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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" gd:etag="W/&quot;DUEGSXg5fip7ImA9WxNaEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892</id><updated>2009-11-24T13:47:08.626-02:00</updated><title>Magazine Brasil</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/" /><link rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>880</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><link rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/MagazineBrasil" type="application/atom+xml" /><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">MagazineBrasil</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><entry gd:etag="W/&quot;CEADQ384eip7ImA9WxNaEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-4123495099643336141</id><published>2009-11-23T19:43:00.003-02:00</published><updated>2009-11-23T19:46:12.132-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-23T19:46:12.132-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Enredo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pelo Mundo" /><title>Por trás das pirâmides, lixo</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SwsCOUHy7CI/AAAAAAAARPo/GR5acbSMef4/s1600/EGYPT09.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SwsCOUHy7CI/AAAAAAAARPo/GR5acbSMef4/s400/EGYPT09.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407418222531243042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Marta Reis, CartaCapital&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A menos de vinte minutos das pirâmides de Gizé, principal ponto turístico do Egito, está um lugar que não figura entre os cartões-postais. A Cidade do Lixo é como um canto escondido da capital, Cairo, um tanto por suas imagens chocantes e seus odores repugnantes, mas também por ser a casa da minoria cristã do país. Cerca de 30 mil habitantes vivem praticamente isolados, a coletar e transformar lixo em mercadoria. São os zabbalin, o povo que faz do lixo a sua própria identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sou muito feliz e não penso em sair daqui. Esta é a minha vida: encontrar frutas e alimentos em bom estado nestes restos orgânicos”, explica uma das moradoras do bairro, enquanto enfia os braços num saco preto, já tomado por moscas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cheiro é de revirar o estômago, mas a mulher manuseia o saco com naturalidade. Os zabbalin parecem nem se importar com as montanhas de dejetos que invadem suas casas. Tudo que é descartado pela população do Cairo vai para a Cidade do Lixo e por vezes até vira brinquedo para as crianças ou objeto de decoração no lar dos zabbalin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade está localizada na base da montanha Mokattam, que significa “montanha partida”. Segundo uma lenda local, foi palco de um milagre no século X. Naquela época, os cristãos foram desafiados a provar o poder de sua religião. Caso contrário, seriam expulsos do país ou mortos. O desafio: mover a montanha ao fim de três dias apenas com a força da fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centenas de bispos e arcebispos se aglomeraram ao pé da montanha para rezar, mas, diz a lenda, foi um sapateiro chamado Simão quem operou o milagre. A Mokattam se abriu e foi possível ver o sol do outro lado. Depois disso, muitos muçulmanos teriam se convertido ao cristianismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para celebrar o milagre, os cristãos construíram no interior da montanha a Igreja de São Simão, com o formato semelhante ao de uma caverna. As paredes de pedra ganharam ilustrações que detalham o feito do sapateiro. A igreja é bonita e limpa, bem diferente do bairro que dorme aos seus pés.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Foto: IGFM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&amp;amp;a2=6&amp;amp;i=5522"&gt; ::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-4123495099643336141?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/4123495099643336141/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=4123495099643336141&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4123495099643336141?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4123495099643336141?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/por-tras-das-piramides-lixo.html" title="Por trás das pirâmides, lixo" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SwsCOUHy7CI/AAAAAAAARPo/GR5acbSMef4/s72-c/EGYPT09.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMHSXw6eSp7ImA9WxNbGU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-2788910523758120633</id><published>2009-11-22T23:05:00.001-02:00</published><updated>2009-11-22T23:07:18.211-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-22T23:07:18.211-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Neoliberalismo e o fim da política</title><content type="html">"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;São as empresas soberanas que administram as políticas de sua conveniência, sobretudo as públicas, da TV digital à gestão do aterro sanitário social onde nos metemos até o pescoço"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Márcia Denser, Congresso em Foco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta Semana da Consciência Negra, talvez seja preciso invocar a evolução da crescente, simétrica e oposta Inconsciência Branca, no mais puro e cocainômano sentido neonazista da cor - ou ausência dela –, o que dá uma inconsistência superlativizada de vários graus, alinhada com todos os preconceitos, racismos, discriminações e assédios, sejam morais, genéricos ou etários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexão com dor é ironia que custa os olhos da cara, daí a necessidade de voltar à tese da irrelevância da política, aliás atribuída à supracitada inconsciência cínica de uma camada dominante – branquíssima, esta – que sequer se dá mais ao trabalho de se levar a sério, conectada a um capitalismo que dispensa qualquer institucionalidade extra-econômica, salvo a penal, e não por acaso em expansão turbinada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então vou me apropriar dumas reflexões de Paulo Arantes – para não ficar citando academicamente, tirando e botando aspas, engessamentos à parte que não combinam com este espaço informal (onde se mata um leão por dia e é preciso ser genial) e espantam o leitor. Quer dizer, vou parafraseá-lo descaradamente, ele e seu estilo encantadoramente virulento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A certa altura do texto, Arantes, questionado sobre se a política teria perdido a capacidade de dirigir a sociedade, respondeu que algumas revisões ingratas