<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353</id><updated>2024-11-08T07:19:28.322-08:00</updated><title type='text'>MEL SÃO LUIS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-6789578610810499319</id><published>2013-03-04T04:19:00.000-08:00</published><updated>2013-03-04T04:19:12.865-08:00</updated><title type='text'>FLORES UTILIZAM ELETRICIDADE PARA SE COMUNICAR COM AS ABELHAS</title><content type='html'>Os sinais elétricos emitidos pelas plantas são fracos, mas são captados e decodificados. Testes revelaram qua as abelhas podem distinguir entre diferentes campos, como se fossem cores de pétalas. Os sinais podem também fazer os insetos saberem se uma flor foi recentemente visitada por outra abelha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se sabe como as abelhas detectam o campo elétrico, mas os pesquisadores suspeitam que a força eletroestática pode fazer seus pelos se eriçarem – mais ou menos como acontece com os cabelos de uma pessoa que os aproxima de uma tela de tevê antiga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já se sabia que as flores usam cores vivas, padrões e odores para atrair polinizadores. Mas os sinais elétricos podem significar um nível mais profundo de comunicação, dizem os cientistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O líder do estudo, Daniel Roberts, da Universidade de Bristol, na Inglaterra, afirmou que “este novo canal de comunicação revela como as flores podem informar potencialmente seus polinizadores sobre o status correto de suas reservas preciosas de nectar e pólen”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa foi publicada na semana passada na edição online da Science. As plantas emitem campos elétricos negativos de carga fraca, e as abelhas adquirem uma carga positiva de até 200 volts em seu vôo. Quando uma abelha carregada se aproxima de uma flor, a diferença de potencial elétrico não é suficiente para produzir fagulhas, mas é sentida pelo inseto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores investigaram os sinais colocando eletrodos em caules de petúnias. E descobriram que quando uma abelha pousa em uma flor, o potencial elétrico da planta se altera e permanece alterado por diversos minutos. Isto pode ser um meio de deixar uma abelha saber que está pousando em uma flor que já foi visitada e perdeu seu néctar, especulam os cientistas, segundo o Escapist Magazine.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: National Geographic Brasil</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/6789578610810499319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2013/03/flores-utilizam-eletricidade-para-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/6789578610810499319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/6789578610810499319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2013/03/flores-utilizam-eletricidade-para-se.html' title='FLORES UTILIZAM ELETRICIDADE PARA SE COMUNICAR COM AS ABELHAS'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-6172897968058846877</id><published>2011-11-07T04:46:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T05:23:25.235-08:00</updated><title type='text'>PÓLEN DE TIÚBA</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;color: rgb(204, 0, 0);&quot; face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;&lt;strong&gt;Novidade à vista!&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;&lt;/font&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;A APECADI está comercializando a nova safra do &lt;em&gt;&lt;strong&gt;super pólen de tiúba&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;Para adquirir o produto, basta enviar um e-mail para&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;mailto:apecadi@gmail.com&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;apecadi@gmail.com&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt; ou ligar em um dos seguintes números&lt;em&gt; &lt;strong&gt;(98) 3083-2403 / 8876-0829 / 9115-9945&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;Não perca essa oportunidade de adquirir este magnífico alimento.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;&lt;/font&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot; face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;&lt;strong&gt;SAIBA MAIS SOBRE O PÓLEN&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;﻿O pólen tem uma grande quantidade de proteína (cerca de 35%) na sua composição, pelo que pode ser um bom complemento para quem tem uma alimentação vegetariana ou macrobiótica. Contém ainda uma grande variedade de aminoácidos, entre os quais se destacam: Triptofano,  Metionina, Histidina,  Leutina, Isoleudna, Treonina, Fanilalanina; contém igualmente Acido glutâmico, Arginina, Cistína, Lisína, etc.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;O pólen tem ainda uma apreciável quantidade de diversos hidratos de carbono (cerca de 40%), entre eles a lactose.O pólen contém uma quantidade considerável de rutina, e que confere ao pólen uma das mais preciosas virtudes, o combate à fragilidade capilar. Com efeito, a rutina reforça a parede dos vasos sanguíneos, e é incorporada em suplementos alimentares e produtos  farmacêuticos destinados ao tratamento da fragilidade vascular.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;O Pólen é bastante rico em vitaminas tendo na sua constituição betacaroteno (provitamina A), e a maior parte das vitaminas do complexo  B (B1, B2, B5 ou PP, B6, etc…) e as vitaminas C, D, E e P.Encontram-se ainda no  pólen fermentos, que ajudam à digestão dos açúcares actuando sobre a utilização dos fosfatos pelo organismo;  do mesmo modo, o pólen contém ainda substâncias hormonais, em que algumas são factores de crescimento e outras estimulantes endócrinos.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;U&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;ma das principais qualidades do pólen é a sua  contribuição na estabilização do  equilíbrio nervoso. É recomendado para a astenia, os neurastenia, depressão e esgotamento, fadiga nervosa e intelectual.O pólen actua no sentido da estabilização do equilíbrio e da harmonia.  Assim, pode ser utilizado, ao mesmo tempo, contra o emagrecimento e no tratamento da obesidade; este facto deve-se, sem dúvida, à sua influência sobre o sistema glandular.Esta acção harmonizadora nota-se igualmente na regularização das funções intestinais; o pólen actua de uma forma tão eficaz em relação à prisão de  ventre, como em  casos de diarreia.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;Graças  à sua actividade bacteriostática (especialmente em presença do colibacilo), o pólen é ainda um protector  da flora intestinal, opondo-se  as putrefacção (entre outros, nos casos de colite).O pólen é também  um elemento protector, que se opõe ao desenvolvimento de certas variedades microbianas. Estimula as funções gástricas (com efeitos favoráveis sobre o apetite, a digestão e as evacuações).  Contribui para a regeneração do  sangue, especialmente  no aumento da taxa de hemoglobina; assim,  pode utilizar-se  o pólen com bons resultados em casos de anemia, enfraquecimento e excesso de fadiga.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;1&quot; face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;&lt;em&gt;fonte: &lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://neturalmente.com/produtos-naturais/polen-o-que-e-e-para-que-serve-o-polen-de-abelha/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;1&quot; face=&quot;trebuchet ms&quot;&gt;&lt;em&gt;http://neturalmente.com/produtos-naturais/polen-o-que-e-e-para-que-serve-o-polen-de-abelha/&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/6172897968058846877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/6172897968058846877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/6172897968058846877'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-170964291584173179</id><published>2011-10-15T06:47:00.000-07:00</published><updated>2011-10-15T07:11:01.156-07:00</updated><title type='text'>II Feira Tecnológica de Arranjos Produtivos Locais do Maranhão – FTAPL</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;img style=&quot;TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 227px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5663720711372150882&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhr-lhxgGjieOJ0nd3O7aViNMPSWZHZhrTBJvJ-EXz6rZqZHotGn1muOq3AKtj6grUX-0ZFioKcaZUCQwtxt6tqYkOBA5xCHOkhI364dW8CXZrl6lkNvlYym-8k1UsE5TqhuXkPsSqj9qdf/s320/folder_Page_1.jpg&quot; /&gt;&lt;img style=&quot;TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5663720713884861058&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi23-WwjZFDCyhO6jlK7BKOWvkcPgnD9vTP8WRK4jlcD2SubcnnYigxldeUeje6XIJLEH4TWvw3NZTipaF4M13hr2zZvkx3wVgG22o5bJNR0fTc3z0JT1Xjyo3uijkfZdUyRbmCOdhoUy7W/s320/folder_Page_2.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;De 13 a 16 de outubro de 2011, durante a Feira do Empreendedor no Multicenter SEBRAE, em São Luís-MA, está sendo realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de São Luis - STTR, a II Feira Tecnológica de Arranjos Produtivos Locais do Maranhão – FTAPL.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;Esta II Feira Tecnológica de Arranjos Produtivos Locais do Maranhão visa dar continuidade, e aprofundar os debates e as trocas de experiências, ocorridos no ano passado, durante sua primeira edição. Neste ano será mantido um espaço que funciona como uma vitrine tecnológica, onde os consumidores possam ter acesso direto aos produtos e aos produtores. Como palestrantes destacamos a presença da Coordenadora Geral dos Arranjos Produtivos Locais do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC, Margarete Gandini.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;A idéia é fortalecer os Aglomerados Produtivos existentes, contribuindo para a formação de uma rede de apoiadores governamentais e não governamentais e estabelecendo a manutenção de um fórum permanente, onde possam ser avaliadas, criteriosamente, as estratégias adotadas para consolidar os APLs no Maranhão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;A II edição da Feira quer também estimular e colaborar com o ambiente de aprendizagem entre entidades representativas de classes, setor público, universidades, pesquisadores, especialistas, instituições de apoio e empresários de setores ligados aos Arranjos Produtivos Locais do Estado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Além de influenciar Políticas Públicas nesta área.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Para a realização da II FTAPL o Sindicato conta com o apoio do Banco da Amazônia, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Indústria e Comércio (SEDINC), do SEBRAE-MA e da Associação dos Pequenos Criadores de Abelhas da Ilha de São Luís (APECADI).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/170964291584173179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/10/ii-feira-tecnologica-de-arranjos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/170964291584173179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/170964291584173179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/10/ii-feira-tecnologica-de-arranjos.html' title='II Feira Tecnológica de Arranjos Produtivos Locais do Maranhão – FTAPL'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhr-lhxgGjieOJ0nd3O7aViNMPSWZHZhrTBJvJ-EXz6rZqZHotGn1muOq3AKtj6grUX-0ZFioKcaZUCQwtxt6tqYkOBA5xCHOkhI364dW8CXZrl6lkNvlYym-8k1UsE5TqhuXkPsSqj9qdf/s72-c/folder_Page_1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-6853431197498768074</id><published>2011-10-08T20:19:00.000-07:00</published><updated>2011-10-08T20:31:25.170-07:00</updated><title type='text'>VENENO DE ABELHA: A NOVA ARMA CONTRA O CÂNCER</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh92QpzF-anll51nThDGC6XfjJKHYJRzaamDqR09T6zBHquJVCsfGQykIqaQeH68FwtXH3-d2jxIu41FKzBNYp_ZjtTi0lMd9HYBxT2gCWX7u43c664g1PEk6UTNSmJVDswP4S4WKnNPgeN/s1600/FERR%25C3%2583O.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 166px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5661328649004071554&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh92QpzF-anll51nThDGC6XfjJKHYJRzaamDqR09T6zBHquJVCsfGQykIqaQeH68FwtXH3-d2jxIu41FKzBNYp_ZjtTi0lMd9HYBxT2gCWX7u43c664g1PEk6UTNSmJVDswP4S4WKnNPgeN/s320/FERR%25C3%2583O.