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	<title>Meme de Carbono</title>
	
	<link>http://www.memedecarbono.com.br</link>
	<description>Os átomos e ideias que constroem a consciência</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Sep 2010 00:35:21 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Web X o tornado dos aplicativos móveis</title>
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		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/ciberespaco/web-x-o-tornado-dos-aplicativos-moveis/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 00:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciberespaço]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos móveis]]></category>
		<category><![CDATA[futurologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Há uma agitação generalizada com o crescimento acelerado dos aplicativos móveis (iOS e Android principalmente) e um suposto abadono da Web que, por cerca de 15 anos foi percebida pela maioria como se fosse a totalidade da Internet. A Web &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/ciberespaco/web-x-o-tornado-dos-aplicativos-moveis/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma agitação generalizada com o crescimento acelerado dos aplicativos móveis (iOS e Android principalmente) e um suposto abadono da Web que, por cerca de 15 anos foi percebida pela maioria como se fosse a totalidade da Internet.</p>
<blockquote><p>A Web está morta! Viva a Internet!</p></blockquote>
<p>O sussesso estonteante do iPhone, iPod Touch e agora do iPad apontam para uma nova Internet onde é possível ganhar dinheiro com livros, jornais e revistas que nunca conseguiram se tornar economicamente viáveis na era da Web.</p>
<p>Aqui é importante lembrar aos mais jovens que a Web jogou no limbo o resto da Internet (Gopher, Telnet e até o FTP).</p>
<p>Agora gente como Chris Anderson, O&#8217;Reilly e Battele, vozes que ajudaram a definir a Internet como é hoje, consideram seriamente que <a title="Artigo em inglês na Wired" href="http://www.wired.com/magazine/2010/08/ff_webrip_debate/all/1" target="_blank">a Web está morrendo</a> e logo será rebaixada ao mesmo status do telegrama.</p>
<p>Não concordo com eles.</p>
<p>Se você é um visitante casual devo avisar: não pense por isso que sou um reacionário apegado à sua querida Web e ao Firefox (ou Chrome ou Safari).</p>
<p>Tenho certeza absoluta que a Internet será irreconhecível para alguém que seja atirado de hoje para 5 anos no futuro, mas o que há por trás da discussão do fim ou não da Web é outra coisa.</p>
<p>Vamos organizar as nossas premissas básicas!</p>
<ol>
<li>Web: espaço construído sobre padrões abertos onde praticamente qualquer um pode publicar (copiar, remixar, adaptar) qualquer coisa sem análise prévia</li>
<li>Aplicativos móveis: espaço proprietário onde a quem distribui informação tem controle sobre ela</li>
</ol>
<p>Pode-se dizer que o caráter aberto da Web também acontece em redes peer to peer como os torrents da vida e é verdade. Essa é uma característica bem clara (e comercialmente indesejada) da Internet.</p>
<p>Isso nos leva a uma terceira premissa:</p>
<blockquote><p>Sendo inviável cobrar por conteúdo e impedir a cópia e remixagem na Web a única fonte viável de renda passa a ser a propaganda</p></blockquote>
<p>Pronto. Está formado o cenário de uma problema que parece complexo.</p>
<p>Quem produz conhecimento não consegue cobrar por ele. Quem consome não quer pagar.</p>
<p>Transferir o conceito de propaganda para a Web (e timidamente para outras partes da Internet como o webmail e o RSS) parece só ter funcionado para o Google.</p>
<p>Pare agora!</p>
<p>Um dos primeiros equívocos aqui é que não estamos falando do capitalismo e sim do valor do conhecimento online.</p>
<p>As lojas vão muito bem, obrigado. Estão ai o iTunes, a Amazon e recentemente os clubes de descontos (que, convenhamos, é um certo misto de propaganda com comércio).</p>
<p>Então a morte de que estamos falando não é da Web, mas do comércio de conhecimento online, ou seja, jornais, revistas e outras formas de texto.</p>
<p>Isso é importante pois o que boa parte dos analistas está vendo é o fim do próprio modelo de compartilhamento livre de conhecimento.</p>
<blockquote><p>O que morre é a tentativa da mídia tradicional se apropriar da Web deixando-a livre como a ágora das multidões.</p></blockquote>
<p>No início a Web foi dominada por corporações que tentavam replicar online o controle que tinham offline, mas a Internet foi criada para ser o domínio da voz da multidão.</p>
<p>Pare novamente por um segundo&#8230; Está na hora de lembrar um dos postulados básicos desse blog:</p>
<blockquote><p>A humanidade pode ser compreendida através da evolução genética que construiu nossos corpos e da evolução memética que construiu nossa consciência.</p></blockquote>
<p>Assim como nossa evolução genética torna <a title="A regra dos 90 segundos" href="http://www.roney.com.br/2010/04/02/lembretes-para-o-dia-a-dia-96-da-loucura-a-razao-em-90-segundos/" target="_blank">dificílimo raciocinar quando estamos emocionados</a> a evolução memética de certa forma nos obriga a compartilhar ideias, cultura, costumes.</p>
<p>É claro que, como demonstrou brilhantemente Guy Debord em Sociedade do Espetáculo, há sempre o confronto entre duas forças controlando o ritmo da nossa evolução memética: os interesses de um tipo de consciência corporativa e a voz da nossa consciência coletiva.</p>
<p>Os esforços para estabelecer o conceito de freemium (parte do conteúdo é livre e a parte premium é paga) ou interferir na neutralidade da Internet são movimentos para conter a libertinagem do compartilhamento que a consciência coletiva deseja.</p>
