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	<title>Malagueta Comunicação</title>
	
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	<description>Assessoria de comunicação especializada em gastronomia</description>
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		<title>Rede de Alimentação e Cultura</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 16:19:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Promover alimentação saudável está na pauta das políticas públicas voltadas para área de saúde. Com os índices elevados de obesidade em várias partes do mundo, faz-se necessário implementar medidas para frear o excesso peso na população. O fenômeno, associado a outros fatores,  é um dos assuntos que vêm sendo acompanhado pela produção de conhecimento científico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Promover alimentação saudável está na pauta das políticas públicas voltadas para área de saúde. Com os índices elevados de obesidade em várias partes do mundo, faz-se necessário implementar medidas para frear o excesso peso na população.<span id="more-12843"></span> O fenômeno, associado a outros fatores,  é um dos assuntos que vêm sendo acompanhado pela produção de conhecimento científico em universidades brasileiras.</p>
<p>Desde 2007, a<strong><a href="Promover alimentação saudável está na pauta das políticas públicas voltadas para área de saúde. Com os índices elevados de obesidade em várias partes do mundo, faz-se necessário implementar medidas para frear o excesso peso na população. O fenômeno, em escala global, vem sendo acompanhado pela produção de conhecimento científico em universidades brasileiras.  Desde 2007, a Rede Interinstitucional de Alimentação e Cultura reúne pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal da Bahia (UFB), Universidade Estadual da Bahia (UEB), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). O grupo ainda conta com o apoio internacional de pesquisadores das Universidade de Barcelona e do México. Segundo Denise Barros, uma das coordenadoras da Rede, a perspectiva é conectar pesquisadores da nutrição, antropólogos, sociólogos e historiadores nacionais e internacionais, profissionais de saúde e sociedade, entrecruzando múltiplas áreas com a finalidade de tratar de questões globais e locais.  Denise justifica que a alimentação associada aos aspectos sociais e culturais, como a mudança de hábitos relacionadas ao comer, é um tema emergente no campo da nutrição. Por isso, tornou-se fudamental estudar e compartilhar informações com diversos ramos do saber para compreender a comensalidade no contexto contemporâneo.    Há três anos, o grupo promove o Simpósio Internacional de Alimentação e Cultura, realizado nos estados do Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina. A visão multidisciplinar, explica Denise, apoia a discussão da promoção da alimentação saudável, principalmente no âmbito das políticas públicas. No momento, a rede discute a crescente investigação sobre práticas alimentares nas últimas décadas e a avaliação dos programas de promoção à alimentação saudável.  “Inúmeros estudos e pesquisas têm destacado a importância do componente cultural e simbólico na promoção da alimentação saudável como um elemento de adesão de humanização destas práticas, constituindo-se, portanto, no sucesso de cumprimento das recomendações propostas por órgãos nacionais e internacionais”, explica Denise, que também é coordenadora  também  do Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição (Ensp/Fio Cruz), na região Sudeste.  Além dos eventos pontuais, a comunicação é feita por meio da página da internet, onde os estudiosos em Alimentação e Cultura participam de fórum e atualização com divulgações de trabalhos científicos. Conforme a pesquisadora, “a rede pretende ser uma ferramenta que contribua para formar pessoas interessadas e sensibilizadas com a questão sociocultural do alimento, e também ser um meio para divulgar experiências bem-sucedidas”.  Entrevistas com membros da rede e demais pesquisadores também estão entre as finalidades da rede. Uma iniciativa interessante, mas que ainda não está em vigor, é a disponibilização de dissertações, trabalhos de conclusão, resumos de congresso sobre o tema, que poderá tornar-se um importante veículo para pesquisas na área de alimentação.  