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<?xml-stylesheet href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/rss2full.xsl" type="text/xsl" media="screen"?><?xml-stylesheet href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css" type="text/css" media="screen"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-21053688</atom:id><lastBuildDate>Thu, 17 Jul 2008 10:45:52 +0000</lastBuildDate><title>MarketingFaculty.com</title><description /><link>http://marketingfaculty.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>366</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/Marketingfacultycom" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId>1704330</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://www.feedburner.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-115468624111739582</guid><pubDate>Thu, 17 Jul 2008 03:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-17T11:45:52.388+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vozes</category><title>Viajar! Perder países!</title><description>&lt;strong&gt;Até Setembro, se Deus quiser. As férias do Blogue!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contudo, deixo-vos bem... com Pessoa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Viajar! Perder países!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ser outro constantemente,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por a alma não ter raízes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;De viver de ver somente!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não pertencer nem a mim!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ir em frente, ir a seguir&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A ausência de ter um fim,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E a ânsia de o conseguir!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Viajar assim é viagem.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mas faço-o sem ter de meu&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mais que o sonho da passagem.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O resto é só terra e céu.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Fernando Pessoa&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;20-9-1933&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/337943903/viajar-perder-pases.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2006/08/viajar-perder-pases.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-9103431124390125996</guid><pubDate>Tue, 15 Jul 2008 23:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-16T05:12:03.022+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comunicação</category><title>Os princípios de uma boa comunicação</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/Ra0aD-GQZmI/AAAAAAAAAE4/S9gG1uHejnE/s1600-h/infinito.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5020697815099139682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 144px; CURSOR: hand; HEIGHT: 118px" height="119" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/Ra0aD-GQZmI/AAAAAAAAAE4/S9gG1uHejnE/s320/infinito.bmp" width="159" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Existem cinco princípios essenciais para se conseguir realizar uma boa comunicação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não querer dizer de mais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Este é um principio fundamental para que a comunicação seja boa, ou seja, quanto mais complexa for a mensagem transmitida, menos probabilidades tem de ser percebida. Portanto, quanto mais simples for a comunicação, mais eficaz é ela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A repetição&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É necessário repetir a mesma mensagem para que aumentem as hipóteses de prevalecer num universo extremamente concorrencial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A continuidade e a duração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A repetição supõe que as acções de comunicação se desenvolvem na continuidade, isto pela mesma razão apresentada anteriormente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A coerência global&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A comunicação que uma empresa emite é geralmente muito diversa, por um lado pode dizer respeito a vários produtos diferentes, por outro utiliza um grande número de vectores como a publicidade, relações publicas, operações promocionais, etc. Torna-se necessário assegurar a coerência das mensagens emitidas, que devem ser convergentes ou complementares, mas nunca contraditórias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A obrigação de verdade&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Uma mensagem comunicada deve ser forte, ou seja, pode ser exagerada mas não pode ser completamente falsa. Ela deve respeitar a verdade do produto (performances essenciais), a verdade da empresa (identidade, cultura) e a verdade dos consumidores (adaptada às suas expectativas). Uma empresa que não respeite estas verdades, corre sérios riscos de se impor no mercado. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/336741926/os-princpios-de-uma-boa-comunicao.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/01/os-princpios-de-uma-boa-comunicao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-5041454708456595864</guid><pubDate>Tue, 15 Jul 2008 01:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-15T10:23:28.480+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Bancário</category><title>Uma visão internacional do Marketing Bancário para Universitários</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/248/2570/1600/img-clientes.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="116" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/248/2570/320/img-clientes.0.jpg" width="125" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Numa altura onde têm sido publicadas algumas notícias pouco "abonatórias" sobre a abordagem dos bancos portugueses ao segmento universitário, parece-me oportuno fazermos uma "viagem" sobre as práticas utilizadas nos EUA. E se calhar encontramos algumas semelhanças...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com Kessler [1998] existem nos EUA mais de 14 milhões de estudantes universitários, com um poder de compra estimado de 90 mil milhões de dólares. Uma parte desse montante vem dos pais, mas cada vez uma maior parte vem de rendimentos do trabalho: cerca de 51% dos estudantes de quarto ano tem um emprego. Estes estudantes necessitam de outros serviços financeiros que não um cartão de crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As instituições financeiras têm adoptado diversas formas de contactar os estudantes, tais como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Instalar bancas nos campus;&lt;br /&gt;-Pôr panfletos de adesão à disposição dos estudantes;&lt;br /&gt;-Usar telemarketing para os dormitórios dos estudantes;&lt;br /&gt;-Colar Posters pelo campus;&lt;br /&gt;-Publicitar os seus serviços em revistas e outras publicações dos campus;&lt;br /&gt;-Utilizar a Internet como forma de chegar aos estudantes;&lt;br /&gt;-Oferecer cartões de crédito;&lt;br /&gt;-Disponibilizar caixas ATM nos campus;&lt;br /&gt;-Fazer acordos que possibilitem programas de distribuição de smart cards.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos autores apresentam exemplos de acordos entre bancos e instituições de Ensino Superior para a disponibilização de produtos e serviços financeiros (entre os quais temos [Memmelaar, 1990]). No que diz respeito especificamente a cartões-universidade (quer de débito, smart cards ou cartões de crédito), destacamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Um acordo entre a Associação de Estudantes da Universidade de Carolina do Norte em Charlotte e o Banco America MBNA para a distribuição de um cartão de crédito aos estudantes [Martin, 1996];&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-A criação de um cartão de débito multi-funções pelo Bank of América para a Universidade de São Francisco, que sirva simultaneamente como cartão de identificação da universidade e da biblioteca, que permita utilizar as ATM’s, bem como outros serviços no campus universitário [Security, 1996]; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Um acordo entre o Citibank com a Columbia University para a distribuição de cartões de identificação que funcionem também em ATM’s [Isidore, 1998];&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O Wachovia Corp. efectuou um acordo com a North Carolina University para a distribuição de cartões de identificação com funções bancárias [Souccar, 1999];&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O Huntington National Bank efectuou um acordo com a Universidade de Central Florida para a distribuição de cartões de identificação com funções bancárias [AB, 1999];&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Um acordo entre a University of Hawai’I e o banco MBNA [PRN, 1998] para o lançamento de um cartão de crédito que promova os campeonatos de beneficiência rainbow athletics;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Um acordo entre a University of Ottawa e o banco MBNA [CNW, 1999] para o lançamento de um cartão de crédito;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Um acordo entre o Guilford College e o banco First Union Corp. [Greensboro, 1997];&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Acordos relativamente a utilização de cartões bancários com outras funções no campus universitário (segurança, biblioteca e refeições) ou fora (pagamento de contas telefónicas, selos, cinema) abundam: Guilford College, Troy State University, University of Toronto, State University of NY-Cortland, Villanova University [Frank, 1998].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O principal problema apontado para este tipo de acordos, relativos a cartões-universidade reside no facto de estas iniciativas só serem rentáveis quando se atingir uma determinada massa crítica do mercado alvo&lt;/strong&gt; [Martin, 1996].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a década de 1980, que os estudantes universitários foram eleitos nos EUA como alvos para programas de cartões de crédito [Leander, 1995]. Na década de 1990, surge um novo tipo de cartões, os smart cards, que, para além de funções de identificação, permitem a utilização de funções bancárias e de pagamento dentro do campus (refeições, biblioteca, acessos de segurança, ATM’s e eventualmente uma função de crédito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até à época, as operações que envolviam cartões de crédito e de débito representavam cerca de 10% do total das transacções efectuadas por estudantes universitários. Pensa-se que a utilização dos smart cards leve a um aumento exponencial dessa percentagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma desvantagem deste tipo de cartões consiste no seu custo para o banco: a tecnologia empregue nos smart cards (inclusão de um chip electrónico no cartão) leva a que o seu custo unitário se encontre entre 3 e 16 dólares, enquanto que um cartão com banda magnética custa ao banco cerca de 50 cêntimos (em dólares).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, esse custo pode vir a diminuir com o preço a longo prazo da produção de chips e pode ser compensado com a imposição de uma taxa de utilização do cartão aos lojistas fora dos campus. A grande vantagem reside na capacidade de armazenamento de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Com a multiplicação de acordos com as universidades e nomeadamente com a proliferação de acordos que garantiam a exclusividade de actuação em determinadas universidades para certos bancos, as tensões e a competitividade entre instituições bancárias aumentaram.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos estados da California e Minnesota, por exemplo, alguns bancos queixaram-se oficialmente da imposição de exclusividade dos acordos de fornecimento de cartões para as universidades que os seus congéneres efectuaram [Arndofer, 1995].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, paralelamente a tentar angariar novos clientes universitários, especificamente adquirindo cartões de crédito, as instituições financeiras tiveram necessidade de lançar programas para ajudar os estudantes a gerirem as suas dívidas, numa tentativa de controlar o crédito mal-parado [Souccar, 1999].