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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" gd:etag="W/&quot;C0MFRXszeip7ImA9WxNUGEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892</id><updated>2009-11-09T22:03:34.582-02:00</updated><title>Magazine Brasil</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/" /><link rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>864</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><link rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/MagazineBrasil" type="application/atom+xml" /><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">MagazineBrasil</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><entry gd:etag="W/&quot;C0MFRXsyeCp7ImA9WxNUGEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-2727514379506055723</id><published>2009-11-09T22:01:00.003-02:00</published><updated>2009-11-09T22:03:34.590-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-09T22:03:34.590-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Geisy e o humor na TV</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SviteDEuxAI/AAAAAAAARFg/b7p8M19vS8w/s1600-h/educ436.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 226px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SviteDEuxAI/AAAAAAAARFg/b7p8M19vS8w/s400/educ436.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402258484763739138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Márcio Alemão, Terra Magazine&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Toda a mídia está se encarregando de massacrar e execrar a atitude da escolinha UNIBAN que expulsou Geisy e que certamente irá erguer um obelisco em homenagem aos seus agressores, que se tornaram vítimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De minha parte, no meu assunto, lembrei de muitos momentos nos quais o personagem "aluna gostosa" simplesmente nos fazia e nos faz rir. Essa "aluna" frequentava outras escolinhas de melhor nível que a citada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Escolinha do Professor Raimundo, se não me falha a memória, Alcione Mazzeo chegou a fazer esse papel. Alcione casou-se com Chico Anysio. E depois dela vieram várias outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hilariante Escolinha do Golias, na década de 90, a aluna gostosa e burra servia como escada e ajudava a piada a ficar mais engraçada. Na Uma Escolinha Muito Louca, que está no ar, na Band, sim, também temos algumas moças exuberantes que não são atacadas pelos coleguinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre foi possível questionar esse tipo de humor sexista ou mesmo chamado de "humor de preconceito", que vai tentar ver graça na burrice, nos atributos físicos das mulheres e na opção sexual dos homens. Em outros tempos também rolava a piada racista, que hoje não existe mais.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Foto: Terra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt;&lt;a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4090146-EI6616,00-Geisy+e+o+humor+na+TV.html"&gt; ::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-2727514379506055723?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/2727514379506055723/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=2727514379506055723&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/2727514379506055723?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/2727514379506055723?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/geisy-e-o-humor-na-tv.html" title="Geisy e o humor na TV" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SviteDEuxAI/AAAAAAAARFg/b7p8M19vS8w/s72-c/educ436.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcHSHoyfCp7ImA9WxNUF0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-4031358952233459870</id><published>2009-11-09T02:46:00.000-02:00</published><updated>2009-11-09T02:47:19.494-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-09T02:47:19.494-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Enredo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Modo diferente de falar do amor</title><content type="html">&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Leonardo Boff, Adital&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Frequentemente sou convidado para falar sobre o amor. Sinto certo constrangimento porque esta palavra - amor - é uma das mais desgastadas de nossa linguagem. E como fenômeno interpessoal, um dos mais desmoralizados. Para não repetir aquilo que todo mundo já sabe e ouve, costumo fazer uma abordagem inspirado num dos maiores biólogos contemporâneos: o chileno Humberto Maturana. Em suas reflexões o amor é contemplado como um fenômeno cósmico e biológico. Expliquemos o que ele quer dizer: o amor se dá dentro do dinamismo da própria evolução desde as suas manifestações mais primárias, de bilhões e bilhões de anos atrás, até as mais complexas no nível humano. Vejamos como o amor entra no universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No universo se verificam dois tipos de acoplamentos (encaixes) dos seres com seu meio, um necessário e outro espontâneo. O primeiro, o necessário, faz com que todos os seres estejam interconectados uns aos outros e acoplados aos respectivos ecossistemas para assegurar sua sobrevivência. Mas, há um outro acoplamento que se realiza espontaneamente. Os topquarks, a primeira densificação da energia em matéria, interagem sem razões de sobrevivência, por puro prazer, no fluir de seu viver. Trata-se de encaixes dinâmicos e recíprocos entre todos os seres, não vivos e vivos. Não há justificativas para isso. Acontecem porque acontecem. É um evento original da existência em sua pura gratuidade. É como a flor que floresce por florescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um se relaciona com o outro (digamos dois prótons) e assim se cria um campo de relação, surge o amor como fenômeno cósmico. Ele tende a se expandir e a ganhar formas cada vez mais inter-retro-relacionadas nos seres vivos, especialmente nos humanos. No nosso nível é mais que simplesmente espontâneo como nos demais seres; é feito projeto da liberdade que acolhe conscientemente o outro e cria o amor como o mais alto valor da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa deriva, surge o amor ampliado que é a socialização. O amor-relação é o fundamento do fenômeno social e não sua consequência. Em outras palavras: é o amor-relação que dá origem à sociedade; esta existe porque existe o amor e não ao contrário, como convencionalmente se acredita. Se falta o amor-relação (o fundamento) se destrói o social. Sem o amor o social ganha a forma de agregação forçada, de dominação e de violência, todos sendo obrigados a se encaixar. Por isso sempre que se destrói o encaixe e a congruência entre os seres, se destrói o amor-relação e com isso, a sociabilidade. O amor-relação é sempre uma abertura ao outro e uma con-vivência e co-munhão com o outro.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.adital.org.br/site/noticia.asp?lang=PT&amp;amp;cod=42660"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-4031358952233459870?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/4031358952233459870/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=4031358952233459870&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4031358952233459870?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4031358952233459870?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/modo-diferente-de-falar-do-amor.html" title="Modo diferente de falar do amor" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcDQH89eyp7ImA9WxNUFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-8235158685332502571</id><published>2009-11-08T03:08:00.003-02:00</published><updated>2009-11-08T03:11:11.163-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-08T03:11:11.163-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>A mulher-objeto de SP</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvZSZsglg9I/AAAAAAAARDw/ZiMW5yKJWq0/s1600-h/barbie1265.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 147px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvZSZsglg9I/AAAAAAAARDw/ZiMW5yKJWq0/s320/barbie1265.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401595404475532242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Eduardo Guimarães,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://edu.guim.blog.uol.com.br/"&gt;Cidadania.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agora é oficial: se você é mulher e mora em São Paulo, saiba que, nesta terra de hipocrisia sem fim, você é nada mais, nada menos do que um objeto, um ser que deve medir cada palavra, cada gesto, cada decisão sobre a própria vida pela ótica hipócrita do homem, que só exige comportamento "recatado" das mulheres nos intervalos de suas caçadas sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A universidade Uniban expulsou a estudante de turismo Geisy Arruda por sua "sindicância interna" ter concluído que a moça foi a culpada por setecentos alunos terem-na hostilizado aos gritos e lhe ameaçado a integridade física. A instituição justificou dessa forma sua decisão em nota publicada neste domingo em jornais paulistas. Geisy seria provocante demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa sociedade como a paulista, esse moralismo chega ao pior ridículo. Dêem uma voltinha pelas imediações dessas universidades particulares de São Paulo e encontrarão meninas e meninos usando drogas e até fazendo sexo nos carros. Em seguida, os que fazem e os que não fazem isso entram em aula e se escandalizam com o jeito da menina andar e com o comprimento de seu vestido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que as setecentas famílias dos setecentes energúmenos que protagonizaram as cenas de horror que vocês viram há poucos dias devem ter caído matando na direção da Uniban ameaçando tirarem seus filhos coletivamente de lá se a cabeça da Maria Madalena paulistana não lhes fosse entregue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o moralismo de atirarem a primeira pedra nas roupas de Geisy, na sensualidade de Geisy, é efeito, não causa. Ser mulher, em São Paulo, é não ter direitos como o do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ex-prefeita Marta Suplicy, por exemplo,  caiu em desgraça quando decidiu separar-se do senador Eduardo Suplicy. A elite local ordenou à ralé que se arrasta aos seus pés que passasse a tratá-la como "vagabunda". Durante a campanha eleitoral do ano passado, &lt;a href="http://edu.guim.blog.uol.com.br/arch2008-10-05_2008-10-11.html#2008_10-10_15_39_07-3429108-0."