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	<title>Mais Nutrição</title>
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	<description>Saúde, Bem-Estar e Herbalife!</description>
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		<title>Obesidade matou 13 pessoas em 2014 na PB, diz Secretaria de Saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2014 13:20:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Treze pessoas morreram por obesidade entre os meses de janeiro e julho de 2014 na Paraíba, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde. De acordo com o levantamento, no ano passado o número de mortos foi de 53, superior [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Fotolia_31875742_XS-300x217.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4080" src="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Fotolia_31875742_XS-300x217.jpg" alt="barrigas" width="300" height="217" /></a>Treze pessoas morreram por obesidade entre os meses de janeiro e julho de 2014 na Paraíba, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde. De acordo com o levantamento, no ano passado o número de mortos foi de 53, superior aos 36 registrados em todo ano de 2012. Segundo estatísticas do Ministério da Saúde, metade da população brasileira tem sobrepeso e cerca de 17% se encaixa no quadro de obesidade.</p>
<p>Segundo a nutricionista Jane Malheiro, a melhor forma de combater a obesidade é a reeducação alimentar. “Tem que comer de três em três horas. As pessoas acham que se comer de três em três horas vão engordar, mas comendo dessa forma seu organismo estará sempre trabalhando, sempre gastando energia. E consequentemente vai sentir menos fome entre as refeições”, explicou.</p>
<p>Os lanches feitos fora de casa contribuem diretamente para o aumento dos casos de sobrepeso, de acordo com o especialista. A empregada doméstica Andrezza Santos Silva ressaltou que o cansaço influencia na hora de procurar uma refeição fora de casa. “A gente trabalha tanto e chega tão cansado que prefere um lanche rápido”, comentou.</p>
<p>Ainda de acordo com a nutricionista, o principal vilão da balança é o carboidrato, ingerido em grandes quantidades nas refeições feitas fora de casa. “Às vezes a pessoa deixa de fazer uma refeição completa para fazer um lanche. Aí acaba exagerando no fast-food, nas frituras e principalmente nos açúcares simples, que acabam sendo consumidos por serem mais fáceis”, completou.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Você sabe a diferença entre alergia e intolerância ao leite?</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Mar 2014 10:59:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você já deve ter ouvido falar em alguém que tem alergia ou intolerância à lactose. Mas você sabe a diferença entre as duas situações? A intolerância ao leite ocorre quando existe uma carência da enzima lactase, responsável por digerir o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4353" style="width: 381px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.sxc.hu/photo/1309066"><img class=" wp-image-4353 " alt="Imagem: kris69" src="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2013/02/leite.jpg" width="371" height="247" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: kris69</p></div>
<p>Você já deve ter ouvido falar em alguém que tem alergia ou intolerância à lactose. Mas você sabe a diferença entre as duas situações?</p>
<p>A intolerância ao leite ocorre quando existe uma carência da enzima lactase, responsável por digerir o açúcar lactose, presente no leite.</p>
<p>Na intolerância, as reações estão restritas ao sistema digestório, com gases, dores abdominais, diarreia e vômito.</p>
<p>Já a alergia ocorre quando os anticorpos identificam a proteína do leite como um corpo estranho que precisa ser combatido, o que desencadeia uma série de reações alérgicas por todo o corpo.</p>
<p>&#8220;O mal-estar da intolerância é momentâneo, quando passar o efeito volta tudo ao normal. Na alergia não. Quando é desencadeado um processo alérgico a reação é no corpo todo. Os anticorpos se voltam contra aquela substância e a glote pode até ficar edemaciada, vir a fechar e a pessoa morrer&#8221;, explica a médica Serly Francine Casella.</p>
<p>Como surgem a alergia e a intolerância ao leite</p>
<p>A alergia ao leite normalmente dá seus sinais na infância e pode ser desencadeada a partir da ingestão de leite industrializado como complemento nos primeiros meses de vida ou mesmo por uma questão hereditária.</p>