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo da Advisory Board Company [ABC, Abril 1996] analisa esse produto habitualmente oferecido aos estudantes universitários norte-americanos: o cartão de crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudante universitário é visto habitualmente integrando um segmento de risco para as instituições que lhe disponibilizam cartões de crédito. Com efeito, os estudantes universitários geralmente não têm um emprego fixo a tempo inteiro, não têm activos, nem um historial de crédito, nem meios de se sustentarem sozinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, este estudo da Advisory Board Company vem mostrar o contrário: o segmento dos estudantes universitários paga habitualmente as suas contas a horas, evita incumprimentos e tende a permanecer fiel à instituição que lhe ofereceu o seu primeiro cartão de crédito (entre 10 e 15 anos). Estima-se que cerca de 97% dos estudantes norte-americanos cumprem as suas obrigações de pagamento, evitam incumprimentos e que cerca de 55% pagam integralmente os montantes em dívida mensalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além dos smart cards e dos cartões de crédito, as instituições financeiras têm recorrido a outro tipo de produtos para tentar captar clientes no segmento dos estudantes universitários. Destacamos os seguintes produtos e serviços:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O Royal Bank lançou um novo produto para estudantes universitários: um pacote de produtos financeiros que incluí por um pequeno montante mensal um número fixo de transferências bancárias, um seguro sobre o cartão de cliente, acesso aos serviços de banca telefónica e banca Internet e um cartão de crédito [CNW, 1998];&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Um exemplo de aproveitamento de um artigo existente para promoção [BMA, 1996]: Usualmente a caixa Good Stuff é distribuída em cerca de 600 universidades norte-americanas com artigos promocionais relativos a lavandarias, produtos de higiene ou refrigerantes. Em 1996 incluiu também brochuras promocionais de bancos, como forma de chegar eficazmente ao segmento universitário;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O First Union lançou um novo produto para estudantes universitários [Cline, 1990]: um pacote de produtos financeiros que utilização grátis de ATM’s, duas contas bancárias, uma carteira de cheques, um cartão de crédito VISA sem anuidade e com um plafond anual de 800 dólares e um seguro de vida de mil dólares. Com autorização dos pais, pode ainda incluir transferências automáticas de uma conta dos pais no First Union. Oferecem ainda por quase 20 dólares uma cassete de vídeo sobre como pagar a universidade (tópicos de ajuda financeira, bolsas, empréstimos estatais e estratégias de investimento);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O Bank of América [BW, 24 e 30 de Agosto 1999], o Bank One [PRN, 1999] e introduziu ferramentas online para estudantes universitários;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Os dois bancos dominantes de Columbus – Huntington National Bank e Bank One - fizeram cada um acordo de patrocínio das equipas de futebol americano das duas universidades locais rivais, respectivamente da Ohio State University e University of Michigan [Buchanan, 1999].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro estudo da Advisory Board Company [ABC, Outubro 1994] analisa pacotes oferecidos ao mercado dos estudantes universitários por cinco bancos norte-americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao serviço de clientes, as instituições analisadas disponibilizam informação sobre os seus pacotes para o segmento universitário através dos seus representantes do serviço ao cliente, quer via telefone, quer via balcões. Os pacotes contêm geralmente cartões de crédito e contas à ordem, bem como cartões de débito e acesso grátis a ATM’s dentro do território norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à forma como asseguram a manutenção dos clientes após a saída da universidade, o estudo da Advisory Board Company [ABC, Outubro 1994] verifica que a maioria dos bancos analisados utiliza mailings directos para reter os clientes que terminam a sua licenciatura. Frequentemente esses mailings contêm ofertas especiais relativas a outros produtos bancários, tais como os empréstimos para aquisição de automóvel, com vista a reter o cliente e aprofundar o seu relacionamento. Os bancos em análise não conseguiam ainda determinar a eficácia destes procedimentos, visto terem sido implementados recentemente à data do estudo. Um dos bancos estudados afirmou que um meio mais agressivo como o telemarketing será mais eficaz na retenção de clientes quando estes começarem a receber um rendimento e se tornem clientes rentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meios mais frequentemente utilizados pelos bancos para publicitar os seus produtos e serviços incluem a utilização de revistas e jornais universitários e locais, bem como a instalação de quiosques ou bancadas promocionais durante eventos universitários (como a chegada dos caloiros). Um dos bancos estudados estabeleceu acordos com negócios locais, como restaurantes, por exemplo, no sentido de oferecer refeições grátis. Outro dos bancos em análise utiliza só pessoal em part-time para promover os serviços bancários aos estudantes, pelo facto da maioria das contas dos estudantes serem abertas num determinado período de quatro meses por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, um dos bancos em estudo oferece um cartão de crédito como único produto direccionado para estudantes universitários, enquanto que as restantes instituições tendem a focar mais a importância das contas bancárias incluídas no pacote universitário [ABC, Outubro 1994].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro estudo da Advisory Board Company [ABC, Setembro 1995] analisa pacotes oferecidos ao mercado dos recém-licenciados em cinco bancos norte-americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas instituições desenvolvem produtos e serviços sofisticados, direccionados para os estudantes universitários, mas depois não acompanham os clientes na saída da universidade, não lhes oferecem outros serviços e produtos direccionados agora para recém-licenciados. Assim, frequentemente essas instituições são incapazes de reter os clientes uma vez terminada a licenciatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ora, os bancos que pretendam dinamizar as suas acções neste segmento terão de ter a plena consciência dos custos e benefícios que existem em captar os clientes enquanto jovens e de que esta estratégia só fará sentido se conseguirem manter fiéis estes clientes mesmo após a juventude.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, mesmo os bancos que são analisados neste estudo da Advisory Board Company [ABC, Setembro 1995] não oferecem pacotes especialmente concebidos para o grupo dos recém-licenciados. Uma das instituições analisadas oferece aos seus clientes com idades dos 18 aos 30 anos a possibilidade de ter acesso a determinados produtos especiais. Outro banco tem uma conta concebida especialmente para advogados e médicos, incluindo aqueles que terminaram recentemente os seus estágios. As restantes instituições oferecem condições que agradarão provavelmente ao segmento jovem como a não imposição de um saldo mínimo anual ou de uma anuidade do cartão de crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Advisory Board Company efectuou também um estudo com base na análise de sete instituições bancárias [ABC, Junho 1997] que indica que apesar dos balcões nos campus universitários constituírem uma forma de obter novos clientes durante a duração da licenciatura dos estudantes, não garantem a continuação da relação licenciado-banco. Com efeito, o facto de grande parte dos estudantes serem deslocados nas universidades dos EUA, leva a que quando terminam as suas licenciaturas voltem a deslocar-se e, consequentemente, a não manter a sua relação com o banco. Assim, o investimento numa relação com estudantes universitários trará mais frutos a um banco que opere a nível nacional que a um banco mais pequeno que opere só na zona em que se encontra a universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, os bancos assinalam a importância da sua presença nas universidades, quer via a disponibilização de cartões-universidade, quer via patrocínio de eventos, por exemplo. Assim, a relação do banco com a universidade permite aos bancos a venda de produtos e serviços aos membros da universidade de forma mais eficaz. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/335933292/uma-viso-internacional-do-marketing.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2006/11/uma-viso-internacional-do-marketing.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-167657523483625599</guid><pubDate>Sun, 13 Jul 2008 23:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-13T22:40:29.499+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Customer Experience</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Clientes</category><title>Homens Maduros: um segmento com potencial?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RaUgQuGQZhI/AAAAAAAAAEA/wRBtcOOOXSo/s1600-h/Jornal+Negocios.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5018452831398553106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RaUgQuGQZhI/AAAAAAAAAEA/wRBtcOOOXSo/s320/Jornal+Negocios.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ao que parece os tempos são de mudança! Segundo um estudo recente da “J.C. Penney Co.”, publicado, no passado mês de Dezembro, no “The Wall Street Journal”, em 2006, 70% das compras de roupa masculina efectuadas nas suas lojas foram feitas por Homens. De certo modo, estes resultados contrariam os estudos que até então indicavam que eram as mulheres que efectuavam a maioria destas compras. Se analisarmos as pesquisas aos consumidores, de um modo geral, estão centradas no “cliente feminino” e, mais recentemente, nos “homens jovens” e nos chamados “metrosexuais”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todavia, só em Portugal, segundo o INE (dados de 2005), temos ca. 1,6 milhões de homens, com idade entre os 40 e os 64 anos, o que representa 15,5% da população Portuguesa. Recordo também que os “homens maduros”, com idade superior a 50 anos, são normalmente pessoas que já não têm grandes obrigações financeiras, sem hipotecas, sem despesas com a educação de filhos, sendo clientes com um grande potencial. Mas, porque será que não são desenvolvidas campanhas específicas para este segmento? Terão caído no esquecimento? Bem, apesar de actualmente haver uma maior preocupação com o desenvolvimento de produtos nas áreas da saúde, beleza e moda, a meu ver, a motivação para as compras masculinas continua a estar largamente por explorar pelos grandes actores do mundo do “consumo”, tal como lojas, centros comerciais e supermercados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu sei… temos que entender que o estilo de compras do “homem maduro” envolve compras rápidas e o “shopping around” é para eles uma perca de tempo. Normalmente, são consumidores que sabem o que querem comprar e por isso “vão directos” ao que pretendem, sem desperdiçar tempo. Todavia, é para mim evidente que este segmento não aprecia a experiência de fazer compras que lhe é presentemente oferecida. Mas será que é razão suficiente para serem “esquecidos” e as suas necessidades ignoradas? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em Tóquio, a loja “Isetan”, alterou a disposição dos seus produtos para “homens maduros”. Criou áreas por tipo de produtos, em vez da disposição por marcas, criou um único local para os acessórios e tem um piso dedicado exclusivamente aos produtos cosméticos masculinos. Depois desta remodelação, as vendas aumentaram 30% face ao período homólogo. Eventualmente, os homens maduros dão mais importância ao tipo de produto e menos à marca, preferindo também uma disposição funcional das lojas, de forma a reduzir o tempo de procura. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alguns sectores retalhistas já começaram a cativar a atenção deste segmento, nomeadamente nas áreas da saúde, lazer, electrónica e serviços financeiros, onde existem algumas estratégias definidas e bem direccionadas para estes consumidores. Também, algumas marcas de automóveis, como a Mercedes, BMW e Cadilac, possuem modelos de carros alinhados com este segmento: carros de alta cilindrada, que transmitem conforto, segurança, sofisticação e, ao mesmo tempo, um pouco de “aventura”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todavia, parece-me que sectores como a moda, cosméticos, bebidas alcoólicas e não alcoólicas, revistas, telemóveis, entre outros, poderão encontrar neste segmento boas oportunidades de desenvolvimento do negócio. Para isso, é fundamental um conhecimento mais aprofundado: conhecer as suas necessidades e os seus gostos. É tempo para analisar e actuar. Ficamos a aguardar programas de marketing inovadores para o segmento de “homens maduros”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado no Jornal de Negócios (11-01-2007)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/334538667/homens-maduros-um-segmento-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/01/homens-maduros-um-segmento-com.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-4683672433948950730</guid><pubDate>Thu, 10 Jul 2008 23:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-11T00:59:22.724+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Inovador</category><title>Marketing Social: as ONG’s</title><description>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RgrlzOY7bII/AAAAAAAAAOg/DS-0-fFuIh8/s1600-h/diario+economico.