A discussão permanente com olhar plural sobre o modo de comer brasileiro, colabora para difundir conhecimentos da realidade socioeconômica e cultural sobre os problemas que cercam o comer nas regiões do Brasil. Assuntos como a comensalidade nas camadas sociais, as consequências da modernidade na oferta de alimentos em ruas, escolas, unidades domésticas, e os entendimentos e representações sobre programas e políticas públicas na área de alimentação e nutrição fazem parte dos desafios impostos pela alimentação no século XXI.  Para 2011, a rede prepara a publicação do livro “Alimentação, Sociedade e Cultura”, dos autores Jesus Contreras e Mabel Gracia. Também está previsto o lançamento de um boletim  com informações e publicações cientificas dos membros da rede e colaboradores. Outra inciativa é articular a  realização da pesquisa “Hábitos e Significados da Alimentação, Comensalidade, Cultura e Saúde no Brasil”, em parceria com o Instituto Edgar Morin, do Centre National de La  Recherche Scientifique Frances (CRNS).  A conexão desses pesquisadores brasileiros é vital para compreender o modo como o brasileiro se alimento, o peso de suas identidades e representações culturais e, avançar para atuar em proposta de educação alimentar, seja na saúde, na escola, em casa ou no supermercado. A exemplos de outros países, incluir o tema alimentação em programas de gradução e pos graduação é uma estratégia para reforçar os vínculos com a alimentação local, e a partir de uma etnografia da sociedade, é possível propor mudanças e quebrar paradigmas. Se a comida é cultura e tema central nas atividades humanas, então é preciso pesquisá-la exaustivamente, seja de modo empírico ou científico, cruzando olhares para promover um desenvolvimento sustentável nas relações entre homem/natureza e cultura.  " target="_blank"> Rede Interinstitucional de Alimentação e Cultura </a></strong>reúne pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal da Bahia (UFB), Universidade Estadual da Bahia (UEB), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). O grupo ainda conta com apoio internacional de pesquisadores das Universidade de Barcelona e do México.</p>
<p>Segundo Denise Barros, uma das coordenadoras da Rede, a perspectiva é conectar estudiosos da nutrição, antropólogos, sociólogos e historiadores nacionais e internacionais, profissionais de saúde e a sociedade numa teia que  entrecruza múltiplas áreas. A finalidade é tratar de questões globais e locais.</p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/site_colmeia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-12856" title="site_colmeia.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/site_colmeia.jpg" alt="site_colmeia.jpg" width="595" height="270" /></a></p>
<p>Denise justifica que a alimentação associada aos aspectos sociais e culturais, como a mudança de hábitos relacionadas ao comer, é um tema emergente no campo da nutrição. Por isso, tornou-se fundamental estudar e compartilhar informações com diversos ramos do saber para compreender a comensalidade no contexto contemporâneo.</p>
<p>Para 2011, a rede prepara a publicação do livro “Alimentação, Sociedade e Cultura”, dos autores Jesus Contreras e Mabel Gracia. Também está previsto o lançamento de um boletim  com informações e publicações científicas dos membros da rede e colaboradores. Outra inciativa é articular a  realização da pesquisa “Hábitos e Significados da Alimentação, Comensalidade, Cultura e Saúde no Brasil”, em parceria com o Instituto Edgar Morin, do Centre National de La  Recherche Scientifique Frances (CRNS).</p>
<p>Há três anos, o grupo promove o Simpósio Internacional de Alimentação e Cultura, já realizado nos estados do Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina. A visão multidisciplinar, explica a coordenadora, apoia a discussão da promoção da alimentação saudável, principalmente no âmbito das políticas públicas. No momento, a rede discute a crescente investigação sobre práticas alimentares nas últimas décadas e a avaliação dos programas de promoção à alimentação saudável.</p>
<p>“Inúmeros estudos e pesquisas têm destacado a importância do componente cultural e simbólico na promoção da alimentação saudável como um elemento de adesão de humanização destas práticas, constituindo-se, portanto, no sucesso de cumprimento das recomendações propostas por órgãos nacionais e internacionais”, aponta Denise, que também coordena o Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição (Ensp/Fio Cruz), na região Sudeste.</p>