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Cientistas da Washington University de St. Louis, nos Estados Unidos, desenvolveram um método que usa veneno de abelhas para matar células cancerosas, ao mesmo tempo em que deixa células saudáveis intactas.&lt;br /&gt;Os pesquisadores acoplaram a toxina melitina, presente no veneno de abelhas, a moléculas, ou nanopartículas, que batizaram de &quot;nanoabelhas&quot;.&lt;br /&gt;Depois disso, estas “nanoabelhas” foram introduzidas em ratos que possuíam tumores. De acordo com os pesquisadores, as partículas então atacaram e destruíram apenas as células cancerosas, protegendo outros tecidos do poder destrutivo da melitina.&lt;br /&gt;Após algumas aplicações das &quot;nanoabelhas&quot;, os tumores dos ratos teriam encolhido ou parado de crescer, de acordo com os cientistas.&lt;br /&gt;&quot;As nanoabelhas &#39;voam&#39;, pousam na superfície das células e depositam sua carga de melitina, que rapidamente se funde com as células-alvo. Mostramos que a toxina da abelha é levada para as células, onde faz furos em suas estruturas internas&quot;, afirmou um dos autores do estudo, Samuel Wickline, que lidera o Centro Siteman de Excelência em Nanotecnologia da Washington University de St. Louis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Melitina&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A melitina é uma pequena proteína, ou peptídeo, que é fortemente atraído para as membranas de células, onde pode abrir poros e matá-las.&lt;br /&gt;&quot;A melitina tem interessado pesquisadores pois, em concentrações altas, pode destruir qualquer célula com que entrar em contato, o que faz com que seja um agente antibacteriano e antifúngico e, potencialmente, um agente contra o câncer&quot;, acrescentou Paul Schlesinger, outro autor da pesquisa e professor de biologia celular e fisiologia.&lt;br /&gt;&quot;Células cancerosas podem se adaptar e desenvolver resistência a muitos agentes anticâncer que alteram a função genética ou têm como alvo o DNA das células, mas é difícil para as células encontrar uma forma de driblar o mecanismo que a melitina usa para matar&quot;, disse.&lt;br /&gt;O estudo foi publicado na revista científica online Journal of Clinical Investigation. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Testes&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Os cientistas testaram as “nanoabelhas” em dois tipos de ratos com tumores cancerosos. Uma variedade de rato teve implantadas células de câncer de mama humano e, a outra, células de melanoma.&lt;br /&gt;Depois de quatro ou cinco injeções das nanopartículas que carregavam a melitina, durante vários dias, o crescimento dos tumores de câncer de mama nos ratos desacelerou em 25%, e o tamanho dos tumores de melanoma nos ratos diminuiu em 88%, comparados aos tumores não tratados.&lt;br /&gt;Os pesquisadores sugerem que as “nanoabelhas” se juntaram nestes tumores sólidos devido ao fato de tumores frequentemente apresentarem vasos sanguíneos com vazamentos, e tendem a reter material.&lt;br /&gt;Cientistas chamam isto de permeabilidade aumentada e efeito de retenção dos tumores, e isto explica a razão de alguns medicamentos se concentrarem mais em tecido de tumores do que em tecidos normais.&lt;br /&gt;Os cientistas americanos também desenvolveram um método mais específico para ter certeza de que as “nanoabelhas” ataquem os tumores, e não o tecido saudável, ao carregarem estes dispositivos com componentes adicionais.&lt;br /&gt;Quando eles adicionaram um outro agente que era atraído pelos vasos sanguíneos em crescimento em volta dos tumores, as “nanoabelhas” foram guiadas para células de lesões pré-cancerosas, que estavam aumentando rapidamente seu fornecimento de sangue.&lt;br /&gt;As injeções com “nanoabelhas” reduziram em 80% a extensão da proliferação destas células pré-cancerosas, de câncer de pele, em ratos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Destruição&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Se uma quantidade significativa de melitina fosse injetada diretamente na corrente sanguínea, sem proteção nenhuma, o resultado seria uma grande destruição de glóbulos vermelhos do sangue.&lt;br /&gt;Os pesquisadores da Washington University mostraram que as nanopartículas protegeram os glóbulos vermelhos dos ratos e outros tecidos dos efeitos tóxicos da melitina. As “nanoabelhas” injetadas na corrente sanguínea não prejudicaram os ratos e não causaram danos aos órgãos.&lt;br /&gt;E, estando dentro das “nanoabelhas”, a melitina também não foi destruída pelas enzimas que quebram proteínas, produzidas naturalmente pelo corpo.&lt;br /&gt;O centro das “nanoabelhas” é composto de perfluorocarbono, um composto inerte que é usado em sangue artificial.&lt;br /&gt;&quot;As &#39;nanoabelhas&#39; são uma forma eficaz de embalar a melitina, que é útil, mas potencialmente letal, isolando (a toxina) para que não prejudique células normais ou seja degradada antes de chegar ao alvo&quot;, afirmou Paul Schlesinger.&lt;br /&gt;A flexibilidade destas “nanoabelhas” e outras nanopartículas criadas pelo grupo na Washington University sugere que elas poderiam ser adaptadas para atender a várias necessidades médicas.&lt;br /&gt;&quot;Potencialmente, (nanopartículas) poderiam ser formuladas para um paciente em particular&quot;, afirmou Schlesinger. &quot;Estamos aprendendo mais e mais a respeito da biologia de tumores e este conhecimento pode permitir, em breve, que criemos nanopartículas para tumores específicos, usando o tratamento das nanoabelhas.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/08/090811_abelhavenenocancerfn.shtml&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/08/090811_abelhavenenocancerfn.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/6853431197498768074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/10/veneno-de-abelha-nova-arma-contra-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/6853431197498768074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/6853431197498768074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/10/veneno-de-abelha-nova-arma-contra-o.html' title='VENENO DE ABELHA: A NOVA ARMA CONTRA O CÂNCER'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh92QpzF-anll51nThDGC6XfjJKHYJRzaamDqR09T6zBHquJVCsfGQykIqaQeH68FwtXH3-d2jxIu41FKzBNYp_ZjtTi0lMd9HYBxT2gCWX7u43c664g1PEk6UTNSmJVDswP4S4WKnNPgeN/s72-c/FERR%25C3%2583O.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-2207570544307872305</id><published>2011-05-01T15:18:00.000-07:00</published><updated>2011-05-01T15:34:51.091-07:00</updated><title type='text'>AS ABELHAS SUMIRAM!</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;color:#660000;&quot;&gt;&lt;em&gt;Leiam esta entrevista (na íntegra) com o professor Afonso Inácio Orth, um dos principais especialistas em abelhas do país, publicada no Carta Maior.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As abelhas sumiram!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, as abelhas começaram a desaparecer nos Estados Unidos, depois no Canadá e, então, no Brasil. “Nós, em Santa Catarina, tivemos um problema muito sério na primavera passada. Álias, esse problema tem se agravado muito e sempre nesta mesma épóca do ano”, explica o professor Afonso Inácio Orth, um dos principais especialistas em abelhas do país e que tem acompanhado os estudos que buscam respostas para o desaparecimento dos insetos desde que este problema foi detectado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O primeiro grande risco é a fragilização da produção mundial de alimentos, principalmente pelo fato de nós dependermos quase que exclusivamente das abelhas. Além disso, um risco secundário, mas não menos importante, é o de afetarmos toda a ecologia local, porque essas abelhas também acabam polinizando as plantas nativas e, a partir do momento em que você elimina os polinizadores, essas plantas nativas deixarão de se reproduzir e, com isto, nós poderemos estar alterando profundamente os ecossistemas”, apontou na entrevista que concedeu à &lt;a href=&quot;http://www.unisinos.br/ihu&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;IHU On-Line&lt;/a&gt; por telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth é graduado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Catarina, mestre em Entomologia pela Universidade Federal do Paraná e doutor em Biologia pela University of Miami (EUA). Atualmente, é professor no Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Santa Catarina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – Que fatores estão causando o desaparecimento das abelhas das colmeias? Desde quando esse fenômeno está ocorrendo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – Esse fenômeno do desaparecimento das abelhas e o colapso das colmeias nos países do hemisfério Norte, Estados Unidos e Europa, começou em 2007 e várias causas foram atribuídas a ele, embora não se tenha encontrado nenhuma resposta definitiva. No Brasil houve em vários momentos diferentes supostos desaparecimentos de abelhas, mas não necessariamente na mesma dimensão verificada no hemisfério Norte. Nós, em Santa Catarina, tivemos um problema muito sério na primavera passada. Álias, esse problema tem se agravado muito e sempre nesta mesma época do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – O desaparecimento das abelhas já pode ser considerado um fenômeno mundial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – O Congresso Nacional dos Estados Unidos liberou verbas específicas para pesquisas sobre este tema, já que esse é um problema sério para o país. No entanto, até hoje não se chegou a nenhuma conclusão que explique esse desaparecimento. No início se achava que era algum vírus ou contaminação por agrotóxicos. Mais recentemente existiu uma suspeita muito forte em cima de algumas moléculas de agrotóxicos novos. No entanto, mesmo com todas as pesquisas, até agora não se chegou a nenhum veredicto.Como não existe nenhuma prova definitiva do que está acontecendo, fica muito difícil você dizer que todos os problemas na apicultura foram causa única. Aqui em Santa Catarina, nós temos um cuidado muito grande em não caracterizar como o mesmo problema dos Estados Unidos, mesmo porque nós temos abelhas totalmente distintas daquelas que são criadas lá. As nossas abelhas são africanas e, na teoria, são muito mais resistentes a problemas patológicos em relação às abelhas estadunidenses. A desvantagem é que a espécie que criamos abandona mais facilmente a colmeia e produz menos mel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – Que danos o sumiço das abelhas causa à fruticultura e agricultura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – Em primeiro lugar, existe o dano direto aos apicultores e a perda da produção apícula, que é principalmente caracterizada pela produção de mel, própolis, cera e pólen. Além disso, temos uma perda bastante significativa na agricultura. Neste caso, a abelha é considerada pelo menos dez vezes superior como produtora de alimentos. Por exemplo, não se produz maçã sem a ajuda das abelhas no país. Nós da parte Sul do país temos uma vocação muito forte para a produção de frutas de clima temperado, e praticamente todas elas são altamente dependentes da polinização mediada pelas abelhas. Além disso, a polinização interfere diretamente em outras culturas, como a do girassol e a da soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – Sem abelhas para fertilizar as plantações, a produção de alimentos pode ser alterada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – Algumas espécies de cereais são polinizadas basicamente pelo vento, tais como o milho, o trigo, o arroz. Grande parte das espécies que produzem proteínas, por exemplo, as frutas, é polinizada por abelhas. Portanto, pode-se afetar tanto a alimentação animal quanto a da própria espécie humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – Que riscos o sumiço das abelhas pode gerar para a humanidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – O primeiro grande risco é a fragilização da produção mundial de alimentos, principalmente pelo fato de nós dependermos quase que exclusivamente das abelhas. Além disto, um risco secundário, mas não menos importante, é de afetarmos toda a ecologia local, porque essas abelhas também acabam polinizando as plantas nativas e, a partir do momento que você elimina os polinizadores, essas plantas nativas deixarão de se reproduzir e, com isto, nós poderemos estar alterando profundamente os ecossistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – O ambientalista James Lovelock, em Hipótese de Gaia, diz que as abelhas podem estar pressentindo as mudanças climáticas ou um nível de poluição que os equipamentos humanos não são capazes de detectar. O sumiço desses animais pode ser um aviso de que a saúde do nosso planeta corre perigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – Não só em relação à poluição e às mudanças climáticas os animais são mais sensíveis, mas até adventos bastante traumáticos como, por exemplo, existem estudos que associam a movimentação de insetos e abelhas e de pássaros prevendo ocorrência de abalos sísmicos na crosta terrestre. Embora tenhamos poucos estudos que possam claramente relacionar estes dois temas, acredito que a abelha é um excelente fator biológico para detectar alterações nos ecossistemas causados pela poluição do homem. E é claro que esta influência do homem pode afetar indiretamente as mudanças climáticas como, por exemplo, o aumento da temperatura. Por isso, concordo, sim, com as colocações de Lovelock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – Que função as abelhas desempenham na cadeia produtiva e a responsabilidade delas no meio ambiente? Nesse sentido, qual a importância de preservá-las?