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	<title>Marketing Contextual</title>
	
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	<description>Blog sobre SEO, Search Marketing, PPC e diversos outros tipos de publicidade contextual</description>
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		<title>Nem Chapeuzinho, Nem Lobo Mau – Considerações Sobre Black Hat SEO</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 13:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Search Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos tempos, as discussões sobre ética em SEO, o que é Black Hat, o que não é?; se funciona de verdade e vários assuntos relacionados tem estado bem ativas no mercado de SEM brasileiro. Só nos últimos meses foram discussões em eventos, posts em blogs, um episódio exclusivo no Searchcast e por aí vai.
Aqui [...]


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<li><a href='http://www.marketingcontextual.com/apresentacao-sobre-marketing-de-busca/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Apresentação sobre Marketing de Busca'>Apresentação sobre Marketing de Busca</a></li>
<li><a href='http://www.marketingcontextual.com/seo-e-seus-efeitos-colaterais/' rel='bookmark' title='Permanent Link: SEO e seus efeitos colaterais'>SEO e seus efeitos colaterais</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos tempos, as discussões sobre ética em SEO, o que é Black Hat, o que não é?; se funciona de verdade e vários assuntos relacionados tem estado bem ativas no mercado de SEM brasileiro. Só nos últimos meses foram discussões em eventos, posts em blogs, <a href="http://www.searchcast.com.br/searchcast-019-black-hat-seo/">um episódio exclusivo no Searchcast</a> e por aí vai.</p>
<p>Aqui no blog, eu <a href="http://www.marketingcontextual.com/as-formulas-magicas-de-seo/">sempre</a> <a href="http://www.marketingcontextual.com/seo-e-seus-efeitos-colaterais/">defendi</a> ações de &#8220;White Hat&#8221;. Mas ainda não deixei minhas impressões sobre o tema &#8220;Black Hat&#8221;. E também acho que parte das discussões do nosso mercado tem deixado de lado alguns aspectos importantes. Então, quero aproveitar esse post para jogar mais algumas questões que acredito poderem colaborar com a saudável (e interminável) discussão sobre o tema.</p>
<p><strong>Observação:</strong> Neste artigo, vou tratar como black hat todas as estratégias consideradas passíveis de alguma punição por buscadores. Então, para facilitar, quando eu disser &#8220;black hat&#8221; considere também estratégias &#8220;grey&#8221;, que como diz o nome, não são totalmente black, mas também não são o mais puro e belo white.</p>
<h2>Você faz SEO? Então você faz Black Hat</h2>
<p>Pois é. Se você for seguir ao pé da letra o que dizem as <a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?answer=35769#3">guidelines do Google</a>, todo mundo que trabalha com SEO trabalha com Black Hat. Isso porque o Google pede para você se fazer a seguinte pergunta para descobrir se o que você está fazendo para um determinado site é &#8220;certo&#8221;:</p>
<blockquote><p>Eu faria isso se os mecanismos de busca não existissem?</p></blockquote>
<p>Ora, se o Google não existisse, a <strong>profissão de SEO</strong> não existiria. Aí já aparece o primeiro ponto a se discutir: o que mais vemos em discussões públicas sobre Black Hat é gente se fazendo de santo (por diversos motivos, que eu até respeito), dizendo que black hat é o maior absurdo do mundo e que jamais faria isso.<br />
Mas olha aí: se você quer mesmo só &#8220;jogar pelas regras&#8221; do Google, perceba que ELE te considera &#8220;black hat&#8221;. Então, vale a pena repensar se você é tão &#8220;puro&#8221; assim.</p>
<h2>Provavelmente o seu concorrente NÃO vai ser punido</h2>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 176px"><img class="   " style="margin-top: 10px;" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/saruman.jpg" alt="" width="166" height="166" /><p class="wp-caption-text">O malvado Saruman, que curiosamente veste branco.</p></div>
<p>Pelo menos no Brasil, é assim. A primeira dica que todo mundo dá quando alguém reclama de concorrente fazendo black hat é &#8220;denuncie ele&#8221;. Mas eu nunca vi ninguém dizer que a maioria das denúncias que ele faz resultam em punição. Se com alguém é assim, por favor se manifeste. Eu já cansei de fazer denúncias de black hats absurdos que não resultaram em nada. E alguns black hats até mais &#8220;suaves&#8221; foram punidos.</p>
<p>Então, não sei qual é o critério dos nossos colegas do Google para punir. Mas a dura verdade é que a grande maioria dos black hats brasileiros <strong>não</strong> são punidos.</p>
<h2>Se você não fizer, você corre o risco de ficar para trás</h2>
<p>Se você não é o SEO da Wikipedia, então você corre riscos reais de ficar para trás nas batalhas de rankings mais competitivas, caso você não use nenhuma estratégia de SEO que seja considerada pelo menos &#8220;grey hat&#8221;.</p>
<p>Veja bem, <strong>eu não estou dizendo que você tem que fazer a festa com doorway pages, link farms ou cloaking</strong>. O que estou dizendo é que usar apenas técnicas que vão indiscutivelmente &#8220;fazer da internet um lugar melhor&#8221;, pode ser um problema em SERPs de grande concorrência. E se você trabalha em uma agência, normalmente o que o seu cliente vai pedir são bons posicionamentos, independente das técnicas utilizadas. Claro que muitos clientes vetam black hats absurdos. Mas eu pelo menos nunca peguei um cliente que exigisse o uso apenas de técnicas aprovadas pelo Papa.</p>
<p>Bem, agora que eu já fiz muitas considerações relativamente pró-black hat, vamos para a segunda parte do post, que é um certo &#8220;disclaimer&#8221;, para que você não saia com a conclusão errada sobre a ideia que estou tentando passar.</p>
<h2>Focar seus esforços de SEO em Black Hat é um grande erro</h2>
<p>Uma coisa é ter uma estratégia de SEO white hat sólida, com uma outra &#8220;turbinada&#8221; de recursos considerados black hat pelo Google. Outra completamente diferente é trabalhar um SEO totalmente dependente de black hat.</p>
<p>É muito comum vermos &#8220;empresas&#8221; e &#8220;profissionais&#8221; de SEO abordarem os sites de seus clientes quase que unicamente com estratégias de black hat. Além de muitas vezes essas estratégias não darem resultados, quando dão, fazem isso de forma altamente frágil.</p>
<p>Frágil basicamente por dois motivos:</p>
<ul>
<li>O black hat cria artificialidades que exploram brechas atuais do algoritmo dos buscadores. Pode ser que daqui 1 semana as brechas exploradas sejam corrigidas e consequentemente os rankings caiam violentamente;</li>
<li>Black Hat é fácil de copiar. Qualquer concorrente com conhecimento técnico razoável pode detectar 99% das estratégias de black hat de um site através de ferramentas gratuitas ou muito baratas. E copiar tais estratégias quase sempre também é muito fácil. Então se seu concorrente também quiser entrar no jogo do black hat, copiar a sua estratégia será uma questão de horas.</li>
</ul>
<h2>Eu NÃO recomendo</h2>
<p>Nem para amigos e nem para clientes. Por inúmeros motivos. O primeiro deles é que, no Brasil, para a maioria das SERPs, dá para ter um desempenho excelente em tempo relativamente baixo sem nenhuma abordagem de black hat. Outro aspecto fundamental é que <strong>algumas</strong> (não são todas) estratégias de black hat envolvem questões éticas delicadas. E nesse ponto, cada um tem que saber de si e eu não vou tomar tal decisão por ninguém.</p>
<p style="clear: both;">E o principal: black hat bem feito não é para qualquer um. Um erro e você poderá estar pondo em jogo o dinheiro de muita gente. Então longe de mim assumir a responsabilidade de recomendar black hat para alguém e depois ser responsabilizado pelo site ser retirado do índice do Google.</p>
<h2>Se eu faço Black Hat?</h2>
<p>Depende de muita coisa.</p>
<p>Na grande maioria das vezes não. E, quando eu faço, sigo várias restrições que eu mesmo me imponho:</p>
<ul>
<li>Jamais uso estratégias arriscadas sem antes apresentá-las ao cliente e deixá-lo ciente de todos os riscos que estão envolvidos;</li>
<li>Tais estratégias jamais podem ser o foco do trabalho de SEO. Como já comentei, black hat é frágil e, depender unicamente dele para ter seus rankings é definitivamente uma das maneiras mais arriscadas que um NERD pode ter de levar a vida;</li>
<li>O black hat pode não melhorar a experiência do usuário. Mas é essencial que ele não a piore;</li>
<li>Black Hat &#8220;negríssimo&#8221; eu não faço. Considere &#8220;negríssimo&#8221; como spam em sites de terceiros, conteúdo gerado automaticamente, invasão de sites, etc. Eu tenho meus próprios valores éticos e neles estratégias como essas não se encaixam;</li>
<li>A marca do cliente não pode ser prejudicada. Eu não sou um escovador de bits com conhecimentos técnicos de SEO. Sou um profissional de marketing. Portanto, é minha obrigação cuidar da marca do meu cliente. Ex: jamais vou fazer spam em um fórum relevante ao cliente porque eu sei que, mesmo que eu consiga um link, vou estar proporcionando uma experiência ruim para uma série de pessoas ligadas ao fórum;</li>
</ul>
<p>Então, caso a estratégia atenda a todas as limitações que imponho, tenha sido pedida pelo meu cliente e seja <strong>realmente necessária</strong>, ela será implementada. Afinal de contas, no mundo real, bem longe do mundo maravilhoso do encontro de amantes do SEO, quem paga meu almoço é meu cliente. E o chapéu que vou tirar do meu armário, até certo ponto, é da cor que ele quiser. <img src='http://www.marketingcontextual.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h2>Considerações Finais</h2>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><img class="    " style="padding-left: 10px;" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/gandalf.jpg" alt="" width="280" height="188" /><p class="wp-caption-text">O bonzinho Gandalf, que (vejam só!) veste cinza.</p></div>
<p>Bom, acho que consegui expor grande parte do que penso sobre a eterna discussão de black X white hat.</p>
<p>A minha ideia não é nem de longe defender o maior uso de black hat na comunidade. Mas acho importante deixar claro também para quem está começando que textos bonitinhos e webstandards não resolvem 100% das situações.</p>
<p>Quando realmente necessário, profissionais de mercados competitivos vão sim comprar links ou registrar um domínio unicamente para gerar tráfego. E também é importante dizer que isso não faz de ninguém um desonesto black hatter maldito. Existe uma grande distância entre registar um domínio rico em palavras-chave e fazer SQL Injection no site de um concorrente. E precisamos todos saber diferenciar as coisas.</p>
<p>Críticas, comentários, correções, estejam à vontade.</p>


