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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DEEHR3c5cSp7ImA9WhRaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7534709314814046862</id><updated>2012-02-15T23:17:16.929-08:00</updated><title>Marcia Pinho</title><subtitle type="html">Meu pincel é meu grito</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://mapinho.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://mapinho.blogspot.com/" /><author><name>Marcia Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02552323274098380957</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_ap_rDFyTyOk/TI5tM6pBXEI/AAAAAAAABXE/x63EuQ6Ld3Q/S220/eu.JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/MarciaPinho" /><feedburner:info uri="marciapinho" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;AkIFRHY-fSp7ImA9Wx9aF0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7534709314814046862.post-4289589913970302692</id><published>2011-03-10T17:21:00.000-08:00</published><updated>2011-03-10T12:21:55.855-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-10T12:21:55.855-08:00</app:edited><title>Paixão pelo ser humano</title><content type="html">&lt;div class="documentDescription" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="" id="parent-fieldname-description"&gt;                     &lt;/span&gt;              &lt;/div&gt;&lt;div class="" id="parent-fieldname-text"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amar  o ser humano é condição essencial para a prática artística. Nesse  sentido, a produção pictórica de Márcia Pinho apresenta uma poética  marcada pela sensibilidade no trato da figura humana e da cidade, temas  que lhe parecem mais afeitos. O primeiro motiva a reflexão sobre o que é  o belo, e o segundo considera os mais diversos ambientes como locais da  expressão da vivência existencial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Nascida  em Santo André, SP, em 14 de março de 1976, Márcia mergulhou no mundo  da arte quando mudou para São Bernardo de Campo, SP. Estimulada pelo  irmão, que lhe levou uma pequena tela e tintas acrílicas, começou a  criar, pintando de três a quatro quadros por dia. O passo seguinte foi  freqüentar museus, para observar de perto a pincelada dos mestres, e  navegar pela internet em busca dos mais variados tipos de informação.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  pesquisa constante continuou nos cursos de pintura com o artista Eliane  Ducatti e na Escola Arte São Paulo, onde encontrou o professor Éden  Bella Jr. Assim, a pintura de Márcia Pinho ganhou um aspecto peculiar  pela busca de soluções estéticas que ilustram a relação da artista com o  mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O  resultado plástico tem fortes características expressionistas, seja  pelo uso da cor, seja pela utilização da forma. A liberdade do traço, no  momento de trabalhar os corpos, indica a permanente procura de caminhos  estéticos de acentuada liberdade e de consciente esforço de derrubar as  barreiras das mesmices.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  tendência figurativa, presente na maioria dos trabalhos, revela que o  corpo é visto como um instrumento para a prática do fazer pictórico. As  ousadias na cor e nas formas revelam o desejo de sempre ultrapassar as  fronteiras do estabelecido em busca de paradigmas pessoais e  desafiadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Predominam  tonalidades escuras e cores puras utilizadas direto do tubo. O uso  bastante peculiar da espátula torna-se o elemento diferenciador, pois  oferece a possibilidade de trabalhar a tinta com um relevo bastante  especial, que favorece o uso das mais variadas formas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além  de trabalhar com tinta a óleo, Márcia Pinho realiza experiências com o  uso de retalhos, bordando a tela, numa vertente experimental que  confirma a inquietação que se observa na maior parte de sua obra. Talvez  esse sentimento de inconformismo possa se tornar mais evidente nos  conjuntos de casas que permitem uma maior experimentação de formas e  cores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em  seu universo de pessoas e imagens, Márcia Pinho constrói um mundo  imagético marcado pela busca de relações entre o ser humano e o seu  entorno. Não aceita respostas simples dos materiais com os quais  trabalha e se debruça sobre a técnica com uma certeza poética: o ser  humano, apesar de suas numerosas falhas, ainda é o começo, o meio e o  fim de toda atividade artística, seja por questões técnicas, visuais ou  existenciais. Tendo isso em vista, a pintura da artista surge como uma  promessa de indagar, cada vez com maior vigor, a situação do homem  contemporâneo perante o mundo e perante si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="discreet" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Oscar  D’Ambrosio, jornalista, integra a Associação Internacional de Críticos  de Arte (AICA-Seção Brasil) e é autor de Contando a arte de Ranchinho  (Noovha América) e Os pincéis de Deus: vida e obra do pintor naïf  Waldomiro de Deus (Editora Unesp e Imprensa Oficial do Estado de São  Paulo).&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7534709314814046862-4289589913970302692?l=mapinho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarciaPinho/~4/CTVgU49lhFM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7534709314814046862/posts/default/4289589913970302692?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7534709314814046862/posts/default/4289589913970302692?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MarciaPinho/~3/CTVgU49lhFM/paixao-pelo-ser-humano.html" title="Paixão pelo ser humano" /><author><name>Marcia Pinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02552323274098380957</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_ap_rDFyTyOk/TI5tM6pBXEI/AAAAAAAABXE/x63EuQ6Ld3Q/S220/eu.JPG" /></author><feedburner:origLink>http://mapinho.blogspot.com/2011/02/paixao-pelo-ser-humano.html</feedburner:origLink></entry></feed>

