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	<title>Marketing Contextual</title>
	
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	<description>Blog sobre SEO, Search Marketing, PPC e diversos outros tipos de publicidade contextual</description>
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		<title>Como foi o SEM Dúvida</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 20:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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E foi neste fim de semana que aconteceu o SEM Dúvida, o curso de Search Marketing que ministrei ao lado de Alberto André, Filipe Reis e André Carneiro.
Foi a primeira vez que participei da organização de um evento. E por pouco não foi a última. A quantidade de coisas para se definir, a imensidão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/curso-de-sem.jpg" alt="" width="600" height="315" /></p>
<p>E foi neste fim de semana que aconteceu o <a href="http://www.cursodesem.com.br/">SEM Dúvida</a>, o curso de Search Marketing que ministrei ao lado de <a href="http://www.twitter.com/albertoandre">Alberto André</a>, <a href="http://www.twitter.com/filipegreis">Filipe Reis</a> e <a href="http://www.twitter.com/amarred">André Carneiro</a>.</p>
<p>Foi a primeira vez que participei da organização de um evento. E por pouco não foi a última. A quantidade de coisas para se definir, a imensidão de coisas que podem dar errado e as toneladas de imprevistos tiram o sono de qualquer pessoa. Pelo menos tive a sorte de dividir essa responsabilidade com uma pessoa muito dedicada e experiente no quesito eventos: Alberto André. Mas mesmo assim, o trabalho é imenso e estressante. Se você nunca fez um evento, não tem como você imaginar. Depois do SEM Dúvida, que foi um evento relativamente pequeno, eu respeito a ainda mais o esforço de pessoas como <a href="http://www.twitter.com/bacchin">Thiago Bacchin</a>, <a href="http://www.twitter.com/renatatr">Renata Tibiriça</a>, <a href="http://www.seodebrigadeiro.com.br">Ana Martins</a>, <a href="http://www.searchcast.com.br">Tiago Luz</a>, <a href="http://www.twitter.com/migueldorneles">Miguel Dorneles</a> e outros que já organizaram grandes e bem sucedidos eventos de Search.</p>
<p>Mas eu disse que essa <strong>quase</strong> foi a última vez que organizei um evento. Isso porque, apesar do trabalho, no final das contas, tudo valeu a pena. Este post é um breve resumo das coisas bacanas que aconteceram nessa experiência de organizar o SEM Dúvida, o que rolou no curso e o que vem pela frente (e alguns agradecimentos mais do que necessários).</p>
<p>Lembrando que os motivos e acontecimentos que levaram ao surgimento do evento <a href="http://www.marketingcontextual.com/curso-de-sem-em-belo-horizonte/">já foram relatados</a> neste blog.</p>
<h2>A Divulgação</h2>
<p>Desde o início, queríamos criar um curso focado apenas no mercado de Belo Horizonte e para poucas pessoas (poucas MESMO), já que a ideia era de uma turma reduzida que facilitasse o bate-papo com os alunos e o bom aprendizado de todos. Achamos que um evento muito grande não proporcionaria isso e também nem acreditávamos que haveria muita demanda no mercado de Belo Horizonte.</p>
<p>Por tudo isso, não planejamos nenhuma divulgação exemplar. Basicamente, apenas criamos o site e fizemos tweets. Mas graças a <strong>vocês</strong>, pessoas que lêem o blog, que interagem comigo e com os outros professores no Twitter e em outras redes, tivemos uma divulgação incrível. Em dois dias, todo mundo que eu encontrava na rua já comentava comigo sobre o curso. Em uma semana, já tínhamos mais inscritos do que estávamos imaginando para o curso. Em um mês, lotamos o espaço disponibilizado.</p>
<p>Esse apoio da comunidade foi fantástico e eu só posso agradecer e me comprometer a sempre fazer o que estiver ao meu alcance para termos um mercado melhor para todos nós.</p>
<h2>Os Parceiros</h2>
<p>Ninguém faz um bom evento sozinho. É essencial ter um bom parceiro para viabilizar a maioria das coisas. E no SEM Dúvida tivemos muita sorte com os parceiros que apareceram.</p>
<p>O primeiro foi o <a href="http://www.unibh.br">Uni-BH</a>, com o qual fizemos um acordo muito interessante para utilizar a sala Premium da universidade no Estoril. Era toda a infra-estrutura que precisávamos. Mas não bastasse isso, o Uni foi um parceiro fantástico, sempre nos ajudando na divulgação e a resolver os pepinos que apareciam. Muito obrigado pelo apoio Luciana, Grazi e Vera!</p>
<p>E não parou por aí. Para nossa felicidade, o <a href="http://www.twitter.com/fabioricotta">Fábio Ricotta</a> da <a href="http://www.mestreseo.com.br">Mestre SEO</a> nos ofereceu apoio com a divulgação e com 1 mês de assinatura grátis no site da sua empresa para todos os alunos do curso. Claro que aceitamos na hora. E ficamos muito felizes de comprovar que a Mestre SEO confia no nosso trabalho e está realmente interessada na evolução do mercado de Search. Isso porque, para quem não sabe, a Mestre SEO tem um <a href="http://www.mestreseo.com.br/curso-de-seo">curso</a> (muito bem sucedido) de SEO. Eles poderiam ter nos tratado como concorrentes. Mas ao invés disso, nos apoiaram. Muito obrigado Fábio!</p>
<p>E por último, um parceiro que a gente jamais imaginou que conseguiria quando tivemos a ideia do curso: <a href="http://www.seomoz.org">SEOmoz</a>. Uma das empresas mais famosas e respeitadas de Search no mundo associou a sua marca ao nosso curso e ainda ofereceu descontos e assinaturas de 1 ano gratuitas a alunos do curso. Sem palavras. Thank you so much <a href="http://twitter.com/seomom">Gillian</a>!</p>
<p>E durante o curso também tivemos pessoas que foram essenciais para que as coisas se mantivessem no trilho. Paulo Henrique e <a href="http://twitter.com/raffcatalan">Raffcatalan</a> arrasaram nos vídeos e fotos (em breve disponibilizados). Adir ajudou em simplesmente tudo que foi preciso. E claro, a <a href="http://www.twitter.com/priscilaccunha">Priscila Cunha</a>, que além de apoiar a ideia do curso desde o início, fez uma cobertura impecável no <a href="http://www.cursodesem.com.br/">Twitter do evento</a>. Valeu galera!</p>
<h2>Os Professores</h2>
<p>Desde o momento em que eu vi que tínhamos Alberto André, Filipe Reis e André Carneiro dando aula no curso, eu sabia que por pior que eu fosse, o curso seria bacana porque eles iriam jogar a média lá em cima. <img src='http://www.marketingcontextual.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Mas vou ser sincero: nem eu esperava um trabalho tão fantástico desses caras.</p>
<p>Foi bacana demais ver o Alberto André, um cara que eu conheci ano passado, ainda começando no mundo do Search, estrear como palestrante. Suas aulas foram excelentes. Tem gente com a cabeça &#8220;explodida&#8221; com o módulo de Local Search até agora. Não vejo a hora de vê-lo abordando esse assunto no <a href="http://www.uaiseo.com.br/">Uai SEO</a>.</p>
<p>André Carneiro é um cara de quem eu nunca tinha ouvido nada que não fosse elogio. Não podia deixar de chamá-lo. E desde o momento do convite ele foi um cara 110% prestativo e interessado no evento. Ajudou em todos os aspectos. E nas aulas ele mostrou porque tem uma reputação tão bacana. Eu afirmo sem sombra de dúvidas que sua apresentação de &#8220;Como Vender SEO&#8221; não ficou devendo em nada à já histórica apresentação com mesmo tema feita pela lenda Alexandre Kavinski em 2009 no SEOcamp.</p>
<p>E, por último, o Filipe Reis. Meu amigo pessoal desde as primeiras semanas de faculdade, começamos com Links Patrocinados quase juntos. Em nenhum momento imaginei esse curso sem a presença dele. Ele definitivamente não é dos caras mais pacientes com palestras, eventos e redes sociais. Mas o esforço para fazê-lo participar valeu demais. Acho que todo mundo que esteve lá viu porque eu considero ele um dos melhores profissionais de mídia do Brasil. Arrasou em tudo que ele apresentou. E me pergunto se alguém do país saberia falar melhor sobre Rede de Display do ele falou no curso.</p>
<h2>Os Alunos</h2>
<p>Não tínhamos a menor ideia de como a turma iria se comportar. Vimos que o perfil de inscritos era extremamente diversificado, em todos os aspectos possíveis. E era impossível adivinhar no que essa mistura ia dar.</p>
<p>E foi um resultado excelente. Todos nós professores estávamos há mais de uma semana dormindo muito pouco e trabalhando feito loucos. Só que durante o curso, quando víamos todo mundo na turma com &#8220;brilho no olho&#8221;, interessadíssimos e querendo se aprofundar no mundo do Search, era impossível sentir cansaço.</p>
<p>Foi uma turma pontual, dedicada, educada, participativa e compreensiva. Não podíamos pedir mais. Muito obrigado a todos vocês que confiaram no nosso trabalho e investiram sua grana e seu fim de semana no SEM Dúvida!</p>
<h2>E agora?</h2>
<p>Agora? Nada. O evento foi fantástico mas exige muita dedicação. Por várias outras coisas que irão tomar todo o meu tempo, não esperem ver meu nome associado a um evento nas próximas semanas. Mas a experiência de um curso foi muito bacana e acho que poderemos ter novidades mais para a frente.</p>
<p>Só que isso vai depender mais do mercado do que de nós, meros organizadores. Nos digam se há público, se há interesse (e no que), que vamos honrar nosso compromisso de ajudar o mercado com o que pudermos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>EDIT:</strong></span> Quando temos poucos minutos para escrever um post, a gente sempre deixa coisas importantes para trás. E o que estou adicionando aqui não poderia faltar de jeito nenhum:</p>
<p>Sem o Alberto André este evento jamais teria nascido. Tudo do SEM Dúvida tem pelo menos 50% de mérito dele. Impressionante ver o quanto o Alberto é apaixonado por Search e o quanto ele se dedica para que o mercado evolua. Para quem não sabe, ele acabou de fazer uma cirurgia no pé. E teve aguentou horas e horas de pé no curso sem reclamar de nada. Ele correu risco de ter complicações sérias. E podem ter certeza: não foi por dinheiro. Não bastasse isso, como eu já disse, ele deu um show nas suas aulas. Sinceramente não sei como esse garoto aprendeu tanto sobre SEM tão rápido. Acho que a <a href="http://www.seletomarketing.com.br/">Seleto</a> tem um futuro brilhante pela frente. Muito obrigado pela parceria e pela dedicação Alberto! Você é o cara!</p>
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		<title>Como Foi o Search Labs 2010</title>
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		<comments>http://www.marketingcontextual.com/searchlabs2010/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 19:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[
E nesta semana aconteceu a tão esperada primeira edição do Search Labs 2010, um evento de Search Marketing em São Paulo que reuniu diversas referências do mercado nacional e internacional.