&gt;o jornal Valor Econômico tratou do assunto num excelente trabalho jornalístico sobre as novas Senhoras de Santana&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe agora, portanto, não só ao Judiciário, mas acho que até ao Ministério da Educação reparar esse absurdo. E tem que ser logo, pois a própria nota da Uniban divulgada neste domingo nos jornais paulistas serve de confissão de culpa de violação de cláusula pétrea da Constituição brasileira.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-8235158685332502571?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/1794112808775831295/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=1794112808775831295&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1794112808775831295?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1794112808775831295?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/carta-um-jovem-internauta.html" title="Carta a um jovem internauta" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk8MQ38_cCp7ImA9WxNUFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-7722139489334975888</id><published>2009-11-07T04:16:00.005-02:00</published><updated>2009-11-07T04:21:22.148-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-07T04:21:22.148-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Entrevista" /><title>Tas: na presidência, Lula ganhou todos os diplomas do mundo</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvUQuqihaOI/AAAAAAAARC4/eiY2Wcwp_SY/s1600-h/li5876.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 178px; height: 263px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvUQuqihaOI/AAAAAAAARC4/eiY2Wcwp_SY/s320/li5876.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401241721979889890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O apresentador e jornalista Marcelo Tas lançou, na noite desta quinta-feira, 4, Nunca antes na história deste país. O lançamento foi realizado na Saraiva do Shopping Higienópolis, em São Paulo, e foi acompanhada por uma sessão de autógrafos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Carolina Oms, Terra Magazine&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra reúne diversas frases do presidente Lula, comentadas pelo apresentador do CQC (Custe o Que Custar), da TV Bandeirantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista falou à &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Terra Magazine&lt;/span&gt; sobre o comportamento do presidente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Resolvi criar essa tese: o Lula não tinha diploma antes de ser presidente, mas com a faixa presidencial ele ganhou todos os diplomas do mundo, ele sabe falar sobre qualquer assunto&lt;br /&gt;E especula sobre os sentimentos de Lula, "ele deve ter dias de angústia também". "Tem dia que ele acorda e diz: "Meu Deus, que merda eu fui fazer? Eu, que fui aquele cara do PT que defendia os trabalhadores e os oprimidos, agora estou aqui com o Collor", imagina Tas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terra Magazine - Como foi a sessão de autógrafos? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marcelo Tas -&lt;/span&gt; Foi um massacre, foram cinco horas das sete e meia até a meia noite e meia e eu estava como uma noiva que não sabia o que iria acontecer na noite de núpcias. Foi a minha primeira vez. Não só escrevendo um livro, mas dando autógrafo.&lt;br /&gt;E eu fiquei muito feliz, muito surpreso, me senti assim um Chico Xavier, recebendo uma fila de pessoas pra dar um passe, sabe, assim um pai de santo? Um por um chegava pedia um conselho pedia um passe, pedia uma palavra?&lt;br /&gt;As pessoas querem ter um momento exclusivo com você e que daquele encontro surja alguma faísca, é muito engraçado. Eu não sabia que era assim, mas saí vivo e é engraçado, pode parecer um clichê, mas eu me senti renovado com esse contato direto com gente que as vezes vai no programa mas que não dá tempo de conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E como foi a sua primeira experiência como escritor? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu te confesso que foi um pouco traumática porque eu não pensava que daria tanto trabalho. Mas dá trabalho justamente porque é apaixonante. Tem uma hora que o livro pega você e você passa a dormir menos, a ficar acordando no meio da noite e ter medo de esquecer uma idéia que você teve ali na cama e aí você levanta... Aí acabou sua vida, acabou sua saúde.&lt;br /&gt;Mas é apaixonante, é por isso que é tão difícil. Eu já li tantas entrevistas de escritor e agora eu pude comprovar na pele que o único jeito de você realmente viver as coisas é ver exatamente como elas são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E por que começar logo com o presidente Lula? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foi um convite da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Panda Books&lt;/span&gt;, a editora do livro, o Marcelo Duarte me procurou com uma pasta cheia de frases do Lula, em dezembro do ano passado e me perguntou se aquilo daria um livro. E foi assim: dormi com aquele negocio, achei que simplesmente listar frases seria muito pouco, e aí comecei a inventar moda e foi aí que a coisa começou a crescer mais do que a gente imaginou, mais do que a gente esperava."&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Entrevista Completa,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4085586-EI6578,00.html"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-7722139489334975888?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/7722139489334975888/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=7722139489334975888&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/7722139489334975888?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/7722139489334975888?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/tas-na-presidencia-lula-ganhou-todos-os.html" title="Tas: na presidência, Lula ganhou todos os diplomas do mundo" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvUQuqihaOI/AAAAAAAARC4/eiY2Wcwp_SY/s72-c/li5876.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcCQX8-eCp7ImA9WxNUFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-3204684697972573050</id><published>2009-11-07T03:33:00.000-02:00</published><updated>2009-11-07T03:34:20.150-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-07T03:34:20.150-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>A questão nacional</title><content type="html">&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Eduardo Bomfim, Vermelho.org&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se observarmos o processo histórico e os conflitos das classes sociais em nosso País sob o ângulo da centralidade da questão nacional como eixo fundamental, como elemento decisivo às transformações econômicas e à emancipação social, tanto o passado, o presente, quanto o futuro da nação sempre adquirem contornos mais nítidos e elucidadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade a trajetória de todas as nações que conseguiram superar graves dificuldades relativas à soberania, à integridade de seus territórios, ao sofrimento das maiorias, excluídas de perspectivas de um futuro digno, passou de uma maneira ou de outra pela ampla união dos seus povos em torno de um projeto nacional estratégico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando esse caminho não foi percorrido, prevalecendo um povo fragmentado, dividido, imerso em contradições antagônicas e irreconciliáveis, esses mesmos povos foram derrotados ou pelo menos adiaram a emancipação nacional e a própria soberania social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil as grandes batalhas vitoriosas foram aquelas em as plataformas políticas construídas em unidade e sob largos consensos democráticos vingaram e as forças conservadoras ou outras fracionadoras do espírito nacional, algumas posicionadas à esquerda do cenário político, em cada período histórico determinado, foram isoladas e derrotadas.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=2637&amp;amp;id_coluna=16"&gt; ::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-3204684697972573050?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/1646180532508433260/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=1646180532508433260&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1646180532508433260?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1646180532508433260?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/deu-louca-nos-ricos.html" title="Deu a louca nos ricos!" