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	     <category>O Brasil mais perto da África</category>
             <title>O Brasil mais perto da África</title>
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	     <pubDate>Ter, 15 Mai 2012 11:46:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AFxLm4SJIGm9LLSq_3I-p-o2bIw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AFxLm4SJIGm9LLSq_3I-p-o2bIw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AFxLm4SJIGm9LLSq_3I-p-o2bIw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AFxLm4SJIGm9LLSq_3I-p-o2bIw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/Oofeh-Fvqfg" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2012/05/15/noticiasmapamundi,2839589/o-brasil-mais-perto-da-africa.shtml</feedburner:origLink></item>
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	     <category>Educar para o desenvolvimento: o modelo de sucesso da Coreia do Sul   </category>
             <title>Educar para o desenvolvimento: o modelo de sucesso da Coreia do Sul   </title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/pQawZYkQceA/educar-para-o-desenvolvimento-o-modelo-de-sucesso-da-coreia-do-sul.shtml</link>
             
               <description>No início deste ano escrevi um artigo sobre o modelo de educação da Coreia do Sul e agora, depois de uma semana neste país gostaria de refletir um pouco mais, à luz das experiências encontradas nas ruas, nas empresas e principalmente nas universidades.
Numa época de mudanças e oportunidades é indispensável refletir sobre o modelo educativo integral que precisamos para, com os demais pilares, impulsione a competitividade e dessa forma permita que a geração de conhecimento se converta efetivamente em resultados positivos para o setor produtivo de bens e serviços.
O Brasil, uma das dez maiores economias do mundo, aumentou seus investimentos em educação de 1% do PIB a 2,5% em 2011, mas ainda não é muito competitivo. E para que sejam gerados novos produtos e serviços de valor agregado em setores estratégicos se requer bem mais do que o mínimo investimento em ciência, tecnologia e inovação. 
É necessário, para ser eficiente, que no Brasil se desenvolva uma nova cultura: desenvolver o ser humano em todas suas dimensões, com bases firmes e aprendizagem ao longo da vida. Assim, o desafio é muito maior, inclui mudanças e articulação dos sistemas de educação básica, média e superior e a dinâmica empresarial e social.
Especificamente sobre a Coreia do Sul, gostaria de apresentar alguns elementos que julgo importantes para compreendermos o avanço de um país que percebeu na educação o vetor de desenvolvimento nacional e acima de tudo a consciência e a importância de gerar valor através do conhecimento e assim se tornar competitivo.
A Coreia do Sul tem um dos sistemas educativos mais avançados do mundo em matéria tecnológica, apesar de ser uma economia em desenvolvimento e de que o gasto fiscal em educação seja baixo em relação à média. Os altos índices de qualidade da educação coreana são tão surpreendentes como a história sobre a que foi forjada.
Depois de enfrentar uma guerra durante  3 anos com Coréia do Norte, e a ocupação japonesa  (entre 1960-1970),foi que começou na Coréia do Sul um fantástico processo de  modernização  econômica, política e social. Mas, sem dúvida alguma, o que desencadeou  este processo foi o aumento da matricula de estudantes. A decisão imperativa do governo foi atribuir à educação a única alternativa para a saída de uma situação de penúria que passava o país.
Dessa forma Estado se viu obrigado a tomar em matéria de políticas públicas, gerando novos estabelecimentos educativos  ao mesmo tempo em que capacita e respeita os educadores. A propósito, numa conversa rápida com um professor de ensino médio, perguntei com um pouco de reserva ,qual era o salário médio dos professores.  A resposta foi direta. 9 milhoes de wons. Com a ajuda do conversor de moedas, chega-se ao digno salario de 14mil reais mensais.
Em particular, a erradicação do analfabetismo em massa foi alcançada com sucesso, juntamente com estabelecimento da educação primária universal que forneceu a base para formação de capital humano e socialização através da educação básica pública.
Num passeio rápido pelas ruas de Seul percebe-se que o país se notabiliza por ser um dos mais avançados em termos de tecnologia no mundo, onde o desenvolvimento tecnológico foi utilizado para dar forma a uma reforma educacional que tem como um de seus principais eixos às Tecnologias da Informação. 
A gênese deste processo se inicia na universidade como fonte investigativa e chega a todos os estudantes, se transformando em bem social. Os resultados colocam a Coréia do Sul nos primeiros lugares nas provas TIMSS e PISA, o que pode atestar como um dos modelos educativos de maior reconhecimento na atualidade. Hoje, além de converter-se numa das economias emergentes, o país conseguiu posicionar seu sistema educativo entre os mais eficientes do mundo.
A receita parece simples: o investimento político em educação foi forte, porque educação é compreendida como base do futuro econômico - o governo gasta quase a metade do que gastam os Estados Unidos nos alunos da educação primária, mas conseguiu resultados mais altos. 
O início deste eficiente sistema educacional teve como base uma longa trajetória de políticas públicas destinadas a melhorar a educação, e a partir da Segunda Guerra Mundial, quando as forças militares estadunidenses ocuparam o sul da Península da Coreia, foram assentadas as bases deste sistema, inspirado no modelo norte-americano. Desde então o governo desenvolveu um sistema educativo adequado às diferentes etapas de desenvolvimento que viveu o país.
Nos últimos quarenta anos o governo introduziu uma série de planos econômicos que enfatizaram o crescimento da indústria exportadora, pelo que as políticas educativas estiveram focadas em prover mão de obra qualificada à economia, reforçando o currículo escolar na área tecnológica e científica. Assim, a qualidade, relevância e excelência da educação se converteram em prioridades do governo.
Por outro lado, a Coreia do Sul, nos últimos cinco anos estabeleceu como uma das prioridades de governo, a política de qualificação do capital humano, baseada na qualificação dos recursos humanos como estratégia para o desenvolvimento econômico do país. 
O resultado é um sistema de formação de capital humano que possibilita a interação do investimento em educação com o crescimento econômico, bem como diversas políticas que convergem para um círculo virtuoso entre educação, emprego e bem-estar e que é imperativo o investimento em formação dos cidadãos para o desenvolvimento nacional.
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FXFXay0uYwX3aAxI8ZRuHkJNUaw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FXFXay0uYwX3aAxI8ZRuHkJNUaw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FXFXay0uYwX3aAxI8ZRuHkJNUaw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FXFXay0uYwX3aAxI8ZRuHkJNUaw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/pQawZYkQceA" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Ter, 24 Abr 2012 08:39:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2012/04/24/noticiasmapamundi,2826853/educar-para-o-desenvolvimento-o-modelo-de-sucesso-da-coreia-do-sul.shtml</feedburner:origLink></item>
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	     <category>O que os Estados Unidos querem com o Brasil </category>
             <title>O que os Estados Unidos querem com o Brasil </title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/sG-5h2q3Ty0/o-que-os-estados-unidos-querem-com-o-brasil.shtml</link>
             