precisariam ser feitas, entre elas, a verificação de que o discurso político dos direitos de cidadania (degradado pela onguinização canalha de mil parcerias fajutas) estava correndo por uma pista inexistente; de que o neoliberalismo não era apenas uma política econômica perversa a ser descartada assim que a correlação de forças fosse menos adversa e substituída por uma macroeconomia de esquerda que resgatasse o Banco Central do seu cativeiro no mercado etc. E por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sociedade moldada pelo modo capitalista de produção, ele explica, vigora a lei da troca de equivalente por equivalente, salvo no que diz respeito à força de trabalho, cujo consumo produz um excedente que faz o bolo do capital crescer. Ocultando o mundo subterrâneo da produção, vale para todo o resto o princípio da igualdade, ancorado na troca generalizada, da esfera da circulação de mercadorias ao Parlamento, norma que o movimento histórico da classe trabalhadora tratou de universalizar por meio da luta política contra todos os obstáculos e anacronismos que a burguesia ia botando no caminho. Mas aqui há uma ruptura histórica entre o mundo do trabalho e a centralidade moderna da política.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://congressoemfoco.ig.com.br/coluna.asp?cod_canal=14&amp;amp;cod_publicacao=30676"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-2788910523758120633?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/1299089686457653521/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=1299089686457653521&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1299089686457653521?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1299089686457653521?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/arte-de-ser-feliz.html" title="A Arte de Ser Feliz" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEIGRH8zfCp7ImA9WxNbF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-2046863824371738962</id><published>2009-11-21T01:00:00.001-02:00</published><updated>2009-11-21T01:02:05.184-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-21T01:02:05.184-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caso Battisti" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Aldo Moro, Battisti e o “compromisso histórico”</title><content type="html">&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Mauro Santayana, JB Online&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O caso Battisti evoca trágica experiência política do século passado. Os episódios de 1978, que causaram a morte de Aldo Moro, ocorreram diante da insanidade dos extremos e da incapacidade de as elites se reunirem no centro político, que Berliguer e Moro propunham com o seu Compromisso Histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moro era um católico que estava à esquerda de De Gasperi e de Giulio Andreotti, próximo de pensadores franceses identificados na esquerda, como Jacques Maritain – que provavelmente conhecera, quando o filósofo tomista fora embaixador junto ao Vaticano, entre 1945 e 1948. Ele temia que o confronto ideológico, no movimento católico, impedisse o governo de centro na jovem República italiana. Como líder de sua corrente – a dos “doroteanos” – que dispunha de ponderável votação, Moro participou dos governos democrata-cristãos até 1976, quando a ala direita se impôs com a entrega do governo a Giulio Andreotti, seu principal adversário. Entre 1976 e 1978, Moro articulou a retomada do entendimento entre os comunistas e os democrata-cristãos em busca de uma saída histórica, proposta por Enrico Berlinguer em 1973. O entendimento era combatido com vigor por Andreotti, pelo Vaticano, pela Máfia e pelos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia 12 anos que, com a criação da República, e o confronto entre as duas correntes partidárias, sob a influência das duas superpotências, a Itália estivera à margem da guerra civil. Em 1978 – com a reabilitação do pensamento de Gramsci, e dez anos depois da invasão de Praga, que eles combateram – os comunistas italianos já estavam muito mais distantes dos soviéticos na construção do diálogo com os cristãos e do eurocomunismo. A situação estava madura para que a Itália se livrasse dos efeitos da Guerra Fria e buscasse um projeto nacional de desenvolvimento e de presença mais forte na Comunidade Europeia que se formava. Nos meses que antecedem o sequestro e a morte de Aldo Moro surge o estranho movimento das Brigadas Vermelhas. O grupo, conforme voz corrente, era liderado pela chefia misteriosa de um Gran Vecchio. Embora, na época, Andreotti não tivesse ainda 60 anos (nascera em 1919), seu porte encurvado dava-lhe aparência bem mais idosa. Há indícios de que as Brigadas teriam sido criadas por Andreotti, com a ajuda da Máfia, da CIA e dos serviços secretos italianos a fim de impedir, com atos de terrorismo, o “Compromesso Storico”, de centro-esquerda. Dele foi aliado intransigente Francesco Cossiga, hoje irado defensor da extradição de Battisti.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.jblog.com.br/politica.php?itemid=17423"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-2046863824371738962?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/6585504621902408984/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=6585504621902408984&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/6585504621902408984?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/6585504621902408984?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/uma-historia-epica-irmas-negras.html" title="Uma história épica: Irmãs negras" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEAHRXo5fip7ImA9WxNbFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-6643398944076035000</id><published>2009-11-18T21:23:00.003-02:00</published><updated>2009-11-18T21:25:34.426-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-18T21:25:34.426-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Enredo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>"Rio Bravo", de Howard Hawks</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SwSCFyBUo_I/AAAAAAAARMg/lZrEDA2IOGs/s1600/136622ouiy.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 196px; height: 228px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SwSCFyBUo_I/AAAAAAAARMg/lZrEDA2IOGs/s320/136622ouiy.