Neste post, vou tentar passar uma visão geral de como foi o evento e as principais palestras em que estive. Mas é importante avisar desde já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/searchlabs.png" alt="" width="328" height="179" /></p>
<p>E nesta semana aconteceu a tão esperada primeira edição do <a href="http://www.searchlabs.com.br">Search Labs</a> 2010, um evento de Search Marketing em São Paulo que reuniu diversas referências do mercado nacional e internacional.</p>
<p>Neste post, vou tentar passar uma visão geral de como foi o evento e as principais palestras em que estive. Mas é importante avisar desde já que não assisti a todas as apresentações, já que eram 3 salas simultâneas durante os dois dias de evento.</p>
<h2>Os Gringos</h2>
<p>Doc Luz e cia, os organziadores do Search Labs reuniram um time fantástico de palestrantes internacionais para o evento. Conseguir trazer profissionais que são altamente requisitados em todas as partes do mundo é um trabalho complicadíssimo e por isso eu tiro o meu chapéu para os organizadores.</p>
<p>E o nível das apresentações definitivamente compensou o esforço. No primeiro dia, <strong>Dennis Goedegebuure</strong>, diretor de SEO do eBay, mostrou como é trabalhar com SEO em um dos mais importantes sites do mundo. Foi muito interessante ver os caminhos que ele adota para trabalhar SEO em um site tão grande e que tem praticamente 100% de seu conteúdo gerado por usuários. Também foi curioso ver que mesmo ele, no eBay, tem sérias dificuldades para evangelizar outras áreas da empresa sobre a importância do SEO.</p>
<p>Em seguida tivemos <strong>Jason Hall</strong>, ex-diretor de Links Patrocinados do Shopzilla, o &#8220;Buscapé dos EUA&#8221;. Apesar do Doc Luz, em uma pergunta infeliz de um participante, ter sido forçado a dizer que a apresentação de Jason foi a que mais deixou a desejar, no meu ponto de vista foi uma palestra muito válida. Ele não detalhou muito o lado técnico do seu trabalho, mas fez comentários muito interessantes sobre seu papel e seus objetivos como diretor de PPC de um dos maiores anunciantes do mundo. Quem falou mais sobre prática com Links Patrocinados foi <strong>Pavel Dolezal</strong>, um tcheco que atua no mercado de 4 países do leste europeu, incluindo a Rússia. Foram mostradas várias ferramentas de trabalho que ele mesmo desenvolveu. Também foi curioso ver a realidade na qual ele trabalha, com vários outros sistemas de busca fortes no mercado. Exatamente o oposto do nosso mercado, que é dominado pelo Google.</p>
<p>O segundo dia de evento já começou com <strong>Todd Malicoat</strong>, uma referência mundial em Link Building falando sobre o trabalho de ganhar links com Social Media. O ponto alto da palestra foi o choque de realidade que ele passou para os ufanistas ao afirmar que não se faz link building em Social Media sem usar e abusar de perfis fakes, troca de interesses com grupos de usuários e outras estratégias &#8220;questionáveis&#8221;.</p>
<p>E mais tarde tivemos a palestra que eu pessoalmente aguardava com mais ansiedade: <strong>Vanessa Fox</strong>. O seu tema foi Arquitetura de Informação e SEO. E foi muito interessante ver como ela abordou um tema tecnicamente complexo com uma apresentação clara e simples. Não é a toa que o seu livro, <a href="http://www.amazon.com/Marketing-Age-Google-Strategy-Business/dp/0470537191/ref=ntt_at_ep_dpi_1">Marketing in the Age of Google</a>, trata SEO de maneira incrivelmente acessível para executivos e pessoas de fora da indústria de Search. Muito bom.</p>
<p>E fechando a participação gringa, tivemos <strong>Melanie Mitchell</strong>, ex-AOL e que já esteve no Brasil no SMX 2008. Ela falou sobre a integração e busca com os vários outros canais de comunicação de uma marca.</p>
<h2>Os Brazucas</h2>
<p>De modo geral, as apresentações de brasileiros foram muito boas. Em muitos momentos ficou clara a dedicação que vários tiveram para levar um conteúdo bacana para o evento. Por outro lado, em um ou outro momento foi estranho ver alguns palestrantes brasileiros tratarem o público como um bando de iniciantes enquanto os palestrantes americanos, que são os que poderiam nos considerar &#8220;verdes demais&#8221; abordaram tópicos muito mais complexos com sucesso. Mas isso foi uma pequena minoria. No modo geral, os brasileiros se saíram muito bem.</p>
<p>No primeiro dia, destaque para o <strong>Alex Pelati</strong>, dando valiosas dicas sobre Local Search;<strong> Léo Naressi</strong> e <strong>Ruy Carneiro</strong> dividindo muito bem o palco para falar de Web Analytics e Search; e o organizador da festa, <strong>DocLuz</strong>, com uma caprichada apresentação com dicas concretas de Links Patrocinados.</p>
<p>No segundo dia, <strong>Flávio Raimundo</strong> fez uma apresentação muito bem humorada sobre planejamento de conteúdo a médio e longo prazo e também trouxe seus tradicionais &#8220;alertas&#8221; sobre SEO que muito agregaram ao evento. E não dá para deixar de destacar a excelente palestra sobre Link Building de <strong>Cassiano Travareli</strong>. Pegar um tema que a maioria das pessoas já viu em várias palestras (mas mesmo assim sempre querem coisas novas), no mesmo evento em que uma referência mundial (Todd Malicoat) também está falando é uma tarefa ingrata para qualquer um. Mas o Cassiano mandou muito bem. Fez uma apresentação clara, concisa e entupida de dicas que a maioria dos SEOs pensaria 100 vezes antes de soltar. Excelente.</p>
<h2>Os Googlers</h2>
<p>É complicado avaliar palestras de funcionários do Google sobre SEO.</p>
<p>As participações de <strong>Ariel</strong> e <strong>Pedro Dias</strong> eram duas das principais atrações do Search Labs. E a presença deles gerou discussão semanas antes do evento começar. Então a expectativa pelo que eles tinham a dizer estava alta.</p>
<p>Antes da minha opinião: não me entendam mal. É óbvio que se ambos não fossem extremamente competentes, eles não ocupariam os cargos que ocupam. E sou mais uma das pessoas que aprovam e admiram o trabalho deles com a comunidade de Search.</p>
<p>Mas a cada palestra fica mais claro para mim o quanto os funcionários do Google são sufocados para não passar nenhum tipo de informação que tenha uma possibilidade mínima de revelar para alguém algum detalhe do algoritmo do Google e do trabalho da equipe de Web Spam. Tanto o Ariel quanto o Pedro foram muito simpáticos e atenciosos durante todo o evento. Mas em suas participações, vimos dicas para iniciantes e respostas genéricas para dúvidas dos que perguntaram. E não sei se precisa mesmo ser assim. A Vanessa Fox, que é ex-Google, abordou assuntos muito mais complexos sem precisar revelar nenhum segredo de estado da empresa.</p>
<p>Definitivamente não sou contra a participação de Googlers em eventos. E gostaria de ver Ariel e Pedro novamente nos próximos Search Labs. Mas acho que seria muito importante levar a conversa para outro nível, tratar de assuntos avançados e entender como podemos nos dar melhor com a empresa que domina o mercado de Search brasileiro.</p>
<h2>No Geral</h2>
<p>Excelente. Provavelmente o Search Labs foi o melhor evento de Search que o Brasil já teve. Claro que houve problemas com fila, internet, coffee break, etc. Mas o foco foi o CONTEÚDO do evento. E foi para isso que eu fui parar lá. E nisso eles foram impecáveis. Parabéns para todos os organizadores e que comece a contagem regressiva para o Search Labs 2011.</p>
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		<title>Curso de SEM em Belo Horizonte</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 14:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 14 e 15 de agosto estarei dando um curso de Search Engine Marketing em Belo Horizonte. O curso é o SEM Dúvida e, além de mim, teremos mais 3 professores por lá: Filipe Reis, o media planner da Plan B; André Carneiro, o gerente de projetos da Vox Mídia e Alberto André, gerente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/logo_sem_duvida.jpg" alt="SEM Dúvida" width="180" height="174" style="margin-right:7px;" />Nos dias 14 e 15 de agosto estarei dando um <a href="http://www.cursodesem.com.br/">curso de Search Engine Marketing</a> em Belo Horizonte. O curso é o SEM Dúvida e, além de mim, teremos mais 3 professores por lá: Filipe Reis, o media planner da <a href="http://www.planb.com.br">Plan B</a>; André Carneiro, o gerente de projetos da <a href="http://www.voxmidia.com.br/">Vox Mídia</a> e Alberto André, gerente de Search da <a href="http://www.seletomarketing.com.br/">Seleto</a> e um dos criadores do <a href="http://www.uaiseo.com.br/">UaiSEO</a>.</p>
<p>A ideia do curso veio de conversas entre mim e o Alberto e o questionamento constante de pessoas que nos procuravam perguntando sobre cursos de SEO e Links Patrocinados em Minas Gerais. E nós não sabíamos o que responder porque raramente víamos os poucos cursos que já aconteceram aqui terem um feedback positivo.</p>