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – Uma das fases cruciais na existência de uma planta é o seu estágio reprodutivo, e hoje sabemos que 90% das plantas dependem da polinização realizada por animais, como abelhas e outros insetos. Se não tivermos esses animais, nós romperemos o ciclo de reprodução continuada das plantas. Isso poderá afetar profundamente a sobrevida destas espécies no mundo todo, no ecossistema.Hoje boa parte do produto que exploramos depende das abelhas para produzir adequadamente. Por isso, precisamos preservar o equilíbrio ambiental. Sem as abelhas nós não conseguiremos preservar as espécies de vegetais e animais que vivem nos diferentes ecossistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – A exemplo do Canadá, Estados Unidos e Europa, os apicultores do estado de Santa Catarina apontam para o sumiço de abelhas. Já se sabe quais são as causas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – A Federação das Associações de Agricultores e Apicultores de Santa Catarina começou a receber muitas reclamações de sumiços de abelhas na primavera do ano passado. Depois de ocorrido o fato nós começamos a pensar um pouco sobre a dimensão deste problema. A primeira ação desta federação foi criar uma comissão técnico-científica da qual eu faço parte. Primeiramente, fizemos um levantamento da realidade desta mortandade e chegamos a dados bastante preocupantes. Tivemos agricultores que relataram perda de 80% de sua produção; outros que não relataram quase nenhuma perda. E essa perda estava presente em pequenos, médios e grandes agricultores e apicultores que praticavam a cultura orgânica. Então, não houve apenas problemas na apicultura tradicional.Em relação ao motivo dessas perdas nós não temos ainda dados concretos para discutirmos isso, até porque começamos este levantamento após o fato ter ocorrido, sendo relatado, somente então, para a federação. Houve alguns casos em que foram feitos estudos que revelaram intoxicação por agrotóxicos. É possível que as alterações climáticas tenham relação com o desaparecimento. Tivemos, na primavera do ano passado, problemas de temperatura e precipitação, o que pode ter afetado a alimentação das abelhas. Mas isso é uma hipótese, não podemos afirmar categoricamente. Nos formulários que os apicultores nos enviaram, eles sugeriram problemas de doenças ou parasitas, principalmente ácaros.Não podemos, todavia, tomar nenhuma posição sem dados concretos sobre o fato.Na verdade, de uma forma concreta, sabemos que o problema ocorreu, que foi bastante sério. Inclusive, nós tememos que faltem colmeias para a próxima polinização. Mas ainda não conseguimos detectar claramente o que está acontecendo. Só nesta semana recebemos algumas chamadas: uma do oeste, outra da região serrana e uma terceira chamada do sul do Estado. Aparentemente, o problema – a perda das colmeias – continua este ano, nos deixando preocupado. Mas nós não temos um diagnóstico do que ocorreu ano passado e o que está acontecendo agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – A abelha convive num sistema de extraordinária organização. Pode nos explicar como se dá essa organização e hierarquia nas colmeias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – Uma colmeia de abelhas é constituída basicamente por uma fêmea reprodutiva, a rainha, machos reprodutivos, que são os zangões, e a mesma quantidade de fêmeas não reprodutivas que são as operárias. Na verdade, as operárias executam diferentes tarefas no decorrer da vida adulta delas, iniciam trabalhando mais dentro de casa. Como as próprias crianças nos lares dos seres humanos, as abelhas trabalham com a limpeza, a nutrição das larvas, com a colmeia, depois trabalham na defesa da colmeia e a última atividade que elas executam é a atividade forageira, quando elas voam para os campos a fim de coletar/conduzir pólen, néctar e água.Existe uma cadência lógica bastante grande no exercício das atividades. Por outro lado, caso não tivermos um mínimo de abelhas novas para alimentar as larvas, nós não temos como perpetuar a colmeia por meio de produção de novas abelhas, porque vai faltar alguém que alimente essas larvas. Na verdade, existe todo um sistema complexo, embora a colmeia possa sempre se adaptar. Porém, se não têm abelhas campeiras, normalmente elas começam a se deslocar para o campo mais precocemente. A mesma coisa pode acontecer permanecendo mais tempo dentro do ninho. São situações extremamente anormais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – Poucas são as pessoas que pesquisam sobre este assunto no Brasil. Por que isso acontece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – Talvez a biologia organismal ou a própria ecologia do organismo tem recebido pouca atenção não só no caso específico das abelhas, mas de animais e plantas de uma maneira geral. Essa é uma realidade no Brasil e no mundo afora. Hoje se investe muito recurso em cima de sofisticados estudos tecnológicos, mas algumas questões simples nós deixamos de fazer, e isso acaba não gerando informações importantes das quais precisamos para preservação do meio ambiente e para a produção agrícola.Felizmente, em países onde o problema se agravou rapidamente, que é o caso dos Estados Unidos, começaram a ser liberados recursos para a realização de pesquisas em larga escala, justamente para tentar fazer frente ao problema da falta de abelhas. No último ano, por exemplo, eles importaram mais de um milhão de colmeias de outros países, principalmente da América Latina e da Nova Zelândia, para suprir a deficiente das colmeias. Espero que aqui no Brasil tenhamos a liberação de dinheiro para projetos desta envergadura e estudos de espécies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line – O Brasil tem algum plano de proteção a esses animais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Inácio Orth – Acredito que é preciso analisar a ampla acessibilidade que nós temos para a utilização de agrotóxicos. Hoje, nós somos um dos maiores consumidores de agrotóxico. A utilização excessiva de agrotóxicos não é compatível com um programa de proteção de abelhas. Atualmente, apesar de não sermos a maior economia mundial, nem o maior produtor agrícola, nós somos o maior consumidor de agrotóxicos. Há algo de muito errado nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17731&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17731&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/2207570544307872305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/05/as-abelhas-sumiram.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/2207570544307872305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/2207570544307872305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/05/as-abelhas-sumiram.html' title='AS ABELHAS SUMIRAM!'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-2482221184000474652</id><published>2011-04-21T15:39:00.000-07:00</published><updated>2011-04-21T15:58:53.222-07:00</updated><title type='text'>CURIOSIDADE SOBRE AS RAÇAS DAS ABELHAS DO GÊNERO APIS</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O habitat das abelhas &lt;em&gt;Apis mellifera&lt;/em&gt; é bastante diversificado e inclui savana, florestas tropicais, deserto, regiões litoraneas e montanhosas. Essa grande variedade de clima e vegetação acabou originando diversas subespécies ou raças de abelhas, com diferentes características e adaptadas às diversas condições ambientais. A diferenciação dessas raças não é um processo fácil, sendo realizado somente por pessoas especializadas, que podem usar medidas morfológicas ou análise de DNA.&lt;br /&gt;A seguir, apresentam-se algumas características das raças de abelhas introduzidas no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;link1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;em&gt;Apis mellifera mellifera&lt;/em&gt; (abelha real, alemã, comum ou negra)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Originárias do Norte da Europa e Centro-oeste da Russia, provavelmente estendendo-se até a Península Ibérica.&lt;br /&gt;Abelhas grandes e escuras com poucas listras amarelas.&lt;br /&gt;Possuem língua curta (5,7 a 6,4 mm), o que dificulta o trabalho em flores profundas.&lt;br /&gt;Nervosas e irritadas, tornam-se agressivas com facilidade caso o manejo seja inadequado.&lt;br /&gt;Produtivas e prolíferas, adaptam-se com facilidade a diferentes ambientes.&lt;br /&gt;Propolisam com abundância, principalmente em regiões úmidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;link2&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Apis mellifera ligustica&lt;/em&gt; (abelha italiana)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Originárias da Itália.&lt;br /&gt;Essas abelhas têm coloração amarela intensa; produtivas e muito mansas, são as abelhas mais populares entre apicultores de todo o mundo.&lt;br /&gt;Apesar de serem menores que as A. m. mellifera, têm a língua mais comprida (6,3 a 6,6 mm).&lt;br /&gt;Possuem sentido de orientação fraco, por isso, entram nas colmeias erradas freqüentemente.&lt;br /&gt;Constroem favos rapidamente e são mais propensas ao saque do que abelhas de outras raças européias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;link3&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Apis mellifera caucasica&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Originárias do Vale do Cáucaso, na Rússia.&lt;br /&gt;Possuem coloração cinza-escura, com um aspecto azulado, pêlos curtos e língua comprida (pode chegar a 7 mm).&lt;br /&gt;Considerada a raça mais mansa e bastante produtiva.&lt;br /&gt;Enxameiam com facilidade e usam muita própolis.&lt;br /&gt;Sensíveis à Nosema apis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;link4&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;em&gt;Apis mellifera carnica&lt;/em&gt; (abelha carnica)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Originárias do Sudeste dos Alpes da Áustria, Nordeste da Iugoslávia e Vale do Danúbio.&lt;br /&gt;Assemelham-se muito com a abelha negra, tendo o abdome cinza ou marrom.&lt;br /&gt;Pouco propolisadoras, mansas, tolerantes a doenças e bastante produtivas.&lt;br /&gt;Coletam &quot;honeydew&quot; em abundância.&lt;br /&gt;São facilmente adaptadas a diferentes climas e possuem uma tendência maior a enxamearem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&quot;link5&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Apis mellifera scutellata&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;(abelha africana)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Originárias do Leste da África, são mais produtivas e muito mais agressivas.