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047099000620805250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RgrlzOY7bII/AAAAAAAAAOg/DS-0-fFuIh8/s320/diario+economico.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As primeiras ONG’s nasceram em sintonia com as finalidades e dinâmicas dos movimentos sociais da 2ª Guerra Mundial, mormente visando, pela sua actuação, o atingir de metas cívicas tais como a igualdade de voto entre sexos, a não discriminação racial ou a não proliferação nuclear. Conquanto a forma de actuação da grande maioria ainda seja passível de caracterização como baseada na informalidade de organização e actuação individual, a crescente concorrência entre organizações afins pela atenção da comunicação social, pelo interesse de potenciais voluntários trabalhadores ou mesmo de mecenas, têm levado a uma crescente aproximação, quanto à forma de gestão e organização, entre as ONG´s e as empresas. Deixou de ser suficiente ter uma missão e um punhado de entusiastas voluntários para que uma determinada causa tenha atenção e aceitação pública. Recrutar e seleccionar quadros, motivar e angariar patrocinadores, gerar notoriedade de forma espontânea (boca a boca, entre comunidades de amigos e vizinhos, preferencialmente), usufruir de cobertura mediática, obter o máximo efeito de recursos escassos, conquistar novos e reforçados parceiros, passaram a ser funções e actividades críticas das ONG´s. A constituição da Fundação Bill e Melinda Gates, reforçada com uma substancial doação de Warren Buffet, notícia de abertura de muitos telejornais de todo o mundo, veio colocar no centro das atenções a filantropia e o marketing das entidades não lucrativas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das mais antigas e notórias de entre as ONG’s, a Amnistia Internacional (AI), ilustra de forma relevante a problemática do Marketing e de como este pode adicionar valor para uma organização como esta. A AI desenvolve um conjunto de campanhas de forte impacto mediático, em cujo cerne está a violação de algumas das crenças e valores que são mais queridos ao mundo ocidental. A violência e discriminação sobre as mulheres, a utilização de crianças em idade escolar como soldados mercenários nos exércitos africanos, a tortura como método de investigação policial, a pena de morte, entre outras, ilustram bem a importância que algumas destas campanhas têm na elevação do perfil e da notoriedade da AI, eventualmente dando-lhe recursos capazes de a fazerem prosseguir alguns outros temas menos mediáticos. Assim sendo, estamos em condições de dizer que o marketing tenderá a assumir um papel cada vez mais preponderante, com especial ênfase na ferramenta de Comunicação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O primeiro desafio da Comunicação das ONG’s é mostrarem que a sua missão visa a satisfação das necessidades de nível superior das sociedades actuais. A comunicação serve igualmente para tornar mais sólidas e potenciar o poder de acção das ONG’s, pressionadas pelo imperativo de transmissão de uma imagem de credibilidade. Imagens que são construídas e precisam de reforço permanente. As ONG’s que têm uma forte imagem de marca conseguem com maior facilidade angariar doações e voluntários.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então, as ONG’s mais dinâmicas já perceberam o vital papel que os media podem desempenhar como importantes parceiros no processo de comunicação com a sociedade, com quem devem estabelecer uma proveitosa parceria. As ONG´s fornecem aos media as causas e os valores de natureza mais elevada que a natureza humana almeja alcançar, contribuindo para introduzir emoção e envolvimento aos conteúdos informativos dos media. Por sua vez é através dos meios de comunicação social que o público é informado e pode sentir-se parte integrante e activa da organização. Esta parceria, como resulta evidente, em muito transcende o seco “press release”, apanágio de não poucas organizações empresariais, e geralmente destinado ao “caixote do lixo” da ignorância...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Artigo publicado a 29-03-2007 no Diário Económico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.marketinginovador.com/"&gt;http://www.marketinginovador.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/332189181/marketing-social-as-ongs.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/03/marketing-social-as-ongs.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-936294376272144090</guid><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 23:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-10T01:06:16.909+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vozes</category><title>Angola em alta...</title><description>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/SHVP92IKcUI/AAAAAAAAAiw/R-YACmq1-Eo/s1600-h/angola.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221167266926326082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 225px; CURSOR: hand; HEIGHT: 159px" height="188" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/SHVP92IKcUI/AAAAAAAAAiw/R-YACmq1-Eo/s320/angola.jpg" width="256" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabia que a entrada de turistas em Angola tem registado um acentuado crescimento ? No último ano houve um aumento de 60%.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando se fala em Angola, pensa-se apenas no petróleo e nos diamantes, mas o turismo é um sector que pode ajudar a diversificar e a enriquecer a economia de Angola. Foram recentemente anunciados 15 projectos hoteleiros que serão construídos até 2010 e as autoridades daqui informam que os incentivos para as redes hoteleiras deverão ser contínuos, em especial para os operadores estrangeiros. Alerto para que outras condições sejam tomadas em conta: infra-estruturas (água, electricidade, estradas...), qualificação e competências das pessoas, serviços de saúde com qualidade, segurança e desburocratização do estado. Há muito por fazer. O que é claramente um desafio para quem gosta de ser útil e trabalhar. Oportunidades não faltam!&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/331235375/angola-em-alta.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2008/07/angola-em-alta.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-116102997214271858</guid><pubDate>Tue, 08 Jul 2008 23:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-09T19:07:36.538+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Turístico</category><title>Marketing no Turismo - ainda em Luanda</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5500/2126/1600/promozione-turismo.4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="133" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5500/2126/320/promozione-turismo.4.jpg" width="105" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O Turismo é um mix de transporte, alojamento, refeições, animação e organização, que confluem em Experiências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1851, Thomas Cook organiza a primeira excursão em Inglaterra e prosperam os forfaits culturais pelas civilizações clássicas. Nos 120 anos seguintes, os paquetes lideram os fluxos intercontinentais, seguindo-se a evolução da aviação, autopullmans e TGV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde assiste-se à corrida aos pacotes de praia, montanha e circuitos interurbanos. Coexistem estalajadeiros e hoteleiros, hóspedes e co-proprietários nos time sharing, campistas e caravanistas, grupos, férias familiares e turismo jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os hotéis melhoram nas cidades, litoral e estâncias de neve. A Europa lidera a procura, mas perde quota de mercado para a América e Ásia-Pacífico. As ilhas estão na moda, assim como destinos de longa distância com um mix de cultura, património, exotismo, complexos tudo incluído, animação musical ilimitada e voos frequentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foi a partir da década de 50 que o conceito de marketing surge aliado à actividade turística. Isto acontece pelo facto de se verificar a entrada de uma série de empresas no negócio do Turismo, empresas essas não pertencentes à área, com experiência noutros mercados e com know-how em técnicas de marketing.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assim, a introdução de novas técnicas de marketing no mercado do turismo provoca o aparecimento, na Europa Ocidental, do conceito de &lt;strong&gt;produto turístico&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como consequência, verifica-se na década de 70 o auge do desenvolvimento mundial do Turismo e nesta época deixa-se de olhar para dentro, ou seja, o atractivo turístico, e passa-se a olhar para fora, isto é, para o Turista, o Cliente, o Consumidor do produto turístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde há alguns anos a esta parte, verifica-se que devido aos impactos multinacionais causados pela actividade turística, esta consta cada vez mais nas agendas dos profissionais de marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O marketing ao serviço do Turismo, a procura de produtos, a oferta de lazer, deve estar ao serviço de um processo de desenvolvimento económico e sustentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em Angola ?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sr. Empresário, em Angola está à espera de quê? Entre muitas outras coisas, é disso que Angola precisa, mas com um espírito missionário e não mercenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O petróleo bruto é nesta altura o motor das altas taxas de crescimento do PIB, mas por outro lado existe uma dura realidade do desenvolvimento humano, com índices sociais muito preocupantes. Esta gente está ansiosa por "saber", por "aprender", por "subir na vida". Deixemos de explorar como escravos a mão de obra Angolana e pelo menos tratemo-os como Pessoas, como seres humanos. É de uma nova atitude que Angola precisa. Os empresários portugueses poderão e deverão dar o exemplo. Isto é um espectáculo...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/330985774/marketing-no-turismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2006/10/marketing-no-turismo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-9180928028871541878</guid><pubDate>Sun, 06 Jul 2008 23:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-07T00:01:00.769+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vozes</category><title>Em directo de Luanda</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/SHE--za-9gI/AAAAAAAAAio/5xLwIplRzS0/s1600-h/luanda10.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220022691775313410" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="134" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/SHE--za-9gI/AAAAAAAAAio/5xLwIplRzS0/s400/luanda10.jpg" width="239" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Cheguei ontem a Luanda. Uma terra de contrastes, mas com um potencial elevadíssimo! Fiquei surpreso pela positiva. Em Portugal passam uma imagem pior do que é. E o que é interessante é que apesar de ainda ser um estaleiro - ainda mais com as obras à pressa para as eleições de Setembro -, o Turismo poderá ser um motor para fomentar ainda mais a economia local, rentabilizando a actividade de hotelaria, restauração e lazer. É também uma oportunidade de emprego para os locais, através da criação e manutenção de postos de trabalho neste sector. É por isso que considero estratégico o investimento nesta área de negócio. Têm recursos naturais e humanos. Mas há uma carência grande de formação e de criação de programas turisticos, ofertas integradas, incluindo lazer. Vale a pena, com os contactos certos, investir no turismo em Angola. Senhor empresário, está à espera de quê?&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/328377132/em-directo-de-luanda.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2008/07/em-directo-de-luanda.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-5447235653009146781</guid><pubDate>Fri, 04 Jul 2008 02:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-04T01:50:22.648+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Atendimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Bancário</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Clientes</category><title>O Papel do Atendedor na Banca</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/Rb_X2R1YYvI/AAAAAAAAAHk/qqa-6Z71LeE/s1600-h/Xadrez.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5025973036668969714" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/Rb_X2R1YYvI/AAAAAAAAAHk/qqa-6Z71LeE/s320/Xadrez.