<p>Haverá um ponto de equilíbrio em que chegaremos a um acordo (temporário) entre a liberdade e o controle, mas se as premissas básicas que guiam meu raciocínio (memes X genes) estão corretas a Web, seja que forma ela venha a adquirir, continuará existindo e sendo o reino do compartilhamento. Na verdade sua morte para a mídia comercial pode ser justamente um sinal de que a consciência coletiva ganhou mais uma batalha contra o controle.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Pare uma última vez! <img src='http://www.memedecarbono.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Não pense que sou um tecno otimista! O que chamo de consciência coletiva não é mais nossa amiga do que a consciência corporativa!</p>
<p>Assim como as corporações nos trasformaram em pilhas (invocando a boa metáfora do filme Matrix) da sociedade de produção e consumo de átomos a consciência coletiva nos transformará em CPUs que replicam, criam e transformam informação.</p>
<p>Esse provavelmente é nosso caminho evolutivo e cabe a cada um de nós, individualmente, procurar ser senhor do fluxo de informação e não vítima dele.</p>
<p>O parágrafo acima devia encerrar esse post, mas não posso deixar a mídia comercial num canto como se não gostasse dela apesar de odiar muita coisa que ela tem feito para tentar sobreviver na era online.</p>
<p>Seguindo os sinais das premissas que citei acima creio que podemos ver um poderoso renascimento da mídia através de aplicativos móveis se elas souberem fazer duas coisas:</p>
<ol>
<li>Transformar a &#8220;leitura&#8221; em uma experimentação do conhecimento, ou seja, se ela for capaz de usar os recursos disponíveis para nos permitir fluir pelo fluxo de texto, imagens, vídeos, sons e animações experimentando seu conteúdo em uma dimensão que não é possível na Web (e não por limitações técnicas, mas pelo estado de consciência que assumimos ao navegar)</li>
<li>CONTEÚDO! Pelos deuses! Melhorem seu conteúdo! Vocês precisam oferecer o que nós não podemos fazer sozinhos. Vocês tem acesso a informações, tempo para analisá-las e treinamento para analisá-las criticamente. Parem de publicar desastradamente sessões como &#8220;Deu no Twitter&#8221;</li>
</ol>
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		<title>Conversão 2.0</title>
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		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/sociedade/conversao-2-0/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 00:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Ainda não é consenso geral que estamos diante de uma mudança de paradigma que conduzirá a intensas mudanças nas estruturas de poder econômico, político, jornalístico, social, cultural e até religioso. A convite do Nino Carvalho elaborei a apresentação no final &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/sociedade/conversao-2-0/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda não é consenso geral que estamos diante de uma mudança de paradigma que conduzirá a intensas mudanças nas estruturas de poder econômico, político, jornalístico, social, cultural e até religioso.</p>
<p>A convite do <a title="Consultor em estratégias de marketing online e offline" href="http://ninocarvalho.com.br" target="_blank">Nino Carvalho</a> elaborei a apresentação no final desse post com o objetivo de:</p>
<ol>
<li>Mostrar que realmente há uma mudança de paradigma causando até inversões de valores;</li>
<li>Apresentar uma hipótese do que causa a mudança de paradigma</li>
<li>Fornecer bases para a audiência saber lidar com os novos valores</li>
</ol>
<p>Quem está mergulhado nas redes sociais online está exposto subgrupos culturais que tornam evidente que há um intenso fervilhamento de novos valores, mas é necessário antes de mais nada perceber que, por maiores que sejam, esses grupos são minorias que podem jamais influenciar a sociedade em geral.</p>
<p>Fenômenos como a mobilização online para interferir na execução por apedrejamento de  uma mulher acusada de adultério ou para ajudar a população do Irã a eleger o presidente 99.98% ditador no lugar do que é 99,99% ditador praticamente se restringem à Internet.</p>
<p>Por outro lado a Internet se impõe como um fenômeno cada vez mais onipresente e esses subgrupos tem enorme visibilidade quando as pessoas &#8220;comuns&#8221; buscam informações na Internet.</p>
<p>Devemos nos perguntar se a Internet é um ambiente favorável à modificação de valores e criação de um novo paradigma ou se &#8211; e esta é a minha opinião &#8211; ela é apenas uma eficiente janela para assistirmos a continuação de um processo que se iniciou há muito tempo.</p>
<p>Sendo assim profissionais de marketing e assessoria de imprensa (talvez os primeiros a sentir o impacto dos novos valores) tem a rara oportunidade de assistir e participar das mudanças que estão ocorrendo.</p>
<p>Quem não fizer isso certamente se tornará tão obsoleto quanto os condutores de carruagens do século retrasado.</p>
<p>Entre os sinais inequívocos das mudanças a que me refiro temos a forma como o cidadão comum (mesmo que não entre na Internet) vê questões como propriedade intelectual, privacidade e ofensa ou defesa da honra.</p>
<p>Ninguém (ou quase ninguém) se anima com a ideia de que o mundo está diante de um novo paradigma que nos obrigará a repensar todas as bases da nossa realidade.</p>
<p>Nossa tendência naturalmente é supor que estamos apenas diante do bafafá causado pelo deslumbramento com uma nova tecnologia de comunicação como o surgimento do telefone.</p>
<p>Resistir às mudanças é uma característica bastante comum (e inteligente) que nos ajuda a organizar o raciocínio e evitar o desperdício de energia com um &#8220;fogo de palha&#8221;.</p>
<p>Gostaria de poder transcrever as quatro horas de argumentos e conversa com as primeiras pessoas a participar dessa apresentação, mas como isso não é possível vou apenas anexar os slides e convidar você que chegou até aqui a observar no mundo offline sinais de mudanças estruturais em nossa civilização.</p>