<p>Pesquisadores brasileiros estão desenvolvendo uma tecnologia que promete tirar do leite a proteína que causa alergia, mas o produto ainda não chegou ao mercado.</p>
<p>Já a intolerância à lactose pode surgir ao longo da vida.</p>
<p>O gastroenterologista Ângelo Zambam de Mattos explica ser comum que as pessoas possam ir perdendo a capacidade de produzir a enzima lactase ao longo da vida.</p>
<p>Leia o restante da notícia no <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=diferenca-entre-alergia-intolerancia-leite&amp;id=9582" target="_blank">Diário da Saúde</a>.</p>
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		<title>Parar de fumar torna a pessoa mais feliz, comprova estudo</title>
		<link>http://blog.maisnutricao.com.br/2014/03/17/parar-de-fumar-torna-a-pessoa-mais-feliz-comprova-estudo/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 10:07:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Deixar o cigarro contribui para o bem-estar mental, tendo o mesmo efeito que o uso de antidepressivos, aponta um estudo publicado no periódico médico British Medical Journal (BMJ), na edição disponível a partir desta sexta-feira. De acordo com os pesquisadores [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2873" style="width: 397px" class="wp-caption alignright"><a href="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cigarro2.jpg"><img class=" wp-image-2873 " alt="Imagem: duduhp" src="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cigarro2.jpg" width="387" height="269" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: duduhp</p></div>
<p>Deixar o cigarro contribui para o bem-estar mental, tendo o mesmo efeito que o uso de antidepressivos, aponta um estudo publicado no periódico médico British Medical Journal (BMJ), na edição disponível a partir desta sexta-feira. De acordo com os pesquisadores britânicos, que revisaram 26 estudos sobre o tema, o efeito de parar de fumar pode ser &#8220;equivalente, ou superior, ao de antidepressivos utilizados no tratamento da ansiedade, ou de transtornos de humor&#8221;.</p>
<p>Os fumantes incluídos nos trabalhos eram &#8220;medianamente dependentes&#8221;, com idade média de 44 anos, e fumavam de 10 a 40 cigarros por dia. Do total, 48% eram homens. Eles foram entrevistados antes de sua tentativa de parar de fumar e, novamente, depois de conseguirem largar o hábito, em uma janela que variou de seis semanas a seis meses.</p>
<p>Os que conseguiram deixar o cigarro estavam menos deprimidos, menos ansiosos, menos estressados e com uma visão mais positiva da vida do que os que não conseguiram abandonar o vício. A melhora foi perceptível nas pessoas afetadas por transtornos mentais logo que pararam de fumar. Nenhuma avaliação de acompanhamento do estado mental voltou a ser feita, porém, em especial nos casos dos ex-fumantes que tiveram recaídas.</p>
<p>A coordenadora do estudo, Genma Taylor, da Universidade de Birmingham, disse esperar que os resultados permitam dissipar falsas ideias, como a que atribui ao cigarro qualidades antiestressantes, ou relaxantes.</p>
<p>— Comparando não fumantes e fumantes, encontramos uma associação entre uma pior saúde mental nos fumantes — acrescentou.</p>
<p>Segundo números divulgados em julho passado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o cigarro seria responsável pela morte de pelo menos seia milhões a cada ano, número que pode atingir oito milhões até 2030.</p>
<p>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2014/02/parar-de-fumar-torna-a-pessoa-mais-feliz-comprova-estudo-4419645.html" target="_blank">Zero Hora</a>.</p>
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		<title>Dietas vegetarianas associadas com menor pressão arterial</title>
		<link>http://blog.maisnutricao.com.br/2014/03/14/dietas-vegetarianas-associadas-com-menor-pressao-arterial/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2014 12:45:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Adotar uma dieta vegetariana diminui a pressão arterial, o que pode se tornar uma nova arma contra a hipertensão. Fatores como dieta, peso, atividade física e ingestão de álcool desempenham um papel importante no risco de desenvolver hipertensão. Felizmente, parece [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/vegetais.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2131" alt="vegetais" src="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/vegetais.jpg" width="410" height="273" /></a><span style="line-height: 1.5em;">Adotar uma dieta vegetariana diminui a pressão arterial, o que pode se tornar uma nova arma contra a hipertensão.</span></p>