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje os bancos concorrem fortemente entre si para venderem os seus produtos e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo a qualidade um requisito obrigatório, ela deixou de constituir um factor distintivo ao nível dos produtos, embora permaneça como um aspecto fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, “o atendimento e a qualidade do serviço ao cliente tornou-se o factor que pode marcar a diferença, o ingrediente distintivo impossível de copiar, o valor acrescentado que apenas o génio humano é capaz de sintetizar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As instituições dedicam cada vez mais atenção aos problemas da comunicação com os seus clientes. É principalmente através do atendedor que o banco comunica com os clientes e vice-versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O atendedor assume um papel de mediador privilegiado e decisivo entre a organização e o cliente deixando desde logo pressupor que a sua actuação, o modo como comunica com o exterior, o tipo de informações que fornece, influenciam grandemente a qualidade da imagem da organização frente aos clientes (…)” .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O papel e a responsabilidade de quem atende os clientes são de procurar aproximar os pontos de vista do cliente e da empresa, para benefício mútuo” .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O bom atendimento prestado pelo atendedor garante a satisfação do cliente, fazendo com que ele não só tenha vontade de procurar seu serviço novamente, mas também divulgá-lo para outras pessoas” .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer instituição bancária, cria uma imagem própria através dos seus produtos, da sua publicidade, das suas vendas e através do desempenho dos seus atendedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o atendedor coloca-se numa posição privilegiada não só para criar um clima de confiança entre a instituição e o cliente, mas também numa posição que permite fornecer à empresa informações sobre os clientes e a dinâmica do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação entre profissional - cliente é particularmente importante pelas seguintes razões: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;-Efeito de primazia: as primeiras impressões criadas no cliente determinam as percepções e avaliações subsequentes;&lt;br /&gt;-Efeito de recência: as últimas impressões criadas no cliente são melhor recordadas e podem compensar eventuais percepções e avaliações negativas antecedentes;&lt;br /&gt;-Atracção pessoal: a confiança e simpatia sentidas pelo cliente, pela sua natureza afectiva, têm uma força decisiva na relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro da relação profissional - cliente, a atitude é sem dúvida o factor diferencial no atendimento, pois o cliente espera ser atendido com respeito, atenção, simpatia, criatividade, cordialidade e entusiasmo. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/326240911/o-papel-do-atendedor-na-banca.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/01/o-papel-do-atendedor-na-banca.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-2496990703480824191</guid><pubDate>Thu, 03 Jul 2008 03:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-03T16:18:24.377+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Bancário</category><title>Entrevista sobre a Banca em Portugal (jornal de negócios)</title><description>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RfRz5M2FafI/AAAAAAAAANQ/X_SyLr-4EaE/s1600-h/place.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040781309472238066" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RfRz5M2FafI/AAAAAAAAANQ/X_SyLr-4EaE/s320/place.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;- Qual a tendência de antes e de agora em matéria de vantagens para os colaboradores bancários em termos de produtos financeiros? Será que se pode falar de concorrência interna no sector? Além da concorrência pelos clientes, haverá uma maior atenção às vantagens concedidas aos empregados, de forma a não fugirem para outros bancos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bancos são o reflexo das pessoas que as constituem. Assim, torna-se evidente a importância do Capital Humano numa organização competitiva e moderna. Ora, para os bancos a qualidade dos recursos humanos é, seguramente, factor de diferenciação. Assim, é fundamental aos bancos assegurar que toda a organização conheça a estratégia do banco e a importância do papel de cada colaborador para a consecução dos objectivos. Potenciar o desenvolvimento profissional e pessoal, conciliando os interesses do grupo com os interesses individuais, fomentar o trabalho em equipa, estimulando a iniciativa e a tomada de decisões individuais, são factores determinantes na consolidação do “compromisso” que fortalece a equipa e assegura o êxito de um banco no futuro. E, em particular, num momento de grande competição e mudança, como o actual, os bancos terão que ter capacidade de criar experiências memoráveis aos seus colaboradores. Criar uma identidade. Investir em “branding” interno, ou seja, desenvolver estratégias de actuação dirigidas aos factores que influenciam o que os colaboradores sentem sobre o seu trabalho. É aquilo a que Simon Barrow sintetiza como uma nova prioridade de gestão e, eu acrescento, desafio interno dos bancos: “entender as Pessoas no trabalho”. Só desta forma conseguirão captar os talentos e fidelizar os “melhores” colaboradores. Então, neste contexto, os bancos terão que avançar bastante no conhecimento sobre como a introdução de programas de marketing interno na gestão de recursos humanos pode incrementar o desenvolvimento empresarial. Não estou a sugerir que os Marketeers invadam a função de Recursos Humanos. Mas a utilização de técnicas e ferramentas de Marketing pode auxiliar bastante os Departamentos de Pessoal a identificarem os factores críticos de sucesso para a motivação dos seus colaboradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos um exemplo concreto. Há 10 ou 15 anos atrás, seria muito mais atractivo para um colaborador trabalhar num banco pelas vantagens disponibilizadas nos produtos financeiros: taxas de juros preferenciais no crédito habitação e crédito individual, isenção de algumas comissões, assistência médica preferencial, entre outros. Todavia, com a diminuição das taxas de juro, com uma maior facilidade de acesso aos produtos financeiros e com o aumento da intensidade concorrencial, o impacto destas vantagens diminuiu, uma vez que, por exemplo, é possível hoje obter taxas de juro baixas no acesso ao crédito habitação em qualquer banco, o que não acontecia no passado. Em termos futuros, os bancos deverão caminhar para uma prestação de serviço interna diferenciada, através da criação de um pacote de serviços que facilite a vida profissional e pessoal dos seus colaboradores. Serviços como baby-sitting, apoio ao transporte, lavandaria, lavagem de automóvel, catering, limpeza doméstica, jardinagem, ginásio, entre muitos outros, farão certamente a diferença. Eu diria que, tal como nos clientes externos, também internamente deverão ser criadas ofertas de serviços feitas à medida das necessidades dos colaboradores. Será a única forma, a meu ver, de conseguir ter os melhores colaboradores. E o(s) banco(s) que o conseguir(em) terá(ão) mais hipóteses de ser também o(s) melhor(es). Com colaboradores satisfeitos e fidelizados, o valor do serviço a disponibilizar aos clientes será também maior, os clientes ficarão satisfeitos, logo fidelizados e o banco crescerá. O desafio é claro e objectivo, tal como Peter Drucker dizia, “tornar eficazes as forças das Pessoas e irrelevantes as suas fraquezas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Mesmo aplicando taxas mais baixas, os seus colaboradores acabam também por ser parceiros de negócios, uma vez que os bancos fazem negócio também com os próprios empregados. É uma tendência generalizada? Ou ainda há muitos colaboradores que fazem contratos de crédito com outros bancos?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os colaboradores de um determinado banco são também clientes bancários. Têm necessidades financeiras. É natural que os bancos disponibilizem condições preferenciais aos seus colaboradores. Algumas delas estão mesmo protocoladas, como é o caso da taxa de juro do crédito habitação (65% da taxa de desconto do BCE). Mas o mercado e as leis da concorrência funcionam. Se um colaborador conseguir negociar melhores condições financeiras num outro banco, poderá fazê-lo como qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Que tendência prevê para a banca num futuro próximo? Mais concentrações? (ou tentativas) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos recentes demonstram que ainda há espaço para mais concentrações. E eu concordo. Todavia, o que me parece importante referir é que com as profundas alterações que o sector bancário sofreu nos últimos anos, os bancos deverão procurar novas fontes de proveitos, nomeadamente através duma melhoria contínua do serviço prestado aos clientes. Efectivamente, o modelo da banca assente na tradicional actividade de intermediação começa a estar saturado e a excelência do serviço prestado será um objectivo importante a atingir. Eu diria que podemos encontrar dois pilares de acção próxima importantes: a Inovação e as Pessoas. Será fundamental que os bancos continuem a investir na inovação dos seus produtos e serviços e que os consigam adaptar às novas exigências dos consumidores, aliás como o têm vindo a fazer e muito bem. Mas, por outro lado, com as especificidades dos serviços financeiros, deverá haver um investimento também muito forte na formação e desenvolvimento de competências dos colaboradores bancários. Por exemplo, as áreas de relação com os clientes são críticas e só com colaboradores competentes, qualificados e pró activos se conseguirá fazer notar a diferença. E isso só se conseguirá com colaboradores motivados. Julgo, sinceramente, que a formação comportamental se afigura como um dos elementos pertinentes e fulcrais neste momento. Mas a formação deverá também passar pelos quadros superiores, pelos responsáveis de equipas, com uma preparação sustentada ao nível de uma gestão das pessoas mais humanizada e virada para o alto rendimento. Muito do trabalho a fazer terá que ser através de coaching e isso só é possível se as hierarquias estiverem bem preparadas. O rigor dos números e uma gestão rigorosa são importantes, mas terá que haver um maior investimento no lado humano dos colaboradores bancários. Estou certo, que a banca portuguesa já abraçou este desafio com muito carinho. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/325876578/entrevista-sobre-banca-em-portugal.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/03/entrevista-sobre-banca-em-portugal.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-116112924042913632</guid><pubDate>Tue, 01 Jul 2008 23:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-02T13:55:42.216+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Database Marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">CRM</category><title>Partner Relationship Management</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5500/2126/1600/prm.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 151px; CURSOR: hand; HEIGHT: 126px" height="143" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5500/2126/320/prm.jpg" width="176" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; As empresas com alta performance dão aos seus empregados de primeira linha acesso rápido e fácil à informação crítica, compras, histórico de contactos e questões sobre produtos, bem como informação demográfica e sobre estilo de vida. Mas as empresas com maior sucesso partilham esta informação analítica com os seus parceiros de negócio através da cadeia de distribuição: o Partner Relationship Management (PRM).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os parceiros de uma empresa têm que ser encarados como elementos activos da cadeia de negócio. As empresas querem oferecer variedade de produtos ao cliente final e as empresas intermediárias têm dificuldades em garantir a exclusividade e fidelidade a uma marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os parceiros têm que ser olhados como um cliente com um perfil diferenciado, que detém o domínio de um leque de clientes. Como intermediários na venda, necessitam de formação sobre a empresa fornecedora, sobre os seus produtos e em que medida esta se diferencia da concorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um novo sub-sector do CRM, concebido para possibilitar que as empresas criem uma comunidade em extranet com os seus parceiros de distribuição, para melhorar as suas vendas e processos de Marketing. O objectivo do PRM é criar diferenciação competitiva de longo prazo com os canais de vendas indirectas. Pode ser definido como uma estratégia de negócio, um sub-sistema do CRM, que tem como objectivo melhorar a comunicação entre parceiros e a logística de distribuição, de forma a maximizar o potencial da relação apresentado sinergias aos clientes finais do canal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente materializadas recorrendo a Extranets, o PRM procura criar relações personalizadas, em tempo real, sendo o parceiro integrado na gestão da empresa em aspectos que sejam relevantes para um melhor serviço aos clientes finais. Permite a fabricantes e distribuidores ampliar os seus negócios com canais, enfatizando a gestão do relacionamento com a Rede de Parceiros Credenciados, possibilitando às empresas a obtenção de maior rentabilidade nas suas revendas, atingindo, geralmente, rápidos ROI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podemos definir o PRM como a gestão de todo o ciclo de relação com os parceiros comerciais, selecção e avaliação dos parceiros, adesão aos programas de parceria e realização de actividades conjuntas, no âmbito dos processos de Marketing e venda, inclusive a análise das actividades geradas pelos parceiros relativas aos clientes finais.