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	<title>MadCap</title>
	
	<link>http://www.madcap.com.br</link>
	<description>A mi no me pagan por pensar.</description>
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		<title>Publicidade: 1900-1910 | Aspirina Bayer</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 16:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[1902-1903]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicidade Alltype com emprego de cor única na impressão. A Bayer sempre usou as cores nas impressões dos primeiros reclames brasileiros. Publicado no Almanach Laemmert (RJ) &#8211; 1903 (Clique na imagem para ampliar)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicidade Alltype com emprego de cor única na impressão. A Bayer sempre usou as cores nas impressões dos primeiros reclames brasileiros.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/themes/madcap/images/publicidade/1903/1903---Almanach-Laemmert-RJ---Aspirina-Bayer-G.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/themes/madcap/images/publicidade/1903/1903---Almanach-Laemmert-RJ---Aspirina-Bayer-A.jpg" border="0" alt="1903 - Aspirina Bayer | Publicado no Almanach Laemmert (RJ)" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Publicado no <strong>Almanach Laemmert (RJ)</strong> &#8211; 1903<br />
<em>(Clique na imagem para ampliar) </em></p>
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		<title>Publicidade: 1900-1910 | Ao Boticão Universal</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 02:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[1900-1910]]></category>
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		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado na Revista O Pimpolho (SP) &#8211; 14/08/1902 (Clique na imagem para ampliar)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/themes/madcap/images/publicidade/1902/1902-08-14--Revista-O-Pimpolho-SP-Ao-Boticao-Universal-G.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/themes/madcap/images/publicidade/1902/1902-08-14--Revista-O-Pimpolho-SP-Ao-Boticao-Universal-A.jpg" border="0" alt="14-08-1902 - Ao Boticão Universal | Publicado na Revista O Pimpolho (SP)" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Publicado na <strong>Revista O Pimpolho (SP)</strong> &#8211; 14/08/1902<br />
<em>(Clique na imagem para ampliar) </em></p>
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		<title>Coisas daqui.</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 20:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Viu quem voltou neste blog? A publicidade malemolente do começo do século. A rotina está dando as caras aqui e algumas coisas assumindo os lugares cativos. Tenho material armazenado para um ou dois anos. Depois disso, não sei o que fazer, pois as fontes boas e fidedignas estão, invariavelmente, em bibliotecas públicas, particulares ou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viu quem voltou neste blog? A publicidade malemolente do começo do século. A rotina está dando as caras aqui e algumas coisas assumindo os lugares cativos.</p>
<p>Tenho material armazenado para um ou dois anos. Depois disso, não sei o que fazer, pois as fontes boas e fidedignas estão, invariavelmente, em bibliotecas públicas, particulares ou com colecionadores, no Brasil. Talvez o projeto morra depois disso, paciência.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></p>
<p>E semana que vem, ulalá! 6 meses de êxodo. Até agora só descobertas, nada de chateação ou rotina funcional. E uma lista gigantesca de coisas para fazer.</p>
<p>Pensando em fazer uns frilas por aqui já que o mercado freelancer é violentamente bom e bem pago. Seria uma forma de viajar mais do que o previsto para viajar. Vamos ver.</p>
<p>Aliás gosto do termo viajante. Turista é uma coisa meio incondicional à massa passiva. Se bem que uns dias desses estava aqui matutando nas passagens + 7 dias de hospedagem all in para Disney por 500 a cabeça. Bem índião mesmo. Mas o que salva é que por mais 50 por cabeça você adiciona 4 dias de Key West em resort na Caribenha. Aí vale a turistaiada.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></p>
<p>Por falar em turistar: Passei uma semana de fotos cotidianas com uma Canon SX 220 HS compact travel zoom, do tamanho de um celular, com CMOS retroiluminado de 14MP e zoom óptico de 14x começando em wide de 28mm e final tele de 392mm.</p>
<p>A câmera não perde foto. O sistema de focagem dela é meio matriz de reflex e segue objeto. O automático faz todo o esforço possível (abertura, velocidade, auto balance e ISO de 100 a 3200) para não errar a composição. Tem ainda modo de prioridade de abertura, velocidade e um incrível e fácil manual 100%, inclusive para foco.</p>
<p>O que não gostei, obviamente foi o tamanho pequeno e o peso, leve demais para mãos grandes. E o clássico botão de zoom, já que eu sempre usei zoom ring manual.</p>
<p>As noturnas impressionaram pelo simples fato de quase todas serem tiradas no braço, sem tripé nem apoio. Não conhecia nenhuma compact que conseguisse tirar fotos noturnas sem se cagar toda:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3710" title="pombaiada" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0344.jpg" alt="" width="678" height="381" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3716" title="Frost no teto do carro: uma espécie de geada, mas mais porreta. Tipo a helada hermana." src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0538.jpg" alt="" width="678" height="381" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3717" title="Epping Forest, no final Norte de Londres." src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0567.jpg" alt="" width="678" height="381" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-3714" title="Estrada