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		<title>MarieDeNazareth (Pt) - Novidades</title>
		<link><![CDATA[http://www.mariedenazareth.com/21.1.html?&L=6]]></link>
		<description>MarieDeNazareth (Pt) - Novidades - Mudanças recentes</description>
		<lastBuildDate>Sun, 03 Aug 2008 17:17:29 GMT</lastBuildDate>
		<image><link>http://www.mariedenazareth.com/21.0.html?&amp;L=6</link><url>http://www.mariedenazareth.com/uploads/tx_push2rss3ds/images/icon_mdn_100.jpg</url><title>www.mariedenazareth.com</title></image>
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			<title>A virgindade de Maria</title>
			<description>&lt;p&gt;Nos dias de hoje, a virgindade não está nada na moda; é menosprezada na &lt;br /&gt;nossa sociedade e chega-se mesmo a contestar a virgindade da Virgem Maria.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de Maria, para os Judeus, ainda que a esterilidade da mulher fosse &lt;br /&gt;considerada vergonhosa, diversos elementos preparavam a virgindade &lt;br /&gt;cristã: por exemplo, a grande importância atribuída a virgindade da noiva; &lt;br /&gt;também aparece no contexto das promessas e da Aliança. Mas, em Maria, a &lt;br /&gt;virgindade adquire a sua verdadeira dimensão. Maria é a única mulher do Novo &lt;br /&gt;Testamento a quem se dá o titulo de virgem (Lc 1,27; Mt 1,23.)&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Convém examinar, separadamente, dois factos que são sequenciais mas que podem aparecer como independentes: a concepção virginal (Lc1,35) e a virgindade perpétua de Maria&amp;nbsp; (Lc 1,34).
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na base de todo o cristianismo…&lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A este propósito, há que distinguir a Imaculada Conceição da concepção &lt;br /&gt;virginal. A primeira refere-se ao facto de Maria ter sido concebida sem pecado e a segunda prende-se com&amp;nbsp; facto de Maria ter concebido Jesus do Espírito Santo, guardando a sua virgindade. Do ponto de vista filosófico, um ateu ou um &lt;br /&gt;agnóstico podem logicamente afirmar que uma concepção virginal é impossível. 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o mesmo não acontece com alguém que acredita na existência de &lt;br /&gt;Deus. De facto, se admitimos a existência objectiva de um Deus criador, em nome de que princípio temos o direito de lhe recusar a possibilidade de fazer &lt;br /&gt;conceber uma virgem?
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se, por outro lado, a história da concepção virginal fosse apenas um mito ou &lt;br /&gt;uma lenda, não deveríamos dizer o mesmo da Encarnação e da Redenção do mundo pela Paixão e morte de Cristo, ou da Ressurreição e da Parusia?
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É surpreendente ver que, na época pós-bíblica, os que negavam a concepção virginal negavam, igualmente, a divindade de Jesus. Porque é todo o cristianismo que é minado desde a base.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A propósito dos irmãos de Jesus :
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde os primeiros séculos, a tradição da Igreja afirma a concepção &lt;br /&gt;virginal, como atesta Santo Inácio de Antioquia. Já a virgindade perpétua &lt;br /&gt;de Maria aparece em confronto com os episódios do Evangelho que falam dos &lt;br /&gt;&amp;quot;irmãos de Jesus&amp;quot;. Se, em grego, existem duas palavras que designam irmão &lt;br /&gt;(adelphos) e primo (anepsios), isto não acontece em aramaico ou em hebreu. &lt;br /&gt;Nestes últimos, as palavras irmão e irmã designam um parentesco próximo. &lt;br /&gt;Existe, além disso, um episódio do Evangelho de João que é um indício &lt;br /&gt;bastante forte de que Jesus era o único filho de Maria (Jn 19, 25-27). Maria &lt;br /&gt;está sozinha aos pés da Cruz de Jesus e este confia-a ao Apóstolo João. Se Maria tivesse tido outros filhos, não seria, naturalmente, a eles que Jesus teria confiado Sua Mãe? Haveria ainda muito que dizer sobre a virgindade de Maria para provar a sua beleza e seu realismo.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Ler : Jesus teria irmãos ?&amp;nbsp;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;________________&lt;/p&gt;