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma solução de PRM deve incluir as seguintes funcionalidades:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Gestão de acordos com parceiros, que trata desde a activação do parceiro até a definição de parâmetros para o modelo de negócios;&lt;br /&gt;- Definição de produtos de terceiros, cuja função é incorporar a criação de conteúdo e produtos comerciais;&lt;br /&gt;- Construção do modelo de negócios, contemplando a divisão de receitas;&lt;br /&gt;- Gestão de eventos e aplicações de regras;&lt;br /&gt;- Conciliação de parcerias, que permite a fácil visualização das informações da aliança;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Troca de informação sobre clientes e o mercado. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/324870625/partner-relationship-management.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2006/10/partner-relationship-management.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-6287898514875297620</guid><pubDate>Tue, 01 Jul 2008 07:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-01T15:02:25.603+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Político</category><title>O Marketing na Política</title><description>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/Rd1by1n2PPI/AAAAAAAAALw/AhdKKRsziwE/s1600-h/citizens_rights.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5034280887415880946" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 207px; CURSOR: hand; HEIGHT: 170px" height="204" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/Rd1by1n2PPI/AAAAAAAAALw/AhdKKRsziwE/s320/citizens_rights.jpg" width="236" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Será que o Marketing Político se deverá resumir apenas à Comunicação? Será que é isso que “conta” para os eleitores? Eu julgo que não, mas que a Comunicação tem um papel forte de persuasão nos nossos dias, isso é verdade. No Marketing Político costumo dizer que a Comunicação é uma “droga”, cria dependência. Em doses adequadas poderá ser um medicamento saudável, em doses elevadas é claramente um veneno fatal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Certamente que, talvez mais na política que nas empresas, é importante e necessário comunicar, mas pior do que não comunicar, é fazê-lo em demasia. Não se deve cair no erro de banalizar a imagem do político. É preciso saber encontrar o momento certo e falar com muita moderação, pois o segredo da boa comunicação está nos detalhes. Não existe mais espaço para a Política de improviso, feita apenas na base da intuição e de acordos políticos. Os cidadãos, os portugueses, querem gestores políticos com capacidade técnica e vontade em perceber os problemas. A era da “propaganda” terminou, as pessoas, os eleitores, querem acção, medidas concretas, que resolvam os seus problemas e que melhorem as suas vidas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, o Marketing Político tem que ser visto como um conjunto de métodos e técnicas que uma organização política (partido político ou não) dispõe para conhecer os seus públicos e neles exercer influência. Desta forma, o Marketing Político, implica necessariamente uma boa gestão e a capacidade de criação de valor para os cidadãos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Marketing Político deve ser gerido. Por isso, cabe-lhe o papel de regular e dinamizar a produtividade da “causa pública” e aumentar o valor percebido dos serviços disponibilizados através de uma base sustentada de fidelização dos cidadãos. E isso é feito através de pessoas que saibam gerir e que conheçam as dificuldades dos cidadãos e não com recurso exclusivo a técnicas de comunicação. O mais importante é sabermos que o Marketing Político deverá assentar em valores e lidar com a verdade e que não deverá haver lugar para a manipulação política baseada em “propaganda”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os cidadãos, os eleitores, não querem heróis a governar, querem sim pessoas que tenham sentido de serviço, que saibam ouvir, que os respeitem, dando o exemplo, e que os considerem parceiros dessa governação. Assim, a complexidade do mundo actual não se compadece com amadorismos e boas vontades, torna-se essencial mostrar à sociedade e, em especial, aos políticos, que o marketing político pode trazer muitos benefícios à democracia, permitindo aos cidadãos um maior conhecimento da realidade política e funcionando como um agente propulsor e transformador da sociedade. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/324067403/o-marketing-na-poltica.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/02/o-marketing-na-poltica.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-7402497569078395993</guid><pubDate>Sun, 29 Jun 2008 23:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-29T22:06:07.930+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Serviços</category><title>Expectativas nos Serviços</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/Rb0L1h1YYsI/AAAAAAAAAG8/aFIlkQm9Cuw/s1600-h/img-clientes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5025185773458580162" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/Rb0L1h1YYsI/AAAAAAAAAG8/aFIlkQm9Cuw/s320/img-clientes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Quando um serviço é prestado ao cliente, é percepcionado consoante a expectativa que ele tem em relação ao serviço prestado. O mesmo serviço prestado a diferentes clientes é percepcionado por eles de diferentes maneiras, consoante as suas expectativas. Contudo, a qualidade do serviço e a sua avaliação só é aferida e concretizada no momento em que o cliente toma contacto com o serviço prestado. Os serviços são intangíveis, perecíveis e indissociáveis do seu consumo. Ou seja, o cliente só poderá emitir um juízo de valor sobre a qualidade do serviço prestado ou valor do produto após a aquisição e consumo dos mesmos. Todavia, a dificuldade em reproduzir o serviço repetidas vezes de uma forma precisa e consistente, atribui aos serviços um carácter heterogéneo na sua aplicabilidade e prestação ao cliente, bem como na percepção do mesmo. Quanto maior for o nível de exigência e participação do cliente, maior será o carácter de heterogeneidade da prestação do serviço. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As expectativas dos clientes são o resultado do grau de intangibilidade do serviço e grau de participação do cliente no processo de prestação do mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A intangibilidade da prestação do serviço, de uma forma geral, poderá dificultar a avaliação que o cliente faz da qualidade do serviço. O cliente poderá ser influenciado por evidências tangíveis, tais como as instalações, equipamentos, clientes internos da empresa, bem como o preço. A inexistência destes faz com que o cliente confie em recomendações informais de familiares e amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que concerne ao grau de participação do cliente, este consiste no grau de integração do cliente no processo de prestação de um serviço, o qual também influencia as expectativas do cliente durante todo o processo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma participação do cliente mais próxima e activa junto da empresa que presta o serviço, geralmente, contribui para um ajustamento mais realista das expectativas. Uma participação activa por parte do cliente, resulta num maior grau de responsabilidade pelo resultado, sendo que, as suas expectativas são ajustadas em função dos resultados das suas próprias acções. Por outro lado, quando o cliente tem uma participação passiva, faz com que o cliente atribua uma maior responsabilidade junto do prestador do serviço. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na prática, uma participação activa, por exemplo, resulta da expectativa de um cliente em relação ao serviço de um bar. Esta dependerá da forma como o cliente interagir e não apenas da forma como o funcionário presta o serviço. Neste caso é importante que o funcionário, no papel de prestador do serviço, actue como facilitador, criando condições para induzir o cliente a actuar de forma recompensadora. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma participação passiva, por exemplo, resulta num paciente quando vai a uma consulta médica e deposita toda a confiança no seu médico. Ou seja, a atenção do médico, a demonstração de conhecimento e comunicação explicativa tendem a elevar a expectativa do cliente, diminuindo o risco percebido e a sensação de ansiedade. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/322781325/expectativas-nos-servios.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/01/expectativas-nos-servios.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-2416633065871288800</guid><pubDate>Fri, 27 Jun 2008 01:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-27T11:44:12.195+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vozes</category><title>Pessoa ...</title><description>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RZ5GPqR3eqI/AAAAAAAAADQ/1RxUoQoaX5c/s1600-h/fernando+pessoa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5016524269798521506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RZ5GPqR3eqI/AAAAAAAAADQ/1RxUoQoaX5c/s320/fernando+pessoa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canta onde nada existe&lt;br /&gt;O rouxinol para seu bem — ,&lt;br /&gt;Ouço-o, cismo, fico triste&lt;br /&gt;E a minha tristeza também — .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Janela aberta, para onde&lt;br /&gt;Campos de não haver são&lt;br /&gt;O onde a dríade se esconde&lt;br /&gt;Sem ser imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me dera que a poesia&lt;br /&gt;Fosse mais do que a escrever!&lt;br /&gt;Canta agora a cotovia&lt;br /&gt;Sem se lembrar de viver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Poesias Inéditas&lt;br /&gt;Fernando Pessoa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/321236140/pessoa.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/01/pessoa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-6362548460143334664</guid><pubDate>Wed, 25 Jun 2008 23:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-26T09:38:54.864+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Casos</category><title>Starbucks: um pouco de história</title><description>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RaEmtaR3erI/AAAAAAAAADc/0b5igoQZ0u0/s1600-h/starbucks.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5017334021457672882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="136" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RaEmtaR3erI/AAAAAAAAADc/0b5igoQZ0u0/s320/starbucks.bmp" width="120" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história da Starbucks Corporation é uma das mais notáveis do mundo dos negócios das últimas décadas. Dedicando-se à distribuição de um dos mais antigos produtos do mundo, a Starbucks optou por escolher uma estratégia de diferenciação, dando à marca uma visibilidade a longo prazo e, assim, tornando-a numa marca duradoura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como é que a Starbucks se transformou na empresa de sucesso que é hoje? Tudo começou há 35 anos atrás quando 3 amigos, que partilhavam a mesma paixão pelo café, decidiram abrir uma loja chamada “Starbucks Coffee, Tea and Spice”, na cidade de Seattle, nos Estados Unidos. O nome Starbucks foi escolhido em honra ao marinheiro Starbuck, uma personagem do livro “Moby Dick” de Herman Melville, que era apaixonado pelo café. O logótipo da companhia, representado por uma sereia com duas caudas, circundadas pelo nome da empresa, reflecte o romantismo do mar e a tradição dos antigos transportadores de cafés. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há 30 anos o consumo de café nos Estados Unidos estava em queda. Tipicamente, a cultura Americana não é uma cultura consumidora de café, pelos menos, comparada à Europeia, que consome duas ou três vezes mais café. Contudo, os três amigos decidiram abrir a primeira loja de Starbucks em 1971, criando com isto, uma mudança dos hábitos Americanos de consumo de café.