enlameada da Epping." src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0484.jpg" alt="" width="678" height="1017" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-3719" title="Espelho para não se pechar de frente com outro vivente." src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0573.jpg" alt="" width="678" height="678" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-3715" title="Relógio antigo na parede de uma casa particular." src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0535.jpg" alt="" width="678" height="381" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-3713" title="Old York Road, perto da Smugglers Way." src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0436.jpg" alt="" width="678" height="398" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3712" title="Battersea Reach new development, uma área de restauração de velhos piers." src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0428.jpg" alt="" width="678" height="381" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-3711" title="Um cooper" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0408.jpg" alt="" width="678" height="381" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-3720" title="Petergate com York Road." src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0591.jpg" alt="" width="678" height="381" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-3718" title="Lua" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/IMG_0571.jpg" alt="" width="678" height="381" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></p>
<p><img align="left" style="padding-right: 10px;" src="http://www.royalalberthall.com/uploadedImages/Whats_On_and_Buy_Tickets/Events/assets/Symphonic_Rock_2012.jpg" alt="" width="223" height="131" />No programa cultural desse ano, já garantimos algumas presenças e uma delas é para assistir o <em>Symphonic Rock</em> no <em>Royal Albert Hall</em>. É uma apresentação da <strong>Royal Philharmonic Orchestra</strong> onde a performance vai ser um monte de rock, apresentado pela BBC 2.</p>
<p>O interessante dos shows e apresentações por aqui é que você se programa para tudo. 4, 6, 10 meses de antecedência é o normal para comprar um ticket. Olimpíada? Ano passado já tinham vendido quase tudo. Missa de Handel na St. Paul&#8217;s? 12 meses de antecedência para pegar um ingresso. Acaba sendo legal ter que programar a vida assim com muita antencedência: dá a falsa impressão de que você não vai morrer com uma bala perdida, sem mais nem menos.</p>
<p>A briga agora é tentar garantir um tamburete na esgrima, arco e flecha ou caiaque na Olimpíada de Londres.</p>
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		<title>Publicidade: 1900-1910 | Aspirina Bayer – página dupla</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 17:02:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicidade Alltype com emprego de cor única na impressão. A Bayer sempre usou as cores nas impressões dos primeiros reclames brasileiros. Publicado no Almanach Laemmert (RJ) &#8211; 1903 (Clique na imagem para ampliar)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicidade Alltype com emprego de cor única na impressão. A Bayer sempre usou as cores nas impressões dos primeiros reclames brasileiros.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/themes/madcap/images/publicidade/1903/1903---Almanach-Laemmert-RJ---Aspirina-Bayer-Dupla-G.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/themes/madcap/images/publicidade/1903/1903---Almanach-Laemmert-RJ---Aspirina-Bayer-Dupla-A.jpg" border="0" alt="1903 - Aspirina Bayer | Publicado no Almanach Laemmert (RJ)" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Publicado no <strong>Almanach Laemmert (RJ)</strong> &#8211; 1903<br />
<em>(Clique na imagem para ampliar) </em></p>
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		<title>Publicidade: 1900-1910 | Balanças para cartas</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 01:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[1900-1910]]></category>
		<category><![CDATA[1902-1903]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado no O Estado de S. Paulo &#8211; 18/05/1902 (Clique na imagem para ampliar)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/themes/madcap/images/publicidade/1902/1902-05-18-O-Estado-de-S.-Paulo---Laemmert-E-Comp.-G.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/themes/madcap/images/publicidade/1902/1902-05-18-O-Estado-de-S.-Paulo---Laemmert-E-Comp.-A.jpg" border="0" alt="18-05-1902 - Laemmert E Comp. | Publicado no O Estado de S. Paulo" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Publicado no <strong>O Estado de S. Paulo</strong> &#8211; 18/05/1902<br />
<em>(Clique na imagem para ampliar) </em></p>
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		<item>
		<title>_Old York Road, London. (HD)</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
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		<title>A música na minha vida.</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 23:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[ensaios]]></category>

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		<description><![CDATA[A música para mim é apenas o vento que se balança de maneira diferente nos meus ouvidos. Se hoje você me perguntar qual é o meu gosto musical, eu responderia: Nenhum. Ou todos. E falo sério quando digo que a música para mim é apenas um acessório disconexo que complementa todo o conceito hipodérmico behaviorista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A música para mim<br />
é apenas o vento que se balança<br />
de maneira diferente<br />
nos meus ouvidos.</p></blockquote>
