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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DkMER3c_fSp7ImA9WhRWGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371</id><updated>2012-01-06T07:40:06.945-08:00</updated><category term="mentira" /><category term="infância" /><category term="gravidez" /><category term="vegetarianismo" /><category term="u" /><category term="piti" /><category term="receitas" /><category term="vacinação" /><category term="q" /><category term="eco-consciência" /><category term="educação" /><category term="mães sem-tribo" /><category term="adolescência" /><category term="chiliques" /><category term="lição de casa" /><title>Manhê...abaixa o som!</title><subtitle type="html">Mães que ficam com o suvaco incrivelmente fedido, mas mesmo assim ainda conseguem enfrentar sua rotina suada de cabeça erguida. Gente normal, que acorda com o som gutural da prole no berço ou a esticada de braço do homem ao lado. 

Impressionantemente imprecisas, surpreendentemente sérias e despretensiosamente intelectuais. Só falta abaixar mais o som, e mesmo assim você ainda vai dormir com um barulho desses.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>224</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/ManhabaixaOSom" /><feedburner:info uri="manhabaixaosom" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CkAFRns4fip7ImA9WhdQFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-1109831792291139355</id><published>2011-08-15T19:01:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T19:11:57.536-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-15T19:11:57.536-07:00</app:edited><title>Presença da ausência</title><content type="html">"Meu pai é uma pessoa muito esquisita. Se eu te disser que eu não sei até hoje quem é meu pai, você vai dizer que é mentira minha. Meu pai tem bigode, cabelo preto, ele descende de índio, ele se chama Romeu de Oliveira Costa, o pai chamava Francisco, a mãe chamava Idalina e é o máximo que eu sei dele e eu sei que ele gosta muito de mim. Quer dizer, eu não tenho muitas referências a respeito do meu pai porque ele é uma pessoa que praticamente não fala. Ele entra assim em casa, ele lê o jornal, ele é uma pessoa que infelizmente não participou muito da vida da gente".
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O trecho acima foi dito por Elis Regina em 1973 no programa Ensaio da TV Cultura. Elis tinha então 28 anos e dizia que não conhecia o seu pai. Fico pensando que esse sentimento de desconhecimento da figura paterna talvez seja mais comum do que parece. Em tese, o pai é a figura masculina do lar, aquela figura responsável por passar aos filhos noções de ética, de firmeza, um exemplo de dignidade incontestável a ser seguido e admirado. A impressão que eu tenho é que a presença paterna se estabelece para contrapor a figura materna. De um lado temos mães dóceis, afetivas, emocionais. Do outro pais durões, educadores rígidos, científicos. Juntando essas duas fórmulas teríamos um casal exemplar como genitores e cresceríamos felizes, crianças bem educadas que se tornariam adultos bem resolvidos.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Mas veja bem, em tese. Porque na prática não existe uma fórmula para educar filhos. Caso contrário, toda criança criada sem a presença – física ou emocional – de um pai estaria fadada a ser um adulto instável. E não é o que tenho visto.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Acredito na formação familiar tradicional, aquela que é constituída por pai e mãe casados com filhos amados e bem educados. Um homem e uma mulher que se amam e se respeitam e respeitam a liberdade e individualidade de seus filhos é um exemplo bacana a ser seguido. Filhos criados por pais assim tendem a se tornar adultos seguros e bem realizados.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Por outro lado, existe uma gama imensa de seres humanos e, hoje em dia, uma tendência cada vez maior de que os novos habitantes do planeta Terra nasçam no seio de uma família ‘disfuncional’ se vista pelos olhares conservadores. Cada vez mais mulheres decidem criar seus filhos sozinhas sem a presença de uma figura masculina como referencial. Existem crianças que são criadas pelos pais, sem a presença da figura materna. Ou porque essa mãe simplesmente não estava preparada para a maternidade (acontece, antes de ser mãe ela é mulher, e não julgo quem se arrepende de decisões tomadas na vida, mesmo uma decisão tão importante quanto pôr alguém no mundo), ou porque deixou de existir fisicamente. É cada vez mais crescente também o número de pais homossexuais. E de certo modo, o que todos esses exemplos não convencionais tem nos mostrado é que, independente da estrutura familiar, o que interessa na criação e formação do caráter de um ser humano é uma boa educação e a opção pela clareza, pela verdade da informação que deveria sempre ser isenta de rancores ou opiniões pessoais.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Existindo essas questões na criação de um filho, acho que as coisas ficam mais fáceis. A mãe não precisa espinafrar um pai ausente, dizer que ele é um vagabundo e que nunca se preocupou com o filho. Acho que isso só faria com que essa criança se sentisse rejeitada e enxergasse a mãe como uma mulher magoada. Mas a mãe também não vai adoçar uma realidade que, aos olhos dessa criança, é amarga. O que fazer então? Qual o caminho para preencher o vazio causado por essa lacuna? A verdade, sempre a verdade. Dizer que o pai é e foi uma figura ausente é uma alternativa, mas buscar adjetivos de baixo calão para qualificar essa sua ausência talvez não seja uma boa opção. Não acredito que a ausência de uma figura primordial seja uma ferida tão simples de se curar, mas chega um momento que a gente simplesmente não sente mais falta dessa figura. É o momento em que cai a ficha de que não sentimos falta daquilo que nunca tivemos. É a presença da ausência.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Mesmo para aqueles que sempre tiveram uma presença física constante da figura paterna, mas que tal qual Elis Regina, não conseguem dar forma ao estopo do pai, recomendo uma dose de aceitação. Aceitar que as coisas talvez não mudem nunca. Ou que talvez mudem, mas de uma maneira vagarosa, quase imperceptível. Falando sobre isso, me vem à mente, uma conversa com um amigo. Ele me disse que vê o pai pouquíssimas vezes, uma vez ao ano, quando viaja de férias e aproveita para rever a família. Esse amigo me contou que quando vê o seu pai, eles sequer trocam um abraço, seu pai lhe estende os dedos (veja bem, os dedos!) e ele os aperta de maneira bastante constrangida. Por isso, esse amigo que já tem lá seus trinta e poucos anos, disse que desistiu de tentar uma aproximação e que tentará numa próxima encarnação se aproximar do seu pai, quem sabe ele vindo como pai do pai que será seu filho. Não julgo esse meu amigo. Talvez seja uma atitude resignada e conformista. Talvez seja uma maneira de se poupar de futuros dissabores. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Acho que seria ideal que todos os seres humanos estivessem muito bem estruturados psicologicamente para serem pais e mães. Mas não é o que acontece. Somos passíveis de erros, cheios de defeitos. O despreparo na maternidade/paternidade é latente na maioria dos casos. Vivemos num mundo onde nos conectamos cada vez mais rápido com um número maior de pessoas, mas o verdadeiro contato íntimo e afetuoso está se perdendo. E talvez seja isso que falte na criação dos filhos. Uma re-conexão. Mães e pais talvez tenham mais a aprender do que ensinar. Educação, amor, respeito, liberdade, tudo isso é muito importante para fortalecer a auto-estima de um ser humano. E torço para que as próximas gerações de pais e mães despreparados que estão por vir, entendam isso. É preciso aumentar o Exército do Bem.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Esse texto foi escrito pelo meu melhor amigo, alguém que me conforta, anima e dá idéias incriveis e geniais em toda e qualuqre conversa, por mais despretenciosa que seja. Ele é Ricardo Silva, formado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto e mantém o blog &lt;a href="http://musicaparadecifrar.blogspot.com/"&gt;Música para decifrar&lt;/a&gt;. Não necessariamente eu e a Isabella concordamos com o conteúdo escrito, e ainda assim agradeço muito pelo texto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-1109831792291139355?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u6xRJ4bcC3qyadjOnw5K4nna6zY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u6xRJ4bcC3qyadjOnw5K4nna6zY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u6xRJ4bcC3qyadjOnw5K4nna6zY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u6xRJ4bcC3qyadjOnw5K4nna6zY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/iUAcLMr6hYU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/1109831792291139355/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=1109831792291139355&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/1109831792291139355?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/1109831792291139355?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/iUAcLMr6hYU/presenca-da-ausencia.html" title="Presença da ausência" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/08/presenca-da-ausencia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkEFQ30_eCp7ImA9WhdQE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-6505003293434893876</id><published>2011-08-10T14:28:00.000-07:00</published><updated>2011-08-14T07:03:32.340-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-14T07:03:32.340-07:00</app:edited><title>Até tu, "sendo" brutas?</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vm3XWcJD0v8/TkfVq4wkOdI/AAAAAAAABHk/0gi4tkhzBR0/s1600/eubaby.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 286px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-vm3XWcJD0v8/TkfVq4wkOdI/AAAAAAAABHk/0gi4tkhzBR0/s400/eubaby.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5640711991072143826" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Sandy fez a devassa. Em entrevista à última edição da Playboy, ela teve muita falta de senso ao dizer que homem é tudo galinha, que é que nem macaco e que nunca serão monogâmicos, mas que a mulher nasceu prá ser mãe!
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Tenso!
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Que tipo de babosteira é essa?
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Depois eu li vários sites tirando sarro da Sandy só porque a frase bombástica dela nessa entrevista era a de que "é possível ter prazer com sexo anal". E aí pegaram a mãe dela prá Cristo, mas aí é que tá: será que a mãe tem ou não sua parte de responsabilidae no que sua filha vomita prá mídia?
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Vale pensar:
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Será que podemos dar às nossas filhas, a mensagem de que elas não são obrigadas a ter filhos caso decidam não tê-los? Essa é, decidiamente, uma mensagem muito difícil para a maior parte das pessoas. Muitas encaram o ato de ter filhos - uma família - como a realização máxima, como uma vida repleta de surpremas alegrias e dores de parar o coração, que vale cada minuto vivido. Há tempos, esse é dado como o único caminho que cada mulher tem. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nossas filhas não serão obrigadas a ir atrás de uma vida cheia de filhos se escolherem não fazê-lo. De serem fadadas à maternidade. Será que podemos permitir que nossas filhas façam sua escolha?&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Acho importante que minha filha saiba que não temos que nos ajustar aos modelos existentes para sermos aceitas pelos outros. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Não vamos deixar que nossas filhas sejam esmaecidas pela vida. Temos que ajudá-las a lutar para elevar além do que é comum e tedioso. Incentivando-as sempre à expor o que tem em mente sendo claras à respeito de suas próprias opiniões e intenções, quando isso acontece elas aprendem a fazer escolhas boas, sólidas, e a dar força a outras mulheres tendo muito a oferecer: paixões, energia e inteligência. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Seria interessante ensinar que é ótimo ser fogosa, desafiadora face à injustiça, intensa, ambiciosa e não disposta a entrar em acordo com a mediocridade. A idéia não é educar filhas que intimidem outras pessoas, mas educar filhas que sejam cheias de vida, energia e vitalidade e "ruidosas" - características que elas não precisam ter medo de mostrar!