<p>Além dos eventos pontuais, a comunicação é feita por meio da página na internet, onde os estudiosos em Alimentação e Cultura participam de fórum e atualização com divulgações de trabalhos científicos. Conforme a pesquisadora, “a rede pretende ser uma ferramenta que contribua para formar pessoas interessadas e sensibilizadas com a questão sociocultural do alimento, e também ser um meio para divulgar experiências bem-sucedidas”.</p>
<p>Entrevistas com membros da rede e demais pesquisadores também estão entre os objetivos da rede. Uma iniciativa interessante, mas que ainda não está em vigor, é a disponibilização de dissertações, trabalhos de conclusão, resumos de congresso sobre o tema, que poderá tornar-se um importante veículo para pesquisas na área de alimentação.</p>
<p>A discussão permanente, com olhar plural sobre o modo de comer brasileiro, colabora para difundir conhecimentos da realidade socioeconômica e cultural sobre os problemas que cercam o comer nas regiões do país. Assuntos como a comensalidade nas distintas camadas sociais, as consequências da modernidade na oferta de alimentos em ruas, escolas, unidades domésticas, e os entendimentos e representações sobre programas e políticas públicas na área de alimentação e nutrição fazem parte dos desafios impostos pela alimentação no século XXI.</p>
<p>A conexão desses pesquisadores é vital para compreender  o peso das identidades e representações culturais e o valor das escolhas alimentares para propor estratégias de educação alimentar, seja na saúde, na escola, em casa ou no supermercado. A exemplo de outros países da Europa, incluir o tema alimentação em programas de gradução e pos graduação é uma estratégia para reforçar os vínculos com a alimentação local. A partir de uma etnografia da sociedade, é possível propor mudanças e quebrar paradigmas. Se a comida é cultura e tema central nas atividades humanas, então é preciso pesquisá-la exaustivamente, seja de modo empírico ou científico, cruzando olhares para promover um desenvolvimento sustentável nas relações entre homem/natureza e cultura.</p>
<p><strong>Equipe Malagueta<br />
Texto: Juliana Dias<br />
Edição de imagens: Carolina Amorim<br />
Revisão: Vanessa Souza Moraes </strong></p>
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		<title>O Rio é show</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 15:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A noite dessa quinta-feira, dia 18, foi de festa para a gastronomia carioca. Os principais chefs da cidade, nomes da boa mesa e personalidades prestigiaram a oitava edição do Prêmio Rio Show de Gastronomia, promovido pelo jornal O Globo. A cerimônia aconteceu no Museu de Arte Moderna (MAM), com apresentação da atriz Maria Fernanda Cândido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A  noite dessa quinta-feira, dia 18, foi de festa para a gastronomia  carioca. Os principais chefs da cidade, nomes da boa mesa e  personalidades prestigiaram a oitava edição do Prêmio Rio Show de  Gastronomia, promovido pelo jornal O Globo. <span id="more-12853"></span><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/09/imagem31.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-12118" title="rioshow.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/09/imagem31-150x150.png" alt="rioshow.jpg" width="150" height="150" /></a>A cerimônia aconteceu no  Museu de Arte Moderna (MAM), com apresentação da atriz Maria Fernanda  Cândido e da crítica de gastronomia Luciana Fróes.</p>
<p><span>Roberta  Sudbrack foi a grande campeã da noite, eleita em três categorias:  Melhor Chef, Melhor Restaurante e Melhor Cozinha Contemporânea. O  economista Carlos Lessa, gastrônomo aficcionado e responsável pela  revitalização de casarões no Rio, recebeu a homenagem de Personalidade  do Ano. Prêmio merecido para esse mecenas da gastronomia. Além da  charmosa Brasserie Rosário e do boteco Casual Retrô, situados na Praça XV, que ocupa sobrados de  sua família, recuperados por ele, Lessa irá colocar no circuito  gourmet uma casa no Catete. No local, funcionará um restaurante de dois andares. </span></p>
<p><span>Em  30 categorias, a premiação prestigiou o trabalho de bares,  restaurantes, e, principalmente os protagonistas que estão por trás desse setor  importante para a cultura e economia do Rio. O recém-chegado, mas já  familiarizado com o clima do Rio, o paulista Astor foi escolhido como a  Melhor Novidade e o Melhor Lugar para Namorar. </span></p>