               <description>&lt;p&gt;A viagem da presidente Dilma Rousseff a Washington esta semana (9 a 11/04) significa uma nova era nas relações entre Brasil e Estados Unidos não apenas no campo econômico, mas também em áreas estratégicas. E Rousseff, de forma pragmática, sabe muito bem que seu colega americano tem o desejo de iniciar um novo momento nas relações entre Washington e Brasília. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Obama, por razões óbvias, já declarou que o Brasil, a China e a Índia são os países com os quais os Estados Unidos devem estreitar suas relações comerciais. De fato, quando de sua visita ao Brasil em 2011, o mandatário estadunidense declarou que  "o Brasil seria prioridade em seu governo e que era o momento de uma firme colaboração entre os gigantes das Américas". &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para mostrar que estava decidido a iniciar um novo momento nas relações com o Brasil, Obama determinou a eliminação de tarifas de importação sobre o etanol e maior facilidade para a obtenção de vistos por parte dos brasileiros. O presidente americano poderia ter sido mais lúcido, se de forma direta, como já fez o governo britânico, tivesse endossado um assento permanente para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, quando a presidente Dilma Rousseff retribui a visita, as bases dessa colaboração começam a ser evidenciadas na prática. A cooperação deverá abarcar campos estratégicos como as energias renováveis, inovação tecnológica, petróleo (principalmente com as descobertas brasileiras do pressal) e estratégia militar.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O governo brasileiro percebe que os Estados Unidos finalmente despertaram para o fato de que o Brasil é um país com uma classe média em ascensão meteórica e consumo voraz e que pode ser a salvação para as empresas americanas que não podem se sustentar em seu mercado interno decadente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para completar, desde 2009 os Estados Unidos perderam para a China, a posição de maior parceiro comercial do Brasil.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, ainda que possa parecer um paradoxo, são os Estados Unidos os que neste momento têm os olhos postos na sexta potência econômica mundial e num país estratégico na América Latina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XcLvyBEZVc27GlUA84I_VM0bJdE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XcLvyBEZVc27GlUA84I_VM0bJdE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XcLvyBEZVc27GlUA84I_VM0bJdE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XcLvyBEZVc27GlUA84I_VM0bJdE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/sG-5h2q3Ty0" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Ter, 10 Abr 2012 08:23:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2012/04/10/noticiasmapamundi,2817915/o-que-os-estados-unidos-querem-com-o-brasil.shtml</feedburner:origLink></item>
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	     <category>O Yuan como moeda internacional</category>
             <title>O Yuan como moeda internacional</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/cWSZGpdHtK8/o-yuan-como-moeda-internacional.shtml</link>
             