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvOcvRKjvXI/AAAAAAAARB4/mxMfRT-Z8j4/s72-c/IMA0986.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQMRnk_eip7ImA9WxNUFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-342837094505039890</id><published>2009-11-05T22:44:00.003-02:00</published><updated>2009-11-05T22:46:27.742-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-05T22:46:27.742-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Enredo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Sete pecados geniais</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvNxgdTLRrI/AAAAAAAARBw/4lMWW-MGW9w/s1600-h/PECADO78.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 170px; height: 252px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvNxgdTLRrI/AAAAAAAARBw/4lMWW-MGW9w/s320/PECADO78.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400785180582168242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Ademir Luiz, Revista Bula&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Pecado Genial serve para proteger os interesses e o espírito livre do pecador. Não é específico, como não matar ou não roubar. Muda segundo a estação e a necessidade. E mesmo o número de sete é maleável, serve apenas como licença poética e referência cabalista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...O Homo Sapiens é o único animal que sente culpa. Grande parte de seus esforços evolutivos foram gastos na arte de criar, hierarquizar e desenvolver motivos para se sentir culpado. Via de regra o agente causador da culpa é o pecado. Sejam mortais, veniais ou capitais. Cada qual com sua especifica carga religiosa, sexual ou ética. E seu devido peso nos diversos tribunais pós-morte. Estes pecados podem ser frutos de tentação, curiosidade ou impulsão, não importa; a questão é que produzem culpa e culpados. E desta combinação se pensa extrair a ética.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Acho, porém, que o fator negativo de um pecado depende muito do ponto de vista pelo qual é encarado. Os pecados de Pandora, Prometeu, Adão e família, Judas Escariotes e mesmo de Lúcifer, foram, em um sentido metafísico, partes de planos maiores. Do mesmo modo, sempre procurei imaginar quais pecados foram cometidos pelas figuras colocadas no limbo por Dante. Com certeza pecados dignos dos homens brilhantes que foram. Geniais pecados, pensei. Principalmente porque preservaram suas consciências.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Acredito que pecar é um direito do ser humano. Manipular o pecado é um direito do ser humano bem pensante. Por isso criei o que chamei de os Sete Pecados Geniais, como forma de defender-me contra a lógica pobre da culpa. Faço o errado se tornar correto, apoiado em três simples motivos: acredito, desejo e mereço. O Pecado Genial serve para proteger os interesses e o espírito livre do pecador. Não é específico, como não matar ou não roubar. Muda segundo a estação e a necessidade. E mesmo o número de sete é maleável, serve apenas como licença poética e referência cabalista.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Primeiro Pecado Genial&lt;/span&gt; surgiu de uma moeda, inspirado em uma das mais antigas e infalíveis trapaças já criadas. E é dono de uma estória. Quando de minha chegada na Universidade passei a dividir meu quarto com um animal ruivo e alienado que, estranhamente, cursava Letras Latinas. Chamava-o de Kafka devido a seu aspecto geral lembrar o de um inseto daninho. Resignado, convivi com ele por um ano, acreditando na máxima biológica de que o homem pode adaptar-se a tudo. Isto não aconteceu. Passado os primeiros meses continuou sendo uma tortura ouvir sua voz rouca e fanhosa repetindo diariamente que seu maior sonho era terminar a leitura do “El Ingenioso Hidalgo Don Quijote de La Mancha”, no espanhol arcaico original. Fechar com estrondo a última página do último volume e bradar que, enfim, era uma criatura completa, já tendo um filho concebido, uma árvore plantada e um caderno de sonetos escrito, na adolescência. Poderia morrer como um homem completo. Pois, afirmava Kafka, pressentia que morreria tão logo completasse a fatídica, porém, estimulante missão de ler o estupendo calhamaço de Cervantes. Mal poderia ele imaginar o quanto eu torcia para que sua profecia se cumprisse. Não se passava um dia sem que eu lhe perguntasse em qual capítulo estava. Mas, para meu desespero, o inseto lia de modo tão lento e desastrado que julguei ser ele o único ser vivo na natureza a possuir tempo de vida cumulativo e não retroativo.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Posso garantir que o que aqui afirmo não consistia em simples destempero de minha parte. Kafka cultivava o hábito de esquecer-se de minha existência. Costumava trancar a porta do alojamento e desaparecer, com a única chave disponível, invariavelmente deixando-me trancado. Do lado de dentro ou do lado de fora. Horas depois retornava, pedindo desculpas, exibindo um ar grotescamente ingênuo. E havia mais: Kafka cuspia no chão. Kafka sofria de sonambulismo. Kafka comia porcamente. Kafka colecionava lixo e, finalmente, Kafka e suas roupas cheiravam naftalina.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Problemas burocráticos e de espaço físico no Parthenon impediram minha troca de dormitório. Passei então a tramar um modo caseiro de extermínio. Descartada a possibilidade de homicídio, restou-me a opção da fraude. Felizmente, o indesejável cobiçava dois objetos de minha posse: um belo relógio de corrente trabalhado em ouro e uma centenária ampulheta árabe de bronze. O primeiro sem engrenagens e o segundo sem areia, mas ambos dotados de enorme valor simbólico. Costumavam ocupar lugares de honra no acervo do principal museu de meu burgo natal. Nada mais natural do que incluí-los no plano.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Alimentei a cobiça de Kafka até fazê-lo aceitar participar de um aparentemente ingênuo jogo de moeda, regado a álcool. Nas primeiras jogadas perdi meus dois objetos. Sentido-se com sorte, e já devidamente bêbado, Kafka aceitou apostar sua vaga no quarto contra a posse de minha alma. Para evitar dúvidas fiz com que ele próprio jogasse, não sem certa dificuldade motora, a moeda escolhida, aparentemente ao acaso, dentre várias, para resolver a disputa. Escolhi coroa, caiu coroa. Não houve discussão, o infeliz não poderia negar o que fez com as próprias mãos.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Naquela noite dormi vingado. Sonhei com um inseto sendo esmagado por uma gigantesca moeda de face dupla. Ambas coroa. Portanto, deste modo nasceu o conceito do Primeiro Pecado Genial: não hesite em subestimar, se você tem certeza da tolice de seu adversário.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;A partir deste dia Kafka tornou-se uma figura folclórica no campus. Era o ruivo que dormia nos bancos, na grama ou sob os carros estacionados. Contudo, mais de uma vez foi obrigado a expulsar de minha propriedade Kafka e sua amante, uma acadêmica de matemática baixa e franzina&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Os outros pecados surgiram em uma seqüência natural.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revistabula.com/materia/sete-pecados-geniais-/1212"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-342837094505039890?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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A prova é a nova edição da &lt;i style=""&gt;Revista da ESPM&lt;/i&gt;, da Escola Superior de Propaganda e Marketing, inteira dedicada ao E-commerce. Afinal, serão R$ 10 bilhões em vendas neste ano, o velho varejo não é mais o que era antes e ainda há espaço para crescer duas ou três vezes mais nos próximos anos. A &lt;i style=""&gt;Revista &lt;/i&gt;traz uma boa entrevista com Pedro Cabral, criador da AgênciaClick, a maior da internet brasileira, e uma verdadeira aula com Flavio Dias, diretor geral de &lt;i style=""&gt;e-commerce&lt;/i&gt; do Walmart. Cabral fala da mentalidade antiga dos nossos homens de mídia, que sempre insistiram na hegemonia da televisão, embora a própria TV Globo, hoje, tenha medo da internet. Já Flavio revela que os velhos profissionais do antigo varejo não servem para trabalhar com e-commerce, obrigando até o Walmart a recrutar executivos de empresas jovens como a Submarino. Outros destaques são Adriano Amui, numa boa recapitulação da economia da época da bolha; Anna Gabriela Araujo, abordando cases de &lt;i style=""&gt;e-commerce&lt;/i&gt; fora do mainstream; e Rodrigo E. Tafner decifrando o chamado “S-commerce”, o &lt;i style=""&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_commerce" target="_blank"&gt;Social Commerce&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; – enquanto reproduz achados de &lt;a href="http://twitter.com/jowYang" target="_blank"&gt;Jeremiah Owyang&lt;/a&gt; em “&lt;i style=""&gt;&lt;a href="http://www.forrester.com/Research/Document/Excerpt/0,7211,46970,00.html" target="_blank"&gt;The Future of Social Web&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;” (relatório do onipresente Forrester Research). Owyang prevê que, em 2011, grupos on-line de consumidores suplantarão as marcas, direcionando a comunicação (e, não, o contrário), enquanto empresas de relações públicas servirão às comunidades on-line e não só às empresas. O gran finale fica por conta da tradicional mesa-redonda da Revista, dirigida pelos editores Francisco Gracioso e J. Roberto Whitaker Penteado, com as participações de Pedro Guasti, da &lt;a href="http://www.ebit.com.br/" target="_blank"&gt;e-bit&lt;/a&gt;, Fábia Georgetti Juliasz, do Ibope Nielsen Online, Marcelo Tripoli, da &lt;a href="http://www.ithink.com.br/" target="_blank"&gt;iThink&lt;/a&gt;, Pedro Waengertner, do &lt;a href="http://www.conectt.com.br/Paginas/default.aspx" target="_blank"&gt;Grupo Connectt&lt;/a&gt;, e Marcelo Lobianco, do iG. Conforme a venda recente do Buscapé e a explosão, no Brasil, do Twitter indicam, posicionar-se bem na internet não é mais urgente, é “pra ontem” – coisa que os publicitários já entenderam, mas os jornalistas...