&lt;br /&gt;São menores e constroem alvéolos de operárias menores que as abelhas européias. Sendo assim, suas operárias possuem um ciclo de desenvolvimento precoce (18,5 a 19 dias) em relação às européias (21 dias), o que lhe confere vantagem na produção e na tolerância ao &lt;a href=&quot;http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Mel/SPMel/doencas.htm&quot;&gt;ácaro do gênero Varroa&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Possuem visão mais aguçada, resposta mais rápida e eficaz ao feromônio de alarme. Os ataques são, geralmente, em massa, persistentes e sucessivos, podendo estimular a agressividade de operárias de colmeias vizinhas.&lt;br /&gt;Ao contrário das européias que armazenam muito alimento, elas convertem o alimento rapidamente em cria, aumentando a população e liberando vários enxames reprodutivos.&lt;br /&gt;Migram facilmente se a competição for alta ou se as condições ambientais não forem favoráveis.&lt;br /&gt;Essas características têm uma variabilidade genética muito grande e são influenciadas por fatores ambientais internos e externos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;link6&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;Abelha africanizada&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A abelha, no Brasil, é um híbrido das abelhas européias (Apis mellifera mellifera, Apis mellifera ligustica, Apis mellifera caucasica e Apis mellifera carnica) com a abelha africana Apis mellifera scutellata.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A variabilidade genética dessas abelhas é muito grande, havendo uma predominância das características das abelhas européias no Sul do País, enquanto ao Norte predominam as características das abelhas africanas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A abelha africanizada possui um comportamento muito semelhante ao da Apis mellifera scutellata, em razão da maior adaptabilidade dessa raça às condições climáticas do País. Muito agressivas, porém, menos que as africanas, a abelha do Brasil tem grande facilidade de enxamear, alta produtividade, tolerância a doenças e adapta-se a climas mais frios, continuando o trabalho em temperaturas baixas, enquanto as européias se recolhem nessas épocas.&lt;a name=&quot;link7&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Mel/SPMel/racas.htm&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Mel/SPMel/racas.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/2482221184000474652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/04/curiosidade-sobre-as-racas-das-abelhas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/2482221184000474652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/2482221184000474652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/04/curiosidade-sobre-as-racas-das-abelhas.html' title='CURIOSIDADE SOBRE AS RAÇAS DAS ABELHAS DO GÊNERO APIS'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-9211873227719945606</id><published>2011-03-12T14:51:00.000-08:00</published><updated>2011-03-13T10:09:40.906-07:00</updated><title type='text'>Novidade à vista: MEL de TIÚBA.</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOxZZwO9zPVxWFu-Z7l8EkLpLKc7TgM_xvgfZUlIgPaefiS9gzS3ctqIrYSRn8b1mkHYkJat2VNEZRAqQ6Vt_Ev4XjIui9WFnsGm1OA-PkSzP6s8FWdxFXOaoyOdClJmdDTw7LZC-kY5uj/s1600/novo+r%25C3%25B3tulo+ti%25C3%25BAba.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 118px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5583603898602394594&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOxZZwO9zPVxWFu-Z7l8EkLpLKc7TgM_xvgfZUlIgPaefiS9gzS3ctqIrYSRn8b1mkHYkJat2VNEZRAqQ6Vt_Ev4XjIui9WFnsGm1OA-PkSzP6s8FWdxFXOaoyOdClJmdDTw7LZC-kY5uj/s320/novo+r%25C3%25B3tulo+ti%25C3%25BAba.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A Apecadi já está comercializando o exótico mel da Abelha Tiúba (Melipona compressipes fasciculata) ou, simplesmente, Mel de Tiúba. Esta abelha também é conhecida como a &quot;abelha do Maranhão&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O mel da abelha Tiúba é popularmente conhecido por suas propriedades terapêuticas. A partir de agora, a criteriosa produção obtida pelos associados será disponibilizada aos exigentes consumidores deste produto de inigualável aroma e sabor.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Sua produção e beneficiamento, seguem os rigorosos padrões de qualidade e de boas práticas de manejo de alimentos, mantendo portanto, os critériosa da marca Mel São Luis. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Em breve postaremos mais notícias sobre o mel de Tiúba.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/9211873227719945606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/03/novidade-vista-mel-de-tiuba.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/9211873227719945606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/9211873227719945606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/03/novidade-vista-mel-de-tiuba.html' title='Novidade à vista: MEL de TIÚBA.'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiOxZZwO9zPVxWFu-Z7l8EkLpLKc7TgM_xvgfZUlIgPaefiS9gzS3ctqIrYSRn8b1mkHYkJat2VNEZRAqQ6Vt_Ev4XjIui9WFnsGm1OA-PkSzP6s8FWdxFXOaoyOdClJmdDTw7LZC-kY5uj/s72-c/novo+r%25C3%25B3tulo+ti%25C3%25BAba.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-9176387762830818095</id><published>2011-01-16T10:20:00.000-08:00</published><updated>2011-01-16T10:32:58.182-08:00</updated><title type='text'>ATENÇÃO: CAMPANHA PELA PRESERVAÇÃO DA VIDA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;Avaaz.org - The World in Action&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caros amigos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silenciosamente, &lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;bilhões de abelhas estão morrendo&lt;/span&gt;, colocando toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Abelhas não fazem apenas mel, elas são uma força de trabalho gigante e humilde, polinizando 90% das plantas que produzimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários estudos científicos mencionam&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt; um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio das abelhas&lt;/span&gt;. Em quatro países Europeus que baniram estes produtos, a população de abelhas já está se recuperando. Mas empresas químicas poderosas estão fazendo um lobby pesado para continuar vendendo estes venenos. A única maneira de salvar as abelhas é pressionar os EUA e a União Europeia para eles aderirem à proibição destes produto letais - esta ação é fundamental e terá um efeito dominó no resto do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não temos tempo a perder - o debate sobre o que fazer está esquentando. Não se trata apenas de salvar as abelhas, mas de uma questão de sobrevivência. Vamos gerar um zumbido global gigante de apelo à UE e aos EUA para proibir estes produtos letais e salvar as nossas abelhas e os nossos alimentos. Assine a petição de emergência agora, envie-a para todo mundo, nós a entregaremos aos governantes responsáveis:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl&quot;&gt;https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;As abelhas são vitais para a vida na Terra&lt;/span&gt; - a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, poderíamos acabar sem frutos, legumes, nozes, óleos e algodão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas - algumas espécies de abelhas estão extintas e outras chegaram a 4% da população no passado. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que &lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos.&lt;/span&gt; Mas um importante estudo independente recente produziu evidências fortes culpando os &lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;agrotóxicos neonicotinóides&lt;/span&gt;. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a &lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;Bayer continua a exportar o seu veneno&lt;/span&gt; para o mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é &quot;altamente tóxico&quot; e representa um &quot;grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos de fazer ouvir as nossas vozes para combater a influência da Bayer sobre governantes e cientistas, tanto nos EUA quanto na UE, onde eles financiam pesquisas e participam de conselhos de políticas agrícolas. Os reais peritos - apicultores e agricultores - querem que estes agrotóxicos letais sejam proibidos, a não ser que hajam evidências sólidas comprovando que eles são seguros. Vamos apoiá-los agora. Assine a petição abaixo e, em seguida, encaminhe este alerta:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl&quot;&gt;https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. &lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro&lt;/span&gt; tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esperança,&lt;br /&gt;Alex, Alice, Iain, David e todos da Avaaz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais:&lt;br /&gt;Itália proibe agrotóxicos neonicotinóides associados à morte de abelhas: &lt;a href=&quot;http://www.ecodebate.com.br/2008/09/22/italia-proibe-agrotoxicos-neonicotinoides-associados-a-morte-de-abelhas/&quot;&gt;http://www.ecodebate.com.br/2008/09/22/italia-proibe-agrotoxicos-neonicotinoides-associados-a-morte-de-abelhas/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desaparecimento das abelhas melíferas:&lt;a href=&quot;http://www.naturoverda.com.br/site/?p=180&quot;&gt;http://www.naturoverda.com.br/site/?p=180&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alemanha proíbe oito pesticidas neonicotinóides em razão da morte maciça de abelhas:&lt;a href=&quot;http://www.ecodebate.com.br/2008/08/30/alemanha-proibe-oito-pesticidas-neonicotinoides-em-razao-da-morte-macica-de-abelhas/&quot;&gt;http://www.ecodebate.com.br/2008/08/30/alemanha-proibe-oito-pesticidas-neonicotinoides-em-razao-da-morte-macica-de-abelhas/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campos silenciosos:&lt;a href=&quot;http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/campos_silenciosos_imprimir.html&quot;&gt;http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/campos_silenciosos_imprimir.html&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/9176387762830818095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/01/atencao-campanha-pela-preservacao-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/9176387762830818095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/9176387762830818095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/01/atencao-campanha-pela-preservacao-da.html' title='ATENÇÃO: CAMPANHA PELA PRESERVAÇÃO DA VIDA'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-4597391022109726642</id><published>2011-01-07T13:28:00.000-08:00</published><updated>2011-01-07T13:36:24.503-08:00</updated><title type='text'>CURATIVO É CRIADO INSPIRADO NO MEL</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Inspirado pela estrutura química do mel, o cientista britânico Paul Davies, dono da empresa Archimed, desenvolveu um novo tipo de curativo que apressa a cicatrização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para gente como o paciente Leonard Halsted, que ficou meses com uma ferida aberta na perna após uma operação para retirada de um tumor, a diferença pode ser crucial. Em poucas semanas com o novo curativo, a ferida começou a fechar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cientista britânico Paul Davies combinou iodo e oxigênio em duas camadas de gel, inspirado na característica do mel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;A cura foi quase milagrosa, a velocidade com que atuou, como ela diminuiu, inclusive a dor, em questão de dias. Em uma ou duas semanas, estava cicatrizada&quot;, disse Halstead.