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	<title>Magaiver</title>
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	<description>criatividade + comportamento + tecnologia</description>
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		<title>Adeus, Magaiver</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 22:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[diretoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o último post do Magaiver. O iG decidiu não renovar a nossa parceria. Não pretendo continuar o blog em outras condições. Agradeço aos leitores, em especial aos que colaboraram, deram dicas e fizeram correções quando me enganei sobre algum assunto. Para os interessados nos temas cobertos no Magaiver, as opções são abundantes: hoje [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ig-wp-colunistas.s3.amazonaws.com/magaiver/wp-content/uploads/2009/05/end.jpg" alt="" width="400" height="299" style="float:left;padding: 0 20px 20px 0" />Este é o último post do Magaiver. O iG decidiu não renovar a nossa parceria. Não pretendo continuar o blog em outras condições. Agradeço aos leitores, em especial aos que colaboraram, deram dicas e fizeram correções quando me enganei sobre algum assunto.</p>
<p>Para os interessados nos temas cobertos no Magaiver, as opções são abundantes: hoje quase todo site de tecnologia trata de lifehacking e dá dicas para gerenciar a vida digital.</p>
<p>Os que ainda têm débito cármico comigo, podem me achar no <a href="http://twitter.com/eduf" target="blank" rel="tag">Twitter</a>. Futuros projetos devem ser anunciados pelo site <a href="http://eduf.net" target="blank" rel="tag">Eduf.net</a>. Grande abraço para vocês e nos vemos por aí.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rápidas férias</title>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2009 17:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog Magaiver vai tirar férias até o dia 11/05. Há novidades vindo por aí. Mas dependo de algumas confirmações ainda. Então, aproveito para dar uma escapada. Boa semana.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ig-wp-colunistas.s3.amazonaws.com/magaiver/wp-content/uploads/2009/05/mala.jpg" alt="" width="640" height="440" class="alignnone size-medium wp-image-5833" /><br />
<strong>O blog Magaiver vai tirar férias até o dia 11/05.</strong> Há novidades vindo por aí. Mas dependo de algumas confirmações ainda. Então, aproveito para dar uma escapada. Boa semana.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Tea Break]  Chá é o novo café? Ou a geekização do bom gosto</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 19:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[coffee break]]></category>

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		<description><![CDATA[O fundador do Digg, Kevin Rose, está mesmo empolgado com os chás. Já faz alguns meses que criou um programa nos moldes do já clássico Wine Library TV para ensinar aos geeks como consumir a tradicional bebida. Logo ela, que, segundo certos clichês, não têm nada a ver com usuários de computador, tidos como consumidores [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="640" height="360"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4238168&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4238168&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="360"></embed></object></p>
<p>O fundador do <a href="http://digg.com" target="blank" title="" rel="tag">Digg</a>, <a href="http://kevinrose.com/" title="this is my website | Kevin Rose - blogg" target="blank" rel="tag">Kevin Rose</a>, está mesmo empolgado com os chás. Já faz alguns meses que criou <a href="http://www.vimeo.com/kevinrose" target="blank" title="" rel="tag">um programa</a> nos moldes do já clássico <a href="http://tv.winelibrary.com/" title="Gary Vaynerchuk's daily wine video blog" target="blank" rel="tag">Wine Library TV</a> para ensinar aos geeks como consumir a tradicional bebida.</p>
<p>Logo ela, que, segundo certos clichês, não têm nada a ver com usuários de computador, tidos como consumidores de fast food e café. Aliás, várias celebridades do mercado de tecnologia têm aderido ao novo hábito. Tanto que um articulista da revista Wired já questionou se, afinal, <a href="http://www.wired.com/epicenter/2009/04/tech-millionair" target="blank" title="" rel="tag">o chá é o novo café</a>.</p>