&lt;p class="textAdroite"&gt;&lt;a href="http://www.mariedenazareth.com/?id=4722"&gt;Jeanine Hourcade&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=f0ZuSUjjcJc:6GZl4yg3tKE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/f0ZuSUjjcJc" height="1" width="1"/&gt;</description>
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			<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 19:53:05 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>A beleza humana interior ou exterior, no Oriente e no Ocidente</title>
			<description>&lt;p class="textDeChapeau"&gt;A beleza é harmonia. E quando a beleza humana exterior exprime a harmonia interior do ser humano, resplandece com mais intensidade. Na arte religiosa - e particularmente na arte relativa a Maria -, a harmonia física identifica-se com um esplendor interior (a que o arcanjo Gabriel se referiu como “cheia de graça”), de que emana esta beleza humana exterior que tantos milhares de artistas, no Oriente e no Ocidente, quiseram traduzir, desde a época de Jesus. (1)&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondIntertitre"&gt;Da interioridade românica à emoção estética do Renascimento&lt;/p&gt;
&lt;p class="textDeArticle"&gt;Não obstante, notamos, na maneira de evocar a beleza da Virgem, diversas tendências, conforme as épocas e os povos, o que dá à arte Mariana uma riqueza de uma profusão muitas vezes insuspeita, porque a Mãe de Jesus é verdadeiramente a “Senhora Humana” mais universalmente celebrada nas artes de todas as culturas! De uma maneira geral, encontramos no Ocidente, desde muito cedo (2) e até ao fim da Idade Média, sobretudo representações da Virgem (frescos, mosaicos, pinturas, esculturas românicas ou góticas) que nos provocam uma “emoção espiritual e interior” mais do que uma emoção “plástica”. A partir do Renascimento italiano (século XV), porém, dá-se uma revolução na arte ocidental que tende a exaltar a beleza numa perspectiva mais exterior, magnificando o esplendor das formas corporais, ou insistindo na emoção afectiva.&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondIntertitre"&gt;Virgens mais personificadas no Ocidente, mais contemplativas no Oriente&lt;/p&gt;
&lt;p class="textDeArticle"&gt;Quem não conhece as Madonas opulentas de Rubens, Rafael, Van Dyck, o realismo alegre das Virgens com o Menino de Perugino, ou os rostos dolorosos de Greco? Da mesma forma, arte estatuária torna-se barroca e flamejante, privilegiando um certo esplendor mais personalizado e mais opulento. Na mesma época, a arte Mariana no Oriente, essencialmente dominada pela escola iconográfica bizantina (russa), privilegiou, desde os primeiros séculos até hoje, uma pintura muito mais directamente contemplativa: os ícones, hoje célebres no mundo inteiro, diante dos quais rezamos agora nos oratórios ocidentais. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;De facto, toda a arte da iconografia, através da pintura, convida a alma à oração. Da bem conhecida Virgem Negra de Czestochowa (Polónia), à não menos célebre Nossa Senhora de Kazan (Rússia), das Madonas maronitas aos Theotokos gregos, a beleza que emana de Maria é, sobretudo, um esplendor interior e celeste. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;____________ &lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;( 1) Cf. O retrato de Maria é atribuído a São Lucas Evangelista, ver artigo: “o retrato de Maria”&lt;br /&gt;(2) As primeiras representações da Mãe e o Menino remontam ao século III, sobre os frescos descobertos nas catacumbas romanas de Priscilla.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=xozaKYVKvUA:4IoVL25ocSk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/xozaKYVKvUA" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~3/xozaKYVKvUA/1838.1.html</link>
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			<pubDate>Wed, 14 May 2008 08:32:23 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>Maria no Islão</title>
			<description>&lt;p&gt;Maria é conhecida e respeitada - e é mesmo por vezes invocada - no Islão.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Maria é antes de tudo conhecida no Islão porque é repetidamente citada pelo Corão e nomeadamente na sura 19, como virgem e mãe - por intervenção divina - do profeta Jesus. Maria é essencialmente venerada no Islão pelas suas virtudes : a sua pureza virginal, a sua humildade e a sua piedade para com Deus, que fazem dela um modelo para a fé dos crentes.
