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Hermann Hesse</description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (ॐ Patrícia Melo)</managingEditor><lastBuildDate>Sat, 28 Jan 2012 03:17:41 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1165</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">3</openSearch:itemsPerPage><feedburner:info uri="luzdaalma" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><feedburner:emailServiceId>LuzDaAlma</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>PRANA SEGUNDO RAMACHARAKA</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuzDaAlma/~3/-7wYudW4irM/prana-segundo-ramacharaka.html</link><category>YOGA</category><category>Pranayama</category><author>noreply@blogger.com (ॐ Patrícia Melo)</author><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:08:24 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-297202497417041438.post-425245640199257024</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-y2ySTW8GzLQ/Tx8PmWd5poI/AAAAAAAAFV8/IVnLl0-IkS8/s1600/guardador_de_rebanhos_rarindra_prakarsa_photo_net.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="263" src="http://3.bp.blogspot.com/-y2ySTW8GzLQ/Tx8PmWd5poI/AAAAAAAAFV8/IVnLl0-IkS8/s400/guardador_de_rebanhos_rarindra_prakarsa_photo_net.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&amp;nbsp;Rarindra Prakarsa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;" (...)&amp;nbsp; 'Prana', termo sânscrito que significa 'Energia Absoluta'. Muitos eruditos em esoterismo ensinam que o princípio denominado 'Prana' pelos hindus é o princípio universal de energia ou força, e que toda energia ou força deriva deste princípio, ou melhor, é uma forma particular da manifestação deste princípio... Podemos considerá-lo como o princípio ativo de vida Força Vital, se assim lhes agrada. Ele é encontrado em todas as formas de vida, desde a ameba até o homem desde a forma mais elementar de vida vegetal à mais elevada forma de vida animal. 'Prana' é onipresente. Encontra-se em todas as coisas que têm vida, e como a filosofia ocultista ensina que a vida reside em todas as coisas, em cada átomo e que a aparente falta de vida de algumas coisas é só um grau inferior de manifestação, podemos admitir este ensinamento de que o 'Prana' está em todas as partes e em todas as coisas. Não se deve confundir o 'Prana' com o Ego, esse fragmento de espírito divino que há em toda alma, em volta do qual se agrupa a matéria e energia. 'Prana' é meramente uma forma de energia utilizada pelo Ego, em sua manifestação material. Quando o Ego abandona o corpo, não estando mais o 'Prana' controlado pelo Ego, só responde aos mandados dos átomos individuais ou grupos de átomos, que formam o corpo, e quando o corpo se desintegra e se dissolve em seus elementos originais, cada átomo leva consigo suficiente 'Prana' para permitir-lhe formar novas combinações, e o 'Prana' não utilizado volta ao grande depósito universal do qual originou. Enquanto o Ego controla, existe coesão, e os átomos mantêm-se unidos pela Vontade do Ego. "'Prana' é o nome com que se designa um princípio universal, a essência de todo movimento, força ou energia, que se manifesta na gravidade, na eletricidade, na revolução dos planetas ou em todas as formas de vida, desde a mais elevada até a mais baixa. Podemos chamá-lo a alma da Força e da Energia, em todas as suas formas; o princípio que, operando de certo modo, produz a forma de atividade que acompanha a vida".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Ramacharaka, in&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;A alma e o seu mecanismo, de Alice Bailey&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/297202497417041438-425245640199257024?l=padmashanti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuzDaAlma/~4/-7wYudW4irM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-24T18:08:24.245-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-y2ySTW8GzLQ/Tx8PmWd5poI/AAAAAAAAFV8/IVnLl0-IkS8/s72-c/guardador_de_rebanhos_rarindra_prakarsa_photo_net.