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando no mel, Paul Davies combinou iodo e oxigênio em duas camadas de gel que interagem vagarosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Davies acredita que o método pode ser útil aos sistemas de saúde públicos. Ele afirma que isso proporciona uma dupla ação, já que o iodo mata bactérias e o oxigênio estimula os glóbulos brancos do sangue que também matam bactérias, reforçando as defesas naturais do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só a Grã-Bretanha gasta 4% do orçamento de saúde, ou seja, o equivalente a mais de R$ 5 bilhões por ano, no tratamento de feridas que não cicatrizam. Alguns pacientes chegam a passar anos tratando a mesma ferida, com casos de até 20 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo curativo custa mais caro do que o convencional, mas Paul Davies acredita que, se for adotado, o sistema de saúde pública pode economizar muito em longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;FONTE:&lt;/strong&gt; http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/01/cientista-cria-curativo-inspirado-no-mel-1.html &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/4597391022109726642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/01/curativo-e-criado-inspirado-no-mel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/4597391022109726642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/4597391022109726642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/01/curativo-e-criado-inspirado-no-mel.html' title='CURATIVO É CRIADO INSPIRADO NO MEL'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-6769469786228435344</id><published>2011-01-07T10:08:00.000-08:00</published><updated>2011-01-07T10:29:45.234-08:00</updated><title type='text'>A COMPLEXA COMPOSIÇÃO DO MEL</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;Apesar de o mel ser basicamente uma solução saturada de açúcares e água, seus outros componentes, aliados às características da fonte floral que o originou, conferem-lhe um alto grau de complexidade.&lt;br /&gt;Segundo Campos (1987), a composição média do mel, em termos esquemáticos, pode ser resumida em três componentes principais: açúcares, água e diversos. Por detrás dessa aparente simplicidade, esconde-se um dos produtos biológicos mais complexos. A tabela 5 apresenta a composição básica do mel. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tabela 5: Composição básica do mel.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjt26W3nJ4qqNuIv0wk8_HRlRPgaad8c2Yu4xwMOpq8EQN1GUeeUZymP3X0yZRRhyilccrRJjoqyHBIxF6cOqE3Al0Y9OoLMWiai-10TeQ6LU0TlTD4koCv6B6DH1GQnz_4zg2XURJI1p8M/s1600/tab1-mel.jpg&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 345px; DISPLAY: block; HEIGHT: 334px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5559508352768023410&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjt26W3nJ4qqNuIv0wk8_HRlRPgaad8c2Yu4xwMOpq8EQN1GUeeUZymP3X0yZRRhyilccrRJjoqyHBIxF6cOqE3Al0Y9OoLMWiai-10TeQ6LU0TlTD4koCv6B6DH1GQnz_4zg2XURJI1p8M/s320/tab1-mel.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Açúcares&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Os principais componentes do mel são os açúcares, sendo que os monossacarídeos frutose e glicose representam 80% da quantidade total (White, 1975). Já os dissacarídeos sacarose e maltose somam 10%.&lt;br /&gt;White &amp;amp; Siciliano (1980) encontraram em alguns tipos de mel, açúcares incomuns como a isomaltose, nigerose, leucarose e turanose.&lt;br /&gt;A alta concentração de diferentes tipos de açúcar é responsável pelas diversas propriedades físicas do mel, tais como: viscosidade, densidade, higroscopicidade, capacidade de granulação (cristalização) e valores calóricos (Campos, 1987).&lt;br /&gt;Além dos açúcares, a água presente no mel tem papel importante na sua qualidade e características.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tabela 6: Comparação de calorias do mel com outros alimentos &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img style=&quot;TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 425px; DISPLAY: block; HEIGHT: 121px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5559508352663475922&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHzw_xXdTniexzOXVVeTTvNffYTR_BfIfvNSsmoapUASZW-DUqc_9MKBWr0SDzDmvU48_fvsC1e7AUjXvXZO-OMbMeMh0HXwgCfLKkY5FI7-6jJBr6FKvRer7FgAx35R4ToCOrpzWr19Gk/s320/tab2-mel.jpg&quot; /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Água&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;O conteúdo de água no mel é uma das características mais importantes, influenciando diretamente na sua viscosidade, peso específico, maturidade, cristalização, sabor, conservação e palatabilidade.&lt;br /&gt;A água presente no mel apresenta forte interação com as moléculas dos açúcares, deixando poucas moléculas de água disponíveis para os microorganismos (Veríssimo, 1987).&lt;br /&gt;O conteúdo de água do mel pode variar de 15% a 21%, sendo normalmente encontrados níveis de 17% (Mendes &amp;amp; Coelho, 1983). Apesar de a legislação brasileira permitir um valor máximo de 20%, valores acima de 18% já podem comprometer sua qualidade final. Entretanto, níveis bem acima desses valores já foram encontrados por diversos pesquisadores em diferentes tipos de mel (Cortopassi-Laurino &amp;amp; Gelli, 1991; Costa et al., 1989; Azeredo &amp;amp; Azeredo 1999; Sodré, 2000; Marchini, 2001).&lt;br /&gt;Em condições especiais de níveis elevados de umidade, o mel pode fermentar pela ação de leveduras osmofilíticas (tolerantes ao açúcar) presentes também em sua composição. Segundo Crane (1987), a maior possibilidade de fermentação do mel está ligada ao maior teor de umidade e leveduras.&lt;br /&gt;O processo de fermentação pode ocorrer mais facilmente naqueles méis chamados &quot;verdes&quot;, ou seja, méis que são colhidos de favos que não tiveram seus alvéolos devidamente operculados pelas abelhas; nessa situação, o mel apresenta teor elevado de água. Entretanto, mesmo o mel operculado pode ter níveis acima de 18% de água, caso o apiário esteja localizado em região com umidade relativa do ar superior a 60%.&lt;br /&gt;Outros fatores associados ao processo de fermentação estão relacionados com a má assepsia durante a extração, manipulação, envase e acondicionamento em local não-apropriado (Faria, 1983).&lt;br /&gt;A própria centrifugação pode contribuir negativamente na qualidade do mel. A centrífuga pulveriza o mel em micro partículas, favorecendo a absorção de água pela formação de uma grande superfície em relação ao volume. Se esse processo ocorrer em local com umidade relativa alta, o mel pode ter seu teor de água aumentado. O ideal seria que o local fosse equipado com desumidificador.&lt;br /&gt;Enzimas&lt;br /&gt;Segundo Crane (1987), a adição de enzimas pelas abelhas ao néctar irá causar mudanças químicas, que irão aumentar a quantidade de açúcar, o que não seria possível sem essa ação enzimática.&lt;br /&gt;A enzima invertase adicionada pelas abelhas transforma 3/4 da sacarose inicial do néctar coletado nos açúcares invertidos glicose e frutose, ao mesmo tempo, que açúcares superiores são sintetizados, não sendo presentes no material vegetal original. Sua ação é contínua até que o &quot;amadurecimento&quot; total do mel ocorra.&lt;br /&gt;Dessa forma, pode-se definir o amadurecimento do mel como a inversão da sacarose do néctar pela enzima invertase e sua simultânea mudança de concentração.&lt;br /&gt;A enzima invertase irá permanecer no mel conservando sua atividade por algum tempo, a menos que seja inativada pelo aquecimento; mesmo assim, o conteúdo da sacarose do mel nunca chega a zero. Essa inversão de sacarose em glicose e frutose produz uma solução mais concentrada de açúcares, aumentando a resistência desse material à deterioração por fermentação e promovendo assim o armazenamento de um alimento altamente energético em um espaço mínimo.&lt;br /&gt;Outras diversas enzimas, como a diastase, catalase, alfa-glicosidase, peroxidase, lipase, amilase, fosfatase ácida e inulase, já foram detectadas no mel por diferentes autores (Schepartz &amp;amp; Subers, 1966; White &amp;amp; Kushinir, 1967; Huidobro et al., 1995).&lt;br /&gt;A diastase quebra o amido, sendo sua função na fisiologia da abelha ainda não claramente compreendida, podendo estar envolvida com a digestão do pólen.&lt;br /&gt;Como a diastase apresenta alto grau de instabilidade em frente às temperaturas elevadas, sua presença ou não se faz importante na tentativa de detectar possíveis aquecimentos do mel comercialmente vendido, apesar de que também em temperaturas ambientes ela pode vir a deteriorar-se quando o armazenamento for prolongado.&lt;br /&gt;A catalase e a fosfatase são enzimas que facilitam a associação açúcar-álcool, sendo um dos fatores que auxiliam na desintoxicação alcoólica pelo mel (Serrano et al., 1994). Entretanto, segundo Weston (2000), a catalase presente no mel se origina do pólen da flor e sua quantidade no mel depende da fonte floral e da quantidade de pólen coletado pelas abelhas.&lt;br /&gt;A glicose-oxidase, que em soluções diluídas é mais ativa (White, 1975), reage com a glicose formando ácido glucônico (principal composto ácido do mel) e peróxido de hidrogênio, esse último capaz de proteger o mel contra a decomposição bacteriana até que seu conteúdo de açúcares esteja alto o suficiente para fazê-lo ( Schepartz et al., 1966; Mendes &amp;amp; Coelho, 1983).&lt;br /&gt;Segundo White et al. (1963), a principal substância antibacteriana do mel é o peróxido de hidrogênio, cuja quantidade presente no mel é dependente tanto dos níveis de glicose-oxidase, quanto de catalase, uma vez que a catalase destrói o peróxido de hidrogênio (Weston et al., 2000).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Proteínas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Em concentrações bem menores, encontram-se as proteínas ocorrendo apenas em traços. A proteína do mel tem duas origens, vegetal e animal.&lt;br /&gt;Sua origem vegetal advém do néctar e do pólen; já sua origem animal é proveniente da própria abelha (White et al., 1978). No segundo caso, trata-se de constituintes das secreções das glândulas salivares, juntamente com produtos recolhidos no decurso da colheita do néctar ou da maturação do mel (Campos, 1987).&lt;br /&gt;Wootton et al. (1976) constataram em seis amostras de mel australianas os seguintes aminoácidos livres: leucina, isoleucina, histidina, metionina, alanina, fenilalanina, glicina, ácido aspártico, treonina, serina, ácido glutâmico, prolina, valina, cisteína, tirosina, lisina e arginina.&lt;br /&gt;Dentre esses aminoácidos, a prolina, proveniente das secreções salivares das abelhas, é o que apresenta os maiores valores, variando entre 0,2% e 2,8%. Juntamente com o conteúdo de água, sua concentração é usada como um parâmetro de identificação da &quot;maturidade&quot; do mel (Costa et al., 1999). Segundo Von Der Ohe, Dustmann &amp;amp; Von Der Ohe (1991), é necessário pelo menos 200 mg de prolina/kg de mel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ácidos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Os ácidos orgânicos do mel representam menos que 0,5% dos sólidos, tendo um pronunciado efeito no flavor, podendo ser responsáveis, em parte, pela excelente estabilidade do mel em frente a microorganismos. Na literatura, pelo menos 18 ácidos orgânicos do mel já foram citados. Sabe-se que o ácido glucônico está presente em maior quantidade, cuja presença relaciona-se com as reações enzimáticas que ocorrem durante o processo de amadurecimento. Já em menor quantidade, podem-se encontrar outros ácidos como: acético, butírico, lático, oxálico, fórmico, málico, succínico, pirúvico, glicólico, cítrico, butiricolático, tartárico, maléico, piroglutâmico, alfa-cetoglutárico, 2- ou 3-fosfoglicérico, alfa- ou beta-glicerofosfato e vínico (Strison et al., 1960; White, 1975; Mendes &amp;amp; Coelho, 1983).&lt;br /&gt;Tan et al. (1988) constataram alguns ácidos aromáticos no mel unifloral de manuka (Leptopermum scoparium) que não estavam presentes no néctar de suas flores.&lt;br /&gt;Os méis de manuka e de viperina (Echium vulgare), apresentam alta atividade antimicrobiana, podendo essa atividade estar relacionada com a presença de alguns tipos de ácido (Wilkins et al., 1993-95).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Minerais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Os minerais estão presentes numa concentração que varia de 0,02% a valores próximos de 1%. White (1975) constatou valores de 0,15% a 0,25% do peso total do mel.&lt;br /&gt;Entre os elementos químicos inorgânicos encontrados no mel, podem-se citar: cálcio, cloro, cobre, ferro, manganês, magnésio, fósforo, boro, potássio, silício, sódio, enxofre, zinco, nitrogênio, iodo, rádio, estanho, ósmio, alumínio, titânio e chumbo (White, 1975; Pamplona, 1989). Na tabela 7 pode ser verificado o conteúdo de minerais no mel de acordo com sua cor e a recomendação de ingestão diária para o homem.