&lt;/p&gt;
&lt;div class="IntertitreDeArticle"&gt;A religião muçulmana não reconhece Jesus como o Filho de Deus&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Mas Maria não é considerada como a Mãe de Deus pois a religião muçulmana não reconhece Jesus como o Filho de Deus incarnado nem como o próprio Deus : para o Islão, Jesus não é mais que um grande profeta, miraculosamente nascido de uma virgem excepcional. Na realidade, o principal ponto de convergência entre o Islão e o Cristianismo é o reconhecimento de um Patriarca comum, Abraão a quem os Muçulmanos, tal como os Judeus e os Cristãos ligam a sua fé monoteísta (em Um só Deus).
&lt;/p&gt;
&lt;div class="IntertitreDeArticle"&gt;Mas os Muçulmanos veneram Maria, Virgem e Mãe de Jesus&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Mas apesar das referências comuns entre as personagens da Bíblia retomadas no Corão, as origens da própria pessoa da Virgem Maria divergem entre Islão e Fé cristã. No Corão fica-se frequentemente com a impressão de que Maria - de Jesus - é confundida com a irmã (Myriam) de Moisés e de Aarão, que no entanto viveram no século XIIIº antes de Cristo... Apesar disso, a maior parte dos Muçulmanos venera Maria como Virgem imaculada e Mãe de Jesus e muitos invocam-na mesmo.&amp;nbsp;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;________________&lt;/p&gt;
&lt;p class="textAdroite"&gt;&lt;a href="http://www.mariedenazareth.com/?id=6425"&gt;A equipe de MDN&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=idmNuc4f8hg:Q2Kq7m6-9co:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/idmNuc4f8hg" height="1" width="1"/&gt;</description>
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			<pubDate>Tue, 13 May 2008 13:06:58 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>A Virgem Maria, no centro da cultura da vida</title>
			<description>&lt;p class="pletrrerouge"&gt;Maria é a Mãe da Vida : primeiro, pela Encarnação, acolheu em seu seio Aquele que é, em si mesmo, a Vida, o Verbo divino “que veio para dar Vida ao mundo“; também na Paixão acolheu, aos pés da cruz do Gólgota, a maternidade universal de cada um dos filhos dos homens, que o seu Filho crucificado lhe propunha, apontando-lhe o apóstolo João: “Eis o teu filho…” ( cf Jo 19, 26)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Maria está, por isso, no centro da cultura de vida, tanto no plano natural como no plano sobrenatural. Como mãe do menino Jesus, ela tem, como qualquer mãe, a experiência da maternidade humana e de tudo o que implica de dom de si a educação quotidiana de uma pequena criança até à idade adulta. Jesus não viveu a vida normal da Sagrada Família em Nazaré, durante trinta anos? Como Mãe dos homens e da Igreja, Maria exerce uma maternidade espiritual sobre todos aqueles que aceitam entrar em Aliança com o seu filho pelo baptismo cristão.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do mesmo modo, a contemplação de Maria e de José, no seio da Sagrada Família de Nazaré, esclarece de uma forma profunda e renovada as vocações respectivas do homem e da mulher : Maria e José amavam-se e, vivendo este amor em castidade, eram verdadeiros esposos e viviam uma verdadeira entrega de alma e coração. E tudo apesar de tantos obstáculos humanamente penosos que podiam ter destruído um tal amor!
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde então, que nos resta senão voltarmo-nos particularmente para Maria, mãe, esposa, educadora e portadora de Aquele que é a Vida mesma, especialmente no que diz respeito aos problemas da vida da família, da educação, do acolhimento da vida, da vivência do amor num casal?