<p>Se hoje você me perguntar qual é o meu gosto musical, eu responderia: Nenhum. Ou todos. E falo sério quando digo que a música para mim é apenas um acessório disconexo que complementa todo o conceito hipodérmico behaviorista de que eu e ela não batemos os gênios.</p>
<p>A Etta James morreu dia desses e eu fiquei uns bons 5 minutos tentando lembrar quem ela era. Isso que eu tenho uns CD&#8217;s de jazz com ela no berreiro. Não consegui pescar nenhuma música dela de cabeça.</p>
<p>Não consigo lembrar o nome, assim repentinamente dos Beatles. Ou dos caras do Pink Floyd. Isso que eu tive a coletânea deles em CD. Sei que um ou dois Pinkfloyders morreram. E os Beatles então? Falando daqueles dois mais escondidos, o Ringo e o outro: viu, nem lembro o nome do outro. Sei que um era baterista e o outro devia ser o cara do baixo ou do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mellotron" target="_blank">Mellotron</a>, não importa.</p>
<p>O que me intriga é que eu comecei a tentar achar um rumo musical. Tem gente que é fã, doentão por um artista, uma banda ou um gênero musical. Fã Clube! Quer uma coisa mais piegas que isso?</p>
<p>Mas vamos lá:</p>
<p><strong>Blues</strong><br />
Desde Muddy Waters até BB King sem parar. Conheci os maiores bluzeros e seus batepés com guitarras chorosas. Encheu o saco.</p>
<p><strong>Rock</strong><br />
Até que vai, mas a cada dia que passa menos bandas conseguem não me irritar. Hard/Metal/Glam/Death/Trash/Melódico já deu o que tinha que dar quando completei 18 anos. Mais do que isso seria idiotice. Até lembro uma vez que dei carona para um camarada e ele me entregou um CD gravado com uma desgraça melódica (acho que era Rapsody o nome). Aquilo me traumatizou. Quase ejetei o cara do carro.</p>
<p><strong>Eletrônica</strong><br />
Fui em uma rave, quando isso não era conhecido e sabido de 99% da população brasileira. Tinha balinha e doce quando PCP, LSD e Skank eram apenas simbologia partidária, monitor de cristal líquido disléxico e banda de rock nacional. Encheu o saco de um jeito que até me surpreendi quando escutei a trilha sonora do Daft Punk para Tron 2. Dias atrás apaguei algumas centenas de preciosidades por falta de uso.</p>
<p><strong>MPB</strong><br />
Tentei e vomitei na primeira hora de horripilaridades. Sério, você tem que ser muito idoso-tiozão para tolerar o chororô. Entra nessa faixa qualquer MPB moderninho tipo Marisa Monte, Tribalistas ou coisas pop-melindrosas (Restart e a sua catuléia hodierna).</p>
<p><strong>Funcão</strong><br />
Cê tá de brincadeira né? Passei longe para não levar tiro ou não perder meus tênis.</p>
<p><strong>RAP/HIP/HOP</strong><br />
Gostei, tinha um CD dos Racionais (sério, Racionais era legal) mas deu o que era para dar quando um moleque encostou uma quadrada na minha cara e confrontei a realidade com a ficção. E na verdade eu tinha vergonha de falar para os outros que eu curtia um som do Mano Brown.</p>
<p><strong>Jazz</strong><br />
O jazz durou muito até, uns 5 anos. Mas não consigo mais acompanhar essa dislexia sonora. Os novos jazzistas estão um saco. E os velhos são muito duro-na-queda, às vezes.</p>
<p><strong>Erudita (ou clássica, para você que é chucro)</strong><br />
Um legado que tenho em minha vida desde que nasci. Meu pai embalava a gente com isso. Acaba que nessa intolerância toda a música clássica e erudita toma o lado esquerdo dos hinos nacionais como obrigatoriedade de causa. Um dos poucos casos de sonoridades que eu escuto os primeiros barulhos e sei assoviar ou pior: o nome original da obra ou do autor.</p>
<p><strong>Regionalista</strong><br />
Gaúcha, sertanejos e afins. Já tentei. Mas morri de desgosto com a saudade da querência, enquanto cevava um mate no pago com a dor de corno da goianada no sertão que nunca choveu e não choverá tão cedo. Chico Science era bom, mas deixou 4 discos e eu escutei tanto que também saiu gosminha.</p>
<p><strong>Reggae</strong><br />
Bob Marley e o disco Legend foi a única virtuosidade dessa onda que consegui escutar sem pular as músicas a cada 3 segundos. Os outros são azia demais para a base ácida estomacal.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></p>
<p>Por falar no Mellotron lá de cima, eu não consegui ter paciência para aprender música. Até conheço a métrica, mas é algo que não me atrai. Meu avô era luthier, meu tio professor de violão e meu colégio tinha aulas de canto, coral e instrumentalidades. Adivinha se fiz alguma coisa relacionada?</p>
<p>Eu ainda uso Winamp, para você ver o naipe da coisa.</p>
<p>Cantar no chuveiro é um saco. Tentar lembrar um verso, apenas UM VERSO de uma música qualquer é um martírio. Eu entro num ziriguidum terrível e sai umas mamonisses medonhas.</p>
<p>E o dia que eu quase derrubei a Pitty com uma malada da esteira no aeroporto de Brasília? Minha mulher explicou depois quem ela era (uma espécie de roqueira que tem letras musicais que não encaixam na melodia).</p>
<p>Outrossim informo que assinei o atestado do <em><strong>Death Tone</strong></em> musical. Não acho isso um ponto positivo nem que sirva para se gabar. Até tenho pena porque é uma sensação de derrota e resignação. Mas cada um pode, segundo o Darwinianismo, ter até duas ignobilidades reconhecidas.</p>
<p>E a música é uma das minhas.</p>
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		<title>Finsbury Park, London (Circa 1822)</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 20:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3650" title="Pistol Duel." src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/duelo.gif" alt="" width="678" height="381" /></p>
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		<title>Ladeira das Pedras, 37.</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 16:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[contos da carochinha]]></category>