<p>Além disso, nós tínhamos (e ainda temos) a clara percepção de que um dos principais fatores que está atrasando o &#8220;boom&#8221; do Marketing de Busca em MG é a falta de &#8220;mão-de-obra&#8221; qualificada. Quando um profissional começa a se destacar, rapidamente ele é assediado pelo mercado paulista e, normalmente, para lá se transfere.</p>
<p>Neste cenário, decidimos criar um curso nós mesmos. Não só sobre SEO e nem só sobre Links Patrocinados. Mas sobre o Marketing de Busca como um todo. Porque acreditamos que SEO e PPC se complementam e, mais do que isso, potencializam um ao outro. Portanto é essencial o domínio das duas estratégias. Também não queríamos ter que escolher entre um curso técnico, estratégico ou &#8220;business&#8221;. Decidimos abordar esses 3 lados juntos. Porque acreditamos que um grande profissional de Search precisa trabalhar bem nos 3 campos.</p>
<p>Com o conceito fechado, decidimos chamar mais 2 professores para o curso: Filipe Reis, o media planner da Plan B, que eu considero como um dos melhores profissionais de mídia online do Brasil e André Carneiro, que além de gerenciar os projetos da Vox Mídia (atendendo clientes do porte de <a href="http://www.ricardoeletro.com.br/">Ricardo Eletro</a>), tem experiência como consultor em SEM e Web Analytics.</p>
<p>Depois do OK de todos, foi correr atrás de infra-estrutura, buffets e tudo que envolve a organização de um evento. E assim como foi com os professores, conseguimos fechar rapidamente com aqueles que considerávamos ser os melhores.</p>
<p>Por tudo isso, estamos muito animados com o curso. Esperamos conseguir atingir o objetivo inicial, que gerou isso tudo: ajudar a qualificar o nosso mercado, provocar discussão e mostrar o quanto SEM é importante para o mercado digital mineiro, que já não pode ser chamada de &#8220;pequeno&#8221; há muito tempo.</p>
<p>As inscrições estão abertas no <a href="http://www.cursodesem.com.br">site do curso</a>, com o preço mais baixo valendo apenas até a próxima segunda-feira, 12/07. Tentamos oferecer o valor mais acessível que pudemos. E acho que conseguimos chegar em números bem satisfatórios, considerando todo o valor que se obtém em eventos assim e tudo que está por trás para viabilizar isso.</p>
<p>Qualquer dúvida ou sugestão, entrem em contato pelo site do evento ou por aqui mesmo.</p>
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		<item>
		<title>A Ciência da Propaganda</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 12:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1923 (sim, quase 100 anos atrás), um publicitário chamado Claude Hopkins escreveu o livro &#8220;A Ciência da Propaganda&#8221;. Hopkins, um dos mais respeitados redatores da história da publicidade norte-americana, é o responsável por várias práticas de marketing que são extensivamente usadas até hoje: amostras grátis, testes sem compromisso e até o famoso &#8220;se não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/a-ciencia-da-propaganda-claude-hopkins.jpg" alt="A Ciência da Propaganda" width="151" height="217" />Em 1923 (sim, quase 100 anos atrás), um publicitário chamado Claude Hopkins escreveu o livro &#8220;A Ciência da Propaganda&#8221;. Hopkins, um dos mais respeitados redatores da história da publicidade norte-americana, é o responsável por várias práticas de marketing que são extensivamente usadas até hoje: amostras grátis, testes sem compromisso e até o famoso &#8220;se não gostar, devolvemos seu dinheiro&#8221;.</p>
<p>Em seu livro, originalmente intitulado <em>&#8220;Scientific Advertising&#8221;</em>, Claude Hopkins mostra ao mundo que existe uma certa ciência por trás da propaganda. E, como em qualquer ciência, para saber se algo funciona ou não, é preciso <strong>testar e mensurar</strong>. Opiniões pessoais não são de utilidade alguma e trabalhar com propaganda sem saber se (ou o quanto) ela funciona é um amadorismo inaceitável.</p>
<h2>As Lições de &#8220;A Ciência da Propaganda&#8221;</h2>
<p>Nas conclusões de Hopkins, baseadas em toda sua experiência testando e mensurando propagandas, é fantástico vermos dicas altamente valiosas para o Marketing Digital de hoje em dia. E como Marketing Digital é o tema central deste blog, vamos tratar agora de algumas das conclusões do livro e como elas podem ser aplicadas no nosso cenário atual.</p>
<h3>A Linguagem</h3>
<blockquote><p>[...] Escrever bonito é uma clara desvantagem. Também o é um estilo literário singular. Faz com que a atenção se desvie do assunto. Revela a armadilha. Qualquer tentativa estudada de vender, se transparecer, criará resistência correspondente.</p></blockquote>
<p>Já em sua época, Hopkins percebia a importância de usar no marketing a mesma linguagem usada pelo seu público. Na Internet, isso se torna ainda mais importante. Além de estabelecermos uma relação mais próxima com o usuário, ao usarmos uma linguagem popular, estamos fazendo indiretamente um trabalho de SEO. Afinal, saber quais as palavras-chave com maior volume de tráfego qualificado em um determinado nicho é um dos principais trabalhos de profissionais da área. Televisão ou televisor? Geladeira ou refrigerador? Falar a língua do seu público ainda é vital para qualquer negócio.</p>
<h3>Diga o que precisa ser dito</h3>
<blockquote><p>Alguns dizem: &#8220;Seja breve. As pessoas só lêem coisas curtas.&#8221; Você diria isso a um vendedor?</p></blockquote>
<p>Ainda existem nos dias de hoje pessoas que acreditam no mito do <em>&#8220;above the fold&#8221;</em> (acima da dobra) que, na Internet, diz que as pessoas tendem a dar atenção apenas ao conteúdo das páginas que está na parte visível, sem o uso da barra de rolagem. Normalmente as mesmas pessoas acreditam que páginas &#8220;grandes demais&#8221; são grandes problemas.</p>
<p>Estudos de usabilidade e de otimização de taxa de conversão de empresas respeitadíssimas, como a <a href="http://www.conversion-rate-experts.com/">Conversion Rate Experts</a>, já provaram que tudo isso não passa de uma lenda ultrapassada. Hoje, se sabe que não importa o tamanho da sua página ou a quantidade de coisas que ela diz sobre o seu produto/serviço. O importante é que ela seja engajadora. Diga sempre tudo de bom que você tem a oferecer. Não omita nada com o objetivo de ser mais breve.</p>
<h3>A Questão Clássica</h3>
<p>Um dos maiores erros da propaganda, segundo Hopkins, é quando:</p>
<blockquote><p>Os redatores de anúncios abandonam seus papéis. Esquecem-se de que são vendedores e tentam ser artistas. Em vez de vendas, buscam aplausos.</p></blockquote>
<p>Acho que eu nem preciso acrescentar muita coisa aqui. Se você já trabalhou com Comunicação, provavelmente já viu essa situação. Na Internet ela se manifesta de várias formas. Exemplo comum são aqueles sites em flash enfeitadíssimos, com um design impecável e animação fantástica. Mas que nem um mísero <em>call to action</em> possuem. É o tipo do dinheiro jogado fora pelas empresas. Ou melhor, usado para patrocinar o ego inflado de suas agências/profissionais.</p>
<h3>Foco no seu público</h3>
<blockquote><p>O que você tenha interessará apenas a algumas pessoas e por razões determinadas. Somente tais pessoas lhe importarão. [...] Para granjear atenção geral e inútil, não sacrifique a atenção específica de que necessita.</p></blockquote>
<p>Em inúmeros momentos do seu livro, Hopkins alerta para a necessidade de anunciantes manterem suas atenções voltadas apenas para os nichos de mercado relevantes para eles. Isso foi nos Anos 20. E você se achando moderno por saber o conceito de &#8220;Cauda Longa&#8221;.</p>
<p>A mensagem aqui é clara: apesar do instinto natural que temos de querer atrair o maior número de pessoas possível para o nosso negócio, precisamos nos concentrar em atrair as pessoas que vão gerar lucro. Em links patrocinados, por exemplo, isso poderia virar uma dica como: não foque nas palavras que te trazem mais visitas e sim nas que te trazem mais conversões.</p>
<h3>Mensuração</h3>
<blockquote><p>Tatear no escuro, neste campo (a publicidade), já custou provavelmente dinheiro bastante para pagar a dívida nacional. É o que tem abarrotado os cemitérios da propaganda. É o que tem desencorajado milhares de pessoas que poderiam ter obtido êxito nessa atividade.</p></blockquote>
<p>Em sua época, Hopkins lutava para dar maior credibilidade à propaganda e com isso conseguir novos anunciantes. Hoje, nós lutamos para convencer clientes de que investir em Internet é um negócio que pode trazer (muito) retorno. E a solução que Hopkins encontrou é, na minha opinião, a mesma que temos que perseguir: <strong>mensurar resultados</strong>. Apenas através de mensuração e apresentação de resultados, conseguiremos provar cientificamente que Marketing Digital é um trabalho sério e lucrativo.</p>
