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	<title>Mariana Maldonado</title>
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	<description>Médica ginecologista, homeopata e terapeuta sexual</description>
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	<title>Mariana Maldonado</title>
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	<item>
		<title>É Normal Sentir Dor na Relação Sexual?</title>
		<link>https://marianamaldonado.com.br/e-normal-sentir-dor-na-relacao-sexual/</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 12:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Mariana Maldonado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Para você ler]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Sabe como isso pode afetar a sua vida?</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://marianamaldonado.com.br/e-normal-sentir-dor-na-relacao-sexual/">É Normal Sentir Dor na Relação Sexual?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://marianamaldonado.com.br">Mariana Maldonado</a>.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2375" data-post-id="2375" data-obj-id="2375" class="elementor elementor-2375 dce-elementor-post-2375" data-elementor-settings="[]">
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">“Dra, sempre que a penetração vaginal começar eu sinto dor. Às vezes é rápida, passa logo depois que entra, mas às vezes não. A verdade é que ela está sempre lá presente. E isso acontece desde a minha primeira relação sexual. Eu nunca consegui ter uma relação sem dor.  É normal?”</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><strong>Alguém aí se viu nessa situação?</strong></p><p><img src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/dor-na-relacao-300x185.jpg" alt="É Normal Sentir Dor na Relação Sexual?" width="300" height="185" /></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Pois preste bem atenção no que vou dizer agora:</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><strong>Dor na relação sexual NÃO é normal, em nenhum nível.</strong></p></div>
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						<span class="elementor-button-text">FAÇA O TESTE E DESCUBRA SE É VAGINISMO</span>
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #333333; font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ); font-size: 1.375rem; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Pode ser uma dor rápida que passe logo depois que entra, mais moderada a ponto de dificultar o ato e você ter que parar no meio ou então intensa ao ponto de nem conseguir começar.</span></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Se você sofre com esse problema e nunca na vida conseguiu experimentar um ato sexual sem dor, já consultou o Ginecologista e não tem nada de diferente por lá que justifique sentir isso, nenhuma dessas 3 situações pode ser considerada normal.</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Vou repetir: em mulheres fisicamente saudáveis não é normal sentir qualquer tipo de dor, desconforto ou qualquer outro incômodo constante e persistente na hora de iniciar a penetração vaginal, seja com 1 dedo, 2 dedos, absorvente interno, dilatadores vaginais ou mesmo um pênis.</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Não importa qual o tamanho nem calibre da sua parceria, não é normal sentir essa dor. Mesmo que você fique muito tempo “na seca” sem ter nada com ninguém.</p><p><img src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/mulher-triste-300x200.jpg" alt="É Normal Sentir Dor na Relação Sexual?" width="300" height="200" /></p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Dor e prazer são como água e azeite, não se misturam e estão em extremos opostos. Só os masoquistas conseguem sentir prazer na dor, mas essa não é a realidade da grande maioria e provavelmente não é a sua também!</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Se você se identificou com tudo o que leu até agora, então está mais do que na hora de buscar ajuda especializada, pois você pode sofrer com <a href="https://marianamaldonado.com.br/entendendo-melhor-o-que-e-o-vaginismo/">Vaginismo Primário</a> mesmo sem saber!</p><h2><strong>O que é Vaginismo?</strong></h2><p>Vaginismo é a <strong>dificuldade</strong> persistente e recorrente que a mulher tem de <strong>permitir a penetração vaginal.</strong></p><p>Essa dificuldade existe apesar da mulher realmente querer e desejar essa penetração, seja dentro do contexto sexual &#8211; <strong>como nas tentativas de relação à dois</strong> &#8211; ou fora como na própria tentativa de introduzir um simples absorvente interno e não conseguir.</p><p>Essa dificuldade é resultado do <strong>medo</strong> que essa mulher tem do momento da penetração, medo principalmente <strong>de sentir dor</strong>, mesmo estando fisicamente saudável e não tendo absolutamente nada de errado com a sua vagina.</p><p>E então, quando a mulher com vaginismo vai tentar a penetração, o medo faz com que a mente dispare um comando para se defender, e é nessa hora que a mulher <strong>se contrai toda</strong>, contrai o corpo inteiro, inclusive a sua musculatura pélvica.</p><p>E aí, quando a penetração começa a acontecer, com a mulher assim toda contraída, <strong>ela de fato sente dor. </strong>E assim forma-se um ciclo vicioso e muito frustante!</p><h2><strong>Como saber se eu tenho Vaginismo?</strong></h2><p>E se você tivesse a oportunidade de descobrir se a dor que sente pode ou não ser do vaginismo!? Pois bem&#8230;</p><p><strong>Eu desenvolvi um teste junto com a minha equipe para você marcar as opções que mais se identifica e receber imediatamente o resultado escrito por mim.</strong></p><p>No resultado que você receber terá minha análise de qual pode ser o seu tipo de vaginismo e o nível que sua dificuldade para permitir a penetração está classificada. Além disso, você receberá a minha recomendação do que deve fazer para se tratar dessa questão.</p></div>
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						<span class="elementor-button-text">TESTE: POSSO TER VAGINISMO?</span>
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2><span style="text-align: justify; color: #7a7a7a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 1rem;">A mulher então procura o Ginecologista em busca de uma solução para o problema. O médico examina e&#8230; diz que está tudo normal, que não tem nada de errado por lá, que só o que ela precisa é relaxar e tentar mais vezes&#8230;</span></h2><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Só que a dor não passa e pior, se agrava. E sabe por quê? Porque ao longo do tempo, essa dor que está sempre presente costuma trazer outras consequências pra você.</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Vou explicar melhor: ao longo dos meus mais de 20 anos como Ginecologista e Sexóloga, tratando de mulheres que sofrem com Vaginismo eu posso afirmar que essa pode ser a razão, a raiz de muitas outras queixas e problemas sexuais como a <strong>baixa ou ausência de desejo sexual e dificuldades com o orgasmo,</strong> seja sozinha ou com outra pessoa, sabia?</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">É verdade que as que sofrem com Vaginismo no nível mais <strong>moderado ou severo,</strong> logo percebem a necessidade de buscar ajuda. Mas aquelas que sentem uma dor mais <strong>leve</strong>, que passa logo depois que entra, quase nunca imaginam que esse possa ser o motivo da sua dor!</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">O repertório sexual fica pobre e limitado. Nunca é algo normal, natural e espontâneo. Uma rapidinha? Nem pensar!</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">E aí, com o passar do tempo todas as outras fases da nossa resposta sexual começam a enguiçar.</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">O tesão e o desejo vão diminuindo. Afinal, por que você terá vontade de começar algo que sabe que não será tão legal? Bate uma preguiça&#8230;</p><p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><strong>Por isso meninas é que eu sempre digo:</strong> fiquem atentas aos sinais do seu corpo. Com a ajuda profissional certa você pode acabar com o problema pela raiz, evitar que outros apareçam e ter uma vida sexual plena, feliz e livre de limitações! Podem acreditar!</p></div>
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><strong>Posso ter Vaginismo?</strong></h2></div>
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">(faça o teste agora)</span></h2></div>
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										<img width="150" height="150" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Dra. Mariana Maldonado" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-150x150.jpg 150w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-12x12.jpg 12w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-100x100.jpg 100w" sizes="100vw" title="Vaginismo | O que é, Causas e Sintomas | Tudo o que você precisa saber" />											</div>
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><span style="color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ); font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-size: 1rem;">Como médica ginecologista e sexóloga com <strong>23 anos de experiência</strong> no tratamento das dores sexuais femininas, desenvolvi este <strong>teste</strong> para te ajudar a identificar se a dor que sente pode (ou não) <strong>ser vaginismo</strong>, e orientar com o que, na minha opinião, pode ser <strong>o melhor a ser feito</strong> conforme o que você responder. Espero de verdade que minhas respostas consigam te ajudar a encontrar um caminho! <strong>Com carinho, Dra. Mariana Maldonado.</strong>&#8220;</span></h2></div>
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		<title>O que é Fissura Vaginal?</title>
		<link>https://marianamaldonado.com.br/voce-sabe-o-que-e-a-fissura-vaginal/</link>
				<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 11:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Mariana Maldonado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Métodos anticoncepcionais]]></category>
		<category><![CDATA[Para você ler]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Isso já aconteceu com você? Quais são as causas e como evitar?</p>
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								<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2472" data-post-id="2472" data-obj-id="2472" class="elementor elementor-2472 dce-elementor-post-2472" data-elementor-settings="[]">