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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/hRO_q9eCuhI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Google Analytics Annotations – Mão na roda para gestão de informação</title>
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		<comments>http://www.marketingcontextual.com/google-analytics-annotations/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 01:16:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada o Google anunciou o lançamento de novas funcionalidades do Analytics para esse final de ano. Entre as melhorias apresentadas está uma muito interessante chamada &#8220;annotations&#8221;.
Essa funcionalidade aparentemente simples vem para ser uma grande ajuda na gestão de informação em projetos digitais. A ideia da ferramenta é permitir a todos os usuários de [...]


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<li><a href='http://www.marketingcontextual.com/google-latitude-o-sonho-de-todo-anunciante/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Google Latitude: O sonho de todo anunciante'>Google Latitude: O sonho de todo anunciante</a></li>
<li><a href='http://www.marketingcontextual.com/marcas-com-maior-relevancia-no-google/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Marcas com maior relevância no Google?'>Marcas com maior relevância no Google?</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada o Google anunciou o lançamento de <a href="http://analytics.blogspot.com/2009/12/holiday-bonus-more-great-features.html">novas funcionalidades do Analytics</a> para esse final de ano. Entre as melhorias apresentadas está uma muito interessante chamada &#8220;annotations&#8221;.</p>
<p>Essa funcionalidade aparentemente simples vem para ser uma grande ajuda na gestão de informação em projetos digitais. A ideia da ferramenta é permitir a todos os usuários de uma conta que adicionem comentários em qualquer timeline do GA. O vídeo oficial mostra como funciona:</p>
<div style="width:425px; margin:0 auto">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XfPx4Sus_CY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/XfPx4Sus_CY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</div>
<p>Agora é possível deixar documentado para você e toda a sua equipe uma determinada mudança no seu site como redesign, queda de servidor, adição de conteúdo, nova campanha, etc.  Assim fica muito mais fácil visualizar os resultados de tais mudanças e entender com maior precisão o que a sua timeline está dizendo.</p>
<p>Pode deixar de lado o Notepad, Excel, Google Docs ou seja lá qual fosse a ferramenta que você usava para anotar e compartilhar as mudanças de um site. Agora tudo isso é possível dentro do GA. Mais facilidade para você, mais informação para o Google. <img src='http://www.marketingcontextual.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>