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1985, as lojas de Seattle, as unidades de torrefacção e a própria marca Starbucks, foi posta à venda pelos três amigos. Howard Schultz, antigo director de Marketing e de operações de retalho da companhia, que tinha abandonado a Starbucks devido a conflitos de ideias com os donos, decidiu adquirir a companhia, tornando-se no presidente e maior accionista da Starbucks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Schultz beber um café deve ser toda uma experiência, envolta num ambiente descontraído e confortável. A sua cultura empresarial está baseada em promoções, compensações e mecanismos de feedback, que levam à motivação e satisfação não só dos empregados, como também dos seus clientes. Para Schultz, investir em publicidade é um desperdício, prefere sim, canalizar esses recursos em prol dos seus funcionários, nomeadamente, em formação, que depois se reflecte no seu trabalho e na satisfação do consumidor final. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com esta abordagem, Schultz transformou um pequeno negócio de Seattle, numa das empresas mais bem sucedidas dos Estados Unidos, tendo hoje, mais de 10 mil lojas espalhadas pelos quatro cantos do mundo e abrindo as suas portas a mais de 35 milhões de pessoas por semana. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/320363768/starbucks-um-pouco-de-histria.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/01/starbucks-um-pouco-de-histria.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-632537923970901338</guid><pubDate>Tue, 24 Jun 2008 23:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-25T10:10:32.792+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Casos</category><title>LA - Das malhas ao "life style"</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RaQCTKR3etI/AAAAAAAAAD0/aNzZE_dPyCY/s1600-h/coracao+lanidor.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5018138412997638866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RaQCTKR3etI/AAAAAAAAAD0/aNzZE_dPyCY/s320/coracao+lanidor.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Das malhas ao "life style". &lt;/strong&gt;A Lanidor iniciou a sua actividade em 1966 enquanto marca de malhas, tendo sofrido uma grande evolução, cujo trabalho desenvolvido permite hoje associá-la a um conceito de "life style", que se estende muito além da roupa. Algo que não seria possível sem ter por base uma marca consolidada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integrada dentro de um importante grupo industrial vocacionado para a fiação têxtil, desde logo a Lesilan, firma institucional detentora da marca Lanidor, tornou-se numa importante cadeia de lojas nacional na comercialização de fios. As alterações de mercado, nomeadamente o decréscimo na venda de fios para tricot, levaram a que a Lanidor se assumisse como marca através das malhas. No final de 1987, assiste-se a uma expansão da rede de lojas e à sua uniformização. O fio para tricot e a actividade grossista desapareceram dando lugar ao pronto-a-vestir, dominado pelas malhas. A política então seguida inseria-se na verticalização produtiva do grupo industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos catastróficos provocados pela crise bolsista de finais da década de 80 e a valorização do escudo, aliados à invasão de produtos asiáticos a baixos preços, criaram grandes dificuldades à indústria têxtil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando, em 1995, se deu a invasão do mercado nacional por marcas estrangeiras, a Lanidor mudou a estrutura e a estratégia da empresa e apostou no acompanhamento da produção passo a passo e na implementação de uma política agressiva e inovadora ao nível do marketing estratégico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1998, tendo por base um estudo de mercado que revelava que a Lanidor tinha um bom produto mas uma comunicação deficitária, é tomada a decisão de remodelar a imagem institucional. A cor verde dá lugar ao azul e beije e à sigla LA. Esta mudança ao nível do logótipo permitiria a facilitação da verbalização do nome da marca e atenuar a ligação directa às lãs que o nome Lanidor sugere, sendo introduzida na designação da marca e logotipo. A par disso, é consolidada a estratégia de comunicação e a aposta na imagem das lojas, que se tornam o rosto da marca e seu principal cartão de visita. A renovação, de forma a acompanhar as tendências, torna-se constante. A Lanidor é, neste momento, a maior cadeia de lojas de pronto-a-vestir feminino em Portugal com 93 lojas, 13 lojas em Espanha, e 1 loja no Brasil, Líbano, Emiratos Árabes Unidos e Suiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em 2001 a Lanidor cria 3 novos conceitos: LA Kids, LA Caffé e LA Factory.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, em 2003, funde-se com o grupo Ricon, superando as dificuldades, reestruturando o quadro de recursos humanos, racionalizando a rede de lojas, cedendo algumas lojas a franchisados, fazendo um controlo apertado dos custos de funcionamento da empresa, alienando activos não afectos à normal actividade da empresa, negociando o passivo e, o mais importante, aumentando significativamente o volume de vendas da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o grande objectivo de se tomar uma marca global, de referência mundial, aposta na internacionalização para outros países, tendo como mercado prioritário a Espanha, onde detêm 13 unidades (oito próprias e cinco franchisadas), uma das quais situada em plena Calle Serrano, em Madrid. Uma localização estratégica que coloca "a Lanidor a par de grandes marcas internacionais que já têm presença nesta famosa rua" da capital espanhola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mercado europeu, a Lanidor está também a programar a abertura de lojas na Holanda, Irlanda do Norte e Irlanda do Sul. Em território nacional, a Lanidor vai abrir brevemente mais três lojas e está a programar a inauguração de um hotel no Chiado, em 2008, o LA Hotel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma aposta feita à semelhança do que se verifica com grandes marcas de prestígio como a Versace. Considera-se que a Lanidor pretende, no futuro, ser mais do que uma marca de roupa, ser uma proposta de ‘life style'". E é também com esse objectivo que a Lanidor se prepara para lançar em breve uma linha para casa, a LA Home.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A par desta concentração de esforços em novos segmentos de mercado, cuja estratégia resultou na criação do LA Kids &amp;amp; Júnior (roupa para crianças dos dois aos 12), do LA Caffé (conceito de restauração) e da LA Factory (espaço que vende colecções de anos anteriores) - a Lanidor tem vindo a apostar na actualização da rede de lojas. Um "up-grade" que passa por novos espaços, inovadores projectos de arquitectura e inúmeras remodelações, com significativa ampliação da área de loja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novos conceitos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LA Boutique:&lt;/strong&gt; A Lanidor irá lançar uma loja estilo estúdio, cuja decoração mudará de seis em seis meses, seguindo as tendências da colecção. O espaço será trabalhado quase como um cenário de teatro e o conceito como que um laboratório, para dar liberdade à criatividade e experimentação dos arquitectos e estilistas, que poderão apresentar peças mais arrojadas, fora do target de preço e de design da colecção Lanidor;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LAHotel:&lt;/strong&gt; A empresa pretende construir e gerir um hotel em Lisboa, como parte da diversificação dos seus negócios, criando um hotel design, jovem com o conceito Lanidor, diferente e sem balcão para check – in. A marca pretende que a unidade hoteleira funcione à semelhança de um clube;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Revista LA Mague:&lt;/strong&gt; Lançada no final de Abril de 2006, visa dar a conhecer o "Lanidor lifestyle", ou seja, dar correspondências aos lientes naquilo que a Lanidor se revê noutras áreas - beleza, hotéis, restaurantes. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/319560964/la-das-malhas-ao-life-style.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/01/la-das-malhas-ao-life-style.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-3658880741419386298</guid><pubDate>Mon, 23 Jun 2008 23:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-23T22:19:57.707+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Casos</category><title>O Caso "Real Madrid"</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O caso do Real Madrid retrata a mudança na forma de gestão do futebol. O novo modelo de negócio do clube é muito similar ao modelo já levado a cabo por outras empresas do sector (Manchester United) e assenta em diversas fontes de receita que acabam por ser interdependentes. Torna-se claro que os fãs de um clube são o key-driver do negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As diversas fontes de receita são:&lt;br /&gt;a) Receitas de bilheteira e vendas no dia dos jogos&lt;br /&gt;b) Receitas dos resultados nas competições&lt;br /&gt;c) Patrocínios (Sponsorship)&lt;br /&gt;d) Actividades de Merchandising&lt;br /&gt;e) Direitos de Transmissão Televisiva&lt;br /&gt;f) Receitas de Actividade de Marketing Internacional e novas tecnologias&lt;br /&gt;g) Mais valias nas transacções de passes de jogadores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas receitas são interdependentes. Bons resultados desportivos dão origem a mais público, maiores direitos de transmissão televisivos, mais vendas de merchandising e maior facilidade na obtenção de patrocínios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De igual modo jogadores mais populares ou mediáticos podem sempre originar mais merchandising e convites mais interessantes para viagens internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa estratégia de Marketing obriga a compreender a interdependência entre todos estes mercados e uma boa percepção de quais os mercados onde decisões sob o controlo da gestão do Real Madrid podem originar ganhos globais de receitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas estas fontes de receita têm potencial diferente e através do peso de algumas fontes de receita o modelo de gestão tem vindo a alterar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É patente a diversidade de segmentos a que o clube apela. O objectivo do clube passa pela satisfação dos diversos segmentos por forma a maximizar o seu valor. Apesar de existir uma relação simbiótica entre os dois grandes segmentos de mercado, existe também um risco potencial se as coisas não correrem bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os diferentes segmentos de mercado podem também ser conotados com as diversas fontes de receita apresentadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que diz respeito aos jogadores, é importante referir que a estratégia do clube passa pela contratação de um galáctico por ano. Um galáctico não é apenas um bom jogador, é um jogador com uma imagem apelativa que tenha um potencial de retorno elevado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este modelo de negócio apresenta diversos riscos que não deverão ser esquecidos. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/318385984/o-caso-real-madrid_7153.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/02/o-caso-real-madrid_7153.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-6802674535607308901</guid><pubDate>Mon, 23 Jun 2008 02:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-22T19:23:31.525+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Bancário</category><title>o Sector Bancário em "Revisão"</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/Rbns1x1YYqI/AAAAAAAAAGo/hVqfKSCZ-M4/s1600-h/objectivos.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5024307267962954402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="100" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/Rbns1x1YYqI/AAAAAAAAAGo/hVqfKSCZ-M4/s320/objectivos.gif" width="180" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A economia no geral e o sector bancário no particular enfrentam, hoje em dia, um enquadramento competitivo em acelerada mudança, fruto de alterações de carácter estrutural que têm vindo a ocorrer essencialmente originadas pelo impacto da revolução tecnológica em curso. Estas mudanças têm conduzido a profundas alterações na estrutura da actividade do sector bancário, reflectindo-se, nomeadamente, na organização da oferta bem como nas características da procura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Podem ser, assim, identificadas, um conjunto de alterações na estrutura do sector bancário, designadamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Ao nível da oferta&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Redução das barreiras à entrada e consequente entrada de novos players portadores de lógicas de negócio inovadoras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Esbatimento das assimetrias de informação existentes no sector, facilitando o acesso dos consumidores a todas as propostas de valor e aumentando a transparência do processo de decisão. Estas tendências têm conduzido, inevitavelmente, ao acentuar da intensidade concorrencial e consequente redução da rendibilidade intrínseca do sector;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Convergência entre os sectores de telecomunicações, media e financeiro, criando condições para a emergência de novos modelos de negócio e levando ao estabelecimento de alianças estratégicas entre instituições destes sectores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Acentuado potencial de ganhos de eficiência quer na realização das operações – através da aplicação das novas tecnologias aos processos operativos das instituições – quer nas formas de relacionamento entre os clientes e os bancos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Capacidade de personificação automática e inteligente das propostas comerciais, através da utilização de técnicas de Continuous Relationship Management, permitindo alterar significativamente as práticas comerciais (proactividade vs reactividade) e aumentando o potencial activo de cross-selling.