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WNt5cTDnVl4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Fissura vaginal é o nome aquele corte que abre bem ali no finalzinho da entrada da vagina, toda vez (ou quase) que você tem uma relação sexual.</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Adianto que não tem nada de normal nisso, viu?</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Você já passou por isso alguma vez?</p><p><img class="alignnone wp-image-2475" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-212x300.jpg" alt="O que é Fissura Vaginal?" width="292" height="412" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-212x300.jpg 212w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-768x1086.jpg 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-724x1024.jpg 724w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome.jpg 794w" sizes="(max-width: 292px) 100vw, 292px" /></p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Quando ela abre pode provocar:</p><ul><li class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><h3><a href="https://marianamaldonado.com.br/e-normal-sentir-dor-na-relacao-sexual/">dor para iniciar a penetração vaginal</a>, mas também pode acontecer durante e depois do ato;</h3></li><li class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><h3>ardência local;</h3></li><li class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><h3>sangramento durante e após a relação sexual;</h3></li><li class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><h3>dor para urinar, quando o xixi bate na área fissurada;</h3></li></ul><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Isso pode acontecer com qualquer uma de nós, em qualquer fase da vida.</p><h2 class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">O problema é a frequência com que essa fissura vaginal ocorre.</h2><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Se isso for algo eventual e pontual, ou seja: você estava bem, sem sentir nada diferente por lá, mas na hora de permitir a penetração não estava devidamente lubrificada, entrou de mal jeito, ou teve um tempo de penetração mais longo, aumentando o atrito por conta do no entra-e-sai, pronto!</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Reuniu as condições perfeitas para abrir um corte desses e ter que passar uns dias no estaleiro por conta disso&#8230;</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Só que em pouco tempo e com os devidos cuidados, esse corte cicatriza e você está novinha em folha!</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">E vida que segue.</p><h2 class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">O grande problema é quando essa fissura vaginal se torna crônica e repetitiva.</h2><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Sempre ou na grande maioria das vezes, esse corte se abre quando você tem uma relação sexual e normalmente naquele mesmo lugar, mesmo bem lubrificada.</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Se sua vida sexual for mais ativa então&#8230; aí é que essa pele não tem descanso e sem conseguir cicatrizar direito, fica abrindo corte atrás de corte!</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Acho que você pode imaginar o que pode acontecer, não?</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">A cicatriz que se forma ali fica cada vez mais fina, frágil e muito mais fácil de romper, formando um verdadeiro ciclo vicioso.</p><h2 class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Quanto mais o tempo passar com você nessa situação, pior ficará. Pode ter certeza!</h2><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">E o que pode causar tamanha fragilidade nessa pele?</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Por que um lugar que é naturalmente mais sensível acaba ficando assim tão frágil?</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">São diversos os motivos capazes de provocar tamanha fragilidade e vou citar aqui apenas alguns, os mais comuns que vejo no meu dia-a-dia de consultório:</p><ul><li class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><h3>uso prolongado de anticoncepcional hormonal, qualquer um;</h3></li><li class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><h3>uso de produtos ou ter hábitos inadequados de <a href="https://emais.estadao.com.br/noticias/bem-estar,veja-sete-dicas-de-como-cuidar-bem-de-sua-calcinha-e-evitar-problemas-de-saude,70002219393">higiene intima</a>, o que pode provocar alergias e irritações no local;</h3></li><li class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><h3>alterações hormonais no pós parto e na menopausa;</h3></li><li class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><h3>inflamações vaginais como a <a href="https://www.webrun.kairos.inf.br/candidiase-mulheres-treinamento/">candidíase de repetição</a>;</h3></li><li class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">alterações da pele da vulva como as provocadas pelo <a href="https://marianamaldonado.com.br/hpv-mitos-e-realidade/">HPV</a> e por outras doenças de pele como líquen escleroso;</li></ul><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Todos esses fatores que citei são causas importantes de fissura vaginal crônica, justamente as que dão mais trabalho para tratar!</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Lembra do que falei antes?</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Quanto mais você deixar essa situação acontecer sem focar no tratamento correto, menores serão as chances de conseguir ficar livre disso!</p><h2 class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">O tratamento é feito de acordo com a causa, por isso o mais importante é identificar a fonte do problema e resolvê-la o quanto antes!</h2><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Uma vez retirada a fonte, será necessário fortalecer essa pele, o que pode ser feito com cremes hormonais de uso local, laser vaginal e até mesmo cirurgia, em alguns casos selecionados.</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Até porque não podemos esquecer que ao fazer uma cirurgia ali, será aberta uma nova cicatriz!</p><h2 class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Agora, imagina se essa fissura vaginal acontece desde a sua primeira relação sexual? Olha que tormento!</h2><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Gente, o negócio é tão sério que a fissura vaginal mesmo depois de ter a causa identifica e tratada pode ser causa de <a href="https://marianamaldonado.com.br/entendendo-melhor-o-que-e-o-vaginismo/">Vaginismo</a>, sabiam?</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><img class="alignnone wp-image-2476" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-200x300.jpg" alt="O que é Fissura Vaginal?" width="251" height="377" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-200x300.jpg 200w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-768x1152.jpg 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-683x1024.jpg 683w" sizes="(max-width: 251px) 100vw, 251px" /></p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Isso porque a memória dos tempos de dor pode ser tão forte, que mesmo depois de tratada e não se cortar mais, a mulher não consegue se livrar daquele reflexo de defesa &#8211; contraindo o corpo e a musculatura pélvica de forma involuntária &#8211; desencadeado pelo medo da dor que poderá sentir, dificultando ou até mesmo impedindo o ato sexual!</p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;">Em alguns casos, é necessária a ajuda da <a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">Terapia Sexual</a> para finalizar o processo e deixar essa lembrança indesejável lá para trás.</p><h2 class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="font-weight: bold;">Como saber se eu tenho Vaginismo?</span></h2><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="color: #515151; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.25); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; white-space: pre-wrap; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-size: 1rem;">E se você tivesse a oportunidade de descobrir se a dor que sente pode ou não ser do vaginismo!? Pois bem&#8230;</span></p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><strong style="font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; white-space: pre-wrap; font-size: 1rem; color: #515151;">Eu desenvolvi um teste junto com a minha equipe para você marcar as opções que mais se identifica e receber imediatamente o resultado escrito por mim.</strong></p><p class="Standard" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"><span style="font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-size: 1rem; color: #515151; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.25); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; white-space: pre-wrap;">No resultado que você receber terá minha análise de qual pode ser o seu tipo de vaginismo e o nível que sua dificuldade para permitir a penetração está classificada. Além disso, você receberá a minha recomendação do que deve fazer para se tratar dessa questão.</span></p></div>
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><strong>Posso ter Vaginismo?</strong></h2></div>
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">(faça o teste agora)</span></h2></div>
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										<img width="150" height="150" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Dra. Mariana Maldonado" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-150x150.jpg 150w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-12x12.jpg 12w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-100x100.jpg 100w" sizes="100vw" title="Vaginismo | O que é, Causas e Sintomas | Tudo o que você precisa saber" />											</div>
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><span style="color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ); font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-size: 1rem;">Como médica ginecologista e sexóloga com <strong>22 anos de experiência</strong> no tratamento das dores sexuais femininas, desenvolvi este <strong>teste</strong> para te ajudar a identificar se a dor que sente pode (ou não) <strong>ser vaginismo</strong>, e orientar com o que, na minha opinião, pode ser <strong>o melhor a ser feito</strong> conforme o que você responder. Espero de verdade que minhas respostas consigam te ajudar a encontrar um caminho! <strong>Com carinho, Dra. Mariana Maldonado.</strong>&#8221; </span></h2></div>
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		<title>Vaginismo &#124; O que é, Causas e Sintomas &#124; Tudo o que você precisa saber</title>
		<link>https://marianamaldonado.com.br/entendendo-melhor-o-que-e-o-vaginismo/</link>
				<pubDate>Sun, 19 Nov 2023 10:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Mariana Maldonado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[contração vaginal]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor na relação]]></category>
		<category><![CDATA[ginecologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia sexual]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Você sabe o que é o vaginismo? Quem tem mais chance de sofrer com o problema? Clique aqui e aprenda com a Dra. Mariana Maldonado - médica, ginecologista e sexóloga com mais de 20 anos de experiência no tratamento do vaginismo.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1030" data-post-id="1030" data-obj-id="1030" class="elementor elementor-1030 dce-elementor-post-1030" data-elementor-settings="[]">
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><strong>O que é Vaginismo?</strong></h2><p style="padding-left: 40px;">Você sabe o que é vaginismo? Como esse problema pode afetar a sua qualidade de vida?</p><p style="padding-left: 40px;">Eu sou a Dra. Mariana Maldonado &#8211; médica, ginecologista e sexóloga &#8211; com mais de 22 anos de experiência no tratamento de mulheres que sofrem com o vaginismo, independentemente de sua orientação sexual.</p><p style="padding-left: 40px;"><img src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mulher-na-duvida-300x222.png" alt="o que é vaginismo?" width="191" height="141" /></p><p style="padding-left: 40px;">Pois bem, hora de falar sobre o vaginismo. Vamos começar por sua definição:</p><h3 style="padding-left: 40px;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Definição</strong></span></h3><p style="padding-left: 40px;"><span style="color: #000000;">Para entender melhor o que é o vaginismo, vamos começar pela sua definição!</span></p><p style="padding-left: 40px;">A partir de 2019, o  vaginismo passou a ser denominado Transtorno da Dor Sexual/Penetração e pode ser  definido de uma forma simples como:</p><ul><li style="list-style-type: none;"><ul><li style="list-style-type: none;"><ul><li><strong>Dificuldade persistente e recorrente que uma pessoa fisicamente saudável tem de permitir a penetração vaginal sexual de um dedo, um dilatador ou do pênis, apesar de realmente querer e desejar essa penetração, estando com vagina bem lubrificada. </strong></li></ul></li></ul></li></ul><p style="padding-left: 40px;">Entende-se por &#8220;pessoa&#8221; toda aquela que possui uma vagina, independentemente de gênero ou de sua orientação sexual. Na minha opinião, essa foi uma mudança importante trazida pela nova classificação: ao colocar que a &#8220;pessoa&#8221; e não a &#8220;mulher&#8221; tem dificuldade, é possível dar voz à quem não se identifica com o gênero feminino &#8211; como homens trans não operados e pessoas não binárias &#8211; mas que possam sofrer com o mesmo problema. É isso mesmo! Não é só quem se identifica como mulher que pode ter vaginismo não! Basta ter uma vagina!  