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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/dvtcivfifRA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Como foi o SEM Estratégico 2009</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MarketingContextual/~3/TY4Q5ix3q1Y/</link>
		<comments>http://www.marketingcontextual.com/como-foi-o-sem-estrategico-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[No último sábado, participei do SEM Estratégico, um evento que eu considero histórico por ter sido o primeiro congresso de nível nacional em Search Marketing na cidade de Belo Horizonte. Quem trouxe essa grande colaboração para o mercado mineiro, do qual eu atualmente faço parte, foi o pessoal de Esinet, representados por Everson Costa e [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último sábado, participei do <a href="http://www.semestrategico.com.br/">SEM Estratégico</a>, um evento que eu considero histórico por ter sido o primeiro congresso de nível nacional em Search Marketing na cidade de Belo Horizonte. Quem trouxe essa grande colaboração para o mercado mineiro, do qual eu atualmente faço parte, foi o pessoal de <a href="http://www.esinet.com.br/">Esinet</a>, representados por <a href="http://twitter.com/eversoncosta">Everson Costa</a> e <a href="http://twitter.com/flavioreis81">Flávio Reis</a>.</p>
<p>Eu tive a honra de estar lá palestrando ao lado de um time ultra-qualificado composto por Everson Costa, <a href="http://twitter.com/cleomorgause">Cléo Morgause</a>, <a href="http://twitter.com/andfl">Anderson Lopes</a> e os &#8220;<a href="http://www.searchcast.com.br/">SEO Gangsters</a>&#8221; <a href="http://twitter.com/fabioricotta">Fábio Ricotta</a> e <a href="http://twitter.com/docluz">Tiago &#8216;Doc&#8217; Luz</a>. Todos eles deram palestras excelentes e fizeram algo que eu SEMPRE sinto falta nos eventos de SEM brasileiros:<strong> mostraram dicas práticas</strong>, mão na massa mesmo. E, como comentou o <a href="http://www.twitter.com/divadomasini">Masini</a>, praticamente não houve jabá. Outra coisa raríssima nos eventos de SEM.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/sem-estrategico.jpg" alt="Os palestrantes e organizadores do SEM Estratégico" width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">Os palestrantes e organizadores do SEM Estratégico</p></div>
<p>E, tanto para quem foi quanto para quem não teve a mesma sorte, todas as apresentações estão sendo disponibilizadas no <a href="http://www.semestrategico.com.br/slides-das-palestras">site do evento</a>. Aproveitem.</p>
<p>A minha apresentação também esta lá e aqui no post. Críticas e sugestões sobre ela são muito bem-vindas:</p>
<div id="__ss_2602983" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Otimizando Campanhas de Links Patrocinados" href="http://www.slideshare.net/truelynx/otimizando-campanhas-de-links-patrocinados">Otimizando Campanhas de Links Patrocinados</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=semestrategico-rafaeldamasceno-091128111045-phpapp02&amp;stripped_title=otimizando-campanhas-de-links-patrocinados" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=semestrategico-rafaeldamasceno-091128111045-phpapp02&amp;stripped_title=otimizando-campanhas-de-links-patrocinados" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Bom, espero que esse realmente tenha sido o SEM Estratégico <strong>2009</strong> e que venha o 2010,2011&#8230; E que outras pessoas tenham a mesma iniciativa da Esinet e montem eventos bacanas aqui em BH. Isso é fundamental para o amadurecimento desse mercado. E, por último, parabéns a todos os participantes, palestrantes, realizadores e cia. Foi tudo show de bola. <img src='http://www.marketingcontextual.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>


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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/TY4Q5ix3q1Y" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marketingcontextual.com/como-foi-o-sem-estrategico-2009/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>SEM Estratégico – Palestra e sorteio de inscrições</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MarketingContextual/~3/sKQdzttO1Io/</link>
		<comments>http://www.marketingcontextual.com/sem-estrategico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 01:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marketingcontextual.com/?p=360</guid>
		<description><![CDATA[Neste próximo sábado, dia 28, acontece em Belo Horizonte o SEM Estratégico, o maior evento de marketing de busca que já tivemos na cidade. A organização é de Everson Costa, diretor da agência Esinet.
Estarão palestrando lá nomes como Fábio Ricotta (Mestre SEO), Anderson Lopes (Brasil SEO), Cleo Morgause (Bolt Brasil) e Tiago Luz (DM9).
Eu também [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste próximo sábado, dia 28, acontece em Belo Horizonte o <a href="http://www.semestrategico.com.br/">SEM Estratégico</a>, o maior evento de marketing de busca que já tivemos na cidade. A organização é de <a href="http://twitter.com/eversoncosta">Everson Costa</a>, diretor da agência Esinet.</p>
<p>Estarão palestrando lá nomes como Fábio Ricotta (<a href="http://www.mestreseo.com.br">Mestre SEO</a>), Anderson Lopes (<a href="http://www.brasilseo.com.br/">Brasil SEO</a>), Cleo Morgause (<a href="http://www.boltbrasil.com.br/">Bolt Brasil</a>) e Tiago Luz (<a href="http://www.dm9ddb.com.br/">DM9</a>).<br />
Eu também estarei lá fazendo uma palestra sobre melhores práticas em links patrocinados. Talvez eu ainda faça uma apresentação de um case. Quem viver verá. <img src='http://www.marketingcontextual.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h2>Sorteio de Inscrições</h2>
<p>E se você ainda não se inscreveu e quer ter a chance de ir ao evento 100% na faixa (ou com um baita desconto), você está no lugar certo.</p>
<p>O Marketing Contextual vai sortear <strong>2 cortesias e 4 descontos de 50% na inscrição</strong>. <span style="text-decoration: line-through;">Para entrar no sorteio, basta deixar um comentário dizendo que quer participar. Comentários para participar do sorteio serão aceitos até quarta-feira (25/11), às 22:00. O resultado estará aqui na quinta-feira.</span></p>
<p>E por último, se você vai ao evento e gostaria de ver alguma coisa específica sobre links patrocinados, aproveite esse espaço também para fazer sua sugestão. Nos vemos lá!</p>
<p><strong>UPDATE:</strong> E saiu o resultado do sorteio. Como eu havia <a href="http://twitter.com/rafaeld/status/6064543339">anunciando no Twitter</a> antes, o sorteio foi feito no <a href="http://www.random.org">Random.org</a> com os dois primeiros lugares levando as cortesias de 100% e os 4 seguintes levando as cortesias de 50%. Segue o print do sorteio:</p>
<p><a href="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/sorteio-sem.gif"><img class="alignnone" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/sorteio-sem.gif" alt="" width="500" height="330" /></a></p>
<p>O resultado ficou assim então:</p>
<p><strong>Cortesias de 100%: </strong>Gabriela Costa e Marcus Lemos.<br />
<strong>Cortesias de 50%: </strong>Guga Alves, Aimée Utsch, Ricardo Moraleida e Guilherme Cândido e Cruz.</p>
<p>Em caso de desistência de alguém, o seguinte na ordem do sorteio leva a cortesia. Então a ordem da &#8220;lista de espera&#8221; é: Priscila Cunha, Pedro Caldas, Vinicius de Castro Souza, Giovanni, Felipe, Wendel Moreira, Guilherme Reis, Ronny Saran, João Marcos, Renata Tibiriçá, Bruno Borges e Rodolfo Credendio.</p>
<p>Os vencedores devem entrar em contato com o <a href="mailto:seo.costa@gmail.com">Everson Costa</a>, organizador do evento, o mais rápido possível para garantir suas entradas.</p>
<p>Parabéns a todos e até sábado!</p>