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://padmashanti.blogspot.com/2012/01/prana-segundo-ramacharaka.html</feedburner:origLink></item><item><title>A DOENÇA COMO LINGUAGEM DA ALMA</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuzDaAlma/~3/zVxEpn3b3J0/doenca-como-linguagem-da-alma.html</link><category>corpo-mente</category><category>Doença</category><author>noreply@blogger.com (ॐ Patrícia Melo)</author><pubDate>Sat, 21 Jan 2012 03:56:55 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-297202497417041438.post-3404851074571688431</guid><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7algYNb4JUA/Txqnw_pnTvI/AAAAAAAAFVo/9R9by6NErMU/s1600/Ascension.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="296" src="http://3.bp.blogspot.com/-7algYNb4JUA/Txqnw_pnTvI/AAAAAAAAFVo/9R9by6NErMU/s400/Ascension.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://www.lesliemaconvisionaryart.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;Leslie Macon&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Como microcosmos (ser humano), somos uma reprodução do macrocosmos (mundo) e trazemos em nós todas as imagens desse mundo. Quando esquecemos isso, elas mergulham cada vez mais profundamente no inconsciente e a formação se degenera em uma torrente de informações a cuja altura não estamos, mesmo com nosso intelecto altamente treinado. Até mesmo na palavra informação esconde-se ainda a forma, o padrão, e mostra quão profundamente estamos ligados a esse aspecto da realidade. As imagens são o alimento da alma, sem esse alimento nossas almas morrem de fome.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;As imagens das doenças, os sintomas, também são alimento da alma, e muito melhores que quaisquer imagens. (...) Seria muito bonito se a compreensão racional fosse suficiente e fosse possível curar-se através da leitura e da compreensão de padrões. Segundo todas as experiências, isso é a exceção. A compreensão precisa levar a "agarrar" e tocar a alma e dar acesso ao mundo dos sentimentos e das sensações. Quando, ao final de A Doença como Caminho, dizemos que contemplar e conhecer é suficiente, estamos nos referindo com isso a um conhecimento no sentido bíblico, uma admissão de si mesmo no sentido mais profundo. Abraão conheceu Sara, e o resultado ainda assim foi Isaac.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Portanto, a compreensão intelectual como primeiro passo não deixa de ser importante, ela só não é suficiente. A admissão do próprio mundo de imagens&amp;nbsp; poderia ser um segundo passo nessa direção. Viagens imaginárias feitas com a ajuda de música para a meditação e imagens verbais vão mais fundo que excursões intelectuais. Quando a leitura de um livro já é perigosa para velhas posturas e preconceitos, excursões nas asas das imagens interiores, conseqüentemente, contêm experiências e perigos mais profundos para velhos modos de comportamento e de doença. As viagens no sentido do substituto aqui representado levam muitas vezes a âmbitos que freqüentemente permaneciam estranhos e fechados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Não se pode certamente dizer que viajar é algo inofensivo. Mas não viajar é muito mais perigoso que viajar. Quem aprendeu a conhecer o mundo externo viajando também precisou enfrentar perigos. Caso ele, ao contrário, tivesse permanecido por toda a vida em sua cidade natal, teria evitado esses perigos, mas em compensação estaria muito mais vulnerável em relação ao desconhecido. Reconhecidamente, as viagens formam e, com isso, alimentam a alma com imagens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Algo análogo ocorre com nossas viagens interiores. O mundo interno modifica-se tão pouco por ser conhecido como o externo. Mas ambos deixam de ser ameaçadores, porque todo perigo conhecido amedronta menos. Em última instância, com os sintomas não se trata de uma modificação das coisas em si, dos temas e dos conteúdos das doenças, mas de mudar a maneira de ver. A tarefa de aprendizado e também o padrão permanecem os mesmos, mas faz uma grande diferença se esse padrão é extraditado para o plano físico em um círculo vicioso ou vive livremente em um plano liberado. Quem escuta sua voz interior pode também com isso ouvir coisas pouco elogiosas a seu respeito. Visto dessa maneira, a curto prazo é mais agradável não escutá-la. Mas ignorá-la é perigoso a longo prazo, pois quando a voz interior se torna repentinamente alta após ter sido negligenciada por muito tempo, já é tarde. Na maioria das vezes, o psiquiatra consultado não a escutará e dificilmente lhe atribuirá algum significado, mas