Apesar da minha experiência ser muito maior com mulheres cis (que são aquelas pessoas que nasceram mulher e que se identificam com o gênero feminino), eu acredito realmente que existam por aí muitas outras pessoas (até mesmo aquelas que operaram para construir uma vagina) na mesma situação. Mas essas são apenas as minhas reflexões&#8230;. Afinal, o vaginismo é uma disfunção bem democrática e que é disparada pelo medo da dor real (que ela já sentiu em algum momento), ou até mesmo imaginária (que ela imagina que poderá ter), sem que exista nenhum problema ou doença na região genital capaz de provocar tamanho derconforto.</p><p style="padding-left: 40px;">Essa dificuldade está presente mesmo com a pessoa querendo se penetrar ou deixar que alguém a penetre… Não é contra a vontade não, ta? É com vontade! E pode acontecer dentro e fora do contexto sexual!</p><p style="padding-left: 40px;">Essa dificuldade normalmente é traduzida em uma reação física, resultado do medo que essa pessoa tem da dor. O medo que ela tem da dor traz repercussões físicas no corpo. E o que mais você percebe é a contração desse corpo, das pernas, da musculatura pélvica!</p><p style="padding-left: 40px;">Na hora que você se sente “ameaçada” pela tentativa de penetração, a mente manda o comando: &#8220;sai, sai daí! Foge!&#8221;</p><p style="padding-left: 40px;">O medo é um instinto básico de defesa e muito importante, mas não num momento como esse né? Nessa hora, não é isso que você quer, você não quer fugir dali, muito pelo contrário.</p><p style="padding-left: 40px;"><strong>Mas o que a pessoa com vaginismo faz?</strong></p><p style="padding-left: 40px;">O medo faz com que a mente dispare o comando para ela se contrair e se defender daquele momento potencialmente doloroso.</p><p style="padding-left: 40px;">E na hora que ela contrai, ela contrai o corpo inteiro &#8211; inclusive a musculatura pélvica.</p><p style="padding-left: 40px;">E não somente acontece a contração, mas muitas vezes também tem outras reações físicas, como taquicardia, coração acelerado, suor frio nas mãos, treme toda, fica &#8220;ai, meu Deus&#8221;&#8230; reações típicas de pânico, de fobia mesmo.</p><p style="padding-left: 40px;">E aí na hora que ela deixa ou permite a penetração, assim toda contraída, de fato sente dor &#8211; e é nesse momento que a mente reforça que a penetração é dolorosa.</p><p style="padding-left: 40px;">A partir daí ela entra num ciclo vicioso que dificilmente conseguirá sair sozinha&#8230; eu digo dificilmente porque obviamente nesses casos nada é 0 e 100, tem gente que pode conseguir, mas a chance de conseguir sair disso sozinha, sem ajuda, é menor. Quando você tá dentro desse ciclo a chance é muito menor.</p><p style="padding-left: 40px;"><strong>Mas é importante entender que as dificuldades do vaginismo não só sexuais.</strong></p><p style="padding-left: 40px;">As dificuldades do vaginismo também podem ser no nível não sexual, como a de não conseguir inserir um absorvente interno ou até mesmo fazer um exame ginecológico, por exemplo.</p><p style="padding-left: 40px;">Se você se identificou com o que acabou de ler, não deixe de ler este artigo até o final. Você vai aprender tudo o que precisa saber sobre o vaginismo e como vencê-lo. E se desejar, pode adquirir meu <a href="https://www.cursos.marianamaldonado.com.br/ebook-dor-relacao-sexual-bw">Livro &#8220;Vencendo o Vaginismo com Autoconhecimento&#8221;</a>, onde apresento a técnica que eu desenvolvi e que ensino no meu Programa Chave Mestra, que já ajudou mais de 700 mulheres a vencerem o vaginismo e ter finalmente uma vida sexual saudável, sem medo e sem dor na penetração.</p><h2 style="padding-top: 0px; padding-left: 40px; font-size: 24px;"><span style="font-weight: bold;">Como saber se eu tenho Vaginismo?</span></h2><p style="padding-left: 40px;"><span style="color: #515151; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.25); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; white-space: pre-wrap; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-size: 1rem;">E se você tivesse a oportunidade de descobrir se a dor que sente pode ou não ser do vaginismo!? Pois bem&#8230;</span></p><p style="padding-left: 40px;"><strong style="font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; white-space: pre-wrap; font-size: 1rem; color: #515151;">Eu desenvolvi um teste junto com a minha equipe para você marcar as opções que mais se identifica e receber imediatamente o resultado escrito por mim.</strong></p><p style="padding-left: 40px;"><span style="font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-size: 1rem; color: #515151; background-color: rgba(255, 255, 255, 0.25); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; white-space: pre-wrap;">No resultado que você receber terá minha análise de qual pode ser o seu tipo de vaginismo e o nível que sua dificuldade para permitir a penetração está classificada. Além disso, você receberá a minha recomendação do que deve fazer para se tratar dessa questão.</span></p></div>
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><strong>Níveis de vaginismo:</strong></h2>
<p style="padding-left: 40px;">Dependendo da intensidade dessa reação ao medo, a pessoa pode ter mais ou menos dificuldade ou dor na hora de tentar penetrar.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Por isso, de uma forma bem simplificada e para melhorar a compreensão, o vaginismo pode ser divido em três níveis:</p>
<h4 style="padding-left: 40px;"><strong>1. Leve</strong></h4>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>quando a dificuldade é menor e ela sente uma dor discreta para iniciar a penetração vaginal, mas logo depois que entra a dor acaba e o sexo flui normalmente, sendo muitas vezes prazeroso</li>
<li><span style="font-size: 1rem;">sinais físicos relacionados ao medo extremo como: suor frio, coração acelerado, tremor e contração da musculatura pélvica não são tão evidentes.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<h4 style="padding-left: 40px;"><strong>&nbsp;2. Moderado:</strong></h4>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><span style="font-size: 1rem;">quando a dificuldade é maior e a relação já começa com um certo nível de dor que não passa e ela muitas vezes tem que pedir pra parar, pois não consegue terminar o ato;</span></li>
<li><span style="font-size: 1rem;">sinais físicos relacionados a fobia e uma contração maior da musculatura pélvica estão presentes.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong style="font-size: 1rem;">3. Severo/grave:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><span style="font-size: 1rem;">Quando a dificuldade é tamanha que nem um cotonete é capaz de passar por ali sem provocar dor, quanto mais um pênis, além de sinais evidentes de reação ao medo extremo: suor frio, sensação de angústia, tremores pelo corpo, coração acelerado e&#8230;contração intensa da musculatura pélvica.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>IMPORTANTE: </strong>Nenhum desses 3 níveis é normal, alias, não é normal sentir nenhum tipo de dor para iniciar a penetração vaginal, ainda mais de forma constante e recorrente!</p>
<p style="padding-left: 40px;">Não! Nem um pouquinho!</p>
<h2 style="padding-left: 40px;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Tipos de vaginismo:</strong></span></h2>
<p style="padding-left: 40px;">Além de dividirmos o Vaginismo em níveis – leve, moderado ou severo/grave, ele também pode ser dividido em tipos, conforme a sua origem.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Dentro dessa divisão, o Vaginismo pode ser <strong>primário, secundário ou misto</strong>. Apesar de ser uma &nbsp;classificação antiga e hoje não ser mais tão utilizada, acho bem interessante para ajudar a entender.</p>
<h4 style="padding-left: 40px;"><strong>&nbsp;1. Vaginismo Primário:</strong></h4>
<p style="padding-left: 40px;">No Vaginismo primário, o tipo <strong>psicológico</strong> é o mais comum de todos eles.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Nesse caso, a pessoa não tem absolutamente nada de errado com o corpo e nem com a sua vagina.</p>
<p style="padding-left: 40px;">É absolutamente normal do ponto de vista físico.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Esse tipo de situação costuma acompanhar a pessoa desde o início da sua vida sexual.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Ou seja, ela nunca na vida conseguiu experimentar uma penetração vaginal sem dor ou alguma dificuldade.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Isso dentre aquelas que ainda permitem alguma penetração, as que estão no grupo leve e moderado.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Muitas que estão no grupo severo/grave ainda podem ter o hímen integro ou apenas parcialmente rompido pelas tentativas frustradas de penetração, mesmo casadas ou em relações estáveis há muitos anos.</p>
<p style="padding-left: 40px;"><img src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/dor-na-relacao-300x185.jpg" alt="tipos de vaginismo" width="232" height="143"></p>
<p style="padding-left: 40px;">O que dispara o problema é o <strong>pensamento antecipatório</strong>: só de pensar na dor que pode sentir, a reação ao medo é disparada: o coração acelera, a mão fica gelada e suada, o corpo treme e se contrai.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Como não existe nenhuma doença na região genital capaz de provocar esse problema, há uma grande dificuldade por parte de muitos profissionais de entender e diagnosticar a origem dessa dor.</p>
<h4 style="padding-left: 40px;"><strong>&nbsp;2. Vaginismo Secundário:</strong></h4>
<p style="padding-left: 40px;">No Vaginismo secundário, como o próprio nome diz, a pessoa tinha uma vida sexual normal, sem dor ou dificuldade para permitir a penetração vaginal, mas a partir de um determinado momento, passou a ter.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Esse tipo de vaginismo normalmente é causado por alguma doença/problema na região genital ou até mesmo um trauma psicológico importante como violência sexual.</p>
<p style="padding-left: 40px;">A grande diferença para o vaginismo primário é que nesse caso, a pessoa tem a memória anterior do que é ter uma penetração sem dor e isso facilita bastante na hora de tratar.</p>
<p style="padding-left: 40px;">E ainda existe o tipo <strong>primário misto</strong>, que não é tão comum, onde podemos encontrar características comuns aos 2 grupos &#8211; quando o medo da dor está associado a uma doença/problema na região genital, presente desde o início da vida sexual.</p>
<h2 style="padding-left: 40px;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Causas do vaginismo</strong></span></h2>
<p style="padding-left: 40px;">De onde será que vem toda essa dor?</p>
<p style="padding-left: 40px;">Para a maioria dos ginecologistas experientes, não é difícil identificar e tratar uma doença ou alteração aparente na região genital que provoque dor na relação sexual, mas e quando a pessoa não tem problema nenhum por lá?</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Essa é a primeira lição que você precisa entender:</strong></p>