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Por que será que eu gosto tanto desse trecho de um texto escrito por Bobbi Linkletter? 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"Espero que você seja menos açucarada e mais temperada, e apenas um pouquinho gentil, assumam seus rangidos, moças, seu mau humor, suas paixões, seus eus. Conservem sua centelha, sua individualidade, suas excentricidades...Você não precisa ser refinada como uma dama para ser mulher, pois ser mulher é complexo. Uma essência contendo tudo que você é...gentil, séria e generosa de coração, mas honesta, arrebatada e resoluta"
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Vamos caminhar para frente, junto com as meninas de hoje, para lhes dar um profundo sentimento de identidade e força interior. Se você tem uma filha, ame-a. E depois ame-a um pouco mais.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-6505003293434893876?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/88hG1za-WVjKN32YFVS9T8fxcwU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/88hG1za-WVjKN32YFVS9T8fxcwU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/zlzEM2wRoQ8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/6505003293434893876/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=6505003293434893876&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/6505003293434893876?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/6505003293434893876?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/zlzEM2wRoQ8/ate-tu-sendo-brutas.html" title="Até tu, &quot;sendo&quot; brutas?" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-vm3XWcJD0v8/TkfVq4wkOdI/AAAAAAAABHk/0gi4tkhzBR0/s72-c/eubaby.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/08/ate-tu-sendo-brutas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MDRXw4fSp7ImA9WhdSGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-1357111473623784000</id><published>2011-07-29T19:03:00.001-07:00</published><updated>2011-07-29T19:04:34.235-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-29T19:04:34.235-07:00</app:edited><title>Todas qué</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zh98w6ylBgQ/TjNmnkRbNsI/AAAAAAAABHc/2CF08342iRY/s1600/Barbie%2Bgravidona.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 181px; height: 278px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-zh98w6ylBgQ/TjNmnkRbNsI/AAAAAAAABHc/2CF08342iRY/s400/Barbie%2Bgravidona.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634960388708316866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-1357111473623784000?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EPdSBmFgH-RtFxC7T6FA0VbDuQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EPdSBmFgH-RtFxC7T6FA0VbDuQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EPdSBmFgH-RtFxC7T6FA0VbDuQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EPdSBmFgH-RtFxC7T6FA0VbDuQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/vuQ6y6ab6ng" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/1481136667868125931/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=1481136667868125931&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/1481136667868125931?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/1481136667868125931?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/vuQ6y6ab6ng/fami-liar.html" title="fami-liar" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-uo68k1h-_ZA/TizeLSM0cwI/AAAAAAAABHU/SiQJ2FQC_T0/s72-c/familia.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/07/fami-liar.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMMQ3Y5cSp7ImA9WhdTFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-4667749565289347531</id><published>2011-07-11T17:49:00.000-07:00</published><updated>2011-07-11T18:34:42.829-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-11T18:34:42.829-07:00</app:edited><title>Mãe + solteira = feminista</title><content type="html">Uma coisa leva à outra? Causa/consequência. Ser mãe e mulher solteira faz de mim alguém necessariamente feminista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, é claro que não. Essa conta matemática que dá título ao post não é exata, nem precisa nem necessariamente necessária!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, querida leitora que gosta de jogar na minha cara seu patrulhamento ideológico sobre meu feminismo e misturar toda sua confusão com uma questão tão delicada e dolorosa da minha vida como o fato de ter me tornado uma mãe solteira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem nos meus piores pesadelos eu imaginava que isso algum dia iria me acontecer. Nem para meus piores inimigos eu desejaria uma situação dessas. E digo assim, tragicamente, porque é muito difícil prá mim viver com isso, nada agradável engolir um sapo desses. Há um tempo atrás eu me apaixonei por um cara com quem eu tinha muita afinidade e afeto. Daí engravidamos! Enquanto via nossa relação amorosa ir prô saco tentava ainda que dolorosamente sozinha curtir tudo que eu sentia com a pequena crescendo dentro de mim,sendo gerada no meu corpo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de 9 meses você vê o resultado (isso me lembra uma música bizarra, mas eu tenho senso de humor, não consigo evitar!)e então o que restava de um namoro acabou acabando e o pai da minha filha voltou prô Sul (de onde...já era desde sempre)! E eu me vi ali, sentada sozinha com minha filha no colo e pensando triste e doidivanamente "Caramba, e agora? Como que vai ser?". Minha família me dá um apoio incrível e, se não fosse por eles eu não sei, teria sido bem mais treta passar por tudo isso psicológicamente e por que não dizer também: estruturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisamos de homem prá sustentar nossos filhos! É fato! Nem prá ter nosso equilíbrio emocional garantido! Nem prá chamar de nosso! Nem prá nenhuma daquelas balelas que a sociedade tentou empurrar prô nosso incosciente e coletivo. Mas eu tinha um envolvimento emocional com o cara e não ia puxá-lo pela gola da blusa e dizer algo tipo "volta aqui e vem ficar com a gente direito, puxa vida!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias foram passando e colocar sozinha minha filha prá dormir era o habitual. Acordar sozinha durante a madrugada prá trocar as fraldas dela também. Ver sozinha o produto do meu amor com ele me chamando de mamãe e não tendo com quem dividir um sorriso naquele momento também acabou passando. E eu não chorei loucamente nem entrei em depressão porque não tinha um homem do meu lado! Nada disso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma coisa não implica em outra. Sou mãe e não namoro mais com os diferentes pais dos meus filhos. Tenho um outro namorado que já tem outros dois filhos também. E NADA disso faz de mim uma feminista. Mas ficar p.da vida com o patriarcado, ter senso crítico sempre que vejo umas bobagens machistas sem noção, não achar graça de piadas que diminuem a mulher pela sua condição de gênero entre outras mil coisas que tem a ver com a luta pela igualdade de direitos para nós mulheres, isso tudo sim faz de mim uma feminista assumida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem mulher que arruma um sêmem em banco de esperma e engravida "artificialmente" e que não quer e nem vai dar um pai para sua cria. E acho ótimo e corajoso. E quem disse que as crianças precisam dessa bobagem da referência de masculino e feminino? Eu discordo! Tenho minhas dúvidas, até porque ler &lt;a href="http://revistapaisefilhos.com.br/colunistas/andre-mantovani/todo-mundo-precisa-de-pai"&gt;esse tipo de coisa&lt;/a&gt; me deixa nervosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um faz o que quiser da vida. Depois arca com suas consequências e karmas. E ninguém tem nada a ver com isso. O que você ganha julgando a vivência dos outros? Se eu sou mãe e sou solteira ninguém tem nada com isso. E acho o feminismo tão essencial quanto respirar! Só isso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-4667749565289347531?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Nv0gzFdoRbkJKBfARL1lzFbDg5I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Nv0gzFdoRbkJKBfARL1lzFbDg5I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Nv0gzFdoRbkJKBfARL1lzFbDg5I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Nv0gzFdoRbkJKBfARL1lzFbDg5I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/W7cpDDevdro" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/4667749565289347531/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=4667749565289347531&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/4667749565289347531?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/4667749565289347531?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/W7cpDDevdro/mae-solteira-feminista.html" title="Mãe + solteira = feminista" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/07/mae-solteira-feminista.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MAR3g4fip7ImA9WhZUFUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-2312043926488597917</id><published>2011-06-08T09:03:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T09:44:06.636-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-08T09:44:06.636-07:00</app:edited><title>Maternidade = Dilemas Internos</title><content type="html">O que você entende por "identidade"? Eu uso a definição de que identidade é uma teoria sobre nós mesmos que é formada e mantida através de um acordo interno e externo a respeito do que achamos que somos ou queremos ser. Tá, meio grande a teoria - coloquemos então assim: Identidade é aquilo que a gente entende como sendo nosso. É também como a gente interage com os outros e como essa interação afeta a nossa identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a gente tem filho, nossa identidade muda. Fica muito mais complexa, porque além de sermos tudo aquilo que éramos antes, agora somos também isso daqui: mães, pais. E esse novo "ítem" no cardápio afeta tudo aquilo que éramos antes; dá uma cara "nova" às coisas que a gente sentia por certas pessoas especiais, certos lugares, certos eventos nas nossas vidas; tudo agora opera "em relação à" nossa maternidade. Seria ridículo pensar que essa nova identidade tão mais complexa não produziria dilemas internos homéricos. Principalmente se você tem filhos ainda nos vinte e poucos anos, quando mal formou sua identidade como mulher, sua identidade sexual, sua identidade como trabalhadora, estudante universitária, o que for. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eis que um confronto passivo-agressivo (é claro) fez-se num comentário anônimo (é claro) de que o Manhê "sofre de vários dilemas internos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santa redundância, Batman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É CLARO QUE SOFRE. É claro que sofre. Ser mãe é sofrer de dilemas internos e ponto. Eu sofro de dilemas internos o tempo todo, a Anelise sofre de dilemas internos o tempo todo - que mãe não sofre? E o blog, como produto da nossa maternidade, sofre de dilemas internos sim. Muita coisa que a gente escreve sôa contraditório às vezes, porque é difícil navegar dois mundos e achar congruência em absolutamente tudo o que os dois mundos nos têm a oferecer (o mundo maravilhoso d@s jovens sem filhos, e o mundo maravilhoso d@s jovens com filhos). Não há perfeição em ser humano. Tampouco há perfeição em criar filhos. Existe apenas o "bom o bastante". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que uma coisa eu e a Ane temos que é pura desvantagem em relação a outros blogs aparentemente sem dilemas internos: nossos dilemas são aparentes porque escrevemos sobre eles. Então se você, anônimo, adora visitar o blog de mãe que fala só de cupcakes, que fique bem claro: a mãe que faz cupcakes também sofre de dilemas internos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se você também adora visitar o blog da mãe que adora postar os comentários engraçados da filha de três anos, que fique bem claro: esta mãe SOFRE de dilemas internos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quer saber? Mesmo que os nossos dilemas internos nos façam parecer contraditórias e confusas às vezes (justinho como tornar-se de mulher para mulher mãe já o é), nós não temos vergonha de dizer que somos contraditórias e confusas. Porque, se vida de mãe não te confunde às vezes, parabéns: Você não é como nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-t_w5FYs7zrQ/Te-mXtJ59rI/AAAAAAAAAJc/he7UYPNH3Bw/s1600/Sherman2001_33.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 203px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-t_w5FYs7zrQ/Te-mXtJ59rI/AAAAAAAAAJc/he7UYPNH3Bw/s320/Sherman2001_33.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615890186542642866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arte também é dilema interno. Por isso nos carrega para o sublime. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Artista: Cindy Sherman)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-2312043926488597917?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQfyaOiW26-Sq582sxUNSmK6qVc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQfyaOiW26-Sq582sxUNSmK6qVc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQfyaOiW26-Sq582sxUNSmK6qVc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQfyaOiW26-Sq582sxUNSmK6qVc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/guzi7FpvSWw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/2312043926488597917/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=2312043926488597917&amp;isPopup=true" title="10 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/2312043926488597917?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/2312043926488597917?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/guzi7FpvSWw/maternidade-dilemas-internos.html" title="Maternidade = Dilemas Internos" /><author><name>Isabella G</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09738480751891780592</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/SKsbqbP4TzI/AAAAAAAAADA/GFWAQ1T9FRk/S220/isabellacocar.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-t_w5FYs7zrQ/Te-mXtJ59rI/AAAAAAAAAJc/he7UYPNH3Bw/s72-c/Sherman2001_33.