<p>Fatores como dieta, peso, atividade física e ingestão de álcool desempenham um papel importante no risco de desenvolver hipertensão.</p>
<p>Felizmente, parece cada vez mais claro que basta uma mudança na dieta para combater o problema.</p>
<p>Yoko Yokoyama, do Centro Nacional Cerebral e Cardiovascular de Osaka (Japão) analisou ensaios clínicos e estudos publicados de 1900 a 2013 sobre a hipertensão, nos quais os participantes adotavam dietas vegetarianas.</p>
<p>Nos ensaios clínicos, adotar uma dieta vegetariana mostrou-se associado com uma redução na média sistólica (pico de pressão arterial) e diastólica (pressão arterial mínima) em comparação com uma dieta onívora (vegetal e animal).</p>
<p>Nos estudos, comer uma dieta vegetariana teve os mesmos resultados, com uma menor média sistólica e diastólica, em comparação com dietas onívoras.</p>
<p>Uma elevada pressão arterial é um dos principais fatores de risco de doenças cardíacas, e outros estudos já haviam mostrado que os vegetarianos têm 32% menos risco de sofrer do coração.</p>
<p>Leia a continuação da reportagem no <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=dietas-vegetarianas-associadas-menor-pressao-arterial&amp;id=9556" target="_blank">Diário da Saúde</a>.</p>
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		<title>OMS reduz à metade quantidade de açúcar recomendada ao consumo</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 10:52:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Novas diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam que apenas 5% do total de calorias ingeridas ao dia venha do açúcar. Essa quantidade é metade do que o órgão sugeria há dez anos, quando foi publicada sua última diretriz [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2307" style="width: 409px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.sxc.hu/photo/670527"><img class="size-full wp-image-2307" alt="Imagem: Zeppelin5" src="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2011/02/acucar.jpg" width="399" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Zeppelin5</p></div>
<p>Novas diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam que apenas 5% do total de calorias ingeridas ao dia venha do açúcar. Essa quantidade é metade do que o órgão sugeria há dez anos, quando foi publicada sua última diretriz sobre o tema. Divulgada nesta quarta-feira, a redução tem como objetivo intensificar a luta contra obesidade e doenças dentárias.</p>
<p>De acordo com a OMS, fazer com que 10% das calorias diárias venham do açúcar é o mínimo para beneficiar a saúde. No entanto, reduzir essa porcentagem para 5% proporciona efeitos positivos adicionais. Essa taxa equivale a 25 gramas de açúcar por dia (cerca de seis colheres de chá) — ou 100 das 2.000 calorias diárias recomendadas para um adulto diariamente.</p>
<p>A recomendação abrange todos os tipos de açúcar (sacarose, glicose e frutose) vindos de alimentos como o açúcar de mesa, mel, sucos e polpa de frutas ou adicionados a produtos industrializados. Para seguir o novo número, os ocidentais deverão, em média, reduzir a um sexto a ingestão diária de açúcar – que, hoje, é de 150 gramas por dia, em média.</p>
<p>A agência alerta ainda para o desenvolvimento de obesidade e cáries devido ao alto consumo de açúcar. Elas custam, em média, de 5% a 10% do orçamento de saúde dos países industrializados – e esse número tende a crescer. Essas doenças são causadas pelo aumento da ingestão de altas doses de açúcar contidas em produtos industrializados que, por vezes, não são vistos como doces. Em uma colher de sopa de ketchup, por exemplo, há quatro gramas de açúcar (cerca de uma colher de chá), enquanto uma lata de refrigerante chega a ter quarenta gramas de açúcar, ou dez colheres de chá.</p>
<p>Saiba como o açúcar pode te deixar doente no restante da reportagem, no <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/oms-reduz-a-metade-quantidade-de-acucar-recomendada-ao-consumo" target="_blank">site da Veja</a>.</p>
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		<title>Conheça o caminho da fome</title>