<p style="padding-left: 40px;">Quando dizemos que o vaginismo é psicológico, isso não significa que você está ficando maluca, inventando na sua cabeça uma dor/ardência/incômodo ou o nome que quiser chamar, que na realidade não existe.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Ela existe sim, você realmente sente na hora da penetração do pênis ou de um dilatador e até naquele momento em que tenta introduzir seu dedo, mas não porque tem algo de errado ou alguma doença na sua vagina, ou porque ela é “pequena, apertada demais e não passa nada”.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Essa sensação ruim só existe porque quando você percebe a “ameaça” da penetração, a sua mente (representada pelo seu inconsciente) reconhece esse momento como um perigo em potencial e, instintivamente, manda uma ordem pro seu corpo se defender.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Frente a uma ameaça, a resposta imediata do corpo é a fuga. Esse é um instinto básico para nossa sobrevivência e defesa.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Essa reação física do corpo frente ao medo é bastante conhecida: coração disparado, suor frio, mãos geladas, tremores pelo corpo e a contração de toda a musculatura.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Como nesse momento como não dá pra fugir dali, a forma que o corpo encontra para se defender é se contraindo.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Você literalmente trava o corpo todo, mas principalmente as pernas e a musculatura pélvica, na tentativa de evitar o momento doloroso.</p>
<p style="padding-left: 40px;">E tentar a penetração assim, toda contraída realmente será doloroso, até para outras pessoas que não sofrem com o problema!</p>
<p style="padding-left: 40px;"><img src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/mulher-triste-300x200.jpg" alt="causas do vaginismo" width="239" height="159"></p>
<p style="padding-left: 40px;">Afinal de contas, dor e prazer não se misturam e estão em extremos opostos!</p>
<p style="padding-left: 40px;">Exceto para os masoquistas, que sentem prazer na dor, mas essa definitivamente não é a realidade de quem sofre com vaginismo, concorda?</p>
<p style="padding-left: 40px;">Essa é uma grande reação paradoxal e porque não dizer, cruel?</p>
<p style="padding-left: 40px;">Por mais que você queira de verdade estar ali com quem ama e deseja, seu medo é tão grande e tão maior que você literalmente trava!</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>A segunda lição que você deve aprender:</strong> toda vez que o medo da dor for maior do que o seu desejo de ser penetrada, não terá jeito!</p>
<p style="padding-left: 40px;">A mente vai disparar o comando de defesa e você vai contrair, mesmo contra a sua vontade!</p>
<p style="padding-left: 40px;">Agora você pode me perguntar: mas então se o medo da dor é o principal gatilho para essa contração, o que provoca esse medo?</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Quem tem mais chance de sofrer com o problema?</strong></p>
<p style="padding-left: 40px;">Acho que deve ter ficado claro para você que o vaginismo é disparado pelo medo que a pessoa tem da dor, mesmo estando fisicamente saudável.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Mas o que será capaz de provocar um medo desse tamanho?</p>
<p style="padding-left: 40px;">Existem determinadas caraterísticas pessoais e histórias de vida que podem aumentar a chance de sofrer com o Vaginismo Primário, mas ao longo desses mais de 22 anos tratando de mulheres que sofrem com o problema, percebi que todas ou quase todas as que atendi tinham um perfil bastante comum, independentemente do nível – leve, moderado ou severo:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Extremamente ansiosas, estressadas e centralizadoras: querem resolver tudo e de preferência para ontem, difícil relaxar para aproveitar os momentos de prazer e o sexo é só um deles!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>São mestres nos pensamentos antecipatórios</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>São mais tímidas e reservadas quando o assunto é intimidade, tem dificuldade de se entregar ao outro;</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Muitas tiveram uma educação mais repressora, por vezes religiosa, e com pouca conversa em casa sobre seu corpo e sexualidade.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>E&#8230; falta de habilidade em explorar naturalmente a sua vagina por dentro de por fora e de conhecer todas as suas sensações</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Pode até parecer pouco pra você, mas se juntarmos tudo isso no mesmo caldeirão, dá um bom caldo pra alimentar o medo!</p>
<p style="padding-left: 40px;">E lembre que é por causa dele que você contrai!</p>
<p style="padding-left: 40px;">Essa dificuldade não é culpa da sua musculatura pélvica, afinal ela não contrai e nem tensiona assim, do nada! Nesse caso existe motivo e é o medo! Lembra disso.</p>
<p style="padding-left: 40px;">E vou mais além: ao longo de todos esses anos de trabalho com mais de 700 mulheres cis (homo, bi, hetero e outros), percebi que todas ou quase todas que atendi com vaginismo primário tinham uma grande característica comum, que para mim é o maior motivo para se temer a dor e ter essa dificuldade no ato da penetração:</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>A falta de habilidade total ou parcial de explorar com naturalidade a própria vagina.</strong></p>
<p style="padding-left: 40px;">É isso mesmo que você leu!</p>
<p style="padding-left: 40px;">E olha que não estou falando do nível erótico, porque muitas que sofrem com vaginismo não tem problemas com isso.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Sentem desejo, ficam excitadas, com boa lubrificação e chegam ao orgasmo com sexo oral ou masturbação clitoriana, por exemplo.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Fazem tudo isso, mas não tem o hábito ou simplesmente não conseguem colocar 1 e 2 dedos dentro da vagina de forma natural e fazer os movimentos internos com desenvoltura e de forma espontânea, neutra e confortável. Por exemplo, colocar o dedo dentro da vagina para sentir sua secreção, se está ou não ovulando, sentir a altura do colo do útero. Sabia que fazer isso é perfeitamente possível?</p>
<p style="padding-left: 40px;">Deu um arrepio só de pensar? Pois é exatamente isso o que a pessoa com vaginismo sente. Sempre tem algum nível de dor, desconforto ou incômodo, seja físico ou psíquico na hora de se manipular.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Como se a vagina fosse uma entidade à parte e não uma parte do corpo!</p>
<p style="padding-left: 40px;">Se tem algo que eu percebo hoje, depois de todos esses anos, é que se essa falta de conhecimento e domínio da vagina, nesse nível que proponho, não for o motivo principal desse medo/ansiedade que você tem de ser penetrada, certamente contribui muito para alimentá-lo. Isso porque dentro da minha visão, o medo de ver e explorar a própria vagina é o primeiro e o mais primitivo dentre todos os demais medos em relação a penetração vaginal.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Por isso, acabar com ele precisa ser a primeira parte de qualquer tratamento!</p>
<p style="padding-left: 40px;">Se você se identificou com o que eu estou falando, pare e pense comigo: Se você não domina e nem conhece realmente o que tem aí embaixo nesse nível que acabei de falar agora, como permitir que algo ou alguém entre dentro de você sem ter medo ou se sentir ansiosa?</p>
<p style="padding-left: 40px;">É preciso conquistar o seu território e perder o medo de si mesma primeiro para depois permitir que outra pessoa entre aí dentro!</p>
<p style="padding-left: 40px;">Mais literal, impossível!</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Para facilitar esse processo de auto conhecimento e domínio da vagina, eu desenvolvi uma técnica, que chamei de Ressignificação Genital.</strong></p></div>
				</div>
				</div>
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			<a href="#testevaginismo" class="elementor-button-link elementor-button elementor-size-lg" role="button">
						<span class="elementor-button-content-wrapper">
						<span class="elementor-button-text"><span style="text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;">TESTE: POSSO TER VAGINISMO?</span><span style="text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;"></span></span>
		</span>
					</a>
		</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><strong>Tratamentos para vaginismo</strong></h2><p style="padding-left: 40px;">Mas então, como é feito o tratamento do vaginismo?</p><p style="padding-left: 40px;">Se por definição o vaginismo é desencadeado pelo medo da dor, faz sentido dizer que para ter sucesso no tratamento e conseguir superar de vez o problema é necessário identificar e trabalhar a (s) causa (s) desse medo, concorda?</p><p style="padding-left: 40px;">É importante saber que qualquer tratamento escolhido para o vaginismo – com médico, psicólogo ou fisioterapeuta pélvico &#8211; pode ser 100% bem sucedido com a combinação entre a força de vontade da pessoa + orientação adequada + profissional capacitado e qualificado em Sexologia.</p><p style="padding-left: 40px;">Ter essa qualificação é fundamental para aumentar as chances de sucesso do seu tratamento e não dá pra abrir mão!</p><p style="padding-left: 40px;"><strong>Não existe milagre: o caminho é árduo! Exige dedicação e mudança de postura! Mas é possível e preciso encarar!</strong></p><p style="padding-left: 40px;"><img src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/11/sinal-de-ok-300x169.png" alt="Tratamento do vaginismo" width="227" height="128" /></p><p style="padding-left: 40px;">Não existe tratamento com, cirurgia, pompoarismo ou outros exercícios milagrosos para resolver o problema.</p><p style="padding-left: 40px;">Também não dá para prever quanto tempo vai demorar, pois isso varia demais.</p><p style="padding-left: 40px;">Sei que falar de tempo para alguém ansioso é difícil, mas o que posso afirmar é: quando você conhece e domina o seu corpo nesse nível que proponho é possível ir muito mais rápido!</p><p style="padding-left: 40px;"><strong>E não é difícil aprender, pelo contrário! É muito mais simples do que você imagina!</strong></p><p style="padding-left: 40px;">De uma forma geral, o tratamento do vaginismo é baseado em:</p><ul><li style="list-style-type: none;"><ul><li style="list-style-type: none;"><ul><li>orientações para o autoconhecimento e reeducação sexual;</li><li>exercícios sexuais que podem ou não envolver a parceria;</li><li>psicoterapia para controle da ansiedade e outras questões;</li><li>além de técnicas de dessensibilização e relaxamento da musculatura pélvica, através de massagens perineais, biofeedback e a introdução progressiva dos dilatadores vaginais.</li></ul></li></ul></li></ul><p style="padding-left: 40px;">Essa última parte, o relaxamento, reeducação da musculatura pélvica e inserção progressiva dos dilatadores é geralmente o foco do trabalho na fisioterapia pélvica.</p><p style="padding-left: 40px;">Como falei lá no início, quando o tratamento é bem feito, a chance de sucesso é grande!</p><p style="padding-left: 40px;">A questão é que se focar somente numa parte do tratamento, pode ser mais difícil e demorado ficar totalmente livre do problema.</p><p style="padding-left: 40px;"><strong>Como diz um velho ditado “uma andorinha só não faz verão”.</strong></p><p style="padding-left: 40px;">Eu mesma já atendi muitas mulheres que tinham recebido alta da fisioterapia pélvica ou da psicoterapia, conseguindo introduzir até o último dilatador vaginal sem dificuldades, mas não conseguiam inserir facilmente o seu próprio dedo e ainda continuavam com dor na hora da relação.</p><p style="padding-left: 40px;">Não quero dizer com isso que o meu método funciona melhor do que a fisioterapia ou a psicoterapia e que será 100% garantido você conseguir ter uma relação sexual sem dor, até porque isso não vai depender somente de você.</p><p style="padding-left: 40px;">Lembre que na hora da cama, tem outra pessoa envolvida e interagindo diretamente.</p><p style="padding-left: 40px;">Tudo isso interfere também na sua ação e reação aos estímulos sexuais.</p><p style="padding-left: 40px;">E nesse ponto, a qualidade da relação do casal é fundamental, ou seja, mesmo estando livre totalmente do medo, conhecendo e dominando seu corpo, se a relação com a sua parceria sexual não estiver boa, o sexo também pode não ficar!</p><p style="padding-left: 40px;">O que digo e afirmo é que para formar a sua base e te preparar para essa batalha contra o vaginismo, você vai precisar de armas poderosas: dominar e conhecer sua vagina profunda e intimamente deve ser a primeira delas. Para usar e desfrutar do que tem aí embaixo sem limitações e da forma como deseja, você vai precisar conhecer muito bem. E isso vai além da sua identidade de gênero ou orientação sexual.