<p>Enfim, essas são algumas das dezenas de ligações que podemos tirar do livro de Claude Hopkinspara o Marketing Digital. A ideia aqui é ilustrar apenas alguns dos pontos mais interessantes.</p>
<h2>Leia o Livro</h2>
<p><img class="alignleft" style="padding: 0 10px 0 0;" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/claude-hopkins.jpg" alt="Claude Hopkins" width="150" height="232" />Este é um dos livros que podemos chamar de &#8220;leitura obrigatória&#8221; sem medo de parecer exagero. É tão importante ler este livro &#8220;pré-histórico&#8221; quanto ler as mais famosas novidades do mercado, como <a href="http://www.amazon.com/Web-Analytics-2-0-Accountability-Centricity/dp/0470529393/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1277231787&amp;sr=1-1">Web Analytics 2.0</a> ou <a href="http://www.amazon.com/Marketing-Age-Google-Strategy-Business/dp/0470537191/ref=ntt_at_ep_dpi_1">Marketing in the Age of Google</a>.</p>
<p>Claude Hopkins é um dos profissionais mais importantes da história da publicidade e qualquer coisa que ele tiver escrito merece atenção. E, como eu disse antes, neste livro, ele dá lições que quem absorver, ainda hoje terá vantagem competitiva sobre grande parte da concorrência.</p>
<p>E não existe desculpa para não ler. O livro é bem pequeno, a leitura é muito fácil e o preço é dos menores que já paguei em um livro. Aliás, se você não quiser pagar, você pode ler todo o livro gratuitamente <a href="http://scientificadvertising.blogspot.com/">aqui</a> (em inglês).</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/AK1qxJRQejA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Entrevista com Gustavo Bacchin</title>
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		<comments>http://www.marketingcontextual.com/entrevista-com-gustavo-bacchin/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 13:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[Na não muito longa história deste blog, nunca tivemos uma entrevista. Não que eu não goste do formato. Muito pelo contrário. Mas a falta de tempo (e organização) da minha parte sempre atrapalharam. Mas hoje estou orgulhosamente publicando uma entrevista que fiz com um grande profissional de Marketing Digital que tem muito a dizer sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na não muito longa história deste blog, nunca tivemos uma entrevista. Não que eu não goste do formato. Muito pelo contrário. Mas a falta de tempo (e organização) da minha parte sempre atrapalharam. Mas hoje estou orgulhosamente publicando uma entrevista que fiz com um grande profissional de Marketing Digital que tem muito a dizer sobre a área.</p>
<p><img class="alignright" style="padding-left: 5px;" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/gustavo_profile.jpg" alt="" width="150" height="150" />Nossa conversa será com <strong>Gustavo Bacchin</strong>. Co-fundador da <a href="http://www.cadastra.com.br">Cadastra</a>, uma das maiores agências de SEM brasileiras, Head of SEO e Social Marketing da Ads Dot Com, em Londres e editor executivo do portal <a href="http://www.sembrasil.com.br/">SEM Brasil</a>. Vamos ler considerações sobre SEO no Brasil X SEO no Reino Unido, Social Media, carreira em Marketing Digital e muito mais.</p>
<p>Antes de mais nada, obrigado ao Gustavo pela atenção, disponibilidade e pelo excelente conteúdo compartilhado conosco. Agora, vamos para a entrevista:</p>
<p><strong>Como um SEO brasileiro foi parar na Ads Dot Com, em Londres?</strong></p>
<p>Olá, leitores do Marketing Contextual, e muito obrigado, Rafael, pelo convite para esta entrevista.<br />
Já são quase 8 anos em Londres. A decisão de vir para Londres foi, de certa forma, fácil de tomar. Eu terminei minha faculdade de Administração de Empresas e minha cidadania italiana foi aprovada logo depois (como cidadão italiano eu poderia trabalhar em Londres sem necessidade de visto – qualquer cidadão de países da comunidade européia pode). Eu queria trabalhar em um mercado onde eu pudesse crescer como profissional, estudar, desenvolver meu inglês e por último, viajar o mundo. De certa maneira nada me prendia no Brasil e tudo me dizia “vai”. Londres tinha a combinação certa de mercado de trabalho, trabalhar e morar sem necessidade de visto, viajar barato e fácil para qualquer lugar do mundo e uma riqueza e diversidade cultural que tu só encontras parecida em Nova Iorque.</p>
<p>Já a minha vinda para a Ads Dot Com em junho do ano passado começa pela minha passagem como SEM Manager pela <a href="http://www.ladbrokes.com">Ladbrokes</a>, uma empresa centenária, líder em apostas esportivas no Reino Unido, ou seja, uma marca fortíssima por aqui. Durante os meus 2 anos e meio lá tive a oportunidade de realizar um trabalho muito bacana e isso combinado com a visibilidade que a Ladbrokes como marca me proporcionou, me valorizou muito como profissional no mercado de SEM aqui do Reino Unido. Por mais que pareça estranho falar isso, o Reino Unido é uma ilha pequena, um trabalho bem feito por aqui gera frutos muito rapidamente.</p>
<p>Depois de passar um ano na <a href="http://www.isango.com/">Isango!</a>, uma empresa de turismo especializada em excursões e tours ao redor do mundo, recebi a proposta da Ads Dot Com. Já conhecia a Ads Dot Com desde a minha época na Ladbrokes, sabia que eles eram responsáveis pelas marcas <a href="http://www.intercasino.com/">InterCasino</a> e <a href="http://www.interpoker.com/">InterPoker</a>, sendo InterCasino o primeiro casino online da história, portanto uma marca estabelecida e com um grande know-how. Conhecia a força deles nos resultados orgânicos através das análises competitivas que fazíamos na Ladbrokes (a Ladbrokes também possui um cassino online). Não tive como rejeitar a volta ao mundo de gambling. Primeiro, pelo projeto: o lançamento, com o suporte de campanhas offline e online, de uma marca e website completamente novos (o rebrand foi feito pela agência americana Michael Peters &amp; Partners, responsável por marcas como Johnnie Walker e Universal Studios), segundo no âmbito SEO; a chance de montar um time do zero (recrutar, treinar – algo que sempre gostei de fazer), ter um budget dedicado à SEO que me permitiria realizar diversos projetos, treinamentos in-house, atender conferências, desenvolver ferramentas e, por último, ser também o responsável pelo Social Marketing da empresa, uma área que eles ainda desconheciam. Ou seja, um prato cheio para quem gosta de SEO e Social Media. Estou na Ads já faz 11 meses, temos 2 SEO’s in-house, estamos recrutando mais um, e também gerencio o trabalho com uma agência de SMM e 3 agências de SEO que nos ajudam em atividades diversas.</p>
<p><strong>Muitas pessoas apontam como principal diferença entre o mercado de SEO brasileiro e mercados mais maduros como Reino Unido e Estados Unidos o fato de que aqui ainda estamos muito mais preocupados com os fatores on-page do que com os fatores off-page. Você concorda com este ponto de vista? Quais outras diferenças você pode destacar entre o mercado brasileiro e o mercado europeu de Search?</strong></p>
<p>Sobre o on-page e off-page, concordo mas é apenas uma questão de tempo, do nível de competitividade se tornar mais acentuado, para que haja um equilíbrio maior no uso de estratégias on-page e off-page. Quanto mais SEO crescer no Brasil e mais gente fizer (bem) o on-page &#8211; que é de certa maneira mais fácil de se fazer e de se copiar, mais nivelados estarão os websites e mais difícil será alcançar o topo dos resultados orgânicos somente com on-page. O off-page se tornará uma necessidade natural, será o diferencial. Não tem como escapar, minha opinião é de que a parte de tecnologia do seu site é apenas a fundação do seu SEO. Conteúdo é a base e o determinante da suas estratégias &#8211; a chave para gerar tráfego de palavras-chave long tail, a ferramenta mais eficaz para se atrair links de qualidade, etc, porém tecnologia e conteúdo não são, há muito tempo, os diferenciais em um projeto de SEO. A SEOmoz publicou em 2009 uma <a href="http://www.seomoz.org/article/search-ranking-factors">pesquisa sobre fatores de posicionamento</a> onde aponta que somados, os fatores off-page equivalem a mais de 65% do algoritmo do Google.</p>