&lt;br /&gt;Embora em concentrações ínfimas, vitaminas, tais como: B1, B2, B3, B5, B6, B8, B9, C e D também são encontradas no mel, sendo facilmente assimiláveis pela associação a outras substâncias como o hidrato de carbono, sais minerais, oligoelementos, ácidos orgânicos e outros. A filtração do mel para fim comercial pode reduzir seu conteúdo de vitaminas, exceto a de vitamina K (Haydak et al., 1943). Segundo Kitzes et al. (1943), tal filtração retira do mel o pólen, responsável pela presença de vitaminas no mel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tabela 7: Conteúdo de minerais em méis claro e escuro e os requerimentos humanos&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style=&quot;TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 339px; DISPLAY: block; HEIGHT: 353px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5559508351085752914&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBf56viL5war0Nxfqq44eDxNhb0oV-vVAXPmZJixmvMxjxGDj_FTekupxLXcLCZynRjPhqX9QvcFixgh8JaYCz45ONCDu07H9T_EpbRLfdO4NH2mytRyCC7bwzIRk3AkAreNTLyafqrg4C/s320/tab3-mel.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Outros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Os componentes menores do mel, como os materiais &quot;flavorizantes&quot; (aldeídos e álcoois), pigmentos, ácidos e minerais, influenciam consideravelmente nas diferenças entre tipos de mel. Sabatier et al. (1992) detectaram alguns flavonóides presentes no mel de girassol (conhecidamente rico em flavonóides). Em maiores concentrações, foram encontrados os seguintes flavonóides: pinocembrina (5,7-dihidroxiflavona), pinobanksina (3,5,7-trihidroxiflavonona), crisina (5,7-dihidroxiflavona), galangina (3,5,7-trihidroxiflavona) e quercetina (3,5,7,3’,4’-pentahidroxiflavona). Em menores concentrações: tectocrisina (5-hidroxi-7metoxiflavona) e quenferol (3,5,7,4’-tetrahidroxiflavona). Bogdanov (1989) usando HPLC constatou a presença de pinocembrina em quatro amostras de mel (duas de origem floral e duas de origem não-floral, o chamado &quot;honeydew&quot;).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;color:#660000;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fonte: sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/6769469786228435344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/01/complexa-composicao-do-mel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/6769469786228435344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/6769469786228435344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2011/01/complexa-composicao-do-mel.html' title='A COMPLEXA COMPOSIÇÃO DO MEL'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjt26W3nJ4qqNuIv0wk8_HRlRPgaad8c2Yu4xwMOpq8EQN1GUeeUZymP3X0yZRRhyilccrRJjoqyHBIxF6cOqE3Al0Y9OoLMWiai-10TeQ6LU0TlTD4koCv6B6DH1GQnz_4zg2XURJI1p8M/s72-c/tab1-mel.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-3548071224681530474</id><published>2010-12-10T10:05:00.000-08:00</published><updated>2010-12-10T10:20:21.786-08:00</updated><title type='text'>É Gripe?! O Mel é o melhor remédio!</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Mel é eficiente contra os efeitos da gripe e resfriado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiw_TEMxULznye2nNUpThRxjMdR2uBluFdlCe_NAEiXmwXzFEDPd0YJRIYDdBYeuyeetxzub0WQXVRYiwFjhdu5FXamVSd4wA8x09jjIWaXvaGxqoHkY2FYIWNQt-UtvFdS_rZekbj8ZfEP/s1600/mel.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5549119018583852994&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiw_TEMxULznye2nNUpThRxjMdR2uBluFdlCe_NAEiXmwXzFEDPd0YJRIYDdBYeuyeetxzub0WQXVRYiwFjhdu5FXamVSd4wA8x09jjIWaXvaGxqoHkY2FYIWNQt-UtvFdS_rZekbj8ZfEP/s200/mel.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Além de adoçar, o mel pode ajudar a tratar muitas doenças, como gripe, asma, amigdalite e bronquite. Delicioso, o mel ainda auxilia em problemas de circulação e dos músculos. Mas atenção, crianças de até 1 ano não podem ingerir mel. Diabéticos, gestantes e lactantes devem tomá-lo sob prescrição médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rico em elementos nutritivos, o mel deve constar na dieta de todos, principalmente na de quem sofre de estresse e cansaço. Contém água, glicose, sacarose, potássio, ferro, sódio, enxofre, cloro, cálcio, magnésio, fósforo, zinco, vitaminas do complexo B, vitaminas A, E, C e substâncias que agem como antibióticos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mel ajuda a desintoxicar e favorece a digestão, sem sobrecarregar o organismo, podendo ser usado na combinação com frutas, leite, iogurte, pães e biscoitos. É um dos melhores e mais eficientes contra os efeitos da gripe e resfriados. É também um ótimo complemento alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso é inerente a qualquer tipo de florada. Todo mel de abelhas puro contém todos esses nutrientes, independente de ser assa-peixe ou silvestre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O Mel é reconhecido há séculos por propriedades terapêuticas. Um estudo realizado por pesquisadores americanos sugere que o mel é o melhor remédio para tosse.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Cientistas da Universidade Estadual da Pennsylvania dizem que componentes encontrados no líquido viscoso e açucarado, reconhecido há séculos por suas propriedades terapêuticas, matam micróbios e atuam como antioxidantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, publicado na revista especializada Archives of Paediatric and Adolescent Medicine, analisou 105 crianças entre 2 e 18 anos com tosse forte e freqüente durante a noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os participantes foram divididos em três grupos. As crianças do primeiro grupo tomaram uma colher de mel, as do segundo, uma de xarope industrializado à base de dextrometorfano (DM) – substância encontrada em vários xaropes existentes no mercado -, e, o terceiro, um medicamento placebo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as doses foram administradas pelos pais 30 minutos antes de as crianças irem para a cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas observaram que as crianças que haviam tomado o mel apresentaram uma melhora significativa na tosse noturna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um alívio dos sintomas também foi verificado no segundo grupo, porém não tão expressivo quanto no primeiro. As crianças que haviam tomado o placebo não apresentaram melhoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ian Paul, professor de pediatria e líder do estudo, disse que a pesquisa vem se somar “à crescente literatura médica que questiona o uso de xarope à base de DM em crianças”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Outros estudos serão necessários, mas esperamos que os profissionais da área de saúde passem a considerar mais o mel como uma alternativa segura, legítima e mais barata para o tratamento da tosse infantil”, disse Paul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benefícios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CIPÓ-UVA&lt;br /&gt;Atua como expectorante, desintoxicante e laxante. Ainda possui uma propriedade que ajuda na limpeza do fígado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM PRÓPOLIS E AGRIÃO&lt;br /&gt;É descongestionante, anti-inflamatório e diurético. Também ajuda a limpar o sangue e melhora a circulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EUCALIPTO&lt;br /&gt;Como é expectorante e tem ação bactericida nas vias aéreas, funciona para o tratamento de casos de tosse e bronquite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM PRÓPOLIS&lt;br /&gt;Une a propriedade bactericida do mel com o efeito antibiótico da própolis. Indicado para quem tem problemas nas vias respiratórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM PRÓPOLIS E EUCALIPTO&lt;br /&gt;Combate a gripe e ajuda a cuidar dos brônquios. Ainda conta com propriedades anti-inflamatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE LARANJEIRA&lt;br /&gt;Considerada uma das versões mais saborosas, é calmante, regula o intestino e ainda previne cãibras e distensões musculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM GUACO E PRÓPOLIS&lt;br /&gt;Graças ao guaco, que facilita a eliminação da secreção com a tosse, é broncodilatador, antiasmático e expectorante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM PRÓPOLIS E POEJO&lt;br /&gt;Ideal para combater problemas respiratórios, também auxilia na revitalização do organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVESTRE&lt;br /&gt;A versão mais clara deve ser tomada por crianças e idosos. Já a mais escura é ótimo laxante, tônico energético e estimulante da imunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM PRÓPOLIS E LIMÃO-CRAVO&lt;br /&gt;Indicado principalmente em casos de gripes e resfriados, justamente por ser rico em vitamina C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM PRÓPOLIS E LÓTUS&lt;br /&gt;Dilatador dos brônquios e expectorante, é indicado para portadores de asma, bronquite e amigdalite. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Fontes: &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes:http://correiodobrasil.com.br/mel-e-eficiente-contra-os-efeitos-da-gripe-e-resfriado/153705/ http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/12/071204_melxarope_fp.shtml</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/3548071224681530474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2010/12/e-gripe-o-mel-e-o-melhor-remedio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/3548071224681530474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/3548071224681530474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2010/12/e-gripe-o-mel-e-o-melhor-remedio.html' title='É Gripe?! O Mel é o melhor remédio!'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiw_TEMxULznye2nNUpThRxjMdR2uBluFdlCe_NAEiXmwXzFEDPd0YJRIYDdBYeuyeetxzub0WQXVRYiwFjhdu5FXamVSd4wA8x09jjIWaXvaGxqoHkY2FYIWNQt-UtvFdS_rZekbj8ZfEP/s72-c/mel.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-6693563964829924069</id><published>2010-09-01T16:03:00.001-07:00</published><updated>2010-09-01T16:22:21.493-07:00</updated><title type='text'>Meu dia pede Mel!</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://www.meudiapedemel.com.br/&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 507px; height: 231px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgG64O-RygbXKcdu4BwKfYVOCmukRX94csyNewVu8GlI32QxJe1BGiyXcl0FYWcbb3UGZC2EBQqGkIVO1cUk0mMfS-UVIbCVltFlmv52Jll10a_C4MQloWwx7O7UUumMkh8Y-YLzkxPdshc/s200/meu_dia_pede_mel.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5512085159211541490&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFQwck-DZO3w_53bbNK0An7CeGCbCWEX9tuB56XkZMSRQM_9IV5FvnoUHpHcIH6fsiJ3kR0oglb8ot6Y5SLvpbXtLOYQrMEgFw2bZrEGjwANjqIK2quNSIgKtxU8aNFfKahausMh5nyr_l/s1600/meu_dia_pede_mel.jpg&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O SEBRAE e a Confederação Nacional de Apicultura (CBA) lançaram uma  campanha para incentivar o consumo do MEL em todo o país. O objetivo é  divulgar o mel como alimento natural e fonte pura de energia, através da  Campanha &#39;Meu dia Pede MEL&#39;. (Criação: Agência 6P)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link para vídeo da campanha: &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=Y67dMqs_4us&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Y67dMqs_4us&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma ótima iniciativa para que nós brasileiros possamos descobrir o que o europeu por exemplo já sabe há tempos: MEL É UM SUPER ALIMENTO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto no Brasil o consumo está estimado em aproximadamente 200g por pessoa ao ano, na Alemanha e Suiça se calcula um consumo de 2.400g por pessoa ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Como complemento alimentar o mel é importante devido a sua composição  rica em nutrientes essenciais ao corpo, é indicado como suplemento  alimentar diário para todas as idades&quot;, afirma. Uma pessoa deve ingerir,  no mínimo, uma colher de sopa (30g) de mel por dia.