<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3298962160968020173</atom:id><lastBuildDate>Fri, 31 Jul 2026 08:34:51 +0000</lastBuildDate><category>palavras</category><category>sentimento</category><category>UFG</category><category>addicted</category><category>amor</category><category>batismo</category><category>conhecimento</category><category>dor</category><category>drug</category><category>english</category><category>entender</category><category>felicidade</category><category>letras</category><category>linguagem</category><category>love</category><category>melancolia</category><category>realidade</category><category>saber</category><category>sentido</category><category>ser</category><title>Me Deixa Ser</title><description>"(...) eu te deixo ser, deixa-me ser então."&lt;br&gt;Clarice Lispector</description><link>http://medeixaser.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Talles Henrique)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:summary>"(...) eu te deixo ser, deixa-me ser então." Clarice Lispector</itunes:summary><itunes:subtitle>"(...) eu te deixo ser, deixa-me ser então." Clarice Lispector</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3298962160968020173.post-1344380361647358795</guid><pubDate>Wed, 15 Sep 2010 18:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-15T15:38:16.666-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">melancolia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">palavras</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sentimento</category><title>Aime-Moi!</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Melancolia.&lt;br /&gt;Frieza.&lt;br /&gt;Silêncio.&lt;br /&gt;Amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, o amor... ainda existe algo a ser dito sobre o amor? Afinal, ainda existe algo (novo) a ser dito sobre alguma coisa no mundo? A vida me parece uma eterna parafráse. Os nossos enunciados são sempre uma resposta aos enunciados anteriores, que também são respostas a enunciados anteriores e por aí vaí, nesse infinito ciclo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;in reverse&lt;/span&gt;. As palavras não pertecem a ninguém, mas nada me impede de usa-lás e empregna-lás com meu modo de ver e sentir o mundo. Sentir. Sentidos. Sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é de sentimentos que aqui se trata. Mesmo correndo o risco de ser tachado como meloso, dramático. Sentimentos tão universais que o contexto pouco importa. Onde a vida mais parece um campo de batalha, onde tudo que importa é a forma que se sente, o porque e por quem... e claro, como faz com que o outro sinta também. A maior escola que alguém pode cursar é um relacionamento, a união entre duas pessoas que se amam, se odeiam, se divertem, se amparam, o convivio diário, cheio de diferenças e divergências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nos atrai em outra pessoa?&lt;br /&gt;Um dos motivos é certamente a forma como essa pessoa nos ama, nos sente e nos faz sentir. E demonstra, retribui, reflete. Não é a falta de amor que corrói as relações, muito menos o tédio, mas sim a inquietação e a (pseudo) (in) satisfação. Esse bichinho que nos leva a procurar novas sensações, emoções e experiencias, fazendo-os menosprezar muitas vezes o que nos rodeia. E é aí que mora o perigo, pois é grande a possibilidade que se bote tua a perder, a troco de nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Aime-moi moins, mais aime-moi longtemps"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;Talvez&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;seja esse o segredo para relações duradouras. Ninguém ama sempre a cem por cento. O amor é feito de umas vezes mais, e outras vezes menos e não há de se sentir culpado pelas vezes em que se ama menos, até mesmo porque não deixa de ser amor, não deixa de ser verdadeiro e sincero. É a mesma vontade de querer bem, estar perto, dividir... qualqer fgorma de amor é válida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E realmente,&lt;br /&gt;melhor amar menos mas amar por mais tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed.&lt;/div&gt;</description><link>http://medeixaser.blogspot.com/2010/09/melancolia.html</link><author>noreply@blogger.com (Talles Henrique)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3298962160968020173.post-7852412201360263343</guid><pubDate>Mon, 16 Aug 2010 13:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-16T11:01:58.307-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">conhecimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">letras</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">linguagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">saber</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">UFG</category><title>A Dor do Saber</title><description>&lt;div align="justify"&gt;“Só sei que nada sei.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim que abro este texto, com esta ilustre frase de Sócrates que expressa aquilo que sinto. O conhecimento para mim é algo fundamental, é a força motriz de toda a minha existência. E quanto mais amadureço no meu mundo pessoal/acadêmico, mais eu percebo a importância do saber pro ser humano.&lt;br /&gt;E gente, saber dói. E muito. Talvez mais que a dor do amor.