               <description>&lt;p&gt;Em julho de 2009,quando o governo chinês autorizou mais de 300 empresas nacionais a utilizar o yuan em suas transações internacionais, foi dado o passo inicial para o processo de internacionalização da moeda chinesa. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Como de costume, as políticas do Governo chinês se baseiam numa visão estratégica a longo prazo e nesse sentido, até agora a China assinou acordos com 14 países (entre eles Argentina, Coréia do Sul, Indonésia e Cingapura ) para o comércio direto com suas respectivas moedas. Assim, as operações não dependem de divisas usadas freqüentemente como moeda franca no comércio internacional, como o dólar ou o euro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Para ratificar o avanço do uso do yuan nas operações internacionais, a Administração Estatal Chinesa de Divisas (AEChD) confirmou que o nível de transações comerciais multinacionais em yuan, em lugar de dólares, sofreu um importante incremento durante os anos 2010 e 2011 (15 vezes mais em relação a 2009).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, cabe destacar que, embora a estratégia de exportação da China se baseia em diminuir o valor do yuan frente ao dólar, Pequim  sofre a constante pressão, fundamentalmente dos Estados Unidos , para que a moeda chinesa se valorize no mercado internacional. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Deste modo, a revalorização do yuan permitiria começar a avançar num dos aspectos mais estratégicos da crise que ronda os nossos dias, que é o excedente em dólares  circulando por todo o planeta. O que pode se traduzir no iminente perigo de que esta moeda deixe de ser a de reserva internacional. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Outra conjectura importante sobre o tema reside em que se os preços chineses sobem, então a demanda mundial de seus produtos, - fundamentalmente matérias primas vinculadas à indústria do cimento, petróleo e aço que cresceu significativamente a partir de 2003- poderia diminuir, resultando um impacto socialmente relevante (o que não seria coerente com a decisão do governo chinês de melhorar a qualidade de vida da população), ainda que diversos mercados dependam dos insumos asiáticos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Há de se considerar também que a China, antevendo os resultados da crise que afeta a Europa e que ainda é um fantasma para a economia americana - seus  tradicionais parceiros comerciais-, procura fomentar seu comércio exterior, especialmente com países emergentes ou em desenvolvimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Com esta postura, o governo chinês, através do Banco de Desenvolvimento da China (BDC) apresentará na próxima reunião dos BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em Nova Deli, nos dias 28 e 29 de março a proposta da assinatura de uma carta de intenções com os demais países membros para estender empréstimos em yuans.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Desde uma perspectiva pragmática, o acatamento da proposta é sem dúvidas, um passo a mais em direção da internacionalização da moeda chinesa o que pode tornar o mundo cada vez mais refém das normas emanadas de Pequim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6sfwQt9Psi5dsxHIKWB9J8OWNDQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6sfwQt9Psi5dsxHIKWB9J8OWNDQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6sfwQt9Psi5dsxHIKWB9J8OWNDQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6sfwQt9Psi5dsxHIKWB9J8OWNDQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/cWSZGpdHtK8" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Ter, 20 Mar 2012 00:01:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2012/03/20/noticiasmapamundi,2804936/o-yuan-como-moeda-internacional.shtml</feedburner:origLink></item>
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	     <category>O maior legado de Nelson Mandela</category>
             <title>O maior legado de Nelson Mandela</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/SmdeKanqg4Q/o-maior-legado-de-nelson-mandela.shtml</link>
             
               <description>O aeroporto de Johanesburgo, na África do Sul se destaca por sua suntuosidade e pelo grande fluxo de passageiros que circulam por seus terminais. Mas o que me chama a atenção todas as vezes que passo por aquele aeroporto é a grande estátua de Nelson Mandela à frente de uma loja de souvenir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impressiona a quantidade de pessoas, turistas ou nacionais que param em frente àquela estátua para se deixar fotografar ao lado do maior símbolo da história da África do Sul.&lt;br /&gt;Depois de 27 anos preso, em 11 de fevereiro de 1990, Nelson Mandela recuperava sua liberdade. Era o começo do fim do apartheid. Quatro anos mais tarde, "Madiba", como é conhecido por seus seguidores, através das urnas foi eleito presidente da África do Sul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conversas com cidadãos comuns, percebemos que muitos são gratos pelo fato de que o ex-presidente e ganhador do prêmio Nobel da Paz ainda esteja com eles. Deixou a cena política e pública há bastante tempo, mas a sensação de que ainda está perto-desfrutando de sua aposentadoria - e isto os reconforta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mandela é muito querido porque traz à lembrança dos sul-africanos o quão longe chegaram e reaviva a nostalgia por aqueles tempos em que o país era um milagre da democracia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o legado político perdurável de Mandela a seu povo e ao resto da África é mais enfatizado não por aquilo que tenha feito em sua breve presidência, de 1994 a 1999, senão por sua decisão de abandonar o poder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordo que Mandela, no final de seu governo, mais do que qualquer outra figura, estava bem posicionado para se autopromover e facilmente seria reconduzido no cargo de presidente dos sul-africanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, sua negativa a fazê-lo é provavelmente o maior legado para sua pátria e dessa forma encaminhou a África do Sul num curso diferente de diversas nações africanas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, dezessete anos depois de sua encarnação pós-apartheid, a África do Sul já elegeu seu quarto presidente, reduzindo  radicalmente o perigo de que um só líder domine o Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A África do Sul que por quase quatro décadas, foi considerada pela comunidade internacional, por como um Estado pária, ou fora da lei, recuperou seu prestigio e dignidade através da figura de Nelson Mandela e atualmente o país se converteu na grande potência africana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prestes a completar 94 anos, Mandela continua um símbolo para negros e brancos. Para os primeiros por sua libertação de um sistema nefasto e para os segundos porque não usou da vingança.
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkQGjo5nR9XKSUfPxSCyWTW_jbo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkQGjo5nR9XKSUfPxSCyWTW_jbo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkQGjo5nR9XKSUfPxSCyWTW_jbo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkQGjo5nR9XKSUfPxSCyWTW_jbo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/SmdeKanqg4Q" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Ter, 06 Mar 2012 07:59:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2012/03/06/noticiasmapamundi,2796410/o-maior-legado-de-nelson-mandela.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>A política externa de Dilma Rousseff em 2012</category>
             <title>A política externa de Dilma Rousseff em 2012</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/jTIdOIqkg8I/a-politica-externa-de-dilma-rousseff-em-2012.shtml</link>
             