		<link>http://blog.maisnutricao.com.br/2014/03/11/conheca-o-caminho-da-fome/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 10:52:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Chega o final de semana e, com ele, a velha desculpa de iniciar a dieta na segunda-feira. No sábado e no domingo, excessos estão liberados. Mas eis que começa a semana e, junto à motivação para emagrecer, a angústia: será [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1995" style="width: 344px" class="wp-caption alignright"><a href="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/burguer2.jpg"><img class=" wp-image-1995 " alt="Beef burger" src="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/burguer2.jpg" width="334" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">Beef burger</p></div>
<p>Chega o final de semana e, com ele, a velha desculpa de iniciar a dieta na segunda-feira. No sábado e no domingo, excessos estão liberados. Mas eis que começa a semana e, junto à motivação para emagrecer, a angústia: será que vou conseguir manter a dieta até perder os quilos indesejados? A contar pela animação do primeiro dia, sim. Conforme o tempo passa, vai ficando cada vez mais difícil. Aquele cheiro de pão recém saído do forno começa a parecer tão irresistível, que logo a força de vontade cede à tentação.</p>
<p>A eterna luta contra os quilinhos a mais não é nova, e as dietas rápidas há muito se mostraram ineficazes para ajudar a manter o peso ideal. Somente no Brasil, mais de 27 milhões de pessoas estão acima do peso. No esforço para reduzir a epidemia de obesidade no mundo, a ciência tem se dedicado a descobrir por que é tão difícil emagrecer. Alguns culpam a preguiça, outros, a gula. Mas os estudos indicam que os mecanismos da fome são tão complexos que nenhuma dieta mágica é capaz de controlá-los. Entender os hormônios que atuam na regulação do apetite e conhecer melhor o seu corpo ainda é, conforme especialistas, a melhor forma de fazer as pazes com a balança.</p>
<p>Assim como um carro precisa de combustível para andar, o corpo humano necessita de energia para funcionar. A analogia pode parecer simples, mas se pensarmos na complexidade do motor de um veículo, podemos ter uma ideia da complicada rede de sinalizadores, canais e receptores que envolvem o mecanismo da fome. Vários ógãos do corpo avisam o hipotálamo, região do cérebro onde é regulada a fome e o apetite, se precisamos ou não de comida. A identificação da leptina, hormônio secretado pelas células de gordura, foi um marco na pesquisa da obesidade. Conforme a endocrinologista Helena Schmid, professora da Faculdade de Medicina da UFRGS, a quantidade de leptina indica o quanto temos de gordura acumulada. Altas concentrações deste hormônio avisam o cérebro que nossas reservas energéticas estão altas e, assim, sentimos menos fome. Isso funciona bem para alguns, mas não para todos. Pessoas que estão acima do peso, na maioria das vezes, apresentam resistência à ação da leptina, que não é reconhecida pelo cérebro. Logo, comem mais do que precisam.</p>
<p>Você acaba de almoçar e está se sentindo tão satisfeito que deixa de lado o resto de feijão e arroz no prato. Mas, lá da cozinha, começa a vir aquele cheiro de bolo com cobertura de chocolate. Mesmo de barriga cheia, o desejo pelo doce é tamanho que você não resiste. Enquanto saboreia a guloseima, experimenta uma forte sensação de felicidade. Poucos minutos depois do prazer, é invadido pela sensação de ter comido mais do que deveria.</p>
<p>O que nos leva a comer mesmo sem fome tem sido estudado por pesquisadores de todo o mundo. Ao que tudo indica, o cérebro é um dos principais vilões nessa história, já que associa a comida não somente à fonte de energia, mas também de conforto, alívio do estresse e até de felicidade.</p>
<p>– O alimento pode ser um refúgio, uma carícia, um vício. A vontade de comer pode estar associada à “fome emocional”, em que há dificuldade em identificar e reconhecer estados emocionais, como frustrações, sentimentos de fracasso, raiva, tristeza, como atenuante da solidão, entre outros – explica a psicóloga Rosemary Viana, da equipe de cirurgia bariátrica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.</p>
<p>Entender a diferença entre a fome e o desejo de comer pode ser o primeiro passo para manter o peso ideal. Conforme a nutricionista Mariana Steffen Holderbaum, do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da PUCRS, existe uma grande diferença entre estas duas sensações. Enquanto a fome é instintiva e desencadeada pela ação de hormônios que são estimulados quando o corpo sente falta de nutriente, o desejo de comer pode ser provocado por diferentes estímulos, como o olfato e a visão.</p>