tentará bloqueá-la com armas químicas. A experiência diz que faz mais sentido aprender a conhecer o mundo interior a tempo e com calma que sob pressão longamente acumulada. O relacionamento com o corpo corresponde ao relacionamento com a alma. A ignorância e a repressão são mais cômodas a curto prazo, mas a longo prazo é mais saudável atrever-se a confrontar as imagens internas e crescer, em vez de pressionar. Os dois tipos de medicina e também de psicologia têm suas vantagens: a medicina e a psicologia acadêmicas têm por objetivo a prosperidade a curto prazo, pondo de lado a cura, enquanto a medicina e terapia interpretativas colocam o bem-estar em segundo plano e buscam a cura a longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Antigamente viajava-se menos pelo mundo exterior, e quando se viajava, tratava-se na maioria das vezes de peregrinações, que ligavam o mundo externo com o interno. A tendência de empreender viagens externas sem relação com viagens anímicas internas é relativamente nova e dá uma impressão peculiar a um olhar mais atento. Viagens culturais, que absolutamente não estão interessadas no culto, flutuam no ar de maneira tão estranha como as viagens de formação, que evitam estabelecer contato com as imagens interiores. Elas poderiam ser facilmente substituídas por filmes culturais. As chamadas viagens de restabelecimento, consideradas do ponto de vista médico, são em sua maioria um escárnio à saúde. Essa miséria das viagens chegou até aos organizadores: estão sendo desenvolvidos constantemente novos conceitos que, na medida em que lhes falta a relação com viagens interiores, são logo novamente descartados. Viagens de aventura podem ser mais eletrizantes que as que se faz para tomar banho de sol, mas as verdadeiras aventuras são sempre internas; na melhor das hipóteses, elas também o são externamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Em épocas antigas, a viagem do herói era um caminho interior que unicamente se refletia no exterior. Viagens rumo às próprias tarefas de aprendizado, tais como elas se refletem nas paisagens internas dos quadros de sintomas, são as verdadeiras viagens heróicas. Elas com freqüência não são especialmente agradáveis e nunca belas, às vezes elas exigem muita coragem, mas elas são sempre recompensadoras. Tal como foi descrito no primeiro volume, um guia pode ser útil em viagens longas, e às vezes ele é necessário. Em nossa época, esses guias se chamam psicoterapeutas. Eles existiram em todas as épocas, só que antes, quando os seres humanos viviam por si mesmos nos mundos de imagens de seus mitos e contos de fadas e confiavam em sua fantasia, eles tinham outros nomes e menos trabalho. Isso não estava tão relacionado com intervenções em crises agudas, mas sim com a indicação do caminho e o acompanhamento àquele outro mundo interno que está sempre lá e que nos espera. Quando não tomamos qualquer medida para nos aproximar-nos dele, ele vem ao nosso encontro e nos faz sinais sob a forma de sintomas e de quadros de doenças completos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Quando vemos e utilizamos as oportunidades contidas nos sintomas, nossa vida não se torna necessariamente mais fácil, mas nós nos tornamos mais conscientes da responsabilidade e também mais ricos. Cada erro se transforma em possibilidade de crescer a partir dele, já que acrescenta algo à nossa vida que faltava até então. Portanto, a valoração poderia dar uma volta de 180 graus: em vez de afastar os problemas ou esquivar-se deles, é uma alegria ir a seu encontro e descobrir as possibilidades que neles se ocultam. Nesse sentido, as perguntas levantadas em cada capítulo podem tornar-se o fundamento de uma meditação pessoal, em uma viagem ao mundo dos símbolos da própria problemática. O que temos a perder? O tempo de vida abre-se diante de nós como um vasto campo de possibilidades. Tudo é possível quando aceitamos o desafio da vida não somente no sentido externo, mas também no interno. Uma vida externamente agressiva com coragem em relação às próprias possibilidades pode contribuir para o desenvolvimento, uma vida interior corajosa pode levar o desenvolvimento ao objetivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;As mais diversas religiões fazem referência ao caminho que passa pelo mundo interior, e em nosso âmbito cultural a