</p><p style="padding-left: 40px;">E o melhor de tudo isso: é possível aprender como fazer usando as suas próprias mãos.</p><p style="padding-left: 40px;"><strong>Todo esse poder está dentro de você!</strong></p><p style="padding-left: 40px;">Para te ajudar nesse processo de autoconhecimento que considero fundamental e que quase ninguém ensina, desenvolvi uma técnica para te guiar nesse aprendizado e que você pode fazer sozinha, em casa, independentemente de ter ou não uma parceria sexual no momento.</p><p style="padding-left: 40px;">Mesmo que você seja virgem, é possível praticar.</p><p style="padding-left: 40px;"><strong>A ela, dei o nome de Ressignificação Genital.</strong></p><p style="padding-left: 40px;">E antes que você me pergunte: não tem absolutamente nada a ver com os exercícios ensinados na fisioterapia.</p><p style="padding-left: 40px;">Estou certa que sem passar por esse processo completo de ressignificação da sua vagina, será muito difícil você se entregar e perder o medo da dor na hora da relação sexual, ainda que consiga introduzir todos os dilatadores e que sua relação de casal esteja ótima!</p><p style="padding-left: 40px;">Falando nisso, muitas me perguntam se é possível continuar as tentativas de penetração com a parceria sexual durante o tratamento.</p><p style="padding-left: 40px;">Isso depende muito, e particularmente, eu só recomendo depois que a mulher está numa fase um pouco mais avançada do processo de ressignificação.</p><p style="padding-left: 40px;"><strong>E a última lição de hoje: Não adianta só você querer ser algo que ainda não é.</strong></p><p style="padding-left: 40px;">É preciso dar um outro significado a tudo o que você aprendeu até hoje.</p><p style="padding-left: 40px;">É preciso ressignificar o que é ser mulher!</p><p style="padding-left: 40px;">E isso precisa passar primeiro pelo seu corpo, pelo seu órgão genital, sua vagina! Não basta apenas conseguir deixar a penetração acontecer, você precisa se sentir CAPAZ de tê-la! Esse é o principal objetivo da Ressignificação!</p></div>
				</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-82326a9 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="82326a9" data-element_type="widget" id="testevaginismo" data-widget_type="text-editor.default">
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><strong>Posso ter Vaginismo?</strong></h2></div>
				</div>
				</div>
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				<div class="elementor-widget-container">
					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><span style="font-weight: bold;">(faça o teste agora)</span></h2></div>
				</div>
				</div>
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										<img width="150" height="150" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Dra. Mariana Maldonado" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-150x150.jpg 150w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-12x12.jpg 12w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Imagem1-100x100.jpg 100w" sizes="100vw" title="Vaginismo | O que é, Causas e Sintomas | Tudo o que você precisa saber" />											</div>
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					<div class="elementor-text-editor elementor-clearfix"><h2 style="padding-left: 40px;"><span style="color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ); font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-size: 1rem;">Como médica ginecologista e sexóloga com <strong>23 anos de experiência</strong> no tratamento das dores sexuais femininas, desenvolvi este <strong>teste</strong> para te ajudar a identificar se a dor que sente pode (ou não) <strong>ser vaginismo</strong>, e orientar com o que, na minha opinião, pode ser <strong>o melhor a ser feito</strong> conforme o que você responder. Espero de verdade que minhas respostas consigam te ajudar a encontrar um caminho! <strong>Com carinho, Dra. Mariana Maldonado.</strong>&#8221;&nbsp;</span></h2></div>
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					</div>
		<p>O post <a rel="nofollow" href="https://marianamaldonado.com.br/entendendo-melhor-o-que-e-o-vaginismo/">Vaginismo | O que é, Causas e Sintomas | Tudo o que você precisa saber</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://marianamaldonado.com.br">Mariana Maldonado</a>.</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Sexo oral transmite doenças?</title>
		<link>https://marianamaldonado.com.br/sexo-oral-transmite-doencas/</link>
				<pubDate>Wed, 24 Jun 2020 11:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Mariana Maldonado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[DSTs / Aids]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://marianamaldonado.com.br/?p=2891</guid>
				<description><![CDATA[<p>Sexo oral também transmite doenças? Posso pegar uma doença sexualmente transmissível (DST) com sexo oral? Quem tem mais chance de pegar? Quem faz ou quem recebe? Ou será que ambos tem o mesmo risco? Muita gente me pergunta se existe alguma prática sexual mais segura, que seja menos arriscada para se pegar uma DST. Como &#8230; </p>
<p class="link-more"><a href="https://marianamaldonado.com.br/sexo-oral-transmite-doencas/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Sexo oral transmite doenças?"</span></a></p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bmc4g7VaojU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Sexo oral também transmite doenças?</h2>
<p>Posso pegar uma <a href="https://marianamaldonado.com.br/usar-camisinha-porque-ainda-e-tao-dificil/">doença sexualmente transmissível (DST)</a> com sexo oral?</p>
<p>Quem tem mais chance de pegar? Quem faz ou quem recebe?</p>
<p>Ou será que ambos tem o mesmo risco?</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1199" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida-300x212.jpg" alt="Sexo oral transmite doenças?" width="300" height="212" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida-300x212.jpg 300w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida-768x542.jpg 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida.jpg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Muita gente me pergunta se existe alguma prática sexual mais segura, que seja menos arriscada para se pegar uma DST.</p>
<p>Como se existisse uma escala de práticas da mais arriscada para menos arriscada.</p>
<p>Não sei se você sabe, mas as <a href="https://marianamaldonado.com.br/usar-camisinha-porque-ainda-e-tao-dificil/">doenças sexualmente transmissíveis</a> ainda estão entre um dos maiores problemas em saúde pública no mundo, mesmo com tanta campanha de prevenção e estímulo ao uso da camisinha.</p>
<h2>O número de pessoas contaminadas com DST é alarmante.</h2>
<p>Dados da <a href="https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5958:a-cada-dia-ha-1-milhao-de-novos-casos-de-infeccoes-sexualmente-transmissiveis-curaveis&amp;Itemid=812">Organização Mundial de Saúde</a> indicam que a dia ocorrem mais de 1 mihão de casos novos de DST curáveis entre pessoas de 15 &#8211; 49 anos.</p>
<p>O equivalente a, aproximadamente, 376 milhões de casos novos anuais de DST curáveis no mundo todo.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2476" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-200x300.jpg" alt="Sexo oral transmite doenças?" width="200" height="300" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-200x300.jpg 200w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-768x1152.jpg 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-683x1024.jpg 683w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p>Mas será que todas as práticas sexuais tem o mesmo risco?</p>
<p><a href="https://marianamaldonado.com.br/sexo-anal-e-perigoso/">Sexo anal</a> é mais arriscado do que o vaginal e do que o sexo oral?</p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/ebook-dor-relacao-sexual">Liberte-se da Dor na Relação Sexual: A Cura do Vaginismo ao Alcance da Sua Mão – Baixe meu Ebook agora!</a></p>
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<p>Como fica isso?</p>
<p>Gente, qualquer contato sexual sem a proteção da camisinha pode aumentar o risco de contaminação por DST.</p>
<p>Só ela é capaz de diminuir esse risco.</p>
<p>Prestou atenção no que eu disse agora?</p>
<p>Eu disse diminuir e não zerar o risco, porque isso minha amiga&#8230;só mesmo se você resolver não fazer mais nada com ninguém.</p>
<p>O que é bem pouco provável, concorda?</p>
<p>Fora a abstinência, a única prática sexual realmente segura para evitar DST é a <a href="https://marianamaldonado.com.br/e-normal-a-mulher-se-masturbar/">masturbação</a>!</p>
<p>Todas as demais práticas sem a proteção da camisinha – anal, vaginal e oral &#8211; têm seus riscos, tanto para quem faz quanto para quem recebe!</p>
<p>Aí você pode me perguntar: Dra. Mariana, <a href="https://marianamaldonado.com.br/sexo-anal-e-perigoso/">sexo ana</a>l e vaginal protegido tudo bem, dá pra fazer, mas e o sexo oral?</p>
<p>Como fazer ou pedir que façam em mim de camisinha?</p>
<p>Realmente, a maior parte das pessoas não tem o hábito de fazer sexo oral protegido.</p>
<p>Tanto é assim que o número de casos de <a href="https://capricho.abril.com.br/vida-real/hpv-aumenta-em-jovens-o-uso-da-camisinha-ainda-e-um-desafio/">câncer de garganta em homens heterossexuais</a> vem aumentando ao longo dos anos.</p>
<p>Você consegue imaginar o porque?</p>
<p>Conhece algum homem heterossexual que faça sexo oral na sua parceira usando proteção? Difícil né?</p>
<p>Mas sexo oral sem proteção aumenta muito a chance de se contaminar pelo <a href="https://marianamaldonado.com.br/hpv-mitos-e-realidade/">HPV</a>, um vírus sexualmente transmissível relacionado a diversos tipos de câncer, como o de colo de útero, vagina, vulva, de intestino, pênis e garganta!</p>
<h2>Quem recebe o sexo oral desprotegido também corre riscos.</h2>
<p>O contado direto da boca com a região genital também pode aumentar a chance de transmissão de doenças como <a href="https://saude.gov.br/saude-de-a-z/sifilis">sífilis</a>, <a href="https://marianamaldonado.com.br/hepatites-2/">hepatite</a>, <a href="https://marianamaldonado.com.br/cervicite/">gonorreia</a>, <a href="https://marianamaldonado.com.br/cervicite/">clamídia</a>, <a href="https://marianamaldonado.com.br/hpv-mitos-e-realidade/">HPV</a> e <a href="https://marianamaldonado.com.br/o-hiv-e-a-aids-a-epidemia-do-seculo/">HIV</a>. Então a resposta da nossa pergunta lá no inicio do vídeo é: sim!</p>
<p>Sexo oral também transmite doenças e precisa de proteção!</p>
<p>Camisinha sempre!</p>
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<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>É normal chorar durante ou após o orgasmo?</title>
		<link>https://marianamaldonado.com.br/e-normal-chorar-durante-ou-apos-o-orgasmo/</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 13:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Mariana Maldonado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://marianamaldonado.com.br/?p=2875</guid>
				<description><![CDATA[<p>É normal chorar durante ou após o orgasmo? Por que isso acontece com algumas pessoas? Será que isso é normal ou significa algum problema? Choro, espirros, dor de cabeça, risos&#8230;sabiam que essas reações podem ser disparadas pelo orgasmo? &#160; Pois é isso mesmo! Recentemente recebi essa pergunta de uma das minhas seguidoras nas redes sociais: &#8230; </p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Oez3xjbqkew" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>É normal chorar durante ou após o orgasmo?</p>
<p>Por que isso acontece com algumas pessoas?</p>