<p>De qualquer forma, mesmo o já citado programa sobre vinhos de <a href="http://garyvaynerchuk.com/" target="blank" title="" rel="tag">Gary Vaynerchuk</a>, mostra uma tendência bem interessante na web: <strong>a popularização de certos especialistas</strong>. Ou melhor, a geekização de baristas, someliers e entendidos em culinária.</p>
<p>Estamos assistindo ao cruzamento de duas culturas que antes pareciam distantes. Hoje é possível encontrar quem fale sobre artigos tidos como sofisticados, mas a partir de um ponto de vista despojado, cheio de humor geek. Ainda assim, mantém-se certo nível de profundidade.</p>
<p>Está aí mais uma fronteira que a web está invadindo: a da chamada sofisticação. Quero ver quando surgir um programa tentando explicar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/James_Joyce" target="blank" title="" rel="tag">James Joyce</a>.</p>
<p>∞ <a href="http://www.vimeo.com/kevinrose" target="blank" title="" rel="tag">Veja mais vídeos de Kevin Rose ensinando a beber chá.</a></p>
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		<title>Panda cria &#8216;antivírus em nuvem&#8217;</title>
		<link>http://magaiver.ig.com.br/2009/04/29/panda-cria-antivirus-em-nuvem/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 18:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[preview]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://magaiver.ig.com.br/?p=5827</guid>
		<description><![CDATA[A Panda Security lançou um novo tipo de antivírus, batizado de Cloud Antivirus. O nome se refere ao termo cloud computing (computação em nuvem), que é o jeito pelo qual parte da mídia designa os softwares que funcionam via internet, conectados a um servidor. Mas o uso do termo é um tanto estranho. Primeiro, é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ig-wp-colunistas.s3.amazonaws.com/magaiver/wp-content/uploads/2009/04/panda1.jpg" alt="" width="610" height="420" class="alignnone size-medium wp-image-5829" /></p>
<p>A <a href="http://www.pandasecurity.com/brazil/" target="blank" title="" rel="tag">Panda Security</a> lançou um novo tipo de antivírus, batizado de <a href="http://www.cloudantivirus.com/" target="blank" title="" rel="tag">Cloud Antivirus</a>. O nome se refere ao termo <em>cloud computing</em> (computação em nuvem), que é o jeito pelo qual parte da mídia designa os softwares que funcionam via internet, conectados a um servidor. Mas o uso do termo é um tanto estranho.<span id="more-5827"></span></p>
<p>Primeiro, é preciso instalar um software, gratuito, disponível apenas para Windows (e, segundo o <a href="http://www.downloadsquad.com/2009/04/29/panda-introduces-free-cloud-based-antivirus-for-windows/" target="blank" title="" rel="tag">Download Squad</a>, só para versões x86, nada de x64). Quer dizer, já não é tão cloud assim, porque não posso usar o aplicativo direto do navegador, em qualquer micro &#8211; por exemplo, antes de conectar um pendrive numa dessas máquinas suspeitas de algumas lanhouses.</p>
<p>Que vantagem sobraria, então? A do banco de dados de informações sobre vírus. Supostamente, ele seria atualizado em tempo real. Mas os <a href="http://www.avgbrasil.com.br/" target="blank" title="" rel="tag">AVGs</a> da vida têm taxas de atualização razoavelmente boas &#8211; embora soluções mais profissionais, como o <a href="http://www.kaspersky.com" target="blank" title="" rel="tag">Kaspersky</a>, sejam preferíveis.</p>
<p>De qualquer forma, a <a href="http://download.cnet.com/8301-2007_4-10229588-12.html" target="blank" title="" rel="tag">CNET</a> tem mais detalhes sobre o desempenho do Cloud Antivirus e uso de memória RAM (17MB, apenas).</p>
<p>Inicialmente, não vi muita vantagem em usar o Panda Cloud Antivirus. Só tratei do assunto aqui porque o surgimento desse novo termo pode gerar modas e enganar usuários menos experientes. Em especial, porque a própria ideia de cloud computing <a href="http://magaiver.ig.com.br/2008/09/30/geek-richard-stallman-critica-softwares-on-line/" target="blank" title="" rel="tag">ainda causa polêmica</a>.</p>
<p>Mas é importante informar que <strong>não sou exatamente um especailista em segurança para Windows</strong>. Até porque sou usuário de Macintosh e Linux. Se algum de vocês conhece o assunto melhor, mande ver nos comentários. Quero ouví-los.</p>
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		</item>
