...fico com o sonho, a saudade e a beleza que és, no meio da natureza deste planeta e muito acima daquilo que na generalidade chamamos de natureza humana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Glória na continuação do teu caminho, obrigado por tudo, não sei mais o que escrever pois conseguiste entristecer um mundo desta feita não com as tuas prosas e poesia magníficas mas com a viagem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nestes estados melancólicos as palavras podem ser vãs, pensarei sempre em ti até nos encontrarmos da mesma maneira que nos encontramos cá, sem coincidências nem acasos...foi e é uma honra e orgulho ter cruzado contigo e teres-me deixado partilhar algumas pequenas aventuras também elas repasto de histórias no mínimo surrealistas mas de grande nível.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sim chama-se Raul Coias Dias e é um génio em transição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-3773582132084821241?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-21T14:39:32.542Z</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title></title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2011/11/lheretique-son-site-lheretique.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Tue, 15 Nov 2011 10:49:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-4204764357541665114</guid><description>&lt;h5 class="expertName" style="background-color: #fbfbfb; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;L'hérétique&lt;/h5&gt;&lt;span class="expertSite" style="background-color: #fbfbfb; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #6a8ca8; display: block; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Son site :&amp;nbsp;&lt;a href="http://heresie.hautetfort.com/" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #005aac; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;" target="_blank"&gt;L'hérétique&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="expertDescription" style="background-color: #fbfbfb; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #3b3937; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 12px; font-style: inherit; margin-bottom: 5px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 10px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;L'hérétique est le pseudonyme d'un militant centriste et démocrate qui s'intéresse à l'actualité politique, économique, sociétale et culturelle. Je suis avec attention l'effervescence médiatique qui secoue en permanence la Toile, notamment politique. Les réseaux sociaux en particulier m'intéressent, parce qu'ils apparaissent comme une nouvelle forme de communication susceptible de court-circuiter à tout moment les médias traditionnels, tout en les alimentant. Et parmi ces réseaux, le blog trône impérialement comme la quintessence du pré carré personnel auquel tout Français qui se respecte tient comme à la prunelle de ses yeux...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-4204764357541665114?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-15T18:49:00.191Z</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Le chat du Portugal</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2011/11/le-chat-du-portugal_07.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 13:15:14 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-1188238500645526967</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OjeB8xush8g/TyHCMnpyOJI/AAAAAAAABjQ/7qgGiH2BgAI/s1600/experimentos--478x270.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://1.bp.blogspot.com/-OjeB8xush8g/TyHCMnpyOJI/AAAAAAAABjQ/7qgGiH2BgAI/s320/experimentos--478x270.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;Hoje é uma segunda-feira, o que por si quer dizer um dia a relembrar os dias em que tudo é um sacrifício porque é anti natural, só o não é para quem não sabe fazer mais nada ou não tem uma vida interna ou acha que está sozinho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Depois de um fim de semana onde não existe espaço para trabalhos de corrediça tipo aquele que quase todos os dias fazem e responsabilidade profissional (para a grande maioria), é quase genética a tendência para a pobreza do divertimento e a assunção do ‘dolce fare niente’ como uma cena estática, um valor adquirido, não se sabe bem porquê mas é benévolo para as pessoas que assim vivem podem optar por fazer o que tem à sua disposição (que com pouco dinheiro, é quase nada), mas existe uma possibilidade de optar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Vivemos numa sociedade de consumo, construída para consumir, distribuir os bens de consumo, reciclá-los, vender, facturar, impingir, enganar, propagandear modas, proselitar estilos, consumir. É disto que se trata, consumir. Os humanos domados por regras imperceptíveis aos próprios, deprimem-se, ofendem-se, roubam, assassinam e acabam por consumir, só que bens doutra espécie.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É na educação e no seu contexto que estão a base onde tudo se encrava, e que os líderes deviam apontar, atacar e reagir. Isto é, se de Líderes se estivesse a falar e não nesses Tucanos e Papagaios que escrevem mensagens uns aos outros a combinar o esquema por onde pode ser aprovado isto ou aquilo (entenda-se ‘isto’ por projectos/dinheiro, e ‘aquilo’ por qualquer coisa passível de realizar mais valias/dinheiro), e todo este movimento ao serviço dos carteiristas que noutros tempos eram pendurados pelas goelas, agora são bem medidos para moldes de&amp;nbsp;merchandising&amp;nbsp;tipo cromos da bola simplesmente devido ao facto de serem donos de colecções de fortunas, donde fazem parte os sistemas financeiros e económicos...logo, ‘donos’ dos nossos modos de vida...presumir-se-ia?!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mesmo tendo-se em conta que ‘um modo de vida’ é o que na escola e por aí fora ensinam as pessoas a querer ter (porque será?)...não chega para levarem até ao fim o procedimental roubo na cara a que estamos sujeitos, honestos e vigaros, ascetas ou consumistas obsessivos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Será que esta gente leu Marx, Engels, Keines, Galbraith, outros tantos e&amp;nbsp; mais o Krugmman? Ou... sim estudaram até à nota 20 mas depois inventaram eles próprios os seus ‘master streams’ de teses económicas e financeiras, que nós temos de gramar porque sim?!. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E, não é uma sugestão é uma ordem mandatória de um grupo de que fazemos parte também por imposição, nunca vi acontecer um referendo com tal finalidade?!, claro que os povos ignorantes não pode ser por pergunta directa, deve ser por decreto como foi!...só que o facto de haver um povo ignorante ou iletrado ou seja lá o que queiram estereotipar é uma prova em si da necessidade imperiosa de apontar para a Educação e Cultura como imprescindíveis a povos que tem que resolver pelas próprias cabeças se vão para um lado ou para outro, e não esta manipulação sórdida e já aterrorizadora da opinião publica portuguesa, espanhola...Europeia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O Sr Buffett afirma que colmataria a crise com uma injecção de capital e regras do jogo novas, ele é multi-tri-bi-caquilionário, já não precisa de roubar nem de subverter as regras a seu favor por isso da sua alta e majestática pose de deus de pirro afirma poder resolver o que homens como ele andaram a construir durante os últimos sessenta anos , uma desgraça duma sociedade de escala global em que tudo é mais do que falso, é corruptor viral de sociedades inteiras, de comportamentos e mentes. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No micro cosmos Português a falácia é de tal magnitude que existem políticos que da sua boa vontade ainda sonham numa estátua ou no seu nome numa rua, é legítimo !, quando temos ruas com nomes de assassinos, nojentos oradores, piores autarcas e uns milionários que o são devido a estes últimos sessenta anos em que o roubo legal e legalizado foi uma constante, é normal um qualquer honesto ou papagaio querer ser reconhecido e sentir aqueles segundos de ‘frisson’ que são os tais cinco minutos de fama ou de infâmia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A maioria das fábricas em que estrangeiros eram sócios foram minas de ouro pois nem pagavam impostos nem qualquer ‘coisa’ que tivesse a ver com alguma ’cultura de empresa’ com responsabilidades sociais, pagavam sim, vencimentos míseros a troco de ‘caridade’ que era o tal bairro social ou o tal aterro a céu aberto ou o especial favor de serem vistos por um médico...enfim uma sorte para os que do campo vinham com salários constituídos por&amp;nbsp; ‘comederias’ e umas rezes para fidelizar o otário, que não o deixa de ser por hoje estar bem na vida, aburguesaram-se, é legitimo, mas por mais MBA’s só excepcionalmente saí alguém brilhante desta nebulosa à beira mar instalada, &amp;nbsp;&amp;nbsp;que eu saiba ninguém se deve orgulhar muito de ter enriquecido a roubar milhares de pessoas com pagamentos sub-saharianos e ainda querer uma rua com o nome, claro que o autarca de serviço fará sempre uma vénia a quem o comprou, ou ao Padrinho ou ao filho deste, possivelmente só à quarta geração é que começam a pensar pelas próprias cabeças...e?.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Desde já para ‘resolver a crise’ vão cair os fantoches, mas depois os seus manipuladores ficam à vista e à vista ficam também para quem esses seres trabalham e para que interesses...sim continua a ser por interesses como sempre, nada de nada tem a ver com evolução socio-económica e cultura, esta faz-se até no meio duma guerra, deriva da dinâmica do pensamento humano e por enquanto não tem ‘ratings’. O facto é que depois de quase dois mil anos de trevas não em absoluto, diga-se!, a evolução existe e a extinção é tida em conta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Dizem existir um problema de sustentabilidade!!! HAHAHAHA! Só para rir. Numa semana estaria resolvido, assim como o problema da dívida soberana, do déficit e da nossa integração Europeia, que nunca foi realizada nem monitorada nem apreciada. Um País que sai do século XIX e entra de imediato no século XXI, tendo sido um lorpa durante todo o século XX, só pode ter como nota o cumulo das notas que os nossos alunos representam como um todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ninguém quer saber se a escola A é melhor que a B, por algo será!?, o que se pretende é que sejam todas as Escolas sintonizadas nos mesmos propósitos e nos mesmos processos. Já acabou o conceito de Escola dos Nobres (coitados, pelo que demonstraram não são melhores que os Republicanos e não são democratas de todo), mas com franqueza, preferia ter um Rei que não fosse Bragança a um qualquer Republicano de cuja hipocrisia toda a burguesia se alimentou e deu de alimentar à Nobreza falida desde sempre, isso sim era um sistema insustentável e cúmplice das teses católicas das hierarquizações de tudo e permeável à insensatez de um povo quando tem num homem a sua estrela, seja Rei, futebolista, ou frade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Um bom exemplo de como trabalha quem nos governa ou governava é a Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre. Projecto assinado pelo Arq. Souto Moura e premiado. Claro que no dia da Inauguração por lá estavam todos os ilustres da zona e não só, até estava tudo relvado, facto que durou até ao fim da Inauguração...incrível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O desenho é bonito, enquadra-se, podia ser em St. Moritz, em Madagáscar ou num porto de mar pois as características do imóvel são as de um barco (que encalhou no meio da Fundação Robinson, um must de lavagem de dinheiro e de locais de trabalho para amigos e correligionários), uma escola que até podia ser de Surf, a única coisa que tem a mais é uma cantina com cozinhas anexas onde se estudou mais como desviar no tipo de material utilizado do que na funcionalidades daquelas estruturas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Está tão bem construído que chove em várias partes como seja na própria cozinha, &amp;nbsp;como Escola de Cozinha é uma desgraça, não tem material, nem direcção capaz, todos permeáveis politicamente sem perceberem nada de coisa nenhuma do que seja Turismo ou sequer Hotelaria, é um descalabro, à trinta anos havia muito melhores profissionais e nem escola tinham. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O que podia sinergicamente ser um polo de criação de riqueza é um polo de estupidez, desperdício e incapacidade humana profissional para levar a bom porto seja que movimento ali se queira fazer nascer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Tudo subjaz nos gostos pessoais egocêntricos&amp;nbsp; de quem efectivamente manda ‘naquilo’ e que por seu turno, não entende nada de coisa nenhuma, acho que se lhes pedir para falar de um assunto em concreto se esticarão com todos os seus centímetros...uns convencidos, de muito mau gosto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Enquanto só virem no Alentejo o porco, o vinho a bolota e a cortiça, não vão a sítio nenhum, embora quem os oiça fique com a impressão que todos estes ‘players’ são muito bem vistos no meio. Enganam-se, não podiam ter pior feed-back hoje em dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não se pode &amp;nbsp;degustar por aqui qualquer outro tipo de alimento que não os chamados de tradicionais, uma pobreza Franciscana, caros e falaciosos, nunca foram tradicionais a não ser à mesa dos pobres que infelizmente sempre foram a maioria dos portugueses e alentejanos que pelos vistos agora são grão burgueses enchidos sabe-se lá com que bomba de ar,&amp;nbsp; e com que tipo de.... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Depois as gemas a amêndoa e o açúcar, claro que é tradicional porque já por cá se fazia desde a baixa Idade Média, de cujas características nos impressionam as subtilezas da Época, a religiosidade entre padres e freiras ou monásticos e monásticas, o tempo de que dispunham, &amp;nbsp;umas dentadas em quilo de açúcar e umas cinquenta gemas de galinha mais umas amêndoas torradas já por uma questão organoléptica sem duvida, a acompanhar um cálice de bagaço ‘para matar o bicho’. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A ignorância em abundância torna-se em mitologia, que é o caso dos que pensam Tradicional numa confusão cultural que ainda é mais aberrante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Isto das Tradições quando defendidas por gente que nunca teve experiências maiores é um factor de redução de despesa por falta de visão e o aumento das despesas médicas adjacentes a tais abusos pela sua prática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O que vale é que o que é Tradicional muda quer as pessoas queiram ou não, pode demorar gerações, mas que mudam, mudam. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Este Alentejo que redescobri no qual não me reconheço, &amp;nbsp;é &amp;nbsp;como todas as zonas interiores de Portugal campo de jogo político controlado e controlador, sem visão e sem perdão. Um dia destes pode ser que tenham uma praia na Hurra e um autódromo de F1 nos Fortios...de resto os campos só vão servir para quem tiver arvores que dêem cortiça ou qualquer outro produto com mais valias associadas, umas vacas em numero suficiente para sobreviver ou satisfazer um hobby(que é a maioria dos que tem algo de jeito)...só é bonito ouvir as intenções...nas acções pode-se verificar do contrário...como sempre muito à portuguesa, muita parra pouca uva, nenhuma regulação e a existente, corrupta com provas dadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O golfe...essa mania de construir campos de golfe para ricos em lugares com escassez de água é um portento de inteligência e em competição directa com a factual necessidade de cultivar os campos...continua a não existir ordenamento do território, o que existe é jogos de territórios e pelo meio tudo por fazer ou quase tudo mal feito, incompreensivelmente legal e contextualizado na máquina tanto do aparelho de Estado como dos privados privilegiados por excepções inacreditáveis que nos levam a crer que por aqui não passou ninguém, é um canto do País que temos. Mais um.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Marvão, castelo e local de uma beleza invulgar...lá fizeram umas paroladas com a musica de sempre, aterradora!, lá fazem estas festas que dizem ser medievais e eu acredito pois o guarda roupa até que não está mal nem o comportamento geral que é o de uma falta de respeito total para com aquele lugar já vindo do tempo em que os árabes eram felizes aqui. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;De resto é uma palhaçada que está muito atrás das que se fazem no País irmão, e então dos outros no centro da Europa está a anos-luz, um desperdício para deleite dos locais que são uns cepos de ignorantes em relação à vida que levam e ao local no planeta que ocupam, os turistas não gostam disto assim, nós é que gostamos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não existe dinheiro na rua, ou alias cada vez existe menos, o que ajuda à perpetuação de dinastias de labregos a quem saiu o euromilhões quando descobrem que esses locais que desprezam por contacto permanente, afinal são de alto valor, só que tem que trabalhar e viajar muito para fazerem alguma coisa de original, genuíno e bom... claro não o irão fazer e quando os netos tomarem conta do caso já as rolhas desapareceram e os polímeros foram eleitos ‘o produto’, as vacadas estarão a aprender brasileiro, os outros animais a levar injecções legalizadas de esteroides e antibióticos atómicos para competirem em campeonatos, taças europeias e não só. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Vai ser um Alentejo e um Portugal muito interessante..., se visto à luz da deita, numa falsa leitura, para que o sono nos apanhe de soslaio e nos encontre a pensar em nada...que vem a propósito, para que ao acordar nada nos pese.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Pobre Alentejo, terra de &amp;nbsp;cavalos sempre apreciados, pessoas de bom gosto, vacadas, touradas, corridas de ‘charretes’, feiras de tudo o que é bom, a modernidade calhou bem mal...deixou de haver amor à terra mas sim à propriedade, ao valor imobiliário, a divisão da terra é uma armadilha para quem se aventure, no Alentejo compram-se produtos agricolas importados mais do que nunca, &amp;nbsp;os benditos animais que de nobres passaram a ser como as salsichas da Boémia, vendem-se e fabricam-se (genéticamente manipulados) em todo o lado...os pedigrees com mais ou menos mentiras são como os dos humanos. Ainda não entendi porque é que uma carne Mirandesa ou Lafões ou Barrosã ou Arouquesa dá peças de carne tenra dum sabor fantástico e aqui vou a um talho e cozinho uma carne inferior, não consigo entender, mas tal deve-se à minha burrice com certeza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;As injecções de emulação de gado verdadeiro, gordo e anafado, matam-nos a nós, comedores dos seus cadaveres, aos milhões. Tudo provado e pelos vistos aprovado. Sempre teremos um copito de bom vinho, como lá fora sempre terão Paris. Foram aprender com quem sabe e as pessoas do vinho tem bom gosto, o resto é conversa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não, não é uma contradição, eu sou de Coimbra, conheço bem o Alentejo desde que nasci. Uma das famílias envolvidas é do Alentejo mas veio no Sélulo XVII, pois a sua origem é Sernache do Bom Jardim, Beiras, são descendentes das bastardias Reais, foram protegidos como era à época pelo Priorato do Crato, no nosso caso o progenitor foi D.Pedro I.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ao acabarem as ordens religiosas é-lhes dado uma série de terras e bens que os tornaram uns fidalgos burgueses ricos assim como a muitas outras famílias da mesma ou maior sorte donde descendem centenas de famílias portuguesas, umas ricas outras remediadas, outros bem sucedidos outras que são o povo, a gente. Sangue Real às riscas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;O certo é que todos descendemos de muito poucos e a irmandade é maior do que pensam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Na macro economia da qual só falam pessoas com um canudo de doutor em Cambridge,&amp;nbsp; INSEAD, MIT e por aí fora, eu permito-me tomar a dianteira a esses prodígios da ciência económica e afirmar de que estão errados e o Seu caminho será de novo uma guerra ou várias, a decadência e sangue, muito sangue, mais uma vez, é pena, gostaria de cheirar a mangerona no Alentejo e afinal só cheira é a diesel dos rallys e bajas e outras afrontas a uma terra pobre mal dividida e cheia de esquemas e conluios da economia paralela por onde vazam biliões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Querem uma solução? Acabem com estes partidos políticos, refundam-nos, repensem o País, aliem o povo a todas as decisões. Mais soluções? Desobediência civil, televisões do mundo inteiro a&amp;nbsp;escrutinar&amp;nbsp;esta maneira de fazer as coisas, outra? Parar. Recomeçar, referendar, aceitar a nossa pobreza relativa a outros povos, não escrever segundo o acordo brasileiro/socialista, fazer pagar os&amp;nbsp;responsáveis&amp;nbsp;pelo descalabro&amp;nbsp;económico, para o qual tem sido avisados desde sempre. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ser Português deve ser sinal de bom gosto, cultivem-se os labregos que no fundo bem lá no fundo são como todos os outros, brutos que nem uma carrada de azinho, mas passíveis de aprender não só academicamente mas esteticamente e filosoficamente. Ensinem a ensinar, aprendam a aprender. Visitem e apreciem a arte portuguesa que é excelente e discutam-na, contextualizem-se.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Pessimista?&amp;nbsp; Ok...vamos ver, ... estamos a ver, uma crise energética acabaria com leituras em ‘displays’, telemóveis, cabos...enfim o objecto do indivíduo/a actual, a tecnologia já ultrapassada e comercializada...devia ser lindo o efeito, como o petróleo ainda dura cem anos decerto vamos ter crises diversas e o melhor é inventar, nisso somos dos melhores...pois mãos à obra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-1188238500645526967?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T21:15:14.350Z</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-OjeB8xush8g/TyHCMnpyOJI/AAAAAAAABjQ/7qgGiH2BgAI/s72-c/experimentos--478x270.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Novas realidades</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2011/06/novas-realidades.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Wed, 17 Aug 2011 13:05:04 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-5501594896326508981</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Novas realidades, novas regras, novo jogo. Velhas práticas, velhos hábitos, jogo sujo, cego e estúpido pois não se apercebiam os seus protagonistas de que todos vêem, viram e imaginam resignados pela falta de responsabilização de quem administra a ‘coisa’ publica e mesmo a ‘privada’, da&amp;nbsp; largueza dos abusos&amp;nbsp; e vistas curtas de políticas caciquistas e bafientas praticadas nos palcos semi alterados pelos tempos, onde outros tantos morcões deram a sua presunçosa participação de vida a um País projecto com 900 anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Tão novo cenário, que de tão novo surpreende em contrapartida com o anterior que já massacrava, entediava e também surpreendia desta feita não por novidade alguma&amp;nbsp; mas pela incongruência e corrupção pura e dura, perante tanta novidade, retraí-me na catacumba onde vivo e meditei, investiguei, fiz o exercício de imaginar com as variáveis possíveis e imaginárias, alguma coisa do que aí virá assim como na analogia com o passado curto, vislumbrar alguma lógica ou inteligência que desta maneira sim, gostava que me surpreendesse &amp;nbsp;pela reactividade desde logo positiva tanto a nível social como económico, não menciono político, pois tudo é político e todos somos uns pobres políticos doutra maneira o mundo não seria o que é, uma grande bosta de humanos desperdiçando um ser magnificente como é o planeta terra, num cenário maior que a sua medida e naturalmente muito maior do que todos nós, espécie virulenta desejosa de matar o pai para lhe tomar o poder, mesmo não sabendo quem é o progenitor desta energia a que chamamos vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esta raça à qual pertenço inventou um Pai à sua medida para o conseguir ‘domar’, logo foi todo o mundo avisado de que o Pai por mais louco que se nos assemelhe é em larga medida um filho e que pode ser aniquilado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Pobres crentes em deuses inventados à nossa semelhança, pobres crentes em homens que inventaram para si uma posição relativa a esse deus que de tão parecido com os filhos se misturou à macacada sendo desde logo um deus Armani, outro Dior, outro pobre outro rico, desde logo a justificação para o facto de o vírus ter também inventado um factor de selecção fora do contexto da natureza como seja o ter de se nascer rico ou pobre, quem escolhe o contexto?, não sou eu, mas você também não, com toda a incerteza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Já antes da data de 25 de Abril de 1974, a estupidez portuguesa era um facto incontestado no mundo inteiro, claro que existem portugueses gloriosos, também no Kosovo e na Islândia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O grau dessa estupidez pode ser medido tão simplesmente pelo factor qualidade de vida, pelos resultados da civilização na prática, pela cultura assimilada e não interpretada, pela ordem e respeito entre pessoas, pela pedagogia própria da experiência e da criatividade humanas, enfim por tantos quantos factores quisermos&amp;nbsp; até não existir espaço para a menor desculpa para tanta estupidez.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Conheci...pois não quero conhecer mais, pessoas que ocupam cargos onde a pose política profissional é tão enganadora como o papel desempenhado por um qualquer &amp;nbsp;actor ou actriz. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É preciso não nos emocionarmos com a retórica muito menos com o formato, basta perguntar donde veio o dinheiro que tem neste momento e o que fizeram para o ter?!, ou porque não o tem ? se sentem capazes de o concretizar, simples, simples e simples.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não precisam de ser Juizes de Tribunal, que são outros protagonistas de Inquisições menores do século XXI, devem ser árbitros do Direito com o sentido de solucionar situações e nunca fazerem parte dos problemas, simples, simples, muito simples, a lei é má, mal concebida, não tivesse vindo donde veio. Desengordurar a lei tira a gordura a quem dela não presta contas ou a contorna com a própria ou a construiu para terceiros que fizeram deste um ser rico. Leiam um bocado dos nossos códigos e escrevam sobre tal falta de elegância, efectividade, ligação à realidade e justeza processual, absurdos doutos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Olhem para alguns humanos que vivem noutro tipo de sociedades, sem olhos de turista, mas sim de aluno, por exemplo a Suiça, o Japão, a Suécia e mais alguns, não podem ser muitos, o planeta é uma manta de retalhos culturais, de desordens, &amp;nbsp;dos piores instintos humanos postos em prática e principalmente&amp;nbsp; do maior egocentrismo registado, daí não poderem ser muitos os exemplos nem no campo da experimentação nem no da realidade prática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Já escrevi que nada destes ‘pensos rápidos’ vai dar resultado, salvo para alguns que de poderosos passaram a ditadores remotos das finanças alheias, sendo estes os algozes da civilização. No caso Português o descalabro vai ser tão grande como a morte de alguém, só paramos ou nos movemos perante uma inevitabílidade como a morte ou o seu pronuncio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Europa significa guerra, muita guerra, CE já significa negócios, negócio em troco de sangue, evolução presumida...no futuro... que é hoje! Não existe a possibilidade de tornar solidário um bloco geográfico onde se concentram as culturas ocidentais mais atávicas e complexas desde a ultima Idade do gelo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Propor uma comunhão entre portugueses e alemães seria a mesma coisa que dois bêbados, um forte e um fraco andarem à batatada num bendito balcão decorado pelo Cartier.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Já com os nossos irmãos da Península seria outra coisa, na história foi inventada essa anacrónica rivalidade entre irmãos que basicamente nunca existiu, foi sim fomentada pela sede de poder tanto do que o cristianismo proporcionava à época como de alguns que benzidos se acharam mais filhos de deus do que todos os outros. Foi sempre uma questão de catolicismos particulares, ignomínia e cumplicidade dos ditos deuses/igrejas, prelados e metal reluzente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Neste caso seriamos mais poderosos que os alemães tendo bom clima, mar e uma inteligência prática e emocional muito maior pois seriamos unos, barbaramente peninsulares, ilustrados e com poder para dar umas punhadas na mesa onde são impostos juros aos pobres, se bem que neste caso seriamos ricos...muito ricos. As soluções foram-nos dadas de bandeja e continuam a sê-lo...apenas continuamos a ser uns doutorados e todo o resto uns míseros seres sem tostão. Base ‘jump’ sem asa, um tipo de suicídio, só mais um.