<p>Porém, quero aproveitar para compartilhar um pensamento sobre off-page e link building. O que eu tenho visto muito por aqui é uma abordagem com o simples objetivo de se construir links externos para rankings. Este tipo de tática gera o tipo de links que são “fáceis de se copiar”, sua “vantagem” tem data para expirar. O grande diferencial e vantagem competitiva de qualquer website deve ser o seu negócio, o seu produto e/ou serviço. Sua capacidade de alavancar links tem que estar conectada a estes, de criar relacionamentos duradouros com parceiros, fornecedores e, principalmente, consumidores. Eu acredito firmemente que link building hoje é sinônimo da sua capacidade de estabelecer e desenvolver relacionamentos online. A Forrester publicou em 2007 um estudo traçando o perfil dos usuários online, como eles se comportam, quem tende a participar mais ou menos, criar, compartilhar e distribuir conteúdo, etc. É um estudo que pra mim foi essencial no mapeamento das minhas redes de relacionamento e de quem eu posso ter os melhores benefícios para o meu SEO. O estudo pode ser <a href="http://www.forrester.com/rb/Research/social_technographics%C2%AE/q/id/42057/t/2">adquirido aqui</a>, e um <a href="http://forrester.typepad.com/groundswell/2007/04/forresters_new_.html">preview está aqui</a>.</p>
<p>Quanto a outras diferenças de mercado, as mais acentuadas para mim são inovação e educação. Ainda criamos muito pouco, copiamos ou adaptamos muito no Brasil, não há inovação, pesquisas, não existem cases de sucesso em links patrocinados e SEO suficientes para atrair o interesse das empresas. Pelo menos não no nível que eu vejo aqui e nos Estados Unidos. O conteúdo sobre search disponível na web, os livros, os cursos e eventos ainda não alcançaram as grandes empresas e os gerentes de marketing, ainda vivemos em um “mundinho” muito só nosso. Temos que “colocar search marketing na rua”. Estou otimista, tem muita gente boa entrando no mercado, profissionais estão amadurecendo e acredito que nos próximos 2-3 anos o mercado vai crescer muito mais e muito rapidamente. Brasil é o mercado do momento.</p>
<p><strong>Algumas pesquisas indicam que no mercado americano cerca de 90% dos cliques em sites de busca são em resultados orgânicos. Mas curiosamente, apenas pouco mais de 10% dos investimentos de SEM são em SEO. Alguns profissionais acreditam que nos próximos tempos, veremos no mercado mundial os investimentos em SEO ficarem mais próximos dos investimentos feitos em links patrocinados. Essa maior atenção dada a SEO se daria devido a fatores como CPCs impraticáveis em diversos setores e menores custos a longo prazo em SEO. Você compartilha dessa visão?</strong></p>
<p>Compartilho sim. Porém, acredito que não vai ser assim tão rápido como todos desejam nem acho que irá chegar a um balanço com links patrocinados, muito menos ultrapassá-los (porém, torço para que eu esteja errado). Digo isso simplesmente porque SEO está cada vez mais complexo e mais competitivo, e resultados cada vez mais a longo prazo. A curto e médio prazo, em muitos casos, o investimento é alto e está aumentando, devido ao alto grau de especialização, o que torna mais difícil de se vender o serviço.</p>
<p>A curva de aprendizado em SEO ainda é muito acentuada se comparada com a de links patrocinados, e só tem aumentado com a constante inovação e desenvolvimento das ferramentas de busca. Mas sem dúvida SEO ainda vai crescer muito, os sinais estão aí para quem quiser ver. Nunca houve tantas agências e vagas para SEO’s, pesquisas, ferramentas, livros e eventos. O próprio Google tem dado cada vez mais suporte à comunidade e ao mercado.</p>
<p><strong>Você é o responsável por SEO e Social Media na InterCasino. Quais são os pontos em que você enxerga interseções entre estas duas áreas? Como SEO pode ajudar em Social Media e vice-versa?</strong></p>
<p>Existem diversos pontos. Alguns beneficiam o posicionamento orgânico de um site mais diretamente, como o uso de redes sociais para promoção e distribuição de conteúdo, e aquisição de links. Já outros não tanto no sentido de posicionamento, como a utilização de sites de redes sociais para <em>SERP domination</em>, que é uma área de SEO.</p>
<p>Em SEO para Social Media, utilizamos técnicas para otimização do conteúdo que é distribuído em redes sociais, otimizamos links, etc. O mais importante é que a presença de uma empresa em redes sociais contribui para a visibilidade da sua marca e enriquece a experiência do usuário. Redes sociais e o seu site às vezes se complementam,  outras vezes são independentes. Existem circunstâncias onde você deve oferecer um link para o seu site e outras para, por exemplo, a sua página no Facebook. Tudo depende da estratégia e do tipo de resultado que você quer obter.</p>
<p><strong>No Brasil, nós estamos engatinhando em questões ligadas a SNA (Social Network Analysis). Agências e clientes estão começando a entender o tipo de retorno que devem esperar em ações de Social Media. Mas apenas uma pequena minoria consegue mensurar tal retorno. Como é essa realidade na Europa? Existem ferramentas e indicadores maduros o suficiente para apontar o nível de sucesso em esforços de Social Media?</strong></p>
<p>As ferramentas disponíveis e métricas são basicamente as mesmas. Recentemente passamos duas semanas apenas testando ferramentas &#8211; Radian6, Techcrigy, Sentiment Metrics, Live Heat, entre outras &#8211; e escolhemos a que melhor se encaixava em nossas necessidades. Todas as ferramentas ainda tem muito para melhorar, todas tem problemas e limitações, e algumas preços extremamente altos.</p>
<p>Quanto a indicadores, sei que essa frase já está batida, mas trabalhando para uma empresa de cassino e poker eu vejo o quanto isso é importante e determinante: cada negócio deve procurar identificar o seu(s) indicador(es) de sucesso, individualmente para cada uma das redes sociais que utilizar. Existem as métricas básicas que indicam engajamento e penetração como número de views e comentários em um vídeo do YouTube, ou número de retweets no Twitter, porém serão esses indicadores de sucesso da SUA campanha? O que significa engajamento para a sua marca e produto? Views? Visitas? Ambos? Quantos retweets representam sucesso? 100? 1.000? 100.000? Jogadores de cassino são muito diferentes dos jogadores de poker. Poker você joga contra outra pessoa, existe diálogo, até compartilhamento de estratégias com outros jogadores, em cassino, é você contra a “casa”. Socializar com a “casa” não é algo natural para eles.</p>
<p>Temos que ter metas realistas (de novo, de preferência, por plataforma social), administrar expectativas, investir nas plataformas que o nosso consumidor realmente usa (e não ir atrás de todas as modas) e ter muito cuidado para não priorizar indicadores que não significam nada. Lembrem-se sempre da métrica para websites, hits, antes uma métrica usada por todos, hoje uma piada nos círculos de especialistas. Tem muita gente mensurando sucesso em redes sociais usando indicadores do tipo hits, que não dizem absolutamente nada.</p>
<p><strong>Que dicas você daria para quem quer fazer carreira em Marketing Digital fora do Brasil?</strong></p>
<p>O mercado digital assim como a internet está apenas em sua infância, tem muito espaço para gente determinada, criativa e profissional.</p>
<p>1.	<strong>Mantenha-se atualizado</strong>: internet é uma área muito dinâmica, em constante transformação. Faça os cursos que puder, vá em eventos da sua área, leia livros, artigos, jornais e blogs.</p>
<p>2.	<strong>Inglês, inglês e inglês</strong>: Escrever, ouvir e falar. Comunicação é, e sempre será, a base de tudo. Inglês é a língua da internet e do mundo. Abre ou fecha portas. Invista em seu inglês agora.</p>
<p>3.	<strong>Invista em certificações</strong>: as certificações profissionais do Google em Adwords e Analytics são bons exemplos de “selo de conhecimento mínimo”. Isso ajuda a quem está recrutando você.</p>
<p>4.	<strong>Ponha a mão na massa</strong>: como eu disse acima, o mercado digital ainda está engatinhando, e novos “gurus” surgem todo dia. Informação não é o diferencial. O que precisamos são profissionais com conhecimento obtido na prática. Não meça esforços para trabalhar na sua área. Comece de baixo se for preciso. E não tenha medo de errar. O importante é colocar a cara à tapa e botar a mão na massa o quanto antes.</p>
<p>5.	<strong>Seja determinado e insistente</strong>: o mais difícil é entrar no mercado, uma vez dentro, se for dedicado e fizer um bom trabalho, o resto é consequência.</p>
<p><strong>Quando iremos ver Gustavo Bacchin em um evento brasileiro de Search?</strong></p>
<p>Infelizmente, não em breve. Já tive que declinar alguns convites por causa da distância. Estou organizando minhas próximas férias no Brasil, quem sabe entre julho e agosto eu estou por aí.</p>
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		<title>O que muda com a nova interface do Google</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 16:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Search Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de meses de testes e especulações, nesta semana, o Google lançou a nova interface de sua ferramenta de busca. São várias mudanças, sendo que a principal delas é a adoção de uma nova coluna à esquerda dos resultados de pesquisa, com muitas opções de pesquisa.