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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/sKQdzttO1Io" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Conversão por Exibição – A nova métrica do Adwords</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MarketingContextual/~3/tH97m4ILEd4/</link>
		<comments>http://www.marketingcontextual.com/conversao-por-exibicao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 17:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste dia 1 de outubro o Google anunciou no blog oficial do Adwords o lançamento de um novo recurso chamado &#8220;conversão por exibição&#8221;. Segundo o próprio Google, essa novidade é para permitir uma análise mais precisa de campanhas de Adwords que utilizam mídia gráfica na rede de conteúdo do Google.
A conversão por exibição permite que [...]


No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste dia 1 de outubro o Google <a href="http://adwords.blogspot.com/">anunciou no blog oficial do Adwords</a> o lançamento de um novo recurso chamado &#8220;conversão por exibição&#8221;. Segundo o próprio Google, essa novidade é para permitir uma análise mais precisa de campanhas de Adwords que utilizam mídia gráfica na <a href="https://www.google.com/intl/pt-BR_br/adwords/select/afc.html">rede de conteúdo do Google</a>.</p>
<p>A conversão por exibição permite que você saiba quantos usuários que viram o seu banner, <strong>não clicaram</strong> nele mas, até 30 dias depois, realizaram a conversão configurada para a sua campanha (seja essa conversão uma venda, um preenchimento de formulário, assinatura de newsletter, etc).</p>
<p>Mas tem mais do que isso por trás desse e de outros recursos implementados recentemente no Adwords. Esse post é exatamente para tentar entender o que o Google vem tentando mudar na sua principal fonte de renda, os links patrocinados.</p>
<h2>Tudo pela Rede de Conteúdo</h2>
<p>Se há um aspecto do Adwords que evoluiu muito nos últimos tempos, esse foi a rede de conteúdo. As ferramentas e novos recursos são incontáveis. Criador de anúncios gráficos, anúncios em vídeo, segmentações mais precisas&#8230;<br />
É importante lembrar também da abertura de grandes sites pertencentes ao Google para links patrocinados (vide <a href="http://www.youtube.com">Youtube</a> e <a href="http://www.orkut.com">Orkut</a>). Com isso, o potencial de alcance da rede de conteúdo cresceu consideravelmente. Segundo informações do Google, a regra adotada nas campanhas gerenciadas internamente para calcular o potencial de entrega no comparativo rede de conteúdo/rede de pesquisa é 80/20.</p>
<p>Até aí tudo ótimo para a rede de conteúdo. A questão é que esse potencial de entrega ainda não é totalmente utilizado pelos anunciantes. Mesmo com menor alcance de usuários, a rede pesquisa continua sendo a responsável pela maior parte da renda do Google em links patrocinados.<br />
Como essa &#8220;subutilização&#8221; nada interessa ao Google, as cabeças centrais de Mountain View precisavam de argumentos que convencessem anunciantes de todo o mundo a investir na rede de conteúdo. E foi aí que começaram a surgir tantas ferramentas e possibilidades.</p>
<h2>Os prós e contras da conversão por exibição</h2>
<p>O recurso de conversão por exibição veio para ajudar na mensuração de resultados em campanhas de mídias gráficas, que definitivamente tem suas peculiaridades. Enquanto na rede de pesquisa o sucesso de um anúncio está intimamente ligado à sua taxa de cliques, na mídia gráfica não precisa ser necessariamente assim.</p>
<p>Já estamos cansados de saber que &#8220;o banner não morreu&#8221;, ele apenas está se transformando. Hoje em dia, não são mais todas as peças gráficas que querem um clique do usuário. Um exemplo clássico de peça que não foi feita para ser clicada, apenas para ser vista, é o relógio do Itaú, há anos na home do portal UOL.</p>
<p><img src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/itau.gif" alt="Relógio do Itaú na home do UOL" /></p>
<p>Nenhum &#8220;clique aqui&#8221;, nenhum &#8220;conheça&#8221;. Nada. Apenas um relógio patrocinado, que cumpre muito bem sua função de prestar um serviço associado à marca Itaú.</p>
<p>Para peças como essa, que não requerem um clique, a conversão por exibição pode ser bastante útil. Usuários que geraram uma conversão por terem sido impactados por uma mídia gráfica que não foi clicada eram impossíveis de serem medidos no Adwords. Agora esse problema não existe mais.</p>
<p>Mas obviamente existe um efeito colateral óbvio: quem garante que o usuário que contou como &#8220;conversão por exibição&#8221; realmente viu meu banner?  Todos nós acessamos diariamente várias páginas com anúncios que não damos nem 1 segundo de atenção. Quem trabalha com design centrado no usuário conhece esse comportamento em detalhes. Uma situação hipotética: eu posso ter lido uma notícia de um site que, bem no final da página (que eu nem cheguei a ir), tinha um banner de links patrocinados da loja &#8220;Camisetas X&#8221;. Se 20 dias depois eu coincidentemente descubro a loja &#8220;Camisetas X&#8221; e faço uma compra, essa minha compra será considerada uma conversão gerada por aquele banner que eu nem cheguei a ver. Quanto maior for uma campanha, maior a probabilidade desse tipo de &#8220;coincidência&#8221; acontecer.</p>
<p>Obviamente, esse efeito colateral não traz prejuízo nenhum para o Google. Afinal, quanto mais conversões o Adwords gerar, mais o anunciante vai investir. Mas em defesa da ferramenta o Google tem o ponto positivo que citei acima e também dados de pesquisas apontando que uma parte considerável de usuários são expostos a mídias gráficas, não clicam, mas mantém a informação da peça em suas mentes, eventualmente gerando uma conversão tempos depois. Como comenta o <a href="http://adage.com/digital/article?article_id=139367">Adage</a> sobre um estudo da Comscore:</p>
<blockquote><p>From client studies, ComScore found that display ads, regardless of clicks, generate significant lift in brand-site visitation, trademark search (searching for, say, Toyota or Prius) and both online and offline sales among those exposed to the ads. Within one week, consumers exposed to a display ad were 65% more likely to visit the advertiser&#8217;s site than users who never saw the ad. Even at four weeks, people exposed to displays ads are 45% more likely to visit the brand&#8217;s site.</p></blockquote>
<p>Enfim. O que anunciantes precisam tirar dessa história toda é que a métrica de conversão por exibição é sim útil e ajuda muito a entender os resultados conseguidos com uma campanha. Mas é um dado que precisa ser usada com parcimônia, pois sua precisão não é tão grande quanto, por exemplo, os dados de conversão &#8220;clássicos&#8221; do Adwords.</p>