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;________________&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="textAdroite"&gt;&lt;a href="http://www.mariedenazareth.com/?id=6425"&gt;A equipe de MDN&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=Yg7QgDnRPpk:m-a0lxz8cSw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/Yg7QgDnRPpk" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~3/Yg7QgDnRPpk/2493.1.html</link>
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			<pubDate>Fri, 02 May 2008 19:09:17 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.mariedenazareth.com/2493.1.html?&amp;L=6</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Maria no Antigo Testamento, segundo o Vaticano II</title>
			<description>&lt;p class="pletrrerouge"&gt;A Sagrada Escritura do Antigo e Novo Testamento e a venerável Tradição mostram de modo progressivamente mais claro e como que nos põem diante dos olhos o papel da Mãe do Salvador na economia da salvação. Os livros do Antigo Testamento descrevem a história da salvação na qual se vai preparando lentamente a vinda de Cristo ao mundo. Esses antigos documentos, tais como são lidos na Igreja e interpretados à luz da plena revelação ulterior, vão pondo cada vez mais em evidência a figura duma mulher, a Mãe do Redentor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Sagrada Escritura, tanto do Antigo como do Novo Testamento, assim como a venerável Tradição, revelam, com toda a clareza, o papel da Mãe do Salvador na economia da salvação. Os livros do Antigo Testamento descrevem a história da salvação, onde se preparou a vinda de Cristo ao mundo. Estes documentos dos primeiros tempos, segundo a leitura que deles faz a Igreja à luz da Revelação que se lhes seguiu, desvelam de forma cada vez mais clara a figura de uma mulher: a Mãe do Redentor.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A esta luz, Maria encontra-se já profeticamente delineada na promessa da vitória sobre a serpente (1), feita aos primeiros pais caídos no pecado. Ela é, igualmente, a Virgem que conceberá e dará à luz um Filho, cujo nome será Emmanuel (2). É a primeira entre os humildes e pobres do Senhor, que confiadamente esperam e recebem a salvação de Deus.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com ela, enfim, excelsa Filha de Sião, passada a longa espera da promessa, se cumprem os tempos e se inaugura a nova economia da salvação, quando o Filho de Deus dela recebeu a natureza humana, para libertar o homem do pecado com os mistérios da Sua vida terrena. 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;________________&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;(1 )&amp;nbsp; Gn. 3, 15&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;(2 )&amp;nbsp; Is. 7, 14; cf. Miq. 5, 2-3; Mt. 1, 22-23&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="petitAdroite"&gt;(§ 55 do capítulo VIII da Constituição Dogmática &amp;quot;Lumen Gentium&amp;quot;)&lt;/p&gt;
&lt;p class="textAdroite"&gt;&lt;a href="http://www.mariedenazareth.com/?id=6248"&gt;Concílio Vaticano II&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=0jdnF8nOIbk:le9ZUimsQgE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/0jdnF8nOIbk" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~3/0jdnF8nOIbk/6143.1.html</link>
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			<pubDate>Fri, 02 May 2008 16:48:55 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.mariedenazareth.com/6143.1.html?&amp;L=6</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Albânia : uma igreja em pleno ressurgimento</title>
			<description>&lt;p class="textDeChapeau"&gt;A igreja está implantada na Albânia, desde os primeiros séculos da época cristã. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O Santuário mariano de Nossa Senhora de Scudari (Shkoder) é um dos mais conhecidos do país; data do século VI. 
&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondIntertitre"&gt;Mas é uma Igreja cuja história está marcada por terríveis perseguições :&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;sobretudo no século XV, a Albânia foi invadida pelos Turcos e os cristãos tiveram sofreram muito sob o domínio do Império Otomano. Foi nesta época que aconteceu o famoso milagre da “deslocação” do ícone de Nossa Senhora do Bom Conselho, de Shkoder a … Genazzano, em Itália… ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;mais recentemente, a Igreja Albanesa teve de viver na clandestinidade durante os cinquenta anos da ditadura comunista do país, que durou até 1992…&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Durante a sua peregrinação à Albânia, depois da queda do comunismo, a 25 de Abril de 1993, o Papa João Paulo II afirmou : 
&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;“A Eucaristia regressa à vossa terra. A Igreja volta“&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="LettrineGris"&gt;R&lt;/span&gt;ecordemos que foi na Albânia, em Skopje, que nasceu Madre Teresa, que foi primeiro religiosa no “Instituto da Virgem Maria” (as irmãs de Nossa Senhora do Loreto, na Irlanda), antes de partir para Calcutá, onde fundou a Ordem hoje conhecida no Mundo inteiro: as “Missionárias da Caridade de Calcutá“.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Beatificada a 19 de Outubro de 2003 pelo Papa João Paulo II, a famosa religiosa albanesa é uma das maiores figuras da Igreja Universal do século XX… 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, a Igreja da&amp;nbsp; Albânia é hoje uma Igreja mariana em pleno ressurgimento.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e ordenou quatro Bispos, pondo fim a cinquenta anos de silêncio e de martírio.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=MxKK9mk4UHE:rK430_jQFVg:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/MxKK9mk4UHE" height="1" width="1"/&gt;</description>