&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.espm.br/ConhecaAESPM/Publicacoes/Periodicos/RevistaDaESPM/Pages/Exibir.aspx?cod=74&amp;amp;Edicao=-1&amp;amp;Ano=2009" target="_blank"&gt;Revista da ESPM sobre E-commerce&lt;/a&gt;”&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-417677374276711601?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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Dois artistas disputavam a honra de esculpir o bloco para transformá-lo em uma obra de arte: Leonardo da Vinci e Andrea Sansovino. Mas seria Michelangelo quem ficaria responsável pela tarefa, devido à sua já consagrada fama de genial escultor por causa de seu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Baco&lt;/span&gt; e de sua &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pietà&lt;/span&gt; (esculpida aos vinte e três anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michelangelo esculpiu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Davi&lt;/span&gt; nesta enorme rocha de mármore, entre os anos de 1501-1504, como uma das mais belas representações do corpo humano. A escultura, um colossal adolescente de mais de quatro metros e meio de altura, foi colocado no centro da cidade de Florença para admiração pública. A nudez do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Davi&lt;/span&gt; acabou despertando a ira pudica dos Florentinos que várias vezes o apedrejaram. Aretino, que criticou a indecência e as liberdades anticlássicas do Juízo Final, pediu ao artista, em 1545, que cobrisse com folhas de parra em ouro as partes vergonhosas do seu belo colosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se para os outros era uma imagem pagã, para Michelangelo tratava-se da mais perfeita forma criada por Deus: o corpo masculino. Como anotou Romain Rolland, "para este criador de formas admiráveis, que era simultaneamente um piedoso crente, um belo corpo era algo de divino ― um belo corpo era o próprio Deus surgindo sob o véu da carne".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa Ideia de que é no corpo humano que a beleza divina melhor se manifesta é comprovada nos versos que Michelangelo dedicou a seu amante Cavaliere, quando diz que: "em nenhum lugar Deus se mostra mais a mim em sua graça do que em alguma bela forma humana; e só isso amo, pois nisso Ele se espelha".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que a simples representação de um adorável corpo adolescente nu, a obra de Michelangelo trazia para dentro de si as proposições máximas da estética e da filosofia do Renascimento. Superando o imperativo da Antiguidade da "semelhança com a natureza", contida na ideia de imitação, o que se pode ver é outra concepção, a de um triunfo da arte sobre a natureza, que se realiza graças à imaginação e à inteligência do artista que pode recriar a beleza absoluta que se acha incompleta no mundo natural, mas que está guardada perfeita na sua alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Renascimento o grande escultor seria aquele que pela habilidade técnica produzisse o simulacro, a ilusão de que a vida habitava o mármore. A antiguidade clássica, que inspirava os renascentistas, baseava-se nessa proposição, e Virgilio,a eneida, alude tipicamente a "bronzes que respiram suavemente e rostos vivos feitos de mármore".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concepção essa típica também dos tratados artísticos da época de Michelangelo, como em Dürer: "E entende-se que um homem trabalhou bem quando consegue copiar com precisão uma figura de acordo com a vida, de modo que o seu desenho se assemelhe à figura e se pareça com a natureza. Sobretudo se a coisa for bela, a cópia será considerada artística e fará jus aos mais altos louvores".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonardo da Vinci e Leon Battista Alberti eram de parecer de que a representação perfeita dos sinais físicos da emoção e dos estados de espírito constituíam a tarefa máxima e mais difícil para o artista, pois, como registrou Leonardo, a figura mais admirável é aquela que por suas ações melhor exprime o espírito que a anima. O objetivo, então, era expressar as operações do espírito através da forma, sendo a arte o melhor lugar de sua tradução.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2926"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-7287423135822470103?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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Se a resposta é sim, sinta-se um privilegiado. Diariamente, milhões de brasileiros que aprenderam a viver com dor nos dentes - ou que simplesmente não os têm mais - são impedidos de comer, beijar, sorrir, viver em comunidade. O que o país tem feito por eles? Muito pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do desejo de denunciar essa realidade, nasceu o documentário Boca a Boca. Idealizado pelo dentista e empreendedor social Fabio Bibancos e realizado pela Divina Imagem Produções, o filme propõe uma discussão sobre a precária condição de saúde bucal dos brasileiros, o papel de governos e empresas na perpetuação dessa precariedade e o que a sociedade civil mobilizada tem tentado fazer para mudar esse cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fábio Bibancos, em entrevista à &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Terra Magazine&lt;/span&gt; conta que o projeto já mudou a vida de milhares de crianças:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meninos e meninas têm suas vidas transformadas após receberem tratamento odontológico que lhes resgata dignidade e condições para a inserção na sociedade. Adolescentes que se descobrem, que conseguem emprego, que mudam de bairro, que arrumam namorada.&lt;br /&gt;O dentista defende a adoção de políticas públicas eficiente para a saúde bucal: "não temos uma pasta de dentes genérica que poderia ser distribuída gratuitamente em postos de saúde juntamente com escova e fio dental", protesta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terra Magazine: De onde surgiu a ideia e a motivação para criar o projeto? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fábio Bibancos -&lt;/span&gt; Uma das questões que me levou a criar a ONG foi a necessidade de tratamento odontológico curativo urgente e imediato para jovens e adolescentes. Eu realizava palestras em escolas públicas, após o lançamento do meu primeiro livro "Um sorriso feliz para o seu filho" e ao final das palestras as mães chegavam em mim e diziam: "Entendi tudo, mas dê uma olhadinha na boca do meu filho..." Eu olhava e a situação estava precária. Aquilo me afligia muito. Já não dava mais pra ensinar a escovar ou aplicar flúor. A criança estava com dor e precisava de tratamento urgente! Há muitos projetos educativos e preventivos realizados com esse público, mas para aqueles que necessitam de atendimento e que a prevenção não mais adianta, o sistema público se mostra ineficaz e a odontologia particular se torna inacessível, portanto, comecei a atender algumas crianças em meu consultório. Mas eram muitas, então comecei a envolver amigos dentistas nessa história. Hoje a ONG tem mais de seis mil dentistas voluntários cadastrados e 12 mil crianças em atendimento.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Entrevista Completa,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4073390-EI6581,00.html"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-5757621416400397813?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/5757621416400397813/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=5757621416400397813&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/5757621416400397813?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/5757621416400397813?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/bibancos-pasta-de-dente-deveria-estar.html" title="Bibancos: &quot;Pasta de dente deveria estar na cesta básica&quot;" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvC9k4kSTXI/AAAAAAAAQ_o/4_rCStptS68/s72-c/135370098.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkAHRns-fCp7ImA9WxNUEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-4131284845991783213</id><published>2009-11-02T22:34:00.003-02:00</published><updated>2009-11-02T22:38:57.554-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-02T22:38:57.554-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mídia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Jornais "independentes" fazem retorno invertido às suas origens partidárias</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/Su97BfIB7VI/AAAAAAAAQ-w/2KAaH35QAZg/s1600-h/jor56.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 221px; height: 225px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/Su97BfIB7VI/AAAAAAAAQ-w/2KAaH35QAZg/s320/jor56.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399669743705779538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ao assumir uma posição inequivocamente partidária, a grande mídia está fazendo uma espécie de “retorno invertido” às suas origens, no contexto da reação histórica conservadora do final do século XIX.