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		<description><![CDATA[A velha casa da ladeira de pedras, número 37, era um retrato fidedigno da vida que não fluía mais na cidadela: o calçamento era irregular demais para o flanar da liberdade. A parede exibia tintas vermelhas de várias tonalidades e gerações que, pintadas umas sobre as outras, num estrupício relaxo, criaram bolhas e tumores texturados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A velha casa da ladeira de pedras, número 37, era um retrato fidedigno da vida que não fluía mais na cidadela: o calçamento era irregular demais para o flanar da liberdade. A parede exibia tintas vermelhas de várias tonalidades e gerações que, pintadas umas sobre as outras, num estrupício relaxo, criaram bolhas e tumores texturados que tentavam conter as rachaduras sem base.</p>
<p>Janelas de madeirame empenado. A primeira, mais nova, não abria desde que fôra instalada em 72. Pedreiro escr<strong></strong>óque duma figa. A segunda abria. Abria e era usada pela senhorinha ridícula que ali pairava, plantada por horas, a reclamar da morosidade do vento que não mais assoprava como deveria.</p>
<p>O Tião da barbearia do final da rua, mentiroso que só, dizia que era ela a inspiradora da palavra peitoril, ja que as pelancas muxibentas e as têtas caídas esparramavam-se por toda  a madeira da balaustrada, realçando mais ainda as redondices e suas infindáveis dobras sebentas.</p>
<p>Nada na cidade tinha mais jeito. A diferença de temperatura média caía de maneira constante e chegou ao ponto em que a palavra hermética começava a se incorporar em artigo de previsão do tempo e arranjo climático. Assim não mais existia ali conceito de calor ou frio; o vento — como a velha ali reclamou — de fato parara de assoviar há tempos. Nem uma brisa, quem diria. Nuvens? Só carneirinhos de passagem e sem funções pluviais que as valessem.</p>
<p>Os velhos não geraram novos rebentos. O plantel dos chucros e irriquietos varãos dali se escafederam para novas paragens. O Tião bem que alertara: aquela nota de 10 com um bigodinho no bução da princesa passou em sua mão por mais de 4 vezes naquela semana.</p>
<p>A vida estaqueara e ninguém percebera; a cidade estava isolada em si mesma, em um passado que todo dia não deixava de se repetir.</p>
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		<title>Não está fácil para ninguém.</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 00:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3637" title="No limite da equação." src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/DSC_1213.jpg" alt="" width="678" height="678" /></p>
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		<title>Imagem dinâmica.</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 01:06:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[generalidades]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3634" title="Sensual Objects Triangulation" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/Sensual-Objects-Triangulation-Blog.gif" alt="" width="460" height="405" /></p>
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		<title>Dez mil unidades da moeda local.</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 13:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[ensaios]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é para você que reclama dos preços abusivos dos carros no Brasil: igualar o valor não seria discriminar o mercado de maior poder aquisitivo? Não seria apenas inverter o jogo? Imagine o carro que custa 30 Obamas lá fora vendido a 30 Dilmas aqui. Não seria a mesma injustiça com americanos inflacionar em 1,8x [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é para você que reclama dos preços abusivos dos carros no Brasil: igualar o valor não seria discriminar o mercado de maior poder aquisitivo? Não seria apenas inverter o jogo?</p>
<p>Imagine o carro que custa 30 Obamas lá fora vendido a 30 Dilmas aqui. Não seria a mesma injustiça com americanos inflacionar em 1,8x o mesmo produto, sendo que eles poderiam pagar, então, 16 Obamas?</p>
<p>Pela cotação da moeda americana, o preço hoje de um veículo popular em dólares é de US$ 11.317, bem caro. Quando foi criado, no início da década de 90, o preço médio do veículo popular era proporcional a US$ 8,3 mil. Lembra do Uno Mille à R$9.450? Pois é, dólar baixo.</p>
<p>A solução? Trabalhe mais, reclame (e roube) menos e faça seu país crescer e ter força econômica. Só isso. E essa dica vale para todo mundo que acha o &#8216;jeitinho brasileiro&#8217; uma virtude e não uma desgraça.</p>
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		<title>Pensando em imigrar?</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[UK]]></category>

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		<description><![CDATA[Se alguém, hoje, me perguntasse se valeria a pena mudar de país (e muita gente pergunta, por isso escrevi essa epopéia abaixo), eu diria que não. Antes que você pense que eu estou arrependido ou pior, que bailei na fronteiriça: informo que foi uma das decisões mais acertadas e felizes que já tomei. O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se alguém, hoje, me perguntasse se valeria a pena mudar de país <em>(e muita gente pergunta, por isso escrevi essa epopéia abaixo)</em>, eu diria que <strong>não</strong>. Antes que você pense que eu estou arrependido ou pior, que bailei na fronteiriça: informo que foi uma das decisões mais acertadas e felizes que já tomei. O que estou brevetando aqui é apenas um ponto de vista sincero do que encontrei em um <em>novo-velho-mundo</em>.</p>
<p>Falo isso para quem pensa em se mandar sem data para voltar. Se você vai apenas intercambiar, <strong>pare de ler aqui</strong> e vá cutucar alguém no Facebook.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Manualzinho da imigração hipster.</strong></p>