doutrina cristã dá indicações inequívocas a esse respeito. Com o dito já citado: "Seja quente ou frio, o morno eu cuspirei!", Cristo aconselha a que se ouse até os extremos, advertindo ao mesmo tempo contra os compromissos mornos e falsos. Caso esse caminho, o da viagem heróica, seja conquistado, passa a ser finalmente válida aquela outra sentença: "Se alguém golpear sua face esquerda, ofereça-lhe a direita". O homem auto-realizado, que encontrou o centro entre os pólos e o centro em si mesmo, não avalia mais e sabe no fundo de seu coração que tudo o que distribui volta para ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Em última instância, toda terapia que merece esse nome pode ser resumida naquele que é talvez o mais importante dito de Cristo: "Ama teus inimigos". Jamais se poderá dizer mais sobre as terapias, nem descrevê-las de maneira mais breve e concisa. Nós hoje temos a tendência de descrever a mesma coisa de maneira mais moderna e mais complicada: "Aceite de volta suas projeções". Pois tudo o que nos falta para a cura está em nossa sombra, e como lá não o podemos nem queremos ver, nós o projetamos sobre superfícies de projeção. Nossos inimigos são superfícies externas de projeção que refletem para nós aquilo que não podemos suportar em nós e que por isso mesmo detestamos nos outros. Os sintomas das doenças são inimigos internos para a maioria das pessoas. O próprio corpo transforma-se em superfície de projeção das facetas de que não gostamos. Quando conseguimos amar os inimigos externos e internos, o resultado é a cura. E nós o conseguiremos tanto mais facilmente quanto mais estivermos em condições de reconhecer a doença como linguagem da alma. Então, o que temos é a doença como caminho. Este não é novo nem complicado, ele é tão atemporal, tão simples e tão exigente como as eternas palavras: AMA TEUS INIMIGOS.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Rudger Dahlke, in&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: blue;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;A doença como linguagem da alma&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/297202497417041438-3404851074571688431?l=padmashanti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuzDaAlma/~4/zVxEpn3b3J0" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-21T09:56:55.393-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-7algYNb4JUA/Txqnw_pnTvI/AAAAAAAAFVo/9R9by6NErMU/s72-c/Ascension.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://padmashanti.blogspot.com/2012/01/doenca-como-linguagem-da-alma.html</feedburner:origLink></item><item><title>AS DOENÇAS DO PONTO DE VISTA ESOTÉRICO</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/LuzDaAlma/~3/_ol5N-vDQOI/as-doencas-do-ponto-de-vista-esoterico.html</link><category>corpo-mente</category><category>Doença</category><category>Angela Maria La Sala Batá</category><author>noreply@blogger.com (ॐ Patrícia Melo)</author><pubDate>Sat, 21 Jan 2012 03:58:10 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-297202497417041438.post-1118478840518919268</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Xpxza_dvwjI/Txa_UVafUYI/AAAAAAAAFVg/GtVq4digJFk/s1600/Victoria+Christian.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-Xpxza_dvwjI/Txa_UVafUYI/AAAAAAAAFVg/GtVq4digJFk/s400/Victoria+Christian.jpg" width="287" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Victoria Christian&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #274e13;"&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Do ponto de vista esotérico, as doenças, conforme já mencionamos, se devem a um estado de desarmonia e desequilíbrio entre "vida e forma", isto é, entre o Si, que é o Verdadeiro Homem, e os seus veículos de expressão. Isso produz um desarranjo na sincronia vibratória entre as energias dos vários níveis psíquicos do homem. Isso, no entanto, é inevitável, visto que o homem não tem consciência de sua verdadeira essência e, portanto, não se identifica com os veículos e é "vivido" pelas energias ao invés de vivê-las e usá-las conscientemente. Ele é como um robô, uma máquina, vítima de impulsos, desejos e exigências que provêm de sua natureza inferior, aos quais, portanto, está condicionado. Semelhante ponto de vista do esoterismo concorda, de certa forma, com o da psicanálise, que afirma que o homem é vítima e sucumbe