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Venício Lima, Carta Maior&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imprensa – ou o de mais parecido com aquilo que hoje entendemos como tal – nasceu vinculada à política, aos políticos e aos partidos políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No curso da revolução na França calcula-se que, entre 1789 e 1800, foram publicados mais de 1.350 jornais. Na Paris de 1789 e depois novamente em 1848, todos os políticos de algum destaque fundam o próprio clube e, de cada dois políticos, um dá vida a um jornal; somente entre fevereiro e maio surgem 450 clubes e mais de 200 jornais (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;citado in Domenico Losurdo; Democracia ou bonapartismo; Editoras UFRJ/UNESP; 2004; p. 148&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historiadores da imprensa periódica nos países onde ela primeiro floresceu, sobretudo Inglaterra, França e Estados Unidos, concordam que ela teve sua origem na política e, numa segunda fase, se transformou em imprensa comercial, financiada por seus anunciantes e leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, as circunstâncias históricas, certamente nos diferenciam de países como Inglaterra, França e Estados Unidos. Não há distinção, todavia, em relação às origens políticas e partidárias da imprensa nativa. Escrevendo especificamente sobre “as reformas dos anos 50 (que) assinalaram a passagem do jornalismo político-literário para o empresarial”, a professora Ana Paula Goulart Ribeiro afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O jornalismo que se desenvolveu, no Rio de Janeiro, a partir de 1821 (com o fim da censura prévia) era profundamente ideológico, militante e panfletário. O objetivo dos jornais, antes mesmo de informar, era tomar posição, tendo em vista a mobilização dos leitores para as diferentes causas. A imprensa, um dos principais instrumentos da luta política, era essencialmente de opinião (Imprensa e História no Rio de Janeiro dos anos 50; E-Papers; 2007; p. 25).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Outra periodização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A exceção à ordem dessa periodização – que deve ser mencionada aqui pela relevância de que desfruta na discussão contemporânea sobre a “democracia deliberativa” – é representada por Jürgen Habermas. O pensador alemão descreve a existência de uma primeira imprensa que era a principal instituição da “esfera pública burguesa” do final do século XVII e início do século XVIII, na Inglaterra e na França. Nesta “esfera pública” a imprensa se constituía em espaço mediador “neutro” e não impedia a delimitação entre as esferas pública e privada. Embora também comercial, não era ainda o empreendimento em escala industrial que corresponde a outra etapa do capitalismo quando, depois da fase político-partidária, ela se transforma em imprensa comercial moderna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, é o próprio Habermas quem afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Na Inglaterra, na França e nos Estados Unidos, o caminho estava preparado para a transição de uma imprensa partidária para uma imprensa comercializada mais ou menos à mesma época durante os anos 30 do século XIX. (...) Essas primeiras tentativas de uma moderna imprensa comercial devolveram ao jornal o caráter unívoco de uma empresa de economia privada destinada a gerar lucros; mas, agora, por certo, contrastando com as empresas manufatureiras dos velhos ‘editores’, dentro do novo nível atingido pela evolução da grande empresa do capitalismo avançado; já pela metade do século havia uma série de empresas jornalísticas organizadas como sociedades anônimas (Mudança Estrutural da Esfera Pública; Tempo Brasileiro, 1984; pp.216-217; tradução revisada&lt;/span&gt;).”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4465"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-4131284845991783213?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/4131284845991783213/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=4131284845991783213&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4131284845991783213?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4131284845991783213?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/jornais-independentes-fazem-retorno.html" title="Jornais &quot;independentes&quot; fazem retorno invertido às suas origens partidárias" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/Su97BfIB7VI/AAAAAAAAQ-w/2KAaH35QAZg/s72-c/jor56.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkACQnc6cCp7ImA9WxNUEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-8043696116070781101</id><published>2009-11-02T00:58:00.001-02:00</published><updated>2009-11-02T00:59:23.918-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-02T00:59:23.918-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Planeta favela, o bigue-bangue da pobreza</title><content type="html">“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A globalização neoliberal e os planos de ajuste estrutural impuseram uma reconfiguração fundamental do futuro da humanidade: em vez de serem focos de prosperidade, as cidades tornaram-se depósito de lixo de uma população excedente”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Márcia Denser, Congresso em Foco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eventos recentes têm chamado a atenção para a situação das populações faveladas, e por essa razão chamo a atenção para o livro Planeta Favela, do pesquisador e historiador Mike Davis (São Paulo, Boitempo, 2006), obra fundamental que se constitui em uma tremenda pesquisa – com tabelas, gráficos, estatísticas recentes – sobre o processo de favelização que ocorre paralelamente ao boom da urbanização no mundo todo. Ele diz: “As favelas, apesar de funestas e inseguras, têm um esplêndido futuro. Por um breve período o campo ainda conterá a maioria dos pobres do mundo, mas essa honra às avessas será transmitida para as favelas urbanas por volta de 2035. Dois bilhões de favelados em 2030 é uma possibilidade monstruosa, mas os pesquisadores da ONU advertem que já em 2020 a pobreza urbana do mundo chegará a 50% do total dos moradores das cidades”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Mike Davis, as décadas de 1980 e 1990 assinalam o bigue-bangue da pobreza urbana, principalmente nos países em desenvolvimento da África, Ásia, América Latina, inclusive a Rússia. Aliás, o maior acontecimento dos anos 90 foi a conversão de boa parte do antigo Segundo Mundo – o socialismo de Estado europeu e asiático – em um novo Terceiro Mundo. No início da década de 90, aqueles considerados em extrema pobreza nos antigos “países em transição” dispararam de 14 milhões para 168 milhões: uma pauperização em massa quase instantânea e sem precedentes na história. Segundo pesquisadores do Banco Mundial, anteriormente a taxa não excedia a 6% a 10%; depois, 60% das famílias russas passaram a viver na pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1978, o tectonismo violento da globalização neoliberal e os planos de ajuste estrutural não só foram catastróficos como impuseram uma reconfiguração fundamental do futuro da humanidade: em vez de serem focos de crescimento e prosperidade, as cidades tornaram-se depósito de lixo de uma população excedente. Os fatos exógenos que precisavam de ajuste não foram atacados pelo FMI e Banco Mundial, os maiores deles sendo a queda dos preços dos commodities e os juros da dívida, mas todas as políticas nacionais e programas públicos foram cortados. O Plano Baker, de 1985, exigiu sem rodeios que os 15 maiores devedores do Terceiro Mundo abandonassem as estratégias de desenvolvimento conduzidas pelo Estado em troca de tomar novos empréstimos e de continuar participando da economia mundial. E esse era o admirável mundo novo do chamado consenso de Washington.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://congressoemfoco.ig.com.br/coluna.asp?cod_canal=14&amp;amp;cod_publicacao=30386"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-8043696116070781101?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/2498426793023835839/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=2498426793023835839&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/2498426793023835839?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/2498426793023835839?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/que-raloin-que-nada.html" title="Que raloín, que nada!" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/Su0EnHQnU7I/AAAAAAAAQ9g/FYUszSwvZXw/s72-c/saci576.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcDQ3s7cCp7ImA9WxNVGUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-5104093586737877785</id><published>2009-10-31T01:32:00.003-02:00</published><updated>2009-10-31T01:34:32.508-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-31T01:34:32.508-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Comportamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Machismo na Uniban: Existe limite para a imbelicidade?</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/Suuv5KOn0eI/AAAAAAAAQ84/qthzglIiRMk/s1600-h/UNIBAN98.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 257px; height: 172px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/Suuv5KOn0eI/AAAAAAAAQ84/qthzglIiRMk/s320/UNIBAN98.