<p>No related posts.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/tH97m4ILEd4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>O Twitter é um site de busca</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MarketingContextual/~3/SXUQD3dhVhA/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 18:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Impressionante essa última mudança da home do Twitter. Eu estava organizando uma apresentação sobre Busca Social para um cliente da agência e parei para analisar o que aconteceu nessa mudança de home. Acho que ela tira muitas dúvidas que ainda pairavam no mundo do marketing digital. Veja a comparação:


A antiga home era claramente focada em [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Impressionante essa última mudança da home do <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a>. Eu estava organizando uma apresentação sobre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_search">Busca Social</a> para um cliente da <a href="http://www.lapisraro.com.br">agência</a> e parei para analisar o que aconteceu nessa mudança de home. Acho que ela tira muitas dúvidas que ainda pairavam no mundo do marketing digital. Veja a comparação:</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/twitter_old.jpg" alt="A antiga home do Twitter" width="450" height="311" /><p class="wp-caption-text">A antiga home do Twitter</p></div><br />
<br/><br />
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/twitter_new.jpg" alt="A nova home do Twitter" width="450" height="245" /><p class="wp-caption-text">A nova home do Twitter</p></div>
<p>A antiga home era claramente focada em duas coisas: Explicar o que era o Twitter e fazer com que o visitante se tornasse usuário da rede.<br />
Com a nova home, (praticamente) tudo mudou. Obviamente, não se perde mais espaço explicando o que é o Twitter. Afinal, em um mundo onde até jornalistas esportivos da rádio mineira <a href="http://itatiaia.com.br/">Itatiaia</a> usam a rede social, qualquer explicação se faz desnecessária. A chamada para o cadastro do usuário ainda está lá. Mas bem mais discreto, no canto direito da página.</p>
<p>O que ficou claro nessa home foi a mudança de posicionamento do Twitter. O site agora se posiciona claramente como uma <strong>ferramenta de busca</strong>. Posicionamento que acredito que irá se tornar cada vez mais claro daqui para a frente. Ao entrar no site, o cursor já é focado diretamente no campo de busca, elemento mais destacado da página. A frase de chamada do site também não deixa dúvidas: <em>&#8220;Share and discover what’s happening right now, anywhere in the world&#8221;</em>. Isso para mim é o slogan de um site de busca. Por fim, há destaque para os tópicos mais comentados do momento, do dia e da semana.</p>
<p>Se alguém ainda cogitava que o Twitter e o Google iam estabelecer algum tipo de parceria, acho que essa nova home deixou claro que isso não está nem perto de acontecer. O que imagino que veremos daqui para frente é uma disputa muito interessante. De um lado o Google tentando trazer resultados com conteúdos cada vez mais recentes. A especialidade do Twitter. E o Twitter, por sua vez, vai trabalhar para conseguir organizar melhor a relevância de seus resultados de busca e ser menos vulnerável a problemas de spam. Expertises do Google.</p>


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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/SXUQD3dhVhA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Links Patrocinados – Democráticos e Obrigatórios</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MarketingContextual/~3/aoISop-zRgE/</link>
		<comments>http://www.marketingcontextual.com/links-patrocinados-democraticos-e-obrigatorios/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 14:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links patrocinados]]></category>

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		<description><![CDATA[
Guest Post
O post abaixo é de autoria de Filipe G. Reis, analista de mídia online da agência Plan B. Ele vai dividir com a gente um pouco do seu conhecimento adquirido trabalhando com links patrocinados para clientes de diversos portes e segmentos.
Obrigado pela colaboração Filipe!
De um lado, pequenas empresas têm nos links patrocinados, uma excelente [...]