às instâncias que provêm do inconsciente até o momento em que ele toma consciência das&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;camadas profundas de seu ser e se auto-realiza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;A via do progresso interior e da busca da harmonia,segundo um ponto de vista psicológico ou mesmo espiritual, é a do desenvolvimento da consciência. Em outras palavras, é sair do estado passivo, condicionado e inconsciente de identificação com o eu superficial e ilusório para chegar ao estado de plena consciência, reencontrando-se autêntica do próprio ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;A doença&amp;nbsp; é, portanto, um dos efeitos inevitáveis do nosso estado de inconsciência e limitação, mas ela também é útil, visto que nos indica e nos revela os erros e as deficiências que se encontram em nós. Este é um aspecto extremamente importante do mal, aspecto que não deve ser deixado de lado. De fato, a doença esconde uma "mensagem" que deve ser decifrada, já que, dependendo do órgão ou da função atingidos, há um problema específico, um&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;conflito diferente, uma anomalia específica que deve ser localizada. Há, por assim dizer, uma "linguagem dos órgãos", um simbolismo que se deve interpretar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Além disso, a doença, por seus efeitos, é purificatória e evolutiva, pois, uma vez resolvida, o conflito que a originou desaparece, e as energias mal dirigidas ou bloqueadas são canalizadas na direção certa, mesmo que temporariamente. De fato, poderia suceder uma recaída se tornássemos a cometer o mesmo erro ou não conseguíssemos dar um passo definitivo na direção de uma maior consciência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;O conceito básico que devemos sempre levar em consideração é o de que o homem é um agregado de energias de diferentes níveis vibratórios. Os veículos do homem, conforme já dissemos, são campos de energia utilizados pelo Si para fazer experiências sobre os vários níveis da manifestação. O Si representa o centro estivei e firme em torno do qual "giram" os corpos sutis. O homem deve, portanto, encontrar um equilíbrio e uma harmonia entre as várias energias, e com isso fazer emergir este "centro" unificador. Levando em consideração este conceito básico de "energia", poderíamos formular esta lei: "Todas as doenças derivam da utilização errônea das energias que se encontram em nós".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;O erro na utilização das energias pode se verificar em qualquer um dos veículos: no corpo etéreo (contrapartida vital do físico denso), no corpo astral (veículo das emoções) ou no corpo mental. Todavia, as causas mais freqüentes localizam-se no corpo astral, que na humanidade média é o mais desenvolvido e o mais utilizado, sendo nele, portanto, que se geram os problemas e erros mais freqüentes. Geralmente, a humanidade é movida pelo desejo e pelas emoções, reagindo emocionalmente, antes de mais nada, aos eventos. Por esta razão, o&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;corpo é sempre agitado pelas emoções, perturbado e congestionado. Ansiedade, medo, paixões, desejos desordenados mantêm sempre em movimento as vibrações da natureza emocional do homem e se comunicam com o corpo físico denso através do corpo etéreo, e, como o centro de expressão das emoções no corpo etéreo é o "plexo solar", as perturbações que dele derivam interessam sobretudo à área que circunda o plexo solar, isto é, o aparelho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;gastrintestinal. Sublinhamos as palavras ''através do corpo etéreo" porque são muito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;importantes. Elas nos indicam por que via se dá a relação entre corpo emotivo e corpo físico, e mais adiante veremos que esta via, que é o corpo etéreo, é extremamente importante. A relação entre Alma e corpo, entre Espírito e matéria se torna possível pelo corpo etéreo, que com as suas correntes de energia (nadis) e os seus centros corresponde exatamente ao sistema nervoso. Sabe-se que os estados emotivos são estreitamente relacionados no&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;sistema nervoso, sobretudo o vegetativo; existe até mesmo um ramo da medicina que estuda a relação entre as emoções e o sistema nervoso: a psicofisiologia. A essa altura, é útil procedermos a um rápido exame de alguns dos pontos de vista da medicina psicossomática sobre os distúrbios derivados dos estados emotivos desordenados e agitados. De acordo com Alexander, os estados emotivos têm grande influência sobre as funções vegetativas e podem provocar distúrbios, os quais se dividem em duas categorias principais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;1. Distúrbios que derivam de inibição da função do simpático.