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os germanos ou saxões, são brutos não tem nem a ligeireza nem o bom gosto do latino, nem a sua garra, nem a sua determinação, mas tem essa bruteza intimidante, conseguindo ir buscar o melhor que o mundo deu para sua própria riqueza, tendo no entanto feito tudo para se imporem à força, seria por serem mais fortes ou precisamente serem muito mais fracos?!. Mesmo sendo uma das três pontas do triângulo Rothschild, (judeus com capacidade para fugir a qualquer extermino, exemplo de que os judeus conseguem ser uns seres humanos gigantes como agiotas e mesquinhos), foram varias vezes reduzidos a escombros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Nunca subestimarei quem faz Porches e Mercedes-Benz...mas sejamos justos, quem na realidade reconstruiu aquela terra foram os europeus pobres e o dinheiro americano, se soubéssemos o que sabemos hoje o melhor teria sido deixar acabar aquela raça na proporção do que fizeram aos judeus e outros humanos menos perfeitos segundo o ponto de vista nipo-germânico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Falar de portugueses é irritante, mais ainda se os conhecemos sem que os mesmos se apercebam de tal, fazendo-nos de parvos e observando, com poucas palavras, conseguimos o ouro das nossas ‘pinhas’, reluzentes e mandatórias, são ‘pinhas’ de doutos cérebros e assombrosas conclusões graníticas de monolíticas, quartzo, micas e feldspatos, não existe mecânica quântica nem mundo que fuja aos nossos olhos, o que vê é o que é. Pequeno burgueses em volvos de turismo na inimiga Espanha, gastando o que ganham enganando a consciência com mais uns segredos que valem óxigénio, pois se de ‘deve e haver’ se tratasse estariam na costa da caparica de Trabant’s a ler a Bola.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Foi quase tudo feito ao contrário, por isso não vai dar certo, o que vai acontecer é o pior, daí que a desobediência civil seja hoje mais actual do que no tempo do Thoreau.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não haveria prisão para tanto ‘criminoso’ e o sistema entraria em colapso e levaria a Europa de arrasto o que seria um orgulho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Hoje em dia é pertinente perguntarmo-nos se é de moral e ética que precisamos ou de justiça. Se for a moral e a ética em falta é porque não funciona a justiça, se for a falta desta é porque nem moral nem ética existem como sinaléctica nas práticas correntes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ser um heroi independente como o Cid ‘El Campeador’ é o maior dos requesitos para se ser um bom ser humano. Não ter medo de morrer, outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O resto... os gloriosos negócios da China, as colecções de dinheiro acumuladas, o património dinástico, as invenções clero nobiliárias, os talentos para pagar uma escola em Austin ou Oxford e o sucesso social e económico almejado, a boa forma física, a beleza, as vaidades... a onda leva ou lavará.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Donde estou a gatafunhar? de Hamburgo hoje ensolarada, cheia de movimento, capacidade de empregar e poço de trabalho, grande modernidade, demasiados alemães...mas estão muito mais simpáticos, regras, anarquias controladas, está frio pela noite e desejo ir para sul. Logo logo vou Alentejanar de novo para que me lembre de que dum paraíso fizemos uma zona&amp;nbsp;lúdica&amp;nbsp; de&amp;nbsp;bêbados&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial;"&gt;suicidas, auto-estradas anti-poluição, já que quase não passa viatura alguma que chegue para manter o nível de receitas via multa, enquanto outros de pedaços de terra descontinuada, gelada e lamacenta, construiram&amp;nbsp;sentidos&amp;nbsp;para a vida, extensões da mesma onde o mix cyber-techno-humano é o presente, 2011.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: Arial;"&gt;We will keep in touch, never the less, until next ice age, godspeed.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-5501594896326508981?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-17T21:05:04.023+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Jaga Jazzist - All I Know Is Tonight (Live)</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/11/jaga-jazzist-all-i-know-is-tonight-live.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Tue, 23 Nov 2010 14:34:15 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-6969681371884036713</guid><description>&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/40lqREiOfwg?fs=1" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-6969681371884036713?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-23T22:34:15.986Z</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/40lqREiOfwg/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>frescuras e naturezas mortas</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/08/frescuras-e-naturezas-mortas.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Mon, 30 Aug 2010 10:38:31 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-819978056278707189</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Coisa Interessante esta de dormir uma ‘siesta’ e ao acordar ter uma piscina interior que me leva à exterior e onde posso acordar da melhor maneira possível, na água, ao sol...um calor africano, inúmeros desconhecidos e mulheres lindas que infelizmente ainda habitavam o sonho donde acordava. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na realidade não havia ninguém, só eu e o resto do mundo. Depois de fazer um tempo de exercício mais que a ‘puxar’, fui-me arranjar ou seja, vestir uma tanga, uns chinelos, uma ponta de uma água fresca de bom cheiro e deitar-me naquele recanto de sombra na pscina a ler o meu livro da ocasião ‘A família Rothschield’ do Jean Bouvier.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Tendo-se um calor são, e lendo-se este tipo de matéria, algo se nos ilumina como um interruptor daqueles do fez-se ‘luz’ â antiga, o humor não fica igual, é contorcido para ambos os lados e fica-se baloiçando até se nivelar mais pelo contexto que por nós&amp;nbsp;próprios.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É que afinal sempre houve e há teorias da conspiração e este livro é uma pista de provas de que realmente tudo é jogado muito longe de todos nós, simples ignorantes manipulados com a mania que somos uns humanos capazes e de que caminhamos para a glória própria de quem pensa que é em si um deus. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pobrezinhos, principalmente dos que se acham entre os Roth’s deste mundo e os pobres que não são deus, pelo menos esse deus das pessoas a quem rezam e por quem se martirizam se calhar no intuito de chegarem à santidade pela admiração ou lavarem as suas ignorantes&amp;nbsp;consciências.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Também foi muito interessante acordar em si, rebolando literalmente para a água e depois de nadar, tomar um duche frio e cheiroso e não haver vivalma que me perturbasse.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A operação ‘esta tarde’ foi concebida com uma semana de antecedência e em segredo. Para tal tive de me embebedar com o dono da casa e mandá-lo para o Japão, onde está e lerá isto que estou a escrevinhar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É muito melhor esta casa comigo do que com ele, comigo é um sossego e um desfrute intimo, nomeadamente ao ter descoberto na garrafeira uma mesa e cadeiras para além de ‘coisas’ sagradas para beber, nos frigoríficos existe bom ‘fois gras’, bom peixe e marisco congelado e montes de quarta e quintas gamas que são produtos já confeccionados e prontos a aquecer ou esfriar e comer. Chamar alguém de quem goste e passar uns momentos cheios de poses mágicos e alguma exaltação...uma alegria contida por quem me aparecer à frente, já se sabe. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com ele a casa não é a mesma, andam montes de pessoas para cá e para lá, tudo bebe coca-cola ou água, não há siesta nem banho para acordar, é tudo a determinadas horas, tudo a fingir que trabalha pois o dinheiro vem-lhe das rendas do imobiliário e das bolsas, tudo o resto são buracos negros financeiros a que se dá ao luxo de ter só para satisfazer alguns caprichos muito caprichosos. No entanto não existe este carinho que eu estou a dar à casa, ouviste minha melga incapaz de parar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma potencial namorada telefona, digo onde estou, convido-a a aparecer ao que anuiu e completou com os filhos e amigos dos filhos, ia ser mais divertido segundo a sua preceptiva. Agora sem querer meti-me num molhe de brócolos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vou telefonar a dizer que vou ter de sair, é isso,... perde-se a namorada mas não se lhe aturam as criancinhas, puxa é que já tive a minha dose, para já só se forem meus é que o farei com todo o gosto, doutra maneira é sempre um pretexto para entrar em modo de autómato e não dar conta de nada, senão o que estou a fazer é a tomar conta dos filhos de outros que por mais crianças e queridos que sejam, são uma seca maior do que falar com alentejanos daqueles mesmo matarruanos enxertados em preto de à quatrocentos anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Perdeu-se a namorada mas não se perdeu a vontade de beber um bom e bem frappé dry martini (sim... á la James) e ler ou continuar a ler&amp;nbsp; aquela história daquela família que formatou o novo mundo desta forma pavorosa com a ajuda dos consumidores de coisas inúteis e pagadores de impostos a estados que pagarão a esta e outras famílias a suas dividas externas que irão durar...sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É preciso não se gostar de pessoas para se fazer este tipo de processo de enriquecimento total. Não posso invejar ninguém que tem coisas devido a ter cilindrado ou ajudado a cilindrar milhões de pessoas por razões de caracter fundamentalmente económico e do foro do lucro puro e duro. Não invejo um rico de coisas, posso invejar um pobre feliz, mesmo assim acho que fico feliz também em vez de sentir inveja.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com esta escrita de pretos e brancos ainda pensam que sou racista e tem toda a razão, apenas não sou racista devido a credos ou cores de pele, mas sim de idiotas, eu sou contra os idiotas. Idiota: todos os que pensam que são um tudo de nada mais espertos ou superiores que alguém...isto é um idiota. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As suas reacções são variadas mas existem tiques iguais em todos...são mentirosos, são egoístas, são pouco inteligentes e tem a sorte material do seu lado quase sempre, embora a dor seja igual à nossa senão superior devido ao apego tão grande aquilo que acham com que viveram pelo bafejamento divino e que também &amp;nbsp;perdem como tudo e todos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Este meu amigo que está agora em Kyoto, é um amigo a sério, sabe quem eu sou e a sua casa é minha como a minha sua, apenas eu não tenho uma casa com trinta divisões e em vários locais no mundo...a minha é mais para ele vir descansar e não pensar em nada linearmente, isto quando a minha namorada (que agora não tenho) simpatiza com o rapaz senão arma-se uma confusão que acaba sempre mal para elas, nunca se devem meter entre irmãos que no fundo é o que os amigos são, ainda por cima um amigo japonês.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O que faz ele? bem se o dissesse ter-me-iam de matar (kidding), mas tal como escrevi atrás vive de rendas e com certeza de outros negócios que não o deixam ficar a perder de certeza mas que eu desconheço, apenas sei que &amp;nbsp;recebeu uma herança imensa e hoje continua a ser imensa, daí que nada tenha a dizer a não ser que esta casa fica-me melhor a mim do que a ele. Também gosto de um porche tipo suv &amp;nbsp;que tem na garagem mas contento-me com a bicicleta pendurada na parede. Eu não toco no carro, promise.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Na byke já não posso falar pois tenho andado nela..I hope you don’t mind!?, é que custa mais que o meu ordenado...e não é por nada mas é tão leve que já cai umas vezes com a dita, ela nem risco, eu todo riscado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-819978056278707189?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-30T18:38:31.616+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Idiotas até ao dia...</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/08/idiotas-ate-ao-dia.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Fri, 20 Aug 2010 07:16:36 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-8857686075161107246</guid><description>&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}" style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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É muito o tempo perdido nos aeroportos, se houvesse barcos iria de barco ou até por terra com jeeps, pelo menos seria uma aventura diferente da de andar a ser controlado em tudo por onde passo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dou de barato&amp;nbsp; o tempo perdido em contraponto ao que sobra de conhecimentos novos e novas inspirações. Ficaria por ali até me porem fora (que seria provavelmente nunca), mas os compromissos são para se cumprir e aí vou eu deixar de viver como um selvagem vadio para por o Armani e o cheiro do não sei quantos, ir a reuniões cheias de peritos em tudo e mais alguma coisa. Às vezes pergunto-me o que estarei ali a fazer? depois lembro-me que é desses papeis que vem o meu sustento maior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na realidade esta gente nova não me ensina nada, complicam tudo pois para eles tudo é dinheiro e o espírito comercial e empresarial dissolveu-se na esfera da submissão política e partidária. Querem por força imitar os verdadeiros empresários que exportam tudo, serviços e o que seja, mesmo pagando misérias como salários tem sempre o seu ‘core business’ assegurado por negócios de Estados, mesmo assim tem as fortunas trancadas não vá o diabo tecê-las.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Descobri no LinkedIn um autentico front-office do regime, são os mais activos e deslumbrados que conheci até hoje. Até propagam que todos devemos investir aqui, quando a Mota-Engil, a Teixeira Duarte e o resto dos grupos (que são sempre os mesmos) investem é no estrangeiro, nomeadamente em Angola, enquanto a família ‘dos Santos’&amp;nbsp; não se fartar destas melgas que afirmam conhecer o terreno como ninguém e para mais tem a lingua, na qual todos se entendem ás mil maravilhas, já vimos esse filme e iremos vê-lo de novo, grande porta para a Europa e afins nós abrimos, pena que só ganhem com isso os ‘despachantes’?!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Se a estratégia é seguir o dinheiro, estão no caminho errado, se é seguir os donos do dinheiro estão certos, porque o presidente de Angola e família tem mais visão estratégica do que qualquer político Português que olha para o seu umbigo e vê lá o centro do Universo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dentro desse front-office do regime, existe de tudo como é natural, os crentes que falam com seriedade de todos os assuntos, os clientes que defendem até à morte do negócio os seus patronos e as suas políticas, e os idiotas que são mais que muitos e legítimos pois ninguém quis saber deles até à data. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Defendem um estado providencia pago pelos privados e uns privados que tem de ser fornecedores do governo para com tal amplificarem os seus hábitos de pagamentos esquizofrénicos na forma e nos conteúdos...é uma simiologia e não uma semiótica, pois a representação é má demais para ser considerada parte do significado do momento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No mesmo linkedIn apanham-se respostas de gaiatos com trinta anos que acham que dominam as matérias como se ‘elas’ tivessem acabado no momento em que lhes foi proferida a ultima lição, depois olham-se ao espelho e devem gostar pois o seu papel agora já de representação pura dando razão ao Eco e ao estruturalismo, é o de actores de novelas mexicano-portuguesas, nem brasileiras serão pois estes últimos tem qualidade em tudo o que fazem, &amp;nbsp;em contraponto a este Portugal da quinta essência socialista ó democrata que não dá uma para a 'caixa'. E eu não sou 'bota-abaixo' sou 'deita tudo abaixo'.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enquanto por aqui se pensar à Sócrates Pinto de Sousa e a Almeida Santos e a Manuel Alegre, estamos metidos num pântano parecido com os da Guiné-Bissau, dando ares de humanismo e justiça social mas sendo sobretudo uma sociedade corrupta coberta de uma malha legalizante e duns personagens tirados do Camilo e do Eça, embora quem tivesse a verdadeira visão tivesse sido o grande Antero.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; 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font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ser de direita também não sou pois não misturo elites com populares, &amp;nbsp;ou se é dum lado ou do outro não devem existir híbridos e se existem são sobretudo demagogos profissionais e peões de brega.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De extrema qualquer coisa já gosto mais, pois levam-se até às ultimas consequências as teses e cobranças, não existem cinzentos nem contra-informação, é a cru que se percebe a política as políticas e os políticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro'; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; 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Porquê...? se é de inteligência, altruísmo, humanidade e boas práticas económicas e sociais e sobretudo formação e educação, do que estamos a falar...deixarão de existir como decisores e passarão a ilusionistas no circo mais próximo. Tudo muda, tudo se transforma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-8857686075161107246?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-20T15:16:36.266+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Tanto Português que quer ser empresário...não de espéctaculos, de empresas com pessoas e tudo.</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/08/hoje-em-dia-vejo-me-confrontado-todos.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Wed, 11 Aug 2010 12:57:54 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-3479630991246884832</guid><description>Hoje em dia vejo-me confrontado com dois tipos de pro-activos em Portugal e com grande lata no estrangeiro donde falam do sofá. (tirando os grupos interessantes e que não são estes de todo!)&lt;br /&gt;
O primeiro grupo de pessoas, na idade da realização pessoal, inicio familiar, tentativa de progressão na carreira, aventureirismo, capacidade empreendedora...e mais alguns predicados,&amp;nbsp;sonham e uns conseguem realizar os sonhos, sendo que a maioria continuará a sonhar até se envergonhar de ter perdido tanto tempo. O segundo grupo de pessoas, são as desgostosas com a realidade portuguesa e que apontam sem descanso os males vísiveis desta mecanica socio-economica exdruxula e pacóvia onde só os circulos se alimentam e todos do Estado, se não for por cima é de lado, ou seja como for...mas é do Estado que emanam os nutrientes de tão gulosos dirigentes e amigos. Os objectos da nossa dívida externa.&lt;br /&gt;
É evidente que aqui como na Sérvia ou na Hungria existem grandes empresários, banqueiros e até jovens com um sucesso que se pode medir por algum mérito mais a sorte inerente e a satisfação anexa. &lt;br /&gt;
Tal pequeno cenário aqui, perde-se no geral, no qual os comuns dos humanos tentam fazer o mesmo que todos os outros apenas com muito mais dificuldade e até&amp;nbsp;impossibilidade, gerando legitimas suspeitas sobre a generalidade de quem está do lado dos que não precisam de sorte para realizar desejos ou sonhos, misturando algum mérito e gente de bem com os coiotes de sempre que se dinastizaram e cimentam.&lt;br /&gt;
O meu&amp;nbsp;problema&amp;nbsp;está nos que querem à força toda, que eu ache que Portugal é um óptimo 'spot' para se investir, para se criarem empresas e por fim para se viver. Umas e uns pedantes que nunca fizeram na realidade, NADA!!!. Lá por causa disso não se tentem em comparar obra feita, senão....vai ser aquela humilhação.&lt;br /&gt;
Eu pessoalmente prefiro viver em Barcelona, Osaka, em Boston, em Austin, em Lyon, na Sicilia, ou nas Rivieras de todos os continentes a viver em Portugal. primeiro conhêço-as, depois conheço Portugal e quando um destes artistas da motivação pro-activa pelo empreendedorismo em portugal afirma que quem está mal que se mude, então é que fico danado. E porquê? se prefiro outros locais que acho muito mais relevantes em tudo que este torrãozinho debaixo da Galiza entre o Atlantico a Estremadura e a Andaluzia, será pelo meu sangue, pela história, pela cultura, pelo clima, pelo povo?. Não, é simplesmente porque por vias do destino nasci aqui e aqui me formataram num católico tuga daqueles que acredita mal nasce no grandioso império português e no futuro quinto Império que dum pulpito Portugal prelará ao mundo da sua sabedoria no intuito da&amp;nbsp;salvação desse mundo, que esperando que Portugal acorde,&amp;nbsp;vai apodrecendo na esperança que o Português dê motivos aos motivos que motivam o mundo, o qual se sacudirá de contente como um retriver depois de sair da água.&lt;br /&gt;
É uma pena ver talentos e capacidades acreditarem nas 'coisas' mais obviamente falaciosas que lhes impingem. Então, algum dos senhores e senhoras acha que estamos em periodo de investir?, mas com o dinheiro de quem? É que basicamente o problema é este, não existe dinheiro no mercado que viabilize um negócio se este for sustentado pela 'alma 'desse negócio, agora se é para limpar dinheiro acumulado de outros negócios que fogem e ultrapassaam a justiça e o senso comum pela direita por cima e por baixo, ok...então assim falamos de uma economia paralela sem leis, sem riscos e protegida...mas será neste quadrante económico que todos estes potenciais empreendedores querem investir?...não, é no outro onde as leis são a favor de quem foge às leis, duma justiça que não obriga ao pagamento de dívidas a tempo e horas, dum mercado de 'tesos' com a mania que por terem casa, carro e três LCD's, se pensam empresários, porque criaram uma empresa, tem cinco desempregados a trabalhar nas suas ideias, pagam como a lei manda, mal e exigem tudo como se um empresário pudesse exigir seja o que for sem primeiro provar ele próprio ter essas capacidades, as de fazer muito ganhando pouco. &lt;br /&gt;
Se esta gente não&amp;nbsp;é de vistas curtas eu vou ali mas já não venho. Os outros da economia paralela devem-se rir a bandeiras despregadas, pois sem empresas e sem funcionários tem uma rede funcional que se contem pelo medo de morrer de morte subita, sendo que no processo recebem bem mais do que os grandes empresários de empresas de cinco mil euros de capital social onde as boas ideias são aerofagia pois boas ideias começam numa estratégia e nunca numa necessidade ou numa moda, não estamos no século XX. Tais procedimentos deram sempre mau resultado. é o capitalismo&amp;nbsp;inútil&amp;nbsp;e libertino ao invés do&amp;nbsp;útil&amp;nbsp;e em ordem.&lt;br /&gt;
Então o que fazer...pois, isso sim é que devia ser discutido a sério. Uma revolução, uma neo-revolução, uma revolução cultural?...Mas afinal o que é que estes novos empresários de meia tigela vão fazer...HA! vão trabalhar, porque o problema é que não tinham emprego e acharam que esta seria uma maneira apaixonada de meter o pé no mundo dos negócios?!, coitados se não tirarem a senha num partido do bloco central, ou se não forem vistos nas missas ou nas reuniões de família, bem se podem&amp;nbsp;prostituir ao&amp;nbsp;Estado como cliente, ou a um dos poucos grandes grupos que temos, doutra maneira irão falir de falência geral, ganhar ulceras e outras manhas da psique que não está desenhada para aguentar tanta vigarice à vista desarmada.&lt;br /&gt;
Ha! mas ainda existem os que querem fazer do seu negócio uma caravela e ir à descoberta?!, sim, esses poderão ter possibilidades pois irão para outros contextos onde sem as provincianisses desta terra podem sim vir a ser empresários e logo ter o mercedes e a casa na comporta, se é isso que sonharam, outros haverá que sonharam ter umas secretárias necessitadas e assediá-las à falta de melhores negócios, outros imitam os que nasceram em contextos facilitadores e tentarem restilizar as suas vidas, nada tenho contra se o que estiverem a copiar forem bons exemplos?! já o copiar qualquer político ou alguns empresários no activo seria um desastre, com o que eu por exemplo viveria bem pois desses sei com o que posso contar...mas os do grupo dos cérebros que querem fazer apenas uma paragem que é Portugal, ou estão em bons Países e querem vir para cá, desses é que tenho receio, porque nunca vão aprender nada de novo e vão cristalizar os hábitos tipicos de muitos que são a tendência para a parolice e ciganagem, para a submissão e maledicência e pior para a guerra com quem quer que tenha visto &amp;nbsp;muita coisa ser bem feita e tem que assistir a este estrupo da realidade, esta ilusão impingida, estas verdades manipuladas, logo mentiras atrás de mentiras, num lodo político aterrador. &lt;br /&gt;
A sustentação das pequenas e médias empresas não se faz com consultorias externas!!! esse é logo uma das despesas fixas a abolir, o empresário/a deve possuir ou rodear-se de quadros que consigam ou a solo caminhar aprendendo e contornando óbstáculos que é a vida de um pequeno empresário em Portugal, nem pensem que vão jogar golf com o Tio Xico só porque estão no Clube, é que não são membros nem estão nem de longe nem de perto dos Tios fundadores e portanto increvam-se num clube de futebol e passem a ser ainda mais portugueses ajudando o seu clube tal como fazem ajudando o Tio Belmiro e o Tio dos Santos com todos os trocos que fazem, no intuito de consumir o que as 'pessoas normais e não miseraveis' consómem, afinal o ser empresário é em Portugal não uma responsabilidade grande mas um status alavancador para o terreno da parvónia, só pode. É o que se vê e ouve sobretudo.&lt;br /&gt;
Bota-abaixo...onde é que eu já ouvi isso!! porreiro pá...é daí! está tudo dito. Quando aqueles que realmente tem jeito para liderar negócios porque viajam e falam as linguas e conhecem os mercados, sairem da toca, aí teremos um novo tecido empresarial, mas com este ritmo de criação de empresas suicidas sem nenhuma responsabilidade social e com a consultoria de terceiros que se acham o Choopra ou o Dr Phill da empresas com curas milagrosas num local onde não há mercado,&amp;nbsp; tudo isto ruirá e não sou péssimista, porque se fosse nem falava nisto estava-me nas tintas. Eu por mim já fiz a minha dose, agora trabalhem mouros e vinguem nas vossas empresas, clusters de inovação procurados por todo o mundo...porque no umbigo deste mundo é Portugal. O discurso positivo&amp;nbsp; está em Acordem! não obedeçam a estas leis, normas e demais canalhices, não votem a não ser em branco ou nos partidos charneiras, não se endividem, não sonhem os sonhos dos outros, criem o vosso sonho a partir do trabalho e não do ser empresário que só é um estatuto em países decentes, não acreditem na maioria dos jornalistas tirando o mario crespo, não acreditem nos que acreditam em Portugal partindo Portugal da merda que estes dirigentes de à trinta anos a esta parte,&amp;nbsp;vem&amp;nbsp;acumulando&amp;nbsp;à porta do país. Primeiro limpem, responsabilizem meia&amp;nbsp;dúzia&amp;nbsp;que sejam e abram as portas ao desenvolvimento sustentado e não à sustentação dum chulo que é o Estado Português e todas as lapas que dele vivem.&lt;br /&gt;
Estão a ser manipulados, acordem. Isto é o discurso possivel positivo, também o será uma guerra mas a badalhoquice não ficaria liquidada se calhar ainda ficava mais forte. Cuidado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-3479630991246884832?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-11T20:57:54.315+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>depois dum CAP...</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/08/depois-dum-cap.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Mon, 09 Aug 2010 09:04:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-356894581072481357</guid><description>Aterrar com bom tempo, de dia, em S.Miguel, é sempre um sentimento de alivio e um conforto à nossa espera...que bom. Para que fosse completa a chegada seria preciso que não demorasse o que demorei no aeroprto à espera de um saco...mas habituado lá me resignei a apanhar um mau ar condicionado em troca dos quase cem por cento de humidade no ar o que é uma constante da Ilha.&lt;br /&gt;