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<li><a href='http://www.marketingcontextual.com/links-patrocinados-e-o-ciclo-de-compra/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Links Patrocinados e o ciclo de compra'>Links Patrocinados e o ciclo de compra</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="download">
<h3>Guest Post</h3>
<p>O post abaixo é de autoria de Filipe G. Reis, analista de mídia online da agência <a style="color:#fff" href="http://www.planb.com.br">Plan B</a>. Ele vai dividir com a gente um pouco do seu conhecimento adquirido trabalhando com links patrocinados para clientes de diversos portes e segmentos.</p>
<p>Obrigado pela colaboração Filipe!</p></div>
<p>De um lado, pequenas empresas têm nos links patrocinados, uma excelente oportunidade de fazer novos negócios e alavancar suas receitas digitalmente. Com investimentos adequados e bom gerenciamento, conseguem brigar de igual para igual com grandes <em>players</em> do mercado criando uma democrática disputa. As vantagens da modalidade são muitas e, especialmente para os empreendimentos de pequeno porte, destacam-se:</p>
<h2>Publicidade de baixo custo e sob medida.</h2>
<p>Investe-se o quanto se quer, o quanto se pode. A partir de um valor mínimo de R$20,00, qualquer quantia pode ser utilizada para entrar no ‘jogo dos leilões de palavras-chave’. Pequenos empreendedores começam com quantias enxutas em regime de testes e aumentam seus <em>budgets</em> gradativamente conforme vêem também aumentar o número de conversões ou vendas.</p>
<h2>Mensuração do Retorno sobre o Investimento.</h2>
<p>Cada centavo investido em Links Patrocinados pode (e deve) facilmente ser mensurado. Quais anúncios tiveram melhor taxa de cliques? Quais palavras-chaves converteram em vendas? Tudo pode ser medido.</p>
<h2>Altas taxas de retorno.</h2>
<p>Enquanto banners, que são tidos como mídias gráficas tradicionais, tem entrega média de 0,20% (CTR) no mercado americano (segundo report Double Click de 2008), campanhas de links patrocinados bem desenvolvidas conseguem altas taxas de retorno em cliques e conversões. CTRs superiores a 50% são comuns em anúncios com termos institucionais ou naqueles baseados em preços e promoções.</p>
<h2>Otimizações on the fly.</h2>
<p>Se qualquer detalhe de uma campanha não está performando como o esperado, alterações são feitas em tempo real com respostas imediatas. De uma simples mudança no texto de um anúncio a um aumento no valor pago por clique para determinada palavra, tudo pode ser adequado e re-adequado. Testes e análises também podem ser feitos com a mesma agilidade.</p>
<p>Se de um lado os pequenos empreendimentos tem nas campanhas ‘pay-per-click’ uma excelente oportunidade, por outro lado (e com base nas vantagens acima citadas) para as grandes empresas os links patrocinados tem se mostrado como obrigatórios em termos de investimento publicitário digital. Um caminho sem volta e já explico o porque.</p>
<p>A premissa de presença online é que as marcas estejam presentes em todos os pontos de contato possíveis e em todos os momentos que o consumidor está pré-disposto a conhecer ou interagir com o produto X ou a marca Z.</p>
<p>Tomemos como exemplo o mercado automotivo. Se é de extrema importância que as montadoras apresentem seus novos modelos em anúncios nas páginas da revista 4 Rodas, onde o público está consumindo a temática carros, é ainda mais relevante estar presente nos momentos em que o consumidor não apenas está suscetível ao tema mas, além disso, está procurando e pesquisando a respeito, como acontece nas páginas de qualquer mecanismo de busca em que os Links Patrocinados se encontram.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/capa.jpg" alt="" width="573" height="395" /></p>
<p>Estando presentes nos buscadores com boas campanhas de Links, (e também com SEO, sempre que possível) serão as próprias marcas as ‘anfitriãs’ para os termos relacionados a seus carros. Se estou procurando informações ou pesquisando preço/atributos de, por exemplo, um Fiat Palio, nada mais natural do que ser a própria Fiat a primeira a tomar a iniciativa em se relacionar comigo estando presente nas primeiras posições dos anúncios patrocinados. Do contrário, vários outros sites de venda de produtos ou concessionárias, chamarão minha atenção e talvez ganhem meu clique.</p>
<p>No mercado brasileiro de automóveis, esta premissa tem funcionando bem e cada vez mais se notam altos investimentos das grandes montadoras em utilizar ferramentas de performance  como o Google AdWords. Conforme as imagens abaixo, Fiat, Ford, Chevrolet e VW estão todas presentes na busca no momento em que se procura por seus lançamentos.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 300px"><a href="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/palio.jpg" target="_blank"><img src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/palio-t.jpg" alt="Fiat Palio" width="300" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Fiat Palio</p></div>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><a href="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/ford-edge.jpg" target="_blank"><img src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/ford-edge-t.jpg" alt="Ford Edge" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Ford Edge</p></div>
<div style="clear:both"></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 300px"><a href="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/vw-voyage.jpg" target="_blank"><img class="alignleft" title="Volkswagen Voyage" src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/vw-voyage-t.jpg" alt="Volkswagen Voyage" width="300" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">Volkswagen Voyage</p></div>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><a href="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/chevrolet-captiva.jpg" target="_blank"><img class="alignright"  src="http://www.marketingcontextual.com/imgs_temp/chevrolet-captiva-t.jpg" alt="Chevrolet Captiva" width="300" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Chevrolet Captiva</p></div>
<p style="clear:both">Grandes, pequenas, médias ou multinacionais, toda e qualquer empresa tem hoje ao seu alcance através dos links patrocinados uma poderosa ferramenta de trabalho de marca, venda, geração de negócios e leads. Todas podem competir lado a lado disputando em mercados cada vez mais acirrados onde a publicidade de performance representada pelos links patrocinados é mais do que uma possibilidade. É um caminho obrigatório.</p>


<p>Related posts:<ol><li><a href='http://www.marketingcontextual.com/links-patrocinados-ou-otimizacao-para-buscadores/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Links patrocinados ou otimização para buscadores?'>Links patrocinados ou otimização para buscadores?</a></li>
<li><a href='http://www.marketingcontextual.com/links-patrocinados-e-o-ciclo-de-compra/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Links Patrocinados e o ciclo de compra'>Links Patrocinados e o ciclo de compra</a></li>
</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/aoISop-zRgE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<feedburner:origLink>http://www.marketingcontextual.com/links-patrocinados-democraticos-e-obrigatorios/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Free: O Futuro de Um Preço Radical</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MarketingContextual/~3/zmNVV0udp_Q/</link>
		<comments>http://www.marketingcontextual.com/free-o-futuro-de-um-preco-radical/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 19:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[O título acima é a tradução literal do novo livro de Chris Anderson, o famoso editor da revista Wired e autor da teoria da Cauda Longa.
A ideia do livro, segundo o autor, nasceu como um complemento para a teoria da Cauda Longa mas, se mostrou um assunto tão interessante e complexo que mereceu seu próprio [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/41zEip9U-GL._SL500_AA240_.jpg" alt="" width="240" height="240" />O título acima é a tradução literal do novo livro de Chris Anderson, o famoso editor da <a href="http://www.wired.com/">revista Wired</a> e autor da teoria da <a href="http://www.longtail.com/">Cauda Longa</a>.</p>
<p>A ideia do livro, segundo o autor, nasceu como um complemento para a teoria da Cauda Longa mas, se mostrou um assunto tão interessante e complexo que mereceu seu próprio livro. Em Free, Anderson apresenta e discute a grande onda de serviços que conseguem ser totalmente gratuitos e, o mais importante, lucrativos. O livro comenta desde o mercado de &#8220;grátis&#8221; de séculos atrás até o exemplo clássico de nossa época, o Google.</p>
<p>Anderson é tido por alguns estudiosos como um grande showman com um conteúdo não tão brilhante assim. Já tinha gente <a href="http://www.vqronline.org/blog/2009/06/23/chris-anderson-free/">pegando no pé de Free</a> antes mesmo do lançamento da versão final do livro. Os profissionais da imprensa &#8220;tradicional&#8221; já demonstram <a href="http://www.newyorker.com/arts/critics/books/2009/07/06/090706crbo_books_gladwell?currentPage=all">resistência ao livro</a>. E isso não é de se estranhar. Afinal, o mercado de notícias é um dos mais afetados pela economia &#8220;Free&#8221;. Números mostram há anos uma queda constante no número de pessoas que aceita pagar por informação. Mas é natural que os velhos gigantes que construiram seu império na economia antiga relutem perante a transformação.</p>
<p>Anderson é inegavelmente uma pessoa que sabe usar a hype a favor de seus livros. The Long Tail foi (e ainda é) um grande sucesso de venda. Mesmo o livro sendo de 2006, até hoje o termo &#8220;Cauda Longa&#8221; está nas conversar diárias de empresários e publicitários, como se fosse a mais nova hype do mundo dos negócios.<br />
Em Free, logo na introdução Anderson cita um caso real que intriga muita gente a ler todo o livro. Ele cita a atitude tomada pelos autores da série inglesa Monty Python, que, cansados de verem grande parte do conteúdo da série disponível gratuitamente no YouTube, sem nenhum retorno para eles, tomaram uma atitude até certo ponto ousada. Criaram o <a href="http://www.youtube.com/user/montypython?blend=1&amp;ob=4">canal oficial &#8220;Monty Python&#8221;</a> no YouTube, onde eles mesmos disponibilizavam todo o conteúdo da série em alta resolução. O detalhe é que esses vídeos oficiais possuiam links para que as pessoas interessadas pudessem comprar DVDs e produtos relacionados à série. Em 3 meses, o DVD de Monty Pyhton se tornou o segundo mais vendido da <a href="http://www.amazon.com">Amazon</a>. Um aumento de 23.000% nas vendas. Tudo isso oferecendo a série completa gratuitamente no YouTube.</p>
<p>Por enquanto, Free só está disponível em inglês. Quem quiser comprar o livro &#8220;físico&#8221;, vai pagar entre US$10 e US$20 <a href="http://www.amazon.com/Free-Future-Radical-Chris-Anderson/dp/1401322905/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1247511592&amp;sr=8-1">na Amazon</a>. Entretanto, querendo provar com seu próprio livro que a economia &#8220;Free&#8221; é mesmo para ser levada a sério, Anderson está disponibilizando o livro gratuitamente em alguns formatos. O eBook está no site Scribd (caso tenha problemas com bloqueiso geográficos, leia pelo embed do ebook no próprio <a href="http://www.longtail.com/the_long_tail/2009/07/free-for-free-first-ebook-and-audiobook-versions-released.html">blog do autor</a>) e no <a href="http://books.google.com/books?id=lLZbXN2odVYC&amp;printsec=frontcover&amp;source=gbs_navlinks_s">Google Books</a> (também com restrições geográficas). Quem quiser ouvir o audiobook, pode baixá-lo no Audible em uma <a href="http://www.audible.com/adbl/site/products/ProductDetail.jsp?productID=BK_AVEN_000001&amp;BV_UseBVCookie=Yes">versão normal</a> ou em uma <a href="http://www.audible.com/adbl/site/products/ProductDetail.jsp?productID=BK_AVEN_000002&amp;BV_UseBVCookie=Yes">versão resumida</a> (que custa US$7,49).</p>
<p>Ainda não consegui terminar o livro (isso que dá não ter um <a href="http://www.amazon.com/Kindle-Amazons-Original-Wireless-generation/dp/B000FI73MA">Kindle</a>), mas acho que, polêmicas a parte, Anderson é um dos grandes autores que temos em assuntos relacionados ao marketing digital e merece ser ouvido. Além disso, mesmo não sendo um fenômeno completamente novo, a economia Free está sim se transformando e entender o que está acontecendo é fundamental para quem quer sobreviver em um mercado com essa nova lógica.</p>
<div class="download">
<h3>Free! The Future of a Radical Price</h3>
<p><span>Autor: </span><br />
Chris Anderson</p>
<p><span>Ano: </span><br />
2009</p>
<p><span><a style="color:#fff" href="http://www.scribd.com/doc/17135767/FREE-full-book-by-Chris-Anderson">eBook</a> </span></p>
<p><span><a style="color:#fff" href="http://www.audible.com/adbl/site/products/ProductDetail.jsp?productID=BK_AVEN_000001&amp;BV_UseBVCookie=Yes">AudioBook</a></span></p>
<p><span><a style="color:#fff" href="http://www.amazon.com/Free-Future-Radical-Chris-Anderson/dp/1401322905/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1247511592&amp;sr=8-1">Livro &#8220;Físico&#8221;</a></span></div>


