<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866</atom:id><lastBuildDate>Sun, 01 Nov 2026 14:46:08 +0000</lastBuildDate><category>UNÇÃO</category><category>BATISMO</category><category>BATISMO NO ESPÍRITO</category><category>DANÇA</category><category>DANÇA NA IGREJA</category><category>DANÇA NO ESPÍRITO</category><category>ESPÍRITO</category><category>SALMO</category><title>MENSAGENS EVANGÉLICAS E ESTUDOS BIBLICOS</title><description>Mensagens evangélicas, estudos biblicos, salmos, palavra de Deus, louvor, e tudo para abençoar a sua vida!</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Unknown)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>363</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-3010826118881341969</guid><pubDate>Mon, 02 Aug 2010 21:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-18T15:40:18.640-07:00</atom:updated><title>Seja bem vindo em nome de Jesus!</title><description>&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; João; Capítulo 1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.&lt;br /&gt;2 Ele estava no princípio com Deus.&lt;br /&gt;3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.&lt;br /&gt;4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.&lt;br /&gt;5 E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.&lt;br /&gt;6 Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.&lt;br /&gt;7 Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.&lt;br /&gt;8 Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz.&lt;br /&gt;9 Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.&lt;br /&gt;10 Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu.&lt;br /&gt;11 Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.&lt;br /&gt;12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;&lt;br /&gt;13 Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.&lt;br /&gt;14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.&lt;br /&gt;15 João testificou dele, e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: O que vem após mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu.&lt;br /&gt;16 E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça.&lt;br /&gt;17 Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.&lt;br /&gt;18 Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.&lt;br /&gt;19 E este é o testemunho de João, quando os judeus mandaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para que lhe perguntassem: Quem és tu?&lt;br /&gt;20 E confessou, e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo.&lt;br /&gt;21 E perguntaram-lhe: Então quê? És tu Elias? E disse: Não sou. És tu profeta? E respondeu: Não.&lt;br /&gt;22 Disseram-lhe pois: Quem és? para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes de ti mesmo?&lt;br /&gt;23 Disse: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.&lt;br /&gt;24 E os que tinham sido enviados eram dos fariseus.&lt;br /&gt;25 E perguntaram-lhe, e disseram-lhe: Por que batizas, pois, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?&lt;br /&gt;26 João respondeu-lhes, dizendo: Eu batizo com água; mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis.&lt;br /&gt;27 Este é aquele que vem após mim, que é antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar a correia da alparca.&lt;br /&gt;28 Estas coisas aconteceram em Betânia, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando.&lt;br /&gt;29 No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.&lt;br /&gt;30 Este é aquele do qual eu disse: Após mim vem um homem que é antes de mim, porque foi primeiro do que eu.&lt;br /&gt;31 E eu não o conhecia; mas, para que ele fosse manifestado a Israel, vim eu, por isso, batizando com água.&lt;br /&gt;32 E João testificou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele.&lt;br /&gt;33 E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo.&lt;br /&gt;34 E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de Deus.&lt;br /&gt;35 No dia seguinte João estava outra vez ali, e dois dos seus discípulos;&lt;br /&gt;36 E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus.&lt;br /&gt;37 E os dois discípulos ouviram-no dizer isto, e seguiram a Jesus.&lt;br /&gt;38 E Jesus, voltando-se e vendo que eles o seguiam, disse-lhes: Que buscais? E eles disseram: Rabi (que, traduzido, quer dizer Mestre), onde moras?&lt;br /&gt;39 Ele lhes disse: Vinde, e vede. Foram, e viram onde morava, e ficaram com ele aquele dia; e era já quase a hora décima.&lt;br /&gt;40 Era André, irmão de Simão Pedro, um dos dois que ouviram aquilo de João, e o haviam seguido.&lt;br /&gt;41 Este achou primeiro a seu irmão Simão, e disse-lhe: Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo).&lt;br /&gt;42 E levou-o a Jesus. E, olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, filho de Jonas; tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro).&lt;br /&gt;43 No dia seguinte quis Jesus ir à Galiléia, e achou a Filipe, e disse-lhe: Segue-me.&lt;br /&gt;44 E Filipe era de Betsaida, cidade de André e de Pedro.&lt;br /&gt;45 Filipe achou Natanael, e disse-lhe: Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José.&lt;br /&gt;46 Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse-lhe Filipe: Vem, e vê.&lt;br /&gt;47 Jesus viu Natanael vir ter com ele, e disse dele: Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo.&lt;br /&gt;48 Disse-lhe Natanael: De onde me conheces tu? Jesus respondeu, e disse-lhe: Antes que Filipe te chamasse, te vi eu, estando tu debaixo da figueira.&lt;br /&gt;49 Natanael respondeu, e disse-lhe: Rabi, tu és o Filho de Deus; tu és o Rei de Israel.&lt;br /&gt;50 Jesus respondeu, e disse-lhe: Porque te disse: Vi-te debaixo da figueira, crês? Coisas maiores do que estas verás.&lt;br /&gt;51 E disse-lhe: Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;http://www.nanomedicina.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot; href=&quot;http://www.nanomedicina.com.br/&quot;&gt;NanoMedicina&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot; href=&quot;http://www.nanotecnologias.com.br&quot;&gt;Nanotecnologia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;http://www.nanotecnologias.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2007/07/ndice-de-estudos-poeams-e-salmos-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-7885193883564117462</guid><pubDate>Mon, 02 Aug 2010 21:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-08-22T17:22:02.384-07:00</atom:updated><title>Criados segundo Deus para a santidade</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipxkqfRwWX0SipxLum4oF3seQatLIDVkQhgmqakPvYLqP_XGmbwIqh4-aqPNZnbr0OUhM5ZBs6oweCmlHWXd9JKvvw-cj4-MBLld31kc-dlwhQl1tQMeXBPSPg8IwqWIs0C-KDYq_XM2I/s1600-h/B%C3%83%C2%8DBLIA+2.jpg&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5091726395382621106&quot; style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipxkqfRwWX0SipxLum4oF3seQatLIDVkQhgmqakPvYLqP_XGmbwIqh4-aqPNZnbr0OUhM5ZBs6oweCmlHWXd9JKvvw-cj4-MBLld31kc-dlwhQl1tQMeXBPSPg8IwqWIs0C-KDYq_XM2I/s200/B%C3%8DBLIA+2.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h3&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;&quot;E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade&quot;. Ef. 4.24 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Definindo a palavra santificação: Significa &quot;tornar santo&quot;; &quot;consagrar&quot;; &quot;separar do mundo&quot; e &quot;apartar-se do pecado&quot;, a fim de termos ampla comunhão com Deus e servi-lo com alegria. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Muitas pessoas que se dizem regeneradas por Deus não dão bom testemunho quando estão distantes da igreja e dos membros que a compõe. Tais pessoas enganam a si mesmas e não experimentaram a verdadeira regeneração através da lavagem da água pela palavra de Deus que purifica o homem de todo o pecado tornando-o apto a salvação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;&quot;Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo&quot;. Tt. 3.5 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;&quot;Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra&quot;. Ef. 52.26 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Somos criados segundo Deus para a santidade. No antigo testamento o sacerdote deveria levar sobre a sua mitra na sua testa uma lamina de ouro puro com os seguintes dizeres: &quot;santidade ao Senhor&quot; (ou Santo ao Senhor). Ex. 28.36 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Ser santo ao Senhor é um privilegio que todo salvo deve experimentar &quot;Porque esta escrito: Sede santos, porque eu sou santo&quot;. I Pe 1.16 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Não nos santificamos a Deus porque estamos em busca de algo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Mas nos santificamos a Deus porque Dele temos recebido tudo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. Rm 11.36&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Daniel um exemplo de Santidade ao Senhor - Daniel capitulo 01 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Muito diferente de Esaú que trocou a sua primogenitura por um prato de sopa (Gn 25.34) e de Sansão que se contaminou ao se aproximar de um cadáver o que era contra seu voto de Nazireu (Jz 14.8; Nm 6.6). Daniel quando convocado a comparecer diante de Nabucodonosor propôs no seu coração alguns objetivos: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;1. Não se contaminar com a porção das iguarias do rei.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Propôs em seu coração rejeitar o manjar apetitoso; o prato delicado e delicioso; a boa comida do rei. Davi sabia que esta iguaria seria motivo de escárnio, zombaria e dito picante por parte daqueles que sabiam ser ele temente a Deus. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:red;&quot;&gt;2. Não se contaminar com o vinho que o rei bebia.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;O Vinho e a bebida forte são os grandes causadores de distúrbios, inimizades e conflitos na família e na sociedade. O homem que adota tal procedimento torna-se geralmente motivo de zombaria e gracejos. Noe ao beber mostrou sua nudez (Gn 09); Ló teve relações ilícitas (Gn 19). O homem que procura o vinho diz a palavra &quot;erra no seu caminho, nunca será sábio&quot;. Pv. 20.1 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;&quot;Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne&quot; Pv. 23.20 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Daniel sendo sábio manteve-se em dieta, alimentou-se daquilo que podia preservar sua saúde e seu testemunho pessoal. Ao fim de sua dieta Daniel e seus amigos mostram as seguintes qualidades: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol style=&quot;font-weight: bold; margin-bottom: 0cm;&quot; type=&quot;1&quot;&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Mais gordo de carne que todos os jovens que comiam das iguarias do Rei (15). &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria (17). &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Dez vezes mais doutos do que todos os magos astrólogos que havia em todo o reino (20). &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Em sua vida há evidencias de sua santidade ao Senhor? Você pode disser como Jó disse? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Ouvindo-me algum ouvido, me tinha por bem-aventurado; vendo-me algum olho, dava testemunho de mim; Jó 29.11. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Os filhos do Sacerdote Eli e a falta de Santidade ao Senhor &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol style=&quot;font-weight: bold; margin-bottom: 0cm;&quot; type=&quot;1&quot;&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Não conheciam ao Senhor, mesmo tendo sido criados no templo (I Sm 2.12). &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Comiam a carne do sacrifício (I Sm 2.13-17) &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Deitavam com as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da Congregação (I Sm 2.22) &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Conseqüências da falta de Santidade ao Senhor &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol style=&quot;font-weight: bold; margin-bottom: 0cm;&quot; type=&quot;1&quot;&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Os filhos de Eli morreram nas mãos dos filisteus na tomada da Arca de Deus (I Sm 4.11) &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;O Sacerdote Eli por não ter corrigido os mesmos teve uma triste morte. Ao ouvir a noticia que a arca de Deus havia sido tomada, Eli caiu da cadeira para trás e quebrou o pescoço e morreu, porquanto o homem era velho e pesado. (I Sm 4.18). &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;A nora do sacerdote Eli estava grávida e ao ouvir estas noticias deu a luz e morreu (I Sm 4.19-22) &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Todo homem que comete pecado morre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Ez. 18.20 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Rm. 6.23 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;A natureza do novo homem e o porque essa natureza nova é santa &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade. Ef. 4.24 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;A bíblia diz que o homem natural está morto em delitos e pecados. Mas a ação de Deus inverte este quadro, pois Ele nos da vida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Através desta vida a qual chamamos de novo nascimento que nos é concedido pelo Espírito de Deus (Jo 3.5,6, 8). O novo homem apresenta algumas qualidades em sua natureza. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Adquire uma semelhança com Deus (Ef. 4.24) e com Cristo (Rm 8.29; II Co 3.18); adquire também conhecimento de Deus (Cl 3.10); ódio ao pecado (I Jo 3.9; 5.18) e vitória sobre o mundo (I Jo 5.4), além de demonstrar fé em Cristo (I Jo 5.1), retidão (I Jo 2.29) e amor fraternal. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Esta nova natureza é santa porque é uma obra exclusiva de Deus no homem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Somos gerados de novo pela Palavra de Deus. I Pe 1.23&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;A regeneração &quot;novo nascimento&quot; é um ato divino e decisivo, o qual provoca efeitos profundos e permanentes na vida do individuo (I Jo 1.9; 3.9; 4.7; 5.1,14, 18), que alteram seu comportamento embora sem modificar sua personalidade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;A pessoa é a mesma, porém, diferentemente controlada. Antes era controlada pelo pecado, agora controlada por Cristo. Antes fazíamos a vontade da carne e dos pensamentos (Ef. 2.3), mas agora andamos nas obras preparadas por Cristo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Existe um comportamento próprio do novo homem &quot;dos regenerados&quot; (I Co 6.11) – eles procuram desenvolver a vida cristã para o inteiro agrado de Deus, como nova criatura. A religiosidade formal não tem poder de conduzir o homem a Deus, apenas o ser uma nova criatura &quot;novo homem, criado segundo Deus&quot;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;O novo homem é santo não por obrigação e sim por prazer em crescer rumo a Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;O salmista Davi declara o seu espontâneo prazer na lei do Senhor. &quot;Deleito-me (agrado-me) em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt; &lt;/span&gt;lei está dentro do meu coração&quot;. Sl 40.8 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Conclusão &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Seja santo ao Senhor. Busque em sua vida viver a verdadeira regeneração que somente é possível através de Cristo. Santifique a Deus seus pensamentos (1); olhos (2); corpo (3); coração e mente (4). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;sup&gt;1.&lt;/sup&gt; Pensamentos: Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. Mt. 5.28 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;. Seus olhos: A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Mt. 6.22 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;sup&gt;3.&lt;/sup&gt; Corpo: Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo. I Co 6.13 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;. Coração e Mente: E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Fp 4.7 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Somente mediante a graça redentora de Deus é que alguém pode viver uma vida &quot;sem ofensa, tanto para com Deus como para os homens&quot; At. 24.16. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;A verdadeira santificação requer que o salvo mantenha profunda comunhão com Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Sérgio Francisco&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h5 style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Bibliografia &lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;&quot;  &gt;Chamada – Bíblia On Line – Concordância Bíblica Exaustiva e Leitura Bíblica&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://vigiandoeorando.blogspot.com/&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgur3u2SUiuRTvW7Qqc258T5npFgQE8i5HcbMBvSYcuyvEbrFsZJCwGAeql_ZgYAR6qScKjx9dNiWIdSvwdxDMV8BHrhJdGP0dMdOmuMgOTq_2VN9c5oxFrHHRcANsnxPFOzIW_1LmI4N8/s320/Voltar.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5101676536963741842&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2007/07/criados-segundo-deus-para-santidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipxkqfRwWX0SipxLum4oF3seQatLIDVkQhgmqakPvYLqP_XGmbwIqh4-aqPNZnbr0OUhM5ZBs6oweCmlHWXd9JKvvw-cj4-MBLld31kc-dlwhQl1tQMeXBPSPg8IwqWIs0C-KDYq_XM2I/s72-c/B%C3%8DBLIA+2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-1746078339755194407</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 20:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-23T13:01:03.559-07:00</atom:updated><title>Estética e Cosmética</title><description>&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tratamentos para o corpo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;  &lt;table class=&quot;tablelist&quot;&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    1  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=174:higiene-corporal-e-os-objetivos-da-massagem&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Higiene corporal e os objetivos da massagem&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    2  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=171:protocolos-pos-operatorio&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Protocolos - Pós operatório&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt; 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     Protocolo - Redução de medidas&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    6  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=167:tratamento-para-gordura-localizada&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Tratamento para Gordura Localizada&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    7  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=166:protocolos-celulite&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Protocolos - Celulite&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt; 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     Shiatsu para os pes e pernas&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    11  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=120:corrente-russa-flacidez-de-gluteo&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      CORRENTE RUSSA - Flacidez de glúteo&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    12  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=119:tipos-de-mascara&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Tipos de Máscara&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt; 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     Massagem Modeladora&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    16  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=101:manobras-e-acao-da-massagem-estetica&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Manobras e Ação da  Massagem  Estética&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    17  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=97:termoterapia&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Termoterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt; 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     MassagemTurbinada&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    26  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=67:manthus&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Manthus&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    27  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=64:drenagem-linfatica&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Drenagem Linfática&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tratamentos para a Face:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;table class=&quot;tablelist&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    1  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=183:rejuvenescimento-de-face-colo-e-pescoco&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Rejuvenescimento de Face, Colo e Pescoço&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    2  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=176:sequencia-basica-de-tratamento-facial&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Sequencia básica de tratamento facial&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt; 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     Higienização profunda facial&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    6  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=128:gommage-energizante-com-damiana-2007&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Gommage Energizante com Damiana 2007&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    7  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=126:massagem-reestruturadora-facial&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Massagem Reestruturadora Facial&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt; 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     Depilação com linha&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    11  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=95:microcorrente&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Microcorrente&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    12  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=94:eletrolise&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Eletrólise&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    13  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt; 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     Ionização&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    16  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=77:vinoterapia&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Vinoterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    17  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=76:maquiagem-definitiva&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Maquiagem Definitiva&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    18  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt; 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     Limpeza de Pele&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tratamentos Alternativos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;table class=&quot;tablelist&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    1  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=115:argila-branca-com-camomila&amp;amp;catid=45:alternativos&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Argila branca com camomila&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    2  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=114:argiloetearpia&amp;amp;catid=45:alternativos&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      argiloterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    3  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=112:cromoterapia&amp;amp;catid=45:alternativos&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Cromoterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    4  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=98:aromaterapia&amp;amp;catid=45:alternativos&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Aromaterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    5  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=90:auriculoterapia&amp;amp;catid=45:alternativos&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Auriculoterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;&quot;Especialista em tratamentos de beleza e saúde (limpeza de pele,  maquiagem, pré e pós-operatórios, tratamentos para queimados etc)&quot;&lt;br /&gt;Fonte:   Dicionário Michaelis&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é ser esteticista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É  o profissional de estética e responsável por cuidar da saúde do corpo e  da pele, voltando-se para o bem-estar físico, estético e mental das  pessoas. Caracterizadas por lidar com mulheres ou homens, esteticistas  se preocupam com limpeza da pele do rosto e do corpo, dos cabelos, pêlos  em geral e das unhas, por meio de esfoliação, hidratação, nutrição e  correção de pequenas imperfeições. Esse profissional pode se  especializar e atuar em diversas áreas diferentes.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quais as características necessárias para ser esteticista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma  esteticista deve ter plena consciência da importância que tem para seus  pacientes, já que a beleza, para muitos, é sinal de bem-estar consigo  mesmo. Por isso, antes de qualquer coisa, é necessário que o  profissional tenha gosto pelo que faz, e conhecimentos científicos e  anatômicos do corpo humano. Além de noções de cosmetologia e princípios  ativos de cada cosmético.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características desejáveis:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * responsabilidade&lt;br /&gt; * atualização constante de novas tecnologias e  métodos através de especializações&lt;br /&gt; * boa comunicação&lt;br /&gt; * boa  aparência&lt;br /&gt; * boa coordenação motora&lt;br /&gt; * boa disposição física&lt;br /&gt; *  boa saúde&lt;br /&gt; * boa visão&lt;br /&gt; * autocontrole&lt;br /&gt; * atenção a detalhes&lt;br /&gt;  * agilidade&lt;br /&gt; * flexibilidade&lt;br /&gt; * ética profissional&lt;br /&gt; *  concentração&lt;br /&gt; * postura profissional&lt;br /&gt; * desejo de ajudar&lt;br /&gt; *  disciplina&lt;br /&gt; * habilidade manual&lt;br /&gt; * interesse pelo corpo humano&lt;br /&gt;  * método&lt;br /&gt; * paciência&lt;br /&gt; * perfeccionismo&lt;br /&gt; * noção de tendências  da moda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual a formação necessária para ser esteticista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para  atuar na carreira de estética, é necessário fazer cursos técnicos,  tecnólogos, ou superiores oferecidos e reconhecidos pelo MEC. Existe o  curso técnico de graduação, com 1920 horas em média e duração de 2 anos.  Esses cursos oferecem matérias que envolvem a estética, voltados  especificamente para essa área, como a anatomia, bioética, cosmetologia,  economia e administração, biologia, química, nutrição, psicologia e  marketing.&lt;br /&gt;Por ser uma profissão regulamentada, é exigido a carteira  de trabalho pela CLT.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Principais atividades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro  da clínica de estética, ou do salão de beleza, a esteticista terá as  mais diversas atividades. Dependendo de sua especialidade, as atividades  serão diferentes, as principais são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; * limpeza de pele do rosto  e do corpo a serem tratados&lt;br /&gt; * elaboração de cronograma do paciente,  para que possa ser acompanhado em todas as sessões&lt;br /&gt; * aplicar os  procedimentos estéticos de maneira a recuperar e manter a saúde do  corpo, cabelo e/ ou rosto.&lt;br /&gt; * selecionar, indicar e aplicar  cosméticos e produtos de tecnologia avançada de acordo com a preferência  e/ou necessidade do paciente.&lt;br /&gt; * cuidar corretamente das infecções e  doenças dermatológicas possíveis da pele, sempre com acompanhamento  médico, ou autorização por escrito (de acordo com a necessidade de cada  paciente).&lt;br /&gt; * ter conhecimento dos instrumentos, materiais e produtos  mais recentes a serem comprados e utilizados.&lt;br /&gt; * procurar saber  sempre a eficácia e contra-indicações dos produtos, tratamentos e  equipamentos que são utilizados e realizados.&lt;br /&gt; * reunir-se com outros  profissionais da área de saúde para elaborar programas de saúde  preventiva, curativa e reabilitadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Áreas de atuação e  especialidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma esteticista pode trabalhar como  autônoma, abrir um salão de estética e beleza ou trabalhar em salões de  beleza, spa e academias. As esteticistas podem atuar nas mais variadas  áreas dentro da profissão. Isso depende do local de trabalho e da  preferência da profissional, porém, é necessário que se conheçam todas  as técnicas. As especialidades da estética são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; * hidratação do  rosto e do corpo&lt;br /&gt; * limpeza de pele&lt;br /&gt; * peelings&lt;br /&gt; * terapia  capilar&lt;br /&gt; * terapia nos pés&lt;br /&gt; * massagem estética de levantamento  dos glúteos (massofilaxia)&lt;br /&gt; * massagem anti-estress&lt;br /&gt; * crioterapia  (bandagem terapêutica fria de relaxamento, tratamento de perda de  medidas)&lt;br /&gt; * termoterapia ( bandagem terapêutica quente de  relaxamento, tratamento para retenção de líquido e perda medidas)&lt;br /&gt; *  depilação (com cera descartável quente ou fria, e roll on)&lt;br /&gt; *  tratamento de gordura localizada&lt;br /&gt; * tratamento de celulite, flacidez e  mamas&lt;br /&gt; * tratamento de rejuvenescimento e rugas&lt;br /&gt; * tratamento de  acne inflamatória&lt;br /&gt; * tratamento de manchas, clareador e anti-sinais&lt;br /&gt;  * lifting manual (hiper-nutrição, restauração e re-hidratação)&lt;br /&gt; *  drenagem linfática (do rosto e do corpo)&lt;br /&gt; * drenagem linfática pré e  pós-operatória&lt;br /&gt; * tratamentos estéticos para queimados  (reestruturação da pele)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercado de trabalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para  uma profissional de estética, o mercado de trabalho está em constante  crescimento. A moda dita, hoje, que a saúde e a beleza são fundamentais  para o bem-estar pessoal, e, portanto, cada vez mais as pessoas procuram  se tratar com essas especialistas. Além disso, o consumidor exige ser  tratado por quem entenda do assunto profissionalmente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curiosidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  origem da palavra &quot;estética&quot; vem do grego, aisthésis, de percepção e  sensação. Para a época, a estética era a filosofia que estudava a  capacidade das coisas de serem belas e da reação do homem diante dessas  belezas (arte no geral - pintura, literatura, escultura, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com  Aristóteles, Platão e Plotino, a estética passou a ser estudada  juntamente com a lógica e a ética, integrando os conceitos de que o bom,  o belo e o verdadeiro formavam uma unidade (a essência do belo só seria  alcançada identificando-a com o que é bom, levando em conta  determinados valores morais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os tempos mais remotos da  existência do ser humano, o conceito de beleza associado à estética  existe. Os povos primitivos de todos os lugares do mundo pintavam o  corpo e o rosto em ocasiões de celebração, de modo que ficassem mais  &quot;bonitos&quot; ou &quot;atraentes&quot;, dependendo da festa realizada. Além disso,  suas esculturas e pirâmides são monumentos históricos de grande beleza e  grandiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os egípcios são outra prova de que a estética não  se resignava somente nas pinturas corporais, mas nas artes também. As  pirâmides e os templos criados na época serviam não somente de mausoléus  para os faraós, como também de embelezamento das paisagens do deserto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  estética foi levada adiante em todos os cantos do globo terrestre como  uma forma de expressão de arte, mesmo na época em que a beleza não era  fundamental (período Bizantino, na Idade Média) e forma de ornamentos de  rituais de beleza, que foram evoluindo para o que conhecemos hoje como  moda e estética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/&quot;&gt;www.esteticistas.net.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/06/estetica-e-cosmetica.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-2612874811783908389</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 19:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-23T13:00:15.211-07:00</atom:updated><title>Esteticistas</title><description>&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tratamentos para o corpo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;  &lt;table class=&quot;tablelist&quot;&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    1  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=174:higiene-corporal-e-os-objetivos-da-massagem&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Higiene corporal e os objetivos da massagem&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    2  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=171:protocolos-pos-operatorio&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Protocolos - Pós operatório&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt; 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     Protocolo - Redução de medidas&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    6  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=167:tratamento-para-gordura-localizada&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Tratamento para Gordura Localizada&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    7  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=166:protocolos-celulite&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Protocolos - Celulite&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt; 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     Shiatsu para os pes e pernas&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    11  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=120:corrente-russa-flacidez-de-gluteo&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      CORRENTE RUSSA - Flacidez de glúteo&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    12  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=119:tipos-de-mascara&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Tipos de Máscara&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt; 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     MassagemTurbinada&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    26  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=67:manthus&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Manthus&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    27  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=64:drenagem-linfatica&amp;amp;catid=41:tratamentos-para-o-corpo&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Drenagem Linfática&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tratamentos para a Face:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; 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     Higienização profunda facial&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    6  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=128:gommage-energizante-com-damiana-2007&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Gommage Energizante com Damiana 2007&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    7  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=126:massagem-reestruturadora-facial&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Massagem Reestruturadora Facial&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt; 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     Depilação com linha&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    11  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=95:microcorrente&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Microcorrente&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    12  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=94:eletrolise&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Eletrólise&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    13  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt; 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     Ionização&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    16  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=77:vinoterapia&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Vinoterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    17  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=76:maquiagem-definitiva&amp;amp;catid=40:tratamentos-para-face&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Maquiagem Definitiva&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    18  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt; 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     Limpeza de Pele&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tratamentos Alternativos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;table class=&quot;tablelist&quot;&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    1  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=115:argila-branca-com-camomila&amp;amp;catid=45:alternativos&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Argila branca com camomila&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    2  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=114:argiloetearpia&amp;amp;catid=45:alternativos&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      argiloterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    3  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=112:cromoterapia&amp;amp;catid=45:alternativos&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Cromoterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry2&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    4  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=98:aromaterapia&amp;amp;catid=45:alternativos&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Aromaterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=&quot;sectiontableentry1&quot;&gt;&lt;td headers=&quot;count&quot;&gt;    5  &lt;/td&gt;&lt;td headers=&quot;tableOrdering&quot;&gt;        &lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=90:auriculoterapia&amp;amp;catid=45:alternativos&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;      Auriculoterapia&lt;/a&gt;       &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/&quot;&gt;www.esteticistas.net.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/06/esteticistas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-8982665724676808604</guid><pubDate>Thu, 17 Jun 2010 23:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-17T16:35:33.260-07:00</atom:updated><title>Profissão Esteticista</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeDoGpffeH7l3v59BjuANKxJCta3vGNFVldpY01p8zvNqfWlmNf_BwVPECG40_tf4ISfbnEajvWS9o4Ej4boOx-KPjuznl6pqi1VggJ-nWZ0NgvCFO2Bcq3l4b1Ao3SKtwyP2CUhLy2uI/s1600/esti1.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 173px; height: 111px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeDoGpffeH7l3v59BjuANKxJCta3vGNFVldpY01p8zvNqfWlmNf_BwVPECG40_tf4ISfbnEajvWS9o4Ej4boOx-KPjuznl6pqi1VggJ-nWZ0NgvCFO2Bcq3l4b1Ao3SKtwyP2CUhLy2uI/s400/esti1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5483889342235944130&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&quot;Especialista em tratamentos de beleza e saúde (limpeza de pele,   maquiagem, pré e pós-operatórios, tratamentos para queimados etc)&quot;&lt;br /&gt;Fonte:   Dicionário Michaelis&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é ser esteticista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.esteticistas.net.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Esteticistas OnLine»&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É   o profissional de estética e responsável por cuidar da saúde do corpo e   da pele, voltando-se para o bem-estar físico, estético e mental das   pessoas. Caracterizadas por lidar com mulheres ou homens, esteticistas   se preocupam com limpeza da pele do rosto e do corpo, dos cabelos, pêlos   em geral e das unhas, por meio de esfoliação, hidratação, nutrição e   correção de pequenas imperfeições. Esse profissional pode se   especializar e atuar em diversas áreas diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quais as características necessárias para ser esteticista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma   esteticista deve ter plena consciência da importância que tem para  seus  pacientes, já que a beleza, para muitos, é sinal de bem-estar  consigo  mesmo. Por isso, antes de qualquer coisa, é necessário que o   profissional tenha gosto pelo que faz, e conhecimentos científicos e   anatômicos do corpo humano. Além de noções de cosmetologia e princípios   ativos de cada cosmético.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características desejáveis:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* responsabilidade&lt;br /&gt;* atualização constante de novas tecnologias e   métodos através de especializações&lt;br /&gt;* boa comunicação&lt;br /&gt;* boa   aparência&lt;br /&gt;* boa coordenação motora&lt;br /&gt;* boa disposição física&lt;br /&gt;*   boa saúde&lt;br /&gt;* boa visão&lt;br /&gt;* autocontrole&lt;br /&gt;* atenção a detalhes&lt;br /&gt;* agilidade&lt;br /&gt;* flexibilidade&lt;br /&gt;* ética profissional&lt;br /&gt;*   concentração&lt;br /&gt;* postura profissional&lt;br /&gt;* desejo de ajudar&lt;br /&gt;*   disciplina&lt;br /&gt;* habilidade manual&lt;br /&gt;* interesse pelo corpo humano&lt;br /&gt;* método&lt;br /&gt;* paciência&lt;br /&gt;* perfeccionismo&lt;br /&gt;* noção de tendências   da moda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual a formação necessária para ser  esteticista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para  atuar na carreira de estética, é  necessário fazer cursos técnicos,  tecnólogos, ou superiores oferecidos e  reconhecidos pelo MEC. Existe o  curso técnico de graduação, com 1920  horas em média e duração de 2 anos.  Esses cursos oferecem matérias que  envolvem a estética, voltados  especificamente para essa área, como a  anatomia, bioética, cosmetologia,  economia e administração, biologia,  química, nutrição, psicologia e  marketing.&lt;br /&gt;Por ser uma profissão  regulamentada, é exigido a carteira  de trabalho pela CLT.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Principais  atividades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro  da clínica de estética, ou do salão  de beleza, a esteticista terá as  mais diversas atividades. Dependendo  de sua especialidade, as atividades  serão diferentes, as principais  são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* limpeza de pele do rosto  e do corpo a serem tratados&lt;br /&gt;* elaboração de cronograma do paciente,  para que possa ser acompanhado  em todas as sessões&lt;br /&gt;* aplicar os  procedimentos estéticos de  maneira a recuperar e manter a saúde do  corpo, cabelo e/ ou rosto.&lt;br /&gt;*  selecionar, indicar e aplicar  cosméticos e produtos de tecnologia  avançada de acordo com a preferência  e/ou necessidade do paciente.&lt;br /&gt;*  cuidar corretamente das infecções e  doenças dermatológicas possíveis  da pele, sempre com acompanhamento  médico, ou autorização por escrito  (de acordo com a necessidade de cada  paciente).&lt;br /&gt;* ter conhecimento  dos instrumentos, materiais e produtos  mais recentes a serem comprados e  utilizados.&lt;br /&gt;* procurar saber  sempre a eficácia e contra-indicações  dos produtos, tratamentos e  equipamentos que são utilizados e  realizados.&lt;br /&gt;* reunir-se com outros  profissionais da área de saúde  para elaborar programas de saúde  preventiva, curativa e reabilitadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Áreas  de atuação e  especialidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma esteticista pode  trabalhar como  autônoma, abrir um salão de estética e beleza ou  trabalhar em salões de  beleza, spa e academias. As esteticistas podem  atuar nas mais variadas  áreas dentro da profissão. Isso depende do  local de trabalho e da  preferência da profissional, porém, é necessário  que se conheçam todas  as técnicas. As especialidades da estética são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* hidratação do  rosto e do corpo&lt;br /&gt;* limpeza de pele&lt;br /&gt;* peelings&lt;br /&gt;* terapia  capilar&lt;br /&gt;* terapia nos pés&lt;br /&gt;* massagem estética de  levantamento  dos glúteos (massofilaxia)&lt;br /&gt;* massagem anti-estress&lt;br /&gt;* crioterapia  (bandagem terapêutica fria de relaxamento, tratamento de  perda de  medidas)&lt;br /&gt;* termoterapia ( bandagem terapêutica quente de   relaxamento, tratamento para retenção de líquido e perda medidas)&lt;br /&gt;*   depilação (com cera descartável quente ou fria, e roll on)&lt;br /&gt;*   tratamento de gordura localizada&lt;br /&gt;* tratamento de celulite, flacidez e   mamas&lt;br /&gt;* tratamento de rejuvenescimento e rugas&lt;br /&gt;* tratamento de   acne inflamatória&lt;br /&gt;* tratamento de manchas, clareador e anti-sinais&lt;br /&gt;* lifting manual (hiper-nutrição, restauração e re-hidratação)&lt;br /&gt;*   drenagem linfática (do rosto e do corpo)&lt;br /&gt;* drenagem linfática pré e   pós-operatória&lt;br /&gt;* tratamentos estéticos para queimados   (reestruturação da pele)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercado de trabalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para   uma profissional de estética, o mercado de trabalho está em constante   crescimento. A moda dita, hoje, que a saúde e a beleza são fundamentais   para o bem-estar pessoal, e, portanto, cada vez mais as pessoas  procuram  se tratar com essas especialistas. Além disso, o consumidor  exige ser  tratado por quem entenda do assunto profissionalmente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curiosidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A   origem da palavra &quot;estética&quot; vem do grego, aisthésis, de percepção e   sensação. Para a época, a estética era a filosofia que estudava a   capacidade das coisas de serem belas e da reação do homem diante dessas   belezas (arte no geral - pintura, literatura, escultura, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com   Aristóteles, Platão e Plotino, a estética passou a ser estudada   juntamente com a lógica e a ética, integrando os conceitos de que o bom,   o belo e o verdadeiro formavam uma unidade (a essência do belo só  seria  alcançada identificando-a com o que é bom, levando em conta   determinados valores morais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os tempos mais remotos da   existência do ser humano, o conceito de beleza associado à estética   existe. Os povos primitivos de todos os lugares do mundo pintavam o   corpo e o rosto em ocasiões de celebração, de modo que ficassem mais   &quot;bonitos&quot; ou &quot;atraentes&quot;, dependendo da festa realizada. Além disso,   suas esculturas e pirâmides são monumentos históricos de grande beleza e   grandiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os egípcios são outra prova de que a estética  não  se resignava somente nas pinturas corporais, mas nas artes também.  As  pirâmides e os templos criados na época serviam não somente de  mausoléus  para os faraós, como também de embelezamento das paisagens do  deserto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  estética foi levada adiante em todos os cantos do  globo terrestre como  uma forma de expressão de arte, mesmo na época em  que a beleza não era  fundamental (período Bizantino, na Idade Média) e  forma de ornamentos de  rituais de beleza, que foram evoluindo para o  que conhecemos hoje como  moda e estética.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/06/profissao-esteticista.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeDoGpffeH7l3v59BjuANKxJCta3vGNFVldpY01p8zvNqfWlmNf_BwVPECG40_tf4ISfbnEajvWS9o4Ej4boOx-KPjuznl6pqi1VggJ-nWZ0NgvCFO2Bcq3l4b1Ao3SKtwyP2CUhLy2uI/s72-c/esti1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-2612046419172373271</guid><pubDate>Sat, 01 May 2010 00:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-30T17:35:47.807-07:00</atom:updated><title>Amigos Universitários http://www.amigosuniversitarios.com.br/</title><description>&lt;div style=&quot;width: 650px; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Arial; border: 1px solid rgb(255, 255, 255); text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=39&amp;amp;Itemid=143&quot; style=&quot;font-size: 16px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Filosofia&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=40&amp;amp;Itemid=145&quot; style=&quot;font-size: 15px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Geografia&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=76&amp;amp;Itemid=197&quot; style=&quot;font-size: 13px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Memorização&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=49&amp;amp;Itemid=141&quot; style=&quot;font-size: 13px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;Conhecimentos Bancários&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/&quot; style=&quot;font-size: 22px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Home&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=43&amp;amp;Itemid=148&quot; style=&quot;font-size: 12px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot;&gt;Inglês&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=38&amp;amp;Itemid=144&quot; style=&quot;font-size: 12px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot;&gt;Física&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=51&amp;amp;Itemid=154&quot; style=&quot;font-size: 21px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot;&gt;Direito Administrativo&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=88&amp;amp;Itemid=208&quot; style=&quot;font-size: 20px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Direito&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;layout=blog&amp;amp;id=48&amp;amp;Itemid=122&quot; style=&quot;font-size: 15px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Notícias&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=60&amp;amp;Itemid=178&quot; style=&quot;font-size: 20px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot;&gt;Cultura&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=53&amp;amp;Itemid=156&quot; style=&quot;font-size: 12px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot;&gt;Matemática Financeira&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=52&amp;amp;Itemid=155&quot; style=&quot;font-size: 14px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot;&gt;Informática&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_myblog&amp;amp;Itemid=200&quot; style=&quot;font-size: 12px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot;&gt;Blog&#39;s&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=44&amp;amp;Itemid=149&quot; style=&quot;font-size: 19px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Literatura&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=55&amp;amp;Itemid=158&quot; style=&quot;font-size: 20px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot;&gt;Português&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_kunena&amp;amp;Itemid=240&amp;amp;func=listcat&quot; style=&quot;font-size: 19px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;Fórum&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=36&amp;amp;Itemid=139&quot; style=&quot;font-size: 14px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;Biologia&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=74&amp;amp;Itemid=195&quot; style=&quot;font-size: 21px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;Currículo&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=50&amp;amp;Itemid=153&quot; style=&quot;font-size: 19px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot;&gt;Contabilidade Geral&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=47&amp;amp;Itemid=152&quot; style=&quot;font-size: 13px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot;&gt;Redação&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=65&amp;amp;Itemid=183&quot; style=&quot;font-size: 19px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot;&gt;Marketing&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=67&amp;amp;Itemid=185&quot; style=&quot;font-size: 19px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;Psicologia&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=58&amp;amp;Itemid=176&quot; style=&quot;font-size: 13px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot;&gt;Carreira&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=57&amp;amp;Itemid=175&quot; style=&quot;font-size: 14px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Atualidades&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_seyret&amp;amp;Itemid=199&quot; style=&quot;font-size: 14px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot;&gt;Vídeo-Aulas&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=61&amp;amp;Itemid=179&quot; style=&quot;font-size: 16px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;Economia&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=56&amp;amp;Itemid=174&quot; style=&quot;font-size: 22px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;Administração&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=42&amp;amp;Itemid=147&quot; style=&quot;font-size: 12px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;História&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=45&amp;amp;Itemid=150&quot; style=&quot;font-size: 21px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot;&gt;Matemática&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=46&amp;amp;Itemid=151&quot; style=&quot;font-size: 20px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Química&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=41&amp;amp;Itemid=146&quot; style=&quot;font-size: 19px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;Gramática&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_community&amp;amp;view=frontpage&amp;amp;Itemid=113&quot; style=&quot;font-size: 15px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Rede Social&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=37&amp;amp;Itemid=142&quot; style=&quot;font-size: 14px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;Espanhol&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_docman&amp;amp;Itemid=201&quot; style=&quot;font-size: 18px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Downloads&lt;/a&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/04/amigos-universitarios.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-936899635047457741</guid><pubDate>Tue, 27 Apr 2010 16:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-27T09:41:50.954-07:00</atom:updated><title>Tudo para vestibular e concursos</title><description>&lt;div class=&quot;ja-moduletable moduletable  clearfix&quot; id=&quot;Mod66&quot;&gt;       &lt;h3 class=&quot;clearfix&quot;&gt;&lt;span&gt;Vestibular&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;     &lt;div class=&quot;ja-box-ct clearfix&quot;&gt;   &lt;ul class=&quot;menu&quot;&gt;&lt;li class=&quot;item109&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=36&amp;amp;Itemid=109&quot;&gt;&lt;span&gt;Biologia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item110&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=37&amp;amp;Itemid=110&quot;&gt;&lt;span&gt;Espanhol&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item111&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=39&amp;amp;Itemid=111&quot;&gt;&lt;span&gt;Filosofia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item112&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=38&amp;amp;Itemid=112&quot;&gt;&lt;span&gt;Física&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item114&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=40&amp;amp;Itemid=114&quot;&gt;&lt;span&gt;Geografia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item115&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=41&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;&lt;span&gt;Gramática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item116&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=42&amp;amp;Itemid=116&quot;&gt;&lt;span&gt;História&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item117&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=43&amp;amp;Itemid=117&quot;&gt;&lt;span&gt;Inglês&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item118&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=44&amp;amp;Itemid=118&quot;&gt;&lt;span&gt;Literatura&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item119&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=45&amp;amp;Itemid=119&quot;&gt;&lt;span&gt;Matemática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item120&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=46&amp;amp;Itemid=120&quot;&gt;&lt;span&gt;Química&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item121&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=47&amp;amp;Itemid=121&quot;&gt;&lt;span&gt;Redação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; 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Bancários&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item124&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=50&amp;amp;Itemid=124&quot;&gt;&lt;span&gt;Cont.  Geral&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item125&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=51&amp;amp;Itemid=125&quot;&gt;&lt;span&gt;Dir.  Administrativo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item126&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=52&amp;amp;Itemid=126&quot;&gt;&lt;span&gt;Informática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item127&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=53&amp;amp;Itemid=127&quot;&gt;&lt;span&gt;Mat.  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  &lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/04/tudo-para-vestibular-e-concursos.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-6165031068566809112</guid><pubDate>Sat, 24 Apr 2010 18:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T11:46:39.401-07:00</atom:updated><title>Tudo para vestibular</title><description>&lt;div class=&quot;ja-box-ct clearfix&quot;&gt;   &lt;ul class=&quot;menu&quot;&gt;&lt;li class=&quot;item109&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=36&amp;amp;Itemid=109&quot;&gt;&lt;span&gt;Biologia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item110&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=37&amp;amp;Itemid=110&quot;&gt;&lt;span&gt;Espanhol&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item111&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=39&amp;amp;Itemid=111&quot;&gt;&lt;span&gt;Filosofia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item112&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=38&amp;amp;Itemid=112&quot;&gt;&lt;span&gt;Física&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item114&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=40&amp;amp;Itemid=114&quot;&gt;&lt;span&gt;Geografia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item115&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=41&amp;amp;Itemid=115&quot;&gt;&lt;span&gt;Gramática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item116&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=42&amp;amp;Itemid=116&quot;&gt;&lt;span&gt;História&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item117&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=43&amp;amp;Itemid=117&quot;&gt;&lt;span&gt;Inglês&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item118&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=44&amp;amp;Itemid=118&quot;&gt;&lt;span&gt;Literatura&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item119&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=45&amp;amp;Itemid=119&quot;&gt;&lt;span&gt;Matemática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item120&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=46&amp;amp;Itemid=120&quot;&gt;&lt;span&gt;Química&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item121&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=47&amp;amp;Itemid=121&quot;&gt;&lt;span&gt;Redação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;   &lt;/div&gt;        &lt;div class=&quot;ja-moduletable moduletable  clearfix&quot; id=&quot;Mod79&quot;&gt;       &lt;h3 class=&quot;clearfix&quot;&gt;&lt;span&gt;Concursos&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;     &lt;div class=&quot;ja-box-ct clearfix&quot;&gt;   &lt;ul class=&quot;menu&quot;&gt;&lt;li class=&quot;item123&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=49&amp;amp;Itemid=123&quot;&gt;&lt;span&gt;Conhec.  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  &lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;          &lt;h3 class=&quot;clearfix&quot;&gt;&lt;span&gt;Mais&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;        &lt;ul class=&quot;menu&quot;&gt;&lt;li class=&quot;item203&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_docman&amp;amp;Itemid=203&quot;&gt;&lt;span&gt;Downloads&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item204&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_seyret&amp;amp;Itemid=204&quot;&gt;&lt;span&gt;Vídeo-Aulas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item205&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amigosuniversitarios.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=87&amp;amp;Itemid=205&quot;&gt;&lt;span&gt;Resumos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/04/tudo-para-vestibular.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-3793419530257491186</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-24T06:51:36.533-08:00</atom:updated><title>&quot;O Israel de Deus&quot;</title><description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;“O Israel de Deus”&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Epistola Aos Galatas &lt;/p&gt;&lt;p&gt; William Carey Taylor &lt;/p&gt;&lt;p&gt; -- 1954 --     &lt;/p&gt;&lt;p&gt; ESTUDOS SUPLEMENTARES &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “O Israel de Deus” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há palavras ou frases que encerram em si uma vasta teologia: “regeneração” (Mat. 19:28), por exemplo; “filho do Homem”; “Abba”; “resgate” (Mat. 20:28); “cordeiro de Deus” (João 1:29) e uma com qu Paulo associa sua Bênção no fim desta epístola – “o Israel de Deus”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Pois nem a circuncisão é coisa alguma nem a incircuncisão, mas o ser uma nova criação. Quantos andarem por esta norma, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus,” (6:16). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A palavra “Israel” se acha umas duas mil e quinhetas vezes na Bíblia, principalmente com respeito ao patriarca Jacó e à nação que procedeu de seus lombos. No Novo Testamento é usado umas setenta vezes, e no mesmo sentido, até chegarmos às epístolas da controvérsia judaizante. Nestas principia um novo sentido do vocábulo, distinguindo do Israel incrédulo um Israel crente e avançado para incluir neste Israel de Deus, sem distinção de raça, todos que estejam unidos com o Messias de Israel mediante a fé em Jesus Cristo. Ainda progride esta doutrina nas epístolas de Paulo quando preso, e há a mesma idéia em outras Escrituras cristãs. Paulo não explica ou desenvolve a frase: supõe que é compreendida. Compreendamo-la, pois, em tudo quanto sugere e em tudo com que se associa no ensino apostólico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 1. As raízes da doutrina voltamà idéia profética de um “resto,” em Israel antigo. “Israel exclama a respeito de Israel: ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, é somente o resto que será salvo,” Rom. 9:27. É deste resto que Israel fala, em 6:13: “Se ainda ficar nela a décima parte, essa tornará a ser exterminada. Como terebinto e como carvalho, dos quais, depois de derrotados, ainda fica o tronco, assim a santa semente é o seu tronco.” Já vi postes de cerca que se arraigaram e deram galhos e folhas. Isaías conhecia árvore desta espécia e profetizou que do cativeiro seria preserada uma semente, um tronco vivo para florescer, dando crentes como Simão, Ana, Zacarias, Elizabete, Maria e João Batista, os apóstolos e as primitivas ogrejas dos judeus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 2. Havia, pois, um Israel espiritual dentro do Israel carnal. “Pois nem todos os que são de Israel são israelitas,, nem por serem descendência de Abraão são todos filhos,” Rom. 9:6, 7. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 3. Paulo escreve estas epístolas da contravérsia judaizante uns dez ou doze anos antes de sua morte. A incredulidade de Israel, em peso, já é manifesta. Daí a pouco, vai aparecer no horizonte a destruição da teocracia, do tempo, do sistema sacrificial e da própria nação como entidade organizada. Já enche o horizonte na Epístola aos Hebreus. Israel desaparece como um reino. Paulo, porém, tranfere para o reino espiritual de Cristo as promessas dadas por Deus mediante os profetas concernentes a um reino universal do Messias com seu povo, e francamente identifica este reino com os crentes, sem distinção de raça. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (I) Crentes gentios são chamados categoricamente judeus: “Se o incircunciso guardar as ordenaças da lei, não será a sua incircuncisao reputada como circuncisão? E o que é por natureza incircunciso, cumprindo a lei, julgará a ti que, com a letra e com a circuncisão, és trangressor da lei. Não é judeu aquele que o é exteriormente, nem é circuncisão o que o é esteriormente na carne; mas é judeu aquele que o é interiormente, e circuncisão é a do coração, no espírito e não na letra. O louvor do tal judeu não vem dos homens, mas de Deus,” Rom. 2:26-29. Este judeu não é mero prosélito, convertido a Cristo. É gentio, e, até ao fim, fica incircunciso. Mas por sua fé se torna descendente espiritual de Abraão, membro do Israel de Deus. Concordam as palavras da nossa epístola. A Jerusalém palestiniana e seu povo são repudiados categoricamente: “está em escravidão com seus filhos,” Gál. 3:25. Os crentes gentios são “como Isaque, “filhos da promessa,” v.28. Israel segundo a carne passa a ser “lançado fora,” não será “herdeiro” das promessas proféticas, v. 30, antes identifica-se com a escrava Agar e o bastardo Ismael; mas o filho, o herdeiro, o Isaque, o Israel real, o povo de Deus, a Jerusalém celestial e seus filhos, são os crentes gentios, encorporados com Jesus e Paulo e os outros apóstolos no trono indestruitível da árvore de Abraão e da aliança da graça. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (II) Ainda sob a figura de uma árvore, Paulo unifica, numa vida orgânica espiritual, os judeus crentes e os centes gentios. É o extenso passo sobre a oliveira, o corte de seus galhos naturais e o enxerto de galhos do zambujeiro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Notai os elementos da linguagem figurada: o “Israel” de Abraão é a oliveira original. Os judeus incrédulos são os galhos cortados. Os gentios crentes são enxertados no trono de Abraão, tirados do zambujeiro e incorporados à vida espiritual do Israel de Deus. Se a incredulidade prevalecer em sua descendência, serão também cortados por falta de ligação vital. Comparaí o corte das varas secas da videira, que é Jesus Cristo, João 16. Novamente os judeus poderão voltar a ser incorporados ao verdadeiro Israel, mas sómente quando crerem. Isto é importante: “Eles também, se não permanecerem na sua incredulidade, serão enxertados,” Rom. 11:23. Não há promessa para nenhum judeu incrédulo. Ele pode voltar a pertencer ao Israel de Deus, ao lado dos gentios crentes, se crer e, Jesus Cristo como seu Messias. Mas é pela fé que os galhos cortados pela incredulidade voltarão a ligar-se vitalmente com a oliveira do Israel espiritual. Como nos dias de Elias, o profeta e sete mil fiéis eram “o tronco” “o resto”, “a santa semente”, “a eleição da graça”, Rom. 11, assim agora Paulo, os Doze, os judeus crentes e os milhares de gentios crentes, constituem “o Israel de Deus”, o herdeiro da promessa e da aliança da graça, revelada a Abraão para sua descendência espiritual – os crentes com Cristo, sem distinção de raça. E em Romanos, o apóstolo também repudia, neste Israel espiritual, qualquer confusão entre graça e obras, como base desta vida espiritual, como seiva vital do tronco de Israel segundo o Espírito: “Do mesmo modo, pois, ainda no tempo presente, há um resto segundo a eleição da graça; mas se é pela graça, já não é pelas obras, doutra maneira, a graça já não é graça”, Rom. 11:6 – eco sereno da luta renhida na Galácia. Ninguém é israelita genuíno, com futuro profético, serão o crente Jesus Cristo, seja qual for sua raça, língua, tribo e povo. Teodoro Zahn assim fala deste novo Israel do Espírito, em sua “Introdução ao Novo Testamento,” tradução inglesa, Vol. I, p.76: “não tem pátria terrestre, nem capital sobre a terra, mas sempre por onde peregrina, vive num mundo estranho como a dispensão judaica vivia na mesopotâmia ou no Egito.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 4. Em toda a Escritura há fases desta doutrina. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (I) João Batista representa o machado como posto à raiz de Israel, um novo reino no horizonte de história humana, no qual Deus poderia suscitar das pedras filhos, embora os judeus rejeitassem o reino e o Rei. Mat. 1:2, 9, 10, 12. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (II) Jesus profetizou a rejeição de Israel e a incorporação dos crentes gentios ao povo de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente, e hão de sentar-se com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus, mas os filhos do reino serão lançados fora nas trevas exteriores,” Mat. 8:11, 12. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Assim, na parábola das bodas, os convidados foram exterminados e buscaram-se convivas nas encruzilhadas da terra. O banquete e o palácio são os mesmos para os convidados antigos e os convivas improvisados de última hora. Os gentios consentiram em ser convivas nas bodas oferecidas primeiramente aos judeus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Luc. 13:28 também descreve gentios no reino com os patriarcas e profetas. Mas os judeus seriam “excluídos.” Olhando com choro e raiva aos crentes gentios em seus lugares. Assim também Luc. 14:21. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Jesus prometeu “trazer” e pastorear “outras ovelhas” escolhidas, não do aprisco hierosolimitano, há “um rebanho e um Pastor”, não um aprisco eclesiástico e um Papa. Missões aos judeus que conservem seus conversos isolados das igrejas de Deus não seguem o espírito de Jesus, ou a norma de Paulo. Erguem de novo o muro de separação que Cristo derrubou, Efés. 2:14. Na cruz, Jesus é o imã para atrair universalmente, não apenas nos limites de uma raça, João 12.32. vede Mat. 15:13, e Mat. 21:43, passagem na qual Jesus disse aos judeus: “o reino de Deus vos será tirado e oferecido (?) (o grego diz dado) a uma nação que dará os frutos dele.” Esta nação não é o império britânico ( segundo a insensata teoria anglo-israelita, do nacionalismo de alguns ingleses e outros anglo-saxões). É o povo de Cristo, a palavra graga no singular, cujo plural é vertidos “gentios”. Não é um povo político mais um povo regenerado, uma coletividade espiritual. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (III) Paulo afirmará mais tarde: “Pois os circuncidados somos nós (ele e a primeira igreja fentia na Europa) que rendemos culto pelo Espírito de Deus, e glorificamo-nos em Cristo Jesus e não pomos confiança na carne.” Fil. 3:3. São os marcos do verdadeiro Israel do Espírito. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Este Israel tem uma pátria, embora esteja peregrinando em terra estranha: “Pois a nossa pátria está nos céus,” Fil 3:20. A nova Jerusalém é sua capital, a mãe do crente; todavia não foi esta identificada por Paulo com sistema, uma igreja ou uma hierarquia, mas sim com a aliança da graça. Gál. 4:24, 26. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (IV) Das idéias semelhantes, na Epístola aos Hebreus e no Apocalipse, citaremos apenas uma passagem: “Tendes chegado ao monte Sião e à cidade de Deus vivo, Jerusalém celestial, às hostes inumeráveis de anjosm a assembléia geral e igreja dos primogênitos, que são registados nos céus, e a Deus, juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados, e a Jesus, Mediador de uma nova aliança, e ao sangue de aspersão que fala melhor do que o de Abel”, Heb. 12:22-24. O contraste é entre Moisés e Sinai versus Jesus e a nova aliança, da qual a nova Jerusalém figura como símbolo, na alegoria de Gál. 4. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (V) Pedro também afirma que sobre o crente estão todos os atributos de Israel: “Vós sois a geração (raça, nação) eleita, o sacerdócio real, a nação (a palavra de Jesus em Mat. 21:43) santa, o povo (o termo peculiar e querido para indicar Israel) todo seu.” Pedro tira de Israel todo o seu vocabulário de honra e aplica-o aos que foram edificadores mas “para Deus eleita e preciosa”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (VI) João se associa aos crentes da Ásia, gentios em sua grande maioria, e declara: “nos fez reino, sacerdotes para Deus e seu Pai”. A profecia, o sacerdócio e o reino, todos passam de Israel para o povo crente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 5. O fato de que Cristo e os apóstolos tranferiam do Israel político para “o Israel de Deus,” crentes sem distinção de raça, toda a linguagem sagrada – raça, nação, povo, sacerdócio, reino –, não deixa de ser uma interpretação do Velho Testamento pelo Novo. Muitas profecias sobre Israel que para os judeus tinham uma significação política e nacional, devem ter para nós uma significação missionária e universal, completamente acima de considerações racistas ou nacionalistas. Está transferência de termos e sua aplicação destrói absolutamente toda a possibilidade de literalismo para interpretar as profecias sobre Israel. O “Israel de Deus” era “mistério”, até que fosse revelado no Novo Testamento. Quando foi revelado, tudo mudou, em nosso entendimento da profecia. O esforço para dar uma aplicação minuciosa, realizada na história política, à linguagem de fervorosa exaltação poética dos profetas do Israel antigo é a mais completa cegueira que se posso imaginar em interpretar a Bíblia. A simples frase de Paulo, “o Israel de Deus”, aplica para a atualidade missionária as promessas de expansão e vitória do reino, que no Velho Testamento se indentificava com uma teocracia hierarquico-política, mas agora se conhece como reino espiritual, a comunhão de corações regenerados. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Muitos gentios crentes se têm tornado judaizantes mais fanáticos do que os judeus, na sua atitude para com os judeus na profecia. É uma verdadeira mania de alguns, examinarem microscópicamente os telegramas sobre a sorte política da Palestina, de Jerusalém, do sionismom e tais aspectos políticos da história contemporânea de Israel segundo a carne. O ponto de vista é carnal. A espiritualidade está em reconhecer o “Israel de Deus”, não o dos Rothchilds e Einsteins, o reino espiritual que herdou as promessas de Davi, Isaías e Jeremias. Em missões mundiais, não em imaginações políticas, está o futuro abençoado dos judeus e dos demais povos. Evangelizemos, pois, com urgência, e não fiquemos curiosos sobre o destino dos judeus, nem sobre “os tempos e as épocas que o Pai fixou pela sua própria autoridade”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 6. Há, no horizonte de Paulo, ainda um futuro para Israel segundo a carne? Parece que sim. Mas sómente quando este Israel incrédulo se tiver tornado, em grande parte, crente e regenerado. Na incredulidade, o judaísmo e seus adeptos não têm futuro diferente do que tem tido por estes vinte séculos desde que crucificaram seu Messias. Não sejamos nem odiadores nem aduladores do povo hebraico. Merecem liberdade universal e justiça. Mas a entrada deles no Evangelho é pelo mesmo caminho aberto aos demais pecadores, e, entrando, serão como os demais crentes. E mesmo que osrael não queira incorporar-se ao verdadeiro Israel de Deus, este glorioso Israel não deixará, por isso, de existir, evangelizar e expandir sem aspecto racista ou nacionalista. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O dr. Carroll assim esboçou a profecia de Paulo sobre a conversão dos judeus em grande escala que o apóstolo previu: &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Uma passagem de Pedro mostra a relação entre a conversão dos judeus e o advento final de nosso Senhor é uma declaração de nosso Senhor revela o tempo de salvação geral de judeus. Diz Pedro: Arrependei-vos, pois e convertei-vos, para serem apagados os vossos pecados, de sorte que da presença do Senhor venham tempos de refrigério, e que envie aquele que já vos foi indicado, Jesus o Cristo, ao qual é necessário que o céu receba até os tempos de restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca dos seus santos profetas de outrora.” Atos 3:19-21. Nosso Senhor diz: “Muitos cairão ao fio de espada e serão levados cativos para todas as nações, e Jerusalém será pisada pelos gentios, até se completarem os tempos deles.” Lucas 21:24. Então, de acordo com Isaias, Ezequiel e Zacarias, os meios e os métodos desta grande salvação dos judeus são os seguintes: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (1) Será precedida de um ajuntamento de Israel provindo dentre todas as nações. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (2) Cristo, a quem eles traspassaram, será exaltado pela pregação dos gentios. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (3) O Espírito Santo, poder para convencer e converter, ser-lhes-á ministrado abundantemente pelo que hão de prantear e oar e verão a Jesus como seu Salvador. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (4) A nação nascerá de Deus num dia. O apóstolo baseia esta maravilhosa obra de Deus no princípio que “se as primícias são santas, também a massa o é; e se a raiz é santa também os ramos o são… Esta e a minha aliança com eles, quando eu tirar os seus pecados… porque dos dons e da sua vocação Deus não se arrepende”. Rom. 11:16, 27, 29. Segue então sua ilustração sobre a oliveira cuja explicação é como se segue: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (1) Cristo é a raiz. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (2) A raça sana é o Israel espiritual eleito. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (3) Os ramos quebrados são os judeus incrédulos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (4) Os ramos enxertados são os gentios convertidos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (5) O princípio é a união vital e espiritual com Cristo através da fé, sem respeito a judeus ou gentios. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (6) Os filhos de Abraão, descrentes, são quais ramos, atados à árvore, porém externamente; nenhuma comunicação há entre a seiva exuberante e os vasos dos ramos assim atados. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (7) Assim, um gentio, se for ramo atado externamente, será quebrado. Carroll, “comentário sobre a Epístola aos Romanos,” p. 211-212. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E Hodge assim se expressa sobre o mesmo assunto: Assim todo o Israel será salvo, como está escrito. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Israel, aqui, visto o contexto, deve significar povo judeu, e todo o Israel, a nação inteira. Os judeus, como um povo, estão agora rejeitaos; como povo hão de ser restaurados. A sua rejeição, embora nacional, não implicou a rejeiçãode cada judeu individualmente; e assim sua restauração sendo igualmente nacional, não importa em incluir a salvação individual de cada judeu. “Todo o Israel” não deve ser, portanto, aqui entendido como referido-se a todo o verdadeiro povo de Deus, como Agostinho, Calvino e muitos outros explicam; nem todos os judeus eleitos, i. e., toda aquela parte da nação que constitui ‘o restante de acordo com a eleição da graça,’ mas toda a nação, como nação.” Hodge “Commentary on Romans”, p. 589. Outrossim, o mesmo autor escreve:. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “DOUTRINA” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Haverá uma conversão geral dos judeus, concernente à qual o apóstolo ensina-nos: 1. Que será de algum modo conseqüente da conversão dos gentios, vc. 11-31. 2. Que será acompanhada com importantes e mui desejáveis resultados para o resto do mundo, vs. 12, 15. 3. Que essa conversão terá lugar quando houver entrado a plenitude dos gentios, isto é, depois da conversão de multidões de gentios ( quantos, quem pode dizer?) ver. 25. Nada diz-se de que esta restauração seja repentina, ou efetuada por milagre, ou em conseqüência do segundo advento, ou ainda pela restauração dos judeus à sua própria terra. Tais particularidades têm sido acrescentadas por alguns comentadores, por sua imaginação ou de seus conceitos de outras porções das Escrituras. Não são ensinadas pelo apóstolo. Pelo contrário, é pela graça revelada aos gentios, de acordo com Paulo, que os judeus deverão entrar, o que implica em que aqueles deverão ser instrumentos na restauração destes. E ele ensina sempre que dentro da igreja a diferença entre judeus e gentios cessa. Em Cristo não há judeu, bárbaro, cita, escravo ou livre. Col. 3:11; todas as classes estão amalgamadas em uma, como no caso sob a direção dos apóstolos nos primeiros dias da igreja.” Hodge “Commentary on Romans”, p. 598-9. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 7. Na passagem citada da epístola aos Hebreus, vimos que um dos gloriosos privilégios do Israel espiritual é ter “chegado” à “igreja dos primogênitos”. Que significa “ter chegado” a anjos, justos aperfeiçoados, sangue melhor que o de Abel, a nova Jerusalém e ao santo gozo que está no mundo celeste, outra vida além do véu? Diz o Expositor’s Greek Testament, in loco: “A condição e posição do crente agora são descritas em contraste com as do hebreu. Vós fostes introduzidos na intimidade com realidades eternas. “Tendes chegado” significa “vós vos aproximastes”, isto é, já entrastes na vossa relação eterna com o invisível.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Um dos elementos da superioridade de novo regime ao velho é o contraste entre a assembléia, ou congregação, de Israel e a igreja geral dos redimidos. Há intérpretes que identificam com os “miríades dos anjos” uma das frases, “assembléia geral” e “igreja dos primogênitos”, ou ambas. Justificam esta exegese numa remota associação deste texto com o livro de Jô que, segundo se opina, chama aos anjos de “filhos de Deus”. Nesta própria epístola, porém, os pois estão deliberadamente classificados como servos dos crentes, os quais são herdeiros (1:14) e “filhos”, (2:13). Quase com desdém perguntase retóricamente: “Pois, à qual dos amjos disse jamais: Tu és meu filho?”, (1:5). Segundo a interpretação citada, porém, Deus disse a miríades de anjos, não apenas “Tu és meu filho”, mas “Tu és meu primogentio”. Por que fugir deste enfático contexto da própria epístola, na branca luz da apologia por excelência do cristianismo, para buscarmos, numa passagem obscura, uma analogia duvidosa entre “filhos de deus” e “primogênitos”? O primogênito teve dupla herança; o anjo não tem nenhuma (1:14). É servo, na providencia divina atual e na casa de muitas moradas. Rejeitamos, pois, a interpretação tendenciosa que procura fugir da doutrina da igreja geral, neste passo, por atribuir aos anjos a nomenclatura e a comunhão dos filhos de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Pondo de lado a referência figurada a uma “assembléia festiva” (panegírica), pois é só aqui que se usa esta palavra e no há base comparação, estudemos esta idéia da assembléia (igreja) dos primogênitos, idéia que é comum a vários livros do Novo Testamento e se relaciona profundamente com a idéia do “Israel de Deus,” da Epístola aos Gálatas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Todo o crente obediente faz parte de duas igrejas: “a igreja geral” ou universal, “a igreja dos promogenitos”, e uma igreja “local”, a organização em que a vida cristã obediente normalmente se desenvolve, coopera e ativa-se na extensão do reino. Nem todos que pertencem a uma das duas igrejas fazem parte de ambas. Judas faiza parte da companhia e organização que anadava com Jesus, a qual chegou a localizar-se em Jerusalém depois da ressurreição, em obediência ao Salvador. O traidor, porém, nunca pertenceu à “irgeja dos promogenitos”. “Demônios” não entram jamais naquela santa grei. O malfeitor convertido, os santos do Velho Testamento, Zacarias, Elisabete, João Batista, Ana, Simeão e inúmeros crentes, mal orientados a respeito, mesmo na era cristã, nunca fizeram parte de uma organização local, uma igreja do Novo Testamento. A igreja geral ou universal – a Bíblia não usa adjetivos com a palavra igreja, e conservar o sentido apostólico desta é mil vezes mais importante do que inventar ou furtar um lindo adjetivo para lhe acrescentar – a igreja geral, digo, não é organização. Não é organização “católica” nem “sociedade” eclesiástica nacional ou internacional. Somente em figura aplica-se a palavra igreja à comunhão espiritual de todos os salvos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas a igreja local é organização e sua natureza congregacional é da essência da significação da própria palavra graga que traduzimos igreja; é organização, tem ministério, oficiais, disciplina, missão, obrigações particulares e deveres gerais pela cooperação com outras igrejas congêneres. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ora, muitos interpretes se apegam a esta frase, “o Israel de Deus”, para identificar ou confundir a nova e a velha aliança, Israel carnal e Israel espiritual, o Velho e o Novo Testamento, lei e Evangelho, graça e obras, e voltam ao judaísmo para incorporar seus caducos elementos, oficiais, cerminias, e, mormente, sua assembléia nacional que lhes serve de justificativa e norma para as igrejas nacionais hodiernas, ligadas ilícitamente a tantos estados civis na Europa e nas suas colônias. O literalismo traz este prejuízo à espiritualidade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A assembléia de Israel nunca foi igreja nem teve a mínima relação com as igrejas apostólicas ou com a igreja geral, espiritual. A assembléia de Israel era composta dos cidadãos votantes e guerreros do povo, numa base puramente fisiológica e carnal. Não se limitava de forma alguma ao Israel espiritual dentro do Israel político-teocrático. O “Israel de Deus”, no pensamento de Paulo, é a continuação, e expansão para abranger os crentes gentios, da “semente”, do “resto,” do “tronco”, dos “sete mil que não dobraram os joelhos a Baal”, da “eleição da graça”. Absolutamente nada tinha de herdeiro ou sucessor dos ritos, oficiais, união teocrática do religioso e do civil, dos seus altares, sacrifícios e sacerdocio paramentado, dias santos, etc., etc. É nesta propositada confusão entre a “Igreja” (?) de Israel” e “o Israel de Deus” que o romanismo e o protestantismo, em tantas fases de sua vida, apostataram do Evangelho para um judaísmo disfarçado. O “Israel de Deus”, no sentido paulino da frase, é agora “A Congregaçao de Israel”. Antigamente era o núcleo espiritual e regenerado entre os da circuncisão; agora é a comunhao de todos os salvos, em Cristo Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; As duas idéias legitimas da palavra “igreja” principiam em Mateus e atravessam o Novo Testamento até o Apocalipse, sem se confundirem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Jesus assistia às reuniões da “Congregaçao do Senhor” em Jerusalém, declarou o nome de Deus a seus irmãos e, “no meio da congregação,” louvou a Deus com Salmos, Heb. 2:12. Estas congregações de todos os homens de Israel se reunia, três vezes por ano (Êx. 23:14-17). Foi com facilidade, pois a Palestina era menor que alguns municípios brasileiros; o hábito de peregrinar era antigo e universal, e jerusalem distava poucas léguas da maior parte da população. Aquela “congregação do Senhor”, porém, rejeitou e crucificou o mesmo Senhor. Jesus, prevendo isto, disse: “Edificarei a minha Congregaçao” (???????) que sugeriu: “o meu Israel”, sob a figura das amadas congregações do povo de Jeová no templo. Israel já não era “Congregaçao do Senhor” porque rejeitaram o mesmo Senhor. Jesus ia edificar outra congregação, através dos séculos – a morte (portas do Hades que abrem para receber os mortais no além-tumulo) não teria força para fazer desaparecer esta congregação do Senhor, nem mesmo pela morte do proprio Senhor no Calvário. Nem em Israel nem em Mat. 16:18, a palavra igreja perdeus seu sentido congregacional. Nesta passagem, porém, a quase totalidade de intérpretes, inclusive os de convicções sinceramente congregacionalistas, opinam que a congregação da qual partiu a referência da linguagem de Jesus é aquela que era até então o povo do Senhor, e se congregava frequentemente no templo para culto. Jesus foi repudiado e repudiou aquele povo, aquela congregação. Disse: “Vou edificando um novo Israel, uma congregação geral, uma igreja de todos os crentes que também me confessam como o Filho de Deus, minha igreja, uma comunhão baseada na fé, não na raça ou no nacionalismo, mas uma comunhão de todos aqueles que hão de congregar-se no céu.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Broadus diz: “No Novo Testamento o Israel espiritual, se bem que jamais congreado de fato, às vezes é concebido como uma congregação ou assembléia ideal, e esta é denotada pela palavra ekklesia. Assim em Efés. 1:22 e frequentemente nesta epístola; em Col. 1:18, 24; Heb. 12:23, etc. Parece que é o sentido aqui.” (Comentário sobre Mateus, in loco). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Lado a lado com esta referência à igreja geral, uma figura do povo de Deus, paralela, mas não idêntica, com outras fiquras domesmo povo – reino, templo, corpo, noiva, casa, Israel, pão, etc. – temos uma vez nos lábios de Cristo durante seu ministério terrestre o significado real da palavra, em seu sentido normal da organização congregacional pela qual o cristianismo fiel e os cristãos obedientes funcionam em seu trablho cooperativo. “Dize-o à igreja” é uso genérico do sentido local do termo. Antes dos dias do rádio, ninguém poderia dizer coisa alguma mesmo à igreja geral. Só uma congergaçao local pode ouvir a voz. Só congregações locais devem chamar-se igrejas de Deus. O uso do termo a respeito de outros tipos de organização eclesiática é um abuso que engana os incautos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Depois de Mat. 18, não temos palavra “igreja” por mais de 235 páginas no Novo Testamento de Rohden. A igreja, como o batismo, (I Cor. 1:17) não faz parte do Evangelho, portanto em três e meio dos quatro Evangelhos a palavra nem se menciona. Em Atos e Romanos só temos o sentido local (às vezes, genérico). É característico dasepístolas da prisão do apóstolo dar forte ênfase ao sentido geral (Efésios e Colossenses), porém o sentido local nem se perde, nem se absorve, nem se confunde. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A própria Epístola aos Efésios é uma carta circular. Um católico, ou um protestante, que fosse adepto de uma igreja nacional, teria escrito uma porção de cópias todas para “A Igreja da Ásia”. Mas Paulo deixou em branco e enderêço para cada igreja local, e enviou um exemplar a cada uma, como a uma entidade autônoma, soberana e completa em si. Em Efés. 1, 2 e 3 temos o uso geral e o uso local genérico. A igreja é “o seu corpo, o complemento daquele que enche tudo”. Mas neste Israel de Deus, os evangelizados, judeus e gentios, são “um só corpo”, “um homem novo”, “um edifício”. Mas há igrejas locais que são edifício também, e Paulo escreve: “no qual (Cristo Jesus) cada edifício cresce para ser um templo santo.” Cada igreja local é descrita pelas mesmas fiquras: corpo, templo, noiva, pão, casa, etc. A sublime Epístola aos Efésios é endereçada a cada igreja local na Ásia e visa cada edifício espiritual, e, sem confusão, nos ensima também nossa mais profunda e elevada lição sobre a igreja geral. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Epístola aos Hebreus conserva os dois sentidos em mira. “Não abandonando a nossa congregação”, 10:25. A ênfase é sobre nossa. Zahn e Moffatt pensam que os recipientes da Epístola eram uma igreja suburbana no bairro judaico de Roma, cujos membros, com medo de seus intolerantes patrícios, assistem cultos nas outras igrejas, nos bairros gentios da cidade, pois a Bíblia não fala da “Igreja de Roma” uma vez sequer, mostra, porém, que havia uma igreja na casa da Áquila e Priscila em Roma, e provavelmente várias outras, na grande metrópole. Estes leitores que deviam lealdade, a todo custo, à sua própria congregação e cultos locais, eram os mesmo que “tinham chegado” à sublime realidade da “igreja dos primogênitos”, a congregação ainda a congregar-se na glória, a igreja geral dos primogênitos. Uns estão na glória, outros na terra, mas todos estão arrolados no céu; e a Jerusalém nova (a nova aliança da graça) é sua mãe e a capital de sua esperança. Lealdade às duas igrejas, custe o que custar, é a norma cristã! &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O apocalipse recusa dizer uma só vez: “A Igreja da Ásia”; Paulo escreveu uma carta à igreja de Êfeso; Jesus, com João por amanuense, escreve uma carta à igreja de Êfeso, mas nem Jesus nem João nem Paulo querem saber da idéia de “A Igreja da Ásia”. Semelhante linguagem é erro, heresia, desvirtuamento de uma santa palavra do vocabulário cristão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ouvimos o côro católico e neo-católico, do unionismo protestante, a clamar cada instante de sua propaganda que há uma só igreja. É uma dessas meias-verdades, as quais são sempre a forma da mentira mais sedutora. Há uma só igreja universal. Deveras. Como há um só universo. Há, porém, milhares de milhares de igrejas autônomas, cooperadoras e responsáveis diretamente a Jesus, e que não mancharam suas vestes em prostituição com César. Fundir estas igrejas livres, compostas de crentes, em um eclesiasticismo ambicioso é fazer voltar os ponteiros dos relógios à Idade das Trevas a buscar novas perseguições, nova Inquisição, novas fogueiras e bastilhas. É repudiar todo o progresso. É perder o cristianismo puro. É divergir de Jesus. Na última página da Bíblia, o Senhor revelado e revelador declara: “Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor de igrejas – não a favor da Igreja Católica da seita “romana” ou da seita “ortodoxa” ou das demais seitas “católicas” (?), nem da “Igreja de Cristo na China”, etc. AS IGREJAS NÃO CONSTITUEM A IGREJA. É a heresia-mor. E quem a advoga, toma para si a culpa de “acrescentar” a idéia à revelação de Deus, pois desde Mateus ao Apocalipse há uma igreja geral que abrange todos os salvos, mas não é organização. Não tem cerimônia, sacramentos, clero, credos ou ligação com o mundo, com o estado, com a ‘proteção’ carnal. É o complemento de Cristo e é santa porque é unanimemente salva e santificada. E graças a Deus há igrejas inumeráveis, cada dia mais numerosas, iguais em amor, doutrina, natureza, disciplina e missão com as igrejas com as igrejas do Apocalipse, tendo a mesma natureza, as mesmas faltas, e as mesmas virtudes. É nosso último relance à vontade do Senhor Jesus glorificado. Quem muda esta norma apostólica pratica uma obra nefanda. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Alguns têm querido ver na Epístola aos Gálatas as duas idéias da igreja, insistindo em que Paulo perseguia “a igreja universal”, Gál. 1:13. Mas não há razão de assim pensar, Lucas diz categoricamente qual a igreja que Paulo perseguia: “Naqueles dias levantou-se uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém”, não contra “a igreja universal”. Antes deste tempo a igreja geral incluía crentes em toda a face do mundo civilizado. Durante o ministério de João Batista e Jesus e no dia de Pentecostes e na pregação de Estevão multidões de toda a face da terra foram convertidas e faziam parte da igreja geral. Paulo não perseguiu a vigésima parte dessa gente. Não perseguiu a Apolo, na África, que tinha sido batizado por João, nem os milhares de crentes na Galiléia nem os Cirene que mais tarde evangelizaram Antioquia, nem os de Roma que foram batizados no dia de Pentecostes nem membros inúmeros da igreja universal. Ele perseguiu a igreja de Jerusalém, e os grupos desta logo se arraigaram e lemos, no v. 22, das “igrejas” da Judéia. Em lugar de uma, logo houve muitas; e estas nunca viram a Paulo. Sua perseguição obrigou os membros da Igreja de Jerusalém a fugir, mas escaparam e fundaram outras igrejas. O plano de Deus foi fazer uma igreja, a de Jerusalém, multiplicar-se em muitas igrejas. Querer o contrário, converter muitas igrejas em uma só organização, é querer o oposto à vontade revelada de Deus. E Deus é quem prevalecera. O Israel de Deus é a igreja geral, espiritual – na Epístola aos Gálatas. As igrejas da Galáxia ou de Jerusalém ou da Judéia são organizações e não se confundem com o Israel de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A linguagem figurada nasce de fatos concretos. Primeiramente, houve a congregação de Israel, mais tarde a igreja de Jerusalém, então as igrejas da Judéia, da Ásia, da Galáxia, da Macedônia, da Acaia, etc. Depois, generalizo-se o uso do termo, em sentido figurado, a respeito de todo o povo de Deus como congregação ideal, o Israel do Senhor. Primeiramente, batizaram-se milhares. Depois se falou em ‘batismo em sofrimentos’ ou no poder do Espírito. Primeiramente, houve ceias e banquetes concretos, tangíveis, então o Evangelho se compara com bodas, e Cristo com o pão da vida. Primeiramente, há uma ordenança em que se usa o cálice, então Cristo pode dizer: “Este cálice é o Novo Testamento em meu sangue”, porque, também, primeiramente os homens conheciam seus pactos e testamentos comerciais e podiam entender o uso figurado da prazer comercial como símbolo de verdades sublimes. Primeiramente, houve um vulto histórico, Jacó, também chamado Israel; depois um povo político nasceu de sua semente. Agora, as frases “Israel de Deus”, “igrejas dos primogênitos”, “corpo de Cristo”, “templo do Espírito Santo”, “noiva do Cordeiro”, passam para o terreno da linguagem retórica. Não sejamos como aquele primogênito primitivo que vendeu sua primogenitura por um prato de lentilhas numa hora de tédio e canseira. Ah, se ele soubesse ser firme, poderíamos ter orgulho em nos chamar “o Esaú de Deus”, em lugar de “o Israel de Deus.” Conservemos a concepção “Israel de Deus” ou “igreja dos primogênitos”, como linguagem espiritual e figurada, não literatismo eclesiástico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 8. Talvez seja exigida uma prova cabal que indique ter Paulo pensado tanto de gentios como de judeus quando falou do “Israel de Deus”. Perguntará alguém: “Não é possível que o apóstolo apenas pronunciasse esta bênção sobre o Israel nacional, ou mesmo sobre o elemento evangelizado, ou sobre os judeus crentes que faziam parte das igrejas da Galáxia?” é razoável a pergunta e, naturalmente, é possível uma resposta afirmativa. Prova cabal raras vezes é possível em exegese. Temos de nos contentar com a exposição das palavras a serem interpretadas e esta não pode ser autoritária. Aqueles cuja teoria fixa os obrigue a ensinar que Israel é sempre e unicamente o Israel segundo a carne darão este valor à frase aqui. Mas, em assim fazer, ficam réus de uma interpretação tendenciosa, fechando os olhos à palavra de Paulo e impondo sobre a linguagem do apóstolo as idéias deles. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; As seguintes são razões por que acreditamos que a referência aqui é a um Israel espiritual, composto de crentes gentios e judeus: &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (I) O contexto esclarece o texto. A bênção principia com esta aplicação limitada de sua linguagem: “Quantas andarem por esta norma…” A norma é: “Nem a circuncisão é coisa alguma nem a incercuncisão.” Portanto, comentar esta sentença como uma frase que tivesse a idéia de que “a circuncisão” seja o velho Israel nacional e o torne digno de uma bênção especial, incondicional e ilimitada, seria a zênite de incoerência no apóstolo, com um movimento da pena ele classifica “a circuncisão” como “nada”. Logo depois a elevará para as alturas de uma bênção? O contexto da própria sentença imediatamente anterior é claramente contrário. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (II) O contexto do parágrafo menciona, com forte desdém, o pendor de Israel carnal para gloriar-se na carne, no proselitismo, como Jesus disse em Mat. 23:15. Paulo acaba de condenar fortemente a vanglória do nascimento judaico. Agora, no mesmo parágrafo, estará ele unindo sua voz à adulação do Israel carnal, classidicando-o como “o Israel de Deus”? &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (III) O contexto geral da epístola é ainda mais desfavorável. O apóstolo nem fala muito favoravelmente de Pedro e Barnabé, no capítulo 2. Para os judaizantes ele só tem anátemas. Como seria possível rematar uma epistolo tão forte contra os judeus incrédulos e os judaizantes crentes, dando-lhes uma bênção permanente na base racista? Seria uma bênção da Agar espiritual, bênção da escrava e seus filhos que jaziam na escravidão, bênçãos para os que ele mandou “lançar fora”, 4:30. É moralmente impossível. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Alguém perguntará: “O Israel de Deus, porém, não poderia ser o elemento judeu nas igrejas?” Não parece ser muito considerável este elemento. As igrejas eram quase solidamente gentias. Se estamos certo em pensar que as igrejas da Galáxia são aquelas cuja evangelização é narrada em Atos 14, então em Icônio vemos os judeus de um lado e os apóstolos de outro, v. 4. Em Listra é o povo licaônico que segue ao apóstolo, os judeus o apedrejam, v. 11, 19. Não diz os judeus incitaram o povo gentio a apedrejá-lo mais “alguns judeus… apedrejaram a Paulo”. A massa dos judeus tornara a mesma atitude hostil, em Antioquia (13:45). Paulo virou-se para os gentios e estes se regozijaram na sua decisão. Em Derbe nem se mencionam os judeus, 14:20. Parece não haver muitos judeus nestas igrejas. E mesmo que houvesse, a bênção não é para “o Israel de Deus entre vós”, mas uma oração geral a favor de todo o reino de Cristo em toda parte. A frase é majestosa e não se podia aplicar a um punhado de judeus anônimos nas igrejas da Galáxia, para a exclusão da quase totalidade das mesmas igrejas que era de gentios convertidos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O Israel de Deus incluiria os poucos judeus crentes, mas não exclusivamente. É equivalente a toda a “nova criação”, os regenerados. Como disse Lighfoot: “O Israel de Deus está em contraste implícito ao ‘Israel segundo a carne’ (I Cor. 10:18): Comp. Rom. 9:6, nem todos os que são de Israel são Israelitas”; Gál. 3:29, Fil. 3:3. Não se refere aqui apenas aos fies convertidos da circuncisão, geralmente, porém, ao Israel espiritual, todos os crentes, quer judeus ou gentios.” (Lightfoot, no seu Comentary on Galatians, p. 324, 25). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A passagem em Rom. 9:6 é difícil no original e dificílimo de traduzir, embora a idéia seja clara. As palavras de Paulo são: “Não, pois, todos os de Israel, estes Israel.” Não há verbo no original. É uma infelicidade abandonar o coletivo “Israel” e dar a tradução individualista israelitas, como fazem todas as seis versões no vernáculo que tenho à mão, tradutores católicos e protestantes seguindo indiscriminadamente o erro da Vulgata. O ponto está na conservação da palavra “Israel”, ambas às vezes. Weymouth procura dar a idéia, assim: “Nem todos que são de ‘Israel’ contam como Israel.” E Moffatt verte assim: “A palavra ‘Israel’.” Dá ele a entender que crentes gentios pertencem ao ‘Israel’ embora estejam excluídos do ‘Israel’ soberbo dos racistas. E Sanday e Headlam, em seu comentário clássico, assim traduzem, livremente: “E nunca foi designado que todos os descendentes de Jacó fossem incluídos no Israel de privilégio.” Claramente, temos em Romanos a expansão da frase isolada, “O Israel de Deus”, em três grandes capítulos. Ali como aqui, o ponto é não limitar a palavra Israel nem aos judeus, sob ponto de vista racista, nem ao núcleo de judeus crentes nas igrejas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 9. Estes vários termos, usados figuradamente, não se tornam sinônimos por serem empregados a respeito da coletividade cristã. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Suponhamos que uma família de crentes, um casal e dois filhos adultos, reside num lugar onde o Evangelho é novo. Constituem uma família. Estabelecem uma firma comercial na qual todos trabalham. Organizam uma igreja de quatro membros. São a família Fulano, a firma comercial de Fulano e Cia., e a igreja no lugar. Mas nem por isto família, firma comercial, e igreja se tornam sinônimos, embora sirvam para descrever o mesmo grupo, em aspectos diferentes da sua vida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Do mesmo modo os crentes em Cristo são a família de Deus, a igreja geral, o reino de Deus, a casa de Deus, a noiva do Cordeiro, o sacerdócio real, o corpo de Cristo, a nação escolhida, o santuário do Espírito Santo e o Israel de Deus. Mas nem por isso tornam-se sinônimos a palavra monárquica “reino”, a palavra congregacional e democrática “igreja”, a palavra doméstica família”, a palavra política “nação”, a palavra hierárquica “sacerdócio”, a palavra arquitetural “santuário”, e a palavra racista, “Israel”. Seu uso figurado, por acaso, se aplica ao número total dos redimidos mas seu uso literal fica o que fora. A família de Deus, o reino de Deus, a igreja geral, o sacerdócio real, a casa de Deus, o corpo de Cristo são o mesmo povo da fé, porém considerando sob um aspecto diferente em casa um destes nomes e também em seu nome: “O Israel de Deus”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; É glorioso haver esta doutrina do “Israel de Deus”. Produziu ela, inúmeras vezes, a mais cublime união de espíritos que estavam, outrora, divorciados pelos ódios da raça. Não sómente é um lar hospitaleiro para o espírito, onde judeu e gentio se tornam um novo homem, mas o é também par o crente católico ou protestante ou batista ou ortodoxo ou de qualquer outro nome. Estes são membros, individualmente, do Israel de Deus, não por ser católico ou acatólico, mas a despeito de seus erros de doutrina e prática. É a realização, no íntimo, da comunhão cristã e da súplica de Jesus na véspera de sua paixão: “a fim de que todos sejam um”, numa unidade comparável à da Trindade, João 17:21. A Trindade não é uma em virtude de um sacramento praticado por Pai, Filho e Espírito, nem por um credo, que os três rezam, nem por uma hierarquia, nem por um sistema eclesiástico, nem pela autoridade exterior de um super-estado. O Pai e o Filho são um, em sua natureza essencial, e na santa comunhão e gôzo. Assim são um, em uma unidade eterna, real e sublime, todos os redimidos. Todos têm a vida eterna pela fé, foram feitos participantes da natureza divina, II Ped. 1:4. São o Israel de Deus, a igreja dos primogênitos e um dia se congregarão na Nova Jerusalém no gôzo da herança celeste. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; As versões e os problemas de tradução  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (Principalmente para exegetas e futuros tradutores) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A religião cristã está na aurora de uma atividade literária no Brasil. Apareceram as traduções do Novo Testamento pelos Franciscanos e dr. José Basílio Pereira em 1912, na Banhia, a de D. Fr. Joaquim de Nossa Senhoria de Nazaré em 1935, em São Paulo, e a do dr. Humberto Rohden em 1936, sendo esta a primeira de autoria católica que visa reproduzir em português o sentido do texto grego. As Bíblias de Figueiredo e as Novo Testamento, de autoria católica, até 1936, tinham a fraqueza de ser traduções de uma tradução, versões da Vulgata. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A exaltação do espírito do Apóstolo torna sua linguagem abrupta, enérgica e, às vezes, lacunar. Traduzi-la é quase um feito de alpinista que passa por saltos de um a outro penhasco. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em Gál. 2:6-10, por exemplo, há uma só sentença, na Versão Brasileira, que aliás segue a pontuação (?) começou declarações sem terminá-la e introduziu parênteses complicados. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nas versões no vernáculo até agora dadas ao lume notamos as seguintes infelicidades ou inexatidões principais:  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A VERSAO ROHDEN &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (I) Principiamos com a mais nova, a tradução do texto grego pelo ex-padre dr. Humberto Rohden. O leitor só pode aproveitar bem, lendo o comentário com o Novo Testamento Rohden na mão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O primeiro tradutor católico de Novo Testamento Grego sente grande liberdade em verter o original. Acrescenta e omite palavras e idéias do original. Faremos um estudo detalhado de sua versão. “Paulo, constituído apóstolo”, v. 1. O acréscimo “constituído”, limita à fase inicial da carreira apostólica o divino apoio que Paulo quis associar a tudo quanto se relacionasse com a sua experiência e ministério apostólico. “Em companhia de todos os irmãos” esconde a limitação da linguagem aos colegas de Paulo e muda a relação da frase à sentença. É acréscimo “Vos sejam dadas”, v. 3, e “se imolou”, v. 4, é uma tradução ousada do verbo deu. A preposição grega ajuda a idéia de expiação mas não permite substituir o verbo imolar em lugar de dar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; É inexata a tradução chamou à graça. A graça envolvia os gálatas na chamada, não foi um alvo adiante deles. Chamou na graça. “Quando não há outro”, de Rohden, substitui “o que não é outro” (igual), de Paulo, e perde o valor do contraste propositado entre as duas palavras gregas “outro”. “Pregasse”, v. 8, não representa a qualidade da sentença condicional de Paulo, que é futura ou geral – “Se nós ou um anjo pregar”. Também no v. 9, erra o verbo, que é: “se alguém vos está pregando outro evangelho”, ou “costuma pregar”, não “se alguém vos anunciar”. A referência é aos fatos, à realidade na Galáxia, não a uma hipótese vaga. “Asseguro-vos”, 1:11, deve ser “Declaro-vos”, ou “vos faço conhecer”. “O Evangelho não é obra de homens”, 1:11. Homem é singular e obra não é tradução de substantivo algum no original. É um esforço para verter uma preposição com a palavra obra. No v. 12 o eu enfático é omitido; e a conjunção, parte da força do negativo e a voz e a significação do verbo são mudadas para coisa parecida, e uma frase é mudado completamente em sentença, sem violar seriamente o sentido. No v. 13 vemos a omissão da conjunção, a mudança do tempo passado para o presente e do verbo ouvistes” para “conheceis”, e o substantivo conversação ou conduta para “a vida que eu levava”. Seria difícil tomar mais liberdade com um versículo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 14 nos da, na linguagem do ex-padre Rohden: “de idade do”. Esta monotonia é desnecessária, porque o grego tem “no”, não “do”, e dá sentido melhor dizendo “mesma idade”. O v. 15 muda a declaração “mas quando aprouve” para “aprouve então”, assim corta em duas uma longa sentença grega. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  “Carne e sangue”, trocando a conjunção e acrescentando os artigos definidos.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 17 inocentemente acrescenta ter com. O v. 19, Tiago, em grego é “o (bem conhecido) irmão do Senhor”. Não veja vantagem em diluir isto para “Tiago, irmão do Senhor”. O v. 20 omite e muda, sem alterar seriamente o sentido. O v. 22 acrescenta outro caso do emprego da palavra cristão ao seu limitadíssimo uso no N. T., e sem razão, pois Paulo expressa muito mais pela frase “as igrejas da Judéia que estavam em Cristo” do que o dr. Rohden expressa com a pálida paráfrase: “as igrejas cristãs”. Perde-se algo de linda doutrina e introduz e magnífica uma palavra que a Bíblia não salienta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Capítulo 2 verso 1 omite a palavra que liga esta sentença com a outra. Estas referências foram amadas pela mente lógica de Paulo e são um elemento de estilo. Não sei por que o novo tradutor insiste em omiti-las tantas vezes. Que diminuísse o número, quando há várias na mesma sentença grega e difíceis de tradução exata, ao bem do estilo em português, vá lá. Mas a omissão de elos do pensamento é incompreensível. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O V. 2. O espírito tendencioso aparece pela primeira vez na versão quando se traduz “mormente aos que gozavam de autoridade”. O título dado pelo tradutor ao parágrafo é: “Aprovação do evangelho paulino pelos apóstolos”. Nem diz: pelos outros apóstolos. Sem dúvida o ilustre tradutor sabe que Paulo nem disse isto nem o teria dito neste contexto por consideração alguma. Aqui se faz grave injustiça a Paulo. Ele não foi “mormente”, mas “particularmente”, “à parte aos que pareciam”, que pode ser traduzido “aos que eram de nomeada”, mas dificilmente pode ser torcido a significar “mormente aos que gozavam de autoridade”. Para conseguir ler isto numa epístola tão contrária às pretensões papalinas, o ilustre romanista introduziu-o na tradução sem que existisse no texto original. O v. 2. A representação de que o apóstolo temia haver “andado à toa” é um tanto frívola e não é fiel ao grego. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 4 muda completamente a construção para dar com facilidade a idéia, plano viável em passos complicados, usado, porém, demais pelo padre Rohden. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 5 muda a construção, traduz hora por momento e “a verdade do Evangelho” fica “a pureza do Evangelho”. Não haverá propósito nesse plano? O interprete católico vai insistir em que não havia ponto de doutrina na questão sobre uma fase da qual Paulo chegou mais tarde a repreender a Pedro. Logo, omitamos bem no princípio a palavra “verdade” e introduzamos “pureza”, para justificar a asserção que se irá fazer, de que o erro de Pedro estava no terreno de disciplina e não de doutrina, de “pureza” do Evangelho e não da verdade fundamental. Qual a razão para não seguir ao grego, como, aliás, o próprio padre o verteu fielmente, dizendo para o seu louvor, em outro trecho adiante? &lt;/p&gt;&lt;p&gt; De novo vemos introduzida a idéia de “autoridade” dos três sobre Paulo, precisamente o que a epístola nega, e o que motivou sua produção. E onde Paulo diz que os três não lhe acrescentavam nada, o advogado zeloso de Roma acrescenta de soslaio uma palavra traiçoeira contra Paulo. Sua versão é: “Os que tinham autoridade a nada mais me obrigaram”, como se já o tivessem obrigado a alguma coisa mas não acrescentaram outra imposição autoritária. A frase é dúbia quando deve se clara, pois trata-se da essência da epístola. É má obra traduzir tendenciosamente, com sentido ambíguo, possível de contradizer a evidente idéia do autor inspirado. O v. 7 tem o mesmo descuido, a mesma prontidão de dar uma idéia qualquer parecida com a do original. O verbo confiava está num tempo errado e o que é declarado ser confiado é o evangelho, não “a evangelização”, e o mesmo evangelho confiado a Paulo por ser herança da incircuncisão, o mudo gentio, e a Pedro como possesão do mundo judaico. É inteiro descuido traduzir “a Pedro tocavam os circuncisos”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No v. 9 o grego é mais forte que “deram-nos as mãos fraternalmente”. Foi a mão direita, em solene pacto de sociedade numa tarefa comum. De novo vemos o tradutor, pelo título do parágrafo, impor idéia radicalmente contrária ao que o apóstolo escreveu. Que audácia foi dar o título: “Autorização por parte de Pedro”, a um passo cujas primeiras palavras são: “Tendo Cefas chegado a Antioquia, repreendi-o publicamente porque era culpado!” Bela autorização! Ser culpado e repreendido é dar autorização a quem o repreendeu, hein? Isto é escravidão eclesiástica, diante das arbitrariedades da Comissão Bíblica do Vaticano que obriga o tradutor católico a dizer diametralmente o contrário do que significa a linguagem empregada na epístola. O que lemos é, na realidade, a desautorização formal e pública de Pedro por Paulo, no tocante à sua incoerência, de pendor anti-evangélico, em Antioquia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Verso 12. É tolice falar de Pedro “comer com os pagãos”. Isto não foi a questão. Os crentes gentios, batizados e dentro da igreja, certamente não eram pagãos! &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Os da circuncidados”, no original, significa mais do que “os da circuncidados” na tradução, pois indica serem partidários da posição judaizante, do judaísmo fabricante de prosélitos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Verso 13. O tradutor verte com inteira independência do original. Oxalá mostrasse tanta independência dos eclesiásticos quanto demonstra em relação à Palavra de Deus! Como pode o autor ler as palavras de Paulo: “Se procurasse agradar aos homens, não seria servo de Cristo”, sem as faces lhe arderem? A verdade é menos pungente, tratando-se de agradar a uns clérigos do vaticano em plena deslealdade contra a Palavra de Deus? &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No v. 14 o tradutor substitui Pedro onde devia escrever Cefas. Qual a razão? Verso 15. O tradutor abandona as aspas do discurso proferido a Pedro e faz Paulo dizer a uma porção de leitores gentios: “Nós somos judeus…” Pode haver uma coisa mais improvável? Ele faz isto para salvar os ouvidos de Pedro – ou dos católicos na sua indevida exaltação de Pedro – de escutar palavras duras, porém necessárias, rompe a continuação natural da cita e abre novo parágrafo para matar a impressão deixada pela linguagem veraz do apóstolo aos gentios. Vejam-se as notas. No verso 16 ele despreza o significado do artigo grego. Ninguém é justificado por obras de espécie alguma, obras de nenhuma lei, seja qual for – lei levítica, lei canônica, lei cerimonial, tradições dos homens quer do sinédrio judaico, quer dos concílios eclesiásticos da Igreja Católica. Todo o regime de lei é afastado do caminho de salvação. O grego indica isto, mas o padre não é fiel ao que devia traduzir. No verso 17 a pergunta retórica de Paulo toma forma errada na tradução, pois a partícula grega impõe, na própria pergunta, uma forma de linguagem que indique, antes de declarar a resposta, que esta havia de ser negativa. Questão de estilo, mas o estilo de Paulo revela imediatamente seu horror ao pensamento considerado, e o estilo do tradutor o esconde. No verso 18 Paulo é bem definido, usando um pronome demonstrativo, na sentença que o dr. Rohden verte como adágio. E “prevaricador” é fraco. Transgressor é o que Paulo disse, e é que Pedro se tornou. No verso 19 se despreza uma conjunção, a ausência do artigo grego e o tempo grego do último verbo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No verso 19 não é exato dizer: “Com Cristo estou cravado na cruz.” Cristo não está cravado em nenhuma cruz. Paulo disse: “Tenho sido crucificado com Cristo.” Não é nenhum ascetismo perpétuo. Foi um ato histórico, no passado, com que Paulo se identificou, e os efeitos permanecem na atualidade. Este é o sentido do perfeito, e não se expressa por um simples presente, senão em raros casos de frases idiomáticas. Verso 21. Por que o tradutor não usou aqui imolou? Não se acha no original, é verdade, nem se deve usar na tradução, mas o verbo aqui é mais forte do que aquele de 1:4 que ele traduziu: imolou. Verso 21. “Não falo em desabono da graça”, é fraco. A falta indiretamente a Pedro foi a de anular, frustrar, encostar, rejeitar, em efeito, a graça de Deus na hipocrisia praticada em Antioquia. A tradução do padre Rohden dilui a ofensa e a afasta de Pedro, escondendo a idéia que Paulo tornou claríssima e enfática. Também, pelo uso indevido do artigo, torna definida e limitada a lei de Moisés a referência apostólica, quando não tem artigo a palavra “lei” e a doutrina se aplica a todo o legalismo, seja qual for a lei. Capítulo 3:1. É inexato traduzir por “quando” um pronome relativo que significa “aos quais”. Os gálatas não ficaram fascinados pelo erro quando Cristo foi “pintado aos olhos” crucificado, mas sim muito mais tarde quando o movimento judaizante ia entrando nas igrejas. No verso 2 é introduzido o romanismo pela tradução: “Recebeste o Espírito… pela submissão à fé?” A idéia romanista é que a fé consiste em opiniões – idéias doutrinárias que estejam em submissão cega aos dogmas proclamados pelos concílios eclesiásticos. O padre tradutor aqui reduz a atitude salvadora à submissão à fé, frase ambígua que, para seus fiéis, se presta para apoiar o sistema romanista de salvação pelas obras, sacramentos, penitência, etc. ora, é precisamente esta idéia que Paulo quis repudiar, e a tradução tendenciosa impõe sobre sua própria linguagem um conceito que lhe era abominável. Paulo Poe em contraste obras (quaisquer) de lei, (seja qual for), - como meio de obter o Espírito da graça –, e um ouvir de fé. O Espírito foi recebido pelos gálatas ao ouvirem o Evangelho e ao crerem no Salvador Jesus. Assim foi quando foi salvo Cornélio, o primeiro converso gentio. “Enquanto Pedro falava, veio o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra.” E o Espírito sempre vem assim, no momento de ser aceita a palavra sobre Cristo, em atitude de fé salvadora. Certamente, ouvir pode significar obedecer, em certos contextos. Mas é para combater a idéia de justificação pela obediência que foram escritas a Epístola aos Gálatas e as demais desta controvérsia, especialmente a aos Romanos. É traiçoeiro, pois, introduzir na tradução precisamente a idéia que Paulo combatia no original. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Paulo não está inventando uma lei canônica, ou de credos fortificados com anátemas, decálogo de dogmas eclesiásticos, uma submissão cega a um crença imposta pelo clero. Esta afastando precisamente tudo isto. É no momento de atenção ao Evangelho de Cristo, quando nasce a fé, unindo-se com o ouvir, Heb. 4:2; que então o Espírito divino é dado ao homem crente, na regeneração, na justificação, e na santificação, João 1:12, 13; Rom. 3:28; Atos 26:18. O preclaro vigário de Petrópolis conseguiu obscurecer tudo isto na sua versão através deste parágrafo inteiro. É erro de soberba humana escrever “espírito” com minúsculo. A salvação não começa pela iniciativa do espírito humano mas sim pelo Espírito de Deus. Discutimos isto adiante onde a mesma afensa é freqüente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A declaração: “Justamente como Abraão creu a Deus e foi-lhe imputado por justiça”, v. 6, é adicionado, no mesmo parágrafo, no original, a fim estabelecer uma analogia entre nós, que recebemos o Espírito pelo ouvir da fé, e Abraão, que recebeu a justiça pelo ouvir da fé. Deus falou, Abraão ouvir e creu e isto lhe foi imputado por justiça. Mas a palavra de analogia: justamente como”, o padre traduz: “É o caso de Abraão.” Então ele tira a sentença do seu parágrafo onde está o zênite da argumentação e a transfere para o parágrafo seguinte. Um tradutor tem assim muitos recursos para impor sua idéia, ou matar a idéia bíblica, por uma tradução tendenciosa e um arranjo de pontuação e parágrafos que resulte na confusão daquilo no original é bem claro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No verso 10 os dois verbos do original são verbo grego ser, mas a tradução Rohden os verte se guiam e estão sujeitos. Não é ruim, mas toma sempre liberdade, e estas liberdades presunçosas, às vezes, se tornam ruins. A citação é engenhosamente encurtada, também. No verso 11 vemos um esforço de dar ao tempo futuro o valor de um aoristo incoativo: “O justo alcança a vida pela fé.” Mas a Escritura considera a vida inteira do justo, não apenas alcançada pela fé, mas vivida pela fé desde o princípio ao fim, como toda a história do cap. 11 da Epístola aos Hebreus mostra – alcançaram pela fé sua vida e pela fé operaram suas proezas que os tornaram eminentes entre o povo de Deus e pela fé morreram. Se o padre soubesse usar este aoristo incoativo em outros verbos onde cabe, seria bom; não, porém, neste verbo de um tempo futuro linear. O ponto aqui é precisamente sobre a coerência de começar pela fé e continuar pela fé, não mudar da fé inicial para um regime de obras a fim de gozar o Espírito. A mesma falta volta na tradução: “Quem observar estes preceitos alcançará por eles a vida”. Verso 12. Não é só começo mais sim a continuação, pela vida inteira, que depende de observar mandamentos, num regime legalista. O v. 13 omite “todo” e enfraquece o verbo remiu, para “livrou”. Não é grande coisa, mas o acúmulo destas pequenas faltas é como uma fenda numa represa. Acaba num desastre. O verso 14 remove a idéia de propósito em nossa maldição assumida por Cristo. Foi “para que recebêssemos pela fé o Espírito prometido”. A cláusula final desaparece na tradução, e em sue lugar lemos, em outro parágrafo a seguir: “Assim é que”. E há outras modificações arbitrárias na estrutura da sentença. Esta vez é claro que o Espírito é recebido pela fé. Por que não remover a confusão no parágrafo anterior? O verso 15 introduz uma concepção perturbadora: “Ninguém declara nula nem acrescenta clausula ao testamento duma pessoa exarado na forma de lei.” Não há palavra que possa sugerir lei. O Evangelho não é outra lei, e digamos a verdade enfaticamente. A referência é à aliança da graça. E esta não é testamento, pois Deus não morreu; logo é um contrato entre o Deus vivo e a semente de Abraão. É um contrato cuja natureza é a de uma promessa, unilateral; e seria a perda de todo o sentido deixá-la degenerar em outra “lei”. Aí mesmo é o caminho da degenerescência do romanismo. Mesmo que a palavra “lei” entre casualmente na tradução, como cremos, é uma infelicidade aqui. O verso 22 diz: “Para que a promessa fosse dada aos crentes, proveniente de sua fé em Jesus Cristo”, mas a sentença ficou arbitrariamente invertida, na tradução: “para que os crentes participassem da promessa mediante a fé em Jesus Cristo”. Há esta mania de mudar, em toda a versão que estamos examinando. O verso 23 reza: “estávamos obrigados a guardar a lei porque a fé ainda estava por ser revelada”. Devia ser: “estávamos conservados debaixo da guarda da lei; encerrados para fé vindoura, prestes a ser revelada.” A figura é da lei como escravo, guardando o menor, para seu destino maduro, a fé sendo a próxima maioridade. A época histórica da lei, concebida como pedagogo, guardando e levando os judeus para o Evangelho, é uma idéia bem diferente da tradução: “estávamos obrigados a guardar a lei.” A lei é a guarda, no velho regime, o escravo-tutor. Passou esta fase de revelação parentética, “vindo a fé”, isto é, o regime de fé, a era de revelação parentética, “vindo a fé”, isto é, o regime de fé, a era de revelação cuja nota saliente é a fé – o cristianismo puro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Não se há esconderijo propositado na tradução do verso 26. “Graças à fé em Jesus Cristo, todos vós sois filhos de Deus. Sim, todos os que fostes batizados em Cristo vos revestistes do Cristo.” O que o padre entende por isto é claro, pois na mesma página, numa de suas notas, diz: “é o batismo que nos faz todos iguais, filhos de mesmo Deus.” Isto é paganismo sacramentário, puro paganismo batizado (?). O que Paulo declara categoricamente é: “Todos vós sois filhos de Deus mediante a fé”. “A inversão das partes da sentença principiando com graças à fé”. Como dizem tantos e tão frivolamente, “graças a Deus…”, desorienta o leitor. Não se pode esconder a idéia da preposição usada pelo apostolo. Significa que a fé, não o batismo, é o meio da regeneração. A criança somente se reveste depois de nascer: o batismo vem depois da regeneração, quando o batizando confessa a Cristo e professa a sua fé, sempre a condição imprescindível de ser batizado. A versão do padre engenhosamente escondeu o meio da regeneração, que, nas notas, seria pagamento atribuída ao ato físico de um batismo infantil inconsciente. Subterfúgio indigno, visando esconder a verdade evangélica pela superstição sacramentalista do batismo infantil. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O último versículo do capítulo omite, na tradução, o enfático vocábulo VÓS. Vós, (os crentes gentios da Galáxia), se sois de Cristo, então de Abraão sois somente, herdeiros segundo a norma da promessa, e não: “E, se sois de Cristo, como descendentes de Abraão, também sois herdeiros segundo a promessa”, linguagem que confunde totalmente a idéia da sentença, pois poderia referir-se aos judeus. Mas o vós enfático indica os gentios gálatas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Capítulo 4. Os verbos no verso 9 passam a tempos e modos que não representam o original. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O tradutor faz do v. 10 uma pergunta: “que ligueis importância a dias, meses, festividades e anos?” Nenhum bom texto grego adota esta pontuação. Foi feito para enfraquecer o claro pensamento de Paulo de que é perda de tempo um cristianismo ritualista? &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Verso 12. O ponto da exortação apostólica é o tempo do verbo, presente linear. “Continuai a estar como eu,” ou “Sempre me imitai (nas coisas fundamentais), pois eu sempre estou como vós”, ou “sempre vos acompanho (nas coisas secundárias): suplico-vos”. A versão Rohden não satisfaz – “Rogo-vos, meus irmãos, que vos torneis iguais a mim; pois que eu também me torno igual a vós.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 13 erra em omitir a conjunção, no arranjo frouxo da sentença e ao traduzir a frase grega, a primeira vez: “da primeira vez” e ao terminar a sentença com estas palavras: “e que grande provação vos exigiu o meu estado físico”. No original não existem as palavras “que”, “grande”, “exigiu” – uma paráfrase inepta, não uma tradução. Ora, o v. 14, no grego, principia com esta frase “a tentação” (provação), objeto direto dos verbos do mesmo versículo. O dr. Rohden isolou o objeto e inventou um verbo e rematou a sentença. Então, em lugar do objeto real, inventa dois objetos diretos dos verbos da sentença arbitrariamente introduzida. É inépcia, ou foi sono que se apoderou do tradutor e de seus revisores, todos, nesta altura? O v. 14 também traduz a palavra anjo: “mensageiro”. Às vezes significa “mensageiro”, mas não aqui. O v. 15 inverte a relação do verbo principal e o particípio, dando contudo a idéia louvávelmente. O v. 16 tem um tempo perfeito grego, difícil de traduzir idiomaticamente. O padre não teve êxito. O v. 17 na primeira parte tem um acréscimo, como que tirando do ar a referência ou o sujeito escondido do verbo, de modo a dar a idéia e esclarecer a quem ela se aplicava. Tais surtos de gênio se revelam frequentemente neste tradutor, sendo viva e correta a impressão deixada, se bem que não seja tradução em sentido algum. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 19 rudemente quebra em duas uma sentença que o grego tem doce harmonia e unidade. O v. 21 acrescenta, por hábito, um verbo supérfluo. No v. 23 o verbo no tempo perfeito dá a idéia de que a distinção entre o nascimento de Ismael e o de Isaque se fez e permanece até agora. É o ponto da alegoria. Mas é dificílimo transmiti-lo sem uma paráfrase e o gênio do dr. Rohden não logrou êxito simplesmente com “nascera”. Também a promessa é concebida como meio da geração sobrenatural, idéia igualmente essencial à alegoria, mas ausente da versão Rohden. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No v. 24, não há razão para dizer: “os dois testamentos”. São “duas alianças”, e visto que há diversas alianças na história bíblica, é inexato, e contrário ao grego (que está sem artigo), verter “os dois”. Inverteu-se a construção da sentença. Conservando-se a palavra “aliança”, é feminina, como Agar, e naturalmente se traduzira; “dá a luz filhos”. Mas o padre-mestre tradutor verte “testamento” o usa o verbo “gera”, como de um pai. As alianças evangélicas e legalista são “mães” de seus adeptos, idéias desagradável ao clero, que ambiciona constituir seu eclesiasticismo como a mãe – “a santa madre igreja”! É uma das invencionices de Roma. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No v. 27 o contraste dos tempos é propositadamente forte, mas se perde na tradução. O artigo é omitido sem razão antes de “marido”. A aliança espiritual, a Jerusalém celeste, tem “o mando”, com quem a Jerusalém carnal se considerava casada e a única esposa. No v. 28, o dr. Rohden tem “nós”, onde o texto Nestlé (mas não o de Westcott e Hort) tem vós. Este é mais claro, pois se aplica exclusivamente aos gálatas crentes, enquanto “nós” poderia ser ambígua referência a Paulo e os judeus. Preposição usada com Isaque ergue uma norma ou padrão. E é segundo a norma de Isaque, a norma de um nascimento sobrenatural por meio da promessa, que somos os filhos da promessa. “promessa” é enfática, no original, mas não há nenhum esforço para mostrar estas coisas, na tradução. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 29 é bem defeituoso ao falar de “nascer do espírito”. O texto Nestlé tem até maiúscula no grego – nascemos “do Espírito.” O v. 31 tem o artigo definido a respeito da aliança que é a nossa mãe, mas omite o artigo no contraste. Não é de mulher escrava – de aliança legalista alguma – que nós somos filhos. O padre Rohden verteu o substantivo sem o artigo da mesma maneira que o definido. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; CAPÍTULO 5. Em 5:1, “levou” é fraco e inexato, e “para liberdade” é bem enfática no grego, mas desaparece na tradução que estudamos. O v. 3 transtorna a estrutura da sentença, que é mais clara no original do que na tradução. “A lei inteira”, diz o original. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 4 é uma declaração geral sobre a classe judaizante e suas vítimas. “aqueles entre vós que estão no processo de se justificar no terreno de lei”, ou “Quantos de vós estão vos justificando na esfera de lei”, “ficaram desligados de Cristo, decaíram da graça.” A versão Rohden transforma a sentença em condição, acrescenta artigo à palavra lei, acrescenta a idéia incoativa ao presente linear, verte um tempo passado como presente, e deu significado perder ao verbo decair. Haverá propósito dogmático nesta tradução? A versão de D. Fr. Joaquim é muito melhor: “Estais já separados de Cristo, os que vos justificais pela lei: decaístes da graça.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 5 é apenas uma declaração do tradutor, não traduz a sentença de Paulo. O apóstolo afirmou: “Porque nós (enfático) pelo Espírito estamos avidamente aguardando uma esperança de justiça procedendo de fé”, ou “a justiça anelada”. Esta declaração tão viva, superlativa, calorosa fica traduzida friamente: “pois é pelo espírito e em virtude da fé que aguardamos a desejada justificação”. Por esta manobra, o advogado de dogmas romanistas (1) adia a justificação para o futuro – depois das chamas do purgatório, talvez –; (2) perde de vista o Espírito e deixa a luta se travar no impotente espírito humano; (3) ignora o contraste forte do “nós” enfático – nós, Paulo e os verdadeiros crentes, versus os “falsos irmãos” que estão na senda de justificação por obras legalistas, (4) dizendo “a fé” talvez pense em dogmas, (5) outrossim, esconde o real propósito de Paulo que é a justiça de Deus em todos os seus aspectos judiciais e práticos. Jesus disse: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos.” Paulo manifesta esta fome e sede aqui, não da experiência passada de justificação mas da realização do alvo justo na vida. Pelo Espírito, e procedendo da fonte de fé, é que o crente realiza a promessa de Jesus e se torna progressivamente justo. Meu Dicionário grego define esta palavra: “retidão, justiça, integridade, ‘vida correta em pensar, sentir e agir’ (Thayer)”. O crente foi justificado quando creu, e como cavalo cujo pescoço fica estendido na carreira em direção à meta, “Nós (evangélicos) àvidamente aguardamos o fruto do Espírito, o rio caudaloso que mana da nascente de fé, no sentido de uma vida justa.” O romanismo impossibilita o tradutor de ver isto ou de querer transmitir a idéia apostólica aos leitores. É mania do autor rebaixar para a esfera do espírito humano o que Paulo atribui ao Espírito de Deus. Não há desculpa. O próprio texto Nestlé usa maiúscula no grego. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 6 fala de “a fé que opera pela caridade”. O primeiro fruto do Espírito é muito mais do que a pálida virtude de caridade, tão degenerada no pensamento católico-espírita hoje em dia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 10 perde o forte “eu”, na tradução. A despeito da tendência do fermento para alastra-se, EU, Paulo, me oponho a essa tendência e serenamente deposito e confirmo minha confiança com referência a vós, em união com Cristo, que não tereis como hábito de pensamento ‘nada outro’, nada diferente – “nada além”. Quão inadequada a mera declaração: “Confio que nunca mais mudeis de sentimento.” Mas quem é que não muda? Haviam de se petrificar? Não é certo traduzir: “aquele que vos perturbou será castigado”; mas sim “aquele que vos está perturbando (pres. Linear), carregará com sua condenação” ou “seu juízo”. O v. 11 muda a idéia da sentença condicional, perde o eu enfático, e pergunta: “ainda me veria perseguido?” quando o que Paulo realmente perguntou é: “por que ainda estou sendo perseguido?” Tradução e original bem diferentes. O v. 12 “Oxalá se exterminassem de vez” é inexato. Vede o Texto. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 13 acrescenta “meus” e omite o “vós” enfático de Paulo. “Não considereis a liberdade como carta branca para os prazeres carnais” é um dos surtos de gênio do padre Rohden que tornam sua tradução um deleite em certos trechos, a despeito de seus graves erros, em outros. Todavia, não são “prazeres carnais” que se contemplam aqui, mas uma religião carnal, o cerimonialismo, o partidarismo, a superstição, como se vê nas obras da carne mencionadas a seguir. A carnal idade impera em muitos terrenos além de prazeres. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 14 perde a força do tempo, também. “Servi continuamente uns aos outros por meio do amor” – não “caridade (espiritual)”. O v. 14. “A lei inteira” diz o grego, “conserva-se realizada, na sentença: Amarás…” Se o clero consente traduzir o mandamento: “amarás” por que não traduz também o que se mandou: amor?Mandando amar, Deus não exigiu o amor? Para que esconder sua vontade? Não podemos ceder à catnalidade a palavra que encerra a essência da moral. Toda a lei não se conserva realizada numa fraca e pálida caridade católica ou espírita – Deis exige nosso amor, em toda a sua intensidade para si, para nosso próximo, para sua vontade, e é traição à revelação divina assumir uma atitude de falsa modéstia, fictício pudor clerical, e repudiar a maior palavra ética do vocabulário bíblico. Se existe na palavra amor qualquer sugestão carnal, é devido ao clero celibatário e suas vítimas, indevidamente orientadas para reservar seu amor para a carne e dar a Deus apenas uma fria “caridade”. É indispensável redimir nossa geração e suas Bíblias desse nervosismo clerical que nas suas versões manda amar, sem admitir o amor a Deus e ao próximo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 15 tem no original forte contraste de tempos: “Continuando a morder e devorar – eis que de vez fostes mutuamente aniquilados!” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 16 de novo recua do poder do Espírito divino para a impotência do espírito humano. A palavra espírito se encontra nesta epístola 18 vezes, e a referência é ao Espírito de Cristo 16 vezes. Mas o padre Rohden é de um sistema legalista que enaltece o espírito humano como capaz de boas obras e até de mérito superior. Logo ele desonra a terceira pessoa da Trindade, a cada passo tirando-lhe seus atributos e os doando ao espírito humano. No testo grego Nestlé, que ele declara traduzir, há maiúsculas em todas estas passagens. A mudança para letra minúscula é tendenciosa, dogmática, sectária, mas se verifica na versão Rohden em 3:3; 4:29; 5:5, 16, 17, 18, 22 25; 6:8. Será a mão negra italiana de tal Comissão Bíblica? É um prejuízo à moral, à verdade e à espiritualidade eliminar assim nove vezes o Espírito de Deus de sua devida graça, soberania e operosidade na vida cristã, entronizando o espírito humano no lugar usurpado. Paulo, com forte ênfase, disse: “Eu, porém, (em contraste com essa “carta branca” dada à carne) afirmo: No Espírito é que deveis perpetuamente dirigir a vossa vida (pres. linear) e absolutamente não (fortíssimo negativo) consumareis o ardente desejo da carne.” Grande promessa e sublime segredo de poder moral, obscurecido pela incredulidade de tradutores céticos clericais! No v. 17 – “A carne (os restos de nossa natureza não regenerada e santificada) luta contra o Espírito” – não contra o espírito, padre enganado! O espírito humano em suas fraquezas faz parte da “carne”, no sentido paulino do vocábulo, pois lemos da “mente da carne”, Rom. 8:7. Col. 2:18; e da “vontade da carne”, João 1:13. Logo “a carne”, nesta figura apostólica, não é mera matéria. Tendo “vontade”, “mente”, e “intenso desejo”, tem os atributos do espírito humano, indevidamente depravados por nosso estado decaído. A carne é “o jovem Melancthon que era fraco demais” para enfrentar, sem o Espírito, “o que era fraco demais” para enfrentar, sem o Espírito, “o velho Adão”. O v. 17 adiciona, na versão Rohden, “tudo” ao texto. Paulo disse que esta luta interna tinha da parte dos combatentes o propósito para que “não possais praticar continuamente (pres. linear) estas coisas que viveis anelando (pres. linear)”. Aniquilam-se mutuamente na vida dividida entre os impulsos da carne e do Espírito. Ficou isso friamente reduzido à admissão hesitante: “De maneira que não podeis fazer tudo quanto quereríeis”. O v. 18 diz na Versão Rohden: “Se vos guiardes pelo espírito, já não estais sujeitos à lei.” Mas por que não? Uma lei – seja qual for – só fala à parte material, física, de nossa personalidade? Não fala diretamente ao espírito humano? O que Paulo afirmou foi que a direção eficaz do Espírito veio substituir e rematar caducos regimes de lei como diretora da vida humana. A palavra deve ser Espírito, não espírito, e lei não deve ter artigo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 19 omite no texto principal uma das obras da carne e cita no texto alternativo da Vulgata mais uma do que Paulo menciona. O apóstolo enumera quinze. O padre Rohden dá quatorze ou dezesseis (Duas em parênteses). A tradução poderia ser melhor. No v. 21 Paulo não diz apenas “repito”, aliás não diz isto de forma alguma. Sua declaração foi: “Digo de antemão o que já vos preveni.” É essencial à idéia paulina o sentido linear do tempo presente do verbo: “Os que continuamente cometem, vivem cometendo, tais coisas, não herdarão o reino de Deus.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No v. 22 Paulo enumera nove frutos do Espírito; o padre, porém, menciona doze (nos parênteses que revelam o texto da Vulgata) e traduz “caridade” em lugar de “amor”, alegria em lugar de gozo, paciência em lugar de longanimidade, fé em lugar de fidelidade, e continência em lugar da mais ampla graça de temperança ou domínio próprio. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Verso 23. “Contra as tais coisas”, não “contra estas”, não há lei. Ou talvez seja “contra os tais”, os que têm este fruto na vida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No verso 24, em lugar de “Os que são de Cristo crucificaram a sua carne com as paixões e concupiscências” seria mais exato e claro traduzir: “os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões, etc.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O V. 25 de novo deposita no “espírito” toda a confiança que Paulo vota ao Espírito. Cegueira que pasma! Também, não é que “recebemos a vida”, mas “vivemos” (linearmente) – todo o curso da vida cristã é no espírito. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No v. 26 Paulo diz: “Não nos tornemos (continuamente) vangloriosos, (constantemente) provocando e invejando uns aos outros.” Ficou apenas: “não cobicemos a glória vã”, seguido por verbos independentes. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; CAPÍTOLO 6:1. “Meus irmãos”. Não é uma sentença. Omite-se o advérbio significativo: “mesmo se um homem for surpreendido num delito”. Corta a sentença no meio, enfraquecendo a idéia, por respeitar o tempo presente linear do verbo “atendendo” ou “considerando.” “Suportai as fraquezas uns dos outros” é uma fraqueza! Paulo mandou muito mais, no v. 2: Perdeu-se na tradução quase tudo da exortação apostólica. O v. 3 não tem forma de cláusula relativa. V. 4. Obra, no original, é singular e convém ficar no singular. É a complexa obra da vida, não minúcias da prática, que deve ser meditada aqui – a tradução do resto de ordem o pessimismo mostrado no v. 5: “cada um tem fardo bastante com as suas próprias misérias.” Não há vislumbre desta idéia no grego. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Paulo não manda “repartir de todos os seus bens” – boa cobiça clerical para aumentar o patrimônio da santa madre igreja, v. 6. Mandou que o ensinado constantemente faça sócio, co-participante consigo, o seu pastor e mestre, em todas as coisas boas. V. 8. De novo, o espírito expulsa o Espírito de seu devido lugar na vida cristã. Ninguém colhe a vida eterna, de seu próprio espírito Heresia fundamental e fatal aí, padre-mestre! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  O v. 9 despreza os verbos do original. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 10 tem 17 palavras no original e apenas 10 na tradução. O eminente vigário-literato cansou tão perto do fim da jornada? Omitiu quase a metade da sentença, mas achou ensejo de acrescentar ao original mutilado a palavra “irmãos”, em lugar de “domésticos” da fé. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O v. 11, outra vez, mostra o padre em seu estilo melhor. No v. 14 o dr. Rohden traduz: “por quem o mundo está crucificado para mim, etc.” Pode ser. As versões católicas em todas as línguas seguem a Vulgata e traduzem assim. Os evangélicos variam entre “por quem” e “pela qual”. Vede as notas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Verso 15. “Nada vale o incircunciso”, é sentimento alheio ao pensamento de Paulo. Vale muito, embora sua negativa incircuncisão e partidária oposição ao rito são tão fúteis para alcançar mérito, quanto é o próprio rito combatido. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  O v. 16, “Israel”, por favor, não “israelitas”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em resumo, a versão do dr. Rohden dá esta impressão: que o autor estudou a epístola no grego, assimilou a idéia geral da sentença a ser vertida, então traduziu a idéia na sua mente, sem cuidadosa fidelidade ao original, caindo naturalmente sua versão, muitas vezes, na linguagem familiar da Vulgata, e, às vezes, sendo desnaturalmente forçada nos limites estreitos e dogmáticos das exigências da Comissão Bíblica da Cúria Romana. Ele não tem liberdade de corrigir tais erros coletivos, impostos que autoridade do grupo oficial de sua grei. Muitos dos descuidos manifestados, porém, poderiam desaparecer em futuras edições e esperamos que assim seja, pois é motivo de grande alegria ver o clero brasileiro virando-se com seriedade e cultura para a Palavra de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O Novo Testamento de D. Fr. Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré, revisto pelos padres da Pia Sociedade de S. Paulo e publicado em São Paulo, apenas tem 49 dos 161 erros apontados acima na Versão Rohden. Destes esmos 161 erros enumerados, a Versão Figueiredo tem 45; a Versão Franciscana 53; a Versão Almeida 42; e a Versão Brasileira, 22. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Versão Figueiredo, que circula entre os evangélicos, porém, já não é genuína. Numa comparação entre a Bíblia Figueiredo, com publicada pelas Sociedades Bíblicas e a Versão Católica da mesma tradução, publicada em 1864 com aprovação do Arcebispo da Bahia, noto diferenças fundamentais e que acho repreensíveis. Nós temos versões evangélicas e não temos, absolutamente, direito de ir lentamente modificando a versão católica do Padre Figueiredo, usando-a depois para iludir aos católicos, sob o pretexto de que lhes estamos oferecendo uma Bíblia católica. Este processo não é ético, subtrair o que não nos agrada numa obra clássica católica, e afirmar que é Bíblia católica autêntica. É para seguir este hábito pouco sincero que muitas pessoas ainda se prejudicam, usando a péssima versão do Padre Figueiredo, uma versão que trouxe inúmeros males sobre os evangélicos no Brasil e da qual é tempo de libertar-nos. Já nos trouxe o prejuízo de tornar nosso primeiro dicionário bíblico uma monstruosidade ortográfica. O uso de semelhantes versões é deslealdade à Palavra de Deus e sua distribuição em forma truncada e mutilada; é bem perto da mesma hipocrisia que Pedro praticou em Antioquia – dissimulação para agradar os preconceitos da maioria. Somente na pequenina Epístola aos Gálatas, 6 das 1248 páginas da obra, contei as seguintes mudanças: 21 mudanças de palavras, omissão de duas palavras e de todas as análises de capítulos, o acréscimo de uma palavra, e 161 mudanças de ortografia e pontuação. O ponto mais notável, de séria mudança de idéia, é que o Padre Figueiredo em Gál. 3:3; 4:29; 5:5, 16, 17 (duas vezes), 18, 22, 25 (duas vezes) e 6:8 (duas vezes) atribuiu ao “espírito” do homem o que os seus editores evangélicos mudam arbitrariamente e atribuem ao Espírito de Deus. Evangelizam assim, fundamentalmente, a teologia do notável sacerdote de Roma. Se o padre Figueiredo ainda estivesse vivo e pudéssemos persuadi-lo a repudiar essa demasiada confiança no ‘espírito’ humano e transferir tamanha fé, do homem para o Espírito de Deus, seria louvável. Mas representar um padre como crendo o que não acreditava é uma trica abominável. Circular uma versão mutilada a fim de enganar a população católica é supor que o fim justifica os meios. Mil explicações deste estratagema de proselitismo manhoso jamais explicarão como um evangélico sequer seja capaz de aprovar semelhante processo, insincero ou ignorante. Se queremos usar Bíblias católicas com os católicos, estas existem no mercado, e é lícito comprá-las e usá-las. Mas fiquemos no terreno da elementar moral. Se há tantas modificações como notei em 6 páginas, quantas não haverá nas outras 1242 páginas da mesma Bíblia! &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Não deixa de ser instrutiva a psicologia dos tradutores católico-romanos. O Novo Testamento do dr. Humberto Rohden sendo que é vertido do grego, parece que seria o mais exato e livre dos erros do romanismo. É, todavia, o mais eivado destes erros. O padre sabia que sua obra seria suspeita pelos seus colegas e superiores. Portanto, não somente obedeceu servilmente à “Comissão Pontifica DE RE BIBLICA” mas incorporou no seu esboço e nas suas notas as mais ousadas e fantásticas idéias em defesa do romanismo. Ele já era criticado em sua grei; e seu nervosismo psicológico diante do tipo tradicional de clero é compreensível e nos inspira compaixão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ora, os outros três tradutores católicos, embora estejam traduzindo a Vulgata, estão alerta contra criticismo, mas criticismo vindo de outra fonte. Esperavam que suas versões seriam criticadas pelas fraquezas inerentes numa versão Vulgata, tradução de uma tradução de outra tradução, pelo menos em partes do Velho Testamento desta Bíblia oficial do romanismo. Esperando estas críticas, os tradutores clericais já se preveniram contra elas, dando da Vulgata uma versão tão isenta de divergência do Novo Testamento grego quanto lhes fosse possível. Logo nem sonharam em tomar as liberdades com o linguagem de Paulo que o dr. Rohden toma, a cada passo e inconscientemente. Isto resulta numa fidelidade estudada e severa das versões franciscana e do D. Fr. Joaquim de N. S. de Nazaré, no sentido de harmonia nas versões em português com o grego, visto através da Vulgata. E os franciscanos, nas notas, informam aos seus leitores o que diz o grego, mesmo quando a Vulgata diz outra coisa no texto traduzido. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Duas atitudes psicológicas bem diferentes! Avalie o padre Rohden também que sua versão será criticada exaustivamente do ponto de vista de sua inépcia ou descuido em relação ao texto grego, se bem que somos gratos admiradores de seu gênio de tradutor, em inúmeras passagens. Assim entre a cruz da Comissão “DE RE BÍBLICA” e o caldeirão de competente criticismo de sua erudição grega, ele agirá com mais prudência e maior êxito no futuro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Não pretendo chamar atenção aos erros de todas estas versões, tarefa ingrata e volumosa. O que já foi dito, a tradução e as notas mostrarão as principais faltas nas demais traduções no vernáculo. Quero apenas chamar atenção aos erros da Versão brasileira, nossa versão das Escrituras incomparavelmente melhor, do ponto de vista de fidelidade ao original. Sua lealdade ao mais antigo texto grego, e sua isenção da influência maligna da Vulgata, fazem que seus erros sejam faltas de interpretação, obrigadas em verter o original de acordo com a teoria adotada, ou timidez em dar a verdadeira idéia de certos tempos do verbo grego, ou do artigo ou falta de artigo no original. Onde há uma destas faltas na Brasileira, há dez do mesmo gênero nas versões inferiores. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Versão Brasileira erra, como as demais versões, em seu descuido do artigo grego. Tora definidos substantivos que Paulo determinou deixar indefinidos em 1:1 (homens), (mortos); 1:10 (homens) bis; 1:11 (homem); 1:12 (revelação); 2:8 (apostolado); 2:9, destras; 2:16 (homens) e (lei) (obras) (lei); 2:17 (obras, lei); 2:19 (lei) bis; 2:21 (lei, justiça); 3:2 e 5 (obras, lei, mensagem, fé); 3:7, 8, 9 (fé); 3:10 (obras, lei, maldição); 3:11 (lei, fé); 3:12 (fé); 3:13 (madeiro); 3:15 (aliança); 3:18 (lei, promessa, bis); 3:19 (mão); 3:21 (lei); 3:22 (pecado); 3:23 (lei); 3:24 (fé); 3:29 (promessa); 4:4 (lei); 4:5 (lei); 4:21 (lei); 4:24 (escravidão); 4:25 (monte); 4:27 (marido); 4:28 (promessa); 4:31 (escrava); 5:4 (lei); 5:5 (fé); 5:6 (circuncisão, incircuncisão, fé); 5:18 (lei), outros (5:21) homem (6:7); circuncisão, incircuncisão (6:15). A gramática grega reconhece como definidos substantivos sem o artigo em dadas circunstâncias, e sentimentos abstratos e outros idiomas exigem o artigo em português inde não é idiomático expressá-lo em grego. Concedendo liberdade em tais casos, ainda restam muitos em que perdemos a idéia de Paulo quando adicionamos um artigo inoportuno. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Esta versão, deixa, porém indefinidos substantivos que na mente de Paulo foram bem definidos e devidamente expressos com o artigo: 1:4 (pecados); 1:5 (glória); 1:7 (Cristo); 1:19 (irmão); 2:5 (sujeição); lei (3:21); amor (5:13); Cristo (6:2); NOSSO Senhor (6:14). Reconheço, cordialmente, que o artigo tem funções bem diferentes nos dois idiomas, grego o português. Numa versão para uso popular e público, eu me conformaria com o idioma português onde a idéia genérica ou abstrata em português usa o artigo, e em grego o omite. Acho bem, todavia, indicar, ao bem dos estudantes, o grego mui fielmente, neste respeito, e julgarão onde o português expressa com o artigo a mesma idéia que o grego expressa com sua ausência. Somente em tais casos, porém, acho lícito à introdução do artigo nas passagens enumeradas acima. Temos a obrigação de transmitir a Palavra de Deus, na meramente de imaginar uma frase agradável aos ouvidos de um estilismo ou literatice exagerado e sem respeito à Palavra de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Sua tradução errada, insuficiente ou demasiada de vocábulos, ao meu ver, inclui mundo (1:4), servo (1:10), fui (1:17), nenhum (1:19), entre (2:5), eles (2:10), me (2:18), do (2:20), se e por (2:20), subministra (3:5), acaso (3:5), fiel (3:9), estas (3:12), por (3:13), como (3:15), deu (3:18), que é pois (3:19), porventura (3:21), todas as coisas (3:22); homem… mulher (3:28), enquanto, (4:1), cumprimento (4:4), adoção de filhos, (4:5), enviou (4:6); mais (4:7), por (4:7) guardais (4:10), temo-me (4:11), rogo (4:12); mas vós (4:13); uma alegoria (4:24), na verdade (4:24), fossem além (5:12), toda resume (5:14), pelo (5:16), cobiça – satisfareis (5:16); luta (5:17); caridade (5:22), andamos (5:25); e… olha (6:1); sejas tentado (6:1); sua (6:5); a seu tempo (6:9). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Faz falta ao sentido não se haver traduzido o pronome demonstrativo e o pronome reflexivo (2:18), a conjunção (3:4 17; 4:6, 28; 5:3, 12 13; 6:1, 16). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ao traduzir verbos, esta versão erra nos seguintes passos: “pregasse” (1:8), “pregar” (1:9), “ouviram” (1:23), “sido confiado” (2:7), “era condenado” (2:11), “Torno a edificar” (2:18), tivesse sido… teria sido (3:21), se tornou… para conduzir (3:24), estávamos guardados (4:3), conhecendo… sendo conhecidos (4:8), torneis… me tenho tornado (4:12), disse (4:16), serdes (?) (4:18), são… alegoria (4:24), os verbos de 4:27 em vivo contraste entre aoristo e presente linear; sujeiteis (5:1), se circuncida (5:3), guardar (5:3), estais separados (5:4), vos justificais (5:4), impedia (5.7), chama (5:8), confio (5:10), está desfeito (5:11), fossem além (5:12), consumais (5:15); andai (5:16); tornemos (5:26); restaurai (6:1); prove (6:4). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os seguintes perfeitos do verbo grego expressam tanto mais que a tradução protocolar! Não me posso conformar que conteúdo tão precioso da Escritura fique sepultado em nossa inépcia de tradutores ou mesmo na incapacidade do idioma para reproduzir o que Paulo tão lindamente disse sem paráfrase: 2:19; 3:1, 10, 13, 17, 18, 24, 4: 16, 22, 23, 27; 5:10, 11, 14; 6:14. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há prováveis erros ou infelicidades de construção de sentenças em 1:11, 12, todo o versículo 20, 2:6; 2:18; 2:20; 3:31; 4:11; 4:12; 4:18; 5:16. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O estudante interessado da epístola pode facilmente comparar esta crítica das traduções estudadas, com a versão deste comentário, e as notas que a acompanham, e assim verificar o lado positivo da crítica feita. Seria demasiadamente enfadonho entrar aqui na discussão detalhada das razões de aceitar ou rejeitar tantas maneiras de verter tantas palavras, pois seria equivalente a conservar os andaimes de nossa obra e reconstruir os de outrem, para comparação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Como as Sociedades Bíblicas, orientadas por aqueles que prezam um texto e uma tradução que são inferiores, mudaram a linguagem e a idéia de Figueiredo, assim fizeram igualmente com Almeida. Tenho uma velha Bíblia do “padre João Ferreira A. D’ Almeida, ministro pregador do santo evangelho em Batávia”, publicada em Nova York em 1857. Comparando-a com uma Bíblia “pelo padre João Ferreira D’ Almeida, edição revista e corrigida”, de 1920, noto 56 mudanças no Capitulo 1 da Epístola aos Gálatas. Parece que ainda há outras mudanças nas impressões mais recentes. Mudaram Igreja e idade para Igreja e idade, Evangelho para evangelho, etc. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em quatro passos onde a Versão Almeida estava certa em 1856, os que tomaram para si a autoridade destas mudanças arbitrárias, modificaram a linguagem exata e adotaram um tradução errada, no primeiro capitulo desta epístola. Por estes dados podemos julgar a extensão da arbitrariedade revelada em toda a obra. Limito-me a perguntar: se era lícito mudar para pior a Versão Almeida em tantos passos, não será lícito remover de vez milhares de seus erros? Concordo, de boa vontade, que na quase totalidade destes erros não se mudam doutrinas fundamentais. Queremos nossas Bíblias, todavia, bem exatas e o ministério evangélico no Brasil já é capaz de dar-nos uma Bíblia acurada e leal ao texto e sentido grego e ao espírito do vernáculo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Alguém talvez encontre na minha versão desta epístola algum erro apontado em outras versões. Não o nego, pois luto, às vezes desesperadamente, para transmitir no vernáculo toda a idéia do texto inspirado. Mas é precisamente para que outros lutem maior êxito com o mesmo problema que os seminários teológicos evangélicos do Brasil estão preparando exegetas capazes e dotados da cultura em sua própria língua, de modo a doarem ao Brasil uma versão ao mesmo tempo antiga, quanto ao texto seguido, e moderna e correta, quanto à linguagem com que traduz e adorna este texto no vernáculo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Suponho que a Versão Brasileira jamais alcançará no Brasil a posição que merece pela sua fidelidade ao original. Missionários pioneiros, acostumados às frases baseadas no texto inferior usado pelos tradutores ingleses de 1611, gostaram dos erros parecidos de Almeida e os gravaram na memória desta geração de pastores. As Casas Publicadoras e professores das escolas dominicais exigem uniformidade em a juventude em decorar a mesma versão em nossos dias. Meus filhos foram obrigados, na escola dominical, a decorar passagens segundo Almeida, erradas em alguns pontos, que já haviam aprendido certas segundo a Versão Brasileira. Tudo conspira para conservar a predileção pela Versão Almeida, de geração em geração. Certamente, porém, os estudantes sérios da Bíblia devem ter um auxílio relativamente perfeito, na Versão Brasileira corrigida, ou em uma nova versão a ser feita. Mas podemos aproximar-nos da meta e é um dever do ministério culto do Brasil produzir ainda uma versão geralmente aceitável. E se os preconceitos não permitirem tanto, então a despeito da inércia ou tolerância popular, haja traduções que orientem estudantes e investigadores, enriquecendo a exegese brasileira como Moffatt, Weymouth, a Sra. Helena Montgomery, Goodspeed e outros enriqueceram sobremaneira, com as suas novas traduções, a interpretação da Bíblia em linguagem da atualidade no mundo anglo-saxão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;em&gt; Autor: Dr William Carey Taylor&lt;/em&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/02/o-israel-de-deus.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-3044799894218735312</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-24T06:51:02.857-08:00</atom:updated><title>&quot;A Lei de Cristo&quot;</title><description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;A Lei de Cristo&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Epistola Aos Galatas &lt;/p&gt;&lt;p&gt; William Carey Taylor &lt;/p&gt;&lt;p&gt; -- 1954 --       &lt;/p&gt;&lt;p&gt; ESTUDOS SUPLEMENTARES &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Á Lei de Cristo”  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Primeiramente, estudemos que significação tem a palavra lei. “A lei de Cristo” cabe, juntamente com as demais leis, na definição exata do termo lei. Em segundo lugar, esforcemo-nos para compreender a superioridade da lei de Cristo que levou seu irmão, Tiago, a chamá-la “a lei perfeita”, “a lei da liberdade” e “a lei real” e que levou Paulo a repudiar os regimes anteriores de legislação como obsoletos e mortos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; I. A palavra usada por Paulo, e traduzida lei, significa: (a) O Velho Testamento; (b) O Pentateuco; (c) O Decálogo ou qualquer mandamento do Velho Testamento; (d) um princípio; “o poder de legislar, o sentimento de legalidade, autoridade legisladora, Rom. 7:23; 8:2; Gál. 6:2” – Souter; (e) uma ordenança, mandamento; (f) na Epístola de Tiago “a parte ética da lei mosacia”. – Thayer (embora Thayer não julgue haver no Novo Testamento nossa distinção moderna entre a lei cerimonal e a ética) (“Dicionári Grego”, de Taylor, p. 111). Vede o estudo anterior nesta série, sobre “a lei” no período de transição entre a Lei e o Evangelho. Embora não existisse nossa distinção nítida entre as partes cerimonial e ética da lei, a ênfase crescental visivelmente caducava na primeira metade do século apostólico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Como vedes acima, a lei de Cristo, segundo Souter consiste em seu “poder de legislar”, “o sentimento de legalidade” ligado às palavra de nosso Senhor, sua divina “autoridade legisladora” para regular nossa vida como o Monarca da consciência que ele é. Esta autoridade legisladora é expressa geralmente em princípios, não em minucioso regulamento dos detalhes da vida – sua maior diferença, talvez da Lei de Moisés. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ora, em virtude desta concepção e deste aspecto da lei de Cristo, Paulo pode dizer que a disposição altruística, serviçal e compassiva – o “levar as cargas uns dos outros” – cumpre a lei de Cristo. Como o amor cumpre “a lei real”, no pensamento de Tiago, o amor manifestado em altruísmo prático e o operoso realiza na vida cristã todo o espírito da legislação moral e espiritual que Cristo impôs sobre a consciência humana. Isto não significa que esta simples sentença de Gál. 6:2 faz caducar as provisões específicas de Cristo, deixando-nos para orientarmos a vida por um vago sentimentalismo. A Grande Comissão nos manda ensinar todos os mandamentos de Cristo. Paulo resume tudo no espírito e atitude que produziu da parte de Jesus, e cumprirá em nós, esta considerável soma de mandamentos daquele que é o único Legislador no cristianismo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; II. Não posso duvidar que um evangelho regenerado e sincero, pronto para ser realmente orientado pela Palavra de Deus, aceitará sem reservas a declaração repetida de Paulo: “Não estais debaixo de lei, mas debaixo de graça” e, ainda sua afirmação categórica: “Término de lei é Cristo para todo aquele que crê.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Se qualquer leitor ainda tiver dúvida, convido-o para ver a palavra término ou fim em seu uso total em o Novo Testamento. São estas passagens em que se emprega: Mat. 10:22; 17:25; 24:6, 13, 14; 26:58; Mar. 3:26; 13:7, 13; Luc. 1:33; 18:5; 21:9; 22:37; João 13:1; Rom.6:21, 22; 10:4; 13:7; I Cor. 1:8; 10:11; 15:24; I Cor.1:13; 3:13; 11:15; Fil. 3:13; I Tess. 2:16; I Tim. 1:5; Heb. 3:6, 14; 6:8, 11; 7:31; I Ped. 1:9; 3:8; 4:7, 17; Apoc. 1:8; 2:26; 21:6; 22:13. Constantemente há referências ao fim da vida, do mundo, da era atual, “fins dos séculos”, “fim” de todas as coisas, guardar “até o fim”, “não terá fim” e semelhantes expressões. O fim da vida é a morte, o fim da era terrestre é o começo de outra, celeste. Assim o Cristo crucificado foi o fim da lei, pois era “término de lei”, em sentido genérico, inclusive a Lei de Moisés. Nova era comêçou, a época evangélica. Verifica-se nela a legislação de Cristo, único Legislador do crente. A “Lei de Cristo” é a constituição do reino dos céus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Não está completamente ausente do Novo Testamento o outro significado da palavra “fim”, isto é: “alvo”, lo neste sentido: o que era preparatório e simbólico no Velho Testamento chegou em Jesus Cristo à sua plena realização (da parte simbólica) e ao zênite (da parte ética). Esta idéia pode ser colhida de outras passagens, no Sermão do Monte, por exemplo, onde “cumprir significa “encher”, “completar”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Rejeito, porém, esta interpretação aqui, por duas razoes: (1) As declarações sobre “Cristo ser término de lei” se acham em contextos fortemente antilegalistas e a nossa exaltação da lei como tendo a realização do seu alvo em Cristo é pensamento alheio ao contexto e à linha de pensamento de Paulo, na literatura desta controvérsia com os judaizantes. Pode ser congenial à mente moderna dada à nossa ênfase ética. Paulo, porém, emprega a linguagem com um propósito completamente diferente. Se desvirtuarmos de sua palavra a idéia que o contexto exige, perdemos a conexão de seu argumento, e fazemos violência ao seu ensimo. (2) O outro motivo de rejeitar este ensino é que o peso do uso vocábulo fim consagra a idéia de término, especialmente da parte de Paulo. É, pois, a interpretação natural, se não houver forte motivo de adotar o outro significado do vocábulo. Já vimos, porém, que o motivo do contexto nas epístolas é irresistível, na sua força confirmadora da idéia de que a Lei, como expressa no Pentateuco, teve em Cristo seu término. Morta, pois, esta legislação mosaica, Jesus, o legislador para as nossas consciências, nos deu nova lei, com centenas de mandamentos, cujo espírito é altruísmo, em quase a totalidade de suas prescrições práticas, teóricas e mesmo simbólicas. O altruísmo, bem orientado pelo Novo Testamento, cumpre toda a legislação de Jesus para a consciência. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; É uma arbitrariedade incompreensível abrir uma brecha na Lei de Moisés e limitar esta declaração da Escritura à lei cerimonial. Nem Moisés, nem Jesus, nem Paulo, nem Tiago isolaram a parte cerimonial, separando-a da parte ética. Os profeats também não condenaram a parte cerimonial da Lei. Quando Samuel declarou: “Eis que o obedecer é melhor do que o sacrifício”, sua linguagem significa: “Os sacrifícios e holocaustos prescritos na legislação mosaica são bons no terreno de submissão à autoridade divina, mas a obediência a esta autoridade, revelada em um mandamento específico é melhor.” Não disse: “O sacrifício é mau: deves apenas obedecer no terreno ético.” O próprio sacrifício, para o israelita, era obediência. O sacrifício, porém, que o profeta colocou em plano de inferioridade era um sacrifício de fachada, para esconder, hipócritamente, uma flagrante desobediência a uma ordem positiva e terminante de Deus! Da mesma categoria são as declarações hiperbólicas dos outros profestas, sucessores de Samuel, embora não tenhamos tempo de entrar aqui em longa e detalhada discussão do fato. Os profestas de Israel jamais revogaram a Lei nem guiaram o seu povo a desprezar a Lei. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O ponto claríssimo do ensino profético, enquanto a Lei ainda estava em vigor, era: “A Lei é um Unidade. Está em vigor na sua inteireza. Não se pode isolar a parte cerimonial da parte ética. Deus repudia a separação, exige o sistema levitico, compenetrado da paixão ética mosaica, e exige também a intensidade ética e moniteísta em Israel, manifestada obedientemente de conformidade com a legislação cerimonial.” Todo o ponto do apelo profético se baseia na unidade e indivisibilidade da legislação mosaica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O criticismo radical e destrutivo do Velho Testamento anarquiza a literatura por hipóteses de um desgovernado subjetivismo, e divide o Velho Testamento em literatura profética, de suposta índole anti-sacerdotal e anti-cerimonial, e outra parte levitica, cerimonial, sacerdotal. Abrem tais críticos artificalmente, um abismo de ódio de uma parte, e para servir de munições dessa guerra fictícia, citam, com um literatismo cru, umas declarações hiperbólicas dos profestas contra o cerimonialismo exagerado, hipócrita e imoral dos perversos que escondiam crimes sob a formalidade. Não percebem que o próprio ponto e propósito do profeta era protestar contra a separação entre a lei cerimonial e a lei moral que os degenerados em Israel ambicionavam. O judeu perverso dizia: “Guardo a lei cerimonial. Basta.” O profeta protestava sempre: “A Lei é uma unidade. A parte cerimonial sem a parte ética é mera casca rota e podre, sem a noz.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Outrossim, a perpétua obrigação ética não invalida a declaração de que terminou esta ou aquela legislação que interpretava a moral para um povo em uma era limitada. Vamos supor que o legendário “Judeu Errante” tivesse realemente vivido desde od dias de Jesus até agora. Sendo judeu, ele estava sob a lei teocrática: “Não furtarás.” Furtou. As autoridades em Israel o prenderam e lhe impuseram a pena. Emigrou para Roma. Jerusalém caiu. A Lei de Moisés já não era a constituição teocrática do seu povo. Furtou. Descbriu que a lei romana também diz: “Não furtarás.” Sua punição inveitável não visou cumprir a legislação teocrática de Moisés que prescreveu: “Não furtará.” A pena foi imposta de acordo com a lei dos césares que também proibia o roubo. Emigrou o legendário peregrino para a Espanha. Nas sucessivas legislações ele descoire que cada uma delas, através dos séculos declara: “Não furtarás.” Portanto pagava a pina, em submissão aos sucessivos regimes vigentes. O policial que o prendia não fazia voltar a vingar o regime mozaico, ou a legislação republicana-romana ou a autoridade imperial-romana, ou as complexas regras canônico-romanas ou das várias culturas jurídicas neo-romanas. Cumpria a legislação que estivesse em vigor. Emigrou nosso judeu errante para Portugal. Sob seus monarcas primitivos, sob o Código de Napoleão, sob as sucessivas legislações monarquias ou republicanas, sempre encontrou a lei: “Não furtarás.” Emigrou para o Brasil. Furtou nos dias de D. Pedro I, na regência do padre Feijó, no regime de D. Pedro II. Preso, sempre preso. Furtou no regime da primeira república brasileira. Preso. Viu estabelecer-se a revolução de 1930. Furtou. Preso mais uma vez. No dia 10 de novembro de 1937 nosso multi-secular judeu exclama: “Enfim. A lei passou. Agora sou livre.” Roubou. Preso. No xadrez ele afinal se convence. Os regimes passam. Morrem mesmo. Ficam bem defuntos, frios e sepultam. Já não estão em vigor em sentido algum. O homem, porém, nunca está sem lei. Lei! Êle a tem gravada indelévelmente na sua consciência e na consciência coletiva governante, Rom. 2:14. Esta ou aquela legislação, com seus policiais e suas penas, pode estar em vigor ou pode passar, como passa tudo quanto seja humano. Legislação para a consciência, porém, sempre haverá. Quem sabe? Talvez nem Moisés tivesse inventado a sentença: Não furtarás! Talvez os faraós e Humurabi e Noé e Matusalém e Abel vivessem sob a mesma lei em seus respectivos regimes legais antes de Moisés nascer. O fato, porém, de ainda estar em vigor o mandamento: “Não futarás”, não significa que esteja em vigor a legislação dos faraós ou de Hamurabi ou de Israel segundo a carne, ou ainda de Solon ou Tomaz de Aquino ou o Código de Napoleão ou de qualquer outro regime legislativo que caducou. O criminoso é preso hoje em dia conforme a lei brasileira. Os demais regimes cívicos são obsoletos, no Brasil, mesmo nas suas partes morais e acertadas. Isto é um fato jurídico e histórico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Outro fato, oportuno para os legisladores e os peritos nas ciências jurídicas, mas não para a nossa discussão, é o seguinte: Há um padrão perfeito da moral. Não é o decálogo. É a natureza ética de Deus. O legislador não deve impor legislação que seja contrária a este padrão. Provocará a ira divina e a reforma jurídica aportuna. É fútil, porém, para o legislador decretar um alvo que o cidadão nem compreende nem apóia nem almeja. Moises era sábio legislador no terrno de legislação doméstica, em respeitar “a dureza dos corações” do primitivo Israel. Isto, porém, torna-lhe a legislação efêmera, parcial, indulgente de muita falta de conformidade com o perfeito alvo da vontade de Deus para o individuo e a raça nas fases de seu progresso ético. O progresso raça fez possível um padrão mais elevado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há vários tratados que afirmam que Jesus repetiu todos os mandamentos do decálogo. Não é a verdade. Ele deu coisa melhor. De fato, Jesus não repetiu nem o primeiro, nem o segundo, nem terceiro, nem o quarto mandamento da lei. Em seu ambiente era supérfluo legislar sobre o monoteísmo, o emprego de imagens no culto, a santidade do nome de Jeová, o qual seus contemporâneos nem sequer pronunciavam. Em Jesus temos infinitamente melhor revelação destas verdades obrigatórias do que na primeira tábua do decálogo. Seu ensino é mais forte sobre os primeiros dois, evita a idéia popular do terceiro, um medo insensato do vocábulo que era o nome da deidade. E Jesus, o Senhor do sábado, deixou caducar o sabatismo, para Paulo completamente repudialo e declará-lo “cancelado” e “removido” pela cruz, (Col. 2:14). Jesus cita em duas sentenças o mandamento contra o roubo, e amplificou a idéia do homicídio até abranger o ódio, e do adultério para incluir os olhares cobiçosos, e intensificou a honra devida aos pais, repudiando os sofismas dos escribas. Não há menção do décimo manadamento, nas palavras de Jesus. Parece que ele deixou para Paulo o enisno e aplicação deste mandamento, depois que matasse o farisaísmo no grande filho de Tarso (Rom. 7:7), a fim de matar pela experiência do apóstolo a esperança da possibilidade de salvação pela guarda de mandamentos. Jesus, pois, não repetiu nem mesmo a metade do decálogo. Há treze sentenças no decálogo e ele so repetiu cinco, estas incompletamente. Em lugar de proibir outros deuses, deu a revelação do Pai. Em lugar de meramente proibir imagens, prescreveu o culto em espírito e verdade. Em lugar de repetir a proibição de tomar o nome de Deus em vão, deu a oração: “Santificiado seja o teu nome.” Adiou o ensino claro sobre o sabado para até depois de sua ascensão, dando vislumbres do fim do sabatismo durante os dias de sua carne, e estabelecendo depois de ressuscitado a norma dos encontros entre seu Espírito e seu povo no dia do Senhor. Por seu exepmplo, pela norma apostólica das reuniões do seu povo no primeiro dia da semana, por mandamento sobre mordomia semanal, calculada e observada no domingo (I Cor. 16.2), e pelo nome dado afinal a este dia evangélico de culto e reuniões – “o dia do Senhor”- Jesus por seus apóstolos, completou o repudio do sabatismo e a introdução de um dia de reuniões do povo crente, sem sabatismo de espécie alguma. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Muitos irmãos estão dispostos a deixar tudo passar do regime mosaico menos o sábado. Laragam mesmo todo o sábado, exceto o nome. Querem conservar, no domingo, o “sábado cristão”. Mas o nome não é, certamente, a essência do sábado da lei do decálogo. Pessoalmente, conheço milhares dos crentes, e dos melhores, mas não conheço sequer um que guarde mesmo o quarto mandamento, muito menos a complexa legislação que o interpretava a Israel. Este mandamento exigia: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (1) Seis dias de trabalho cada semana. “Seis dias trabalharás e farás tudo o que tens para fazer” (Deut. 5:13). Entao! Os feriados cívicos num regime político não tecorático? Há semanas em que não é permitido trabalho senão quatro ou cinco dias. Mas é permitido trabalho senão quatro ou cinco dias. Mas observo que os crentes mais zelosos do quarto mandamento omitem de trabalhar seis dias, qualquer semana que quiserem, sem o menor temor da consciência. Tomam ferias, fazem pique-niques, gozam viagens de recreio, deixam de trabalhar, à vontade. São transgressores do mandamento, quanto e quando quiserem. Este mandamento não está escrito na consciência e natureza humana. É um regime todo especial para Israel. A legislação moderna, nestes tempos de falta de emprego, está cogitando de limitar o trabalho a quarenta horas semana, ou menso ainda, em alguns países. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (2) O sétimo dia – e contesto que seja sábado legistimo outro dia que não o sétimo – tem de ser “santificado” – separado do trabalho e para o descanso. É o dia em que mais trabalham o ministério cristão e os crentes mais operosos, o dia também em que menos descansam. A lei de Moisés, no entanto, dá como o propósito do sábado: “a fim de que descansem teu servo e tua serva bem como tu.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas algum sabatista-cristao do primeiro dias da semana me responde: “Ora nós deixamos nossa cozinheira assistir os cultos.” Que adianta? Isso enche os seus domingos mais labor do que os outros dias da semana. O mandamento, que se alega ser elemento indispensável da eterna lei moral da raça humana, diz: “Nele não farás obra alguma nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o teu estrangeiro que vive de tuas portas para dentro; a fim de que DESCANSE…” Se o domingo é sabado, então preparar café no domingo é transgressão do decálogo. Almoço quente é violação do decálogo. Jantar servido com o auxilio de “tua serva” é imoral, conforme o regime mosaico, dado a Israel segundo a carne. Carregar água, no sertão sendento, num jumento no dia do sábado domingueiro, seria infração da eterna e imutável lei moral, conforme esta teoria. Montar um animal para ir ao culto ou para qualquer outro fim, séria ofensa ética. A dona evangélica de uma pensão, se tivese pensionista judeu, sabatista ou maometano, teria o dever de obrigá-los a comerem refeições frias bo sábado-cristão, segundo o regime mosaico-evangélico, e a permanecerem com sua vida paralisada, até raiar a segunda-feira. Ou o sábado cristão principia e termina ao pôr do sol, como na legislação mosaica? Isto não me é claro, e perante Deus não gracejo. Não sei, simplemente, quando ou como eu poderia ou deveria principiar a sabatizar! Conheço cidades no longínquo interior à beira de um rio – cidade de uma só rua. Carros de burro me poderiam conduzir para o culto. Seria imoral tomar esse bonde de burro? Seria obrigar ao motorneiro, o condutor e os animais a violarem o decálogo? Uma senhora de remoto engenho rural teria direito a ser levada ao culto na cidade viziha em carro de boi? O decálogo lembrou-se daquele boi. Se o domingo conseguise mistificar-se e virar sábado, seria imoral para aquele boi trabalhar no sábado domingueiro. Seu dever de boi sabatista, propriedade de cristão, é descansar em o novel “sábado cristão”. A lei moral, ninguém a revoga. Pois bem, bois ociosos ainda requerem-se para o dia santo, se identificamos o decálogo e a lei moral. Isto teria mil ramificações diferentes em cada cidade, vila, engenho, fazenda, escola, lar, igreja (o zelador trabalhará?), hotel, navio, etc. Paralisemos o Rio de Janeiro, como o quarto mandamento pretende, um só dia! Teríamos noites sem luz, ladrões à toa sem policiamento, cultos com apenas os que poderiam ir a pé, criacinhas e doentes sem leites ou remédios, subúrbios sem trens, ilhas sem barcas, café frio, refeições frias, toneladas de comida apodrecendo em frigoríficos sem gelo, serviço postal e ferroviário paralisado, trens nos desvios no meio da jornada, hospitais sem enfermeiras, médicos ou empregados, dormitórios sem disciplina nos colégios, etc., etc. E qual a relação entre o quarto mandamento e o automóvel, por exemplo? Tentando observar a lei num clima que não seja o de Sinai, Arábia ou do sertão brasileiro, então uma cidade domingo-sabatista ficaria reduzida à miséria e à morte, num domingo sem gás, sem fornos, sem luz, sem elevadores, nos arranha-céus de apartamentos sabáticamente privados de mil serviços absolutamente necessários sete dias na semana ao habitante das regiões do rigoroso inverno, na vida complexa da atualidade. Não saí ainda do decálogo. Mas qualquer lei fundamental tem sua legislação para explicar e fazer vigorar suas provisões. E quando o mesmo Moisés, por ordem direta de Deus, ilumina os súditos da lei sobre o alcance do quarto mandamento, eis que vemos um judeu morto porque pegava lenha no dia do sábado, Num. 15:32-36. As soleníssimas palavras finais de Jeová antes de entregar as primeiras tábuas da lei Moisés são: “Falarás também aos filhos de Israel: Certamente guardareis os meus sábados… guardareis o sábado, porque é santo para vós. Aquele que o profana será certamente morto; pois todo o homem que trabalhar neste dia será exterminado do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, porém no sétimo dia é uma sábado do descanso solene, consagrado a Jeová; todo o que trabalhar neste dia, certamente será morto.” São as palavras finais de Deus a Moisés antes de este descer de Sinai. Poderemos ficar com o decálogo e não com sua interpretação imediata pela própria voz de Deus? Não é demasiado apego ao mero vocábulo sábado, como se apega o romanista ao mero vocábulo católico? Que adianta preservar a casca oca, jogando fora a substância toda? Pois a substãncia toda é descanso. A casca é a palavra “sábado”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O sábado era a bandeira de Lei. Se passou o regime para que apertarmos ao coração a bandeira obsoleta? Mormente quando vemos que foi precisamente o sabatismo que incendiou os ódios contra nosso Senhor e o levou à cruz. Broadus em sua Harmonia dos Evangelhos traça, passo a passo, este sabatismo deicida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Devo acrescentar duas coisas. Não nos cabe legislar para César. O cristianismo preservou “a semana” em seu pensamento e doutrina, I Cor. 16:2. No terreno civil, o governo tem amplas razões de adotar uma legislação que isente o operário de trabalho perpétuo, outorgando-lhe seu descanso semanal. Isso já se generalizou na civilização toda. Em grande parte é devido à legislação conseguida pelas viórias socialistas e dos partidos laboristas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Não temos de ir a outro extremo, para evitar o sábatismo. Veja-se adiante a discussão do ensino positivo na simples frase evangélica de “o dia do Senhor”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Quero ainda dizer que é sumamente culpável a falsificação do quarto mandamento nos catocismos católicos romanos, pois o domingo e os dias santos do calendário o clerical substituem o Sábado de Deus. O único sábado que Roma guarda é o “sábado de aleluia”, e quando renovam o trabalho e, nas feiras do interior, trabalham mais do que nunca. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Se os evangélicos virtualmente mudam a lei que Deus deu a Israel, repudiando o que está escrito – “Sábado” – e arbitráriamente substituindo domingo, e revogando o resto da sentença, não é pecado de presunção contra a Palavra que Deus escreveu com o próprio dedo divino? &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Tudo quanto o cristianismo precisa, se alcança pela imitação do Cristo ressuscitado e pelo ideal do “dia do Senhor”. O Salvador ressuscitado nos deu o exemplo de reunir seus discípulos no primeiro dia de semana. Paulo e as igrejas por ele fundadas celebravam a ceia no domingo (Atos 20:7) e ensinavam o culto a Deus pela mordomia caridosa de nossos haveres materiais no primeiro dia da semana (I Cor. 16:2). À Deus cabem as primícias. O primeiro dia, as primícias de cada semana, é o “dia do Senhor”. Basta esta frase, este ideal, sem legislação ou complexos regulamentos de conduta. “Eu estava no Espírito no dia do Senhor.” Quem não estiver no Espírito não agradará ao Senhor. Quem estiver no espírito não estará debaixo de lei sabática ou complexas regras domingueiras. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O “dia do Sennhor” – eis o dia santo do crente. Milhões de crentes escravos, através dos séculos, não puderam fazer sua vontade, mas santificaram ao Senhor nos seus corações, assisindo cultos de madrugada e trabalhando para seus amos o dia inteiro de domingo. Muitos não podem se abstiver do trabalho hoje em dia. Aproximem-se, pois, do espírito desta provisão de Cristo e estejam no Espirito no dia do Senhor. Se o dia é do Senhor, não é dos clubes atléticos, nem das casas de divertimentos, nem de outro. É sagrado a Jesus e seu culto e serviço. E este espírito vale mais do que todo o cerimonialismo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Valioso criticismo deste ponto de vista foi me dado por um amigo estimando que nega categoricamente que “Cristo é o fim da lei.” A tradução da Versao Brasileira é atacada por este amigo porque falta, no original, o artigo definido, portanto ele insiste que Cristo é apenas “término de legalismo (lei)” e que nunca a Escritura diz que findou “a Lei” (com o artigo expresso no original). Atacado o fundamento desta interpretação da Epístola aos Gálatas – pois o repúdio total da lei, em particular, e de lei em geral como esperança da salvação e da justiça, e, ao meu ver, o âmago e a razão de ser da Epístola aos Gálatas – é preciso parar um momento e ver se os alicerces da interpretação evangélica que dou foram, de fato, abalados. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 1. Em primeiro lugar, é mpossível impugnar dogmáticamente a tradução da Ver. Bras. e de quase todos os tradutores: “Cristo é o fim da lei.” A gramática grega justifica esta tradção, se bem que não a impõe. Quando um substantivo grego, sem o artigo, é seguido por um genitivo, ambos podem ser traduzidos com o artigo ou sem o artigo. O contexto decide, Rom. 10:4 pode muito bem ser traduzido: o fim da lei, e ser fiel ao grego da passagem. Não a traduzo assim neste estudo limitando-me ao que posso cabalmente rovar. Acho, porém, em consideração tanto da gramática como do contexto, que Paulo realmente disse em Rom. 10:4 – “O término da lei é Cristo, para todo o crente.” Em estudo especial, já mostrei que esta controvérsia surgiu num período de transição, logo a lei ainda não findara, em sua função político-teocrática, em Israel segundo a carne. Mas para a justiça – quer no seu aspecto de justificação, quer no de santidade – a Lei era um regime morto para o crente em Jesus pois ele achava a sua justicação em Cristo crucificado e ressuscitado, e a sua santidade no Espírito Santo que o orientava na vontade de Jesus, a qual é a lei do crente nesta era evangélica. Ninguém tem autoridade de impugnar dogmáticamente à tradução “o fim da lei é Cristo”. Nem eu dogmáticamente a afirmo. Decidiremos a pendência de Escrituras onde não há possibilidade de dúvida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 2. Antes de dizer “término” e “lei” Paulo já tinha dito, na mesma epístola, usando no grego original o artigo definido: “Vós fostes mortos à lei pelo corpo de Cristo”, Rom. 7:4. Aí o artigo se usa. E a bem conhecida Lei de Moisés, com o artigo. Paulo começa o Capítulo dizendo que: “A Lei tem domínio (a Ver. Bras. Traduz “ela” tem domínio, para evitar tantas repetições da palavra lei) sobre o homem durante todo o tempo que vive.” Pergunta o apóstolo se ognoram este fato. Parecia que ele ia afirmar, pois, que a Lei de Moisés tem domínio sobre o crente durante a sua vida inteira. O apóstolo, porém, nem por sonho ia dizer semelhante coisa. Ele tem uma surpresa para o leitor. O crente já morreu. Foi crucificado com Jesus na cruz. Deixou a jurisdição da lei (a Lei de Moisés, lei com o artigo) ao outro lado do Calvário, numa vida anterior, em outro regime do seu espírito. O corpo de Cristo é uma insuperável barreira enre o crente redimido e a lei, repudiada, impotente para salvar, capaz sómente de condenar, mesmo de conhecer nosso substituto e sacrifício Jesus Cristo, quando levou em seu corpo nossos pecados para expiá-los. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Todo este capítulo ensina que a Lei de Moisés provocava e estimulava o pecdo no espírito refratar o do pecador. Será permitido que Paulo diga em português o que disse claramente em grego? “Pois quando estávamos na carne as paixões dos pecados que havia pela lei operavam em nossos membros a fim de darem fruto para a morte.” Por meio da Lei de Moisés (com o artigo, outra vez) as paixões dos pecados “operaram”, antes operavam – diz o verbo grego (tempo imperfeito), continuamente achavam a sua energia estimuladora na boa e santa e justa Lei de Moisés, que também era impotente e mortífera, moralmente, por sua própria natureza de lei. Era da espécie, tinha e tem as fraquezas inerentes em lei, genérica, faz parte da mesma e é precisamente a parte do legalismo que deu origem às Epístolas aos Gálatas, e aos Romanos, a fim de repudiá-la no cristianismo. Os judaizantes não advogavam mera abstração de lei. Eram protagonistas da Lei de Moisés, para justiça e santidade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E Paulo ainda não terminou. Também diz: “Mas agora”; (a palavra agora é muito enfática e significa: agora, crucificados com Cristo e ressuscitados com ele para andar em novidade de vida, amado sua divina vontade e andando em seu Espírito santificador, agora, a este lado do Calvário onde “fostes mortos à Lei pelo corpo de Cristão”)… “Mas agora, desligados estamos” (Paulo e os crentes em Roma, judeus e gentios sem distinção)… “desligados estamos da lei por têrmos morrido para aquilo em que estávamos presos, de sorte que sirvamos em novidade de espírito e não na velhice da letra”, Rom. 7:6. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Paulo bem avalia que este ensino traz sempre a acusação caluniadora de que semelhante doutrina é antinominiana e imoral. O capítulo 6 já foi escritoem resposta a esta acusação e agora do capítulo 8:7 em diante ele volta a repudiar a mesma calúnia. Servir em novidade de espírito é a garantia de longa espiritualidade e santidade vital. A velhice da letra é garantia de morte, “meio” de paixões, estímulo ao pecado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em lugar desta velhice da letra (a novidade do espírito é nova em qualidade, não em anos, e a velhice da letra é, no grego, “gasta, caduca, antiquada, velha de uso”, não velha no sentido de original, primitivo, pois, neste sentido, a aliança da graça é a aliança original, feita em sua essência com o crente Abraão) e seu sistema de exigir uma elementar moral, nós que acompanhamos a Paulo substituímos a vida do crente em Cristo, e de Cristo no crente, a pujante fôrça santificadora do Espírito e seu fruto em nossa vida eterna que gozamos em Jesus. Éramos “presos” na lei, agora fomos libertados do jugo (eco paulino do ensino de Pedro, também, Atos 15:10). “Desligados estamos da lei” – Antes, (tempo aoristo) fomos desligados de vez e absolutamente da lei, resgatados para sempre de seu jugo e escravidão, mortos ao sistema mosaico, e vivos para Cristo e o Espírito, em amor santificador. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Respeitosamente, pergunto aos advogados e defensores da Lei como sendo perpétua na sua regência moral do crente, se eles estão sujeitos à acusação da parte dos legalistas de ser antinominianos? Jesus foi crucificado como vítima dêsse labéu legalista, e Paulo tem de dedicar tantas Escrituras à defessa do Evangelho contra a mesma descabível acusação. De suas uma. Ou a posição que tomam estará aberta à mesma censura. Então, em que sentido é vantajosa? Se, porém, os advogados evangélicos da perpetuidade da Lei no cristianismo se colocaram numa atitude tal que os legalistas não irão taxá-los de antinominianos, não é prova cabal que abandonaram o ensino de Paulo? Jesus foi acusado pelos legalistas. Também Paulo. O servo não é melhor que seu Senhor. Se não nos acusam a nós, não será por que crêem que nós abandonamos a cidadela? Qualquer ensino tem seus pontos vulneráveis ao inimigo. Ora o ponto de antagonismo entre a lei e a doutrina da graça é o suposto antinominianismo desta. Paulo, e os que acompanharam a doutrina de Paulo, sempre tiveram e sempre terão de se defender do labéu: “antinominianos”. Se, porém, os advogados evangélicos da perpetuidade da Lei de Moisés se livraram desse labéu legalista, põem ter plena certeza de que é porque abandonaram a doutrina de Paulo de que a lei teve seu término no Calvário. Se os legalistas não os acusam +e porque os estimam como sócios no legalismo teórico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ora, o tal labéu legalista não nos mete medo. Que é a doutrina moralizada que nós advogamos, juntamente com Paulo? É que a vontade de Cristo é a legislação atual da consciência cristã – “ensinando-os a observar todas as coisas que vos tenho mandado”, diz nosso Senhor. Cristo vive em nós. Se Cristo vive em nós pela graça, não vai viver em nós moralmente! Somos vivos para Cristo a fim de produzirmos fruto, o fruto da santidade, vital e espiritual. O fruto do Espírito, esta epístola o descreve. E o fruto do Espírito é infinitamente superior a qualquer obra da lei. Nós apontamos para nosso Paulo, nosso Spurgeon, nosso Carey e desafiamos o legalista à comparação entre a vida santa e operosa destes e a conduta dos paladinos da lei nesta era. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ora, dizer que é perigosa a vida de Cristo em nós pelo Espírito, é impropério ao próprio Cristo, injúria contra o próprio Espírito. Não nos impressiona tamanha ousadia do criticismo legalista. Recusamos ficar medrosos de um perigo fictício. O crente judaico não passava do regime da lei para um vácuo ou um ermo. Ele sobrenaturalmente se tranpunha da lei para a comunhão da Trindade, operosa sua vida cristã. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Outrossim, parece que alguna estão dispostos a identificar o decálogo com a lei moral. O decágolo, porém, não é e nunca foi a lei moral. Não é completo. E principalmente negativo. Faltam-lhe todos os frutos do Espírito. Faltam-lhe muitas virtudes. E nunca foi promulgado para a raça humana inteira. A lei moral existiu séculos antes de nascer Moisés. A lei deste era um transcrito efêmero e bem elementar de um sistema nacional e especial de moral e vida cerimonial, doméstica, cívica e social. O padrão da moral é o caráter divino, revelado em Jesus Cristo e interpretado no Novo Testamento. A lei não inventou a moral. Esta existia em escala notável antes de haver lei, sendo gravada pelo Criador na própria natureza humana, Rom. 2:14. Existiu a moral, e a lei moral, antes de Moisés e bem pode existir e progredir quando nós nos tivermos evangélicamente desligado para sempre de toda a legislação mosaica. A Epístola aos Hebreus afirma que Jesus é superior a Moisés. Nós somos a casa de Jesus e Ele – não outro – manda em sua casa. A Epístola aos Hebreus é a continuação das Epístolas aos Gálatas e aos Romanos, e completa a obra. Elemento por elemento do judaísmo – a lei, Moisés mesmo, Josué, o sacerdócio, o tabernáculo, o altar, o sacrifício, o espírito, tudo que o judeu louvava em sua lei – o apologista de Cristo rejeita como inerentemente inferior, caduco, prestes a desaparecer – Jerusalém havia de sair naquele mesmo lustro – e, distinguindo Cristo e a cristianismo como radicalmente diferente e “superior”, convida os judeus a sair do arraial da lei e sofre com seu Salvador a completa separação e ostracismo que o judaísmo lhes havia de infligir. (Vêde os comentários sobre 2:19; 5:3 e outras passagens.) &lt;/p&gt;&lt;p&gt; III. Agora notemos bem que a lei de Cristo é infinitamente superior a lei de Moisés. O propósito do Sermão da Montanha é demonstrar este fato, indício da soberania de Jesus. Ao fazer esta demonstração de que sua palavra é fundamental e conclusiva na moral, (Mat. 7:24-28), Jesus, às vêzes, repudia e revoga a legislação de Moisés, às vezes a encosta como parciale insuficiente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (1) O Mestre disse: “Foi dito aos antigos: Não matarás… Mas eu vos digo” (Mat. 5:22) e acrescentou à simples sentença do Decálogo legislação contra ódio, epítetos e menos pejorativos (pecado tão comum entre nós), estipulando penas tanto judaicas (“sinédrio” v. 22) como eternas (“Geena do fogo” v. 22). Isto indica que seu ensino reflete a era de transição já discutida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (2) Jesus modificou a lei do altar, que é tão vasta nos livros do Pentateuco. Exigiu suspender o holocausto e promover a reconciliação social antes de completar o ato cerimonial, Mat. 5:23-24. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (3) Ao sétimo mandamento Jesus acrescentou legislação moral nas régiõesdo pensamento, culpando a carnalidade da imaginação e do desejo, irmanando-a com o crime exteriormente efetuado. Nesta senteça Jesus voou moralmentealém e acima de Moisés, como o aeroplano voa acima e além do carro de boi; foi mais profundo do que Moisés como a sonda marinha vai mais ao fundo do mar do que a âncora da jangada da praia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (4) Moisés autorizou divórcio facílimo. Jesus repudiou a lei de Moisés neste ponto, categóricamente, Mat. 5:32, 33. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (5) Igualmente, Jesus categóricamente repudiou a doutrina e jurisprudência mosaica de “olho por olho e dente por dente”. Mat. 5:38, nos dias de Moisés, impor esta ordenança representava progresso legislativo. Nos dias de Jesus repudiar o que Moisés ordenara representava mais progresso, mesmo a verdadeira e final palavra da moral. Vemos que Jesus assim sentia que tinha plena liberdade de ampliar, modificar ou repudiar a legislação de Moisés, no Sermão do Monte. Claramente, pois, esta legislação, mesmo no terreno moral, não se deve confundir por um instante com a eterna e imutável lei moral. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (6) Em outras partes dos evangelhos vemos, ainda, Jesus repudiando abertamente a legislação mosaica. Quando ele falou, “purificando todos os alimentos”, Mar. 7:19, repudiou em pleno Israel, para o futuro governo dos seus discípulos, os capítulos 11 de Levítico e 14 de Deuteronômio embora escandalizasse aos fariseus, Mat. 15:12. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (7) Quando ensinou à mulher samaritana a espiritualidade do culto aceitável e sua independência de lugares santos, Jesus fez caducar de vez o Pentateuco na sua essência. “A hora vem”, disse Jesus, quando isto se realizaria plenamente, “e agora é”, quando o princípio se proclama para sua futura aplicação, no cristianismo fentio, liberado do judaísmo por completo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Muitas considerações semelhantes se poderiam lembrar, mas estas mostram que a legislação de Jesus substituiu a de Moisés, foi o fim, o término, o ponto final desta e a proclamação de novos princípios e ordenanças para regular a vida cristã. “Não estais debaixo de lei” – em sentido algum – “as debaixo de graça”, a qual nos outorgou a nova revelação da vontade do senhor Jesus Cristo para nos guiar egovernar, e o poder espiritual para sermos obedientes e santos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Quando comparamos a legislação de Moisés e os mandamentos de Jesus ressaltam-nos aos olhos evidentes diferenças. E são muitas e fundamentais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. A lei de Moisés se destinou à nação do Israel, no período de revelação especial a este povo, revelação preparatória para a vinda do Messias. Como qualquer corpo de leis visando orientar a conduta de um povo, incluía, no meio das provisões particulares e pecudliares à sua raça, à sua nação e à categoria de governo (teocrático), as ideias de elementar moral, ao nível das possibilidades que o caso permitia naquele estágio do progresso da revelaçao. Esta moral existia em códigos anteriores em parte, e existe em códigos atuais em grau variável, mas existe em sua perfeição de princípios no caráter e ensino de Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Este ensino não foi nacional ou racial. Seu lema é: “Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em o nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; instruindo-os a observar todas as coisas que vos tenho mandado.” Não disse Jesus nem “batizando-as” nem “instruindo-as”; mudou, porém, o gênero do pronome grego, de evidente propósito, para evitar o nacionalismo na Grande Comissao, e para conservar na religião cristã, a responsabilidade pessoal, base de toda a moral vitoriosa na vida. Jesus disse: Fazei discípulos, batizai-os (os discípulos), instrui-os (os discpulos batizados). Para a nação em geral – o Evangelho, primeiro! Para os da nação que consentem matricular-se na escola do Mestre Jesus, o batismo como a matrícula formal, seguido pela instrução em todo o curso de ensino do Senhor. Cidadania primeiro, pelo novo nascimento; em segundo lugar, o conhecimento da legislação do Rei para o seu reino. Coisas espirituais são discernidas espiritualidade. Logo Jesus quer preparar a mente (mudada no arrependimento) e o espírito (regenerado, mediante a fé em Jesus, por obra da terceira pessoa da Trindade) para o discípulo ter a capacidade de aprender a vontade divina, de amá-la e póla em execução. Por isto, Jesus quer preparar o discípulo antes de ministrar-lhe o ensino, o cidadão antes de impor-lhe a legislação sobre a conciência. É método mais vagaroso. É, porém, o único meio seguro de alcançar objetivos espirituais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. A legislação de Jesus é principalmente devocional, espiritual, social e moral, com o mínimo de rito e organização; o grosso, porém, da legislação mosaica é cerimonial, sacerdotal, ritualista, nacional. Há quase três lustros fiz um estudo sobre “Os Mandamentos de Jesus”, publicado em 1929 em livro. Contei os mandamentos de Jesus – são 489 em número – classifiquei e estudei, com grupos de colegas do ministério, esta literatura de nosso magistério da consciência cristã. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Agora fiz igual estudo da legislação mosaica. Encontro 2.386 mandamentos, das seguintes categorias: cerimoniais 1.564, devocionais 174, sociais 52, domésticos 23, cívicos 183, morais 190. A própria estatística total empolga. Ainda a vida é complexa e temos bastante orientação autorizada por Jesus. O espírito do cristianismo, porém, reside menos em mandamentos do que o da lei. Em 140 páginas examinadas no Pentateuco achei 2.386 mandamentos; em 120 páginas dos evangelhos, apenas 489 madamentos. Moisés é quatro vezes mais autoritário do que Jesus. Nosso Mestre inspira com idéia, com sua pessoa e obra redentora e com princípios, relativamente com poucos mandamentos detalhados. Contei no Evangelho de Mateus 182 mandamentos, no de marcos 93, no de Lucas 148, e no João 66, um total de 489 nos quatro evangelhos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Dividi estes 489 mandamentos em duas classe gerais – particulares e universais; e esta classe de mandamentos de aplicação universal dividi em 12 categorias: hiperbólicos, evangélicos, morais, eclesiásticos, sociais, particos, devocionais, ministeriais, domésticos, escatológicos, missionários e cívicos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os mandamentosparticulares foram pronunciados para um individuo ou grupo antigo obedecer. Não são ordens para obedecemos na atualidade. Pode ser imprudente, e até pecado, obedecermos hoje em dia a ordens que não visam nossaa pessoas e circunstâncias de vida. Encontrei 180 mandamentos desta categoria nos quatro evangelhos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ainda existem mandamentos em duplicata, isto é, são repetidos em mais de um evangelho. Encontrei 67 destas repetições do mesmo incidente, e suas ordens, por mais de uma testemunha. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Subtraindo os 180 mandamentos particulares e os 67 que estão em duplicata, restam 242 ordens de Jesus Cristo que são deveres universais, e que constituem o conteúdo do ensimo que nós devemos como uma dívida sagrada a todas as nações. Quão vasta é a orientação da vida humana dada por Jesus Cristo! É fútil dizer que isto não é legislação. É chamado “lei” “mandamentos”, “ordenaça” e é formalmente promulgada pelo Senhor ressuscitado, baseado em “toda a autoridade no céu e na terra.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Na legislação universal de Jesus há 22 mandamentos hiperbólicos – 12 em Mateus, 7 em Lucas, devido às duas reportagens do Sermão do Monte; apenas 3 em Marcos, nenhum em João. Tirando os que há em duplicata, restam 16, quase todos da categoria prática, de conduta individual. João, o evangelho mais profundo e espiritual, não tem mandamento hiperbólico, eclesiástico, cívico, escatológico ou doméstico. Seu evangelho trata da salvação e tais mandamentos nenhuma relação tem com a nossa salvação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Na legislação simples, clara e universal de Jesus, eliminadas as duplucatas nos vários evangelhos, há 61 mandamentos devocionais, que desenvolvem a espiritualidade do crente. Há 33 mandamentos sociais, promovendo o fruto do Espírito entre os crentes na sua vida social, e seu amor ao Espírito entre os crentes na sua vida social, e seu amor ao próximo na comunidade, há 30 mandamentos práticos, e mais quase todos os hiperbólicos, orientando o indivíduo nos problemas práticos da religião e da conduta. Há 23 mandamentos escatológicos. Este assunte é muito importante aos olhos de Jesus, principalmente do ponto de vista negativo. Lede a história cristã e vereis que a doutrina das últimas coisas desvia, tantas vezes, grandes grupos de cristãos e os arrasta para o fanatismo e a miséria. Por isto, o ensimo escatológico de Jesus está cheio de cautelas, prevenindo-nos contra enganos, precisamente no terreno teológico onde enganos são mais fáceis, comuns e desastrosos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há também 23 mandamentos evangélicos instruindo os homens a buscar a salvação, o reino de Deus, em que se entra pelo novo nascimento, e indicando, com divina autoridade o caminho de salvação, quais os passos necessários da parte do pecador, para que Deus o perdoe, regenere e justifique. Não são 23 condições ser salvo. São 23 exortações para procurar a salvação, e obte-la por meio do arrependimento e da fé. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ainda há 16 mandamentos morais de Jesus. Cinco dos mandamentos do Decálogo, Jesus não repetiu na sua legislação. Deu ensimo melhor sobre o mesmo assunto ou repudiou, no todo ou em parte, o texto ou contexto do mandamento. Há 12 mandamentos eclesiáticos de Jesus. O primeiro destes imperativos dito por seus lábios, e que nos foi preservado, tratou do batismo. Apenas duas cerimônias foram estabelecidas por Jesus no cristianismo genuíno – o batismo e a ceia. Não são sacramentos e não há ritual elaborado, no Novo Testamento, para um ou para o outro. O resto desta categoria de mandamentos trata da igreja (sentido congregacional e genérico), como a única organização fundada por Jesus. Prescreve o plano de sua disciplina, paz e harmonia. Aqui temos o mais notável aspecto da diferença entre a lei de Cristo e a legislação de Moisés. Esta lei é cerimonial por úndole e assunto predileto. O cerimonial na legislação de Jesus é pouco, lindo, simbólico de realidades na experiência anterior do discípulo, e “proclamam a morte do Senhor até que venha” e a sua ressurreição e a nossa. A legislação cerimonial de Moisés não se perpetuou no ensino de Jesus. Caducou, morreu, cancelou-se os farrapos destas contas legalistas de ordenanças revogadas pendem aí dos cravos da cruz do Calvário, Gol. 2:14. A parte cerimonial do cristianismo nunca esteve na mente ou na legislação de Moisés. Um símbolo não é símbolo de outro símbolo. Uma sombra não é capaz de lançar outra sombra. Jesus arfirmou que, absolutamente, não aceitava a rota legislação de Moisés, não consentia em coser uns remendos de nova legislação cerimonial sobre aquele vestido antigo e andrajoso que a Israel revestia há tantos séculos. O vinho novo de Jesus não se havia de preservar nos odres das formas do judaísmo. O cristianismo seria novo em espírito e novo nas formas, novo em doutrina e novo nas cerimônias que ilustram e proclamam esta durtina. As cerimônias de Moisés nem se perpetuam em si, nem por pseudo-sucessoras inventadas pelos papas ou reformadores. As cerimônias de Jesus são vestidos novos. E Paulo assim entende quando diz nesta epítola: “Tantos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo”, Gál. 3:24. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há 15 mandamentos para o ministério ou sobre sua obra, mas o Novo Testamento não tem nenhum livro de Levítico. As epístolas pastorais versam sobre problemas morais e espirituais, não sobre sacerdotes, altares, sacrifícios, dias santos ou ritual. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há dez mandamentos universais de natureza missinária. O judaísmo fazia sua obra missionária por nacionalizar, mediante a circuncisão, os seus prosélitos. O cristianismo evangeliza e batiza o discípulo voluntário, sem aspecto racista, nacionalista ou sacramentalista. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há dois mandamentos domésticos e um cívico. É a máxima surpresa. Entre os 489 mandamentos de Jesus um só trata de nossa relação para com Estado. Fala na linguagem do seu dia: “Dai a César”. Detestamos os césares, com seus Neros e Calígulas; o mandamento, porém, tirada a roupa antiga de sua expressão, impõe sobre nossa consciência cumprimento das exigências cívicas de nosso governo, sem infração da autoridade divina em nossa vida. Nenhuma outra palavra. E basta. Deixa todo o terreno de legislação cívica ao critério do progresso humano, sem uma só regra sugerida por Jesus. Nosso Senhor deu carta branca aos pais da pátria, qualquer pátria, na sua assembléia constituinte, ou ao governo imperial, se assim optarem. Reserva para Deus, porém, sua saberania no terreno em que Jesus deu os outros 488 mandamentos, ou tantos destes quantos são de aspecto geral na sua aplicação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Quero salientar, porém, a palavra “nações”, na Grande Comissão. Em “Os Mandamentos de Jesus” PP. 5, 6, escrevi: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Volto novamente a dar ênfase ao alvo nacional da evangelização do mundo. O homem torna-se discípulo por uma experiência pessoal da graça e perdão de Deus em Jesus Cristo. mas Cristo não visa apenas uns indivíduos isolados que se safem da nação, deixando esta abandonada à perdição. Há aspectos coletivos da obra de evangelizar uma nação. O sal da terra purifica e preserva o povo da terra. A luz do mundo afugenta as trevas, com a aurora do Evangelho, em escala verdadeiramente nacional. E, se aceitarmos a interpretação de outra figura que muitos adotam, o fermento do Evangelho leveda a massa nacional, pouco a pouco, até que ninguém escape à influência da verdade. A rêde do reino messiânico apanha na sua influência, de certa maneira, peixes maus e bons, mas muitos. A semente cai em todo o campo, embora com variedade de resultados. O grão de mostarda cresce, torna-se árvore e propaga-se pela sua semete multiplicada e dá abrigo e refrigério a vastas coletividades que procuram sua sombra quais bansos de aves. E – bem-aventurada parábola! – o lavrador semeia, cultiva, dorme, acorda e, paulatinamente, sem ele saber como, a semente brota e cresce e dá primeiro a espiga e então o grão maduro da safra providencial. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Tais aspectos do progresso do reino contemplam a bem-aventurança de tantos indivíduos que a soma destes toma aspecto coletivo, e o alvo aparece no horizonte cristão: ver a nação sentada aos pés de Jesus Cristo, sua discípula, matriculada na sua escola de vida para ser promovida, de época em época, para uma qualidade e têmpera de vida nacional que seja uma realização parcial e crescente do espírito de Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Onde está a ênfase de Jesus na sua legislação? Na serenidade, confiança e responsabilidade do Espírito humano, regenerado e ungido pelo Espírito de Deus. O mandamento mais freqüente de todos, na legislação de Jesus é: “Não temas”, acompanhado muitas vêzes com a exortação: “Tem bom ânimo.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Sublime e radical diferença de categoria de legislação. A lei era regime de terror. A legislação de Jesus conforta, anima e encoraja. A Epístola aos Hebreus descreve este terrível aspecto da legislação de Moisés assim: “Não tendes chegado ao fogo palpável e incêndio e à escuridão e à caligem e à tempestade e ao som da trombeta e à voz das palavras, a qual os que a ouviram, rogaram que não se lhes falasse mais; porque não podiam suportar o que lhes era ordenado: se até um animal tocar o monte, será apedrejado. Era tão terrível o que se via que Moisés disse: Estou todo aterrorizado e trêmulo”, Heb. 12:18-21. O cristianismo não é assim. O supremo mandamento de nosso legislador é: “Não temas.” Seu princípio fundamental e regenerador é a fé. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Com este ligeiro resmo da “lei de Cristo”, contrastai a “lei de Moisés” e vede que diferença abismal de ênfase e espiritualidade: Jesus que diferença abismal de ênfase e espiritualidade: Jesus deu 12 mandamentos eclesiásticos ou cerimoniais, mas o cerimonialismo na legislação de Moisés chega à soma formidável de 1564 mandamentos cerimoniais. O cerimonialismo cristão é 5% dos mandamentos de Jesus. A lei, porém, é quase 70% cerimonialismo. Os mandamentos domésticos de Jesus são dois, os de Moisés são 20, legislação efêmera que em grande parte Jesus repudiou. Os mandamentos cívicos de Moisés são 183, legislação para uma teocracia numa “terra santa”. O único mandamento cívico de Jesus é a exigência da dupla lealdade cívica e religiosa, em suas esferas separadas de consciências autônomas em sua relação a Deus. Moisés não tem, que eu saiba, mandamentos escatológicos, hiperbólicos ou evngelicos. Há Evangelho, mesmo a doutrina de justificação pela fé, no Velho Testamento, mas é na parte histórica, poética e profética. A lei é um sistema de salvação pelas obras. Paulo assim interpreta: “A lei não é da fé mas: Aquele que faz estas coisas, viverá por elas”, Gál. 3:12; Lev. 18:5; Rom. 10:5, 6. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há 190 mandamentos morais na lei, 16 no mandamentos de Jesus. Jesus consgue a moral pelo Espírito Rom. 8. Em Rom. 7 mostra a futilidade de legislação moralista para moralizar. Jesus nos orienta melhor com a décima parte do número de mandamentos que Moisés deu. Moisés impôs a pena de morte 53 vezes, Jesus nenhuma na sua orientação moral. Todavia, o Israel de Deus é infinitamente mais moralizado do que o Israel de Moisés. Há seis vezes mais legislçao social em Moisés do que em Jesus – 252 versus 41. São particularidades mosaicas versus princípios de Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há uma aproximação do Pentateuco ao Evangelho em um dos seus livros. É no livro predileto de Jesus – Deuteronomio. Aí encontramos 142 dos 174 mandamentos devocionais do Pentateuco. Em Jesus esta qualidade de legislação é, porém, maior do que qualquer outra, duas vezes maior. Em Moisés, fora de Deuteronomio, é menos do que 2% do total. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; No livro de Deutreonomio, porém, há 142 mandamentos devocionais, versus 124 cerimoniais. Há progreso na revelação, e sua finalidade é Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “A lei” não se limita, naturalmente, ao Pentateuco. Os Salmos e os Profestas acrescentam vários mandamentos devocionais e morais e sociais, os Provérbios e Eclesiastes são uma mina de legislação moral e social Neemias, Ester Esdras, I e II Crôncias e Ezequiel aumentam o cerimonialismo da teocracia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nós estamos, do mesmo modo, sob a autorizada interpretação de Jesus e sua vontade revelada pelos apóstolos nos seus escritos. Estes contraste porém, entre a lei de Moisés e a lei de Cristo, so pode ser feito, entre a legislação dos dois fundadores de judaísmo e cristianismo, nas suas fases organizadas e autorizadas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. deste estudo da legislação de Jesus vemos sua ênfase. Deus é soberano. O indivíduo é orientado. O Estado quase não está no horizonte. A família não é a unidade do reino de Cristo como fora no reino de Israel e como Calvino ainda quis conservá-la na sua teocracia meio-judaica de Genebra. O espírito humano, não as exterioridades, é o âmago do objetivo de Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Estudemos agora outra diferença fundamental. Toda a legislação mosacia era um sistema de obras para alcançar salvação, de encorporar-se a um povo escolhido e separado para Deus, numa vida nacional teocrática. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A legislação de Jesus é para o crente – exceto os 22 mandamentos evangélicos que mostram o caminho de salvação e impulsionam o incrédulo a toma-lo – 95%, pois, da legislação de Jesus é para o cristão, o homem já salvo, inclusive o Sermão do Monte. O Evangelho abre a vida cristã com a dádiva de salvação pela graça e matricula os salvos na escola de Cristo, sobrenaturalmente preparados para dele aprenderem por todo o resto da vida. A lei, como todo o legalismo subsquente, multipilca ordenanças e ordens e diz categóricamente: “Aquele que faz estas coisas viverá por elas.” Moisés e Jesus amoldaram material bem diferente. Moisés batia em ferro frio, Jesus em ferro em brasa, aceso pelo fogo do divino Espírito. A lei de Moisés se gravava em tábuas de mármore, a de Jesus em tábuas macias de corações regenerados. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; É a medula da nova aliança: “Esta é a aliança que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: imprimindo as minhas leis nos seus corações, eu as escreverei sobre a mente deles”, Heb. 10:16. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; É fútil uma pequena minoria cristã num país procurar forçar sobre um povo impenitente e incrédulo a legislação do idealismo de Jesus nas leis nacionais. Serão logo uma letra morta. Evangelizemos primeiramente a nação e elevemos o nível legislativo de acordo com o progresso moral do povo e o núcleo espiritual que o pode orientar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. A lei de Moisés dependia de um só lugar e uma religião centralizada. Quando Israel foi levado ao cativeiro teve suas primeiras lições para desmamar-se da Jerusalém carnal. Surigu a sinagoga, instrumentalidade educativa, missionário, colonial, congregacional em natureza, universal até ao dia de hoje em sua utilidade à raça. Com a reconquista da relativa autonomia nacional, porém, Israel e o templo foram preparados para a presença do seu Senhor e a lei entrou na sua mais gloriosa fase histórica, com um povo purificado pelo cativeiro e por muitos jugos pesados do estrangeiro: Assíria, Babilônia, Síria, Pérsia, Egito e Roma. Este povo, embora purificado e separatista, (fariseu), demonstrou perante toda a história humana a impotência da lei para regenerar, santificar, unir e abençoar. Jerusalém pereceu, Israel morreu, o templo caiu em ruínas e a lei passou. Jesus e sua vontade é agora toda nossa religião. E Jesus não depende de lugares, cidades eternas, capitais, estados ou templo. Maravilha de espiritualidade: “O tempo vem e agora é um os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores”, João 4:23. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. Outro aspecto da legislação mosaica que é bem diferente da de Jesus é que aquela estava dependente do sacerdócio levítico. Hoje não há sacerdócio judaico – só rabis nas sinagogas – pois sem templo, altar ou tabernáculo, um sacerdócio não tem funções. O catolicismo voltou para o judaísmo, em parte, e em parte incorporou o paganismo romano em suas idéias do sacerdócio. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A afinidade do ministério cristão é mais com os profetas do que com os sacerdotes judaicos. O que Israel recusou ser, uma nação de sacerdotes, o reino de Cristo se tornou, no sacerdócio de todos os crentes. O ministério é chamado pelo Espírito para pastorear as coletividades chamadas igrjeas, ou rebanhos, figuradamente. O presbítero cristão não é e nunca foi sacerdote para oficiar cerimonialmente perante altares ilicitamente reabilitados numa mistura de judaísmo caduco, cristianismo espúrio e paganismo redivivo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “A lei de Cristo” é vista assim na sua espiritualidade, na sua pujança ética, na sua energia social, no seu conforto íntimo e dinamismo devocional e missionário. Mata o egoísmo, o bairrismo, o nacionalismo como força divisiva e perseguidora e a catolicismo como centralizador e sufocante de livres santas iniciativas. Sua essência é o altruísmo prático e opreoso. Portanto Paulo podia sem hestiaçao dizer: “levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo”. Cristo tem lei para nos rientar. Esta lei, porém, nos orienta neste espírito e por este principio em todos os seus mandamentos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;em&gt; Autor: Dr William Carey Taylor&lt;/em&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/02/lei-de-cristo.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-4075458090532940384</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-24T06:50:31.631-08:00</atom:updated><title>O Período de Transição do Judaísmo para o Cristianismo</title><description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;O Período de Transição do Judaísmo para o Cristianismo&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Epistola Aos Galatas &lt;/p&gt;&lt;p&gt; William Carey Taylor &lt;/p&gt;&lt;p&gt; -- 1954 --    &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O período de transição do Judaísmo para o Cristianismo &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; João Batista veio, talvez no ano 26, e batizou o Mesias. Deu-se no ano 70 a destruição de Jerusalém e o estado teocrático, subordinado ao império romano, sede do templo, dos seus sacrifícios e sacerdócio, o centro da vida judaica da Palestina e da Diáspora mundial. Este período de menos de dez lustros foi o mais importante na história da raça humana. Uma fase de sua natureza peculiar passa despercebida à média dos leitores do Novo Testamento. Não avaliam que nesta época quase tudo é extraordinário e excepcional, senão os elementos essenciais da experiência cristã comuns a todos os crentes, em todos os tempos e lugares. É indispensável avaliar certos elementos peculiares aquela situação para entender a vida cristã primitiva, os problemas que surgiram na carreira apostólica e que recebem atenção nas epístolas, mas que para nós já não são problemas, antes são quase incompreensíveis em nosso meio ambiente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há uma diferença abismal entre nossa vida, nosso costumes e o que lemos de Jesus e os Doze. Basta enumerar dez fatos elementares da conduta de Jesus, nenhum dos quais se verifica em nossa vida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 1. Jesus foi circuncidado de acordo com a lei levítica e o costume sabático, Luc. 2:21, João 7:22. Não há um crente hodierno em dez mil que, neste respeito, siga o exemplo de Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 2. Nosso Senhor assistia o culto judaico numa sinagoga, cada sétimo dia da semana. Eu nunca estive senão em um culto realizado numa sinagoga e foi numa noite de sexta-feira, um discurso popular que me atraiu. Os prezados leitores já tomaram parte em um culto de sinagoga? Provavelmente não. Mas quão diferentes somos neste respeito, do nosso Salvador. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 3. Jesus, em conformidade com a Lei (Ex.23:14-17), peregrinava a Jerusalém três vezes por ano, como faziam milhões de judeus de todo o mundo civilizado. Nunca estive em Jerusalém e nem sei observar a Páscoa, Pentecostes ou o Dia de Expiação, como Jesus fielmente os observava. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 4. Jesus acompanhava os sacrifícios de bois, bodes, aves, cereais etc. e teve sua parte nisto e pagou uma taxa pela manutenção do templo. Nunca vi animal sacrificado, nem sangue aspergido sobre um altar e sobre os adoradores, nem paguei um centavo para manter o culto israelita. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 5. Jesus não comeria à mesa com qualquer um de nós nem nos teria evangelizado, nos dias de sua carne, se não fossemos também judeus, com talvez raras exceções predestinadas à graça especial por motivos do propósito divino, Luc. 4:25-26, Mat. 10:2-6. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 6. Nosso Mestre guardava o sábado, se bem que não as tradições acumuladas sobre o dia original, e, mediante dois ensinamentos, preparou o povo para a abolição do sábado: (I) a declaração de que o Filho do Homem era “Senhor do sábado também”, o sábado entre todos os demais elementos preparatórios, de revelações anteriores; (II) em citar o Decálogo ele aumentou a ênfase sobre a moral, dizendo ao moço rico: “não furtarás” e “não defraudarás,” quando o Decálogo tem apenas um dos dois mandamentos; ele, porém, sempre omitia o mandamento sobre o sábado, pois sabia que haveira de caducar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 7. Jesus obedecia às autoridades judaicas e mandou obedecê-las, Mat. 23:3. Nós outros jamais obedecemos a judeu nenhum, nem ao menos por estar sentado na cadeira de Moisés. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 8. Jesus por a mesma do banquete evangélico para os filhos de Israel. Com relutância cedeu mesmo umas migalhas aos “cachorrinhos” gentios. Mat. 15:26. Semelhante linguagem em nós seria presunçosa, hipócrita e intolerável. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 9. Jesus fez pelo menos uma reforma, e esta duas vezes, no judaísmo. Expulsou do templo a comercialização do sistema sacrificial. Nós não o reformamos, pois Deus o abandonou quando rasgou, de cima a baixo, o véu do Santíssimo lugar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 10. Jesus observou a páscoa e se fez o cordeiro pascoal, a realidade da qual as pálidas festas cerimoniais eram sombras. Logo, tendo a realidade, o corpo, não buscamos voltar ao regime das sombras. Col. 2:17. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Para que continuar? A vida religiosa de Jesus era completamente diferente da nossa. Suponho que qualquer leitor dessas palavras, sendo evangélico, seria excomungado da sua igreja se mesmo de leve praticasse estas coisas que eram a praxe invariável da religião do judeu Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ora, os apóstolos e a igreja primitiva de Jerusalém viviam nitidamente uma vida judaica no templo, nas suas orações, sacrifícios e festas. Atos 2:46; 3:1, 11; 4:1, 5; 6:9, 15. Paulo também agia com judeu leal nas sinagogas e no templo em Jerusalém, Atos 13:42, 44; 18:4; 19:8; 20:16; 21:17-26; 23:5, 6; 28:17-28. Citamos apenas um destes casos. Tiago, na ocasião do última visita de Paulo a Jerusalém, disse-lhe: “Bem vês, irmão, que milhares há que têm crido entre os judeus E TODOS SÃO ZELOSOS DA LEI; e têm sido informados a teu respeito de que ensinas todos os judeus que estão os gentios a apostatarem de Moisés, dizendo-lhes que não circuncidem seus filhos nem andem segundo os nossos ritos.” Paulo concorda com Tiago que o boato é calúnia, e, para demonstrar que é, associa-se com um voto cerimonial de quatro homens judeus e paga as despesas no templo. Assim ficou demonstrado, como Tiago queria, que Paulo “andava retamente, guardando a lei” quando estava na Palestina, na jurisdição desta lei. Já passara algum tempo desde que escrevera a Epístola aos Gálatas, quando ele assim guardou reverentemente a lei e os seus ritos. Como explicar isso? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A explicação é muito simples. A lei de Moisés era a lei civil e religiosa da Palestina, com umas tantas restrições impostas pelo império romano. Na Palestina, Paulo e os demais judeus estavam tão subordinados a esta lei mosaica com nós no Brasil estamos subordinados às leis da constituição e legislação brasileiras. Se qualquer um de nós conseguisse morar na cidade do Vaticano, ficaríamos sob a lei canónica. Numa teocracia a lei civil e a lei religiosa se confundem. Israel era um teocracia. Os sacerdotes eram políticos. Os judeus eram cidadão e deviam obediência aos que se sentavam na cadeira de Moisés. Jesus e Paulo impunham obediência a estas autoridades, na Palestina. Outrossim, cada sinagoga era uma colónia da teocracia, em qualquer parte do império romano e podia açoitar judeus rebeldes, e o sumo sacerdote mandava “apóstolos” de Jerusalém a estas colónias subordinadas ao sacerdócio e ao sinédrio. Saulo de Tarso fora um apóstolo perseguidor, órgão desta autoridade quando foi a Damasco. Paulo ficou sempre relacionado com a sinagoga, nas cidades romanas, e, chegando em Roma preso, convocou em primeiro lugar a colónia judaica, da qual automaticamente fazia parte até que se efetuasse uma separação formal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Como um maometano no Brasil é obrigado a observar o domingo, embora seu “sábado” seja a sexta-feira, e como um judeu fecha sua loja no domingo, embora tenha seu culto judaico nos sábados e Pentecostes e luas novas, etc., assim o crente judeu, como judeu, na terra dos judeus obedecia fielmente à lei judeus – sábados, dízimos, festas, ritual – e como cristão obedecia aos mandamento de Cristo e ao ensino apostólico – o dia do Senhor, o primeiro dia da semana, a igreja, o batismo, a ceia, os cultos separados para o povo crentes, a obra de evangelizar o mundo e todo o dever cristão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Um crente, porém, nunca teria qualquer obrigação palestiniana da lei teocrática, peculiar ao povo de Israel. Desde o momento de crer, sua vida cristã nada teria de judaísmo, mas somente seus deveres cristãos. Usaria o Velho Testamento para conhecer a promessa do Messias e as lições práticas e devocionais de sua história e poesia, mas não para praticar seu cerimoniosíssimo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; De 70 d. C. em diante, perece a teocracia e o Pentateuco já não é lei civil para pessoa alguma, quer judeu ou crente. Daí em diante ninguém observa sábado ou ritos judaicos por obediência às autoridades públicas, mas unicamente por um dos dois motivos: (I) ou ele é judeu, nascido ou prosélito, e observa o ritual religioso de sua grei; (II) ou ele é vítima de alguma enganada e enganadora seita judaizante nominalmente cristã. Volta para o terreno da velha aliança nacional de Israel, agindo como judeu (falso) para ganhar mérito (fingido) num sistema cristão (espúrio) de salvação pelas obras (mortas). A Epístola aos Gálatas é o antídoto para este veneno e deve ser dada em doses fortes aos fracos da fé para evitar a terrível moléstia judaizante. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Uma das verdades mais elementares no estudo das Escrituras é a ideia de revelação progressiva. O que é dever num livro da Bíblia, para seus contemporâneos, passa a ser crime, em outro livro da Bíblia, para seus contemporâneos. O bíblico torna-se anti-bíblico, na marcha da revelação para novas ou mais amplas verdades, até cheguemos à perfeita revelação em Jesus Cristo e sua adequada interpretação, no Novo Testamento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Para os israelitas era dever matar todo o povo de Canaã, logo ao entrar na terra da Promissão. Eram idólatras, prevalecia a responsabilidade, universalmente aceita, da solidariedade da família e da tribo. Logo, a única maneira de exterminar a idolatria era exterminar os idólatras. Se o Japão, porém, ao conquistar a China, fizesse isto, ficaríamos pasmados e furiosos. E com razão. A ideia de solidariedade de família ou nação passou. Jeremias e Ezequiel anunciaram a doutrina da responsabilidade pessoal. Fizeram larga exegese e uso da nova aliança com sua forte ênfase sobre o valor da personalidade, a competência de cada alma perante Deus sob sua graça, e o individualismo no terreno da experiência da salvação. O que fora bíblico passou a anti-bíblico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A poligamia era bíblica nos dias de Davi e Salomão. Agora é anti-bíblica. Assim o divórcio, tão promíscuo e sem freios no judaísmo dos dias de Jesus. Assim o completo sistema levito. Paulo repudiou-o totalmente na Epístola aos Gálatas. E na aos Colossenses ele declarou que Cristo tinha “cancelado o escrito da dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, o que nos era contrário, removeu-o inteiramente, cravando-o na cruz.” Col. 2:14, 15. Pode haver dúvida? Era dívida. Já não é. Cristo o “removeu inteiramente.” Cristo o cancelou. Não tem mais valor do que os pregos enferrujados e a madeira podre das três cruzes que se ergueram no Calvário. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Por isto, escrevi há pouco este estudo de “Três Verdades sobre a Lei”, (“No Jornal Batista”):  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nossa distinção moderna entre lei cerimonial e lei ética não existe na Bíblia. A própria lei de Moisés a ignora. No mesmo contexto fala, no mesmo instante, sobre o Anjo de Jeová e sobre a proibição de cozer uma cabrita no leite da cabra mãe. Os escribas já descobriram os grandes mandamentos da Lei. (Mar. 12:30-33). Quer no Velho quer no Novo Testamento, porém, não há uma separação entre a lei moral e a lei cerimonial. O Evangelho e suas Escrituras cristãs substituíram completamente a legislação mosaica, tanto moral como cerimonial. Rom. 10:4, no original, não tem verbo. “Cristo, término de lei, para todo o crente concernente a justiça. A palavra enfática é término. Cristo terminou a lei, como a morte termina a vida terrestre. No terreno da justiça perante Deus a lei já não tem função alguma. Cristo é tudo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; I. Há, porém, uma hostilidade especial no Novo Testamento a uma parte da Lei – às suas ordenanças. “Alguns homens, descendo da Judéia, ensinavam aos irmãos: Se não vos circuncidardes, segundo o rito de Moisés, não podeis ser salvos. Tendo tido Paulo e Barnabé uma grande contenda e discussão com eles…” resultou a história narrada em Atos 15. À pregação de um rito com condição de ser salvo, Paulo se opôs tenazmente. A linguagem de Lucas é forte, violenta mesmo. Tudo estava em jogo. Paulo se fez revoltoso, fez parar toda a marcha de sua obra missionária, perturbar toda a paz do cristianismo mas não consentiu em semelhante ideia fatal ao Evangelho. “Contenda” é a mesma palavra usada a respeito do “motim” de Barrabás, em Marcos 15:7. Paulo fez motim para salvar o Evangelho. Outrossim, levou um incircunciso, Tito, a Jerusalém e intransigentemente obrigou a cristandade toda a reconhece-lo como plenamente cristão, sem o rito mosaico. Desafiou os judaizantes em sua própria fortaleza e conseguiu que fossem publicamente repudiados como “falso irmão”. Qualquer pessoa que realmente pense em seu coração ser necessário um rito para a salvação é “falso irmão”. Não é salvo nem sabe o abc do Evangelho. “Aos quais nem por uma hora estivemos em sujeição, para que a verdade do Evangelho permanece entre vós”, (Gál. 2:5). Os católicos e muitos protestantes caíram no mesmíssimo erro fatal de pensar que o batismo é rito regenerador ou justificador. Com todo o vigor de pulmões e cérebro, devemos fazer “motim” contra esse romanismo traiçoeiro. Um rito é tão impotente para salvar quanto é qualquer outro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Outra passagem em que se vê esta franca hostilidade às ordenanças da lei é Col. 2:14-23. Cristo cancelou na cruz o escrito de dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, “removeu-o inteiramente, cravando-o na cruz.” Dos cravos da cruz os ritos caducos, cerimónias, sábados e ouros “rudimentos do mundo”. São contas velhas, pagas, canceladas, arquivadas nos pregos do Calvário. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há, porém, uma mentalidade legalista que não se satisfaz com esta disposição de legislação mosaica caduca que Jesus repudiou. Tira da cruz estas dívidas que Jesus pagou e cancelou e vai procurando cobrá-las a nós. Consertam essa papelada furada. Passam as mãos sobre suas rugas e dobras, carinhosamente. Avivam com tinta forte e letra apagada e morta. Tomam o véu do templo cerimonial que as mãos divinas rasgaram e o costuram e penduram de novo no santuário do seu pensamento, e fazem da Lei a corte dos sacerdotes, para impedir a entrada franca do crente no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus. Os sabatistas fazem isto aberta e sem-cerimoniosamente, renovando dívida do sábado que Jesus cancelou e removeu. Desfazem por tal meio, impiamente, a obra de Jesus no Calvário. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas disfarçado e não menos perigoso é o plano dos romanistas, e de muitos protestantes. Estes consentem, sim, que tais ordenanças estejam arquivadas ali na cruz, “canceladas” e “inteiramente” removidas. Inventam, porém, uma cerimónia equivalente e perpetuadora. O “sábado cristão” fica em lugar do sábado verdadeiro. Igreja nacional vem em substituição da Assembléia de Israel. O batismo infantil é proposto para substituto de circuncisão, a ceia em lugar da páscoa. Sacerdotes ou presbíteros das tribos de Israel terão seus sucessores em padres, ou presbíteros com funções que o Novo Testamento proíbe. A igreja local se governará segundo a norma da sinagoga. O altar e os sacrifícios antigos aparecerão de novo, resumidos na missa e nas vestimentas da casta sacerdotal romana, ortodoxa ou anglicana. E assim, de mil maneiras, obstinados inimigos da simplicidade do Evangelho, desfazem o escândalo da cruz, reabilitam o que Jesus repudiou, cosem farrapos de legalismo “cristão” (?) sobre as rupturas no velho pano de Moisés; botam o vinho novo em odres velhos e põem de novo sobre a cerviz o judo judaico, ou judaico-romanista, o qual Pedro classificou de insuportável. Outra passagem em que esta hostilidade é fraca se acha em Efés. 2:15: “Tendo abolido na sua carne a lei dos mandamentos contidos em ordenanças.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E para que servem as Epístolas aos Romanos e aos Gálatas em nossas Bíblias se, a despeito do seu claro ensino, ainda obstinadamente queremos ser legalistas, cerimonialistas, ou ritualistas? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; II. Lado a lado com o repúdio das ordenanças da lei, como mundanismo e carnalidade, há nas mesmas Escrituras cristãs ênfase repetida, sobre o cumprimento da moral da lei no crente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A passagem clássica sobre isto é Rom. 8. A lei era impotente pelo seu próprio legalismo e pela fraqueza de nossa carne, ou natureza não regenerada e anti-espiritual. Não pode realizar sua missão, vencer sua meta, alcançar seu alvo. Assim os versículos 2 e 3. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas, no 4, Jesus se mostrou omnipotente e vencedor, no sentido de que “a exigência justa da Lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Deus pela transformação operada em nós pela sua graça nos transferiu para “as regiões celestes em Cristo Jesus” (Efés. 2 ) onde andamos segundo o Espírito. Sem nos gabarmos de nossa perfeição, podemos afirmar que o Espírito consegue no crente o que a Lei era impotente para conseguir no judeu, “A justa exigência da Lei” é viável pelo poder do Espírito, e somente assim. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Notai a frase – “a justa exigência”. A Lei fez exigências que são eternamente justas: o monoteísmo, o culto em espírito sem imagens, a reverência e veracidade no falar, a honra aos pais, o respeito ao valor e à segurança da vida humana, a pureza sexual, o direito de propriedade particular adquirida com justiça, o testemunho veraz e imparcial, e a atitude mental que regista em nossa consciência os direitos do próximo, sem por sonho pensar em roubar ou cobiçar o olhei-o. Estes e outros elementos morais, no Decálogo, bem como outras doutrinas do Pentateuco, são “justas exigências da Lei” e tem o pleno apoio de Novo testamento em cada página de sua autoridade. Cristo pessoalmente renova a vários desses ensinamentos, mas exclui o mandamento do sábado, Paulo formalmente repudia o inteiro sistema sabático. Não e agora uma “justa exigência”. Ninguém pode guardá-lo senão na primitiva civilização judaica; e ali era dificílimo. E nosso cristianismo. São os homens mas santos que trabalham mais intensamente no domingo. O cristianismo não tem sábado nem sabatismo. O sábado era um dia de decanos, de vadiar em casa ou nas imediações da casa. não foi originariamente um dia semanal de culto. “O dia do Senhor” é um dia de culto e atividade cristã. Vem encher satisfatoriamente mais valores que o antigo sábado, quanto ao culto, à abstenção de labores desnecessários neste dia, à espiritualidade e meditação na igreja e no lar, e ainda as obras de necessidade, beneficência, caridade e evangelização. Não há identidade ou continuidade do sábado no “dia do Senhor”. O cristianismo preserva a semana (I Cor. 16:2) e ordena deveres no seu primeiro dia, mais repudia o sábado – sistema, dia e espírito. Só no terreno das exigências justas, as provisões da moral e santidade, é que o Evangelho renova, realiza, aumenta e completa a moral da Lei. Jesus não revogou a lei moral. Moisés dera uma revelação parcial e preparatória da lei moral, encaixada indiscriminadamente numa vasta legislação cerimonial, dietética e teocrática – visando apenas o povo de Israel. Cristo completou e universalizou a moral e separou do sistema levítico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; III. Deveres a moral do Evangelho supera a da Lei. Estende, expande, alarga, alonga, aprofunda, aplica e espiritualiza a moral primitiva. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Eis a razão por que a Lei toda findou em Cristo. Cristo e Paulo hostilizam, repudiam, cancelam e removem inteiramente as ordenaras da Lei. Logo esta arte não vinga no cristianismo. A outra parte, “justa exigência,” Jesus e os apóstolos cumprem, desenvolvem, alargam, alongam e aplicam. Logo nossa legislação cristã é a vontade ampla e perfeita de Cristo Jesus, revelada e interpretada pelo círculo apostólico no Novo Testamento. Há passagens em que o verbo traduzido “cumprir” significa “completar, encher”. Assim Cristo completou e edifício da moral, e encheu-o do seu Espírito todo-poderoso e removeu os andaimes cerimoniais e preparatórios. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Quem quererá residir no andaime, podendo morar no edifício completo? Quem regredirá da enciclopédia para a cartilha? Quem voltará da sua maioridade para vestir suas caducas saias infantis? Quem, estando livre, pedirá escravidão? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O Espírito cumpre no homem espiritual o que a Lei pode exigir, mas foi impotente para conseguir na vida humana. “O pecado não terá domínio sobre vós: visto que não estais debaixo da Lei (impotente) mas debaixo da graça” (moralmente transformadora e espiritualmente eficaz para realizar na vida e elevada moral que ensina). Rom. 6: 14. O Velho Testamento tem para nós valiosos elementos de história, profecia, devoção, exemplos, provérbios, sabedoria e filosofia. Porém, não é lei no cristianismo. (Ao citar o artigo há certa repetição que parece inevitável, e uns acréscimos necessários para esclarecer a ideia). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Certamente, todo o leitor da Bíblia que não esteja física e espiritualmente cego há de notar que a Bíblia tem duas partes, dois Testamentos. Colher, à toa, passagens isoladas, de qualquer parte das Escrituras, indiscriminadamente, é maneira de enganar-se a si mesmo e aos outros. Jesus disse que seu ensino não seria remendos novos sobre os velhos panos rotos do judaísmo. Paulo pregou que a Lei findou e foi cravada na cruz. Quando a Epístola aos Hebreus foi escrita a questão era trágica, urgentíssima, para os judeus crentes. Já se aproximava rapidamente o dia quando ninguém podia ser judeu e cristão perante as autoridades de Jerusalém e das sinagogas. “Dizendo: nova aliança, ele tem feito antiquada a primeira; mas aquilo que se está tornando antiquado e envelhecendo, perto está de desaparecer.” Estas palavras foram escritas perto de 70 d.C. quando os cristãos unanimemente se retiraram de Jerusalém para Pela. Saíram, ficando com Jesus, “fora do acampamento, levando seu opróbrio”. Heb.13:13. Já não tinham aqui uma cidade permanente, pois Jerusalém estava para cair e com a capital caiu a teocracia, o sistema levítico, a oferta de sacrifícios sobre altares, todo o cerimonialismo mosaico. Isto, na véspera da campanha de Tito, já “estava se tornando antiquado, envelhecendo, prestes a desaparecer.” De fato, caducou. Quando João, o amado apóstolo, escreveu seu Evangelho, muitos anos depois, falou dos judeus como francamente inimigos de Jesus e seus discípulos. “Os judeus,” nos lábios de João, em 90 d. C., tem a mesma significação que tem para nós, uma religião completamente diferente da nossa, sem a menor confusão ou comunhão. Mas Paulo e Tiago foram bons judeus até ao fim de suas vidas, especialmente dentro da jurisdição territorial da teocracia. Nenhum gentio, porém, no primeiro século, jamais esteve legitimamente, sob a Lei. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nossa norma não é a prática de Moisés perante o Sinai, de Israel no deserto ou em Canaã, ou de Jesus na Palestina ou da primitiva igreja em Jerusalém. As Escrituras, quer no Velho Testamento, quer no Novo, que manifestam uma atitude judaica, isto é, de judeus como judeus em relação à teocracia sacerdotal e cerimonial, simplesmente não tem aplicação à nossa vida. O período de meio século de transição passou. Já a separação se fez. Voltar para o judaísmo, ainda que no mínimo, é apóstatas da fé. É irmanar-se com os insensatos Gálatas na sai loucura. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;em&gt; Autor: Dr William Carey Taylor&lt;/em&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/02/o-periodo-de-transicao-do-judaismo-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-7812212538423069152</guid><pubDate>Thu, 07 Jan 2010 18:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-07T10:54:32.569-08:00</atom:updated><title>A LIBERDADE DE DEUS E O LIVRE ARBÍTRIO DOS HOMENS</title><description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Dr. W. C. Taylor&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O livre arbítrio do homem é axioma cristão. Toda moral, quer sob a Lei, quer sob o Evangelho, o responsabiliza e o considera capaz de considerar motivos, pesar alternativas, calcular necessários para os atingir. Esta verdade elementar é fato fundamental em nossa experiência e assim agimos a cada momento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre as verdades reveladas, freqüentemente aparecem gêmeas. Andam em pares. Assim a liberdade de Deus é verdade tão axiomática como o livre arbítrio dos homens, é infinitamente maior em alcance, santidade e valor, e no horizonte de seu panorama são vistas, em suas verdadeiras proporções e forças divinas, humanas, angélicas, demoníacas, e cósmicas. A liberdade de Deus não pode ser elemento latem, suprimido ou nulo no pensamento cristão. Sem este fato, nossas mentes ficam sem a luz e a força da eternidade, do invisível, criação, da providência, da redenção, do juízo, da revelação, e dos atributos de Pai, Filho e Espírito Santo, como fatores na vida e no pensamento. Nosso Deus não é Deus de palanque, mero espectador do curso do universo. Sua imanência em tudo, e sua transcendência a parte de tudo e sobre tudo, como o “Todo-Poderoso”, são da essência da fé, uma vez entregue aos santos, revelada em toda a Escritura. Deus, pois, goza de liberdade em seu universo. Os nomes bíblicos desta verdade são as doutrinas de predestinação, eleição, chamada eficaz, graça, providência, soberania divina, e doutrinas congêneres em toda a esfera de revelação. Todos esses atos correspondem, em Deus, a decisões tomadas por nós, no exercício de nossa liberdade, todos os dias de nossa vida, não neguemos, pois, a Deus a liberdade que gozamos e usamos e consideramos indispensável ao gozo de personalidade. Porquanto a personalidade é a natureza que é comem a nós e Deus, a liberdade de escolha é da sua essência vital. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nem a nossa liberdade nem a de Deus existe em absoluto. Quando Deus criou o universo, encheu de bilhões de seres responsáveis, tolerou sua queda em pecado e rebelião numa vasta escala, ainda empenhou os recursos divinos da Trindade na redenção, e entregou a empresa de evangelizar os pecadores aos esforços vagarosos e imperfeitos de outros pecadores, salvos pela graça, Ele inevitavelmente pôs pesados limites á liberdade divina. Há, pois, vários sentidos em que a liberdade divina é limitada. Deus não pode fazer aquilo que esteja contrário ao seu caráter, nem o inerentemente contraditório ou impossível. Também havendo cedido a responsabilidade por um prazo, ou pela imortalidade de seres criados a sua imagem, ele não pode agir senão dentro de suas próprias alianças ou pactos ou concertos que definem seus planos, promessas, e maneiras garantidas de agir. Tudo quanto seja condicional, nas relações entre Deus e outras personalidades responsáveis e dotadas de livre arbítrio, constitui limite à liberdade divina. Outrossim, enquanto existe o estado atual da matéria, Deus se conforma com suas próprias “leis da natureza”, por Ele estabelecidas, as quais são apenas seus “hábitos de ação” providencial nessa esfera. Mas Ele não está preso numa gaiola de leis da sua confecção. Antes possui sempre os recursos infinitos da personalidade divina para introduzir, á sua vontade, fatores por nós desconhecidos que também podem agir no regime dessas leis, por exemplo, em responder ás orações do seu povo, em salvar, guardar e orientar o crente em Cristo Jesus, em toda aquela esfera da providência divinas que faz com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles que são chamados segundo o seu propósito, e em manter o universo em sua quilha, seguro no seu rumo dos séculos, a despeito das maquinações de demônios e homens maus, em marcha rítmica ao dia do juízo final e à ordem eterna das coisas. Em todo o seu domínio sobre essa complexa unidade de seres responsáveis, Deus é incapaz de uma só injustiça, falta de amor positivo e agressivo, ou arbitrariedade, em todo o exercício multi-secular desta liberdade divina, assim voluntariamente limitada, mas soberana e eficaz. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;É igualmente importante, para reter e manter em simetria e coerência a verdade evangélica, que reconheçamos os vastos limites da liberdade humana. É limitada pela existência de Deus, pela queda da raça pela atividade hostil de outra raça decaída, os demônios que agem sob Satanás, o deus deste mundo, e pelos direitos de milhões de nossos semelhantes humanos, que existem como sardinhas em lata na terra, na vasta confusão que o pecado operou e desenvolve a cada passo. Forçosamente, nossa liberdade existe nessa complexa responsabilidade multiforme, ajuntando-se a cada instante com outros seres do mundo visível e invisível. Em todas estas relações sem conta, ela respeita os direitos alheios ou sofre as conseqüências. E as conseqüências ou aumentam as barreiras em nosso caminho de vontade própria ou salientam amargamente para nós que tais barreiras às vezes têm por cima arame farpado para ferir o transgressor, no sentido de conseqüências das próprias leis da natureza, física e mentais e sociais, que nossa própria consciência ajuizadamente apoia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A moral, pois, a salvação, a religião, o fruto do Espírito, a ética, a sociologia, a vida econômica, a política, a autoridade do Estado em lei municipais, estaduais, nacionais e internacionais, e nas emergências de guerra ou calamidade, e todas as organizações voluntárias e domésticas impõem restrições em nossa liberdade pessoal. E quando mais adiantada a civilização, tanto mais complexa a responsabilidade limitada, e mais exigente ainda é o exercício do livre arbítrio. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ora, a cada passo o nosso próximo nos lembra das restrições da nossa liberdade, dizendo-nos em solene advertência: “A tua liberdade termina no ponto onde começa o meu nariz!” E às vezes seu nariz está tão perto, e diretamente no rumo aonde queremos seguir. E nós nos sentimos nervosos, medrosos, muito prudentes ao chegarmos bem perto desse término. Só com muita cortesia, prévia aviso, e inegável necessidade é que fica de mútuo acordo que alguém toque no nariz alheio, como por exemplo, quando o dentista é solicitado a arrancar um dente que nos dói, embora seja necessário tomar liberdades com o nosso nariz e boca. Todavia, podemos recusar os bons serviços do dentista a ainda manter a inviolabilidade da ponta do nosso nariz. Contudo, sempre achei bom sacrificar um pouco a liberdade e o respeito próprio e me escravizar na cadeira do dentista, a fim de gozar aquela liberdade maior que é o alívio da dor de dente. Assim, no pleno exercício do meu livre arbítrio, caminhei submissa, tristonho, mas reluto, para o gabinete da tortura. Há sacrifícios voluntários da liberdade que o próprio arbítrio livre impõem e exige, e paga o preço para obter. Contudo somos nós que decidimos a questão. Fica intacta nossa escolha de motivos e meios. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muito mais séria barreira e limitação da liberdade humana é feita pelo pecado, em todos os seus aspectos pessoais, coletivos, raciais, cósmicos e superhumanos. “Em verdade, em verdade, vos digo que todo aquele que comete pecado é servo (escravo) do pecado” (João 8.34). Assim Jesus afirmou. Um escravo, porém tem livre arbítrio, embora a sua liberdade seja pouca. Há regiões íntimas da personalidade onde ele pode ser livre e superior. A vítima do alcoolismo, por exemplo, tem toda a liberdade de não beber. Não há lei divina ou humana que exija que ele beba. Nem Deus nem os homens de bem apoiam essa crescente escravatura a que o bêbado voluntariamente se entregou, e até seus tentadores chegam ao ponto em que já não têm prazer na sua companhia no bar ou clube. É livre, pois, para não beber, não é? É livre, sim, mas impotente, incapaz de exercer seu livre arbítrio. Já não existe nele a força para resistir ao poder da tentação. Quem se cobre de grilhões não é livre. Há, de fato, tantas limitações liberdade humana quantos aspectos há ao pecado na vida do homem, pessoal, coletiva, racial e cosmicamente. A suposição popular ou filosófica de existir um ser criado e decaído que seja absolutamente livre e totalmente capaz, é hipótese admissível somente num asilo de doidos. Nunca houve um pecado que não acrescentasse mais grilhões ao escravo do mal e da depravação. A impotência moral e espiritual do pecador, pois, embora não seja total, no sentido de paralisar por completo todos os poderes da vontade humana, é fato racial e universalmente individual, com a única exceção de Jesus Cristo, e é total no sentido de afetar todo o nosso ser nas suas influências. Assim a depravação humana é total, mas não máxima; e este fato diminui a capacidade humana sem lhe diminuir a responsabilidade, no exercício do livre árbitro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nosso meio ambiente filosófico e religioso é quase totalmente hostil a qualquer doutrina real de Deus, e especialmente da liberdade de deus. O Deus vivo e verdadeiro ainda é um deus desconhecido aos nossos soberbos atenienses do Areópago dos intelectuais. O positivismo renascente não admite admitir verdade, portanto quer desviar até os crentes para um estéril humanismo anti-teológico, feroz contra toda a doutrina, sem entre a verdadeira e a falsa ou entre as tradições dos homens e a revelação divina nas Escrituras e em Jesus Cristo. As várias “ideologias” prevalecentes ambicionam limitar nosso horizonte a esta vida. O unionismo “ecumênico” quer reduzir todas as doutrinas nominalmente cristão ao mesmo nível, por mais contraditórias que sejam. Num meio tão hostil, é preciso ser crente de coragem moral, decisão de caráter, fibra, intelectual resistente e real independência de juízo para crer, apoiar e testemunhar as verdades que Deus tenha revelado na sua Palavra, mormente a verdade do Deus livre e sempre ativo na vida. Neste terreno, porém vale mais um Paulo do que dez mil Gamaliéis, e um Spurgeon significa mais para o mundo contemporâneo religioso do que um milhões de Darwins. Teremos ensejo de examinar e decidir se realmente cremos num Deus de palanque, nulo, irresponsável, mera fábula de velhas, ou se o Deus da Bíblia é o nosso Deus, adorado, acatado, amado, obedecido e proclamado no seu evangelho para todos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Três doutrinas que nos falam da liberdade de deus são sua predestinação, sua eleição e sua chamada eficaz. Há pouco no Novo Testamento sobre a doutrina da predestinação, pois a palavra só se emprega em Atos 4.28; Romanos 8.29, 30; 1 Coríntios 2.7; e Efésios 1.5,11. O estudante da Bíblia, porém, se ler estas Escrituras e lhe der seu valor evidente, há de sentir quão profunda é esta verdade e quão extenso o seu alcance. O leitor é convidado a ler, meditar estudar e assimilar estas verdades, sem rodeios, sem buscar anular seu sentido e valor pela lógica de sofismas incrédulos. Verá na sua pujança e pureza a doutrina da liberdade de Deus, não precisa gastar tempo procurando harmonizar isto coma liberdade humana, pois não há conflito entre as múltiplas liberdade de personalidade. Nunca entenderemos isto, mas podemos crer, pois, ou Deus é livre, ou não há Deus. Sua liberdade de fazer planos, escolher meios e pessoas para a execução destes planos e orientar tudo de acordo é exatamente a natureza da liberdade que nós verificamos existir imperfeitamente em nós mesmos. Deus é pelo menos tão livre como suas criaturas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A doutrina da eleição e os termos congêneres se encontram em Romanos 9.11; 11.5,7; 1 Tessalonicenses 1.4; 2 Pedro 1.10; 1 Pedro 2.4.6,9; Tito 1.1; 2 Timóteo 2.10; Marcos 13.20,22,27; Mateus 20.16; 22.14; 24.24; João 15.16; 1 Coríntios 1.27; Efésios 1.4; Tiago 2.5. Esta eleição divina foi feita mesmo antes da nossa existência, na antiga eternidade (Apocalipse 17.8). Jesus fala de ovelhas suas que ainda não eram convertidas (João 10.26-27), e a Paulo animou com a declaração de que Ele tinha muito povo em corinto (Atos 18.10), quando os crentes ainda eram poucos e novos. É fútil dizer que Deus meramente escolheu aos que O tiverem escolhido, ou que faz sua escolha depois da escolha humana de salvação. Isto reduz o Deus da eternidade a um deus de palanque e nega a veracidade destas muitas Escrituras. Deus elege livremente, como nós O escolhemos em plena liberdade de O receber ou rejeitar. Onde há muitas vontades, muitos livremente escolhem, e fútil negar a Deus a liberdade de escolha que nós mesmos gozamos. Nós escolhemos pessoas, por exemplo, no casamento. Isto não ofende a ética: antes a ética o exige. Um rapaz que meramente escolhesse casar-se com uma classe, decidisse que sua esposa seria mulher, mas nunca fosse além, seria para sempre solteiro. É a escolha do indivíduo que resulta no casamento ou na salvação. No casamento ou na salvação há duas pessoas a decidir, duas escolhas, mas a escolha de Deus é pelo menos tão livre como a escolha do pecador a quem Ele estende a sua graça. Nem digamos que a eleição seja só para serviço. Isto não evita nenhum problema de doutrina. Se Deus escolheu e capturou a Paulo, para ser o apóstolo aos gentios, e não escolheu Gamaliel para tão elevado lugar na história humana, o problema moral é o mesmo, em grau menor, que existe na escolha para a salvação. A escolha divina é para todos os fins da vontade de Deus. A definição da doutrina da eleição por Strong é: “O ato eterno de Deus, pelo qual, segundo o seu beneplácito soberano e não em consideração de mérito previsto, Ele escolhe certas pessoas do mundo de pendores, para serem os recipientes da graça especial de seu Espírito, de modo a se tornarem participantes voluntários da salvação de Cristo…” Assim a escolha divina e a fé humana são voluntárias. Não há perigo de negarmos o livre arbítrio do homem na salvação. Tenhamos pela fé ao menos igual apoio da liberdade de Deus em todas as escolhas relacionadas com a salvação, o serviço cristão e o progresso do reino de Deus até o seu triunfo final. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Strong também salienta duas doutrinas distintas das chamadas divinas que as Escrituras afirmam. Uma é a chamada universal do evangelho, como se vê em Isaías 45.22; 55.16; 65.12; João 12.22, etc. etc… A outra é a chamada eficaz do Espírito Santo no Coração que nos conduz sobrenaturalmente, pela correspondermos à eleição divina e à sua chamada eficaz, unido assim a escolha divina e a humana, mutuamente, na experiência da salvação. Esta doutrina da chamada especial e eficaz, gravada em nossos espíritos pelo Espírito de Deus, se encontra em Lucas 14.23; Romanos 1.7; 8.30; 11.29; 1 Coríntios 1.23,24,26; Filipenses 3.14; Efésios 1.18; 1 Tessalonicenses 2.12; 2 Tessalonicenses 2.14; 2 Timóteo 1.9; Hebreus 3.1; 2 Pedro 1.10. Strong define esta chamada eficaz como a operação poderosa do Espírito, levando o pecador a Cristo. Paulo contempla a majestosa unidade inquebrantável desta eterna salvação. As mesmas pessoas que ele previu como já glorificadas no céu, foram anteriormente predestinadas, eficazmente chamadas, justificadas e então glorificadas. E de todos os crentes Ele tem tanta certeza da sua salvação assim consumada que emprega até tempo passado do verbo cinco vezes: “Dantes conheceu (não era mera presciência, mas eleição, conhecendo-os como seus)… predestinou…chamou… justificou… glorificou” (Romanos 8.29,30). Os elos se estendem de eternidade a eternidade, e são todos atos divinos, decisões da livre vontade de Deus. Nunca ponhamos uma verdade em oposição a outra, nem consintamos que uma eclipse outra. Acima de todas as liberdades, sem contradizer ou negar ou enfraquecer nenhuma delas, é a liberdade de Deus. Creiamos no Deus livre e real, cujo livre arbítrio é tão genuíno e independente como o nosso, e para cujos propósitos há os infinitos recursos de sua personalidade divina, “que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Publicado em O JORNAL BATISTA, quinta-feira, 25 de dezembro de 1947 e Quinta-Feira, 8 de janeiro de 1948.)&lt;br /&gt;     &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;em&gt; Autor: Dr William Carey Taylor&lt;/em&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/01/liberdade-de-deus-e-o-livre-arbitrio.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-3328840240449683582</guid><pubDate>Thu, 07 Jan 2010 18:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-07T10:54:05.827-08:00</atom:updated><title>GRAÇA PREVENIENTE</title><description>&lt;p&gt;Começamos essa série de estudos acerca da forte doutrina com a graça de Deus porque cronologicamente a graça de Deus pré-data todas as ações de Deus para com o homem, e é realmente a base de Seu relacionamento misericordioso com o homem. Uma declaração das Escrituras acerca desse assunto se acha em 2 Timóteo 1:9: “Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Paulo falou de salvação e o chamado como fatos passados em sua própria experiência, mas ele reconheceu que a base dessa salvação, sendo da graça de Deus, era “antes dos tempos dos séculos”. Assim, o assunto da graça preveniente nos é apresentado, mas a maioria das pessoas de nossa época não tem idéia do que esse termo significa, embora esse termo fosse relativamente comum entre os Batistas e protestantes de cem anos atrás. Este escritor se sente forçado a confessar que ele não tinha noção do sentido desse termo até que o procurou num dicionário, mas nessa consulta, ele viu que as Escrituras ensinam sobre a graça preveniente de Deus, embora a palavra “preveniente” não apareça na Bíblia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora não apareça na Bíblia com relação à graça de Deus, a palavra “Preveniente” representa uma idéia bíblica, contanto que seja entendida de modo adequado. Aqueles que são apegados a uma perspectiva arminiana da graça às vezes igualam a graça preveniente com a graça comum ou universal. Eles são compelidos a essa posição a fim de evitar a dificuldade de seu sistema com relação à incapacidade do homem que é claramente declarada pela Bíblia. Millard J. Erickson diz: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No século XVIII, John Wesley popularizou o Arminianismo. Aliás, por muitos anos ele editou uma revista chamada The Arminian (O Arminiano). Embora defendesse o livre arbítrio, Wesley foi além de Armínio ao frisar a idéia da graça preveniente ou universal. Essa graça, que Deus concede a todos os homens, é a base de qualquer bem humano que se ache no mundo. Essa graça preveniente também torna possível que qualquer pessoa aceite a oferta de salvação em Jesus Cristo. — Christian Theology (Teologia Cristã), p. 914. Baker Book House, Grand Rapids, Mich., 1991. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas isso rebaixa a graça quase ao ponto de nem ser graça mais, pois uma das características principais da graça é que ela é dada particularmente, e não a todos, e embora prontamente reconheçamos que Deus é “…benigno até para com os ingratos e maus”, Lucas 6:35, e portanto é lhes gracioso, lhes dando o que não merecem, mas é uma idéia não bíblica e um ensino perigoso crer em tal graça universal conforme ensina o Arminianismo. O Dr. Erickson bem diz com relação a essa teoria: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;É aí que muitos Arminianos, reconhecendo a incapacidade humana como é ensinada nas Escrituras, apresentam o conceito de graça preveniente, que pensem tem um efeito universal, anulando os resultados do pecado no intelecto, assim possibilitando a crença. O problema é que não há base clara e adequada nas Escrituras para esse conceito de capacitação universal. O fato é que a teoria, embora seja atraente em muitos sentidos, não é explicitamente ensinada na Bíblia. — Christian Theology (Teologia Cristã), p. 925. Baker Book House, Grand Rapids, Mich., 1991. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A graça preveniente com a qual aqui desejamos lidar é aquele favor especial que Deus tem tido para com Seus eleitos desde a eternidade passada, e que O motivou a fazer tudo o que Ele tem feito para o bem eterno daqueles que Ele deu a Cristo na aliança da graça. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitas vezes define-se graça como o “favor imerecido de Deus para o homem”, e essa é uma definição razoavelmente correta, embora o sentido seja um pouco mais pleno do que isso, pois a graça de Deus não só é imerecida, mas é também imerecível; sim, é exatamente oposto daquilo o homem merece, pois o homem pecador realmente só merece o castigo eterno. Pelo fato de que a graça fundamenta todo o relacionamento de Deus com o homem em misericórdia, esse primeiro estudo antecipará muito do que os capítulos subseqüentes apresentam de modo mais completo, e será, até certo ponto, um compêndio para o resto deste livro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O assunto da graça não é agradável ao homem natural, pois numa época em que o suposto livre arbítrio do homem é exaltado acima quase de todas as coisas, é natural que toda doutrina que contradiga esse livre arbítrio seja ou totalmente descartada, ou pelo menos sofra concessões a fim de fazê-la harmonizar com o suposto livre arbítrio do homem. Agora este escritor não quer ser mal entendido: ele com certeza crê que o homem é uma criatura responsável, e que qualquer pessoa que for finalmente condenada ao inferno será condenada por seu próprio pecado, e não simplesmente por causa de algum “decreto absoluto”; mas chamar esse estado de responsabilidade “livre arbítrio” é uma escolha infeliz de palavras no mínimo. Ao mesmo tempo, não é verdade que “Deus não pode anular o livre arbítrio do homem”, como muitos tagarelam por aí. A vontade do homem está escravizada ao pecado, e a menos que Deus anule essa vontade amarrada ao inferno, jamais haveria pessoa alguma salva. Veja também o Capítulo 7 que lida com Livre Arbítrio. As Escrituras declaram: “Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer” (João 6:44).E de novo: “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” (Filipenses 2:13) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não se passa um dia sem que Deus coaja a vontade do homem, pois nenhum de nós sempre tem as coisas exatamente como as queremos. Pegue o exemplo dos líderes do Eixo na 2 Guerra Mundial: eles queriam com toda a determinação que tinham sujeitar o resto do mundo a si mesmos, mas não conseguiram. Por que? Porque, graças a Deus, Ele exerceu Sua soberania sobre eles; Ele restringiu as vontades deles. As Escrituras dão testemunho da mesma coisa, pois se diz dos assírios: “Ainda que ele não cuide assim, nem o seu coração assim o imagine; antes no seu coração intenta destruir e desarraigar não poucas nações” (Isaías 10:7). Deus pode usar um homem mau para cumprir Seus propósitos, mas quando esse homem tiver cumprido os propósitos de Deus, então Deus pode restringi-lo. Veja a continuação em Isaías. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Deus não só pode restringir a vontade do homem, mas Ele também pode mudar, e muitas vezes muda, a vontade do homem. Sem esforço algum o Senhor pode mudar a vontade do monarca mais poderoso sobre a face da terra: “Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o seu querer” (Provérbios 21:1).É isso o que Deus faz na salvação; Ele opera no homem “tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade”. A. W. Pink bem disse: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A salvação de qualquer pecador é um assunto de poder divino. Por natureza o pecador está em inimizade com Deus, e nada senão o poder divino operando dentro dele pode vencer essa inimizade; daí está escrito: “Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:44). É o poder divino vencendo a inimizade inata do pecador que o torna disposto a vir a Cristo para que ele tenha vida. Mas essa “inimizade” não é vencida universalmente — por que? É porque a inimizade é forte demais para vencer? Há alguns corações tão endurecidos contra Ele que Cristo é incapaz de conseguir entrada? A resposta no afirmativo é negar Sua onipotência. Em análise final não é uma questão da disposição ou indisposição do pecador, pois por natureza todos são indispostos. A disposição de ir a Cristo é o produto consumado do poder divino operando no coração e vontade humana para vencer a “inimizade” inerente e crônica do homem, conforme está escrito: “O teu povo será mui voluntário no dia do teu poder” (Salmos 110:3). Dizer que Cristo não é capaz de trazer para Si aqueles que estão indispostos é negar que dEle é todo poder no céu e na terra. Dizer que Cristo não pode demonstrar Seu poder sem destruir a responsabilidade do homem é de insistir na mesma pergunta, pois Ele tem demonstrado Seu poder e fez voluntário aos que tem ido até Ele, e se Ele fez isso sem destruir a responsabilidade deles: por que Ele não pode fazer isso com outros? — The Sovereignty of God (A Soberania de Deus), pp. 78 79. Baker Book House, Grand Rapids, Michigan, 1965. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas conforme já dissemos, por causa do orgulho do homem, e sua fé errada em seu próprio “livre arbítrio”, o assunto de qualquer tipo de graça lhe é repugnante, e ainda mais no assunto da graça preveniente. O homem carnal gostaria de pensar que graça tem origem nele, ou, pelo menos, é um resultado direto de alguma excelência humana, ou real ou prevista. Mas a própria palavra “graça” exclui qualquer forma ou grau de excelência humana, pois “Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra” (Romanos 11:6). A graça divina e as obras humanas são mutuamente exclusivas. Se a graça é “favor imerecido”, como todos admitem, então a revelação é que o homem é uma criatura depravada, totalmente indigno até da menor bênção de Deus, mas que o Senhor abençoa ricamente mediante a graça. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;I. A SIGNIFICAÇÃO DE GRAÇA PREVENIENTE. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A palavra “preveniente” em Português vem de uma palavra latina, praeveniente. É um adjetivo de dois gêneros: 1. Que nos induz à prática do bem (falando-se da graça divina). 2. Que chega antes. [Cf. proveniente.] (Dicionário Aurélio Eletrônico - Século XXI ver. 3.0, nov 1999). A palavra grega prophthano (#4399, Strong’s).é a palavra similar. É usada uma vez no Novo Testamento, Mateus 17:25: “Disse ele: Sim. E, entrando em casa, Jesus se lhe antecipou, dizendo: Que te parece, Simão? De quem cobram os reis da terra os tributos, ou o censo? Dos seus filhos, ou dos alheios?”. A palavra raiz dessa palavra grega é phthano (#5348, Strong’s).e significa “preceder” como em I Tessalonicenses 4:15, “Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Portanto, o termo teológico ‘graça preveniente’ aponta àquela graça que acontece antes e antecede à ação humana. Por esse motivo, poder-se-ia, sem nenhum problema, chamá-la de graça antecedente. Todo crente pode olhar para trás e ver essa graça antecedente operando nele e por ele desde o começo de sua vida. O Dr. A. H. Strong diz: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os teólogos do passado falavam sobre “graça preveniente” — graça que nos toma antes que percebamos, e nos prepara para as emergências do futuro. Cada um de nós pode agora perceber que certas coisas antes de nossa conversão tinham um significado que não nos ocorreu na época. — Chapel Talks (Conversas na Capela), p. 148. Griffith and Rowland Press, Philadelphia, 1913. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa graça preveniente não só opera por nós antes que cheguemos a perceber, mas também, conforme declara nosso texto, antecede até mesmo a existência humana; data desde a eternidade, e se estende no tempo. J. B. Moody expressa esse pensamento assim: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A graça reinava não só na eternidade passada na concepção do plano, mas também no tempo ao executá-la, e continuará a REINAR até que tudo esteja consumada. É de eternidade a eternidade. Daí, a graça REINOU em nossa redenção, regeneração, justificação, santificação e REINARÁ em nossa preservação, ressurreição e glorificação final. Se a graça REINANTE REINA, ela então DETERMINA, e é isso o que leva ela a ser entendida como PREVENIENTE. — J. B. Moody, The Exceeding Riches of the Manifold Grace of God (As Riquezas Inigualáveis da Multiforme Graça de Deus), p. 166. Hall Moody Institute, Martin, Tennessee, sem data. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa doutrina é bem humilhante, e assim conseqüentemente muito detestável para a natureza carnal do homem, e isso explica o motivo por que muitos crentes genuínos não aceitarão, nem por um instante, a idéia de que a graça é tudo de Deus e nada do homem; mas o apóstolo mostra com clareza que a salvação é de acordo com o próprio propósito de Deus, e que a graça foi dada aos crentes “antes dos tempos dos séculos” (2 Timóteo 1:9). E se tornará ainda mais manifesto a medida que considerarmos outras passagens das Escrituras que essa graça antecedente não se aplica apenas a algum aspecto menor e obscuro da operação de Deus para com o homem, mas que Deus opera antecedentemente em todos os aspectos de Sua graça maravilhosa. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aliás, o próprio fato de que havia um pacto de graça na eternidade passada é outra evidência de graça preveniente, pois se Deus fez provisão para a redenção do homem antes que houvesse homem, então Ele estava trabalhando antecedentemente em graça. Referência àqueles “cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo”, Apocalipse 17:8, indica a verdade oposta, isto é, que há alguns cujos nomes estão assim registrados antes do tempo. Veja também as outras referências a esse mesmo registro dos santos em Êxodo 32:32 33; Salmo 69:28; Lucas 10:20; Filipenses 4:3; Hebreus 12:23 e Apocalipse 3:5 e outros. A declaração em Apocalipse 17:8, junto com aquela com relação ao “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”, Apocalipse 13:8, ambas provam essa graça preveniente. Muitas outras declarações das Escrituras também têm o mesmo propósito de mostrar Deus trabalhando em graça antes da existência humana. Examinaremos esse assunto com maiores detalhes mais tarde neste capítulo. Aliás, toda referência aos propósitos e decretos eternos de Deus é uma prova da graça preveniente de Deus, na medida em que esses propósitos e decretos são dirigidos ao homem para o seu bem-estar. O primeiro capítulo da epístola aos efésios se refere às operações antecedentes do Senhor “antes da fundação do mundo”, e isso é pormenorizado com certa extensão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando entendermos plenamente o que a graça preveniente quer dizer, embora seja humilhante para a natureza carnal do homem, porém como parecerá glorioso para nosso homem espiritual, e com que certeza encherá nossas almas saber que Ele “fez tudo o que lhe agradou”, (Salmos 115:3; 135:6), achou por bem nos tornar participantes de Sua graça. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em nosso texto original, Paulo declara que nossa salvação e vocação são “de acordo com Seu próprio propósito e graça”, e que não foi em tempo, mas “antes dos tempos dos séculos”; assim, a graça “antecipou” a própria existência do mundo, e assim precedeu a nossa existência. Portanto, era graça preveniente. Mas vamos mais além e considerar: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;II. GRAÇA PREVENIENTE PORMENORIZADA. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;É humanamente impossível agora saber e entender tudo o que a graça faz antes da ação humana, e é impossível no foco limitado deste capítulo até mesmo declarar tudo o que a graça preveniente fez, mas pode-se considerar alguns de seus atos mais proeminentes para nossa instrução e edificação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Primeiro, prevenientemente a graça nos escolheu em Cristo antes da fundação do mundo, conforme aprendemos em Efésios 1:4: “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor”. As Escrituras também confirmam que a escolha de Deus não foi na base de algum mérito, ou real ou previsto: “Porque, não tendo eles ainda nascido, nem tendo feito bem ou mal (para que o propósito de Deus, segundo a eleição, ficasse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama)” (Romanos 9:11). Essa passagem é alvo dos que querem torcê-la e pervertê-la a fim de extorquir um significado que não lhe é natural, mas não há nenhuma passagem tão clara e simples que possa escapar de perversões de alguém que está determinado a não crer no sentido mais natural. Ele fala aí do propósito de Deus, como em Efésios 1; a eleição aqui é individual, como em Efésios 1, embora essa eleição individual resulte na eleição nacional através de Jacó, mas isso não afeta o fato de que principalmente o que está sob consideração aqui é a eleição de um indivíduo. A eleição aqui é na base do propósito de Deus, como em Efésios 1, e não por causa de qualquer mérito. Essa passagem foi escrita para combater a idéia de que algum mérito ou fé conhecido de antemão era a causa dessa eleição. Se a eleição é por causa de até mesmo um estado ou condição meritória conhecida de antemão, então a salvação é de obras humanas, e não da graça. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nosso próprio Senhor ensinou a graça preveniente na eleição quando disse: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, ...” (João 15:16). O homem não elege a si mesmo, pois essa eleição ocorreu na eternidade passada antes que o homem existisse. Alguém com mais imaginação do que conhecimento das Escrituras caracterizou a eleição como uma auto-eleição: isto é, “Deus vota a favor de você, o diabo vota contra você, e você lança o voto de decisão”. No entanto, outra pessoa de modo bem sucinto respondeu a essa tolice dizendo que quando ocorreu a eleição, o homem era jovem demais para votar, o diabo não era um eleitor registrado, e assim a eleição era totalmente de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De novo, podemos ir além e ver como essa graça atuou antes para nos predestinar a ser conformes à imagem do Filho de Deus: “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8:29). Esse é um outro versículo que sofre muita violência nas mãos de santos descrentes, pois geralmente é citado de modo correto, e então lhe é dado uma interpretação que entra em choque. É geralmente interpretado como se lesse: “Porque o que dantes conheceu”; isto é, porque Deus conheceu de antemão que certas pessoas creriam nEle no tempo, Ele pois as predestinou, etc. Isso é violentar de modo máximo o sentido desse versículo, pois a fé é um “o que”, não “a quem”, mas esse pré-conhecimento é de pessoas, não de atos ou condições. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sentido do termo “conhecer [antes]” afetará em grande parte a interpretação correta desse versículo. É a tradução de uma palavra grega composta formada de pro, significando “antes”, e gnose, “conhecer”. Mas que isso não se refere a uma mera presciência ou simples conhecimento da existência ou ações de uma pessoa é óbvio a partir de muitas coisas. Primeira, o pré-conhecimento de Deus não é uma presciência passiva, mas uma força ativa e determinante, pois se traduz a mesma palavra como “foi conhecido, ainda antes” em 1 Pedro 1:20. De novo, em Atos 2:23, foi o determinado conselho e presciência de Deus que Cristo foi entregue para ser crucificado. Não só isso, mas Sua presciência foi precedida por Seu propósito de agir dessa forma, e assim é secundária aos decretos de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em seguida, a palavra “conhecer” é usada de outras maneiras diferentes do que o mero conhecimento da existência de algo. O uso negativo dessa palavra é importante em Mateus 7:23: “E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”. É claro que aí o Senhor não quer dizer “nunca soube da existência de vocês”, nem Ele quer dizer que Ele não tinha conhecimento algum das ações deles, pois Ele os acusa de más obras. E aí? O sentido claro é “nunca conheci vocês como meus próprios seguidores — nunca os conheci em meus propósitos de eleição”. De novo, temos outro uso ilustrativo de “conhecer” em 1 Tessalonicenses 5:12 13: “E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam; E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós”. Aí de novo “reconhecer” não pode significar ter um conhecimento vago de algo, mas em vez disso significa “aprovar” ou, como a cláusula paralela indica, “estimar, amar”. Em Romanos 7:15, a palavra grega para conhecer tem o sentido de, e é traduzida “permitir” ou aprovar, que sem dúvida alguma entra no sentido de “conhecer [antes]”. O leitor poderá com bastante proveito considerar o uso de “conhecer” nas seguintes passagens: Mateus 1:25, onde o sentido é “se unir”; Lucas 16:4, onde se traduz “decidido”; Apocalipse 2:24, onde o sentido é “experimentar”. Todas essas passagens esclarecem o uso bíblico de “conhecer” conforme aparece na palavra composta “dantes conhecido”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Dr. B. H. Carroll sustenta que “dantes conhecer” quase equivale à eleição, e essa perspectiva tem de certa forma de lhe ser uma recomendação, pois enquanto que aqui o conhecimento antecipado vem antes da predestinação, em Efésios 1:4 5 a eleição vem antes da predestinação. No entanto, que esse conhecimento antecipado e eleição não são exatamente equivalentes é óbvio em 1 Pedro 1:2 onde lemos sobre ser “Eleitos segundo a presciência de Deus”. Presciência é a determinação de Deus sobre certas pessoas de acordo dos Seus propósitos eletivos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a interpretação de alguns de Romanos 8:29 de que Deus previu a fé de alguns, Pedro deveria ter dito em 1 Pedro 1:2 que nós somos “crentes segundo a presciência de Deus”, mas isso ele não diz, pois tal não era a intenção. Em vez disso, ele mostra que a eleição produz fé, e não fé a eleição. A fé não é um produto da humanidade, mas em vez disso é um presente de Deus, e assim a fé nenhum efeito teria em Deus, no que se refere a movê-Lo a eleger alguma pessoa; mas vamos considerar esse assunto numa extensão maior mais tarde neste capítulo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alguns, a fim de se livrar do problema que sentem acerca da predestinação, objetam que não tem nada a ver com salvação, mas que é predestinação para a conformidade com a imagem de Cristo na ressurreição. Mas a intenção é mais do que mera conformidade física aí; abrange a semelhança moral e espiritual de Cristo também, pois alguém só será conforme a imagem de Cristo na ressurreição se tiver se tornado conforme a imagem de Cristo na regeneração. Assim, a Predestinação tem a ver com a salvação do homem, corpo, alma e espírito. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em terceiro lugar, a graça de Deus se antecipa para regenerar, ou vivificar a alma que está morta em ofensas e pecados: “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados… Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)… Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:1, 5, 10). Será que um homem morto pode fazer alguma coisa? Claro que não! Só um tolo diria tal coisa, e sem dúvida essa é a razão por que se usa a figura da morte para representar a pessoa perdida — para mostrar sua total incapacidade de se levar mesma a um estado de vida. Mas muitos evidentemente crêem que um homem pode se regenerar, pois eles dizem que ele é vivificado em Cristo Jesus logo que crê; mas a pergunta é: será que um homem espiritualmente morto pode realizar tal ato espiritual como crer no evangelho? Não pode: ele tem primeiro de ser espiritualmente vivifo , ou vivificado, e é exatamente isso o que a passagem acima declara. Mas se isso é assim, então não há absolutamente nada no homem natural para fazer com que seja salvo; se ele chegar a ser salvo, será totalmente pela graça de Deus, pois nenhuma obra ou capacidade de si mesmo são suficientes. Será que esse não é o sentido do versículo 5 acima, quando o apóstolo, depois de dizer que Deus vivifica o homem até mesmo quando ainda está morto no pecado, denomina isso um assunto da graça? Se o homem é salvo pela fé, e se a fé é alguma capacidade inerente no homem natural, então Deus não salva o homem, o homem se salva, e para ele é a glória devida. Por outro lado, se o homem está morto no pecado e totalmente incapacitado de fazer qualquer coisa boa espiritualmente, e se a fé é em si dom de Deus, então a salvação é na verdade da graça, é de Deus, e para Ele é toda a glória devida. E é exatamente isso o que é o caso, por mais humilhante que seja para a orgulhosa natureza carnal do homem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Observamos, então, em quarto lugar, que a graça precede a fim de dar fé, assim fazendo a salvação totalmente da graça de Deus. Há numerosos textos nesse sentido, mas são, na maior parte, explicitamente ignorados, ou então explicados de um modo que desfaz o seu verdadeiro sentido. O coração orgulhoso do homem simplesmente não admitirá que Deus é soberano na salvação; até os crentes genuínos muitas vezes dizem: “Creio na soberania de Deus, MAS…” E pelo uso dessa conjunção adversativa eles negam sua própria declaração, pois a própria palavra “mas” é uma palavra que expressa oposição ou antítese. Por muitos anos, este escritor usou essa linguagem hipócrita até que o Espírito de Deus o convenceu de, e o converteu de, seu erro. A soberania de Deus é uma doutrina que, se tivermos de qualificá-la, não acreditamos realmente nela; ao mesmo tempo, se pudermos qualificá-la ou limitar a soberania de Deus, então não é realmente soberania. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“…e creram todos quantos estavam ordenados para a vida eterna” (Atos 13:48). Quando se lê em seu sentido mais literal, esse versículo significa que um homem crê porque ele foi ordenado para a vida eterna, e não que ele é ordenado porque crê. Muitas e várias interpretações, algumas das quais são bem tolas e absurdas, já foram apresentadas a fim de se evitar o sentido natural dessas palavras. A pergunta é: será que devemos buscar outro sentido, um sentido que não seja o mais óbvio? Se essa passagem permanecer sozinha no ensinamento dessa doutrina, e se contradisser sem a possibilidade harmonizar-se com outras declarações claras da Palavra, podíamos ter desculpa em buscar um sentido diferente do sentido literal. Por outro lado, se acharmos outras passagens igualmente explícitas ensinando a mesma coisa, passagens em plena harmonia com outras doutrinas, então não só não somos justificados em buscar outra interpretação, mas também manifestamos a descrença mais violenta da Palavra de Deus, e mostramos que estamos mais interessados em estabelecer nossa própria teoria favorita. Vezes sem conta recorremos ao raciocínio humano a fim de evitar o sentido óbvio, porque não queremos aceitar o que Deus declarou acerca de uma questão. O N. L. Rice bem disse que: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Igreja tem sofrido decadência e maldições em quase todas as épocas por homens que tenham confiança indevida em sua própria capacidade de raciocínio. Eles empreenderam se pronunciar acerca da lógica ou falta de lógica de doutrinas infinitamente acima da razão, que são assuntos necessariamente de pura revelação. Em sua presunção, eles buscaram compreender “as profundidades de Deus”, e interpretaram as Escrituras, não de acordo com seu sentido óbvio, mas de acordo com as decisões de sua razão finita. — God Sovereign and Man Free (Deus Soberano e Homem Livre), p. 3. Presbyterian Board of Publication, Philadelphia, 1850. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Será que achamos as Escrituras ensinando que todo homem tem a capacidade inerente de crer na verdade de Deus, ou será que a fé é um dom de Deus? As passagens seguintes não deixam dúvida acerca desse assunto: “o qual [Apolo], tendo chegado, aproveitou muito aos que pela graça criam” (Atos 18:27). Se é mediante a graça, então não pode ser uma capacidade natural. “…conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um” (Romanos 12:3). “Pois, quem é Paulo, e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o que o Senhor deu a cada um?” (1 Coríntios 3:5). Talvez alguns responderiam que na medida em que essas passagens se referem a Deus repartindo a cada homem a medida da fé, deve ser uma capacidade natural que Deus dá a todos os homens, se tão somente a exercerem. Mas o contexto de cada uma limita esse “cada homem” a uma categoria específica — os santos de Deus — “a cada um dentre vós” (Romanos 12:3). O termo “cada homem” não se refere e não pode se referir ao mundo descrente. Não só isso, mas o que se reparte a cada um deles é fé real, não meramente a capacidade de crer, se ele quiser. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecer por ele” (Filipenses 1:29). Que isso se refere a uma fé viva diária nos santos não altera o fato de que a fé é um dom de Deus a Seu povo. “Lídia… o Senhor lhe abriu o coração para que estivesse atenta ao que Paulo dizia” (Atos 16:14). Aí, a ênfase é mais no modo de instilar fé no homem, pois Romanos 10:10 diz, “Visto que com o coração se crê para a justiça”, de modo que é óbvio que Deus realizou essa “cirurgia de coração” em Lídia, para que ela cresse no evangelho. Esse propósito de abrir o coração dela é revelado na palavra “para que”, que é uma cláusula grega de propósito, e mostra que ela poderia dar atenção à pregação de Paulo somente depois que o Senhor lhe tivesse aberto o coração. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“E não fez diferença alguma entre eles e nós, purificando os seus corações pela fé” (Atos 15:9). Aí é Deus que faz a purificação do coração, e Ele a faz operando fé no homem; o ato é claramente de Deus, não do homem. “Senhor: Acrescenta-nos a fé” (Lucas 17:5). Essa oração seria estranha se a fé fosse uma capacidade humana, mas se Deus é o autor e fonte de toda fé, então essa oração é perfeitamente satisfatória. “Mas há alguns de vós que não crêem… Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido” (João 6:64-65). A palavra “Por isso” une a incredulidade deles com o fato de que não lhes havia sido dado pelo Pai vir a Jesus — outra evidência de que a fé é dom de Deus aos homens. A mesma coisa é verdade acerca de João 10:26: “Mas vós não credes porque não sois das minhas ovelhas, como já vo-lo tenho dito”. Esses textos são difíceis de entender, mas não somos livres para jogá-los fora só porque nossas mentes finitas não conseguem entendê-los. Quando entendidos em seu significado óbvio, esses textos significam que se alguém pertence aos eleitos, Deus dará fé para confiar em Cristo para a obtenção da salvação. “Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça” (Romanos 4:16). Se a fé é pela graça, então, deve ser de Deus, não do homem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O leitor não pode acusar o escritor de dar uma interpretação tendenciosa a essas passagens, pois elas são apresentadas de modo simples e com significado óbvio, mas cada uma delas tem harmonia completa com Atos 13:48. Aliás, o oposto é a verdade: temos de “interpretar” esses versículos a fim de chegar a qualquer outra conclusão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A única explicação natural dessas numerosas passagens, e de muitas outras com ensino semelhante que se poderia apresentar das Escrituras, é que a fé é dom de Deus ao homem, que é o resultado da predestinação para a vida eterna, e que é outra evidência da graça preveniente de Deus. Essa posição é uma crença Batista histórica há muitos séculos, apesar do fato de que muitos Batistas destes tempos degenerados muitas vezes o negarem. Em 1508 os valdenses da Boêmia apresentaram uma confissão de fé para Ladislau, rei da Boêmia, explicando as razões para sua separação da Igreja de Roma. Eles afirmam acerca das Escrituras: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eles ensinam também que nenhum homem pode ter essa fé por qualquer poder, vontade e desejo pessoal; é de fato dom de Deus, que quando e onde lhe agrada, a opera no homem mediante seu Espírito, a fim de que ele receba tudo o que lhe será administrado de modo justo pela Palavra externa, e os Sacramentos instituídos por Cristo, para a Salvação. Disso diz João Batista, “Senhor, nenhum homem pode ter algo, a menos que lhe seja dado de cima. E, diz o próprio Cristo, nenhum homem pode vir até mim, a menos que o Pai, que me enviou, o atraia”. — Artigo VI., citado em Sir Samuel Morland’s Churches of the Valley of Piedmont (Igrejas do Vale de Piedmont), p. 48. Reimpressão do fac-símile da edição de 1658 da Companhia Impressora Franklin, Ft. Smith, Arkansas, 1955. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Confissão de Fé de Londres, que os Batistas particulares elaboraram em Londres em 1644, diz, no Artigo XXII: “A Fé é dom de Deus operado no coração dos eleitos pelo Espírito de Deus, através do qual eles chegam a ver, conhecer e crer na verdade das Escrituras”. O Artigo XXIV, em prosseguimento, diz: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De modo geral, a pregação do Evangelho ou a Palavra de Cristo gera a fé, sem consideração para com qualquer poder ou capacidade na criatura, mas é totalmente passiva, sendo morta em ofensas e pecados, crê e se converte pelo mesmo poder que ressuscitou Cristo dos mortos. — citado de W.J. McGlothlin, Baptist Confessions of Faith (Confissões Batistas da Fé), pp. 180 181. American Baptist Publication Society, Philadelphia, 1911. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os Batistas do Condado de Somerset, Inglaterra, elaboraram uma confissão de fé em 1656, em que dizem no Artigo XX: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse espírito de Cristo, sendo administrado pela palavra da fé, opera em nós fé em Cristo (João 3:5; 1 Pedro 1:22; Atos 16:14; Gálatas 5:22), pela virtude da qual chegamos a receber nossa adoção de filhos (João 1:12; Gálatas 3:26), e é ainda administrada a nós mediante a fé nas promessas de Deus (Efésios 1:13; Atos 2:38, 39; 1:4), acompanhando-o nas maneiras e nos meios que ele nomeou em sua palavra (João 14:15,16,17; Lucas 11:9,13), sendo essa fé a base das coisas que se esperam, e a evidência das coisas que não se vêem (Hebreus 11:1). — W.J. McGlothlin, Baptist Confessions of Faith (Confissões Batistas da Fé), p. 207. American Baptist Publication Society, Philadelphia, 1911. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edição de 1677 da Confissão de Fé de Londres é igualmente tão específica nesse assunto como é a edição de 1644. E até mesmo os Batistas Gerais (Arminianos) Ingleses reconhecem essa verdade, pois em sua Confissão Padrão de 1660 eles dizem no Artigo VIII: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Deus escolheu (ou elegeu).até mesmo antes da fundação do mundo para a vida eterna, os que crêem e assim estão em Cristo (João 3:16. Efésios l:4; 2 Tessalonicenses 2:13), mas temos a confiança de que o propósito de Deus de acordo com a eleição não surgiu minimamente originando na previsão de fé em, ou obras de justiça feitas pela, criatura, mas só da misericórdia, bondade e compaixão que habitam em Deus, e assim é daquele que chamou (Romanos 9:11). W.J. McGlothlin, Baptist Confessions of Faith (Confissões Batistas da Fé), p. 114. American Baptist Publication Society, Philadelphia, 1911. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De modo semelhante, o “Credo Ortodoxo” dos Batistas gerais, elaborado em 1678, diz no Artigo XXIII: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A fé é um ato do entendimento, dando aprovação firme às coisas que as Santas Escrituras contêm. Mas a fé justificadora é uma graça, ou hábito, que o Espírito Santo opera na alma, mediante a pregação da palavra de Deus, mediante a qual somos capacitados a crer, não só que o Messias nos foi oferecido, mas também de confiar e crer nEle, como Senhor e Salvador, e confiar apenas e totalmente em Cristo, para obter graça e salvação eterna. — W.J. McGlothlin, Baptist Confessions of Faith (Confissões Batistas da Fé), p. 141. American Baptist Publication Society, Philadelphia, 1911. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando chegamos ao solo americano, vimos a mesma unanimidade de credo com respeito à fé, pois a Confissão de New Hampshire, que foi originalmente elaborada em 1830, tinha um artigo sobre arrependimento e fé adicionados em 1873, que tem seguinte texto: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cremos que as Escrituras ensinam que o arrependimento e a fé são deveres sagrados, e também graças inseparáveis, operadas na alma pelo Espírito regenerador de Deus; mediante o que, estando nós profundamente convencidos de nossa culpa, perigo e impotência, bem como do caminho da salvação por intermédio de Cristo, voltamo-nos para Deus com contrição não fingida, confissão do pecado e súplica por misericórdia; ao mesmo tempo recebendo de todo o coração ao Senhor Jesus como nosso Profeta, Sacerdote e Rei, dependendo exclusivamente dEle como nosso único e todo-suficiente Salvador. — Artigo VIII, W.J. McGlothlin, Baptist Confessions of Faith (Confissões Batistas da Fé), p. 304. American Baptist Publication Society, Philadelphia, 1911. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até mesmo os Batistas do Livre Arbítrio, quando sua conferência geral publicou seu Tratado da Fé em 1834, concordaram em essência com todas essas outras declarações sobre fé. Eles dizem no Capítulo VIII: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A verdadeira fé é um assentimento da mente às verdades grandes e fundamentais da revelação; um ato do entendimento ao dar crédito ao evangelho, mediante a influência do Espírito Santo; e uma confiança firme no Deus vivo. O fruto da fé é obediência ao evangelho. O poder de crer é dom de Deus. — W.J. McGlothlin, Baptist Confessions of Faith (Confissões Batistas da Fé), p. 319. American Baptist Publication Society, Philadelphia, 1911. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das Confissões Batistas formuladas mais recentemente, e uma das mais comumente usadas entre os Batistas independentes , é a Confissão de Fé dos Batistas Ortodoxos, que foi elaborada em 1934. Diz no Artigo 8: “Cremos que o arrependimento e a fé são pré-requisitos solenes e inseparáveis da salvação; que são graças inseparáveis operadas no coração pelo Espírito Santo que vivifica”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Chegamos a uma considerável extensão ao citar todas essas confissões que poderíamos mostrar quando dizemos que a fé em si é parte da graça preveniente de Deus, não estamos introduzindo alguma teologia nova; poderíamos ter apresentado ainda outras referências no mesmo sentido, mas nem o tempo nem o espaço permitem isso. Assim, não é nós, que temos essa posição, que nos afastamos da posição Batista histórica, mas são aqueles que acham que o homem tem a capacidade natural de “crer a qualquer momento que quiser” que se afastaram da fé. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas para continuar, a graça precede, no quinto lugar, para manter os santos salvos, e é uma reflexão na graça de Deus ensinar que o homem deve aperfeiçoar a obra de Deus na salvação mediante suas próprias obras. Se Deus não pode manter salva a alma que Ele separou para Si, então o homem com certeza não pode mantê-la salva. As Escrituras dão provas abundantes do poder do Senhor para guardar: “Porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que [ele] é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia” (2 Timóteo 1:12). “E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão” (João 10:28). Esse último versículo contém uma negativa dupla, algo que é incorreto em inglês, mas que é perfeitamente satisfatório no grego, como em português, onde é usada para dar ênfase. Uma tradução literal seria: “…eles nunca, jamais perecerão”. “Para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós, Que mediante a fé estais guardados na virtude de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no último tempo” (1 Pedro 1:4-5). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A salvação é pela graça em todos os seus aspectos, e como se começou com graça, assim se consumará pela graça, pois todos os relacionamentos da redenção por Deus para com o homem são da graça. Ele não poderia se relacionar de nenhum outro modo com o homem sem consumi-lo totalmente em Sua ira. Veja esse assunto discutido de modo mais pleno no capítulo sobre a Preservação e Perseverança dos Santos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Finalmente, a graça precede nas preparações para a glória no céu, conforme está escrito: “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam. Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito” (1 Coríntios 2:9-10). “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Romanos 8:18). Até mesmo a glória do Milênio, a qual as nações de ovelhas herdarão, é um assunto dessa mesma graça preveniente: “Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mateus 25:34). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se isso é verdade acerca das bênçãos do Milênio, quanto mais então a eternidade manifestará essa graça antecedente? Sem dúvida levará toda a eternidade revelar quantas vezes e de quantas maneiras a graça precedeu na preparação da glória para os santos do Altíssimo. “Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus” (Efésios 2:7).Para nossa consideração, resta apenas: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;III. O DELEITE DA GRAÇA PREVENIENTE. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já comentamos como a graça é muito humilhante e portanto repulsiva à natureza carnal do homem, e esse é o motivo por que sem dúvida alguma é tão difícil até mesmo para os santos de Deus aceitarem a graça em seu sentido mais pleno. Este escritor confessa que sua natureza carnal ainda se sente revoltada com essa doutrina, mas o homem espiritual e interior do coração se regozija nela. Nada manifesta a soberania de Deus como a doutrina da graça preveniente, e isso explica o ódio do orgulhoso homem natural por ela. O Dr. J. R. Graves bem diz: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pela natureza todos os homens são Arminianos; e a soberania absoluta de Deus é uma doutrina odiosa ao coração natural e depravado. Os falsos mestres tiram vantagem desse sentimento natural, e por séculos inflamam os preconceitos dos homens e mulheres cristãos contra qualquer manifestação de soberania por parte de Deus nesse Pacto, ou quanto a seus “desígnios determinados”, seu amor eleitor, ou sua graça diferenciadora. — The Seven Dispen¬sations (As Sete Dispensações), pp. 95 96. Baptist Sunday School Committee (Comitê Batista de Escola Dominical), Texarkana, 1928. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alegramo-nos na graça preveniente de Deus porque é o único fator diferenciador em nossas vidas; a única coisa que impediu este escritor de ser ateu, alcoólatra, assassino, adúltero, ou qualquer outro tipo de ser humano pecador, foi a graça preveniente de Deus que o distinguiu desses estados de pecado. “Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?” (1 Coríntios 4:7). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De novo, nos alegramos nessa doutrina porque coloca a glória pela salvação do homem onde deve ficar — no Senhor — e não na carne maligna do homem. A graça exclui a jactância; a graça não deixa espaço algum para alguém se gloriar, exceto no Senhor. Depois de se referir ao homem se gabando quanto ao que poderia fazer e queria fazer, Tiago diz: “Mas agora vos gloriais em vossas presunções; toda a glória tal como esta é maligna” (Tiago 4:16). Pelo fato de que a graça operou todo o bem espiritual em nós, não devemos nos gabar nela como se nós é que tivéssemos feito tudo, mas reconhecer que quem a realizou completamente foi Deus, e glorificá-Lo por ela. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há um lado humano exclusivo, a saber, PECADO; há um lado divino exclusivo, a saber, SALVAÇÃO; e há um lado tanto humano quanto divino, a saber, SERVIÇO. A graça nos vivificou enquanto estávamos mortos; nos reconciliou enquanto estávamos em inimizade; nos transportou da escuridão para a luz. O pecado operou contra a graça, e a graça operou contra o pecado; o pecado reinou na morte, a graça reinou na vida, e onde abundou o pecado, a graça superabundou. Mas a graça não só reinou em nos resgatar do pecado e da morte, mas também reina mediante a justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor. Graças a Deus pela graça reinante, e por um trono de graça ao qual podemos nos achegar com ousadia e obter misericórdia, e achar graça para ajudar no momento de necessidade. — J. B. Moody, The Exceeding Riches of the Manifold Grace of God (As Riquezas Inigualáveis da Multiforme Graça de Deus), p. 169. Hall Moody Insti¬tute, Martin, Tennessee, sem data. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alegramo-nos nessa doutrina porque, do lado divino do assunto, coloca a questão além de toda a dúvida. Aqueles que ensinam que uma alma salva pode cair da graça e no fim se perder, crêem que se um homem se mantiver fiel até a morte, então a questão se torna certa. Os que crêem na segurança eterna dos salvos querem dizer que a questão passa além da dúvida quando a alma convicta genuinamente se arrepende e recebe Cristo como Salvador, e, observando-se do lado humano, isso é verdade. Contudo, no que se refere à segurança individual, deve haver certos frutos de arrependimento e fé, conforme declara Pedro: “Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis” (2 Pedro 1:10; confiram versículos 5-9). Firmando a nossa vocação e eleição não se faz mediante o arrependimento e fé, conforme se diz às vezes, mas mediante a produção daqueles frutos que mostrarão que nosso arrependimento e fé são genuínos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas do lado divino desse assunto, a questão nunca esteve em dúvida; aqueles a quem o Pai deu ao Filho no pacto da graça não deixarão de vir a Ele. “Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6:37). Isso é o que se quer dizer com graça irresistível. Não que ninguém nunca resista à graça de Deus, pois está na natureza do homem mau e depravado resistir a toda e qualquer coisa que seja de Deus, mas os eleitos jamais são bem-sucedidos quando resistem a essa graça. Às vezes isso é indicado como “chamada eficaz”, distinguindo-a da chamada geral mediante o evangelho. O Dr. John Gill diz acerca dessa chamada eficaz: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um ato de graça eficaz e irresistível. O ser humano muitas vezes resiste e rejeita a chamada externa; mas quando Deus chama internamente pelo seu Espírito e graça, é sempre eficaz, e ninguém consegue resistir a essa chamada, a ponto de torná-la ineficaz; pois quando Deus trabalha, ninguém pode permitir ou obstruir; os homens mortos em ofensas e pecados se levantam de seus túmulos de pecado e vivem, conforme Sua voz que dá ordens em tudo; do mesmo jeito que Lázaro saiu de seu túmulo quando Cristo chamou; pois aquela chamada não poderia ser resistida; e até o mesmo poder que se manifestou na ressurreição do próprio Cristo dos mortos se revela na vocação eficaz do pecador (Efésios 1:18,19,20). — Body of Divin¬ity (Corpo da Divindade), Livro VI, capítulo XII, p. 544. Turner Lassetter, Atlanta, Georgia, 1950. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aqueles que mais opõem as doutrinas da graça preveniente, a chamada eficaz e temas relacionados evidentemente não dão atenção a essência deliciosa dessas coisas. Se for verdade que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem” daqueles que são os chamados de Deus, então quanto maior e mais pleno o controle que Deus tiver sobre o homem, então mais abençoado esse homem será. Se pudermos julgar pelas ações, alguns crentes parecem temer admitir que Deus é soberano em graça por temor de que Ele abusará dessa soberania sobre eles. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alegramo-nos na graça preveniente de Deus porque garante que tudo contribuirá para o bem máximo e pleno do homem. A graça preveniente não opera restrições, nem representa limitações em qualquer parte do homem, exceto sua natureza carnal orgulhosa, e para o bem-estar espiritual do homem ele precisa de todas as limitações que possa conseguir sobre sua natureza carnal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A graça preveniente é uma doutrina deleitosa, não para a carne, nem para o orgulho carnal do homem, mas para a natureza espiritual do homem redimido, e é por esse motivo que é tão difícil aceitá-la. Somente mediante o estudo submisso e em oração da Palavra um homem pode chegar a aceitar essa crença, mas isso é verdade acerca de todas as doutrinas de “mantimento sólido” da Bíblia. Na realidade, temos de nos converter a todas as doutrinas da Bíblia. Isso é verdade porque “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos” (Isaías 55:8-9). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O homem pode raciocinar uma coisa, que pode parecer bem plausível para a mente, mas isso não a torna pois verdade. A razão não deve ser o critério da verdade; em vez disso, a verdade deve ser o critério da razão. “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo” (2 Coríntios 10:4-5). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é suficiente que a doutrina da graça preveniente ou qualquer outra doutrina possa ser derrubada pelo raciocínio humano, nem que outro sentido possa ser aplicado às Escrituras citadas como evidência; este escritor já foi culpado de fazer essas coisas em tempos passados, mas tais raciocínios humanos devem ser derrubados; nossos pensamentos têm de ser harmonizados com as Escrituras, e não as Escrituras interpretadas para concordarem com nossos pensamentos. Cremos que temos de entender as Escrituras em seu sentido mais óbvio e natural, como temos nos esforçado para fazer com as passagens que lidam com essa doutrina; se o sentido mais óbvio e natural de uma passagem das Escrituras fere nosso orgulho natural e raciocínio carnal, isso é apenas outra evidência de que estamos chegando perto da verdade, pois a carne sempre estará em desarmonia com as coisas espirituais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A graça preveniente é parte do sistema teológico que se chama calvinismo, mas nenhum dos quais se originou com João Calvino. Ele contribuiu apenas com o nome. Os Lolardos Ingleses sustentaram essas verdades cem anos antes do nascimento de João Calvino, e antes deles, eram os Valdenses. Antes de Calvino entrar no cenário, essas verdades eram conhecidas como Agostinianismo, e antes da época de Agostinho, eram conhecidas como Paulianismo, e sempre foram crenças Batistas históricas desde o começo. Alguns caracterizam essas doutrinas de graça como “Doutrina dos Cascas-Duras”, mas ao assim agir eles manifestam ignorar a história bem como as Escrituras, e revelam uma aptidão melhor para difamar do que para entender a verdade. Historicamente, a Doutrina dos Cascas-Duras era contra as campanhas missionárias e contra os esforços, e sua conexão com as doutrinas da predestinação e eleição foi apenas casual, pois quase todos os Batistas naquele tempo endossavam essas doutrinas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Que Deus nos dê visão espiritual para ver Sua graça preveniente em todos os aspectos de nossas vidas, pois então teremos corações gratos para louvá-Lo por Sua graça maravilhosa para tais indignas criaturas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;em&gt;Autor: Pr Davis W. Huckabee&lt;/em&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/01/graca-preveniente.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-7808208365994959291</guid><pubDate>Thu, 07 Jan 2010 18:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-07T10:53:31.638-08:00</atom:updated><title>A SALVAÇÃO DO CRENTE É ETERNA</title><description>&lt;h4&gt;CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Se o crente em Jesus Cristo é possuidor de salvação alguma, esta salvação é eterna. A única qualidade de salvação mencionada na Escritura é “eterna salvação”, Hb. 5.9. Se alguém não recebeu salvação eterna quando entrou no reino de Deus mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, então não recebeu salvação alguma, pois única salvação que Deus dá é eterna. Eterna é também a redenção que Cristo operou na cruz pelo seu sacerdócio e no La outorga quando cremos, Hb. 9.12. Eterna é ainda a vida espiritual que o crente recebe pelo novo nascimento quando crê, Jo. 3.12, 16; 4.14; 5.24, 39; 6.40, 47, 52 e inúmeras outras passagens em que se afirma categoricamente ou pressupõe como verdade elementar, por todos reconhecida: “Quem crê tem a vida eterna”. “O dom de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”, Rom.6.23, Se qualquer pessoa professa ser cristã, mas diz que sua vida espiritual não é eterna, é claro que não possui o dom de Deus, nem está em Cristo Jesus. A única vida espiritual que é dom de Deus ao crente é a vida eterna. A vida que Deus dá todos os homens pelo primeiro nascimento é imortal. E a vida espiritual que ele outorga pelas riquezas da graça de Jesus Cristo é eterna. Uma salvação de pouca duração, uma vida cristã apenas de meses e anos, uma redenção fugaz, uma justificação efêmera que precisa de ser renovada ou repetida muitas vezes, não é “o dom de Deus em nosso Senhor Jesus Cristo”. Tal salvação duvidosa, incerta, vacilante e passageira é fingida, herética, espúria, falaz e absolutamente desconhecida na Palavra de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste assunto, o único testemunho digno de ser ouvido, é o de nosso Deus. É razoável que ele declare a natureza do seu dom sobrenatural ao pecador convertido. Ele é que propôs, executou, anunciou e opera em nós a salvação. Tudo é seu plano. O único conhecimento que temos de mesmo é pela Palavra de seu Evangelho. Os sofismas da lógica que é incrédula diante das promessas de Deus, nada valem. E’ insolência a criatura responder ao Criador que não crê nas suas revelações claras, muitas vezes repetidas e formalmente apregoadas na sua Palavra e por seus profetas e apóstolos. Quem levantará sua voz rebelde contra a Palavra de Deus, opondo o seu: “Mas me parece?!” Só um presunçoso cuja opinião irreverente não tem mais êxito do que os laboriosos raciocínios da soberba humana nos discursos incrédulos no livro de Jó – “Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento?” Com qualquer um que porventura entenda argumentar contra a Palavra de Deus, nós não temos uma palavra de controvérsia. Semelhante atitude cega os olhos, sela os ouvidos e insensibiliza o coração á revelação divina. Pergunto aos leitores sinceramente. “Se Deus revela que a salvação, que é o dom de Deus em Jesus Cristo ao crente genuíno, é eterna e se Deus afirma isto na sua Palavra, dareis credito á Palavra de Deus?” Se não derdes credito a Deus, certamente não dareis a mim; portanto, peço que não leias mais uma palavra. Mas se vosso espírito está livre de preconceitos e desejoso de saber o que Deus vos revelou na Escritura, sigamos reverentemente no exame desta Palavra infalível. &lt;/p&gt;&lt;h4&gt;QUEM É AQUELE QUE TEM A VIDA ETERNA?&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Convém saber de que se trata. Há tanta arcabuzada contra ursos de palha quando se examinam assuntos religiosos! Não gastemos tiros contra idéias que ninguém advoga. Separemos, pois, e deixemos fora de consideração as idéias que não devem confundir o investigador da verdade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não se nega na Palavra de Deus a possibilidade do crente cair no pecado.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abraão, David, Jonas e o apostolo Pedro cometeram pecados graves, mesmo sendo crentes sinceros e de longa experiência. A tais tentações, todos estão sujeitos, e não capazes de ceder, num momento de fraqueza da carne ou propósito errado ou interesseiro do espírito. A todo crente, a Palavra de previne: “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia”, I Cor. 10.12. O que a doutrina cristã ensina sobre o crente genuíno é: (A). Ele não viverá continuamente numa vida em que o pecado seja a nota dominante de sua vida. Não é escravo do pecado, Rom.6.17-20; I João 3.3, 6. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (B). Antes a marca do discípulo genuíno é a sua perseverança na vida orientada pela Palavra de Cristo, João 8.32. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (C). Quando o santo cai, não é para a perdição. “Os passos de um homem bom são confirmados pelo Senhor, e deleita-se no caminho. Ainda que caia, não ficará prostrado; pois Senhor o sustém com a sua mão”. Salmos 37.23-24. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 2. O dom de Deus é a vida eterna ao crente verdadeiro, não a qualquer criatura que tome nos seus lábios o nome de Cristo. E’ uma distinção que a Palavra de Deus fez desde Abel e Caim, Jacob e Esaú, David e Saul, Pedro e Judas. O espúrio não tem parte com genuíno, nem a existência da moeda falsa diminui o valor da verdadeira. O hipócrita e o enganado vão se revelar em tempo, e a revelação demonstra que nunca foram salvos. Mas não provará que a salvação de Deus se tenha tornado impotente, nem que a graça de Deus tenha aberto falência. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Comprei uma vez estante bem pintada. Não a vi pela parte posterior. Quando o móvel chegou ao seu destino, abri-o por detrás. Tirei-lhe a grade e removi o que parecia ser um reforço de papelão grosso. Quando isto saiu, não havia fundo no móvel. Estava todo aberto por detrás. Ora eu não podia formar a conclusão de que o fundo fosse de madeira, mudando-se depois em papelão, na viagem da mobília no porão do navio. O que eu fiquei sabendo imediatamente é que fora ludibriado por um ardil do vendedor. Não tenho a loucura de declarar que a madeira se mudara em papelão. Se se revelou ser papelão, é porque fora sempre papelão e nunca tinha sido outra coisa senão papelão. Certamente devo ter igual juízo na espera espiritual. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Assim Jesus Cristo classifica absolutamente todos os hipócritas e enganados que vão para o inferno. “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci: apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. Mateus 7.21-23. Nota bem: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Milagres não são evidencia de salvação. O Diabo também é sobrenatural e resistiu a Jesus com milagres. As épocas de revelação divina foram sempre épocas de revelação de poder satânico também. Aí está o engano dos pentecostais. Se realmente falassem línguas estrangeiras por milagres, não seria prova alguma da verdade de sua seita fanática. O Diabo sempre soube fazer milagres, e fala todas as línguas. O mesmo se diz do espiritismo e do romanismo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os que Jesus apartará de si para a perdição, “nunca” ele os conheceu no perdão do pecado, na comunhão intima entre Salvador e salvo. Não haverá por toda a eternidade uma única criatura no inferno que possa reclamar contra Jesus Cristo: “Tu me salvaste uma vez e depois me perdeste. Eu cheguei a conhecer-te como Salvador mediante a fé, mas tua salvação não durou. Foi fugaz e impotente. Fui presa do Diabo”. A todos os habitantes do inferno, mesmo aos milagreiros e hipócritas finos, Jesus dirá: “Nunca vos conheci”. Um salvo nunca se torna um perdido. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Distingamos logo o crente de todas as criaturas que perecem. O crente nunca perecerá, João 10.28. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os que querem estabelecer a doutrina da possibilidade do crente perecer, costumam apontar para varias criaturas de Deus que pereceram e daí argumentar que, a despeito da promessa inquebrantável de Jesus Cristo, os crentes também podem perecer se a morte os apanhar num momento de desobediência. Citam: &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (I). Os anjos que caíram. Mas os anjos nunca estiveram sob o regime da graça de Deus. Nunca nenhum deles foi salvo, nem há redenção para eles, Hb. 2.16. Anjos não são da categoria dos que receberam a adoração e com espírito filial clamam “Abba, Pai”, na família de Deus. Anjos são servos na casa de Deus, distanciados infinitamente da categoria do Filho, meros “Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação”, Hb. 1.14. Mas para eles nunca houve salvação. Logo, se nunca foram salvos, nunca perderam a salvação. Criaturas sob a lei, faltaram á devida obediência e receberam o castigo de sua revolta. Mas nunca foram salvos nem antes nem depois de tal revolta celeste. Logo, sua perdição não vem ao caso na nossa investigação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (II). Outros dizem que Adão caiu do seu estado no Éden; portanto, o crente pode cair do estado de justificação que goza em Cristo Jesus. Mas Adão nunca fora salvo. Estava num estado de inocência não provada, sob uma li elementar que deus lhe impôs, agiu sem graça redentora de espécie alguma, caiu sem ter sido regenerado, justificado. O crente em Cristo está numa posição bem diferente da de Adão no Éden. O crente já estava perdido, nasce pecador, recebe sua salvação quando crê, é justificado mediante a fé, uma vez para sempre, e recebe a promessa de nunca perecer, nunca ser condenado, é regenerado e santificado pela obra do Espírito Santo e tem as garantias das promessas da nova aliança. Adão só teve um vislumbre da nova aliança depois de expulso do Éden. O crente já estava perdido, nasce pecador, recebe sua salvação quando crê, é justificado mediante a fé, uma vez para sempre, e recebe a promessa de nunca perecer, nunca ser condenado, é regenerado e santificado pela obra do Espírito Santo e tem as garantias das promessas da nova aliança. Adão só teve um vislumbre da nova aliança depois de expulso do Éden, na vaga promessa concernente á Semente da mulher. Não há paralelo de espécie alguma entre Adão na sua inocência e o pecador salvo pela graça ampla de nosso Senhor Jesus Cristo. Leia o Cap. V da Epístola aos Romanos e nunca podereis pensar outra vez em comparar o crente a Adão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Assim a doutrina bíblica de que tratamos é a verdade de que é eternamente salvo aquele que de coração regenerado crê evangelicamente em Jesus Cristo como seu único Salvador. Nenhuma responsabilidade tem esta verdade com o caso de hipócritas ou iludidos com a queda do crente pela qual ele é castigado nesta vida, mas salvo eternamente pela graça de Deus. Assim entendidos na matéria que estudamos, vejamos primeiro o ensino positivo da Palavra de Deus e depois as objeções sinceras á mesma doutrina. &lt;/p&gt;&lt;h4&gt;CAPÍTULO II&lt;/h4&gt; &lt;h4&gt;AS DECLARAÇÕES DESTA VERDADE NA ESCRITURA&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;A dádiva presente de vida eterna.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome de Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus.” I João 5.11-13. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; Eu lhe dou a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão, Jo. 10.27, 28. Assim João 3.15, 16, 35; 4.14; 5.24, 39; 6.27, 40, 47, 54, 68; 17.2, 3; Atos 13.48; Romanos 6.23. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A carreira de um homem que hoje se batiza e amanhã se afasta da profissão cristã não pode ser chamada vida eterna. Vida espiritual que não dure eternamente nunca foi eterna. A vida espiritual do crente durará enquanto durar a vida de Deus, pois pelas promessas e pela virtude de Deus nós somos feitos “para que por elas fiqueis participantes da natureza divina”, II Pedro 1.4. Esta vida não é mera imortalidade. E’ um tão grande acréscimo sobrenatural é vida comum dos homens, que se pode chamá-lo um Novo Nascimento e faz que o crente participe desde já dos característicos da vida celeste, tanto nas qualidades morais e espirituais como na sua duração perpetua e imutável. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este novo Nascimento determina a filiação e a natureza eternamente e nos torna co-herdeiros com Jesus Cristo das glorias garantidas á família de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há só dois nascimentos. Nunca lemos de um terceiro. Se alguém se salvasse e depois perdesse a salvação e assim se fosse salvando e perecendo, salvando e perecendo pela vida inteira, quantos novos nascimentos não lhe seriam necessários? Não é assim na Bíblia. Nosso primeiro nascimento de pais pecadores nos espiritual nos dotou da natureza regenerada e progressivamente santificada. Estas duas naturezas lutam, uma ajudada pela carne, pelo mundo e pelo Diabo, a outra ajudada pelo Espírito, pela consciência, pela bíblia, pela comunhão cristã e pelos anjos do Senhor. A vida terrestre é o campo de batalha desta luta. Em alguns, o Espírito ganha a supremacia logo e conserva a natureza velha em submissão crescente, se bem que nunca perfeita. Em outros, a carne e seus aliados mundanos e diabólicos levantam revoltas contra o domínio do Espírito e a vida é uma série de quedas morais e de do espírito, seguidas por nova fidelidade, mas o Espírito de Deus nunca é derrotado. “Pode perder uma batalha, mas nunca perde a guerra”. “Porque tudo o que é nascido de Deus vence ao mundo; e esta é a vitória que venceu o mundo, a nossa fé”. I João 5.4. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Natureza implantada pelo nascimento é imutável. Aquele que herda dos pais forte raciocínio, longa visão, dote musical, gênio humorístico ou artístico inata, pode ter estes dons latentes, mas sempre existem e podem em dada oportunidade se manifestar e se desenvolver. Assim a natureza divina dada ao crente. E uma herança espiritual indestrutível. Nascimento nunca se desfaz. Ninguém pode se tornar filho de outrem a não ser de seus pais novo nascimento é eterna e imutável. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Temos algumas fracas ilustrações disto na natureza. A larva nasce de novo e se torna em mosquito, mas o mosquito nunca volta a ser larva. (Seus filhos são larvas, como os filhos do crente são sempre pecadores incrédulos, necessitados por sua vez da regeneração, mas o seu novo nascimento nunca se desfaz). Os girinos da rã passam pela transformação que os converte em rãs, mas nunca a rã, volta a ser girino. A lagarta tem uma linda metamorfose e nasce numa nova vida de borboleta, mas a borboleta nunca volta á vida lagarta. A natureza não conhece o desnascimento, nem há esta monstruosidade no reino espiritual da graça divina. Nossa salvação é sobrenatural e a regeneração é a realidade mais duradoura do universo. O novo nascimento é uma mudança radical da natureza, dando novos impulsos e rumo moral e espiritual e destino eterno ao espírito de que Deus se apodera. Pessoas que meramente reformam certos costumes por um tempo e depois voltam a manifestar a velha vida, nunca saíram desta velha vida. Esta foi sempre a fonte escondida de sua conduta. Não são casos genuínos do novo nascimento, mas sim meros enganos ou hipocrisia na espera de profissão oca, mas o que é certo é que não enganaram a Deus. “Todavia o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniqüidade”. II Tim. 2.19. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Somos duplamente filhos de deus. Adoção é doutrina bíblica, se bem que subordinada á doutrina maior do novo nascimento. A adoção humana é uma ficção legal pela qual alguém que não é filho por natureza é tratado como filho e herdeiro. Mas o pai adotivo não pode dar sua natureza ao filho adotado. Portanto, a doutrina de adoção, se bem que usada a respeito do pecador que pela fé entra na família de Deus é reforçada pela doutrina adicional da regeneração, pois deus muda a natureza dos que Ele adota. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criação é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. II Cor. 5.17. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Isto é uma realidade preciosa em milhões de vidas humanas, transformadas pela graça divina. Se não está em outras vidas que professam ser cristãs, a dúvida está na realidade da profissão delas, não na veracidade da Palavra de Deus ou da regeneração genuína. “Se alguns não tiveram fé, porventura a sua falta de fé anulará a fidelidade de Deus? De modo nenhum; antes Deus seja achado verdadeiro, e todo o homem mentiroso”, Rom. 3.3-4. Um amigo meu encontrou um questionador que negou a realidade da salvação eterna do crente, dizendo: “Eu sei que eu fui salvo e agora sei que estou perdido”. Sua resposta cabal não tardou: “Meu amigo, o Sr. me obriga a escolher entre sua veracidade e a veracidade de Deus e não hesito em dar a preferência á Palavra de Deus”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Sendo, pois, filhos de Deus não somos o mero gênero de “filhos de Deus” a quem os esmoleiros pedem suas esmolas, pobres iludidos cujos pais julgaram transformá-los de “pagãos” em “filhos de Deus” pelo rito pagão do clero que se chama enganosamente o batismo infantil, o que aliás não é batismo algum, pois o único batismo genuíno que a Palavra de Deus reconhece e preceitua é o batismo de crentes. Antes somos, “Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus”, Gal. 3.26, “mas se filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo.” Gal. 4.7. Sobre esta herança, Pedro exclama: “Para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós, Que mediante a fé estais guardados na virtude de Deus para a salvação, prestes para se revelar no último tempo”. I Pedro 1.4, 5. A herança e “reservada”, o herdeiro é “guardado pelo poder de Deus” .. Logo, herdeiro e herança estão seguros e se encontrarão, na fase futura e final da salvação, que é a gloria celeste. Duvidar deste fato, tantas vezes declarado na Bíblia, é duvidar da veracidade e do poder de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, Deus, neste ponto, vai além da veracidade de simples declaração. Jurou pela sua própria deidade. “Porque os homens certamente juram por alguém superior a eles, e o juramento para confirmação é, para eles, o fim de toda a contenda. Por isso, querendo Deus mostrar mais abundantemente a imutabilidade do seu conselho aos herdeiros da promessa, se interpôs com juramento; Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta; A qual temos como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até ao interior do véu, Onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós, feito eternamente sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque”. Hebreus 6.16-20. Nota o forte ensino consolador desta maravilhosa passagem: &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Jesus entrou no céu como nosso Precursor, garantindo que nós o seguiríamos para a “casa de muitas moradas” da mesma maneira como ele seguiu na Judéia a João Batista, seu precursor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Jesus não está ocioso no céu, mas “entrou por nós”. Está num perpetuo, vitorioso e irresistível sacerdócio em prol de nós perante o trono do universo. Quem tiver Jesus por sacerdote, dispensa o fictício ministério de padres pecaminosos, pois o sacerdócio de Jesus garante a ida do crente aonde Jesus seu precursor já foi e lhe aguarda a chegada. Nós dizemos como Estevão, na hora é de incalculável valor, dá divinas garantias, assegura que ser+a uma realidade a suplica da oração pontifical de nosso Sacerdote quando na véspera de sua paixão ele orou: “Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste”. João 17.24. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Deus quis que nós tivéssemos “poderosa consolação” nas agruras desta vida. Daí estas grandes promessas. Não é poderosa consolação o nervoso medo de cair no purgatório ou no inferno, mesmo depois de pertencer a Jesus Cristo. Não há consolação nenhuma nesta mentira, espantalho do diabo para enfraquecer e amedrontar os bravos do Senhor. Deus no dá certeza, segurança, forte confiança. Assim somos capazes e irresistíveis na luta contra o mal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O conselho de Deus é o eco das deliberações da Trindade. Desde a velha eternidade estão determinados pai, Filho e Espírito Santo que a salvação do crente seja de valor duradouro, uma ancora na vida, uma esperança gloriosa. Todos os tesouros da sabedoria do Deus trino estão empenhados desde a manhã da historia do universo em salvar, e conservar eternamente salvo, o mais fraco pequenino que confie no Salvador Jesus. O conselho de Deus é imutável e não há outra sabedoria que seja superior á onisciência, nem outra força que seja mais forte do que a onipotência, nem outra personalidade humana, diabólica ou angélica que nos cerque e viva mais perto de nós do que onipresença trina que nos guarda do Maligno. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E se há possibilidade de duvida, Deus quer removê-la. Se não vale sua Palavra infalível, a rocha da nossa fé, ele acrescenta um juramento. O Deus uno e verdadeiro, não encontrando no universo coisa maior do que sua pessoa pela qual pudesse jurar jurou pela sua essência e existência divina que a entrada de Jesus no céu era a entrada de um Precursor de nós outros que cremos, e que seria seguido por todos que nele se refugiassem. Esta é a ancora da fé. Se rejeitarmos esta verdade sublime, ficamos sem consolação, medrosos marinheiros no mar da vida sem destino certo, sem norte, sem Piloto. Mas Deus cuida que não podemos rejeitá-la. Só podemos rejeitá-la, tendo nosso Deus por mentiroso. Ainda mais. Temos de classificá-lo de perjuro, pois ele deu imutabilidade dobrada á segurança eterna do crente, jurando por si mesmo a garantia de nossa poderosa consolação. Não há outra doutrina na Bíblia que se declare com tanta repetição, tanta ênfase e tanta insistência divina. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nossa ancora não está presa no fundo do mar desta vida, onde as ondas podem arrastá-la ou o arrojo da tempestade desligá-la da barca ameaçada, ou quebrá-la. As ancoras humanas baixam para a terra: a âncora divina sobre á Rocha Eterna, Jesus Cristo no céu e a ele somos eternamente unidos, numa união indissolúvel e imutável. Ele é nosso Precursor e onde está a âncora, aí chegará logo a barca e estaremos eternamente com Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta verdade é de fato uma “forte consolação”, e Deus assim o quis, pois os mais fortes acertos da Palavra de Deus são as promessas da eterna segurança do crente em Jesus. A língua grega permitia o uso de repetidas negativas para dar força á negação. A sentença mais enfática da Bíblia é: “Não te deixarei, nem te desamparai. E assim com confiança ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei. O que me possa fazer o homem”?, Hb. 13.5, 6. Traduzido ao pé da letra esta promessa seria assim vertida: “Não, não te deixarei nem não, não te desampararei”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E ainda outro fato do idioma grego vem reforçar esta promessa. A língua grega tinha duas palavras que querem dizer não, uma usada com certos modos ou clausulas, e a outra com outras. A combinação das duas era a mais forte negação possível. Pois bem. Aqui temos duas vezes a união das duas negativas nesta fortíssima negação. Linguagem humana é impotente para forjar uma declaração mais categórica da impossibilidade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E note-se a atitude evangélica e a psicologia divina. Fé é confiança na pessoa de Jesus Cristo, não crenças e opiniões doutrinarias ou dogmas. Quanto mais confiança, tanto mais fé. Deus quis que fossemos homens de uma confiança inabalável. Assim seremos heróis invencíveis. Não há poder religioso em estimular nos homens o espírito medroso, pessimista, desconfiado, no intento de nutrir a vida cristã. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Esta dupla negativa forte se usa no N.T. 91 vezes. A quinta parte destas negativas poderosas se emprega nas declarações deliberadamente fortes, reforçadas, de Jesus e seus apóstolos, sobre a eterna segurança do crente. Por exemplo: &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede”. João 6.35. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Se Jesus lançasse fora um crente e este perecesse, seria um escândalo no universo – um Salvador sem palavra, um Deus mentiroso e perjuro. A hora divina está presa a esta doutrina. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, João 10.28. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá, João 11.26. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado, Rom. 4.8. Melhor seria a tradução: “Feliz o homem cujo pecado o Senhor absolutamente não tomará em consideração.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades, Hb. 10.17. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os Judeus incrédulos, embora nominalmente seus discípulos, exclamaram depois do grande sermão de Jesus sobre esta verdade: “Duro é este discurso, quem o pode ouvir?”, João 6.60. E é duro. Mas é de verdades duras que Deus lança os alicerces de caráter e esperança, heroísmo e sacrifício. Muitas vidas só têm de alicerce a confiança nas suas obras e sua justiça e suas cerimônias e sua fidelidade. Sua casa é edificada sobre a lama. Se não tiverem a segurança eterna, não têm segurança nenhuma. Estão desabrigadas de todas as promessas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro sinal de solene asseveração e reforçada veracidade é o “Amém, amém” ou Em verdade, em verdade” como Jesus ás vezes anunciava uma doutrina. Esta doutrina tem este duplo apoio do mestre que a revela assim com redobrada ênfase. “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.”, João 5.24. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Eis nova fase de nossa segurança em Cristo Jesus, como crentes – seu lado judicial. Deus não é arbitrário. Todo que for condenado ao inferno entrará em juízo final, proclamando-se perante o tribunal divino e o universo reunido sua condenação justa. Mas Jesus, que com tanta solenidade anuncia este juízo do incrédulo, afirma, com dois améns, que o crente “não entra em juízo”. Outra vez declara. “Quem crê nele não é condenado”, João 3.18. E Paulo inicia sua eloqüente exposição da obra do Espírito no crente em Jesus (Rom. VIII) com esta sentença: “Agora, pois, nada de condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. A declaração é categórica, incondicional, enfática. (A lição que acrescenta “os que não andam segunda a carne mas segundo o Espírito”, é espúria aqui, não se encontrando nos manuscritos antigos.) &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A razão por que nós não entramos em juízo é que Jesus é nosso Fiador, Hb. 7.22. Ele nos garante. E visto que já estávamos em falta e impotentes para cumprir nossa obrigação, ele tudo pagou e fez-se nosso Advogado e Sócio e se responsabilizou por nosso futuro. Ele é Sacerdote e Vítima, e o que nós merecíamos sofrer ele sofreu em nosso lugar na infinita paixão do Calvário. Deus o “fez pecado”, tratou-o como se ele fosse nosso próprio pecado personificado e castigou-o em nosso lugar. Ora, assim sendo, não pode condenar-nos a sofrer a pena eterna deste mesmo pecado. Isto seria impor duas vezes a mesma pena pelo pecado. Deus é justo e porque é justo não cobra do crente o que já cobrou do Fiador do Crente, Jesus Cristo. Logo, o crente não entra em condenação, pois Jesus já se fez vítima, já foi ferido por nossas transgressões, já morreu a nossa morte, já nos deu a sua vida e sua justiça. Esta transação não é mera ficção eclesiástica como o limbo, o purgatório ou a suposta graça sacramental. E’ a essência do Evangelho. E’ o conteúdo da Nova Aliança. E’ a benção que Cristo nos traz. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Falando da Nova Aliança, talvez seja bom esclarecer seus termos de redenção eterna e imutável. E’ natural que os que se apegam á doutrina falsa de salvação pelas obras acreditem que facilmente o salvo perder esta salvação, se praticar obras más ou deixar de praticar obras boas. O ponto de vista dessa incredulidade antievangelica é legalista. Seu raciocínio está com a Velha Aliança de Moisés, embora em alguns casos, graças a Deus, seu coração, incoerente mas genuinamente crente, esteja com Jesus e a Nova Aliança. A salvação dos tais vale mais do que eles supõem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Eis a Velha Aliança, resumida por Paulo para nós. Ora Moisés descreve a justiça que é pela lei, dizendo: O homem que fizer estas coisas viverá por elas, Rom.10.5. Aí tendes em sistema – o sistema do judaísmo, do romanismo, do sabatismo e de muitos ramos do protestantismo e do coração incrédulo da humanidade em geral. Todas as religiões inventadas ou corrompidas pelos homens, e mesmo a época preparatória de Israel debaixo da Lei de Deus a fim de mostrar-lhe sua necessidade de um Redentor, optem pela salvação pelas obras. Depositam sua confiança no braço da carne. Naturalmente, se eu creio que justiça divina me é dada comercialmente em troca da pratica de mandamentos, então sou lógico em crer que o desvio da pratica destes mandamentos me traz fatalmente a condenação e a perda da alma. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Porém, a nova do Evangelho varre da mente do regenerado todo este sistema de salvação do homem pelo homem e faz que adoremos e creiamos e exaltemos Jesus Cristo como Salvador e lancemos mão da sua “justiça que vem da fé”, Rom. 10.6. De sorte que Paulo nos explica sua conversão como o abandono da justiça pelas obras e a aceitação da justiça da fé: “Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé. Filipenses 3.8, 9. Não penses ser evangélico nem te chames cristão, se te apegares á tua justiça. Se não te converteres para considerar que toda a justiça humana é refugo – “farrapos imundos”, como diz o profeta – e se não lançares mão pela fé da justiça que procede de Deus e que, portanto, te é dada gratuita e eternamente, uma vez para sempre, em Jesus Cristo, não és crente em Jesus. Esta justiça é, do ponto de vista judicial, a benção que o Evangelho traz: “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.”, Rom. 1.16, 17. A justiça evangélica não é de nenhum homem. E’ de Deus. E’ dádiva de sua graça, oferecido sem injustiça em virtude da paixão expiatória de Cristo em nosso lugar. E’ totalmente adquirida e possuída e conservada e gozada pela fé. “De fé em fé” é a divisa do Evangelho – não de fé para obras, nem de fé para o batismo, nem de fé para a eucaristia, mas “de fé em fé”. Todo o balanço do pendulo da justiça evangélica é de fé em fé. Fé é o centro e fé a circunferência da justiça que alcançamos em Cristo. De pólo a pólo somos salvos mediante a fé. Não há nenhuma parte se nossa salvação e justiça que dependa de obras, cerimônias, clero, igreja, sacramentos ou coisa alguma operada pelo braço humano. E’ justiça de Deus, recebida de fé em fé. O justo evangélico vive a sua vida pela fé e tão somente pela fé. Não há outro Evangelho. E’ a Nova Aliança. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma nova aliança, Não segundo a aliança que fiz com seus pais No dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; Como não permaneceram naquela minha aliança, Eu para eles não atentei, diz o Senhor. Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo. E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, Desde o menor deles até ao maior Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, E de seus pecados”. Hb. 8.8-12. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Eis a Nova Aliança. Não é religião externa, mas a religião de arrependimento, mentalidade nova e transformada, recebida da obra e graça de Deus que imprime sua vontade na mente e a grava nos afetos daqueles que ele constitui seu povo espiritual. Não são nesta vida um povo sem defeito. Mas Deus perdoa suas iniqüidades, pelo mérito do sangue da Nova Aliança que foi derramado no Calvário, e este perdão é eterno, pois Deus nunca mais se lembra do pecado já perdoado. Crês tu na Nova Aliança? Fazes parte deste povo, o novo Israel de Deus? Estás abrigado em Jesus e eternamente perdoado? Conheces intimamente a Deus? Tua mente foi mudada e nela está escrita a lei de Deus? Está gravada indelevelmente nos teus afetos a Escritura Sagrada? Tens certeza de que foste eternamente perdoado? Se podes responder, sem jactância: “sim”, és um crente. Se é alheio á tua vida tudo isto, és um perdido. Nada sabes da verdade de Deus. Tua opinião dogmática em contradição á Palavra de Deus é um pecador de presunção rebelde e perversa. Convém que te humilhes e arrependas para seres salvo pela fé em Jesus Cristo. As coisas espirituais são espiritualmente discernidas e tu não as entenderás pelo teu fraco raciocínio carnal enquanto estás no fel da amargura e no laço da iniqüidade. Estas verdades se vêem com olhos do coração, sobrenaturalmente iluminado. &lt;/p&gt;&lt;h4&gt;A PONTE SEGURA QUE LIGA AS DUAS ETERNIDADES.&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Assim se tem chamado a preciosa passagem em Romanos 8.29-38. De fato, todo o Capitulo VIII de Romanos versa sobre a eterna segurança do crente pela obra do Espírito Santo e a intercessão sacerdotal de Cristo. Este maravilhoso capítulo começa por declarar: “Agora, pois, nada de condenação há para os que estão em Cristo Jesus” e termina com o brado de triunfo: “Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas presentes, nem as futuras, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus que é em Cristo Jesus nosso Senhor”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E, no meio, Paulo nos descreve a Ponte do Eterno Propósito de Nossa Salvação que liga a eternidade antiga á eternidade futura, sobre a qual a mão de Deus nos conduz para gloria: &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Porque os que dantes conheceu, também predestinou para serem conforme á imagem de seu Filho, afim de que ele fosse o primogênito entre muitos irmãos; e aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Esta ponte entre as duas eternidades tem colunas inabaláveis para sustentá-la: a eleição, a predestinação dos conhecidos, a chamada eficaz dos predestinados, a justificação dos chamados, e a glorificação dos justificados. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A primeira e a ultima colunas são dignas de estudo. Conhecer, da parte de Deus, não é mera atitude intelectual de presciência, mas envolve a escolha para fins divinos: “Deus não rejeitou o seu povo, que antes conheceu.”, Romanos 11.2. Falando de Abrahão, Deus disse: “Porque eu o tenho conhecido, e sei que ele há de ordenar a seus filhos e à sua casa depois dele, para que guardem o caminho do SENHOR, para agir com justiça e juízo”, Gen. 18.19. Conhecer, pois, nos eternos planos de Deus, (o Conhecer a quem ainda não existe), envolve mais do que mera presciência curiosa. Envolve um plano de vida, no propósito redentor de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A última coluna, a da glorificação, já se acha firmado naquela margem desta vida que é a eternidade do além-túmulo. Mas, embora futura, é tão certa, na doutrina do Evangelho, que Paulo usa o tempo passado a seu respeito, da mesma maneira como acerca da predestinação. Assim cada um dos salvos foi conhecido eternamente e predestinado a ser conformado com o perfeito exemplo de Jesus Cristo. (Ninguém pense que o Deus que predestina seja indiferente á moral. E’ moral que ele visa no seu planos, a perfeição moral de Jesus que se realizará no crente.) Fomos chamados e justificados, nesta vida. E, nas garantias eternas, fomos glorificados. Guiados pela Trindade, passamos por esta ponte que é o caminho da nossa salvação. &lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;DE UMA VEZ&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Ninguém se salva por prestações. O cântico cristão é verdade confortadora e sublime que nos leva a salmodiar: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Livres do medo temos ficado, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Cristo morreu, levado o pecado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Eis o resgate! o pacto se fez;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Fomos remidos duma vez. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;Duma vez! oh, sim, acredita!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;O’ pecador, tens sorte bendita!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Tudo Jesus, por nós, satisfez&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Cristo salvou-nos duma vez. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Ao malfeitor, que a pena merece,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Vida e perdão Jesus oferece; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Toma a mercê com santa avidez, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Cristo te acolhe duma vez..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Graça real! Não há mais castigo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Temos a paz sem medo e perigo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Vestes reais, não triste nudez; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Cristo enriquece duma vez!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Filhos de Deus”! favor inaudito!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Deus nos amou em grau infinito&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Nesta clemência não há dobrez,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Há segurança duma vez. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Assim escreveu, com exaltação cristã, o primeiro missionário evangélico no Brasil nos tempos modernos, o Dr. Roberto Kalley; e com bastante razão, porque o efeito judicial do sacrifício de Cristo (nunca nos esqueçamos que tanto justificação como condenação são termos judiciais e que ninguém se salva ou se perde sem uma decisão judicial da justiça divina) é declarado ser uma vez para sempre valido para o crente abrigado em Jesus Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ouçamos, pois, a Palavra de Deus sobre esta verdade e não estranharemos as aleluias que tão sublime Evangelho despertou em seu primeiro arauto no Brasil moderno. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A epístola aos Hebreus é o depósito por excelência desta verdade:  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles, Hb. 7.25. Jesus não salva parceladamente. Ninguém jamais adquiriu apenas uma prestação da justiça justificadora de Cristo. Ele salva completamente, porque como Sacerdote sempre vivo, seu mérito e sua atividade intercessora valem para garantir desde o momento da fé salvadora o êxito da sua obra redentora no salvo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Cristo… mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção, Hb. 9.11, 12. O preço foi pago de vez. nosso divino Fiador se responsabiliza vez por nós. Está na presença do Juiz para advogar nossa causa. Outorga desde já ao crente “eterna redenção”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna, Hebreus 9.15. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo, Hb. 9.26.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez… Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus, Hb. 10.10, 12. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados, jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades. Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado, Hb. 10.14, 17, 18. O crente fica quite de vez. Não há prestações a pagar, uma vez que somos justificados. Os pecados, passados perdoados; os pecados futuros não tomados em consideração pela justiça divina. Santificados de vez: isto é separados desde o principio para a possessão divina. Eis a posição do crente em Cristo perante o tribunal celeste. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Linguagem não pode ser mais clara e mais categoria. Cristo, quando nos salva, nos salva de vez, completa e eternamente, quanto ao aspecto jurídico da nossa salvação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nossa certeza não provem da força humana, mas da promessa divina de nos guardar. &lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Em nada ponho a minha fé &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Senão na graça de Jesus; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;No sacrifício remidor, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;No sangue do bom Redentor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;A minha fé e o meu amor &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;                        &lt;/span&gt;Estão firmados no Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Se lhe não posso a face ver, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Na sua graça vou viver;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Em cada transe a suportar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Sempre hei de nele confiar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Seu juramento é mui leal, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Abriga-me no temporal; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Ao vir cercar-me a tentação, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;E’ Cristo a minha salvação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Quando o clarim ao fim soar, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Irei com ele me encontrar; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;E gozarei da redenção&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Com todos que no céu estão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Que declaração mais clara e triunfante pode haver desta verdade do que a do velho Paulo, encanecido na luta cristã? De longa experiência da graça de Deus, ele exclamou ao seu jovem companheiro: “Por esta razão sofro também estas coisas, mas não me envergonho, porque sei a quem tenho crido e estou persuadido de que ele pode guardar o meu deposito até aquele dia.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Sua alma imortal é um deposito, feito pela fé, no eterno banco da salvação. Cristo é Gerente deste Banco. Deus Pai, Deus o Filho, Deus o Espírito Santo são a diretoria. Os anjos são os empregados e guardam seguramente os valores espirituais dos depositantes. O deposito é “até aquele dia”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Esta fase faz-nos pensar da segurança dos grandes cofres dos bancos de hoje. Atrás de possantes portes de ferro grosso há o cofre de aço e cimento aramado. E’ uma casa forte. A porta não se abre, nem com chave nem com dinamite. Obedece ao mecanismo de um relógio. Não há voz humana que possa dar ordem de abri-lo antes de chegar a hora previamente marcada pelo relógio ligado ao mecanismo de segurança do cofre. O que tem seus valores naquela casa forte está seguro. Ninguém, nem o próprio gerente do banco, pode abrir “até aquele dia”, até a hora predeterminada. Aquele dia é o dia que o coração de Paulo mais ansiava – o da volta de Jesus. Portanto, durante todo o período de nossa separação neste mundo da visível presença do Salvador, somos, contudo, depositantes pela fé de nosso eterno destino nas mãos de Jesus. E ele nos assegura de nos dar certeza disto na promessa. Duvidar disto é duvidar da veracidade ou do poder ou do amor de Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Se Jesus não guarda o salvo, de duas uma: ou Jesus pode nos guardar mas não quer, ou Jesus nos quer guardar mas não pode.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas a Escritura nega ambas essas hipóteses: Cristo “pode guardar”, diz Paulo. “A paz de Deus, que excede todo o entendimento (daí nossa insistência que esta verdade não é matéria de argumentação na fraca base naturalística, pois se trata do sobrenatural que está além dos raciocínios da lógica carnal), guardará os vossos corações e vossos sentimentos em Cristo Jesus”, Filipenses. 4.7. O sentido é: a “paz de Deus”, qual sentinela posta á porta de tua personalidade emotiva e pensante, “guardará”. E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai, Eu e Pai somos um”, João 10.28-30. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Quanto á vontade divina de nos guardar, já mostramos que Deus estava “Por isso, querendo Deus mostrar mais abundantemente a imutabilidade do seu conselho aos herdeiros da promessa, se interpôs com juramento… tenhamos a firme consolação”, Hb. 6.17, 18. Cristo “pode guardar”. Cristo quer guardar. E o juramento divino garante guardar. Logo podemos ter certeza de que Cristo guarda o crente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Não pode, como Paulo, confiar na palavra de honra, na sinceridade e no poder de Jesus Cristo? Todos os recursos do Salvador estão empenhados na segurança do crente. Se nem o juramento divino nem o amor de Cristo podem te desalojar da mente a lógica carnal que não quer crer, sem duvidas, esta forte fé de Paulo uma mistificação, e nunca deves cantar: &lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Não sei porque de Deus o amor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;A mim se revelou, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Por que razão o Salvador&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Para si me resgatou&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;Mas, eu sei em quem tenho crido, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;E estou bem certo que é poderoso &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Para guardar o meu tesouro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;Até o dia final. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Aliás se não acreditas nesta verdade, eu é o coração do Evangelho, precisas de nova Bíblia, novo cantor, nova religião e um Deus e Salvador diferente do que o Evangelho anuncia. Tens de cogitar em uma religião em que tu te guardes a ti mesmo. Essa nunca será religião cristã. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Sobre o intercambio de “depósitos”, falarei adiante. Agora cito outra passagem que proclama a guarda do crente pela vigilância divina. Jesus pergunta. “Ou, como pode alguém entrar em casa do homem valente, e furtar os seus bens, se primeiro não maniatar o valente, saqueando então a sua casa?”, Mat. 12.29. Duas interpretações são possíveis: Ou Jesus é o valente. E Satanás, para entrar e tirar-lhe os bens depositados sob sua responsabilidade, tem de ser mais forte que Jesus, amarrar Jesus e então roubar-lhe os salvos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ou Satanás é o valente, e Jesus entra na sua casa lhe tira os bens, as almas escravizadas ao seu domínio, e toma posse dos libertos, seguro na possessão destes bens Jesus. A ilustração é brusca, porém mais brusca é a batalha titânica entre as forças invisíveis do bem e do mal. E, várias outras vezes, Jesus se compara ao ladrão que entra de noite, ao injusto juiz, etc., sem se comparar aos seus métodos iníquos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas seja qual for a interpretação, das duas possíveis, que adotamos, Jesus espolia o Diabo. “O Príncipe deste mundo” veio ao seu encontro na cruz, mas nada tinha nele. Cristo, diz Paulo, “E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”, Col. 2.15. Éramos a presa de Satanás. Cristo nas horas das trevas do Gólgota venceu o valente e, de uma feita, “roubou” ao ladrão seus bens. “Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro”, Ef. 4.7. Subiu ao trono, já dono de todos os eleitos quantos Satanás conseguisse dominar através dos séculos. Jesus na liça do Calvário dominou de uma feita o cavaleiro do inferno. Agora quando no momento do arrependimento e fé, o divino Libertador toma conta dos “bens” imortais da personalidade humana pessoas nas mãos de Satanás, ele os tira de um inimigo já vencido que nunca mais poderá resistir ao Salvador. Basta sua Palavra autorizada: “Sai de diante de mim, Satanás”, para que o Inimigo de nossas almas se ponha em debandada. “Somos mais que vencedores por aquele que nos amou”. Que vem a ser essa super-victoria, “mais que vencedores”? Alguém já respondeu: Se nós fossemos, em luta encarniçada, travar longo combate e feridos, cansados e de flâmulas rotas saíssemos vencedores, era alguma coisa. Mas iniciamos a vida cristã em plena vigor e saúde, vencedores sem necessitarmos de entrar na liça sozinhos contra Satanás. Vencemos na pessoa de nosso representante, Jesus, com Israel venceu Golias na pessoa do seu representante, David. Nossa é a vitória sem darmos um golpe. Somos mais que vencedores, pois somos vitoriosos na pessoa de nosso divino Vigário, “mais que vencedores POR AQUELE QUE NOS AMOU”, De sorte que temos a confiança do amado João (I João 5.18): “SABEMOS que todo aquele que é nascido de Deus não peca (presente de ação habituada, não continua pecando); pelo contrario Aquele que nasceu de Deus (Jesus Cristo), guarda-o e o Maligno não o segura”. A segurança em Cristo dos salvos, ou a segurança da presa de Satanás na sua posse diabólica – a humanidade toda se acha numa destas duas seguranças. Qual é a tua? &lt;/p&gt;&lt;h4&gt;O ASPECTO PROGRESSIVO DA SALVAÇÃO E’ GARANTIDO POR DEUS NAS SUAS PROMESSAS&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Salvação é uma decisão jurídica de Deus, de um ponto de vista. É um novo nascimento, sob o aspecto biológico, o inicio da vida eterna. É uma adoção, do ponto de vista do coração paterno de nosso Deus. É uma renovação santificadora, do ponto de vista moralista, começando numa nova mentalidade, implantada pelo arrependimento, e continuando progressivamente até á morte, na educação da consciência pelo Espírito e pela Palavra de Deus e no desenvolvimento de dons e no desenrolar do eterno propósito de Deus na vida do salvo. Se Deus apenas nos declarasse justos á vista do mérito de Cristo, sacrificado em expiação de nosso delitos, mas nos deixasse sem impulsos íntimos para a justiça pratica, seriamos uma contradição moral, uma hipocrisia no intimo, um conflito entre o propósito divino e a tendência humana da vida do crente. Mas Deus primeiro nos trata como justos, pelo amor de Cristo, e então vai nos tornando bons pela obra do Espírito Santo. Toda a Trindade se empenha em nossa salvação e segurança. Deus Pai ama, prova, aceita, providencia, move todos os poderes do universo, fazendo que tudo coopere para o bem dos seus eternamente escolhidos que o amam. O Filho nos ama, se encarna em nossa natureza, expia, morre, ressuscita, intercede por nós, se ativa em nosso beneficio, como Medianeiro, Fiador, Sacerdote, Salvador, Rei, e em infinitas e inúmeras capacidades protetoras. O Espírito regenera, santifica, sela, vivifica, orienta, inspira nossa oração, geme também sobre nossos pecados como eterno Intercessor e nos prepara para as mansões eternas. As dívidas pessoas cooperam. Levam avante de vez, unidas, toda a obra da salvação. Ativam-se nos céus, na terra, no passado, no presente e no futuro, na consciência, na mente, nos afetos, no caráter e na conduta do crente, operam na natureza física, na natureza individual e social, na providência, na vida dos povos e na historia. Todos os recursos do universo respondem ao mandado de Deus em cumprir seu propósito redentor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pois bem. Certos aspectos jurídicos, adotivos e biológicos da salvação se realizam de vez. Mas a vida, o caráter, a conduta, a santificação na sua fase gradual, o crescimento em Cristo são desenvolvidos progressivamente pela obra do Espírito em nós. Mas Deus que a começa há de levá-la ao seu acabamento, como e quando ele entender. Ninguém fica lembrando por Deus Pai e esquecido por Deus Espírito Santo, justificado pelo filho, mas não regenera para depois abandonar o recém-nascido como um enjeitado de Deus. Toda a Trindade cuida sempre de toda a obra de salvação, nas suas múltiplas fases jurídicas, morais, sociais, progressivas e afinal a consumação de tudo na glorificação do salvo na felicidade celeste. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A justificação garante a glorificação. A obra que Deus efetua de vez é sua garantia do Progresso e acabamento da salvação através da experiência cristão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eis a idéia. Agora leiamos a declaração da idéia pela Palavra de Deus: Aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo, Fp. 1.6. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O qual vos confirmará também até ao fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo, I Cor. 1.8. (Paulo assim fala na pior igreja na historia apostólica e contínua: “Fiel é Deus pelo qual fostes chamados”, considerando o acabamento da obra salvadora iniciado por Deus uma questão de honra no caráter divino). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;(a) Há tantas outras considerações bíblicas que se poderiam acrescentar, mas o espaço não o permite. Quase todas as doutrinas estão presas a esta verdade como o navio todo está preso á ancora. Vejamos sua união com tantas doutrinas. (a) Na doutrina de Deus Pai, esta verdade se associa com seu eterno conselho, com seu juramento e veracidade, com seu plano de redenção, e com a sua Previdência que nos cerca das garantias divinas: “Sabemos que aos que amam a Deus, todas as coisas lhes cooperam para o bem, a saber aos que são chamados segundo seu propósito”. Eterno propósito, chamada eficaz – amor a Deus derramado em nossos corações – a mão divina na tecelagem de todos os fios da providencia, também divina, da historia humana, levando todos os pormenores ao fabrico da peça da divina arte e segurança evangélica, a que podemos dar o nome de BEM – eis as idéias desta passagem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (b) Deus o Espírito está associado com esta verdade em convencer, regenerar, dar a vida eterna, santificar e selar o crente. “Aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (c) Deus o Filho expia totalmente, salva completamente, justifica de vês, sempre intercede, é o divino Gerente que guarda nosso deposito de fé. Paulo exclama que Cristo não é somente a cabeça de nós, seu povo, mas que Deus o E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro. Sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, Efésios 1.19-22. Igreja aqui significa a totalidade dos salvos na terra, a Igreja Geral. Cristo é Cabeça dela, e Cabeça do Universo em prol dela. Todas as forças contrárias estão debaixo de seus pés. Como nos poderão destruir? Males e bens, inimizades e camaradagens, lar e negocio, Estado e Sociedade, perseguição e pobreza, força físicas, forças intelectuais, forças satânicas, forças naturais, força sobrenaturais – todas estão sob os pés triunfantes de Jesus. Ele é a Cabeça do céu, da terra, do mar e do inferno, para a defesa de seus santos. Não há força neste universo que não lhe seja subordinada. Não admira, pois, o sublime poema da segurança do crente com que Paulo termina o Capítulo Oitavo de sua Epistola aos Romanos – “nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que é em Cristo Jesus nosso Senhor”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (d) A igreja é corpo de Jesus. Ele não perde com o seu juízo eclesiástico a quem Jesus sua salva. Paulo entregou um crente perverso a Satanás. Mas é “para a destruição da carne, afim de que o espírito seja salvo no dia do Senhor”, I Cor. 5.5, e vemos, em II Cor. 2.5-11, que ele demonstrou ser salvo, a igreja ficou convencida disto, ele foi aceito de novo como membro e o juízo da igreja nada fez em anular, mesmo provisoriamente, a salvação recebida de Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (e) Há um só batismo. Se houvesse varias salvações, havia vários batismos. E’ uma só vez que o homem se salva. Logo, repudiados, em Atos 19, fora, de pecadores ignorantes da existência e da obra regeneradora do Espírito Santo. E’ impossível batizar um incrédulo, tão impossível como é casar um feto, educar um idiota, coroar rei de uma pátria um defunto, ou hospedar no Brasil um desconhecido que se acha no coração da China. Batismo só é batismo, sendo de crente. E, sendo de crente, é um só, pois proclama simbolicamente a salvação eterna e nem esta nem aquele se repetem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (f) A Ceia mostra a continuação de nossa vida. Nós nos alimentamos de Jesus crucificado, pois seu sacrifício se fez uma vez para sempre. Seu sangue, simbolizado no vinho, purifica de todo o pecado, (I João 1). O Pão da vida, não é recebido como o maná, diariamente, mas é “comida que permanece para a vida eterna”. Comemos a Ceia muitas vezes para nós nos lembrar constantemente que vivemos eternamente de Jesus, uma vez no fim dos séculos oferecido para tirar o pecado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (g) A doutrina do céu seria desoladora sem a segurança do crente. “Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende”, Lucas 15.10 – jubilo no céu, v. 7. Quem está “na presença dos anjos”? Alguém responde: Jesus. O Salvador se rejubila na presença de sua casa celeste, quando vê das moradas eternas um pecador na terra experimentar o arrependimento para a vida. “Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito”, Isaias 53.11. Lemos também do cântico de Moisés e do Cordeiro. Sem duvida, os crentes de todas as épocas se rejubilam com o Salvador no novo fruto de sua paixão redentora. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas alguém dirá: “Senhor Jesus, não será precipitado o teu jubilo, assim como o da tua santa companhia? amanhã esse arrependido perderá a salvação, e então o teu jubilo se converterá em vergonha. Não seria mais prudente adiar o jubilo no céu até que o arrependido chegue ao céu?” Mas, sem duvida, Jesus não é nenhum insensato, para regozijar-se numa vã esperança. Se ele se rejubila, quando salva, é porque ele conhece a eternidade da sua salvação. O céu continuará a ecoar aos cânticos de gloria quando um pecador começa a vida eterna, pois o que Jesus principia, Jesus acabará. A tua lógica carnal e incrédula jamais será ouvida no céu. Jesus não vê sua obra em falência. Tem recursos para salvar e salvar completamente. Eis que o céu é o nosso anfiteatro e contempla com palmas e aleluias o nosso curso de crentes no atletismo do espírito. “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus”, Hb. 12.2. Quem principia a fé, a consumará. Jesus é autor da nossa fé. Será o consumador dela. Ele sabe porque se rejubila quando alguém na terra crê para a vida eterna. Ali naquelas arquibancadas celestes estão os remidos na gloria. Se o rico no inferno olhou para a terra e teve interesse no curso de seus irmãos carnes, será menor a expectativa dos santos em luz? Podemos crer que naquele grupo que com Jesus no meio nos contempla estão o pastor João Borges da Rocha, Noemi Campelo, José Nogueira Paranaguá, Thomás Aguiar, Salomão Ginsburg e uma hoste de brasileiros redimidos. Ouvimos seu brado exultante de vitória quando contempla a nossa obra de evangelização, nossa luta pela coroa real do Salvador. Bunyan nos representa que o Peregrino, na casa do Interprete, viu esta assembléia de espectadores de nossa luta: &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Em seguida levou Cristão a um sitio mui aprazível, onde se regia um soberbo e suntuoso palácio, em cujas ameias estavam pessoas vestidas de oito”. Eram os espectadores da luta cristã que travamos, e ao findar-se esta luta subiu das suas vozes um grande jubilo como a voz de muitas águas: “Entre, entre, e gozareis a eterna gloria”. Mas Jesus entende mais disso do que Bunyan, e ele nos informa que começa o jubilo quando um pecador se arrepende. São reforços na linda de batalha, os novos que crêem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Todas as doutrinas são uma unidade. Esta fica na harmonia da verdade como o coro num bimo. Não há fase teologia que não seja associada com esta verdade. &lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Celeste, estranho coro, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Jamais ouvido aqui, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Com seu poder excelso, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Agora, alegre, ouvi; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;E’ o canto dos arcanjos, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Louvando o Salvador, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Dizendo que na terra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Foi salvo um pecador. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Sublime e doce canto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Da nossa pátria além &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Só ouve o que contrito &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;A Deus por Cristo vem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Tão lento e brando soa &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Ao peito dando paz; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Da terra, pois os males, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;A voz de Deus desfaz: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Que o vento e o mar mais alto, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Depois o canto seu,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Retumba pelo espaço &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;De sons enchendo o céu, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Da vaga o som bravio, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Da brisa o ciciar, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Da mata o passaredo, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Cantando ao despertar, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;A mãe em doce canto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Ao pé do filho seu, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Não tem aquele encanto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Da linda voz do céu. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Ao meu ouvido chega &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;O canto sem igual; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Tão belo em sonho ouvira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Jamais qualquer mortal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Meu canto extasiado, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Espera, sem cessar, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Unir-se a voz dos anjos &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Ali no eterno lar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;h4&gt;CAPÍTULO III&lt;/h4&gt; &lt;h4&gt;OBJEÇÕES A’ ESTA VERDADE&lt;/h4&gt; &lt;p&gt; Pressupusemos no principio que nossos leitores são sinceros, e portanto, tomariam na devida consideração os ensinos e promessas da Palavra de Deus. Poderíamos ainda multiplicar indefinidamente as passagens sobre este assunto. Mas nós também queremos ser sinceros e considerar, sem rodeios, as objeções que alguns crentes genuínos têm contra esta doutrina, algumas dificuldades que julgam bíblicas para aceita-la como a verdade. Caem em duas classes: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há passagens bíblicas que, consideradas fora do seu contexto local ou do largo contexto do ensino geral da Bíblia, podem ser interpretadas de modo a contradizer as grandes promessas da salvador eterna. Mas nos pasma pensar que alguém, sendo crente, seja capaz de ficar satisfeito em combater uma Escritura com outra Escritura, em tronar sua argumentação uma arena bíblica onde se aglomerem passagens contra passagens quais feras num anfiteatro romano que se devoram mutuamente. Tal atitude á Bíblia não é reverente. Antes é nosso solene dever, mesmo como historiadores imparciais, dar a linguagem bíblica uma interpretação que nos permita crer e conservar o ensino harmonioso de toda a Escritura e não opor um versículo a outro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Longe de provar uma teoria, isto destronizaria a autoridade divina que confessamos, e converteria em confusão e anarquia a Palavra da certeza evangélica. A Bíblia não se contradiz. Não há passagem bíblica que contradiga a doutrina bíblica de que o crente possui a vida eterna, nunca será condenado, mas já passou da morte para a vida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma classe de passagens que alguns citam para provar a possível perdição de um crente desobediente é a considerável literatura da Lei de Moisés. A Lei de Moisés não é nunca foi Evangelho, nem possui em suas exigências caminho de salvação. A parte da Lei que continha certos e pálidos vislumbre e figuras da redenção por Jesus foi a parte cerimonial que simbolizava a reconciliação do pecador com Deus pela morte sacrifical de um Substituto, uma Vítima. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Paulo assim analisa a mensagem da Lei:  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Lei de Moisés dava ao adorador piedoso inúmeros novos começos de perdão. Cada sacrifício como que encostava os pecados anteriores até que viesse o Sacrifício divino, Jesus Cristo, que os havia de remover de vez e para sempre por uma só oferta de si no Calvário, aperfeiçoando assim, juridicamente, perante Deus mediante a fé todo o seu povo redimido. Assim o sistema mosaico da Lei era tão diferente do Evangelho de Cristo como Moisés era diferente de Jesus. Era uma revelação nacional, preparatória, efêmera, parcial, simbólica e elementar sobre a qual o Novo Testamento nos ensina: (a) Era a Velha Aliança, ab-rogada por Cristo, o qual nos deu a Nova aliança. “Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais”, Hb. 8.12. (b) o aviso divino da falência da Velha Aliança foi dado por Deus Pai rasgando, de cima para baixo, o véu do Santo dos Santos, no templo, na hora da morte redentora de Deus o Filho na cruz. Assim ficou demonstrado que este centro e símbolo da lei cerimonial foi abandonado e repudiado por Deus que já não limitava a comunhão e reconciliação com seu povo a sacerdotes paramentados ou á mediação ou aos altares de tais, mas abriu um novo caminho através do véu do corpo crucificado de Jesus. Por ele nos podemos chegar a Deus, sem a mediação de terceiros, em plena confiança nas garantias do Salvador no seu Evangelho. (c) Nula, caduca, antiquada é a Velha Aliança e a citação de suas ameaças não alcança o crente salvo pela graça. Não vem ao caso citar Moisés ou as interpretações proféticas das exigências da Lei. Tudo isto foi completamente abolido, “cancelado o escrito de divida que era contra nós que constava de ordenanças”. Cristo “removeu-o inteiramente cravando-o na cruz”, Col. 2.14. Para que tirar esses velhos recibos, pagos, cancelados, furados e arquivados nos cravos da cruz do Calvário e nos ameaçar com suas caducas exigências legalistas?! (d) E’ preciso escolher entre Moisés e Cristo. Paulo testifica a quem quiser misturar Lei e Evangelho, a aliança de Cristo e aliança mosaica, que é absolutamente impossível. “E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Estais já separados de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído”, Gal. 5.3-4. Moisés foi constituído o piloto da barca que se chama Velha Aliança. Jesus é o Timoneiro da Arca da Salvação. Não podes embarcar para o céu em ambas. Mister escolher. Se és passageiro de Moisés, não estás na lista dos que navegam com Jesus para o porto celeste. Ninguém vai com um pé no convés onde Moisés comanda e outro pé ao lado de Jesus no convés da Arca da Salvação. Essa duplicidade não é permitida. Se não confias absolutamente em Jesus, ficas distanciado dele, decaíste da prancha da graça da arca da salvação para a barca frágil e medonha de Moisés. Com Paulo disse aos Romanos sobre a eleição da graça: já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra, Rm. 11.6. Deixa amigo, de confundir obras e graça, Moisés e Jesus. Lei e Evangelho, Nova e Velha Aliança, salvação por teus esforços e mérito, e salvação pela graça mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Muito digno objector, tua dificuldade é que ambicionas salvação por Jesus e segurança por tua própria fidelidade. Deixa-te desse ecletismo de judaísmo e cristianismo. A religião de Jesus Cristo não é mestiça. Tal cristianismo-judeu é uma esperança bastarda e bastarda nati-morta. Não apertes ao teu seio esse cadáver infantil, oriundo de uma união ilegítima e fraca. Fede. Corrompe. Contamina. Se estás preso a esse defunto sistema legalista, clama como Paulo clamou: “Infeliz homem eu! Quem me livrará do corpo desta morte?” E a resposta virá como o brado de vitória daquele que João em Patmos viu sentado sobre um cavalo branco e foi lhe dado uma coroa, e ele saiu vencendo, e para vencer. E Paulo, da sua miséria, soltou-se pela fé para a certeza e gozo de uma salvação eterna e exclamou: “Graças a Deus Jesus Cristo nosso Senhor” é que fico livre do cadáver desse legalismo morto e mortífero que me arrastava para a miséria. “Agora, pois, nada de condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. (e) Pois bem. Não te amedrontes com as ameaças do Sinai, se tu estás abrigado em Jesus. Ouçamos sem receio os trovões da Lei, “pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”, Rom. 6.14. (f) Em vivo contraste com tua segurança na Arca da Salvação, “desligado da Lei” como estás, Romanos 7.6, está o caso do homem desabrigado da graça de Deus, que está debaixo da Lei, exposto á tempestade de seu justo furor contra a iniqüidade humana. “ Ora Moisés descreve a justiça que é pela lei, dizendo: O homem que fizer estas coisas viverá por elas”, Romanos 10.5. “E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte”, Romanos 7.10, “Portanto, os meus estatutos e os meus juízos guardareis; os quais, observando-os o homem, viverá por eles. Eu sou o SENHOR”, Lv. 18.5. Assim o sistema legal exige perfeição. Tudo ou nada. “Pois todos quantos são das obras da lei, estão sob a maldição, porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritos no livro da Lei para fazê-las. E’ claro que pela Lei ninguém é justificado diante de Deus, porque: O justo viverá da fé. A Lei não é da fé, mas: Aquele que faz estas coisas viverá por elas”. Duas religiões completamente antagônicas, pois, são a Lei e o Evangelho. A Lei condena o ofensor por uma só ofensa. A Lei só justifica quem não ofende. Para pecadores, ela não tem uma só promessa de salvação, uma só palavra de esperança. Moisés, os profetas, Jesus e Paulo procuram tornar isto claro. A Lei sempre condena, nunca salva. Mas ela condena os que estão sob sua jurisdição, os que são do regime legalista, não os crentes em Jesus, que não são desse regime. Quão diferentes, pois, os conselhos oportunos aos adeptos dos dois sistemas. A qualquer se recomende a Deus por seu mérito e seus esforços a Lei exige perfeição moral, como única esperança. Justifica-se por suas obras. Mas a quem crê em Cristo, o Evangelho lhe promete vida eterna, justificação sem obras da Lei, pela obra meritória de Cristo sem seu lugar. Não pode haver maior violência ao sentido da Bíblia, do que a de ignorar ou confundir estes dois regimes e tirar a linguagem de um para aplicá-la aos adeptos do outro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Seguem varias passagens da exigência da Lei, que são citadas, indevidamente, para a condenação do crente, que não está debaixo da Lei: &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “E os tirei da terra do Egito, e os levei ao deserto, Ez. 20.10. Mas a casa de Israel se rebelou contra mim no deserto, não andando nos meus estatutos, e rejeitando os meus juízos, os quais, cumprindo-os, o homem viverá por eles; e profanaram grandemente os meus sábados; e eu disse que derramaria sobre eles o meu furor no deserto, para os consumir”, Ez. 20.13. Este mesmo profeta era profeta da Lei, com uma missão especial para Israel, com uma visão de novo templo e nova era cerimonial complexíssimo: “Filho do homem, eu te dei por atalaia á casa de Isael; ouve, pois, da minha boca a palavra, e avisa-os da minha parte. Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; e tu não o avisares, nem falares para avisar o ímpio acerca do seu mau caminho, para salvar a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua iniqüidade, mas o seu sangue, da tua mão o requererei Mas, se avisares ao ímpio, e ele não se converter da sua impiedade e do seu mau caminho, ele morrerá na sua iniqüidade, mas tu livraste a tua alma. Semelhantemente, quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer a iniqüidade, e eu puser diante dele um tropeço, ele morrerá: porque tu não o avisaste, no seu pecado morrerá; e suas justiças, que tiver praticado. Ez. 3.18-20. A alma que peca, essa morrerá. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Mas se o ímpio se converter de todos os pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e proceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá. De todas as transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela justiça que praticou viverá. Desejaria eu, de qualquer maneira, a morte do ímpio? diz o Senhor DEUS; Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva? Mas, desviando-se o justo da sua justiça, e cometendo a iniqüidade, fazendo conforme todas as abominações que faz o ímpio, porventura viverá? De todas as justiças que tiver feito não se fará memória; na sua transgressão com que transgrediu, e no seu pecado com que pecou, neles morrerá”, Ez. 18.20-24. Assim o resto do mesmo capítulo e Ez. 33.12-19. Resume-se tudo na declaração de 33.12. – “Nem poderá o que for justo viver pela sua justiça no dia em que ele pecar”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Tal doutrina é uma religião de desespero. Assim sendo, o paraíso de Deus ficaria deserto eternamente, absolutamente ninguém se salvaria. O pecado – um pecado por pessoa levaria todos ao inferno. Certamente, qualquer leitor vê que aqui não há Evangelho, nada da eficácia da morte do Messias prometido no Cap. 53 de Isaías, nada de justificação pela fé, nada de salvação pela graça. O individuo é um solitário no universo, sem possibilidade de se salvar. Tal linguagem é de um “atalaia” da Lei, do povo de Israel no regime antigo que já não existe. Não no pode fornecer informação alguma concernente ao tratamento que Deus dá aos seus filhos amados sob a graça salvadora da Nova Aliança. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Lei sempre exige esta interpretação, para todos os sinceros. Jesus foi interprete também da Lei. O Sermão do Monte, em geral, não ensina palavra de Evangelho, nada de redenção, nada da morte expiatória do Calvário, nada absolutamente de esperança para a humanidade perdida. Jesus foi “ministro da circuncisão”, isto é, teve missão especial para Israel. Significou-lhe o alcance espiritual da sua lei. Ai daquele que só quer viver pelo Sermão do Monte! Suas exigências são infinitamente mais drásticas do que as do Decálogo. No Decálogo é réu o homicida, no Sermão do Monte, o que esconde ódio no seu intimo. No Decálogo morre apedrejado o adultero; no Sermão do Monte é adultero o que olha a qualquer mulher com desejos carnais no seu coração, Na Lei morre o blasfemo; Sermão do Monte, quem disser palavra de escárnio (“Raca”) ou “Tolo” a seu irmão “estará sujeito á Geena de fogo”. Um povo cujo único raio de esperança é o Sermão do Monte, seria de todos os povos o mais miserável. Nenhuma esperança de salvação o poderia tirar do desespero. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A linguagem do Sermão do Monte, em geral, é legalista, judaica, condenatória. Moisés encheu parcialmente o copo da Lei. Jesus, no Sermão do Monte, o enche até que transborda. E’ a Lei perfeita. E a todos os legalistas de seu dia, ele disse: “se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus”. Está falando aos que se consideravam debaixo da Lei para mostrar-lhes a certeza de destruição sob a Lei que tanto reverenciavam. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E’ preciso lembrar que o Evangelho segundo Mateus, não é cronológica, mas narra primeiro o ministério de Jesus ás turbas de Israel. E’-lhe natural uma interpretação formal da Lei de Israel. Mas antes dos discursos públicos de Mateus encontram-se as palestras evangelizadoras de João e Jesus com seus seguidores, em João I-IV. Estas contêm o Evangelho. Os discursos e públicos a Israel tomaram como ponto de partida a Lei de Israel, mostrando sua espiritualidade e preparando-lhe o coração para perceber sua condenação e necessidade de outro caminho de vida que não seja pelas próprias obras da Lei que eram tão falha diante daquela mesma Lei em que confiava cegamente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Temos a Lei espiritualizada (veremos adiante o valor cristão destes ensinos) no Sermão do monte. E temos a mesma alta e desesperadora exigência da Lei no caso de um individuo: &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E perguntou-lhe um certo príncipe, dizendo: Bom Mestre, que hei de fazer (Que coisa boa farei, segundo Marcos) para herdar a vida eterna? Jesus lhe disse: por que me chamas bom? Ninguém ha bom, senão um, que é Deus. Sabes os mandamentos: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe, E disse ele: Todas essas coisas tenho observado desde a minha mocidade. E quando Jesus ouviu isto, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa; (Se queres ser perfeito, segundo Mateus), vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres, e terás um tesouro no céu; vem, e segue-me. Lucas 18.18-22. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Sabemos o resultado, mas nem sempre entendemos a medida usada por Jesus.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Tudo aqui é Lei. Nada de Evangelho. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E’ a base que o próprio moço lembra no começo como padrão pelo qual ele quer julgar sua vida. Jesus então o julga pelo padrão legalista por ele exigido. “Que coisa boa farei” para “herdar” a vida eterna? A vida será por “fazer coisa boa?” Então é por fazer todas as coisas boas e Jesus lhe mostrou sua perdição apontando obvia “coisa boa” que nem por sonho ele consentiria fazer. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Se queres se perfeito” – só a perfeição dará entrada e tesouro no céu, no regime da Lei. Logo, Jesus exige e mostra o que é a perfeição. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nem a parte mais espiritual da Lei foi tocada por Jesus. A primeira parte, sobre os deveres para com Deus, ele não a cita, a parte resumida da lei que nos obriga a amar a Deus com todos os deveres de nossa personalidade intelectual e emotiva. Jesus nem aborda a máxima exigência da Lei. Fica nas camadas inferiores pelas quais o moço seria capaz de julgar-se a si mesmo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nota como Jesus usou a Lei. Não citou os mandamentos segundo a ordem do Decálogo. Adiou por ultimo o primeiro mandamento do segundo grupo, a honra a pai e mãe, pois nisto o jovem piedoso se ufanaria logo. Mas Jesus logo menciona o adultério. Lógica preferência de assunto a um representante aristocrata de uma geração que Jesus classificou de “adultera”. Mas o moço nada confessou de delito contra este ou os demais mandamentos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Porém, notastes que Jesus omitiu um mandamento, aquele mandamento do qual os catecismo católicos romanos fabricam dois mandamentos? Por que ele não citou: “Não cobiçarás”? Por que não quis logo uma afirmativa superficial e enganadora da parte do jovem. Antes de dizer a proibição esquadrinhadora, Jesus quis revelar ao moço que ele era violador da Lei pela qual ele queria ser julgado e na pratica da qual ele queria ser julgado e na pratica da qual ele esperava herdar a vida eterna. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Ama ao teu próximo como a ti mesmo” – “Não cobiçarás”, são os lados positivos e negativos da mesma lei. Jesus exige que ele reparta com o próximo. Ele se irrita, pasma, melancoliza-se, vão embora de vez e para sempre, eternamente perdido no meio de suas boas obras, porque mesmo no terreno das camadas inferiores da sua idolatrada lei, ele é um legalista falho, condenado, perdido. “Não cobiçarás”. Sem Jesus citar este mandamento, o moço cai ferido mortalmente por este dardo da Lei. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O mesmo dardo farpado matou a soberba de Saulo de Tarso. Romanos VII é a historia da luta entre a alma de Paulo e alei de Moisés como sistema de justificação. Eu não teria conhecido pecado, senão pela Lei, pois eu não teria conhecido a cobiça, se Lei não dissera: Não cobiçarás. Mas o pecado, achando ocasião, operou em mim pelo mandamento toda a cobiça; porque sem a Lei o pecado está morto. Em outro tempo eu vivia sem a Lei, mas quando veia o mandamento, reviveu o pecado e eu morri. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; De toda a Lei, o décimo mandamento é o auge e o poder esquadrinhador, por excelência, da consciência humana. Os outros mandamentos proíbe atos exteriores. Reverencia aos pais, adultério, sabatismo, homicídio, ladroeira, falso testemunho são todos atos exteriores ou se manifestam na vida exterior. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas no ultimo dos dez degraus da lei entramos no andar do invisível, do espiritual. Não cobiçarás. E’ proibido o querer, o desejar, a vontade que adultera, mata ou rouba no pensamento. Quem sobe a escadaria da moral pelo Decálogo chega pelo ultimo degrau á cidadela de seu espírito e que revelação ele encontra! Que decepção! Essa cidadela de seu espírito é um sepulcro caiado, cheio de ossos e de podridão. Sonhos defuntos de adultérios, homicídios e roubos, mentiras e irreverências e ainda os mil horrores que lhe povoam a memória, a imaginação e o pensamento, Oh! momento fatal! Quando a consciência, até aí satisfeita com o Saulo exterior, negativo, superficialmente moral, pisou no ultimo degrau da escadaria que deu entrada ao espírito do homem, ela ficou pasmada de horror. Que cárcere de demônios! Que deposito de imundícias! Que jaula de feras! E isto é o decantado moralista chamado Saulo de Tarso. A consciência, revoltada e indignada, deu rápida justiça. Com o dardo da Lei matou o réu de tanta miséria pensada, embora não praticada. Saulo “morreu”. Sua esperança legalista pereceu. Naquele dia, o soberbo velho-homem de Tarso morreu e estava em condições de se encontrar com Jesus em caminho para Damasco e crer nele e receber da graça divina o dom de Deus que é a vida eterna em nosso Senhor Jesus Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Parece estranho a alguém a idéia de que a Lei incentiva o pecado, quando a Lei proíbe o pecado. Mas esta é uma lição elementar da psicologia. Quando Deus proibiu comer de uma certa árvore no Éden, todas as demais árvores do jardim perderam sua graça Eva cobiçou a proibido, o mesmo pecado que mais tarde matou a soberba da confiança carnal de Saulo de Tarso. O confessionário mantido pelo clero romanista tem aí sua fraqueza. O pároco é obrigado a fazer perguntas á jovem que informam sobre certas praticas e lhe estimulam a curiosidade e a cobiça. Uma boa mãe (mas pobre em psicologia) saiu de casa certa vez e disse aos seus pequenos: “Não metam feijões nas narinas enquanto eu estiver fora”. Quando voltou, toda a criança da tinha as narinas entupidas de feijões. A lei estimulou a desobediência. Por isto se diz: “O melhor governo é o que menos governa”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas, mas, me perguntará alguém: Deus não entende a psicologia humana? Ele esperava coisa diferente como resultado do método legalista de religião? Certamente, ele entende o homem que criou; e certamente ele não esperou outro fim do legalismo senão o fracasso da justiça humana e a prontidão humana em sentir a necessidade do Salvador que ele havia de enviar na plenitude dos tempos. Por isto, Paulo nos esclarece, na Epistola aos Gálatas – e a mesma idéia se acha na Epistola aos Hebreus – que a Lei era um parêntese na vida humana, uma medida provisória para aprofundar a convicção do pecado e a impotência moral, e criar um sentido profundo de que o homem estava perdido e necessitava de um Salvador. Também a Lei veio depois do Evangelho da justificação pela fé, (que foi conhecido por Abraão, Gen. XV) sendo dada apenas a uma pequena nação, para na vida desta ensinar suas lições de moral e de derrota do mero moralismo á raça toda, mas sempre houve alguma percepção do alcance da fé em Deus, como se verifica pelo rol de crentes que é o Cap. 11 da Epistola aos Hebreus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “A Lei foi o nosso pedagogo para nos conduzir a Cristo”, e uma vez conhecendo a Cristo, acabou-se a nossa necessidade do ministério do Escravo-Tutor que nos escravizava. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Bem. Todas estas passagens, no Velho ou Novo Testamento, que definem a Lei, ensinam que, no regime legal, faltando cumprir um jota ou um til da Lei, estamos eternamente perdidos. “Pois quem guardar a Lei toda, porém tropeçar em um só ponto, tem tornado culpado de todos”, Tiago 2.10. Isto não é Evangelho. E’ Lei – declaradamente Lei, Lei real, legalismo genuíno. Isto arrastaria todos nós ao inferno, pois o mesmo Tiago confessa: “Pois todos nós tropeçamos em muitas coisas”. Ti. 3.2. Mas não há motivo de tirar esta idéia do seu contexto legal e atribuí-la ao Evangelho e ao destino do crente que tropeça. O Evangelho é: “Pois assim amou Deus ao mundo que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça mas tenha a vida eterna”. Logo, o Evangelho nos diz claramente e inúmeras vezes, em passagens declaradamente evangélicas, que o crente não perece quando erra ou tropeça; mas, sendo espiritualmente vivo, continua a viver em Cristo eternamente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra classe de passagens que pode parecer ensinar o contrario do Evangelho da vida eterna são as admoestações da Epistola aos Hebreus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Convém primeiro entender a situação que provocou esta epistola e estas exortações. Os Hebreus em consideração eram crentes, pelo menos em nome. E chegara a hora da provação que havia de revelar quais eram os crentes genuínos e quais os hipócritas. O fogo do nacionalismo dos fanáticos fariseus tinha suas divisas separatistas, sua inquisição sacerdotal, sua terrível propaganda em todo o mundo romano contra Roma e vinha se aproximando a data da queda de Jerusalém a cuja certeza esses fanáticos eram cegos. Pressão horrível se fazia contra o Hebreu crente. Patriotismo e religião se confundiam. Abandonar a religião de seus pais era traição á pátria. Tudo se apressou para abrir um abismo intransponível entre o judaísmo e cristianismo, de foram que ninguém pudesse ficar com a nação dos Hebreus e a comunhão cristã com Jesus Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nesta pavorosa época, a Epístola aos Hebreus é a apologia da nossa fé, é um vitorioso e destemido brado que o cristianismo é SUPERIOR ao judaísmo a sair do arraial do judaísmo nacionalista com Jesus foi morto fora do arraial de Jerusalém. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Bem. O abismo está prestes a abriu-se. Escolhe, filho de Israel. Tua nação crucificou a Cristo e agora exige que nenhum Judeu seja cristão. Terrível abismo – a pátria de um lado, o Salvador do outro! A pátria te obriga, com ferro e fogo, a escolher. Qual será a tua escolha? A Epístola aos Hebreus procura orientar a mente vacilante da grei cristã entre os Hebreus para escolher a Jesus Cristo e este crucificado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Imagina aquela cena, prezado leitor. Nem todos que se chamam cristãos ficarão a quem do abismo com Jesus Cristo. Quantos que andavam com ele na terra, no fim da jornada gritaram: “Crucifica-o”! como já vimos, seu discipulado professo quase na sua totalidade o deixou de vez, mas Jesus ainda pode exclamar, na sua oração pontifical: “Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste … Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse.”, João 17.6, 12. Logo, entre aquele ex-discípulo não havia nenhum que Jesus, uma vês tendo salvo, depois se perdesse. Verificou-se o que Jesus dissera aos Judeus: “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos”. Nota: Não diz, “Verdadeiramente sereis meus discípulos”. Mas, “Se permanecerdes… verdadeiramente sois…”. O futuro julgará o presente. Se sois genuínos, permanecereis. Se sois “discípulos” enganados ou fingidos, não permanecereis, porque não sois agora genuínos. Nem. Foi assim entre os Judeus do ano 30 como também entre os hebreus do ano 70. Não perdeu seus salvos. Apenas se desmascararam os crentes de fechada. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Epístola aos Hebreus está cheia das mais solenes exortações a crentes tentados e aos que conhecem o Evangelho para que “não se descuidem de tão grande salvação”. O autor compara a massa mista de seus ouvintes ao Israel antigo: “Porque também a nós foram pregadas as boas novas, como a eles, mas a palavra da pregação nada lhes aproveitou, porquanto não estava misturada com a fé naqueles que a ouviram”, Hebreus 4.2. Sem que na argamassa da vida cristã professa haja a fé salvadora, tudo é como areia molhada, mas sem cimento. Uma vez o sol batendo nela com força, arruina-se, porque não possui consistência. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Um trecho da epístola em que alguns supõem provar que o crente se pode perder é Hebreus 6.4-9: “Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, E provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do século futuro, E recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o expõem ao vitupério. Porque a terra que embebe a chuva, que muitas vezes cai sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção de Deus; Mas a que produz espinhos e abrolhos, é reprovada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada. Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e coisas que acompanham a salvação, ainda que assim falamos.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Seja qual for ensino desta passagem, não ensina que o crente pode ser salvo hoje, perdido amanhã e depois salvar-se de novo. Caso a referencia seja a um homem salvo que perdeu depois a sua salvação, então tal criatura está sem esperança. “E’ impossível renová-lo”. “Está perto da maldição e o seu fim é ser queimado”. Esta passagem prova demais, para a teoria que quiser abrigar-se nela. Ela prova a impossibilidade absoluta de qualquer futura salvação das pessoas que chegam ao estado nela descrito. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A quem, pois, se pode referir? Unicamente á classe de pessoas que nunca poderão ser salvas, as que cometeram o pecado imperdoável. Qual será, pois, este pecado? Quem são essas pessoas? &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Escritura nos permite ver o estado de certo investigadores do Evangelho que chegam mesmo á porta do reino de Deus e, até depois de avistar suas glorias e provar certas realidades preliminares da obra do Espírito Santo, recuam para a perdição, escolhendo a morte em preferência á vida. Deliberadamente rejeitam a Jesus Cristo uma vez para sempre, coma mesma finalidade com que o crente o recebe como Salvador uma vez para sempre. O Hebreu que gozava o privilégio dos cultos, aproximando-se bem perto do reino, mas, apavorado pelo abismo aberto entre a pátria e Cristo, ficou som a pátria e contra Cristo, bem podia ter sentido certas influencias do Espírito Santo, certo temor de Deus, certa realidade do mundo invisível. Mas, embora tão perto do reino, ele nunca entrou, mas ficou de fora, repudiou-o na hora angustiosa da provação, aliou-se com os fanáticos nacionalistas na sua fúria que seria capaz de crucificar de novo Jesus Cristo na pessoa de seus mártires fieis. Sem duvida houve não poucos Hebreus aproximados da salvação, mas que recuaram da porta do reino para uma perdição deliberadamente escolhida e eternamente irrevogável. Eu tenho encontrado alguns homens desta categoria no meu ministério. E um evangelista experimentado que eu conheço tem visto tantos, que em todas as suas series de conferencias evangélicas, ele prega um sermão, baseado nesta passagem, a tais criaturas que hesitam no momento de uma clara, nítida e deliberada aceitação ou o repúdio eterno de Jesus Cristo nas suas vidas. Seu sermão tem por tema: “O lugar onde as luzes se apagam no caminho para o inferno”. Para os tais Hebreus, “quase induzidos”, todas as luzes da esperança se apagam uma vez para sempre. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A respeito das pessoas que margeiam tamanha crise de sua alma imortal foram escritas as palavras daquele hino tão comovedor:  &lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Quase induzido” a crer em Jesus;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Quase induzido” a andar na luz!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Não queiras replicar:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Quando tiver vagar, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Espero então chegar para Jesus!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Quase induzido!” O’ coração!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Quase induzido!” Faz decisão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Hoje o bom Salvador, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Com voz de terno amor, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;Convida o pecador; escuta e vem!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Quase induzido!” Decide já!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Quase induzido!” Tarde será!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Quase” não servirá,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Quase” te perderá, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;EstudosPortugus&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;“Quase” te lançará na perdição!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Talvez estas palavras sejam lidas por alguém que sabe que está perto do reino, que sentiu o poder de Deus nos cultos evangélicos, que tem verificado sua força sobrenatural na vida dos crentes, que tem sentido a obra do Espírito Santo, na espiritualidade dos cultos, na pungente força do sermão, na ternura de um cântico, na eloqüência de uma vida sacrifical, e mesmo na convicção de seus pecados, obra do Espírito de Deus, mas, a despeito da paixão de Cristo, e a reprovação do Espírito e a Palavra de Deus que corta como espada de dois gumes, ainda teme “deixar a religião de seus pais”, ainda recua diante de um nacionalismo que na sua faina sectária procura abrir um golfo abismal entre Jesus Cristo e a pátria, - a tal eu previno que se rejeita como Salvador o Cristo de quem já chegou tão perto, sua alma está irremediavelmente apartada de Deus, não haverá para ele mais remédio nem nova oportunidade. As luzes se apagaram no caminho para inferno. Escolheu as trevas. Nas trevas andará até cair onde há perpetuas trevas e ranger de dentes. Lede, amigos, se estás margeando essa horrenda perdição, o trecho do solene aviso do vosso perigo na Escritura citada e o hino dos “quase induzidos” e, com um passo resoluto, deixa e de vacilações e temores e entra e pela fé em Jesus no seu reino que não tem fronteiras no espaço ou no tempo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O contexto desta passagem esclarece seu sentido. Tais homens que não podem ser salvos são comparados á terra que “produz espinhos e abrolhos e seu fim é ser queimada”. Outra vez vemos o estado desesperador de tais pessoas. Aqui não se trata da possibilidade de alguém ser salvo hoje, perdido amanhã, salvo de novo, perdido em seguida e assim ad infinitum. E’ uma decisão feita uma só vez e que destina o seu autor á “maldição”, “a ser queimado”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Logo em seguida, o autor da Epistola diz: “Porém, quanto a vós, amados, estamos persuadidos de coisas melhores e coisas que acompanham a salvação”. Logo, o estado daqueles contemplados em 6.4-6 não é tão visinho da salvação que seja participante da mesma. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Outro sim, é precisamente no fim deste capitulo que temos a passagem fortíssima sobre o juramento divino de nossa segurança, que já explicamos. Deus não havia de se contradizer tão cruel e insensatamente em parágrafos sucessivos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A outra principal passagem nesta Epistola que é interpretada, erradamente, no sentido de ser ameaça da perdição de pessoas salvas, é Hebreus 10.26-32. Cremos, firmemente, que isto trata do castigo divino, nesta vida, do crente rebelde e assim a discutiremos adiante. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Há outras passagens na Epístola aos Hebreus que, isolada da “forte consolação” do resto da Epistola poderiam ser interpretadas contrarias á verdade da salvação eterna do crente. Mas, compreendidas no seu contexto e nas circunstâncias destes Hebreus, claramente visam pessoas indecisas no meio dos crentes decididos e confirmados. Sobre todas elas diremos: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O autor afirma sempre a presença da incredulidade em Israel. “E a quem jurou que não entrariam no seu repouso, senão aos que foram desobedientes? vemos que não puderam entrar por causa da sua incredulidade. Mas a palavra da pregação nada lhes aproveitou, porquanto não estava misturada com a fé naqueles que a ouviram”, Hebreus 3.18, 19; 4.2. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em todas as igrejas há sempre pessoas como Judas Iscariotes, Simão Mago, Demas e estes Hebreus, hipócritas, ambiciosos ou sinceramente enganados que na hora da prova demonstram nada saber das realidades da graça de Seus. Com tudo estão na sociedade externa cristã e a exortação tem de cirandar a comunidade, confirmando os crentes genuínos, afastando os Judas para irem “ao seu próprio lugar”, e evangelizado os indecisos que talvez ainda façam a escolha de uma fé vital e genuína. Isto explica especialmente a exortação mista dos escritos cristãos aos Hebreus – Mateus, Ef. aos Hb., Tiago, I e II Pedro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acompanham a denuncia dos incrédulos afirmações da fé genuína e segurança eterna dos crentes verdadeiros. “Porque nós, os que temos crido, entramos no repouso Hb. 4.3. Os crentes podem ser perturbados por uma tão cruel propaganda nacionalista contra o Evangelho; logo, a exortação visa confirmá-los na fé. “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé … retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.”, Hebreus 10.19-23. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há um terceiro grupo que dá ansiedade ao exortador. E’ o crente que vacila e, sendo crente verdadeiro, contudo dá motivo de se duvidar disto, alia-se em parte com a propaganda nacionalista por um patriotismo sincero mas errôneo, abandona as reuniões do povo perseguido, e até em dado momento chega a negar que é crente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Pode um crente negar que é crente? Pode. Abrahão negou que era casado. Tronou-se solteiro por causa da mentira? Pedro negou que conhecia a Jesus. Era Jesus desconhecido a ele de fato? Muitos crentes se desviam e Deus os segue e os traz de novo á fidelidade. Jesus orou por Pedro, e, prevendo a mentira do apostolo, pediu a Deus que no meio da mentira sua fé não falhasse. Logo, não falhou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A tais crentes temos a exortação: “TEMAMOS, pois, que, porventura, deixada a promessa de entrar no seu repouso, pareça que algum de vós fica para trás.”, Hebreus 4.1. Pedro pareceu ter falhado. Também Salmão. Também David quando fornicou com Bate-Seba. Aos tais temos também as pavorosas ameaças do castigo em Hebreus 10.23 e nas denunciações dos profetas porque, sendo crentes genuínos, deram “ocasião de blasfemar”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Todas estas três classes havia entre os Hebreus. Daí a variedade das exortações. Mas tais exortações não anulem as promessas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Afora estes dois grupos de passagens, a Lei e a Epistola aos Hebreus, há ainda muitos textos isolados que alguns interpretam isoladamente em sentido oposto a esta verdade, mas sem razão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alguns pensam, por exemplo, que Paulo teve medo de perder a salvação. Mas sabemos o contrario por sua declaração de que Cristo “pode guardar” o seu depósito “até aquele dia”, e inúmeras outras passagens. Mas contra todas estas promessas fortes se lança o versículo em I Cor. 9.27, em que o apostolo expressa receio “pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado.”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Primeiro vejamos o que significa rejeitado. Significa reprovado num concurso atlético, não merecedor da coroa dada ao vencedor. Nas taboas dos juízes dos jogos havia uma lista dos “Aprovados”. Todos corriam a fim de figurar nesta lista e receber a coroa de louros que se dava aos vencedores. Os demais eram rejeitados do privilegio de receber a coroa, “não aprovados”, para esta insigne honra, mas nada perderam do que já gozavam. Ainda tais atletas estimados, com todos os direitos de correr de novo, ou deixando de correr, de ficar com os direitos de sua cidadania. Não ganhar a coroa pode representar falha na vitória, a perda da coroa, a falta de galardão, mas absolutamente não significa, neste contexto atlético, a perdição eterna, embora em algumas outras passagens sem este contexto de atletismo tenha significação moral de réprobo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nota a passagem toda. O contexto sempre esclarece o texto. “Todos os atletas em tudo se moderam; aqueles, com efeito, para receber uma coroa corruptível, mas nós uma incorruptível. Eu por minha parte assim corro; não como na incerteza; de tal modo combato, não como açoitando o ar; pelo contrario, esbofeteio o meu corpo e o reduzo escravidão para que, havendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser rejeitado.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A mensagem que Paulo estava pregando era a temperança, o esforço e a experiência. Tudo para ganhar o galardão. Falando do seu ministério sacrifical, declarou, neste mesmo contexto, “se faço isto (pregar o Evangelho) de vontade própria, tenho galardão”, v. 16. O capítulo inteiro é uma doutrina do galardão do obreiro cristão como atleta no reino de Deus. Ora, quem treinou a tantos atletas cristãos como Paulo, de certo cuidaria em si para que por sua vez não perdesse a coroa de vitória no concurso atlético dos prêmios celestes. Mas já era salvo, antes mesmo de encetar este curso, como todo o atleta tinha de ser cidadão antes de se arrolar no concurso. Paulo não teve nenhum medo de perder a salvação, mas sim a coroa. Nem todos os cidadãos têm direito a coroas, mas apenas os aprovados como vitoriosos na luta. Paulo temia, como ministro do Evangelho, ser semelhante a alguns treinadores de atletas, que sabem ensinar a outros como vencer num concurso, mas não sabem praticar o que ensinam e não podem alcançar a coroa da vitória. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Contudo seu temor neste sentido era o temor do atleta que é levado pelos seus receios a maior esforço, mas Paulo, mesmo aqui, não corre “na incerteza”, nem combate como açoitando o ar. Poucos anos depois, ele empregará a mesma figura do concurso atlético e dirá: “Tenho acabado a carreira… me está reservada a coroa”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra passagem muito citada para combater a “forte consolação das promessas” é: “Aquele que pensa estar em pé, veja não caia”. E’ conselho de prudência e humildade, mas não vem ao caso. Tiago diz que em muitas coisas tropeçamos todos, mas nos levantamos e prosseguimos na peregrinação cristã. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O contexto mais uma vez ilumina o texto. Segue imediatamente esta sentença: “Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.”, I Cor. 10.13. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Um colega meu estava pregando um dia sobre este assunto e disse, ironicamente: “Outro dia vi uma senhora distinta sair para passear com seu filho. Daí a pouco o menino tropeçou e caiu na lama e sujou-se todo. Que fez sua mãe? (Pausa). Ela deu na cara do menino, acoitou-o com a sombrinha, e empurrou para a rua zangada, dizendo: Você caiu. Já não é meu filho. Vá-se embora”. Aí uma senhora simplória entre os ouvintes que não percebeu a ironia, não se pode conter e o interrompeu a indignada: “Tu mentes. Eu bem sei que nenhum coração de mãe seria capaz disso”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O meu colega sorriu e agradeceu o caloroso aparte e disse: “A senhora tem toda a razão. Nenhum coração de mãe seria capaz disso. Não. Não foi isto que eu vi. A mãe pressurosamente levantou e confortou seu filho, tomou seu lenço e lhe limpou as lagrimas do rosto, ajudou-o a por sua roupa em ordem, beijou-lhe as faces e tomou-lhe a mão, exortando-o a ter mais cuidado e prosseguiram a viagem”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E terá Deus um coração de menos ternura do que o coração de uma boa mãe? De onde veio a compaixão materna senão do coração do Criador das mães? &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Não posso imaginar uma doutrina mais bárbara do que supor que Deus mandará para o inferno seus filhos que caem. Se um pai terrestre, quando seu filho cai em falta, lhe tomasse o do mínimo e o ferisse com uma brasa, nós o entregaríamos ás autoridades para punição severa, mas somos tão injustos que supomos, em defesa de um dogma indefensível, a dos romanistas e legalista, que Deus tomará um seu filho e por uma falha o lançará no inferno eternamente? Nosso Deus será um bárbaro? Trata seus filhos pior do que nós tratamos os nossos? A idéia é blasfema. Deus corrige os pecados de seus filhos, mas nunca lançou nenhum no inferno. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Alguém pergunta: “Então quem vai para o inferno senão os filhos de Deus? Não são todos os homens filhos de Deus? Absolutamente não. O inferno foi feito “para o Diabo e seus anjos”. E, aos Judeus incrédulos, Jesus disse: “Vós sois do vosso Pai o Diabo”. Quando rejeitaram a Cristo, escolheram a casa de seu Pai. Para lá se dirigem por gosto, por sua livre e espontânea vontade. E ali a punição é ministrada com justiça. Aquele servo que não sabia a vontade seu Senhor e não a praticava, seria açoitado com poucos acoites. Mas nenhum filho de Deus irá para o inferno. Iremos para casa de nosso Pai, disciplinados nesta vida, para sermos seus filhos dignos, nas mansões celestes. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em Mateus 12.43 lemos: “E, quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para minha casa donde saí; e, ao chegar, acha-a desocupada, varrida e ornada. Depois vai e leva comigo mais sete espíritos piores do que ele, e ali entram e habitam; e o ultimo estado daquele homem fica sendo pior do que o primeiro. Assim também acontecerá a esta geração perversa”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Parece haver três “estados” desde homem: sua vida sob o domínio de um espírito imundo, sua livre daquele espírito, e sua vida aliada ás proezas de oito demônios. Mas Jesus só admite dois: “o ultimo estado”, “pior do que o primeiro”. Nunca houve salvação nessa experiência. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O demônio também só admite dois estados. ele saiu por gosto, não por sido expulso pelo poder de Deus ou pela revolta da consciência do homem. Há gente que deixa até o Diabo aborrecido e a quem mesmo um demônio acha nojenta e sai para buscar repouso. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas o estado da pessoa não muda. O demônio diz: “Voltarei para MINHA casa”. Não ficou sendo casa de Jesus a alma do ex-endemoniado. Estava sempre á espera da voltou com sete colegas da grei diabólica. Um corpo humano servia de “republica” boêmia para as proezas malvadas dos nove. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Esta parábola de Jesus é retrato perfeito da reforma sem a regeneração, do moralista sem Cristo. Há esses surtos de varrer a casa de alguns “vícios elegantes” e enfeitá-la com virtudes efêmeras e até atitudes religiosas, noções filosóficas ou idéias sectárias. São meros enfeites da residência do Diabo naquele coração. Uma casa vazia não é o retrato de “Cristo em nós, esperança da gloria”. E mil vezes temos visto a impotência de tais isolados, cuja moralização pela força da vassoura do legalismo e filosofia, o Diabo contempla com escárnio cínico e exclama: “Voltarei para a minha casa. varreu-se. Nela cabem ainda outros de nós”. E toma conta do que sempre lhe confessou a soberania. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A passagem que mais me perturbou, pessoalmente, foi: Perdoa-nos as nossas dividas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores… Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.”, Mateus 6.14,15. Foi a ultima passagem que perdeu sua força para me fazer duvidar da plêiade de promessas da eterna salvação do crente. Li um folheto de George Cuting sobre “Tríplice Perdão” e vi o alcance do trecho citado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O estudo doutrinário a que me refiro salienta que há três resultados diferentes do pecado e cada um corresponde a um aspecto diferente do perdão divino. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (1) O pecado condena o pecador, “a alma que peca, essa morrerá”. O aspecto do perdão que corresponde a este resultado do pecado é a justificação. Nela, Deus perdoa de vez e para sempre o estado da alma pecadora, trata-a como perfeita em consideração a Cristo crucificado, seu Substituto, Advogado e Fiador, e vai gradualmente purificando e santificando esta alma para afinal glorificá-la. Assim, este aspecto de perdão é eterno. “Não há condenação para os que estão em Cristo Jesus”. “Bem aventurado o homem a quem o Senhor não imputará pecado”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (2) Outro resultado do pecado são suas conseqüências nesta vida. O que o homem semeia, ceifará, e Deus como Pai disciplina até seus melhores filhos nesta vida. Pode um homem ser justificado, mas não perdoado no sentido de escapar ás conseqüências de um pecado sequer. David foi justificado, sentiu o gozo do perdão, mas uma hora de pecado com Bate-Seba manchou o resto de sua vida, trouxe a morte do filho de seu adultério, deu ocasião para os inimigos de Deus blasfemarem, e trouxe castigos severíssimos. Mas o profeta, na mesma ocasião de avisar ao rei a respeito dos castigos iminentes, declarou. “Teu pecado é perdoado”. Perdão com castigo era decisão divina. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Eli foi um homem bom, mas Deus não lhe perdoou a moleza para com Hofni e Fineas, seus malvados filhos. Morreu de castigo. Moisés também morreu de castigo, mas face a face com Deus em visão inefável. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Pedro, porém, não dói castigado pelo pecado clamoroso de negar a Jesus. Era um pecado de fraqueza momentânea que ele chorou amargamente, mesmo na ocasião de cometê-lo. Bastou- lhe a tríplice pergunta de Jesus que punha em duvida seu amor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ha vários reis do Velho Testamento foi dito que as conseqüências de seus pecados, embora não pudessem ser evitadas no seu efeito sobre o reino, contudo seriam adiadas, e eles se deixariam, livres do castigo, numa boa velhice, devido á sua piedade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Logo, o castigo do pecado nesta vida pode vir, como veio, sobre Jacob, Jonas, David e Salmão, ou pode ser perdoado e omitido como no caso de Pedro, mas este perdão ou ausência de perdão não anula ou diminui o eterno valor da justificação pela graça. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; (3) Outro efeito do pecado é interromper a comunhão filial. Até uma criancinha que sabe ter desobedecido á mãe não se sente bem na presença dela. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Aí está o alcance desta ameaça de Jesus contra nós, se não perdoarmos aos que nos ofendem. Nós permitimos que os laços de comunhão com nosso irmão fiquem rotos pela falta de perdoarmos. Bem sentimo-nos mal. Não podemos orar. A nuvem que separa de nós o nosso irmão, também esconde de nós o rosto de nosso Deus. Mas a filiação que gozamos pela fé não se destrói. A justificação não se anula. Porém, nós perdemos a comunhão com Deus que é o privilegio de um filho, mas que o filho não goza por causa do mau procedimento. Deus não perdoa enquanto nós não perdoamos, isto é ele não conserta os laços de comunhão e intimidade que gozávamos até que nós perdoemos e admitamos de novo ao nosso coração aquele que nos ofendeu, se porventura o ofensor tiver esta tiver, o espírito de reconciliação é que não deve faltar em nosso intimo. A amargura nos contamina e nos separa do gozo e da comunhão de Deus, embora sejamos justificados. Este resultado do pecado não se remove pelo perdão divino senão na condição de paz em nossos espíritos, embora a nossa fé em Jesus Cristo nos tenha justificado eternamente, quando á condenação da Lei. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais uma classe de passagens pode ser interpretada contra as promessas, se forem consideradas isoladamente. São umas poucas de passagens em que obediência é quase sinônimo de fé. Deus me manda arrepender e crer. De certo ponto de vista pode se dizer que serei salvo se eu obedecer, crendo em Jesus Cristo. Assim a fé, mesmo a fé sem obras de obediência a ritos, cerimônias, sacramentos ou decálogos, a fé instantânea de um pecador sem mérito é uma obediência á exigência divina. E’ a conformidade com as condições divinas estipuladas para a salvação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Esta atitude de aceitar o plano divino de salvação, o próprio “arrependimento das obras mortas” de nosso mérito, é obediência a Deus e não podemos ser salvos sem esta obediência . assim a fé = a obediência e nos é imputada como justiça. Mas nunca devemos confundir esta atitude obediente, que anui ao propósito da graça redentora de Cristo, com a atitude incrédula e legalista que despreza o plano divino de salvação e vai se esforçando para acumular mérito que nos sirva para dispensar o mérito e a morte de Jesus ou associar nosso mérito com o de Jesus como base de aceitação perante Deus. Estas duas obediências são tão divergentes quanto os caminhos de uma encruzilhada. Deus diz: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo”. Crer, pois é obedecer á condição de ser salvo e descrer é a desobediência fatal. Por isto lemos: “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.”, João 3.36. “Eles lhe perguntaram: Quem havemos de fazer para praticar as obras de Deus? Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta, que creiais naquele que ele enviou”. Nota o plural (“obras”) dos fariseus, mas o singular (“obra” = fé) na linguagem de Jesus. Paulo fala de “vossa obra da fé”, I Tess. 1.3. “ Lembrando-nos sem cessar da obra da vossa fé, do trabalho do amor, e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai,”, I João 3.23. Nos versículos anterior e subseqüente, João fala de “mandamentos”, mas esclarece que não está pensando de um legalismo de obediência formalista, mas sim de uma vida de fé e amor. Nisto está toda a harmonia, e a única harmonia possível, entre Tiago e Paulo. Quando Paulo combate obras, está pensando de circuncisão, ritos dias santos, sábados, legalismo, cerimonialismo, sacerdotalismo. Quando Tiago combate fé estéril, está pensando na mera crença monoteísta, comum a Judeus e demônios, de que há um só Deus. Mas as “obras” de Tiago = o “fruto do Espírito” de Paulo. Ainda citamos: “veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que lhe obedecem”. Hebreus 5.9. A salvação é eterna, mas a atitude do crente é obediente. O verbo grego significa ouvir sob, atender a Jesus de modo submisso. Entre esta atitude e fé não há distinção. Mas há uma infinita distinção entre ela e a cega confiança em rito, decálogos e sacerdotes. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A obediência cristã tem a mesma relação para com a fé que o fruto tem para com a raiz da arvore. São da mesma vida, e há Escrituras que não analisam a arvore em raiz, troco, folha, flores e fruto, mas apenas a representam na sua inteireza – uma só vida cristã, arraigada na fé, fruindo na obediência, fé a causa, obediência o efeito. Mas a mente humana é analítica, especialmente na pessoa de seus grandes pensadores como Paulo. E quando analisamos as partes normais da vida cristã, a fé é anterior á salvação e a vida obediente do salvo sucede depois da salvação. “mas sim a fé que opera pelo amor.”, Gal. 5.6. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;B. Supostos casos da perdição de homens que foram salvos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Agora estudemos os supostos casos da perdição de homens que foram salvos uma vez na vida. Para os tais supostos casos criarem verdadeira dificuldades á eterna segurança dos crentes, é preciso, primeiro, que fossem uma vez genuinamente salvos, e, em segundo lugar, que se tornassem afinal eternamente perdidos. Estas duas coisas, ninguém as poderá provar.não há mesmo nenhum caso que se possa citar. Jesus mesmo afirma dos que vão para inferno: “Nunca vos conheci”. A Bíblia prova a respeito dos que Foram salvos que continuam salvos. Salvação e perdição são mutuamente exclusivos. Na experiência cristã, a salvação sucede á perdição, mas esta nunca segue após aquela. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Consideremos o caso de Judas Iscariotes. O Novo Testamento nos indica por diversas declarações que Judas não somente estava perdido, mas que sempre foi “filho da perdição”, nunca foi filho de Deus, nunca foi salvo, e, quando foi para o inferno, foi para seu próprio lugar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Relativamente cedo, Jesus, no seu ministério, desmascarou logo a Judas. Se os discípulos tivessem espiritualidade suficiente, compreenderiam facilmente este fato. “Não vos escolhi a vós os doze? e um de vós é um diabo. E isto dizia ele de Judas Iscariotes”. Jo. 6.70-71. Nunca tal homem mostrou caráter cristão. Quando Maria ungiu os és de Jesus, ele se mostrou queixoso, hipócrita e ladrão: “Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse: Por que não se vendeu este ungüento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres? Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava. João 12.4-6. Lucas narra que o Diabo entrou em Judas para dirigir a traição do Salvador, Lucas 22.3, mas João toma cuidado no seu Evangelho (propositadamente suplementar aos outros três) de nos declarar que “E, acabada a ceia, tendo o diabo posto no coração de Judas Iscariotes … que traísse a Jesus”, mostrando que Satanás já dirigia sua vida antes mesmo da traição ou da sua primeira idéia de traição, João 13.2. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Pedro é mui exato em descrever Judas como um que era “contado entre nós e tomou parte neste ministério”. Assim elegeram um substituto “Para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar.”, Atos 1.17, 25. E’ antes da consumação do ato de Judas que Jesus orou ao Pai e fala de Judas assim: “E nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse”, João 17.12. Todos os incrédulos se perdem, mas nunca foram salvos. E a Escritura destes tempos antigos classifica Judas de “filho da perdição” – um no qual a perdição chegaria ao seu Zenith. E Jesus compreende isto perfeitamente e o denunciou como demônio, desde seu ministério na Galiléia. E’ falsa doutrina, péssima ética e pouca honradez querer vestir o demônio Judas com um caráter genuíno de um santo, somente para servir-se dele para provar uma doutrina falsa e contradizer as maiores e mais freqüentes promessas do Evangelho. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro caso bem diferente é o Simão Pedro. Sua fé é genuína e sobrenatural, Mateus 16.17. Esta fé em Cristo sempre o animou. Jesus previu que Pedro cairia num grande pecado, num momento de grande fraqueza e suprema tentação. Preveniu-o desta mesma tentação, da queda, da permanência da fé, da volta á fidelidade e de seu cuidado salvador através da experiência. “Disse também o Senhor: Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo. Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos.”, Lucas 22:31-32. Conversão significa voltar para trás em qualquer caminho errado. Seu primeiro no N. T. grego é a respeito de Jesus mesmo. “E Jesus, voltando-se”, Mat. 9.22 ou “virando-se”, Mar. 5.30. Pode-se usar no sentido físico de virar-se, ou no sentido de salvação, a suprema vira-volta da vida, ou de qualquer conversão, durante a vida cristã, do erro ou de um desvio moral, para a verdade e a fidelidade, ou mesmo da volta de um crente fingido ao mundo. Conversões são físicas ou mentais, para o bem ou para o mal, a grande conversão que inicia a vida cristã ou a volta de qualquer caminho errado. Jesus previu a conversão absolutamente garantida de Pedro quando anunciou a sua queda. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este caso lembra, na linguagem citada, o caso de Jó; e Jesus evidentemente tem em mira a experiência de Jó. “Satanás pediu cirandar, joeirar”. E’ o eco do caso de Jó. Deus tem fé nos seus santos, sabe que sua obra salvadora dura eternamente. Desafiou Satanás a destruir a fé de Jó. Aquele drama se desenrolou para nossa instrução, uma vez sempre. Satanás apostou e perdeu a aposta! Jó apenas cresceu na fé pelo sofrimento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Agora, Satanás quis cirandar todo o apostolado (note-se o pronome plural – vos). Deus consente. Mas que é que acontece em cirandar o trigo? Perde-se o trigo? Nenhum grão! Mas beneficia-se o trigo e afasta-se a palha e a poeira. Jesus previu que seria assim com os onze apóstolos. Todos o haviam de abandonar. Todos se converteriam e voltariam. Mas Pedro era o mais volúvel, o mais ousado, o mais pressuroso a manifestar a fé. Logo, Jesus lembrou-lhe a certeza de sua conversão depois da ressurreição ao terceiro dia. Apareceu primeiro a Pedro antes dos dez, e enviou-lhe uma mensagem especial para reunir os outros na Galiléia, como combinara. Aproveitou o gênio psicológico de Pedro. Era impulsivo, primeiro de Jesus, primeiro a negar, primeiro a fortalecer os vacilantes camaradas no apostolado a voltarem á lealdade e á certeza de sua carreira. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aliás, nada há no caso de Pedro essencialmente diferente do dos demais apóstolos crentes – os outros dez. apenas o grau da ofensa é maior empedro. Mas todos abandonaram a Jesus. O Pastor foi ferido e as ovelhas espalhadas, como fora profetizado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Como denunciou Jesus aos apóstolos sua falta de fé na ressurreição, se eram crentes sempre? A fé e a incredulidade podem existir no mesmo coração. Jesus reconheceu isto quando o pai de um menino exclamou: “Senhor, eu creia, ajuda minha incredulidade”. A fé dos apóstolos cresceu no seu conteúdo até que se fechou a revelação do Novo Testamento, ou pelo menos até que lhes fosse revelada toda a verdade que temos no Novo Testamento. A princípio perceberam em Jesus um Profeta, depois o Messias, e depois o Redentor de Israel, mas suas idéias de redenção eram nacionalistas, políticas, materiais. Os três dias da sepultura de Jesus foram o tempo em que Satanás cirandaria seus espíritos e essa palha da esperança farisaica ficou separada em grande parte (não totalmente ainda, Atos 1.6; 10.14; 15.1) do trigo de sua confiança em Jesus como espiritual e universal Redentor dos crentes de todas as raças. Jesus, por conseguinte, repreendeu os onze severamente porque só perceberam o valor da sua morte e ressurreição depois de serem consumadas. Sua fé era apenas imperfeita, parcialmente cega a certas verdades, mas ficou esclarecida pelos eventos positivos da redenção. A ele cresce, expele a incredulidade do coração, progressivamente. Todos nós temos alguma incredulidade. Todos nós precisamos de muitas conversões quando erramos em pensamento ou em atos. Todos nós temos nossa fé joeirada pelas provações do Diabo. Ficamos esclarecidos na fé pelas lutas e desapontamentos e fortalecemos nossos irmãos que ainda não chegaram á mesma clareza de confiança iluminada. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Suponho que ninguém duvida da salvação eterna de Abrahão, Isaac e Jacob, a despeito das imperfeições de sua vida. Nem de Jonas. Mas o grave pecado de David pôs em duvida sua salvação diante de seus contemporâneos, e serve ainda de base para alguns duvidarem da promessa. Temos no Ps. 51 a suplica de David enquanto estava na angustia do castigo e da falta de comunhão com Deus por causa de seu pecado. Ele roga a Deus: “Renova dentro de mim um espírito estável”. Seria outra conversão como a de Pedro. “Restitur-me a alegria da minha salvação” – não a salvação. Esta, ele chama ainda “minha”, mas pode haver salvação sem a devida alegria e gozo e ele quer que volte o gozo da comunhão com Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Agora, o Salmo 32 é o seu hino de louvor pelo gozo recuperado, da parte da alma que fora quebrantada e contrita. Em seu espírito “não há engano”, Sl. 32.2. Já é feliz. Sua transgressão é perdoada, seu pecado coberto, e ele pode exclamar: “Feliz é o homem a quem Jeová não atribui a iniqüidade”, que Paulo interpreta em Rom. IV como o estado de eterna justificação sem obras, mas sim mediante uma fé que opera pelo amor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Deus perdoou David no sentido de lhe restaurar o gozo da salvação e a preciosa comunhão espiritual, mas não lhe perdoou o castigo de seu pecado nesta vida. Isto estudaremos adiante. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Salomão é um caso ainda mais difícil. E’ preciso lembrar que nem poligamia, nem idolatria eram novidades em Israel. Penso que Salomão era crente genuíno. Sua oração dedicatória, quando abriu o templo que edificara, indica isto. Ele é autor de vários livros da Bíblia. Isto sem duvida não cabe a um incrédulo. O livro de Eclesiastes é uma descrição de como ele explorou a vida e confirmou no seu coração a convicção que nos devemos lembrar de Deus na mocidade, que todo o pecado, filosofia e grandezas humanas sem Deus são vaidades, e que o temor de Deus e a observância de seus mandamentos e “tudo no homem”. O velho “Pregador” que nos deu tamanha sabedoria voltou á simplicidade da fé de sua mocidade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Temos a seu respeito um salmo de David que alguns julgam ser messiânico e outros o limitam a Salomão. Ei-lo:  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Ele me chamará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação. Também o farei meu primogênito mais elevado do que os reis da terra. A minha benignidade lhe conservarei eu para sempre, e a minha aliança lhe será firme. E conservarei para sempre a sua semente, e o seu trono como os dias do céu. Se os seus filhos deixarem a minha lei, e não andarem nos meus juízos; Se profanarem os meus preceitos, e não guardarem os meus mandamentos: Então visitarei a sua transgressão com a vara, e a sua iniqüidade com açoites. Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei à minha fidelidade. Não quebrarei a minha aliança, não alterarei o que saiu dos meus lábios. Uma vez jurei pela minha santidade que não mentirei a Davi. A sua semente durará para sempre, e o seu trono, como o sol diante de mim. Era estabelecido para sempre como a lua e como uma testemunha fiel no céu”, Sl. 89.26-37. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Se estas palavras se referem apenas a David e Salomão, testificam sua eterna segurança e seu castigo pelos pecados nesta vida, porém a aliança divina e as promessas não se anulam. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas se a passagem é messiânica, então o eterno pacto é entre Deus Pai e Deus o Filho. E nós somos “a semente” do Filho que havemos de ser castigados por nossos pecados, mas nunca se desfaz a aliança e o juramento da forte consolação das promessas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há outros casos como Balaão e Saul cujo experiência é obscura, mas é provável que nunca tivessem fé genuína em Deus. Julgados pela prova de Jesus: “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos”, parece que nunca foram salvos. Balaão recebeu objetivamente as revelações divinas quase como seu burro viu o anjo na estrada. Mas nunca as aconselhou com boa vontade e afinal aconselhou ao rei pagão como atrair o povo de Deus a uma festa idolatra que lhes seria uma cilada pela fornicação que era a praxe em tais festas de idolatria. Nenhum sinal, ele deu da vida eterna. Deus pode usar até um Caifás para dar uma sentença inconsciente da verdade, João 11.49-51, sem que ele entenda o que diz ou seja filho de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Saul teve posição oficial na teocracia: logo, era canal de certas revelações divinas ao povo de Deus que governava, como eram Balaão, Caifás e Judas. Ficou um dia entre os profetas em êxtase, acompanhando a manifestação do oficio, mas nunca mostrou o caráter do oficio ou sua comunhão com Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Saul ficou “tornar-te-ás um outro homem”. I Samuel 10.6, 9. Não é a linguagem e regeneração – “Deus lhe mudou o coração em outro”. Ele foi tímido. Mas, sendo escolhido como primeiro rei de Israel, Deus o qualificou para a carreira real, dando-lhe a nobreza de porte e majestade para guiar seu povo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mas seus atos todos durante seu logo reinado, depois de bem iniciado, são soberbos, rebeldes, ousados, presunçosos e altamente incrédulos. A árvore se conhece pelo fruto. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Diz: se “Tenho-se retirado de Saul o espírito de Jeová, atormentava-o um espírito maligno da parte de Deus”, I Samuel 16.14. E’ a velha historia do livro de Jó – Satanás obtendo permissão de cirandar Jó e David e Salomão e Pedro, mas apoderando-se de Saul e Judas e Simão Mago e Demas e Jezabel. O Espírito de Deus se retirou de Saul na capacidade de guia do rei do povo de Deus na carreira oficial, não no sentido de regenerador da alma. Um crente nunca fica endemoninhado, como Saul ficou, João 10.28-29; I João 5.18 (“O Maligno não o segura”). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O desfecho de Saul na incredulidade do espiritismo primitivo é o Zenith de sua perdição. Como Judas, foi sempre um filho da perdição. Qualquer ministério oficial em que teve a assistência milagrosa do Espírito de Deus não influiu no estado particular de sua alma sempre perdida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Temos esta classe incrédula descrita em linguagem geral em II Pedro II. Tais pessoas são descritas como: “Atrevidos, obstinados, como animais sem razão, por natureza nascidos para serem presos e mortos, recebendo a paga da sua injustiça… são manchas e defeitos, regalando-se nas suas dissimulações… Eles têm olhos cheios de adultério e não cessam de pecar engodando as almas inconstantes, tendo um coração exercitado na avareza, filhos da maldição… fontes sem água, nevoas levadas por uma tempestade… escravos da corrupção… Tem-lhes sucedido o que diz o verdadeiro provérbio: Voltou o cão ao seu vomito, e: A porca levada tornou a revolver-se no lamaçal”. Claramente, na velhice de Pedro, entraram nas igrejas muitos Judas, numerosos “filhos da perdição”. Com os olhos abertos, pois “conheceram o caminho da justiça”, os tais “deixaram o caminho da justiça”. Mas não membros de igrejas, porém nunca foram regenerados, lavados pelo batismo, mas não pelo sangue de Cristo. Sua natureza não se mudou. Sempre fizeram parte integral da manda do Diabo e isto afinal se manifestou e, cansados de hipocrisia, voltaram ao lamaçal, “foram ao seu próprio lugar”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Não há nenhum caso particular que contradizer possa as promessas de Deus. A salvação de Deus é eterna. Os filhos da perdição sempre foram perdidos. Nunca foram da mesma família divina a que pertencem os salvos mediante a fé em Jesus Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em conclusão, resta defender a majestade divina dos insultos dos que rejeitam e odeiam as promessas de verdade da Nova Aliança evangélica. Não sei uma doutrina que torne mais furiosos os que confiam na carne do que esta da eterna segurança do crente. Ficam furiosos. Acumulam lógica incrédula a fim de negar, ridicularizar e derrubar o claro ensino da Palavra de Deus. E querem manchar o bom nome do Senhor com acusações contra este elemento integral e inalienável do Evangelho da graça divina em Jesus Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dizem que esta doutrina é imoral, que conduz á ociosidade. Mera lógica carnal. Jesus a pregou. Paulo a ensinou. Calvino, Knox, Spurgeon, Carey, Judson, os batismos, presbiterianos, reformados e os mais heréticos, espirituais e operosos evangélicos sempre se bateram por esta doutrina e devoção a Jesus Cristo. A acusação é falsa, ante-histórica, irracional. O mais poderoso motivo conhecido aos homens é um grande amor, compenetrado de forte gratidão. E’ este o motivo dos que são salvos pela graça. “O amor de Cristo nos constrange”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;E’ a praxe dizer: “Se eu acreditasse nisto, eu me encheria de pecado á vontade”. Tu te desmascaras. Se tua vontade está cheia de amor ao pecado, a graça de Deus não está em ti. Só deixas de pecar por medo? Mas Deus não vê o teu coração? Adulterarias, se não tivesses medo? Ele vê e diz: “Já cometeste adultério no teu coração”. Tens ódio, mas tens medo de satisfazê-lo? Ele vê o ódio e o classifica como homicídio. Eis adultero, homicida, cheio de toda a iniqüidade, se ardes no desejo de fazer tais coisas, mas não as fazes tão somente porque tens medo do inferno. Deus vê o teu coração e te julgará, não segundo as coisas vistas, mas segundo o que está escondido na fonte de vida. E’ bom examinar-te de novo para ver se não és inteiramente estranho á graça de Deus, pois ela não deixa o coração no estado que tu alegas a respeito de ti. Quem realmente deseja encher sua vida de pecado nunca foi crente. “Todo o que tem nele esta esperança purifica-se a si mesmo como ele é puro”. E’ uma terrível confissão que alguém faz alegando que se encheria de pecado se não temesse cair no inferno. Revela-se um pecador por gosto, além de ser cobarde e pusilamine, hipócrita e cinco. Faz-nos quase concordar com a exclamação: “Quem nos dera não haver nem céu nem inferno para que os homens amassem a Deus por si só”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O apostolo Paulo repudia essa velha acusação contra a doutrina do Evangelho na sua Epistola aos Romanos. Ele se horroriza contra a idéia de que a salvação eterna pela graça fosse interpretada como incentivando o crente a “permanecer no pecado”. “De modo nenhum. Nós que já morremos ao pecado como viveremos ainda neles?”. Só pode pensar assim quem ignora a realidade desta morte espiritual ao pecado na regeneração simbolizada no batismo, a que Paulo apela. Quem viver no pecado, desmente seu batismo e toda a sua profissão cristã. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Deus tem meios eficazes de combater o pecado na vida de seu povo – meios amplos de motivos humanos e de força motriz sobrenatural. Há três grandes motivos da ação humana – amor, medo e ambição. A todos Deus apela. O motivo mais puro e forte é o amor. “Porque o amor de Deus tem sido derramado em nossos corações”, Romanos 5.5. Em derramar em nós este sentimento, Deus derrama a mais poderosa influencia contra o pecado e a favor da santidade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Deus ainda apela á legítima ambição do crente. Promete galardões ao crente fiel quando Cristo voltar. “E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra”, Ap. 22.12. Somos salvos sem obras, pela graça de Deus, e galardoados no céu segundo as obras praticadas depois de salvos. Esta é uma grande doutrina bíblica, revelada nas parábolas dos talentos, das minas, do administrador fiel, em I Cor. 3, em II João, no Apocalipse, etc. seria preciso outro opúsculo para expor esta grande doutrina. O Velho Testamento salienta a recompensa da justiça nesta vida: o Novo Testamento reafirma esta doutrina em parte (modificada, naturalmente, em ambientes hostis aos crentes, numa era em que o Evangelho é novo, mas mesmo assim com a promessa de que tudo concorre para o bem dos que amam a Deus) e acrescenta com grande clareza e ênfase a revelação do galardão do crente na vida celeste. Quanto tem influído isto na vida de milhões de salvos! &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O motivo mais baixo a que se pode apelar é um motivo justo e há fatos que inspiram pavor ao próprio crente. Como o fugitivo Jonas, nós testemunhamos: “Temo a Jeová, Deus do céu que fez o mar e a terra”. O medo de Jonas bem podia recear castigo muito mais próximo do que o de inferno. Uma das funções da tristeza nesta vida é disciplinar o espírito, purificar a conduta. Moralizar o pensamento. Deus dá tristeza para este fim, ás vezes, e mesmo sem providenciar toda a tristeza como castigo, faz que muitas de nossas dores inocentes operem em nós a espiritualidade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A passagem mais forte de toda a Bíblia, no ensino desta doutrina, é: “Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, Mas uma certa expectação horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça? Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.”, Hb. 10.26-31. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Sobre esta passagem devemos dizer:  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Incontestavelmente trata dos crentes genuínos. Esta pessoa foi “santificada com o sangue da aliança”. Trata de um juízo retribuitivo nesta vida do povo do Senhor, pois se conhece como declaração: “O Senhor julgará ao seu povo – não se trata de estranhos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A linguagem, embora indignada, forte e altamente figurada, não chega a indicar a perdição dos castigados. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Pode haver duvida na mente de alguém se há nesta vida “mais severo castigo” do que a morte. Na minha não há. Fiquei á beira de um sepulcro aberto em que se ia baixar um caixão. Eram os restos mortais de um homem de bem cuja viúva chorava silenciosamente sua perda. Uma outra senhora se aproximou dela e abraçou-a, dizendo em voz tremula: “Há dores vivas que são mais agudas do que as mortas”. Ela era esposa de um marido bêbado que arrastava os filhos para o mesmo destino. Há mil castigos na vida que são piores do que a morte. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A fase “já não resta mais sacrifico pelos pecados”, está num contexto que repetidas vezes afirma a suficiência do sacrifício de Cristo. A idéia é que o castigo é nesta vida, mas não envolve outro sacrifício justificador nem anula para o castigado o valor da aliança que ele desprezou pelo pecado voluntario. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há pessoas que negam a possibilidade de pecado voluntario na vida do crente. E’ uma psicologia estranha e pouco conhecedora da vida humana. Deus mandou Jonas partir para o Oriente Ele não quis. Embarcou para o Ocidente longínquo, indo para a maior distancia possível em rumo oposto ao que Deus mandou. Foi pecado voluntario contra a luz do “pleno conhecimento” de Deus. O castigo foi terrível. Não foi pecado de ignorância, cujo castigo seja leve, nem pecado de fraqueza, cujo castigo Deus ás vezes omite (como no caso de Pedro negar a Cristo). Pecou propositadamente com pleno conhecimento do dever. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; David assim pecou no seu adultério com Bate-Seba, Abraão na sua mentira sobre Sara ser sua irmã, Jacob nas suas artimanhas tão manhosas e tão amargamente retribuídas no seu exílio de 21 anos, Acã no seu roubo sacrílego, Uzias em sua presunção em assumir funções sacerdotais que não lhe cabiam, Geazi, o servo de Elias, em sua cobiçosa mentira pela qual ficou leproso o resto da vida, e inúmeros outros casos. Inúmeros crentes deliberadamente não vivem á luz de seu conhecimento da verdade. Não se batismo. Querem agradar aos homens embora desagradem a Deus. Não dão o dizimo. Não pagam os impostos ao governo com honradez e veracidade cristã. Não cumprem com os deveres que bem compreendem ser obrigatórios na sua vida. O caso que vem logo antes desta exortação é de crentes que abandonaram o habito de assistir aos cultos da igreja a que pertenciam. E’ um pecado que traz terríveis conseqüências sobre quem voluntariamente o cometer e sobre seus domésticos e vizinhos. Bem pediu o salmista: “Também de pecados de presunção guarda ao teu servo… e ficarei livre de grande transgressão”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode ser crente “adversário” de Deus? Pedro se fez adversário de Jesus, Mat. 16.22, e de Deus o Revelador, Atos 10.14. Jonas opôs se fortemente á evangelização de Nínive. A própria mãe de Jesus chegou a julgá-lo doido e querer retira-lo de sua carreira. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As frases citadas do Velho Testamento são instrutivas no caso. Moisés no seu ultimo cântico a Israel declara: “Minha é a vingança e a recompensa” – apelando ás duas doutrinas, castigo e galardão, medo e galardão, medo e ambição de recompensa. Vem de David a fase: “cair nas mãos do Deus vivo”. Ele pecou na presunção de um recenseamento orgulhoso do povo sem consultar a Deus. Gastou nove meses nesta vaidade e então percebeu seu erro e exclamou: “Muito pequei no que fiz… procedi muito nesciamente”. Gade, o profeta, foi enviado com três alvitres como castigo: sete anos de fome, três meses fugindo diante dos inimigos, ou três dias de peste. “Vai, e dize a Davi: Assim diz o SENHOR: Três coisas te ofereço. porém caiamos nas mãos do SENHOR, porque muitas são as suas misericórdias; mas nas mãos dos homens não caia eu”, II Samuel 24.12-14. “Então enviou Jeová a peste a Israel… e morreram do povo… setenta mil homens”. O contexto revela que não foram estas 70.000 almas castigadas na inocência por causa do pecado de seu rei, mas que já o cálice de sua iniqüidade pedia de Deus um castigo nacional para o monarca e o povo, II Sam. 24.11. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Grande crente era David para exclamar: “caiamos nas mãos de Jeová”. E o Novo Testamento, admoestando a crentes que pecam deliberadamente, exclama: “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo”. Nas suas mãos caímos todos nós quando pecamos voluntariamente e somos castigados pela nossa presunção. Quem pois, será capaz de imaginar que o crente pecaria com impunidade por causa da sua segurança jurídica na eterna salvação que Deus lhe deu? “Não há mais sacrifício”. Não surge a necessidade de mais sacrifício, outra justificação, outra regeneração. A salvação permanece eterna. Mas Deus reage contra o presunçoso cristão que ousa tornar-se adversário da vontade divina e o castiga severamente por causa da deliberada perversidade de seu pecado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Pensemos no caso de Eli. Pessoalmente, um homem piedoso, porém um pai mole, que tolerava nos filhos a impiedade. Deus o repreendeu, e enviou-lhe o jovem Samuel a preveni-lo do castigo. Não mudou seu modo de agir. Ainda tolerou a irreverência e malvadez dos filhos sem corrigidos. Pois bem. Vede como é “horrenda coisa cair nas mãos do Deus vivo”. Esta é a sentença divina: “Eis que vêm dias em que eu cortarei o teu braço da casa de teu pai, de sorte que não haja ancião em tua casa… verás o aperto na minha habitação; e nunca haverá um ancião em tua casa. o homem da tua linhagem a quem eu não cortar do meu altar, será poupado para que os teus olhos se consumam, e a tua alma se entristeça; todos os descendentes da tua casa morrerão na flor da idade. Será para ti por sinal o que sobrevirá a teus dois filhos… no mesmo dia morrerão ambos”. Ainda acrescentou que cada descendente de Eli seria um mendigo. A arca caiu nas mãos dos filisteus. Israel dói derrotado. Nasceu um neto de Eli e recebeu o nome Icabode (“De-Israel-foi-se-a-gloria”) e Eli caiu do seu assento e quebrou o pescoço ao ouvir as novas pavorosas do campo de batalha. Ele foi bom e foi para p céu, mas sua tolerância para com a iniqüidade da sua família trouxe tristeza, vergonha e pesado castigo tanto a ele como á família. Moisés, Ananias, Safira e Uzá morreram no castigo de pecados contra o conhecimento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Um ardor de fogo” que é “uma certa expectação do juízo” aguarda todo o crente que peca contra a luz, voluntariamente. Não é o fogo do inferno. E’ o fogo que prova o ouro precioso e o separa da escoria. Ficamos no crisol da providencia de Deus. Separa-se o genuíno e o que não tem valor. Somos cirandados pelo Diabo. Deus conserva seu trigo. O diabo afasta a palha. O Pai corrige o filho. Perdura a filiação e expelem-se as faltas e as desobediências. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Paulo explica este juízo nesta vida: “Aquele que come e bebe, come e bebe para si juízo, se não discernir o corpo do Senhor. Por esta razão há entre os muitos fracos e adoentados e não poucos dormem. Se, porém, bem julgássemos a nós mesmos, não seriamos julgados; mas, sendo julgados pelo Senhor, somos corrigidos para não sermos condenados com o mundo”, I Cor. 11.29-32. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “Filho meu, não menosprezes a correção do Senhor, nem te desanimes quando por ele és repreendido; pois o Senhor castiga ao que ama a acoita a todo o filho que recebe. E’ para disciplina que sofreis (Deus vos trata como filhos)”, Hebreus 12.5-7. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Pois, é assim é castigado o pecado do crentes nesta vida. Temível disciplina. Ninguém que a experimenta jamais julgará que nossa eterna salvação nos dê imunidade de pecar. Antes vem sobre nós pressurosamente o castigo do pecado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Terminamos, tendo apenas abordado esta magna doutrina. A Bíblia está cheia de seu ensino. Ela honra a Cristo, glorifica ao Pai, traz nos inesgotáveis depósitos de poder divino para orientar e purificar a vida humana, admoesta a consciência e enche o espírito do salvo com certeza, confiança inabalável e todos os impulsos de santidade. Esta tem sido uma doutrina negligenciada entre os evangélicos do Brasil. Pregue mola, e Deus abençoará a nossa fé nas suas promessas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Digitação: Sabryna Santos 02/2009 &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Casa Publicadora Baptista, Rio de Janeiro, 1937.      &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;em&gt; Autor: Dr William Carey Taylor&lt;/em&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2010/01/salvacao-do-crente-e-eterna.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-4929637120384684895</guid><pubDate>Thu, 03 Dec 2009 19:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-03T11:22:55.783-08:00</atom:updated><title>Comunidade Fitness</title><description>&lt;div style=&quot;border: 1px solid rgb(255, 255, 255); width: 400px; background-color: rgb(255, 255, 255); font-family: Arial; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;padding: 2px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.comunidadefitness.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;layout=blog&amp;amp;id=38&amp;amp;Itemid=64&quot; style=&quot;font-size: 21px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Notícias&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.comunidadefitness.com.br/index.php?option=com_adsmanager&amp;amp;page=show_category&amp;amp;catid=2&amp;amp;order=0&amp;amp;expand=0&amp;amp;Itemid=27&quot; style=&quot;font-size: 20px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot;&gt;Acessórios&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.comunidadefitness.com.br/index.php?option=com_seyret&amp;amp;Itemid=93&quot; style=&quot;font-size: 21px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot;&gt;Vídeos&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.comunidadefitness.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=section&amp;amp;id=8&amp;amp;Itemid=97&quot; style=&quot;font-size: 20px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot;&gt;Centenas de receitas&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.comunidadefitness.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=507:conheca-as-11-dietas-mais-eficazes&amp;amp;catid=36:dieta&amp;amp;Itemid=62&quot; style=&quot;font-size: 20px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot;&gt;Dietas eficazes&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.comunidadefitness.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=36:dieta&amp;amp;layout=blog&amp;amp;Itemid=62&quot; style=&quot;font-size: 18px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot;&gt;Dietas&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;  &lt;a href=&quot;http://www.comunidadefitness.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=478:dieta-de-1000-calorias&amp;amp;catid=36:dieta&amp;amp;Itemid=62&quot; style=&quot;font-size: 13px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot;&gt;Dieta 1000 calorias&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; 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LIVRO  DOS  SALMOS &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Introdução do livro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Autores do livro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  O livro dos Salmos não foi escrito de uma vez só nem por um autor só. Observe os autores dos Salmos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Davi escreveu, 73. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Asafe escreveu, 12 (50, 73, 74, 75, 76, 77, 78, 79, 80, 81, 82, 83). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os filhos de Core escreveram, 11 (42, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 84, 85, 87, 88). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salomão escreveu, 2 (72, 127). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Hemã escreveu, 1 (88). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Etã escreveu, 1 (89). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Moisés escreveu, 1 (90). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Anônimos, 49. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Asafe, Hemã e Jedutum eram os dirigentes sobre os cantores da época de Davi. I Crônicas 25. Core, neto de Cora, com seus filhos eram os guardas do tabernáculo da época de Davi. Guarda é carregador. I Crônicas 19:19. Etã era um músico da época de Davi. I Crônicas 25:19. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Data do livro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os Salmos foram ajuntados durante mil anos. 1400-444 a.C. Moisés a Esdras. Deve ser que foi Esdras que fez a compilação e organização dos Salmos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Apesar do fato que os Salmos foram escritos durante mil anos, e por autores de culturas, experiências e fundos diferentes, o livro tem uma união e harmonia maravilhosas. Esta união e harmonia somente podem ser explicadas pela inspiração divina. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Nome do livro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salmo é uma palavra grega (provavelmente vem da Septuaginta) que significa “Cânticos tocados nos instrumentos de corda”. Saltério vem da mesma palavra e é um tipo de harpa. O nome “Salmos” fala da coleção toda de salmos que estão neste livro. Em hebraico este livro é chamado o livro de orações ou o livro de louvor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Houve uma polêmica na idade média sobre a música na igreja. A questão foi: a música da igreja deve ser somente dos salmos? A outra música serve também? Imagine como seria a sua reação com a música que a maioria das igrejas tem agora hoje em dia? &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Devemos fazer uma observação sobre a música. A música deve louvar o Senhor Deus e não o músico nem o cantor. A música deve chamar a atenção para o nosso Salvador e não a nós. A música deve ser de acordo com a Palavra de Deus e não só ter som bonito e agradável aos ouvintes. Muita música cantada na igreja hoje em dia é mundana, sentimental, emocional, errada e herética. Mas tem som que agrada o mundo. Uma igreja deve deixar alguém cantar nos cultos que não pode pregar no púlpito? Salmo 47:7. É melhor louvar o Senhor que nos tirou da sujeira do pecado com a verdade e ordem da Palavra de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Esboço do livro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 1. Este livro é cinco livros em um livro. Note o seguinte. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Primeiro - Salmos 1-41. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Segundo - Salmos 42-72. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Terceiro - Salmos 73-89.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Quarto - Salmos 90-106. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Quinto - Salmos 107-150. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Cada um dos livros tem introdução e doxologia, quais são o primeiro e o último salmo de cada livro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O livro todo também tem introdução e doxologia, quais são Salmo 1 e Salmo 150.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Todos os Salmos têm títulos menos do que 38, e estes são chamados os Salmos “órfãos”. Alias os Salmos órfãos podem ser do salmo (ou salmos) anterior. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 2. O Pentateuco e os Salmos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  O Pentateuco são os cinco livros da lei de Deus. Os Salmos são os cinco livros de réplicas do coração à lei de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 3. Classificações dos Salmos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Os Salmos podem ser classificados em grupos de Salmos que têm o mesmo assunto ou caráter. Veja o seguinte. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salmos da Natureza. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salmos de Caráter. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Salmos de Arrependimento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Salmos sobre a Palavra de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Salmos de Adoração. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Salmos sobre o Sofrimento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Salmos de Segurança. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Salmos de Louvor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Salmos Messiâncios. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; OS  SALMOS  ESTUDADOS  SEGUNDO  AS  SUAS  CLASSIFICAÇÕES. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 1. Os Salmos dos Degraus. 120-134. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  É um grupo de Salmos que tem este título; Salmos de Degraus. Porque eles têm este nome? Há várias opiniões. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Cânticos cantados numa tonalidade mais alta &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Cânticos cantados na subida da Arca da Aliança ao Monte Sião. I Crônicas 13. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. Cânticos cantados no lugar mais alto do Templo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. Um deles foi cantado em cada degrau subindo ao Templo para adorar Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. Fala da volta do relógio do sol nos dias de Ezequias indicando que Deus deu mais 15 anos de vida a ele. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; F. Cânticos cantados pelos judeus nas suas viagens ao Templo em Jerusalém. É esta que faz mais sentido. Porque? Observe. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A cidade de Jerusalém ficou nas montanhas da Judéia. Jerusalém por isso ficou mais alto do que a terra ao seu redor. Êxodo 34:24. I Reis 12:27. Observe também o Salmo 122 todo, mas em particular o v. 4. Então, quando o povo de Israel viajou a Jerusalém para observar as festas eles cantaram estes salmos subindo ao templo em Jerusalém. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 2. Os Salmos Imprecatórios. 35, 58, 59, 69, 83, 109, 137. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Imprecatório significa; “imprecar, amaldiçoar, desejar castigar alguém, rogar pela praga contra alguém”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Muitos têm problema com isso, até isso causa muitas pessoas não aceitar a Bíblia como sendo a Palavra inspirada de Deus. Observe alguns versículos que falam deste jeito. 5:10, 6:10, 28:4, 55:15, 58:6, 140:9-10, 149:7-9. Observe também alguns versículos no Novo Testamento. II Timóteo 4:14. Gálatas 1:8-9. Observe as objeções dadas aos versículos imprecatórios. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. É contrário aos sentimentos mais elevados da natureza humana como compaixão e amor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. É contrário aos preceitos da religião como diz em Mateus 5:45. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. É contrário ao ensino do Novo Testamento que diz amar ao inimigo e perdoar às suas injúrias. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. São discordantes com a profissão dos salmistas que dizem que têm confiança zelosa em Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Explicação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Não é o perverso pedindo mal contra o bom, cuja bondade o condena. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Não é o homem ambicioso querendo eliminar o competidor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. Não tem nada a ver com inveja, rancor nem coisa semelhante. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. Não é contra homens quaisquer, mas contra os malfeitores. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. Não é vingança pessoal, mas é o pedido a favor da vingança e justiça divinas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; F. Além de tudo isso, há coisa que deve ser castigada. Muita gente não quer admitir que o mesmo Deus que ama também castiga, o mesmo Deus que abençoa também amaldiçoa. Existe o castigo de Deus porque Deus é justo e tem que castigar o pecado e o pecador. Salmo 137:8-9. Mateus 25:41, 26:24. Apocalipse 18:2 e 6, 20:10-15. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 3. Os Salmos das Aleluias. 111-118, 146-150. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Na época do Velho Testamento os Salmos das aleluias (111-118) foram cantados em duas vozes. Os cânticos e a música fizeram uma parte muito importante na adoração dessa época. Deve ser para nós também. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Vamos pensar nos cinco últimos Salmos. 146-150. Note que cada um deles começa com “Louvai ao Senhor” e termina com “Louvai ao Senhor”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salmo 146. Deus sempre é digno de confiança. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Louva ao Senhor enquanto ainda estamos na terra. v. 2. Devemos louvar ao Senhor tanto no tempo ruim quanto no tempo bom. Pense nos perseguidos dos dias passados. Louvai ao Senhor constantemente por sua graça a nós. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Confia no Senhor e não nos homens que falham e morrem. v. 3-4. Confiar no homem para suprir as nossas necessidades (físicas e espirituais) é como o cego que guia outro cego. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. A evidência porque devemos confiar em Deus. v. 5-10. Deus tem poder para fazer que achamos o impossível. A palavra, “Jeová” (O Senhor), é falado cinco vezes nos v. 7-9. Isto mostra que tudo isso está feito pelo Deus onipotente e soberano. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salmo 147. Louvai ao Senhor como o edificador e o feitor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Deus é o edificador e feitor das coisas espirituais. v. 2. Ele edificou e fez o templo em Jerusalém. Agora é o edificador e feitor da igreja do Novo Testamento. Louvai ao Senhor porque mostrou misericórdia e graça aos pecadores eleitos deste mundo sem Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Deus não é só o edificador e feitor, mas também é o que sara. v. 3. Ele sara os quebrantados de coração. Ele pode atar as feridas espirituais todas. Ele é o grande médico. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. Deus tem prazer naqueles que tem características divinas e agradáveis a ele. v. 11. Tem prazer nos nascidos de novo que são tementes a ele e que tem confiança nele. Tememos porque somos pecadores e por isso esperamos na sua misericórdia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. Deus manda a sua Palavra como manda o vento. O vento é o Espírito Santo. O Espírito Santo sopra a Palavra sobre os corações congelados e os pecadores tornam-se crentes em Cristo. v. 18. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. Deus escolheu Israel para ser a sua nação eleita. Não fez assim com nenhuma outra nação (Israel). v. 20. Deus abençoou Israel e deixou as outras nações na ignorância. É assim também que Deus fez com os seus eleitos. Ele nos amou e chamou pela graça para ser a sua nação santa e deixou as outras pessoas na ignorância ainda. A graça maravilhosa de Deus deve fazer os eleitos cantar, “Louvai ao Senhor”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salmo 148. Chamar o universo todo para louvar ao Senhor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O salmo começa o louvar a Deus lá no céu e depois passa para todos os outros domínios da criação. Assim tem que ser, porque Deus é eterno, soberano e imutável em todo lugar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salmo 149. O povo de Deus canta ao Senhor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. O cântico novo na congregação dos santos. v. 1. Cantamos louvores ao Senhor na congregação dos salvos. Nosso Deus merece. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Regozijamos no nosso rei, não nos seus presentes, mas nele mesmo. v. 2. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. Louvar ao Senhor com a boca, e lutar contra o mal. v. 6. Cantar com a boca e lutar com a mão. É bem prático. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. Nosso louvor é ao Senhor e nossa arma é a Palavra de Deus. Em toda maneira e condição a Palavra corta mortalmente o mal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. Os santos participarão nas vitórias do seu rei. v. 9. “Esta será a glória de todos os santos”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salmo 150. Doxologia – uma última grande aleluia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;   A palavra “louvai” é falada em todos os versículos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Onde louvamos ao Senhor? v.1. No santuário, o lugar santo do tabernáculo e do templo. Agora louvamos Deus na igreja do Senhor Jesus Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Porque louvamos o Senhor? v. 2. Por causa dos seus atos. (criação, providência, salvação). Por causa da excelência da sua grandeza. Deus é o Altíssimo Senhor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. Com que louvamos ao Senhor? v. 3-6. Com todo tipo de instrumento e tudo quanto tem fôlego. Éramos os instrumentos mortos e entregues ao diabo. Agora somos os instrumentos vivos de Deus. O saltério termina com os santos louvando ao Senhor. Vamos também “Louvai ao Senhor”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 4. Os Salmos de Caráter. 1, 15, 24, 50, 75, 82, 101, 112, 127,128, 131, 133. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os Salmos que nos ensinam como é que fica o caráter do povo que agrada Deus. O caráter do salvo é importante? Clara que sim. Estes salmos descrevem o caráter do homem que agrada Deus. Vamos estudar o Salmo 1 ajuntando algumas coisas boas dos outros salmos de caráter também. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salmo 1. A vida reta e justa perante Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Este homem tem cuidado em escolher os seus companheiros. v. 1. Observe. Ele não aceita o conselho dos ímpios. Porque os ímpios têm uma idéia de vida pervertida. Ele não segue a vida do pecador. Porque ele anda no caminho errado. Ele está indiferente ao escarnecedor (zombador). A conversa dele tem que deixar para lá e escutar o Senhor. Ele deseja a companhia dos que temem a Deus. Porque as más conversações (companhias) corrompem os bons costumes. I Coríntios 15:33. Veja também Salmo 15:4. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Tudo isso significa que é homem de princípios, firmeza e caráter. Salmo 15:4-5. Este homem não pode ser tentado nem subornado para deixar as coisas de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. O prazer deste homem é meditar na Palavra de Deus. v. 2. Note a comparação entre o que faz e o que não faz. (v. 1 e 2). A sua mente e o seu coração estão dedicados a Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. O resultado da vida que agrada Deus. v. 3. Firmeza – Como a árvore plantada à beira do rio, fica firme. O mundo muda constantemente, mas o fiel fica firme. Provisão Inesgotável – Como a árvore plantada à beira do rio a sua força fica constante. Porque a água não falta. O fiel tem a água da vida (a Palavra) sempre ao seu redor para dar a força espiritual. Fertilidade – Como a árvore plantada à beira do rio sempre dá fruto porque tem água suficiente, o fiel sempre dá fruto também por causa da Palavra. É inevitável. Beleza - Como a árvore plantada à beira do rio sempre dá fruto porque tem água suficiente, o fiel é belo na sua vida por causa da Palavra. Poder – Para completar o que começa fazer. A Palavra de Deus e Deus mesmo dá o poder para completar, concluir e continuar o que começou. Este poder vem do Senhor. Jeremias 17:7-8. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. Os ímpios não são assim. v. 4-6. Moinha – Eles são sem valor e substância. São instáveis e sempre insatisfeitos. Condenados – Eles serão julgados e condenados por causa da sua infidelidade. Deus conhece a diferença – Entre os dois, os salvos e os perdidos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; F. Conclusão. Sinceridade e Santidade. Salmo 24:4. Sinceridade – A pureza de motivo. A diferença entre sinceridade e hipocrisia. Salmo 15:2. Santidade – Sinceridade no coração produz santidade na vida. Salmo 15:2. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 5. O Salmo de Moisés. 90. A Brevidade da Vida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  A oração de Moisés escrita no deserto da Arábia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. A eternidade de Deus contrastada com a brevidade da vida humana. v. 1-6. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. A razão da brevidade da vida humana – a ira de Deus por causa do pecado humano. v. 7-11. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. Oração pelo perdão divino – é só que podemos fazer. Deus é misericordioso. v. 12-17. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. Observação. Note os vários nomes de Deus neste salmo. Adonai – Significa mestre e dono. v. 1. Quando estamos sofrendo a correção ou a aflição de Deus (como eles no deserto) o melhor que podemos fazer é correr para Deus que é nosso refúgio. Eloim – O Deus supremo triúno. v. 2. Deus triúno, o todo supremo e soberano tem direito para fazer com os seus a sua vontade. Jeová – O auto-existente Deus. v. 13. Deus sempre existe para nós. Enquanto estamos morrendo, ele é a nossa única esperança. Jeová nosso Eloim – O auto-existente Deus triúno. v. 17. Só ele pode confirmar (estabelecer) as nossas obras. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 6. Os Salmos de Adoração. 26, 73, 84, 100, 116, 122. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Estes salmos são ricos do ensinamento bíblico pela razão porque os autores assistiram os cultos de adoração. O mundo moderno não gostaria da ambiente mortífera (derramar de muito sangue) do templo, como também agora o mundo não gosta da história da cruz sangrenta de Jesus Cristo. Porque para o mundo a pregação do Evangelho é uma loucura. Mas, para o judeu o lugar mais precioso era o templo. Para o crente assistir a pregação da cruz é a coisa mais preciosa da sua vida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. O Salmista gostou de ir ao templo para ter comunhão com Deus. Ele queria gastar a vida toda na casa de Deus. Salmo 27:4. Desejou com um entusiasmo grande estar na casa do Senhor. Salmo 84:2. Achou que um dia na casa de Deus valeu mais do que mil dias em outro lugar. Salmo 84:10. Achou que a posição mais baixa na casa de Deus era melhor do que a glória e prazer dos ímpios. Salmo 84:10. Regozijou quando foi convidado ir à casa do Senhor. Salmo 122:1. Qual é o problema como os crentes que faltam os cultos sem problema? &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Na casa de Deus temos comunhão com os outros adoradores. Adoração pública oferece mais do que somente a adoração particular de cada pessoa. O salmista odiou a congregação dos malfeitores e nem quis ajuntar-se com eles. Salmo 26:5. Mas teve prazer de estar na congregação dos verdadeiros adoradores do Senhor. Salmo 26:12. Aquele que ama o Senhor Deus busca a comunhão dos amados do Senhor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. Alguns dos problemas maiores da vida são resolvidos na casa de Deus. Exemplo dessa verdade é o Salmo 73:1-3. Observe algumas perguntas que o salmista teve sem respostas até chegou na casa de Deus. Porque os ímpios prosperam? v. 3. Parece que a morte para eles seja mais fácil. v. 4. Porque muitas vezes os ímpios têm poucos problemas na vida? v. 5. Parece que eles tenham mais bênçãos na vida do que o justo. v. 7. Isso é apesar do fato que ele são insolentes. v. 8-9. Mas o salmista teve uma vida difícil. v. 14. O salmista não conseguiu entender estas coisas. v. 16. Até que entrou na casa de Deus para ouvir a Sua Palavra. v. 17. Na casa de Deus ele entendeu o fim deles. A verdade é que nós (os salvos) temos a porção melhor e a vida eterna e um lar no céu. v. 23-28. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. Achamos repouso, refrigério, fortaleza, gozo e alegria na casa de Deus. Salmo 84:5. Os caminhos aplanados falam do caminho que vai à casa de Deus. O salvo ama até o caminho que leva à casa de Deus. Porque? Lá achamos a alegria que não achamos no mundo. Salmo 84:6-7. Andamos no mundo onde ficamos cheios de lamentação e tristeza. Baca é um vale na Palestina, a palavra significa chorar ou lamentar. Mas, na casa de Deus achamos paz, alegria, gozo, fortaleza, repouso e refrigério. Estar na casa do Senhor ajuda o crente agüentar o mundo cheio de tristeza. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. Vamos à casa de Deus para louvar aquele que nos ama. Salmo 100. Note v. 3. Nós somos as ovelhas do Senhor porque Deus nos fez as suas ovelhas. Ele nos escolheu, chamou, salvou e nos deu a paz que excede todo o entendimento. É grande motivo para louvar ao Senhor nosso maravilhoso Salvador. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; F. Vamos à casa de Deus para dar testemunho aos outros da sua graça. Salmo 116:13-14. O cálice fala da abundância da graça de Deus na salvação. “Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça”. Romanos 5:20. O melhor lugar para dar testemunho da nossa gratidão pela sua graça maravilhosa está na casa de Deus. Leia Salmo 122. Que prazer a casa de Deus nos dá. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 7. Os Salmos de Arrependimento. 6, 25, 32, 38, 39, 40, 51, 102, 130. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Introdução. Estes salmos têm a doutrina básica da depravação humana. Veja alguns versículos. 14:1-3, 53:3, 130:3, 143:2. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Salmo 51 – A lamentação do verdadeiramente arrependido. Este salmo foi escrito depois que o profeta Natã entregou para Davi a sua mensagem mostrando o pecado de Davi com Bate-seba. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Davi descreve o pecado dele claramente assim. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Transgressão – v. 1, 3. Que é rebelião contra a vontade de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Iniqüidade – v. 2, 5 . Que é perversidade e maldade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. Pecado – v. 2, 3, 5. Que é não acertar o alvo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. Pecado suja ou polui – v. 2, 7. Por isso ele pediu purificação. O perdido nem pensa nisso. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. O seu pecado sempre estava diante dele – v. 3. Este é o arrependido verdadeiramente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; F. Pecado é contra Deus – v. 4. Antes de tudo e de todos o pecado é contra Deus. Somente o regenerado conhece esta verdade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; G. Depravação total – v. 5. Pecador é depravado pela sua natureza. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; H. Pecado tira a comunhão com Deus – v. 11. O salvo tem que confessar os seus pecado a Deus e Deus é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda a injustiça. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; I. Pecado tira a alegria da salvação do crente – v. 12. Nós sabemos disso. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; J. Pecado fecha a boca do testemunho do salvo por Cristo – v. 13-15. Tira a nossa vontade para testemunhar (evangelizar) os outros. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; K. Pecado faz mal com os outros ao nosso redor – v. 14. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O caminho de voltar à comunhão com Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Não pelas obras da lei – v. 16. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. É um coração quebrantado por causa do pecado – v. 17. O coração quebrantado significa um coração contrito, arrependido, quebrado em pedaços por causa do pecado cometido. Nesta situação a única coisa quebrada que ainda presta, é o coração quebrantado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. De onde vem o perdão é Deus – v. 6-10. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Conclusão. O salmo 32 dá o gozo do homem perdoado e restaurado por Deus. Davi escreveu este salmo depois que foi perdoado e restaurado a Deus por causa do seu pecado que fez com Bate-seba. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 8. Os Salmos acerca da Palavra de Deus. 19:7-14, 119. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Duas características do Salmo 119. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. É o capítulo mais cumprido da Bíblia. Mostra a grande importância que a Bíblia tem nas nossas vidas. Salmo 119 está bem no meio da Bíblia e isso mostra o lugar central que a Bíblia deve ter entre nós. A Bíblia deve está bem no meio da nossa doutrina e das nossas vidas. Mostra também o amor que devemos ter por ela. O salmista amou e meditou nela continuamente. 119:97. Folgou com ela como alguém que acha um grande tesouro. 119:162. Achou mais doce do que o mel na boca. 119:103. Ficou ansioso para a hora chegar de pensar nela. 119:148. A palavra de Deus era os seus conselheiros. 119:24. Não ficou envergonhado da palavra de Deus. 119:46. Ficou triste porque o povo não a escutou nem a obedeceu. 119:136. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. É salmo alfabético ou acróstico (arranjo alfabético ou acróstico). Este salmo não tem nome nem título, mas não precisa porque é óbvio o seu assunto. Distingue-se na largueza do seu pensamento, na profundeza do seu propósito e na altura do seu fervor acerca da palavra de Deus. Este salmo tem um arranjo segundo o alfabeto hebraico. O alfabeto hebraico tem 22 letras. Cada letra é a cabeça de uma seção de oito versículos. Cada versículo de cada seção começa com a letra da sua própria cabeça correspondente na língua original. Não podemos ver essa parte porque ficou perdida por causa da tradução de uma língua para outra. Pode ver estas seções na Bíblia: 22 seções de oito versículos. Note as letras do alfabeto hebraico na sua Bíblia: álef, bet, guímel, dálet, he, vav, záin, het, tet, iôd, cáf, lámed, mem, nun, sámech, aín, pe, tsádi, cof, reich, shin, tav. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Porque está escrito assim? Há razão? Com certeza há. Deus inspirou este salmo desse jeito para nos ensinar alguma coisa ou coisas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. É a maneira certa de ensinar a criança o alfabeto? Na escola dominical ou em casa? Ó que maneira boa para ensinar os filhos a Bíblia e o alfabeto. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Tudo que falamos deve estar cheio da palavra de Deus. Palavras são feitas de letras do alfabeto. É uma conversa repleta da palavra do Senhor. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. Cristo é o alfa e ômega de toda a ciência e verdade. Ele é o princípio e o fim da verdade e tudo que fica no meio. Ele é a palavra de Deus, este é o Seu nome. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. Jesus Cristo é tudo que todas letras e palavras de todos os alfabetos podem expressar e muito mais. Ele é a palavra de Deus (o Verbo). &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. Jesus Cristo é o princípio e o fim de todo conhecimento verdadeiro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; F. A palavra de Deus é nosso conhecimento e sabedoria perfeitos e completos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; G. Deus não é de confusão. Ele é de ordem e de um arranjo perfeito. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Algumas características da palavra de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. É fiel e verdadeira eternamente. 119:89. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. A sua profundeza está sem limite. 119:96. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. O seu conteúdo é só verdade. 119:160. Portanto, é a regra absoluta. 19:9. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. É fiel. 19:7. Não é relativo nem variável. Portanto, faz sábio o ignorante. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. É pura. 119:140. Foi testada, provada e achada pura. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; F. É perfeita. 19:7. Sempre cumpre o seu propósito de refrigerar a alma. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; G. É justamente o contrário à sabedoria humana. 19:8-9. Leva o homem para a pureza e desejar fazer o melhor. A sabedoria humana não faz isso. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A obra da palavra de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Guiar o homem nesta vida. 119:105. É a voz da experiência para o jovem que a falta. 119:9. Para os mais velhos é o guia da vida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Dá conforto e encorajamento no tempo da aflição. 119:50. O homem sem a promessa, segurança, certeza e confiança da palavra de Deus, na aflição fica oprimido. Dá coragem quando lemos sobre os santos antigos no meio da dificuldade. 119:132. Muitas vezes a aflição é a maneira de descobrir o que está faltando na vida. 119:67, 71. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. A sabedoria verdadeira é dada pela palavra de Deus mais do que pela sabedoria humana toda. 119:98-99, 104. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Poder para seguir a palavra de Deus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Precisamos da sabedoria da palavra de Deus. Mas, precisamos também o poder para seguir a palavra de Deus. 119:176. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Estamos inclinados para nos desgarrar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. Deus tem que nos buscar ou não há esperança. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. Somente a sabedoria da palavra de Deus pode nos iluminar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. Podemos nos desgarrar, mas Deus não nos deixa esquecer a Sua palavra. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. Somente um andar fiel (119:11) com Deus através da comunhão da palavra de Deus dá o conhecimento da presença do pecado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; 9. Os Salmos Messiânicos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O versículo certo para este estudo é Lucas 24:44. Salmo 40:4-6 está apresentado o sacrifício de Jesus Cristo. Hebreus 10:1-7 explica esta passagem. Os sacrifícios do Velho Testamento não tiraram o pecado, só Cristo faz isso. Os sacrifícios do Velho Testamento eram simbólicos do Cordeiro de Deus que tira o pecado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A necessidade que o homem tem do Salvador. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os salmos ensinam a mesma verdade que Paulo depois ensinou (Romanos 3:4-18). O homem pecador precisa do Salvador Jesus Cristo. Salmos 5:9, 10:7, 14:1-3, 36:1, 51:4-6, 149:3. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A vida e o sofrimento do Salvador nos salmos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A. Os magos chegaram para ver o Salvador em Belém. 72:9-10. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; B. O zelo do Messias no templo. 69:9. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; C. O Messias não foi aceito pela família. 69:8. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; D. As crianças cantaram “hosana” ao Salvador na Sua entrada triunfal. 8:2, 118:26. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; E. A rejeição do Messias por Israel. 118:22. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; F. O sofrimento do Messias no Jardim de Getsêmani. 69:1-4. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; G. O traidor do Salvador. 41:9. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; H. Israel abandonado temporariamente pelo Messias. 69:25 com Mateus 23:38. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; I. Jesus citou Salmo 22 na instituição da ceia. Mateus 26:24. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; J. Cantaram um hino depois da ceia. 22:22 com Hebreus 2:12. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; K. O ódio do povo à crucificação de Jesus Cristo. 2:1-3. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; L. As circunstâncias do julgamento do Messias à crucificação. Falsos testemunhos – 27:12. A vergonha e escárnio – 69:19. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; M. Os pés e as mãos traspassados. 22:16. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; N. Lançaram sortes sobre a roupa do Salvador à crucificação. 22:18. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O. Zombaram o Salvador à crucificação. 22:8. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; P. O Messias citou Salmo 22:1 na cruz. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Q. O fel e o vinagre. 69:21. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; R. A morte, o sepultamento e a ressurreição do Salvador. 16:10. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; S. A ascensão do salvador. 68:18. 24:7-10. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Conclusão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Salmos 85:10. Em Jesus Cristo só pode ser que a verdade desse versículo é a verdade!  &lt;/p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mensagensevangelicas.net.br/&quot;&gt;Mensagens Evangélicas&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2009/11/mensagens-biblicas-evangelicas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-4230035435331004471</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2009 03:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-07T20:21:16.363-07:00</atom:updated><title>O KAKANGELHO DE JUDAS</title><description>&lt;p&gt;&quot;Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. Então Maria, tomando um arrátel de ungüento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do ungüento. Então, um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse: Por que não se vendeu este ungüento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres? Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava. Disse, pois, Jesus: Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto; Porque os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes&quot; João 12.2-8 (ACF). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O nosso objetivo ao explanarmos este texto é provocarmos a inteligência humana para um fato relevante. A substituição do evangelho de Cristo pelo kakangelho de Judas. Antes é necessário explicarmos que por trás do evangelho social encontra-se escondido a grande mentira da salvação pelas obras, ou seja, a salvação pela ajuda aos pobres. Essa é a idéia original criada pelo romanismo e massificada pela doutrina espírita. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essas correntes religiosas que não proclamam o evangelho de Cristo advogam que a caridade é uma peça chave no plano de salvação. Essa origem tem sido negligenciada pelos crentes que trocam e militância evangélica pela militância social. Não estamos dizendo com isso que os protestantes e batistas que estão envolvidos nesta prática pregam salvação pelo social, e sim que eles como Judas erraram o alvo, não pregando a perfeita vontade de Deus que é a glorificação de Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há nos nossos dias um afã desenfreado pelo social, a ponto de confundirem o papel do obreiro. Li recentemente um periódico chamado batista encontrei a seguinte nota: &quot;a atuação do pastor X na área social, é algo impressionante: aferição de pressão arterial, cortes de cabelos, médicos tratando de filariose, e tratando de casais socialmente irregulares, a igreja conseguiu descontos nos preços do casamento civil, e tem empolgado muita gente?. De uma conhecida missão indenominacional um outro periódico batista fundamentalista diz: !A ONG mobiliza anualmente centenas de voluntários, especialmente profissionais de saúde, como médicos, dentistas, protéticos e enfermeiras, que participam do atendimento a mais de 30 mil pessoas em comunidades carentes e isoladas, nas regiões Centro Oeste, Norte e Nordeste do Brasil&quot;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já os protestantes ecumênicos e pentecostais sobre o assunto assim se pronunciam: &quot;A Ação Social e Cidadania com Cristo é um evento paralelo do encontro para a Consciência cristã, que tem como objetivo prestar diversos serviços gratuitos nas áreas de saúde, cidadania e educação à comunidade (...) O evento oferecerá expedição de documentos, corte de cabelo, alem de aferição de pressão arterial, psicologia, palestras educativas como prevenção de incêndio e primeiros socorros, meio ambiente, higiene bucal (escovação), coleta de sangue, clínica médica (com várias especialidades)&quot; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vejam, esta não é a mensagem do Evangelho de Jesus, não é a mensagem do Evangelho de Deus, não é o Evangelho do céu. Esta mensagem não está identificada com o Senhor Jesus Cristo, mas, sim com Judas Iscariotes, o traidor. Sendo, portanto, uma mensagem contrária a proferida por Cristo, a mensagem do céu que assim diz: todo aquele que confia em Jesus tem a vida eterna por meio exclusivo da fé em Cristo, &quot;Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo&quot; (Rm 10.13), Portanto, viverá por meio da fé. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todo aquele que busca primeiramente o reino de Deus e a Sua justiça, terá as suas necessidades supridas por meio de Deus. Davi declara que jamais viu o justo ou a sua descendência mendigar o pão (Salmos 37.25). A solução de Deus é perpétua não passageira como a proposta pelo kakangelho de Judas, o pretenso evangelho social. A proposta de Judas &quot;porque não se vendeu ... e não se deu aos pobres?&quot; Esta é a mensagem que muitos estão pregando nos dias atuais, tendo porém um intuito mais macabro, mais cruel, mais perverso, do que o proposto por Judas. A idéia dele era simplesmente roubar o dinheiro posto na bolsa da igreja, hoje alguns grupos religiosos apresentam a mesma proposta como um instrumento de salvação. Para esses !dar aos pobres? é um caminho que leva-os à redenção eterna, logo, uma negação do verdadeiro caminho que é o Senhor Jesus Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Devemos acordar deste sono e dar ouvidos à Palavra de Deus e combatermos esta heresia. Na Bíblia não encontramos um versículo, uma palavra, uma vírgula, um ponto, que afirme que dar de comer aos pobres é método de Deus para a salvação do pecador. O único meio de entrada no céu é o Senhor Jesus Cristo. Em nenhum outro há salvação (At 4.12). &quot;Só por Jesus salvo está o crente&quot; é o que diz a letra de um belo hino sacro. Este outro evangelho, o de Judas, tem sido anunciado como uma nova forma de traição a Cristo, o único e todo suficiente Salvador, de todo aquele que tem fé em Jesus. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Devemos tomar muito cuidado com questões relacionadas ao kakangelho de Judas. Lamentamos o fato, mas ele já está nos bastidores do fundamentalismo, digo pseudofundamentalismo. Cito que o mesmo foi um dos três temas de um congresso promovido por uma missão assim chamada de batista fundamentalista num passado não muito distante, em João Pessoa capital da Paraíba. Neste evento ridículo foi ecoada a mensagem de Judas em detrimento da mensagem vinda do céu. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evangelho de Judas é um caminho falsificado que mantém o homem no caminho da perdição. Jesus Cristo morreu e ressuscitou, para dar a vida eterna e só Ele tem autoridade para esse fim. Logo, a regra é simples: é por Ele e somente por Ele que o pecador é salvo do inferno. Essa estória (petralha) de dar de comer aos pobres para a obtenção da salvação é uma grande mentira do diabo, o pai da mentira. Assim sendo, caro leitor, não entre por esse caminho, e, se você já entrou, saí dele enquanto é tempo &quot;saí dela povo meu&quot; (II Co 6.17). Ao concluirmos deixamos para reflexão o que Paulo diz em (I Co 13.3) &quot;E se eu distribuir todos os meus bens para sustento dos pobres, e se entregar o meu corpo para eu ser queimado, mas não tenha amor, em nada recebo vantagem&quot;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;BÍBLIA SAGRADA. São Paulo: Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1994.&lt;br /&gt;&quot;Jornal de Apoio&quot;, Ano XXII - no 170, janeiro 2007, Batatais ! São Paulo&lt;br /&gt;&quot;Jornal da Fé Cristã &quot;Ano 5 no 9,  Janeiro a Março / 2007 Campina Grande, PB&lt;br /&gt;O Batista Bíblico Pernambucano  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pr.anízio@baptistmail.com.br&lt;br /&gt;http://pr.aniziogomes.zip.net/&lt;br /&gt;http://ibb-soledade.zip.net/  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;em&gt;Autor: Pr Anísio Gomes&lt;/em&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2009/10/o-kakangelho-de-judas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-5758412066029202649</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2009 23:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-17T16:30:10.465-07:00</atom:updated><title>Corinthians - www.comunidadecorinthians.com.br</title><description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A torcida corintiana encontrou mais uma maneira para se reunir. A maior comunidade de corintianos do site de relacionamentos orkut criou seu próprio site na internet.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Em um mês de funcionamento, o site já soma 3.268 usuários cadastrados e uma média de 2.300 acessos diários.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; No site (&lt;a href=&quot;http://www.comunidadecorinthians.com.br/&quot;&gt;www.comunidadecorinthians.com.br&lt;/a&gt; ), o torcedor, através de seu perfil, pode adicionar e convidar amigos. O usuário pode também postar e vídeos. Atualmente, cerca de 130 vídeos podem ser assistidos. Considerado uma rede social, o site proporciona diversas opções de interatividade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Através de lojas que patrocinam o site, promoções presenteiam a torcida com camisas oficiais do clube.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2009/09/corinthians-wwwcomunidadecorinthianscom.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-7132847516909912549</guid><pubDate>Fri, 12 Jun 2009 15:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-12T08:53:31.431-07:00</atom:updated><title>OS APÓSTOLOS E OS DONS</title><description>O século vinte tem testemunhado o crescimento daquilo que muitos defendem ser os dons milagrosos do Espírito Santo. Depois de aproximadamente 1800 anos de silêncio, no meio do cristianismo bíblico, os dons apostólicos &quot;supostamente&quot; retornaram. Este fenômeno tem influenciado tanto a corrente de pensamento religiosa de nossos dias, que alguns ficam surpresos ao serem confrontados por alguém que ouse questionar a validade ou autenticidade desta afirmação. Nós desafiamos qualquer cristão sério a olhar para esta doutrina á luz das Escrituras e a perguntar honestamente: &quot;Os dons milagrosos dos apóstolos retornaram?&quot; Para respondermos a esta pergunta, nós devemos olhar para as Sagradas Escrituras, que é a nossa autoridade final.  &lt;p&gt;&lt;br /&gt;* * * * *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas três listas de dons são encontradas no Novo Testamento:&lt;br /&gt;Romanos 12:6-8    I Coríntios 12:28-30        Efésios 4:11&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 700;&quot;&gt;PROFECIA&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;          APÓSTOLOS                  APÓSTOLOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ministério              &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; PROFETAS                     PROFETAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ensino                   Ensino/doutores                Evangelistas&lt;br /&gt;Exortação             &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; MILAGRES&lt;/span&gt;                    Pastor/doutor&lt;br /&gt;Repartir                &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; CURAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Presidir                 Socorros&lt;br /&gt;Misericórdia         Governos&lt;br /&gt;                            &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; LÍNGUAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                            &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; INTERPRETAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao examinarmos esta lista, encontraremos alguns dons que são miraculosos ou extraordinários (em maiúsculas) e outros não são milagrosos ou ordinários (não em maiúsculas). O nosso propósito é tratar dos milagrosos ou extraordinários. Assim, dividiremos estes em quatro partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;I. Apóstolos&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1- Quem eram eles?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O termo &quot;apóstolo&quot; literalmente significa mensageiro, alguém enviado ou delegado. Ninguém podia ser um apóstolo pela própria vontade ou desejo, eles deveriam ser pessoalmente chamados pelo Senhor Jesus Cristo para este ofício. &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;E, quando já era dia, chamou os seus discípulos, e escolheu doze  deles, a quem também deu o nome de apóstolos&quot;&lt;/span&gt; (Lucas 6:13). Todos eram homens  [e judeus],  não havia nenhuma mulher [nem gentio] chamada para ser &quot;apóstolo&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Livro de Atos 1:21-22, para que alguém se tornasse um apóstolo, era necessário ter sido testemunha ocular durante todo o ministério público de Cristo incluindo depois da Sua ressurreição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi permitido a igreja primitiva nomear diáconos (Atos 6:5) e anciãos (Atos 14:23), mas eles não podiam nomear apóstolos. Tal prerrogativa veio diretamente e tão somente de Cristo. Mesmo em Atos 1, a decisão final daquele que ocuparia o lugar de Judas, foi deixada nas mãos do Senhor. &quot;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;E, orando, disseram: Tu,  Senhor, conhecedor dos corações de todos, mostra qual destes dois tens  escolhido&quot;&lt;/span&gt; (Atos 1:24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Novo Testamento, nós também encontramos a mesma palavra Grega para &quot;apóstolo&quot; sendo usada para designar homens cujas igrejas escolheram para transmitir informações ou ajuda duma igreja para outra (II Coríntios 8:23; Filipenses 2:25; Atos 14:14; Apocalipse 2:2) Estes, no entanto, não devem ser confundidos com os doze escolhidos pessoalmente por Cristo como Seus apóstolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apóstolo Paulo desfrutou de um chamado único ou exclusivo. Embora ele não tivesse acompanhado Cristo durante Seu ministério público, ele viu Cristo ressuscitado e foi especialmente designado por Ele, como vemos em Gálatas 1:1, &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;Paulo, apóstolo (não da parte dos homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo, e Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos)&quot;&lt;/span&gt; Novamente Paulo  explica; &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;e por derradeiro me apareceu também a mim, como a um abortivo&quot;&lt;/span&gt; (I Coríntios 15:8.) Cristo chamou a Paulo mesmo depois da época da chamada dos apóstolos ter passado. Observe que Paulo foi o último de todos os apóstolos na terra a ver o Senhor Jesus de maneira visível, como uma testemunha de Sua ressurreição. Ninguém tem visto Cristo desta maneira desde então. Por isso, Pedro podia presumir que nenhum de seus leitores tinha visto o Senhor: &quot;Ao qual, não o havendo visto amais, no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso&quot; (I Pedro 1:8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém, hoje em dia, que se advoga ser um apóstolo, preenche estas qualificações bíblicas. Da mesma forma, não temos nenhum dos apóstolos presentes para poder confirmar este chamado, como podemos ver quando Paulo foi recebido e reconhecido pelos mesmos (Gálatas 2:9). Vemos na igreja de Corinto, que um irmão com o dom de profecia, não falava e não era aceito sem que outros com o mesmo dom julgassem se o que foi dito vinha realmente da parte de Deus, sendo assim, como podem então estes que hoje dizem ser apóstolos serem julgados, sendo que não há mais apóstolos em nosso meio (I Coríntios 14:29.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2- A Função deles.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Efésios 2:20, os apóstolos tiveram papel importante no desenvolvimento da Igreja Neo-Testamentária, que foi edificada &quot;sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra de esquina.&quot; O papel deles incluiu pelo menos três funções. Primeira: A de serem testemunhas contundentes da ressurreição de Cristo, pois todos puderam vê-lo em Seu corpo ressuscitado. Segunda: A de receberem a revelação do mistério da Nova aliança, ou época da igreja, que seria composta tanto de judeus como de gentios (Efésios 3:1-10.). Os apóstolos foram os primeiros a entenderem esta verdade e a ensinaram para outros. Terceira: Eles foram inspirados a escrever a infalível Palavra de Deus ou Santas Escrituras, que as gerações posteriores poderiam ler. Todo o Novo Testamento foi escrito por um apóstolo ou por alguém diretamente ligado a um deles. Pouco antes de sua morte, o ultimo dos apóstolos que ainda sobrevivia, nos relata que este aspecto do trabalho deles foi completado de uma vez por todas (Apocalipse 22:18-19). Desde então, não temos mais nenhuma revelação que seja inspirada e genuína.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3- Sua Duração.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ofício de apóstolo foi temporário, pois seu trabalho estava limitado ao período de estruturação da igreja. O fundamento se faz necessário somente uma vez, e dali em diante, nós construímos sobre ele, pois não colocamos repetida e interminavelmente um fundamento. Não há lugar para apóstolos em nossos dias, pois o fundamento já foi há muito tempo completado. O cristianismo bíblico tem sido edificado sobre este fundamento por mais de 2000 anos. É uma coisa totalmente vergonhosa e arrogante, alguém ousar se colocar a si mesmo em pé de igualdade com Pedro ou Paulo e assumir o título de apóstolo hoje.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;II. Profetas&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1- Quem eram eles?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Novo Testamento não fala das qualificações deste ofício, mas os profetas são várias vezes mencionados em conexão com os apóstolos. &quot;Profetas e apóstolos lhes mandarei&quot; (Lucas 11:49); &quot;edificados sobre o fundamento de apóstolos e profetas&quot; (Efésios 2:20); &quot;como agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas&quot; (Efésios 3:5.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2- A Função deles.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os textos acima mostram que aqueles profetas compartilharam da estruturação da igreja junto com os apóstolos. Eles ensinaram as verdades divinamente reveladas, mas não foram instrumentos usados para escrever as Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3- Sua Duração.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este dom estava relacionado ao fundamento ou estruturação da igreja, portanto, ele cessou juntamente com o dom de apóstolo, uma vez que este trabalho de estruturação foi completado e bem sucedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, hoje em dia, cada seita moderna tem o seu início por alguém que se auto-nomeou profeta ou apóstolo. Se acreditarmos na continuidade deste dom, nós não teremos um método seguro pelo qual poderemos refutar suas grosseiras heresias. Afinal de contas, quem vai discutir com um profeta!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;III. O Dom de Línguas e de Interpretação&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1- O que era ou em que consistia este dom.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro dom de línguas consistia em falar uma língua ou dialeto o qual era anteriormente completamente desconhecido para aquele que falava, mas conhecido por algum grupo étnico daquela época. Havia conteúdo e um significado real nas palavras proferidas, e não mera balbuciação ou palavras e frases sem nexo. No dia de Pentecostes, &quot;cada um os ouvia falar na sua própria língua.&quot; [literalmente &#39;dialeto&#39;] (Atos 2:6.) Além disto, enquanto Pedro explicava este milagre para a multidão, ele iguala o dom de línguas ao dom de profecias ao citar a profecia de Joel: &quot;E também do meu espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão&quot; (v.18). Novamente, I Coríntios 14:5 iguala o dom de profecia ao de línguas se houver intérprete, pois &quot;o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I Coríntios 12:30 refuta a idéia popular de que todo convertido falava em línguas. Mesmo em Corinto, Paulo pergunta; &quot;falam todos diversas línguas? Interpretam todos?&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia moderna de que há outro tipo de dom de línguas, ou a língua dos anjos, é simplesmente estranha as Escrituras e deve ser rejeitada. O dom que alguns dizem possuir, que não passa de balbuciação, não é o verdadeiro dom de línguas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2- Seu Propósito.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos propósitos deste dom era mostrar ao Judeu que Deus estava julgando a sua nação. &quot;De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis&quot; (I Coríntios 14:22). Desde o tempo de Abraão, Deus tem falado para eles em Hebraico; mas agora, após a vinda de Cristo, Deus estava falando com eles em outras línguas, ou seja, as línguas dos gentios, para mostrar ao Judeu que o privilégio que eles tinham como nação chegara ao fim, pois os gentios também seriam participantes da aliança da graça. O fim da nação judaica ocorreu no ano 70 D.C, quando Jerusalém foi destruída. A partir daí, o sinal do julgamento, a saber, o dom de línguas, não era mais relevante nem necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro propósito para o dom de línguas, quando acompanhado do dom de interpretação, era o de edificar os convertidos no ajuntamento local. A interpretação de línguas, assim como o dom de profecia, serviram de forma direta para que a igreja recebesse &quot;parcelas&quot; da verdade. &quot;Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos&quot; (I Coríntios 13:9). Deus concedeu estes dons temporários enquanto a igreja estava no estágio de menino, e precisava se alimentar com alimento adequado, mas este foi substituído por uma perfeita e completa revelação, quando o Novo Testamento se completou. &quot;Mas, quando vier o que é perfeito [Literalmente, maduro, adulto, completo] então o que é em parte será aniquilado&quot; (v.10). A Palavra de Deus escrita, é um alimento e uma dieta perfeitamente balanceada para os Cristãos de hoje. O falar em línguas hoje, iria nos confinar a um estado de perpétua infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3- Sua Duração.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que a função do dom de línguas, quando interpretada, era o mesmo que o de profecia, e que este cessou juntamente com o de apóstolos, o dom de línguas terminou da mesma maneira ou época. Isto foi exatamente o que Paulo falou para a igreja de Corinto que aconteceria; &quot;o amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá&quot; (I Coríntios 13:8). As línguas foram um bloco utilizado no fundamento da igreja, o qual foi completamente concluído nos tempos apostólicos. Ou, usando a analogia de Paulo, estes dons milagrosos pertenceram à época de infância da igreja, mas Deus nunca teve a intenção de que ela permanecesse para sempre neste estágio! &quot;Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, quando cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino&quot; (v. 11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de encontrarmos em I Coríntios 14, um guia para o uso dos dons na igreja, não significa que eles permaneceriam para sempre. Além disso, essa orientação nem mesmo é seguida por aqueles que dizem possuir este dom hoje. Somente aos homens era permitido usar estes dons (v. 34), e se houvesse interprete, e não mais que três em cada culto, e também não deveriam fazê-lo de forma simultânea, mas um após o outro.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;IV. Milagres e Curas&lt;/h2&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1- Quem tinha estes dons.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma leitura cuidadosa do Novo Testamento revela que os apóstolos é quem geralmente exerciam estes dons. Por exemplo: &quot;e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos&quot; (Atos 2:43). &quot;E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos&quot; (Atos 5:12). Paulo podia dizer aos Coríntios; &quot;os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas&quot; (II Coríntios 12:12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2- Seu Propósito.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O propósito primário destes milagres era validar ou autenticar a autoridade dos apóstolos como mensageiros verdadeiramente enviados por Deus. Em Hebreus 2:3-4 lemos que a verdade da salvação ensinada por Cristo, &quot;foi-nos confirmada pelos que a ouviram; testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade&quot; Como foi nos dias de Moisés, assim também foi nos dias de Cristo e dos apóstolos, ou seja, os Judeus exigiam um sinal (I Coríntios 1:22) como prova de autenticidade, e Deus assim cuidou para que eles recebessem este sinal como prova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3- Sua duração.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atos 8 nos indica que somente os apóstolos tinham o poder de transferir um dom miraculoso para outra pessoa, e esta pessoa não poderia transferi-lo a outrem. Filipe, o evangelista, pôde fazer milagres em Samaria (v. 6-7), mas os dons somente foram compartilhados com os novos convertidos depois que dois dos apóstolos vieram de Jerusalém (v. 14-19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dom de milagres cessou com a geração que veio depois da morte dos apóstolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Informações adicionais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A suposta capacidade de operar ou fazer milagres, não é uma garantia de que alguém está agindo pela verdade ou possua realmente vida espiritual. Os mágicos de Faraó copiaram os milagres feitos por Moisés. O homem do pecado em II Tessalonicenses 2:9-10 é descrito como aquele &quot;cuja vinda é segundo a eficácia de satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem.&quot; Nosso Senhor ensinou que muitos no dia do julgamento irão reivindicar serem profetas e exorcistas de Cristo, mas que lhes será negada a entrada nos céus, pois eles na verdade são aqueles que &quot;praticam a iniqüidade&quot; (Mateus 7:22-23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É realmente curioso que aqueles que professam possuir os dons apostólicos, raramente falam a respeito de certos dons arriscados, como o pegar em serpentes e tomar veneno (Marcos 16:18). O silêncio deles neste assunto é ensurdecedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você poderia perguntar; Mas os dons não deveriam estar em operação em nossos dias, pois Jesus é sempre o mesmo? A resposta é que o Seu caráter essencial não muda, mas isto não significa que Ele faça exatamente as mesmas coisas aqui na terra em cada geração. Por exemplo: Nós não oferecemos animais em sacrifício como no Velho Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * * * *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles que poderiam argumentar, &quot;Eu tenho minha própria experiência e não me importo com que a Bíblia ou alguém venha me dizer&quot; Nós responderemos com as palavras de Isaías 8:20; &quot;À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles.&quot; As Escrituras estão acima de nossas experiências e sentimentos e o padrão para julgar as experiências e não o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dons apostólicos verdadeiramente voltaram? Não. Não há apóstolos nem dons apostólicos hoje. O fundamento da igreja já foi colocado, o Novo Testamento está completo e a nação judaica está espalhada, a necessidade deste ofício ou dos dons já passou. É certo que Deus pode fazer milagres, mas o dom de operar milagres não é dado hoje a ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Positivamente, as Escrituras têm algo para os salvos de hoje que é mais excelente do que os dons extraordinários que cessaram, e que a graça comum como a fé, a esperança e o amor é o que permanecem agora (I Coríntios 12:31; 13:8,13). Apesar de dizermos graça &quot;comum&quot;, ela é na verdade sobrenatural, e Deus ainda premia os que a praticam. &quot;Sem a santificação, ninguém verá ao Senhor&quot; (Heb. 12:14). É hoje o nosso dever desejar e cultivar esta graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Pastor Daniel A. Chamberlin&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2009/06/os-apostolos-e-os-dons.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-7059286966123367802</guid><pubDate>Fri, 12 Jun 2009 15:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-12T08:52:29.116-07:00</atom:updated><title>Paulo e os &quot;Espirituais&quot; de Corinto - Mensagens Evangelicas</title><description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;em&gt;Augustus Nicodemus Lopes&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;[a fonte Sgreek é necessária para visualizar o grego neste artigo]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:ClearfaceGothic;&quot;&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style=&quot;font-family:ClearfaceGothic;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Através dos séculos sempre houve na igreja cristã diferentes linhas de pensamento quanto à natureza da espiritualidade ensinada na Bíblia. Em outras palavras: o que é ser verdadeiramente espiritual, em termos bíblicos e cristãos? Muito embora as diferentes linhas sejam capazes de acomodar dentro de suas definições alguns aspectos de outras linhas, elas mantêm uma distinção bem nítida entre si quanto ao que é essencial no ser espiritual. Na Idade Média, por exemplo, embora provavelmente não houvesse objeção à idéia de que trabalhar e ganhar o pão &lt;em&gt;também&lt;/em&gt; era espiritual, acreditava-se que a &lt;em&gt;essência&lt;/em&gt;  da espiritualidade estava em retirar-se do mundo e levar uma vida contemplativa,  como fazia a maior parte dos monges.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O movimento pentecostal surgido no início deste século incorporou em seu bojo, de forma adaptada, diversos conceitos de espiritualidade presentes em movimentos anteriores, como os movimentos de santidade e os movimentos de reavivamento, ambos nascidos no século XIX. Ele cresceu ao ponto de alterar a face do cristianismo no século XX. Através das suas sucessivas ondas, das quais brotaram novas denominações, algumas das quais, mais modernas, já bem distantes do movimento pioneiro em alguns aspectos, o pentecostalismo tem forçado os demais ramos do cristianismo a encarar mais uma vez o tema da espiritualidade. Desta feita, o desafio é entender a espiritualidade à luz de um dos paradigmas mais centrais do pentecostalismo: ser espiritual é essencialmente estar em uma relação tão íntima e especial com Deus, que os poderes divinos fluem, de forma miraculosa e extraordinária, através daquele que é espiritual, por sinais e prodígios, êxtases, transes, revelações, línguas, profecias e dons de curar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já antecipei, teólogos tipicamente pentecostais não afirmariam esse conceito à exclusão de outras definições. Nenhum deles negaria, por exemplo, que santidade de vida e obediência à Palavra de Deus são elementos integrantes da espiritualidade recomendada pela Bíblia. Mas, caso essa espiritualidade não se expresse de forma sobrenatural, isto é, por sinais externos da operação sobrenatural do Espírito de Deus, ela estará ainda aquém do ideal desejado. Ser santo e obediente é bom, mas não basta. E como geralmente os sinais considerados como marcas da verdadeira espiritualidade estão ausentes das denominações evangélicas históricas ou tradicionais, não poucos dentro dos diversos movimentos de origem pentecostal passam a considerar-se como verdadeiramente espirituais em contraste com irmãos de outras linhas doutrinárias que &quot;ainda não chegaram lá&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos ser tentados, como muitos, a sancionar o conceito de espiritualidade pentecostal em vista do seu crescimento espantoso no mundo. Afinal, dizem, a maior prova de que o conceito deles está certo é que Deus os tem abençoado e feito crescer no mundo todo. Para mim, essa é uma avaliação &quot;pragmatista&quot;, que pressupõe o princípio utilitarista de que uma idéia é justificada pelos resultados que produz. Será que podemos estabelecer como um princípio sólido e confiável que se um movimento nascido dentro da cristandade cresce em número de adeptos a sua teologia está correta em todos os aspectos? Acredito que o melhor critério para avaliarmos um conceito — no caso, o conceito de espiritualidade — é examiná-lo à luz das Escrituras, a Palavra de Deus, que nos foi dada como luz em meio às nossas trevas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a examinamos, percebemos de imediato que o moderno  conceito pentecostal de espiritualidade se encaixa naquilo que &lt;em&gt;Qohelet&lt;/em&gt;, o &quot;pregador&quot;, havia constatado em dias antigos: &quot;Nada há, pois, novo debaixo do sol&quot; (Ec 1.9-11). Desde os começos da Igreja de Cristo o &lt;em&gt;status &lt;/em&gt;de &quot;espiritual&quot; aparece incorporado a manifestações sobrenaturais. O caso mais antigo de que temos notícia é o dos &quot;espirituais&quot; de Corinto. O apóstolo Paulo, fundador da igreja de Corinto, teve de lidar com o conceito de espiritualidade predominante na igreja de Corinto, conceito esse bastante semelhante ao moderno conceito pentecostal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu propósito neste artigo é examinar o que Paulo escreveu sobre o assunto em sua primeira carta àquela igreja. A escolha de 1 Coríntios como &lt;em&gt;locus&lt;/em&gt; da minha investigação justifica-se também por razões estatísticas: das 26 vezes em que a palavra &quot;espiritual&quot; aparece no Novo Testamento, 24 vezes ela é usada por Paulo, e dessas 24 ocorrências, 15 estão em 1 Coríntios. A concentração do assunto na carta também é indicada pelo uso freqüente de referências ao &quot;Espírito Santo.&quot; Paulo menciona o Espírito cerca de 40 vezes nessa carta, mais inclusive do que na carta aos Romanos (34 vezes), o que representa mais de 10% das vezes em que ela ocorre no Novo Testamento (347 vezes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que determinemos o que Paulo ensina acerca da espiritualidade no contexto de uma igreja predominantemente &quot;carismática&quot; como era a de Corinto, poderemos aplicar nossos resultados à situação moderna, que nos parece bastante similar àquela que provocou esse escrito do apóstolo dos gentios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:ClearfaceGothic;&quot;&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style=&quot;font-family:ClearfaceGothic;&quot;&gt;&lt;strong&gt;I. &quot;Espiritual&quot; em 1 Coríntios 2—3&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Vamos iniciar nossa pesquisa verificando como Paulo emprega o  adjetivo &quot;espiritual&quot; (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt;) em 1 Coríntios. Ele emprega o termo quinze vezes na carta (2.13 [2], 2.15, 3.1, 9.11, 10.3, 10.4 [2], 12.1, 14.1, 14.37, 15.44 [2], 15.46 [2]). Em todas as ocorrências, o termo é equivalente a usar &quot;Espírito Santo&quot; adjetivamente, isso é, como se fosse um adjetivo. Por exemplo, Paulo qualifica a água e o maná do deserto como &quot;manjar espiritual,&quot; pois foram supridos pelo Espírito ao povo de Deus (10.3-4). Nos capítulos 12-14 ele fala de &quot;dons espirituais&quot;, isto é, dons dados pelo Espírito Santo à igreja. No capítulo 15 Paulo fala de &quot;corpo espiritual&quot;, ou seja, um corpo &quot;do Espírito Santo&quot;. Já podemos antecipar que, para Paulo, nesse sentido, uma &lt;em&gt;pessoa&lt;/em&gt; espiritual é aquela que tem algum tipo de relação com o Espírito de Deus, já que ele, quando emprega o termo &quot;espiritual&quot;, tem sempre em mente uma relação com o Espírito Santo.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; Em algumas destas vezes, Paulo emprega o adjetivo &quot;espiritual&quot;  ao referir-se a &lt;em&gt;coisas&lt;/em&gt; espirituais: cf. 2.13a (palavras); 9.11 (o Evangelho); 10.3,4ab (maná e água); 14.1 (dons); 15.44ab (corpo). Noutras, ele se refere a &lt;em&gt;pessoas&lt;/em&gt; espirituais: 2.15; 3.1; 14.37; 15.46ab (Cristo). O que ele tem em mente nos versos 2.13b e 12.1 é motivo de discussão, mas acredito que também ali se refere a &lt;em&gt;pessoas&lt;/em&gt; espirituais (ver meu argumento  adiante).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando examinamos as vezes em que ele se refere a &quot;pessoas  espirituais&quot;,&lt;em&gt; &lt;/em&gt;temos algumas surpresas. A maior delas é que Paulo parece ter dois conceitos em mente. Primeiro, o conceito dos coríntios. E segundo, o seu conceito. No primeiro caso, Paulo às vezes refere-se aos coríntios como &quot;espirituais,&quot; mas de forma a sugerir que realmente não os considera como tais. Eram os coríntios (ou pelo menos um grupo entre eles) que se julgavam espirituais, mas Paulo reluta em considerá-los assim. Em 3.1 o apóstolo diz que não podia falar a eles como a espirituais. Quase que poderíamos acrescentar na boca de Paulo, &quot;...como vocês pensam que são.&quot; Os coríntios julgavam-se espirituais, mas Paulo realmente só podia tratá-los como a crianças em Cristo. Em 12.1, Paulo responde a uma pergunta que os coríntios fizeram acerca dos &quot;espirituais.&quot; A sua resposta reflete o conceito dos coríntios de que espirituais eram os que falavam, pelo Espírito, em profecia ou línguas (12.1-3). Em 14.37 o apóstolo se expressa em termos que dão a entender que havia quem se considerasse espiritual entre os coríntios. Nessas passagens, Paulo sempre toma uma atitude de correção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo caso, há duas ocasiões em que Paulo fala de &quot;pessoas espirituais&quot; de forma mais positiva, e temos a impressão de que dessa feita ele realmente está expressando o seu conceito do que é ser espiritual (2.13b e 2.15). Pessoalmente estou convencido, como alguns estudiosos têm sugerido, de que um dos objetivos de Paulo na carta é corrigir o conceito de espiritualidade dos coríntios, que estaria por detrás da maioria dos problemas que a igreja enfrentava. Temos assim dois conceitos de espiritualidade que aparecem na carta, o dos coríntios e o de Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a maioria das ocorrências da palavra &quot;espiritual&quot; com referência a pessoas está em 1 Coríntios 2–3, restringiremos nossa pesquisa a esses capítulos, especialmente aos versos 2.6–3.4. Nesses versos, a palavra &quot;espiritual&quot; (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt;) aparece quatro vezes(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria  humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo &lt;em&gt;coisas espirituais &lt;/em&gt;(&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatika/&lt;/span&gt;) &lt;em&gt;com&lt;/em&gt; &lt;em&gt;espirituais&lt;/em&gt; (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi=j&lt;/span&gt;, 2.13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém o &lt;em&gt;homem espiritual&lt;/em&gt; (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt;) julga todas as coisas, mas ele mesmo não é  julgado por ninguém (2.15);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a &lt;em&gt;espirituais&lt;/em&gt;  (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi=j&lt;/span&gt;) e sim como a carnais, como a crianças  em Cristo (3.1).&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O leitor deve ter notado que incluí o verso 2.13 nessa lista de passagens sobre pessoas espirituais, mesmo que a nossa ARA diga &quot;conferindo &lt;em&gt;coisas&lt;/em&gt; espirituais com espirituais&quot;. A tradução de 2.13 é um problema&lt;em&gt;  &lt;/em&gt;conhecido e notório, já que o adjetivo &quot;espirituais,&quot; em sua segunda  ocorrência na frase (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoiÍj&lt;/span&gt;), pode ser tomado quer no masculino, quer no neutro. Algumas traduções importantes, como a NVI e a RSV, tomam-no como masculino: &quot;interpretando coisas espirituais &lt;em&gt;aos que são  [homens] espirituais.&lt;/em&gt;&quot; Já a NIV, como neutro, &quot;interpretando &lt;em&gt;coisas&lt;/em&gt;  espirituais em palavras espirituais&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;3) &lt;/span&gt; Não vamos recapitular aqui todas as nuanças da polêmica. Na nossa opinião, é preferível traduzir a frase tomando o adjetivo como masculino (NVI, RSV), pelas seguintes razões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. 1 Co 2.13 é aparentemente a continuação de 2.6, e neste  caso, &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoiÍj &lt;/span&gt;corresponderia ao masculino &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioj &lt;/span&gt;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; 2. &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;Pneumatiko/j&lt;/span&gt; está numa posição  enfática e antecipa o masculino &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;yuxiko/j&lt;/span&gt; em 2.14.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; Segue-se que Paulo, em 1 Co 2.6-3.4, refere-se aos &quot;espirituais&quot; três vezes, como sendo os recipientes das coisas espirituais interpretadas e transmitidas pelos &quot;nós&quot; (2.13,15; 3.1; cf. 2.16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:ClearfaceGothic;&quot;&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style=&quot;font-family:ClearfaceGothic;&quot;&gt;&lt;strong&gt;II. Avaliação das Principais Interpretações&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A questão que desejamos investigar mais de perto é: quem são os &quot;espirituais&quot; mencionados nessas passagens? Existe muita literatura escrita sobre o assunto e o número de interpretações é grande. Evidentemente não poderemos examinar neste artigo todas as opiniões sobre o assunto. Portanto, voltaremos nossa atenção para três posições que parecem ser as mais importantes e que têm maior apoio dos estudiosos, que são :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Quando Paulo usa o termo &quot;espirituais&quot; em 1 Coríntios 2-3,  ele refere-se &lt;em&gt;aos profetas cristãos&lt;/em&gt;, entre os quais o apóstolo se inclui. Esse conceito era tanto de Paulo quanto dos coríntios. O defensor mais conhecido dessa interpretação é Earle E. Ellis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Paulo se refere a &lt;em&gt;todos os cristãos&lt;/em&gt;. Essa posição é defendida por intérpretes evangélicos conceituados, como Moisés Silva e Vern Poythress. Segundo essa interpretação, Paulo usa o termo &quot;espirituais&quot; em contraste com o conceito dos coríntios de que ser espiritual é ter dons carismáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Uma terceira interpretação sustenta que Paulo se refere a  &lt;em&gt;cristãos maduros,&lt;/em&gt; em contraste com o conceito dos coríntios de que os espirituais eram os que tinham dons carismáticos, especialmente o de línguas. Essa é a interpretação que defenderemos neste artigo. Antes, porém, procuremos entender as demais opiniões e oferecer uma avaliação crítica de seus pontos positivos e de suas fraquezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;h2 align=&quot;justify&quot;&gt;A. Os Espirituais: Profetas Cristãos de Igrejas  Locais&lt;br /&gt; &lt;/h2&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Um estudioso que tem exercido considerável influência nos meios eruditos do estudo do Novo Testamento é o batista Earle E. Ellis. Embora tenha escrito em muitas áreas diferentes, é na área de &lt;em&gt;profecia e hermenêutica&lt;/em&gt; que ele ganhou renome internacional. Ellis defende que para Paulo os espirituais eram aqueles que tinham o dom de falar pelo Espírito Santo, em outras palavras, os profetas cristãos. Um dos seus escritos que mais tem influenciado o pensamento de estudiosos do Novo Testamento com relação à organização das igrejas paulinas é &quot;Paul and His Co-Workers&quot; (&quot;Paulo e seus Cooperadores&quot;).(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;6) &lt;/span&gt; Nesse trabalho, ele apresenta suas  idéias, que podemos resumir como se segue:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; 1. Os espirituais eram cooperadores de Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Ellis sustenta que os &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi/&lt;/span&gt; (&quot;espirituais&quot;), termo empregado freqüentemente por Paulo em suas cartas, eram cooperadores do apóstolo que estavam engajados em pregação e ensino. Ellis parece identificar esses cooperadores como sendo &lt;em&gt;profetas cristãos&lt;/em&gt; — ou  pelo menos, obreiros que tinham funções e papéis similares. Eles são chamados de  &quot;espirituais&quot; por serem &lt;em&gt;carismáticos&lt;/em&gt;, isso é, dotados com &quot;carismas&quot; (dons) de expressão inspirada pelo Espírito Santo (profecia, línguas, conhecimento e sabedoria). Através desses dons eles falavam pelo Espírito e essa é uma prerrogativa especial dos profetas neotestamentários.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;7) &lt;/span&gt; Ellis afirma:&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os &quot;pneumáticos&quot; mencionados nas cartas paulinas são, falando de forma mais ampla, profetas; ou, mais exatamente, exercem dons proféticos, já que os termos &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;profh/thj&lt;/span&gt; e &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;profhtei/a&lt;/span&gt; têm, para Paulo, um sentido mais restrito.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;8)&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A princípio, pode parecer que para Ellis &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt; é uma categoria bastante ampla, que engloba todos aqueles cooperadores nas igrejas paulinas que tinham dons de percepção e de expressão inspirados, tais como apóstolos, profetas e mestres, e que os profetas cristãos seriam um sub-tipo dessa categoria.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;9) &lt;/span&gt; Entretanto, essa diferenciação é apenas aparente. Em seus  escritos, Ellis freqüentemente trata os &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi/&lt;/span&gt; como se fossem os mesmos profetas cristãos do Novo Testamento, uma categoria reconhecida de cooperadores que tinha um ministério regular nas igrejas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ellis não faz qualquer distinção significativa entre os &quot;espirituais&quot; e os profetas cristãos das igrejas fundadas por Paulo. Na realidade, tem-se a impressão que a função dos &quot;pneumáticos&quot; coincide com o ministério reconhecido e regular dos profetas congregacionais. Nossa impressão é confirmada pelo fato de que diversos especialistas em profecia neotestamentária sempre se referem à tese de Ellis como sendo sobre profetas cristãos.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;10)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Os espirituais eram profetas cristãos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Ellis argumenta em favor de sua tese de duas formas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; Primeiro&lt;/em&gt;, existe uma associação íntima no Velho Testamento, e na literatura do judaísmo do período intertestamentário, entre o Espírito divino e o profeta. Essa associação continua no Novo Testamento, na pessoa dos &quot;pneumáticos&quot; ou &quot;espirituais.&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;11) &lt;/span&gt; Dessa forma, Ellis vê os profetas neotestamentários (ou &quot;espirituais&quot;) como os legítimos sucessores dos profetas do Antigo Testamento, nesse mister.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; Segundo&lt;/em&gt;, Ellis afirma que Paulo chama essas pessoas de  &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi/ &lt;/span&gt;(&quot;espirituais&quot;) porque elas possuem e  exercem os &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatika/&lt;/span&gt; (&quot;dons espirituais&quot;), que para Paulo são dons restritos ao discurso inspirado ou discernimento. Esses dons, por sua vez, estão intimamente associados ao dom de profecia.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;12) &lt;/span&gt; Ellis baseia essa sua interpretação de &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatika/&lt;/span&gt; na distinção que faz entre &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;xa/risma&lt;/span&gt; e &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatika/&lt;/span&gt; em Rm 1.11:  &quot;Porque muito desejo ver-vos, a fim de repartir convosco algum &lt;em&gt;dom espiritual  &lt;/em&gt;(&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;xa/risma pneumatiko/n&lt;/span&gt;), para que sejais confirmados.&quot; De acordo com Ellis, &quot;dom&quot; na passagem está qualificado pelo adjetivo &quot;espiritual.&quot; Paulo não está se referindo a qualquer dom, mas àqueles que são &lt;em&gt;espirituais&lt;/em&gt;. Enquanto que a palavra &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;xa/risma&lt;/span&gt; pode aplicar-se a qualquer dom do Espírito dado à  igreja, &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt; qualifica os dons de percepção  inspirada, proclamação verbal e/ou sua interpretação, como temos em 1 Co 9.11;  12.1.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;13) &lt;/span&gt; Tais dons &lt;em&gt;espirituais&lt;/em&gt;, segundo Ellis, estão relacionados em 1 Co 12-14 com profecia, ou pelo menos, com a atividades dos profetas. É o profeta quem tem a habilidade de testar e reconhecer se uma mensagem vem de Deus (1 Co 14.29,37).(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;14)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Os espirituais em 1 Coríntios 2-3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Ellis argumenta que o caráter profético dos &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi/&lt;/span&gt; é confirmado por 1 Co 2.6-16. Nessa passagem, bem como em 1 Co 12-14, eles são diferenciados dos demais crentes, são recipientes e mediadores de revelação, um conhecimento que Paulo atribui somente aos que tem profecia (1 Co 13.2). E finalmente, a própria passagem de 1 Co 2.6-16 foi provavelmente criada por &quot;espirituais&quot; paulinos, antes de sua utilização pelo apóstolo na carta.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;15)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Ellis, a passagem tem a ver com &quot;o papel dos  &lt;em&gt;pneumáticos&lt;/em&gt;, aqueles capacitados com os dons espirituais de percepção e  discurso inspirados.&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;16) &lt;/span&gt; Nessa passagem, Paulo ensina  que &quot;certos crentes têm dons de discernimento e expressão inspirados. São  chamados de &lt;em&gt;pneumáticos&lt;/em&gt;, e de maneira mais ampla, exercem o papel de  profetas.&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;17) &lt;/span&gt;A passagem reflete o processo  hermenêutico através do qual os &lt;em&gt;pneumáticos&lt;/em&gt; (profetas cristãos) chegaram ao conhecimento da sabedoria oculta de Deus através do Espírito, e como eles mediam esse conhecimento através dos seus dons proféticos, um processo no qual a interpretação inspirada do Velho Testamento é central.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;18) &lt;/span&gt;Na passagem, continua Ellis, Paulo se associa com os  &lt;em&gt;pneumáticos, &lt;/em&gt;os autores originais da passagem, ao usar a primeira pessoa  do plural. Ellis escreve: &quot;Ele [Paulo] também reivindica para si o &lt;em&gt;status  &lt;/em&gt;exaltado de ‘homem do Espírito,’ ou seja, um profeta através do qual o  Senhor ressurreto e exaltado fala.&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;19)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como essa interpretação do termo &quot;espiritual&quot; se encaixaria em 1 Co 1-4? Segundo Ellis, o problema das divisões havia sido causado quando os &quot;espirituais&quot; de Corinto permitiram que seus dons proféticos de sabedoria, discernimento e elocução inspirados se distorcessem pela vaidade, soberba e inveja que brotaram entre eles. Em 1 Co 2.6-16 Paulo procura corrigi-los mostrando como funcionam os verdadeiros &quot;espirituais&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; 4. Os espirituais eram realmente profetas cristãos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Procuremos agora avaliar a interpretação de Ellis. Espero ter deixado claro na nossa breve exposição do seu pensamento que, para ele, os &quot;espirituais&quot; são na realidade profetas cristãos, e que a passagem trata da sua atividade, quando reunidos, em receber e transmitir revelações da sabedoria de Deus. Ellis interpreta quase todos os termos e conceitos de 1 Co 2.6-16 à luz de 1 Co 12-14, onde Paulo trata dos dons espirituais. Não somente Ellis, mas um grande número de estudiosos pensa a mesma coisa: já que 1 Co 2.6-16 é sobre a atividade dos profetas cristãos, o texto deve ser entendido à luz de 1 Co 12-14. U. Wilckens observou corretamente, embora por razões diferentes, que a raiz de muitas interpretações equivocadas de 1 Co 2.6-16 é sua fusão com 1 Co 12-14.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;20) &lt;/span&gt; Creio que este é o caso com Ellis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;5. Espirituais e Profetas: Dois Contextos Diferentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Possivelmente, o argumento maior para se usar 1 Co 12-14 como contexto interpretativo para 1 Co 2.6-16 é a ocorrência, em ambas as passagens, de uma &lt;em&gt;terminologia similar&lt;/em&gt;.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;21) &lt;/span&gt; Apesar dessa similaridade impressionar a princípio, ela não é decisiva para tomarmos 1 Co 12-14 como base para interpretar 1 Co 2.6-16. Algumas das razões são as seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; a. As duas passagens estão em contextos diferentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Em 1 Co 1-4 Paulo está reagindo às informações trazidas pelos da casa de Cloé acerca das divisões na igreja (1.10-11), enquanto que em 1 Co 12-14 ele responde a perguntas feitas por pessoas da igreja sobre dons espirituais (línguas e profecia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; b. As duas passagens abordam dois problemas distintos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Em 1 Co 1-4 Paulo está tentando evitar uma divisão iminente dentro da comunidade e responder a um desafio implícito da sua autoridade sobre a comunidade, enquanto que em 1 Co 12-14 ele está instruindo os crentes acerca da natureza, origem, propósito e prática dos dons espirituais nos cultos. Não há qualquer relação aparente entre as divisões e o exercício dos dons espirituais. Paulo começa a tratar das divisões no capítulo 1 e termina no capítulo 4. A questão dos dons espirituais não desempenha qualquer papel evidente na formação dos partidos internos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; c. A ausência da terminologia profética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; O argumento da terminologia é uma espada de dois gumes. A ausência em 1 Co 2.6-16, e em seu contexto imediato, da terminologia característica de Paulo para profeta, profecia e profetizar, é no mínimo intrigante (ver sua terminologia em Rm 12.6; Ef 2.20; 3.5; 4.11; 1 Ts 5.20; 2 Ts 2.2; 1 Tm 1.18). Este ponto é notado por J. Gillespie, que, entretanto, argumenta que a profecia cristã é o &quot;assunto não rotulado de 1 Co 2.6-16.&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;22) &lt;/span&gt; Mas, como alguém pode ter certeza disto se a terminologia padrão que Paulo usa quando trata desses assuntos está totalmente ausente?(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;23)&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d. Paulo está tratando de temas diferentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Uma leitura mais atenta revelará que, pelo menos em um tema, Paulo usa a mesma terminologia para tratar de dois assuntos diferentes. Em 2.6-16 a revelação da sabedoria oculta do Espírito é vista como sendo algo do passado, como mostram os aoristos de 2.10,12. O ministério de Paulo entre os maduros,(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;24)&lt;/span&gt; apesar de expresso no tempo presente (2.6,7,13), é baseado naquela revelação que já foi dada uma vez por todas. Nos capítulos 12-14, entretanto, a terminologia usada para sabedoria, mistério e revelação está relacionada com o ministério presente e constante do Espírito, através dos que têm dons de línguas, profecia e revelação (13.2; 14.2). Paulo está tratando de algo diferente do que tratou nos capítulos 1-4. Sandnes, que defende uma continuidade entre 1 Co 1-4 e 12-14, é obrigado a admitir que as duas passagens tratam de temas diferentes.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;25)&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Uma Tabela do Vocabulário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Finalmente, se a terminologia for o critério principal para determinarmos o contexto interpretativo de 1 Co 2.6-16, então não existe qualquer razão para irmos além de 1 Co 1-4, desde que todos os principais termos de 2.6-16, ou palavras do mesmo campo semântico, ocorrem no contexto mais imediato, isto é, 2.1-5 e 3.1-2. Vejamos a tabela a seguir(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;26)&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;4&quot; cellspacing=&quot;0&quot; width=&quot;524&quot;&gt;    &lt;tbody&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;&lt;strong&gt;       &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;&lt;strong&gt;2.6-16&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;&lt;strong&gt;       &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;&lt;strong&gt;2.1-5, 3.1-2&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sofi/a, 2.6,7,13&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sofi/a, 2.1,4,5&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;lale/w, 2.6,7,13&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;lale/w, 3.1&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioj, 2.6&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioj, 3.1&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;musth/rion, 2.7&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;musth/rion, 2.1, &lt;/span&gt;cf.&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;        4.1&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;stauro/w, 2.8&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;stauro/w, 2.2&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;oi)=da, 2.11,12&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;oi)=da, 2.2&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)pokalu/ptw, 2.12&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)po/deicij &lt;/span&gt;(&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)poka/luyei        &lt;/span&gt;D&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;*&lt;/span&gt;), &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;2.4&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneu=ma, 2.10-12&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneu=ma, 2.4&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;lo/goj, 2.13&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;lo/goj, 2.1,4 &lt;/span&gt;(?)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)nqrw/pinoj, 2.13 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a/)nqrwpoj, 2.4, 3.3&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)nakri/nw, 2.14,15&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;kri/nw, 2.2&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j, 2.13,15&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j, 3.1&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;yuxiko/j, 2.14&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;       &lt;/span&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkiko/j, 3.1,3&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos ainda acrescentar a essa lista a terminologia de  comunicação que ocorre em 2.1-5 (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;katagge/llw&lt;/span&gt;, 2.1,  &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;kh/rugma&lt;/span&gt;, 2.4) e 2.6-16 (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sugkri/nw&lt;/span&gt;, 2.13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o principal argumento de Ellis carece de comprovação exegética. Mas examinemos sua interpretação ainda de uma outra perspectiva. Como já mencionamos acima, Ellis interpreta &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt; em 1 Co 2.13,15 num sentido mais restrito, como sendo os cooperadores de Paulo dotados de dons proféticos de compreensão e expressão inspirados, e que estavam engajados na interpretação carismática das Escrituras do Velho Testamento.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;27)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente não queremos dizer que não podemos ter nenhuma luz de outras partes da carta para entendermos 1 Co 1-4, e especialmente 2.6-16. Afinal de contas, as dissensões que havia na igreja eram uma manifestação de um problema espiritual básico dos coríntios, que brotava sob diferentes formas na comunidade, e que está refletido em várias partes da carta. Nesse sentido, 1 Co 1-4 tem vários pontos de contato com outras passagens da carta: a oposição sofrida por Paulo, e que ele encara de forma mais explícita em 1 Co 9, é possivelmente a mesma a que ele se refere obliquamente em 1 Co 4.3,18-19; a vanglória dos &quot;espirituais&quot; quanto aos seus dons transparece tanto em 1 Co 4.7-10 quanto em 12-14. Mesmo o conceito equivocado que eles tinham quanto ao ser &quot;espiritual&quot; é corrigido sutilmente por Paulo em 2.6-3.4, quando o apóstolo fornece a sua própria concepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, essas concessões não significam que os temas abordados por Paulo em 1 Co 2.6-16, tais como &quot;espirituais,&quot; mistério, revelação, sabedoria e conhecimento, devam ser entendidos primariamente à luz do que Paulo diz em 1 Co 12–14 sobre os dons do Espírito, como Ellis sugere. Parece-nos que o abuso dos &quot;espirituais&quot; com respeito ao exercício dos seus dons de percepção e de expressão em 1 Co 12-14 era outra manifestação (diferente) do mesmo problema básico que afligia os coríntios, ou seja, falta de maturidade e de crescimento em Cristo (1 Co 13.9-12, 14.20-22; ver 3.1-3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa conclusão é que 1 Co 1–4 permanece como o contexto primário e determinativo para a correta compreensão de 2.6-16, e que, conseqüentemente, a idéia de que Paulo esteja se referindo aos profetas cristãos ao usar o termo &quot;espiritual&quot; não pode ser argumentada de forma convincente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; 7. &quot;Dom espiritual&quot; não é Profecia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Um outro argumento de Ellis é que a fala inspirada mencionada em 1 Co 2.13 deve ser entendida à luz de 14.1 como sendo o dom de expressão inspirada ligado a profecia (1 Co 14.3,6,15,19,30). Já vimos que não há qualquer argumento convincente e irrefutável para nos levar a interpretar 1 Co 2.6-16 à luz de 1 Coríntios 12-14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos ainda acrescentar que não é muito claro que Paulo veja  qualquer distinção significativa entre &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;xari/smata&lt;/span&gt; e  &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatika\&lt;/span&gt; nos capítulos 12–14, como se o primeiro se referisse aos dons em geral e o último aos dons proféticos de sabedoria, entendimento e expressão, como Ellis sustenta. Conforme vimos, Ellis faz essa distinção baseado em Rm 1.11.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;28) &lt;/span&gt;A passagem diz:  &quot;Porque muito desejo ver-vos, a fim de repartir convosco algum &lt;em&gt;dom espiritual  &lt;/em&gt;(&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;xa/risma pneumatiko/n&lt;/span&gt;), para que sejais confirmados.&quot; A razão pela qual Paulo qualifica &quot;dom&quot; com o adjetivo &quot;espiritual&quot; é possivelmente apenas uma questão de ênfase.