               <description>&lt;p&gt;Passado um ano desde que assumiu a Presidência da República a presidenta Dilma Rousseff mostra, pelo menos em questões domésticas, que não quer que seu governo seja estigmatizado como uma cópia de seu antecessor e dessa forma tenta sair da sombra do ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, no cenário internacional, ainda que no início de 2011 houvesse a possibilidade de que o Itamaraty mudaria o rumo  da política externa brasileira, percebe-se que a presidenta Rousseff completa um ano no cargo, sem grandes diferenças em relação às ações demandadas pelo governo anterior. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até agora o que se nota é que Dilma Rousseff  tem se envolvido em uma agenda mais retórica e menos prática e suas incursões no exterior demonstraram mais pragmatismo  e racionalidade. Com os vizinhos da América Latina e com a Europa, sua relação foi e  será ainda mais "profissional".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda que a América Latina continue sendo prioridade para o Brasil, como tem afirmado Marco Aurélio Garcia, assessor de assuntos estrangeiros de Dilma, a presidenta evitará envolver-se no insistente discurso antiamericano proferido pelos chamados países bolivarianos: Venezuela, Bolívia, Nicarágua e Equador. Mais ainda, a presidente como já tem demonstrado, não se preocupará em dar puxões de orelha em Hugo Chávez, nem se aproximará dos irmãos Castro, em Cuba.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entretanto algumas decisões específicas e pontuais deverão ser notadas a partir do segundo ano de governo de Dilma Rousseff. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma mudança que poderá se tornar evidente na politica externa brasileira, será a reaproximação política com os Estados Unidos (o presidente dos EUA, Barack Obama visitou o Brasil no início do ano), arrefecida durante o governo de Lula da Silva. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, para que o diálogo entre Brasília e Washington se torne mais amistoso, ainda que forma discreta, é possível que Dilma Rousseff reveja os termos do acordo assinado em meados do ano passado entre Irã, Brasil e Turquia, envolvendo a troca de urânio levemente enriquecido por combustível. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Brasil deverá direcionar seus esforços para estreitar os negócios com os países que formam os BRICS (Brasil, Rússia, Índia China e África do Sul), apesar de todas as diferenças existentes entre as economias dessas nações. Ainda no campo econômico, as cúpulas do G-20 terão prioridade, onde o Brasil passou a emprestar dinheiro ao Fundo Monetário Internacional, como uma forma de ajudar, os países mais necessitados, principalmente, as nações vitimadas com a crise europeia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A África também continuará a fazer parte das iniciativas da diplomacia brasileira, principalmente para evitar (tarefa quase impossível) a invasão chinesa naquele continente, o que pode prejudicar os interesses de empresas brasileiras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seguindo uma conduta pragmática, Dilma Rousseff aproveitará os bons resultados da economia brasileira e deverá estreitar as relações com os Estados que podem trazer benefícios a médio e longo prazo para o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hxNA-PSZNvx7JaTplgLtS9HXiM8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hxNA-PSZNvx7JaTplgLtS9HXiM8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hxNA-PSZNvx7JaTplgLtS9HXiM8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hxNA-PSZNvx7JaTplgLtS9HXiM8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/jTIdOIqkg8I" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Ter, 21 Fev 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2012/02/21/noticiasmapamundi,2787999/a-politica-externa-de-dilma-rousseff-em-2012.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>E se a Síria fosse a Líbia?</category>
             <title>E se a Síria fosse a Líbia?</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/yzlm8luvOm4/e-se-a-siria-fosse-a-libia.shtml</link>
             