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;2.Distúrbios que derivam de uma ativação desnecessária do parassimpático.&amp;nbsp; Sabe-se que as funções das duas partes do sistema nervoso vegetativo são respectivamente as seguintes: o simpático harmoniza as funções vegetativas internas com a atividade externa e prepara, portanto, o organismo para a luta, a fuga, a defesa etc. Ao fazer isso, inibe todos os processos anabólicos (por exemplo, a atividade gastrintestinal) e estimula a atividade cardíaca e&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;pulmonar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;O parassimpático, ao contrário, rege a conservação e o acúmulo, isto é, os processos anabólicos (por exemplo, processos digestivos, o acúmulo de açúcar de reserva no fígado etc).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;O simpático e o parassimpático, portanto, têm funções antagônicas que deveriam, no entanto, integrar-se e harmonizar-se reciprocamente, pois contribuem para manter o equilíbrio entre vida exterior e interior. Em certo sentido, o simpático corresponde ao estado de vigília (e, portanto, ao consciente) e o parassimpático ao estado de sono (isto é, ao inconsciente).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Na verdade, até mesmo entre consciente e inconsciente há antagonismo, pois eles representam os dois pólos opostos da vida psíquica, os quais, porém, contribuem para manter o equilíbrio psicológico do homem. Freqüentemente, porém, tal equilíbrio é perturbado por situações conflituosas, por estados de imaturidade, por complexos e repressões, por situações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;de estafa, a ponto de o estado emotivo ressentir-se disso e, conseqüentemente, também o sistema nervoso, do que geralmente derivam doenças psicossomáticas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Sempre segundo Alexander, os mencionados distúrbios da função do simpático verificam-se quando ocorre uma situação de emergência na vida de um indivíduo, o que coloca o simpático em ação. As batidas cardíacas se aceleram, a respiração torna-se mais rápida, os músculos se tencionam como se preparando para uma luta etc. Às vezes, porém, quando se verifica a atrofia do instinto de auto-afirmação, a preparação esboçada não chega a se exteriorizar. O organismo, caso este fato se repetir várias vezes, danificar-se-á com o tempo (distúrbios cardíacos, hipertensão, etc), pois não há um alívio para o estado de tensão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Os distúrbios do parassimpático, ao contrário, verificam-se quando o indivíduo, ao invés de enfrentar a emergência com o preparo para a luta e para a atividade, sente impulso de pedir ajuda e proteção, agindo como quando era criança. Instaura-se nele uma regressão emotiva para um estado de dependência. Em outras palavras, ao invés de ativar o simpático, que rege as&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;relações com o meio ambiente, ativa-se o parassimpático, que tem uma função interna puramente vegetativa. É, portanto, um retrair-se do problema atual, quase uma volta à infância, e isto provoca distúrbios gastrintestinais (diarréia, colite, dispepsia, etc). Tal reação é chamada "síndrome regressiva". Tais interpretações da medicina psicossomática são muito interessantes, pois nos confirmam o fato de que, analisando-se os nossos distúrbios e mal-estares físicos e remontando às causas psíquicas que os produziram, poderíamos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;ser ajudados no conhecimento de nós mesmos e tomar consciência das regiões ainda inconscientes da nossa psique. De fato, como vimos, os distúrbios acima descritos derivam de mecanismos de defesa ou de repressão que se instalaram no