<p>No related posts.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/zmNVV0udp_Q" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Os 3 pilares de SEO: O que há de novo</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 17:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira vista, o tema do post pode parecer ser do estilo &#8220;back to basics&#8221;. Mas a ideia aqui é explicar rapidamente quais são as 3 grandes áreas que sustentam o trabalho de otimização para sistemas de busca para poder apresentar algumas novidades que vem surgindo em cada uma desses pilares.
1 &#8211; Tecnologia
Esse pilar diz [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira vista, o tema do post pode parecer ser do estilo &#8220;back to basics&#8221;. Mas a ideia aqui é explicar rapidamente quais são as 3 grandes áreas que sustentam o trabalho de otimização para sistemas de busca para poder apresentar algumas novidades que vem surgindo em cada uma desses pilares.</p>
<h2>1 &#8211; Tecnologia</h2>
<p>Esse pilar diz respeito às tecnologias usadas dentro de um site. Robôs de busca são, basicamente, sistemas que acessam o código do seu site e o interpretam. O tipo de tecnologia usada nesse código irá influenciar e muito na capacidade do robô de interpretá-lo. Sites desenvolvidos seguindo os <a href="http://www.webstandards.org/">Webstandards</a> são o cenário perfeito. O uso semântico de tags e a estrutura enxuta do código facilitam o trabalho de interpretação e diminuem o esforço desprendido pelo robô para acessar as páginas de um site.</p>
<p>No entanto, quem não vive em um mundo de fantasias sabe que os Webstandards infelizmente não cobrem todas as possibilidades que a Internet moderna oferece. Flash e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AJAX_(programa%C3%A7%C3%A3o)">Ajax</a> são exemplos clássicos de tecnologias problemáticas para sistemas de busca.<br />
O Flash, em particular, é cercado de &#8220;lendas&#8221; no mundo de SEO. Até hoje tem gente que acredita que sites em Flash não são lidos pelos sistemas de busca.</p>
<p>Mas a verdade é que houve uma grande evolução na capacidade dos robôs (especialmente o Google) de indexar o conteúdo de sites em Flash. Avanços nesse área são <a href="http://searchengineland.com/google-io-new-advances-in-the-searchability-of-javascript-and-flash-but-is-it-enough-19881">anunciados frequentemente</a> tanto pelos sites de busca quanto pela própria Adobe. E, além do Flash, avanços similares também são percebidos na capacidade dos buscadores de indexar sites que tem o acesso ao seu conteúdo dependente de Javascript.</p>
<p><strong>Mas atenção!</strong> Os robôs não indexam sites em flash/javascrpit com a mesma capacidade que o fazem com sites em HTML. A comparação que sempre faço é a seguinte: Sites em Flash e Ajax são indexados hoje como eram indexados os sites em HTML no final do último século. Ainda existem muitos problemas a serem sanados na área. Além disso, para sites em Flash, a questão semântica é um problema sério. Como no desenvolvimento Flash não se usam tags de valor semântico (para indicar títulos, parágrafos, etc), os buscadores tem muito mais dificuldade para entender o conteúdo de um site.</p>
<h2>2 &#8211; Conteúdo</h2>
<p>Aqui, estamos falando da quantidade e a qualidade das informações que o seu site disponibiliza. Gosto de inserir nesse pilar também a arquitetura de informação. Ou seja, a forma como você organiza e disponibiliza o seu conteúdo.</p>
<p>Antes, praticamente só os textos dos sites eram levados em conta pelos buscadores. Mas hoje, seus textos, suas imagens e até seus vídeos são analisados.Ter uma boa estratégia de SEO para todos esses tipos de mídia é fundamental hoje em dia. E com o crescimento da <a href="http://searchengineland.com/google-20-google-universal-search-11232">busca universal</a>, será cada vez mais vital. Não vai bastar ser o primeiro resultado textual para uma busca. Será importante ser também o primeiro vídeo, a primeira imagem, o primeiro review e assim por diante.</p>
<p>A arquitetura de informação do site é também uma ferramenta muito útil no pilar de conteúdo. Afinal, quanto mais fácil um robô de busca chega a uma certa página do seu site (e quanto mais outras páginas do seu site linkarem para ela), melhor tende a ser o desempenho dela nos buscadores. E esses são fatores que podem ser controlados por uma boa arquitetura de informação. Se eles não fossem tão importantes, não estaríamos vendo <a href="http://www.mattcutts.com/blog/pagerank-sculpting/">tanta polêmica</a> em relação a política do Google sobre o uso do atributo &#8220;nofollow&#8221;.</p>
<h2>3 &#8211; Popularidade</h2>
<p><a href="http://www.marketingcontextual.com/wp-content/uploads/2009/06/pilar.jpg"><img class="size-full wp-image-291 alignright" title="pilar" src="http://www.marketingcontextual.com/wp-content/uploads/2009/06/pilar.jpg" alt="pilar" width="240" height="350" /></a>Por último, o pilar que engloba tudo o que o mundo pensa e fala sobre o seu site. Foi por aqui que o Google revolucionou o mundo da busca ao criar o conceito de que a relevância de um site está diretamente ligada à quantidade de links que ele recebe de outros sites. Com a evolução da ideia de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PageRank">PageRank</a>, a popularidade do site que linka para você e a forma como esse site faz isso se tornaram fatores decisivos.</p>
<p>Mas, hoje, popularidade vai muito além de quantidade de links. Gurus respeitados do Search Marketing acreditam que uma das grandes tendências desse mercado para os próximos anos é a queda significativa na importância do quesito &#8220;quantidade de links&#8221; para definir relevância de um site. E o que vai ser usado então para definir a popularidade de um site? A Web 2.0.</p>
<p>Quais as tags que as pessoas usam para definir o seu site no <a href="http://delicious.com/">Del.icio.us</a>? Quantas pessoas te favoritam lá? Como é o desempenho dos seus artigos no <a href="http://digg.com/">Digg</a>? E o que falam de você no <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a>? Enfim. Mais uma vez, robôs seguem pessoas. Por isso Social Media e SEO estão sempre flertando. E a tendência é que um dia se tornem uma coisa só.</p>