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			<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 12:45:43 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>Nossa Senhora de Altötting (Alemanha)</title>
			<description>&lt;p class="textDeChapeau"&gt;Nossa Senhora de Altötting é um santuário bávaro no Sul da Alemanha, dedicado a uma Virgem Negra do século IX.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondIntertitre"&gt;A peregrinação ao santuário tornou-se célebre sobretudo a partir do século XV&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, a partir da Idade Média foram as Casas Reais e nobres germânicas que mais prestaram culto de devoção a Nossa Senhora de Altötting, cuja &amp;quot;santa capela&amp;quot; conserva ainda, numa urna, os corações dos duques e reis da família de Wittelsbach (família da famosa imperatriz &amp;quot;Sissi&amp;quot;) bem como os restos do piedoso Comandante Tilly.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante o terrível período do nazismo, o santuário e os seus peregrinos foram perseguidos; não obstante, a afluência a Nossa Senhora de Altötting duplicou.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1934, chegou-se mesmo a canonizar o frade capuchinho Conrad de Parzham (morto em 1894), que durante toda a vida fora o porteiro do convento capuchinho de Altötting, pela sua excepcional piedade mariana.&amp;nbsp;
&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondIntertitre"&gt;Nesse ano, mais de meio milhão de peregrinos foram em peregrinação até Altötting!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conta-se que, durante a segunda guerra mundial, ao ver chegar o exército americano, as tropas nazis dos SS se esconderam no convento de Altötting, depois de fuzilar o decano. Os Americanos avisaram que bombardeariam o santuário se não se acendesse a luz eléctrica; os nazis recusaram, mas um corajoso peregrino conseguiu acender a luz, pagando com a própria vida este acto corajoso, para salvar o santuário da destruição...
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, um milhão de fiéis vem, cada ano, rezar aos pés de Nossa Senhora de Altötting.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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			<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 12:30:37 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>Attilio Galli</title>
			<description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Attilio Galli, Madre della Chiesa dei Cinque continenti, Ed. Segno, Udine, 1997&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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			<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 14:25:31 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>Anúncios de Maria no Antigo Testamento </title>
			<description>&lt;p&gt;Segundo a visão cristã, Eva, a primeira mulher, cedo se tornou aquela que, com Adão, arrastou toda a humanidade no naufrágio do pecado original. Deus prometeu um Salvador, e a mãe do Redentor foi anunciada naquele mesmo momento, no texto do Génesis já citado: “Farei reinar a inimizade entre ti e a mulher” (Gn.3,15) 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondLigneGrisRouge"&gt;A mais autêntica das filhas de Abraão&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraão, nosso “pai na fé”, obedeceu de maneira total e incondicional aos desígnios de Deus, mesmo quando, exteriormente, lhe era difícil compreender como se cumpririam tais promessas. O Papa João Paulo II, na sua homilia em Nazaré, a 25 de Março de 2000, chamou à Virgem Maria a “mais autêntica das filhas de Abraão” já que, pela sua fé, se tornou a Mãe do Messias e a Mãe de todos os crentes (cf. Homilia publicada no Osservatore Romano, edição semanal em língua portuguesa). 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Eis os símbolos da Virgem Maria que podemos encontrar na Bíblia hebraica, o Antigo Testamento para os cristãos:
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondLigneGrisRouge"&gt;Imagens e figuras de Maria no Antigo Testamento:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos encontrar imagens da Virgem Mãe no Génesis e em Isaías, a Filha de Sião, o Jardim do Éden, a Amada do Cântico dos Cânticos e a Arca da Aliança. Rute pode ser um símbolo de Maria e da Igreja, porque aparece providencialmente colocada na árvore genealógica de Cristo. Também em Ester e Judite podemos ver um símbolo de Maria, já que são associadas ao Salvador no desenrolar do plano divino da Salvação (1)