O efeito de lupa desta humidade com a radiação solar, faz sentir um calor que além de queimar, abafa quem não esteja habituado ou não esteja já à espera, é uma chapada parecida com o aterrar nos&amp;nbsp;trópicos. O clima ali é sub-tropical e tem um&amp;nbsp;carácter&amp;nbsp;muito próprio.&lt;br /&gt;
Vim a convite para os Açores, mas como conheço imensa gente na Ilha pedi que me refundissem até à outra ponta da Ilha o Nordeste, onde me instalaram num turismo rural demasiado bonito e recôndito para sequer pensar no resto do mundo.&lt;br /&gt;
Ao chegar à vila de Nordeste, fomos para a Trunqueira, serra linda e cheia de histórias onde pernoitei quase uma semana.&lt;br /&gt;
Levantar cedo e fazer cinco&amp;nbsp;quilometras&amp;nbsp;a descer até à rocha do mar...às costas todo o equipamento de pesca submarina, pesos&amp;nbsp;incluídos, um exercício que só faz sentido se tivermos a paixão do mergulho.&lt;br /&gt;
Fico mais ou menos entre cinco e seis horas no mar, dependendo dos seus humores e da pescaria.&lt;br /&gt;
O fundo é lindo de se morrer...o contrário de por exemplo a Costa da Caparica ou da Linha do Estoril onde não se vê vivalma, por aqui existe uma enciclopédia do Oceano com tudo e mais do que se está à espera, comer peixe fresco é certo, marisco e mais umas subtilezas&amp;nbsp;marinhas&amp;nbsp;que fazem de qualquer repasto uma missa de louvor ao divino.&lt;br /&gt;
O perigo é morrer sem ter tido estas experiências, depois de se estar submerso o factor admiração sobrepõe-se ao do caçador...por algum tempo... até vermos um ser marítimo desenhado para nosso&amp;nbsp;gáudio&amp;nbsp;e destreza e lá começa a caçada que é justa e de senso comum. não apanho peixes pequenos, e mesmo os grandes também prescindo pois se não tivermos o arpão com carreto e ligado a um barco, um peixe grande pode rebocar o nosso equipamento até ao 'oblivium'. Peixes entre os dois e dez quilogramas é o ideal, vinte quilos máximo e já é uma logística tirar um peixão desses de dentro de água e continuarmos a caçar sem que antes tenhamos que descansar do esforço&amp;nbsp;despendido&amp;nbsp;na manobra.&lt;br /&gt;
Hora de almoço, duas da tarde...sombra e água da fonte muito fresca, umas frutas e o descanso merecido.&lt;br /&gt;
Depois da 'siesta' uma natação nu pelo mar para depois já com o equipamento de novo, &amp;nbsp;nos tornarmos a fundir nas águas e ver outro tipo de população, aqueles que esperam pela noite para sair do buraco e cardumes de barracudas, tubarões martelos, bonitos, véjas, peixe-porco, depois os solitários, as garoupas, os meros, os bodiões vermelhos...etc. Muitos ouriços roxos e algas de todo o tipo, marisco no buraco normalmente cavacos mas também lagostas, os exareus e as anchovas observam-nos mais discretamente que as garoupas que nos fazem frente fixando-se em nós como um&amp;nbsp;míssil,&amp;nbsp;deixando que a mancha de pontaria se esbata num ponto só...muito espertos.&lt;br /&gt;
Só quem pratica este desporto pela&amp;nbsp;paixão&amp;nbsp;do mar é que consegue tirar partido da sorte de se viver o momento. A&amp;nbsp;adrenalina, a profundidade, a relação entre a razão e a tentação, a nossa capacidade de aguentar e controlar o pânico de se não respirar, a beleza de tudo e a dança do mar...fazem-nos esquecer donde estamos e relembrar donde viemos, o que a mim conforta de sobre maneira...já é tarde o sol&amp;nbsp;põe-se, estamos cansados mas com uma 'pica' enorme, é uma vivificação, quando finalmente&amp;nbsp;saímos&amp;nbsp;não porque queremos mas porque o corpo pede descanso. Não é a luz ou o estado um pouco mais picado do mar que nos demove é mesmo ou um compromisso ou o cansaço, pois sem luz temos lanternas e para o estado do mar submergimos o mais&amp;nbsp;possível&amp;nbsp;onde se está muito mais calmo e em paz com o mundo, mesmo com correnteza, os cardumes e nós&amp;nbsp;próprios&amp;nbsp;andamos de cem em cem metros mais rápido que um carro devido ao poder das correntes, o&amp;nbsp;espectáculo&amp;nbsp;é&amp;nbsp;admirável.&lt;br /&gt;
Não se pode lutar contra o mar é preciso pertencer-mos-lhe de alma e coração sem medos nem receios, Ele dá-nos tudo, nós só o sujamos e matamos, uma afronta cuja factura pagaremos sem duvida, só espero estar &amp;nbsp;na serra quando tal se passar. Mas se tiver de perecer no mar, melhor passagem para uma nova fase da vida não vislumbro e ficarei feliz à priori.&lt;br /&gt;
De noite, os grilos são imensos na sua cacofonia, as melgas parecem Migs, mas o peixe na grelha de lenha de incensos e acácias afastam os bólides do ar e presenteiam-nos com os aromas iodados de tudo o que nos rodeia mais dos caramelos que o fogo transforma, o som do mar a bater na rocha. Não há chill-out nem Jazz, não existe a vontade de ligar nada que nos ligue ao mundo e entre copos e a refeição&amp;nbsp;apipara e ostensivamente boa, comunicamos com os poucos que nos acompanham, que respeitam o mesmo silêncio que eu e&amp;nbsp;embriaga-mo-nos com pouco o que só nos equivale a alegres e simples monos cansados e já em pulgas pelo dia de amanhã.&amp;nbsp;&amp;nbsp;A&amp;nbsp;única&amp;nbsp;distracção&amp;nbsp;é viver o contexto...que para mim é um luxo muito acima dos universos das estrelas e dos consumos.&lt;br /&gt;
Não existe roupa para mudar, não temos nada que nos reporte à civilização, nem telefones, tudo ficou longe o suficiente...existe&amp;nbsp;companhia&amp;nbsp;desconhecida mas bem-vinda, e o&amp;nbsp;Marcelino&amp;nbsp;que nos vem visitar todos os dias e já agora leva uns petiscos para casa...ele bem pergunta...cigarros,&amp;nbsp;álcool, musica...'é louvados que gostem é do que os outros regeitem, sã temosos estes do Contenente, louvados, hé queridos do Senhor', e com estas frases graciosas cheias de sinceridade e amizade, lá nos deixa para dormirmos não em tendas nem a fazer campismo, mas sobre folhas de bananeira na praia junto aos equipamentos perto da fogueira que se vai apagando enquanto&amp;nbsp;adormecemos. Doutra maneira subimos por onde descemos e dormimos numa cama, numa boa cama.&lt;br /&gt;
Toda esta parte de S.Miguel é duma beleza estonteante, &amp;nbsp;já conheço &amp;nbsp;bem, onde estamos é mesmo num local lindo na serra, para lá chegar temos que subir cinco quilómetros, que fazemos a rir ou em silêncio, mas é o refugio quando não dormimos na praia. nesta terra nunca sabemos o tempo com que contar, tanto podemos estar a dormir na praia e levar com uma chuvada e frio em cima como apanhar uma noite limpa e calorosa, daí, &amp;nbsp;se os primeiros sinais são bons ficamos, senão subimos e mesmo que seja uma casa com todos os confortos e &amp;nbsp;bom gosto, eu continuo sem gadgets até me ir embora, só ficamos mais resguardados quanto à rudeza do clima...eu prefiro ficar na praia, mas é como lhes escrevi, nunca sabemos o que vem lá e quando vem não pede licença e é sempre de uma bruteza factual.&lt;br /&gt;
Ao fim de uns dias, estamos mais fortes, resistentes e respiramos profundamente, os nossos desejos começam a bater à porta, os alicerces da civilização estão a despontar em nós, sinal da esperança que ao sair dali ainda encontremos o mesmo mundo que deixámos pois também somos&amp;nbsp;cúmplices&amp;nbsp;do mesmo e até gostamos de algumas coisas e doutras necessitamos mesmo...mas se tivesse que escolher não&amp;nbsp;hesitaria&amp;nbsp;em viver simplesmente o tempo ao invés de o utilizar para consumir e para nos consumirmos. &amp;nbsp;Grande Mar, Grande Vida. Au travail...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-356894581072481357?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-09T17:04:37.183+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title></title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/08/novo-texto.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Mon, 02 Aug 2010 08:27:34 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-6285003997167756691</guid><description>Novo texto...mais um débito de pontos de vista...mais um prazer em criticar sem ter de arranjar soluções...mais um desnorte para quem lê e uma terapia ocupacional para mim que sendo assim nada mais tenho a dizer ou conversar ou comunicar...umas férias &amp;nbsp;de mim, mais uma confissão...não para expurgar pecados e ser perdoado, nem para pagar indulgências, nem para me sentir leve ou&amp;nbsp;ilusoriamente melhor do que era à uns segundos ou minutos atrás. Apenas para me desligar do mundo segundo eu o vejo e sinto e ligar-me a outro onde irá acontecer o mesmo sendo que as ilusões são outras e&amp;nbsp;provavelmente&amp;nbsp;a visão é outra e os sentimentos também.&lt;br /&gt;
É que criticar é muito&amp;nbsp;fácil&amp;nbsp;e engraçado. Presumo que a frustração leve à crítica e a crítica leve à frustração...eu gosto de me sentir&amp;nbsp;frustrado&amp;nbsp;e criticar senão fico deprimido, logo a crítica é um alívio se com tal comportamento me sentir prozacado. O grande senão é que nem sempre existem coisas novas para criticar, é quase tudo velho e mais do que batido. Todos já viram o jogo e leram as bombas do dia, esgotou-se a crítica nos detalhes sobre a vida duns desgraçados que são peritos em dar pontapés e cabeçadas numa bola e peritos em serem famosos por dá cá aquela bola, ou palha dependendo da actividade.&lt;br /&gt;
Tenho lido as 'nuances' da 'malta' nos networks profs e&amp;nbsp;lúdicos, nos blogs e nos sites, nos jornais e pouco na tv que cada vez me serve mais só para ver cinema em casa, sem pipocas nem futilidades, pura concentração, se é que gosto, de qualquer maneira é sempre&amp;nbsp;útil&amp;nbsp;no intuito de adormecer ou ouvir alguma graça de alguém com piada que fala de coisas sérias ou de alguém que fala a sério de piadas.&lt;br /&gt;
O 'pessoal' a 'malta' anda toda cheia de&amp;nbsp;energia&amp;nbsp;positiva, &amp;nbsp;grandes teorias sobre a motivação e contra tudo o que cheire a realidade, desculpem,&amp;nbsp;pessimismo...é natural, a sobrevivência dentro de determinados padrões leva a maioria a fazer&amp;nbsp;sacrifícios&amp;nbsp;antes nunca pensados, até o de se iludirem com tanta motivação, como se o mundo fosse fruto de uns maliciosos&amp;nbsp;pessimistas e o estado a que se chegou tivesse na hiper motivação a sua solução ou mesmo que fosse um simples paliativo.&lt;br /&gt;
Tudo continua e continuará, para o bem e para o mal, &amp;nbsp;com as duas cargas que desde sempre motivaram as pessoas, o sonho, e a possibilidade &amp;nbsp;de o alcançar, e que o poeta diz que comanda a vida e o pragmatismo com que se percepciona a realidade e comanda mesmo que nós não queiramos.&lt;br /&gt;
Na maioria dos casos nota-se pelos textos e discursos que se trata de pessoas com boa&amp;nbsp;índole e capacidades desde logo cilindradas pelo propósito de quererem ver numa anarquia uma ordem e na ordem uma anarquia.&lt;br /&gt;
É de ganhar dinheiro que se trata e de tão esquecidos que são, de algum protagonismo legítimo querem&amp;nbsp;usufruir...as técnicas e métodos à la Choopra e os Marketings de massas desta feita via fibra óptica abundam e espremidos todos dizem o mesmo, comprem, comprem meninos comprem, feito no País ou pelo menos vendido no País, pois se não comprarem possivelmente virá o lobo mau, ou o atraso ou uma doença infecto-contagiosa no&amp;nbsp;mínimo...as falências e&amp;nbsp;vigarismos&amp;nbsp;sucedem-se, os incentivos são&amp;nbsp;metafísicos&amp;nbsp;ou então via&amp;nbsp;sanguínea&amp;nbsp;&amp;nbsp;o &amp;nbsp;que não implica fraude, portanto tudo vai bem no reino da dinamarca.&lt;br /&gt;
O 'pessoal' quer ir para Porto Covo, jantar ao Vila Joya, ter um carro seguro, enfim aquelas coisas que pretendem fazer de alguém um pouquinho superior a um pequeno-burguês explicito, atrasado, sem ambições nem capaz de jogar o jogo da sedução com naturalidade pois não pretende ter os meios para seduzir nem na maioria dos casos o pode querer sequer, é uma impossibilidade da natureza dos contextos das pessoas que basicamente não querem brincar.&lt;br /&gt;
Os que querem brincar se calhar devem-no mesmo fazer, brincando...nada faz mal. Não se chumba, não se vai parar à cadeia, não se deve ser bem educado senão...não se deve mostrar que se é pobre porque afinal é-se consumidor de 'coisas' que até custam dinheiro, seduz-se como se joga no totoloto, talvez caia ou talvez seja rico ou rica e se calhar até tem um bom feitio e lê o Paulo Coelho...enfim um jogo de fazer passar o tempo que relembrado dará história à História e formatará as 'suas' velhices prodigamente como os druidas dos Uderzo e Goscinny.&lt;br /&gt;
Na realidade minha companheira eu não dou já pincelada, prefiro-a ao natural, sem manhas nem seduções e pergunto-me se todos sem&amp;nbsp;excepção&amp;nbsp;não deveriam ir passear e trabalhar para fora, desde a China à Turquia, ou com sorte nesta Europa cheia de ilusões, crenças e redes legais de mafiosos ajudados pelo novo conceito de networking que é por demais activo e pro-activo como se da descoberta dum jazigo&amp;nbsp;diamantífero&amp;nbsp;se tratasse, não tivesse sido esse o&amp;nbsp;propósito&amp;nbsp;de quem inventou a Internet à cinquenta anos atrás?!. Mas tudo bem, foi descoberto agora e irá fazer furor, então... quando entrarem pela esfera privada das pessoas adentro com a nova máxima de que somos parceiros e não existe vendedor nem investidor, vai ser&amp;nbsp;possivelmente&amp;nbsp;a altura certa para eu fazer 'off' e deixar os bites para quem se deslumbrou com os mesmos, que passarão a qbites na nova computação&amp;nbsp;quântica.&lt;br /&gt;
Na China um mafioso pode conviver comigo e até ajudar quem quer que seja pois o que importa é a atitude, aqui ou por aqui o que importa é o status da representação associado ao dinheiro, na China o dinheiro entra no jogo se com atitude, doutra maneira são cilindrados, não existe democracia, ainda é um brinquedo muito caro e perigoso para eles jogarem, se querem enriquecer muito bem, seguem umas regras e tem uma atitude de empatia, doutra maneira nem chegam a entrar na casa dum investidor serão operários que era o que muitos portugueses deveriam ser apesar do 'complexo de Peter' se ter apoderado da sociedade daqui onde se&amp;nbsp;vêem&amp;nbsp;muitos&amp;nbsp;operários&amp;nbsp;a liderar pessoas cheias de talento ou com essa&amp;nbsp;intenção&amp;nbsp;debaixo da manga...é que são todos peritos, sabem tudo e tudo fazem, o proletariado manda, chegamos por fim à celebre ditadura do proletariado numa democracia enviesada.&lt;br /&gt;
Eu não gosto,... daí passar a maioria do tempo fora desta terra ou no seu interior onde a estratificação é mais evidente mas também não me mordem, nem &amp;nbsp;me querem como par entre iguais pois eu não sou nem um operário nem um proletário...para mim é uma sorte e para eles também senão sentir-se-iam embaraçados e possivelmente sem querer daria um resultado abusivo ou agressivo devido à nossa natureza belicosa.&lt;br /&gt;
O que por fim tinha que escrever era que esta positividade vai gerar as maiores&amp;nbsp;frustrações&amp;nbsp;e perdas de tempo...é tipo uma aparição de Fátima sem pastorinhos nem Afonsos Costas nem Oliveiras com Soís às cangochas, mas com&amp;nbsp;Marketeers numa intenção milagrosa sustentados em novas ondas onde se surfa sem sequer se ter equilibrio e gostar do mar...&amp;nbsp;mas e as soluções?, eu só critico... se quiserem soluções basta perguntarem às pessoas inteligentes por este mundo fora, existem terras que funcionam e bem, não são de todo governados por matilhas de lobos nem Zaratrustras da iniquidade senão eramos parecidos com a Suiça e o caso é que vivemos numa grande Costa da Caparica, numa confusão cheia de peixe fresco e calçadas à portuguesa, decadente até dizer mais não e de um mau gosto&amp;nbsp;inigualável pela disfuncionalidade e fobia em agradar aos visitantes operários Irlandeses e outros Saxões com aquilo a que chama de tradições lusitanas, mais uma falácia impregnada numa&amp;nbsp;iliteracia&amp;nbsp;própria&amp;nbsp;dum turista de pacote ou pacotilha.&lt;br /&gt;
Não tenho pena, foi o que escolheram os anti-fascistas e os adoradores desta liberdade legítima de um povo desde sempre amordaçado e amedrontado embora de um estoicismo&amp;nbsp;invejável, ou seja os que passaram de uma mente provinciano/operária a uma mente operário/burguesa.&lt;br /&gt;
Pena tenho das famílias cujos entes faleceram a defender a honra de Portugal, pois foi em vão, foram carne para canhão não ganharam um tostão, morreram.&lt;br /&gt;
Também sinto alguma comiseração pelos que em ilusões acreditam pois é próprio de um segmento das idades e normalmente são já jovens informados sendo que muitos estão queimados, não do sol sem o filtro de ozono mas do pastilhame e das drogas maradas que fazem desta terra um maná de mercados paralelos onde jorra todo o 'cacau' que nos falta para fazer frente a compromissos assumidos por adoradores &amp;nbsp;da ostentação parola, das autoestradas e dos TGV's de carga para importações.&lt;br /&gt;
Eu gosto do vinho e dos anfitriões, o resto bem pode fazer do Cacém uma espécie de Nice ao contrário que a mim tanto se me dá. Vou até&amp;nbsp;Barcelona&amp;nbsp;onde infelizmente já não existem touradas de morte só as de morte anunciada para um&amp;nbsp;sacrifício&amp;nbsp;de tempo de espera, isto até algum catalão se chatear, mas como é a capital do orgulho gay, já nada me admira, continua contudo a ser um&amp;nbsp;espectáculo&amp;nbsp;de cultura viva e de belezas da incivilização, a não ser que já se tome o conceito do surrealismo como uma ode ao consumismo pequeno burguês. A atitude destes&amp;nbsp;pro-activos com boas intenções e sedentos de dinheiro não pode ser pior ao criar uma ansiedade nos mercados à imagem dos malefícios do leite para a&amp;nbsp;saúde&amp;nbsp;publica, ninguém vê&amp;nbsp;ninguém&amp;nbsp;quer saber, tudo continua na mesma, é preciso é vender nem que para tal se tenha de defender o 'leite'.&lt;br /&gt;
Por fim, é bom ultimamente ter conhecido portugueses e portuguesas de que me orgulho, e muitos/as mais haverá...somos o unico capital liquido deste País, era necessário que as novas gerações não bebessem leite nem tomassem esse tipo de drogas lúdicas que queimam neurónios como o napalm e tivessem o apoio de quem tem fortunas e estes obrigados éticamente a investir e não a&amp;nbsp;coleccionar, embora chamem a este tipo de colecção de poupanças...que desinteligência, só poupa o pobre, um ser rico não poupa, ganha gastando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-6285003997167756691?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-02T16:27:34.234+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Tonto sem Silver</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/07/tonto-sem-silver.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 17:21:46 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-4462924555087886261</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Como um tonto acabado de aterrar em terra desconhecida, cheguei à conclusão que nos enganaram e querem continuar por essa senda...perigosa e cada vez mais afastada da realidade dum dia dia muito pouco interessante para os que pensam pela sua própria cabeça e enfardam com a publicidade e propaganda da Informação que, salvo honrosas excepções, formata mais do que informa, nada tem de independente ou inocente mas é contudo das poucas janelas sobre o que se passa no ‘terreno’ segundo ‘S. Mateus’ (sustentadas opiniões dos fazedores de opinião.) que se tornaram os ‘comandos’ das varias tendências artificiais de Ideologia política ou sectarismo partidário na prossecução das suas missões ou alvos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tal como as ervas daninhas confundem-se com o bom pasto ou tapete de ‘turf’, usam de técnicas sofisticadas de formatação e impressão subliminar onde os códigos são manipulados com intenção, num jogo onde as regras, ‘leis’, são viciadas desde o inicio do pré-prec, prec e pós-prec. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um jogo em que na maioria das vezes a justiça é mesmo cega quando devia ver muito bem, utilizando muitas vezes metaforicamente, microscópios espectômetros de varrimento atómico, onde se projectasse boa parte do que de quase ‘quântico’ acontece deslealmente, para um écran publico num interface de linguagem perceptível, depois lá viriam as opiniões, depois de todos vermos a jogada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Seria como retirar o pano do fundo do cenário num ‘plateau’ onde estivesse a decorrer uma peça e de repente todos víssemos a peça e o que se passa nos bastidores, tipo ‘making-off ‘ em tempo real, uma confusão real.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No entanto a tutela deste espectáculo já teria negociado os contractos e realizado a sua política de comércio e disso ninguém quereria saber e no entanto era aí que se registariam maiores possibilidades de práticas abusivas, por analogia, na produção deste espectáculo seriam usados subsídios da Cultura, dinheiros públicos,...&amp;nbsp; para os obter presenteram-se os dignatários da área que viram em tal, um presente ao mérito, ganhou-se o contacto com o poder e alguma influência informal...daí nasceriam ‘pedidos’ para as mais diversas áreas, amigos, companheiros ‘de route’, que teriam mais possibilidades de seguirem em frente em detrimento de outros que por melhor ‘esgalhados’ projectos&amp;nbsp; não teriam hipótese se não estivessem também colados a um aparelho político com peso específico na estrutura de poder. Tais acontecimentos que ditam o ‘negócio’ não são perscrutados a nível publico, são-no por quem tem acesso a bons técnicos dos vários direitos ou jurisprudências e a confidencialidade e lealdade são regras entre pares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Logo toda a ‘história’ sem muitas vezes ter a ver com a verdadeira ‘intenção’ ou finalidade é reproduzida sob um ponto de vista linear ou seja que se enquadra na lógica de acontecimentos observados sob alguns diferentes pontos de vista, sendo todos eles desde logo produtores de enredos, ora próximos da verdade ora completamente manipulados mesmo que com boas intenções, o que muitas vezes não é o caso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um exemplo, o negócio da PT, desde o início...serão poucos os que tem o prazer e responsabilidade em o discutir sustentados na realidade que é confidencial, não se tratassem de negócios onde a ‘omerta’ é desde sempre uma virtude da natureza dos mesmos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Entretanto já ouvi e li de pessoas todas elas com créditos nestas matérias, as mais diferentes posições, sendo que os protagonistas principais despejam banalidades de circunstância para alegrar um jogo de que ninguém conhece os verdadeiros contornos, no entanto é uma empresa privada com ‘nós todos’ como pequenos mas dourados accionistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Só poderemos analisar pelos resultados que a Imprensa nos vais fornecendo...e a serem de tal banalidade leva-me a aferir este comportamento ao mesmo obtido se nos viessem perguntar sobre a nossa lua de mel. Todos os gestos desta natureza vão deixando consequências nos mercados ou ligeiras ‘nuances’ tratando-se de uma pequena economia com problemas como a nossa a visibilidade é enorme, pois quer acreditemos ou não, Portugal tem uma história reconhecida a nível do planeta e se bem que seja hoje um território e um povo diminuto mesmo espalhados pelo mundo, temos uma imagem com vários níveis de grandeza positiva e alguns negativa, estes últimos devem-se em particular à endémica&amp;nbsp; pobreza material e conservadorismo de costumes culturais, de resto temos gente que nos credibiliza em imensas áreas de relevância espalhados pelo mundo e no território. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Onde quero chegar...é ao ‘acordar’ para a realidade e ver de quase todos os ângulos o quadro que se nos apresenta e o meu queixo que já caiu desde à muito volta a bater nos joelhos só de me aperceber de que vamos levar décadas para conseguir um nível de vida e coabitação de um grau civilizacional parecido com os desde já nesse ranking. &amp;nbsp;Este negócio foi desde o inicio um complot para realizar à custa do Estado uma colecção de malas cheias de dinheiro numa distribuição orquestrada desde à muito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para o País é quase irrelevante, dentro do cenário Europeu a oportunidade não podia ser melhor para incentivar à fusão e criação de joit-ventures através de injecções de liquidez nos produtores de todos os projectos duma&amp;nbsp; política que nos&amp;nbsp; expanda por todo o lado, seja em artesanato seja em vinhos, seja no que viesse a ser, e criar um ‘core’ business de auto-sustentação do mercado interno através da produção para o mercado interno já com o cunho inovador do externo. Utopia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Alguma boa agricultura de pequeno e médio empresário, podia ser conduzida para as mais valias, se Israel faz isso porque não nós em condições muito melhores? Precisamos de uns Palestinianos para acordar?.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na realidade poderia abrir uma pequena cadeia de restaurantes só de comida tradicional portuguesa com cultura e entretenimento à mistura mas poucos galos de Barcelos e Cristianos Ronaldos e sim mais José Saramago, Pessoa, História, Arte, beleza do território, rotas culturais tipo Michelin de romeiros com a gastonomia e enologia e demais produções em sincronização nos ‘canais’ da informação principalmente na Internet, mas uma acção bem concertada não este tipo de pesca à linha, e nas várias linguas mesmo algumas exóticas contudo emergentes, nada de ir vender o Portugal do seculo XXII ou o das panorâmicas românticas, mas sim o que temos no terreno à mão com o calor e parolices à mistura, que já é muito bom e pela minha experiência pessoal é da maior apetência e pouco risco económico, só precisa de ser repensada a imagem a vender para esses target’s.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esta imagem que se vende, a romântica dos pontos idílicos como desde sempre se fez em toda a publicidade, não vende por analogia a tantos pontos bonitos espalhados pelo mundo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Portugal tem na sua rusticidade aristocrática e popular a ‘coisa’ única da expressão da nossa cultura...a intelectualidade tornou-se brilhante, o povo mesmo que ainda mal aburguesado mantêm viva a cultura de bairro o que não deixa de ser interessante mesmo sabendo que terá os anos contados noutra mutação, próxima. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Explode a arqueologia, a antropologia, a História, o meio ambiente e como disse a ‘caminhada michelin’. O conhecimento das preciosidades passa pela gastronomia e beberagens o que é bom e faz pernoitar os comensais que gastam umas patacas aqui ou ali ajudando ao pagamento da dívida externa, arteriosclerose galopante em placas dum País habituado a AVC’s redutores das suas mobilidades e astucias. À que aproveitar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se fizesse um filme sobre Lisboa passaria a dar destaque à realidade sem criar cenários que já estão feitos e de certeza faria da fotografia e das emoções que Lisboa provoca, o meu guião, por exemplo faria uma referência a uma missa na Sé de Lisboa, importante demais para os católicos e é um turismo honesto e fiável, mas não deixaria de fora os que sentados nas escadas da casa do Senhor, que de mão estendida, letreiro e companhia romântica de um animal cúmplice de quem dorme na rua e leva uma vida miserável, pedem esmolas aos bafejados pela fé maestra de todas as estratificações e asserções. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Daria importância ao som do eléctrico a passar, a um almoço na bica no sapato e pequena conversa com o Chef, uma tarde no golf, à beira-mar sem stress com musica muito boa de vários autores numa montagem dinâmica e de apetência geral, nada de folclores, isso são surpresas íntimas que conhecerão da itenerancia do ‘in loco’, uma tasca (destas já de conceito), um bom vinho com a subsequente alegria, um roubo e uma fuga e a maneira de resolver o assunto, máquina nova e polícia polivalente a trabalhar sobre uma base de dados em que o servidor construído em Taiwan corre software português,&amp;nbsp; daí ser duma eficiência notável tal como o da SIBS e outros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os bêbados e alucinados nas noites onde os donos de bares mais bem colocados fazem fortunas e até tem raparigas e rapazes tudo bem parecidos, boa musica e ambiente, bolas de Berlim ao fim da noite e um quarto com vista na Madragoa com sombras Felinnianas sem mosquiteiros num tom quente de conforto próprio de quem chegou, viu e venceu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Já nesse filme que é Portugal, preconizaria estilos complementares mas do circuito romântico e sensual...os vinhos, a ‘classe’ de muitos anfitriões...por aí fora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas não é o que se vê....vendem uma imagem bonita de algo em que a beleza os ultrapassa pela direita e fica à espera ‘ad eternum’ para ser reconhecida, do que se trata é da nossa visão acerca do que é Turismo rentável e prestigiante sem ser massificado nem betumado, ou formatado só para Irlandeses ou árabes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Ter a Uma Truman a acordar no Douro ou a Angelina Trés Jolie a mergulhar no Algarve é muito mais credível que uns takes e umas fotos de figurantes conhecidos só na rua deles, por mais bonita que seja a envolvente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Dizem que não há cachet para tal....hahahaha!!! e então para frotas de carros que dão 300 à hora e só podem dar 120 max., uma despesa estatal a redundar a pornografia salarial de alguns...os bens inuteis que o estado detêm, as consultorias milionárias tendo nos seus quadros especialistas,(se não são, não estão lá a fazer nada), e os proprios budjets das produtoras que arrepiam caminho na manutenção de um&amp;nbsp;nível&amp;nbsp;de vida artificial onde abunda a divida mas também margens muito maiores do que deviam deter daí as suas capacidades de endividamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esta ideia está em aberto, representar Portugal com um nível actual de apetência e novos desafios para os visitantes e visitados, com a vida mais facilitada por todos, mas com a assertividade de anfitriões com personalidade não de empregados manhosos ou frustrados e legitimamente desmotivados, ou pior copistas de modelos originais ou quase, de outros, onde ficamos mal na foto, se é que conhecemos um bocadinho deste planeta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Se querem ter uma marca Portugal de valor&amp;nbsp;acrescentado tem de o mostrar lá fora, ir para fora, caminhar lá fora, com personagens globais não do futebol nem da luta-livre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Força investidores, pessoas de fortuna, ide mostrar que gente somos...e o porquê de tamanho cumulo de riquezas pessoais em descompensação absoluta com a grande maioria de quem por cá vive e com certeza não pode fazer nada !?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Mas antes, os que mexem em capitais&amp;nbsp;subsidiados&amp;nbsp;pelo estado, tem &amp;nbsp;que ter noção que estamos a trabalhar com dinheiros que são créditos de créditos e havendo soluções nenhuma é de&amp;nbsp;fácil&amp;nbsp;digestão, no entanto esbanja-se o que vai chegando em produções de estratégias duvidosas e criadas de certeza por mentes brilhantes que depressa se justificam dizendo que faz-se o que os orçamentos deixam, daí a falta de&amp;nbsp;excelência&amp;nbsp;e ambição...bem, &amp;nbsp;é que se é para realizar, fotografar e fazer um filme e se acham tão bons e todos os achamos tão maus, chamem quem fez o da Alpha Romeo Giulieta e deixem-se de intelectualidades já muito fora do tempo, tirando as devidas excepções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Sem Silver não à sustentação para o Tonto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-4462924555087886261?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-12T01:21:46.414Z</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Textos para recordar MEC</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/05/textos-para-recordar-mec.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Sat, 11 Feb 2012 17:25:04 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-5258872322551814354</guid><description>&lt;h3 class="post-title" style="color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 11px; font: normal normal bold 150%/1.4em Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; line-height: 17px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Elogio ao amor (Miguel Esteves Cardoso - Expresso)"&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-body" style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 1.6em; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="color: #333333; font-size: 11px; line-height: 1.6em; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="clear: both; color: #333333; font-size: 11px;"&gt;&lt;/div&gt;Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixonade verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão alimesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje em dia aspessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passívelde ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia serdesmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amorcego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há,estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, sãouma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nascostas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea porsopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amorfechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor éamor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como nãopode. Tanto faz. É uma questão de azar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio,não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não sepercebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor éa nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe.Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amorque se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado,viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se podeceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-5258872322551814354?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-12T01:25:04.087Z</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O que os outros vêem, da Exclusão e da Moral</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/05/o-que-os-outros-veem-da-exclusao-e-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Fri, 28 May 2010 07:10:49 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-1735306618740249727</guid><description>&lt;div class="Default" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O conceito de exclusão tem subjacente a ideia de que as sociedades, no seu processo de desenvolvimento, tal como o conhecemos, marginalizam e, no limite, excluem indivíduos ou grupos sociais, da participação nos frutos do progresso económico-social, inviabilizando o seu acesso a direitos humanos constitucionalmente garantidos (Silva, 1999). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Alguns autores, como Moura (1996), Husson (1999) e Santos (2005), estabelecem uma transversalidade entre capitalismo, pobreza e exclusão. “O capitalismo funciona como uma enorme máquina de exclusão, exercendo uma triagem sistemática entre as camadas sociais e as zonas geográficas para rejeitar tudo o que não pode integrar na sua lógica, designadamente o desemprego e as exclusões nos países ricos (...)” (Husson, 1999 &lt;i&gt;cit. in &lt;/i&gt;Santos 2005). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O capitalismo põe de parte aqueles sectores que não consegue submeter à sua lógica, mesmo que neles existam gritantes necessidades para satisfazer, é preferível não produzir do que produzir sem lucro (Husson, 1999 &lt;i&gt;cit. in &lt;/i&gt;Santos 2005). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os factores de risco social são produtos da própria ordem capitalista. Eles revelam a face da sociedade capitalista, que tem na produção de desigualdades a sua essência, e como resultado a sua incapacidade de produzir bem estar para a maioria da população. (Hespanna, 2000). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Para o sistema capitalista, o excluído é acima de tudo uma aberração. (Moura, 1996). Surgem diariamente novos casos de exclusão social, devidos, na sua maioria, à dificuldade que alguns seres humanos têm de se adaptar a normas extremamente rígidas de concorrência, fortemente associadas ao estereótipo de sucesso das sociedades economicistas e capitalistas (Martins, 1996). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Santos (2005), acrescenta a ideia de sociedades de risco que se distinguem pela presença crescente de consequências não esperadas, nem desejadas dos processos de modernização e pela generalização da insegurança. Elas estão relacionadas com vários factores de ordem social e psicológica. A competitividade cada vez mais agressiva que se vive nos locais de trabalho, a agressividade diária dos meios de comunicação social e a permanente transformação estrutural, são factores que provocam sérias distorções em termos de comportamento sócio-psicológico nos indivíduos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h3 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-line-height-alt: 6.0pt; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="color: black; font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt; font-weight: normal; mso-ansi-language: EN-GB; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Paul Ekman has done a great deal of work on the core emotions. After studies across cultures, even isolated cultures with no previous contact with civilisation, Ekman has found a core of (between six and eleven) emotions shared by everyone. To this we might add the following thought: do the people of culture XYZ love their children? I suspect that as a whole and in general, and baring some exceptions at the level of the individual, they do. I suspect that we find greedy people everywhere, we find vain people everywhere, and we find caring people everywhere.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In principle then we can consider that there is some common humanity. But there is a long way to go to explain moral behaviour on the basis of this humanity and to explain away the obvious empirical fact of moral relativism.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
To Williams point about things being hardwired, yes I believe that there might be something in that. Chimps groom eachother and expect to be groomed back by those that groomed them. Plato wrote a very big book trying to define the idea of justice. Perhaps it is not expressible in words, perhaps it is hardwired in to us. Unfortunately, some darker things are hardwired too, for example anger and jealousy (you can see how they might have adaptive value).&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Now, the next bit is a leap of faith I grant you. Every individual has access to these emotional (perhaps inexpressible) contructs, every culture evolves its rules around the notions of justice and right. Bur right is a construct above the emotions, it is generated by the super-ego which was generated by the previous super-ego. Therefore right risks blind random walk. Therefore, I believe real morality is not at the societal level, but at the core of our humanity.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-line-height-alt: 6.0pt; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="color: black; font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt; font-weight: normal; mso-ansi-language: EN-GB; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-line-height-alt: 6.0pt; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="color: black; font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt; font-weight: normal; mso-ansi-language: EN-GB; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Morality is a system of conduct and ethics that, within an individual society or culture, is considered virtuous. This may differ between societies, cultures and, as Mike points out, over time. So, in some societies sexual restraint and monogamy is considered morally correct and virtuous while in other societies the opposite is not considered to be immoral. Some cultures believe it is morally correct to kill a ‘dishonourable’ woman while other cultures believe this to be immoral. Within our own society it was thought morally correct to hang, or disfigure a common thief, now we do not. Again within our own society ‘loving children’ was not always the basis of ‘humanity’ and definitely not part of society’s morality. In the past the exploitation of children, the lack of care and nurture - unless in a well born family when considerations of heirs, marriage into other well born families became paramount - makes the twentieth and twenty first century person hang their head in shame, because our belief of what is morally correct, our morality, has changed over time. There is no constant morality at the core of humanity as it will always differ between cultures, societies and over time.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compassion on the other hand, is probably one of the core emotions Paul Ekman referred to. Compassion is the emotional capacity to empathise with, sympathise with, be concerned for, the suffering of others and this emotion does not change over time. As I said before, our taught morality may affect for whom we feel compassion, but compassion itself remains a constant part us. Everyone has compassion, to a greater or lesser extent, and is at the core of our humanity.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compassion is not the basis of morality, but it may have an effect upon our moral compass. In fact if we go back into our own relatively recent history and the rigid morality that was enforced to the detriment of swathes of its own society, it would be difficult to state with all honesty that compassion played any part in the morality of that time. There are current cultures and societies that some may judge as having little compassion within what the society considers to be virtuous, within their morality. So, I do not believe compassion is the basis for morality.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-line-height-alt: 6.0pt; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="color: black; font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;; font-size: 11.0pt; font-weight: normal; mso-ansi-language: EN-GB; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-1735306618740249727?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-28T15:10:49.010+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Chegar à terra da Terra</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/05/chegar-terra-da-terra.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Thu, 20 May 2010 13:59:36 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-146005374920094951</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tirei o meu dia para estar com o meu Pai e um irmão meu, foi gracioso e é sempre um prazer único...depois fiquei com tempo...alegre por um lado, deprimido com as notícias gerais por outro. Já preparado para as varias reuniões e trabalheiras que aí vêem rumei a casa e sentei-me como à muito não fazia, no sofá em frente a uma televisão a ver o que se passava na nossa Assembleia da Republica,... às vezes dá-me. &lt;span style="mso-tab-count: 2;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nestes tempos é importante saber o que fazem ali, curiosidade mórbida, contudo já li tanto e vejo já tão mal que o ouvir e ver nebulosamente aquele ‘teatro’ dá-me o ‘tal’ gozo que tinha quando era adolescente a ler uma revista do Tintim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Uma conclusão já eu tirei...somos casmurros. Logo hipócritas até dizer mais não, e isto não tira o mesmo anátema das outras cristandades sobreviventes ou doutras culturas...apenas, o ‘lugar’ ou terreno para a prática da caridade, é uma vontade política sintoma de catolicismo, o pagamento de indulgências apaziguadoras de egoismos atávicos e vaidades obscenas dum desenho social à identidade da prática do bem num modelo que pressupõe pobreza desde logo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A vontade política não é estabilizar a sociedade é estratificá-la de modo a cada ‘layer’ superior em relação à força não da gravidade mas sim do poder económico e financeiro, controle todos os que estão abaixo duma maneira responsabilizada e logo criadora de total dependência. A pobreza continua já a seguir. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tudo é igual se tirar-mos o folclore da liberdade de expressão que ainda existe, ao que era antes...sim, não há guerra em África, mas tinha de ter havido? Não há Polícia política mas não há justiça a nenhum nível superior só básico ou mediévico, não pertencer a nenhum partido é causa para não ter hipóteses alguma de fazer negócios com o poder ou de o partilhar, existe um nó estrangulador de puro marketing político de parte a parte que desune os portugueses e legitimamente os fazem crer cada vez menos em quem nos governa. Falta um tirano com bom senso, se existisse tal espécimen...?!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Democracia não é isto. Para haver a dita democracia tem de existir uma população culta e não manipulável por legitimidades criadas artificialmente por ‘masterbrains’ de teias legislativas e judiciais que ao escreverem leis modernas como titulo, as articulam de maneira a um que um hábil leitor e profissional das mesmas consiga manipula-las ‘ad eternum’. A Magistratura perdeu terreno para a política o que é grave. A moral e os costumes tem vários pesos e medidas é conforme o folclore próprio de cada freguesia de eleitores. O Prof. Doc Marcelo tem tempo de antena mas os tantos muito mais interessantes que existem não tem porque as televisões vendem Marcelo como telenovelas e na verdade a relação é a mesma, a montanha pariu um rato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A cultura mora nos museus e na erudição que muito estimo da Sra Ministra mas não deixa de ser uma cultura de culturas antigas, o novo e provocador é politicamente incorrecto, além do mais há que não desgastar a franja dos mecenas com acções de cultura muito viva e inovadora senão ainda algum pode roer a corda e lá fica desoçarmentada uma qualquer filarmónica que toca para duzentas pessoas por ano ou um teatro cheio de talentos que produzem kilos de euros para o País, principalmente no big business das novelas onde já temos ranking, agora cultura viva...nada ou então uns fogachos de vaidades bacocas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O Prof Sequeira da Costa grande mestre do piano e da Musica, tem toda a razão, não dá para se desenvolver cultura onde não se quer cultura, quer-se leitão à bairrada e vinho a granel, que ganhe o nosso clube que a Nossa Senhora proteja a família e nos dê forças para trabalhar e que&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;não nos ‘confondam’ com uns parolos quaisqueres porque até temos algum gosto e pedigree, todos sabem o que se passa lá fora. É só problemas também, aqui é melhor!!!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aqui é que é bom...pois claro. Vão lá mais para onde acontecem ‘as coisas’ trabalhar com as mesmas práticas e costumes daqui que são cilindrados na hora, ou se tornam humildes por muito bons que sejam e se misturam nos hábitos de outras sociedades interiorizando a mistura ou estamos segregados à partida, geração atrás de geração. Agora ao sermos capacitados termos uma acção voluntariosa cívica de nos envolvermos só nos enobrece em qualquer canto do planeta, a integração só é possível se estivermos bem dentro da nossa própria cultura para ao assimilarmos outras, estas serem um upgrade e não um up-to-date na maioria das vezes fora do contexto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O que vejo?...a tentativa por parte da ‘política’ de fazer pagar uma crise de multibilionários ora verdadeiros ora falsos, pelos povos de quase todo o mundo,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;em Portugal, não fugindo à regra,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;para mais direcciona-se capital para um lodo dos que estão abaixo dos multi bilionários os bilionários que para manterem os seus níveis olímpicos de vida não abdicam do poder que o património e o dinheiro lhes dão, não numa atitude de solidariedade mas de ética ou a falta dela no caso, generalizando. Isto prova-se pela política ao dia sobre as Obras Publicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Exportar muito e ter lucros que bastem sendo o remanescente para um suposto serviço de dívida e o restante para reeinvestimento e criação de postos de trabalho...a fazer o quê?...em vez de irem para Cancum vão fazer essa ‘raperage’ pelos países emergentes ou ‘outros’ nichos de mercado, que jamais poderão ser para sempre, como antes, o mercado tornou-se dinâmico como o núcleo da terra, escaldante pelo que é necessário fazer aqui e ir vender lá fora, diversificando mercados e clientes...seja high tech ou artesanato, arte ou entreteinment. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A Europa aqui não tem uma união tem umas reuniões o que é diferente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No tom de conversa de café que se tem aqui, pode-se pensar na demagogia que é alguém deixar de querer lucrar o mais possível dos seus negócios, mesmo que para tal implique exploração de meios sob valores base miseráveis geradoras de mais-valias chorudas? mas é falta de ética, fazia-se antes mas era injusto e mal feito, não digo que era desonesto porque pela história ‘esse’ e outros conceitos foram mutando-se ao ritmo das conveniências sociais e económicas. Mas convenhamos que existiram e existem contextos em que a base da suposta sustentação das empresas são salários abaixo dos normais em economias sobre aquecidas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A falta de capacidade de endividamento externo é sentido pela população como uma afronta e uma traição, e não deixa de ser isso mesmo. Se os negociadores fossem os banqueiros portugueses em vez dos políticos a ‘coisa’ seria diferente, a Banca tem de ser um alicerce fundamental no desenvolvimento de um País ou região, lucrem muito que é muito bom sinal, apenas não se deixem conformar com inércias políticas que reduzem a Banca privada e não privada a tomadas de estratégias anti-económicas como a da selectividade do crédito sob critérios quase sem risco a falta do micro-crédito, etc, se não forem estas Instituições a verterem capital na sociedade com base numa estratégia onde a consertação seja total ou quase de tal maneira credível nos mercados financeiros que os refinanciamentos e reseguros da estratégia podiam ficar assegurados e poderíamos viver numa calma maior com menos dinheiro mas mais empreendimento e um futuro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Agora, sem capital, não vejo senão alguns vingarem e fazerem vingar os seus projectos que na maioria das vezes são medíocres em relação a outros que nem mereceram estudo ou avaliação unicamente pelos seus promotores não serem ricos e não existirem investidores corajosos, ou sequer investidores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O facto é que caminho por Lisboa, Évora, Portalegre, Algarve, Porto e arredores, e não me parece um País á beira da ruptura, acho mesmo que existe uma economia paralela e um proteccionismo tão grande a determinados grupos de devedores ou investidores, que tudo acontece sem sequer resignação numa pedrada de chá de cannabis que de tão leve faz as pessoas serem felizes só por existirem. No entanto milhões passam mal pois todos os dias tem que fazer contas ao que podem gastar ou pedir emprestado para comerem, comprar lava-loiças, etc...sobreviver no seculo XXI cada vez mais urbanamente ou seja miseravelmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Este estado de democracia com uma pequena ‘moca’ de muito mau gosto quanto a rigor e transparências é abrangente de todo o espectro político reinante ou seja com poder de decisão. Mesmo que tenha de haver eleições, primeiro tem de haver pessoas à altura e esse risco de haver ou não, é o risco que eu correria e faria o mundo ver Portugal com uma liderança com ‘outra direcção’ e sempre debaixo de um escrutínio bem mais apertado do que até aqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O vigor que provocam nos mercados o volume de dinheiro das obras publicas é uma falácia, não é vigor é uma corrente de compadrios de muito fraca prestação a muitos milhões de euros, caríssimo e portanto dispensável e numa pequena parte direccionado para o Ensino, Saúde, exercício económico de incentivo às PME’s, manutenção do parque habitacional, regulações e supervisões pró-activas, Segurança, transportes, desenvolvimento cientifico com sua implementação interna e externa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ter uma sociedade onde ser-se idoso não seja uma cruz para quem não seja rico e onde todas as crianças gozem de uma segurança e sustentação pedagógica e cientifica actual e prática é o objectivo mais nobre de uma sociedade, para tal tem de haver um motor económico e uma busca de mercados, boas leis e justiça célere. O Dr mexia que ganhe três ou mais milhões pois faz a empresa valer dez vezes mais mas a conta eléctrica no País que seja muito mais baixa, não pode ser à nossa custa que o Dr alcança os objectivos, senão chamamos outro muito mais barato nem que seja chinês desde que o grau de eficiência seja o mesmo ou melhor?!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Belíssimo o livro’ a cozinha é um laboratório’ da Margarida Guerreiro e Paulina Mata, duas cientistas Gourmandises que com um livro simples desmistificam e esclarecem os processos culinários mais básicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Temos mentes brilhantes...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-146005374920094951?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-20T21:59:36.930+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Terra</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/05/terra.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Wed, 19 May 2010 03:14:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-8772587432211044594</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Chegado à terra do inicio da humanidade, segundo uma das ultimas teorias com sustentação cientifica, voa-me a careca com o sol chapado, sou totalmente alagado pela reacção fisiológica, o cheiro a terra Mãe é tão intenso que a teoria mencionada toma contornos de verosimilhança total dentro da rede de neurónios que ainda trabalha, desço as escadas do passarão e desfraldo-me, descalço-me, desaperto-me até à decência ocidental...que luz!. A entrada no ar condicionado malfadou o meu instinto animal, típico meu...lá volto a aperaltar-me, papeis, vistos, polícia...o costume só que a uma velocidade própria de quem tem tempo, fenómeno não novo mas raro na minha vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Realmente fiz bem em arranjar-me pois sou recepcionado por uns autóctones todos janotas e cheios de uma cortesia desde logo fruto de uma boa educação, jeep de luxo e aí estamos de novo no ar condicionado. As apresentações foram feitas logo no aeroporto mas no jeep estava o dono do projecto, no final das contas o meu patrão, esse nem saiu do ar fresco, mas foi efusivo na maneira como orientou o mínimo detalhe para que me sentisse o melhor possível. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;Algo fresco?, claro obrigado, scotch on the rocks?, oh dear! Thanks a lot.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Logo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;começou&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt; a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;pedrada. Durante quase duas horas fomos falando, bebendo, fumando e antes de chegar tinha assinado uma série de papelada desde o contrato até&amp;nbsp; uma conta à ordem num Banco local, eram família, Pai e filhos, ou seja patrões e desde logo companheiros de copos desde o inicio desta aventura Mãe de outra que ainda ocorrerá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No ‘resort’ precisamente no meio de nada para quem aterrou à duas horas vindo do norte, viam-se uns campos imensos a serem trabalhados por máquinas graúdas no intuito da terraplanagem própria dos campos de ‘golf’, ao ser direito demais foi necessário enviesar a natureza para criar as ‘nuances’ do ‘jogo’. Depois existiam umas torres modernas e por entre uma imitação sofisticada de palhotas e tendas do deserto, piscinas em jeito de serpente deglutindo um rinoceronte, e o cheiro, aquele cheiro a terra e fruta a bruteza e a magia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Magnificamente acomodado e já de calções e camisa leve, sandálias, óculos de sol,&amp;nbsp; a minha entrada na cozinha principal dos Hotéis assim se fez sem querer, o meu defeito profissional levou-me para a cozinha ao invés de para o Bar numa das contracurvas daquela piscina cobra onde me aguardavam. O pessoal todo me estranhou e delicadamente me indicaram o caminho certo dos ‘hóspedes’, eu pedi para falar com o responsável ao que me responderam que estavam à espera do mesmo no dia seguinte pela manhã mas se eu entretanto quisesse qualquer coisa que estivesse à vontade, assim fiz, pedi um papel, escrevi o meu nome o lugar que iria ocupar e assinei depois pedi a todos para fazerem o mesmo abaixo no mesmo papel, ao lerem, de espantados passaram a entupidos e daí a cercarem-me de abraços, beijos e punhos com punhos, amabilidades e as melhores boas vindas que poderia ouvir na minha língua, ou melhor na nossa língua.