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>10</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/06/maternidade-dilemas-internos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIGRHc8fSp7ImA9WhZUEUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-7231828656036744875</id><published>2011-06-03T17:09:00.000-07:00</published><updated>2011-06-03T17:32:05.975-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-03T17:32:05.975-07:00</app:edited><title>Se joga!</title><content type="html">“Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso mesmo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perder? Como? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é nosso, recordam-se? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi apenas um empréstimo!"&lt;br /&gt;                                                José Saramago &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi com esse trecho enviado à mim pelo meu namorado que martelei prá escrever algo sobre o que me incomoda como essa bobagem da incerteza de estar sempre agindo corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As expectativas absurdas que criamos com a maternidade não cabem no porta-malas de uma vida minimamente decente de mãe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ser uma mulher com desejos sexuais intensos e tantas outras vontades controvérsias se a idéia da santa imaculada virgem maria super mãe é a que impera? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando dá vontade que tudo desapareça da sua frente e que num passe de mágica, ao abrir os olhos, se depare com uma praia linda, de mar bem azul e areia fofa e, principalmente, sem mais ninguém por perto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí vem a culpa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mãe não pode querer mais nada, tem que se realizar com a maternidade (e ponto)." Esse é o pensamento absurdo que paira no ar, num limbo das conversas de consultório, porta da escola e entre uma folheada e outra dessas revistas sobre maternidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você só precisa ser você mesma! E isso se faz de maneira simples mesmo com todos os sentimentos contraditórios consequentes e necessariamente interdependentes do pensamento externo - aquele que fica te julgando e apontando o dedo na sua cara toda vez que queremos viver com mais intensidade e emoção!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora chega de ler blog de mãe, se joga na vida!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-7231828656036744875?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bwzItmcmyfMkByepyno9fICM4NU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bwzItmcmyfMkByepyno9fICM4NU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bwzItmcmyfMkByepyno9fICM4NU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bwzItmcmyfMkByepyno9fICM4NU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/OxRz4WVBjg0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/7231828656036744875/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=7231828656036744875&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/7231828656036744875?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/7231828656036744875?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/OxRz4WVBjg0/se-joga.html" title="Se joga!" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/06/se-joga.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUQDQXc_fSp7ImA9WhZVE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-8522254193829306018</id><published>2011-05-25T11:42:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T12:56:10.945-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-25T12:56:10.945-07:00</app:edited><title>Maio em Dois Atos</title><content type="html">Primeiro Ato:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminou o semestre na faculdade, e vários projetos se amontoam por essas bandas: pintar a casa (por dentro e por fora); finalmente organizar o buraco-negro, digo, escrivaninha; fazer pão duas vezes por semana; fazer leite de soja duas vezes por semana; construir um galinheiro no fundo do jardim e arrumar quatro galinhas. Os três últimos itens da lista partem de uma ideia de viver com menos, por menos, comprando menos. Especialmente em se tratando da cultura estadunidense, onde estou inserida, nota-se um exagero de consumismo e materialismo absolutamente opressor e que, com o tempo, começa a promover um estado de espírito quase depressivo. A quantidade de lixo. A gastação boba. A qualidade inferior dos alimentos processados. E, pior de tudo, nosso hábito inquestionável de comprar tudo, tudo, tudo tão cegamente. Quando decidi pela idéia do meu próprio pão-e-leite, produzi, com uma receita ridiculamente fácil, meu primeiro litro de leite de soja, e me rendi. O gosto é tão fresco, tão puro, tão leve, tão diferente. Sem a usurpação do sabor causado pelo processamento em maquinaria...  e a facilidade de produzí-lo em casa me deixou com vergonha de sempre ter comprado sem nem mesmo ter considerado uma produção caseira, menos impactante no meio-ambiente, e, principalmente, bem mais barata. E não tem nada a ver com falta de tempo; com estudos em período integral, trabalho, e duas crianças pequenas pra cuidar, fazer meu pão-e-leite não requer nada mais do que um pouco de planejamento. No excuses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O galinheiro veio de uma briga recente ganha pela minha comunidade em várias reuniões com representantes da prefeitura. Felizmente, Milwaukee tem um grupo grande e ativo trabalhando e prol da agricultura urbana e que quis seguir o exemplo de grandes cidades como Seattle e Portland em que é permitido se ter no máximo quatro galinhas poedeiras (galos não, pois são muito barulhentos e incomodariam os vizinhos). Em uma zona climática como a nossa, onde só se planta três meses ao ano, uma dieta que depende demasiadamente de proteína vegetal requer o transporte desses alimentos de muito, muito longe, o que contribui imensamente para o efeito estufa e poluição ambiental. Ter galinhas poedeiras alivia um pouco dessa demanda, oferecendo um produto local, fresco, saudável, e sem crueldade (as minhas galinhas no Embu eram, e ainda são, muito bem tratadas, assim como serão as minhas de Milwaukee). Até os novos vizinhos vegans-straight edge reconsideraram, e estão construindo um galinheiro também. Juro que meu queixo caiu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tem uma discussão acalorada que me fascina, é esta do veganismo versus zonas climáticas versus aquecimento global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim. Recomendo. Se quiserem a receita, darei de boníssimo grado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ato:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este interessante &lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/posts/2011/05/24/casal-canadense-decide-criar-bebe-sem-definir-sexo-382370.asp"&gt;artigo  &lt;/a&gt; causou o maior frenesi no Facebook de muita gente essa última semana... Trata-se de um casal canadense que resolveu criar o/a novo/a bebê da família sem revelar o sexo da criança a ninguém. Muitas amigas feministas ping-ponguearam o artigo pra lá e pra cá, trocando opiniões efervescentes (a maioria, negativas) a respeito da decisão do casal. Eu achei o artigo interessante porque já discutimos aqui também, muitas vezes, essa questão de criação de filhos sem imposição comportamental baseada em expectativa de gênero. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um dos posts mais comentados a respeito disso, uma leitora perguntou se enfrentamos algum obstáculo ao optar por uma criação "unissex". Veja bem, uma coisa é o sexo. Outra, é o gênero. O sexo é biológico, enquanto que o gênero é social. Unissex, eu suponho, seria um tipo de criação baseada em uma ambiguidade biológica, o que não é o caso da escolha da minha família. Minha criação não é unissex, portanto. É baseada em repensar papéis de gênero, e criar os filhos dentro desse paradigma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário da mãe mencionada no artigo acima, eu escolhi revelar o sexo dos meus filhos com a plena consciência de que essa qualidade deles é altamente volátil. Ou seja, partimos do plano do sexo (dando-lhes nomes baseados nisso) para que eles, quando quiserem, escolham reter ou rejeitar o gênero associado a esse sexo. Minha filha sabe que tem uma vagina e que outras meninas têm vaginas, mas sabe, também, que algumas meninas têm pênis, porque nasceram no "corpo errado" (o bom é que nos EUA tem livro infantil de tudo quanto é assunto). E, mais tarde, vai saber também da opressão sofrida pelas mulheres, porque ela, infeliz e inevitavelmente, vai sofrer também, e vai saber que é preciso condenar e lutar contra essa opressão. E é por isso que eu achei importante não só revelar o sexo dessa criança-futura-lutadora-eu-espero, como dar uma idéia do quê o gênero associado ao sexo dela tem a oferecer e a rejeitar, para que ela decida, por ela mesma, o que mais lhe apetece (não via informação pré-digerida &lt;span style="font-style:italic;"&gt;by mom and dad&lt;/span&gt;, como fez o casal canadense).&lt;br /&gt;Que discussão interessante! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opa. Bebê acordou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-8522254193829306018?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7YTzHpDo-WknJHttMf27NJioQcE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7YTzHpDo-WknJHttMf27NJioQcE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7YTzHpDo-WknJHttMf27NJioQcE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7YTzHpDo-WknJHttMf27NJioQcE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/ubdl9lAk1uI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/8522254193829306018/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=8522254193829306018&amp;isPopup=true" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/8522254193829306018?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/8522254193829306018?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/ubdl9lAk1uI/maio-em-dois-atos.html" title="Maio em Dois Atos" /><author><name>Isabella G</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09738480751891780592</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/SKsbqbP4TzI/AAAAAAAAADA/GFWAQ1T9FRk/S220/isabellacocar.jpg" /></author><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/05/maio-em-dois-atos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0UBRHg6fCp7ImA9WhZXFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-8115768832444899528</id><published>2011-05-05T19:28:00.001-07:00</published><updated>2011-05-05T19:34:15.614-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-05T19:34:15.614-07:00</app:edited><title>Mamaço neles!</title><content type="html">Depois de enfrentar uma funcionária boboca-sem-ter-oque-fazer dizendo ser proibido amamentar no Itaú Cultural, a phiníssima amiga Marina Barão organiza agora um mamaço no dia 12 de maio, terça-feira. &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,grupo-fara-mamaco-apos-mae-ter-sido-impedida-de-amamentar-em-exposicao,715494,0.htm"&gt;Este artigo do Estadão&lt;/a&gt; detalha o piti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu queria ir!!! Digam a tod@s! Pelo direito de amamentar em qualquer lugar, a qualquer hora! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. Contei que no ano passado, ao visitar uma piscina pública em uma cidade vizinha, uma das cabines do banheiro fedidíssimo tinha uma placa dizendo "Sala de Amamentação"? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, aquilo não era uma sala. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo era uma cabine de banheiro público.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ave Maria. As pessoas estão malucas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-8115768832444899528?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HFgkjCGPWvbDTE7e-_g1yE-4HOg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HFgkjCGPWvbDTE7e-_g1yE-4HOg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HFgkjCGPWvbDTE7e-_g1yE-4HOg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HFgkjCGPWvbDTE7e-_g1yE-4HOg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/tlCaE2GUtT0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/8115768832444899528/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=8115768832444899528&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/8115768832444899528?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/8115768832444899528?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/tlCaE2GUtT0/mamaco-neles.html" title="Mamaço neles!" /><author><name>Isabella G</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09738480751891780592</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/SKsbqbP4TzI/AAAAAAAAADA/GFWAQ1T9FRk/S220/isabellacocar.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/05/mamaco-neles.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8MQ305cSp7ImA9WhZXFU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-2551300887725334859</id><published>2011-05-04T10:34:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T10:41:22.329-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-04T10:41:22.329-07:00</app:edited><title>O jeito "Manhê" de ser Mãe</title><content type="html">Veja &lt;a href="http://www.pitchfork.com/tv/#/music-videos/1661-the-cave-singers/2669-black-leaf/"&gt;o clip dessa banda ótema&lt;/a&gt; e seja testemunha do que as Manhês gringas tão aprontando! Minhas amigas Faythe e Micaela fizeram esse clip para a banda Cave Singers, no qual o filho da Mica faz o papel do menino com o gorrinho vermelho e o Andre, filho da amiga Sarah, faz o papel do menino-com-olho-de-gato... hippies de escola Waldorf e tudo, eles acabaram demonstrando o que uma boa infância significa: brincadeira ao ar livre (sem reclamar do frio!), criativa, simples. P.S. e com trilha sonora phina, é claro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Pra quem acha que ser mãe é "abdicar" de tudo, taí uma boa resposta (ou seja, se a vida te dá limões, faça limonada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijomeliga!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-2551300887725334859?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pUeVLpeFKg3r-juI6BabO0tex0c/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pUeVLpeFKg3r-juI6BabO0tex0c/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pUeVLpeFKg3r-juI6BabO0tex0c/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pUeVLpeFKg3r-juI6BabO0tex0c/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/8AtqsYhc3a4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/2551300887725334859/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=2551300887725334859&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/2551300887725334859?