<p>Será que isso é normal ou significa algum problema?</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2476" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-200x300.jpg" alt="É normal chorar durante ou após o orgasmo?" width="200" height="300" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-200x300.jpg 200w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-768x1152.jpg 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/mulher-surpresa-683x1024.jpg 683w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<h2>Choro, espirros, dor de cabeça, risos&#8230;sabiam que essas reações podem ser disparadas pelo orgasmo?</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pois é isso mesmo!</p>
<p>Recentemente recebi essa pergunta de uma das minhas seguidoras nas redes sociais:</p>
<h3>Dra, porque tem mulher que chora quando chega no orgasmo?</h3>
<p>Num primeiro momento pode parecer estranho, mas trata-se de uma resposta natural do corpo, apesar de não ser muito comum.</p>
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<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/curso-tecnicas-avancadas">Técnicas Avançadas para Conseguir (ou Turbinar) o Orgasmo – Garanta meu treinamento online agora!</a></p>
<p>Durante o orgasmo existe a liberação de diversas substâncias como endorfinas, adrenalina, e ocitocina que geram sensação de prazer, euforia e bem estar.</p>
<p>Mas a intensidade do prazer sentido pode ser tão grande que a reação é essa mesmo: um choro de emoção, de alegria que te invade e transborda!</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2415" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/mulher-na-agua-300x300.jpg" alt="É normal chorar durante ou após o orgasmo?" width="300" height="300" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/mulher-na-agua-300x300.jpg 300w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/mulher-na-agua-150x150.jpg 150w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/mulher-na-agua-768x768.jpg 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/mulher-na-agua-1024x1024.jpg 1024w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/mulher-na-agua-100x100.jpg 100w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/08/mulher-na-agua.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>E tem gente que chora de soluçar mesmo, treme o corpo todo como se fosse uma crise convulsiva, outras caem na risada de forma incontrolável&#8230;</p>
<p>Reações que podem deixar a pessoa que está ao lado um pouco impressionada e até mesmo preocupada, se estiver desavisada!</p>
<p>Portanto minha amiga, se você conhece essa sensação de megaorgasmo e sabe que isso pode acontecer se a química entre vocês for boa, é de bom tom avisar a sua parceria sexual sobre essa sua reação e que se acontecer, não precisa parar achando que está te machucando!</p>
<h2>Na verdade é exatamente o oposto!</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também não precisa abordar o assunto em tom solene, tipo: &#8220;olha eu choro quando gozo, tá? Não se assuste se isso acontecer! &#8220;</p>
<p>Aí corre o risco de assustar mais ainda!</p>
<p>Dê uma erotizada na conversa, tipo você acharia excitante uma mulher chorar de emoção na hora do orgasmo?</p>
<p>Ou então puxe o assunto de forma despretensiosa, durante uma conversa informal.</p>
<p>Haja com naturalidade e clareza, sempre!</p>
<p>Por outro lado, nem todo choro que acontece durante o orgasmo é ligado ao prazer, felicidade ou alegria.</p>
<p>A culpa e a vergonha também podem ser o gatilho para as lágrimas.</p>
<p>A energia orgásmica é tão poderosa que pode mobilizar sentimentos e memórias guardadas no fundo do baú, mas que vem a tona nesse momento.</p>
<p>E aí, ao invés de chorar de alegria, a pessoa chora de tristeza e isso é nada bom, principalmente quando acontece de forma recorrente.</p>
<p>Nessas situações uma avaliação do profissional de saúde – médico ou psicólogo – está indicado.</p>
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<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/curso-tecnicas-avancadas">Técnicas Avançadas para Conseguir (ou Turbinar) o Orgasmo – Garanta meu treinamento online agora!</a></p>
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										</item>
		<item>
		<title>Posso transar menstruada?</title>
		<link>https://marianamaldonado.com.br/posso-transar-menstruada/</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2020 11:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Mariana Maldonado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[DSTs / Aids]]></category>
		<category><![CDATA[Menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[Para você ler]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://marianamaldonado.com.br/?p=2869</guid>
				<description><![CDATA[<p>Será que a mulher pode transar menstruada? Faz mal a saúde? Pode transmitir doenças? A mulher quando está menstruada tem mais vontade de transar? São tantas perguntas, não é mesmo? Essas são dúvidas muito comuns no dia-a-dia de todo ginecologista, pois a relação entre tesão e menstruação sempre despertou muita dúvida e curiosidade. O mito &#8230; </p>
<p class="link-more"><a href="https://marianamaldonado.com.br/posso-transar-menstruada/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Posso transar menstruada?"</span></a></p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9UBnCN7f_MU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Será que a mulher pode transar menstruada?</p>
<p>Faz mal a saúde? Pode transmitir doenças?</p>
<p>A mulher quando está menstruada tem mais vontade de transar?</p>
<p>São tantas perguntas, não é mesmo?</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1293" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mulher-na-duvida-300x222.png" alt="Posso transar menstruada?" width="300" height="222" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mulher-na-duvida-300x222.png 300w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mulher-na-duvida.png 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Essas são dúvidas muito comuns no dia-a-dia de todo ginecologista, pois a relação entre tesão e menstruação sempre despertou muita dúvida e curiosidade.</p>
<p>O mito da menstruação como sendo a “limpeza” do útero, a crença de que a mulher menstruada fica “suja” e que, por isso, não deve transar ainda é muito presente.</p>
<p>Antigamente, a mulher não podia sair de casa e nem lavar a cabeça na hora do banho quando estava menstruada, sabia?</p>
<p>Imagina fazer sexo?</p>
<h2>Na verdade, o sangue da menstruação não é nenhuma sujeira e nem significa um processo de limpeza do útero.</h2>
<p>A cada mês, a camada mais interna do útero &#8211; que tem o nome de endométrio &#8211; se descola da parede do órgão e sai pela vagina em forma de sangue menstrual.</p>
<p>Esse é um acontecimento normal e natural na vida de toda mulher e indica somente que naquele mês ela não engravidou.</p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/ebook-dor-relacao-sexual">Liberte-se da Dor na Relação Sexual: A Cura do Vaginismo ao Alcance da Sua Mão – Baixe meu Ebook agora!</a></p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/curso-tecnicas-avancadas">Técnicas Avançadas para Conseguir (ou Turbinar) o Orgasmo – Garanta meu treinamento online agora!</a></p>
<p><a href="https://marianamaldonado.com.br/sexo-na-menstruacao-e-possivel-engravidar/">Transar durante a menstruação</a> é muito mais uma questão de gosto, uma opção da mulher ou do casal.</p>
<h2>O ato em si não faz mal para a saúde.</h2>
<p>Mas&#8230;</p>
<p>Nunca é demais lembrar que as doenças sexualmente transmissíveis como o <a href="https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/aids-hiv">HIV</a>, <a href="https://marianamaldonado.com.br/sifilis-congenita/">sífilis</a>, <a href="https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/hepatite">hepatites</a>, <a href="https://marianamaldonado.com.br/cervicite/">gonorreia e clamidea</a> podem ser transmitidas pelas secreções corporais e isso inclui&#8230; o sangue menstrual!</p>
<p>Então todo cuidado é pouco na hora da transa.</p>
<p>Não dá para deixar a camisinha de lado, só por que você está menstruada, né? Isso vale para sua proteção e da sua parceria sexual também!</p>
<p>Existem casais que evitam as relações sexuais durante a menstruação por não se sentirem muito à vontade com a presença do sangue menstrual, outros são indiferentes e muitos até gostam, dizem que facilita a penetração.</p>
<p>Com relação ao <a href="https://marianamaldonado.com.br/quem-tem-mais-desejo-sexual-o-homem-ou-a-mulher/">desejo sexual</a>, a mulher pode sentir tesão em qualquer época do mês – durante a menstruação, na ovulação ou na fase pré-menstrual – basta ser devidamente estimulada e sentir-se à vontade para isto acontecer.</p>
<p>Digo isso, pois até hoje tem gente que insiste em comparar o comportamento sexual da mulher com o de outros animais que só têm relações sexuais no cio, quando estão aptas a conceber.</p>
<p>Mas, no caso da espécie humana, a natureza nos brindou com um atributo único em relação às demais espécies: a capacidade de pensar e ter a memória do prazer.</p>
<p>Diferentemente dos outros animais, os seres humanos fazem sexo com outros objetivos além da reprodução.</p>
<p>Para nós, sexo é fonte de prazer e por isso somos capazes de buscar por ele de forma voluntária, a qualquer hora e fase do mês, indo muito além do instinto básico da reprodução.</p>
<p>De fato, algumas mulheres dizem que <a href="https://marianamaldonado.com.br/as-fases-do-desejo/">durante a menstruação têm mais vontade de transar</a>, mas isto não é obrigatório e nem deve ser motivo de preocupação para aquelas que não têm!</p>
<p>Se isso fosse a regra, a mulher que usa um método anticoncepcional daqueles que não menstrua ou então aquela que já chegou na <a href="https://marianamaldonado.com.br/sexualidade-menopausa-e-hormonios/">menopausa</a> e não vai menstruar nunca mais, estariam condenadas a eterna <a href="https://marianamaldonado.com.br/diminuicao-ou-ausencia-do-desejo-sexual/">falta de tesão</a>.</p>
<p>E isso não acontece sempre!</p>
<p>Eu mesma já ouvi centenas de relatos de mulheres que dizem que o seu tesão aumentou e que descobriram o orgasmo só depois da menopausa, quando ficaram livres do medo de engravidar.</p>
<p>O mesmo acontece com muitas que usam métodos hormonais contínuos para tratar determinadas condições que afetam o seu bem estar.</p>
<p>Livres do problema, elas se libertam pro prazer!</p>
<p>Ter ou não vontade de transar é muito mais complexo do que estar dentro de qualquer fase do mês.</p>
<p>Então, se você está passando por alguma dificuldade ou tem dúvidas sobre o assunto, que tal busca ajuda de um profissional qualificado? Isso faz toda a diferença!</p>
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										</item>
		<item>
		<title>Como falar sobre os problemas sexuais?</title>
		<link>https://marianamaldonado.com.br/como-falar-sobre-os-problemas-sexuais/</link>
				<pubDate>Wed, 13 May 2020 11:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Mariana Maldonado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://marianamaldonado.com.br/?p=2863</guid>
				<description><![CDATA[<p>Você sabia que existem técnicas específicas de comunicação que podem te ajudar?</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GcdDntzVpD0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Você sofre com problemas sexuais, quer e precisa falar sobre o assunto, mas não sabe nem por onde ou como começar?</h2>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1199" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida-300x212.jpg" alt="Como falar sobre os problemas sexuais?" width="300" height="212" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida-300x212.jpg 300w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida-768x542.jpg 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida.jpg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Pois saiba que existem técnicas para melhorar a comunicação que você pode aprender para facilitar sua vida!</p>
<p>Se você é uma mulher mais tímida e reservada quando o tema é intimidade e tem dificuldade para falar sobre o que quer, sente e deseja para quem está ao seu lado, saiba que existem alguns recursos de comunicação que você pode aprender para te ajudar!</p>