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		<title>Vida de frila: selecionando os clientes</title>
		<link>http://magaiver.ig.com.br/2009/04/28/vida-de-frila-selecionando-os-clientes/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 16:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[vida de frila]]></category>

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		<description><![CDATA[No começo da vida de frila, é normal ficar inseguro. Você acha que precisa aceitar qualquer trabalho que apareça. Afinal, é preciso pagar as contas. Mas, aos poucos, fica evidente que essa atitude é contraproducente. De certa forma, impede o aparecimento de bons clientes. Isso acontece por alguns motivos: 1. Você gasta tempo tentando explicar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="float: left;margin-right: 5px;font-size: 48px;color: #ccc">N</span>o começo da vida de frila, é normal ficar inseguro. Você acha que precisa aceitar qualquer trabalho que apareça. Afinal, é preciso pagar as contas. Mas, aos poucos, fica evidente que essa atitude é contraproducente. De certa forma, impede o aparecimento de bons clientes.</p>
<p>Isso acontece por alguns motivos:</p>
<p>1. Você gasta tempo tentando explicar seu trabalho e, consequentemente, seu preço.<br />
2. Perde tempo e dinheiro tentando fazer o cliente pagar na data combinada.<span id="more-5826"></span></p>
<p>Não sei como funciona sua área de trabalho, mas na minha (design para internet e jornalismo), geralmente os clientes caloteiros &#8211; ou que enrolam para pagar &#8211; coincidentemente são os mais leigos. Quer dizer, aqueles que não sabem o que é criar um site e, principalmente, mantê-lo.</p>
<div style="color:#333;padding:15px;border:1px solid #660000"><img src="http://ig-wp-colunistas.s3.amazonaws.com/magaiver/wp-content/uploads/2008/10/warningico.gif" align="left" style="padding:5px">
<p>Isso não quer dizer que todos os clientes inexperientes sejam idiotas. Nem que se deva fugir deles como se fossem portadores da gripe suína. Mas que <strong>lidar com a inexperiência tem um custo</strong>. E isso deve ser incluído na hora de estabelecer o preço do trabalho.</p>
</div>
<p>No meu caso, incluo o tempo que gasto explicando como funciona a web, quais são as tendências mais importantes da atualidade e porque é importante saber essas coisas. A ideia é <strong>defender o interesse do cliente</strong>. Por exemplo: para que criar um sistema de blogs caro, se você pode ensiná-lo que existe o WordPress? O custo da consultoria diminui o da mão de obra.</p>
<h4>Não rejeite os leigos</h4>
<p>Os bons leigos são aqueles que estão dispostos a aprender. Mas há também os que não o estão. Com esses, às vezes não compensa trabalhar. Ou podemos cobrar mais caro, porque, enquanto refazemos trabalhos amadores, perdemos tempo que poderíamos usar criando um portfólio, pesquisando ou buscando propostas mais profissionais.</p>
<p>De qualquer forma, <strong>é preciso sempre pesquisar sobre o passado do cliente</strong> e suas atividades. Como ao abrir um crediário. Em certos casos, ligo para os amigos e pergunto: &#8220;tal empresa paga direito? Como é trabalhar com ela?&#8221;</p>
<h4>Nem sempre faz sentido</h4>
<p>Às vezes, a escolha de um cliente é mais intuitiva do que racional. Geralmente, os piores clientes são cheios de lábias e promessas. Mas, aos poucos, você vai afinando seu detector de bombas. Se tiver sorte (eu diria carma), vai achar um grupo de clientes que se tornam parceiros, empresas de confiança com as quais você gosta de trabalhar. É melhor ter duas dessas do que vinte ruins supostamente pagando fortunas.</p>
<div style="color:#333;padding:15px;border:1px solid #660000"><img src="http://ig-wp-colunistas.s3.amazonaws.com/magaiver/wp-content/uploads/2008/10/warningico.gif" align="left" style="padding:5px">
<p>O mais importante é <strong>não confundir a seleção de clientes com preconceito</strong>. Ou satisfação do seu próprio ego. Você escolhe para atender melhor, não porque o cliente discorda da sua concepção do que é um layout bonito. Vaidade autoral só atrapalha. E há pessoas que sofrem uma vida inteira para descobri-lo.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Site estimula o orgulho de ser datado</title>