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;29) &lt;/span&gt; Ou, melhor ainda, para deixar clara a natureza do &quot;dom&quot; que ele gostaria de compartilhar com os romanos. É algo &quot;espiritual&quot; e não material. O &quot;dom espiritual&quot; que Paulo tem em mente é a fé mútua, dele e dos romanos, como ele explica no verso seguinte: &quot;Isto é, para que, em vossa companhia, reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua, vossa e minha&quot; (Rm 1.12).(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;30)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais adiante, na Carta aos Romanos, encontramos essa distinção entre dádivas &quot;espirituais&quot; e &quot;materiais&quot; claramente mencionada em 15.27:&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Isto lhes pareceu bem, e mesmo lhes são devedores; porque, se  os gentios têm sido participantes dos valores espirituais (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;toi=j pneumatikoi=j&lt;/span&gt;) dos judeus, devem também servi-los com  bens materiais (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;toi=j sarkikoi=j&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Portanto, não há qualquer evidência exegética para fazermos uma  distinção definida entre &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;xa/ risma&lt;/span&gt; e &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatika/&lt;/span&gt; como se referindo a dois tipos diferentes de  dons. Cremos que os dois termos referem-se à mesma coisa. Quando Paulo emprega  &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;xa/ risma&lt;/span&gt; ele está acentuando o fato de que os dons são  &lt;em&gt;dados gratuitamente por Deus&lt;/em&gt; (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;xa/rij&lt;/span&gt;).(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;31) &lt;/span&gt;Quando ele usa &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatika/&lt;/span&gt;,  enfatiza a sua origem e natureza (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneu=ma&lt;/span&gt;).(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;32)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo usa os dois termos indiscriminadamente em 1 Co  12.1-11,(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;33) &lt;/span&gt; quando inclui &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;lo/goj  sofi/aj &lt;/span&gt;e&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt; lo/goj gnw=sewj &lt;/span&gt;(que Ellis afirma  pertencerem a &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatika/&lt;/span&gt;) na lista dos &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;xari/smata&lt;/span&gt;, 1 Co 12.4-11.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;34) &lt;/span&gt; Essa evidência é tão clara que Ellis procura livrar-se dela simplesmente afirmando que 1 Co 12.4-11 é &quot;parte de um texto tradicional que Paulo incorpora em seu próprio trabalho.&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;35) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos ainda mencionar que em 1 Co 1.5,7 Paulo afirma que  os coríntios haviam sido enriquecidos com o dom da palavra (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;lo/goj&lt;/span&gt;) e do conhecimento (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;gnw=sij&lt;/span&gt;),  que ele considera como &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;xari/smata&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; 8. Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Muito embora Ellis tenha prestado um considerável serviço aos estudos neotestamentários na área de profecia e da estrutura das igrejas locais, sua argumentação em favor da identificação dos &quot;espirituais&quot; com os profetas cristãos das igrejas primitivas não é convincente. Embora nos pareça fora de dúvida que os crentes espirituais certamente deveriam exibir dons que atestassem a presença do Espírito em sua vida, não nos parece inquestionável que esses dons tenham sido necessariamente aqueles de fala inspirada, ou mais exatamente, de profecia, como espero ter demonstrado acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;h2 align=&quot;justify&quot;&gt;B. Os Espirituais: Todos os Crentes&lt;br /&gt; &lt;/h2&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Um segundo ponto de vista é o que interpreta &quot;espirituais&quot; em 1  Coríntios 1-3 como se referindo a &lt;em&gt;todos os crentes sem distinção&lt;/em&gt;. Essa  interpretação baseia-se especialmente na correlação entre os termos &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi &lt;/span&gt;(&quot;maduros&quot;, &quot;experimentados&quot;) em 2.6 e &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi\&lt;/span&gt; (&quot;espirituais&quot;) em 2.13,15. Estudiosos sérios e reconhecidos têm argumentado, de diferentes formas e por diferentes motivos, que os dois termos se referem aos crentes em geral, e não a uma classe de crentes &quot;iluminados&quot; ou especiais.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;36) &lt;/span&gt; Assim, o contraste que  Paulo está fazendo na passagem é &lt;em&gt;extramuros&lt;/em&gt;, isto é, entre crentes e  descrentes. Existem basicamente três argumentos avançados em favor dessa  posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; 1. O Argumento do Contexto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Segundo esse argumento, Paulo está contrastando &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi &lt;/span&gt;(&quot;maduros&quot;, &quot;experimentados&quot;) com &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;oi/( a)/)rxontej tou= ai¹w½noj tou/tou &lt;/span&gt;(&quot;os poderosos desta época/século,&quot; 2.6b,8), e, portanto, dando continuidade ao contraste que havia feito em 1.8-25 entre crentes e descrentes; &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a/)rxontej  &lt;/span&gt;(&quot;poderosos&quot;) corresponde aos que &lt;em&gt;se perdem&lt;/em&gt; (1.18), enquanto que  &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi &lt;/span&gt;aos que &lt;em&gt;são salvos&lt;/em&gt; (1.18), que crêem  (1.21), que são chamados (1.24), ou seja, os crentes em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, fica difícil ver como &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi  &lt;/span&gt;(&quot;maduros&quot;) pode se referir a todos os crentes já que Paulo contrasta o  termo com &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioi e)n xrist%½ &lt;/span&gt;(&quot;crianças em Cristo&quot;, 3.1-2; ver 13.10-11 e 14.20). Certamente não podemos admitir que Paulo considerava descrentes como sendo &quot;crianças em Cristo,&quot; nem que os coríntios eram descrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora concordemos que a distinção entre &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)/rxontej  &lt;/span&gt;(&quot;maduros&quot;/&quot;poderosos&quot;) em 2:6-8 continua de certa forma a distinção entre crentes/descrentes de 1:18-25, parece-nos claro que essa distinção, em 2.6-8, focaliza-se mais exatamente na habilidade espiritual dos &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi &lt;/span&gt;(&quot;maduros&quot;) de entenderem a sabedoria de Deus, que é  Cristo crucificado (2.6-7, 10), e a cegueira dos &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)rxontej  &lt;/span&gt;(&quot;poderosos&quot;) que o crucificaram (2.8). A comparação continua em 2.14-16  em termos do &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;yuxiko/j&lt;/span&gt; (2.14), o homem &quot;natural&quot;, do  mundo, que não pode compreender as coisas de Deus, e o &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt; (2.15), que tem a mente de Cristo (2.16). A comparação, portanto, ganhou claramente em 2.6-16 uma nuança epistemológica e hermenêutica. Não é mais entre crentes e descrentes, mas entre a &lt;em&gt;capacidade  hermenêutica&lt;/em&gt; do crente maduro e a falta dessa capacidade por parte dos descrentes e crentes carnais. Paulo está antecipando o contraste que fará em 3.1-4 entre o maduro e o carnal — ou, mais exatamente, entre a compreensão espiritual do crente espiritual e aquela do crente carnal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa perspectiva é possível ver como Paulo pode considerar os  crentes coríntios, em 3.1-4, como &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkikoi/ &lt;/span&gt;(&quot;carnais&quot;)  e &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioi e)n xrist%= &lt;/span&gt;(&quot;meninos em Cristo&quot;), em  contraste com &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi/&lt;/span&gt; (&quot;maduros/espirituais&quot;), sem sugerir que eles eram descrentes. A verdade é que, mesmo achando que os coríntios ainda eram carnais, meninos em Cristo, Paulo os aceitava como verdadeira igreja de Deus, como santificados em Jesus Cristo (1.2), e reafirma que o Espírito de Deus habitava neles (3.16). Apesar disto, tendo em vista que o seu conhecimento das coisas de Deus ainda não havia se desenvolvido e amadurecido como devia, e que eles estavam divididos entre si, possuídos de ciúmes, invejas e contendas, Paulo os associa com os &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)/rxontej&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;yuxiko/j  &lt;/span&gt;(&quot;poderosos/homem natural&quot;), em contraste com os &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi/&lt;/span&gt; (&quot;maduros/espirituais&quot;), sem necessariamente implicar uma plena identificação deles com os poderosos desta época e os homens do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários estudiosos têm argumentado que &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkikoi/&lt;/span&gt; (&quot;carnais,&quot; 3.1,3) é um sinônimo de Paulo para  &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;yuxiko/j &lt;/span&gt;(&quot;homem natural&quot;, 2.14), ou seja, que ser  &lt;em&gt;carnal &lt;/em&gt;é o mesmo que ser &lt;em&gt;homem natural&lt;/em&gt;.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;37) &lt;/span&gt; Entretanto, Paulo acrescenta &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioi  e)n xrist%= &lt;/span&gt;(&quot;meninos em Cristo&quot;) logo depois de &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkikoi/ &lt;/span&gt;(&quot;carnais&quot;) em 3.1, e sua linguagem em 3.2 de dar-lhes leite para beber claramente mostra que o apóstolo não está insinuando uma clara identificação de &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkikoi/ &lt;/span&gt;(&quot;carnais&quot;) com  &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;yuxiko/j&lt;/span&gt; (&quot;homem natural&quot;) e que ele claramente  considera os coríntios como estando &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;e)n xrist%=&lt;/span&gt;, &quot;em Cristo&quot; (apesar de precisarem desesperadamente de crescimento e maturidade). Paulo não diria essas coisas referindo-se ao &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;yuxiko\j  a/)nqrwpoj &lt;/span&gt;(&quot;homem natural&quot;). Assim, E. Schweizer observa corretamente  que &quot;epigramaticamente pode-se dizer que o &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkiko/j&lt;/span&gt;  (&quot;carnal&quot;) torna-se um &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;yuxiko/j&lt;/span&gt; (&quot;natural&quot;) quando ele  confessa que é um crente, mas ainda permanece exclusivamente voltado para o que  é terreno.&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;38) &lt;/span&gt; Em resumo, a comparação e o contraste não são de estados de salvação (soteriologia), mas de níveis de entendimento (hermenêutica/epistemologia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; 2. O Argumento do Gnosticismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Alguns estudiosos, como Du Plessis, por exemplo,(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;39) &lt;/span&gt; hesitam em tomar &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi  &lt;/span&gt;(&quot;maduros&quot;) como uma distinção paulina &lt;em&gt;intramuros&lt;/em&gt;, com receio de que tal posição daria apoio ao conceito de que Paulo tem em mente um grupo esotérico de crentes iniciados, que teriam acesso a um nível elevado de sabedoria cristã. É o que defende Wilckens.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;40) &lt;/span&gt; Ele  acha que o termo &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioj &lt;/span&gt;(&quot;maduro&quot;) é gnóstico e significa &quot;vollendet Identität mit dem transzendenten Gott&quot; (&quot;plena identidade com o Deus transcendente,&quot; p. 56), e que o vocabulário de Paulo é tirado da terminologia gnóstica das religiões de mistério. A questão do &lt;em&gt;background&lt;/em&gt; gnóstico de 1 Coríntios tem sido bastante discutida e, sem entrarmos mais a fundo, podemos descartar a sugestão de Wilckens como improvável, visto não existir evidência suficiente de que já em meados do primeiro século o gnosticismo existia como uma religião ou movimento organizado.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;41) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o receio de Du Plessis e de outros nos parece injustificado. Podemos assumir que Paulo está fazendo uma distinção &lt;em&gt;intramuros&lt;/em&gt;, sem necessariamente aceitar que ele reconhece a existência de uma categoria de crentes especiais, mais iluminados, esotéricos, que têm um acesso secreto e místico às coisas ocultas de Deus, como havia no gnosticismo. Os &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi &lt;/span&gt;(&quot;maduros&quot;) eram um grupo aberto de cristãos. A &quot;sabedoria&quot; que eles conheciam era simplesmente aquilo que havia sido proclamado pública e abertamente pelos apóstolos, ou seja, Cristo crucificado. Eles não eram uma classe especial de crentes — eram simplesmente o que todos os cristãos deveriam ser. Eles representam a norma, o padrão — os coríntios carnais, a exceção. O que os &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi  &lt;/span&gt;(&quot;maduros&quot;) haviam chegado a entender, e que os coríntios &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkikoi/&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioi  &lt;/span&gt;(&quot;carnais/meninos&quot;) ainda não haviam entendido, é que Cristo crucificado, sendo a revelação plena da sabedoria de Deus, reduz a nada a glória humana, e que o cristão tem que gloriar-se somente nele — e não em homens como Paulo, Pedro ou Apolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; 3. O Argumento do Crente &quot;Carnal&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Uma terceira objeção é que, se aceitarmos que Paulo faz uma distinção intramuros, estaremos fortalecendo o conceito popular da existência do &quot;crente carnal&quot; como uma subespécie de crente, vivendo uma vida em pecado ao mesmo tempo em que mantém sua fé em Jesus Cristo como Salvador. Os textos de 1 Coríntios 2.6-16 e 3.1-3 têm padecido muito nas mãos dos que defendem esse ponto de vista, como lamenta o conhecido exegeta pentecostal Gordon Fee:&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quase todas as formas de elitismo espiritual, movimentos de &quot;vida profunda&quot; e da &quot;segunda bênção&quot; têm apelado para esse texto (1 Cor 2:6-16). Segundo ensinam, receber o Espírito prepara o caminho para as pessoas conhecerem verdades &quot;mais profundas&quot; sobre Deus... Os irmãos menos dotados estão vivendo aquém dos seus privilégios em Cristo.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;42) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;A aplicação errada de 1 Co 2.6-16 e 3.1-3 pelos que sustentam o ensino do &quot;crente carnal&quot; deve-se em parte a uma compreensão defeituosa do contraste que Paulo faz entre o &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioj &lt;/span&gt;e o &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkiko/j&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioj&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;yuxiko/j&lt;/span&gt;.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;43)&lt;/span&gt; Conforme já vimos, Paulo considera os coríntios como sendo verdadeiros crentes em Cristo (ver 3.17, 6.19, 7.40). Quando ele os chama de &quot;carnais&quot; (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkikoi&lt;/span&gt;) está apenas dizendo que eles não têm ainda o discernimento espiritual das coisas de Deus que era de se esperar, o entendimento que vem do Espírito Santo, o que se tornava evidente pelas suas dissensões internas e seus ciúmes. Neste sentido, a sua maneira de pensar era análoga à do homem natural, à do homem do mundo, que não tem o Espírito. Como Robertson e Plummer observam corretamente:&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em termos ideais, todos os cristãos são &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi/&lt;/span&gt; (12.3, 13; Gl 4.3-7); porém, de modo algum  podemos dizer que todos os coríntios eram &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoi/&lt;/span&gt;  na prática. Junto com os pagãos, eles se enquadravam na categoria de &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;yuxiko/j &lt;/span&gt;(&quot;natural&quot;) ou &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkiko/j&lt;/span&gt;  carnal&quot;), embora estivessem em nível diferente daquele dos pagãos incrédulos.  Eles eram meninos no caráter, mas meninos &lt;em&gt;em Cristo&lt;/em&gt;. E, à exceção  daqueles pontos em que eram culpáveis, havia muitos aspectos saudáveis em sua  condição (1.4-9, 11.2).(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;44)&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Eles ainda afirmam: &quot;O estado de &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioj  &lt;/span&gt;(&quot;criança&quot;) não é culpável em si mesmo, mas torna-se culpável se  prolongado sem justificativa.&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;45) &lt;/span&gt; Esse ponto é reforçado pelo que Paulo diz em 3.3-4, que a situação atual deles era a mesma que no princípio, sem qualquer progresso visível (ver &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;e)/ti  ga\r sarkikoi\ e)ste&lt;/span&gt;, &quot;porque ainda sois carnais&quot;). Talvez o melhor  comentário seja o do autor de Hebreus:&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quanto a isto, temos muito que dizer, coisas difíceis de explicar, porque vocês se tornaram lentos para aprender. De fato, embora a esta altura já devessem ser mestres, vocês precisam de alguém que lhes ensine novamente os princípios elementares da palavra de Deus. Estão precisando de leite (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;ga/laktoj&lt;/span&gt;), e não de alimento sólido! Quem se  alimenta de leite ainda é criança (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioj&lt;/span&gt;) e não tem  experiência no ensino da justiça. Mas o alimento sólido é para os adultos  (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;tele/iwn&lt;/span&gt;), os quais, pelo exercício constante,  tornaram-se aptos para discernir não somente o bem mas também o mal (NVI, Hb  5.11-14).&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Portanto, a distinção que Paulo faz entre os termos &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioj&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkiko/j&lt;/span&gt; e &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioj &lt;/span&gt;refere-se a diferentes níveis de crescimento espiritual e discernimento na vida cristã, como a diferença que existe entre o entendimento de uma criança e o de um adulto. Não há nada no contraste que implique na existência de &quot;crentes carnais&quot; como popularmente aceito, nem nada que apoie a idéia de elitismo espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Bultmann registrou de forma admirável as implicações da cruz para a vanglória humana. Como é do conhecimento geral, para ele &quot;a raiz de todos os males&quot; era o desejo do ser humano de obter reconhecimento pelas suas realizações.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;46) &lt;/span&gt; Os judeus se vangloriam em seus  privilégios, como, por exemplo, em ter recebido a Torá;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;47) &lt;/span&gt;os gentios, em sua sabedoria. Mas ambos esquecem que nada possuem que não tenham recebido. A cruz é o julgamento de Deus sobre a vanglória humana, e requer que o homem se submeta a esse julgamento: &quot;Toda a vanglória e as conquistas humanas chegam ao fim; são julgadas como nada pela cruz.&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;48) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de termos muitas reservas quanto à antropologia de  Bultmann e sua compreensão da Lei,(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;49) &lt;/span&gt; cremos que ele observou corretamente que uma compreensão genuína da cruz é incompatível com o gloriar-se nos homens. Esse era o problema fundamental dos coríntios. Eles não haviam ainda entendido as implicações da cruz. O próprio fato de que estavam gloriando-se em Paulo, Apolo e Cefas era evidência clara disso, como também o alto valor que davam à sabedoria grega, à filosofia da época, e aos discursos eloqüentes e cheios de recursos retóricos artificiais. E, desde que o conhecimento das implicações da cruz vem somente através de revelação do Espírito (ver Ef 1.17-18; 3.18-19; Cl 1.9-12), Paulo não podia considerá-los como espirituais (como eles pensavam ser), mas sim carnais, como meninos em Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que as considerações acima confirmam nosso argumento de que Paulo não está se referindo aos cristãos em geral quando emprega o termo &quot;espirituais&quot; em 1 Coríntios 1-3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;h2 align=&quot;justify&quot;&gt;C. Os Espirituais: Crentes Maduros&lt;br /&gt; &lt;/h2&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A terceira e última interpretação que desejamos considerar é a de que Paulo, ao usar o termo, refere-se a crentes maduros. Creio que essa é a melhor interpretação da passagem não somente pelos motivos que temos exposto até agora como ainda pelos que se seguem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto inicial que precisamos observar aqui (e que tem sido negligenciado por Ellis e outros) é que Paulo faz uma distinção entre &quot;nós&quot; e os &quot;maduros/espirituais&quot; em 1 Co 2.6:&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Entretanto, [&lt;em&gt;nós&lt;/em&gt;] expomos sabedoria entre &lt;em&gt;os  experimentados&lt;/em&gt;; não, porém, a sabedoria deste século, nem a dos poderosos  desta época, que se reduzem a nada.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A frase poderia ser traduzida como &quot;falamos sabedoria &lt;em&gt;aos  &lt;/em&gt;maduros,&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;50) &lt;/span&gt; como 3.1 sugere:&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais e sim  como a carnais, como a crianças em Cristo.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esta distinção entre &quot;nós&quot; e os &quot;maduros/espirituais&quot; pode ser mantida em toda a seção (1 Co 1–4), possivelmente com a única exceção de 2.7b, 15-16. Aqueles identificados como &quot;nós&quot; falam a sabedoria de Deus oculta em mistério, e os &quot;maduros/espirituais&quot; ouvem e compreendem, pelo Espírito (2.6,13,14-15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira pessoa do plural, &quot;nós,&quot; na passagem, está refletindo o ministério de Paulo entre os maduros da igreja. Quem são as pessoas às quais ele se associa, usando o pronome? Cremos que Paulo refere-se a si mesmo e aos demais apóstolos.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;51)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passo seguinte na pesquisa é examinar mais de perto o sentido  de &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioj &lt;/span&gt;(2.6, &quot;maduro, perfeito&quot;), tendo em vista  sua relação óbvia com &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j &lt;/span&gt;(&quot;espiritual&quot;) na passagem. A grande maioria dos críticos concorda que o &quot;espiritual&quot; de 2.13,15 corresponde ao &quot;maduro&quot; de 2.6.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;52) &lt;/span&gt; Mas, nem todos  estão de acordo se Paulo refere-se aos cristãos em geral, ou a um grupo dentre  eles.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;53) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nossa opinião, a idéia de crescimento e de maturidade está  presente quando Paulo usa o termo &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi  &lt;/span&gt;(&quot;perfeitos&quot;) em 2.6. Ele está se referindo, não a todos os crentes, mas àqueles que têm crescido na fé, que têm amadurecido em seu conhecimento e sua conduta, ao ponto de poder captar as implicações da pregação apostólica da sabedoria oculta de Deus, Cristo crucificado. Paulo está fazendo uma distinção, não entre crentes e descrentes, mas uma distinção interna na comunidade, entre crentes maduros e aqueles crentes que não são maduros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que Paulo às vezes emprega &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioj  &lt;/span&gt;(&quot;maduro&quot;, &quot;perfeito&quot;) no sentido escatológico, referindo-se a todos os crentes como já desfrutando das bênçãos escatológicas e futuras de Deus (ver Fp 3.12).(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;54) &lt;/span&gt; Neste sentido, os crentes são &quot;perfeitos&quot;, ou tem sido &quot;aperfeiçoados&quot; por Cristo. Mas aqui em 1 Co 2.6 está claro que o sentido não é escatológico. Paulo está fazendo uma distinção intramuros.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;55)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa distinção, entretanto, não deve ser exagerada. Ela não é fixa e determinada, como se Paulo reconhecesse duas classes de crentes. Essa distinção é apenas em termos de conhecimento e compreensão. O contraste entre &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatikoj&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioj&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:85%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkiko/j&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioi &lt;/span&gt;em 3.1-2, e entre  &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;ga/ la &lt;/span&gt;(&quot;leite&quot;) e &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;brw=ma  &lt;/span&gt;(&quot;comida sólida,&quot; ver Hb 5.11-14), claramente sugere um progresso no  entendimento e no comportamento dos cristãos.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;56) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o contraste entre um entendimento infantil e um entendimento adulto ocorre mais duas vezes na carta (13:10-11, 14:20), e, em ambos os casos, a idéia de níveis de entendimento espiritual, refletindo diferentes estágios no processo de crescimento, está presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1 Co 13.10, apesar de &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leion  &lt;/span&gt;(&quot;perfeitos&quot;) ter provavelmente uma conotação escatológica, o  contraste&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;nh/pioj&lt;/span&gt;/&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)nh/r &lt;/span&gt;(&quot;menino/homem&quot;) no verso seguinte (13.11) retém a idéia de dois níveis distintos de compreensão espiritual. Em 14.20, onde Paulo contrasta &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;paidi/a &lt;/span&gt;(&quot;meninos&quot;) e &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioi &lt;/span&gt;(&quot;maduros&quot;), a idéia é ainda mais evidente. Du Plessis conclui: &quot;A distinção é entre uma percepção de criança e aquela de um homem adulto.&quot;(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;57) &lt;/span&gt; Sugerimos que a distinção é a mesma  em 1 Co 3.1.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;58)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de que Paulo faz uma distinção entre os cristãos (&quot;espirituais&quot; e &quot;carnais&quot;) não significa que ele tinha, necessariamente, uma mensagem de sabedoria reservada para aqueles poucos &quot;iluminados,&quot; distinta do seu &lt;em&gt;kerygma&lt;/em&gt; habitual, como sugere Scroggs.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;59) &lt;/span&gt;  O conteúdo do &lt;em&gt;kerygma&lt;/em&gt; de Paulo, e mesmo da &lt;em&gt;sophia &lt;/em&gt;que ele tem para  compartilhar com os mais experimentados, é Cristo crucificado (1.17, 23-24, 30;  2.1-2; 2.8).(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;60)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo, quando Paulo usa o adjetivo &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:85%;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt; &lt;/span&gt;em 1 Coríntios 1–3, a expressão significa simplesmente os cristãos como os que têm um entendimento iluminado pelo Espírito Santo, já que Paulo não está fazendo na passagem uma distinção soteriológica entre aqueles que têm o Espírito (crentes) e os que não o têm (perdidos). A forte concentração em 1 Co 2.6-16 de palavras do domínio semântico de &quot;saber, conhecer&quot; confirma isso (&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sofi/a&lt;/span&gt;,  &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;ginw/skw&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;oi)/da&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)pokalu/ptw&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sugkri/nw&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;a)nakri/nw&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos dizer que em todas as ocorrências do masculino em 1  Coríntios (2.13[?],15; 3.1 e 14.37)(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;61) &lt;/span&gt; não há  qualquer razão irrefutável para que não interpretemos &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:85%;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt; &lt;/span&gt;no seu sentido mais amplo e  geral, ou seja, &quot;pessoas com entendimento dado pelo Espírito Santo.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a única exceção seja 14.37, onde Paulo associa &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j &lt;/span&gt;com &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;profhth/j&lt;/span&gt;. Alguns  estudiosos entendem que os dois termos aqui (&quot;espiritual&quot; e &quot;profeta&quot;) designam  a mesma pessoa.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;62) &lt;/span&gt; Esse é o pensamento de Ellis, embora aqui e acolá ele tente estabelecer uma distinção, como já vimos acima. Outros fazem uma distinção entre o &quot;espiritual&quot; e o &quot;profeta&quot;, mas consideram o &quot;espiritual&quot; como sendo o que fala em línguas, como Gillespie(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;63) &lt;/span&gt; e Painter.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;64) &lt;/span&gt; Mesmo assim,  ainda seria possível, como Meyer sugere, entender o termo como se referindo ao  &lt;em&gt;Geistbegabter&lt;/em&gt; (&quot;o que tem o Espírito&quot;), do qual o profeta seria uma  subespécie.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;65)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Também é possível que Paulo esteja usando o termo ironicamente,  no sentido em que os coríntios o compreendiam. Ainda assim, o&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j &lt;/span&gt;pode ainda ser entendido como  alguém espiritualmente maduro.(&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;66) &lt;/span&gt; Em nossa opinião, esse é o sentido em 14.37, e também em 2.6-16. Paulo está se referindo ao que é espiritualmente maduro, e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa conclusão é que &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j &lt;/span&gt;em  1 Co 2.6-16 significa ser maduro no entendimento e na conduta, uma condição  aberta a todos os crentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:ClearfaceGothic;&quot;&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style=&quot;font-family:ClearfaceGothic;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Conclusões&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O termo &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;foi usado por Paulo em 1 Co 2.13,15 e 3.1 em sua crítica pastoral de que  os coríntios eram &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;sarkikoi/ &lt;/span&gt;(&quot;carnais&quot;, 3.1,3). O  contexto das passagens e a associação de &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;pneumatiko/j  &lt;/span&gt;com &lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;&quot;&gt;te/leioj &lt;/span&gt;mostram que Paulo não está se referindo a uma classe de cooperadores seus (profetas cristãos), mas a cristãos comuns, que haviam atingido, no processo normal de santificação e crescimento, um nível de maturidade espiritual no qual podiam entender claramente a mensagem do apóstolo, que era Cristo crucificado, a sabedoria de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são as implicações da nossa pesquisa para o debate atual acerca da espiritualidade? Creio que duas podem ser enfatizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; 1. Espiritualidade tem a ver Primariamente com Maturidade  Espiritual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Os coríntios pensavam de si mesmos como crentes espirituais, em virtude das manifestações carismáticas — especialmente a glossolália — que ocorriam durante o culto. Esse conceito levou-os até mesmo a se gloriarem contra Paulo e a se julgarem superiores ao apóstolo, apesar de estarem divididos em várias facções internas, e de permitirem na igreja pessoas de comportamento imoral e até mesmo quem negasse uma doutrina tão básica quanto a ressurreição dos mortos. Paulo os considera não como espirituais, mas como carnais. Em vez de serem crentes amadurecidos, eram meninos em Cristo, apesar do tempo decorrido desde sua conversão. A falha dos coríntios em perceber as implicações éticas, morais e práticas da cruz de Cristo demonstrava que não eram espirituais, mas carnais. Ser espiritual, diz Paulo, é ter a mente de Cristo. Portanto, a busca da espiritualidade &quot;carismática&quot; como se fosse aquela ensinada pela Bíblia é equivocada. É repetir os erros dos coríntios.&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Espiritualidade é o Resultado do Crescimento Progressivo na  Graça de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; Os que desejam ser realmente espirituais devem procurar o crescimento espiritual equilibrado pela santificação, crescendo na graça e no conhecimento de Cristo, amadurecendo no conhecimento e na fé. Muito mais do que crentes &quot;carismáticos,&quot; hoje a igreja evangélica no Brasil precisa de crentes maduros, adultos, sóbrios, equilibrados, firmes na fé. E isso não acontece da noite para o dia — é o resultado de um processo, por vezes longo, de treinamento espiritual, de disciplina espiritual, de constância e do uso regular dos meios de graça. Não há atalho para a maturidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;span style=&quot;font-family:ClearfaceGothic;&quot;&gt;&lt;strong&gt; &lt;h1&gt;ENGLISH ABSTRACT&lt;br /&gt; &lt;/h1&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;What is the meaning of &quot;spiritual&quot; in Paul’s First Letter to the Corinthians? More than in any other of his writings, it is in 1 Corinthians that the apostle deals with the theme in the fullest way. Lopes examines the three main interpretations by scholars as to the meaning of the word: Christian prophets, Christians in general and mature Christians. He offers a criticism of the first two solutions while attempting to support the view that Paul uses the word in two senses: the one intended by the Corinthians, which was related to the manifestation of spiritual gifts, especially tongues, and in his own sense, that of mature believers, those who can really grasp the implications of the cross for daily life. More specifically, because the Corinthians were not spiritual (in Paul’s sense, although they thought of themselves as such), they had not correctly understood that the cross humbles man and, therefore, there is no place in the church for divisions centered in one’s favorite preacher or teacher. Lopes applies his conclusions to the Brazilian situation: a true spiritual church is not necessarily and primarily one where charismatic gifts are in evidence, but one in which spiritual maturity can be clearly seen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;____________________&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; &lt;/span&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;1 É possível entender algumas dessas ocorrências não como uma referência adjetiva ao Espírito Santo, mas simplesmente para estabelecer um contraste entre aquilo que é físico, material e deste mundo, com o que é incorpóreo e celestial, como no caso do &quot;corpo espiritual&quot; e do &quot;manjar espiritual&quot; em 1 Co 10.3-4. Mesmo que esse seja o ponto focal da expressão, ainda assim não podemos descartar de todo a relação com o Espírito Santo, visto que o contraste material/imaterial em Paulo normalmente tem uma conotação teológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 As citações bíblicas são da versão Almeida Revista e  Atualizada (ARA), 2a. edição, a não ser quando indicado de outro modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 Adotam ainda o neutro: Édouard Cothenet, &quot;Les Prophètes  Chrétiens Comme Exégètes Charismatiques de l’Écriture&quot;, em &lt;em&gt;Prophetic Vocation  in the New Testament and Today&lt;/em&gt;. NovTSup 45, ed. J. Panagopoulos (Leiden:  Brill, 1977), 95; Hans Conzelmann, &lt;em&gt;Der erste Brief an die Korinther&lt;/em&gt;,  MeyerK, 11th. ed. (Göttingen: Vandenhoeck &amp;amp; Ruprecht, 1969), 86; Leon  Morris, &lt;em&gt;The First Epistle of Paul to the Corinthians: An Introduction and  Commentary&lt;/em&gt;, The Tyndale New Testament Commentaries, ed. R. V. G. Tasker (Londres: Tyndale Press, 1958; reimpressão 1969), 59-60; Gordon D. Fee,&lt;em&gt; The  First Epistle to the Corinthians&lt;/em&gt;, NICNT, ed. F. F. Bruce (Grand Rapids:  Eerdmans, 1987), 114-15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 Essa correspondência é observada por Jean Héring, &lt;em&gt;La  Première Épitre de Saint Paul aux Corinthiens&lt;/em&gt;. CNT, 7; eds. P. Bonnard, et  al. (Paris; Neuchatel: Delachaux &amp;amp; Nestlé S.A., 1949), 28; Johannes Weiss,  &lt;em&gt;Der erste Korintherbrief&lt;/em&gt;. MeyerK, 9th ed. (Göttingen: Vandenhoeck &amp;amp;  Ruprecht, 1910), 64-65; cf. A. Robertson. e A. Plummer, &lt;em&gt;A Critical and  Exegetical Commentary on the First Epistle of Saint Paul to the Corinthians,&lt;/em&gt;  ICC, eds. S. R. Driver, et al. (Edimburgo: T. &amp;amp; T. Clark, 1914), 47-48.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 Robertson e Plummer, &lt;em&gt;Corinthians&lt;/em&gt;, 47.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 Earle E. Ellis, &quot;Paul and His Co-Workers,&quot; &lt;em&gt;New Testament  Studies&lt;/em&gt; 17 (1970), 437-52.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 E. Earle Ellis, &lt;em&gt;Prophecy and Hermeneutic in Early  Christianity: New Testament Essays&lt;/em&gt; (Tübingen: Mohr/Siebeck, 1978), 27.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 &lt;em&gt;Ibid&lt;/em&gt;., 29.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;9 Ver sua anuência à tese de A. Schweitzer de que &quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; é o conceito mais amplo, do  qual o &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;profhth(j&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; é um  subtipo especial&quot; (&lt;em&gt;ibid&lt;/em&gt;., 25, 69).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 Ver Wayne Grudem, &lt;em&gt;The Gift of Prophecy in the New  Testament and Today&lt;/em&gt; (Eastbourne, Inglaterra: Kingsway Publications, 1988),  142,161,320; David Hill, &lt;em&gt;New Testament Prophecy&lt;/em&gt;, Marshall’s Theological  Library, eds. P. Toon and R. Martin (Atlanta: John Knox Press, 1979), 103; David  Aune, &lt;em&gt;Prophecy in Early Christianity and the Ancient Mediterranean World&lt;/em&gt;  (Grand Rapids: Eerdmans, 1983), 345; Karl Olav Sandnes, &lt;em&gt;Paul - One of the  Prophets? A Contribution to the Apostle’s Self-Understanding&lt;/em&gt;, WUNT, 2:43 (Tübingen: Mohr/Siebeck, 1991), 10. Em seu ensaio &quot;Christian Prophets as Teachers and Instructors in the Church&quot; (in &lt;em&gt;Prophetic Vocation in the New  Testament and Today&lt;/em&gt;, NovTSup 45, ed. J. Panagopoulos [Leiden: Brill, 1977]), Hill observa que as idéias de Ellis dependem de uma virtual identificação dos pneumáticos com os profetas cristãos, algo que, na opinião de Hill, não pode ser assumido sem mais nem menos (p. 118, n. 32).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 Ellis, &lt;em&gt;Prophecy&lt;/em&gt;, 27-28.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 &lt;em&gt;Ibid&lt;/em&gt;., 23. Ver também o artigo de Ellis, &quot;Prophecy in  the New Testament Church—and Today,&quot; em &lt;em&gt;Prophetic Vocation in the New  Testament and Today&lt;/em&gt;. NovTSup, 45, ed. J. Panagopoulos (Leiden: Brill, 1977),  49.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 Ellis, &lt;em&gt;Prophecy&lt;/em&gt;, 24, 68-69; ver também Ellis,  &lt;em&gt;Pauline Theology: Ministry and Society&lt;/em&gt; (Grand Rapids: Eerdmans; Exeter:  Paternoster Press, 1989), 113.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 Ellis, &lt;em&gt;Prophecy&lt;/em&gt;, 24-25; &quot;Prophecy in the New  Testament Church—and Today,&quot; 49; &lt;em&gt;Pauline Theology&lt;/em&gt;, 39,51; ver também  outra obra de Ellis intitulada &lt;em&gt;The Old Testament in Early Christianity&lt;/em&gt;.  WUNT, 54. (Tübingen: Mohr/Siebeck, 1991), 119.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 Ver Ellis, &lt;em&gt;Prophecy&lt;/em&gt;, 24-25, 68-69.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16 &lt;em&gt;Ibid.&lt;/em&gt;, 66.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 &lt;em&gt;Ibid&lt;/em&gt;., 50.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 Ver o apelo de Ellis a 1 Co 2.6-16 para provar seu argumento  (&lt;em&gt;Old Testament&lt;/em&gt;, 119).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 Ellis, &lt;em&gt;Pauline Theology&lt;/em&gt;, 54.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 Ulrich Wilckens, &quot;Zu 1 Kor 2,1-16,&quot; em &lt;em&gt;Theologia  Crucis-Signum Crucis: Festschrift für Erich Dinkler zum 70. Geburtstag&lt;/em&gt;, eds.  C. Andresen and G. Klein (Tübingen: Mohr [Siebeck], 1979), 520.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 Ver a lista de termos semelhantes organizada por Karl Olav  Sandnes, &lt;em&gt;Paul - One of the Prophets? A Contribution to the Apostle’s  Self-Understanding&lt;/em&gt;. WUNT, 2/43 (Tübingen: Mohr [Siebeck], 1991), 103. Cf.  também a lista de John Painter, &quot;Paul and the &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;pneumatikoi\&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; at Corinth,&quot; em &lt;em&gt;Paul and Paulinism:  Essays in Honour of C. K. Barrett&lt;/em&gt;, eds. M. D. Hooker and S. G. Wilson  (Londres: SPCK, 1982), 240.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 Ver J. Gillespie, &quot;Interpreting the Kerygma: Early Christian  Prophecy According to 1 Corinthians 2:6-16,&quot; em &lt;em&gt;Gospel Origins &amp;amp;  Christian Beginnings&lt;/em&gt;, eds. J. E. Goehring, et al. (Sonoma, CA: Polebridge Press, 1990) 161. Gillespie apela para a sugestão de D. Hill de que a ausência da terminologia profética não significa necessariamente que profecia não está em pauta (Hill, &lt;em&gt;Prophecy&lt;/em&gt;, 3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 Os argumentos usados por Gillespie são baseados em 1 Co  12-14, ver &quot;Interpreting the Kerygma,&quot; 161-66.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 Apesar das traduções em português preferirem  &quot;experimentados&quot; para &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;te/leioi&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;, emprego aqui e no restante do artigo o termo &quot;maduros,&quot; visto que o mesmo, além de ser uma tradução correta do termo, expressa melhor o que entendo ser o sentido de Paulo no contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 Sandnes, &lt;em&gt;Paul&lt;/em&gt;, 105.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26 Para outros paralelos interessantes entre 1 Co 2.6-16 e seu  contexto imediato, ver Wolfgang Schrage, &lt;em&gt;Der erste Brief an die Korinther  (1Kor 1,1-6,11),&lt;/em&gt; EKKNT, 7:1, eds. N. Brox et al. (Neukirchen: Beuziger  Verlag e Neukirchener Verlag, 1991), 241.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27 Esse é também o pensamento de Gillespie (&quot;Interpreting the Kerygma,&quot; 151), que considera a profecia como sendo o assunto não rotulado de 1 Co 2.6-16. Também Aune (&lt;em&gt;Prophecy&lt;/em&gt;, 199), embora ele pareça contradizer-se  mais adiante (cf. &lt;em&gt;ibid&lt;/em&gt;., 342).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28 Ver página 94.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29 É o que defende D. G. Dunn, &lt;em&gt;Romans 1-8&lt;/em&gt;, WBC, vol.  38a, eds. D. Hubbard et al. (Dallas: Word Books, 1988), 30-31.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 Consulte ainda N. Baumert, &quot;Charisma und Amt bei Paulus,&quot; em  &lt;em&gt;L’Apôtre Paul: Personnalité, Style et Conception du Ministère&lt;/em&gt;, BETL 73,  ed. A. Vanhoye (Leuven: University Press e Uitgeverij Peeters, 1986), 213.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31 Como pensam também Ulrich Brockhaus,&lt;em&gt; Charisma und Amt:  Die paulinische Charismenlehre auf dem Hintergrund der frühchristlichen  Gemeindenfunktionen&lt;/em&gt; (Wuppertal: Theologischer Verlag Rolf Brockhaus, 1972),  139, e Morris, &lt;em&gt;1 Corinthians&lt;/em&gt;, 168.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32 Gordon D. Fee, &lt;em&gt;The First Epistle to the&lt;/em&gt;  &lt;em&gt;Corinthians&lt;/em&gt;, NICNT, ed. F.F. Bruce (Grand Rapids: Eardmans), 576. Ver o  uso que Paulo faz de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;pneumatika/&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; em 2.13; 9.11 (Rm 15.27), e seu uso de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;pneumatiko/n&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;/&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;pneumatika\&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; em 1 Co 10.3,4; 15.44-46; Rm 7.14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33 Ver Meyer, &lt;em&gt;An die Korinther&lt;/em&gt;, 331; ver também o  comentário de Simon Kistemaker, &lt;em&gt;Exposition of the First Epistle to the  Corinthians&lt;/em&gt;, New Testament Commentary (Grand Rapids: Baker, 1993),  412-13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34 Ver Hans Conzelmann, &quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;xa/risma&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; em &lt;em&gt;TDNT&lt;/em&gt;, 9:403-5; H.-H. Esser,  &quot;Grace,&quot; em &lt;em&gt;The New International Dictionary of New Testament Theology&lt;/em&gt;,  ed. C. Brown (Exeter, Inglaterra: Paternoster Press, 1976), 2:121.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35 Ellis, &lt;em&gt;Prophecy&lt;/em&gt;, 24, nota 9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36 Por exemplo, Paul J. Du Plessis, &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;TELEIOS&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;: The Idea of Perfection in the New  Testament&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; (Kampen: Uitgave J. H. Kok N. V., s/d.), 184; Wilckens, &quot;Zu 1 Kor 2,1-16,&quot; 507,513; Wendell Willis, &quot;The Mind of Christ in 1 Corinthians 2,16,&quot; &lt;em&gt;Bib&lt;/em&gt; 70 (1989), 110-22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37 W. Schmithals, &lt;em&gt;Die Gnosis in Korinth: Eine Untersuchung  zu den Korintherbriefen&lt;/em&gt; (Göttingen: Vandenhoeck &amp;amp; Ruprecht, 1956), 159;  Ulrich Wilckens, &lt;em&gt;Weisheit und Torheit: Eine  exegetisch-religionsgeschichtliche Untersuchung zu 1 Kor 1-2&lt;/em&gt;. BHT 26  (Tübingen: Mohr/Siebeck, 1959), 53, nota 3; Birger A. Pearson&lt;em&gt;, The Pneumatikos-Psychikos Terminology in 1 Corinthians: A Study in the Theology of the Corinthian Opponents of Paul and Its Relation to Gnosticism&lt;/em&gt;, SBLDS, 12  (Missoula: Scholars Press, 1973), 111 nota 100; Robert W. Funk, &lt;em&gt;Language,  Hermeneutic, and Word of God: The Problem of Language in the New Testament and  Contemporary Theology&lt;/em&gt; (New York; Evanston; Londres: Harper &amp;amp; Row, 1966),  297-98.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38 E. Schweizer, &quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;yuxh/,  yuxiko/j&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;,&quot; em &lt;em&gt;TDNT&lt;/em&gt;, 9:663.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39 Du Plessis, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;em&gt;TELEIOS&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;, 178.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40 Wilckens,&lt;em&gt; Weisheit&lt;/em&gt;, 55-60. Ver também seu artigo  sobre &quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;sofi/a&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&quot;, &lt;em&gt;TDNT&lt;/em&gt;,  7:519. Outros eruditos, apesar de não favorecerem um &lt;em&gt;background &lt;/em&gt;gnóstico,  consideram os &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;te/leioi &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;quase  que como um grupo esotérico dentro da igreja. Ver Meyer, &lt;em&gt;An die  Korinther&lt;/em&gt;, 57.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41 Basta consultar o trabalho de Pearson  (&lt;em&gt;Pneumatikos-Psychikos&lt;/em&gt;, 3-9, 27-38), Gerhard Delling (&quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;te/leioj&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;,&quot; em &lt;em&gt;TDNT&lt;/em&gt;, 8:77) e Du  Plessis (&lt;em&gt;TELEIOS&lt;/em&gt;, 20-32). Esses estudiosos examinam as evidências provenientes da literatura gnóstica disponível e chegam a conclusões totalmente diferentes das de Wilckens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42 Fee, &lt;em&gt;Corinthians&lt;/em&gt;, 120.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43 Como afirma Funk: &quot;Paulo faz uma distinção entre os crentes da igreja? Certamente que sim! A questão é que tipo de distinção, e com que fundamento&quot; (&lt;em&gt;Language&lt;/em&gt;, 299).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44 Robertson e Plummer, &lt;em&gt;Corinthians&lt;/em&gt;, 52 (ênfase deles).  Ver também a observação de Barrett: &quot;Maduros os coríntios certamente não são...  porque estão &lt;em&gt;em Cristo,&lt;/em&gt; eles foram colocados numa relação com a era vindoura e no reino do Espírito, mas eles ainda não são ainda determinados pelo Espírito&quot; (C. K. Barrett, &lt;em&gt;A Commentary on the First Epistle to the  Corinthians&lt;/em&gt;, Black’s New Testament Commentaries (Londres: Adam &amp;amp; Charles  Black, 1968), 80 (ênfase dele).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;45 Robertson e Plummer, &lt;em&gt;Corinthians&lt;/em&gt;, 52 (ênfase  deles).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;46 Rudolph Bultmann,&lt;em&gt; Primitive Christianity in its  Contemporary Setting&lt;/em&gt; (Nova York: New American Library, 1974), 183.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;47 Rudolph Bultmann, &lt;em&gt;Essays, Philosophical and  Theological&lt;/em&gt; (Londres: SCM, 1955), 43-46; Ver &lt;em&gt;Theology of the New  Testament&lt;/em&gt;, vol. 1 (Nova York: Charles Scribner’s Sons, 1951), 240.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48 R. Bultmann, &lt;em&gt;Existence and Faith. Shorter Writings of  Rudolph Bultmann&lt;/em&gt; (Cleveland: Word, 1960), 197.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49 Ver a avaliação crítica de Stephen Westerholm, &lt;em&gt;Israel’s  Law and the Church’s Faith - Paul and His Recent Interpreters&lt;/em&gt; (Grand Rapids:  Eerdmans, 1988), 70-75.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;50 Nigel Turner diz que a preposição &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;e)n&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; com o dativo deve ser traduzida aqui como o dativo normal, &quot;falar aos maduros,&quot; como também em 2 Co 4.3, Gl 1.16, e possivelmente 1 Co 7.12; 2 Co 8.1; 2 Ts 14 (James H. Moulton, &lt;em&gt;A Grammar of  the New Testament Greek&lt;/em&gt;, vol 3 &lt;em&gt;Syntax&lt;/em&gt;, por Nigel Turner [Edimburgo:  T. &amp;amp; T. Clark, 1963], 264). Barrett rejeita essa tradução  (&lt;em&gt;Corinthians&lt;/em&gt;, 68-69), mas sua própria solução, ou seja, que 2.6 implica que todos os cristãos falam sabedoria, é corretamente criticada por Fee (&lt;em&gt;Corinthians&lt;/em&gt;, 102, nota 17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51 Para um estudo mais detalhado, ver Augustus N. Lopes,  &lt;em&gt;Paul as a Charismatic Interpreter of Scripture,&lt;/em&gt; obra ainda não publicada  (Filadélfia, 1995), 123-147.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;52 As referências são muito numerosas para serem todas citadas.  Ver Funk, &lt;em&gt;Language&lt;/em&gt;, 298.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;53 A discussão é extensa. Ver a resenha do debate oferecida por  Willis, &quot;The Mind of Christ in 1 Corinthians 2,16,&quot; 110-22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54 Ver Moisés Silva, &lt;em&gt;Philippians&lt;/em&gt;, The Wycliffe Exegetical Commentary, ed. K. Barker (Chicago: Moody Press, 1988; reimpresso (Grand Rapids: Baker, 1993), 201; Gerald F. Hawthorne, &lt;em&gt;Philippians&lt;/em&gt;, WBC,  eds. D. A. Hubbard et al. (Waco, Texas: Word Books, 1983), 151.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;55 R. Scroggs conclui de um estudo comparativo na literatura  apocalíptica-sapiencial dos judeus e dos cristãos que &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;te/leioj&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;, para Paulo, &quot;é o cristão disciplinado  eticamente e intelectualmente, obediente ao kerygma, e capaz de receber a  &lt;em&gt;sofia&lt;/em&gt; que Paulo pode compartilhar&quot; (&quot;Paul, SOPHOS and PNEUMATIKOS,&quot;  &lt;em&gt;NTS&lt;/em&gt; 14 (1967), 38-40). Richard A. Horsley, baseado num outro estudo  comparativo dos escritos de Filo, sustenta que o contraste &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;pneumatiko/j&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;yuxiko/j&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; implica numa distinção de status espiritual (&quot;Pneumatikos Vs. Psychikos: Distinction of Spiritual Status Among the Corinthians,&quot; &lt;em&gt;Harvard Theological Review,&lt;/em&gt; 69 [1976], 288).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56 Existe um elemento ético no contraste, que pode ser deduzido da comparação entre os que &quot;andam na carne&quot; e os que &quot;andam no Espírito&quot; em Gl 5.16-26 (ver Rm 8.3-9). Os &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;pneumatikoi/  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;mentionados em Gl 6.1, segundo nosso ponto de vista, não são  simplesmente &quot;todos que estão em Cristo&quot;, como sugere Pearson  (&lt;em&gt;Pneumatikos-Psychikos&lt;/em&gt;, 5), mas sim aqueles que andam no Espírito. Para uma resenha do debate sobre os &quot;espirituais&quot; de Gl 6.1 veja James D. G. Dunn, &lt;em&gt;The Epistle to the Galatians&lt;/em&gt;, Black’s New Testament Commentary (Peabody, Massachusetts: Hendrickson, 1993), 319-21. Dunn rejeita a posição de que &quot;espirituais&quot; se refere a todos os cristãos, e opta, cautelosamente, pela opinião de que se refere a algum tipo de distinção entre eles (p. 320).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57 Du Plessis, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;em&gt;TELEIOS&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;, 188. Ele não aceita que &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;te/leioi &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;em 2.6 inclui a noção de crescimento e maturidade dos crentes (p. 184), e portanto, é forçado a concluir que Paulo usa o termo com sentidos diferentes em 1 Coríntios, ver p. 185,186. Em nossa opinião, porém, Paulo usa-o consistentemente, e essa abordagem levanta menos problemas na interpretação de 2.6; 13.10 e 14.20 do que a posição de Du Plessis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;58 Ver Sandnes, &lt;em&gt;Paul&lt;/em&gt;, 81.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;59 Scroggs, &quot;Paul,&quot; 36-38, 54.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60 Ver Sandnes, &lt;em&gt;Paul&lt;/em&gt;, 82-84; Judith L. Kovacs, &quot;The Archons, the Spirit, and the Death of Christ: Do We Need the Hypothesis of Gnostic Opponents to Explain 1 Corinthians 2:6-16?&quot; em &lt;em&gt;Apocalyptic and the  New Testament: Essays in Honor of J. Louis Martyn&lt;/em&gt;, eds. J. Marcus and M. L.  Soards (Sheffield: JSOT Press, 1989), 218-19; Willis, &quot;The Mind of Christ,&quot;  114-15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;61 A maioria dos críticos e das traduções considera  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;pneumatikw=n&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; em 1 Co 12.1  como sendo neutro (&quot;coisas&quot; ou &quot;dons espirituais;&quot; ver Meyer, &lt;em&gt;An die  Korinther&lt;/em&gt;, 331; Sandnes, &lt;em&gt;Paul&lt;/em&gt;, 103, nota 94; Barrett,  &lt;em&gt;Corinthians&lt;/em&gt;, 268; Ellis, &lt;em&gt;Prophecy&lt;/em&gt;, 24,76). Outros o consideram  masculino (&quot;pessoas espirituais&quot;, ver Weiss, &lt;em&gt;Korintherbrief&lt;/em&gt;, 294; Bruce,  &lt;em&gt;1 and 2 Corinthians&lt;/em&gt;, 116; ver a nota da NVI em 1 Co 12.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62 Para Schmithals (&lt;em&gt;Die Gnosis&lt;/em&gt;, 285) os dois termos são  sinônimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63 Gillespie, &quot;Interpreting the Kerygma,&quot; 165-66.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64 Painter&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Sgreek;font-size:78%;&quot;&gt;Pneumatiko/j&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;, 242-44.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;65 Meyer, A&lt;em&gt;n die Korinther&lt;/em&gt;, 405.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;66 Como Grudem faz em &lt;em&gt;The Gift of Prophecy&lt;/em&gt;, 210. Ele  detalha a distinção entre o &quot;espiritual&quot; e o profeta em &lt;em&gt;The Gift of Prophecy  in 1 Corinthians&lt;/em&gt; (Washington: University Press of America, 1982)  160-61.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2009/06/paulo-e-os-espirituais-de-corinto.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-8577361687757612593</guid><pubDate>Fri, 12 Jun 2009 15:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-12T08:50:27.196-07:00</atom:updated><title>Mensagens evangelicas</title><description>Mensagens Evangelicas, Mensagens de Amor, Mensagens de Amizade, Salmos, Datas Comemorativas, Wallpapers, Papel de parede, Videos Evangélicos, Gospel, Site, Sait, Saite, Evangelico, Mensagem da Semana, Bonitas, Para Amigos, Evangelisticas, Evangelismo, Cristão, Cristã, Grátis, Gratuítas, Biblicos, Biblicas, Meditação matinal diária 2008, Mensagens Musicais, Proféticas, Mensagem de Aniversário, Jesus, em Vídeos e Aúdio, Cartão Postal, Imagens e Ilustrações, Música Evangelica, Adventista, Assembléia de Deus, Batista, Presbiteriana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mensagens, evangelicas, cartoes, postais, amor, amizade, salmos, passagens, biblicas, aniversario, papel, parede, wallpapers, videos, gospel, falando, ao, coracao, parabens, clips, clip, geral, reflexao, otimismo, downloads, site, sait, saite, para, amigos, evangelico, crista, gratis, biblicas, meditacao, matinal, 2008, audio, cartao, postal, imagens, ilustrações, hino, música, adventista, batista, Presbiteriana, Universal, Reino, Assembléia, Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Os tops sites evangélicos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;2&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot; class=&quot;ja-box-ct clearfix&quot;&gt;    &lt;ul class=&quot;menu&quot;&gt;&lt;li class=&quot;item206&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=495&amp;amp;Itemid=206&quot;&gt;&lt;span&gt;Estudos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item207&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_kunena&amp;amp;Itemid=207&quot;&gt;&lt;span&gt;Fórum&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item208&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_community&amp;amp;view=frontpage&amp;amp;Itemid=208&quot;&gt;&lt;span&gt;GospelKut&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item214&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_community&amp;amp;view=groups&amp;amp;Itemid=214&quot;&gt;&lt;span&gt;Grupos » Comunidades&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item210&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;layout=blog&amp;amp;id=69&amp;amp;Itemid=210&quot;&gt;&lt;span&gt;Blog dos Membros&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item212&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=520&amp;amp;Itemid=212&quot;&gt;&lt;span&gt;Bate Papo » Sala Geral&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item213&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=521&amp;amp;Itemid=213&quot;&gt;&lt;span&gt;Bate Papo » Sala Amizade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item226&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.profetizando.com.br/index.php?option=com_kunena&amp;amp;Itemid=106&amp;amp;func=view&amp;amp;catid=47&amp;amp;id=78&quot;&gt;&lt;span&gt;Pedidos de oração&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item227&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.profetizando.com.br/index.php?option=com_kunena&amp;amp;Itemid=106&amp;amp;func=view&amp;amp;catid=45&amp;amp;id=91&quot;&gt;&lt;span&gt;Conte seu testemunho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item211&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=section&amp;amp;layout=blog&amp;amp;id=22&amp;amp;Itemid=211&quot;&gt;&lt;span&gt;Notícias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item209&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_marketplace&amp;amp;Itemid=209&quot;&gt;&lt;span&gt;Guia de Igrejas &quot;Grátis&quot;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item232&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_adsmanager&amp;amp;Itemid=232&quot;&gt;&lt;span&gt;Classificados &quot;Grátis&quot;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;item231&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_sobi2&amp;amp;Itemid=231&quot;&gt;&lt;span&gt;Guia Gospel&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; 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&lt;a style=&quot;font-size: 14px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_docman&amp;amp;Itemid=177&quot;&gt;Downloads&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 13px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=75&amp;amp;Itemid=186&quot;&gt;A doutrina da Igreja&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 19px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/&quot;&gt;Profetizando&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 15px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=section&amp;amp;id=8&amp;amp;Itemid=183&quot;&gt;A doutrina da Bíblia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 22px; text-decoration: none; color: rgb(3, 159, 175);&quot; 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&lt;a style=&quot;font-size: 15px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=section&amp;amp;id=15&amp;amp;Itemid=190&quot;&gt;Seitas, Heresias e Costumes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 12px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=93&amp;amp;Itemid=193&quot;&gt;Temas Diversos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 21px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=section&amp;amp;id=9&amp;amp;Itemid=184&quot;&gt;A doutrina de Cristo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 14px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=81&amp;amp;Itemid=189&quot;&gt;Anjos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 18px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=90&amp;amp;Itemid=191&quot;&gt;Últimos Tempos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 21px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=section&amp;amp;id=10&amp;amp;Itemid=185&quot;&gt;A doutrina de Deus&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 22px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_community&amp;amp;view=frontpage&amp;amp;Itemid=146&quot;&gt;Comunidades&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 22px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=520&amp;amp;Itemid=212&quot;&gt;Bate Papo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 18px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_marketplace&amp;amp;Itemid=142&quot;&gt;Guia de Igrejas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 15px; text-decoration: none; color: rgb(135, 168, 0);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=111&amp;amp;Itemid=238&quot;&gt;Música e Liturgia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 13px; text-decoration: none; color: rgb(255, 118, 0);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=104&amp;amp;Itemid=200&quot;&gt;Mais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;a style=&quot;font-size: 20px; text-decoration: none; color: rgb(222, 33, 89);&quot; href=&quot;http://profetizando.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=category&amp;amp;id=103&amp;amp;Itemid=197&quot;&gt;Poemas e Poesias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2009/06/mensagens-evangelicas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-3157662533109210378</guid><pubDate>Thu, 11 Jun 2009 06:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-10T23:29:01.221-07:00</atom:updated><title>Estudo Biblico Edificante</title><description>&lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;&lt;h3 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;SANTIFICAÇÃO...&lt;/h3&gt;      &lt;h3 class=&quot;title_sessiontitle2ndline&quot;&gt;MAIS DO QUE UMA NECESSIDADE: UMA ORDEM!&lt;/h3&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Eu realmente acreditava que todos aqueles que crêem em Jesus como seu Senhor e Salvador já sabiam deste plano, mas tenho testemunhado muita gente, até pastores, esquecendo das artimanhas do inimigo e caindo como patinhos, sendo seduzidos pela beleza e humanidade dos argumentos de satanás.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Façamos um raciocínio lógico e gradual para, no final, podermos visualizar com clareza os métodos e os propósitos do maligno.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Antes de mais nada, recomendo a leitura de     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Hebreus 12&lt;/span&gt; e &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Tessalonicenses 4&lt;/span&gt;     (de onde destacarei alguns detalhes de suma importância): vejam que santificação é diferente de salvação!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Não pretendo me deter (ao menos nesse estudo) explicando tais detalhes, mas basta que saibamos que todo aquele que crê será salvo, pois a salvação é dom gratuito de Deus e não vem a partir de nenhuma de nossas próprias obras. Já a santificação é um processo contínuo onde o indivíduo se separa das coisas da carne e do mundo, buscando aproximar-se do padrão de Deus para o homem. “Santo” é igual a “separado”, e podemos encontrar diversas exortações à santidade por toda a Bíblia. Vejamos algumas:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor Maravilhas no meio de vós.”     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Josué 3:5)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, e não desmaies quando por Ele fores repreendido; Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Hebreus 12:5-8)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E, na verdade, toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela. Portanto, tornai a levantar as mãos cansadas, e os joelhos desconjuntados, e fazei veredas direitas para vossos pés, para que o que manqueja não se desvie inteiramente, antes seja sarado. Segui a paz com todos, &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor&lt;/span&gt;.”    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Hebreus 12:11-14)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Ora, amados, pois que temos tais promessas &lt;sup&gt;    &lt;span class=&quot;rodape_intextmark&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.”    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Coríntios 7:1)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Porque vós bem sabeis que mandamentos vos temos dado pelo Senhor Jesus. Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição; Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra; Não na paixão da concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus. Ninguém oprima ou engane seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos. Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Tessalonicenses 4:2-7)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E qual é aquele que vos fará mal, se fordes zelosos do bem? Mas também, se padecerdes por amor da justiça, sois bem-aventurados. E não temais com medo deles, nem vos turbeis; Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Pedro 3:13-15)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Então, se “ser santo” e “santificar” é seguir o padrão e a vontade de Deus, vejamos algumas formas de como “exercitar” tais atributos (ou não...):&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Romanos 12:1-2)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura: O Espírito que em nós habita tem ciúmes?” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Tiago 4:4-5)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia. E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são vãos. Portanto ninguém se glorie nos homens; porque tudo é vosso; seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja o presente, seja o futuro; tudo é vosso, e vós de Cristo, e Cristo de Deus.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Coríntios 3:19-23)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Então temos aqui algumas claras exortações àqueles que estão colocando o mundo para dentro da igreja, buscando formas de evangelismo que não estão amparadas na Bíblia, porém são baseadas única e exclusivamente na experiência, sabedoria e revelação humana.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Chega a ser engraçado ver algumas pessoas (inclusive pastores) citando o trecho “a tempo e fora de tempo” para justificar o pragmatismo insano que aplicam em suas igrejas, mas parece que ninguém mais lê sequer um parágrafo inteiro da Bíblia e todos passam a se basear apenas em “máximas” do jargão evangélico. Vejamos o texto na íntegra:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Timóteo 4:1-4)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Vejam que a pregação à que o apóstolo Paulo está se referindo não é aquela que chamo de “easy salvation” e tem sido repetida “ad infinitum” nas igrejas do novo paradigma com intuito de atrair os chamados “sem igreja”. Notem que a pregação aqui também envolve repreensão, exortação... sem deixar de ser longânime, porém sem abandonar a doutrina!!!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Outra “máxima” sempre citada fora de contexto é     &lt;span class=&quot;bible&quot;&gt;“Examinai tudo. Retende o bem.”&lt;/span&gt;, texto de     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;I Tessalonicenses 5:21&lt;/span&gt;. Porém, novamente são desprezados tanto o verso anterior quanto o posterior. Vejamos:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Não desprezeis as profecias. Examinai tudo. Retende o bem. Abstende-vos de toda a aparência do mal.”     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Tessalonicenses 5:20-22)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Em algumas versões, ao invés de “abstende-vos”, usa-se “desviai-vos” e em outras até mesmo o termo “fugi”... então, ao contrário do que muitas pessoas afirmam , ao detectarmos a &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;simples aparência&lt;/span&gt; do mal, devemos descartar o objeto examinado em questão e não tentar “filtrar” ou aprender alguma coisa daquele meio.&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se estão colocando músicas “suspeitas” nos cultos de sua igreja para agradar o “público jovem”...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se doutrinas estranhas são aceitas em nome do aumento do número de conversões...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se quem decide quando, como e onde uma mensagem será pregada é o público alvo ao invés do Espírito Santo...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se para “ganhar o mundo” a igreja está trazendo este mundo para dentro da igreja...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se métodos estranhos (regressão, mantras, hipnose, alteração do estado de consciência...) estão sendo usados...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se há amuletos, idolatria (em qualquer aspecto), misticismo, esoterismo...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se os mortos “seguramente” intercedem pelos vivos...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se Jesus Cristo deixa de ser o único intercessor entre o homem e Deus...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se as bênçãos só e somente vierem mediante o dízimo e as ofertas...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se as pregações não são 100% baseadas na Bíblia e 100% dentro do contexto bíblico...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se há exibições ecumênicas...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se há homossexualismo, divórcio, sexo fora do casamento (tanto entre os membros quanto entre os líderes)...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se a igreja deixou de ser igreja e passou a ser uma empresa...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se há improbidade administrativa, contendas, alcoolismo...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se as mensagens são feitas para agradar os pecadores ao invés de convencê-los de seus pecados...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se textos bíblicos estão sendo retirados de seus contextos para tornarem-se pretextos...&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se você é um cristão salvo genuíno e pode identificar que qualquer um (ou mais) dos itens acima citados está ocorrendo em sua igreja, saiba que esta organização definitivamente não está contribuindo para a sua santificação.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Mesmo que alguns estejam descansados baseando-se em     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;Hebreus 13:17a&lt;/span&gt; (&lt;span class=&quot;bible&quot;&gt;“Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas.”&lt;/span&gt;), não podem deixar de prestar atenção:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Aos dois avisos que já foram apresentados nesse estudo (&lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Tessalonicenses 5:20&lt;/span&gt; e     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Timóteo 4:3-4&lt;/span&gt;);&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Às profecias (que não devemos desprezar!) contidas em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Mateus 24:5, 11-12, 23-24&lt;/span&gt;;     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Tessalonicenses 2:3-4&lt;/span&gt;;     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Timóteo 4:1-3&lt;/span&gt;;     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Pedro 2&lt;/span&gt;; &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Pedro 3:17&lt;/span&gt; e     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Judas&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Aos avisos contidos em &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Colossenses 2:8&lt;/span&gt;,     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Timóteo 6:3-5&lt;/span&gt; e     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Tito 1:10-16&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;E nunca se esqueçam que tal afirmação não anula o texto de     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;Romanos 14:12&lt;/span&gt; (&lt;span class=&quot;bible&quot;&gt;“De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.”&lt;/span&gt;)&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Portanto, amados irmãos, a santificação é recomendada e deve ocorrer, mesmo que através de esforços pessoais.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ah! Vejam também que os métodos para atingirmos tal meta (a santificação) estão todos relacionados na Bíblia!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;A seguir veremos o motivo de tantos pastores e mestres agirem de forma tão estranha; a causa dessa exortação à santificação e onde e porque Satanás entra nessa história toda...&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h3 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;características&quot;&gt;&lt;/a&gt;COMO SATANÁS ENTROU NA HISTÓRIA...&lt;/h3&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Creio que o que vou falar aqui não será novidade para nenhuma pessoa que estude a Bíblia seriamente, porém sei que também há muitos que ainda não foram apresentados a tais informações. Começo esta segunda parte apresentando algumas das características satânicas descritas na própria palavra de Deus. Vejamos o que o apóstolo Pedro nos diz:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Pedro 5:8-9)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ratificando a recomendação de que devemos resistir através de nossa firmeza na fé, Tiago escreve em sua epístola:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.”     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Tiago 4:7)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;E, diante de tais “apresentações”, a maioria dos cristãos se prepara para enfrentar, literalmente, um leão através de uma resistência ativa... quase uma luta física! Não nego que algumas vezes tal tipo de ação chega realmente a ser necessária, porém também não é falso afirmar que a chamada cultura popular criou todo uma imagem (muitas vezes sem fundamento bíblico) em torno desse querubim caído.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;A maioria dos livros e os filmes apresentam muitas vezes este personagem de maneira quase cômica, com sentimentos de homem e, ainda por cima, passível de ser ludibriado através da engenhosidade humana. Há ainda aqueles que surpreendentemente colocam seres infernais como heróis ou até mesmo apresentam uma “família” (mostrando principalmente uma suposta afetividade paternal diabólica).&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;A mídia já fez muito bem (e continua fazendo com cada vez mais competência) a sua parte na conscientização popular para a futura e breve aceitação de Satanás pelo homem. A bruxaria, com todos os seus possíveis nomes, já virou desenho animado e brincadeira para crianças. Rituais demoníacos são apresentados como fonte de poder e conhecimento até mesmo em desenhos animados, assim como possessão espiritual, mediunidade e outros fenômenos diretamente relacionados à ação satânica.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Porém as pessoas parecem não levar a sério importantíssimos alertas bíblicos:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E para isso vos escrevi também, para por esta prova saber se sois obedientes em tudo. E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; porque, o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás; Porque não ignoramos os seus ardis.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Coríntios 2:9-11)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Efésios 6:11-12)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.”     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Timóteo 3:7)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E o diabo, &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;&lt;strong&gt;que os     enganava&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;    (Apocalipse 20:10)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Prestem atenção às constantes referências sobre a inteligência satânica, principalmente nesta última citação do Apocalipse (o único livro bíblico escrito no futuro!): se a enganação não tivesse sido bem sucedida, certamente o que estaria escrito seria “que os tentava enganar”, porém está bem claro no texto que o diabo “&lt;span class=&quot;style19&quot;&gt;&lt;strong&gt;os enganava&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;”!!!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O diabo sabe muito bem que a maioria das pessoas resistiria firmemente se ele fizesse uma abordagem direta... por isso ele é capaz de operar através de enganos, mentiras e ilusões. Muitos cristãos se esquecem de que o diabo tem um poder limitado, mas o suficiente para operar sinais e maravilhas de engano. Vejamos:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo. Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis (...) Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça&lt;/span&gt;; o fim dos quais será conforme as suas obras.”    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Coríntios 11: 3-4; 13-15)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;porque não será assim sem que antes venha a apostasia&lt;/span&gt;, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus. Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco? E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;Porque já o mistério da injustiça opera&lt;/span&gt;; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira&lt;/span&gt;, E     &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;com todo o engano da injustiça para os que perecem&lt;/span&gt;, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Tessalonicenses 2:1-12)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Disse-lhes, pois, Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra. Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(João 8:42-44)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O principal objetivo do diabo é afastar a humanidade do único e verdadeiro Deus, levando junto consigo para o inferno o maior número de almas que conseguir. E para isso irá lançar mão de todos os meios diretos e indiretos que estiverem ao seu alcance: sinais, ciência, vícios, depravação, ganância, religião... os motivos já conhecidos da maioria.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Porém ele tem um método que pouco é mencionado como seu “troféu”, pois através desta técnica ele poderá tocar nos salvos! Com este método ele poderá colocar aqueles que crêem em Jesus Cristo diante de uma escolha paradoxal entre aparente vida e aparente morte... e assim imagina que vai aumentar suas probabilidades de , conforme &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Mateus 24:24&lt;/span&gt;, &lt;span class=&quot;bible&quot;&gt;“enganar os próprios eleitos”&lt;/span&gt;! Que método é esse?!? Simples, ele quer impedir que recebamos...&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h3 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;premio&quot;&gt;&lt;/a&gt;O PRÊMIO PELA SANTIFICAÇÃO&lt;/h3&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Como já vimos anteriormente, a santificação é uma ordem. É algo que devemos buscar para nossa vida através da aproximação e conhecimento de Deus através de sua palavra. Porém há muitos salvos que desconhecem essa obrigação e, preguiçosos, preferem simplesmente colocar sua fé em tudo que sai de um púlpito devidamente embalado na linda “terminologia cristã”. Quem age como os crentes de Beréia, conforme citado em &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;Atos 17:11&lt;/span&gt;? Veja o texto e aprenda:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim.”&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Quem não se santifica está pouco preocupado com a verdade... prefere estar fazendo dancinhas &quot;proféticas&quot; ou comodamente sentado em um banco de igreja sorvendo toda e qualquer mensagem que lhe for oferecida.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Mas... por que deveríamos comparar o que dizem nossos pastores (ou líderes, ou bispos, ou apóstolos...) com a Bíblia? São homens tão santos!?!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Meus irmãos... a Bíblia afirma desde o Antigo Testamento:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!”     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Jeremias 17:5)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize aos pastores: Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas? Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. Assim se espalharam, por não haver pastor, e tornaram-se pasto para todas as feras do campo, porquanto se espalharam. As minhas ovelhas andaram desgarradas por todos os montes, e por todo o alto outeiro; sim, as minhas ovelhas andaram espalhadas por toda a face da terra, sem haver quem perguntasse por elas, nem quem as buscasse. Portanto, ó pastores, ouvi a palavra do Senhor: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que, porquanto as minhas ovelhas foram entregues à rapina, e as minhas ovelhas vieram a servir de pasto a todas as feras do campo, por falta de pastor, e os meus pastores não procuraram as minhas ovelhas; e os pastores apascentaram a si mesmos, e não apascentaram as minhas ovelhas; Portanto, ó pastores, ouvi a palavra do Senhor: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos demandarei as minhas ovelhas, e eles deixarão de apascentar as ovelhas; os pastores não se apascentarão mais a si mesmos; e livrarei as minhas ovelhas da sua boca, e não lhes servirão mais de pasto.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Ezequiel 34:1-10)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Timóteo 4:1-2)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Porque virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Timóteo 4:3-4)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Pedro 2:1-2)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II João 7)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. (...) E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. (...) Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito; Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que eu vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto, não saiais. Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Mateus 24:5; 11-13; 23-26)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Creio que não preciso citar outros textos (mas saibam que eles existem) para exortar àqueles que lerão este estudo a levar uma vida reta diante da palavra de Deus e não de acordo com uma filosofia humana ou uma doutrina... quer seja religiosa, quer seja doutrina de demônios.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Pasmem: Satanás aparentemente não quer mais impedir que o homem seja salvo! (...é claro que se ele puder impedir, certamente o fará!) Mas, sendo inevitável que o homem creia em Deus através de Jesus Cristo, por que não levá-lo a uma dessas igrejas que não valoriza a santificação? Minha imaginação me permitiu criar uma suposta reunião de idéias entre os demônios:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_par_start&quot;&gt;— É tão fácil enganar o ser humano com tantas atividades, visões, deveres, entretenimento... é tão fácil mascarar as verdades e ordens bíblicas sob a bandeira da “modernidade”!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Porque não colocar danças sensuais e músicas do mundo nas igrejas também?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Que tal explodir o corpo de Cristo em pequenos fragmentos mais fracos e passíveis de enganação?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Ah... já que está tão fácil, implantemos novamente a doutrina do confessionário e tiremos a função de único intercessor de Jesus Cristo, entregando-a aos entes queridos que morreram!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Vamos abrir as porteiras e colocar os maçons dentro da igreja... melhor ainda: que eles sejam os pastores!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Vamos mandar o Espírito Santo embora e deixar que o chamado “público alvo” determine quando, como e onde uma mensagem será pregada!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Se é assim, por que não embutimos nossas técnicas de meditação?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Fazer os servos de Deus recitar mantras, alterar seus estados de consciência numa busca espiritual onde vai encontrar seres divinos... ou seja, nós, devidamente disfarçado de anjos de luz&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt; — Vamos distorcer pequenas palavras importantes da Bíblia e, em nome da modernização e da simplificação, alterar os pontos onde se fundamentam esses cristãos... diremos que as pessoas não são capazes de entender claramente a Bíblia em sua linguagem rebuscada e que isso é necessário para alcançar mais pessoas!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Que tal irmos mais fundo? Vamos fazer com que usem as nossas técnicas de controle mental: hipnose, regressão... yoga!! De repente, um deles se preocupa:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Mas se colocarmos tudo isso junto, será que eles não vão perceber?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Não coloquemos tudo junto então! Façamos pequenos pacotes e vamos dar um nome diferente a cada um deles: um pode usar o número 12, alegando se basear em princípios bíblicos; outro pode tentar realçar que está buscando um objetivo determinado... um propósito!! Ainda podemos criar uma “frente” que irá nos combater...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Como assim, nos combater?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— É! Eles podem se denominar com títulos garbosos e executar rituais de magia! Eles vão se sentir agindo contra nós, mas vão se basear em revelações é técnicas muitas vezes dadas por nós mesmos! Os seres humanos têm uma vontade de lutar e vencer tão grande que eles são capazes de abandonar as regras da palavra no intuito de lutar melhor!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Vamos confundir o entendimento dos gentios e fazê-los pensar que devem renega a graça e viver novamente sob a lei judaica! Que tal fazermos alguns acharem que a guarda do sábado é sagrada?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Tudo bem, porém o mais importante de tudo é que cada pacote desse seja entregue em uma igreja diferente!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Não entendi... por que?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Porque uma igreja verá os erros das outras, mas não verá os seus próprios! Estará confiante de que seus métodos são os corretos!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— Genial! Assim vamos criar críticas veladas e, quem sabe, até mesmo uma guerra entre elas!!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— E, de qualquer forma, nosso objetivo principal estará sendo cumprido: afastar o ser humano da santificação!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;— E então suas cabeças vão rolar!!!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;Nesse momento todos concordaram e partiram para aperfeiçoar seus planos, encontrar pessoas capazes de difundir seus enganos e, principalmente, cegar àqueles que deveriam ver tais ataques sutis.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_par_end&quot;&gt;Enquanto isso as pessoas nas igrejas continuavam defendendo as portas e não perceberam o mal entrar pelo ralo do banheiro, disfarçado de literatura cristã, psicologia, metodologias, doutrinas...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Amados, devo pedir perdão por tomar seu tempo com ficção, mas é dessa forma que imagino que deva ter acontecido. Repito: &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;&lt;strong&gt;esse texto não foi tirado das     escrituras, é uma invenção minha!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Mas, afinal... por que impedir os salvos de se santificar?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Simples, vejam dois textos bíblicos que, apesar de breves, são claros e definitivos:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E o mesmo Deus de paz voz santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Tessalonicenses 5:23)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.”     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Hebreus 12:14)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O que, afinal estes textos querem dizer?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Simples: só os santificados verão o Senhor! Isso quer dizer que quando ocorrer o evento descrito em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Tessalonicenses 4:13-18&lt;/span&gt;, vai ter muitos salvos ficando por aqui... ou você acha que os arrebatados irão encontrar com o Senhor nos ares e, para não vê-lo, usarão vendas nos olhos?