&lt;br /&gt;Este final de semana participei de um curso muito rico, organizado pelo Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás, cujo intuito era qualificar a nós participantes, como corretores aptos à corrigir e julgar os textos dos alunos participantes do processo seletivo da referida universidade.&lt;br /&gt;Passei dois dias inteiros apurando meus critérios, meus conhecimentos sobre língua, sobre texto, sobre a linguagem como um todo e principalmente, sobre a lisura do processo de seleção da ufg, no que tange a redação.&lt;br /&gt;Junto comigo, professores da rede publica estadual, municipal, mestrandos, mestres e até doutorandos em lingüística. E lá estava o Talles, o único aluno da graduação na sala 6. Meu primeiro pensamento foi: putz, não vou nem pensar em abrir a boca aqui no meio de tanta gente com graduações maiores que a minha. E não foi assim que sucedeu.&lt;br /&gt;Os temas foram surgindo, cada um tecendo os seus comentários e pontos de vista, e quem diria, o Talles, aquele aluno da graduação participando de forma ativa, tecendo comentários e seguro daquilo que dizia sobre a linguagem, sobre concepções de linguagem, linguagem como espelho do pensamento, instrumento de comunicação, processo de interação, sobre o que é texto, o que é discurso, Bakhtin e os gêneros textuais, Koch e Travaglia falando sobre texto, coerência, coesão, adequação de língua, Geraldi e sim, entramos na Análise do Discurso Francesa e ainda falamos de Focault e Peuchex.&lt;br /&gt;Sabe quando você para pra pensar que você sabe sim muita coisa, mas ao mesmo tempo você não sabe nada? É assim que me sinto, é assim que os estudos sobre a linguagem me fazem sentir. É como se fosse uma droga causadora de dependência. Eu preciso buscar mais, eu preciso de mais leituras, mais estudos, outros pontos de vista, e acima de tudo, eu preciso trocar experiências, trocar o meu próprio discurso com o outro, pelo outro. E daí eu volto pra terceira concepção de linguagem, vista como um processo de interação. Que processo viu!&lt;br /&gt;Pode ser muita pretensão da minha parte acreditar que com 27 anos já estarei com meu título de Doutor em Línguistica, mas tudo que faço é em prol dessa minha jornada. E olha, mais uma vez volto a dizer o quanto dói. Dor física, mental. É um sofrimento dormir e acordar pensando na magnitude da linguagem; é querer abraçar o mundo dos conhecimentos lingüísticos mesmo sabendo que é humanamente impossível.&lt;br /&gt;Além do amor por esse objeto de estudo, estou partindo de um pressuposto (ou posto) maior que a busca pelo conhecimento também se caracteriza como um processo de libertação. Pra mim essa libertação é mais que política, filosófica, é uma libertação pessoal, de rotinas, de padrões.&lt;br /&gt;Enfim, eu poderia ficar horas falando sobre as minhas idéias sobre o conhecimento. Dizer mais sobre meus planos, sobre meus anseios e medos nesse plano tão subjetivo... será subjetivo mesmo? Daí eu posso citar Piaget que diz que o subjetivo é tal real quanto o objeto. Correndo o risco de pecar ao longo dessa minha jornada, correndo o risco de ficar louco (e eu falo sério), eu vou seguindo nesse mesmo caminho.&lt;br /&gt;E sim, sou um aluno de graduação, um professor, um pesquisaDOR e acima de tudo, sou um ser humano que sempre almeja por mais, tanto pra mim quanto para o outro. E mais ainda, sou APAIXONADO pelos estudos da linguagem, esse sistema tão simples e tão complexo e dotado de tamanho poder. E só pra me gabar mais um pouco, lembrem-se que não existiria sociedade sem um sistema lingüístico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed.&lt;/div&gt;</description><link>http://medeixaser.blogspot.com/2010/08/dor-do-saber.html</link><author>noreply@blogger.com (Talles Henrique)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3298962160968020173.post-5411143185503859187</guid><pubDate>Fri, 13 Aug 2010 14:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-13T11:50:14.974-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">addicted</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">drug</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">english</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">love</category><title>addicted.</title><description>&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;it's like you're a drug&lt;br /&gt;it's like you're a demon I can't face down&lt;br /&gt;it's like I'm stuck&lt;br /&gt;it's like I'm running from you all the time&lt;br /&gt;and I know I let you have all the power&lt;br /&gt;it's like the only company I seek Is misery all around&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It's like you're a leach sucking the life from me&lt;br /&gt;It's like I can't breathe without you inside of me&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;it's like I can't breathe&lt;br /&gt;it's like I can't see anything&lt;br /&gt;i'm addicted to you&lt;br /&gt;it's like I can't think without you interrupting me&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;it's like I'm lost&lt;br /&gt;it's like I'm giving up slowly&lt;br /&gt;it's like you're a ghost that's haunting me&lt;br /&gt;leave me alone.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed.&lt;/div&gt;</description><link>http://medeixaser.blogspot.com/2010/08/addicted.html</link><author>noreply@blogger.com (Talles Henrique)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3298962160968020173.post-5930982296728740976</guid><pubDate>Thu, 05 Aug 2010 12:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-05T09:18:33.986-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">felicidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">realidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sentimento</category><title>A tal da Felicidade...</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Desde que me entendo por gente, tenho umas crises de identidade. As vezes não sei quem sou, pra onde vou e nem por que estou indo. É como se eu experimentasse algumas horas de catarse, de purificação. Algo nesse sentido e que acabo não chegando a lugar algum.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um dia desses, em um desses meus momentos, resolvi pensar sobre a felicidade. Há quem diga que a felicidade é um sentimento, pois eu discordo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ninguém é feliz ou infeliz o tempo todo. Felicidade pra mim é mais um estado de espirito; algo momentâneo, de curta duração e com prazo de validade. Alguma coisa que voce queria muito acontece, e consequentemente, voce se sente bem. Isso é ‘estar’ feliz e não ‘ser’ feliz.&lt;br /&gt;É algo tão abstrato que muitas vezes nada acontece, mas eu me sinto bem. Eu acordo de manha, tomo banho e no caminho pro trabalho percebo que estou bem, tranquilo, feliz. Percebe quando eu digo que se trata de um estado de espirito?! Pois é.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sabe aquela metafora sobre a felicidade ser igual a uma borboleta? Apesar de não gostar dessa metafora, ela ilustra bem meu ponto de vista. A felicidade é algo simples, que transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;Obs: Meus agradecimentos a jornalista Martha Medeiros, cujas palavras me serviram de inspiração na elaboração deste texto. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed.&lt;/div&gt;</description><link>http://medeixaser.blogspot.com/2010/08/tal-da-felicidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Talles Henrique)</author><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3298962160968020173.post-631346886566568860</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 14:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-23T11:57:23.115-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">batismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">entender</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">palavras</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sentido</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ser</category><title>Batismo</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Dar nome às coisas nunca foi uma tarefa muito dificil pra mim. Já tive oportunidade de batizar alguns animais de estimação, uma afilhada e até ajudei a escolher o nome dos meus irmãos. Mas quando resolvi criar esse blog, tive um bloqueio. Não conseguia pensar em nenhum nome que transmitisse a minha essência. Mas afinal, o que eu quero dizer, o que eu tenho pra dizer? Aquilo que eu digo faz sentido (pra quem)? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É aí que está todo o mal... nas palavras. Como é que podemos nos entender se nas palavras que digo eu ponho o sentido e o valor das coisas como elas são dentro de mim; enquanto quem as escuta percebe inevitavelmente com o sentido e o valor que elas tem pra ele, do mundo que ele traz dentro de si? Acreditamos entender uns aos outros, mas não nos entendemos jamais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Devaneios a parte, eu ainda precisava de um nome. Fui buscar na música, a poesia em forma viva, melodia, sensação. Comecei em Adriana, Marisa, Vanessa, Tiê; mas nenhuma me inspirava de forma completa. Resolvi tentar Chico, que acabou me remetendo à Tom, e me deparei com ‘Luiza’. Pronto, achei um belo nome: Pra Te Esquecer Luiza.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Não. Também não. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Resolvi me entregar as palavras de Clarice. O mistério, o estranho, a cosmovisão de Clarice. Aquela que chega a assustar, pois parece saber mais de mim que eu mesmo. Aquela que devorava a si mesma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;“Escuta: eu te deixo ser, &lt;strong&gt;deixa-me ser então&lt;/strong&gt;.” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Nessas palavras, encontrei aquilo que procurava. O conjunto de palavras que resume aquilo que constantemente tento dizer: deixa me ser o que quiser, falar sobre o que quiser, fazer o que quiser, deixa me ser, então. E tente não me entender. Entender é questão de sentido, de sentir... ou toca ou não toca. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E pensar que esse texto era pra falar sobre liberdade&lt;/span&gt;... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Feed.&lt;/div&gt;</description><link>http://medeixaser.blogspot.com/2010/07/batismo_23.html</link><author>noreply@blogger.com (Talles Henrique)</author><thr:total>7</thr:total></item></channel></rss>