inconsciente e que acarretam "uma utilização incorreta das energias" e, portanto, originam eventuais doenças. Nos distúrbios em que se ativa o simpático e se produzem estados de tensão e preparação sem descarga, há uma congestão de energias. Ao contrário, nos distúrbios em que predomina o parassimpático e há uma recessão emotiva, produz-se uma inibição de energias. Estas duas palavras: congestão e inibição, sintetizam, de certa forma, todos os erros na utilização das energias. Portanto, segundo a medicina esotérica, devem ser sempre levadas em consideração e compreendidas em todas as suas implicações. A congestão é um acúmulo de energias que gera um estado de tensão e de conseqüente inflamação do órgão físico que se encontra naquela região, nas proximidades do centro correspondente e, conseqüentemente, todos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;aqueles distúrbios físicos e eventuais doenças que podem derivar de um estado de inflamação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;A inibição, ao contrário, que deriva da repressão e bloqueio das energias, impedindo a sua circulação e o seu livre fluxo, produz perda de vitalidade e, portanto, todos aqueles distúrbios que podem ser provocados por esta condição, até mesmo atrofia ou morte do órgão correspondente. Na verdade, a inibição é definida do seguinte modo pela medicina esotérica:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;"... inédia psíquica e acúmulos de forças subjetivas que bloqueiam a corrente vital".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Toda vez que se verificar uma congestão qualquer, o estado psicológico correspondente é quase sempre o de uma tendência à irritação, à agitação, à ansiedade; sempre que, pelo contrário, houver inibição, o efeito psíquico é o de uma sensação de cansaço, de astenia, de depressão, de profunda inércia e indolência. Não devemos esquecer que os dois ramos do sistema nervoso vegetativo, isto é, o simpático e o parassimpático, mesmo tendo funções&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;aparentemente antagônicas, na realidade servem para manter o equilíbrio interno do homem sendo que nisso também se pode ver uma correspondência precisa, a nível fisiológico, daquilo que se verifica a nível psicológico. De fato, neste nível temos o consciente e o inconsciente, os dois pólos da vida psíquica do indivíduo, que por suas funções correspondem,&amp;nbsp; espectivamente, ao simpático e ao parassimpático. Entre estes dois pólos deveria haver harmonia e equilíbrio, proporcionados por um fluxo e refluxo rítmico da energia psíquica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;semelhante às sístoles e diástoles do coração ou aos movimentos de expiração e inspiração. O fluxo da energia psíquica que vai do inconsciente ao consciente é chamado progressão, e o que vai do consciente ao inconsciente regressão. Em um indivíduo harmonioso e psicologicamente maduro, estes dois movimentos deveriam alternar-se ritmicamente segundo a lei de&amp;nbsp; "enantiodromia"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;(descoberta por Heráclito há centenas de anos). Na realidade, este equilíbrio é muito raro, ocorrendo normalmente a preponderância de um ou de outro movimento, e conseqüentemente um estado de conflito, de desarmonia, de mal-estar, como acontece a nível fisiológico, devido ao desequilíbrio entre o simpático e o parassimpático, os quais exprimem justamente estas duas exigências do homem no sistema nervoso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Esta polaridade reflete uma verdade universal. Na verdade, em todo o cosmo, em todos os níveis, existe uma dualidade e um ritmo de vida e morte, dia e noite, ativo e passivo, positivo e negativo, masculino e feminino... É a grande respiração cósmica da criação, a batida do&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;enorme coração universal a escandir o misterioso ritmo da vida. Na realidade, o homem é um microcosmo que reflete em si o macrocosmo, e é por se conhecer que ele chega ao conhecimento das verdades universais e ocultas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Voltando agora à medicina psico-espiritual, seria útil procurar saber se somos mais suscetíveis a distúrbios provocados por congestão ou por inibição, para o que deveríamos localizar em nós o