<div id="__ss_5021627" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Conversão 2.0" href="http://www.slideshare.net/roney/converso-20">Conversão 2.0</a></strong><object id="__sse5021627" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=conversao20-100820160935-phpapp01&amp;stripped_title=converso-20" /><param name="name" value="__sse5021627" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse5021627" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=conversao20-100820160935-phpapp01&amp;stripped_title=converso-20" name="__sse5021627" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/roney">Roney Belhassof</a>.</div>
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		<title>Twitter X TwitterBrasil.org e a insanidade jurídica</title>
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		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/leis/twitter-x-twitterbrasil-org-e-a-insanidade-juridica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 15:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[leis]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade de expressão]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Twitterbrasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou violando minha própria regra dos 90 segundos ao escrever esse post, mas se existe algo que me revolta é a violência da propriedade intelectual colocada acima dos nossos direitos coletivos. O TwitterBrasil.org está sob ataque do Twitter, sendo ameaçado &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/leis/twitter-x-twitterbrasil-org-e-a-insanidade-juridica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou violando minha própria <a title="Post em meu blog pessoal sobre o controle das emoções" href="http://www.roney.com.br/2010/04/02/lembretes-para-o-dia-a-dia-96-da-loucura-a-razao-em-90-segundos/" target="_blank">regra dos 90 segundos</a> ao escrever esse post, mas se existe algo que me revolta é a violência da propriedade intelectual colocada acima dos nossos direitos coletivos.</p>
<p>O <a title="Página &quot;Sobre&quot; do blog contando o caso" href="http://www.twitterbrasil.org/2010/07/29/sobre-o-twitter-brasil" target="_blank">TwitterBrasil.org está sob ataque do Twitter</a>, sendo ameaçado por divulgar o serviço e ajudar as pessoas a usá-lo! Isso faz algum sentido para você?</p>
<p>Ok, na verdade não é por divulgar e ajudar que eles estão sendo ameaçados, mas por usar o passarinho deles (como se eles não <a title="Post em Inglês com a história da baleia do Twitter" href="http://www.readwriteweb.com/archives/the_story_of_the_fail_whale.php" target="_blank">usassem a baleia dos outros</a> e como se o passarinho fosse deles e não seu, meu e de todos nós) e ter o nome do serviço no domínio.</p>
<p>Já falei antes que as empresas não podem se ver como donas das suas marcas, mas como <a title="Post anterior falando sobre propriedade intelectual" href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/musica/como-o-compartilhamento-de-musica-no-youtube-pode-reaviver-o-sucesso/" target="_blank">guardiãs das marcas que nós, humanos, elegemos</a> como dignas do nosso respeito.</p>
<p>Entendo que o Twitter defenda o uso da sua marca e seu nome, mas há CENTENAS de serviços que usam ambos e não tem um milésimo da seriedade e utilidade do TwitterBrasil.org!</p>
<p>Imagino que haja por trás do ataque a dificuldade da barreira linguística, mas a Twitter é uma empresa importante e deve agir de acordo com isso pagando um tradutor para entender exatamente quem eles estão atacando, e no caso é um aliado poderoso.</p>
<p>Os blogueiros já estão se movimentando trocando a identidade visual do site e devem fazer isso mesmo pois não podemos esperar respeito e coerência de uma empresa que age assim, mas eu gostaria muito de ver um pedido de desculpas formal do Twitter e a retirada de toda e qualquer ameaça ao TwitterBrasil.org</p>
<p>Vou parar por aqui e aguardar o desenrolar dos fatos.</p>
<p>Se você falar nisso no Twitter use a hashtag #FreeTwitter</p>
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		<title>Videomak: Transmedia Storytelling e Branding Content – Entrevista</title>
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		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/marketing-memesfera/transmedia_storytelling_branding_content/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 15:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[narrativa transmídia]]></category>
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		<description><![CDATA[Está no ar a segunda edição do programa de entrevistas online VideoMak com os temas narrativa transmídia e branding content.  Os entrevistados são @Uhuh, @JoseTelmo e eu: O vídeo pode ser visto também no post Novos formatos da propaganda no &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/marketing-memesfera/transmedia_storytelling_branding_content/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está no ar a segunda edição do programa de entrevistas online VideoMak com os temas narrativa transmídia e branding content.  Os entrevistados são @<a title="Twitter da Graça Taguth" href="http://twitter.com/Uhuh" target="_blank">Uhuh</a>, @<a title="Twitter do especialista em Marketing online JosÉ Telmo" href="http://twitter.com/josetelmo" target="_blank">JoseTelmo </a>e eu:<br />
<object id="playerFlash" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="id_video=559253" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="src" value="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=559253&amp;relacionados=S&amp;default=S&amp;lang=PT_BR&amp;cor_fundo=FFFFFF&amp;cor_titulo=777777&amp;hd=S&amp;swf=1&amp;width=500&amp;height=375" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="playerFlash" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=559253&amp;relacionados=S&amp;default=S&amp;lang=PT_BR&amp;cor_fundo=FFFFFF&amp;cor_titulo=777777&amp;hd=S&amp;swf=1&amp;width=500&amp;height=375" wmode="opaque" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="id_video=559253"></embed></object></p>