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398601974866760162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Uniban pediu ao site YouTube a remoção de todos as imagens com o incidente envolvendo uma aluna que foi ao campus de São Bernardo do Campo (SP) usando roupa curta. A confusão, no dia 22 de outubro, foi filmada e postada no site no dia seguinte. Os vídeos mostram a jovem sendo hostilizada e tendo de deixar a faculdade com escolta da PM. Em artigo, o diretor da União da Juventude Socialista (UJS) Fernando Borgonovi considera que a perseguição à estudante "revela a desumanização das relações".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Fernando Henrique Borgonovi, Vermelho.org&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o perdão do fatalismo, acabo de ter a impressão de que os cavaleiros do apocalipse estão em marcha sobre a avenida Paulista. A irracionalidade - para não dizer a imbelicidade - coletiva atingiu seu ponto alto nesta semana, no campus ABC da Universidade Bandeirantes - Uniban, e daqui para frente tudo podemos esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos aos fatos. Aconteceu o seguinte: uma moça apareceu para a aula de vestido curto. Foi o seu "pecado". Bastou isso e uma horda de bárbaros passou a segui-la e ofendê-la pelos corredores daquilo que deveria ser um estabelecimento de ensino. Pasmem: a moça foi obrigada a sair do campus escoltada pela Polícia Militar, coberta por um guarda-pó (esses aventais de professor) e coberta pelos gritos da massa: "Puta", "Puta"!, urravam os imbecis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira pergunta que me faço é bem simples: e se ela fosse, qual o problema? Porque seria positivo que vivéssemos numa sociedade em que nenhuma pessoa precisasse submeter-se a este ofício, mas não vivemos e a profissão existe. Aliás, sem falsos moralismos: ainda que ela fosse, ainda que não fosse pelo dinheiro e ainda que ela gostasse da profissão, o que teriam a ver com isso os calhordas que humilharam a garota? Nada, rigorosamente nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ao que tudo indica, ela não era. O que traz a outra pergunta, essa mais difícil. O que se passa pela cabeça de pessoas, em sua maioria jovens, para perseguir alguém pela roupa que usa, pelo modo como se comporta, pelo que faz ou deixa de fazer? A coisa é tão reacionária que chega a assustar.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Foto: YouTub / Reprodução&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=8&amp;amp;id_noticia=118515"&gt; ::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-5104093586737877785?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/5104093586737877785/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=5104093586737877785&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/5104093586737877785?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/5104093586737877785?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/10/machismo-na-uniban-existe-limite-para.html" title="Machismo na Uniban: Existe limite para a imbelicidade?" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/Suuv5KOn0eI/AAAAAAAAQ84/qthzglIiRMk/s72-c/UNIBAN98.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QNQXY4fSp7ImA9WxNVGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-2918871719766675449</id><published>2009-10-31T01:21:00.001-02:00</published><updated>2009-10-31T01:23:10.835-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-31T01:23:10.835-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Paranóia e preconceito</title><content type="html">&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Taeco Toma Carignato, Terra Magazine&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“André Machado, jovem historiador, ao comentar a minha coluna "Dona Maria: a religião de cada dia", chamou a atenção sobre o apego a preconceitos. Ateu por convicção, Machado respeita muito as religiões. Ele recorda que, por exemplo, a crença evangélica possibilita aos deserdados sociais um papel importante em sua comunidade, por ser talvez "um dos poucos lugares em que um pedreiro, semi-alfabetizado, pode ser um orador respeitado". Do outro lado, ele reconhece que os mesmos evangélicos, vítimas de preconceitos por causa do modo de vestir - as mulheres têm cabelos muito compridos e são proibidas de usar calças compridas - e do discurso insistente, também se caracterizam pelo apego à segregação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preconceito não está apenas entre os evangélicos. Ele permeia toda a sociedade, manifestando-se também entre os que transitam nas periferias sociais. Nos imigrantes, as contradições são muito evidentes: os imigrantes japoneses discriminam os imigrantes coreanos que discriminam os imigrantes bolivianos, que se discriminam entre si pelas várias etnias às quais pertencem, e daí por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Casa do Migrante, verdadeiro laboratório das relações sociais, políticas e culturais, observa-se discriminações em todos os níveis: cor da pele, religião, cultura, classe social, etnia, nacionalidade. Pois, lá convivem imigrantes, migrantes e refugiados brancos, negros, mulatos e indígenas (quéchuas, aimarás e guaranis), portadores de diferentes nacionalidades e com diferentes religiões (católica, evangélica, muçulmana, budista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que se trabalhe com a integração cultural, os abrigados segregam-se em grupos e as pessoas são identificadas como "os brasileiros", "os bolivianos", "os colombianos", "os somalis", "os eritreus", "os congoleses", etc. Ou seja, a segregação é interna e externa. E os conflitos são frequentes no cotidiano da Casa.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt;&lt;a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4064905-EI14363,00.html"&gt; ::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-2918871719766675449?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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O desenvolvimentista mineiro jamais esteve tão enganado, pois, meses depois, o udenista paulista renunciaria ao cargo, e a alta burguesia arquitetou uma ação antidemocrática contra a legítima posse do vice-presidente, o progressista Jango.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro Leonel Brizola, outro desenvolvimentista, liderou a resistência democrática aos golpistas distribuindo armas ao politizado povo gaúcho. Sobre o fato, o ex-deputado Moniz Bandeira escreveu: “Só um filho do povo, que nunca renegou suas origens, podia armar o povo. Desde a Revolução Mexicana, na segunda década do século XX, nenhum outro político latino-americano, dentro de uma sociedade burguesa, ousou tomar semelhante iniciativa. Esse gesto jacobino de Brizola as classes dominantes nunca perdoaram”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, o poder econômico só permitiu que Jango governasse como o enfraquecido presidente do regime parlamentarista do primeiro ministro Tancredo Neves, o confiável. Um plebiscito restituiu todos os poderes presidenciais a Goulart. Inconformada com a plebiscitária escolha popular, a amotinada burguesia induziu os militares a golpearem, com a violência dos canhões, a frágil democracia brasileira apeando do poder o gaúcho legalmente eleito. Jango, um rico estancieiro, foi rotulado de comunista pelo incendiário udenista Carlos Lacerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após atear fogo ao prédio que abrigava a União Nacional dos Estudantes (UNE), e se divertindo vendo jovens pulando o muro dos fundos para não morrerem queimados, a fidalga burguesia moradora da Zona Sul carioca, das varandas dos seus luxuosos apartamentos com vista para o mar, alegremente comemorou o fim da democracia bebendo champanhe francês, jogando confetes e berrando: “Agora o dólar vai baixar!”. Satirizando e denunciando a instauração da mentira no território nacional, o compositor Juca Chaves ironizou cantando: “E quando o feijão dá sumiço e o dólar se perde de vista, o Globo diz que tudo isso é culpa de comunista”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; :&lt;a href="http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=4&amp;amp;cod_publicacao=30370"&gt;:Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-5695555428225693143?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/170473377704374708/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=170473377704374708&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/170473377704374708?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/170473377704374708?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/10/o-dilema-de-marina.html" title="O Dilema de Marina" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SukRcW9FYjI/AAAAAAAAQ64/n9eQyk4Mhco/s72-c/MARINA98.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0cAQHs6fCp7ImA9WxNVF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-4692131452593444099</id><published>2009-10-28T22:07:00.002-02:00</published><updated>2009-10-28T22:10:41.514-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-28T22:10:41.514-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Enredo" /><title>Indignação, de Philip Roth</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SujdZXa_9pI/AAAAAAAAQ6g/XFJDOrVf54M/s1600-h/INDIGN67.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 174px; height: 264px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SujdZXa_9pI/AAAAAAAAQ6g/XFJDOrVf54M/s320/INDIGN67.