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Todos tinham que fazer e eu também tinha que continuar naquela senda de whisky on the rocks, dissertando sobre planos de eventos, gastronomia, enologia, logísticas...etc, fomos jantar e obviamente que eu sem fome nenhuma recusei tudo tirando a especialidade que ‘a família, agora já com Mãe e irmãs incorporadas’ fez questão que eu comesse e ditasse a minha opinião, estava tramado e disse-o, polidamente mas tive de lhes dizer que aquela família era uma ‘armadilha’, os homens embebedam-me e as Senhoras empanturram-me...será que me irão cozinhar um dia destes, mais gordito e anafado?...grande risota, a magia existe. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando tive de responder à ânsia das senhoras sobre o ‘prato’ comecei por lhes afirmar ter ficado com fome...para meu espanto nunca tinha comido uma carne tão saborosa e com aromas tão distintos do que eu até aí conhecera, o acompanhamento era honesto mas podia ser trabalhado até às nuvens com uma ‘proteína’ daquela qualidade...não me obrigaram a comer mais e ficaram orgulhosamente feridos por não ter apreciado a parte que era a mais popular, e que para mim era uma papa grumosa com aroma térreo, seco e resinoso...tive de continuar a ser honesto e desatei numa descrição interpretada de uma série de pratos e sua evolução na história, da importância que a minha ignorância sobre os verdadeiros costumes gastronómicos ou alimentares teria ou obrigar-me a ter de ser muito mais criativo do que pensaria e a estudar mais fundo do que estudara os produtos da região. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando acabei, e me dei conta que estaria a falar à uma hora nas calmas e o copo de ‘refresco’ permanecer cheio, a minha cabeça andar à roda, estar num estado muito eufórico, reparei que tinha uma série de pessoas à volta daquela mesa, a do patrão e família e do português maluco que falava, mas era imensa gente e agora aplaudiam e apresentavam-me a uns e a outros e de beija-mão em aperto de mão ou abraço fui dançando até os meus olhos ficarem pegados como com cola-tudo numa personagem sentada no bar, observando de copo na mão e um sorriso bridando-me numa linguagem gestual complicada com um ‘cheers’ alto e em bom som, ao que eu retorqui sentindo que aquela pequena cena estava a ser observada por toda aquele pessoal com uma paternidade que me era embaraçosa, não me deixava apenas respirar como retornar à conversa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esta espécie de petrificação foi logo combatida pelas filhas da ‘família’ que me empurraram para o lado e me contaram a história daquela rapariga tipo ‘indiana-jones das mulheres’ ao ouvido, boca a boca, no cucuruto da cabeça, com a cabeça no peito, a mão no ombro umas festas nas bochechas, um dedo apontado no nariz e uma frase a terminar aquele ‘risotto’ como se de uma noz de manteiga ou de nata se tratasse...depois não diga que não avisámos!?.&amp;nbsp; Eu estava mais que curioso estava bêbado pelo que para não fazer nenhuma figura triste, despedi-me da família e saí à francesa. No dia seguinte já fardado e agarrado ao notebook recriando capitações e demais trabalheiras, fui visitado pelo filho mais velho, director executivo do empreendimento, queria que eu fosse dar uma volta com ele...era trabalho, eu fui...mas não era a pé era de helicóptero pois o projecto só seria visível dessa maneira e depois as distancias entre as zonas do projecto eram grandes (qualquer coisa como 20.000 hectares só para o dito projecto).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com ‘jet-lag’ de ressaca, com um vigésimo da minha capacidade mental e motora, vi como se estivesse numa montanha russa o mesmo que se vê no Nacional Geographic sentado sossegado, portanto estava a viver um pesadelo, não vomitei porque não tinha tomado pequeno-almoço, uma mania pecaminosa muito minha e que grandes dores de cabeça me cria por ser tão ‘non-sense’ e eu a adoptar tão naturalmente, lá tentei ver alguma coisa mas só vi vontade de estar no chão, deitado&amp;nbsp; a boiar numa piscina e ver a Amazona da noite anterior&amp;nbsp; sentada num&amp;nbsp; dos bares a sorrir da mesma maneira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Organizei um jantar feito apenas por mim para a família mais vinte e dois convidados, agarrei-me aos tachos e comecei a trabalhar, o pessoal ia vendo &amp;nbsp;era isso que eu queria, ajudaram-me bastante na medida em que não sabia onde estava nada daí pedia tudo e tudo me vinha parar à mão, de resto desde o corte, confecção, tempero, pedi ajuda no empratamento, tempos, etc, fiz práticamente tudo sozinho. Todos gostámos. Uma boa atmosfera é importantíssimo, nada de pânicos nem histerias, tudo rápido, bem feito, com rigor sem mariquices, honestidade e bom gosto com a imodéstia a bater à porta. Uma trabalheira que só quem se mete nisto é que sabe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O facto é que no fim, eu ainda num estado de ressaca tive de subir de novo para o combóio dos ‘refrescos’ e lá estive dissertando no final sobre tudo o que tinham comido, o porquê, a escolha dos vinhos, o tempo de serviço...etc, não era o momento mas os custos dos pratos eram altos porque utilizei alguns produtos importados que são caríssimos lá, dobrei essa com aquela máxima que depois falávamos de ‘food costs’ ao que me foi respondido não ter importância se o design do esquema for da mesma&amp;nbsp; natureza do jantar...bem, não me tirou a ressaca mas sabe tão bem ouvir isto que fiz o mesmo do dia anterior,&amp;nbsp; retirei-me à francesa...ao passar por um dos espaços entre torres passo pelo bar donde vem uma boa musica muito local mas remixada, tiro a jaleca e de tshirt embalo no ritmo, estrelas gigantes, calor, o sussurro de muitas selvas cheios de cantadores noctívagos, o reflexo da água serpenteante cria uma atmosfera mais próxima de Manhattan do que do fim do mundo, lá muito no fim.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Numa hora conheci dezenas de pessoas, parecia que estava no ‘lost’ mas ao contrário. De repente ouvi um.. hei! old man !! alto e em feminino, seria para mim? Deixei-me ficar, dançando interiormente com o corpo encostado no bar...afinal não sou nenhum cavalo, não respondo a gritos ou assobios em contextos daqueles...senti uma palmada nas costas e um empurrão e senti o cheiro de uma lavanda inglesa antiga entremeada com uma voz rouca saída de uns lábios lindos de secos pelo álcool e calor em demasia, todas as gretas faziam a suas crostas rosa explodirem a sua carne interior sanguínea e quente dando-nos uma boca donde até podia sair fogo de hipnotizante que é. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;A voz e o estilo reflectia tratar-se de uma predadora, uma Inglesa talvez...donde és? &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;What? Can’t you speak some English please!? Hei dude, we are in Portuguese local language what’s up ?...hei man take it easy, eu saber falarre porrtugues mas ser tao defecil, fuck…sorry, que dicias? I asked from where in that planet you came from? Do you belong to our planetarium race?, am I right or I am wrong?...very funny, your quite drunk maybe we will meet other time, other place.! Ok my dear, now, please, leave or die in my arms. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;Saí de novo à francesa mas com vontade de beijar aquela mulher, estraguei a ‘coisa’, tudo o que me acontece é para meu bem por isso que lixe, se não for esta irá aparecer outra...fui tomar duche e dormir profundamente...(pensamento de ébrio reconhecidamente)! até alguém bater desalmadamente à porta do meu quarto, seria uma revolução, fogo?, abri e lá estava encostada ao outro lado do corredor que era a porta de outro quarto a Indiana Jones refilona, what? Can’t I even sleep? Do you mind? Enquanto me fazia de forte a porta do quarto da frente abriu-se e apareceu um homem de shorts, talvez Inglês também...anything wrong? &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;I am sorry, I wake up because someone touch at my door, I see, wrong number hahaha?! Good evening, SeeU. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;Entretanto já a mulher tinha desaparecido para dentro da minha cama que era constituída por um colchão um lençol e um mosquiteiro...eu fui tomar duche, tinha de ser, estava cheio de sono, de ressaca, jet-lag, tanto trabalho no dia de... ‘hoje’. Estou feito! Esta mulher deve pensar que sou um daqueles homens que dão tudo por uma mulher sempre que elas querem...wrong idea!!!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;Hei ! I don’t know you, I don’t know your name but make it clear to your brain, I am not a prostitute, I love woman’s I only like woman’s, but I don’t like that a stranger even a princess come into my bad without I want it first, are we clear????? Have you understood the all picture??? Must you talk to Elvis???? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;Out…freak…punk…Indiana Jones woman. Quando acabei de gritar e acabei de lhe chamar o ultimo nome já a rapariga tinha desaparecido escadaria abaixo. Que figura!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dormir, agora já não, cozinha...trabalhar. Planear. Um bom pequeno-almoço, heis que começam a chegar, vou para o escritório, o meu trabalho agora são alguns jantares de cerimónia, almoços e planeamento desde logo sustentado por um estudo intensivo dos produtos locais, &amp;nbsp;que levou-me a visitar quintas do tamanho de países quase, &amp;nbsp;paisagens deslumbrantes, cores, vigor e energia que flui no ar e o tempo que é sempre muito aqui, existe tempo. Depois os animais, a selva, a savana, os produtos, os agricultores, as cooperativas, enfim uma série de ‘raperage’ como levantamento para no futuro usar como elementos dos meus pratos. Gostava que tivessem uma história, quase todos tem, mas aqui propicia-se, mesmo que idilicamente.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No meio da savana, naquela terra vermelha onde as sombras existem, o ar da passarada que pratica uma decacofonia que misturada com as outras se transformam num hino incompreensível à majestade da natureza, existe contudo uma adrenalina presente em mim, não levo arma, não conheço a região, e existem perigos de todos os tamanhos e feitios, depois não vou com um pelotão de comandos portugueses atrás mas sim dois aventureiros mais loucos que eu, mas para minha sorte sabem um bocado do terreno e das logísticas de fuga e comunicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Gazelas ‘thomson’ aos triliões, demoram a passar de tantas que são...do outro lado da picada vem um jeep todo martelado, cheio de holofotes e de gente, ao volante a Indiana Jones. Reza a tradição que se pare? Acho que não, mas paramos os dois jeeps, porquê? Ainda não sei explicar, mas&amp;nbsp; de facto todos se cumprimentaram efusivamente inclusive eu pois conhecia já alguns do que estavam no jeep da maluca, trabalhavam no projecto, nos tempos livres estavam nos bares também. Boas ! Fine? Sim, estou fino e tu estás na tua fase boa ou na má? &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;You’re full of shit! Why? Piece of a dummy with a coconut!...you really are something, what did you call me? Quit jungle girl, I call you a cocktail, of a dummy with….shut your mouth,&amp;nbsp; I am not dummy! &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;Oh dear she begin to cry, ou é uma encenação? Já me avisaram…coitada, mas olha lá, abracei-a e arranjei-lhe o cabelo desgrenhado,&amp;nbsp; era linda, estava mesmo a chorar, uma boa actriz, dei-lhe um beijo na cara outro na mão e levei-a ao jeep, cada um foi para seu lado, by. A rapariga tinha um problema qualquer!?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A cow-girl lady, para ser descrita precisa de uma referência cinematográfica senão é um abuso da palavra, mas imagine-se a Mimi Rodgers rebelde e freak, de olhos verdes do verde das folhas novas da mangueira, sim...toda tatuada e sempre com mais ar de&amp;nbsp;mecânica&amp;nbsp;de tanques de guerra do que de veterinária que é o que é, mas liga na perfeição, o feitio é que é áspero e está habituada a ter os homens pelo beiço, mas &amp;nbsp;que é estampa é mesmo (sob o meu humilde ponto de vista). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O meu primeiro ‘round’ está praticamente feito, vou para Portugal via Londres onde espero estar com o meu filho mais novo que vive lá agora. Estamos satisfeitos...ou quase, tenho um grande trabalho pela frente para fazer com tempo que é precisamente o que vou mudar, numa boa cozinha não há tempo mesmo aqui, tem de haver ‘mise en place’, stokagem, controlo de todo o hardware e no fundo de tudo diariamente e varias vezes ao dia, alias 24h por dia que é onde chegaremos a curto prazo, para tal vai ser preciso mudar hábitos de trabalho e a organização depois é ter hospedes e o Marketing e a Gestão fazem o resto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Gozo&amp;nbsp;das mordomias dos últimos dias, onde já só entrevisto pessoas, travei amizade com todos os barman’s e barmaid’s&amp;nbsp; o que será a mesma coisa que dizer que me fartei de suar, dancei e conheci imensa gente em pouco tempo, ainda mais suei, ...agora refastelado numa poltrona de ar na serpente de água, lendo o ‘nyt’ e perspectivando segundo os defensores óbvios do&amp;nbsp; US dólar que a zona Euro com a Grécia em destaque e depois Portugal, Espanha, &amp;nbsp;Itália, Irlanda (menos), os PIIGS estavam em apuros, mas nos US também...existe é a tal diferença das capacidades produtivas onde nós tal como a Grécia somos pobres, &amp;nbsp;uma especulação mesmo entre Europeus que parece uma alcateia, e o receio dos US sobre como a descida do Euro afectará definitivamente as relações&amp;nbsp;económicas&amp;nbsp;e logo políticas e tudo o mais...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Deambulando nestes pensamentos sou projectado para a água por um qualquer tsunami...debaixo de água estou no meu segundo elemento e vi a bendita da vet que desta vez queria mesmo guerra...na água, encenando um espanto bacoco e uma fúria sorridente apanhei o jornal voltei a poltrona e dirigi-me a uma zona própria de baixio para poltronas, ai ficou e deitei o jornal num balde de lixo, fui ao bar e pedi um refresco, um cigarro e manifestei a minha alegria de viver esbaforindo uma fumaça entre goles de rocs on the scotch perpetuando&amp;nbsp; o meu ser monástico e profissional, (egoísta que goza sozinho os prazeres do mundo na medida das possibilidades...qual quê!), chamei-a.! Doctor Fitz-James...do you mind? E acenei-lhe com o copo, ela veio de toalha nos cabelos...what now? &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;Am I dummy or what? Bridget, please let us talk like normal people instead of fighting for nothing, I do like you, but I am not an object, I belive in myself and to pay you attention I need that you be nice some times, hein? Oh Jose you’re complex, don’t you like me as a woman? Look I will know if I like you when you let me see you as you really are not with those masks that you use all time long as your beauty or your courage, first who are you? Well let us seat down for a long….time. Do you really want to know me? It’s odd just because all time mans wanted me for pleasure they don’t really care about who I am, perhaps for me it’s enough the pleasure and not to know really who the guy is, I choose them so…yes I know how you do&amp;nbsp; it, so let us ear some personal history..?&amp;nbsp; ok.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;Passado a meia noite estávamos no mesmo sítio, sem estar bêbados mas sim a cair, comemos, rimos que nem uns perdidos e fomos para a praia, filosofar, molhar os pés, abraçamo-nos, demos um mergulho na serpente e voltamos cada qual para sua casa, feliz eu pelo menos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No ultimo dia acordei tarde, já era hora de almoço tinha de estar com a família, um pequeno ‘rush’ e aí fui eu de helicóptero até à casa da cidade, onde viviam mesmo antes do bendito projecto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Havia muita gente, era uma festa quase, não fosse a informalidade, de repente o embaixador de portugal no País chamou-me e quis-me apresentar a uma dama que era a Miss Bridget Scott Peck Fitz-James, ilustre veterinária Escocesa que ali trabalhava e vivia à três gerações de família e com&amp;nbsp; quem ele achava que seria interessante ter como contacto por ali. Bom Embaixador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Myriad Web Pro';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Trocamos ‘meishis’ como se nos tivéssemos visto pela primeira vez, beija mão e disse-lhe, encantado por a conhecer e tive como resposta o prrazerr em serr tua ser meu...be save, be back, ...fiquei sem resposta e completamente desgostoso de ouvir tão mau português para mais de &amp;nbsp;ressaca, jet-lag, cansado e confuso, das&amp;nbsp;despedidas&amp;nbsp;fui para o aeroporto, a vida é um teatro, quando voltar tenho de trazer planeado algo que me ocupe o tempo livre, pesca submarina, queda livre, aikido, o que seja, senão acho que não terei forças nem vontade de não entrar naquele ritmo...volto em breve.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-8772587432211044594?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-19T11:14:37.716+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>how Us economist see our country, today.</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/05/how-us-economist-see-our-country-today.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Sat, 15 May 2010 12:20:33 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-7949196251617347310</guid><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt; Last weekend in Athens, Portugal joined with 17 other European Union member states to thrash out what levels of EU subsidies each nation could expect to receive between 2007 and 2012 from the 25-nation bloc's paymasters - Germany, Britain, France, Holland, Sweden and Austria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;The Portuguese economy is largely dependent on EU subsidies having soaked up in excess of &lt;b&gt;180 billion euros&lt;/b&gt; since joining the Union in 1986, or 1.5 billion a year or 750 Euros per person per year for 19 years.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Any cut back in donations would severely hamper any hope Portugal has of keeping the country's public deficit within EU limits.&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;Think about that!&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;750 Euros per person for almost 20 years given to Portugal by the richer countries of Europe!&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Consider an average family of 4 and that becomes 3000 Euros per family or about 6 months of the average salary of Portugal for almost 20 years, and then ask, "Where did the money go?"&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Or better still ask: "What would Portugal do without it?"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;Let us look at the concept.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Consider a hypothetical area where there are a great many wild pigs in the mountains.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Hard to just kill wild pigs because they hide in the brush and are very dangerous.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;But a thinking man knows how to just change the habits of animals and control them.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;He puts out food for them to eat, a great deal of food.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;He then does the same the next day and the next until the pigs no longer work for food but just wait for the handouts.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Then he puts a great deal of food one day and as the pigs are eating he builds a fence around them and captures them all without a fight.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;This is what is happening in Portugal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;The New European Constitution is being composed by Masons, who are anti-Catholic.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;There goal in 1914 was to wipe out the Catholic Church in Portugal and it is the same today.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;But today instead of trying to take the country by force they are trying to buy it and they are doing it by making the people depend on the other countries to survive.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: black; "&gt;&lt;span id="role_document"  style="font-size: 14pt; color:#000000;"&gt;There is no planned referendum for the Portuguese people to vote yes or no to joining the European Constitution, The New European Rapid Deployment Force (this is outside of the UN or the US and will result in the break-up of NATO), will force Portuguese forces to be under Brussels control and not under Poruguese control and could be deployed anywhere.  The European Government believes that it can by 2010 outstrip the US as the world's largest trading block, but this will not happen.  The EU government has made it quite clear that it sees China as a better trading partner for the future than that of the US.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: black; "&gt;&lt;span id="role_document"  style="font-size: 14pt; color:#000000;"&gt;Is the US going to sit back and allow Europe with it's over inflated money destroy US world markets? No! Because America has the fastest growing economy in the world except for China.  America will form a United American Economic Block starting with Brazil and Mexico, and again outstrip Europe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: black; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;Before, Portugal was a large exporter of wine and olives.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;But with the rise in the value of the Euro that has dropped in half.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;A large portion of Portugal's wealth came from the Tourism industry, but again because of the value of the Euro that has dropped off by 40% and will drop even more.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;Portugal produced a lot of its own consumption but as part of the deal they made for the monies received from the other European countries, they agreed to stop production of things like milk and import all their milk from Spain.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Think again of the wild pigs.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Now just for something like milk they are dependent on Spain.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;Can the major counties of Europe keep blackmailing Portugal?&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;I do not think so.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;The number of people out of work in Germany rose 227,000 to 4.71 million in seasonally adjusted terms, including 230,000 new jobless claimants, the Nuremberg-based Federal Labor Agency said today. The adjusted unemployment rate rose to 11.4 percent, a seven-year high, while the unadjusted jobless total passed 5 million for the first time since the war. New jobless are increasing at a rate of 1,200 a day.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;France and Spain are at 10%&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Only England is at a normal rate of 4-5% but the rest of Europe is having problems.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;To top that off they are making new trade deals with Communist China that will put more people out of work.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; text-align: center; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; "&gt;The Portuguese Government is Corrupt from Top to Bottom&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;The entire Portuguese system is designed for corruption with no safe guards against it.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Pilgrims come not realizing that their tour guides take kick backs from the hotels, stores and restaurants.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;If you want to find something of great value, you can always find someone to show you where to get it, and he will get a sizable kickback from the store for taking you there.&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;There are always two prices, one for the Portuguese and one for the tourist.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;And if you would like to own something in Portugal or retire there, it gets worse.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;In order to buy almost anything in Portugal you need a lawyer.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;You have to give the lawyer Power of Attorney and then he handles everything but you never get copies of anything, and many lawyers end up with your property.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Realtors are worse and will sell you anything at 30 to 50% more than it is worth, or even sell you something that is worth nothing because it cannot be built on or is condemned property.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;One of the great tricks is taking a down payment for something only to have the owner sell it to others and never getting your money back.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;If you ever let someone stay in your home for even a few days, you can never get rid of them - ever, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;and they can take over your home without ever paying you a penny.&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;Contractors build without inspections and pay off the city hall.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Restaurants operate without health permits and have rats running around the stored food.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Laws mean nothing, it is the good-o-boy society.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Look the other way because we live together and I can help you someday.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;If you want to take anyone to court, forget it, because Portugal has something called "The Secrecy of Justice".&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Every country has this to some extent to protect the reputation of the innocent, but in Portugal it is to protect a corrupt court system.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Not even your own lawyer can see anything in court until the case is over and even then only what the court wants to show them.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;The Newsmedia (the only thing that protects people from governments) has no access to the court systems - ever.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;The police system is the same.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;The Portuguese people have long been complaining against a justice system which sees the high and mighty committing crimes involving billions of escudos but are never called to appear before a court of law or if they are, they are released without charge.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;Now there is a new trend to discredit the police force (if a policeman shoots a criminal, even caught in the criminal act, he may serve a prison sentence) and sentences against infractors are becoming more and more&lt;br /&gt;lenient.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In rural areas of Portugal, the populations have been known to take justice into their own hands. A mentally retarded individual who raped and killed a small girl in a village in the north of the country recently was tied to a tree, hanged and his body burnt with petrol. When the police investigated, the villagers all said they knew nothing about the incident. Lynchings of this kind are not common, but are frequent in Portugal, due to a justice system which does not adjust to the times.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For example, an 18-year-old man captured and tortured two boys aged 11. He strung them up in a disused building, tied their arms with wire, poured petrol over them and told them he was going to set fire to them. They were burnt with cigarette ends, punched and kicked. They were then forced to lie on the floor while a bicycle and a motorized bicycle were driven over them.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fortunately, the actions of this pervert stopped there and did not pass the threshold of threat. However, two happy, extroverted little boys have been turned into nervous zombies after this attack. Their families say they have never been the same since (not surprisingly).