<p>– A vontade de comer pode dar-se independentemente da necessidade de nutrientes do organismo. A busca pelo consumo de açúcar, por exemplo, ocorre porque ele induz o corpo a produzir serotonina (o hormônio responsável pela sensação de prazer), o que resulta em uma sensação de bem-estar temporário, trazendo uma falsa ideia de conforto e satisfação – complementa a especialista.</p>
<p>Uma forma de identificar o que sentimos quando temos vontade de comer é pensar em outras comidas. Para saciar a fome, qualquer alimento serve, inclusive aqueles que não nos apetecem tanto. Na próxima vez que você se deparar com aquele cheirinho irresistível de pastel frito, antes de abocanhar a guloseima, não esqueça de se perguntar: estou realmente com fome, ou apenas com vontade de comer?</p>
<p><strong>OS CULPADOS</strong><br />
Nem sempre aquele ronco na barriga é sinal de fome. Mas é o estômago, sim, quem dá o primeiro alerta da hora de abrir a boca. E quem vai comandar essa jogada no organismo é o cérebro, mais especificamente, o hipotálamo</p>
<p><strong>PRIMEIRO AVISO</strong><br />
Imagine que você acorda atrasado. Aperta o soneca, cai da cama e pula o desjejum para não se atrasar. O estômago, por estar vazio, começa a produzir um hormônio chamado grelina</p>
<p><strong>A NECESSIDADE</strong><br />
A grelina será a responsável por estimular áreas do hipotálamo que, ao receber a informação de que o estômago está vazio, mandarão o recado para que células nervosas espalhem a SENSAÇÃO DE FOME, nome da necessidade fisiológica por alimentos que trarão energia para as funções vitais do corpo</p>
<p><strong>SEM PRESSA</strong><br />
Hora do lanche! A distenção gástrica do estômago é o primeiro sinal de que, pelo menos por enquanto, o órgão está cheio. O sistema nervoso leva em torno de 20 minutos para entender isso. Coma devagar!</p>
<p><strong>TCHAU, APETITE</strong><br />
Depois de ingerida, a comida ruma ao intestino. No duodeno, a presença de proteínas e gorduras estimula a ação da colecistoquinina (CCK) que, junto à distensão abdominal, é a maior responsável pela inibição da ingestão alimentar em curto prazo</p>
<p><strong>RECADO ENTENDIDO</strong><br />
Quando os alimentos chegam ao intestino grosso, os hormônios PYY e GLP-1 ajudam a reforçar a mensagem de que é hora de fechar a boca</p>
<p><strong>FALHA NA COMUNICAÇÃO?</strong><br />
Além disso, um hormônio produzido pelas células de gordura desempenha um papel importante no apetite. Quanto mais alta a concentração de leptina, mais alta a reserva energética. Nesse caso, comemos menos. Os mais cheinhos apresentam maior resistência à ação da leptina e acabam comendo mais</p>
<p><strong>FIM OU RECOMEÇO?</strong><br />
Os hormônios da saciedade ficam na circulação sanguínea por cerca de três horas. E lá vem a fome. De novo!</p>
<p>Leia o restante desta excelente reportagem no <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/vida/noticia/2014/03/conheca-o-caminho-da-fome-4439890.html" target="_blank">Zero Hora</a>.</p>
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		<title>Uso excessivo de eletrônicos eleva risco de obesidade, diz médico</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2014 11:55:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tecnologia impulsiona o século 21 com avanços e funcionalidades que facilitam o dia a dia dos usuários, mas este período de &#8220;modernidade&#8221; pode ser prejudicial à saúde e à qualidade de vida, explicou na segunda-feira (17) à Efe o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2272" style="width: 385px" class="wp-caption alignright"><a href="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Trabalho.jpg"><img class="size-full wp-image-2272" alt="Imagem: CELATEBER" src="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Trabalho.jpg" width="375" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: CELATEBER</p></div>
<p>A tecnologia impulsiona o século 21 com avanços e funcionalidades que facilitam o dia a dia dos usuários, mas este período de &#8220;modernidade&#8221; pode ser prejudicial à saúde e à qualidade de vida, explicou na segunda-feira (17) à Efe o médico do esporte Gustavo Magliocca.</p>
<p>Há uma correlação entre o acesso a aparelhos e a modernidade que leva a uma redução da atividade física, pois o tempo que a pessoa fica sentada é muito maior. É preciso ter certo nível de prática física para reduzir o risco maior de obesidade e doenças crônicas&#8221;, ressaltou o médico.</p>