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondLigneGrisRouge"&gt;Ao lado de Cristo, Maria é a maior glória do povo judeu&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Virgem Maria pode ser vista, a par de Cristo, como a maior glória do povo judeu. Foi do seio deste povo da Aliança que Deus escolheu esta excepcional figura que viria a dar à luz o Salvador da Humanidade. Por isso, ninguém melhor do que a Santa Virgem para interceder, junto de Deus, pela contínua promoção das relações judeo-cristãs. 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;________________&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;(1) Podemos agrupar estes diversos anúncios de Maria no Antigo Testamento em 3 “categorias”:&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;imagens: Estrela da Manhã; Torre de David, Trono da Sabedoria, etc...;&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;figuras: Sara, Raquel, Débora, Judite, Ester e tantas outras...;&lt;br /&gt;-&amp;nbsp;profecias: Gn.3,15; Is.7,11; etc...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="textAdroite"&gt;&lt;a href="http://www.mariedenazareth.com/?id=3948"&gt;Cardinal Francis Arinze&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=cDApnQe3uEY:45opikFTCoE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/cDApnQe3uEY" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~3/cDApnQe3uEY/413.1.html</link>
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			<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 23:32:22 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>Escolhida por Deus desde toda a eternidade</title>
			<description>&lt;blockquote&gt;&lt;p class="texte_boitebleu"&gt;&lt;em&gt;Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto dos Céus nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo. Ele nos escolheu, antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, em caridade, na sua presença. Ele nos predestinou, de sua livre vontade, para sermos seus filhos adoptivos, por Jesus Cristo &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="textAdroite"&gt;(Efésios 1,3)&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondLigneRouge"&gt;Encarnação: centro e ponto culminante de todos os séculos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde antes da fundação do mundo, Deus criou o homem à sua imagem, no amor, pensando antecipadamente na Encarnação do seu Filho, o homem verdadeiro e perfeito, que está “no centro do cosmos e da história”. Toda a história humana converge para Cristo, que entrou no mundo tomando a sua carne da carne imaculada da Virgem Maria. Por isso escreve São Bernardo: “Todos, quer os que nos precederam, quer os que agora existimos, quer os que virão, todos devemos dirigir o nosso olhar a Maria, como centro e ponto culminantes de todos os séculos” [In festo Pentecostes, sermo 2, n.º4].
&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondLigneRouge"&gt;Maria, obra-prima de Deus&lt;/p&gt;
&lt;p class="textDeArticle"&gt;Maria, bendita entre todas as mulheres, foi escolhida por Deus desde toda a eternidade para dar ao mundo o Salvador esperado desde sempre. Deus criou a sua obra-prima para fazer dela a Mãe do seu Filho e a nossa Mãe: “Deus Pai juntou todas as águas e chamou-lhes mar; juntou todas as graças e chamou-lhes Maria” (Tratado da Verdadeira Devoção – São Luís Maria Grignion de Montfort).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São Bernardino de Siena escreve também: “Ó Maria, muito antes da criação, estáveis predestinada no pensamento de Deus para o revestir da nossa carne” (Semo 4, De Immaculata Virginis conceptione, art. 3, cap. 4.) 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;________________&lt;/p&gt;
&lt;p class="textAdroite"&gt;&lt;a href="http://www.mariedenazareth.com/?id=6425"&gt;A equipe de MDN&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=3CPHNiz7I3w:voeQe2FE6hQ:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/3CPHNiz7I3w" height="1" width="1"/&gt;</description>
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			<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 22:51:10 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>A Assunção de Maria ao Céu</title>
			<description>&lt;p class="pletrrevert"&gt;A cristandade acreditou na Assunção da Virgem Maria logo desde os primeiros séculos da sua história e, assim, a tradição da festa oficial da Assunção remonta provavelmente já ao século VI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como Mons Michel Dubost (bispo de França) diz no seu livro &amp;quot;Marie&amp;quot; (ed. Mame, Paris 2002): &amp;quot;A festa da Assunção nasceu em Jerusalém, mas é difícil saber em que época. A origem da festa talvez venha da consagração de uma&amp;nbsp; igreja a Maria pelo bispo Juvenal (422-458), em Kathisma (suposta etapa da Virgem entre Nazaré e Belém). É mais provável que tenha como origem a consagração de outra igreja em Gethsemani, ao lado de Jerusalém, no século VI. Seja como for, a festa foi alargada a todo o Império pelo imperador Maurício (582-602) sob o nome de Dormição da Virgem Maria. A festa foi sempre celebrada no dia 15 de Agosto. Como o ano litúrgico dos Orientais começa no 1º de Setembro, ele inicia-se verdadeiramente com a Natividade da Virgem e termina com a sua entrada na glória a 15 de Agosto. Mas será apenas nos meados do século XX que a Assunção da Virgem Maria virá a ser proclamada &amp;quot;dogma da Igreja&amp;quot;, em 1950, pelo papa Pio XII :
&lt;/p&gt;
&lt;p class="texte_boitebleu"&gt;&amp;quot;Por fim a Virgem imaculada, preservada por Deus de toda a mancha do pecado original, tendo&amp;nbsp;concluído o curso da sua vida terrestre, foi elevada à glória do céu em corpo e alma, e exaltada pelo&amp;nbsp;Senhor como Rainha do universo, para assim ser mais inteiramente conforme ao seu Filho, Senhor&amp;nbsp;dos senhores, vencedor do pecado e da morte&amp;quot; (LG 59).&lt;br /&gt;A Assunção da Virgem Santa é uma participação singular na Ressurreição de seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos [...]&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;________________&lt;/p&gt;