		<link>http://magaiver.ig.com.br/2009/04/27/site-estimula-o-orgulho-de-ser-datado/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 12:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[gadgets]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quem acredite que precisa ter os modelos mais recentes de cada aparelho que surge no mercado. Isso nem sempre é vantajoso. Ainda assim, muitas vezes temos vontade de aderir à moda da atualização burra. Mas acaba de surgir um site que pode ajudar a não cair nessa. Chama-se Last Year&#8217;s Models (Modelos dos anos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ig-wp-colunistas.s3.amazonaws.com/magaiver/wp-content/uploads/2009/04/lastyear.jpg" alt="" width="640" height="436" class="alignnone size-medium wp-image-5825" /></p>
<p><span style="float: left;margin-right: 5px;font-size: 48px;color: #ccc">H</span>á quem acredite que precisa ter os modelos mais recentes de cada aparelho que surge no mercado. Isso nem sempre é vantajoso. Ainda assim, muitas vezes temos vontade de aderir à <strong>moda da atualização burra</strong>. Mas acaba de surgir um site que pode ajudar a não cair nessa. Chama-se <a href="http://lastyearsmodel.org/" target="blank" title="" rel="tag">Last Year&#8217;s Models</a> (Modelos dos anos anteriores) e pretende estimular uma atitude bem desvalorizada hoje em dia: <strong>estar feliz com aquilo que se tem</strong>. No site, há depoimentos de gente como Kevin Rose (do <a href="http://digg.com" target="blank" title="" rel="tag">Digg</a>), entre outras celebridades dos blogs sobre tecnologia. Gente que ganha a vida analisando gadgets, que vive no Vale do Silício, que respira informática, abre o coração: &#8220;se está funcionando, para que mudar?&#8221; Se eles dizem isso, quem sou eu para discordar?</p>
<p>Via <a href="http://smarterware.org/1375/flaunt-last-years-model-this-earth-day-and-every-day" target="blank" title="" rel="tag">Smarterware</a>.</p>
<p>PS- Isso só não vale para o Internet Explorer 6, ok? Se você ainda usa esse navegador, <a href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/internet-explorer/default.aspx" target="blank" title="" rel="tag">atualize já</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Remédios para melhorar o desempenho do cérebro</title>
		<link>http://magaiver.ig.com.br/2009/04/24/remedios-para-melhorar-o-desempenho-do-cerebro/</link>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 18:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[cérebro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://magaiver.ig.com.br/?p=5823</guid>
		<description><![CDATA[Cena do seriado Fringe, ficção sobre o que pode acontecer quando a biotecnologia está fora de controle. O artigo tem um vocabulário maravilhoso. Como saudáveis preocupadas (em inglês, &#8216;worried well&#8217;): aquelas pessoas que estão bem mas vão ao médico assim mesmo para ver se algo pode ser feito para torná-las ainda mais saudáveis. Esse parece [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-5822" src="http://ig-wp-colunistas.s3.amazonaws.com/magaiver/wp-content/uploads/2009/04/brain.jpg" alt="" width="640" height="464" /><br />
<em>Cena do seriado Fringe, ficção sobre o que pode acontecer quando a biotecnologia está fora de controle.</em></p>
<blockquote><p>O <a rel="tag" href="http://www.newyorker.com/reporting/2009/04/27/090427fa_fact_talbot?currentPage=all" target="blank">artigo</a> tem um vocabulário maravilhoso. Como <em>saudáveis preocupadas</em> (em inglês, &#8216;worried well&#8217;): aquelas pessoas que estão bem mas vão ao médico assim mesmo para ver se algo pode ser feito para torná-las ainda mais saudáveis. Esse parece ser outro daqueles fenômenos norte-americanos causados por abundância de tempo livre, dinheiro sobrando e consumismo. Veja também o <em>rico empobrecido</em>, o <em>burro educado</em> e o <em>gordo em forma</em>.</p></blockquote>
<p><a rel="tag" href="http://www.kottke.org/09/04/your-brain-on-drugs-productive" target="blank">Jason Kottke</a> comenta um <a rel="tag" href="http://www.newyorker.com/reporting/2009/04/27/090427fa_fact_talbot?currentPage=all" target="blank">artigo da revista The New Yorker</a> sobre como as drogas &#8220;aditivadoras de cérebro&#8221; vêm ficando cada vez mais populares. Vendidas sob prescrição médica, elas teriam como finalidade melhorar o desempenho da memória, manter a pessoa acordada por mais tempo, entre outros ditos updates de desempenho mental. Kottke se pergunta se em breve esses procedimentos serão tão aceitos quanto as cirurgias plásticas. <span id="more-5823"></span></p>