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405588488589714418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;André Setaro, Terra Magazine&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Assim como o ano de 1939, pleno de filmes excelentes, obras magistrais, a exemplo de 'O mágico de Oz', de Victor Fleming, 'No tempo das diligências' ('Stagecoach'), de John Ford, 'A regra do jogo', de Jean Renoir etc, o ano de 1959 foi, também, emblemático para a história do cinema com obras do quilate de 'Onde começa o inferno', de Howard Hawks, 'Intriga internacional' ('North by northwest'), de Hitchcock, 'Pickpocket', de Robert Bresson, 'Hiroshima, mon amour', de Alain Resnais, 'Acossado' ('A bout de souffle'), de Jean-Luc Godard, 'A aventura', de Michelangelo Antonioni etc - a citação apressada e de memória pode fazer escapar algum grande filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ocaso dos anos dourados, houve um 'boom' de filmes inovadores que, muitos deles, tornaram-se 'filmes-faróis', a contribuir sobremaneira para a evolução da linguagem cinematográfica. O cinema francês se modificava, a apontar novos caminhos, novas possibilidades expressivas, com a explosão de Nouvelle Vague. O italiano renovava o modelo narrativo pela introdução da 'desdramatização' e da 'antinarrativa', principalmente na famosa trilogia de Antonioni composta por 'A aventura', 'A noite' e 'O eclipse'. Resnais, com 'Hiroshima, mon amour', mudou completamente o cinema, passando a existir um cinema antes de 'Hiroshima' e outro depois dele. Mas, nesta coluna, vamos nos deter em um filme carismático e de particular intensidade: 'Onde começa o inferno' ('Rio Bravo'), de Howard Hawks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 'Onde começa o inferno' ('Rio Bravo'), resposta desse grande mestre ao 'western' psicológico que então emergia no cinema americano, há uma cadência que o distingue dos filmes do gênero que foram seus contemporâneos e, de certa forma, o que interessa ao autor é o estudo de comportamentos de homens numa dada situação. Excetuando-se o tiroteio final, e uns poucos tiros aqui e ali, os seus 144 minutos de projeção se concentram num espaço exíguo, a delegacia da qual é xerife John Wayne, com algumas deslocações dos personagens pelas ruas e pelo hotel onde se hospeda a bela Angie Dickinson - uma das pernas mais bonitas de toda a história do cinema.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt;&lt;a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4105570-EI11347,00.html"&gt; ::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rio Bravo (The Song Scene)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="295" width="460"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TBIKrDChgJc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/TBIKrDChgJc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="295" width="460"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-6643398944076035000?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/1811176635618936164/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=1811176635618936164&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1811176635618936164?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1811176635618936164?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/perguntas-sagradas.html" title="Perguntas sagradas" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MERHg7fyp7ImA9WxNbFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-4722933193256627095</id><published>2009-11-17T02:15:00.001-02:00</published><updated>2009-11-17T02:16:45.607-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-17T02:16:45.607-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Enredo" /><title>O poeta de vestidinho vermelho</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SwIij6mut2I/AAAAAAAARLI/gQFDGTNc7cs/s1600/sa678.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 188px; height: 220px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SwIij6mut2I/AAAAAAAARLI/gQFDGTNc7cs/s320/sa678.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404920503220483938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Eberth Vêncio, Revista Bula&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eliosvaldo Neves é um poeta medíocre, mas teve uma idéia genial. Ele finalmente sacou que a sociedade, berço de toda hipocrisia, cultua o podre como se fora o suprassumo da intelectualidade. Apesar do Q. I. limítrofe com a idiotice, ele assim concluiu ao ver pela televisão (Eliosvaldo quase não lê jornais e livros...) a notícia da universitária safadinha que quase foi apedrejada pelos colegas dentro da faculdade por ter comparecido à aula trajando um vestidinho vermelho colado ao seu corpinho gorducho. A pergunta que não cessa: seria a sua calcinha também vermelha?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não bastasse o tumulto proporcionado pela fogosa e pelos universitários hipócrita-excitados, a diretoria julgou que seria justo e urgente banir a falsa loira do seu plantel. Eu soube que eles retroagiram na decisão, preocupados com os processos judiciais que certamente pipocariam, garantindo assim alguma grana à protagonista e seu astuto advogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antenado às raras oportunidades para aparecer na fita e mostrar o seu “trabalho”,  Eliosvaldo entendeu que, protagonizando uma cena tosca no local certo e na hora certa, certamente a sua poesia viria à tona e o mundo tomaria conhecimento da sua existência, mais ainda, da genialidade e pujança da sua obra (cocô) poética. Teimando com literatura em Goiás tem muito tempo, o dublê de poeta se sentia injustiçado pela comunidade e humilhado pelos demais escritores, intelectuais do pedaço que ele considerava uma verdadeira “panelinha”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.revistabula.com/posts/colunistas/o-poeta-de-vestidinho-vermelho"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-4722933193256627095?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/4722933193256627095/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=4722933193256627095&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4722933193256627095?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4722933193256627095?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/o-poeta-de-vestidinho-vermelho.html" title="O poeta de vestidinho vermelho" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SwIij6mut2I/AAAAAAAARLI/gQFDGTNc7cs/s72-c/sa678.