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/2551300887725334859?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/8AtqsYhc3a4/o-jeito-manhe-de-ser-mae.html" title="O jeito &quot;Manhê&quot; de ser Mãe" /><author><name>Isabella G</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09738480751891780592</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/SKsbqbP4TzI/AAAAAAAAADA/GFWAQ1T9FRk/S220/isabellacocar.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/05/o-jeito-manhe-de-ser-mae.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04ARnY9eip7ImA9WhZXEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-2339599820746780148</id><published>2011-04-30T19:51:00.000-07:00</published><updated>2011-04-30T20:19:07.862-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-30T20:19:07.862-07:00</app:edited><title>prestação de contas</title><content type="html">Hoje meu filho faz 10 anos. No começo da semana minha filha fez 1 ano. Já passei dos 30...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho de segunda à segunda, de manhã até começo da noite prá pagar todas minhas (e dos meus filhos) contas, e, apesar de fazer o que gosto não tenho os finais de semana livres prá passear, ler, ficar de bobeira em casa, almoçar com a família, escutar música, ir ao cinema e curtir a prole como a maioria das pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Namoro no pouco tempo livre que consigo ter e tenho sorte de estar com uma pessoa compreensível e madura que me entende e apoia mesmo quando parece que a hostilidade vai explodir minha cabeça deixando meu coração pesado e triste. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho todo apoio da minha família e sou mãe solteira de filhos lindos e amados de dois diferentes relacionamentos do meu passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes dos meus filhos eu tinha todo tempo do mundo prá andar de skate, ficar com meus amigos, ir à shows e tudo mais que desse na telha, mas eu não tinha essa experiência de abnegação, de viver pelos outros acima dos próprios interesses. Acho que quem não está na minha pele não pode me julgar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se você continua achando que meu namorado é quem cuida dos meus filhos e que sou desocupada vivendo às custas dos outros então esta muito enganada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém precisa ter dó de mim nem me admirar, essa é minha vida e eu a amo muito. Acordo todos os dias com duas figurinhas ótimas que se amam e em parte estão no mundo por consequência do meu amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já dizia James Katz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se existe algo que caracteriza o séc XXI é a nossa incapacidade de nos controlar pelo bem de outras pessoas" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega de reagir com raiva e de fazer ataques pessoais para valer o ponto de vista próprio! Ao menos para mim, quero dar esse basta! (Mantra)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-2339599820746780148?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b4UIHHQDX2TXzP3IA1viL4WyUkM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b4UIHHQDX2TXzP3IA1viL4WyUkM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b4UIHHQDX2TXzP3IA1viL4WyUkM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b4UIHHQDX2TXzP3IA1viL4WyUkM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/Aekt3gG07hU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/2339599820746780148/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=2339599820746780148&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/2339599820746780148?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/2339599820746780148?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/Aekt3gG07hU/prestacao-de-contas.html" title="prestação de contas" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/04/prestacao-de-contas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4NQHY4fyp7ImA9WhZQFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-4956812179662712204</id><published>2011-04-23T19:28:00.000-07:00</published><updated>2011-04-23T19:43:11.837-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-23T19:43:11.837-07:00</app:edited><title>Mea culpa</title><content type="html">Vem chegando o dia das mães e nessa galopada comercial ferrenha do varejo os clichês correm sem dó. A culpa não é exclusiva dos publicitários de plantão, mas quens também levam adiante as mais variadas bobeiras à respeito nadamais são do que society,humanity...ou seja, eu, tu, ele, nós,vós, eles!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca se pegou repetindo prô rebanho que a mulher só se realiza quando se torna mãe? Não jogo a primeira pedra porque meu telhado é de vidro! Achar que a maternidade muda a mulher prá sempre (e prá melhor) é também um dos clichês batidos que deveriam ter sua perda total garantida as soon o quanto antes prá ontém, purexemplo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobra mãe fazendo burrada e falta gente equilibrada, menos egoísta e preocupada consigo antes de se importar mais com a própria prole (me incluo nessa),mas a gente erra mesmo, tropeça, dá bola fora, faz cagada; quando não tudo isso mesmo ao mesmo tempo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não existisse a doença não teria a saúde, e com seus contrários acompanham nossa jornada materna os erros e acertos constantes e não necessariamente nessa ordem! Mea culpa também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos estar errando...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-4956812179662712204?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MPNQxjavy5QsdcYm33XkRYsOzk0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MPNQxjavy5QsdcYm33XkRYsOzk0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MPNQxjavy5QsdcYm33XkRYsOzk0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MPNQxjavy5QsdcYm33XkRYsOzk0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/dKdlGD80wVc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/4956812179662712204/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=4956812179662712204&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/4956812179662712204?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/4956812179662712204?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/dKdlGD80wVc/mea-culpa.html" title="Mea culpa" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/04/mea-culpa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEECQXc6eip7ImA9WhZRGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-5545559440452325205</id><published>2011-04-14T18:11:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T18:57:40.912-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-14T18:57:40.912-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="piti" /><title>Dia de Cão</title><content type="html">Eu não acreditava na dor-de-cabeça. No meio da aula de biologia mais chata que eu já tive na vida (com um professor chinês que começa cada frase com ai ai ai ai ai, é é é é...), lá veio ela, fulminante. E eu tentando enviar mensagem de texto pro marido, desesperada, com meu ótimo telefone circa 1999 que não tem teclado apropriado, tudo porque não tinha descombinado com uma amiga de buscar minha filha na escola enquanto que eu, avoada, já tinha inscrito a pequena no semi-internato para o dia de hoje. Isso porque ontem a gente tinha que ter levado o filho dela na escola; eu fui trabalhar e meu marido esqueceu do menino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Very good. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí saí da faculdade correndo, fui buscar o meu bolotinha na creche, depois corri pra escola da filha, que me recebeu com uma cara de cão porque eu vim com o irmãozinho a tiracolo e ela não gosta do irmãozinho, nem a tiracolo nem a botacolo nem aqui nem lá - ela até já falou que "arrumou uma casa nova ótima para ele, mamãe! Ele vai gostar!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí corri para o supermercado porque dia de pagamento é assim, né? Pessoal sabe quando caiu meu cheque quando tô passeando pelo supermercado tipo, comprando coisas! Só de vez em quando tal luxo me ocorre na vida e me sinto uma verdadeira Narcisa Tamborindeguy das mães-de-olheira, com um carrinho de supermercado com COISAS DENTRO, um sorriso vitorioso no rosto e crianças histéricas empilhadas no carrinho, felizes porque a partir de hoje, teremos novamente iogurte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí cheguei em casa - ah, esqueci de falar que hoje estava cinza e a temperatura era de 4 graus centígrados, e ventava - e a filha começou seu longo e épico piti (mulher de Câncer é tudo assim, dramática?) enquanto eu tentava organizar as compras em seus devidos lugares (que, para a mãe-de-olheira é assim: bota a lata de feijão na geladeira e a pizza congelada na despensa, e depois atina o erro e bota a pizza congelada na outra despensa e a lata no congelador). Enquanto isso, o menino está do lado de fora, no meio da ventania e dos 4 graus centígrados, chorando com o pé preso embaixo dum carrinho quebrado e uma minhoca de catarro de dez centímetros de comprimento alegremente pendurada numa bochechinha imunda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filha gritava e me dava ordens malucas, que eu ignorava e ela as gritava ainda mais alto. Avisei que, infelizmente, o sorvete que ela escolheu, diga Adeus porque sobremesa agora não vai mais ter com essa falta de respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aí que veio uma conclusão inédita da parte dela - uma verdadeira bomba de Hiroshima infantil. "Você é a PIOR mãe do mundo. Não só isso, como agora eu também quero MUDAR DE CASA". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um nenezinho com a menor mãozinha do mundo era ela quando nasceu; com nove meses ria e acenava para todos de cortar o coração; com quatorze meses andou pela primeira vez na cozinha e eu chorei; com três anos, os cabelos em enormes cachos saltitavam enquanto ela tentava brincar de amarelinha, a boca tão rosa parecia ter batom - uma boneca. Que felicidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem adivinha que, meros três anos depois, essa mesma perfeição da criação divina seria capaz de produzir mensagem tão peçonhenta? Quem é que adivinha essas coisas, alegre e contente amamentando um rebento fofo? Poucas coisas na vida me fizeram sentir tão ingênua. Tão ingênua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, bocó, com um conteúdo fresquinho na cabeça da aula de Paz e Resolução de Conflitos horas antes, nem pra usar os conceitos. Parei de fazer tudo o que estava fazendo. Trouxe o menino prá dentro, botei brincando na sala; larguei as compras, desliguei o fogão. O negócio é que a gente não dá importância pra sentimento de criança e continua levando a vida loca, sem olhar nos olhos delas e ver que estão sofrendo na nossa própria armadilha de maluquice. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falei, Ara, respira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respira e pára de falar um pouco. Fica em silêncio, acalme-se. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo! Não consigo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando nos olhos chorosos dela, não sabia o que fazer e comecei a fazer massagem nas perninhas dela. Alguns instantes depois, ela acalmou-se e eu disse, na voz mais calma e serena que consegui produzir: Ara. Você lembra o que você disse para mim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quê? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você disse duas coisas. A primeira foi que eu sou a pior mãe do mundo. Você lembra? A segunda coisa foi que você quer mudar de casa, não morar mais com a gente. Essas coisas que você disse me magoaram MUITO. É verdade que eu sou a pior mãe do mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é verdade. Eu menti. Eu estou cansada, mamãe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Furacão dissipado, abraço dado, sem acreditar no que eu consegui fazer com que ela faça - SE COMUNICAR - fui e fiz um jantar qualquer, medíocre como só eu consigo fazer em dia de cão, mas com sabor de vitória.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-5545559440452325205?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9JfZQS9_1kAoMuNl0Ulyslprbqw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9JfZQS9_1kAoMuNl0Ulyslprbqw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Foi difícil ficar explicando para as pessoas à volta que o pai da criança era tão irresponsavel que tinha sumido na poeira. Os olhares de pena e crítica velada, dando a entender que tinha escolhido o caminho errado, perturbavam mais do que os eventuais enjoos, os pés inchados, o peso da barriga e a pressão nas costas. Claro que tinha ficado com raiva do ex-namorado. Claro que tinha morrido de medo do futuro como mãe solteira. Mas logo no primeiro mês tinha sentido amor pela vida que crescia dentro e não podia nem pensar em terminá-la. Ter a filha fazia todo sentido, era o que tinha feito de mais certo na vida."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres que criam filhos sem ajuda de companheiros, tem problemas um pouco diferentes das mulherres casadas. Aquela lista imensa de expectativas para a mulher continua valendo para a que esta sozinha, mas a ela se acresce uma certa condenação social pelo fato de não ter um homemao seu lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nossa sociedade, ainda que tantas mudanças tenham acontecido, a mãe solteira é visto como algo essencialmente errado. A mulher que permanece solteira levanta suspeitas sobre sua feminilidade, capacidade de dedicação e estabilidade emocional. Aquela que foi abandonmada por um homem depois que ele a engravidou, então, é em geral vista como imcompetente como mulher, além de incompleta para a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe solteira pode não sofrer competição dentro de casa pela autoridade nem ser acusada por ninguém de ser uma mãe incompetente, mas sente o peso do julgamento de todos em volta. E, curiosamente, todo mundo - inclusive o padeiro - sente-se  no direito de opinar sobre a vida de uma mulher que não seja clara propriedade de um homem. "Aquela pobrezinha sem noção precisa de diretrizes", pensam todos e falam sem pudores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moça, em reação, tenta parecer o mais competente possível em tudo. Ela é quase obrigada a se transformar em um ser masculinno para resolver os problemas do carro, pagar as contas, enfrentar as pressões no trabalho, a competição pela atenção, não demonstrar o medo que sente de perder o emprego e não ter como sustentar a prole. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem perceber, entra numa energia muito masculina, de enfrentar com certa agressividade o que não parece bom, de ser dura consigo mesma para conseguir o que precisa. Como todas as mulheres que trabalham, sejam elas mães ou não, precisa aprender a se comportar como homem em muitas e muitas situações. Numa reunião sobre prazos, ninguém quer saber se ela esta preocupada com a filha, querem apenas resultados. Essa forma de ir atrás de objetivos e metas é uma das maneiras masculinas de existir, imposta a todos porque é a que atualmente domina o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém se detém para pensar que, apesar de muito comum, essa forma de viver e trabalhar não é a única possível. Se a ânsia de perseguir objetivos e atingir metas no curto prazo - super masculina - fosse temperada por uma preocupação mais feminina como bem-estar das pessoas e com produtividade no longo prazo, todos sairiam ganhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma feminina de considerar o mundo, que inclui uma visão das relações entre as pessoas, uma percepção das tensões que se acumulam e que podem ser destrutivas,uma consideração sobre as pessoas como seres vivos e não apenas mecanismos dentro de uma máquina produtiva, precisa ser chamada para dentro dos sistemas de trabalho e das relações entre todos para que homens e mulheres vivam de forma mais equilibrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobreviver em ambientes tão hostis à vida e à saúde é um desafio para todos, mas especialmente para as mulheres. Como se sentem responsáveis pela casa e pelos filhos, acabam puxadas em direções opostas como numa câmara de tortura. De um lado, prazos e trabalhos que nenhuma pessoa consegue dar conta; de outro, os problemas de crianças que crescem, precisam de atenção, exigem cuidados. Um homem se sente desculpado a abandonar os filhos nessa encruzilhada e vê-los apenas nos finais de semana, se tanto, mas as mulheres não podem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mulher sozinha pode menos ainda. Aumenta para ela a pressão como provedora enquanto não há alívio para a pressão como mãe. Ela sente culpa por não ter tempo para os filhos, mas sofre também todas as cobranças no trabalho inclemente e áspero. É completamente heróica a missão das mulheres mães de manter dois papéis tão conflitantes, que dirá autoestima de ser estraçalhada por tantos rolos compressores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que parece instalado, permanente, começa a se dissolver quando temos consciência do que é e do que queremos. Precisamos nos valorizar como mulheres.&lt;/strong&gt; Nós temos uma porção feminina e masculina dentro de nós, mas a vida social e profissional nos obriga a desenvolver muitas habilidades masculinas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem trabalha fora, seja de que sexo for, precisa puxar pelo seu lado competitivo, objetivo, disciplinado, organizado, aquelas características mais masculinas do ser humano. Mas não recebemos o mesmo treinamento obrigatório para desenvolver nossa empatia, capacidade de ouvir e falar na hora certa, ter adaptabilidade, estabelecer relações horizontais de respeito, mostrar tolerância para com as diferenças e cuidados para com as limitações das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ambiente muito masculino se organiza em forma de pirâmide hierarquica rígida, com um macho alfa lá em cima rosnando e mordendo quem chegue perto. Tudo funciona rápido, mas a base é o medo. Um ambiente mais feminino terá uma organização circular, de colaboração em substituição à competição. Homens e mulheres nesse ambiente serão mais propensos a demonstrar solicitude em vez de negação das necessidades que todos temos com seres humanos. Num ambiente regido pelo masculino, uma mãe que tenha filho com problemas não receberá atenção alguma, ao contrário, talvez sendo dispensada por não poder se dedicar exvlusivamente ao trabalho que seu chefe exige. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma mãe num ambiente regido pelo princípio feminino talvez consiga horas livres no meio da tarde, receba simpatia dos chefes, apoio dos colegas e mesmo solidariedade caso o problema seja grave. Nesse local mais voltado para a parceria, a família é entendida como parte integrante da pessoa e ajudá-la é fazer com que o ambiente de trabalho seja justo e produtivo para todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Existe outra forma de organizar o mundo, nenhuma mulher deve sentir-se pouco adaptada para a humanidade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arquétipo do masculino que cuida e protege é dos mais poderosos na humanidade e desperta energias de segurança. É também muito masculino o sentido de justiça igual para toos, de imparcialidade de tratamento, de incentivo a que os filhos deem o melhor de si e desenvolvam seus talentos. Tudo isso tem sido soterrado em homens e mulheres porque há endeusamento da força pela força, do exercício do poder sobre o outro sem restrições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O masculino só podemostrar seu lado melhor quando equilibrado como princípio feminino. As religiões das sociedades mais duradouras e pacíficas da terra, como por exemplo a egípcia, mostram igual proeminência de deuses e deusas, de atos de guerra e agricultura, de cuidado com a política e as crianças. Numa sociedade de mais equilíbrio entre os princípios, todos cuidam da natureza em lugar de apenas usá-la, assim como das crianças dos idosos e dos animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O feminino, nesse nosso ambiente de ápice do masculino, fica por sua vez muito suprimido. Não há lugar na rotina da maioria das pessoas para sentimentos como compaixão, o que nos leva a passar direto, sem fazer nada, diante de cenas de sofrimento explícito de pessoas e animais a nossa volta. Nos ambientes de trabalho então nem se fala,torturas psicológicas diárias acontecem debaixo do nariz de todos como se fossem naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, vivemos numa civilização em que tanto o princípio masculino saudável como o feminino são reprimidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só fica complicado quando não tomamos consciência da real situação. Mas dá prá virar essa mesa...à passos lentos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-9098836751352553040?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Febre de mais de 39 graus, quase uma cidade maravilha purgatório da beleza e do caos. Fui trabalhar no domingo com um fio de força e na segunda fui ao hospital descobri que estou com mastite – inflamação na mama. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu costumava tirar uns 200 ml em média de leite para minha filha em 3 intervalos diários durante o expediente do trabalho, e de uns tempos pra cá meu leite estava diminuindo absurdamente. Insisti tanto na amamentação que me machuquei (nunca me dei bem com as bombas elétricas nem manuais, eu ia na mão mesmo, peão no peitão total). Continuo defendendo a amamentação (até quando A MULHER e O BEBÊ lhe acharem conveniente), o parto normal (contanto que não ameace a vida da MULHER e DO BEBÊ) e tudo o mais que faça sentido para as mães mesmo com todo mundo lá fora gritando o contrário em seus ouvidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que aconteceu. E o médico me disse assim: você não deve se sentir culpada por trabalhar o dia todo, por tentar ter um mínimo de vida social e não conseguir amamentar sua filha! Vocês mulheres não deveriam se sentir assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como isso? A gente vive num mundo tão masculino de universo de trabalho competitivo, viril. De meio social hostil, interdependente. E principalmente de medicina desumana, desligada de qualquer instinto e respeito às decisões de cada um. Saí do PS encanada com essa questão da culpa. Cortei a levantada de bola murcha do doutor na minha cabeça. Fui massagear meu seio e tirar o excesso de leite no banho com muita dor, no coração principalmente. É difícil antecipar o final da amamentação aos apenas 10 meses de vida da minha pequena. Mas não posso ir contra a natureza. Meu leite sai com sangue, não rola. Meu peito tá inflamado, tô tomando antibiótico e passei por muita febre braba enquanto não dormia nas noites de insônia dela (dentes crescendo, berros dramáticos, no solution)! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refleti bastante nesses 3 dias de licença médica, não me sinto culpada por nada e aceito os limites do meu corpo. Ainda tenho outro peito para amamentar minha cria antes dela dormir. Não é mais a mesma coisa. Não irei mais tirar meu leite para ela tomar durante o dia, enquanto ficamos longe uma da outra, e ela tomará mais leite de soja e sua dieta está ficando cada vez mais completa (daqui a pouco ela começa a parar de comer chocolate por um mês pra fazer promessa maluca que nem eu, haha!). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Well, Manuel! Não vou colocar folhas de repolho no peito (desculpa Sil, cansei das soluções naturebas na minha vida, tem muita coisas sem sentido, me entupi de canjica nos últimos meses e ganhei 7 quilos com essa brincadeira populixta!) nem de cipó, nem fermento e nem nada prôs peitos crescerem. Eu tentei. Chegou meu limite. Stress. Gente psicótica cruzando meu caminho. Um bando de degenerados falando qualquer coisa da boca pra fora. Zéfini. E tudo bem. Seguimos com muita ternura materna e amor no coração. Sem dar ouvidos aos bocos mocos, vambora!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-5655903033996032591?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Sem Limite!" /><author><name>Isabella G</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09738480751891780592</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/SKsbqbP4TzI/AAAAAAAAADA/GFWAQ1T9FRk/S220/isabellacocar.jpg" /></author><thr:total>8</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/03/sem-limite-sem-limite.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUEQ38zeSp7ImA9Wx9aEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-359413869769868450</id><published>2011-03-04T15:10:00.000-08:00</published><updated>2011-03-04T16:16:42.181-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-04T16:16:42.181-08:00</app:edited><title>mother power</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2io7qHLaUtQ/TXGA2Y2cazI/AAAAAAAABHI/JZ47vrSR2gU/s1600/mae%2Bfantasma.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-2io7qHLaUtQ/TXGA2Y2cazI/AAAAAAAABHI/JZ47vrSR2gU/s400/mae%2Bfantasma.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580383085160852274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fantasmãe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mãe de todos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eva - mãe de Caim, Abel e Seth&lt;br /&gt;Maria - mãe de Jezuiz&lt;br /&gt;Madre Teresa de Calcutá - a mãe dos pobres&lt;br /&gt;Oxum - a mãe da água doce&lt;br /&gt;Mãe Menininha do Gantois - a mãe dos famosos&lt;br /&gt;Iara - a mãe d´água&lt;br /&gt;Mãe natureza - a mãe de todas as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dialeto materno:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vai pegar friagem"&lt;br /&gt;"Bonitão esse seu amigo. O que o pai dele faz?"&lt;br /&gt;"Come tudo, menino"&lt;br /&gt;"Essa mulher não é prá você"&lt;br /&gt;"Estudou para prova?"&lt;br /&gt;"Você nunca vem me visitar"&lt;br /&gt;"Vai-se indo..."&lt;br /&gt;"Você conhece o seu pai, né?"&lt;br /&gt;"Meus filhos estão criados, agora já posso morrer"&lt;br /&gt;"Filho, você me mata"&lt;br /&gt;"Ah, se um anjo passa e diz amém..."&lt;br /&gt;"Não recisa se incomodar"&lt;br /&gt;"Eu sou sua mãe"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mãe de quem?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucinha araújo - a mãe coragem de Cazuza.&lt;br /&gt;Julia Lennon - a visionária mãe de John Lennon.&lt;br /&gt;Joan Crawford - a mamãezinha querida de Christina Crawford&lt;br /&gt;Lesley Brown - a mãe de proveta de Louise Brown&lt;br /&gt;Elizabeth - a rainha-mãe da rainha Elizabeth II.&lt;br /&gt;Nadezinha Ulyanovna - a mãe peso pesado de Vitali e Wladimir.&lt;br /&gt;Dona Canô - a mãe musical de Caetano e Bethânia.&lt;br /&gt;Dona Maria - a mãe das diretas, de Henfil e Betinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mãe em termos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela mãe do guarda&lt;br /&gt;Filho-da-mãe&lt;br /&gt;Eu quero minha mãe&lt;br /&gt;Joga a mãe prá ver se quica&lt;br /&gt;Mãe do céu&lt;br /&gt;Mãe coruja&lt;br /&gt;É a mãe&lt;br /&gt;Matar a mãe para ir ao baile de órfãos&lt;br /&gt;Chamar o pai de careca e a mãe de perereca&lt;br /&gt;Não bota minha mãe no meio que eu boto no meio da sua&lt;br /&gt;Vai tirar a mãe da zona?&lt;br /&gt;A expectativa é a mãe da merda&lt;br /&gt;Filho único de mãe solteira&lt;br /&gt;Mãe só tem uma&lt;br /&gt;Mãe é quem cria&lt;br /&gt;Ficar no papai-e-mamãe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mães que não são mães&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe Dinah - essa mãe é de morte&lt;br /&gt;Verônica Costa - a mãe loura do funk&lt;br /&gt;Mamma Bruschetta - a drag-mamma das estrelas&lt;br /&gt;Mama Cass Elliot - a mama do rock&lt;br /&gt;Ronnie Von - a sua mãe de gravata&lt;br /&gt;Mama Mia!&lt;br /&gt;Mama África - a mãe do "Pata Pata"&lt;br /&gt;Elizabeth Cardoso - a mãe da Bossa Nova&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-359413869769868450?