<p>De acordo com Magliocca, o principal problema no excesso de contato com esses aparelhos é que não há &#8220;movimentação do corpo&#8221;.</p>
<p>O médico explicou que o sedentarismo, aliado ao uso excessivo desses aparelhos, foi evidenciado por um estudo canadense divulgado na última semana, que aponta uma relação direta entre as maiores ocorrências de diabetes e obesidade em grupos que utilizam muita TV e computador ou passam muito tempo dirigindo.</p>
<p>Segundo os resultados publicados no Jornal da Associação Médica Canadense, que analisou mais de 150 mil adultos em 107 mil famílias de 17 países, as pessoas que têm os três aparelhos em casa –televisão, computador e carro– apresentam 9 cm a mais na cintura, além de propensão à obesidade ao diabetes tipo 2. A taxa de obesidade nas famílias estudadas sem nenhum desses aparelhos é de 3,4%, enquanto em casas com os três é de 14,5%. O diabetes tipo 2 atinge 11,7% das famílias que utilizam os aparelhos e 3,4% das que não usam.</p>
<p>&#8220;O estudo correlacionou o tempo sentado ao aumento da ingestão calórica associada a tais modernidades e ao tempo no trânsito. Essas duas coisas refletem o ganho de peso, em consequência de um balanço entre o quanto se ingere por dia e o que se gasta&#8221;, explicou o médico.</p>
<p>Magliocca indica que é necessário equilibrar a alimentação, exercícios físicos e qualidade de vida para atingir um bom resultado de &#8220;bem estar, saúde e diminuição dos riscos de doenças crônicas ou sistêmicas&#8221;.</p>
<p>&#8220;É preciso estimular o movimento, a atividade física e a ingestão adequada de alimentos, incentivando pessoas com rotina menos ativa, que trabalham 12 horas ao dia, a se levantar mais vezes durante o dia, subir escadas, andar de bicicleta ou usar transportes públicos que estimulem a movimentação&#8221;, disse.</p>
<p>Leia o restante da reportagem na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1413914-uso-excessivo-de-eletronicos-eleva-risco-de-obesidade-diz-medico.shtml" target="_blank">Folha</a>.</p>
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		<title>Brasil consome 14 agrotóxicos proibidos no mundo</title>
		<link>http://blog.maisnutricao.com.br/2014/03/06/brasil-consome-14-agrotoxicos-proibidos-no-mundo/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2014 11:24:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2954" style="width: 356px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.sxc.hu/photo/608202"><img class=" wp-image-2954  " style="margin: 5px;" alt="Imagem: vierdrie" src="http://blog.maisnutricao.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vierdrie-toxico.jpg" width="346" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: vierdrie</p></div>
<p>Os indicadores que apontam o pujante agronegócio como a galinha dos ovos de ouro da economia não incluem um dado relevante para a saúde: o Brasil é maior importador de agrotóxicos do planeta. Consome pelo menos 14 tipos de venenos proibidos no mundo, dos quais quatro, pelos riscos à saúde humana, foram banidos no ano passado, embora pesquisadores suspeitem que ainda estejam em uso na agricultura.</p>
<p>Em 2013 foram consumidos um bilhão de litros de agrotóxicos no País – uma cota per capita de 5 litros por habitante e movimento de cerca de R$ 8 bilhões no ascendente mercado dos venenos.</p>
<p>Dos agrotóxicos banidos, pelo menos um, o Endosulfan, prejudicial aos sistemas reprodutivo e endócrino, aparece em 44% das 62 amostras de leite materno analisadas por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) no município de Lucas do Rio Verde, cidade que vive o paradoxo de ícone do agronegócio e campeã nacional das contaminações por agrotóxicos. Lá se despeja anualmente, em média, 136 litros de venenos por habitante.</p>
<p>Na pesquisa coordenada pelo médico professor da UFMT Wanderlei Pignati, os agrotóxicos aparecem em todas as 62 amostras do leite materno de mães que pariram entre 2007 e 2010, onde se destacam, além do Endosulfan, outros dois venenos ainda não banidos, o Deltametrina, com 37%, e o DDE, versão modificada do potente DDT, com 100% dos casos. Em Lucas do Rio Verde, aparecem ainda pelo menos outros três produtos banidos, o Paraquat, que provocou um surto de intoxicação aguda em crianças e idosos na cidade, em 2007, o Metamidofóis, e o Glifosato, este, presente em 70 das 79 amostras de sangue e urina de professores da área rural junto com outro veneno ainda não proibido, o Piretroides.</p>