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;2. Alteração dos comportamentos dos consumidores&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-Apetência para a adopção das novas tecnologias, determinando alterações significativas nas formas de relacionamento entre os consumidores e os bancos (de “bricks and mortars” para “bricks and clicks” ou mesmo para um relacionamento totalmente “on line”);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Acentuada redução nas assimetrias de informação (cliente/fornecedor), conduzindo a uma menor fidelização às marcas e a um processo de decisão muito centrado em variáveis objectivas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Valorização dos atributos, conveniência e aconselhamento por segmentos cada vez mais significativos do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afigura-se, pois, como fundamental que os bancos actuem com rapidez e determinação no sentido de adaptarem a sua proposta de valor e potenciarem os seus factores distintivos no quadro da nova estrutura competitiva e, simultaneamente, responderem de forma eficaz às novas necessidades sentidas pelos consumidores. E isso só poderá ser possivel com colaboradores bem formados, motivados e empenhados na prestação de um serviço de qualidade aos seus Clientes. Eu diria que o grande desafio dos Bancos é colocarem os seus colaboradores em primeiro lugar, pois assim certamente os Clientes terão um melhor Serviço. Mas o futuro o dirá ...&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/317567118/o-sector-bancrio-em-reviso.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/01/o-sector-bancrio-em-reviso.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-1415653277953729730</guid><pubDate>Fri, 20 Jun 2008 06:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-20T01:36:06.972+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comunicação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Publicidade</category><title>Publicidade para influenciar opiniões</title><description>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RnZCyqTfMNI/AAAAAAAAAUg/q9liGfKaLRY/s1600-h/Advocacy.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077319068023730386" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 165px; CURSOR: hand; HEIGHT: 114px" height="121" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RnZCyqTfMNI/AAAAAAAAAUg/q9liGfKaLRY/s320/Advocacy.gif" width="178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse tipo de publicidade geralmente é chamado de &lt;em&gt;advocacy&lt;/em&gt; ou publicidade argumentativa e é utilizada pelas empresas para enfrentar ameaças externas, seja do governo ou de grupos de interesse especiais. A publicidade argumentativa geralmente lida com assuntos polémicos, é um meio pelo qual as empresas respondem àqueles que desafiam o seu &lt;em&gt;status quo&lt;/em&gt;. Levando os assuntos directamente ao consumidor, as empresas podem competir com os jornalistas na forma como são lembradas pelo público. Neste sentido, a publicidade argumentativa geralmente é veiculada nos principais jornais. Talvez o exemplo mais conhecido desse tipo de publicidade seja a série da Mobil Oil veiculada por mais de 20 anos. O que começou como um diálogo sobre o boicote do petróleo, no início da década de 1970, expandiu-se para uma espécie de arena de debates dessa poderosa organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito difícil para uma grande empresa posicionar-se em questões polémicas sem ofender alguém. Quando as empresas tentam agradar a todos, acabam por diminuir o seu poder nas suas próprias mensagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma empresa decide dedicar-se a uma campanha de publicidade argumentativa, a direcção tem de ter coragem para defender veementemente as suas ideias, e, nesse processo, não deve ter medo de deixar de lado alguns dos seus públicos. As organizações devem, portanto, proceder com extrema cautela e um profundo conhecimento dos riscos inerentes ao mundo da publicidade argumentativa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/315825289/publicidade-para-influenciar-opinies.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/06/publicidade-para-influenciar-opinies.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-1174036648159164934</guid><pubDate>Wed, 18 Jun 2008 05:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-18T09:39:29.773+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comunicação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Publicidade</category><title>Para criar uma reputação mais sólida</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RneTBKTfMOI/AAAAAAAAAUo/xq3CjciO1Pc/s1600-h/mkt+interno.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077688753038766306" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="113" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RneTBKTfMOI/AAAAAAAAAUo/xq3CjciO1Pc/s320/mkt+interno.jpg" width="186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A melhor publicidade corporativa é aquela que cria boa vontade e fortalece a reputação informando os diferentes públicos sobre a organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;em&gt;Amoco Chemical Company&lt;/em&gt;, adquirida pela BP em 1998, criou uma campanha premiada pela BusinessWeek no fim da década de 1990 e é um bom exemplo desse tipo de publicidade. Um dos anúncios impressos da campanha mostrava um avião a aterrar à noite, com o título “Amoco Helps Make Coming Home a Little Safer””, neste era explicado que os postes de iluminação usavam resistentes componentes de resina, baseados em materiais da Amoco Chemical. Além de o anúncio ser visualmente interessante, outra razão pela qual esta campanha figurou na lista das “mais memoráveis” do ano, na BusinessWeek, foi o conceito de que os produtos químicos são utilizados para melhorar as nossas vidas, mas muitas pessoas nem sequer sabem disso. O, também memorável slogan, dizia “The Chemistry Is Right At Amoco”. Saber mais sobre as boas acções da Amoco mudou a percepção que algumas pessoas tinham, abandonaram o conceito de que se tratava de mais uma “grande empresa de petróleo” e produtora de poluentes ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicidade corporativa também é amplamente utilizada pelas empresas para divulgar as suas actividades filantrópicas, que, também podem resultar numa melhor reputação. Estes anúncios podem criar estranhas associações entre opostos sectores da sociedade, como fabricantes de cigarros e arte (Philip Morris), ópera e petróleo (Texaco), ou fabricantes de super petroleiros e baleias azuis (Samsung).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As organizações que usam a publicidade corporativa para aumentar a sua reputação devem estar preparadas para uma resposta negativa dos seus concorrentes, que podem interpretá-la como uma tentativa da empresa, de suavizar algum procedimento empresarial incorrecto ou esconder algum problema de imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É portanto importante, ao usar a publicidade corporativa, tentar aumentar a reputação de uma forma credível. A publicidade corporativa corre o risco de não ser percebida como aceitável se, por exemplo, estiver vinculada a uma visão corporativa que não tenha sido propriamente comunicada aos públicos da organização por outros canais. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/314462359/para-criar-uma-reputao-mais-slida.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/06/para-criar-uma-reputao-mais-slida.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-115740087791688014</guid><pubDate>Tue, 17 Jun 2008 00:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-17T18:52:40.024+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Bancário</category><title>Banca: a importância do Cliente</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5500/2126/1600/criatividade.3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5500/2126/320/criatividade.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, os bancos têm concentrado os seus esforços de marketing nos seus clientes, nomeadamente através da disponibilização de novos produtos/serviços e do acesso a canais de distribuição alternativos [Canto and Bouroche, 1995].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os bancos estão a aprender&lt;/strong&gt; que o cliente, e não apenas o produto, é a parte mais importante da transacção e que na verdade os negócios podem ser quebrados por três componentes distintos – o produto, a entrega e o cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o financeiro Charles Goldfinger [Goldfinger, 1988] os serviços financeiros direccionados para clientes particulares podem ser mais rentáveis do que os corporate services ou as actividades de mercado (bolsa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo sentido, David Lawrence [Lawrence, 1992] afirma que o consumo bancário é a mais estável e a maior fonte de receita, senão a única.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nicolas Guelman [Guelman, 1988] argumenta que “os clientes são a única fonte possível de recursos que os bancos necessitam para o seu negócio e devem ser considerados um fim e não apenas um meio”. &lt;strong&gt;No entanto, os bancos devem mudar a forma de actuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bancos devem deixar de estar orientados segundo uma estratégia de vendas, para começarem a preocupar-se com uma verdadeira estratégia de marketing que englobe as necessidades dos clientes, bem como a satisfação das suas expectativas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, o novo cliente bancário, por razões culturais, passou a ter consciência do seu poder de escolha e deixou de ser tão ingénuo face a falsas expectativas. De modo a atrair o interesse deste novo cliente, que é “bombardeado” regularmente com diversas e aliciantes ofertas, os bancos necessitam de adoptar, segundo Guido Lucini [Lucini, 1991], &lt;strong&gt;um marketing avançado e criativo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A prioridade será então fidelizar os actuais clientes e torná-los rentáveis ao mesmo tempo que se procura angariar outros&lt;/strong&gt; [Rondepierre, 1971].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante muitos anos houve a noção de que a aquisição e satisfação de novos clientes gerava naturalmente lucros. Embora isso possa ter sido verdade nos anos 60 e 70, presentemente, para Canto e Bouroche [Canto and Bouroche, 1995], “a procura de novos clientes significa altos custos, que normalmente não podem ser amortizados apenas pela venda de produtos e serviços a estes novos clientes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contudo, é no cliente que está a chave para se alcançar o sucesso pretendido.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No que diz respeito ao mercado dos jovens, os bancos também têm procurado tê-los como segmento alvo, acreditando que se iniciarem a relação desde cedo com o cliente, a probabilidade de o manter fiel no futuro é maior. Dessa forma, alguns estudos têm sido desenvolvidos no sentido de determinar as necessidades, atitudes, comportamentos e expectativas deste segmento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom exemplo, é o do estudo de Mintel [Mintel, 1988], que analisa o mercado bancário dos jovens no Reino Unido, evidenciando a importância da posse material, a maior preocupação com o consumo do que com a poupança e a importância do dinheiro para o sucesso pessoal destes. Segundo o autor, estas características são em parte influenciadas pelo casamento tardio e pela extensão de um ciclo de vida de solteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro estudo é o de Bingham e Lewis [Bingham and Lewis, 1991], que através de reuniões de grupo e um questionário, procuraram conhecer as atitudes, crenças e comportamentos dos jovens face aos bancos, o que permitiu ter uma percepção dos serviços financeiros que eles gostariam de ter agora e no futuro, de modo a satisfazer as suas necessidades em diferentes momentos. Uma das conclusões dessa pesquisa foi que o mercado jovem não é homogéneo no que diz respeito aos comportamentos e necessidades, uma vez que existem diferenças emergentes da idade e do status social (estudante, universitário, trabalhador).