<p>O vídeo pode ser visto também no post <a title="Casa oficial do videomak" href="http://www.podmak.com.br/novos-formatos-de-propaganda-2%C2%BA-videomak/" target="_blank">Novos formatos da propaganda</a> no <a title="Podcast e videocast sobre Marketing, brand e mídias sociais online" href="http://www.podmak.com.br" target="_blank">PodMak</a>.</p>
<p>É sempre ótimo trocar ideias com pessoas empreendedoras do tipo que também transforma planos em realidade.</p>
<p>Sou um tipo de forasteiro no meio de marketing já que a minha formação é em gestão do conhecimento e, desde a infância, minha paixão é a consciência humana: coisas que não parecem ter uma relação direta com marketing, mas descobri desde 2008 que é justo o contrário.</p>
<p>Mas essa estreita relação ficará para outros posts.</p>
<p>Creio que as melhores colaborações que posso fazer para o debate são:</p>
<ul>
<li>O fenômeno das redes sociais e da apropriação popular de toda cultura (incluindo propaganda) e livre recombinação de conteúdo e significado é um fenômeno evolutivo inevitável ao qual devemos nos adaptar</li>
<li>Somos genética e meméticamente programados para absrover, replicar e transformar informação. A mídia se aproveitará disso e nós, individualmente, precisamos aprender a filtrar e controlar o fluxo de informação ou continuaremos sendo devorados pela matrix</li>
</ul>
<p>Acho que nesses dois tópicos é bastante espaço para reflexão então vamos ficar somente com eles dessa vez <img src='http://www.memedecarbono.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Estudo de bom e o dojo do conhecimento</title>
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		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/educacao/estudo-de-bom-e-o-dojo-do-conhecimento/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 02:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem entrou em operação o Estudo de Bom, um espaço para descobrir o prazer de inventar e pesquisar. O projeto se encaixa perfeitamente no escopo do Meme de Carbono pois se a escola atual definitivamente não se enquadra na sociedade &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/educacao/estudo-de-bom-e-o-dojo-do-conhecimento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem entrou em operação o <a title="Clube do aprender" href="http://www.estudodebom.com.br/" target="_blank">Estudo de Bom</a>, um espaço para descobrir o prazer de inventar e pesquisar.</p>
<p>O projeto se encaixa perfeitamente no escopo do Meme de Carbono pois se a escola atual definitivamente não se enquadra na sociedade do conhecimento ao procurar transformar o aluno (do latin: sem luz) em uma engrenagem sem autonomia e criatividade para a indústria de produção em massa a missão do Estudo de Bom é justamente o contrário: encontrar a luz da consciência, interesses e criatividade individuais dos seus frequentadores.</p>
<p>Confesso que tenho sérias dúvidas sempre que ouço que os jovens não se interessam mais pela escola: talvez isso seja sua salvação. Para falar a verdade há 30 anos eu também não me interessava. Preferia criar o meu próprio espaço &#8220;estudo de bom&#8221; e certamente não me tornei uma pessoa ignorante.</p>
<p>Tive o privilégio de visitar as instalações do Estudo de Bom na semana passada e ainda dar a sorte de conhecer o pessoal do <a title="Metodologia de estudo e desenvolvimento de software opensource" href="http://dojorio.org" target="_blank">Dojo Rio</a> e assistir uma sessão.</p>
<p>Foi ótimo que isso tenha acontecido pois o Dojo é o exemplo perfeito para a missão do Estudo de Bom.</p>
<p>É tudo muito simples: um bando de apaixonados por programação (não ache estranho, são como os apaixonados por qualquer outra coisa como futebol) se reúne, propõe um problema e resolvem da seguinte maneira:</p>
<ul>
<li>Duas pessoas sentam diante do computador. Uma é o piloto e a outra, o co-piloto, dá dicas</li>
<li>O restante fica ao redor dando sugestões</li>
<li>A cada 5 minutos o piloto vai para o grupo, o co-piloto assume seu lugar e alguém do grupo fica como co-piloto</li>
<li>Cada etapa do problema é resolvida por um preciso de manipulação bem semelhante à tentativa e erro</li>
</ul>
<p>Tem algumas outras regrinhas como só falar nos momentos que um sinal verde indica que os dois no computador concluíram seu raciocínio, mas a ideia é essa.</p>
<p>Em outras palavras é um grupo de pessoas com o mesmo interesse, trabalhando em conjunto para resolver um problema e conforme uma metodologia totalmente lúdica que trata a tarefa como um objeto novo a explorar cutucando-o de várias formas para ver como se comporta.</p>
<p>Do ponto de vista acadêmico é uma metodologia um tanto desordenada, mas estou convencido que os que aprendem a programar dessa forma desenvolvem um conhecimento muito mais profundo do que com o ensino padrão.</p>
<p>E essa é a essência ao meu ver também do Estudo de Bom: ajudar seus estudiosos do sexto ao nono ano a redescobrir o êxtase da exploração.</p>
<p>Se eu tivesse um filho em idade escolar queria que ele tivesse acesso a um espaço como esse. E gostaria de ter conhecido um Dojo aos 11 anos quando comecei a programar <img src='http://www.memedecarbono.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Se está offline é virtual?</title>
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		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/ciberespaco/se-esta-offline-e-virtual/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 02:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciberespaço]]></category>
		<category><![CDATA[offline]]></category>
		<category><![CDATA[online]]></category>
		<category><![CDATA[real]]></category>