<p>A vida fora de seu país natal é triste. Quase o banzo literário, o <em>spleen de inglêses</em> temperado com o <em>ennui dos franceses</em> em um pote de <em>porridge</em> fumarolento. Imigrar é uma atitude vocacional que requer sangue de barata nas veias.</p>
<p>Não que meu país de origem seja a tragicômica festa do desvario e dos pagãos. O Brasil consegue ser tão triste quanto, mas no idioma do Camões, o que é deveras compreensível.</p>
<p>O que recomendo é simples e como sói, não serve de nada além da reclamação: se você é ou está velho <em>(mais cabeça que corpo, se é que você me entende)</em>, não queira mudar sua cultura. Seria o mesmo que destocar uma raiz de aroeira em um terreno pedregoso e árido. Vai doer e será muito mais trabalhoso do que se imagina.</p>
<p>Ganha bem fora. Mas gasta-se bem, também. O consumismo é uma merda e você cai em desgraça no dia-a-dia com o cramunhãozinho da compra assentado no ombro esquerdo. Fazer dinheiro aqui <em>(e remessas de promessas de futuro via WesternUnion)</em> é privar-se do prazer mundano.</p>
<p>Se você tem uma vida mais-ou-menos aí na Tupiniquinolândia, melhore-a localmente. <em>Mudar</em> não significa <em>melhorar</em> no zás-trás. Aliás, não ache que você chegará em outro país ditando moda, cagando regra e ganhando rios de dinheiro. Provavelmente o declínio profissional te pegará pelas bolas e você começará muito abaixo do que pessimisticamente imaginava.</p>
<p>Ritchie, o garotão da menina-veneno, afirmou que foram 30 anos para a proficiência em português. Acredito que o mesmo aconteça com outros idiomas e você sempre levará a alcunha de <em>gringo</em>, onde quer que vá. Abra a boca e a segregação acontecerá. Saiba lidar com isso e 90% das suas preocupações somem. Mais ou menos o que acontece com aquele padeiro perto da sua casa, o <em>Portuga</em>. Viu só?</p>
<p>O mundo é globalizado, mas as pessoas não. Parece uma contradição coloquial, mas em países mais tradicionais o povo tende a se isolar e criar bolhas de formalidade. O que não deixa de ser bom, se você gosta de ser um sociopata que não interage.</p>
<p>O Brasil já é visto com bons olhos por gente que nem sabia que ele existia. Isso é bom e anima. Mas ainda não estão nem ai para o que isso representa ou pior, não têm idéia de onde fica no mapa mundi.</p>
<p>A Europa está capenga, com um estranho freio que a estaqueará. qualquer dia tudo aqui desmorona e somente quem souber manejar uma clava de raiz de nogueira se sustentará na informalidade.</p>
<p>Mudar de pais casado é bom. E bem burocrático. Em contrapartida você tem uma gigantesca parceria emocional para se sustentar e a solidão não chega perto nem com reza. Venha sozinho e em 6 meses seu maior arrependimento te pegará pelos cornos. Sim, as fotos dos seus amigos no Facebook fazendo o que você FAZIA corrói a sentimentalidade varonil.</p>
<p>Tente aproveitar sua vida em seu país natal. Mude de cidade, estado. Vá conhecer as promessas de desenvolvimento tecnológico no Nordeste. Monte um projeto negocial em Piri-Piri, Curralinho, Florianópolis, Xanxerê, Mimoso do Goiás ou onde quer que seja: é quase o mesmo fôlego de mudar de pais, só que mais barato, fácil e com muito menos stress.</p>
<p>Ah, importante: não queira fazer a mostruosa cagada de se tornar um ser ilegal no país de destino. Tem brasileiro que surta e tenta a todo custo migrar. Tenha em mente que não basta querer mudar; a realidade é que nenhum país quer um novo imigrante. Nem o Brasil, acredite. A ilegalidade cansa e você será um cara muito, mas muito amargo. Amargo, esquivo e um fugitivo. Conheci gente assim por aqui e posso te dizer que não são nem um pouco amistosos.</p>
<p>O mundo afora é muito diferente do que se imagina. Pode ser uma delícia ou um inferno, e não existe fórmula do prenúncio de como será sua vida. Quiçá a auto-confiança seja o melhor termômetro de frias que você poderá encontrar. Se você tem alguma dúvida, não mude. Desconfia de algo? Não mude. Tem &#8220;Apego&#8221; no sobrenome? Fique em casa. Pensa que é fluente no idioma? Repense com sinceridade. É preguiçoso? Continue assim, na inércia eterna.</p>
<p>E não mude.</p>
<p>No mais, tudo só depende do quão safo você consegue ser.</p>
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		<title>New Year’s Eve @ London 2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 03:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[UK]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3617" title="London Eye 2012 - New Year's Eve fireworks" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/DSCF3173.jpg" alt="" width="678" height="678" /></p>
<p><iframe width="678" height="378" src="http://www.youtube.com/embed/GdwkZP7uhMc?hd=1&amp;autohide=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Macacomachine!</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 19:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[UK]]></category>

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		<description><![CDATA[A Macaco Machine é a representação gráfica da minha tentativa de contextualização de uma idéia de réplica complexa para um argumento, em inglês. É como se fosse uma mordaça filtrante da minha vozearia mental.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3612" title="macacomachine" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/macacomachine.png" alt="" width="678" height="479" /></p>