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkAERn8-fSp7ImA9WxNbE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-299994385291345267</id><published>2009-11-16T01:03:00.001-02:00</published><updated>2009-11-16T01:05:07.155-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-16T01:05:07.155-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caso Battisti" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Cesare Battisti: que o STF faça justiça com base na verdade</title><content type="html">&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Eduardo Suplicy, Opera Mundi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As atenções dos organismos de direitos humanos do mundo voltam-se hoje (12) para o Supremo Tribunal Federal brasileiro. A partir das 14 horas, o STF retomará o julgamento a respeito da concessão de refúgio ou extradição de Cesare Battisti, iniciado no dia 9 de setembro e paralisado pelo pedido de vista do ministro Marco Aurélio Mello. No dia 13 de janeiro deste ano, o ministro  da Justiça,Tarso Genro, concedeu refúgio político a Battisti. Atualmente, ele está detido na penitenciária da Papuda, em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história do italiano Cesare Battisti, autor de famosas novelas policiais, perseguido político e ex-membro do grupo de esquerda PAC (Proletários Armados pelo Comunismo), acusado e condenado pelo governo da Itália por quatro homicídios cometidos nos chamados “anos de chumbo”, tem provocado as mais diversas reações, no país e no mundo. Tenho recebido inúmeras cartas questionando meu posicionamento de apoio à decisão do governo brasileiro de conceder-lhe a condição de refugiado político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mergulhei no universo de Battisti em 2007, quando a arqueóloga, historiadora e escritora francesa Fred Vargas me procurou – assim como ao professor Dalmo Dallari, dentre outras pessoas com histórico de defesa dos direitos humanos – para relatar o que se passava com ele. Explicou sua convicção de que ele não havia cometido os homicídios que lhe eram imputados pela Justiça Italiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale destacar que Fred Vargas, autora de vários livros na lista dos mais vendidos, estudou à exaustão os processos relativos à condenação de Battisti. Com base nos autos, chegou à conclusão de que ele cometeu ações armadas pelas quais foi condenado a 12 anos de prisão, mas nunca assassinou qualquer pessoa. Desde então, tem se dedicado a acompanhar a trajetória de Battisti e a divulgar os fatos que descobriu nos processos que estudou, tais como as falsas procurações usadas no processo que condenou Battisti à prisão perpétua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitei-o pela primeira vez na sede da Polícia Federal, logo que chegou a Brasília. À época, contou-me que ainda muito moço participou de ações do PAC. Mas, quando soube do sequestro e assassinato do primeiro-ministro Aldo Moro, ficou extremamente impressionado, e tomou a decisão de nunca cometer qualquer crime de sangue, de nunca matar qualquer ser humano. No último ano, Fred Vargas veio ao Brasil várias vezes. Em algumas ocasiões, acompanhei-a em visitas a Cesare.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.operamundi.com.br/opiniao_ver.php?idConteudo=1004"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-299994385291345267?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/7728151968253609733/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=7728151968253609733&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/7728151968253609733?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/7728151968253609733?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/c-g-jung-e-o-mundo-espiritual.html" title="C. G. Jung e o mundo espiritual" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/Sv4rtAdUBVI/AAAAAAAARIo/vdQLDqJWLo0/s72-c/cgjung23.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU4AQHk5cSp7ImA9WxNbEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-2225414627623190988</id><published>2009-11-13T01:44:00.001-02:00</published><updated>2009-11-13T01:45:41.729-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-13T01:45:41.729-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>As ideologias são dráculas</title><content type="html">&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Euler de França Belém, Revista Bula&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O notável historiador marxista Eric Hobsbawm avalia que, depois da “libertinagem” capitalista, decorrente da “morte” do socialismo, é provável que a vaga socialista volte, e, quem sabe, com certa força. Mas possivelmente com outro matiz. O encanecido Hobsbawm (bombardeado por Tony Judt, há pouco tempo, por não reconhecer os crimes do stalinismo com a devida correção; o livro de Judt, “O Século XX Esquecido — Lugares e Memórias”, foi editado em Portugal e merece uma edição brasileira) disse isto antes do vendaval Hugo Chávez, Rafael Correa e Evo Morales. Lula é um caso específico. Mas o socialismo de Chávez pouco tem a ver com o socialismo clássico, porque seu partido é uma ficção. Pouco tem a ver com o partido leninista-comunista. O poder está “assentado” na figura de Chávez, tanto que, se morrer, o “sistema Chávez” desmorona. O regime chavista é, mais do que socialista, nacionalista, mais próximo do peronismo... com a diferença do petróleo. Porque o petróleo é o sangue que movimenta as diabruras e inconseqüências do líder venezuelano. O petróleo é a Bolsa Família do governo da Venezuela. O governo de Correa é mais inconsistente do que o de Chávez e, sem Chávez para emulá-lo, possivelmente seria uma ficção. O de Morales, nem se fala. Golpes à vista. Assassinatos no horizonte. Na Venezuela, no Equador e na Bolívia. É só esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula, como disse, é um caso à parte. Ao contrário do que muitos assinalam, Lula é, sim, de esquerda, adepto de um socialismo que se aproxima de um misto de social-democracia e democracia cristã. Mas, como governa um país capitalista, comporta-se como gestor de uma economia capitalista. É um realista. Aproximou-se dos políticos tradicionais e, de certo modo, os tornou subordinados. Esta aproximação, que muitos tendem a ver tão-somente como fisiológica, é responsável por Lula não ter se tornado uma espécie de Chávez. O realismo possibilitou a Lula verificar que o custo de tentar implantar um regime chavista num país continental e cuja democracia é estável, com instituições sólidas (apesar de crises pontuais), seria impagável. O resultado poderia ser um golpe atrás de outro golpe (Lula tem uma gota do sangue de João Goulart nas veias). A desestabilização da política e da economia. Ao se posicionar como moderado, Lula dá provas de amadurecimento e, até agora, tem jogado dentro das regras da democracia. Aqui e ali, tenta impor alguma medida autoritária, mas, contido pela democracia, cede, o que é positivo. No espectro de esquerda, é, sem comparação, o melhor governante da América do Sul, excetuando, possivelmente, a presidente do Chile, a socialista e realista Michelle Bachelet.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.revistabula.com/posts/livros/as-ideologias-sao-draculas"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-2225414627623190988?