		<category><![CDATA[virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei esse comercial da Oi (ok, também brigo com o serviço) interessantíssimo. Tem a questão óbvia dele ser o sinal de uma migração tão intensa para telefones móveis que muita gente não tem mais telefone em casa. A propósito tenho &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/ciberespaco/se-esta-offline-e-virtual/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WH2yAFY7k0Q" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/WH2yAFY7k0Q"></embed></object></p>
<p>Achei esse comercial da Oi (ok, também brigo com o serviço) interessantíssimo.</p>
<p>Tem a questão óbvia dele ser o sinal de uma migração tão intensa para telefones móveis que muita gente não tem mais telefone em casa. A propósito tenho vários amigos assim e, apesar de ter um fixo nunca atendo pois só telemarketing liga para ele.</p>
<p>Mas há outra questão interessantíssima que pode passar despercebida: quando ela está impossibilitada de acessar sua casa é como se ela não existisse.</p>
<p>Essa é a mesma sensação que apenas os mais geeks tinham até pouco tempo: se uma pessoa não tem celular, blog, gtalk e Twitter é como se não existisse.</p>
<p>Tenho pensado e falado bastante em real X virtual e considero esse comercial digno de nota por ser dirigido a um público bem mais vasto que o punhado de geeks pioneiros online.</p>
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MemeDeCarbono/~4/0kZuagkv9rE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>O paradoxo da empatia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MemeDeCarbono/~3/zWSpzcImIOc/</link>
		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/consciencia/o-paradoxo-da-empatia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 22:36:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho dito que o maior desafio individual que teremos que superar nesse século é o desenvolvimento de uma cultura que nos permita filtrar o fluxo virtualmente infinito de informação a que somos expostos. É verdade&#8230; É bem provável que sejamos &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/consciencia/o-paradoxo-da-empatia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho dito que o maior desafio individual que teremos que superar nesse século é o desenvolvimento de uma cultura que nos permita filtrar o fluxo virtualmente infinito de informação a que somos expostos.</p>
<p>É verdade&#8230; É bem provável que sejamos memeticamente programados para ser máquinas processadoras de informação sem vontade própria.</p>
<p>No entanto há um desafio coletivo que talvez esteja na raiz da doença mais séria que enfrentamos: a crise da empatia nos torna angustiados e depressivos.</p>
<p>Justamente a empatia que é uma das grandes diferenças entre o animal humano e os demais.</p>
<p>Justamente a empatia que está intimamente ligada à longevidade (vídeo de Dan Buettner sobre o segredo da longevidade no <a title="Ideias que merecem ser espalhadas" href="http://ted.com" target="_blank">TED</a>)</p>
<p><!--copy and paste--><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/DanBuettner_2009X-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DanBuettner-2009X.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=727&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=dan_buettner_how_to_live_to_be_100;year=2009;theme=what_makes_us_happy;theme=might_you_live_a_great_deal_longer;theme=unconventional_explanations;event=TEDxTC;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/DanBuettner_2009X-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DanBuettner-2009X.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=727&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=dan_buettner_how_to_live_to_be_100;year=2009;theme=what_makes_us_happy;theme=might_you_live_a_great_deal_longer;theme=unconventional_explanations;event=TEDxTC;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Antes de dar más notícias tenho que dizer que, ao contrário do que muitos dizem, não creio que o vilão da falta de empatia seja a Internet apesar dela ter peso nesse sentido em um ponto pelo menos, falarei dele mais tarde.</p>
<p>O contato por telefone, carta, chat (gtalk, messenger), Skype, troca de presentes nos jogos sociais do Facebook não nos tornam frios e distantes. Muito pelo contrário.</p>
<p>O contato com outros humanos sem poder ver suas expressões ou mesmo interagindo com eles somente através das suas criações virtuais (como uma fazendinha do Facebook) nos torna capazes de levar nossa capacidade de empatia a um novo estágio.</p>
<blockquote><p>As redes sociais online são um dispositivo que tem nos ensinado a ter mais empatia.</p></blockquote>
<p>Isso sem falar na forma como ela (a Internet) facilita a intimidade de quem tem relacionamentos offline (Stefana Broadbent no <a title="Ideias que merecem ser espalhadas" href="http://ted.com" target="_blank">TED</a>)<br />
<!--copy and paste--><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/StefanaBroadbent_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/StefanaBroadbent-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=680&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=stefana_broadbent_how_the_internet_enables_intimacy;year=2009;theme=unconventional_explanations;theme=technology_history_and_destiny;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=what_makes_us_happy;event=TEDGlobal+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/StefanaBroadbent_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/StefanaBroadbent-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=680&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=stefana_broadbent_how_the_internet_enables_intimacy;year=2009;theme=unconventional_explanations;theme=technology_history_and_destiny;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=what_makes_us_happy;event=TEDGlobal+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Apesar de tudo isso o Mundo extremamente contectado que temos hoje (e mal vimos o começo do fenômeno) cria um paradoxo na empatia: o da oferta infinita que derruba o valor da amizade para zero.</p>