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'; color: windowtext; margin-bottom: 0.0001pt; margin-top: 0cm; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; "&gt;The result was three years of prison, suspended. This means that the perpetrator of this crime walks free and never did a day in jail and is out and ready to perform the same act with other innocent children. With the news that tens of children disappear daily from Lisbon to be sold into sexual exploitation rings, the news that popular lynching are on the rise surprises nobody.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When they are put in jail you cannot count on the pubic being safe from them, as in the case of multiple murderer Amrico Pissareira, who was let out of jail on his own to be with his family on Christmas, but instead he stabbing a man and assaulting two older people.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Justice?&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;None!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-7949196251617347310?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-15T20:20:33.661+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Portugalx</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/05/portugalx.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Sat, 15 May 2010 09:23:31 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-1314175557831148989</guid><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Encantado com a vida...respira-se, olha-se observa-se, sente-se, conhece-se, sofre-se, falece-se, nasce-se...e respira-se. Tudo literalmente está muito bem estudado e profundamente alicerçado numa óptica de realidade que não é única, são miríades de realidades como se cada um fosse uma dimensão própria do que está a representar ser no momento. Logo, dou de barato o destino, pois este depende em tudo dos contextos intrínsecos e extrínsecos do momento, ao não concebermos ‘destino’ estamos a viver uma realidade cuja causa vai do bafejamento da sorte divina por sermos especiais, ora maltratados pela vida por sermos especiais também, será aquilo a que chamamos egoísmo, egocentrismo, inveja e solidão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Ambos os grupos de sentimentos à partida antagónicos cruzam-se na vida de quase todos, pelo que a visão de sermos especiais em relação a outros seja sob que ponto de vista é apenas o destino. Desde ter observado vidas completamente obliteradas ou viradas do avesso se um segundo para outro ou relaxadamente no tempo (decadência), e o seu contrário, sou quase obrigado a constatar que a sociedade apesar de ter-se adaptado a novas maneiras de pensar, construir e descobrir, continua a ser este emaranhado de cruzamento de referências entre estados, ora positivos ora negativos, para aligeirar os conceitos, e decorre na vida seja de que grupo for.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;É evidente que um necessitado é levado a pensar que um a família estruturada com capacidade social e económica, não sofre dos males dele próprio, se calhar chateiam-se mais se alguém não corresponde a um capricho do que o outro que tem como realidade o passar frio, fome e ser um marginal, no entanto o desencanto e infelicidade é uma dimensão igual, também observo muito mais profundidade na loucura de um marginal do que numa conversa com alguém mais acarinhado pela vida, que se erudita é sustentada por uma visão academista ou literária &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;e não por uma observação viva de viver. Escrever sobre como ‘escalei’ o Evereste nada tem a ver com o facto de o ‘ter escalado’ são histórias distintas, sendo que o que as distingue é que existem vivências que não cabem em palavras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Não me interessa nada se a juventude esclarecida está cheia de sangue na guelra na senda de modificar o sentido das suas vivências e do País. É próprio da idade, da fase e da força interna com que cada um nasce em determinado contexto, além de que é um motor que na realidade movimenta, ‘La jeunesse elle ne chante pas, elle rompe’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Já se põe em duvida, eu ponho...se esse movimento não será demasiado para o tipo de areias movediças em que se tornou o mundo e especificamente Portugal. Essas areias são as malhas constitucionais, legais, penais e a mecânica social e económica anexa e cintada nesses modelos de regras e normas que são cada vez mais movediças. Não serão tanto para quem numa teoria da conspiração as domine, ou seja consiga lucrar imenso com a especulação criada artificialmente a pretexto de realidades mais de cariz socio-politico-cultural que financeiro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Porque tudo é tocado pelas Finanças, alias é a fonte dos Estados e os Estados tem de existir, ser soberanos e ter dinheiro para gastar, endividar-se e&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;dominar&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;regionalmente, porquanto o jogo se passa a um nivel acima, onde a teoria da conspiração existe, doutra maneira seria uma cronologia de acasos que coincidem sempre onde só alguns ganham, precisamente porque de poderosos que são o fazem e não é porque tenham dinasticamente nascido desde logo nesse contexto, é porque conhecem a natureza humana duma forma que é um segredo íntimo de família. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Essas famílias são os supra-estados, quem verdadeiramente ganha mesmo perdendo. Quem manda no fabrico de armas, quem ganha com esse negócio?...e na Industria farmacêutica?...e no negócio do dinheiro? ... e no negócio de controlo do ‘trading’ por onde passa tudo e mais alguma coisa, ficando umas reminiscências apreendidas por grupos de polícia controlados politicamente? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;E todo o negócio paralelo dos vícios humanos?...na energia quem vai dominar?....e na resposta de catástrofes quem está mais preparado? E quem não produz auto-suficiência em água e bens alimentares como sobreviverá? Com alguém a ajudar...donde veio esse capital, como foi conseguido? e se só assiste catástrofes porque não criar uma estrutura gémea para as catástrofes mais micro reais do dia a dia? O dinheiro viria da mesma fonte. De repente consegue-se tanto!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A perversidade com que se lavam cérebros limpos e capazes com as mais híbridas ideias e conceitos sobre o que estamos a fazer aqui e sobre os objectivos duma raça planetária, provocaram um caos de ideais e ideologias em que escolher um livro bem pode ser ao acaso pois desde logo estão focados em poucas ‘coisas’, a ver, conhecimento técnico cientifico sobre quase tudo, a salvação da humanidade através de antigos e novos ‘avatares’ com sustentações fantásticas de reminiscências milenares, desde o amor, à mais maravilhosa das nossas melhores visões sobre nós próprios, existe panaceia para quase tudo, o saber desfrutar da vida gastando uma pipa de dinheiro em belas fotos, grandes enciclopédias que passarão de geração em geração até que valham uma fortuna...tudo isto e muito mais se vende em todos os quiosques e nos estabelecimentos mais especializados então, a profundidade e diversidade das matérias adensa-se, mas pouco diverge no sentido vertical do termo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Tudo o que é escrito dito e falado é um conhecimento enriquecedor de todo o ser, no entanto só o que pratica ou não o irá fazer crescer, num milésimo de segundo um pequeno acto de heroísmo gerando um efeito tipo ‘borboleta’ pode desencadear a melhor das sensações a um grupo triste e deprimido como desencadear uma guerra justa contra um tirano. Pelo meio existirão livrarias de matérias, todas elas veladas num ponto de vista, o da vida. Sobre a morte que talvez seja o primeiro momento prodigioso de uma consciência, não&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;se pode escrever ou melhor não se pode escrever, pois nada se sabe, e é nesse véu onde residem as esperanças de todos sobre o qual não conhecemos nada. Nem quanticamente ou através da teoria das cordas se poderá fazer deslizar o véu inevitável no seu movimento, nunca previsível, mais uma prova de destino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Encantado na releitura do ‘Conde d’Abranhos’ e no ‘Caminho menos percorrido’, saltitando pela escrita destes gatafunhos e a audição de Keith Jarret no ‘Scala’ , aproveito os pequenos vazios mecânicos para ouvir notícias, sempre na esperança de ouvir alguma ‘notícia’ de resto são ‘não-notícias’ propicias a quem gosta de estar sintonizado com o ‘mainstream’ hipnótico duma ilusão induzida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O ‘Papa’ com um destaque igual ao seu estatuto na nossa sociedade, que adora a Igreja e vice-versa, é um casamento perfeito, uma série bem estudada de temas e gestos que revelam um exemplo do que é ser-se ‘O Pedro’, vestindo as sandálias de pescador e um campo mais do que alargado para a prática da caridade cristã o que dinamiza este ‘Estado Pontífice’ meio adormecido e sempre muito cauteloso nos tempos que correm onde se apanha mais depressa uma falácia num espéctometro de varrimento atómico do que numa homilia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;No entanto foi ecuménico como sempre. Existe um poder de auto sacrifício no povo que é de saudar e orgulhar os que tem como orgulho o ser confrontado com a sobrevivência todos os dias ao se acordar. Depois aquela nobreza que vê como se dum filme se tratasse todo o aparato divinal como se às suas pessoas se reportasse por serem seculares no ADN seguidor do Pontificado de Roma, vestem-se mostrando as armas e brasões assinalados não por esta ocidental praia Lusitana mas por um vaidosismo farisaico castrador pela história de todos os que quiseram só seguir a simplicidade do Christo sem estratificações humanas nem diferenças de tratamento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Apetece gritar ‘shame on you’ aos cínicos que adoram os chapéus de chuva das ‘Igrejas’ que &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;propiciam mas que na realidade praticam caridade e não partilha, praticam rituais de emulações divinas mas não vêem o Deus em cada ser vivo, só nalguns, se calhar os que já são loucos e pouco podem refilar contra esse abuso que é fazer caridade em vez de dar casa e comida, trabalho e qualificação, saúde e acessibilidade às ferramentas de alavancagem social. Não há dinheiro é uma resposta só para tolos ouvirem e acreditarem. A culpa é do Estado, em parte tem razão pois este é uma monarquia enviesada com uma democracia viciada, mas não é o cerne do fato de haver miserabilidade... em todo o mundo existe, claro... em todo o mundo existe água e ar, bebe-se e respira-se muito melhor nalguns sítios do que noutros por via da inteligência prática ou pela falta dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Eu escrevo a mesma coisa à milhões, os livros a escrita criativa as maravilhosas fotos, filmes e documentários, o conhecimento e todo o conforto e envenenamento que nos possam proporcionar são da natureza cumulativa e mutável da vida de todas as coisas animadas ou não, tudo aprende, adapta-se&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e acumula conhecimento, mudando a própria natureza do movimento na sua génese e no seu percurso, daí ser imprevisível qualquer futuro e possíveis todos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Na possibilidade de se acabar com a miséria através de medidas simples e pouco custosas visto haver tanta alma caridosa eu proporia começar com o arranjar casas para as pessoas viverem, dormirem e poderem suicidar-se intimamente se o quiserem, ou não!. Fazer com que o Banco alimentar seja tão bom na distribuição de alimentos como o é uma empresa de telepizzas,. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Pôr psicólogos e assistentes sociais com consultoria jurídica sem ganhar fortunas, pagos pelos caridosos de catástrofes, a estudar e solucionar caso a caso até se conseguir controlar a causa da situação que é economico-social-cultural, o que se deixa aos políticos capazes uma serie de simples normas ou regras procedimentais que podem ter um efeito motivador na pro-actividade de quem vem da ‘rua’. Nem sequer é preciso fazer leis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Um investimento numa empresa exportadora de polímeros invisíveis para aplicar em tecnologia construída em Taiwan ou na China gera riqueza e interage no mercado do conhecimento, mas não ajuda a sociedade a não&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;ser&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;dali a vinte ou trinta anos, o que faz poder ajudar a recolocar seres humanos em estruturas que se possam revelar produtivas é por esta gente a dormir e tomar banho dignamente e dar-lhes trabalhos de princípios básicos, mas necessários, (não podem só ser as grandes empresas a ter obras, se cresceram demais e pensaram que o Céu era o limite, pena, emagreçam) com upgrades de qualificação para os que trabalham e querem de alguma forma alavancar as suas básicas prestações. &lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Quantas casas fechadas tem Lisboa, e a cair?&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e devolutas?&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;   &lt;/span&gt;e com problemas de legalidade, resoluvel por juizes com recursos a ferramentas rápidas e poderes consequentes?. Não se misturam pessoas como na Índia? Então e estes novos ricos todos, uns bons outros uma barbaridade?&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;legaliza-se o aborto ? o que sou a favor tendo em conta o profissional de saúde que se responsabiliza por tal acto médico e não clandestino mas não se legalizam as chamadas drogas leves, enquanto se vende por todo o lado&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;criando um exercito de dependentes não de droga porque a cannabis só vicia na cabeça de alguns cientistas mas desse modo de vida, noutros com argumentação mais do que credível em relação à sua antagonista proibicionista que faz da ‘cannabis’ a erva do diabo e das drageias da Hoffman La Roche a panaceia para tudo o que existir como sintoma nos doentes? &lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;          &lt;/span&gt;Pela saúde da Sta Goretti, se fosse legalizado as dosagens eram estudadas tudo seria tratado (como já é ) duma forma higiénica sem contaminantes e assim pedagogicamente consumidas tal como a posologia num medicamento, haveria impostos sobre o produto, além das inumeras aplicações da sua fibra(da planta) depois acabavam-se com as traficâncias que servem para encobrir as mais manhosas, essas sim de produtos que já deviam ter sido banidos tal como o foram outros produtos mal amanhados, só que essas drogas mais ‘finas’ tem consumidores filhos de Pais de luxo ou negócios de luxo senão não teriam nunca o apoio que tem, compare-se com o apoio que um ‘homeless’ tem, que nunca andou a picar nem a cheirar ou vender&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;fosse o que fosse, só precisa de dormir, comer, tomar banho e trabalhar em algo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;É evidente que no universo dos marginalizados quase toda a gente esteve presa ou se aventurou no mundo das drogas manhosas, mas só os que são rodeados apesar de tudo por gente com discernimento é que se tratam e retomam uma actividade, ou nunca exageraram, os pobres dos outros todos são empurrados, enxovalhados e esquecidos por quase todos tirando os praticantes de caridade que por serem na realidade os únicos a estarem no terreno com um plano e um objectivo, abrem uma frente de ajuda...ao invés de serem os responsáveis da Nação a terem mecanismos de apoio efectivo e não de caridade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Um ser humano nunca deve ser alvo de caridade senão de partilha amorosa e amiga. Eu gostava de saber se os Religiosos partilhariam o seu com um estranho sem nada pedir?, não estou a falar nos trocos da carteira, mas sim na capacidade de refazer famílias inteiras integrando-as não nas Igrejas e crenças &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;mas sim na sociedade onde se pode escolher?.&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;        &lt;/span&gt;Como procederiam os Vossos ‘avatares’?. Se bem sei, benevolentemente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Fazer política devia ser construir em sociedade tornando-a mais rica e empreendedora, criando caminhos e fornecendo orientações, ser banqueiro deveria ser saber ganhar dinheiro por muito que fosse, sendo a ignição de movimentos económicos onde o risco é sempre pertinente senão não é de banca do que se trata mas de agiotagem ou de grupos especuladores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Já ouço com naturalidade que é natural que em negócios se especule...como tivesse sido sempre assim, mas não. Houve vários tempos em que as sociedades trocavam com benefícios, tudo o que tinham a mais pelo que não tinham ou tinham menos, sem que para tal não existissem intermediários, tinham era de ser honestos senão cortavam-lhes a cabeça, e funcionou até terem descoberto um pecado noutro nó social qualquer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-1314175557831148989?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-15T17:23:31.215+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A reunião</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/05/reuniao.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Fri, 07 May 2010 13:41:10 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-147574203914977473</guid><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O homem já dos setenta e muitos, era brilhante no raciocínio, na educação, gestos...eu cada vez estava mais curioso e mais admirado com a forma diferente que esta pessoa tinha para ser quem era, muito ele próprio naturalmente...defini o seu perfil na hora...homem sem preocupações sociais!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Conhecemo-nos na Sardenha precisamente com o dito a rir à gargalhada depois de me ver fazer algo que em golf é anti-natural e muito usual, dei uma queda (mais uma) num Tee no simples gesto de swing drive, perdi o equilíbrio e cai de borco para não cair de costas, acho que num movimento patético de torção. &lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Bem o senhor em causa ria-se e pedia ajuda ao mesmo tempo, não que a precisasse, mas foi um gesto de cortesia acompanhado por uma multidão que acorreu ao seu pedido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Já no Club e bebericando qualquer coisa, apresentou-me à família, numerosa, que estava ali simplesmente porque o campo de golf realmente era explorado por um Club mas o resto era património dele, morando numa casa forrada de paisagem como o próprio dizia, era um misto de grande arte paisagística e uma arquitectura de autor com muito bom gosto. Devido a ter uma personalidade estóica e austera este senhor era conhecido por quase nunca se rir e achar piada a nada, a ignição para o conhecimento e abertura em relação a mim foi devido à palhaçada da minha queda e à alegria que o episódio lhe despertou com uma naturalidade que ele próprio já não se lembrava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Passado alguns anos heis que sou confrontado com um pedido dele inédito. Tinha sido aliciado a investir em Portugal, onde teria alguns benefícios de varias naturezas devido a isso mesmo, ser um grande investidor estrangeiro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O pedido veio depois em detalhe e por escrito, teria de fazer parte da equipa de aconselhamento na fase inicial do projecto sendo que depois até teria lugar no mesmo. Basicamente seria os olhos e ouvidos dele oficiosamente visto já ter sido constituída uma equipa de técnicos em varias áreas pelo seu departamento de recursos-humanos&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;(uma empresa privada, onde ele é parceiro e que tem como objecto do negócio, os seus negócios os dos outros parceiros e outsourcing de uma forma geral).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Primeira reunião, onde estão presentes um representante da empresa de advogados que lhe ministrava o aconselhamento de jurisprudência, um economista, um arquitecto, um jogador profissional de Golf e que desenha campos de golf, um vereador da Câmara local acompanhado do advogado afecto à Instituição e um representante de uma companhia de construção civil especializada nestas áreas.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;O ‘chairman’ da reunião era o representante do escritório de advogados, logo o dito Investidor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Houve uma apresentação formal onde eu me retractei com a verdade dos factos, omitindo as minhas obrigações directas para com o senhor, fiquei assim a ser o ‘oficial de ligação’ entre a realidade do processo e ele o investidor, não houve questões, todos estavam informados previamente que ‘um eu’ existiria, não por desconfiança alias como ele escreveu e disse mas porque queria ter confiança e não tendo eu relações de negócios com ele estaria sempre numa posição privilegiada de observação sem interesses à mistura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Para mim foi uma atitude de uma confiança enorme porque desde logo viu que não entro em jogos subliminares de enriquecimento pessoal e sou leal com os meus amigos, além de que na verdade a minha vida tinha pouco ou nada a ver com Investimentos avultados nem com as ‘nuances’ que quase sempre vem anexas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Falou-se, conversou-se, escreveu-se, desenhou-se e planearam-se cronologicamente os procedimentos a seguir...estudos preliminares, pareceres, licenças, orçamentos, Bancos, maquetas, enfim ...um plano &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;a meu ver bem iniciado. Deram-me imensa informação, decretos leis, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;e demais papelada para que me inteirasse bem de toda a situação para melhor a poder sustentar sustentando as suas(do grupo) decisões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Muito li e pesquisei, escrevi todas as questões sobre a matéria, e pensei estar a seguir um caminho bom ainda para mais facilitado por técnicos com gabarito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Na segunda reunião, já mais à vontade, notei que o arquitecto, o engenheiro da empresa de construção e o autarca eram um grupo dentro do grupo, assim um dizia os outros reafirmavam o mesmo como dado adquirido, eu calado ia tomando notas e recados, e mais papelada e endereços de sítios na web para pesquisar e aferir de alguns projectos similares. Logo no dia seguinte haveria uma vistoria à zona pelo grupo, lá estive e lá fiz uns quilómetros tentando entender o principio segundo o qual eles afirmavam ‘ter’ de ser. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O projectista, jogador afamado de Golf nos seus tempos não era da opinião do arquitecto do grupo e jogava-se entre eles, logo do principio um jogo de protagonistas que seria interessante não fosse o objectivo outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Devido a tal, e ao facto de falar Inglês melhor que o resto do grupo, sempre, ora muito formal ora muito lento no desenvolvimento das ideias em Inglês, comecei a dar-me mais com o bom do projectista que também conhecia pessoalmente o investidor, fora ele o seu instrutor particular da modalidade à muitos anos atrás...e mantinham a amizade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Devido à dificuldade que este sentia em entender bem português e completamente a despropósito o grupo de dentro do grupo falava em português, por quanto na reunião seguinte, falei, para dizer precisamente que pedia que se falasse em Inglês para que o projectista fosse entendendo tudo.... o que era uma necessidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O Senhor advogado fez-me imediatamente um reparo, os assuntos por eles discutidos em português assim continuariam a ser pois não fazia sentido falarem entre eles em Inglês para satisfazer o Senhor projectista, no final reduziriam em sumula o dito e então traduziriam para a língua do ‘ ‘ a que eles se referiam como ‘o golfista’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Bem,... mal acabou de falar, eu passei-me, e respondi em Inglês com força e arrogância, dizendo que o Investidor era estrangeiro e se tivesse ali eles falariam todos suazili se para tal ele quisesse, depois o principal protagonista era mesmo o projectista e era Escocês pelo que além da descortesia era uma afronta e uma maneira de proceder e fazer negócios desconcertante para qualquer homem do mundo e não tinha&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;culpa de não se saberem expressar bem em Inglês, se precisassem contratassem tradutores e pagassem do seu bolso, dito isto, confrontei-os com a pergunta, se sabiam jogar golf mesmo mal como eu, a resposta foi automática, muito bem, ao que respondi que então estava tudo muito mal, pois um profissional que passa a vida a jogar Golf não está a tratar do que deve, está a tratar é de si, pelo que confrontados com a minha ‘icrédulice’ em jogarem bem Golf, ainda lhes afirmei já com um som mais alto que ninguém no mundo do Golf desconheceria, caso fosse o golf uma paixão, ou mesmo um hobby, bastava conhecer a natureza do Jogo ?!!. o projectista que foi isto e aquilo, etc e tal, dissertava eu...,quando tive uma quebra (uma falta de educação) tendo &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;como resposta um aceno de sim do bom do ‘sctoshman’&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e o silêncio sepulcral dos restantes tirando o óbvio ansioso que quebrou, com um ‘tens a mania que és esperto, já vais ver’...francamente não percebi ?.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A reunião acabara ali, foi marcada a seguinte para dali a uma semana que era quando se começaria a montar o parque de máquinas sendo que a licença já estaria até a fugir do prazo acordado e na janela de uma semana, era mais do que suficiente para a obter.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Reunião seguinte, precedida por contactos entre o Investidor e eu, na medida em que lhe foram fazer queixas acerca da minha nulidade no processo e a&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;&lt;/span&gt;utocracia. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;O senhor ficou radiante e deu-me os parabéns, eu fiquei desconcertado e fulo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Começou a dita e lá estou eu a tirar apontamentos, notas e a fazer conta... de voltar ao terreno.... e já ver hardware, perto do final perguntei se seria a hora indicada para a visita sendo já fusco... responderam-me quase em uníssono que não havia nada para visitar, estava tudo na mão da Câmara e com aquele incidente das línguas não se iria fazer mais do que seria habitual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Foi a mesma coisa que dizerem que parariam tudo caso eu continuasse ali só&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;que por palavras de orador de direito ou político. Calei-me, despedi-me e vim embora. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Nessa mesma noite e com uma grande ‘cunha’ pedi para falar com um Senhor Advogado desta terra e no outro dia fui logo confrontado com ‘outra loiça’ do direito, um Advogado a sério, conhecedor dos labirintos e ‘nuances’ do sistema e das leis não só de Portugal como do mundo inteiro. Depois de lhe expor o assunto, fiz um telefonema directo ao Investidor e lá pus os dois a falar. Tiveram no meu telefone mais de meia hora num Italiano erudito da parte do meu novo parceiro/conselheiro para com o outro lado, não tenho queixa, foi-me pago.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Na próxima reunião, ele também estaria não como advogado mas como consultor económico, um homem cheio de canudos... . Quando da fase dos cumprimentos dos bons dias, ao verem chegar aquele peso pesado, e ao ser apresentado, foi como se a Sé de Braga lhes tivesse caído em cima...e caiu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Já tinha passado mais de um mês e o processo tinha divergido por falta de transparência, pois se às claras o quisessem já estaria mais adiantado sendo que ainda nem tinha começado, com este tipo de argumento e de voz baixa, obrigando a uma atenção redobrada este homem crispava o grupinho que&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;ora cruzava as pernas e descruzava ora batiam com os joelhos um no outro não fazendo propriamente barulho mas ruído, o que me irritou de novo pois era notória a ansiedade que por ali andava e eu&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;não sabia porquê.