E apesar de todos os testes e pesquisas do Google, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de meses de testes e especulações, nesta semana, o <a href="http://googleblog.blogspot.com/2010/05/google-design-turned-up-notch.html">Google lançou a nova interface</a> de sua ferramenta de busca. São várias mudanças, sendo que a principal delas é a adoção de uma nova coluna à esquerda dos resultados de pesquisa, com muitas opções de pesquisa.</p>
<p>E apesar de todos os testes e pesquisas do Google, este novo layout desagradou uma boa parte dos usuários, o que não é uma surpresa. Afinal, sempre que uma ferramenta popular é reformulada, o coro de reações negativas faz mais barulho do que o coro positivo.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/nova-interface-google.png" alt="" width="610" height="304" /></p>
<p>Mas independente de opiniões pessoais, essa grande mudança de interface também vai refletir em mudanças no mundo de Search. E quem trabalha neste mercado não pode deixar de ignorá-las.</p>
<p>Um primeiro ponto interessante a se considerar é que o Google está se adaptando a um público que domina com cada vez mais precisão as ferramentas de busca e, consequentemente, cada vez mais as utiliza para pesquisas mais refinadas, com uso de filtros e opções avançadas. Obviamente, este tipo de usuário é mais comum em países mais desenvolvidos, mais familiarizados com a internet. No Brasil, ainda temos buscas mais genéricas e um uso menor de ferramentas avançadas. Mas não restam dúvidas de que estamos seguindo o mesmo caminho que os mercados mais maduros seguiram.</p>
<p>Tratando das mudanças que essa nova interface irá causar no trabalho em SEM, um claro efeito que vemos é o aumento de importância da busca universal. Conteúdos &#8220;alternativos&#8221; como vídeos, imagens e mapas ganham importância com a nova barra de opções de pesquisa. E com isso, também aumenta a necessidade dos profissionais de SEO se preocuparam com a otimização desses conteúdos em seus sites.</p>
<h2>A teoria da conspiração</h2>
<p>Agora, abordando um possível lado &#8220;negro&#8221; da história (que sempre é o mais divertido): a partir do momento em que o Google adiciona uma nova coluna à sua página de resultados e disponibiliza para o usuário uma grande quantidade de novas opções, é de se esperar, obviamente, que estas novas opções sejam clicadas. À primeira vista, tudo bem.</p>
<p>O &#8220;problema&#8221; está nos links patrocinados. Quando novos elementos são clicados, os elementos antigos tem uma taxa de cliques (CTR) diminuída. E uma das regras mais básicas do marketing PPC no Google é: &#8220;quanto maior seu CTR, maior seu Quality Score e menos você precisa pagar por um clique&#8221;. Para não ficar só na minha palavra, veja que é basicamente o que o <a href="http://adwords.google.com/support/aw/bin/answer.py?hl=pt-br&amp;answer=10215">Google diz</a> em sua explicação sobre Índice de Qualidade:</p>
<blockquote><p>Em geral, um Índice de qualidade alto indica que sua palavra-chave irá  acionar os anúncios em uma posição mais elevada com um CPC  (cost-per-click ou custo por clique) menor.</p></blockquote>
<p>Como você já deve ter entendido, o efeito que temos na nova interface é uma queda nos CTRs dos anúncios de quem trabalha com links patrocinados no Google. E com isso, o CPC mínimo que se tem que pagar aumenta. E, no final das contas, o Google vai ganhar mais da sua sempre apertada verba.</p>
<p>Claro que tudo isso <em>ainda</em> é especulação. Eu mesmo não tenho dados conclusivos para comprovar tal efeito. Ainda. Mas tenho visto pouca gente tocar nesse assunto, que é muito mais importante para SEM do que os #mimimis subjetivos como &#8220;não gostei da coluna nova&#8221; ou &#8220;o Google imitou o Bing/Ask/Yahoo&#8221;.</p>
<p>Se algum leitor estiver notando quedas de CTRs com algum padrão e teoricamente sem justificativa desde a entrada da nova interface, por favor esteja mais do que à vontade para comentar.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/LZyUS_IUH5g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Content Mills valem a pena?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MarketingContextual/~3/-81s2sUpMWw/</link>
		<comments>http://www.marketingcontextual.com/content-mills/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 16:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ontem li um artigo bem interessante no SEO Book sobre content mills, um &#8220;estilo&#8221; de site que tem se tornado muito comum no mercado americano. E como ainda não vi ninguém &#8220;aportuguesando&#8221; esse termo, vou tratá-lo aqui no artigo pelo nome original mesmo e não por moinho de conteúdo, que é feio que dói.