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xzl5xblCvIQ4TMLolNuoBbIX-og/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xzl5xblCvIQ4TMLolNuoBbIX-og/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xzl5xblCvIQ4TMLolNuoBbIX-og/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xzl5xblCvIQ4TMLolNuoBbIX-og/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/Q5J4--uVLVw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/359413869769868450/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=359413869769868450&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/359413869769868450?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/359413869769868450?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/Q5J4--uVLVw/mother-power.html" title="mother power" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-2io7qHLaUtQ/TXGA2Y2cazI/AAAAAAAABHI/JZ47vrSR2gU/s72-c/mae%2Bfantasma.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/03/mother-power.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMASXo-cSp7ImA9Wx9bF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-7104122250809607791</id><published>2011-02-26T13:33:00.000-08:00</published><updated>2011-02-26T13:57:28.459-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-26T13:57:28.459-08:00</app:edited><title>Carta a um Amigo.</title><content type="html">Querido amigo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo que tudo vai bem com você. Que você ainda é jovem e tem energia para viajar de carro por aí. As fotos na sua página estão bonitas: tem umas de montanha, outras de lago, outras de praia. Fico contente que você vive a sua liberdade de forma itensa e alegre. Que o resto de sua solitária jornada seja cheio desse desapego que tanto te inspira. Como sua amiga, quero apenas que seja feliz. Vejo que está. Que bom. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua namorada foi lá no mercado procurando trabalho hoje, sua barriga cada dia maior com esse filho seu. Eu disse que ela estava linda, porque não queria dizer que ela parecia cansada. Garanti, mais uma vez, que era possível sim ela ainda encontrar trabalho assim, grávida de 6 meses, porque não queria dizer que seria difícil. E quando ela foi embora, nós nos olhamos uns aos outros, calados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que foi no dia dessa foto na sua página, a foto em que você está sentado no capô do seu carro, o pôr-do-sol ao fundo, a praia, a mochila, o sorriso. Anunciando que amanhã, Califórnia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando chegou sua namorada no médico, e fez o ultrassom sozinha. Descobriu, sozinha, que era menino, e foi embora para casa, ciente e sozinha.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você ganhou, na sua viagem, muito mais que fotos bonitas e vontade de contar para todo mundo da sua liberdade: você ganhou coragem. E usou dela para anunciar, com pompa e circunstância em sua página, que o seu filho é menino - e muitos comentários de "parabéns" se seguiram - palmas para ele, palmas para o ganhador! Que grande sorte: a de ganhar na loteria sem mesmo ter apostado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser que, um dia, você venha a ter interesse em descobrir o que é o amor. Até lá, pode ser que você tenha que continuar fingindo que sabe, ou fingindo que não precisa saber. A vida é mágica. O universo sempre diz Amém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com amor, &lt;br /&gt;Isabella&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-7104122250809607791?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c3g9gK6BIwLs-uuYkXEEXGEGZ9o/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c3g9gK6BIwLs-uuYkXEEXGEGZ9o/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c3g9gK6BIwLs-uuYkXEEXGEGZ9o/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c3g9gK6BIwLs-uuYkXEEXGEGZ9o/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/TI8mGGeqHIc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/7104122250809607791/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=7104122250809607791&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/7104122250809607791?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/7104122250809607791?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/TI8mGGeqHIc/carta-um-amigo.html" title="Carta a um Amigo." /><author><name>Isabella G</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09738480751891780592</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/SKsbqbP4TzI/AAAAAAAAADA/GFWAQ1T9FRk/S220/isabellacocar.jpg" /></author><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/02/carta-um-amigo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkEFQnczcSp7ImA9Wx9VFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-8647183187935446009</id><published>2011-01-31T08:49:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T09:23:33.989-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-31T09:23:33.989-08:00</app:edited><title>A Família é o Amor</title><content type="html">Havia uma época em que o conceito de "família" era "pai e mãe vivendo na mesma casa com seus filhos". No entanto, essa ideia mudou radicalmente nos últimos 30 anos, e o conceito de família tem se transformado para significar o que quer que seja que as partes envolvidas querem que ele signifique. O importante é o vínculo. Agora, tem família de tudo quanto é formato e a imagem do pai e da mãe vivendo na mesma casa, casados, com os filhos está diminuindo estatisticamente. Pessoalmente, conheço apenas um ou dois casais de amigos, entre TODOS os meus amigos (as) que têm filhos, que "casaram-se" formalmente. A maioria ou vive junto sem nunca ter casado, ou é mãe solteira e vive com o(s) filho(s) na mesma casa, ou as crianças moram na casa da avó, junto com esta e a mãe, sem contar os casais gays com e sem filhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico com a impressão que o Brasil, no entanto e a despeito das estatísticas avassaladoras, não está retratando os novos modelos familiares na mídia. Um motivo pode ser o aumento arrebatador de audiência pelo qual a emissora Record, cujos donos são evangélicos, passou em 2010, desfavorecendo o SBT, e tendo a maior perda de audiência a Globo, emissora que, mesmo matando as lésbicas do shopping na novela, de vez em quando mostra uma mãe solteira. Mas há também outros motivos pela falta de visibilidade da "nova família", os quais tenho muito interesse em descobrir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha amiga Jennifer contou, quando teve sua filha já separada do namorado, que o que mais escutava das mulheres da comunidade era "E o seu marido? Onde está?", e o quão irritante isso se tornou depois de um certo tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que mal há na nova família? Nenhum - se o vínculo afetivo estiver forte e o amor e respeito estarem presentes. Apesar do alarde de certos grupos religiosos em reforçar a idéia - agora retrógrada - da "família" pai, mãe e filhos, desconsiderando todos os outros formatos como ilegítimos, as estatísticas mais recentes mostram o contrário. Por exemplo, os filhos de casais lésbicos nos Estados Unidos atingiram níveis excepcionais em testes de cognição e sociabilidade, e concluiu-se que estas crianças são mais bem-ajustadas em relação às criadas por casais heterossexuais (em que também observou-se a incidência de abuso sexual, provada ser zero por cento em famílias lésbicas) &lt;a href="http://www.psychologytoday.com/blog/the-sexual-continuum/201006/25-year-long-study-finds-children-lesbian-parents-may-be-better-adj"&gt;(Psychology Today, 2010)&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/865781-superacao-da-familia-nuclear-cria-novos-modelos-de-relacionamento.shtml"&gt;artigo interessante&lt;/a&gt; saiu na Folha Online recentemente e conta a história de nossa corajosa amiga Ju e seu ex-namorado Fralda, que conceberam gêmeas &lt;span style="font-style:italic;"&gt;in vitro&lt;/span&gt; e vão criar as filhas juntos, mesmo apenas sendo vizinhos. E que viva o amor e o respeito! Afinal, família vem de tudo quanto é jeito, porque famílias são compostas de pessoas, e pessoas vêm de tudo quanto é jeito (por mais que isso nos incomode!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijomeliga!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-8647183187935446009?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T0kjzIEHbXPGRqAram-UvQKGmFI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T0kjzIEHbXPGRqAram-UvQKGmFI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T0kjzIEHbXPGRqAram-UvQKGmFI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T0kjzIEHbXPGRqAram-UvQKGmFI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/iNGpw9MrcuA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/8647183187935446009/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=8647183187935446009&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/8647183187935446009?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/8647183187935446009?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/iNGpw9MrcuA/familia-e-o-amor.html" title="A Família é o Amor" /><author><name>Isabella G</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09738480751891780592</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/SKsbqbP4TzI/AAAAAAAAADA/GFWAQ1T9FRk/S220/isabellacocar.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/01/familia-e-o-amor.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak8ARHk6eip7ImA9Wx9WE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-2368230950014719668</id><published>2011-01-18T07:24:00.001-08:00</published><updated>2011-01-18T08:40:45.712-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-18T08:40:45.712-08:00</app:edited><title>Cartão-Postal</title><content type="html">Agora que voltei a terras de Obama depois de ter ido visitar a família em São Paulo para o Natal é que estou começando a digerir melhor minha primeira viagem ao Brasil como mãe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa que notei foi, obviamente, a relação que alguns familiares estabeleceram comigo "agora que sou mãe": não mais aquela punkinha esbagaçada, que teimava em repetir slogans anti-carne nas festas de família, ia mal na escola, namorava muito, e tocava em banda de rock. Embora muito sutilmente, as expectativas agora eram outras - as de que eu, finalmente, virei "gente grande". A surpresa foi grande para muitos, que se depararam com uma mãe que ainda usa as mesmas camisetas velhas, ainda não deixou de lado essa "fase" vegetariana (e agora embarcou os filhos no bonde mágico do tofu ao shoyu), ainda namora muito, e ainda toca em banda de rock (tipo no Outs, dia 9/1/11). A diferença agora é que eu sou boa aluna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/TTW0AYGdA7I/AAAAAAAAAJM/Tj20n3U1PYA/s1600/minas_rock.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 246px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/TTW0AYGdA7I/AAAAAAAAAJM/Tj20n3U1PYA/s320/minas_rock.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563550833248633778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que a experiência foi meio difícil para minha mãe e seu enorme coração, que, muitas e muitas vezes ao me ver pronta para sair à algum lugar, bem-intecionada perguntava, "você não vai se arrumar? Vai assim?". A mesma experiência acontece com o Dan, meu companheiro. A solução que encontramos é rirmos, juntos, desse guarda-roupa imaginário e instantâneo que passa a pertencer a pessoas que se tornam mães e pais: muitos, muitos tons pastéis; bermuda marrom-claro para o pai, com camisa pólo por dentro da calça e um sapato (também marrom) tipo alpargata, e um celular horroroso pendurado no cinto. Para a mãe, calça capri, em tom pastel; a camisa, de botão, aparentemente deve estar limpa (hã? como?), e um sapato bonito, pode ser tamanco ou pode ser sapatilha, com uma bolsa ótima. Foi assim que eu entendi por que é que algumas pessoas me olhavam como se eu fosse um alien andando com uma mancha enorme de iogurte na saia: porque, no Brasil, quem fica suja e faz o trabalho pesado com a criança é a babá e não a mãe - por isso as mães de classe média/alta/altíssima estão em (e esperam competitivamente que outras mães estejam) impecáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me leva à segunda impressão a respeito do Brasil: mãe de classe média/alta/altíssima sempre tem babá, entre outros empregados particulares. A amigona Debora Pereira, socióloga com especialização em antropologia, deu uma explicação simples e eficiente: o Brasil é a Casa Grande e Senzala. Meio óbvio, eu sei, mas eu nem tinha atinado para o grau tão profundo de perda da domesticidade. Eu tenho um lado metade Amélia, metade antroposófico que intui que a perda dos afazeres relacionados às mãos - entre mulheres E homens - está deprimindo o ser humano e desconectando a rede comunitária. Mas, como não sou psicóloga nem socióloga, deixo essa impressão como mera opinião minha. Mulheres e homens não conseguem cuidar dos filhos (o pessoal das babás, muitas vezes, têm a "folguista" que vem no fim-de-semana, quando pai e mãe teriam tempo de estar com os filhos); mulheres e homens não sabem mais cozinhar nem pintar um quarto nem consertar nada. A mão agora só serve pra bater em tecla de computador? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, as impressões positivas são abundantes: a programação gratuita cultural para crianças, em São Paulo, dá de dez a zero na da minha cidade, que, com respeitáveis 600.000 habitantes, tem apenas duas - DUAS - atrações infantis: o aquário e o museu das crianças. Playground tem de sobra aqui - nos três meses em que é possível ficar do lado de fora por mais de dez minutos sem começar a perder os dedos das mãos e dos pés e a ponta do nariz também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os shoppings? Até em dia de chuva, nos divertimos a valer numa dessas "atrações infantis" de shopping por não mais que $10 reais. Sem contar os SESCs, gratuitos e maravilhosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu adorei também foi a fila preferencial para gente com criança de colo. Isso é uma coisa tão estranha para mim que eu fui tomada da mais alegre surpresa: as pessoas me cutucavam, me pegavam pelo braço, "moça, o caixa tá chamando você ali". Hein? Eu? Acostumada com o sistema grosseiro dos americanos, em que só portadores de deficiência ganham preferência (até exagerada e irritante, segundo uma amiga deficiente), fiquei embasbacada. Aqui é assim mesmo: grávida, velhinho de bengala, mãe com bebê no colo - tudo pro final da fila e só vai primeiro quem está em cadeira de rodas. Por isso, a gentileza dos brasileiros foi surpreendente e inspiradora. Tá, sei que alguém já deve ter tido experiência negativa com relação a isso. Sempre tem excessão à regra, não é? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão final é um tanto embaraçosa e é com a mais tremenda relutância que expressá-la-ei aqui para vocês me crucificarem vivinha da silva: perdi meu bode da Xuxa. Juro. Sabe por quê? Porque a Xuxa que a Ara viu no Brasil agora é uma Xuxa meio &lt;span style="font-style:italic;"&gt;born-again-christian&lt;/span&gt; no sentido do quão diferente a programação que ela oferece é hoje em relação ao que era quando eu era pequena. Nos anos 80, a coisa era problemática por vários motivos: as minissaias, as botas de couro até o joelho e aquele visual &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Pretty Woman&lt;/span&gt; da Xuxa e paquitas pouco se apropriava a um programa infantil (mas os papais - tipo o meu - curtiam!); aquele segmento em que ela, todo dia em seu programa, era trazida um café continental com croissants, queijo, suco, café, frutas frescas, bolo, e ia comendo uma mordida de cada, dizendo, "Hmm!! Que delícia um cafezão desses!", num país de crianças famintas; o fato de que ela tinha um amigo chamado Dengue - doença fatal é legal? - e a lista de bodes era enorme. Hoje, no entanto, e com surpresa, assistimos os DVDs presenteados pela bisa, onde essa nova Xuxa faz apenas o que sempre deveria ter feito: largar mão de fazer programa ao vivo (coisa que ela fazia bem mal) e gravar apenas vídeos dançando e cantando músicas sobre pipoca, cachorros, a importância de dizer Obrigado, e o Sapo Pula-Pula - tudo isso vestida em roupas confortáveis e mais apropriadas (e bem sapatão, segundo a minha irmã; o que - por quê não? - adiciona um sutil elemento de diversidade). &lt;br /&gt;Prontofalei.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta na tundra, meus filhos alegraram-se ao rever os amiguinhos na escola e a se reajustar às familiares rotinas, rostos, e alimentos. Para mim, o processo será mais longo. Só chegarei mesmo aqui, de fato, quando terminarem meus diversos pacotes de Pão de Mel e minhas latas de doce-de-leite de Viçosa. Só aí é que eu terei de fato deixado o Brasil (que, na verdade, nunca me deixa).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-2368230950014719668?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r0JpkO7uUmko4x0a7Dqcz_GwxQA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r0JpkO7uUmko4x0a7Dqcz_GwxQA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r0JpkO7uUmko4x0a7Dqcz_GwxQA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r0JpkO7uUmko4x0a7Dqcz_GwxQA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/XFknKOh0sjk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/2368230950014719668/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=2368230950014719668&amp;isPopup=true" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/2368230950014719668?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/2368230950014719668?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/XFknKOh0sjk/cartao-postal.html" title="Cartão-Postal" /><author><name>Isabella G</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09738480751891780592</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/SKsbqbP4TzI/AAAAAAAAADA/GFWAQ1T9FRk/S220/isabellacocar.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/TTW0AYGdA7I/AAAAAAAAAJM/Tj20n3U1PYA/s72-c/minas_rock.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/01/cartao-postal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUIBQnc-eSp7ImA9Wx9XFEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-3403434083670661673</id><published>2011-01-07T14:01:00.000-08:00</published><updated>2011-01-07T15:39:13.951-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-07T15:39:13.951-08:00</app:edited><title>Quem não se comunica se estrumbica</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/TSekEB_DEGI/AAAAAAAABGk/lPvgPkQC_Hw/s1600/tiedormindo.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/TSekEB_DEGI/AAAAAAAABGk/lPvgPkQC_Hw/s400/tiedormindo.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559592654171476066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estou assustada, seu pai não ficou ao meu lado depois que você nasceu. Quero encontrar alguém que me apoie e me ajude, que cuide de mim, um companheiro que esteja disposto a fazer parte do nosso projeto familiar. Nunca soube como pedir ajuda, me sinto infantil e com pouca experiência para construir uma relação mais madura. Tenho medo, pois não sei como vamos resolver nossos problemas financeiros. Quero desenvolver meu projeto de trabalho, sonho em levar outra vida" etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicação é tudo. Os adultos têm o mau hábito de desprezar a capacidade de conexão, apoio e solidariedade das crianças. Costumamos tratá-las como se fossem desconhecidos, a quem não diz respeito o que acontece, nem as decisões fundamentais que envolvem o futuro da família. Por outro lado, quando conseguimos falar com clareza sobre o que acontece conosco, descobrimos filhos amáveis, carinhosos, desejosos de nos acompanhar no restabelecimento do equilíbrio afetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------ trecho do &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=22347094&amp;sid=66249718112117323704830260&amp;k5=36960E6&amp;uid="&gt;livro mais incrível&lt;/a&gt; ------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então eu comecei a conversar sobre todo e qualquer assunto com minha filha. E MUITA coisa mudou (prá melhor!)...ela tem desenvolvido uma fala constante de mamamamama prá lá e prá cá, além dos outros sons ótimos com a voz meio rouca (feito a minha, minimi). E parou de acordar a noite toda prá mamar. E parou de ficar com o narizinho escorrendo. E daí vc pergunta o que isso tem a ver com a comunicação e eu já de cara digo que TUDO E MUITO MAIS. Desde que comecei a falar das minhas aflições, amores e desamores e dividir com ela acontecimentos cotidianos a minha pequena não precisa mais acordar toda noite prá me mostrar que está lá comigo porque estou resolvendo muita coisa na minha cabeça desabafando com ela, e também eu choro muito, desaguo. E nessas ela não precisa desaguar em muco e remelentoses afins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho sim que tudo que desenvolvemos reativamente em nossos corpos é psicosomático - mente sã, alma em meditação e corpo são - o autoconhecimento e a comunicação integrada é uma necessidade básica entre mãe e nenê durante o processo de fusão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sim, gente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até lá pelos 2 anos de idade não é só a criança que se identifica uno com a mãe, mas também a mãe com o filho. De onde vcs acham que vem a falta de libido puerpéria? Ahhhh, te convenceram que era coisa hormonal ou que, por estar cuidando de um baby a sua cabeça se volta unicamente para tais afazeres e então não dá vontade de sexo. É nada, a mãe em fusão precisa de carinho, colo, abraço, ou seja, afeto amoroso e não sexual. Feminino afetivo é diferente de sexo agressivo masculino penetrador típico de relacionamentos viris (e escrotos, literalmente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E numa dessas, folheando hoje a revista Crescer (ed Jan de 2011) dou de cara com uma entrevista com Ian Kremer, segundo a própria revista, o mais requisitado terapeuta sexual dos EUA, respondendo as dúvidas mais comuns das mães sobre sexo (não me incluam nessa) e então lê-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Qual a melhor forma de recuperar a libido após a gravidez?&lt;br /&gt;I.K. : A palavra-chave é tempo. Lembre-se que, quanto mais você fizer sexo, mais vontade vai ter. Acredite que você pode ser sexy e aproveite isso. Além disso, você precisa reforçar o seu casamento, aproveitar os momentos juntos sem a imagem de pais. Saiam para jantar, seja egoísta com o seu relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUE ABSURDO! Desde quando vc vai ter mais vontade de sexo por fazer mais vezes? Só prá satisfazer os homens? ÓH NÃO!!!!!! Homens se dão as mãos e reforçam seus padrões para que o mundo continue tão masculino (e cruel com as crianças e a maternidade - parte única e exclusiva do feminino). Ás vezes o fazem até sem perceber. Mas achei esse cara um ridículo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que vcs me entenderam...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-3403434083670661673?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ltx0HcwyvPIGlU_4rwMcmhEZRmc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ltx0HcwyvPIGlU_4rwMcmhEZRmc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ltx0HcwyvPIGlU_4rwMcmhEZRmc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ltx0HcwyvPIGlU_4rwMcmhEZRmc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/vUzg7wDT-0w" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/3403434083670661673/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=3403434083670661673&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/3403434083670661673?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/3403434083670661673?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/vUzg7wDT-0w/quem-nao-se-comunica-se-estrumbica.html" title="Quem não se comunica se estrumbica" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/TSekEB_DEGI/AAAAAAAABGk/lPvgPkQC_Hw/s72-c/tiedormindo.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2011/01/quem-nao-se-comunica-se-estrumbica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkIBSHk4cCp7ImA9Wx9RF0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-8233449006128321354</id><published>2010-12-19T09:20:00.000-08:00</published><updated>2010-12-19T09:42:39.738-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-19T09:42:39.738-08:00</app:edited><title>Eliminando o preconceito: Esforço real</title><content type="html">A maioria das pessoas que eu conheci na minha vida são a favor de "eliminar o preconceito". Mas será que estamos no caminho certo, pedagogicamente falando? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me fez pensar nisso foi o caso de um casal conhecido (o moço era chefe da minha cunhada) e sua filhinha, que agora deve ter uns quatro anos mas, na época, tinha dois. Eles, como muitos americanos brancos e convencionais, moravam num bairro segregado (informalmente), brincavam nuns playgrounds onde só vai gente de raça branca, e mostravam à filha os bons e velhos filmes da Disney, onde minorias são apresentadas como selvagens, ladrões, exóticos personagens sem dignidade real, ou simplesmente não existem (como os GLBT). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eis que, certo dia, os pais notaram, em público, que a mocinha tinha medo de negros. Sim, qualquer pessoa da raça negra fazia a menina se encaramujar no colo da mãe e choramingar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atônitos e envergonhados, eles contaram a história para a minha cunhada, dizendo, "Não sei por quê ela tem medo de negros! Não tem motivo! Que horror! Nós mesmos não temos preconceito nenhum!" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, será mesmo que é um mistério inexplicável o fato da menina ter preconceito racial? A minha humilde opinião é a de que, sem expôr a criança à diversidade, a diversidade não fará parte da criança. Isso é tarefa das mães e dos pais, e deve ser um processo consciente e insistente. Pense nos livros que nossos filhos têm. Eles mostram gente de todas as cores e orientações sexuais? E os filmes e desenhos animados? Ainda insistem na velha e exausta idéia da princesa (branca e heterosexual) conquistando o coração do moço (branco e heterosexual)? E as religiões? Existe algum livro mostrando, por exemplo, além de "papai do céu" (don't get me started), algum símbolo do shintoísmo ou do budismo (afinal, o Brasil tem a maior comunidade japonesa fora do Japão), do Islã ou do judaísmo? E os asiáticos, aparecem na mídia dos nossos filhos como muito mais do que pessoas gargalhando, falando com sotaque e andando de tamancos (vide gibis da Mônica dos anos 80)? E pessoas de diferentes habilidades físicas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as novelas que eles assistem com a gente? (sempre vou me lembrar das lésbicas da novela da Globo, que, sob pressão de grupos evangélicos, "morreram" numa explosão num shopping) E esses estereótipos novelísticos do homem gay exageradamente efeminado, melhor amiguinho das mulheres, mas sem direito civil nenhum, e que nunca é visto beijando outro homem?   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, é fácil falar pra nossos filhos que "todo mundo é igual". Mas, se a exposição na comunidade, a mídia, e os materiais didáticos reforçam valores opostos aos nossos, do que valem as nossas palavras?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-8233449006128321354?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/slwZXtSFwhG3K0exy9KTOp1uodk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/slwZXtSFwhG3K0exy9KTOp1uodk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/slwZXtSFwhG3K0exy9KTOp1uodk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/slwZXtSFwhG3K0exy9KTOp1uodk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/pPnrpIu5n7Y" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/8233449006128321354/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=8233449006128321354&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/8233449006128321354?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/8233449006128321354?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/pPnrpIu5n7Y/eliminando-o-preconceito-esforco-real.html" title="Eliminando o preconceito: Esforço real" /><author><name>Isabella G</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09738480751891780592</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/SKsbqbP4TzI/AAAAAAAAADA/GFWAQ1T9FRk/S220/isabellacocar.jpg" /></author><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2010/12/eliminando-o-preconceito-esforco-real.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk4BQX8yeip7ImA9Wx9RFU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-7734777104750301960</id><published>2010-12-16T10:12:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T10:42:30.192-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-16T10:42:30.192-08:00</app:edited><title>Papai de Quem?