               <description>As constantes imagens mostradas pelas emissoras de televisão de dezenas de cadáveres empilhados nas ruas de Homs, revelam que a Síria está longe de ser um país livre e que o ditador Bashar al Assad controla o país com mão de ferro.&lt;br /&gt;No episódio mais sangrento desde o início da revolta, mais de 230 civis, entre eles dezenas de mulheres e crianças, morreram na noite de sexta-feira (03) e na madrugada do sábado (04) durante bombardeios por parte das forças do governo de Assad.&lt;br /&gt;Depois de precisamente onze meses de violência na Síria, onde se estima que já morreram aproximadamente 6.000 pessoas, a comunidade internacional não consegue encontrar uma saída de acordo para deter a repressão no país e apela para uma solução que deve emanar do Conselho de Segurança da ONU.  &lt;br /&gt;Mas a resposta não parece fácil. O CS reunido no último sábado (04) tentou deliberar sobre uma resolução que forçaria o presidente sírio, Assad, a deixar o poder. Mas o resultado não foi o esperado pela Liga Árabe, propositora do pedido, visto que Rússia e China recusaram com um desafiante veto a resolução que condenava a repressão na Síria.  &lt;br /&gt;A Rússia disse que a resolução era perigosa, pois poderia tender para o lado dos rebeldes e dessa forma poderia ser motivo de início de uma guerra civil. O argumento chinês para o veto se baseia em que não há indícios para se caracterizar repressão contra o povo sírio.  Na condição de donos de assentos permanentes no CS da ONU, China e Rússia têm o poder de decidir sobre o futuro, ainda que temporariamente da Síria.  &lt;br /&gt;De fato, Moscou vem recusando a intervenção militar em Damasco , com o argumento de que isso poderia dar lugar a uma situação similar àquela vivida pela Líbia, onde o Conselho de Segurança autorizou, na guerra civil do ano passado, a intervenção da OTAN, que terminou com a morte de Muammar Kadafi.  &lt;br /&gt;E este estancamento diplomático faz que resulte inevitável estabelecer uma comparação com o sucedido na Líbia, onde a repressão do regime do coronel Muamar o Gadafi desembocou numa intervenção internacional para evitar a violência contra a população civil.&lt;br /&gt;A pergunta que muito se fez nos últimos dias é a seguinte: é possível uma intervenção militar na Síria ? A resposta é positiva, mas a vontade de intervir na Síria dispõe-se de uma base legal para fazê-lo, a mesma que se utilizou no caso da Líbia. &lt;br /&gt;Naquele dia, o Conselho de Segurança da ONU, com a resolução 1973, que impunha a exclusão aérea na Líbia, aplicou pela primeira vez e de forma efetiva o princípio Responsabilidade para Proteger, chamado no jargão onusiano de R2P (Responsibility to Protect). Para além da discussão da interpretação correta do princípio, é inquestionável que se trata de um passo importantíssimo para o direito humanitário internacional.&lt;br /&gt;A Rússia na tentativa de defender o regime sírio adverte que roupa suja se lava em casa e que deve ser respeitada a autonomia do Estado sírio.&lt;br /&gt;Mas o motivo do apoio da Rússia parece claro: a Síria é um grande comprador de armamentos russos e qualquer embargo a Damasco poderia arruinar os negócios entre os dois países. De fato esta relação remonta de quando a Rússia era a URSS, tempos em que iniciou seus vínculos com Hafez al Assad, o pai de Bashar. Estes vínculos jamais se romperam.&lt;br /&gt;Infelizmente é improvável que a situação na Síria se resolva a curto prazo. E assim, podemos nos deparar com vários cenários: uma intervenção militar liderada pelos Estados Unidos, o derrocamento por golpe interno, que Assad abandone o poder e o país, ou que Síria caia numa guerra civil prolongada.&lt;br /&gt;Por outro lado, o Conselho de Segurança, que deveria atuar como fiel da balança, deve apresentar um acordo que proponha a Assad que deixe o poder, sob pena de que a violência e a repressão continuarão.
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yUI45wNc9tM5EIQMWyOE5SqBA0I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yUI45wNc9tM5EIQMWyOE5SqBA0I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yUI45wNc9tM5EIQMWyOE5SqBA0I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yUI45wNc9tM5EIQMWyOE5SqBA0I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/yzlm8luvOm4" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Ter, 07 Fev 2012 02:25:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2012/02/07/noticiasmapamundi,2779818/e-se-a-siria-fosse-a-libia.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>O Haiti merece dias melhores</category>
             <title>O Haiti merece dias melhores</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/id2TUhKfhxA/o-haiti-merece-dias-melhores.shtml</link>
             