<p>Na lista dos proibidos em outros países estão ainda em uso no Brasil estão o Tricolfon, Cihexatina, Abamectina, Acefato, Carbofuran, Forato, Fosmete, Lactofen, Parationa Metílica e Thiram.</p>
<p><strong>Chuva de lixo tóxico</strong><br />
“São lixos tóxicos na União Europeia e nos Estados Unidos. O Brasil lamentavelmente os aceita”, diz a toxicologista Márcia Sarpa de Campos Mello, da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional e Ambiental do Instituto Nacional do Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde. Conforme aponta a pesquisa feita em Lucas do Rio Verde, os agrotóxicos cancerígenos aparecem no corpo humano pela ingestão de água, pelo ar, pelo manuseio dos produtos e até pelos alimentos contaminados.</p>
<p>Venenos como o Glifosato são despejados por pulverização aérea ou com o uso de trator, contaminam solo, lençóis freáticos, hortas, áreas urbanas e depois sobem para atmosfera. Com as precipitações pluviométricas, retornam em forma de “chuva de agrotóxico”, fenômeno que ocorre em todas as regiões agrícolas mato-grossenses estudadas. Os efeitos no organismo humano são confirmados por pesquisas também em outros municípios e regiões do país.</p>
<p>O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), segundo a pesquisadora do Inca, mostrou níveis fortes de contaminação em produtos como o arroz, alface, mamão, pepino, uva e pimentão, este, o vilão, em 90% das amostras coletadas. Mas estão também em praticamente toda a cadeia alimentar, como soja, leite e carne, que ainda não foram incluídas nas análises.</p>
<p>O professor Pignati diz que os resultados preliminares apontam que pelo menos 30% dos 20 alimentos até agora analisados não poderiam sequer estar na mesa do brasileiro. Experiências de laboratórios feitas em animais demonstram que os agrotóxicos proibidos na União Europeia e Estados Unidos são associados ao câncer e a outras doenças de fundo neurológico, hepático, respiratórios, renais e má formação genética.</p>
<p><strong>Câncer em alta</strong><br />
A pesquisadora do Inca lembra que os agrotóxicos podem não ser o vilão, mas fazem parte do conjunto de fatores que implicam no aumento de câncer no Brasil cuja estimativa, que era de 518 mil novos casos no período 2012/2013, foi elevada para 576 mil casos em 2014 e 2015. Entre os tipos de câncer, os mais suscetíveis aos efeitos de agrotóxicos no sistema hormonal são os de mama e de próstata. No mesmo período, segundo Márcia, o Inca avaliou que o câncer de mama aumentou de 52.680 casos para 57.129.</p>
<p>Na mesma pesquisa sobre o leite materno, a equipe de Pignati chegou a um dado alarmante, discrepante de qualquer padrão: num espaço de dez anos, os casos de câncer por 10 mil habitantes, em Lucas do Rio Verde, saltaram de três para 40. Os problemas de malformação por mil nascidos saltaram de cinco para 20. Os dados, naturalmente, reforçam as suspeitas sobre o papel dos agrotóxicos.</p>
<p>Pingati afirma que os grandes produtores desdenham da proibição dos venenos aqui usados largamente, com uma irresponsável ironia: “Eles dizem que não exportam seus produtos para a União Europeia ou Estados Unidos, e sim para mercados africanos e asiáticos.”</p>
<p>Apesar dos resultados alarmantes das pesquisas em Lucas do Rio Verde, o governo mato-grossense deu um passo atrás na prevenção, flexibilizando por decreto, no ano passado, a legislação que limitava a pulverização por trator a 300 metros de rios, nascentes, córregos e residências. “O novo decreto é um retrocesso. O limite agora é de 90 metros”, lamenta o professor.</p>
<p>“Não há um único brasileiro que não esteja consumindo agrotóxico. Viramos mercado de escoamento do veneno recusado pelo resto do mundo”, diz o médico Guilherme Franco Netto, assessor de saúde ambiental da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz). Na sexta-feira, diante da probabilidade de agravamento do cenário com o afrouxamento legal, a Fiocruz emitiu um documento chamado de “carta aberta”, em que convoca outras instituições de pesquisa e os movimentos sociais do campo ligados à agricultura familiar para uma ofensiva contra o poder (econômico e político) do agronegócio e seu forte lobby em toda a estrutura do governo federal.</p>
<p>Leia a continuação no <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2014-02-24/brasil-consome-14-agrotoxicos-proibidos-no-mundo.html" target="_blank">Último Segundo</a>.</p>
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