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/1389095536490486891/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=1389095536490486891&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1389095536490486891?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1389095536490486891?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/muro-de-berlim-223-mortos-muro-que.html" title="Muro de Berlim: 223 mortos. Muro que separa os EUA do México: 5,6 mil mortos" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvnpyyTWBHI/AAAAAAAARGY/sEXmFrYMZlc/s72-c/mur65.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUAFQ3k_fSp7ImA9WxNUGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-4217284347333630011</id><published>2009-11-10T01:25:00.003-02:00</published><updated>2009-11-10T01:28:32.745-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-10T01:28:32.745-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Vinte anos depois da queda do Muro de Berlim: Além do fundamentalismo do mercado</title><content type="html">&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Eric Hobsbawm, IPS/Envolverde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O breve século XX foi uma era de guerras religiosas entre ideologias seculares. Por razões mais históricas do que lógicas, o século passado foi dominado pela oposição entre dois tipos de economia mutuamente excludentes: o “socialismo”, identificado com as economias planejadas centralmente do tipo soviético, e o “capitalismo”, que cobriu todo o resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta aparente oposição fundamental, entre um sistema que tentou eliminar a busca pelo lucro da empresa privada e outro que procurou eliminar toda restrição do setor público sobre o mercado, nunca foi realista. Todas as economias modernas devem combinar o público e o privado de variadas maneiras e de fato o fazem. As duas tentativas de cumprir a qualquer custo com a lógica dessas definições de “capitalismo” e “socialismo” fracassaram. As economias de planejamento comandadas pelo Estado do tipo soviético não sobreviveram aos anos 80, e o “fundamentalismo do mercado” anglo-norte-americano, então em seu apogeu, se fez em pedaços em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O século XXI terá de reconsiderar seus problemas em termos mais realistas. De que maneira o fracasso afetou os países anteriormente comprometidos com o “modelo socialista”? Sob o socialismo, eles não foram capazes de reformar seus sistemas de economia planificada, embora seus técnicos tivessem plena consciência de seus defeitos fundamentais, que eram internacionalmente não competitivos e continuavam sendo viáveis apenas na medida em que estivessem isolados do resto da economia mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O isolamento não pôde ser mantido, e quando o socialismo foi abandonado, já o fora pelo colapso dos regimes políticos, como ocorreu na Europa, ou pelo próprio regime, como sucedeu na China e no Vietnã, esses Estados mergulharam de cabeça no que para muitos parecia a única alternativa à disposição: o capitalismo em sua então dominante forma extrema do livre mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados imediatos na Europa foram catastróficos. Os países da ex-União Soviética ainda não superaram seus efeitos. Felizmente para a China, seu modelo capitalista não se inspirou no neoliberalismo anglo-norte-americano, mas no muito mais dirigista dos “tigres” do Leste asiático. A China lançou seu “grande salto adiante” econômico com escassa preocupação por suas implicações sociais e humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este período agora está chegando ao fim, tal como ocorre com o domínio do liberalismo econômico anglo-norte-americano, embora ainda não saibamos quais mudanças trará a atual crise econômica mundial depois de superados os efeitos da sacudida dos últimos dois anos. Somente uma coisa é clara, há um importante deslocamento das velhas economias do Atlântico Norte para o Sul e, sobretudo, para a Ásia do Leste.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=65686&amp;amp;edt="&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-4217284347333630011?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/4031358952233459870/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=4031358952233459870&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4031358952233459870?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/4031358952233459870?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/modo-diferente-de-falar-do-amor.html" title="Modo diferente de falar do amor" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcDQH89eyp7ImA9WxNUFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-8235158685332502571</id><published>2009-11-08T03:08:00.003-02:00</published><updated>2009-11-08T03:11:11.163-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-08T03:11:11.163-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>A mulher-objeto de SP</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvZSZsglg9I/AAAAAAAARDw/ZiMW5yKJWq0/s1600-h/barbie1265.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 147px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvZSZsglg9I/AAAAAAAARDw/ZiMW5yKJWq0/s320/barbie1265.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401595404475532242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Eduardo Guimarães,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://edu.guim.blog.uol.com.br/"&gt;Cidadania.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agora é oficial: se você é mulher e mora em São Paulo, saiba que, nesta terra de hipocrisia sem fim, você é nada mais, nada menos do que um objeto, um ser que deve medir cada palavra, cada gesto, cada decisão sobre a própria vida pela ótica hipócrita do homem, que só exige comportamento "recatado" das mulheres nos intervalos de suas caçadas sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A universidade Uniban expulsou a estudante de turismo Geisy Arruda por sua "sindicância interna" ter concluído que a moça foi a culpada por setecentos alunos terem-na hostilizado aos gritos e lhe ameaçado a integridade física. A instituição justificou dessa forma sua decisão em nota publicada neste domingo em jornais paulistas. Geisy seria provocante demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa sociedade como a paulista, esse moralismo chega ao pior ridículo. Dêem uma voltinha pelas imediações dessas universidades particulares de São Paulo e encontrarão meninas e meninos usando drogas e até fazendo sexo nos carros. Em seguida, os que fazem e os que não fazem isso entram em aula e se escandalizam