Content Mills [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://marketingcontextual.com/imgs_temp/content-mill.jpg" alt="Content Mill" /></p>
<p>Ontem li um <a href="http://www.seobook.com/content-mills">artigo</a> bem interessante no <a href="http://www.seobook.com">SEO Book</a> sobre <em>content mills</em>, um &#8220;estilo&#8221; de site que tem se tornado muito comum no mercado americano. E como ainda não vi ninguém &#8220;aportuguesando&#8221; esse termo, vou tratá-lo aqui no artigo pelo nome original mesmo e não por <em>moinho de conteúdo</em>, que é feio que dói.</p>
<p>Content Mills são sites com uma política de criar conteúdo de qualidade duvidosa por custos baixos. Podem ser desde blogs com &#8220;redatores&#8221; mal pagos criando toneladas de textos até sites que exploram o conteúdo gerado por usuários.</p>
<p>Este tipo de abordagem na web está se popularizando por causa dos retornos que ela supostamente traz em SEO. A lógica é simples. Quanto mais conteúdo você cria, para mais termos você irá aparecer nos sites de busca e maior será o seu tráfego.</p>
<p>Claro que de um ponto de vista macro, isso é péssimo para a internet. Afinal, a maioria do conteúdo que existe na rede já é de baixíssimo valor. Com as Content Mills provando-se lucrativas, o lixo vai ficar maior ainda. E quem estiver lucrando com conteúdo ruim, dificilmente vai abandonar a prática em nome de &#8220;uma internet melhor&#8221;.</p>
<h2>Então eu devo ou não usar Content Mills</h2>
<p>Minha resposta preferida para quase tudo: <strong>depende</strong>.</p>
<p>Claro que os utópicos de plantão vão dizer que não se deve usar esse tipo de abordagem nunca, que conteúdo tem que ser sempre de qualidade, etc. Mas a verdade é que ainda não existe um sistema de busca que consiga distinguir bem um conteúdo bom de um conteúdo ruim. A fórmula do Google de dar mais peso a informações vindas de domínios &#8220;confiáveis&#8221; não funciona neste caso porque estes mesmos domínios confiáveis várias vezes adotam content mills em algumas áreas. Então, no cenário atual, essa estratégica vai <strong>sim</strong> gerar tráfego para o seu site.</p>
<p>Mas não espere que você vá fidelizar ou converter algum usuário com conteúdo ruim. E aí está o grande ponto. Na minha opinião, este tipo de abordagem só tende a valer a pena para negócios que geram seus lucros com base em pageviews ou sistemas de publicidade no estilo do <a href="https://www.google.com/adsense/">Adsense</a>. Mas se o seu negócio não se encaixa nessa categoria, pense duas vezes antes de fazer uma Content Mill. Conteúdo de baixa qualidade vai rapidamente acabar com a reputação da sua marca e e te tornar uma fonte nada útil para seus usuários.</p>
<p>Muitas (mas MUITAS mesmo) empresas de SEO abrem mão de qualidade no conteúdo criado para seus clientes e preferem focar em quantidade. Isso é muito comum em mercados mais imaturos, onde o grande <a title="Key Performance Indicator" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/KPI">KPI</a> de SEO é simplesmente &#8220;volume de tráfego vindo dos sites de busca&#8221;. Em um cenário assim, as empresas de SEO não estão comprometidas com a qualidade dos visitantes trazidos e muito menos se estes visitantes vão gerar conversões. Portanto, adotar uma estratégia de Content Mill é muitas vezes o mundo perfeito para &#8220;profissionais&#8221; de SEO. Por mais que isso vá trazer apenas prejuízo para seus clientes.</p>
<p>Então, adotar o modelo Content Mill vai depender muito das aspirações do seu negócio. Não o considero nenhum pecado mortal e, do <strong>meu</strong> ponto de vista, nem Black Hat SEO é. Mas, se puder, opte por criar um conteúdo bacana e tornar o mundo um lugar melhor. <img src='http://www.marketingcontextual.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<item>
		<title>Pós-graduação em Marketing Digital no UniBH</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MarketingContextual/~3/CcVFeT-reLc/</link>
		<comments>http://www.marketingcontextual.com/pos-graduacao-em-marketing-digital-no-unibh/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 13:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Search Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana, foi anunciada a lista de professores que vão compor o curso de pós-graduação em marketing digital que está sendo lançado pelo centro universitário UniBH. E eu estou lá, orgulhosamente ao lado de alguns dos nomes mais importantes do mercado de internet no Brasil. Segue a lista de professores:

Michel Lent &#8211; Gerente Geral e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, foi anunciada a lista de professores que vão compor o curso de pós-graduação em marketing digital que está sendo lançado pelo <a href="http://www.unibh.br">centro universitário UniBH</a>. E eu estou lá, orgulhosamente ao lado de alguns dos nomes mais importantes do mercado de internet no Brasil. Segue a lista de professores:</p>
<ul>
<li>Michel Lent &#8211; Gerente Geral e VP de Criação da Ogilvy Interactive</li>
<li>Walter Romano &#8211; Planejamento de Comunicação Digital da Petrobras</li>
<li>Carlos Deluccia &#8211; Consultor Interno Marketing &amp; Vendas da TRIP Linhas Aéreas</li>
<li>Andre Araújo &#8211; Gerente de Negócios Especiais da PASI Seguros</li>
<li>Gui de Deus &#8211; Consultor de Marketing Digital</li>
<li>Gabriel Borges &#8211; Diretor de Planejamento da Agência Click</li>
<li>Gustavo Caetano &#8211; CEO da SAMBA Tech Latin America</li>
<li>Gustavo Ziller &#8211; Sócio fundador e Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Aorta</li>
<li>Santana Dardot &#8211; Sócio Fundador da Sapien Interactive</li>
<li>Rafael Damasceno &#8211; Expert em SEM da Plan B</li>
<li>Karine Drummond &#8211; Sócia da Latitude 14</li>
<li>Ruy Carneiro &#8211; Sócio-Diretor da WA Consulting, Presidente do Comitê de Web Analytics do IAB-Brasil</li>
<li>Jeff Paiva &#8211; Diretor de Mídias Sociais da Energy | Y&amp;R</li>
</ul>
<p>Acho que é uma oportunidade excelente para quem quer ampliar seus conhecimentos de marketing digital em uma pós-graduação <strong>totalmente voltada para o mercado</strong>, característica que tenho certeza que muitas pessoas sentem falta no leque de opções de especialização nesta área no Brasil. E foi pensando exatamente nesta demanda que o coordenador da pós-graduação, o grande Marco Antônio Brum montou toda a estrutura do curso.</p>
<p>E se você se interessou pela pós, mas não é de Belo Horizonte, uma boa notícia: as aulas vão acontecer quinzenalmente às sextas à noite e aos sábados, facilitando a participação de alunos de outras cidades/estados.</p>
<p>As inscrições já estão abertas no site do UniBH. Mais informações como preço, disciplinas, modos de pagamento e localização, você encontra no <a href="http://www.unibh.br/posgraduacao/cursos_premium.php?cboArea=premium&amp;cboCurso=marketing-digital">site do curso</a>.</p>
<p>Ah, na pós eu serei responsável pela disciplina &#8220;<strong>Marketing de Busca e Contextual</strong>&#8220;. Qualquer dúvida, podem entrar em contato.</p>
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		<item>
		<title>Nem Chapeuzinho, Nem Lobo Mau – Considerações Sobre Black Hat SEO</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MarketingContextual/~3/hRO_q9eCuhI/</link>
		<comments>http://www.marketingcontextual.com/black-hat-seo-nem-chapeuzinho-nem-lobo-mau/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 13:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Search Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos tempos, as discussões sobre ética em SEO, o que é Black Hat, o que não é?; se funciona de verdade e vários assuntos relacionados tem estado bem ativas no mercado de SEM brasileiro. Só nos últimos meses foram discussões em eventos, posts em blogs, um episódio exclusivo no Searchcast e por aí vai.
Aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos tempos, as discussões sobre ética em SEO, o que é Black Hat, o que não é?; se funciona de verdade e vários assuntos relacionados tem estado bem ativas no mercado de SEM brasileiro. Só nos últimos meses foram discussões em eventos, posts em blogs, <a href="http://www.searchcast.com.br/searchcast-019-black-hat-seo/">um episódio exclusivo no Searchcast</a> e por aí vai.</p>
<p>Aqui no blog, eu <a href="http://www.marketingcontextual.com/as-formulas-magicas-de-seo/">sempre</a> <a href="http://www.marketingcontextual.com/seo-e-seus-efeitos-colaterais/">defendi</a> ações de &#8220;White Hat&#8221;. Mas ainda não deixei minhas impressões sobre o tema &#8220;Black Hat&#8221;. E também acho que parte das discussões do nosso mercado tem deixado de lado alguns aspectos importantes. Então, quero aproveitar esse post para jogar mais algumas questões que acredito poderem colaborar com a saudável (e interminável) discussão sobre o tema.</p>
<p><strong>Observação:</strong> Neste artigo, vou tratar como black hat todas as estratégias consideradas passíveis de alguma punição por buscadores. Então, para facilitar, quando eu disser &#8220;black hat&#8221; considere também estratégias &#8220;grey&#8221;, que como diz o nome, não são totalmente black, mas também não são o mais puro e belo white.</p>
<h2>Você faz SEO? Então você faz Black Hat</h2>
<p>Pois é. Se você for seguir ao pé da letra o que dizem as <a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?answer=35769#3">guidelines do Google</a>, todo mundo que trabalha com SEO trabalha com Black Hat. Isso porque o Google pede para você se fazer a seguinte pergunta para descobrir se o que você está fazendo para um determinado site é &#8220;certo&#8221;:</p>
<blockquote><p>Eu faria isso se os mecanismos de busca não existissem?</p></blockquote>
<p>Ora, se o Google não existisse, a <strong>profissão de SEO</strong> não existiria. Aí já aparece o primeiro ponto a se discutir: o que mais vemos em discussões públicas sobre Black Hat é gente se fazendo de santo (por diversos motivos, que eu até respeito), dizendo que black hat é o maior absurdo do mundo e que jamais faria isso.<br />