<h4>Biofuturo</h4>
<p>O primeiro impulso é se indignar. Imagine que tipo de futuro pode surgir quando empresas de biotecnologia disputam consumidores ingênuos (sem conhecimento técnico), que tentam eliminar qualquer possibilidade de frustração ou dor, por menor que seja.</p>
<p>O segundo é tentar ignorar que você também está nesse barco: &#8220;Ah, como são ridículos esses hipocondríacos&#8221;. Mas, vamos pensar novamente:</p>
<p>1. As cirurgias estéticas não são tão aceitas assim. Mulheres &#8220;turbinadas&#8221; de um lado são cultuadas e de outro são tidas como ridículas. O assunto sempre acaba parando no famoso campo do cada um cada um. Quer dizer: <strong>dependendo da sua religião, poder aquisitivo ou convicção filosófica</strong>. E, claro, das leis reguladoras de cada país (sempre burláveis).</p>
<p>2. O futuro infestado por <strong>consumidores de saúde</strong> já está velho. Há <a rel="tag" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_Foucault" target="blank">gente</a> que acha até que <a rel="tag" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biopoder" target="blank">isso começou há séculos</a>.</p>
<p>Ou seja, há uma disputa de poderes bem complexa aqui. De qualquer forma, <strong>não é exatamente o surgimento de remédios que faz a diferença, mas a mentalidade por trás deles</strong>: a de que precisamos ser indiscutivelmente saudáveis, perfeitos, sem frustrações e dores. E sempre aparece alguém declarando que temos (ou podemos ter) uma doença nova.</p>
<h4>O que há de errado comigo?</h4>
<p>Essa mentalidade está por trás de MUITA coisa. Por exemplo, livros podem ser considerados como aditivadores de cérebro. &#8220;Ah, mas não são <em>químicos</em>, então ok&#8221;. Quase. Nossos cérebro produzem reações químicas a todo momento, inclusive durante leituras. E quanta gente morreu por causa de ideias que adquiriu em livros?</p>
<p>Portanto, é estranho dizer que o desejo por &#8220;turbinar-se&#8221; e que a hipocrondia sejam fenômenos norte-americanos recentes. Isso levaria a quê? A campanhas contra pesquisas biológicas? <a rel="tag" href="http://www.fox.com/fringe/" target="blank">A bons seriados de TV</a>? Ou a artigos no estilo &#8220;suspeitei desde o princípio&#8221; e &#8220;não contavam com minha astúcia&#8221;?</p>
<h4>Não pule fora do barco</h4>
<p>Desejo por distração, medo da incerteza, vontade de &#8220;melhorar&#8221; são emoções muito velhas. Nossos tatara-tatara-googol-avós já sofriam disso / se divertiam com isso. Obviamente, em cada época, esses fenômenos tiveram caras diferentes. E criaram tanto desgraças quanto os chamados avanços culturais da humanidade.</p>
<p>Portanto, <strong>não podemos olhar o problema dos neuroaditivadores com preconceito</strong>. Eu não usaria essas coisas. Mas também não vou subir no salto e esquecer que os meus jeitos de aditivar e distrair o cérebro (livros, internet, relacionamentos) <strong>podem ser tão perigosos quanto os químicos</strong>.</p>
<p>De novo, o problema está na mentalidade. Ansiedade. Achar que tudo SEMPRE tem que dar certo. Tentar evitar frustrações a qualquer custo &#8211; mesmo as mínimas. Procurar distrações incessantemente. Ser um insatisfeito crônico (&#8220;se eu me esforçar / pagar, vou achar algo melhor <em>lá fora</em>. Desta vez vai&#8221;). E tantos outros etcéteras.</p>
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		<title>Edição profissional de vídeo. Sem gastar dinheiro</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 08:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[open source]]></category>
		<category><![CDATA[edição de vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabemos os nomes dos melhores aplicativos para editar vídeo: After Effects, Final Cut, Premiere e Avid Media Composer. Mas também conhecemos os seus preços: cerca de U$ 2,500. Raramente vale a pena gastar esse dinheiro todo. A boa notícia é que existem boas alternativas open source, gratuitas, disponíveis na web. Há até mesmo uma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/j4U-BPTVuBQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/j4U-BPTVuBQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="640" height="385"></embed></object></p>