<p>E quando o assunto é a <a href="https://marianamaldonado.com.br/entendendo-melhor-o-que-e-o-vaginismo/">dor na relação sexual</a> sem causa aparente&#8230; aí então&#8230; é que pode ficar muito mais difícil pra falar, concorda?</p>
<p>Porque todo mundo consegue ter relação sem dor e eu não?</p>
<p>O que tem de tão errado comigo?</p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/ebook-dor-relacao-sexual">Liberte-se da Dor na Relação Sexual: A Cura do Vaginismo ao Alcance da Sua Mão – Baixe meu Ebook agora!</a></p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/curso-tecnicas-avancadas">Técnicas Avançadas para Conseguir (ou Turbinar) o Orgasmo – Garanta meu treinamento online agora!</a></p>
<p>Amiga, entenda uma coisa: você não precisa e nem deve ficar sofrendo sozinha e em silêncio.</p>
<h2>A primeira coisa que você precisa fazer, se ainda não fez é procurar um profissional formado em sexologia para te avaliar.</h2>
<p>Pode ser um médico ginecologista, um psicólogo ou um fisioterapeuta pélvico especializado.</p>
<p>Saber o que você tem e como pode ser livrar disso é o primeiro passo!</p>
<p>Eu sei que pode parecer difícil no início, mas saber falar de forma clara, objetiva e fácil de entender é fundamental e não é só na hora de buscar ajuda pra se tratar não!</p>
<p>Você também precisa desenvolver essas habilidades para conversar sobre isso com quem está ao seu lado, ou se estiver solteira, com quem você escolher estar!</p>
<p>E é difícil encontrar alguém que te ensine isso, não é?</p>
<p>Saber conversar é uma verdadeira arte!</p>
<p>Ter um equilíbrio entre o saber falar e o saber ouvir é a chave para uma boa conversa!</p>
<p>Mas para quem é tímida, reservada, muito ansiosa e sofre com as dores na hora relação&#8230;ah&#8230;esse equilíbrio pode ser muito difícil, concorda?</p>
<h2>Por isso separei aqui algumas dicas pra te dar sobre como melhorar sua forma de se comunicar.</h2>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2549" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/11/sinal-de-ok-300x169.png" alt="Como falar sobre os problemas sexuais?" width="300" height="169" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/11/sinal-de-ok-300x169.png 300w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/11/sinal-de-ok-768x432.png 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/11/sinal-de-ok-1024x576.png 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Como esse vídeo é curtinho, não vai dar tempo pra explorar esse assunto como eu gostaria, mas se você se identificar com o que vou falar agora e quiser saber mais sobre o assunto, que tal ser minha aluna do meu curso online <a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/programa-chave-mestra">Programa Chave Mestra</a>?</p>
<p>Esse material completo também faz parte dele! Vale a pena conferir!</p>
<p>Pra começar, se você está solteira no momento e quer mudar essa situação, mas desanima só de imaginar que terá que falar sobre o que sente pra outra pessoa,  preste atenção no que vou te dizer agora:</p>
<h2>Nunca, jamais faça da sua situação atual o seu cartão de visitas!</h2>
<p>Ou seja, se você conhecer alguém que te interesse, não fale sobre isso logo no primeiro encontro.</p>
<p>Começar uma conversa desanimada ou dizendo: “olha, acho que você não vai querer mais ficar comigo porque eu não vou conseguir transar com você”, dificilmente tornará você uma pessoa interessante.</p>
<p>Tenha calma, porque se o primeiro encontro evoluir, vocês saírem mais vezes e começar a formar um vínculo afetivo, certamente surgirá uma boa oportunidade para tocar nesse assunto, mas de outra forma!</p>
<p>Agora tenho uma dica para você que tem uma parceria amorosa, mas ainda continua forçando a barra para ter penetração pra ver se uma hora vai e consegue resolver o problema.</p>
<p>Podem parar com isso, vocês dois!</p>
<p>Você de pensar que vai resolver isso na marra e ele de achar que não existe um problema.</p>
<p>Acho que já deu né?</p>
<p>Se você está nessa situação há mais de 6 meses e ainda não saiu, não é assim que vai conseguir resolver.</p>
<p>Está na hora de colocar limites:</p>
<ul>
<li>
<h3>fale claramente sobre seu sentimento de frustração a cada tentativa mal sucedida e como isso te afeta.</h3>
</li>
<li>
<h3><span style="font-size: 1rem;">Descreva seu sentimento de forma sincera!  </span><span style="font-size: 1rem;">Você poderá se surpreender com a resposta.</span></h3>
</li>
</ul>
<p>Com certeza, não é só você que é afetada com isso. Quem está ao seu lado porque gosta de você,  também sente e muito. Pode acreditar!</p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/ebook-dor-relacao-sexual">Liberte-se da Dor na Relação Sexual: A Cura do Vaginismo ao Alcance da Sua Mão – Baixe meu Ebook agora!</a></p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/curso-tecnicas-avancadas">Técnicas Avançadas para Conseguir (ou Turbinar) o Orgasmo – Garanta meu treinamento online agora!</a></p>
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		<item>
		<title>O que é um nódulo de mama?</title>
		<link>https://marianamaldonado.com.br/o-que-e-um-nodulo-de-mama/</link>
				<pubDate>Wed, 29 Apr 2020 11:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Mariana Maldonado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://marianamaldonado.com.br/?p=2855</guid>
				<description><![CDATA[<p>Imagine a cena&#8230; Um belo dia, de baixo do chuveiro, você resolve palpar seu seio e sente que tem alguma coisa diferente ali, parecida com um caroço, um nódulo na mama. Qual seria sua primeira reação? O que você sentiria nesse exato momento? Medo? Pavor?  Pânico? Ai, meu Deus, será que estou com um câncer &#8230; </p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HOvpdExAG3A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Imagine a cena&#8230;</p>
<p>Um belo dia, de baixo do chuveiro, você resolve palpar seu seio e sente que tem alguma coisa diferente ali, parecida com um caroço, um nódulo na mama.</p>
<p>Qual seria sua primeira reação?</p>
<p>O que você sentiria nesse exato momento? Medo? Pavor?  Pânico?</p>
<p>Ai, meu Deus, será que estou com um <a href="https://marianamaldonado.com.br/cancer-de-mama/">câncer de mama</a>?</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2475" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-212x300.jpg" alt="O que é um nódulo de mama?" width="212" height="300" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-212x300.jpg 212w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-768x1086.jpg 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome-724x1024.jpg 724w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Design-sem-nome.jpg 794w" sizes="(max-width: 212px) 100vw, 212px" /></p>
<p>Se você já passou por uma situação assim deve saber do que estou falando!</p>
<p>Para muitas mulheres é angustiante descobrir um nódulo, um caroço na mama, pois o medo do <a href="https://marianamaldonado.com.br/cancer-de-mama-e-historia-familiar-e-possivel-prevenir/">câncer</a> é enorme.</p>
<p>E não é à toa: de acordo com o <a href="https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-mama">Ministério da Saúde</a>, excluindo os tumores de pele do tipo não melanoma, o <a href="https://marianamaldonado.com.br/cancer-de-mama/">câncer de mama</a> é o mais comum entre as mulheres e também o que mais mata, principalmente acima dos 40 anos.</p>
<p>Pode-se dizer que este tipo de câncer é provavelmente o mais temido, não só pela alta frequência, mas também pelos efeitos psicológicos importantes, afetando a autoestima e até mesmo a sexualidade da mulher.</p>
<p>Felizmente, a grande maioria dos nódulos de mama não são do mal, tem natureza benigna.</p>
<h2>Mas você sabe como identificá-los?</h2>
<p>O primeiro passo é aprender a tocar o próprio seio para conhecer suas mamas mais de perto, até porque nós não somos todas iguais.</p>
<p>Existem dois tipos de mama consideradas normais ao toque que você só vai aprender a reconhecer se tocando:</p>
<ul>
<li>
<h3>uma é mais lisinha e homogênea e mais fácil de perceber qualquer alteração;</h3>
</li>
<li>
<h3>e a outra é mais densa com muito tecido glandular e como tem uma textura diferente, pode até dar a impressão de ter vários “carocinhos”.</h3>
</li>
</ul>
<p>Isso pode realmente ser só impressão, mas para se ter certeza é fundamental ter o hábito, a rotina de visitar o ginecologista uma vez ao ano para fazer o exame clínico das mamas.</p>
<p>Em alguns casos, fazer exames complementares como a ultrassonografia, a <a href="https://marianamaldonado.com.br/fazer-mamografia-faz-mal-a-saude/">mamografia</a> e eventualmente a ressonância magnética, dependendo da situação e da necessidade.</p>
<p>Lembre que o objetivo desse <a href="https://marianamaldonado.com.br/cancer-de-mama/">auto exame das mamas</a> não é você ficar neurótica catando caroço, mas quando você conhece bem o seu corpo e toca suas mamas com frequência, você pode ser capaz de identificar o que está diferente dentro do que é o seu normal e então procurar o médico o quanto antes, mesmo que esteja com suas consultas de rotina em dia.</p>
<p>E se o nódulo realmente existir?</p>
<p>Nesse caso, o passo seguinte é fazer exames para uma investigação mais detalhada e conhecer suas características: se é um nódulo sólido ou cístico, sua localização, contornos, tamanho e se necessário for, estudar mais a fundo as suas células através da biópsia para saber se é um câncer ou não.</p>
<h2>Dos nódulos benignos das mamas, os mais comuns são os fibroadenomas e os cistos simples.</h2>
<p>O fibroadenoma é um nódulo sólido, indolor, originado de partes da própria mama.</p>
<p>Eles são mais frequentes em mulheres entre 15-35 anos e raramente necessitam ser retirados, pois o risco de virar um câncer é mínimo.</p>
<p>Os cistos simples são nódulos que tem somente líquido por dentro e aparecem geralmente em mulheres com mais de 30 anos.</p>
<p>Podem ter tamanhos variados e às vezes causar dor, principalmente quando crescem rápido. Nesses casos, é possível esvaziá-los através de uma punção.</p>
<p>Importe dizer aqui que mulheres que têm ou já tiveram cistos simples também não apresentam risco maior de desenvolver câncer de mama.</p>
<p>Bom, mesmo sabendo que a maioria dos nódulos de mama são do bem, não dá para descuidar, né?</p>
<p>Por mais que ele pareça bonzinho, todo e qualquer nódulo de mama que apareça deve ser investigado e muito bem estudado para ser ter a certeza de que não se está à frente de um<a href="https://marianamaldonado.com.br/cancer-de-mama/"> câncer de mama</a> ou alguma outra lesão com potencial para se transformar em um!</p>
<p>Por isso, cuide-se, conheça bem o seu corpo e visite seu médico regularmente!</p>
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		<item>
		<title>5 verdades sobre a Terapia Sexual!</title>
		<link>https://marianamaldonado.com.br/5-verdades-sobre-a-terapia-sexual/</link>
				<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 11:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Mariana Maldonado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://marianamaldonado.com.br/?p=2848</guid>
				<description><![CDATA[<p>Você sabe para que serve a terapia sexual? O que é possível tratar? Quando procurar um sexólogo?<br />
São muitas as dúvidas, não é mesmo? Então...estou aqui para te ajudar nessa!</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vaMw2SC2Ab8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Você sabe para que serve a<a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/"> terapia sexual</a>? O que é possível tratar? Quando procurar um sexólogo?</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1199" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida-300x212.jpg" alt="5 verdades sobre a Terapia Sexual!" width="300" height="212" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida-300x212.jpg 300w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida-768x542.jpg 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2007/01/mulher-cara-duvida.jpg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>São muitas as dúvidas, não é mesmo? Então&#8230;estou aqui para te ajudar nessa!</p>