Mas olha aí: se você quer mesmo só &#8220;jogar pelas regras&#8221; do Google, perceba que ELE te considera &#8220;black hat&#8221;. Então, vale a pena repensar se você é tão &#8220;puro&#8221; assim.</p>
<h2>Provavelmente o seu concorrente NÃO vai ser punido</h2>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 176px"><img class="   " style="margin-top: 10px;" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/saruman.jpg" alt="" width="166" height="166" /><p class="wp-caption-text">O malvado Saruman, que curiosamente veste branco.</p></div>
<p>Pelo menos no Brasil, é assim. A primeira dica que todo mundo dá quando alguém reclama de concorrente fazendo black hat é &#8220;denuncie ele&#8221;. Mas eu nunca vi ninguém dizer que a maioria das denúncias que ele faz resultam em punição. Se com alguém é assim, por favor se manifeste. Eu já cansei de fazer denúncias de black hats absurdos que não resultaram em nada. E alguns black hats até mais &#8220;suaves&#8221; foram punidos.</p>
<p>Então, não sei qual é o critério dos nossos colegas do Google para punir. Mas a dura verdade é que a grande maioria dos black hats brasileiros <strong>não</strong> são punidos.</p>
<h2>Se você não fizer, você corre o risco de ficar para trás</h2>
<p>Se você não é o SEO da Wikipedia, então você corre riscos reais de ficar para trás nas batalhas de rankings mais competitivas, caso você não use nenhuma estratégia de SEO que seja considerada pelo menos &#8220;grey hat&#8221;.</p>
<p>Veja bem, <strong>eu não estou dizendo que você tem que fazer a festa com doorway pages, link farms ou cloaking</strong>. O que estou dizendo é que usar apenas técnicas que vão indiscutivelmente &#8220;fazer da internet um lugar melhor&#8221;, pode ser um problema em SERPs de grande concorrência. E se você trabalha em uma agência, normalmente o que o seu cliente vai pedir são bons posicionamentos, independente das técnicas utilizadas. Claro que muitos clientes vetam black hats absurdos. Mas eu pelo menos nunca peguei um cliente que exigisse o uso apenas de técnicas aprovadas pelo Papa.</p>
<p>Bem, agora que eu já fiz muitas considerações relativamente pró-black hat, vamos para a segunda parte do post, que é um certo &#8220;disclaimer&#8221;, para que você não saia com a conclusão errada sobre a ideia que estou tentando passar.</p>
<h2>Focar seus esforços de SEO em Black Hat é um grande erro</h2>
<p>Uma coisa é ter uma estratégia de SEO white hat sólida, com uma outra &#8220;turbinada&#8221; de recursos considerados black hat pelo Google. Outra completamente diferente é trabalhar um SEO totalmente dependente de black hat.</p>
<p>É muito comum vermos &#8220;empresas&#8221; e &#8220;profissionais&#8221; de SEO abordarem os sites de seus clientes quase que unicamente com estratégias de black hat. Além de muitas vezes essas estratégias não darem resultados, quando dão, fazem isso de forma altamente frágil.</p>
<p>Frágil basicamente por dois motivos:</p>
<ul>
<li>O black hat cria artificialidades que exploram brechas atuais do algoritmo dos buscadores. Pode ser que daqui 1 semana as brechas exploradas sejam corrigidas e consequentemente os rankings caiam violentamente;</li>
<li>Black Hat é fácil de copiar. Qualquer concorrente com conhecimento técnico razoável pode detectar 99% das estratégias de black hat de um site através de ferramentas gratuitas ou muito baratas. E copiar tais estratégias quase sempre também é muito fácil. Então se seu concorrente também quiser entrar no jogo do black hat, copiar a sua estratégia será uma questão de horas.</li>
</ul>
<h2>Eu NÃO recomendo</h2>
<p>Nem para amigos e nem para clientes. Por inúmeros motivos. O primeiro deles é que, no Brasil, para a maioria das SERPs, dá para ter um desempenho excelente em tempo relativamente baixo sem nenhuma abordagem de black hat. Outro aspecto fundamental é que <strong>algumas</strong> (não são todas) estratégias de black hat envolvem questões éticas delicadas. E nesse ponto, cada um tem que saber de si e eu não vou tomar tal decisão por ninguém.</p>
<p style="clear: both;">E o principal: black hat bem feito não é para qualquer um. Um erro e você poderá estar pondo em jogo o dinheiro de muita gente. Então longe de mim assumir a responsabilidade de recomendar black hat para alguém e depois ser responsabilizado pelo site ser retirado do índice do Google.</p>
<h2>Se eu faço Black Hat?</h2>
<p>Depende de muita coisa.</p>
<p>Na grande maioria das vezes não. E, quando eu faço, sigo várias restrições que eu mesmo me imponho:</p>
<ul>
<li>Jamais uso estratégias arriscadas sem antes apresentá-las ao cliente e deixá-lo ciente de todos os riscos que estão envolvidos;</li>
<li>Tais estratégias jamais podem ser o foco do trabalho de SEO. Como já comentei, black hat é frágil e, depender unicamente dele para ter seus rankings é definitivamente uma das maneiras mais arriscadas que um NERD pode ter de levar a vida;</li>
<li>O black hat pode não melhorar a experiência do usuário. Mas é essencial que ele não a piore;</li>
<li>Black Hat &#8220;negríssimo&#8221; eu não faço. Considere &#8220;negríssimo&#8221; como spam em sites de terceiros, conteúdo gerado automaticamente, invasão de sites, etc. Eu tenho meus próprios valores éticos e neles estratégias como essas não se encaixam;</li>
<li>A marca do cliente não pode ser prejudicada. Eu não sou um escovador de bits com conhecimentos técnicos de SEO. Sou um profissional de marketing. Portanto, é minha obrigação cuidar da marca do meu cliente. Ex: jamais vou fazer spam em um fórum relevante ao cliente porque eu sei que, mesmo que eu consiga um link, vou estar proporcionando uma experiência ruim para uma série de pessoas ligadas ao fórum;</li>
</ul>
<p>Então, caso a estratégia atenda a todas as limitações que imponho, tenha sido pedida pelo meu cliente e seja <strong>realmente necessária</strong>, ela será implementada. Afinal de contas, no mundo real, bem longe do mundo maravilhoso do encontro de amantes do SEO, quem paga meu almoço é meu cliente. E o chapéu que vou tirar do meu armário, até certo ponto, é da cor que ele quiser. <img src='http://www.marketingcontextual.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h2>Considerações Finais</h2>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><img class="    " style="padding-left: 10px;" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/gandalf.jpg" alt="" width="280" height="188" /><p class="wp-caption-text">O bonzinho Gandalf, que (vejam só!) veste cinza.</p></div>
<p>Bom, acho que consegui expor grande parte do que penso sobre a eterna discussão de black X white hat.</p>
<p>A minha ideia não é nem de longe defender o maior uso de black hat na comunidade. Mas acho importante deixar claro também para quem está começando que textos bonitinhos e webstandards não resolvem 100% das situações.</p>
<p>Quando realmente necessário, profissionais de mercados competitivos vão sim comprar links ou registrar um domínio unicamente para gerar tráfego. E também é importante dizer que isso não faz de ninguém um desonesto black hatter maldito. Existe uma grande distância entre registar um domínio rico em palavras-chave e fazer SQL Injection no site de um concorrente. E precisamos todos saber diferenciar as coisas.</p>
<p>Críticas, comentários, correções, estejam à vontade.</p>
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		<item>
		<title>Google Analytics Annotations – Mão na roda para gestão de informação</title>
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		<comments>http://www.marketingcontextual.com/google-analytics-annotations/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 01:16:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada o Google anunciou o lançamento de novas funcionalidades do Analytics para esse final de ano. Entre as melhorias apresentadas está uma muito interessante chamada &#8220;annotations&#8221;.
Essa funcionalidade aparentemente simples vem para ser uma grande ajuda na gestão de informação em projetos digitais. A ideia da ferramenta é permitir a todos os usuários de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada o Google anunciou o lançamento de <a href="http://analytics.blogspot.com/2009/12/holiday-bonus-more-great-features.html">novas funcionalidades do Analytics</a> para esse final de ano. Entre as melhorias apresentadas está uma muito interessante chamada &#8220;annotations&#8221;.</p>
<p>Essa funcionalidade aparentemente simples vem para ser uma grande ajuda na gestão de informação em projetos digitais. A ideia da ferramenta é permitir a todos os usuários de uma conta que adicionem comentários em qualquer timeline do GA. O vídeo oficial mostra como funciona:</p>
<div style="width:425px; margin:0 auto">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XfPx4Sus_CY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/XfPx4Sus_CY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</div>
<p>Agora é possível deixar documentado para você e toda a sua equipe uma determinada mudança no seu site como redesign, queda de servidor, adição de conteúdo, nova campanha, etc.  Assim fica muito mais fácil visualizar os resultados de tais mudanças e entender com maior precisão o que a sua timeline está dizendo.</p>
<p>Pode deixar de lado o Notepad, Excel, Google Docs ou seja lá qual fosse a ferramenta que você usava para anotar e compartilhar as mudanças de um site. Agora tudo isso é possível dentro do GA. Mais facilidade para você, mais informação para o Google. <img src='http://www.marketingcontextual.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/dvtcivfifRA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marketingcontextual.com/google-analytics-annotations/feed/</wfw:commentRss>
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