&lt;p class="textAdroite"&gt;&lt;a href="http://www.mariedenazareth.com/?id=6425"&gt;A equipe de MDN&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=mD9ItagLWW8:scIVije1H3k:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/mD9ItagLWW8" height="1" width="1"/&gt;</description>
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			<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 21:23:46 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>Marie Jeanne Coloni</title>
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			<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 20:53:29 GMT</pubDate>
		<description>&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=K8n4sG47NXc:-TSEewO9IvI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/K8n4sG47NXc" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://www.mariedenazareth.com/6355.1.html?&amp;L=6</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Catecismo Da Igreja Católica</title>
			<description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/prima-pagina-cic_po.html"&gt;www.vatican.va&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?a=8xNKCSbPFK8:tZNNuL0bLoI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Mariedenazareth-Pt-Novidades?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~4/8xNKCSbPFK8" height="1" width="1"/&gt;</description>
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			<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 20:29:54 GMT</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://www.mariedenazareth.com/6245.1.html?&amp;L=6</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Os textos de referência das diferentes tradições</title>
			<description>&lt;p class="pletrrevert"&gt;As grandes Tradições cristãs são a Igreja Católica, a Igreja Ortodoxa e as numerosas comunidades protestantes saídas da Reforma, reunidas comummente sob o nome de “Protestantismo” ou “Tradições Reformadas”. Estas três grandes Tradições têm, obviamente, por referência comum, no que respeita à Virgem Maria, a mesma Bíblia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No entanto, enquanto o Protestantismo - em nome da “sola Scriptura”&lt;/strong&gt; de Lutero - reconhece apenas, relativamente à Mãe de Jesus, a Bíblia como fonte de referência, Católicos e Ortodoxos aceitam também os 7 primeiros Concílios Ecuménicos, até ao Concílio de Niceia, em 787 (ou seja, todos os Concílios realizados antes do grande cisma ortodoxo de 1054), assim como os tratados marianos e os comentários dos Padres, nos primeiros séculos da Igreja. 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;É de realçar que, apesar de a Igreja Ortodoxa ter muito poucos tratados de teologia &lt;/strong&gt;e de basear as suas reflexões teológicas essencialmente no seu Tesouro Litúrgico, a sua devoção a Maria é tão rica que a Tradição está cheia de grandes orações marianas, que se tornaram textos de referência. Podemos mesmo afirmar que, para lá da Bíblia, dos Padres e dos Primeiros Concílios Ecuménicos, é da tradição litúrgica que a Igreja Ortodoxa recebe os textos marianos mais importantes.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quanto à Igreja Católica, para lá da Bíblica, da Patrística, o testemunho dos seus santos e de toda a tradição viva da Igreja&lt;/strong&gt;, apoia o seu Magistério Mariano em numerosas Encíclicas e outros documentos pontifícios e também em documentos dos Grandes Concílios Ecuménicos (até agora houve 21, incluindo o mais recente, o do Vaticano II). É, assim, com base em textos de referência extraídos do seu Tesouro bimilenar e dos documentos da Tradição viva, que a Igreja Católica proclama quatro dogmas relativamente à Mãe de Cristo:
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt; &lt;li&gt;O dogma de Maria, Mãe de Deus, definido no Concílio Ecuménico de Éfeso, em 431 (em comum com os Ortodoxos)&lt;/li&gt; &lt;li&gt;O dogma de Maria sempre Virgem, definido no terceiro Concílio de Constantinopla, em 681 (em comum com os Ortodoxos)&lt;/li&gt; &lt;li&gt;O dogma da Imaculada Conceição, definido em 1854 e confirmado pela Virgem, em Lourdes, em 1858;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;O dogma da Assunção de Maria, elevada ao Céu em corpo e alma, definido em 1950.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;________________&lt;/p&gt;
&lt;p class="textAdroite"&gt;&lt;a href="http://www.mariedenazareth.com/?id=6425"&gt;A equipe de MDN&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Mariedenazareth-Pt-Novidades/~3/_EVRifgpCDk/857.1.html</link>
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			<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 18:14:20 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title>A Arte mariana no Ocidente</title>
			<description>&lt;p&gt;A Arte Cristã desenvolveu-se inicialmente no Médio Oriente, berço do Cristianismo, e no Oriente. Só mais tarde se revelou no Ocidente, onde, ao contrário da arte oriental, dominada pelo ícone, se foi diversificando, ao sabor de influências culturais e das correntes de pensamento.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontramos os primeiros sinais da arte sacra cristã ocidental nas catacumbas romanas, cavadas pelos cristãos, que, fugindo às perseguições imperiais, decoravam as paredes subterrâneas com frescos representando cenas bíblicas (1). Por outro lado, diversos objectos de arte cristã oriental foram transferidos para o Ocidente por viajantes que regressavam da Terra Santa: traziam sobretudo frascos decorados, cheios de água de Jerusalém ou de outros sítios sagrados, e também placas de marfins esculpidas que serviam de decoração. 