               <description>&lt;p&gt;Há exatos dois anos, assistimos em choque e horror como as imagens de destruição do terremoto no Haiti foram mostradas em todo o mundo. O cismo de magnitude devastadora ( 7,0 na escala Richter) deixou um rastro de ruina e destruição com causando a morte de mais de 300.000 pessoas  e muitos mais feridos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aqueles que sobreviveram continuam enfrentando condições inimagináveis com uma infraestrutura destruída, escassez de alimentos, os surtos recorrentes de cólera e outras doenças.  Apenas na capital do país, Porto Príncipe, meio milhão de habitantes ainda está vivendo em alojamento temporário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos dias que sucederam o fatídico 12 de janeiro, pudemos ouvir as inúmeras promessas de diversos países, ONGs, entidades financeiras de que ajudariam a reconstruir o Haiti. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Recordo que no final de janeiro de 2010,vários líderes mundiais, reunidos em  Montreal (Canadá) concordaram que a reconstrução do Haiti levaria décadas. Mas de forma altruísta, o Primeiro Ministro canadense Stephen Harper disse que "era chegada a hora da comunidade internacional fazer a sua parte e que todos deveriam se sentir responsáveis pela reconstrução do país.&amp;rdquo; Seguindo o mesmo discurso, em março de 2010, os presidentes René Preval e Barack Obama, renovaram o compromisso da reconstrução haitiana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, passados dois anos do terremoto que destruiu o pouco que existia no Haiti percebe-se que o esforço de recuperação do país ainda está longe de terminar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comunidade internacional não pode esquecer a difícil situação do povo haitiano e principalmente deve honrar os compromissos assumidos de ajudar o país mais pobre do continente americano.  Dos 4,6 bilhões de dólares prometidos pelos Estados Unidos, somente 43 por cento foram recebidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado,não podemos deixar de lado o fato de que milhares de  haitianos, em busca de melhores condições de vida, desencanto com a instabilidade econômica do país e promessas de aproveitadores, se deram conta que sua única alternativa é emigrar para outros países.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além dos Estados Unidos, que durante décadas foi o sonho de desejo de milhões de latino americanos, outros países também despertam o interesse daqueles que buscam condições dignas de vida. E um desses destinos é sem dúvidas o Brasil, onde especialmente a diáspora haitiana começou a projetar uma vida melhor, e desde janeiro de 2010, aproximadamente 4.000 cidadãos haitianos moram em terras brasileiras. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O fato é que desde que o Brasil começou a liderar a Missão de Estabilização da ONU no Haiti, -Minustah- em 2004, o país entrou na consciência coletiva dos haitianos como um possível destino.&lt;br /&gt;E para escapar de uma invasão descontrolada de imigrantes haitianos, o governo brasileiro decidiu limitar a concessão de vistos, pois não resta nenhuma dúvida que a chegada de novos grupos constitui um problema jurídico e legal bastante intrincado, já que, ao entrar em território brasileiro, os haitianos pedem asilo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Brasil precisa voltar suas atenções para o Haiti, e insistir que a comunidade internacional cumpra, portanto seus compromissos de reestruturação do país caribenho, onde principalmente muito ainda há carência de infraestrutura, habitação, saúde e educação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Haiti e os haitianos merecem dias melhores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lmxmplfId8PHVhTYqn2tALBv5_E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lmxmplfId8PHVhTYqn2tALBv5_E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lmxmplfId8PHVhTYqn2tALBv5_E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lmxmplfId8PHVhTYqn2tALBv5_E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/id2TUhKfhxA" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Ter, 24 Jan 2012 01:45:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2012/01/24/noticiasmapamundi,2772655/o-haiti-merece-dias-melhores.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>O interesse iraniano na América Latina</category>
             <title>O interesse iraniano na América Latina</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/BD6fY_5is74/o-interesse-iraniano-na-america-latina.shtml</link>
             
               <description>&lt;p&gt;Há duas semanas, depois da divulgação do relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) das Nações Unidas confirmando temores de que Irã começou a enriquecer urânio num búnker subterrâneo e agregaram que a notícia é especialmente preocupante porque esse material pode ser melhorado rapidamente para sua possível utilização em ogivas nucleares A AIEA afirma ainda que Teerã estaria desenvolvendo uma bomba nuclear em violação aos tratados internacionais de não proliferação de armas nucleares.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Como reação imediata,  os Estados Unidos e os 27 países da União Européia anunciaram novas sanções econômicas ao Irã, incluindo um possível embargo petroleiro europeu. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O governo iraniano, em resposta, avisou que se  as sanções econômicas afetarem suas  exportações de petróleo, o estreito de Ormuz, por onde passa  35 por cento do petróleo do mundo, poderá ser fechado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Este fato, agora se junta à visita que esta semana o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad realiza à América Latina. Desta vez,o tour do líder iraniano inclui vistas a Venezuela,Equador,Cuba e Nicaragua.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O que pode causar um pouco de surpresa é o fato de que a viagem do presidente da antiga Pérsia não incluiu o Brasil que especialmente entre  2009 e 2010 onde o comercio bilateral duplicou e no ano passado alcançou a cifra de 2,3 bilhões de dólares. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Há de se considerar, entretanto que,a exclusão do Brasil na agenda de Ahmadinejad é até certo ponto previsível, pois a presidente Dilma Rousseff, diferentemente  de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, esfriou os contatos diplomáticos com Teerã.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Mas o que tem a ver as duas situações?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De fato, o governo iraniano tenta diversificar sua economia, que desde muito tempo é dependente do petróleo e agora a gestão de Ahmadinejad tenta  mudar esta situação através de investimentos em diversa áreas como a indústria aeroespacial e petroquímica, a produção de automóveis,  e o desenvolvimento de tecnologia de ponta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, a visita de Ahmadinejad serve como um novo folego que lhe permita dissipar ainda que seja em forma circunstancial a forte pressão das potências ocidentais, alarmadas por seu programa nuclear, e as tensões políticas em seu país que dispararam os graves problemas da economia doméstica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não resta nenhuma dúvida de que a visita do presidente iraniano a América Latina, em particular aos países de esquerda na região, é uma tentativa de eludir as sanções econômicas e encontrar novos mercados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, a America Latina,pelo seu potencial de consumo e pela congruência do discurso ideológico de muitos parceiros, o Irã tem fortes razoes para olhar com bons olhos para a região.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos últimos anos, Ahmadinejad deu passos decididos para fomentar as relações diplomáticas na região e dessa forma, abriu representações na Colômbia, Nicarágua, Chile, Equador, Uruguai e Bolívia, além de prestar especial atenção às embaixadas já existentes em Cuba, Argentina, Brasil, México e Venezuela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nova ordem geopolítica mundial mostra que a América Latina continua despertando interesses.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p2rCxheaOE5HT3dx03blb2dk_Qs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p2rCxheaOE5HT3dx03blb2dk_Qs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p2rCxheaOE5HT3dx03blb2dk_Qs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p2rCxheaOE5HT3dx03blb2dk_Qs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/BD6fY_5is74" height="1" width="1"/&gt;</description>
             