com o jeito da menina andar e com o comprimento de seu vestido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que as setecentas famílias dos setecentes energúmenos que protagonizaram as cenas de horror que vocês viram há poucos dias devem ter caído matando na direção da Uniban ameaçando tirarem seus filhos coletivamente de lá se a cabeça da Maria Madalena paulistana não lhes fosse entregue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o moralismo de atirarem a primeira pedra nas roupas de Geisy, na sensualidade de Geisy, é efeito, não causa. Ser mulher, em São Paulo, é não ter direitos como o do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ex-prefeita Marta Suplicy, por exemplo,  caiu em desgraça quando decidiu separar-se do senador Eduardo Suplicy. A elite local ordenou à ralé que se arrasta aos seus pés que passasse a tratá-la como "vagabunda". Durante a campanha eleitoral do ano passado, &lt;a href="http://edu.guim.blog.uol.com.br/arch2008-10-05_2008-10-11.html#2008_10-10_15_39_07-3429108-0."&gt;o jornal Valor Econômico tratou do assunto num excelente trabalho jornalístico sobre as novas Senhoras de Santana&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe agora, portanto, não só ao Judiciário, mas acho que até ao Ministério da Educação reparar esse absurdo. E tem que ser logo, pois a própria nota da Uniban divulgada neste domingo nos jornais paulistas serve de confissão de culpa de violação de cláusula pétrea da Constituição brasileira.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-8235158685332502571?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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O lançamento foi realizado na Saraiva do Shopping Higienópolis, em São Paulo, e foi acompanhada por uma sessão de autógrafos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Carolina Oms, Terra Magazine&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra reúne diversas frases do presidente Lula, comentadas pelo apresentador do CQC (Custe o Que Custar), da TV Bandeirantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista falou à &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Terra Magazine&lt;/span&gt; sobre o comportamento do presidente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Resolvi criar essa tese: o Lula não tinha diploma antes de ser presidente, mas com a faixa presidencial ele ganhou todos os diplomas do mundo, ele sabe falar sobre qualquer assunto&lt;br /&gt;E especula sobre os sentimentos de Lula, "ele deve ter dias de angústia também". "Tem dia que ele acorda e diz: "Meu Deus, que merda eu fui fazer? Eu, que fui aquele cara do PT que defendia os trabalhadores e os oprimidos, agora estou aqui com o Collor", imagina Tas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terra Magazine - Como foi a sessão de autógrafos? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marcelo Tas -&lt;/span&gt; Foi um massacre, foram cinco horas das sete e meia até a meia noite e meia e eu estava como uma noiva que não sabia o que iria acontecer na noite de núpcias. Foi a minha primeira vez. Não só escrevendo um livro, mas dando autógrafo.&lt;br /&gt;E eu fiquei muito feliz, muito surpreso, me senti assim um Chico Xavier, recebendo uma fila de pessoas pra dar um passe, sabe, assim um pai de santo? Um por um chegava pedia um conselho pedia um passe, pedia uma palavra?&lt;br /&gt;As pessoas querem ter um momento exclusivo com você e que daquele encontro surja alguma faísca, é muito engraçado. Eu não sabia que era assim, mas saí vivo e é engraçado, pode parecer um clichê, mas eu me senti renovado com esse contato direto com gente que as vezes vai no programa mas que não dá tempo de conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E como foi a sua primeira experiência como escritor? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu te confesso que foi um pouco traumática porque eu não pensava que daria tanto trabalho. Mas dá trabalho justamente porque é apaixonante. Tem uma hora que o livro pega você e você passa a dormir menos, a ficar acordando no meio da noite e ter medo de esquecer uma idéia que você teve ali na cama e aí você levanta... Aí acabou sua vida, acabou sua saúde.&lt;br /&gt;Mas é apaixonante, é por isso que é tão difícil. Eu já li tantas entrevistas de escritor e agora eu pude comprovar na pele que o único jeito de você realmente viver as coisas é ver exatamente como elas são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E por que começar logo com o presidente Lula? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foi um convite da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Panda Books&lt;/span&gt;, a editora do livro, o Marcelo Duarte me procurou com uma pasta cheia de frases do Lula, em dezembro do ano passado e me perguntou se aquilo daria um livro. E foi assim: dormi com aquele negocio, achei que simplesmente listar frases seria muito pouco, e aí comecei a inventar moda e foi aí que a coisa começou a crescer mais do que a gente imaginou, mais do que a gente esperava."&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Entrevista Completa,&lt;/span&gt; &lt;a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4085586-EI6578,00.html"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-7722139489334975888?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/7722139489334975888/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=7722139489334975888&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/7722139489334975888?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/7722139489334975888?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/tas-na-presidencia-lula-ganhou-todos-os.html" title="Tas: na presidência, Lula ganhou todos os diplomas do mundo" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvUQuqihaOI/AAAAAAAARC4/eiY2Wcwp_SY/s72-c/li5876.