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, Schiele [Schiele, 1974] num outro estudo faz a “analogia do lago e do caudal”, onde os adultos seriam um grande lago, representando um mercado estático onde “os marketers vão pescar para as vendas”, e enquanto os jovens são vistos como um caudal sempre em movimento desde a infância até ao grande lago. Para Schiele “pescar no caudal requer uma aproximação diferente de pescar no lago”.&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/313968151/banca-importncia-do-cliente.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2006/09/banca-importncia-do-cliente.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-5368945340321054822</guid><pubDate>Mon, 16 Jun 2008 01:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-15T01:33:44.019+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Serviços</category><title>O Caso específico dos Serviços</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RbaO-B1YYoI/AAAAAAAAAGQ/AIRAueqNJSo/s1600-h/diener.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5023359630673732226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 145px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px" height="264" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/RbaO-B1YYoI/AAAAAAAAAGQ/AIRAueqNJSo/s320/diener.jpg" width="178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O marketing de produtos e o marketing de serviços, na sua essência, não diferem – há objectivos e técnicas de decisão comuns. Ambos visam compreender o consumidor e alcançar a sua satisfação, tendo sempre presente o interesse da empresa. Porém, já tivemos oportunidade de verificar que os serviços têm características próprias que diferem das dos produtos. Consequentemente, o seu processo de comercialização e produção é igualmente diferente. Deste modo, é natural que a concepção e implementação do marketing de serviços tenha de ser adaptado à lógica dos serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecemos por destacar algumas características dos serviços que têm efeitos directos para o marketing. Por exemplo, as várias interacções que se estabelecem entre empresa/cliente, através dos necessários momentos de contacto na prestação de um serviço tornam o marketing interactivo e interno em ferramentas chave no sucesso das organizações de serviços. O prestador do serviço tem de saber criar confiança no cliente para que a falta de objectividade dos serviços seja reduzida e o cliente diminua a sua incerteza. Por sua vez, os empregados da empresa, também denominados de “clientes internos” têm de estar motivados e devidamente sintonizados com o espírito da empresa para poderem desempenhar da melhor forma o seu papel. A qualidade da prestação do serviço é um factor diferenciador em que os serviços se apoiam. Como é mais difícil manter a originalidade do conceito de um novo serviço (devido à facilidade de imitação das inovações), os clientes tendem a valorizar o preço e a qualidade da prestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a natureza perecível dos serviços não permite que o ajuste da oferta à flutuação da procura se concretize através do controle da produção, ou seja, a empresa tem de se adequar a estas flutuações e arranjar mecanismos de equilíbrio da procura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comunicação nos Serviços pode assumir alguma complexidade e tem uma importância crítica, uma vez que tenta tangibilizar algo que é impossível de ser sentido, visto ou tocado antes de ser experimentado. Esta imaterialidade também torna mais difícil testar novos conceitos de serviços do que de produtos, o que dificulta a realização dos estudos de mercado. Por outro lado, o comportamento dos consumidores tem um grau acrescido de complexidade em ser analisado, já que cada experiência de serviço é única, tendo em conta a necessária participação dos diferentes clientes, bem como prestadores do serviço. Neste contexto, a segmentação torna-se mais difícil, sendo aconselhável a ser feita com base nos comportamentos comuns dos clientes. A avaliação da qualidade do serviço é revestida de elementos subjectivos, razão pela qual o marketing tem um papel fundamental na procura do rigor, homogeneidade e qualidade da prestação do serviço. &lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/312087596/o-caso-especfico-dos-servios.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2007/01/o-caso-especfico-dos-servios.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-727281414851789113</guid><pubDate>Fri, 13 Jun 2008 23:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-14T02:12:27.794+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vozes</category><title>Pessoa</title><description>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/248/2570/1600/espelho.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="125" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/248/2570/320/espelho.gif" width="79" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Navegar é preciso; viver não é preciso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero para mim o espírito [d]esta frase,&lt;br /&gt;transformada a forma para a casar como eu sou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Viver não é necessário; o que é necessário é criar. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Só quero torná-la grande, &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ainda que &lt;/em&gt;&lt;em&gt;para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Só quero torná-la de toda a humanidade; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ainda que para isso tenha de a perder como minha. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cada vez mais assim penso. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;para a evolução da humanidade. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fernando Pessoa&lt;/strong&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/311523426/para-incio-de-semana-pessoa.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2006/10/para-incio-de-semana-pessoa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-4428355469738277160</guid><pubDate>Fri, 13 Jun 2008 08:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-12T16:35:58.650+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vozes</category><title>Começo a conhecer-me. Não existo.</title><description>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/248/2570/1600/815247/Sorrir.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 65px; CURSOR: hand; HEIGHT: 60px" height="158" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/248/2570/320/82055/Sorrir.jpg" width="213" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Começo a conhecer-me. Não existo.&lt;br /&gt;Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram,&lt;br /&gt;Ou metade desse intervalo, porque também há vida...&lt;br /&gt;Sou isso, enfim...&lt;br /&gt;Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor.&lt;br /&gt;Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo.&lt;br /&gt;É um universo barato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Álvaro de Campos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/310477447/comeo-conhecer-me-no-existo.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2006/11/comeo-conhecer-me-no-existo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-21053688.post-8570547558468386227</guid><pubDate>Wed, 11 Jun 2008 06:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-11T09:42:25.765+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Inovador</category><title>Viva Portugal</title><description>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/SE-PlVMM-II/AAAAAAAAAiI/9DAojsb9qgw/s1600-h/Diario+Economico.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210541165397211266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_FoCfz-AlvsQ/SE-PlVMM-II/AAAAAAAAAiI/9DAojsb9qgw/s400/Diario+Economico.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Nunca em qualquer outro tempo foi tão visível uma confusão de valores, a amoralidade, a instabilidade, a insegurança e a corrupção.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao viajar por vários países e aprofundando a minha vivência empresarial e profissional confirma-se em mim a certeza de que actualmente vivemos num mundo, e numa época, fortemente marcados pela tecnologia e pelos seus grandes progressos. Contudo, também nunca em qualquer outro tempo foi tão visível uma confusão de valores, a amoralidade, a instabilidade, a insegurança e a corrupção. É por isso que neste mundo cada vez mais mergulhado num processo de mudança contínua, veloz e asfixiante, em clima de plena confusão e anarquia moral, é fundamental gritar e apelar com toda a força ao primado das pessoas sobre as coisas, sobre os processos e sobre as dinâmicas sociais e económicas. E é neste contexto que a “Nossa Selecção” surge como um escape. Scolari e os jogadores de futebol portugueses são uns heróis. São uma esperança para este povo que sente que algo vai mal e que é imperioso mudar de rumo. Assim, a Selecção funciona como uma “droga” que faz adormecer os problemas e pensar que está tudo bem. Como com todas as drogas o seu efeito irá passar e depois? A ressaca. A realidade. Para além da Selecção – que esperamos que seja bem sucedida –, precisamos de encontrar objectivos para Portugal. O que é que queremos ser? O leitor já pensou que não sabemos como é que será o Portugal dos nossos filhos e dos nossos netos? Se numa empresa não houvessem objectivos como seria? Isto está a acontecer há longos anos no nosso país. Muitas vezes, não podemos mudar os acontecimentos, mas podemos optar por reagir a eles. E é isso que todos nós podemos fazer. Não ficarmos esmagados pelos problemas, pela crise de valores instalada, mas utilizar as dificuldades para se ser protagonista. E isso para mim significa dizer que queremos mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambicionamos melhor. Queremos viver e não deixar-nos viver. Amamos e sofremos, mas vivemos com algum sentido profundo da vida. E você, que está a ler o que me vai na alma, e que sente o mesmo, de que está espera para agir? Seja autêntico, torne-se verdadeiramente humano, orgulhe-se de ter nascido, de se relacionar positivamente com os outros, por procurar fazer história pessoal no mundo. Assim estará a ajudar Portugal. A demonstrar que tem um grande sentido de dignidade pessoal. Já viu como se todos os portugueses fizerem isso, o mundo vê aquilo que somos e não aquilo que querem vender que somos? Por isso seja sincero consigo mesmo e com os outros, mova-se no mundo, tendo por base uma “visão interior”. Supere os seus medos, os seus complexos e lute na sua vida, pessoal e profissional, por mudar Portugal para melhor. Sim caro leitor, falo de vontade de viver, vontade de trabalhar, porque a vitalidade surge naturalmente quando se permanece integro, coerente, humilde e digno. Digno do que há-de vir. Que será certamente bom, se nos abrirmos ao mundo, conscientes que a sabedoria acumulada nos dá direcção e faz-nos ir para além das aparências, das ilusões, para chegar à essência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é neste quadro que me parece urgente lutarmos por ter respostas às seguintes questões:&lt;br /&gt;1) Qual é o mercado de referência e qual a missão estratégica de Portugal?&lt;br /&gt;2) Qual o posicionamento das suas indústrias?&lt;br /&gt;3) Quais as oportunidades e ameaças do seu ambiente?&lt;br /&gt;4) Quais os trunfos, suas forças e fraquezas e vantagem competitiva?&lt;br /&gt;5) Qual a estratégia de cobertura e desenvolvimento a adoptar?&lt;br /&gt;6) Como traduzir os objectivos estratégicos em medidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessária a construção de um Plano para Portugal, a definição de metas, que reflita o contributo de todos, em especial dos mais válidos, e que permita exprimir as opções definidas de forma a assegurar o desenvolvimento a médio e longo prazo de Portugal. Não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar-nos a nós mesmos! Estamos à espera de quê? Precisamos de um Portugal autêntico, com vontade de recomeçar, de querer sempre fazer melhor, que não se contente em sobreviver, mas queira viver com sonhos, para os realizar, para os tornar concretos. Viva Portugal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.marketingfaculty.com/"&gt;http://www.marketingfaculty.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feeds.feedburner.com/~r/Marketingfacultycom/~3/309476821/viva-portugal.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Valverde Cota)</author><feedburner:origLink>http://marketingfaculty.blogspot.com/2008/06/viva-portugal.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>