<p>Se bastam 10 minutos online para encontrar em um novo grupo de amigos com interesses semelhantes aos nossos por que vamos nos submeter aos momentos difícies das amizades? Por que vamos fragilizar nossos relacionamentos dizendo aquelas coisas difícies que o amigo precisa ouvir, mas não vai gostar?</p>
<p>Some isso ao contato constante, afinal já não é mais tão fácil se afastar das pessoas pois elas continuam aparecendo nos status dos amigos em comum no Facebook, são retuitadas e seus posts aparecem sem nosso Reader quando alguém gosta do que leu.</p>
<p>Preste atenção, pois não estou dizendo que nas décadas de 50 e 60 é que havia intimidade e empatia, não é bem verdade. Tinha mais pois havia menos opções de amigos então nos dedicávamos mais a eles, mas o problema já existia e me parece ser antes um efeito colateral de cidades superpovoadas e sem uma estrutura celular capaz de criar o senso de vizinhança (se bem que tive a sorte de passar a infância no Bairro Peixoto que é um tipo de oasis nas entranhas de Copacabana &#8211; RJ).</p>
<p>Nós humanos, como a maioria dos outros animais, precisamos da conexão emocional com os outros, precisamos da empatia que é a capacidade de se sentir no lugar do outro.</p>
<p>Zumbis. Isso nos leva aos zumbis <img src='http://www.memedecarbono.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8230;</p>
<p>Além e muito acima do problema da facilidade para criar novas redes sociais offline (seja mudando de boate, academia de ginástica ou perfil no Orkut) está o medo patológico que temos uns dos outros.</p>
<p>Em uma cidade com seis milhões de habitantes não há somente uma infinidade de possibilidades para formar novos grupos sociais, há uma infinidade de rostos por quem não temos a menor empatia e, pior, podem ser assaltantes, psicopatas ou somente vizinhos chatos que colocam as caixas de som na janela nos obrigando a ouvir músicas que odiamos.</p>
<p>Tudo isso alimenta justamente a anti-patia e vamos nos sentindo cada vez mais afogados em um mundo de pessoas diferentes e incompatíveis conosco e com nossos amigos.</p>
<p>Em uma tentativa pouco eficaz corremos para redes sociais online onde tentamos nos cercar de milhares de amigos, contatos ou seguidores. Tudo para achar que não estamos sós, que somos parte de um grupo forte e numeroso.</p>
<p>Esse é o problema. Tem pouco a ver com memética (exceto pelo fato que memeticamente é bem provável que sejamos impelidos a continuar construindo redes de relacionamento cada vez mais extensas) e muito a ver com o nosso crescimento desordenado.</p>
<p>É claro que eu jamais traria um tema tão assustador à baila se não tivesse algumas ideias de como começar a resolvê-los.</p>
<p>A melhor solução é utópica: mudar a organização das cidades para facilitar a formação de grupos de amigos mais coesos, vizinhos.</p>
<p>Felizmente a maioria das utopias pode ser alcançada a pequenos passos e a reestruturação das nossas cidades provavelmente será um processo vital do século XXII (felizmente pretendo viver alguns séculos).</p>
<p>Penso em outras formas de amenizar o paradoxo da empatia formando grupos mais coesos simplesmente pela força da nossa sabedoria: temos que perceber que ter os mesmos amigos por muitos anos é uma parte importante, senão essencial, da nossa saúde mental, física, social e até espiritual.</p>
<p>O grande desafio nesse caso, ao contrário do que surge do fluxo de informação, é coletivo.</p>
<p>Se pretendemos afastar os espectros da depressão e ter uma vida mais saudável devemos começar a conversar sobre isso com os amigos e escolher aqueles que estão dispostos a seguir a mesma jornada. E não precisa muitos. Basta quatro ou cinco grandes amigos, afinal na década de 60 aparentemente a média eram 3&#8230;</p>
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		<title>Genes X Memes: Fight</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 04:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[gênese]]></category>
		<category><![CDATA[memética]]></category>
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		<description><![CDATA[Na semana passada fui convidado a apresentar uma aula de 4h para a sexta turma de Gestão Estratégica de Marketing Digital da Facha e decidi fazer com eles uma viagem em busca da gênese da nossa consciência, afinal, embora já &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/consciencia/genes-x-memes-fight/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada fui convidado a apresentar uma aula de 4h para a sexta turma de <a title="Site do curso" href="http://www.igec.com.br/index.php/Cursos/pos-graduacao-marketing-digital" target="_blank">Gestão Estratégica de Marketing Digital da Facha</a> e decidi fazer com eles uma viagem em busca da gênese da nossa consciência, afinal, embora já saibamos bem como evoluimos fisicamente, só nos últimos anos estamos começando a juntar psicologia e evolução para desenvolver uma teoria da consciência e esse blog trata principalmente disso.</p>
<p>Considero que o marketing terá um papel importante na transição da sociedade do consumo para a cultura do conhecimento, nem que seja por imposição da natureza da nossa consciência.</p>
<p>Ainda consegurei parar um tempo para falar da <a title="Post sobre o desafio de explicar a memética em 5min" href="http://www.memedecarbono.com.br/apresentacoes/desvendando-a-alma-humana-em-cinco-minutos-desafio/" target="_self">alma humana em 5 minutos</a>, mas ainda não será agora, o que pretendo nesse post é compartilhar a conclusão a que chegamos ao fim das 4 horas.</p>
<p>A nossa consciência é um dos maiores diferenciais entre nós e os demais animais. Talvez todos os outros animais venham a desenvolver formas de consciência semelhantes à nossa se lhes dermos tempo (ou observarmos com a mente aberta).</p>
<p>Assim como a matéria em nosso universo parece ter a propriedade de se organizar em formas cada vez mais complexas o pensamento parece naturalmente se tornar cada vez mais consciente.</p>