<p>Muita gente me pergunta  o que é <a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">terapia sexual</a>, para que ela serve e quando é necessária.</p>
<p>Pois então, trago verdades! As 5 mais comuns para você ficar por dentro do assunto!</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2549" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/11/sinal-de-ok-300x169.png" alt="5 verdades sobre a Terapia Sexual!" width="300" height="169" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/11/sinal-de-ok-300x169.png 300w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/11/sinal-de-ok-768x432.png 768w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2019/11/sinal-de-ok-1024x576.png 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h2>1) <a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">Terapia sexual</a> é um tipo de psicoterapia</h2>
<p>Sim, é isso mesmo! A consulta em <a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">terapia sexual</a> não é tão diferente das outras terapias e ao contrário do que muitos podem pensar, não tem nada de estranho, erótico ou indecente dentro da consulta.</p>
<p>A sua diferença para as outros tipos de terapia é o foco.</p>
<p>A ideia é ser uma terapia breve e com foco no problema sexual a ser resolvido, de uma forma clara e objetiva.</p>
<p>O terapeuta sexual, que deve ser um(a) médico(a) ou psicólogo(a) com formação em Sexologia, orienta os exercícios sexuais para serem feitos em casa, associado a uma psicoterapia breve, para trabalhar possíveis dificuldades emocionais ou comportamentais.</p>
<p>Dependendo do seu tipo de problema, além do terapeuta, pode ser importante ter a avaliação de outros profissionais, incluindo:</p>
<ul>
<li>médicos (as) de outras especialidades;</li>
<li>psicólogos (as);</li>
<li>fisioterapeutas.</li>
</ul>
<h2>2) A <a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">Terapia sexual</a> trata dos problemas sexuais</h2>
<p>Certíssimo! O nome é auto explicativo.</p>
<p><a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">Terapia sexual</a> é o tratamento para os problemas sexuais de origem física ou psicológica, que trazem sofrimento para homens e mulheres. E que problemas são esses?</p>
<p>Problemas com ereção, ejaculação precoce, diminuição do desejo e dificuldades para ejacular são exemplos dos problemas enfrentados por eles.</p>
<p>Para elas, as queixas mais comuns são: <a href="https://marianamaldonado.com.br/diminuicao-ou-ausencia-do-desejo-sexual/">diminuição ou ausência de desejo</a>, <a href="https://marianamaldonado.com.br/por-que-eu-nunca-consegui-ter-um-orgasmo/">dificuldades ou impossibilidade de alcançar o orgasmo</a>, <a href="https://marianamaldonado.com.br/vagina-seca/">diminuição ou dificuldades com a lubrificação</a> e as <a href="https://marianamaldonado.com.br/entendendo-melhor-o-que-e-o-vaginismo/">dores na hora da penetração vaginal</a>.</p>
<p>Eu, como sou ginecologista e também sexóloga, tenho vários outros textos aqui no blog, sobre <a href="https://marianamaldonado.com.br/disfuncao-sexual-um-problema-que-atinge-pelo-50-das-mulheres/">disfunções sexuais femininas</a>, vale a pena você conferir na sequência!</p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/ebook-dor-relacao-sexual">Liberte-se da Dor na Relação Sexual: A Cura do Vaginismo ao Alcance da Sua Mão – Baixe meu Ebook agora!</a></p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/curso-tecnicas-avancadas">Técnicas Avançadas para Conseguir (ou Turbinar) o Orgasmo – Garanta meu treinamento online agora!</a></p>
<h2>3) <a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">Terapia sexual</a> não é a mesma coisa que terapia de casal</h2>
<p>Não mesmo! É verdade que a <a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">terapia sexual</a> tem outros benefícios que vão além do tratamento dos problemas sexuais, mas você não precisa ter um(a) parceiro(a) para buscar ajuda se achar que precisa.</p>
<h3>Se você está solteira mas acha que tem questões sexuais que precisa tratar, para que esperar mais?</h3>
<p>Lembre-se que você precisa estar bem com você mesma primeiro para poder permitir que outra pessoa se aproxime!</p>
<p>Para quem está em uma relação de parceria, a <a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">terapia sexual</a> pode ajudar a melhorar suas habilidades de comunicação, principalmente em relações de mais longo prazo, onde a perigosa rotina se instala&#8230;</p>
<p>Ela pode te ajudar a recuperar o erotismo e o desejo dentro da sua relação, desde que&#8230; ainda exista a disposição e vontade de se investir nela!</p>
<h2>4) Só médicos(as) e psicólogos(as) podem atender em <a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">terapia sexual</a></h2>
<p>Sim, é isso mesmo que você leu.</p>
<p>Falar sobre as dificuldades sexuais não é nada fácil para quem sofre e ter as habilidades necessárias para escutar o que está sendo dito, conduzir e orientar um tratamento corretamente também não é para qualquer profissão.</p>
<p>É preciso ter muito estudo, conhecimento, formação e habilidades técnicas específicas.</p>
<p>Por isso, só médicos(as) e psicólogos(as) podem se capacitar para esse tipo de atendimento, mas isso não significa que educadores, terapeutas holísticos, enfermeiros(as) e fisioterapeutas também não possam fazer parte da equipe e contribuir com o seu saber dentro da área!</p>
<h2>5) <a href="https://marianamaldonado.com.br/terapia-sexual/">Terapia sexual</a> só se for com Sexólogo(a) formado(a)!</h2>
<p>Gente, sexólogo é um profissional formado em Sexologia e treinado para trabalhar com questões de relacionamento e sexualidade dentro de um ambiente ético, educativo e seguro.</p>
<p>Para aumentar a chance de sucesso no seu tratamento e evitar desperdício de tempo e dinheiro, o ideal é buscar um(a) profissional que tenha feito curso de formação em Sexologia e que possua todas as certificações necessárias para atuar como Terapeuta Sexual.</p>
<p>Antes de começar um tratamento, se informe sobre o(a) profissional que escolheu.</p>
<h3>Peça referências, pesquise e cheque sua formação e credenciais.</h3>
<p>Nem todos os profissionais que oferecem esse tipo de atendimento estão qualificados para tal.</p>
<p>Para tratar de assuntos tão íntimos, você precisa se sentir à vontade e confiar em quem está na sua frente.</p>
<p>Lembrando que nem todos os profissionais tratarão de todos os assuntos.</p>
<p>Muitos tratam disfunções sexuais, mas não atendem questões de transtornos de gênero ou identidade sexual, mas com certeza serão capazes de te ouvir e encaminhar para quem poderá te ajudar!</p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/ebook-dor-relacao-sexual">Liberte-se da Dor na Relação Sexual: A Cura do Vaginismo ao Alcance da Sua Mão – Baixe meu Ebook agora!</a></p>
<p><a href="https://chavemestra.marianamaldonado.com.br/curso-tecnicas-avancadas">Técnicas Avançadas para Conseguir (ou Turbinar) o Orgasmo – Garanta meu treinamento online agora!</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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										</item>
		<item>
		<title>Os 3 mitos mais comuns sobre menstruação!</title>
		<link>https://marianamaldonado.com.br/os-3-mitos-mais-comuns-sobre-menstruacao/</link>
				<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 10:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Mariana Maldonado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://marianamaldonado.com.br/?p=2842</guid>
				<description><![CDATA[<p>Vocês sabem quais sãos os 3 mitos mais comuns quando o assunto é menstruação? Gente, vou contar uma coisa: é impressionante como determinados assuntos até hoje são cercados de mitos e tabus. E com relação a menstruação, não poderia ser diferente! Quem aí já ouviu falar que tomar limão pode ser capaz de cortar, suspender &#8230; </p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8TuEhf84Huw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Vocês sabem quais sãos os 3 mitos mais comuns quando o assunto é menstruação?</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1293" src="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mulher-na-duvida-300x222.png" alt="Os 3 mitos mais comuns sobre menstruação!" width="300" height="222" srcset="https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mulher-na-duvida-300x222.png 300w, https://marianamaldonado.com.br/wp-content/uploads/2008/01/mulher-na-duvida.png 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Gente, vou contar uma coisa: é impressionante como determinados assuntos até hoje são cercados de mitos e tabus.</p>
<p>E com relação a menstruação, não poderia ser diferente!</p>
<p>Quem aí já ouviu falar que tomar limão pode ser capaz de cortar, suspender a menstruação imediatamente?</p>
<p>Será???</p>
<p>Como uma boa caçadora de mitos que sou, trouxe aqui os 3 mais mitos mais comuns dentro da minha prática, aqueles primeiros da lista e campeões de audiência!</p>
<h2>Mito numero 1: Tomar limão realmente corta a menstruação imediatamente?</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>E nessa linha, não é só o limão não: já ouvi que o vinagre, chá de casca de cebola e até as bebidas alcoólicas podem ter esse poder.</p>
<p>Gente, tomar limão, chá de casca de cebola ou vinagre tem muito mais chances de te render uma gastrite ou te deixar com um bafo de leão, do que ficar sem menstruar.</p>
<p>Agora o álcool, esse sim pode trazer diversos efeitos ruins no corpo e o seu uso frequente e excessivo,pode até ser um motivo para deixar a <a href="https://marianamaldonado.com.br/menstruacoes-irregulares/">menstruação irregular.</a></p>
<p>Isso porque ele interage diretamente com hormônios importantes do nosso ciclo menstrual, como o estrogênio e a testosterona.</p>
<p>Dependendo da mulher e da quantidade de álcool ingerida, pode ser motivo para ficar sem menstruar sim, mas dizer que você vai tomar todas num dia pensando em suspender imediatamente a menstruação que já começou, fica difícil né?</p>
<p>Se você quiser ficar sem menstruar, é melhor conversar com seu ginecologista e arrumar uma outra forma de fazer isso!</p>
<h2>Mito numero 2: Chá de boldo faz a menstruação descer?</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Será que existem chás capazes de fazer descer uma menstruação atrasada?</p>
<p>O que não falta é receita de internet, né?</p>
<p>Receitas de:</p>
<ul>
<li>chá de agoniada,</li>
<li>canela,</li>
<li>angélica,</li>
<li>cravo da índia,</li>
<li>gengibre,</li>
<li>salsa;</li>
<li>e até boldo!</li>
</ul>
<p>Meninas, antes de tomar qualquer coisa, inclusive se entupir de chá, a primeira coisa a fazer se você estiver com a menstruação atrasada é saber se está ou não grávida.</p>
<h3>Não é porque é natural, que é inofensivo.</h3>
<p>Eles podem até funcionar, mas dependendo da quantidade e do tipo de chá, também podem ser tóxicos e fazer mal a sua saúde.</p>
<p>Então, ao invés de ficar inventando moda procurando receita de chá para fazer descer a menstruação, que tal consultar o seu ginecologista para te ajudar nessa? Hein, hein??</p>
<h2>Mito numero 3: Existem chás para atrasar a menstruação?</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não, meninas. Nem para atrasar, nem para suspender.</p>
<p>Nada que seja cientificamente comprovado e que compense a relação de risco x beneficio.</p>
<p>Se você quiser atrasar sua menstruação de forma segura ou então <a href="https://marianamaldonado.com.br/menstruar-ou-nao-eis-a-questao/">ficar sem menstruar</a> por um período de tempo, o melhor que pode fazer pela sua saúde é conversar diretamente com o seu ginecologista de confiança para avaliar qual será a melhor forma de você fazer isso!</p>
<p>Nada de receitas caseiras ou de internet. Não dá para brincar com a saúde!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://marianamaldonado.com.br/os-3-mitos-mais-comuns-sobre-menstruacao/">Os 3 mitos mais comuns sobre menstruação!</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://marianamaldonado.com.br">Mariana Maldonado</a>.</p>
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	</channel>
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