<p><span>A  noite de estrelas celebrou a tradição. Em justa homenagem, o Nova  Capela recebeu o prêmio de Melhor Tradicional. Ainda seguindo a linha  “bons tempos”, o Adegão Português, localizado em frente à Feira de São  Cristóvão, é o Melhor Português da cidade, segundo o júri especializado e  a votação popular pela internet, destaque da edição. O time dos tradicionais ainda contou com o Albamar, reaberto esse ano. A casa conquistou os garfos no quesito Peixes. E o cervantes é  onde se encontra o Melhor Sanduíche. </span></p>
<p><span>Outro  destaque foi a homenagem “hors-concours” que prestigia os mais  vitoriosos ao longo de oito anos de premiação. O “top 5” ficou com o  Olympe, do chef Claude Troisgros, o Gero, o Antiquários, o Satyricon e o  Celeiro. </span></p>
<p><span>A  partir dessa sexta-feira (19), começa a maratona do Circuito Rio Show  com aulas de gastronomia, degustações, shows musicais e celebração às cozinhas do Rio, que merece mesmo ser festejada. Confira  a programação completa no </span><strong><a href="http://oglobo.globo.com/cultura/gastronomia2010/default.asp" target="_blank">site.</a></strong></p>
<p><strong>Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Para quem gosta de fotos e comida</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 17:53:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A paixão por fotografia e comida ganha espaço na internet e podem ser apreciadas em blogs e sites. Nesta matéria, mostramos pessoas que fazem um ensaio artístico por meio de belas imagens de comida junto a relatos de histórias pessoais com receitas. Esse formato de site é cada vez mais frequente com destaque para alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A paixão por fotografia e comida ganha espaço na internet e podem ser apreciadas em blogs e sites. Nesta matéria, mostramos pessoas que fazem um ensaio artístico por meio de belas imagens de comida junto a relatos de histórias pessoais com receitas. <span id="more-12846"></span><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/foto.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-12850" title="foto.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/foto-200x300.jpg" alt="foto.jpg" width="200" height="300" /></a>Esse formato de site é cada vez mais frequente com destaque para alguns selecionados pela equipe Malagueta.</p>
<p><strong><a href="http://www.latartinegourmande.com/" target="_blank">La Tartine Gourmande</a></strong>, de Beatrice Peltre, faz abrir o apetite de qualquer visitante. O site ganhou prêmio de melhor deste ano pela Saveur, revista americana especializada em gastronomia. Beatrice mostra composições com fotos de comida com elementos da natureza, além de receitas e suas experiências.</p>
<p>Outro que é impossível resistir é o da designer Katie Quinn Daves que construiu uma espécie de diário de cozinha on line. O blog <strong><a href="http://whatkatieate.blogspot.com/" target="_blank">What Katie Ate</a></strong> cria uma atmosfera vintage com receitas em letras à mão e à máquina de escrever acompanhada de fotos de cair o queixo. As fotos mostram não só a iguaria pronta, mas também o passo a passo.</p>
<p>O <strong><a href="http://chefandphotographer.blogspot.com/" target="_blank">The Chef and The Photographer</a></strong> é feito por um casal, ele é fotógrafo e ela, cozinheira. Na página encontra-se receitas e dicas de preparo das comidinhas como biscoito de baunilha, sopa de abóbora com maçã entre outros.</p>
<p>No Brasil, o blog <strong><a href="http://www.dadivosa.org/" target="_blank">Dadivosa</a></strong> é feito por uma mulher cozinheira que o encantamento pela cozinha era tanto que ela resolveu registrar com fotografias e textos, receitas e dicas para armazenar alimentos e tudo relativo ao universo da culinária.</p>
<p>Outros que também valem a pena degustar são o  <strong><a href="http://www.cookyourdream.com/" target="_blank">cook your dream</a></strong>, <strong><a href="http://cannelle-vanille.blogspot.com/" target="_blank">canelle et vanille</a></strong> e o <strong><a href="http://closetchef.wordpress.com/" target="_blank">the closet chef</a></strong>.</p>
<p><strong>Equipe Malagueta<br />
Texto: Mariana Moraes</strong></p>