<p>Todos nós somos fortemente controlados pelos nossos instintos programados para nos tornar perfeitas máquinas de genes garantindo-lhes um ambiente para se duplicar e multiplicar sofrendo pequenas mutações e transmitindo sua hereditariedade.</p>
<p>Isso vale para todos os animais.</p>
<p>No entanto, conforme nossa consciência se tornou cada vez mais complexa outra influência passou a nos conduzir, a ponto de fazermos algumas coisas que são contrárias aos &#8220;interesses&#8221; dos genes.</p>
<p>Da mesma forma que evoluímos justamente por ser boas máquinas de genes, nos tornamos conscientes por sermos boas máquinas para processar dados e informações transformando-os em memes (pequenas unidades culturais ou comportamentais).</p>
<p>No entanto, ao contrário dos genes que precisam de um ciclo reprodutório inteiro para se reproduzir (cerca de 12 anos nos humanos) os memes são intangíveis e podem ser copiados e modificados em razões exponenciais.</p>
<p>Estamos assistindo um torneio entre memes e genes e o ganhador usará a máquina humana para os seus fins, ou seja, para garantir sua hereditariedade, se reproduzirem e modificarem.</p>
<p>Felizmente ou infelizmente tudo indica que os memes vencerão, a questão é: o que isso significa para o marketing?</p>
<p>Sim, essa é a questão, não estou sendo fútil. Nossa sociedade é manipulada pelo medo e pelo desejo para direcionar suas energias para o consumo. O marketing está no centro da nossa civilização assim como os deuses faraós, a nobreza, a Igreja, o Estado e a Corporação estiveram  um dia.</p>
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		<title>A política nas redes sociais online</title>
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		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/politica/a-politica-nas-redes-sociais-online/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 02:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[presidenciáveis]]></category>
		<category><![CDATA[sufrágio]]></category>
		<category><![CDATA[voto]]></category>

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		<description><![CDATA[Até o momento a impressão é que os políticos brasileiros tem duas questões em mente: Como imitar o Obama Como manipular essas pessoas online Como sempre diz Gil Giardelli: Não dá para explorar novas terras com velhos mapas. Ao observar &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/memesfera/politica/a-politica-nas-redes-sociais-online/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o momento a impressão é que os políticos brasileiros tem duas questões em mente:</p>
<ul>
<li>Como imitar o Obama</li>
<li><a title="Post sobre manipulação" href="http://www.memedecarbono.com.br/humanismo/consciencia/como-manipular-pessoas-na-internet/" target="_self">Como manipular essas pessoas online</a></li>
</ul>
<p>Como sempre diz <a title="Gil Giardelli é um estudioso da nova sociedade digital" href="http://www.gilgiardelli.com.br" target="_blank">Gil Giardelli</a>: Não dá para explorar novas terras com velhos mapas.</p>
<p>Ao observar os contatos dos políticos com as ditas pessoas da Internet (ou Internautas) e suas estratégias para agradá-las é inevitável pensar nos velhos mapas que serviam para lidar com massas sem rosto.</p>
<p>Parece-me que estão todos bem equivocados.</p>
<h3>Em primeiro lugar</h3>
<p>Alguém precisa avisar que não existem pessoas virtuais, não existe um grupo de brasileiros politicamente rotuláveis como &#8220;internautas&#8221; e a Internet não é um fenômeno virtual que acontece em paralelo com o mundo real.</p>
<p>A Internet é um novo passo dado pelo mundo real offline em direção à construção de um espaço real online.</p>
<p>E para que serviria um espaço real online? Simples, para transformar um país de 200 milhões de pessoas em uma vila com 200 habitantes.</p>
<h3>Em segundo lugar</h3>
<p>A Internet existe porque os cidadãos, eleitores ou não, se cansaram de assistir o mundo pela TV e decidiram ser co-criadores da história.</p>
<p>O político moderno deve se esquecer das redes sociais online e perceber que há somente uma rede social de 200 milhões (na verdade sete bilhões, mas essa é uma outra etapa) de indivíduos que estão a 4 graus de separação uns dos outros.</p>
<p>Ao contrário dos tempos em que o mundo se comunicava somente offline hoje uma ideia que atenda aos anseios da maoiria se propaga em horas, não em dias.</p>
<h3>Em terceiro lugar</h3>
<p>Sabe essas estranhas pessoas da Internet que os levam a contratar especialistas em Internautas? Elas não são estranhas, elas são as pessoas como são hoje, com os mesmos desejos e expectativas que as pessoas que não são da Internet (lembrando que a Rede é o que é porque o mundo pré-internet a criou assim).</p>
<p>Sei que isso ficou repetitivo, mas essa é a primeira grande lição a aprender: Vocês não estão lidando com novas pessoas produzidas pela Internet, vocês estão lidando com todas as pessoas que criaram a Internet, mesmo que nem todas essas pessoas realmente usem a Internet.</p>
<p>Isso quer dizer, repetindo mais uma vez, que mesmo a senhora de 80 anos que nunca entrou na Grande Rede espera de você a mesma coisa que o nerd de 13 que entende tudo de iPhone.</p>
<h3>Em quarto lugar</h3>
<p>O que as pessoas querem é muito simples: elas querem ser ouvidas. Elas querem sinceridade. Elas querem seu engajamento pois elas estão muito engajadas com suas vidas e esperam dos políticos que lhes permitam viver em paz sem ter que se desdobrar para consertar o que os políticos quebraram ou deixaram de consertar.</p>
<p>Ao subir no palanque não faça promessas, não se coloque acima do mundo. Ao subir no palanque sua mensagem clara deve ser:</p>