<p>Todos sabemos os nomes dos melhores aplicativos para editar vídeo: After Effects, Final Cut, Premiere e <a href="http://www.avid.com/products/Media-Composer-Software/index.asp" target="blank" title="" rel="tag">Avid Media Composer</a>. Mas também conhecemos os seus preços: cerca de U$ 2,500. Raramente vale a pena gastar esse dinheiro todo. A boa notícia é que existem boas alternativas open source, gratuitas, disponíveis na web. Há até mesmo uma <a href="http://ubuntustudio.org/" target="blank" title="" rel="tag">versão do Ubuntu</a> praticamente toda voltada para o mercado de vídeo. Os usuários de Windows podem baixar o <a href="http://debugmode.com/wax/" target="blank" title="" rel="tag">Wax</a>, uma alternativa funcional, simples e robusta, que dá conta da maioria dos recursos mais usados por editores profissionais. Não acredita? Assista ao vídeo acima, que ensina a criar um efeito de chroma key, substituição de fundo.</p>
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		<title>[WordPress] Edite comentários direto do desktop</title>
		<link>http://magaiver.ig.com.br/2009/04/23/wordpress-edite-comentarios-direto-do-desktop/</link>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 18:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Que tal moderar os comentários do(s) seu(s) blog(s) direto do desktop? É para isso que serve o Moderator, um aplicativo baseado na plataforma Air, da Adobe. Antes de instalá-lo no seu computador, é necessário configurar um plugin do WordPress, que você pode baixar aqui. Processo simples e indolor. Usuários do WP 2.7.1 podem fazê-lo automaticamente, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ig-wp-colunistas.s3.amazonaws.com/magaiver/wp-content/uploads/2009/04/moderatormainscreen.jpg" alt="" width="303" height="461" style="float:left;padding:0 20px 20px 0" />Que tal moderar os comentários do(s) seu(s) blog(s) direto do desktop? É para isso que serve o <strong>Moderator</strong>, um aplicativo baseado na plataforma Air, da Adobe.</p>
<p>Antes de instalá-lo no seu computador, é necessário configurar um plugin do WordPress, que <a href="http://www.danieldura.com/code/moderator" target="blank" title="" rel="tag">você pode baixar aqui</a>. Processo simples e indolor. Usuários do WP 2.7.1 podem fazê-lo automaticamente, em <em>Plugins / Ad New</em>.</p>
<p>Depois disso, você tem acesso a uma interface simples e direta, na qual edita e responde comentários, sem se preocupar com spams (se você usa um bloqueador como o <a href="http://akismet.com/" target="blank" title="" rel="tag">Akismet</a>). Interessou? Saiba mais no <a href="http://www.danieldura.com/code/moderator" target="blank" title="" rel="tag">site oficial do programa</a>.</p>
<h4>Mais WordPress News</h4>
<p>Por falar nisso, o WordPress 2.8 já está no forno. Deve sair ainda em abril. E a versão para múltiplos blogs, MU, <a href="http://mu.wordpress.org/" target="blank" title="" rel="tag">também foi atualizada</a>. Mas, se você acha complicado demais instalar e configurá-la, o <a href="http://wp.mu/" target="blank" title="" rel="tag">WP.MU</a> faz todo o trabalho sujo para você, além de hospedar seu portal de blogs (cobrando U$ 195, claro).</p>
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		<title>[Coffee Break] Vida sobre tela</title>
		<link>http://magaiver.ig.com.br/2009/04/23/coffee-break-vida-sobre-tela/</link>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 17:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[coffee break]]></category>
		<category><![CDATA[artes]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que cada vez mais a vida migra para dentro de monitores, certo? Pois o pessoal do Detroit Institute of Arts não quis esperar o update completo e já inaugurou uma exposição mostrando como seria o mundo touchscreen. Confira no vídeo acima. Via Pentagram.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://blip.tv/play/ukawjxqF+CQ" type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="453" allowscriptaccess="always"></embed></p>
<p>Parece que cada vez mais a vida migra para dentro de monitores, certo? Pois o pessoal do <a href="http://www.dia.org/default.asp?menu=main&amp;main=yes" target="blank" title="" rel="tag">Detroit Institute of Arts</a> não quis esperar o update completo e já inaugurou uma exposição mostrando como seria o mundo touchscreen. Confira no vídeo acima.</p>
<p>Via <a href="http://pentagram.com/en/new/2008/05/new-work-detroit-institute-of-1.php" target="blank" title="" rel="tag">Pentagram</a>.</p>
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