movimento da energia psíquica e observar se nos inclinamos a dirigi-la mais para o exterior, no movimento de progressão (caso em que seríamos extrovertidos), ou mais para o interior, no movimento de regressão (caso em que seríamos introvertidos). No primeiro caso, cometemos o erro de congestão que descrevemos acima. Neste tipo de erro de energias, podem incorrer não somente aqueles que tendem espontaneamente a usar o simpático para se prepararem para a luta, para a auto-afirmação, mas que em seguida não explicitam esta tendência por uma repressão inconsciente. Os que não possuem autodomínio também&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;incorrem nesse tipo de erro; os que não sabem controlar as emoções, as paixões e os desejos e, portanto, abandonam-se a eles descontroladamente. A descarga exagerada de energia provoca distúrbios semelhantes aos originados pelo estado de "tensão sem alívio", isto é, inflamação, congestão e irritação do centro correspondente à energia utilizada. De qualquer maneira, voltaremos a falar disso mais adiante, para nos de termos agora em algumas diferenças que existem nas conseqüências resultantes destas duas atitudes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;A utilização excessiva de uma energia não somente é nociva para nós como também para os outros, pois a hiperatividade de um centro e sua conseqüente congestão podem ser contagiosas. As vibrações agitadas, turbulentas, excessivas, irradiam e se propagam a outros, podendo gerar uma reação em cadeia, isto é, no nível físico, uma epidemia. No segundo caso, já que as energias se dirigem predominantemente para o interior, há uma fuga da realidade, uma inadaptação à vida, um refugiar-se no inconsciente, além da possibilidade de regressão a estágios infantis e imaturos que deveriam ter sido superados. Há uma inibição das energias, o&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;que não chega, porém, a provocar congestão, pois a tendência é não colocá-las em atividade, do que resulta, portanto, astenia, perda de vitalidade, inércia e aridez psíquica. O indivíduo se fecha em seu mundo e evita os contatos, retirando as energias. Isso é muito nocivo, pois o homem também vive de relações, sendo o intercâmbio com o ambiente externo necessário e vital. Tudo o que dissemos sobre a extroversão e a introversão limita-se naturalmente aos aspectos negativos destas duas tendências. Como é óbvio, há também aspectos positivos e úteis em uma e outra. Por enquanto, todavia, nos interessamos pelos aspectos negativos, já que estamos examinando os erros na utilização das energias que podem provocar mal-estares e doenças físicas. A meta do homem é alcançar o equilíbrio e a harmonia, portanto a condição de dualidade que o define é somente instrumental, pois a partir do atrito, da luta e, enfim, da harmonização das polaridades, surge o terceiro fator: a consciência. A própria estrutura e constituição psico-espiritual do homem revela esta sua disposição para a síntese e a unidade. De fato, ele é uma criatura que pertence a dois reinos: o reino material e o espiritual, servindo de ponte entre os dois com os seus sutis veículos. Eis por que é necessário que aprofundemos o conhecimento destes veículos, sobretudo do corpo etéreo, que por sua vez constitui uma ponte de natureza física, mas receptiva e sensível às energias dos outros níveis. O que a ciência ainda hoje não consegue explicar, isto é, a relação entre corpo e alma, entre o psíquico e o físico, o esoterismo o faz pela teoria dos corpos sutis, que merece portanto ser atentamente examinada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Angela Maria La Sala Batá, in&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Medicia Psico-espiritual&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/297202497417041438-1118478840518919268?l=padmashanti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/LuzDaAlma/~4/_ol5N-vDQOI" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-21T09:58:10.622-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-Xpxza_dvwjI/Txa_UVafUYI/AAAAAAAAFVg/GtVq4digJFk/s72-c/Victoria+Christian.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://padmashanti.blogspot.com/2012/01/as-doencas-do-ponto-de-vista-esoterico.html</feedburner:origLink></item><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