<p>&#8220;Eu terei o pulso forte para tomar as decisões necessárias sozinho quando as circunstâncias não permitirem consultar vocês, mas sempre que possível o meu governo será o governo da voz do povo, da sua voz, pois sejamos ricos ou pobres, brasileiros do norte, nordeste, sudeste, centro-oeste ou mesmo morando fora do Brasil, todos queremos as mesmas coisas: prosperidade, paz, o direito de se divertir sem medos ou preconceitos, voltar a ser o povo pacífico, hospitaleiro e coerente que já fomos&#8221;.</p>
<h3>Em quinto lugar</h3>
<p>Desista de tentar parecer ser ateu, religioso, humanista, comunista, ecologista, capitalista, gay, homofóbico, feminista e sexista!</p>
<p>As novas pessoas estão ligadas umas às outras descobrindo que as diferenças de credo, cultura e filosofia não são diferenças, mas facetas de uma jóia rara que, se respeitada, faz da humanidade um belo espetáculo de nuances e cores.</p>
<p>As novas pessoas estão percebendo que suas crenças, cultura e filosofia são princípios pessoais que devem ser aplicados a elas mesmas e jamais impostos ou mesmo sugeridos aos outros.</p>
<p>Você, político, pode crer no que quiser, ter preconceito contra o que precisar (embora isso seja mesmo um desvio muito doentio), mas seu papel é deixar claro (e ser sincero nisso) para aqueles que votarão em você que você serve aos interesses da inteligência coletiva desse país e, como presidente, do restante do planeta.</p>
<p>A mensagem que você deveria dar é que não importam suas convicções pessoais, elas servem para você e para os seus amigos. Como político você defende os interesses de todo cidadão desde que ele não invada os direitos dos outros, mesmo que isso implique em estruturas familiares que você não consegue aceitar ou na decisão de abortar um filho.</p>
<h3>Em sexto lugar</h3>
<p>Se há uma dica simples que possa sintetizar tudo que eu disse&#8230; Na verdade há duas:</p>
<ol>
<li>Você está em uma praça pública e todos os eleitores do Brasil estão a no máximo 10 metros de você: o mundo virou uma vila, tenha isso sempre em mente</li>
<li>Se você não é naturalmente capaz de ver as diferenças como uma forma de riqueza social e cultural e se sente superior aos outros desista da política.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Como o compartilhamento de música no Youtube pode reaviver o sucesso</title>
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		<comments>http://www.memedecarbono.com.br/cultura/musica/como-o-compartilhamento-de-musica-no-youtube-pode-reaviver-o-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 22:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciberespaço]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[direitos autorais]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[A luta dos donos da propriedade intelectual de vídeos e músicas contra a disseminação do seu conteúdo sem o seu controle leva o Youtube a comparar 100 anos de vídeo todo dia para aplicar a eles os critérios de proteção &#8230; <a href="http://www.memedecarbono.com.br/cultura/musica/como-o-compartilhamento-de-musica-no-youtube-pode-reaviver-o-sucesso/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A luta dos donos da propriedade intelectual de vídeos e músicas contra a disseminação do seu conteúdo sem o seu controle leva o Youtube a comparar 100 anos de vídeo todo dia para aplicar a eles os critérios de proteção que cada empresa define (e esses critérios variam de país para país).</p>
<p>Imagine esse esforço de processamento sendo usado para desenvolver a cura do câncer por exemplo, mas esse é outro assunto.</p>
<p>A questão é: será que impedir a publicação de um vídeo que usa a sua música ou trechos de filme que lhe pertencem proteje seus lucros?</p>
<p>Muitos, incluindo eu, acredital que é justamente o contrário. Ao impedir o compartilhamento da cultura a empresa se atira ao limbo.</p>
<p>O vídeo abaixo mostra um exemplo interessantíssimo de como um vídeo levou uma música com 18 meses de &#8220;idade&#8221; para o quarto lugar na maior loja de músicas do mundo (o iTunes):<br />
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<p>São menos de seis minutos, mas se você estiver com pressa a história é simplesmente a seguinte: Um casal fez sua entrada na igreja com todos os padrinhos e madrinhas dançando ao som de uma música da Sony, mandaram para o Youtube e foram para a lua de mel. Quando voltaram o vídeo já estava com mais de 40 milhões de visualizações e por conta disso as pessoas ficaram com vontade de comprar a música.</p>
<p>Aliás, vale a pena rever o vídeo da entrada de casamento mais feliz da história:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/g8DCt3Lmi28" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/g8DCt3Lmi28"></embed></object></p>
<p>Para o nativo da Internet (ou quem migrou para ela como quem se instala em um novo país) não é necessário dizer mais nada, mas para as empresas que ainda olham os internautas sem perceber que estão olhando para pessoas na rua vale a pena dizer mais.</p>
<p>Essas empresas não percebem que impedir o uso da cultura que elas acreditam ser delas é o mesmo que colocar agentes nas ruas para multar quem assoviar sua música por exemplo.</p>
<p>Quando uma pessoa faz um vídeo combinando trechos de filmes e desenhos ela está abraçando o seu produto e divulgando-o.</p>
<p>Mesmo que obtenha lucro com isso ela está divulgando seu produto gratuitamente.</p>
<p>Ao remixá-lo ela o está reavivando e muitas vezes ressussitando algo que permaneceria no esquecimento.</p>
<p>Tenho certeza que os que se consideram donos de algum produto cultural ganhariam muito mais monitorando as formas como eles são usados do que restringindo seu uso.</p>
<p>Falta agora as empresas entenderem isso.</p>
<p>Em tempo&#8230;</p>
<p>E quando são as empresas que copiam a cultura popular?</p>
<p>O casamento mais acima copiado pelo The Office:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fX7iwwB9zQ4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/fX7iwwB9zQ4"></embed></object></p>
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