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcCQX8-eCp7ImA9WxNUFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-3204684697972573050</id><published>2009-11-07T03:33:00.000-02:00</published><updated>2009-11-07T03:34:20.150-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-07T03:34:20.150-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>A questão nacional</title><content type="html">&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Eduardo Bomfim, Vermelho.org&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se observarmos o processo histórico e os conflitos das classes sociais em nosso País sob o ângulo da centralidade da questão nacional como eixo fundamental, como elemento decisivo às transformações econômicas e à emancipação social, tanto o passado, o presente, quanto o futuro da nação sempre adquirem contornos mais nítidos e elucidadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade a trajetória de todas as nações que conseguiram superar graves dificuldades relativas à soberania, à integridade de seus territórios, ao sofrimento das maiorias, excluídas de perspectivas de um futuro digno, passou de uma maneira ou de outra pela ampla união dos seus povos em torno de um projeto nacional estratégico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando esse caminho não foi percorrido, prevalecendo um povo fragmentado, dividido, imerso em contradições antagônicas e irreconciliáveis, esses mesmos povos foram derrotados ou pelo menos adiaram a emancipação nacional e a própria soberania social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil as grandes batalhas vitoriosas foram aquelas em as plataformas políticas construídas em unidade e sob largos consensos democráticos vingaram e as forças conservadoras ou outras fracionadoras do espírito nacional, algumas posicionadas à esquerda do cenário político, em cada período histórico determinado, foram isoladas e derrotadas.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo,&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=2637&amp;amp;id_coluna=16"&gt; ::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-3204684697972573050?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JMgKEQTrZH0LJS_8LpAoqJGPAf4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JMgKEQTrZH0LJS_8LpAoqJGPAf4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JMgKEQTrZH0LJS_8LpAoqJGPAf4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JMgKEQTrZH0LJS_8LpAoqJGPAf4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/1276086111728246606/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=1276086111728246606&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1276086111728246606?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1276086111728246606?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/cronica-foto-oficial.html" title="Crônica: &quot;A foto oficial&quot;" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvSi-0EnFUI/AAAAAAAARCY/bwEGiTwkSg4/s72-c/fot789.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EBQnY8fSp7ImA9WxNUFEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-1646180532508433260</id><published>2009-11-06T01:48:00.004-02:00</published><updated>2009-11-06T01:54:13.875-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-06T01:54:13.875-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Enredo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pelo Mundo" /><title>Deu a louca nos ricos!</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvOcvRKjvXI/AAAAAAAARB4/mxMfRT-Z8j4/s1600-h/IMA0986.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 234px; height: 156px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvOcvRKjvXI/AAAAAAAARB4/mxMfRT-Z8j4/s320/IMA0986.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400832714022829426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Flavio Aguiar, Revista Brasil / Blog&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A proposta não é novidade. Pelo menos conceitualmente. A novidade está em quem a apresentou. 50 homens e mulheres ricos querem pagar 5% de imposto de renda extra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou pelo menos em parte deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta não é novidade. Pelo menos conceitualmente. A novidade está em quem a apresentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada um grupo de 50 empresários, empresárias, ou homens e mulheres de outras profissões, mas que podem, todas e todos, ser considerados como "ricos", fez uma manifestação nas ruas de Berlim pedindo que... cobrassem mais impostos de suas fortunas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta é que o governo, para combater a crise financeira de modo eficaz e com políticas sociais adequadas, cobre um imposto extra de 5% sobre a renda de quem ganha mais de 500 mil euros/ano na Alemanha em 2009 e 2010. Garantem os defensores da proposta que isso garantiria ao Estado 100 bi de euros em dois anos, para aplicação em saúde, educação, geração de empregos. Em 2011 o imposto seria reavaliado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores da proposta têm uma página na internet: &lt;a href="http://www.appell-vermoegensabgabe.de/"&gt;www.apell-vermoegensabgabe.de&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A página só é acessível em alemão. Com todo o respeito pela língua de Thomas Mann, Goethe e Brecht, uma página dessas deveria ter material em inglês que, gostemos ou não, está para a nossa época como o latim ou o grego estiveram para a antiguidade. Até os evangelistas se preocuparam em escrever em grego, a língua franca na Europa, naquela época!”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blogs/blog-do-velho-mundo/deu-a-louca-nos-ricos"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-1646180532508433260?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5Dw8xhaJKG_-dA3YvHP5TXYil4E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5Dw8xhaJKG_-dA3YvHP5TXYil4E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/feeds/1646180532508433260/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=5824853783418224892&amp;postID=1646180532508433260&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1646180532508433260?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5824853783418224892/posts/default/1646180532508433260?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://magazinebrasil.blogspot.com/2009/11/deu-louca-nos-ricos.html" title="Deu a louca nos ricos!" /><author><name>Nogueira Jr.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13212432592858847584</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="08194294545275484773" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvOcvRKjvXI/AAAAAAAARB4/mxMfRT-Z8j4/s72-c/IMA0986.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQMRnk_eip7ImA9WxNUFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5824853783418224892.post-342837094505039890</id><published>2009-11-05T22:44:00.003-02:00</published><updated>2009-11-05T22:46:27.742-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-05T22:46:27.742-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Enredo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigo" /><title>Sete pecados geniais</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvNxgdTLRrI/AAAAAAAARBw/4lMWW-MGW9w/s1600-h/PECADO78.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 170px; height: 252px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_57P3SqGjkE8/SvNxgdTLRrI/AAAAAAAARBw/4lMWW-MGW9w/s320/PECADO78.