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondLigneRouge"&gt;Com o ano 1000, um novo impulso no Ocidente&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="textDeArticle"&gt;Não obstante, a partir do ano 1000, a arte romana cristã começa a manifestar-se na arquitectura, com a construção de mosteiros e igrejas, cujas iluminuras, baixos-relevos e esculturas fazem muitas vezes referência a Maria. As catedrais de Vézelay e Marmoutier, em França, ou a de Santo Ambrósio, em Milão, são dos exemplos mais preciosos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta época desenvolve-se a escultura mariana (ver A Virgem de Rocamadour ou do Puy-en-Velay); as Virgens Negras (cuja origem não é, até hoje, claramente conhecida) começam a multiplicar-se. Desde o século XII, a arte mariana gótica aparece na escultura, (por exemplo na “Virgem e o Menino” da catedral de Notre-Dame, em Paris) e desenvolve-se sobretudo na Alemanha, com as «belas Madonas». O estilo gótico, sóbrio, ao princípio, começa a complicar-se, a partir dos séculos XIII-XIV, até ao ponto de se tornar “flamejante”; é também nessa época que se desenvolve a arte dos vitrais.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="SecondLigneRouge"&gt;Uma viragem espiritual na arte,&amp;nbsp; no Renascimento&lt;/p&gt;
&lt;p class="textDeArticle"&gt;No século XV, com o início do Renascimento e do humanismo, primeiro em Itália, depois em toda a Europa, a imagem da Virgem humaniza-se até atingir &lt;br /&gt;a beleza profana. Frei Angélico pinta Virgens muito introspectivas, mas Philippo Lippi dá mais importância à beleza exterior, e a Virgem parece uma princesa do Renascimento...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após o «Quattrocento Italiano», nota-se uma reacção contra os excessos do Humanismo: é a época da Contra-Reforma (meados do século XVI) e da arte barroca: a Virgem é cada vez mais vista como a Rainha do Céu, uma mulher majestosa, entre o Céu e a Terra, imponentemente colocada sobre um pedestal ou sobre uma coluna, como em Munique.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O século XIX, no que respeita à arte, resultaria numa fusão de estilos tão diferentes como o das Virgens d’Ingres (onde a perfeição do traço cria uma certa distância, algo abstracta) ou de estilo sulpiciano (devocional) que se populariza.
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a chegada do expressionismo (e, mais tarde, do impressionismo) a arte, no século XX,&amp;nbsp; torna-se mais subjectiva. O artista projecta-se nas suas obras, a inspiração é menos religiosa. Apesar de tudo, muitos são os artistas que pintam e esculpem a Virgem, ou a representam em vitrais, cada um no seu estilo pessoal: de Picasso a Maurice Denis, de Rouant à Chagall e tantos outros…
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;________________&lt;/p&gt;
&lt;p class="noteDeArticle"&gt;(1) Assim, na Catacumba de Priscilla (por volta do ano 230) em Roma, foi descoberto um fresco da Virgem Maria e o Menino Jesus, com Balaão, apontando uma estrela com a mão, a representar a famosa profecia de Balaão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="textAdroite"&gt;&lt;a href="http://www.mariedenazareth.com/?id=6425"&gt;A equipe de MDN&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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			<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 22:08:37 GMT</pubDate>
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