	     <pubDate>Ter, 10 Jan 2012 02:00:00 -0300</pubDate>
 
      
    <feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2012/01/10/noticiasmapamundi,2469679/o-interesse-iraniano-na-america-latina.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>A queda do euro: do impensável ao inevitável</category>
             <title>A queda do euro: do impensável ao inevitável</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/uLlZEsDg-c8/a-queda-do-euro-do-impensavel-ao-inevitavel.shtml</link>
             
	     <pubDate>Ter, 03 Jan 2012 11:48:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y2lJc4d_EdgPiI6QO2v_GVPpnRs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y2lJc4d_EdgPiI6QO2v_GVPpnRs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y2lJc4d_EdgPiI6QO2v_GVPpnRs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y2lJc4d_EdgPiI6QO2v_GVPpnRs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/uLlZEsDg-c8" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2012/01/03/noticiasmapamundi,2367529/a-queda-do-euro-do-impensavel-ao-inevitavel.shtml</feedburner:origLink></item>
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	     <category>Os bons resultados da América Latina </category>
             <title>Os bons resultados da América Latina </title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/_k1wlDzq_HA/os-bons-resultados-da-america-latina.shtml</link>
             
	     <pubDate>Ter, 27 Dez 2011 01:48:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KPjYnk1EvKtH7OipeS_UvvEqFhc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KPjYnk1EvKtH7OipeS_UvvEqFhc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KPjYnk1EvKtH7OipeS_UvvEqFhc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KPjYnk1EvKtH7OipeS_UvvEqFhc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/_k1wlDzq_HA" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2011/12/27/noticiasmapamundi,2364057/os-bons-resultados-da-america-latina.shtml</feedburner:origLink></item>
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	     <category>O legado dos EUA no Iraque</category>
             <title>O legado dos EUA no Iraque</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/pbzVf4WlW_E/o-legado-dos-eua-no-iraque.shtml</link>
             
	     <pubDate>Ter, 20 Dez 2011 05:00:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1n6YTzeEatb9n4hDsuFd9BHsa6U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1n6YTzeEatb9n4hDsuFd9BHsa6U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1n6YTzeEatb9n4hDsuFd9BHsa6U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1n6YTzeEatb9n4hDsuFd9BHsa6U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/pbzVf4WlW_E" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2011/12/20/noticiasmapamundi,2360569/o-legado-dos-eua-no-iraque.shtml</feedburner:origLink></item>
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	     <category>O poder invisível da FIFA</category>
             <title>O poder invisível da FIFA</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/O2wlyVGrYqo/o-poder-invisivel-da-fifa.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 30 Nov 2011 01:39:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gVcKyv4Tu09BuTZcNQAgNdmHa1Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gVcKyv4Tu09BuTZcNQAgNdmHa1Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gVcKyv4Tu09BuTZcNQAgNdmHa1Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gVcKyv4Tu09BuTZcNQAgNdmHa1Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/O2wlyVGrYqo" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2011/11/30/noticiasmapamundi,2345971/o-poder-invisivel-da-fifa.shtml</feedburner:origLink></item>
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	     <category>Para que servem as ONGs?</category>
             <title>Para que servem as ONGs?</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/b1xDQ51J4Xg/para-que-servem-as-ongs.shtml</link>
             