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		<title>Prefeitura ameaça interditar bares e restaurantes que não cuidarem do lixo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 16:47:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Orgânico e Ético]]></category>

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		<description><![CDATA[Um decreto do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), publicado na semana anterior no Diário Oficial da cidade determina que lojas, bares e restaurantes que colocarem mais de três sacos de lixo na rua para a coleta poderão ter seus alvarás cassados. Segundo lei em vigor desde 2002, toda empresa que produz mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um decreto do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), publicado na semana anterior no Diário Oficial da cidade determina que lojas, bares e restaurantes que colocarem mais de três sacos de lixo na rua para a coleta poderão ter seus alvarás cassados.<span id="more-12772"></span></p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2009/04/restaurantes.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-4821 alignright" title="restaurantes.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2009/04/restaurantes-150x150.jpg" alt="restaurantes.jpg" width="150" height="150" /></a>Segundo lei em vigor desde 2002, toda empresa que produz mais de 200 litros de lixo (equivalentes a três sacos) por dia tem que contratar transportadores particulares para dar uma destinação aos seus resíduos. Até agora, a única punição prevista para quem descumprisse a lei era a aplicação de multas.</p>
<p>Cerca de 10% das 12 mil toneladas diárias de lixo recolhidas pelas duas concessionárias do serviço, em São Paulo, vêm de empresas que são obrigadas, por lei, a cuidar do próprio lixo. Atualmente, 4.147 empresas estão cadastradas na prefeitura como “grandes geradores” de lixo. Estima-se que mais de 100 mil estabelecimentos comerciais ou de serviços, de um total de 1 milhão, se enquadrem no limite de 200 litros de lixo diários. Segundo o diretor jurídico do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes da cidade, Sérgio Martins Machado, a medida acarretará em aumento do preço cobrado dos clientes. “Quando se fala de lixo, com certeza afeta a categoria, gera custo, e o custo vai ser repassado para o cliente”, afirmou.<br />
<strong><br />
Fonte: Portal Terra<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Investigação encontra irregularidades na pesca de atum</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 16:45:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Orgânico e Ético]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma investigação trouxe à tona uma rede bilionária de comércio ilegal de atum que viola as cotas estabelecidas para o crescente mercado mundial de sushi. O ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, na sigla em inglês) encontrou irregularidades cometidas por pescadores e comerciantes em dez países, incluindo França – onde seis pessoas estão sendo investigadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma investigação trouxe à tona uma rede bilionária de comércio ilegal de atum que viola as cotas estabelecidas para o crescente mercado mundial de sushi. O ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, na sigla em inglês) encontrou irregularidades cometidas por pescadores e comerciantes em dez países, incluindo França – onde seis pessoas estão sendo investigadas -, Espanha e Itália.<span id="more-12774"></span></p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/imagem31.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-12831" title="atum.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/imagem31-150x150.png" alt="atum.jpg" width="150" height="150" /></a>Reguladores do setor farão no próximo dia 17 um encontro em Paris para discutir medidas para proteger o atum de barbatana azul. Essa espécie de atum é a mais cara de todas – um peixe grande pode ser vendido por mais de US$ 100 mil no Japão. Com a popularização da culinária japonesa pelo mundo e o aumento da pesca, especialistas estimam que os cardumes do atum de barbatana azul tenham sofrido uma redução de 75% nas últimas décadas e podem estar se aproximando da extinção.</p>