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400785180582168242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Ademir Luiz, Revista Bula&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Pecado Genial serve para proteger os interesses e o espírito livre do pecador. Não é específico, como não matar ou não roubar. Muda segundo a estação e a necessidade. E mesmo o número de sete é maleável, serve apenas como licença poética e referência cabalista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...O Homo Sapiens é o único animal que sente culpa. Grande parte de seus esforços evolutivos foram gastos na arte de criar, hierarquizar e desenvolver motivos para se sentir culpado. Via de regra o agente causador da culpa é o pecado. Sejam mortais, veniais ou capitais. Cada qual com sua especifica carga religiosa, sexual ou ética. E seu devido peso nos diversos tribunais pós-morte. Estes pecados podem ser frutos de tentação, curiosidade ou impulsão, não importa; a questão é que produzem culpa e culpados. E desta combinação se pensa extrair a ética.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Acho, porém, que o fator negativo de um pecado depende muito do ponto de vista pelo qual é encarado. Os pecados de Pandora, Prometeu, Adão e família, Judas Escariotes e mesmo de Lúcifer, foram, em um sentido metafísico, partes de planos maiores. Do mesmo modo, sempre procurei imaginar quais pecados foram cometidos pelas figuras colocadas no limbo por Dante. Com certeza pecados dignos dos homens brilhantes que foram. Geniais pecados, pensei. Principalmente porque preservaram suas consciências.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Acredito que pecar é um direito do ser humano. Manipular o pecado é um direito do ser humano bem pensante. Por isso criei o que chamei de os Sete Pecados Geniais, como forma de defender-me contra a lógica pobre da culpa. Faço o errado se tornar correto, apoiado em três simples motivos: acredito, desejo e mereço. O Pecado Genial serve para proteger os interesses e o espírito livre do pecador. Não é específico, como não matar ou não roubar. Muda segundo a estação e a necessidade. E mesmo o número de sete é maleável, serve apenas como licença poética e referência cabalista.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Primeiro Pecado Genial&lt;/span&gt; surgiu de uma moeda, inspirado em uma das mais antigas e infalíveis trapaças já criadas. E é dono de uma estória. Quando de minha chegada na Universidade passei a dividir meu quarto com um animal ruivo e alienado que, estranhamente, cursava Letras Latinas. Chamava-o de Kafka devido a seu aspecto geral lembrar o de um inseto daninho. Resignado, convivi com ele por um ano, acreditando na máxima biológica de que o homem pode adaptar-se a tudo. Isto não aconteceu. Passado os primeiros meses continuou sendo uma tortura ouvir sua voz rouca e fanhosa repetindo diariamente que seu maior sonho era terminar a leitura do “El Ingenioso Hidalgo Don Quijote de La Mancha”, no espanhol arcaico original. Fechar com estrondo a última página do último volume e bradar que, enfim, era uma criatura completa, já tendo um filho concebido, uma árvore plantada e um caderno de sonetos escrito, na adolescência. Poderia morrer como um homem completo. Pois, afirmava Kafka, pressentia que morreria tão logo completasse a fatídica, porém, estimulante missão de ler o estupendo calhamaço de Cervantes. Mal poderia ele imaginar o quanto eu torcia para que sua profecia se cumprisse. Não se passava um dia sem que eu lhe perguntasse em qual capítulo estava. Mas, para meu desespero, o inseto lia de modo tão lento e desastrado que julguei ser ele o único ser vivo na natureza a possuir tempo de vida cumulativo e não retroativo.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Posso garantir que o que aqui afirmo não consistia em simples destempero de minha parte. Kafka cultivava o hábito de esquecer-se de minha existência. Costumava trancar a porta do alojamento e desaparecer, com a única chave disponível, invariavelmente deixando-me trancado. Do lado de dentro ou do lado de fora. Horas depois retornava, pedindo desculpas, exibindo um ar grotescamente ingênuo. E havia mais: Kafka cuspia no chão. Kafka sofria de sonambulismo. Kafka comia porcamente. Kafka colecionava lixo e, finalmente, Kafka e suas roupas cheiravam naftalina.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Problemas burocráticos e de espaço físico no Parthenon impediram minha troca de dormitório. Passei então a tramar um modo caseiro de extermínio. Descartada a possibilidade de homicídio, restou-me a opção da fraude. Felizmente, o indesejável cobiçava dois objetos de minha posse: um belo relógio de corrente trabalhado em ouro e uma centenária ampulheta árabe de bronze. O primeiro sem engrenagens e o segundo sem areia, mas ambos dotados de enorme valor simbólico. Costumavam ocupar lugares de honra no acervo do principal museu de meu burgo natal. Nada mais natural do que incluí-los no plano.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Alimentei a cobiça de Kafka até fazê-lo aceitar participar de um aparentemente ingênuo jogo de moeda, regado a álcool. Nas primeiras jogadas perdi meus dois objetos. Sentido-se com sorte, e já devidamente bêbado, Kafka aceitou apostar sua vaga no quarto contra a posse de minha alma. Para evitar dúvidas fiz com que ele próprio jogasse, não sem certa dificuldade motora, a moeda escolhida, aparentemente ao acaso, dentre várias, para resolver a disputa. Escolhi coroa, caiu coroa. Não houve discussão, o infeliz não poderia negar o que fez com as próprias mãos.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Naquela noite dormi vingado. Sonhei com um inseto sendo esmagado por uma gigantesca moeda de face dupla. Ambas coroa. Portanto, deste modo nasceu o conceito do Primeiro Pecado Genial: não hesite em subestimar, se você tem certeza da tolice de seu adversário.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;A partir deste dia Kafka tornou-se uma figura folclórica no campus. Era o ruivo que dormia nos bancos, na grama ou sob os carros estacionados. Contudo, mais de uma vez foi obrigado a expulsar de minha propriedade Kafka e sua amante, uma acadêmica de matemática baixa e franzina&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Os outros pecados surgiram em uma seqüência natural.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Artigo Completo, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revistabula.com/materia/sete-pecados-geniais-/1212"&gt;::Aqui::&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5824853783418224892-342837094505039890?l=magazinebrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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