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397807581257266834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Rafael Rodrigues, Digestivo Cultural&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;“Philip Roth, considerado por muitos como o maior escritor norte-americano vivo, tem sido, ao longo de sua carreira, agraciado com os &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Philip_Roth#List_of_awards" target="_blank"&gt;mais diversos prêmios literários&lt;/a&gt; ― dentre eles o Pulitzer, conquistado em 1998 pelo romance &lt;i style=""&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=240809" target="_blank"&gt;Pastoral Americana&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;. Há anos seu nome é um dos mais especulados para vencer o Nobel de Literatura. Além disso, é o único autor americano que, em vida, teve sua obra publicada pela prestigiada editora (que se diz sem fins lucrativos) &lt;a href="http://www.loa.org/" target="_blank"&gt;Library of America&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um currículo desses, Philip Roth poderia simplesmente ter parado de escrever. Ou fazer como a maioria dos escritores consagrados, que, a partir de determinado ponto de suas carreiras, parecem ter resolvido publicar trabalhos no máximo razoáveis, que em nada condizem com suas melhores obras, muitas vezes fazendo arremedos de si mesmos ― como vem acontecendo com Dalton Trevisan e Rubem Fonseca, por exemplo, e, dizem as línguas ferinas, com Gabriel García Márquez e João Ubaldo Ribeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não. Roth vem, do alto de seus 76 anos, publicando livros que, se não são obras-primas, ao menos correspondem às expectativas dos leitores e dos críticos. Homem Comum, por exemplo, penúltimo livro do autor publicado no Brasil, é uma obra tão impactante que ecoa na mente do leitor durante meses ― e isso pode durar anos. Nele, Philip Roth fez uso de toda a simplicidade de que foi capaz para contar a história de um &lt;i style=""&gt;homem comum&lt;/i&gt;, um homem irrelevante para o resto do mundo ― como é a maioria dos homens. Seu talento para executar esta novela, uma obra valorosa, foi interpretado &lt;a href="http://rascunho.rpc.com.br/index.php?ras=secao.php&amp;amp;modelo=2&amp;amp;lista=&amp;amp;secao=25&amp;amp;subsecao=0&amp;amp;ordem=1727&amp;amp;submenu=0&amp;amp;semlimite=todos" target="_blank"&gt;por mim mesmo&lt;/a&gt;, anos atrás, como uma tentativa não tão bem-sucedida de escrever uma obra-prima. Felizmente, tenho agora a possibilidade de reconhecer minha avaliação falha e de não cometer novamente o mesmo erro com &lt;i style=""&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2816186" target="_blank"&gt;Indignação&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; (Companhia das Letras, 2009, 176 págs.), mais recente romance de Roth publicado aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A narrativa simples, linear, tradicional ― ou seja, sem floreios ou transgressões narrativas ―, além do o estilo curto e grosso de &lt;i style=""&gt;Homem comum&lt;/i&gt; estão presentes no novo romance. E, da mesma forma que a obra anterior não arrebata o leitor logo nas primeiras páginas, &lt;i style=""&gt;Indignação&lt;/i&gt; faz isso aos poucos, de maneira gradual, precisa e poderosa. Mas se &lt;st1:personname productid="em Homem Comum" st="on"&gt;em &lt;i style=""&gt;Homem  Comum&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt; a velhice era motivo de ojeriza, no novo livro a juventude é que é a vilã. Marcus Messner, um jovem de dezoito anos, é o protagonista e narrador do livro. Nascido em Newark, mesma cidade onde nasceu Philip Roth, Marcus é filho de um açougueiro &lt;i style=""&gt;kosher&lt;/i&gt; ― isso significa que a carne vendida por ele obedece a lei judaica; vale citar a explicação de Marcus sobre a diferença entre uma carne &lt;i style=""&gt;kosher&lt;/i&gt; e uma carne "não kosher": " (...) para tornar o animal &lt;i style=""&gt;kosher&lt;/i&gt;, era necessário retirar todo o sangue. Num abatedouro não &lt;i style=""&gt;kosher&lt;/i&gt;, podem dar um tiro no animal, podem dar uma pancada para deixá-lo inconsciente, podem matá-lo da forma que quiserem. Mas, para ser kosher, o animal tem de morrer devido à perda de sangue.". Este trecho, mais próximo do fim do livro, dá uma maior noção a respeito da personalidade do pai de Marcus, porque mesmo depois de seu negócio perder clientes para um supermercado recém-inaugurado que vendia carne mais barata, mesmo ela não sendo &lt;i style=""&gt;kosher&lt;/i&gt;, ele manteve a tradição judaica, embora isso representasse uma considerável queda no rendimento do negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Narrando a história de sua vida, Marcus revela também um pouco da história da família Messner e da situação política de seu tempo ― a ação do romance acontece durante o final do ano de 1950 e vai até o início de 1952, ou seja, um pouco depois do início e pouco antes do fim da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_da_Coreia" target="_blank"&gt;Guerra da Coréia&lt;/a&gt;, que termina em 1953. Logo no início do livro ficamos sabendo que dois primos de Marcus morreram em combate durante a Segunda Guerra Mundial. Com a Guerra da Coréia acontecendo, Marcus tem medo de ser ele próprio recrutado e morrer como os primos. Mas medo maior tem seu pai, que, desesperado, tentando evitar que o filho tenha o mesmo destino de seus dois sobrinhos, faz justamente o contrário e o empurra, involuntariamente, para as frentes de batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as primeiras páginas de &lt;i style=""&gt;Indignação&lt;/i&gt;, tem-se a impressão de que este é um livro, acima de tudo, sobre a relação entre pai e filho ― tanto que a mãe de Marcus tem uma participação mínima na história, se comparada com a do seu pai. O tema é, sem dúvida, bastante presente, mas não chega a ser o principal. O cerne de Indignação é, na verdade, a inconsequência juvenil, a sensação que os jovens têm de que podem abraçar o mundo, a arrogância que os faz pensar que sempre têm razão e que seus pais, nascidos em "outro tempo", não sabem mais de nada, afinal, o mundo mudou, o mundo sempre muda, a toda hora.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2923"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-4692131452593444099?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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A primeira acontecerá no Museu de Imagem e Som (MIS), nesta quarta-feira, 28, às 19h50, seguida de um debate com o diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo é jornalista, roteirista e pesquisador. Seu filme conta a busca de um consultor de Recursos Humanos por espaço na mídia e serve como ponto de partida para uma reflexão sobre o crescimento dos espaços de notícia e o papel do jornalismo brasileiro.&lt;br /&gt;Segundo o cineasta, a pretensão do filme é "conversar com todo mundo". Ele explica que não se trata de um filme só para dialogar com jornalistas. "Evidentemente que quem faz comunicação é um público óbvio, mas nas seções prévias que fiz, o tema do filme dá muito pano para a manga", afirma Kauffman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira exibição foi feita na Oboré, empresa prestadora de serviços em comunicação popular. Sérgio Gomes, diretor da entidade, disse que há 20 anos não via um debate tão acalorado entre jornalistas. "Foram três horas de debate na sede e depois, no bar, a discussão ainda continuou", brinca Kauffman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para não-jornalistas, o interesse e a discussão que nasce com o filme é diferente. "O foco do trabalho é questionar por que a mídia publica histórias inconsistentes", explica o cineasta. "Como todo mundo consome muita informação hoje em dia, o tema do filme acaba caindo no cotidiano das pessoas, então o filme dialoga com todos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Abraço corporativo" acompanha um consultor de Recursos Humanos "com um discurso completamente clichê", caracteriza o diretor. "Ele não tem restrições estratégicas para aparecer na mídia", diz Kauffman que acompanhou a trajetória desse consultor para ver se ele conseguiria ou não se inserir na mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Podia dar certo ou dar errado. Mas a mídia recebeu o consultor.&lt;br /&gt;O filme também reúne depoimentos de profissionais da comunicação e políticos que lidam diariamente com a exposição na mídia. Figuras como Juca Kfouri, Eugênio Bucci, Contardo Calligaris, Bob Fernandes e o ex-governador de São Paulo Cláudio Lembo fazem parte do trabalho de Ricardo Kauffman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 33ª Mostra de Cinema de São Paulo teve início no dia 23 de outubro e se estende até 5 de novembro com a exibição de 423 filmes. Os ingressos para os filmes podem ser adquiridos nos próprios cinemas e também na Central da Mostra, montada no Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073).”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Foto: Divulgação&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-4917899442596997249?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/4917899442596997249/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=4917899442596997249&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4917899442596997249?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4917899442596997249?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/10/filme-da-mostra-de-cinema-questiona.html" title="Filme da Mostra de Cinema questiona inconsistência na mídia" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SufI9WY35xI/AAAAAAAAQ5w/49c8aZq4XBM/s72-c/1376u8.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYBQn85fip7ImA9WxNVFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-2944880839219614408</id><published>2009-10-27T21:44:00.003-02:00</published><updated>2009-10-27T21:45:53.126-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T21:45:53.126-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Deus faz mal à vida?