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;De repente os quatro de sete agora tinham ficado numa posição pessoal muito vulnerável, pois as suas chefias iriam ser informadas da quebra de contrato por parte do investidor que de seguida os processaria por má fé e dolo sendo que iria ser pedida uma indemnização compensatória. O cenário tinha mudado de figura, agora eu era alvo de atenções e simpatias, assim de repente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Era no bar/restaurante onde me conhecem à quarenta anos, convites para festas e eventos...imagine-se...eu pobre de deus, só queria fazer com lealdade a missão que me confiara quem eu confio, sou eu, e não jogo sem saber que ganhei antes de começar, doutra maneira seria mais um dos que numa ilusão impressa acha que é importante, porque sim... na máquina quântica da vida ou na relatividade dinâmica da galáxia...mas não, não sou importante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Este tipo de aceitação com luz&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e prazer do que acontece deu-me uma força anímica que foi a ignição para uma descarga de adrenalina, que me couraçou para qualquer disputa, pois a singularidade prodigiosa do falecimento do corpo, não significa para mim o final de seja que processo for, é apenas isso, um véu que indicia o não medo e reduz o receio a ira, pertinaz e positiva. Um homem é um homem um rato é um rato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Reunião. Formalidade britânica ou alemã (para quem conhece), o melhor fato, nada de cheiros, só Eugenia, alias, a sua presunção. O Investidor aparece de&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;equipamento de ténis, tinha umas bolas e raquetes de marca, especiais com muito menos peso e giroscópicas, era um slow-motion inside/out , adequado a quem gosta da modalidade e já não tem pulmão, acontece aos melhores... começa a falar em Napolitano, não em Italiano,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;em Itálico decididamente e não pára durante vinte minutos, por aí... dando voltas à volta da mesa sem olhar a cara de ninguém sempre brincando com a raquete a bola e os ténis, olhos nas biqueiras e na bola, a mão e pulso já são automáticos, aquela cabeça fervilha...eu não percebo quase nada, mas entendo-o. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Mal acaba aparece na sala um senhor muitíssimo bem vestido e com um ar vistoso muito bem parecido, como um César, um homem com uma presença insofismável para nada nem ninguém, afinal é um descendente directo de Hugo Capeto. Fala português muito bem pois foi do grupo do Rei de Itália que viveu em Cascais e além do mais é casado com uma portuguesa dos dezoito costados. Pessoas honestíssimas que fazem este ‘trade’ de influência, algumas vezes bem outras mal, como quase tudo e todos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A tradução em bom português numa voz de actor, representando a emoção devida, e que não foi demonstrada pela fonte, foi interpretada com sétima arte...o ministro vinha a caminho pois gostava de conhecer estas ‘pessoas’, e era mesmo verdade, para mais vinham uns banqueiros amigos da neve e de vidas que são privadas, (que as desfrutem o melhor possível), no espaço de uma hora, o senhor Investidor estava a jogar Ténis com ‘alguém’ fora de órbita, o Governo incomodado, alguns amigos embaraçados, este grupo nunca mais soube deles, mas estão aí de certeza, aqui ninguem a não ser um monstro de um alienígena, sidoso, porco e psicopata traficante do que toda a gente consome é que vai preso, os ineficientes pacificos engravatados parolos que tem padrinhos nos partidos ou afins políticos, são este grupinho uma pequena parte do estérotipo do que são algumas sumidades oratórias da política portuguesa...só foi preciso uma reunião, não foram precisas duas. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Eu até sei que por  cá existem personalidades assim...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Este senhor autoriza-me falar o que quiser porque sabe que eu escrevo ou falo o que me apetecer, nem ter ou não ter crédito é a questão, é a simplicidade, o prosaico, a verdade que pode ser escrita e dita, a outra nunca poderá sequer...., existe sempre uma ultima bala na câmara, a vontade de morrer como se na verdade esse fosse o momento mais prodigioso do principio ou do fim de uma vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Jogar Golf bem é um talento, depois com sorte e no contexto, treina-se quase à perfeição, poder jogar Golf bem sem ser um talento é para quem pode não para quem quer, e uma reunião bem encenada antes, tal como quase todas as das grandes corporações japonesas e mesmo das suas sociedades secretas, assim praticam, apenas mostram o fim a que levaram alguns resultados, nunca os resultados, isso é a energia de tudo o mais, é sagrado, o verdadeiro poder não se vê, mostra-se, ocultando assim o que se quiser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Na sociedade portuguesa existe todo um esquema de que não fazem às vezes parte grandes conspirações, mas nós somos melhores que os congéneres, pois fazê-mo-lo quase sem derramamento de sangue e sem grandes ‘raports’ sociais, coisa que por lá não é bem assim, além de que aqueles povos de quem nós nos queremos tanto distinguir, são mais parecidos connosco que todos os outros, são uma das nossas géneses. Viva a Grécia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-147574203914977473?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-07T21:41:10.549+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Tugal dos queninos...</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/05/tugal-dos-queninos.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Tue, 04 May 2010 09:03:20 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-5905699276828346495</guid><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Tenho andado por Portugal agora que vim de Espanha, um bocado à solta e tentando captar alguma promessa de projecto engraçado e útil onde pudesse aterrar e viver durante um tempo cá, não para me tornar a habituar, mas para tentar sentir a terra e sobreviver nela durante um tempo, já cá vivi muito bem, na verdade é onde nasci e fui criado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;No meio dessa cruzada não prosiletista, estive sempre conectado via net a todos os outros, conhecidos e desconhecidos, companheiros da web. Não chamaria um vício mas uma necessidade tecno-biológica visto existir um mundo de emoções no mundo da www.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Entrei um dia num fórum da net onde a questão a opinar e&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;desenvolver caso fosse necessário, era sobre se sair de Portugal para ver de vida , fazia sentido ou (implicitamente) se dado o estado do País o sentido certo seria implementar projectos cá ou aceder em trabalhar cá para que a riqueza por cá ficasse...isto é a minha interpretação da pergunta...que não vou citar pois isto não é um fórum, é a minha opinião simples e não revista. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;No sitio em causa navegam profissionais e quadros superiores, técnicos esclarecidos e por demais quadros iluminados. É útil e dos mais usados por profissionais com um alto grau cultural desde logo devido a serem quase todos mestres e licenciados em grupos e áreas que se tocam e daí a pertinência e o interesse que desperta até para pesquisadores de talentos ou menos letrados como eu e outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Na leitura das respostas pude concluir sem ter que utilizar aritmética nem calculo estatístico, que existe uma tendência forte no aconselhamento em ir para fora, havendo carreira e oportunidade ou uma das duas, seria sem olhar para trás o sentido da questão na maioria dos intervenientes a quem eu dou crédito pela natureza dos seus percursos profissionais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Outros há que tomam as rédeas das suas carreiras e projectos por aqui e sustentam a sua tese com argumentação lúcida e tão capaz como a antagonista, isto para reduzir a questão apenas a dois segmentos, decerto a resposta poderia atingir a antropologia se começássemos a sub-segmentar a questão na busca da causa das causas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Outra observação derivada é a de que o grupo dos que defende que Portugal é um potencial implementador de negócios e de geração de riqueza capaz, são inevitavelmente profissionais que estão em estruturas sólidas e estruturadas, à imagem das regras de mercado dos dias de hoje...(que é um mercado insustentável..!?), não vi nenhum quadro médio de cá, ou sequer um profissional a trabalhar noutro País elogiar ou achar-se por aqui à vontade para dar largas à sua criatividade como empresário ou trabalhador. Bem pelo contrário aconselham a segui-los e para quem conhece sabe que ‘eles’ estão melhores lá por variadas razões sendo que a carreira nem é a principal, é a estruturante das suas vivências, mas existem muitas razões para que se prefira viver ‘lá do que cá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Quem não conhece a realidade da construção civil, saúde, emprego, consumo, capacidade industrial, pólos de investigação e desenvolvimento, cultura viva, sentido de Estado, de realidades como um Japão ou Alemanha, não terá senão alguns Países nórdicos e a Suiça mais alguns Estados dos Estados Unidos &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;e do Canadá, que se lhes assemelhem, para poder ter referências de como uma sociedade pode ser democrática e no entanto ter um sector privado fortíssimo com uma pujança motor do Século XXI. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Mesmo com as crises monumentais do século passado estes povos deram-se ao ‘luxo’ de perder guerras contra todo o resto do mundo, reconstruíram-se&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;com a mão poderosa dos EUA, bem, planeadamente, com crises e casos, mas não são sociedades de pessoas que durmam mais do que o necessário e o seu principal ‘hobby’ é a disciplina seja em que área for. &lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;           &lt;/span&gt;Por tal facto a maioria dos outros povos mais dados aos prazeres elásticos no tempo, desgostam destes dois, porque em questões de trabalho e arquitectura da sociedade no seu todo são máquinas de modernidade e de avanços tecno-humano-civilizacionais enormes, mesmo assim tem os seus minutos de diversão e luxuria, ai se não tem...?!!, só que existe disciplina e uma escala de valores prioritários que todos cumprem sob pena de serem catapultados para as várias franjas de trabalho duro espalhadas pelo mundo, até aprenderem, tirando&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;a ironia, o descontentamento também grassa lá como a nível planetário, é evidente que existem problemas graves globais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O ensino é muito exigente, basta conhecer as línguas e no caso Japonês os alfabetos para aferir desde logo da capacidade intelectual necessária para se reconhecerem e expressarem-se sob quase todos os assuntos da natureza planetária, no designe e semântica como o fazem hoje em dia, e fizeram ao longo da história, daqui a cem anos pode ser a China ou até a Suiça, quem sabe...?.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Sem fazer mais apologias, fica a critica à falta de visão das eminências pardas que estão a desenhar o País de hoje. É difícil ser-se tão pobre e tão mau? Então porquê tanta riqueza, eu até sou a favor que por mérito se enriqueça absurdamente, mas com tantos milhões...já suspeito de grande culpa de todos os intervenientes desde o segundo mandato de Cavaco Silva até hoje. Culpados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Não fui eu nem o Zé que fizemos esta açorda manhosa, porque se temos sido nós a fazer uma açorda pelo menos era uma boa açorda, bem gostosa e cheia de requintes de malvadez. Num prazer inebriante a acompanhar um pitéu dos Céus. Estes Srs. todos não são criminosos nem daí corruptos ou desonestos...são péssimos gestores da coisa publica, maus negociadores e pessoas que se divertem à brava nestas andanças não criando um tostão de riqueza para o País, então que estão aí a fazer....? Fora...ficam uns clientes (dos partidos) à mercê do mercado? Óptimo, era desde o inicio como deveria ter sido, logo verão se não renasce em obras internas e externas, fontes de bens transaccionáveis passíveis de serem vendidos pelo mundo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;E os interesses enraizados desde à séculos?...a minha questão é, dão lucro, geram riqueza e fomentam o trabalho disciplinador de parte a parte?...então venham daí essas raízes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A revolução já não existe, mas existe a evolução democrática na medida da evolução cultural, não se pode esperar uvas de uma pereira. É na instrução e cultura que reside o Portugal do futuro, o de hoje é numa evolução, doa a quem doer, e os interesses são todos bem vindos assim sejam uma alavanca social e económica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Desobediência civil, claro...óbvio, ou tem kalach’s para distribuir e querem um banho de sangue e o afundamento da Nação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;No Século XXI não se admite a profunda divergência entre cidadãos devido a contextos dos quais não se tem culpa formada, não é com Obras publicas de tecnologia já ultrapassada pelos desenhos animados para crianças de 5 anos que se motivam as pessoas e se pagam os compromissos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Ser competitivo no nosso caso é ser um exemplo de conservação histórica visto termos tido a sorte das sortes de termos sido poupados de guerras no século XX, sermos um polo de cultura global, uma sociedade mais acessível e leve no entanto punitiva do crime, sendo que ordem quer dizer satisfação e não imposição, e claro deixarmo-nos de chinesices e deixar empreender quem tem ideias não só nas eruditas ciências&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;como na simples arte de mãos, o artesanato, os bons tecidos, etc. A tecnologia cá desenvolvida deve ter as patentes e o fabrico cá assegurados, grémios de apoio aos negócios, disciplina no Estado e em tudo desde advogados a médicos passando por camionistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Assim acreditaria na justiça e não na fuga das pessoas que almejaram a fortuna por razões honestas e na parcimónia em enclausurar pedófilos, ladrões de jaquetão e restantes sociopatas e psicopatas ao invés de uns pobre traficantes de esquina. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Para estes pobres terem trabalho, tem de não estar excluídos, e deviam ter os produtos lúdicos leves tal como o álcool controlados, com lojas próprias, ou estabelecimentos devidamente autorizados, e tal como o álcool, punição para quem é apanhado a conduzir pedrado tal como bêbado, mas é preciso regular a anarquia sem impor a clausura que depois dá nestes mercadilhos paralelos para onde fogem os que levam um pontapé da sociedade logo à nascença, ou é preciso comprar uns óculos de lente especial para aferir que metade de Portugal bebe e fuma? e conclui-se uma boa refeição sem compromissos com um charro? Ou em casa na maior? Sempre é melhor do que a cocaína que já navega nas águas de quem pode e no entanto quem é preso deve sê-lo pois desde o volume de dinheiro ao malefício dessas verdadeiras drogas tudo gera muito má atmosfera, o que não acontece com essas ervinhas que já cá estavam antes do homem ser homem e que irritam os bimbos que mostram a sua natureza parvoíde ao fumarem. É que não torna um estúpido num inteligente, mas mostra logo quem nós somos! Tal como o álcool sendo que este é um toque chique num Prada ou num smoking inglês e no entanto é um desastre social se ingerido em exagero, mas não é proibido nem sequer um anátema social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Myriad Web Pro&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Tugal dos queninos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-5905699276828346495?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-04T17:03:20.031+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Queixas queixinhas</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/04/queixas-queixinhas.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Fri, 23 Apr 2010 07:21:43 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-3624348766329031581</guid><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Uma queixinha é um pedaço de culpabilidade assumida em nome d’outrém, só se faz se também não estamos inocentes de todo...já uma queixa é uma acusação mais que doméstica e exposta por quem a faz com a consciência que o/s visado/s venha/m dela a ter conhecimento. Logo aí existirá ou a confrontação não violenta, com ajuda da lei ou não, mas com a porta escancarada para um Juízo, este sim sob a égide da lei e não tão só do senso comum, ou a confrontação com violências de varias naturezas pelo meio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A maioria opta pelo senso comum, principalmente porque é de senso comum do que se trata, mas muitas outras querem alguma justiça em actos de que se sentem vítimas e como não tem primos na Cosa Nostra, optam pela justiça. Optam bem a meu ver, senão, belicosos como somos, isto seria um carnaval de proporções bem mais violentas do que já tende a ser, alem de uma cronologia histórica de golpes e contragolpes tanto a nível micro como macro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Quando alguém se sente ferido psicologicamente seja por quem for, deseja não a cura da ferida em primeiro lugar mas sim ferir na mesma medida ou maior o oponente que pode até ser um amigo/a ou familiar não retirando o universo de conhecidos e até desconhecidos do grupo, neste caso de malfeitores de estimação ou íntimos ou até «filhos de cisnes negros’. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Tenho uma amiga que recebia telefonemas de conhecidos e desconhecidos a meio da noite, sendo que pode ser sempre uma emergência o despertar do sono faz uma pessoa atender...o que por fim acaba por acordar os residentes ou companheiros/as.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O marido desta amiga que é meu amigo já fez queixa e até sabe quem é, mas o facto é que confiando ele na sua mulher já não confia tanto nas ligações que tem, e que ele não sabe sabendo que não sabe. É uma ténue fronteira entre a privacidade de um ente de um casal e a liberdade íntima das pessoas, esmiuçando...se o meu amigo se chateia com os benditos acordares, também se chateia por ter de confrontar mesmo que com ironia, humor ou naturalmente a companheira com o dito facto, sim porque não é um sonho é um facto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A minha amiga sente-se apertada tanto por ser vítima sabe lá ela de quê e o companheiro que também se sente vítima sabe lá ele do quê...?!. Chatices e vitória para quem com um simples gesto de falanges trinca a vida normal de pessoas normais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O meu amigo não duvidava da mulher, mas agora ela não o soube, e frustrou-se, pois num contexto destes pode-se fazer duvidar qualquer um e supostamente ela se porá no seu lugar podendo sentir o que terceiros sentem quando expostos a este tipo de provas que de simples que são não se compreendem, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;simplesmente porque se o contrário acontecesse ‘ele’ teria com certeza uma amante ou pelo menos tinha dado espaço a que ‘essa/e’ conhecida/o, fosse trilhando nessa direcção... (isto é a meu ver o pensamento clássico das mulheres/senhoras, que conheço).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Se de loucos se tratar é então um susto, aí tem de se tratar segundo o meu conselho com a polícia porque com loucos o espaço para a brincadeira não pode existir ou um ‘cisne negro’ acontecerá, ou não, mas de bom daí nada virá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Contudo, esta novela já se passou com alguns amigos e conhecidos meus e nunca as histórias tiveram a mesma génese, natureza e proveitos. Uma delícia para a inspiração de guionistas de telenovelas.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Neste caso a relação acabou por varias razões, e este caso foi como que uma cereja em cima dum bolo de chantilly já muito amarelo e rançoso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Por nada vinham ter comigo, um de cada vez confessando-me a fragilidade da verdadeira natureza da relação ao ser tocada por um abanão da escala de richter de 1,2...ainda não chegaram ao cinco e já tremeram, logo a Vossa sustentação é ilusória devendo ser revista e arrumada para que cada um consiga desenvolver-se sem se incomodarem(dizia eu...), pelo menos com telefonemas a meio da noite... e prosseguirem nas suas vidas com diferentes experiências que de todo desejava saudáveis pois são ambos boas pessoas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Se tal me acontecesse, acho que ficaria no mínimo solidário com a minha companheira, mas induziria a que fossem tomadas providencias radicais em relação à menina/o que se atrevesse a brincar com o meu sono sem ser para me dar uma boa notícia ou uma péssima...mas neste figurino eu cá meteria mãos à obra mas só com a cumplicidade da minha mulher doutra maneira não haveria um final feliz também.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Quando um casal sofre de tensões de insegurança, reconhece segredos um do outro, ou existe chantagem emocional o caso deve-se finar, ame-se ou não, pois não é de amor que precisam mas de serem verdadeiros. Normalmente devido à desconstrução da estrutura familiar sistémica existe uma falta de referência paterna ou materna...ou ambas, o que assinala no fundo a existência dum ‘gap’ de boa educação e boas ‘práticas civilizacionais’ ou de valores éticos e morais, que são lugares comuns mas não deixam de ser um ‘fosso’ cultural entre ambos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;               &lt;/span&gt;Tais ‘práticas’, são como que um colagénio entre partes, estão para uma relação entre pessoas (casais), como a diplomacia dinâmica está para a política. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Isto não se aprende na escola, pode-se aprender numa família estruturada mas aprende-se no dia a dia das relações interpessoais também, ou não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;A lealdade e cumplicidade são os factores primordiais que podem abraçar o amor e a paixão amorosa, mas a plataforma cultural congruente é muito importante, o contrário também pode acontecer e acontece na juventude principalmente, onde é ‘natural’ o seguidismo orientado pelos exemplos (piores e mais exóticos do contexto) e a química sexual não domada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;No entanto, existem casais que persistem em ser amorosos e leais a vida inteira o que eu acho fantástico...no fundo existe de tudo literalmente, mas as histórias que me inspiram são as do sucesso do grupo e a suplantação das dificuldades em conjunto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Tais factores são cruciais principalmente para futuras Mães e Pais que tudo farão para dotar o seu legado humano de uma boa vida material e logo estável psicologicamente na maioria das vezes, para no fundo serem homens ou mulheres com uma plataforma de entendimento mutuo a estes níveis &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;que depois reagirão segundo as suas convicções. O facto de duas pessoas se amarem e terem plataformas de valores diferentes não fará o ‘caso’ dar certo, tal como o não fará uma católica viver com um muçulmano e vice-versa. Eu conheço excepções, como em tudo...mas a regra não é essa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Alias existem excepções à regra por toda a parte, daí este quadro estar indexado ao contexto deste dia e não mais, tudo pode mudar de uma maneira ou de outra num piscar de olhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Não basta amar nem basta ter bens nem ser bonito nem ser um anjo, a partir do momento em que entregamos uma parte da nossa vida a mais alguém a ‘coisa’ tem de ser tão transparente quanto uma película de cozinha, haverá distorções piedosas mas é tudo. A liberdade é muito bem caucionada em favor de um grupo, nunca deixamos, nem por isso de ser livres de pensamento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Na vida em comum tudo é permitido menos a deslealdade e a mentira e é por isso que é difícil aceitar-se o ‘só porque sim’ o que se diz e desdisse caindo-se em contradições suspeitosas..., na prática é que se mede a emoção e sentimento e aí eu tenho visto (até em minha casa) tudo à volta das novelas, futebol, ‘playstations’, não havendo discurso nem história faz parecer que&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;tudo o que se passou na nossa vida desse dia tivesse que ser encoberto para não ferir susceptibilidades, logo algo que fizemos ou dissemos não foi leal para com quem devemos sê-lo e como tal vêem-se umas novelas, dizem-se umas bacoradas políticas, fala-se de ‘crochet’ e vai-se dormir, uns com ganas de sexo outros de fuga fingindo cansaço dormitando desde logo nas tintas para o que o outro deseja ou não, pudera depois de um ambiente assim eu quereria fugir para longe (nem que fosse mentalmente, sonha-se). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Acontece muito às mulheres mas também aos homens, pois estes depois de uma história feita por homens onde o real papel das mulheres foi escondido propositadamente esqueceram-se de se emancipar tal como Elas fizeram, daí nasceram os dependentes das mulheres e das suas ‘nuances’ quase como um acto de ‘revanche’ e algumas vezes sejamos justos, com o equilíbrio de que se necessita. As verdadeiras Senhoras/Mulheres tornam qualquer grupo muito mais equilibrado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O homem ao emancipar-se só está a por para trás o machismo animal que o fazia brilhar quando as mulheres dele dependiam. Sendo um ser emancipado poder-se-ia concluir que o equilíbrio necessário para manter uma estrutura amorosa onde até possa nascer uma família ou formar-se uma, tem de ter uma cumplicidade conjunta nunca unilateral, feminista ou machista. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O respeito imperaria e as chatices seriam resolvidas com senso comum e não no calor das ‘nuances’, a comunicação tenderia a informar e conformar ao invés de competir e proselitarem-se (palavra não existente mas que toda agente compreende), a racionalidade tenderia a ser motivante ao invés de castrante&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e o sexo um não assunto que é o que sempre foi, um não assunto, doutra maneira já teríamos uma Eugenia (sempre tentada com péssimos resultados, vejam-se as dinastias de sangues e o nazismo, para não ir a outros exemplos menos pudicos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Como sempre espera-se que alguém compreenda quem por tais vales e montanhas se arrebanha ou se perca, apenas a vida não é um ser, é tudo e todos, o que vemos e não vemos o que sentimos e não sentimos, como tal, cada qual tem na sua conduta e escala de valores os pilares de quem é, e isso é que importa verificar e reflectir sobre... pois cada um de nós é o único objecto da experiência que está a ter. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;O facto de hoje em dia as pessoas não darem valor ao amor (mas no entanto afirmarem que sim) e ao amoroso, só se deve à falta de transparência nas vidas de cada um. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Quem não quer compromissos e ser leal nunca amará e usará sempre uma emoção sentimental clonada aos que pensa que a/o amam, o que não é assim tão linear, pois como tudo, o amor é (uma emoção) dinâmica e um conceito difícil de descrever, tal como o sal que de tão simples, ninguém consegue descrever a emoção do seu sabor a não ser dizerem que está salgado ou não. Experimentem descrever ‘salgado’ tal como descrevem o sabor de outro qualquer alimento ou bebida?!. (escrever uma formula química ou física não descreve nada, apenas fixa a sua forma e conteúdo e no entanto estará sempre em evolução ou divagação)&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;As queixinhas são insuportáveis...quem as faz idem... quem por elas se fere idem. Mostrar quem somos define-nos e é monótono, hoje prefere-se quem saiba representar, mesmo que seja um ser medíocre (ou a passar uma fase exótica) embora amoroso no ‘roll’.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Logo eu sou monótono. E detesto telenovelas. E não gosto de telefonemas ... de mau gosto... nem de dia nem de noite, e gosto das cores incluindo os cinzentos e o imprescindível para todas as outras, o negro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Devia chegar amar sendo-se leal, mas também é monótono e objecto de desprezo, na maioria das vezes acaba-se aparentemente sozinho, ou não.