	     <pubDate>Seg, 21 Nov 2011 23:51:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/h1x4q-52ihLAxqWtDfid5buaTkc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/h1x4q-52ihLAxqWtDfid5buaTkc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/h1x4q-52ihLAxqWtDfid5buaTkc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/h1x4q-52ihLAxqWtDfid5buaTkc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/b1xDQ51J4Xg" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2011/11/21/noticiasmapamundi,2339855/para-que-servem-as-ongs.shtml</feedburner:origLink></item>
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	     <category>Educação: gasto ou investimento</category>
             <title>Educação: gasto ou investimento</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/vMYgHjo5VLo/educacao-gasto-ou-investimento.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 16 Nov 2011 10:33:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pyxBgTep0R7zGDkpONAugiAWMI0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pyxBgTep0R7zGDkpONAugiAWMI0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pyxBgTep0R7zGDkpONAugiAWMI0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pyxBgTep0R7zGDkpONAugiAWMI0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mapa-mundi/~4/vMYgHjo5VLo" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.opovo.com.br/app/colunas/mapa-mundi/2011/11/16/noticiasmapamundi,2335872/educacao-gasto-ou-investimento.shtml</feedburner:origLink></item>
    <item>
      
      
	     <category>A crise financeira mundial está por perto</category>
             <title>A crise financeira mundial está por perto</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/KVLFSwuZ_r4/a-crise-financeira-mundial-esta-por-perto.shtml</link>
             
	     <pubDate>Ter, 01 Nov 2011 10:28:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>A primavera Árabe chega ao resto do mundo</category>
             <title>A primavera Árabe chega ao resto do mundo</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/0oL9HmjMyVQ/a-primavera-arabe-chega-ao-resto-do-mundo.shtml</link>
             
	     <pubDate>Ter, 18 Out 2011 08:16:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fK7zCLPGGfZxXPvpr5nAJ-c2kpw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fK7zCLPGGfZxXPvpr5nAJ-c2kpw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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	     <category>Europa e América do Sul: a integração anunciada</category>
             <title>Europa e América do Sul: a integração anunciada</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/ihrPytDHPEk/europa-e-america-do-sul-a-integracao-anunciada.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qui, 13 Out 2011 09:58:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FMpEYXxsICnMY-KlB14Ul5VW_KA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FMpEYXxsICnMY-KlB14Ul5VW_KA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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	     <category>Quem são os grandes da Europa?</category>
             <title>Quem são os grandes da Europa?</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/eKXIUOT3-Yo/quem-sao-os-grandes-da-europa.shtml</link>
             
	     <pubDate>Ter, 04 Out 2011 07:00:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3ATLn84hBni4ZIgwqm3zMdGZS6o/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3ATLn84hBni4ZIgwqm3zMdGZS6o/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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	     <category>Como ser um milionário?</category>
             <title>Como ser um milionário?</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/XPkhizeNs-c/como-ser-um-milionario.shtml</link>
             
	     <pubDate>Ter, 27 Set 2011 11:03:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QqFDXIGXX2MXVdvDs_nhF-c1uuA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QqFDXIGXX2MXVdvDs_nhF-c1uuA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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    <item>
      
      
	     <category>As empresas brasileiras ganham o mundo </category>
             <title>As empresas brasileiras ganham o mundo </title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/HCQPTyLlJ-M/as-empresas-brasileiras-ganham-o-mundo.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 14 Set 2011 08:28:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Iibz72prMP5S52mvAkU1vxBGCXE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Iibz72prMP5S52mvAkU1vxBGCXE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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    <item>
      
      
	     <category>O intercambio acadêmico e o desenvolvimento nacional </category>
             <title>O intercambio acadêmico e o desenvolvimento nacional </title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/s1oe0otlUnY/o-intercambio-academico-e-o-desenvolvimento-nacional.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 31 Ago 2011 17:15:00 -0300</pubDate>
 
      
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    <item>
      
      
	     <category>Onde estão as crianças deste país?</category>
             <title>Onde estão as crianças deste país?</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/_VFxmddOzQw/onde-estao-as-criancas-deste-pais.shtml</link>
             
	     <pubDate>Ter, 16 Ago 2011 08:19:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>O desafio de controlar as fronteiras transnacionais</category>
             <title>O desafio de controlar as fronteiras transnacionais</title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/YLBi18c05g8/o-desafio-de-controlar-as-fronteiras-transnacionais.shtml</link>
             
	     <pubDate>Ter, 09 Ago 2011 07:52:00 -0300</pubDate>
 
      
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    <item>
      
      
	     <category>O alarme da intolerância dispara mais uma vez na Europa </category>
             <title>O alarme da intolerância dispara mais uma vez na Europa </title>
             <link>http://feedproxy.google.com/~r/Mapa-mundi/~3/O8ZnzxW_UR0/o-alarme-da-intolerancia-dispara-mais-uma-vez-na-europa.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 03 Ago 2011 01:00:00 -0300</pubDate>
 
      
    <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UDEk25UXO5Yno53TKvpypObQDvE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UDEk25UXO5Yno53TKvpypObQDvE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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