<p>A <strong><em>Macaco Machine</em></strong> é a representação gráfica da minha tentativa de contextualização de uma idéia de réplica complexa para um argumento, em inglês. É como se fosse uma mordaça filtrante da minha vozearia mental.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Madcap/~4/OsJ2RsRts5k" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Ah, as festinhas corporativas.</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 10:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[UK]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta-feira passada foi dia de comemoração de final de ano aqui na empresa. Eu imaginava que seria apenas um almoço bocó com todo mundo se encarando de forma hostil, mas levei na cabeça com minhas previsões pessimistas. O dia comecou com um café da manhã cheio de doces, acepipes e guloseimas que só existem por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sexta-feira passada foi dia de comemoração de final de ano aqui na empresa. Eu imaginava que seria apenas um almoço bocó com todo mundo se encarando de forma hostil, mas levei na cabeça com minhas previsões pessimistas.</p>
<p>O dia comecou com um café da manhã cheio de doces, acepipes e guloseimas que só existem por aqui na época do Natal. Meia hora depois, em uma capela-de-montanha (é esse nome mesmo, depois explico) que tem ali na ravina, contemplamos um coral natalino conhecido como <em>Carol Service</em>.</p>
<p>É claro que no caminho para a capela nevou e aquele clima de final de ano hollywoodiano achincalhou toda a minha concepção natalina calorenta brasileira de papai-noel de havainas. Cantamos umas canções natalinas, escutamos umas poesias e um pouco de drama com Shakespeare declamado.</p>
<blockquote><p>Aqui entra um parênteses interessante: acredito que aquela capela seja protestante ou alguma vertente cristã. Descobri depois, conversando com um dos organizadores, que algumas pessoas não participaram por ser justamente em uma capela. Adivinha quem?</p>
<p>Errou se voce disse &#8216;Ah, a ateuzada!&#8217;.</p>
<p>Os ateus aqui são muitos. E não é pra menos, a Europa esta cada vez mais cética e sem conceitos espirituais. Mas a questão é que, apesar do Carol Service ser um evento piegas cristão, os ateus convictos estavam lá cantando, dando risadas e se emocionando com o evento. O social, mesmo.</p></blockquote>
<p>Almoço com muito vinho, cervejas e comidas natalinas. O famoso Quiz de pub na hora dos digestivos, mince pies para matar o jotalhão.</p>
<p>Meia hora depois apareceram mais garrafas de vinhos e mais cervejas e umas despedidas chorosas de gente que está indo desta para uma melhor (empresa, não a vida), com brindes etílicos e mais comidas festivas.</p>
<p>Resumidamente o dia foi uma esbórnia gastro-bebericada descomunal. E que, como de costume, acabou na mesa de um pub, com o pessoal se abraçando e dizendo que te considera muito como irmão.</p>
<p>É a pingaiada, mais uma vez criando gente bonita na sociedade!</p>
<p><em>PS: quem n</em>ã<em>o apareceu no Carol Service (al</em>é<em>m dos judeus, mu</em>ç<em>ulmanos, indianos e budistas, por motivos de religi</em>ã<em>o) foram os crist</em>ã<em>os que n</em>ã<em>o se interessaram pelo evento.</em></p>
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		<title>A coisa não está difícil só para vocês…</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 11:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[ensaios]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3600" title="Fiat Punto Evo 2012" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/21122011828.jpg" alt="" width="678" height="510" /></p>
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		<title>Patinando na laminha da incerteza.</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 11:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[A existência pura e simples deste espaço é uma afronta para meu vício de viver. A complexidade da situação que me enfio cada vez que tento dar um tombapé na morosidade começa a se tornar uma criatura sem autonomia sustentável. E isso gera dois desconfortos venais: A instabilidade da estrutura e uma espécie de autocomiseração, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A existência pura e simples deste espaço é uma afronta para meu vício de viver. A complexidade da situação que me enfio cada vez que tento dar um tombapé na morosidade começa a se tornar uma criatura sem autonomia sustentável. E isso gera dois desconfortos venais: A instabilidade da estrutura e uma espécie de autocomiseração, se é que isto existe.</p>
<p>A instabilidade da criatura tem resultado destrutivo e rápido. O seu passado sombrio levou uma martelada na testa que o fez cair como uma massa disforme no matadouro do Botiatuvinha. Aliás, carneada, com descartes imensos e apenas o filé-garré aproveitado. Foi um ato leviano e fadado ao fracasso, sem ressentimentos.</p>
<p>A autocomiseração é o distúrbio ridículo que parece uma lambeção de úlcera que não seca. Pesadíssima e sem propósitos, arrasta-se por terrenos inférteis de pedregulhos secos e cinzentados, tentando semear idéias que jamais teriam chances de brotar.</p>
<p>Uma nova martelada? Quiçá resolveria a instabilidade momentânea. A ignorância é apenas a prova de que hostilidade bruta pode ser a melhor situação para troçar uma conveniência dândi entre a dicotomia ridícula do existir, vivendo.</p>
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		<title>Mimosoideae*</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 20:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chacoalha a memória um pé de ingá. Não desses cujas vagens se vendem às cordas, com dez ou vinte sementes. Daqueles mais raros, amarelos e pequenos, dos meus dias de criança com a primaiada vestida de calção e argila, correndo suas euforias nas pequenas praias do córrego de Areias. Do cipó do ingazeiro muito se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chacoalha a memória um pé de ingá. Não desses cujas vagens se vendem às cordas, com dez ou vinte sementes. Daqueles mais raros, amarelos e pequenos, dos meus dias de criança com a primaiada vestida de calção e argila, correndo suas euforias nas pequenas praias do córrego de Areias.</p>