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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/0gHYZN85Obg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>SMX e eMetrics São Paulo 2009</title>
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		<comments>http://www.marketingcontextual.com/smx-e-emetrics-sao-paulo-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 17:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Search Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando a onda de eventos nos últimos posts do blog, vale a pena destacar dois importantes eventos que ocorrerão no dia 4 de agosto, em São Paulo: O SMX e o eMetrics. Os eventos ocorrerão em paralelo no Hotel Unique.
O eMetrics é um congresso internacional de métricas na Internet que ocorrerá pela primeira vez no [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando a onda de eventos nos últimos posts do blog, vale a pena destacar dois importantes eventos que ocorrerão no dia 4 de agosto, em São Paulo: O <a href="http://searchmarketingexpo.es/smx-saopaulo/2009/">SMX</a> e o <a href="http://emetricsbrasil.com/">eMetrics</a>. Os eventos ocorrerão em paralelo no <a href="http://www.hotelunique.com.br/">Hotel Unique</a>.<br />
<img class="alignleft size-full wp-image-279" title="emetrics" src="http://www.marketingcontextual.com/wp-content/uploads/2009/06/emetrics.gif" alt="emetrics" width="249" height="95" />O eMetrics é um congresso internacional de métricas na Internet que ocorrerá pela primeira vez no Brasil. Na agenda de palestras, destaques para a presença da referência brasileira na área, <a href="http://www.waconsulting.com.br/">Ruy Carneiro</a> e do renomado <a href="http://www.targeting.com/">Jim Sterne</a>. O evento promete como tema central o uso de webanalytics para aumento de ROI nas ações de marketing online.</p>
<p>Já o SMX é a principal conferência de Search Enging Marketing do planeta, com eventos em países como Estados Unidos, Inglaterra, Espanha e muitos outros. 2009 é o segundo ano do SMX no Brasil. Como em <a href="http://searchmarketingexpo.es/smx-saopaulo/2008/">2008</a>, o evento é trazido pela empresa <a href="http://www.eventos-ome.com/">Ome</a> com o apoio de Thiago Bacchin, presidente de SEM do <a href="http://www.iabbrasil.org.br/">IAB Brasil</a> e CEO da <a href="http://www.cadastra.com.br/">Cadastra</a>. Nas presenças no palco, destaque para Danny Sulivan (do blog <a href="http://searchengineland.com/">Search Engine Land</a>), Sara Holoubek (da <a href="http://www.sempo.org/">SEMPO</a>) e Erica Schmidt (da <a href="http://www.isobar.net/">Isobar</a>).</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-280" title="smx" src="http://www.marketingcontextual.com/wp-content/uploads/2009/06/smx.gif" alt="smx" style="margin-right:10px" width="200" height="87" />O SMX terá uma estrutura idêntica à de 2008, com 2 palcos dividindo o público. Em um palco ocorrerão palestras &#8220;business&#8221;, para executivos e pessoas com conhecimento intermediário em Search. No outro palco, as palestras serão mais técnicas, para o público com conhecimento avançado.</p>
<p>E não dá para deixar de destacar os preços dos eventos: <em>bem</em> elevados, fora do &#8220;padrão brasileiro&#8221; de eventos de internet. A entrada individual de cada evento custa R$1.000,00. Para frequentar os dois eventos, o investimento é de R$ 1.295,00. E esse é o preço antecipado. Com a aproximação, do evento, ficará mais caro. Quem é <a href="http://iabbrasil.ning.com/page/associados-1">sócio do IAB Brasil</a> tem desconto.</p>
<p>Outro problema é que o evento ocorrerá em apenas um dia. Há conteúdo de sobra para pelo menos dois dias de evento, como ocorreu com o SMX em 2008. Neste ano, tudo está condensado no dia 4 de agosto e ainda com o eMetrics ocorrendo em paralelo. Infelizmente parece que a crise mundial deixou os donos do evento com o pé atrás em 2009.</p>
<p>Mas, de qualquer forma, se você trabalha (ou quer trabalhar) com links patrocinados, SEO e métricas, é altamente recomendável que você pelo menos considere a ida aos eventos. Com palestrantes internacionais e presença de todas as grandes agências do mercado, dá para esperar conteúdo de muita qualidade.</p>


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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MarketingContextual/~4/rwZpXbL1Q_g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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