&lt;br /&gt;É indicado para as afecções das vias respiratórias, como faringites,  bronquites, coriza, laringites, tosses e resfriados; nos casos de  cólicas intestinais, úlceras da mucosa gástrica; afecções hepáticas;  alivia dores de cabeça e a depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Composição química do mel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Açúcares - 78% a 80% Tipo monossacarídeos - glicose (31%), frutose (38%), maltose (7%) e outros açúcares complexos.&lt;br /&gt;Lipídeos 0,1 % - ácidos graxos como o oleíco, linoleíco e palmítico  Proteínas 1% - Aminoácidos livres Ácido aspártico, ácido glutâmico,  alanina, arginina, aspargina, cistina, glicina, histidina, isoleucina,  leucina, lisina, metionina, fenilalanina, prolina, serina, treonina,  triptofane, tirosina e valina Sais Minerais 0,2% - principalmente,  cobre, manganês, ferro, enxofre, bório, fósforo Vitaminas A,  B1,B2,B3,B5,B6,B8 e B9, C, D, K&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;http://www.ceplac.gov.br/radar/Artigos/artigo11.htm&lt;br /&gt;http://bebe2000.com.br/gestacao/alimentacao/mel/</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/6693563964829924069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/6693563964829924069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2010/09/meu-dia-pede-mel.html' title='Meu dia pede Mel!'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgG64O-RygbXKcdu4BwKfYVOCmukRX94csyNewVu8GlI32QxJe1BGiyXcl0FYWcbb3UGZC2EBQqGkIVO1cUk0mMfS-UVIbCVltFlmv52Jll10a_C4MQloWwx7O7UUumMkh8Y-YLzkxPdshc/s72-c/meu_dia_pede_mel.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-307551449653076528</id><published>2010-09-01T15:36:00.000-07:00</published><updated>2010-09-01T15:43:32.153-07:00</updated><title type='text'>Maranhão realiza I Feira de Arranjos Produtivos Locais</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrOrSZ36g1b8BlAKRkcTXUrzS2kAjpenktu23c9CSXsn-sLjb5QEqgHlr6LbOtqwYNYN8D1XR8OLbPo-X9GVth-ALIDZSu8LM4CThllj8p6fCD0BY2ie-webuX9j0kabaEQSsZ7KvROxa-/s1600/Feira+APL.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 298px; height: 105px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrOrSZ36g1b8BlAKRkcTXUrzS2kAjpenktu23c9CSXsn-sLjb5QEqgHlr6LbOtqwYNYN8D1XR8OLbPo-X9GVth-ALIDZSu8LM4CThllj8p6fCD0BY2ie-webuX9j0kabaEQSsZ7KvROxa-/s200/Feira+APL.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5512078219937940274&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Está sendo realizada, em São Luís, entre os dias 30 de agosto e 05 de  setembro, a I Feira Tecnológica de Arranjos Produtivos Locais do  Maranhão. O evento acontecerá no Parque Independência, durante a  EXPOEMA, e trará como tema “APLs - Um novo olhar sobre o Desenvolvimento  Local”. Trata-se de uma realização do Sindicato dos Trabalhadores e  Trabalhadoras Rurais de São Luís (STTR) com patrocínio do Banco da  Amazônia-BASA e o apoio do SEBRAE-MA, Banco do Nordeste e a Associação  de Criadores do Maranhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Na feira serão realizadas  palestras, mesa redonda e oficinas onde serão avaliados os Arranjos  Produtivos Locais no contexto sócio econômico e cultural do Estado do  Maranhão visando identificar os impactos, gargalos e possibilidades de  negócios surgidos com a implantação do Programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público-alvo será  formado por representantes do setor governamental, associações  empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa, e sociedade  civil. Durante a Feira Tecnológica de Arranjos Produtivos Locais serão  apresentadas e discutidas temáticas, como: APLs e Políticas Públicas de  Desenvolvimento Regional no Brasil e APLs: Competitividade, Tecnologia e  Inovação, APLs como política de Desenvolvimento para o Maranhão, além  da realização de oficinas onde serão debatidos os APLs do  Turismo/Artesanato, do Mel, de Hortaliças/ Fruticultura e  Ovinocaprinocultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é claro que a APECADI está participando deste grande evento, estaremos com um stand onde os visitantes poderão degustar e adquirir um delicioso mel e vários outros produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://feiraplsma.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/307551449653076528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/307551449653076528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2010/09/maranhao-realiza-i-feira-de-arranjos.html' title='Maranhão realiza I Feira de Arranjos Produtivos Locais'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrOrSZ36g1b8BlAKRkcTXUrzS2kAjpenktu23c9CSXsn-sLjb5QEqgHlr6LbOtqwYNYN8D1XR8OLbPo-X9GVth-ALIDZSu8LM4CThllj8p6fCD0BY2ie-webuX9j0kabaEQSsZ7KvROxa-/s72-c/Feira+APL.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-1595694116206697010</id><published>2010-03-15T07:40:00.000-07:00</published><updated>2010-03-15T07:45:14.842-07:00</updated><title type='text'>CONHECENDO A APITOXINA</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;O&lt;/span&gt; potencial terapêutico do veneno das abelhas foi usado em muitas civilizações antigas. Os egípcios já conheciam o seu poder curativo, onde era utilizado no tratamento de doenças artríticas e reumáticas. HIPOCRATES, 400 a.C. relata o uso da picada de abelha na cura de artrite.&lt;br /&gt;Apesar disto, apenas no final do século XIX, os venenos começaram a atrair a atenção dos trabalhos de pesquisa médica, pois até então a sua utilização era feita de modo empírico. Atualmente alguns países fazem o uso da ferroada de abelhas no tratamento das doenças reumáticas. Nos últimos anos tem se intensificado o estudo sobre a utilização do veneno. Alguns autores revelam que este pode ser utilizado não só apenas na cura em doenças artríticas e reumáticas, mas também em doenças vasculares degenerativas (PARTENIU &amp;amp; NEACSU, 1973).&lt;br /&gt;Contra lipemia e alto índice de colesterol (YANG-RUIY et al., 1987). Utilidades antimicrobianas (TATU, 1987) e, como bioinseticida (FERNANDES, 1989).&lt;br /&gt;A quantidade total de veneno contido em um saco de veneno de uma abelha varia entre 3 a 4 mg.Deste total aproximadamente 80% é água; outros componentes voláteis constituem 4 a 8% do total. A matéria seca fornecida por um ferrão é de aproximadamente 0,1 mg (LEVINE &amp;amp; LOCKEY, 1986). O veneno in natura é transparente, espesso, possuindo aroma característico e sabor amargo. Sua densidade é 1,1313.&lt;br /&gt;Em sua composição entram: ácido fórmico, ácido clorídrico, ácido fosfórico, histamina, colina, triptófano, enxofre, fosfato de magnésio, cobre, cálcio, substâncias azotadas, fosfolipase, hialurodinase, etc.&lt;br /&gt;Em forma de pomada, é indicado no tratamento de artrite, sinusite, reumatismo e inflamações pós-operatórias, escolioses, tendinites, artroses, nervo ciático, espondilites, varizes e melhora significativa em inflamações causadas pela osteoporose.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:georgia;&quot;&gt;(&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;texto retirado de:www.apiarios montanha.com&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/1595694116206697010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/1595694116206697010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2010/03/conhecendo-apitoxina.html' title='CONHECENDO A APITOXINA'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-2230305596932645089</id><published>2009-10-06T05:03:00.000-07:00</published><updated>2009-10-06T05:10:44.923-07:00</updated><title type='text'>As origens da apicultura</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O homem e a abelha têm um relacionamento desde a antigüidade, sobre o qual advém o provérbio Inglês que diz &quot;A história do mel é a história da humanidade&quot;. O mel era considerado o único produto adocicado da humanidade, por isso os homens chamados de &quot;caçadores de mel&quot; coletavam o mel dos ninhos naturais, mesmo pondo em risco a sua vida, ao sofrer os ataques das abelhas, quando subiam as encostas em busca do mel. Foi encontrado, na caverna da Aranha, na Espanha, o desenho na pedra, mostrando a atividade do &quot;Caçador de mel&quot; da época de 7.000 a.C. Posteriormente, além da Espanha, os desenhos foram encontradas na África do Sul e na Índia, nas paredes das pedras e nas cavernas. Através destes desenhos, pode-se observar que os caçadores de mel, na era da pedra lascada e no final da era glacial, coletavam mel dos ninhos da abelha ocidental e da abelha gigante da Índia. Na época, utilizavam cestos para colocar apetrechos e o mel coletado. Atualmente, na África do Sul, Sul da Arábia, Índia (Himalaia), Nepal e no Sudeste Asiático, os caçadores de mel ainda atuam da mesma forma antiga, utilizando materiais como, corda, escada de cipó, cesta, machado e facão.&lt;br /&gt;((Publicação:Masayasu Konishi (1993), &quot;História Cultural dos Insetos&quot;, Jornal Asahi&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.3838.co.jp/portuguese/mitsubachi_park/surprise/mituryou.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;http://www.3838.co.jp/portuguese/mitsubachi_park/surprise/mituryou.html&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/2230305596932645089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/2230305596932645089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2009/10/as-origens-da-apicultura.html' title='As origens da apicultura'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-3570102377038466876</id><published>2009-09-30T06:02:00.001-07:00</published><updated>2009-09-30T06:14:40.169-07:00</updated><title type='text'>Informações sobre o mel</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;Q&lt;/span&gt;uando a tosse incomoda, você logo apela para umas colheradas de mel. Mas as propriedades deste líquido açucarado vão muito além do combate à gripe e a problemas respiratórios, segundo a nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde. &quot;Além de adoçar os alimentos, o mel é fonte de muitos nutrientes. Por isso, é um ótimo substituto para açúcar&quot;, afirma a especialista. &quot;Trata-se de um alimento de alta qualidade e energético. Fonte de flavonóides, proteínas, ácidos, vitaminas e enzimas tem ação imunológica, analgésica, anti-bactericida, antiinflamatória e funciona como laxante natural&quot;. E será que você tem tirado proveito de tudo isso da melhor maneira? Confira a seguir algumas dicas e deixe sua dieta mais saborosa e nutritiva.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Dor de &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;garganta&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Quando o pigarro incomoda e fica difícil, não demore a tomar umas colheradas de mel. A nutricionista do Mundo Verde afirma que ele contém substâncias como a inibina, de ação bactericida. &quot;Ela impede o crescimento de bactérias que causam problemas respiratórios e de garganta, além de ter ação antifúngica&quot;, diz.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mais saudável do que o açúcar&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O açúcar branco é fonte de calorias (avaliação de peso) vazias e não oferece nenhum nutriente ao organismo, além da glicose. Já o mel é fonte de fitoquímicos, vitaminas e minerais, ou sejam ele adoça e nutre ao mesmo tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mel no microondas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O mel não pode ir ao microondas. Segundo a nutricionista, se ele for aquecido acima de 40º C, ele perde seu potencial nutritivo. Caso a bebida cristalize, coloque em banho-maria ou sob o sol para torná-lo líquido novamente.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Duas colheres bastam&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Para usufruir de todos os benéficos do mel, não precisa exagerar. Duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes. As crianças a partir de um ano podem consumir o alimento sem risco de alergia.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Digestão mais potente&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O mel tem função pré-biótica, favorecendo o crescimento da microbiota intestinal. Isso melhora o funcionamento do intestino e a absorção de nutrientes.