</title><content type="html">&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Leonardo Boff, Adital&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Recentemente esteve entre nós o renomado biólogo darwinista Richard Dawkins afirmando que Deus faz mal à saúde humana e que "Deus é um delírio", título, aliás, de seu livro. Quase simultaneamente saiu um outro livro de um renomado filósofo e teólogo anglicano Keith Ward que, sem pretende-lo, deu uma resposta a Dawkings. Seu livro se intitula: Deus, um guia para os perplexos (Difel 2009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ward depois de percorrer mais de três mil anos de reflexões sobre Deus, tranquilamente, com o humor inglês que o caracteriza, poderia escrever: Dawkins, um delírio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão fundamental que seu livro suscita é: o que os humanos querem dizer quando falam "Deus"? Por que as culturas, desde sempre, colocam o tema Deus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ward começa com a mitologia grega, cujo panteão é repleto de deuses e deusas. Mas adere à interpretação inaugurada por C. G. Jung e por Campbel segundo a qual no panteísmo não temos a ver com a multiplicidade de divindades, mas com múltiplas formas de presença divina na natureza e na vida humana. As divindades não são seres subsistentes, mas representam energias poderosas e criativas para as quais nos faltam as palavras adequadas para descrevê-las. Então se usam nomes divinos e mitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ward passa pelos grandes representantes do pensamento ocidental, sem esquecer seus paralelos orientais, que detidamente se enfrentaram com a problemática de Deus. Mostra a grande ruptura que ocorreu entre o pensamento clássico greco-cristão para qual Deus representava a eternidade, a imutação e a pura transcendência e entre o pensamento moderno que entende a realidade como mutação e evolução, carregada de virtualidades apontando para várias direções.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.adital.org.br/site/noticia.asp?lang=PT&amp;amp;cod=42307"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-2944880839219614408?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/2944880839219614408/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=2944880839219614408&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/2944880839219614408?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/2944880839219614408?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/10/deus-faz-mal-vida.html" title="Deus faz mal à vida?" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YEQH46fSp7ImA9WxNVFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-7230827322866699688</id><published>2009-10-27T02:50:00.001-02:00</published><updated>2009-10-27T02:51:41.015-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-27T02:51:41.015-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="HQ" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Enredo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Tocaia, quadrinhos e elitização da cultura</title><content type="html">“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quadrinhos migram cada vez mais dos gibis para os livros. Longe de ser uma conquista, fato expressa os rumos de um mercado para um público cada vez mais restrito e de melhor poder aquisitivo. A elitização do mercado de quadrinhos acompanha uma tendência que se verifica no cinema e no teatro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Gilberto Maringoni, Carta Maior&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabo de lançar um livro de histórias em quadrinhos. Chama-se "Tocaia", tem 110 páginas (algumas coloridas) e 14 histórias. Custa 45 reais. Não vou ficar aqui falando do que penso serem as qualidades do livro, o que seria o cúmulo do cabotinismo. Todo autor gosta de ter seu livro vendido, lido e comentado. Espero que todos comprem o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu livro não é barato. Cada vez mais os quadrinhos deixam de serem veiculados em gibis e ganham as páginas de livros. Mais que uma mudança de forma, o que está em pauta é uma alteração no mercado de entretenimento, que se elitizou ao longo das últimas três décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aficionado por histórias em quadrinhos dos anos 1980 que tomasse um túnel do tempo e fosse catapultado para uma grande banca de jornais dos dias de hoje, estranharia muita coisa. A primeira delas seria estar diante de uma pequena loja de conveniências. Doces, brinquedos, sorvetes, refrigerantes, CDs, DVDs e bugigangas várias teriam quase o mesmo destaque das publicações em papel. A segunda é que quase não encontraria gibis para adultos. Constataria o virtual desaparecimento daquelas publicações baratas, geralmente em branco e preto e impressas em papel jornal. Caso desejasse outras opções, além de quadrinhos infanto-juvenis, teria de ir atrás de uma livraria e gastar algo como dez vezes o que desembolsaria em um gibi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espantado leitor de 1980 descobriria que os gibis, com preços equivalentes a uma passagem de ônibus e tiragens acima de 100 mil exemplares, estariam basicamente limitados às edições dos personagens Disney e Mauricio de Sousa. Se formos rigorosos, veremos que apenas este último mantém acesa a velha tradição. É, disparado, o campeão de vendas. Mônica, Cebolinha e sua turma, cada qual em gibis próprios, tiram individualmente mais de 150 mil exemplares por mês, enquanto as revistinhas do criador de Mickey e cia. mal alcançam dez mil cópias cada uma.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4463"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-7230827322866699688?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/7230827322866699688/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=7230827322866699688&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/7230827322866699688?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/7230827322866699688?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/10/tocaia-quadrinhos-e-elitizacao-da.html" title="Tocaia, quadrinhos e elitização da cultura" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkAHRHw5cCp7ImA9WxNVFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-2172313708825986496</id><published>2009-10-26T21:44:00.000-02:00</published><updated>2009-10-26T21:45:35.228-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-26T21:45:35.228-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Crises e história</title><content type="html">&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Delfim Netto, CartaCapital&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O criador da sigla BRIC, Jim O’Neill, sabia bem o que estava dizendo quando fez rasgados elogios à conduta do governo brasileiro no enfrentamento da crise que abalou os mercados financeiros a partir de setembro de 2008. Ele anda pelo mundo como chefe de pesquisa econômica global do Goldman Sachs. Esteve em São Paulo recentemente para palestras aos clientes do banco e falou da capacidade que a equipe dirigente do País revelou no auge da crise. Sua referência ao papel desempenhado pelo chefe da nação brasileira foi superlativa: “Dá para argumentar que o presidente Lula é o melhor e mais bem-sucedido gestor político desta década em um grande país”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos brasileiros concordam. De outra parte, é natural que a oposição reaja amuada diante dos “exageros” de O’Neill, mas quem conhece um pouco da história econômica deve reconhecer que a atitude dos dirigentes políticos é sempre decisiva para enfrentar os momentos de pânico. É impossível negar que o exercício de liderança do presidente Lula foi fundamental para a adesão de empresários e trabalhadores aos estímulos de uma política que conservou empregos, manteve salários e sustentou níveis de consumo, possibilitando uma razoável normalidade à atividade econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi às fábricas e sindicatos, convocou os empresários a Brasília e os convenceu a manter a produção na indústria. Recentemente, comentei o quanto foi decisiva essa conciliação entre empregados e patrões, diferentemente do que aconteceu nos Estados Unidos. O Brasil tem coisas extraordinárias e nem sempre estão no governo. Peguem o exemplo de como reagiram quatro grandes empresas internacionais e quatro grandes empresas brasileiras logo nas primeiras semanas do apagão financeiro. Os chefões americanos chamaram a rapaziada e disseram: “Procurem o seguro-desemprego e passem bem...” Aqui, as turmas se reuniram, tomaram uns chopes e acertaram a vida por alguns meses até as coisas melhorarem. Houve um mínimo de demissões e logo recomeçaram as contratações.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&amp;amp;a2=5&amp;amp;i=5332"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-2172313708825986496?l=magazinebrasil.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/2172313708825986496/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=2172313708825986496&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/2172313708825986496?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/2172313708825986496?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/10/crises-e-historia.html" title="Crises e história" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry></feed>