<p>Segundo as investigações, a maioria das irregularidades ocorreu entre 1998 e 2007, quando mais de um terço do atum de barbatana azul pescado no Mediterrâneo e no leste do Atlântico foi capturado de forma ilegal. A pesca ilegal derivou no comércio irregular desses peixes num valor estimado em ao menos US$ 4 bilhões pelo ICIJ. No Japão, que consome 80% do atum azul pescado no mundo, autoridades vêm pedindo aos restaurantes que controlem suas vendas de atum até que os pescadores mediterrâneos provem que sua pesca está em níveis legais e sustentáveis.</p>
<p><strong>Fonte: Ambiente Brasil<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Batatas são cultivadas sem terra na Espanha</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 16:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pimentas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma empresa espanhola está desenvolvendo a produção em larga escala de batatas sem o uso de terra. A técnica, que permite pendurar as plantas no ar, aumenta a produtividade, já que permite a obtenção de cerca de 20 tubérculos por planta contra os apenas quatros produzidos de maneira convencional. De acordo com a empresa, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma empresa espanhola está desenvolvendo a produção em larga escala de batatas sem o uso de terra. A técnica, que permite pendurar as plantas no ar, aumenta a produtividade, já que permite a obtenção de cerca de 20 tubérculos por planta contra os apenas quatros produzidos de maneira convencional.<span id="more-12777"></span></p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2009/01/casa_batata.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2398" title="casa_batata.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2009/01/casa_batata-150x150.jpg" alt="casa_batata.jpg" width="150" height="150" /></a>De acordo com a empresa, a técnica evita ainda a incidência das doenças que se produzem no solo e supõe uma grande economia de água e adubos. O sistema é desenvolvido em estufas e consiste, basicamente, em manter as raízes da planta no ar e em condições de total escuridão. Para que a planta e os tubérculos possam se desenvolver, água enriquecida com nutrientes é utilizada para pulverizar as raízes.</p>
<p><strong>Fonte: Folha Online<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>McLanche Feliz é proibido de ser comercializado em São Francisco</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 16:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pimentas]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências e Consumo]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo e qualquer McLanche Feliz não pode mais ser comercializado em São Francisco, na Califórnia (EUA), em virtude de uma lei que entra em vigor a partir de dezembro de 2011. A nova lei prevê que lanchonetes de fast food só poderão distribuir brinquedos em alimentos com menos de 600 calorias e menos de 640 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo e qualquer McLanche Feliz não pode mais ser comercializado em São Francisco, na Califórnia (EUA), em virtude de uma lei que entra em vigor a partir de dezembro de 2011. A nova lei prevê que lanchonetes de fast food só poderão distribuir brinquedos em alimentos com menos de 600 calorias e menos de 640 miligramas de sódio. E para completar, o pacote deve conter também frutas e vegetais.<span id="more-12781"></span></p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/imagem32.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-12837" title="mac.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/imagem32-150x150.png" alt="mac.jpg" width="150" height="150" /></a>Do modo que está hoje, o famoso McLanche Feliz vem com um lanche de hambúrguer e batatas fritas, que equivalem a cerca de 700 calorias e 1.040 miligramas de sódio. De acordo com as leis de São Francisco, isso não faz bem de forma alguma para a saúde das crianças.</p>
<p>O McDonald´s se defende, afirmando que pesquisas mostram que a proposta do governo de São Francisco é “irrealista”, porque as crianças não são propensas a comer os tipos de refeições estipuladas por decreto. Já outros defendem a lei ao relatar que esta proposta visa a melhorar o valor nutricional das refeições dos jovens.</p>
<p>“Este é um desafio para a indústria alimentícia para pensar sobre a saúde das crianças em primeiro lugar”, afirmou Eric Mar, um dos autores da lei. Esta nova proposta é pioneira nos Estados Unidos, em quesito de proibir restaurantes de oferecerem brinquedos grátis por determinados valores em calorias no lanche.</p>