</title><content type="html">Papai do céu e Papai Noel. São esses os pais que, quando pequena, tanto me confundiram. Vou começar pelo início: meu avô Otto tinha morrido. Eu tinha uns 5 anos. Quem me deu a notícia foi a Bel, então a namorada (bem nojenta) do meu pai. Ela disse assim, "Isabella, o vovô Otto foi para o céu. Ele tá lá com o papai-do-céu". Hein? Eu achando que ele tinha morrido, e veio lá ela falando que ele tinha ido "pro céu" - falei disso. Eu achara, então, que, como ela falou, o corpo dele tinha levitado da cama e flutuado até a janela, de onde foi-se nuvens acima - e não "morrido", de dormir e não acordar mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí depois fiquei pensando nessa do "papai-do-céu". Como assim? Meu pai tinha ido embora, foi viver a própria vida quando eu tinha 2 anos. Era para eu achar o papai-do-céu bonzinho e  "paternal" - como o meu pai? Fiquei tão confusa. Virou um negócio repetitivo: "papai do céu" aqui, "papai do céu" de lá, agradece o "papai do céu", pede pro "papai do céu". Perguntei, "quem é esse papai do céu?" Uns diziam Deus. Uns diziam Jesus. Ai meu deus! (Ou seria "Ai Jesus"?!) Pensei, nem eles sabem. Hoje, a confusão virou raiva da relação forçada de amor e respeito - bem humanos - que esperavam de mim em relação a uma criatura imaginada por eles, os adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí veio o Papai Noel. Em quem, apesar de grandes, incomensuráveis esforços da minha família em me fazer acreditar nele, eu já nem acreditava quando tinha cinco anos, provavelmente porque meu irmão tinha nove e há muito tempo já sabia que a história era mentira. Só que, certa vez, entrou vestido na sala, no meio da festa de Natal lá em casa, o namorado da minha mãe vestido de Papai Noel, com uma barba mal pedurada em que se via a barba real dele, preta e crespa, por detrás da barba falsa, que era um triângulo com pelúcia branca na frente e atrás era tecido. Vestia também umas botas de cowboy que me davam medo porque eram de crocodilo, sei lá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, chorando, me fizeram sentar no colo dele - ele, que há muito tempo já me abusava sexualmente e me batia todos os dias - hoje representando o bom velhinho, o amigo das crianças. "Qual é o seu nome?", me perguntou por detrás da barba mal pendurada. Eu disse, "É o Roberto [nome dele]?", e ele "Não, eu sou o Papai Noel! Ha ha ha!", disse com sotaque. Eu levantei a barba dele, e a minha mãe, do canto da sala, preocupada e de máquina fotográfica na mão, "Não! Não puxa a barba do Papai Noel!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa que passava pela minha cabeça naquele momento era, "por que é todo mundo está mentindo para mim?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi isso que aconteceu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que é pra explicar por que é que eu não minto para os meus filhos dizendo que o Papai Noel existe. Uns aqui me olham como se eu fosse o próprio balde d'água fria, com pernas e dois olhos, a cair na cabeça das pobres criancinhas mundo afora, destruindo o mundo encantado do Natal. O conceito de algumas mentiras serem boas e outras não tão boas é muito confuso para as crianças. Se não queremos que eles mintam, porque mentimos para elas? E por que essa insistência em dizer que ele existe, como se viesse o Armagedom se contarmos a verdade - que o Papai Noel é apenas uma história bonita? Qual é o nosso medo real?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-7734777104750301960?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v6eqzzKLna4rvvIB30lx84r-5Hk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v6eqzzKLna4rvvIB30lx84r-5Hk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v6eqzzKLna4rvvIB30lx84r-5Hk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v6eqzzKLna4rvvIB30lx84r-5Hk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/I7PViB3rba8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/7734777104750301960/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=7734777104750301960&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/7734777104750301960?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/7734777104750301960?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/I7PViB3rba8/papai-de-quem.html" title="Papai de Quem?" /><author><name>Isabella G</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09738480751891780592</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_lnlqG2ugYfY/SKsbqbP4TzI/AAAAAAAAADA/GFWAQ1T9FRk/S220/isabellacocar.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2010/12/papai-de-quem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUADSH0_fSp7ImA9Wx9REE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-4955091558865580757</id><published>2010-12-10T10:03:00.000-08:00</published><updated>2010-12-10T11:02:59.345-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-10T11:02:59.345-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="infância" /><title>Que eu me lembre...</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/TQJ26Z8PWVI/AAAAAAAABGI/eVK3mUl5KTM/s1600/DSC_0079.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 269px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/TQJ26Z8PWVI/AAAAAAAABGI/eVK3mUl5KTM/s400/DSC_0079.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5549128436641913170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...Na minha infância eu gostava de ir até a casa dos meus avôs paternos (que era vizinha à minha) e subir na árvore do quintal com minha irmã e ficar lá horas conversando, depois a gente tomava leite gelado com umas torradas com manteiga - prá mim aquilo era um manjar dos deuses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta dos 11 anos eu jogava bola na rua com uma amigona minha (que na época era amiguinha como eu) a tarde toda. Só voltávamos prá tomar um banho quando aos mãos ficavam absurdamente pretas e os joelhos ralados, super sujas e detonadas. Daí ficávamos até a noite asistindo umas VHSs do Metallica (que eu amava) e do Bon Jovi (que ela adorava). A gente sabia de cor tudo sobre essas bandas, comprávamos revistas importadas prá colecionar fotos dos caras, montávamos umas pastas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho saudades das minhas bonecas roqueiras (Barbies com cabelos loucos dos anos 80)que eu colocava prá fazerem shows na lareira, imaginando que lá era uma grande arena com acústica perfeita e os bonecos (Ken) assistiam aos shows maravilhados enquanto elas tocavam suas guitarras virtuosas e na vitrola tocava algo como A-ha, Europe, Bonnie Tayler ou o que quer que tivesse de disco dando sopa (aqueles com trilhas das novelas da época, cheio de Roxete).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegar um monte de papel do escritório do meu pai e sair escrevendo e colando imagens das revistas da minha mãe e com esse material montando livrinhos (guardados por aqui até hoje) era outra das atividades mui queridas nessa fase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das minhas irmãs tinha como hobbie montar casinhas lindas com caixas de papelão, ela fazia divisórias com cartolina e nos cômodos enchia com miniaturas de móveis que ela criava com papel cartonado e o que mais estivesse à mão. A criatividade dela e o perfeccionismo eram de dar inveja. Sim, eu vivia chorando que queria ter uma casinha daquelas prá brincar, quando tentava imitar as minhas ficavam super tortas e eu não tinha a menor paciência. Mas em compensação eu ficava, numa boa, pelos cantos da casa lendo e criando histórinhas com minhas bonecas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também achava super bacana minutar minhas fitas de VHS e colocar uma cartolinazinha dentro da caixinha das fitas com o que tinha gravado nelas, de quanto à quantos minutos do reset.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia minha irmã é arquiteta. Eu vendo alguns livros, leio alguns outros tantos e escrevo uns rascunhos quando dá tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na infância já se apresentavam vários indícios do que eu faria hoje em dia. Eles já estavam presentes em quem eu sou e as brincadeiras traziam à tona traços marcantes da minha personalidade. Não que as brincadeiras sejam representações do universo infantil em relação ao mundo adulto. Sabemos que não são. Mas dá prá notar a latência de certas atitudes e entender melhor algumas das coisas que fazem parte de quem somos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou nostálgica, lembro de inúmeros detalhes da minha infância, com cores, cheiros, texturas. Essa fase foi muito feliz prá mim e hoje eu respeito a infância dos meus filhos graças à essa saudade. Sou ainda mais feliz agora por presenciar os momentos das brincadeiras deles, às vezes parece que são meus amiguinhos muito próximos que chegaram prá gente brincar, dar risadas juntos e até dormir no mesmo quarto lendo umas histórinhas ou inventando uns causos. (Dormir na casa dos amiguinhos também era delicioso, lembro bem, minha mãe não deixava isso rolar com muita frequência, talvez por isso eu tenha conseguido guardar na memória todas as vezes em que isso aconteceu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá saudades e ao mesmo tempo ainda está tudo tão presente na minha vida. Lembrar é viver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-4955091558865580757?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r7t1cTR8V4OEtKjXHW2siudEGz8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r7t1cTR8V4OEtKjXHW2siudEGz8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r7t1cTR8V4OEtKjXHW2siudEGz8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r7t1cTR8V4OEtKjXHW2siudEGz8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/BWb9wAivfRo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/4955091558865580757/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=4955091558865580757&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/4955091558865580757?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/4955091558865580757?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/BWb9wAivfRo/que-eu-me-lembre.html" title="Que eu me lembre..." /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/TQJ26Z8PWVI/AAAAAAAABGI/eVK3mUl5KTM/s72-c/DSC_0079.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2010/12/que-eu-me-lembre.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0cAQXYyfyp7ImA9Wx9SE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5029912864075827371.post-8948890274049282557</id><published>2010-12-03T08:16:00.000-08:00</published><updated>2010-12-03T08:50:40.897-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-03T08:50:40.897-08:00</app:edited><title>Criança arteira</title><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/TPkfAZMR6zI/AAAAAAAABF4/ja9zXxHNReo/s1600/amei.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/TPkfAZMR6zI/AAAAAAAABF4/ja9zXxHNReo/s400/amei.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5546498507706329906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criança e arte combinam, e muito! Assim que conseguem segurar nas mãozicas uma canetinha, giz, lápis ou qualquer outra coisa que rabisque começam a ilustrar as paredes de casa com os mais lindos desenhos concretistas-pós-modernos de dar inveja à todo e qualquer artista conceitual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que fica fora de si quando vê uma criança mandando brasa nos desenhos de parede, e olha que já vi muitos desses que dizem adorar arte urbana gritando com a prole só porque eles fizeram um risquinho ao lado da geladeira...incoerência pura e simples!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você já experimentou levar as crianças numa galeria de arte, numa exposição interativa ou museu prá sacar as reações e intervenções deles? É o máximo! Eles interpretam as obras à sua maneira, pulam, correm, se jogam e saem rolando. Divertidíssimo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho as crianças muito sensíveis prá arte. A maneira como se vestem, as brincadeiras, as apropriações de simples materiais que se transformam em incríveis brinquedos, tudo isso é arte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUutro exemplo disso é a maneira como eles costumam prestar atenção em tatuagem, é muito engraçado. No meu trabalho mesmo, vez ou outra, dou de cara com um pitoco cheio de decalque de tatuagem do chiclete no braço; outros me puxam prá ver os "bichinhos desenhados no meu corpo". Prá eles é super natural, os caretas são os pais que às vezes olham torto porque não conseguem filtrar o olhar prá arte que a criança saca na tatuagem, prô lúdico e divertido lado B da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dizem que criança arteira é algo ruim. Discordo! Assino em baixo no apoio à ligação artística das crianças, ou melhor desenho logo ali, bem no cantinho!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5029912864075827371-8948890274049282557?l=manheabaixaosom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LqPM9HW0dVkzVdu-f8gWjEnCf-M/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LqPM9HW0dVkzVdu-f8gWjEnCf-M/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LqPM9HW0dVkzVdu-f8gWjEnCf-M/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LqPM9HW0dVkzVdu-f8gWjEnCf-M/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ManhabaixaOSom/~4/4vZN9xFsFi8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://manheabaixaosom.blogspot.com/feeds/8948890274049282557/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5029912864075827371&amp;postID=8948890274049282557&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/8948890274049282557?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5029912864075827371/posts/default/8948890274049282557?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ManhabaixaOSom/~3/4vZN9xFsFi8/crianca-arteira.html" title="Criança arteira" /><author><name>Anelise Csapo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18065131728963990717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/SU3JEsKqqDI/AAAAAAAAASk/0UmQq6ljTW4/S220/machucadin.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_z1e0qtzJENs/TPkfAZMR6zI/AAAAAAAABF4/ja9zXxHNReo/s72-c/amei.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://manheabaixaosom.blogspot.com/2010/12/crianca-arteira.html</feedburner:origLink></entry></feed>