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Eu tenho sorte pois o facto de ser um pobre contextual do planeta não invoca amizades interesseiras, e não estou sozinho...mas existe quem pense que está e isso é triste no meio de tanta solidariedade, amor, compaixão e hipocrisia generalizada onde também existem excepções exemplares... sem queixas nem queixinhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-3624348766329031581?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-04-23T15:21:43.479+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Manter algumas tradições</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/04/manter-algumas-tradicoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Mon, 12 Apr 2010 09:36:17 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-30759654632927971</guid><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Eu quero manter algumas tradições, ou seja sou um conservador , mas também desejo ver novos rebentos de possíveis outras...tradições. As que gostava de manter são entre muitas outras que não me virão à memória de momento, a generosidade genuína, o ‘fairplay’, o arrependimento por compreensão, a paixão pela descoberta, a honestidade, a ordem, a liberdade de expressão desde que não ordinária, os costumes locais desde que inseridos no senso comum, a tolerância para com a diferença, a aculturação dum povo, para não me alongar findo-me pela tradição do saber tirar partido da vida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Já, o que gostaria de ver rebentar como movimentos capazes de criar uma tradição ou várias, seriam, a Juventude exigente, a potência revolucionária, a cultura viva como ‘player’ global, a economia viva e aberta a todos, a banca ao serviço do desenvolvimento, a cultura de uma estratégia sempre dinâmica, a cultura da solidariedade sustentada no trabalho, a cultura da honestidade intelectual, a abolição das invejas através da transparência entre todos os elementos e conjuntos, e para não me alongar de novo a cultura de uma prática política de topo que quererá dizer das bases e não só das elites...mas também.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Tal como já escrevi inúmeras vezes tudo isto irá descambar numa cena que fará filmes e será mais um motor de inspirações cinematográficas que farão com que a Industria do cinema seja uma industria desde já tão eterna como eterna será a vida da humanidade, um paradoxo semântico, mas um facto só quebrado se acontecer uma catástrofe energética o que não só acabará com esta industria como com tudo o resto...enfim. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Ver televisão e atender às notícias sejam portuguesas ou do resto do mundo é um festim de tempo perdido salvo para todos os que seguem as diversas novelas em exposição...é tido como indispensável tal como o telemóvel, um ‘notebook’, um veiculo e já agora uma companheira ou companheiro nem que seja doutra raça já que de género tanto faz. O ter um trabalho facilita pois é o ónus da sobrevivência de um determinado estilo de vida que parece ser o único viável neste País, o que propicia a dependência de se viver aqui, seja em que trabalho for, mas não é esse o ‘mal’, o busílis da questão é o tipo de pagamento desses ditos trabalhos que na maioria dos casos são tão precários, mecanizados e desprovidos de tempero que ‘per si’ são desde logo temporários sendo que até já existe um exercito de pessoas que pulula de uns para os outros dependendo do euro a mais ou do aborrecimento a menos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Não saber de quase nada sobre o que se passa também é um exercício que só é possível a quem pode não a quem quer. Eu por exemplo se estivesse no meu barco a fazer pesca submarina ao largo da Sardenha ou em Guam não quereria saber de nada a não ser dos meus Pais e filhos. Já vivendo aqui é inevitável sendo-se um pobre ter que se saber o porquê dessa pobreza, depois porque é que aqui é assim e noutros imensos sítios não é.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Então a vida começa por ser uma mistura de adaptação à realidade mutável portuguesa sempre castrando mais um bocadinho a liberdade de movimentos dos pobres e dando subtilmente mais uns abonos e presentes a um grupo que coordena quase tudo o que tem a ver com dinheiro e poder, e o contexto individual de cada cidadão que não sabendo operar no Windows, falar Inglês, plantar batatas, e cozinhar, está aniquilado sumariamente. Este nunca será produtivo, poderá vir a ser testemunha de Jeová, ladrão de pacotilha, homeless, homossexual por conveniência, arrumador de viaturas com 100% de isenção de horário de trabalho, traficante do que seja...enfim, mais um que não aparece nas estatísticas, ficará no limbo já morto mas ainda sem saber, irá para um manicómio, prisão, lar, beco esconso, onde atingirá o ‘nirvana’ através do genuíno sofrimento físico e abnegação mental que é ser-se pobre e velho pobre neste país, ou melhor nesta nação que fará mil anos como conjunto de pessoas que sobreviveram a anos de história intrépida e corajosa apenas manchada aqui e ali por uma desumanidade atroz e a seguir por um voluntarismo solidário próprio de quem está habituado a levar primeiro e a olhar á volta e juntar-se depois. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Depois de uma experiência num desses trabalhos demolidores de talentos e personalidades, exploradores, no entanto confortáveis não havendo mais nada, fui visitar um lar de terceira idade subsidiado em grande parte por uma IPSS, num local muito bom, num prédio mau e com um ambiente a beco esconso para residentes em ‘terminus’ de ‘trip’. Ia eu ao lugar de cozinheiro, parece que o anterior não percebia bem do assunto e como era jovem estava de certeza a ver o Avillez por um canudo e pôs-se a andar. Não me aceitaram, ficaram um bocado atónitas (eram só Senhoras) com o currículo e com a minha vontade de não me importar de estar três meses a ganhar pouco mas a fazer boa comida para os ditos residentes...enfim. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Como tenho formação técnica em nutricionismo e microbiologia alimentar se calhar não acharam por bem eu ser afectado pelas condições endógenas?. O facto é que quando vivi no Japão visitei duas instituições para idosos, tudo porque a Fudji Nutrition School levou a ‘turma’ a visitar uma cozinha para residentes deste nível, e não para meu espanto mas alegria, havia na confecção de tudo naquela cozinha uma qualidade tão grande quanto eu tinha no meu restaurante. Os alimentos e a refeição são dos poucos prazeres que se podem anexar aos exercícios diários da vida de um ser na ‘golden age’. As suas mazelas analisadas individualmente e sem que cada um coma um prato diferenciado cada qual come uma determinada quantidade dos produtos constantes nos menus que foram desenhados por Chefes e Nutricionistas. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Não é mais caro por isso pois tal procedimento faz parte dum trabalho cívico que é pago normalmente por companhias de seguros ou as varias seguranças sociais de que desfrutam ou não, pois existe a possibilidade de um japonês não querer ser assistido nem na hora da morte, basta pedi-lo e fazê-lo em local discreto ou normalmente anónimo, antes passará se não fugir por um crivo de psicólogos e afins, mas a morte lá não é um assunto negativo é apenas um não assunto. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;É sim assunto como vivem os mais velhos e como estão a ser seguras e educadas as crianças. Nunca em mais parte alguma vi na prática tamanho respeito dos novos para com os mais velhos e a autoridade de se ser criança oferecida pelas próprias tradições de conduta dum povo. Não vou comparar seria um exercício penoso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Agora vou cozinhar, tem de ser...receitas, mais?, existem milhões na net, as minhas não se escrevem, são não receitas, mas não é não comida é muito acarinhada por quem gosta da ‘coisa’ bem equilibrada como tantos outros e outras fazem, uns melhor, outros bem dependendo do contexto...e sim, outros fazem não comida.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-30759654632927971?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-04-12T17:36:17.114+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Wild</title><link>http://lusitanusbrutus.blogspot.com/2010/03/wild.html</link><author>noreply@blogger.com (Filosofia da casa)</author><pubDate>Fri, 02 Apr 2010 12:52:50 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-9030583989617894952.post-12480477178513701</guid><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Tentar explicar o estado em que está esta terra, tornou-se de tal maneira óbvia que já não faz rir, preocupa quase todas as pessoas que tem consciência da realidade pratica no mundo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Estive num plano de formação duma grande empresa para a qual estava a concorrer a um lugar, não era para vender nada, o tema era técnico e apenas servia de front-office para alguma reclamação, informações e a fidelização das pessoas utilizadoras dos serviços em causa, qualquer coisa parecida com operador informático.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Os meus colegas que são desde arquitectos, antropólogos, gestores, engenheiros e depois pessoas com formação ou experiência de trabalho em vários ramos, vivemos todos com falta de dinheiro como é óbvio, também é óbvio que os factores e sobrevivência encareceram para níveis de economias ricas (que se contam pelos dedos de uma mão), como não se é vadio, estamos a fazer algo digno para alguém, ganha-se menos que ganhava um sapateiro antes do 25 de Abril, isso é garantido em termos relativos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Alias agora só ganha bem ou seja dignamente, 10% da população o que é vergonhoso aos olhos de quem vê tanta ostentação dessa riqueza de poucos e a comiseração enganosa como o Sistema filho da revolução e da amarga juventude democrática do País, que aniquila o resto das outras pessoas. Esses 10 % mandam em tudo, tudo vendem a todos empregam e tudo devem. É uma atitude basicamente desonesta não querer o mesmo bem para nós que para os outros, não existe ética no movimento, os valores estão sob ataque e a revolução congelou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Dêem os mesmos contextos fáceis aos pobres e irão ver o que é ser inteligente e fazer coisas novas, sim novas, porque as velhas boas podem ficar mas as que cheiram a mofo e teimosia vão acabar já que mais não seja pela extinção dos seus representantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;E o pior é que não existem sapateiros, o que numa crise é péssimo pois obriga o pessoal a ir comprar aos mercados paralelos que na crise fazem o seu melhor negócio sabendo-se que de ambas as maneiras são comerciantes pobres na sua maioria, mesmo ganhando dinheiro tem um estilo de vida onde a iletracia coopera, mas vivem sem estar arruinados e trabalham, não são empregados de call-centers, onde parecem todos uns tarados à espera de falar com alguém de assuntos que valem tanto como um chá, são explorados como se de gado se tratasse, e tal como tomar muito chá os danos colaterais existirão com certeza, ainda bem que existem estas ‘coisas’ criativas da parte de empresas que detêm um poder incrível sobre tudo &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;porque criam-se trabalhos, ou melhor o convite à nossa prostituição é feito de olhos na cara sem enganos, coberto pela lei e pelo profissionalismo do contexto, são poderosos, não existe contestação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Mas olho para o País e vejo os Arquitectos e outros Engenheiros, os que trabalham ! não fazer nada que valha verdadeiramente a pena, enfim haverá uns génios e muitos prostitutos (num sentido não ofensivo), ou então tem um gosto horrível, ou nunca viajaram a não ser para ver a Mona Lisa e o Vaticano, mais uma Ilha qualquer onde fizeram de conta que eram ricos durante quinze dias, mas não resolvem os problemas grosseiros em que vive um português normal que começa por se assumir como um habitante de vilas e cidades que irão dar uns dólares tipo aquelas cidades só para visitas a imitar o far-west Americano. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Os meus amigos arquitectos não tem culpa, alguns estarão em estruturas partidárias e políticas, mas não tem a força de um médico ou engenheiro, entretanto o urbanismo, limpeza, manutenção, ecologia, boas práticas, planeamentos baseados em meios capazes e disponíveis, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;as boas relações com os autarcas que querem &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;fazer boa obra e se aconselham a fundo com&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;este tipo de especialistas, não chega para fazer outra &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;obra e criar emprego digno, tal não existe... mas existe a presunção de muitos e bons projectos, afinal...? Portanto o País está congelado nos ossos, entretanto as ideias abundam e são esquecidas. Só quando indexados a grandes corporações tem hipóteses.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;E é na política que reside o desnorte e a desonestidade intelectual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Depois aquela paranóia com o turismo aqui e ali que será a nossa salvação...??!! mas o quê? E o resto do planeta e os low-costs e os outros todos estão a dormir?...e são lugares sem meios e mais feios que o nosso belo cadinho...ora bolas!?. Viagem sem ser como turistas, mas como cidadãos curiosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Porque eu também gosto de Turismo no Alentejo na Beira em todo o lado, apenas tal como digo os habitantes que fundamentam a existência dos sítios são formados por clubes de tesos, endividados, deprimidos, neuróticos e prontos a irem eles próprios para o Governo (se fosse possível) e fazerem sem grande esforço muito melhor que toda esta equipa de crânios submissos dum sistema caduco que nos vai fazer cair a todos, os que vivem bem incluídos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Também não precisamos de outras profissões, ou porque se vestem à punk ou porque são religiosos&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;de mais, ou porque são doutro País, não existem ‘quoruns’, enfim para&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;professores não vão, porque isso nesta terra só convida aos convictos mesmo desse talento como obsessivo, qualquer pessoa normal nunca faria esse sacrifício sabendo da responsabilidade, doutra maneira é&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;um inconsciente e eu não acredito em professores inconscientes, apenas nos talentosos, só que vão sobrar poucos e por fim irão todos ser professores a 550 euros por mês e com seguro de vida de 10.000, porque o ‘corpo’ dos alunos vem duma destruturação social evidente e mesmo quem tem os meios para educar estruturalmente, vai ter de mascarar e até fugir da realidade pois é um cenário onde quem gosta do que é bom e bem feito não se compromete nem se envolve, e os outros que tentam o melhor que sabem copiar modelos estruturados, fugirão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Ainda por cima estamos nas mãos dos políticos que se baseiam em partidos que são aberrantes quanto à história pois só fizeram porcaria pelo menos os da esquerda, os de direita ainda não lhes deram tempo para governar, se o fizerem mal irão para a rua nem que demore 10 anos, tal como estes deviam ir sem artes circenses da tradição bacoca das nossas transições, ou é à ‘tia’ ou é à bruta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Não se entende como ainda não fui contactado por um grupo radical para fazer uns estragos de tal maneira fatais que obriguem as pessoas a acordar, realmente estou atónito com a mansidão da juventude e principalmente do poder militar que desde o 28 de Setembro tomou a iniciativa de abrir a democracia, tal é necessário de novo só que sem cravos, intimidando mesmo em nome de todo um povo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Será fratricida, será? Penso que depois haverá união se por cima dos cadáveres dos que tombarem se a tal se chegar, depois todas as guerras são fratricidas, não somos todos irmãos ?, ou deixaram catolicismo na gaveta junto com as queixas de crimes hediondos?.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;O Prof. Doc. Marcelo para primeiro-ministro?, está tudo doido, mas porquê? Nunca vi este Senhor gerir nada a não ser a sua imagem e com sucesso merecido, mas três níveis acima do Sócrates, isso é um adiamento do fim. Tem de se mudar a base da democracia, as base dos partidos, e acabar com a elite, não destruindo-a o que será uma missão impossível nos dias que correm e ainda bem, façam é muitas elites, muitas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Chamem os homens duros e sérios, chamem o Medina Carreira e ele que fale com os estrangeiros, a ele tem-lhe respeito além de que não pertence a grupo erudito de prisioneiros anti-facistas nem quis fazer Gulags nem é membro secreto&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;de nenhum grupo financeiro neo-nazi. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;O PEC é a prova que a nata que deve ser banida é vergonhosa em termos intelectuais e práticos. A Europa está lá mas é fraca como o são os seus líderes, existe falta de uma liderança capaz, peçam à rainha de Inglaterra que fale com a China com a Rússia com todos. Não podemos é ter um grupo de empresários doentiamente ricos a mandar nisto. Isso é a guerra, seja amanhã ou daqui a vinte anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Enfim uma vergonha. O Alberto João que eu gostava que fosse primeiro-ministro diz que o PSD é um saco de gatos e diz verdade, mas todo o País está assim, ele também...ou só eu é que vejo, leio e ouço estas coisas que acontecem realmente?, mas eu sou um animal prestes a ser cliente do banco alimentar contra a fome, mas tenho suficiente inteligência para com outros abanar isto de tal maneira que pelo menos mude para melhor. Falem, o secretismo fala-se numa tasca, a ‘omerta’ é o plano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;E a Nato não diz nada? Sobre a Grécia, sobre nós? Para que serve o dinheirão que custa a Nato? Tem medo dos Chineses? Eles já aí estão e entraram de mansinho, já não há nada a fazer, o quê? Vão criar uma guerra nuclear? Com os tomates que tem demonstrado na economia e políticas, nem empurrados...por isso, fora, corja de inteligentes eruditos,... cobardes!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;...se descesse à terra D. Afonso Henriques não havia cabeça que falhasse nesta nova corte de parolos armados em ricos europeus, o Eça ia ter uma apoplexia ao ver isto tudo cheio de bisnetos do Jacinto, o Camões mijava-se a rir visto descender do bravo D. Afonso o inventor desta terra e na analogia do que já era nos seus tempos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;O primeiro, suou as estopinhas para fazer uma nação com cabeça, tronco e membros, agora já só temos tronco, andamos numa tábua com rodinhas e de mão estendida a babar ainda da trombose que se tem todos os dias, lá está o vizinho a aparar o pingo, mas estão tão ‘podridos’ como nós, mesmo assim vive-se muito melhor lá, mesmo no ‘paro’. É outra ambição e outra liberdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Portugal está adiado, dizem no linkedIn, claro quadros que ganham&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;uns trocos&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;em comparação com o vazio da maioria, que seria bom motivarmo-nos a empreender em Portugal nas mais diversas plataformas. São além de românticos filhos do contexto que lhes é agradável, mas nem tudo é assim embora vislumbre algum senso comum e boa vontade nestas opiniões e vontades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Apenas na prática tudo esbarra nos mesmos obstáculos de sempre além de sabermos que os mercados&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;estão em retracção, quem investirá aqui com políticos assim?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Os portugueses que estão estruturados cá e geram riqueza são poucos, teria que haver o triplo no mínimo, como fazer?, atribuir ferramentas e meios em projectos simples, médios e complexos, ou acham que só apostando nos complexos se safam, não, é o contrário, a esse nível temos não uma competição mas sim uma tutela, não queiram comparar a nossa vanguarda cientifica com alguns sucessos seculares com os motores de tudo, US, Alemanha, Japão, China. E depois so on and so on.... até chegarmos nós com a Via verde, o software das ATM’s e muito mais coisas, pequenas coisas porque não fazemos delas grandes, não temos essa ambição, é pena. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Dizem que é por falta de dinheiro, nessa eu não caio, com idmenizações de milhões e banqueiros a queixarem-se que 400 milhões é pouco de lucro, realmente só com uma ‘nuc’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Se&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;existisse uma Europa podíamos fazer frente aos produtos chineses, tudo se negoceia, é preciso é que ganhem ambos, mas Europa? Ou Europa, US e ainda o FMI?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Nós somos um contribuinte liquido desta Europa que mais do que a obrigação sua, tem como ‘mandato’ resolver ‘federativamente’ os problemas ‘regionais’.!?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;E depois são empresas de ‘rating’ que nos monitorizam? E nós a eles?. Embora as suas previsões fossem o empurrão para o abismo mesmo assim&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;espero que agora sejam mais realistas, mas eu não posso confiar em alguém que protege interesses que são nossos credores, uma vergonha... perguntem a um economista ou fiscalista de fibra, não se pode fazer economia quando as finanças estão em constante ebulição e não é fruto do acaso pois existem muitos a perderem mas os que ganham a sério são sempre os mesmos, e no caso vertente duvido que existam portugueses só se for indirectamente, os negócios estratégicos privados que tutelam os estados são lapas muito lapas e só por isso não me merecem crédito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Não, não é mais uma teoria da conspiração, basta ir comprar &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;pão e ler os jornais, depois fica-se teso para a bica...mas pronto antes a informação por agora, lá chegará o tempo em que este tipo de informação já não existirá pois a telenovela se acabou, só espero que seja no meu tempo... pois ainda me apetece a bica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Não é preciso ser MBA de coisa alguma para se perceber que o micro-crédito é imprescindível e que os lucros fabulosos das empresas publico-privadas sejam distribuídos pelo estado-social e não pelos accionistas...estamos em crise e em crise quem arriscou dançou, senão isto não é um jogo político económico é uma carnificina social e mais um renascimento económico viciado, ou não... Já ouvi belíssimas soluções no uso do dinheiro publico...mas ninguém lhes liga, existem mais corruptos que honestos, é o que parece. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;O PSD sozinho não tem capacidade para dar a volta por cima, vai ser mais rigoroso mas vai dar de comer à sua clientela e isso é evidente nos dois grandes partidos, primeiro estão os seus círculos quase lobystas depois o ‘próximo’. Não se trata só de virtuais cenários de como estará o País no futuro, é no hoje e agora que se vive ou morre, os projectos a longo prazo ou médio tem de ser estratégicos&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e unanimes nas suas necessidades, o que&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;não se pode é praticar o altruísmo para uns e o acesso ao capital a outros pois uma coisa não é independente da outra e deve até ser vista sob o mesmo olhar colectivo e não partidário. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;               &lt;/span&gt;Enfim..., é algo que nos põe irritados, pois podia ser uma alternativa filosoficamente e politicamente capaz, alavancadora da economia, potenciando a criação de sustentabilidades micro económicas que absorvam&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;alguma percentagem do desemprego e motivem ao empreendedorismo. Um ‘hub’ das boas ideias sustentáveis vindas de todos os sectores...mas nós sabemos que o ‘mainstream’ dos interesses passa por aqui também. Não quero afirmar com isto, que nunca haverá interesses, claro que haverá, tem é que ser escrutinados e regulados, os grandes projectos e industrializações que podem acolher milhares ou centenas de pessoas com capacidade e saúde para trabalhar tem que&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;ser desenhados sob o paradigma do ‘lucro’ versus ‘cultura de empresa’ nippon style. Nós andamos às voltas com inúmeros modelos de gestão, uma selva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Direitos adquiridos por mérito e à partida todos com as mesmas oportunidades, obviamente tirando aquela parte de uma eleite contextual ou dinástica que sobrevive por cima dos problemas ‘du terroir’, sem sequer se aperceber deles, disso tenho a certeza, olham para o lado e só tem paciência para ver o que lhes conforta o status, de resto vivem noutro planeta quase literalmente, não se pode contar com eles, não são em nada nem nas suas fortunas, parecidos com o Bill Gates que dentre outros factores que o impelem a tal, é uma ignição de movimentos de solidariedade e desenvolvimento do conhecimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;O Empresário português ‘cromo’ tem três casas se é que não tem cinco ou doze, ostenta sem pudor, é deselegante como exemplo e como trabalhador é uma miséria mesmo que passe 24 horas num dos locais privilegiados de trabalho sua pertença, tal dá-se pelo facto de orientar pessoas com muito mais capacidades que ele próprio cheio de mba’s, certificados de marketing, gestão e etc, mas sem criatividade nenhuma nem apto a liderar pessoas inteligentes. Esta gente que por vias sabe-se lá do quê julga que está onde está por mérito, ou talvez ‘pela mão de Deus’ ?, enganam-se, tal acontece numa percentagem mínima e destes quase todos mais tarde ou mais cedo dão o salto para sociedades mais motivadoras e esclarecidas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Estes que por aqui pululam tirando as honrosas excepções se fossem com as mesmas práticas para qualquer País sustentável eram cilindrados pela civilização, educação e agressividade dos mercados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;E não, não acho que os outros são melhores do que nós, a grande maioria é mesmo pior, mas o mal dos outros é o consolo dos tontos, eu queria era lutar para ter um nível de vida como o Japão ou a Nova Zelândia nossa antípoda, ou a Suíça. Os sistemas nórdicos não são para mim exemplo a não ser em técnica e civismo porque o seu desenho social parte de sociedades sem fracturas em temas profundos além de terem todos um bom nível de vida desde sempre, ajudando a isso o clima,  tirando os ‘gaps’ das guerras que os tornaram na reconstrução ainda mais fortes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;Essa do espírito de emigrante é coisa que esta nova gente não tem, e ainda bem, integram-se porque estão ao mesmo nível dos seus pares e não numa posição intelectualmente subserviente, ao contrário da emigração ‘comercial’ de necessidade que tem todo o valor mas não se integra, vem depois para a sua ‘terra’ por saudade (pudera) investir na maioria dos casos em disparates ou encherem-se num cluster qualquer de interesses mútuos ou serem enganados até à resignação de pelo menos morrerem no seio dos ‘seus’. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;O brainware que de cá sai é o maior valor perdido a que estamos a assistir, tal como o Prof Medina Carreira a quem admiro desde o 25 de Abril, sou levado a concluir que quem cá fica&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e quer ir para um partido é para se resolver e não com espírito de serviço publico de alta voltagem onde a coragem e liderança motivadora não faltem, não é a disciplina sem liberdade de espírito critico extrovertido, isso é da natureza do contexto, pois as sociedades democráticas são dinâmicas e não escapam a esta lei de ‘murphy’, são precisas pessoas competentes politicamente para poderem orientar estrategicamente os especialistas da técnica do desenvolvimento que tem de sentir lógica e sustentação nessas estratégias nos diferentes sectores e por sua vez poderem transmitir essa sinergia à fundação de qualquer empreendimento que são as pessoas. É um Portugal ‘Wild’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="Myriad Web Pro&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:11.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9030583989617894952-12480477178513701?l=lusitanusbrutus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-04-02T20:52:50.702+01:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