<p><strong>Fonte: TechGuru Brazil<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Vinho importado nos EUA é mais barato, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 16:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pimentas]]></category>
		<category><![CDATA[Bebidas]]></category>

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		<description><![CDATA[A EnoEventos, site sobre vinhos, preparou a 4ª edição da Comparação das Importadoras, onde analisou os preços praticados pelas importadoras brasileiras de vinhos. A metodologia foi desenvolvida pela EnoEventos a fim de orientar os enófilos sobre onde pagar menos pela bebida. Entre a terceira edição da pesquisa e a atual, passaram-se 15 meses. O dólar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.enoeventos.com.br/" target="_blank">EnoEventos</a>, site sobre vinhos, preparou a 4ª edição da Comparação das Importadoras, onde analisou os preços praticados pelas importadoras brasileiras de vinhos. A metodologia foi desenvolvida pela EnoEventos a fim de orientar os enófilos sobre onde pagar menos pela bebida. Entre a terceira edição da pesquisa e a atual, passaram-se 15 meses. O dólar custava R$1,97 e durante esse período veio caindo gradativamente &#8211; <span id="more-12779"></span>apesar dos esforços desesperados das autoridades monetárias &#8211; acumulando uma queda de 15%, para atingir o patamar de R$1,68, que foi o valor utilizado nesta nova análise.</p>
<p>Era de esperar que houvesse uma baixa generalizada de preços nos catálogos de vinhos, já que o objeto principal dos custos do negócio ficaram mais baratos. Mas, apesar disso, enquanto o dólar despencava, algumas importadoras aumentaram os seus preços. O caso mais marcante foi o da Importadora Zahil, que parece ter aplicado um aumento linear de 10% em toda a sua carteira. Qual seria a justificativa para essa medida? É difícil de compreender&#8230;</p>
<p>Das importadoras que constam nessas duas edições (3ª e 4ª), a grande maioria obteve um aumento em seus Índices de Divergência, indicando uma piora em seus preços, sem que muitas delas tenham sequer modificado-os. O que pode ter acontecido? O EnoEventos  acredita que a crise econômica que atingiu os Estados Unidos tenha forçado os preços dos vinhos para baixo naquele mercado. Com isso, a base de comparação estabeleceu parâmetros mais rígidos e pegou quase todas no contra-pé. Apenas três importadoras, apesar desse cenário desfavorável, conseguiram diminuir seus índices. São elas: Decanter, Grand Cru e Nova Fazendinha.</p>
<p>Na edição anterior, foram analisadas um total de 17 importadoras. Dessas, houve duas baixas para a nova edição. A Terroir &#8211; que nem sei se ainda importa vinhos &#8211; foi uma das perdas de nosso estudo, já que não foi possível encontrar nenhum catálogo de preços. A outra baixa foi a Enoteca Fasano pelo seguinte motivo: durante todo o período de levantamento dos dados, o site dessa importadora esteve permanentemente contaminado por vírus e a ferramenta de proteção do site de vinhos impedia o acesso a ele.</p>
<p>Além das 15 empresas que se repetem, houve um aumento de outras seis na análise. São 3 que retornam ao nosso estudo depois de terem ficado de fora por algumas edições: Ana Import, Miolo Wine Group e Taste-vin. E três estreantes &#8211; Inovini, Prima Linea e Ravin.<br />
<strong><br />
Fonte: Eno Eventos<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Enquanto abre guerra contra a gordura, Estados Unidos vende queijo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 16:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pimentas]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição e Esporte]]></category>

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		<description><![CDATA[A Domino&#8217;s Pizza estava em queda no ano passado, nos Estados Unidos.  Com a ajuda de uma organização chamada Dairy Management, a rede desenvolveu uma nova linha de pizzas com 40% a mais de queijo, e começou a planejar e pagar por uma campanha de marketing de US$ 12 milhões. Os consumidores devoraram o lançamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Domino&#8217;s Pizza estava em queda no ano passado, nos Estados Unidos.  Com a ajuda de uma organização chamada <em>Dairy Management</em>, a rede desenvolveu uma nova linha de pizzas com 40% a mais de queijo, e começou a planejar e pagar por uma campanha de marketing de US$ 12 <span id="more-12783"></span>milhões.</p>