<p>Do cipó do ingazeiro muito se podia fazer, desde cestas, balaios, cordas e balanços. Contavam-se centenas naquele pedaço de córrego. E com eles outros tantos pés. De cagaita, tucum, pequi, goiaba e o mal-cheiroso jenipapo. Sobre as copas os periquitos compartilhavam nossa furupa de menino feito a deles. Gritando sem precisar ser ouvido, correndo sem destino. O mundo era ali. E como era bom um ingá sem coró, doce de estralar a língua.</p>
<p>A nossa infância era assim. Cabia numa cestinha feita da argila do córrego com a alça trançada de cipó do ingazeiro. A fornalha que secava a cerâmica era sempre um toco rodado da última chuva, pousado junto da areia. Além das cestinhas, outras esculturas infantis surgiam com a argila recém tirada: jacarezinhos com olhos de pedra, peixes com escama de malacacheta, tartarugas com cascos de seixo.</p>
<p>Ficavam ali secando enquanto a tropinha subia o rio rumo ao ápice das aventuras: O temido poção. Queria ver Indiana Jones que superasse a bravura da molecada de Otto, Santana, Caetano e Camargo. Todo ano a coisa mudava de figura. Aquela curva de rio onde caiu um velho jatobá era desafiadora! Os maiores passavam por cima do tronco e já pulavam para a pedra que represava o poço, à esquerda de quem vai. Os menores desviavam, à direita, passando por baixo do tronco, e tinham que vencer a areia movediça, a corredeira da pedra-sabão, a prainha de argila e atravessar o raso cheio de folhas no fundo.</p>
<p>Para quem não sabe, aquelas folhas pretas no fundo da água fria escondiam dragões, cobras, aranhas d’água e toda peste-de-sete-cabeças que habita o imaginário das crianças.</p>
<p>Hoje não somos mais os mesmos. Dos que sobramos, a maioria já temos nossos pequenos. E eles não sabem mais fazer esculturas de argila do córrego de Areias. Fazem por moldes de massinha industrializada, sabem falar inglês, fuçar em computador, exigem seus telefones próprios.</p>
<p>Triste realidade é que eles vão saber, na pele, ou aprender em algum livro de escola, a importância que têm as matas ciliares, os cursos de água fresca, as sombras da mata, o húmus das folhas pretas, a farra dos periquitos e sagüis, a prosa lenta e sábia dos mais velhos.</p>
<p>A vida não cabe mais na cestinha. O ingazeiro já não tem a mesma graça. Será que ainda existe o ingazeiro? Será que ainda existe o córrego de Areias?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></p>
<p>Esse texto é do meu amigo <strong>Natanael C. F. Júnior</strong>, relatando uma infância que muita gente invejaria. Um dia ele vai fabricar um blog, vai vendo.</p>
<p><em>*mimosoideae é a subfamília a que pertence o gênero Ingá.</em></p>
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		<title>Mais dos mesmos.</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 23:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ralph Spegel</dc:creator>
				<category><![CDATA[generalidades]]></category>
		<category><![CDATA[UK]]></category>

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		<description><![CDATA[Rotina safada de escritorio londrino tem seu charme. Sempre tem um vivente que se levanta, meio em horário errante e passa mesa-a-mesa perguntando se quereriam chá. Ele pega a canecaiada dos colaboradores e provisiona a bebida dos campeões a todos. Até agora a impressão que tenho é que esse gesto é apenas bondade desinteressada. Ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rotina safada de escritorio londrino tem seu charme. Sempre tem um vivente que se levanta, meio em horário errante e passa mesa-a-mesa perguntando se quereriam chá. Ele pega a canecaiada dos colaboradores e provisiona a bebida dos campeões a todos.</p>
<p>Até agora a impressão que tenho é que esse gesto é apenas bondade desinteressada. Ou um interesse desprovido de benefícios. Vamos ver mais pra frente.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Tem dias que eu ligo os <em>humbuckers</em> dos meus auscutadores auriculares no máximo apenas para ouvir o povo conversando por aqui. Gosto cada vez mais do sotaque e da ênfase que o pessoal usa para conversar. Nesses momentos é que percebo o quanto ainda falta para a fluência efetiva do idioma.</p>
<p>Alias, reveja seu conceito de fluência em inglês.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>No final das contas eles não querem saber se você fala inglês bem ou mal; tá se comunicando tá valendo. Dos 10 primeiros dias de trabalho já participei de 7 reuniões, dentre as quais 3 foram com o <em>board</em> diretor de engravatados sizudos. Gostaram, no final. Tá certo que deram risadas quando eu falei coisas que eram para supostamente serem sérias, mas isso é assunto para outra roda de chimarrão.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Terceira vez que me perguntam se todo mundo no Brasil come porquinho-da-india (<em>Cavia porcellus</em>). Apesar de uns índios e matutos passarem o rodo nesses bichitos, rebato dizendo que não faz parte da culinária medieval brasileira.</p>
<p>Queria saber quem foi o semeador de discórdias que fez o favor de assustar a bretanha com esse tipo de comentário.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Perguntam se a gente come coração de galinha porque gosta ou se é porque existe alguma conotação espiritual na jogada.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Com relação aos macacos, o mito de que eles andam nas ruas já foi desmistificado pelos Simpsons e agora eles acreditam que apenas na India isso acontece.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Ainda se assustam com algumas metodologias rudimentares nossas e eu estou tirando proveito disso. Mais uma nova faculdade para desenvolver.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Esses dias entrou um zangão no metrô. Apesar daquele B-29 peludo-barulhento-amarelo-e-preto parecer um fascínora alado, todo mundo que assiste Discovery Channel sabe que ele não tem ferrão e é um mané. O problema é que os passageiros que ali residiam comigo não deviam ver muitos programas de abelhas: foi uma gritaria pior do que quando mataram o Jean Charles em um desses carros subterrâneos. O caos estava armado e já previa uma apertada de alarme e frenos de emergência. O voador passou perto de mim, pensei duas vezes e não titubeei: agarrei ele com a mão.</p>