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Cobertura para torradas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Indo ao forno, o mel perde suas propriedades nutricionais. Então, em vez de usá-lo nas receitas, pense no alimento como substituto do açúcar na hora de adoçar chás. Frutas, torradas, pães e tapiocas também ficam uma delícia com algumas gotas de mel acompanhando.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;O mel e as cáries&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Apesar da ação de combate às bactérias, o mel pode servir de alimento para os microorganismos que causam a cárie (como acontece com qualquer alimento fonte de carboidratos).&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Diabetes, um risco&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O mel é fonte de carboidratos simples e de alto índice glicêmico, portanto pessoas com diabetes devem evitá-lo (sob o risco de descontrolar as taxas de açúcar no sangue). Mas ele é mais bem aceito pelo organismo do que o açúcar. &quot;Isso porque 40% da composição do mel é frutose, o açúcar natural das frutas, bem menos prejudicial&quot;, afirma a nutricionista Vivian Goldberger, do Emagrecentro.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Coração saudável&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A nutricionista do Mundo Verde cita um estudo recente, que aponta o mel como um agente que protege o organismo contra a doença coronária. &quot;Entretanto o uso deve ser moderado para evitar a obesidade&quot;, ressalta Flávia. &quot;O mel tem o poder de revitalizar artérias e veias, reduz os níveis de colesterol sanguíneo pelo seu poder antioxidante&quot;, a especialista do Emagrecentro.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;fonte:&lt;/em&gt; &lt;a href=&quot;http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/4588-Alem-de-adocar-o-mel-combate-infeccoes-e-melhora-a-digestao.htm&quot;&gt;http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/4588-Alem-de-adocar-o-mel-combate-infeccoes-e-melhora-a-digestao.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/3570102377038466876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/3570102377038466876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2009/09/informacoes-sobre-o-mel.html' title='Informações sobre o mel'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-8437201334771420626</id><published>2009-09-28T08:19:00.000-07:00</published><updated>2009-09-28T08:26:07.721-07:00</updated><title type='text'>A importância da alimentação das colônias de abelhas durante a entressafra</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;N&lt;/span&gt;as abelhas, como em todo animal, a capacidade produtiva e reprodutiva está relacionada com a eficiência nutricional. Dotadas de um aparelho bucal lambedor, com raras exceções, as maiores fontes de alimento dos adultos são o néctar e o pólen, que possuem grande variação nutritiva, de acordo com a espécie botânica. O néctar fornece carboidratos e minerais, enquanto o pólen constitui a principal fonte de proteínas, lipídeos, minerais e vitaminas. A quantidade de alimento necessária para as colônias depende da quantidade de cria e abelhas adultas existentes na mesma. No Nordeste, conhecido pelo potencial apícola e diversidade da flora nativa explorada pelas abelhas, existe uma concentração de floradas e alimento para as abelhas no período chuvoso, em contraste com a escassez observada durante o período da estiagem. A insuficiência de alimento nesse período provoca um enfraquecimento das colônias, comprometendo a produção de mel da safra seguinte. Outro efeito da falta de alimento é a perda de colônias, provocada pelo abandono das abelhas, que partem em busca de regiões menos hostis. Devido à sazonalidade na disponibilidade dos recursos naturais e dos problemas encontrados com a deficiência de nutrientes nas colônias, existe a necessidade de se fornecer alimentação alternativa no período da entressafra. Essa alimentação suplementar, além de evitar a desnutrição e o estresse, auxilia na prevenção de doenças e ataques de inimigos naturais. Em algumas ocasiões especiais é necessário também o fornecimento de alimento mesmo com a disponibilidade de flores, a exemplo do que ocorre durante a florada do cipó-uva (Serjania sp.). Esta espécie vegetal, que produz flores no período seco, possibilita a produção de um mel claro, com excelente qualidade e ótimo valor comercial. Entretanto, por não fornecer pólen e por não haver outra florada disponível nesta época, os apicultores necessitam fornecer um alimento protéico suplementar para garantirem uma nutrição adequada das suas colônias. A alimentação das abelhas também se faz necessária durante o período de floração de plantas tóxicas, com o objetivo de desviá-las dessa fonte de alimento; em serviços de polinização de algumas culturas; durante o período de produção de rainhas e pólen; para aumentar o número de colônias no apiário; para incrementar a produção de geléia real; para produzir zangões para acasalamento das rainhas e para recuperação das colônias enfraquecidas. Não existe uma época certa para o fornecimento do alimento, uma vez que este período varia de acordo com a região e o objetivo. A quantidade de cria, o estado geral da colônia, a quantidade e qualidade de néctar e pólen coletados pelas abelhas determinam a necessidade da alimentação suplementar. Sendo assim, o produtor deve ficar atento para o fluxo de alimento nas suas colônias. Vários alimentos substitutos podem ser usados para as abelhas, como misturas contendo farinha de soja, leite em pó e levedura de cerveja. Embora existam várias receitas desenvolvidas para tentar suprir a deficiência nutricional das abelhas no período de escassez de alimento, é necessário que o apicultor procure alternativas regionais para diminuir os custos de produção. No Nordeste, para redução de custos, algumas pesquisas foram realizadas utilizando na alimentação de colônias jatobá (Hymenaea spp.), farinha de casca e semente de acerola (Malpighia glabra), farinha de arroz (Oryza sativa), fubá e farinha de milho (Zea mays); rapadura de cana-de-açúcar; feno das folhas de mandioca (Manihot esculenta); feno das folhas de leucena (Leucaena leucocephala); farinha de vagem de algaroba (Prosopis juliflora); farinha de vagem de bordão-de-velho (Pithecellobium cf. saman) e farelo de babaçu (Orbygnia martiana). Inúmeras outras opções podem ser testadas pelo produtor, que pode buscar novas alternativas em sua região. O importante é não deixar de fornecer uma alimentação alternativa sempre que verificar necessidade.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Autora: &lt;a href=&quot;mailto:fabia@cpamn.embrapa.br&quot;&gt;Fábia de Mello Pereira&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Pesquisadora da &lt;a title=&quot;Embrapa Meio-Norte&quot; href=&quot;javascript:openWindow2(&quot;&gt;Embrapa Meio-Norte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:fabia@cpamn.embrapa.br&quot;&gt;fabia@cpamn.embrapa.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a title=&quot;Embrapa Meio-Norte&quot; href=&quot;mailto:fabia@cpamn.embrapa.brEmbrapa&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cpamn.embrapa.br/&quot;&gt;www.cpamn.embrapa.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/8437201334771420626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/8437201334771420626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2009/09/importancia-da-alimentacao-das-colonias.html' title='A importância da alimentação das colônias de abelhas durante a entressafra'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3537080289351007353.post-7095330341981728647</id><published>2009-09-15T06:25:00.000-07:00</published><updated>2009-09-15T06:48:32.090-07:00</updated><title type='text'>Mel: virtudes curativas e nutritivas</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCaHsiI0KOx_y6PGbPcV_7zGS0F4ypuhY_OS2yE9EytA9MVYzEmFzVZht_4a18vm4M4yUzqXEkR4rvyOcricPBHTsC86E8YQ_cK50lQprp64qTJeKl9aoa9CWG_cyGCnjVw-SA3_sXnsnr/s1600-h/mel+no+favo.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5381690658728633634&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCaHsiI0KOx_y6PGbPcV_7zGS0F4ypuhY_OS2yE9EytA9MVYzEmFzVZht_4a18vm4M4yUzqXEkR4rvyOcricPBHTsC86E8YQ_cK50lQprp64qTJeKl9aoa9CWG_cyGCnjVw-SA3_sXnsnr/s200/mel+no+favo.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3KWUNj3sSYdpjQTHzYE2ikGT4YomkaQFeuX-uwODwvPGYWve8eW9PwGfRjDpUumQrQSX2jb56bpPl0hfaL3XN3dW0iOuPQdyZM6OpYx7mcq2IUMY5Anf8a0IswUY3Hss1o7dfKthwN1jM/s1600-h/mel+no+favo.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O mel é um alimento energético de alta qualidade. A ingestão de mel permite uma alimentação imediata e intensiva de todo o sistema muscular, especialmente os músculos do coração, através da glicose invertida. Por outro lado, a frutose, o açúcar das frutas, existente em grande quantidade no mel, é armazenado no fígado na forma de glicogênio para ser utilizada quando o organismo precisar. Por isso é uma fonte energética muito importante para os atletas e para os idosos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O mel possui a maioria dos elementos minerais essenciais para o organismo humano, especialmente os oligo-minerais (ex. selênio, manganês, zinco, cromo, alumínio). Estes oligo-minerais tem um papel semelhante às velas de ignição de um carro, no processo químico da vida. Só isto já é um bom motivo para substituir o açúcar refinado pelo mel.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O mel é melhor tolerado pelo diabéticos do que o açúcar de cana, porque 40% do mel é frutose, o açúcar das frutas, bem menos prejudicial aos diabéticos. Crianças alimentadas com mel, não sofrem de cólicas, porque o mel é absorvido imediatamente, não possibilitando o ataque das bactérias intestinais e formação de gases, como acontece quando a alimentação é feita com açúcar de cana. O mel é indicado no tratamento de anemias, como regulador intestinal e no tratamento de doenças respiratórias. Uma propriedade plenamente reconhecida do mel é seu poder anti-séptico que unido ao seu poder demulcente, fazem que o mel seja um excelente cicatrizante e protetor da pele, sendo muito empregado topicamente em queimaduras e feridas. As suas propriedades anti-sépticas provêm da presença de ácidos orgânicos, por exemplo, o ácido fórmico e principalmente da peroxidase, formada a partir da glico-oxidase. Por ação da peroxidase, forma-se oxigênio nascente que impede o desenvolvimento de bactérias e bacilos. Pela ação desta enzima e pela sua grande osmoralidade, o mel com baixa umidade está sempre isento de bactérias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O mel protege o fígado, promovendo a regeneração de suas células e prevenindo a formação do fígado gorduroso (cirrose hepática). O mel tem propriedades de laxante suave e é muito eficaz no tratamento das doenças respiratórias. Uma administração regular de mel, ajuda a prolongar e dar uma melhor qualidade de vida aos idosos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O mel não deve ser aquecido acima de 40o C, para não destruir suas enzimas. Quando se desejar descristalizá-lo, deve-se colocá-lo em Banho Maria à 40°C (calor suportável quando se põe a mão dentro da água) e descristalizá-lo lentamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: contato.net&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://apecadi.blogspot.com/feeds/7095330341981728647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2009/09/mel-virtudes-curativas-e-nutritivas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/7095330341981728647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3537080289351007353/posts/default/7095330341981728647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apecadi.blogspot.com/2009/09/mel-virtudes-curativas-e-nutritivas.html' title='Mel: virtudes curativas e nutritivas'/><author><name>APECADI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10467070606950692615</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCa6K1o6W_Cl35LXS_-frSHccM3JXfAt5bKr1Mf6cK1hzvUF7CQE6qfoCjb_GRq5P2CvlLhgdVsgFGVEyMXN8mZEGOpbn6mYdysaxDg_PWX8kjf_8hd0dTbPASEcvB5g/s220/LOGO_APECADI.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCaHsiI0KOx_y6PGbPcV_7zGS0F4ypuhY_OS2yE9EytA9MVYzEmFzVZht_4a18vm4M4yUzqXEkR4rvyOcricPBHTsC86E8YQ_cK50lQprp64qTJeKl9aoa9CWG_cyGCnjVw-SA3_sXnsnr/s72-c/mel+no+favo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>