<p>Os consumidores devoraram o lançamento, e as vendas subiram de dois dígitos. &#8220;Esta parceria está claramente funcionando&#8221;, disse Brandon Solano, presidente da Domino&#8217;s e vice de inovação da marca, em uma declaração ao The New York Times. No entanto, uma fatia desta pizza contém dois terços do máximo recomendado por dia em quantidade de gordura saturada, o que tem sido associada a doenças do coração. Além de ser rica em calorias.</p>
<p>A <em>Dairy Managemen</em>t, que tem produzido o queijo, não é uma consultoria de empresas privadas. É uma criação de marketing do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos &#8211; a mesma agência que desestimula o consumo excessivo de alguns alimentos.</p>
<p>Instados pelos avisos do governo sobre a gordura saturada, os americanos têm se mudado para o leite com baixo teor de gordura ao longo de décadas, deixando um excedente de leite integral e gordura do leite. No entanto, o governo, através da <em>Dairy Management</em>, está engajado em um esforço para encontrar maneiras de obter leite de volta nas dietas dos americanos, principalmente através de queijo.</p>
<p>Os americanos comem agora uma média de 33 quilos de queijo por ano, quase o triplo da taxa de 1970. O queijo se tornou a maior fonte de gordura saturada. Em 2009, quando Michelle Obama implorou aos chefs e donos de restaurantes para ajudar a combater a obesidade, ela citou a proliferação de cheeseburgers e macarrão com queijo. &#8220;Eu quero desafiar a todos os restaurantes a oferecerem opções de menu saudável&#8221;, disse na reunião anual da <em>N</em><em>ational Restaurant Association</em>.</p>
<p>A <em>Dairy Management</em>, cujo orçamento anual chega US$ 140 milhões, é em grande parte financiado por uma taxa pelo governo, na indústria de laticínios. Mas também recebe vários milhões de dólares por ano por meio do Ministério da Agricultura, que aponta alguns de seus membros; aprova as suas campanhas de marketing e grandes contratos; e, periodicamente, relatórios ao Congresso sobre seu trabalho. Em um exemplo,  a agência gastou milhões de dólares em pesquisa para apoiar uma campanha publicitária nacional promovendo a noção de que as pessoas podem perder peso por consumir produtos lácteos. A campanha se estendeu por quatro anos, terminando em 2007, embora outros pesquisadores &#8211; um pago pelo <em>Dairy Management</em> &#8211; não encontrou benefícios, como a perda de peso. Nos seus relatórios ao Congresso, no entanto, o Departamento de Agricultura registra os sucessos da organização em milhões de quilos de queijo servido.</p>
<p><strong>Fonte: The New York Times<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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		<title>Crítico Apicius em livro</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 16:21:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pitadas]]></category>
		<category><![CDATA[Apicius]]></category>

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		<description><![CDATA[Apicius, um crítico de gastronomia quando o Rio de Janeiro ainda não tinha gastronomia,  será lembrado no livro do jornalista Claudio Henrique. Um perfil e uma seleta de crônicas que Roberto Marinho de Azevedo escrevia, sob pseudônimo, ao Jornal do Brasil. O bom humor e a erudição eram as marcas de Apicius, sempre à mesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apicius, um crítico de gastronomia quando o Rio de Janeiro ainda não tinha gastronomia,  será lembrado no livro do jornalista Claudio Henrique. Um perfil e uma seleta de crônicas que Roberto Marinho de Azevedo escrevia, sob pseudônimo, ao Jornal do Brasil. <span id="more-12787"></span></p>
<p><a href="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/imagem33.png"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-12841" title="Apicius.jpg" src="http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/imagem33-150x150.png" alt="Apicius.jpg" width="150" height="150" /></a>O bom humor e a erudição eram as marcas de Apicius, sempre à mesa com Madame K. – na vida real, Marília Kranz.<br />
<strong><br />
Fonte: O Globo<br />
Equipe Malagueta</strong></p>
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