<p>O zangolho parou de voar e ficou amafagafado na palma da minha mão. Os populares, em frenesi pós-traumática, olhavam-me assustados. Um ali no canto braveteou: <em>Be careful man! They are very poisonous! </em>Outros aditivavam o colóquio: <em>Tru,tru! This kind of wasp has a painful sting!</em></p>
<p>Se mais algum atormentado me falasse isso, acho que eu e o zangão acreditaríamos na falácia e ele me ferroaria.</p>
<p>Hora que o trem abriu as portas levantei e coloquei a mão para fora do trem; a porta comecou a fechar, eu abri a mão e o bombardeirinho peludo flanou para outras paragens.</p>
<p>A cara de alívio e o rompante de segurança que esses sorvedores de chá fizeram foi impagável. Agradeceram-me e tiveram assunto para mais de mês.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Esse episódio foi engraçado, mas mostra uma merda genial que existe por aqui: ninguém sabe reagir a nada, pois o país tem uma segurança e uma sensação de proteção gigantesca. Pobreza e miséria tem, na TV. Eles doam dinheiros pesados para ajudar o molequinho cabeçudo desnutrido da propaganda na Etiópia; um ranhentinho sem uma perna porque pisou na mina em outro reclame; os gueopardos-da-malamutolândia (&#8220;adote&#8221; e ganhe um gueopardim de pelúcia e um postal com a foto do bichim que você salvou). Eles ajudam algo que não vêem. E é isso que impressiona.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Já perguntaram para mim se os traficantes do Rio andam com aqueles fuzis de guerra nas ruas da cidade. É que eles viram na BBC e não acreditaram.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>O inglês é um cidadão bem bacana de assustar. Se você dosar o palavrio, tem assustação por anos. Diversão na certa.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>É claro que eles se divertem infinitamente mais do que eu, com um <em>jungle boy</em> no meio deles. Desde a pronúncia porca do inglês &#8211; que agora se desdefiniu de americansk para um macarronbróglio &#8212; até pedidos de tradução de coisas mongas para PT-BR, tipo palavrões e palavras aleatórias.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Mas não se iluda, inglês não gosta de estrangeiro. Apenas toleram, e por pouco tempo. Têm bronca com francês e alemão por causa de passado sangrento, com indianos e afegãos por causa de migração em massa, são desconfiados com oriente médio e suas vertentes, não gostam de argentinos por causa das Falklands, não gostam de brasileiros porque eles fazem uns guetos estranhos e, obviamente não aguentam mais indianos migratórios que não querem se adaptar à cultura local. O governo apertou o cerco contra forasteiros aqui e o bicho tá pegando pra ilegalidade desmedida.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Emprego tem, e aos montes. Esse papo de que a Europa está em recessão é conversa de mão-de-obra recalcada, desqualificada ou ilegal.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Outra conversa para boi dormir é aquela de que na Europa o povo não sabe tomar cerveja/não tem chopp/eles so tomam cerveja quente. Ah, vai cagar! Os caras inventaram a cerveja antes de inventarem a religião, fabricam centenas de tipos e qualidades diferentes do líquido virtuoso e você, brasileiro-topeira que só tem 3 tipos de cerveja no mercado nacional (e da mesma dona), vem falar que aqui não tem cerveja boa? As bicas aqui jorram cerveja à 4 graus, temperatura suficiente para refrescar uma pint por 4 minutos.</p>
<p><a href="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-17" title="divisor" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/filigram.gif" alt="" width="235" height="30" /></a></p>
<p>Como ainda estou proibido de tirar fotos com uma câmera boa até segunda ordem, publico aqui alguns petardos-justos clicados à celular, que eu jamais ousaria chamar de fotografia:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3578" title="21112011790" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/21112011790.jpg" alt="" width="678" height="678" />As árveres de outono samos nozes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3579" title="21112011794" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/21112011794.jpg" alt="" width="678" height="678" />Se fosse no Brasil, teríamos algumas carangueijentas embaixo dessa folharada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3585" title="union-jack" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/union-jack.jpg" alt="" width="678" height="678" />Sorte de pegar uma réstia na Union Jack. Parece adulterada, mas não é.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3584" title="uma-casa-deveras-antenada" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/uma-casa-deveras-antenada.jpg" alt="" width="678" height="774" />Aqui o povo é antenado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3583" title="26112011814" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/26112011814.jpg" alt="" width="678" height="509" />Pinheirinho de natal lá em casa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3581" title="26112011812" src="http://www.madcap.com.br/wp-content/uploads/26112011812.jpg" alt="" width="678" height="678" />Gente forte e destemida tem em todo lugar.</p>
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