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Há algumas pessoas que ficam chocadas com essa conclusão. Há outros que até mesmo se revoltam! Mas Satanás esfrega as mãos com ansiedade, pois justamente a partir do arrebatamento, quando o Espírito Santo for retirado, ele poderá se revelar da maneira como realmente é. Vejamos o texto bíblico:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Tessalonicenses 2:6-12)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;E não será só isso, pois santificar-se após o arrebatamento vai ser bastante mais doloroso. Por exemplo:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia. E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses. E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação. E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. (...) E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada. E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Apocalipse 13:1-8; 11-17)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Que coisas terríveis, não? E então os salvos, sem a proteção do espírito Santo, estarão à mercê de Satanás. E é melhor que eu os avise claramente que a colocação da “marca” não é uma opção compatível com a salvação, veja:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome. Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os seguem.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Apocalipse 14:9-13)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Prestaram atenção que aqueles que aceitarem a marca irão beber o vinho da ira de Deus... sem mistura!?!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Não tenho noção do que é isso, mas sei que deve ser algo tão ruim que a morte será a única opção viável. Tanto que no verso 13 o anjo dá clara mensagem sobre isso.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Considerando que o suicídio é uma opção completamente descartada, então todos os homens só terão duas opções: ou aceitarão o sinal e adorarão a besta... ou não aceitarão e serão sumariamente decapitados... Isso mesmo, sem cabeça!!!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Vai ser a escolha mais paradoxal da história da humanidade, pois viver significará morrer para sempre e morrer significará manter fidelidade a Deus e viver para sempre. Quantos salvos hoje em dia estão prontos para perder a cabeça por amor a Deus? Quantos não são capazes de negar sua fé pela ilusão de sobrevivência?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Certamente Satanás exultará a cada cristão que negar sua fé... e é por isso que ele quer as igrejas cheias de salvos hoje em dia: para ter mais possibilidades de entristecer o coração de Deus pela traição daqueles que um dia o seguiram. Quantos mais houverem, quantos mais poderão renegar.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Mas vocês podem me perguntar de onde eu estou tirando essa idéia “absurda”... e eu cito     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;Apocalipse 20:4&lt;/span&gt;, que diz:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.”&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Veja! Alguns permanecerão fiéis e morrerão por sua fé!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O final da história creio que qualquer cristão salvo deva saber, mas espero que este texto sirva de alerta para, ao menos, um cristão. Se apenas um salvo iniciar sua santificação através da leitura deste texto: GLÓRIAS A DEUS!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Caso contrário... misericórdia.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Meu objetivo foi cumprido e revelo agora, aqui no final do texto, minha outra opção de título:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion&quot;&gt;MELHOR SANTIFICAR AGORA QUE PERDER A CABEÇA DEPOIS!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;signature&quot;&gt;&lt;strong&gt;Teóphilo Noturno&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2009/06/estudo-biblico-edificante.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-7249613228174191755</guid><pubDate>Thu, 11 Jun 2009 06:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-10T23:27:44.549-07:00</atom:updated><title>Mensagens Evangélicas Novas</title><description>&lt;h1 class=&quot;title_h1_subtitle&quot; align=&quot;center&quot;&gt;O ÓLEO DE UNÇÃO&lt;/h1&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;    &lt;/div&gt;&lt;h3 class=&quot;title_subtitle&quot; align=&quot;center&quot;&gt;TIRANDO O PODER DO SACRIFÍCIO DE JESUS CRISTO&lt;/h3&gt;&lt;h3 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;INTRODUÇÃO&lt;/h3&gt;       &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Graças a Deus estou bem e de volta às minhas atividades normais. Gostaria de agradecer a todos aqueles que enviaram mensagens e estiveram orando por mim durante este período em que estive sendo tratado não apenas por médicos, mas pelos cuidados de nosso Pai que está nos céus.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Devo contar que não tive nenhuma visão sobrenatural, nem mesmo quando sob o forte efeito da anestesia... mas Deus falou comigo através do Espírito Santo que habita dentro de cada um que aceita a Jesus Cristo como seu único Senhor e Salvador. Tive alguns (poucos) momentos de profundo incômodo durante minha internação e a melhor coisa que eu poderia fazer era orar. Foi uma noite inteira sofrendo pelo incômodo de um colchão duro como madeira, cujo sono não conciliava e, na intenção de encontrar uma posição mais cômoda, meus cotovelos já estavam em carne viva... mas então lembrei que aquele momento de pouca mobilidade era passageiro, que em breve as coisas estariam resolvidas... e comecei a agradecer a Deus por poder ver que a solução de meu pequeno incômodo estava muito próxima. Pela primeira vez na vida eu confirmei que praguejar de nada adianta, e que melhor é depositar as esperanças e sofrimentos nas mãos do Senhor. Não pude deixar de pensar naquelas pessoas que estão definitivamente inválidas, com escaras no corpo... se uma noite me fez sofrer, imaginei uma vida inteira! Como eu poderia deixar de agradecer a Deus por minha condição ser apenas passageira? Como, depois disso, eu poderia esquecer e deixar de me preocupar com os inválidos?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Essa preocupação me fez pesquisar o assunto e hoje, quase 100% normal, arrumei uma forma de transcrever um pouco das revelações que me tive após a leitura de alguns trechos da Bíblia e que têm tudo a ver com o costume de usar “óleo de unção” para tudo: curar doentes, expulsar demônios... será que nós, crentes modernos, não estaríamos criando uma espécie de “água benta evangélica”? Estaríamos nos colocando nossa fé em um objeto ao invés de depositá-la n’Aquele que é o único realmente capaz de operar milagres através de Sua graça?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Não estou sendo o primeiro a tocar deste assunto e antes de qualquer coisa devo referenciar o estudo feito por Walter Andrade Campelo, feito com propriedade e base bíblica correta e aceitável.&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h3 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;santificuncao&quot;&gt;&lt;/a&gt;UNÇÃO DE SANTIFICAÇÃO?&lt;/h3&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;       &lt;img src=&quot;http://www.profetizando.com.br/images/stories/oleo.jpg&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; vspace=&quot;2&quot; width=&quot;182&quot; height=&quot;181&quot; hspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Depois de muito ler livros de “batalha espiritual”, eu estava começando a crer no óleo, principalmente diante dos textos altamente recomendado por esses autores, que se encontram em &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Êxodo 30:22-33&lt;/span&gt; (o azeite da santa unção) e     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Êxodo 40:1-16&lt;/span&gt; (o estabelecimento do tabernáculo):&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Assim santificarás estas coisas, para que sejam santíssimas; tudo o que tocar nela será santo. Também ungirás a Arão e seus filhos, e os santificará para me administrarem o sacerdócio.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Êxodo 30:29-30)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Então tomarás o azeite da unção e ungirás o tabernáculo, e tudo o que há nele; e o santificarás com todos os seus pertences, e será santo. Ungirás também o altar do holocausto, e todos os seus utensílios; e santificará o altar; e o altar será santíssimo. Então ungirás a pia e a sua base, e a santificarás. Farás chegar também a Arão e a seus filhos à porta da tenda da congregação; e os lavarás com água. E vestirás a Arão as vestes santas, e o ungirás, e o santificarás, para que me administre o sacerdócio. Também fará chegar a seus filhos e lhes vestirás as túnicas, e os ungirás como ungiste a seu pai, para que me administrem o sacerdócio, e a sua unção lhes será por sacerdócio perpétuo nas suas gerações.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Êxodo 40:9-15)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Uma metodologia bastante correta... de acordo com a lei! E aí está o grande problema! A Bíblia não pode ter sua cronologia ignorada e todas essas recomendações de procedimentos para santificação encontram um ponto final diante desse importantíssimo texto:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Porque tendo a lei sombra dos bens futuros e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a ele se chegam. Doutra maneira, teriam deixado de se oferecer, porque, purificados uma vez os ministrantes, nunca mais teriam consciência de pecado. Nesses sacrifícios, porém, cada ano se faz comemoração dos pecados, porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo me preparaste; Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram. Então disse: Eis aqui venho (no princípio do livro está escrito de mim), para fazer, ó Deus, a tua vontade. Como acima diz: Sacrifício e oferta, e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem te agradaram (os quais se oferecem segundo a lei). Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro para estabelecer o segundo. Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez. E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus, Daqui em diante esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés. Porque, com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados. E também o Espírito Santo no-lo testifica; porque depois de haver dito: Esta é a aliança que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações e as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades. Ora, onde há remissão destes, já não mais oblação pelo pecado. Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa. Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Hebreus 10:1-23)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Que interessante! De acordo com o texto acima podemos concluir que:&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O sacrifício de Cristo na cruz foi feito apenas      &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;&lt;strong&gt;uma única vez&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Esse texto explica claramente que os sacrifícios do velho pacto (como, por exemplo, os relatados nos capítulos de 1 a 5 do livro de Levítico) não eram eficazes e muito menos agradavam a Deus (versos 6, 8 e 11)&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Jesus Cristo é o grande sacerdote sobre a casa de Deus e, através de seu sacrifício único, nos santifica (versos 10 e 12-18), aperfeiçoando dessa forma as leis que deveriam ser cumpridas no Antigo Testamento.&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Então, como posso eu depender de um tipo de óleo para santificar algo depois de conhecer essa verdade? Quem nos santifica é somente nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e isto está diretamente relacionado a outro fator importantíssimo, que faz parte do “legado” deixado por Ele. Vejam:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(João 7:37-39)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;A afirmação que faço a seguir é bastante chocante, mas, baseado no texto acima, posso afirmar então que nenhum dos grandes personagens do Antigo Testamento teve uma experiência tão íntima com Deus quanto qualquer um que tenha nascido depois da glorificação de Jesus Cristo. Mesmo Moisés, que conheceu ao Senhor Face a Face (&lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Êxodo 33:11&lt;/span&gt;;     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Números 12:7-8&lt;/span&gt;; &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Deuteronômio 34:10&lt;/span&gt;) não teve uma experiência conforme a descrita em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Romanos 8:26-27&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Esse parágrafo é especulativo, mas eu penso que essa é a melhor explicação para o sangue nos umbrais de     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Êxodo 12&lt;/span&gt;, pois tal sinal se fez necessário para o reconhecimento de quem iria ser salvo ou não... afinal, ninguém ali tinha o Espírito Santo!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Os poucos personagens do Antigo Testamento que chegaram a ter um contato mais próximo com a experiência do Espírito Santo: ou foram escolhidos diretamente pelo próprio Deus, ou tiveram uma experiência momentânea ou então tiveram que ser ungidos para isto! Veja alguns dentre muitos exemplos:&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Bezalel (escolhido por Deus) —      &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Êxodo 31:2-3&lt;/span&gt;;      &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Êxodo 35:31&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Eldade e Medade (momento) —      &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Números 11:26&lt;/span&gt;. O fato da maioria do povo      &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;&lt;strong&gt;não ter&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; o Espírito de Deus é confirmado em      &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Números 11:29&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Josué (ungido por imposição de mãos) –      &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Deuteronômio 34:9&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Otniel (momento) — &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Juízes 3:9-11&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Sansão (vários momentos) —      &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Juízes 13:25&lt;/span&gt;;      &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Juízes 14:6&lt;/span&gt;;      &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Juízes 14:19&lt;/span&gt; e     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Juízes 15:14&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Saul (ungido) — &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Samuel 10:1-7&lt;/span&gt;;      &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Samuel 11:6&lt;/span&gt;. Esse, mesmo ungido, fez tanta besteira que o Espírito do Senhor acabou se retirando dele (&lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Samuel 16:14&lt;/span&gt;).&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Davi (ungido) — &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Samuel 16:13&lt;/span&gt;;      &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Samuel 2:4&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Eu poderia fazer uma lista mais extensa que esta com mais personagens do Antigo Testamento que puderam ter uma “provinha” da presença do Espírito do Senhor, mas sugiro que leiam o estudo de Walter Andrade Campelo para compreender quem exatamente eram as pessoas ungidas naquela época, assim como as funções do óleo. Mas mesmo nestes exemplos podemos ver que o mesmo Espírito gerava capacidades bastante diversas entre si.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se esses homens, apenas ao “esbarrar” com o Espírito, fizeram acontecer eventos incríveis, imagine agora o que podem fazer aqueles em quem o Espírito habita? Sim! Habitar é algo perene... é conviver a cada instante com Ele. Essa informação é confirmada através dos textos de &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;João 14:15-17&lt;/span&gt; e &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;26&lt;/span&gt; (“... habita convosco, e estará em vós”);     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Coríntios 3:16&lt;/span&gt;;     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Efésios 2:22&lt;/span&gt; e &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Timóteo 1:14&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Acho que a maioria daqueles que está lendo este texto até aqui sabe muito bem o que deve fazer para receber o Espírito Santo, mas não me custa nada citar &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;João 20:22&lt;/span&gt;, &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Atos 1:8&lt;/span&gt;,     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Atos 2:38&lt;/span&gt;, &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Atos 8:15-17&lt;/span&gt;,     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Coríntios 6:19&lt;/span&gt;,     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Gálatas 3:14&lt;/span&gt;... afinal, estes são métodos comprovados para “ganhar” este “presente” deixado para nós pelo próprio Jesus Cristo.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Um alerta! Há muita gente por aí pensando que está cheia do Espírito Santo e, na verdade, estão agindo exatamente contra o texto de &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Colossenses 2:8&lt;/span&gt;; esquecendo     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Romanos 8:4-11&lt;/span&gt;, &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Tessalonicenses 4:2-8&lt;/span&gt;,     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Timóteo 4:1-2&lt;/span&gt; e     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Tiago 4:4-5&lt;/span&gt;; esperando e aceitando tudo o que está descrito em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Tessalonicenses 2:3-12&lt;/span&gt;... sequer se preocupando em aplicar     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I João 4:1-3&lt;/span&gt; ou tentando observar o tipo de resultados da ação desse espírito dentro do previsto em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Gálatas 5:19-23&lt;/span&gt;. Estes certamente não devem se agradar nem um pouco das coisas que tenho escrito nos últimos tempos. Não posso deixar de registrar que me entristeço ao encontrar tantos líderes agindo conforme &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Timóteo 6:3-5&lt;/span&gt;,     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Timóteo 4:3-4&lt;/span&gt; e se adequando cada vez mais às profecias de     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Isaías 56:8-12&lt;/span&gt; e     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Ezequiel 34:1-10&lt;/span&gt;... são justamente esse líderes que mais gostam de usar as coisas “bentas” como, por exemplo, flores, lenços, água e, é claro, o óleo!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;A única conclusão a qual posso chegar nesta primeira seção é:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_start&quot;&gt;&lt;a name=&quot;sant&quot;&gt;&lt;/a&gt;UTILIZAR ÓLEO COM O OBJETIVO DE SANTIFICAR QUALQUER COISA&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_mid&quot;&gt;É NEGAR DIRETAMENTE O SACRIFÍCIO DE JESUS CRISTO NA CRUZ:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_end&quot;&gt;USE SUA ORAÇÃO E, COM MUITO CUIDADO, A IMPOSIÇÃO DE MÃOS.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Recomendo cuidado com a imposição de mãos baseado no texto de     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Timóteo 5:22&lt;/span&gt;. Não saia por aí deixando que qualquer maluco coloque as mãos em sua cabeça... ainda mais se não souber verdadeiramente se o “vaso” tem rachaduras ou não!&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h3 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;espiritosanto&quot;&gt;&lt;/a&gt;UNÇÃO E ESPÍRITO SANTO&lt;/h3&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ora, no Novo Testamento a palavra “unção” aparece apenas duas vezes:     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I João 2:20&lt;/span&gt; e &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I João 2:27&lt;/span&gt;, sendo que em ambos os casos ela vem diretamente de Deus!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Já como verbo, devemos descartar a ação de Maria ao ungir os pés de Jesus Cristo, também chamada em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Marcos 14:8&lt;/span&gt; de “unção para sepultura”, cuja finalidade é meramente cosmética e aromática.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Da mesma forma se enquadra a recomendação de     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Mateus 6:17-18&lt;/span&gt;, cuja unção recomendada é pura e simplesmente estética. Mateus 6 versa bastante sobre a discrição de um verdadeiro servo ao fazer a obra: assim como devemos dar com a mão direita de forma que a esquerda não saiba (&lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Mateus 6:3&lt;/span&gt;), no jejum não devemos aparentar o possível e real cansaço relativo à atividade, mas ungir a cabeça para que não pareça aos homens que se está jejuando (&lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Mateus 6:17-18&lt;/span&gt;)! Ambas as recomendações visam extinguir a imagem “heróica” que muitos fazem questão absoluta de ostentar desde aquela época, esperando arrancar observações alheias como “viram o quanto ele doou?”, ou ainda “Ele é um santo! Vive de jejum!”... Deus, que vê em secreto, sabe ao que estou me referindo!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Já em &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Lucas 4:18&lt;/span&gt;,     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Atos 4:26-27&lt;/span&gt;, &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Atos 10:38&lt;/span&gt;,     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Coríntios 1:21-22&lt;/span&gt; e     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Hebreus 1:9&lt;/span&gt;, podemos ver que a unção novamente veio diretamente de Deus! Nenhum homem unge nada nessas passagens e muito menos é feita referência a algum tipo de óleo real... ou será que eles fabricavam “óleo de alegria” naquela época e a receita se perdeu com o tempo?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ora, fica claro que a unção a qual os versos acima estão se referindo é a ação do Espírito Santo! Ação esta que, tal qual no Antigo Testamento, causa resultados diversos (conforme podemos verificar em &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Coríntios 12:4-12&lt;/span&gt;).&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Então vão nos restar apenas duas passagens:     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;Marcos 6:12-13&lt;/span&gt; e     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;Tiago 5:14-15&lt;/span&gt;. Vejam bem que em todo o Novo Testamento há apenas duas referências sobre unção com óleo... não seria esta quantidade ínfima para se estabelecer uma doutrina? Transcrevamos os textos para podermos analisá-los:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E, saindo eles, pregavam que se arrependessem. E expulsavam demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam.”     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Marcos 6:12-13)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. E a oração de fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Tiago 5:14-15)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;A estes dois textos eu gostaria de acrescentar mais quatro outros:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Tendo dito isto, cuspiu na terra, e com a saliva fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego. E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado). Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(João 9:6-7)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente no alpendre de Salomão. Dos outros, porém, ninguém ousava ajuntar-se a eles; mas o povo tinha-os em grande estima. E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais. De sorte que transportavam os enfermos para as ruas, e os punham em leitos e em camilhas para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles. E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos; os quais eram todos curados.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Atos 5:12-16)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias. De sorte que até os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saiam.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Atos 19:11-12)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.”     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Pedro 4:10)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ao contrário do batismo e da ceia, o óleo &lt;strong&gt;NÃO FOI DEIXADO COMO ORDENANÇA&lt;/strong&gt;! Logo, não se deve tratá-lo como tal!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;No livro de Marcos temos uma seqüência de ações independentes entre si: pregar, expulsar demônios, ungir enfermos com óleo e curar! Isso nos leva em uma primeira análise a descartar a expulsão de demônios com o auxílio do óleo... senão eles teriam necessariamente de pregar com óleo, o que não faria o menor sentido! Logo:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_start&quot;&gt;&lt;a name=&quot;exp&quot;&gt;&lt;/a&gt;NÃO SE EXPULSA DEMÔNIO COM AUXÍLIO DE ÓLEO&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_end&quot;&gt;EM LUGAR NENHUM DA BÍBLIA!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Continuando, nos resta o trecho final, onde “ungiam os enfermos” e “os curavam”.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Olhemos agora então para o texto do livro de Tiago, onde se afirma claramente que     &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;&lt;strong&gt;a oração de fé salvará o doente&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Isso me leva a refletir sobre as aplicações do óleo naquela época: já vimos que tal líquido era amplamente utilizado naquela época com vários objetivos. As passagens sobre a irmã de Lázaro ungindo os pés do Senhor e a unção pós-jejum nos mostram seu uso estético... e, para o que mais se usaria o óleo?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Hoje em dia temos as farmácias de manipulação, capazes de criar os medicamentos conforme minuciosas especificações médicas... e pude aprender uma importante lição ao observar seus produtos... não sei se vou me expressar nos termos corretos, mas todo o produto químico ativo (remédio) precisa de um “meio” para poder ser aplicado. O mundo moderno nos oferece diversas substâncias neutras passíveis de transportar o medicamento: creme, gel, água, gelatina... os princípios ativos são infundidos nesses materiais e vêm a se tornar os xampus, pomadas, etc.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ora, sabemos claramente que naquela época a tecnologia não era algo tão admirável assim, certo? Ou será que vemos ainda hoje em dia alguém passando óleo na cabeça para ir a um culto ou a uma festa? É claro que não! As pessoas usam produtos perfumados e sem gordura...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Da mesma forma, podemos perceber que a maioria dos medicamentos se aperfeiçoou. Não se faz mais pasta de figos como se fazia em &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Isaías 38:21&lt;/span&gt;... muito menos se toma vinho para problemas estomacais, conforme recomendou Paulo em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Timóteo 5:23&lt;/span&gt;! Quem seria louco de passar óleo e vinho em uma ferida, conforme descrito em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Isaías 1:6&lt;/span&gt; ou &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Lucas 10:34&lt;/span&gt;? E olha que Lucas era médico...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Com o passar dos anos, o homem aprendeu a extrair as substâncias químicas mais importantes de cada produto para então fazer medicamentos mais eficazes e direcionados ao mal que se está combatendo.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Voltemos agora à partícula restante de     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;Marcos 6:13&lt;/span&gt; e vejamos os termos separadamente, primeiramente a partícula     &lt;span class=&quot;bible&quot;&gt;“os curavam”&lt;/span&gt;: será que Deus alguma vez já dependeu de algum método específico para curar alguém? Será que o criador dos céus e da terra precisa que sinalizemos com óleo para só então ele agir?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Acho que não... e cito os outros exemplos acima para provar que a graça soberana de Deus age dos meios mais insuspeitos e improváveis! Vejam só: cuspe com terra curando cegueira! Sombra e panos curando e expulsando demônios! Só mesmo a maravilhosa graça de Deus para realizar tais impossíveis!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Notem que os objetos citados por mim nunca foram, digamos assim, “preparados” espiritualmente: não imagino Pedro esticando as mãos para sua sombra e orando para que ela curasse àqueles por sobre quem passasse... muito menos Paulo benzia seus objetos de uso pessoal! Jesus então? Agiu num ato contínuo: abaixou, fez a laminha, passou no olho do cego e pronto... afinal Ele é Deus e faz o que quiser, na hora que quiser e do modo que quiser!!!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Então nos voltamos para os “cultuadores do óleo”, que o vêem como objeto sagrado e capaz de, por si só, operar milagres e expulsar demônios... quantas pessoas já não foram “ungidas” e nunca obtiveram resultado algum? E depois ou a culpa da falha recai sobre a “falta de fé” da pessoa ou então, pior ainda, a pessoa se sente enganada e perde a fé em Deus, por culpa desses supersticiosos cultuadores de amuletos...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Eu creio que as curas, tanto a citada em     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;Marcos 6:13&lt;/span&gt; quanto a de     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;Tiago 5:14&lt;/span&gt;, são completamente independentes da unção com óleo... elas são fruto direto da ação divina! O óleo seria meramente a parte medicamentosa a ser cumprida. Mesmo hoje em dia vemos pessoas ingerindo os medicamentos atestadamente corretos para suas doenças e ainda assim &lt;span class=&quot;style18&quot;&gt;&lt;strong&gt;não sendo curadas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;! Eu já vi isso acontecendo... e creio que muitos leitores também!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Logo, podemos concluir disso tudo:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_start&quot;&gt;&lt;a name=&quot;cura&quot;&gt;&lt;/a&gt;MUITAS VEZES O REMÉDIO CORRETO NÃO CURA&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_end&quot;&gt;MUITAS VEZES A ORAÇÃO NÃO CURA&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;... e isso ocorre conforme ocorreu com Paulo em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Coríntios 12:7-10&lt;/span&gt;. Ninguém sabe as intenções e motivos de Deus e nenhum homem é apto para julgá-lo! Nem sempre as coisas que nos parecem ruins estão fora da vontade de Deus. Vejamos os exemplos de Jó e aprendamos com &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Romanos 8:28&lt;/span&gt;. Não estou dizendo que é fácil... mas é o que nos diz a verdadeira e única palavra de Deus.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Finalmente podemos afirmar que:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_start&quot;&gt;O ÓLEO PODE SER USADO PARA CURAR TANTO QUANTO&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_mid&quot;&gt;CUSPE, LODO, UM PANO OU UMA SOMBRA!... OU NADA DISSO!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_mid&quot;&gt;DEUS USA O QUE QUISER NA HORA QUE QUISER:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;conclusion_end&quot;&gt;A GRAÇA NÃO PODE E NEM DEVE SER COLOCADA SOB UMA “FÓRMULA MÁGICA”!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Deus não costuma ficar se repetindo: não fez a vara de Moisés virar cobra duas vezes, não abriu o Mar Vermelho duas vezes, não derrubou as muralhas de Jericó duas vezes... Ele pode fazer tudo isso de novo a hora que quiser, mas não faz para que o homem não creia que há um método específico além da fé e do conhecimento da palavra... principalmente quando o assunto é a multiforme graça de Deus. Cabe a nós estarmos sensíveis ao mover do Espírito Santo.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Meu último apelo é para que fiquem atentos as profecias sobre os últimos tempos, descritas em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Mateus 24:23-24&lt;/span&gt;,     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Tessalonicenses 2:9-10&lt;/span&gt;,     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;II Coríntios 11:14-15&lt;/span&gt; e     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Apocalipse 13:3-4, 12-14&lt;/span&gt;... elas mostram claramente que não são bem os servos do Senhor que vão ficar fazendo sinais e prodígios no final dos tempos. Cuidado com os grandes milagres modernos!!!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;... ou você acha que ainda não estamos vivendo os últimos dias?&lt;/p&gt;        &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h3 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;literatura&quot;&gt;&lt;/a&gt;LITERATURA CRISTÃ?! TENHA MUITO CUIDADO!&lt;/h3&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Minha busca pela santificação começou de uma forma bastante ordinária: eu li os livros da área de “batalha espiritual” no início de 2004. Não posso negar que tais obras me levaram a considerar mais seriamente a existência e a influência de um mundo espiritual ao meu redor... porém Deus aproveitou esse embalo e começou a lapidar minha vida: usando minha ânsia de conhecimento, Ele me trouxe a um estudo muito mais sério da própria Bíblia. Através disso eu tenho aprendido a verdade de Deus, que é muito mais chocante e impressionante que qualquer uma dessas obras cujo objetivo é alarmar o povo que “pensa ser de Deus” para a ação satânica nos dias de hoje. O único problema é que além de dar alguns “super poderes” ao demônio, estes autores (talvez não intencionalmente...) ensinam doutrinas que tenho descoberto ser contrárias ao texto bíblico dentro de seu contexto correto.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Vejamos, por exemplo, o que     Rebecca Brown nos recomenda a partir da página 68 de seu livro, “&lt;a name=&quot;rebecca&quot;&gt;&lt;/a&gt;Prepare-se Para a Guerra” (Editora Danprewan), sob o título “Permanecendo Inabalável Contra a Opressão Demoníaca”:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_par_start&quot;&gt;Eis aqui algumas coisas que você pode fazer para permanecer firme em meio à tempestade. Nós, que somos cristãos, devemos nos lembrar que é nossa a responsabilidade de ajudar essas pessoas suportarem suas cargas!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;1. Unja sua casa.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;O Senhor ensinou-me este princípio logo no início do nosso ministério. Elaine e eu suportamos, por meses, opressão interminável tanto de demônios como de espíritos humanos em projeção astral. De noite, tão logo adormecíamos, éramos arrancadas da cama e atiradas ao chão por espíritos invisíveis. Objetos apareciam e desapareciam de minha casa. Móveis e outros objetos eram arremessados no ar por forças invisíveis, e assim por diante. Exausta, uma noite eu clamei ao Senhor em desespero. &quot;Pai, por favor, o que podemos fazer? Parece que a minha casa está escancarada para qualquer espírito maligno que queira entrar. Tu sabes como estes espíritos estão nos incomodando. Eu não posso suportar mais isto!&quot;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;Neste ponto o Espírito Santo encheu a minha mente com a narrativa do cordeiro pascal em Êxodo, capítulo 12. Então ele disse: “Desde a morte de Jesus, não há mais sacrifícios de sangue. Então, o que você diria que é o equivalente do sangue hoje?”&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;“O óleo?” eu perguntei.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;“Está correto”.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;Então o Senhor também recordou-me do trecho em Êxodo capítulo 40, onde ele havia instruído Moisés a usar o óleo da unção:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_words&quot;&gt;“E tomarás o óleo da unção e ingiras o tabernáculo, e tudo o que nele está, e o consagrarás com todos os seus pertences, e será santo.” Êxodo 40:9&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;wrong_par_end&quot;&gt;Enquanto eu meditava nestas palavras, o Senhor mostrou-me que eu deveria pegar óleo e ungir a minha casa, e santificá-la a Ele. Assim, eu peguei o óleo que tinha à mão (óleo de cozinha) e coloquei um pouco sobre as molduras de todas as portas, sobre as próprias portas, e em cada janela, na lareira, e em todas as outras aberturas que davam acesso à casa. Tendo feito isso, pedi ao Senhor para fazer meu lar santo a Ele, e para selá-lo com um escudo do seu precioso sangue. Então, deixando as portas abertas, voltei para dentro da casa, fiquei parada de pé no meio, e pedi ao Senhor para limpá-la e pôr para fora todos os espíritos humanos. Então ordenei a todos os espíritos demoníacos, no nome de Jesus Cristo, que deixassem a minha casa para sempre. A mudança foi imediata e dramática. Minha casa foi selada e nenhum espírito humano ou demoníaco podia entrar deste momento em diante. (Nota: pedi ao Senhor para pôr os espíritos humanos para fora de minha casa, pois nós não temos, sobre espíritos humanos, a mesma autoridade que temos sobre os espíritos demoníacos).&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Na primeira parte desse estudo creio que pude deixar bem claro que quem santifica as coisas é somente Jesus Cristo através de sua unção, a saber: o espírito Santo que habita em nós... logo essa doutrina apresentada acima somente serve para escravizar as pessoas a um costume da Velha Lei. E saibam que, após ler esse trecho, permaneci crendo nisso até a bem pouco tempo atrás! Não zombem de mim, pois eu desconhecia que estava sob forte influência da opressão rejudaizante moderna!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Agora, ao revisar estas palavras, eu vejo que essa mulher então não devia confiar muito no sacrifício de Cristo na cruz e no poder que herdamos d’Ele ao aceitá-lo como Senhor e Salvador de nossas vidas. Ao ver as atitudes que tomou, percebo que ela desconhece o texto de &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Hebreus 10:1-23&lt;/span&gt;... nada de símbolos, nada de amuletos, só a santificação obtida através do sacrifício definitivo de Jesus Cristo! Quem precisa de símbolos certamente não crê no poder infinito e invisível de Deus!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Não segui em frente na revisão... mas percebi que esta autora se utiliza de muitos “rituais”, paralelos e equivalentes a algumas ações ocultistas. Passei então considerar as lições aprendidas nesse livro dignas de reavaliação total e, por enquanto, tirei os livros dessa autora de minha estante, deixando-os na gaveta onde estão Rick Warren e Ana Méndez...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Outro autor, ao qual &lt;span class=&quot;comment_small&quot;&gt;    (errônea e infelizmente)&lt;/span&gt; fiz recente referência positiva, também incentiva o uso do óleo de unção e afirma em seus livros que os satanistas temem sua utilização (somente de feito exatamente conforme &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Deuteronômio 30:22-25&lt;/span&gt;) por ser uma espécie de “isolante” para o poder que flui através de seus “portais”... comecei a achar que essa referência deve ter sido uma espécie de “piada” que os satanistas armaram para que ele acreditasse e divulgasse nos meios evangélicos. Eles devem morrer de rir quando os crentes começassem a passar “óleo de unção” em tudo que é lugar e gente...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Volto a repetir: além da ceia e do batismo, Jesus Cristo não ordenou nada além da fé, do louvor e do estudo da palavra! Nem mesmo mencionou o óleo como objeto de efeito no mundo espiritual! A Bíblia não incentiva a utilização de amuletos em parte alguma, principalmente porque estes serviriam apenas para desviar a fé de seu único objeto direto: Deus!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Aí começo a me lembrar das histórias absurdas que se ouvem no meio evangélico: gente que alugou um helicóptero para ungir sua cidade, outros alugaram avião para ungir o país, outros ainda vão ungir o sambódromo (para que naquele local aja uma transformação e se torne um local de adoração ao Senhor)... e quem faz isso não é qualquer “irmãozinho” não: são bispos, “apóstolos” e “apóstolas”!!!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Meu Deus! Se a própria Bíblia está dizendo que em hipótese alguma deixará de se cumprir, como podem essas pessoas famosas agir em total discordância com a palavra de Deus? Como podem haver tantos líderes levando um rebanho tão imenso para um caminho afastado da verdade perfeita de Deus, fazendo com que creiam em meras fábulas profanas?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Amados, não apresento este estudo como objeto de destruição... espero que sirva somente para edificação daqueles que buscam a verdade através da única e perfeita palavra de Deus. Não viso auferir lucros através destes textos, porém o Senhor tem me incomodado para que eu inicie a preparação de palestras. Não sei que igreja seria capaz de convidar um homem e sua equipe se souber que vão ser derrubados, diante de estudos 100% bíblicos, tradições como o dízimo ou modernidades como “os propósitos”? Admito que já cheguei a imaginar meu ministério acontecendo nas praças... e, se está for a vontade confirmada de Deus para minha vida, não posso fazer nada além de cumprir!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Como sempre, me coloco à disposição de críticas, refutações (com base bíblica!) e comentários. Por favor, sua observação pode ajudar em minha edificação pessoal! Sou um simples homem e, ao contrário do Papa e de muitos pastores, admito ser passível de erros: nunca vou e nem posso me envergonhar de ser corrigido pela palavra de Deus!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Orem por mim e por meu pleno restabelecimento, pois ainda não estou completamente cicatrizado.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;“Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; o qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos venho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebeste, seja anátema.” &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Gálatas 1:6-9)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Que Deus nos abençoe a todos.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2009/06/mensagens-evangelicas-novas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-7586963339669838752</guid><pubDate>Tue, 09 Jun 2009 08:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-09T01:33:51.897-07:00</atom:updated><title>O ABSURDÁRIO GOSPEL</title><description>&lt;h1 class=&quot;title_h1_subtitle&quot; align=&quot;center&quot;&gt;O ABSURDÁRIO GOSPEL&lt;/h1&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;    &lt;/div&gt;&lt;h3 class=&quot;title_subtitle&quot; align=&quot;center&quot;&gt;TESTEMUNHOS ESPANTOSOS DA APOSTASIA&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;INTRODUÇÃO&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;No dia 25 de maio estive em várias comunidades do     Orkut, pedindo por testemunhos de absurdos divulgados através de igrejas: independentes de denominação, sem a necessidade de ser engraçados, mas preferencialmente verídicos e, se possível, comprováveis.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;É claro que algumas pessoas se assustaram com isso e vieram com aquela (falsa) idéia de que “tocar nos ungidos do Senhor” é algo errado... e para estes e qualquer um que chegar aqui com a mesma idéia, só posso recomendar que leiam atentamente o texto “Sacerdotalismo em Tempo de Graça” antes de se expressar.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O único objetivo desse texto é apresentar os fatos como têm ocorrido e, através dessa exposição que muitas vezes beira o absurdo, tentar seguir as recomendações que podem ser verificadas em várias passagens neotestamentárias:&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Coríntios 5:11-13)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns ainda não têm o conhecimento de Deus; digo-o para vergonha vossa.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Coríntios 15:33-34)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão; Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne     &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Filipenses 3:2-3)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Colossenses 2:8)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos. Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação. Portanto, quem despreza isto não despreza ao homem, mas sim a Deus, que nos deu também o seu Espírito Santo.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Tessalonicenses 4:6-8)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Não desprezeis as profecias. Examinai tudo. Retende o bem. Abstende-vos de toda a aparência do mal.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Tessalonicenses 5:20-22)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição que de nós recebeu (...) Mas, se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal, e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe. Todavia não o tenhais como inimigo, mas admoestai-o como irmão.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Tessalonicenses 3:6, 14-15)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Se alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, É soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas, Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(I Timóteo 6:3-5)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fabulas.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Timóteo 4:1-4)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o, Sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Tito 3:10-11)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo. Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Hebreus 3:12-13)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, E não desmaies quando por ele fores repreendido; Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? (...) E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(Hebreus 12:5-7, 11)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;bible&quot;&gt;Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano de homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza; Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém.    &lt;span class=&quot;bible_passage&quot;&gt;(II Pedro 3:17)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;... todos estes textos encontrados sem uma pesquisa mais aprofundada. Não sou eu quem está dizendo e, aliás, nem é apenas o apóstolo Paulo... ir contra a Palavra de Deus não é recomendável para quem pensa ser filho d’Ele.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Como já disse no primeiro parágrafo, gostaria de ressaltar que este texto não é um anedotário e nem alguma espécie de escárnio: são apenas testemunhos de eventos ocorridos nas igrejas atuais e irei atuar nos mesmos como “intérprete” do texto, para que apresente uma idéia lógica sem que a base do episódio original seja alterada. Não são textos bíblicos, por isso desde já admito e confesso que vou “alegorizar” um pouco mais que nos originais. Os títulos são links para o local de onde os textos originais foram extraídos... Vamos a eles?&lt;/p&gt;     &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;utero&quot; title=&quot;utero&quot;&gt;&lt;/a&gt;O ÚTERO&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?rel=1&amp;amp;cmm=1697892&amp;amp;tid=18090419&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;No meio de um desses “cultos de poder” um pastor começa a profetizar e, no meio do falatório, vira para um irmão e diz:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Seu útero será curaaaadooooo!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O irmão, assustado com aquele crasso erro de conhecimento orgânico, humildemente refuta:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Mas... pastor? Eu não tenho útero!&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O pastor, num arroubo de superpoderes e revelação, conclui:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Creeeeiaaaa... e teráááás!!!&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;possuida&quot; title=&quot;possuida&quot;&gt;&lt;/a&gt;A POSSUÍDA&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;       &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;     &lt;a href=&quot;http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?rel=1&amp;amp;cmm=1697892&amp;amp;tid=2446241023368986976&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Um dia fui numa igreja que uma amiga tinha sido convidada.&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Lá, o pregador disse que iria expulsar o capeta e aí uma mulher começou a estrebuchar! Ela foi arrastada lá para frente e urrou, urrou... até ficar boa. Todo mundo deu aquele monte de “glória a Deus”.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Voltei lá no dia seguinte, ainda por causa dessa amiga (que estava impressionada) e aconteceu exatamente a mesma coisa e, que curioso, com a mesma mulher! Hmmm — pensei — aí tem!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Então resolvi voltar no terceiro dia: procurei a mulher e sentei do lado dela. Quando o pastor fez lá o apelo e ela já ia se levantando para começar seu show, eu segurei bem forte na mão dela e falei:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Fica quieta aí que você já se curou ontem! A mulher foi pega de surpresa e ficou tão sem graça que nem se mexeu. Pior é que o pastor ficou lá da frente, apelando, apelando... e ninguém foi!&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;       &lt;h4 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;assembleiauniversal&quot; title=&quot;assembleiauniversal&quot;&gt;&lt;/a&gt;CONFUSÃO E ENGANO&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;    &lt;img src=&quot;http://www.blogger.com/images/stories/absurd_assiurd.jpg&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; vspace=&quot;2&quot; width=&quot;488&quot; height=&quot;231&quot; hspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Essa foto eu mesmo tirei... aliás, tive que parar e registrar o nome da igreja. Agora não sei se a IURD está sendo acionista na Assembléia de Deus ou se o pessoal da Assembléia criou um ministério só para evangelizar o povo da IURD e seus costumes idólatras...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Pelo tipo de anúncio (Poderosa Campanha dos Lenços Ungidos) imagino que a IURD está no comando... e cada lenço estará sendo vendido por uma pechincha! Afinal, não é toda hora que se pode comprar uma graça de Deus... aliás, não há nenhuma referência nem     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;Atos 19:12&lt;/span&gt; nem em nenhum outro local de que os lenços e aventais de Paulo foram ungidos. Aliás, não há nenhuma referência à unção de objetos depois que Jesus Cristo nos deu o Espírito Santo... curioso, não?&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;opostas&quot; title=&quot;opostas&quot;&gt;&lt;/a&gt;AÇÕES OPOSTAS&lt;/h4&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Um desses pregadores “mega-star” gospel foi convidado pra pregar numa igreja. Quando começou a falar já saiu apregoando:&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— É hoje que muito crente vai cair aqui! É Hoje!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Imediatamente o pastor dessa igreja se levantou, pediu licença, tomou o microfone das mãos do “demolidor” e disse:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Pode deixar, irmão! O senhor disse que os crentes vão cair hoje... então pode deixar que eu prego. Eu quero dizer para os irmãos que hoje que quem estiver caído vai se levantar em nome de Jesus!&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;deusfraco&quot; title=&quot;deusfraco&quot;&gt;&lt;/a&gt;VOCÊ CRERIA NESSE DEUS?&lt;/h4&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Teve um profeta que falou assim, como se fosse Deus:&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Meus filhos... Eis que está vindo um tempo de tribulação! Um tempo de dores e guerras como jamais antes existiu... Meus filhos... até eu estou com medo!&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;toco&quot; title=&quot;toco&quot;&gt;&lt;/a&gt;PROFECIA NA MADRUGADA&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;De uns tempos para cá virou febre ir orar no monte. Muitos cismaram de acreditar que é lá que está o poder de Deus e pronto: não interessa nem mesmo o que a Bíblia diz! Seguindo essa idéia torta, os irmãos de uma igreja decidiram ir orar de madrugada no topo de um morro, tudo escuro, em pleno inverno!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Um dos pastores só pôde subir mais tarde e quando chegou lá em cima, aquecido pelo esforço da subida, pendurou seu casaco e o gorro que estava usando num resto de árvore que resistia de pé após uma queimada.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Lá pela alta madrugada uma irmã &quot;tomada&quot;, já não tão jovem, começou a profetizar: ela ia impondo as mãos em quem passasse pela frente e falando o que achava que era para falar...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;De repente, quando um jovem se dá conta, nossa profetisa está lá &quot;entregando&quot; a mensagem para a árvore! O jovem age rapidamente e chega de leve no ouvido da profetisa e diz:&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Irmã, é toco!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ela ouve a informação e prossegue com a mensagem:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Meu servo TOCO...&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;hellmessenger&quot; title=&quot;hellmessenger&quot;&gt;&lt;/a&gt;A “BENÇÃO” DO MENSAGEIRO DO INFERNO&lt;/h4&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;     &lt;a href=&quot;http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=1697892&amp;amp;tid=18090419&amp;amp;na=3&amp;amp;nst=-2&amp;amp;nid=1697892-18090419-2448481845246263648&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;    &lt;/a&gt;      &lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Querendo ver um tal “profeta”, fui com minha esposa até um bairro mais distante: pegamos ônibus à noite e caminhamos umas seis quadras procurando o local onde ele estaria.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O cara começou falando que o gesto de cumprimentar uns aos outros com as mãos é satânico, inventado pelos babilônicos e que os “verdadeiros” cristãos deveriam somente cumprimentar-se com um beijo. Taxou isto como mandamento bíblico e pronto!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Depois começou a dizer que não devemos pedir nada a Deus porque Ele não gosta, deveríamos somente buscar a sua face e não as suas “mãos” (e eu precisando ser curado...).&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Aí ele disse que não deveríamos ser &quot;apenas&quot; ovelhas, mas, todos, sermos como Moisés (quem dera Deus se revelasse a todos da mesma forma como se revelou a Moisés...).&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;E finalmente acabou por soltar a grande “pérola” da revelação naquela noite! O cara perguntou:&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Quem quer as mesmas revelações que o Apóstolo Paulo tinha?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Todos levantaram a mão! Aí ele soltou esta:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Então é necessário que você receba um mensageiro do inferno em sua vida! — e ainda completou — Imponha sua mão sobre o irmão que está ao lado e invoque o mensageiro do inferno sobre a vida dele!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Pegou a experiência de Paulo com o espinho na carne e taxou novamente como regra bíblica! É mole? (E eu, precisando de cura física, ainda tenho que ouvir estas coisas...)&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;É claro que em seguida nos levantamos e saímos do local.&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;      &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;g12&quot; title=&quot;g12&quot;&gt;&lt;/a&gt;IGREJAS G12...&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Por ocasião dessa pesquisa um ex-feiticeiro enviou estes testemunhos. Hoje,     ao revisar links descobri que ele retornou às ligações com as     crenças africanas e, diante dos relatos abaixo, só posso temer pela     solidez dos &quot;resgates&quot; que muitas igrejas evangélicas fazem: muito     show (curas e milagres) e pouco alimento sólido (Bíblia Zero!),     permitindo que muita gente retorne ao estado anterior... sete vezes     pior!&lt;/p&gt;    &lt;h5 class=&quot;cita_par_start&quot;&gt;1.&lt;/h5&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Enquanto o pastor pregava um dos membros literalmente urrava! A estranheza que aquele ato causou a todos fez com que o pastor passasse a repreender igreja por não ter “maturidade” para compreender aquele ato! Daí todo mundo começou a urrar e se curvar... pessoas jogando-se ao chão!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Decidi me levantar e perguntar aos recepcionistas o que era tudo aquilo:&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Os quatro seres que habitam diante do trono agindo!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Ah... Bom... Só que lá no terreiro eles tinham outros nomes! Eu os conheço!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Quer que oremos pelo senhor?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Diante dessa oferta preferi fugir pela rampa...&lt;/p&gt;    &lt;h5 class=&quot;cita_par_start&quot;&gt;2.&lt;/h5&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Este outro ocorreu durante uma sessão de “louvor profético” em Honório Gurgel, no Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Logo na entrada reconheço um casal de “guardas espirituais”, velhos conhecidos meus do terreiro, na recepção e me questiono o que fazem ali se aquilo era uma igreja...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ao entrar me deparo com pessoas girando e rindo (literalmente) e pergunto o que é.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— O senhor é cristão e não sabe o que é “dançar no espírito&quot;?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Pessoas giravam, riam e se sacudiam pelo salão enquanto um cantor os incitava para que fossem “ridículos para Deus”... A “energia” era igual à do terreiro que eu freqüentava na época!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Saí e me deparei com uma jovem amparada por outros jovens na rampa externa. Eles tentavam impedir que ela se projetasse lá do alto durante o transe.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Na época eu ainda via espíritos pela vidência psíquica e os observei tanto fora quanto incorporados, tal qual uma seção de feitiçaria. Voltei desolado, pois até no terreiro havia mais decência e ordem...&lt;/p&gt;     &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;vassoura&quot; title=&quot;vassoura&quot;&gt;&lt;/a&gt;VASSOURA UNGIDA&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?rel=1&amp;amp;cmm=1615844&amp;amp;tid=2448872352261844878&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Aqui em Araxá (MG) existe uma igreja chamada “Igreja Internacional Shekinah”. É curioso, pois só existe este templo aqui na minha cidade, porém colocaram o &quot;Internacional&quot; no nome porque acreditam que com isso estão profetizando a expansão mundial do ministério deles!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Pois bem, anunciaram em uma rádio gospel da cidade, no programa &quot;Semeando o Avivamento&quot;, uma campanha sobre “quebra de maldições” (até aí tudo bem, pois já se espera isso dos G12zistas), mas o interessante é que o locutor leu um anúncio que o pastor de lá enviou:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Nesta oportunidade você estará recebendo a vassoura ungida para varrer todas as maldições da sua vida! Será um ato profético glorioso! Não perca! Venha fazer esta limpeza espiritual!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;E eu achava que vassoura era pra limpar a casa. Mal     sabia que ela tem unção também...&lt;/p&gt;     &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;renascer&quot; title=&quot;renascer&quot;&gt;&lt;/a&gt;ENQUANTO ISSO, NA RENASCER...&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Em 1996, quando pesquisava material para esta     lista, constavam vários processos no Portal do     &lt;a href=&quot;http://www.tj.sp.gov.br/portaltj/Paginas/Pesquisas/Primeira_Instancia/Civel/Por_comarca_civel.aspx&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Tribunal da Justiça do Estado de São Paulo&lt;/a&gt;     tendo justamente a Igreja Renascer em Cristo como réu.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Peguei todos os processos que estavam como “Ordem de Despejo”, ou seja onde não foi pago o aluguel e o Juiz decretou que     fossem então despejados do imóvel, e o valor das penalidades foi absurdo! Veja:&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 60%;&quot; align=&quot;center&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td class=&quot;style22&quot; style=&quot;width: 50%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;PROCESSO Nº.&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot; style=&quot;width: 50%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;VALOR (R$)&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;583.00.2005.114991-9&lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style27&quot;&gt;45.360,00&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;583.00.2001.038810-7&lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style27&quot;&gt;144.000,00&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;583.00.2002.042181-5&lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style27&quot;&gt;33.600,00&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;583.00.2000.632008-1&lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style27&quot;&gt;420.000,00&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;583.00.2001.107545-0&lt;/td&gt;       &lt;td class=&quot;style27&quot;&gt;120.000,00&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;583.00.2002.193358-7&lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style27&quot;&gt;39.600,00&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;       &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;583.00.1999.051734-8&lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style27&quot;&gt;96.000,00&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;583.00.2005.209429-0&lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style27&quot;&gt;220.687,20&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;      &lt;tr class=&quot;font_redbold&quot;&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;&lt;strong&gt;TOTAL:&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style27&quot;&gt;&lt;strong&gt;1.119.247,20&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;    Isso mesmo! Um Milhão, Cento e Dezenove Mil, Duzentos e Quarenta e Sete Reais e Vinte Centavos!&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;     Só que depois disso o casal foi pego com dinheiro não declarado...     muito dinheiro diga-se de passagem, nos Estados Unidos!&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;    Várias        acusações sobre eles, um bando de fiéis CEGOS dizendo que tudo        não passa de calúnia, aí aparecem os dois fazendo aquele        &quot;teatrinho&quot; básico... mas não sou eu quem diz: são gente do         mesmo nível que o Osama Bin Laden! Aí vem um garoto de bom     coração, mas com conhecimento bíblico ZERO, chamado Kaká e fica     dando cartaz para esse tipo de gente...&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Isso é exemplo de povo de Deus? Isso é o Povo Apostólico?&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;altarotacao&quot; title=&quot;altarotacao&quot;&gt;&lt;/a&gt;ALTA ROTAÇÃO&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;       &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;... Começou o &quot;movimento” numa vigília da Assembléia de Deus: todo mundo “no poder”!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Um irmão de paletó se levantou e começou a marchar. Não contente começou a sapatear... e depois começou a rodar parado... e então saiu rodando feito um pião!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Lá pelas tantas uma irmã, também “no poder”: levantou marchando, mas, para a infelicidade dela, acabou ficando no caminho do “twister” de paletó. Não teve nem muito tempo para reagir, pois do nada: PÁ!!! Tomou um baita sopapo na cara...&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Voltou rapidamente para o banco, chorando intensamente. Não mais comovida pelo Espírito, mas agora tomada por uma ardência horrível na cara.&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;autordeapocalipse&quot; title=&quot;autordeapocalipse&quot;&gt;&lt;/a&gt;APOCALIPSE PSICOGRAFADO&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt; Havia um &quot;vice-presidente&quot; na igreja da qual     eu fazia parte.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Era para ser uma igreja batista tradicional, mas a bobeira começou a imperar e hoje estão fazendo até atos proféticos, cultos da vitória... e, pelas notícias que recebi, conseguiram enfiar as sandices de     Rick Warren     e o judaísmo lá também.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Pois bem, esse vice-presidente exercia uma postura de animador de festa: uma mistura de “Lombardi” e “Liminha” numa só pessoa!     Dava aula na EBD, participava do grupo de louvor, era dirigente de culto...&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Até que certo dia, lá na frente da igreja, não lembro bem o motivo, mas ele soltou a seguinte “pérola”:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;—... Pois lá no livro de Apocalipse, escrito por João Batista, se fala sobre a volta do Senhor!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ora bolas, o Apocalipse foi escrito pelo apóstolo João. Nessa época João Batista já estava junto ao Senhor, pois fora decapitado há muito tempo!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Como ali estavam não crentes e novos convertidos, para que não saíssem dali falando tamanha abobrinha, decidi, discretamente, ir alertá-lo da confusão. Minha intenção era que antes do final do culto ele retificasse seu engano. Assim o fiz num tom até mesmo brincalhão...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Você foi lá corrigir o engano? Nem ele... Até hoje deve ter gente repetindo o que ouviu aquele dia!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Foi aí que comecei a ver que se as lideranças (e a maioria que faz parte dela) preferem esconder até mesmo os pequenos enganos, vendendo uma imagem de intocável e inerrante... quanto mais as coisas mais graves. Estão criando verdadeiros “papados” nas igrejas evangélicas!&lt;/p&gt;     &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;gospelcumba&quot; title=&quot;gospelcumba&quot;&gt;&lt;/a&gt;MACUMBA GOSPEL?&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;    &lt;img src=&quot;http://www.blogger.com/images/stories/absurd_seccr.jpg&quot; align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; vspace=&quot;2&quot; hspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;    Acho que a imagem ao lado nem precisa de legenda... ou será que precisa?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;    Agora quem faz a limpeza espiritual nas vidas não é mais Jesus Cristo... é a “rosa consagrada”! Deve ser um pessoal amigo daqueles dos “lençóis ungidos” que citei acima...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;     Mas veja bem: só a ROSA CONSAGRADA&lt;sup&gt;&lt;span class=&quot;style20&quot;&gt;®&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; livra você de TODO o mal! O resto é só imitação...&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 50%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;repudio&quot; title=&quot;repudio&quot;&gt;&lt;/a&gt;REPÚDIO&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;       &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Esse episódio aconteceu agora em junho de 2006 e me fez ter certeza de que os rumos da igreja na qual ainda está minha carta já são outros completamente diversos do que a Bíblia recomenda.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Estava andando no centro comercial do bairro quando, em sentido oposto, vejo vir a cunhada do pastor acompanhada por seu marido.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Eu já disse, mas é bom repetir só para ressaltar: eu praticamente nasci naquela igreja! Cresci, fui batizado, casei... Aquela mulher em especial havia sido até mesmo minha professora na classe de crianças!&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Fiquei sinceramente alegre ao vê-los e iniciei o movimento para cumprimentá-los quando... ela vira a cara como se tivesse visto um criminoso! Naquele momento as acusações que levantaram contra mim vieram todas na minha memória: Soberbo! Rebelde!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Acho que até mesmo se eu tivesse cometido algum crime, ela (principalmente como cristã) não deveria ter agido dessa forma... e o pior que ela é, até hoje, professora da classe infantil na EBD. O que será que alguém que dá um testemunho desses ensina?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Mais tarde me lembrei que o marido dela, por acaso, é o tesoureiro da igreja... assim como a irmã é a “ministra de educação religiosa”... e cheguei a mais uma triste conclusão: o nepotismo agora também ocorre nas igrejas! Ninguém quer “largar o osso”, mesmo que para isso tenham que divulgar mentiras, heresias e fazer acordo com as doutrinas enganosas...&lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;musicas&quot; title=&quot;musicas&quot;&gt;&lt;/a&gt;ENQUANTO ISSO, NA ÁREA MUSICAL...&lt;/h4&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Como compor uma música “gospel”:&lt;/p&gt;     &lt;ol class=&quot;style21&quot;&gt;     &lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;&lt;span class=&quot;font_upperboldunderline&quot;&gt;USE EXPRESSÕES CHOROSAS&lt;/span&gt;: sabe aquele tipo de musica que a pessoa diz “de ti dependo”, “sou todo teu”, “tu és minha vida”? Pois bem. Coloque na sua música. Isso causa um efeito e tanto!&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;     &lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;&lt;span class=&quot;font_upperboldunderline&quot;&gt;Escreva palavras em hebraico&lt;/span&gt;: “&lt;em&gt;shekinah&lt;/em&gt;”, “&lt;em&gt;yeshua&lt;/em&gt;”, “&lt;em&gt;Icabode&lt;/em&gt;”... entre outras coisas. Isso tá em alta. Todo mundo gosta e até se arrepia!&lt;/p&gt;      &lt;/li&gt;     &lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;&lt;span class=&quot;font_upperboldunderline&quot;&gt;Minta pra Deus&lt;/span&gt;: Coisas do tipo “deixo tudo de lado para te seguir”, “vim aqui só pra te ouvir”, “nada mais me importa que não seja o teu querer”... Isso então nem se fala, todo mundo ama essas mentiras!&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;     &lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;&lt;span class=&quot;font_upperboldunderline&quot;&gt;Cite textos fora de contexto&lt;/span&gt;: tipo “me dê filhos senão morro”, “nos seus olhos há fogo”, “eu sou do meu amado”, “toque na ponta do altar”... Use e abuse disso, ninguém lê a bíblia mesmo.&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;&lt;span class=&quot;font_upperboldunderline&quot;&gt;Não esqueça que estamos em período de estiagem&lt;/span&gt;: Palavras como chuva, Faz chover, chovendo estão na moda hoje e &quot;enriquece&quot; o vocabulário. (Para agradar a um público maior não se esqueça de falar também do fogo! A cada três músicas de água invente sempre uma com fogo! Deve ser por isso que o tal avivamento nunca chega: a chuva apaga o fogo!)&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;     &lt;li&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;&lt;span class=&quot;font_upperboldunderline&quot;&gt;SUPERPODERES&lt;/span&gt;: Pegue uma passagem única da Bíblia como, por exemplo, a abertura do Mar Vermelho ou então quando Jesus andou sobre as águas e diga que aquilo vai acontecer de novo, como se Deus ficasse repetindo milagres conforme a humanidade ordenasse! Diga que o fogo não queima, a água não afoga, as quedas não quebram... a graça de Deus é multiforme, mas o povo não está nem aí para saber o que é isso: prefere acreditar em qualquer mentira mesmo!&lt;/p&gt;     &lt;/li&gt;    &lt;/ol&gt;         &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;porno&quot; title=&quot;porno&quot;&gt;&lt;/a&gt;PORNÔ GOSPEL&lt;/h4&gt;      &lt;p class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;MISS BIKINI GOSPEL&lt;/p&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;       &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;style19&quot;&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;     &lt;a href=&quot;http://teophilo.blogspot.com/2008/12/miss-bikini-gospel-2008-paradoxal-pouco.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;div class=&quot;onlyinsite&quot;&gt;     &lt;div style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;object classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;350&quot;&gt;&lt;param name=&quot;width&quot; value=&quot;425&quot;&gt;&lt;param name=&quot;height&quot; value=&quot;350&quot;&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://youtube.com/v/Ol33qXhebNc&quot;&gt;&lt;embed type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://youtube.com/v/Ol33qXhebNc&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;350&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Em Poços de Caldas havia um programa na TV local chamado “Cena Gospel”, cujo conteúdo     era composto por pegadinhas como, por exemplo, acordar pessoas em suas casas (tal qual o “Domingo Legal”), dentre outras coisas que (nem sempre) engrandecem o nome precioso do SENHOR...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Outro dia tive a infelicidade de ver nesse programa uma entrevista com a vocalista de um conjunto chamado “Axé Blond”. Quase nua, ela dizia que, apesar de cantar pornografia, é evangélica e entre uma dança e outra, canta um “louvor”... Tudo com a plena aprovação de seu querido pastor!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;E, por falar em &quot;quase nua&quot;, em novembro de 2008     foi registrado um verdadeiro &quot;testemunho de fé&quot;: uma concorrente do     &quot;V Mister Aço&quot;, em Volta Redonda, fez uma opção completamente     equivocada ao escolher a trilha sonora para sua apresentação     individual... assistam e reflitam:&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;onlyinprint&quot;&gt;ESTE VÍDEO ESTÁ DISPONÍVEL APENAS NO SITE&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Profundamente evangelístico, não? Quando ela se     vira de costas e tremelica o traseiro entra a voz da cantora: &quot;Usa-meeeee&quot;...     tenho muito medo do tipo de sugestão de uso que é dada por essa     cena!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O fisiculturismo, assim como a dança, não é pecado.     O problema é que as pessoas não têm mais noção do que deveria ser     sagrado e do que deveria ser apenas secular...&lt;/p&gt;       &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;       &lt;h4 class=&quot;cita_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;gezuz&quot; title=&quot;gezuz&quot;&gt;&lt;/a&gt;Jesus ou Gezuz?&lt;/h4&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;     &lt;a href=&quot;http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?rel=1&amp;amp;cmm=3088315&amp;amp;tid=2423778118914765737&amp;amp;start=1&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;    Apresento agora um texto que considero excelente, pois relata     perfeitamente as divergências entre algumas das características de     Jesus Cristo na Bíblia e as características do nome que muitas     igrejas têm usado.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;    Até parece que estão falando de um Jesus meio desconhecido por aí. Um Jesus um pouco (aliás, muito) diferente dos Evangelhos. Vamos fazer um rápido comparativo entre o Jesus da Bíblia e o Jesus das religiões. O Jesus da Bíblia será chamado de Jesus e o Jesus das religiões será chamado de Gezuz (pois ele é diferente do Jesus histórico):&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt; &lt;/p&gt;    &lt;table style=&quot;border: 1px solid rgb(0, 0, 0); width: 80%;&quot; align=&quot;center&quot; border=&quot;1&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; width=&quot;80%&quot;&gt;      &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;&lt;strong&gt;JESUS&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style22&quot;&gt;&lt;strong&gt;GEZUZ&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style24&quot; style=&quot;width: 50%;&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Aceitava pessoas pobres e ricas, sem       tratá-las de forma diferente por este quesito.&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style24&quot; style=&quot;width: 50%;&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Só abençoa quem deixa a contribuição       financeira no seu altar.&lt;/p&gt;      &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style24&quot; style=&quot;width: 50%;&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Ficou irritado ao ver pessoas vendendo       coisas no templo e transformando a casa de oração em       comércio.&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Adora ver a igreja ser um comércio, pois assim, com o dinheiro, ele pode ter novas filiais de suas empresas-igrejas para mais pessoas conhecerem seu lindo nome: Gezuz!&lt;/p&gt;      &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Não deixava os demônios falarem.&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Adora ver os demônios falar, dar       entrevistas e fazer espetáculos para impressionar as pessoas       e prendê-las na religião pelo medo.&lt;/p&gt;      &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Disse que o amor é muito mais importante       do que o dízimo.&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Até entende se você não amar, afinal, a       carne é fraca, mas se você não der o dízimo, ele deixa o       devorador comer o teu salário.&lt;/p&gt;      &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Revelou com detalhes a vida da mulher       samaritana.&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Não conhecendo muito bem as coisas, chega       numa platéia com mil pessoas e chuta: “Tem 10 aqui com dor       de cabeça, 8 com reumatismo, 3 com causa na justiça, 40       desempregados...”&lt;/p&gt;      &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Soprou o Espírito Santo em seus       discípulos.&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Só dá o Espírito Santo se você falar meio       enrolado.&lt;/p&gt;      &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Teve medo no jardim do Getsêmani.&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Diz que o medo vem do diabo.&lt;/p&gt;      &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Chamou pessoas que usavam a religião como       causa de ganho financeiro e status de hipócritas,       mentirosas, raças de víboras e filhas do inferno.&lt;/p&gt;       &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;style25&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;style23&quot;&gt;Chama     pessoas que usam a religião como causa de ganho financeiro e status     para se assentarem no púlpito da igreja e darem uma palavra.&lt;/p&gt;      &lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td style=&quot;width: 75%;&quot;&gt;      &lt;h3 class=&quot;title_sessiontitle&quot;&gt;&lt;a name=&quot;carnaval2&quot; title=&quot;carnaval2&quot;&gt;&lt;/a&gt;UM CULTO MUITO ESTRANHO&lt;/h3&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;td class=&quot;link_top&quot; style=&quot;width: 25%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;      &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3850823037158929866#topo&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Essa é mais uma experiência pessoal do autor... será que os leitores notaram que os títulos na cor azul indicam isso?&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Era um sábado do carnaval de 2006: havia visitado o irmão Carlos, grande estudioso da Bíblia, aproveitando o momento para mostrar-lhe as análises sobre o Ministério Diante do Trono.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Durante nossa conversa, ele me contou que sua esposa havia conhecido um jovem pastor (com seus 18 ou 20 anos, não lembro...) que fazia profecias,     segundo ela, 100% corretas e que mais tarde, ainda naquele dia, haveria um culto... Porque eu não ia até lá?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Na época estava preparando a segunda parte do “Afogando-se na Lagoinha”, analisando as profecias enganadoras... achei que seria uma ótima oportunidade para ver de perto a ação de um profeta, pois ali estava a chance de ter uma opinião contrária àquela que até então tinha. É claro que o pastor Márcio também não iria perder uma oportunidade daquelas: convidei-o por telefone e ele ficou bastante interessado, mas, por suas próprias experiências, já foi me avisando para ir preparado, pois poderia ver coisas muito estranhas... seria melhor que permanecêssemos em espírito de oração até a noite. Combinamos de nos encontrarmos às sete da noite.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Eu, sinceramente, orava em espírito para que Deus me mostrasse Sua ação... entristecido pelos procedimentos da igreja batista “tradicional” da qual saíra e pasmo por encontrar tanta heresia pelas igrejas que visitara. Definitivamente só poderia esperar no Senhor por uma resposta para minha situação. Eu creio sim no poder de Deus e que Ele pode manifestá-lo quando quiser: aquela poderia ser uma ótima oportunidade... e veio a ser, mas não da forma esperada!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Nos encontramos no horário previsto e fomos para o “culto”. Nossa primeira constatação é que não seria realizado em uma igreja, mas na casa do tal “pastor”. Até aí tudo bem.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Chegamos até uma casa grande, de dois pavimentos, e o culto seria realizado no varandão do segundo andar: cadeiras arrumadas no formato “platéia”, caixa de som, mesa... nada anormal. Eu e o pastor Márcio decidimos nos posicionar na última fileira (haviam apenas quatro), pois nossa condição de visitantes seria ainda mais denotada se ficássemos mais a frente. O irmão Carlos, sua esposa, sua filha, seu genro e seu neto (ainda bebê) ficaram na fileira imediatamente a nossa frente.&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O “pastor” saiu de dentro de sua casa todo sorridente e falante, mas havia algo bastante estranho nele... em seu jeito de falar, em seus movimentos... fiquei calado para não emitir uma opinião errônea, mas o irmão Carlos virou para o pastor Márcio (daqui em diante, apenas Márcio) e comentou algo que o fez ficar bastante sério e voltar-se para mim:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Teóphilo, você notou...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Um jeito de homossexual?! Sem dúvida!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Senso comum triplamente confirmado, aquilo já era um “alerta vermelho” sobre as coisas que estavam por vir.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Mesmo sendo um sábado de carnaval, parece que estávamos testemunhando um sucesso de público para aquele evento: havia mais gente do que o esperado e uma jovem foi assentar-se em uma das cadeiras postas na lateral da varanda, porém o “pastor” não permitiu:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Não! Aí é um lugar onde eu não sei o que pode acontecer quando o varão chegar!! — vendo a cara de espanto de alguns dentro do público do dia ele decidiu ser mais explicativo — Quando chega o varão eu não sei o que acontece! Só sei que não vou cair pela escada...&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ótimo! Quer dizer que ia chegar um tal “varão”... mal posso esperar por isso...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Começou-se o culto cantando um hino do “Cantor Cristão”, acompanhado por pandeiro. Houve um momento para apresentações onde preferi me identificar como se ainda fosse membro de minha ex-igreja (o que não era mentira, pois não fui excluído e minha carta ainda esta lá...) e o Márcio não se apresentou como pastor, identificando-se apenas como membro da igreja presbiteriana. Notamos que a referência às nossas igrejas causou algum desgosto ao pastorzinho, mas não compreendemos o motivo...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Foi então feita a leitura bíblica sobre algum texto que, me lembro apenas disso, mencionava a vitória. Pronto! Baseado apenas na palavra “vitória” houve uma breve preleção extra bíblica sobre o assunto e, na verdade, esse momento foi o pretexto para se começar o “louvor”...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Haviam chegado mais “irmãos”, sendo distribuídos dois tamborins para aqueles que pareciam os diáconos do lugar. O “louvor” começou devagar, com “Solta o Cabo da Nau”, só que aí foram emendando uma série de outros supostos corinhos cuja letra eu nunca havia ouvido, porém me recordo de que o ritmo ia acelerando e das frases “o varão de fogo” “vaso quebrado”... “vai entrar”...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Nisso, o pastorzinho já havia tirado o paletó, ficado descalço e saltava e sapateava lá na frente. De repente houve uma espécie de “peso” em seus saltos, a ponto de estrondar o chão do segundo pavimento: cada pulo dele era um estrondo! Seus olhos estavam revirados e então ele começou a rodopiar...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Quando dei por mim, percebi que o ritmo dos pandeiros era exatamente o mesmo dos pontos de macumba! As pessoas acompanhavam com palmas e batendo os pés no chão e o pastorzinho rodopiava cada vez mais rápido, de cabeça baixa e olhos fechados...&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Em determinado momento, com olhos completamente diferentes, o pastorzinho parou de rodar e começou a andar por entre o povo ali reunido. Escolheu sua primeira vítima: o Carlos! Foi na direção dele, mas Carlos de mãos estendidas começou a repreender em nome de Jesus aquela entidade! Foi bastante curioso porque estávamos em terreno completamente hostil, afinal era a própria casa daquele jovem, repreendendo-o em nome de Jesus... e ele obedeceu! Afastou-se rapidamente e... veio na minha direção.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Não estou acostumado a lidar com entidades, mas reconheço uma possessão quando está na minha frente. Não sei por que eu não gritei ou repreendi... talvez por educação... mas fiquei orando em espírito e pedindo a Deus que, pelo sangue de Jesus Cristo, me guardasse daquele mal.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ele veio até próximo a mim, colocou a mão em meu estômago (justamente onde eu fora operado) e começou a me falar um monte de coisas que, sinceramente, eu não conseguia ouvir. E fazia força! E fazia muita força! E eu olhava para aquela face estranha e, repreendendo em espírito, negava qualquer ação que estivesse ocorrendo. Depois de um tempo que não sei medir, mas devem ter sido uns três minutos, percebi que ele estava desesperado gritando:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Sapateia! Pula! Marcha!!!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;E eu olhei e respondi calmamente:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Desculpe, mas... NÃO! Me larga... agora!&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ele retirou a mão de mim bastante transtornado e, de imediato, investiu contra o Márcio, pastor experiente, que, ao ver aquele bicho vindo de mãos estendidas sobre ele, deu o que posso classificar como “golpe de mestre”: estendeu simultaneamente sua mão, segurando a mão do pastorzinho no meio do caminho, como se num aperto de mãos! Isso impossibilitava qualquer imposição e fez o pastorzinho (ou a entidade?) começar a discutir, como se pedindo para fazer alguma coisa, enquanto o Márcio sorria e dizia “não”! Também ficou ali tentando algum tempo e finalmente se retirou... não foi em mais ninguém, simplesmente voltou para a frente do auditório improvisado.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Nessa algazarra, o neto do irmão Carlos começou a chorar e sua filha, também bastante incomodada pela situação, aproveitou para descer as escadas com o bebê no colo. Eu, vendo que nada ali seria para minha edificação, decidi me retirar... não havia nem mesmo o que respeitar naquele lugar!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ao chegar no portão da casa encontrei a jovem com     seu bebê, completamente frustrada e sem nem mesmo acreditar que sua     mãe caíra naquela esparrela. Ela queria ir embora, mas, por morar     perto, não haviam ido de carro: esse foi o pretexto perfeito para     que eu pudesse me retirar daquele culto de demônios! Sob a alegação     de pegar o carrinho do bebê voltei até lá em cima e pedi o auxílio     do Márcio para descer as escadas carregando aquele peso. Vendo a     movimentação, o Carlos e seu genro também aproveitaram para se     retirar, mas a esposa dele ficou...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Levei a filha, o genro e o neto de Carlos em meu carro enquanto ele próprio e o Márcio foram andando e conversando. Imaginei que a esposa do Carlos viria logo a seguir, mas fiquei espantado quando soube que ela ia permanecer até o final porque havia levado uma visitante (filha de uma vizinha)...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Não condeno a intenção, mas no meu caso eu faria questão de retirar o visitante que porventura eu tivesse levado a um lugar daqueles e, ainda por cima, explicar minuciosamente e diante da Bíblia que aquilo ali nunca foi e nem poderia ser considerado um culto a Deus.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Como aquela balbúrdia, segundo o Carlos soube com a esposa, só costumava acabar por volta das dez e meia, ficamos conversando até quase o horário lá na casa do irmão Carlos mesmo. Na verdade eu ficava ouvindo as experiências dos dois servos de Deus e, quando muito, pedia para um contar um episódio ao outro: sempre é muito bom aprender com pessoas que se pautam pela Bíblia!&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Próximo ao horário previsto para o término da macum... digo, culto, fomos caminhando até lá próximo e ficamos sentados numa calçada de onde podíamos ouvir e ver as coisas lá em cima e não ficarmos tão expostos. E realmente eram coisas completamente absurdas!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Num determinado momento até mesmo o paciente irmão Carlos ficou incomodado e decidiu ir chamar sua esposa. Para isso teve que subir até lá no “culto” e, naquele ambiente pequeno, não pôde deixar de chamar um pouco de atenção... E, é claro, o demônio não gosta de sair por baixo em momento algum: ao ver o irmão Carlos ele fez questão de mencionar nossa saída e, ainda por cima, quis “exortar”! Eu não precisava, mas não pude deixar de ouvir o absurdo lá de onde estava:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Quando se vai a uma igreja não se pode sair sem deixar de pedir que o pastor ore por você! Todas as vezes que se vai a uma igreja tem que se pedir a oração do pastor!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Ele falava com indignação! Eu e o Márcio, lá de baixo, ficamos tentando lembrar onde, na Bíblia, está este mandamento... imaginamos mais de dez respostas bíblicas diferentes que o Carlos podia dar para calar a boca daquele possesso. Mas o Carlos preferiu ficar calado para não causar problemas... e aí que nós percebemos que os problemas dele estavam só começando, pois sua esposa estava completamente enredada por aquelas mentiras satânicas. E olha que ela é crente antiga!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Finalmente terminou o espetáculo macabro, mas o pastorzinho fez questão absoluta de gritar para nós, lá de cima, como se estivesse nos abençoando...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Andando de volta para casa a esposa do Carlos não se continha e repetia as profecias que ouvira daquele “pastor”. Inclusive ele teve uma revelação sobre eu e o Márcio:&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Ele disse que viu seu carro virado e vocês dois mortos! Mas que o Senhor já os havia livrado...&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;E, realmente, pelo horário avançado, eu iria levar o Márcio até sua casa.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Quando chegamos novamente na frente da casa do irmão Carlos e íamos nos despedindo da visitante, a vizinha (mãe da menina) apareceu toda sorridente e, por estar ocorrendo uma festa em sua casa, ofereceu um grande pedaço de bolo confeitado e com frutas à esposa do Carlos, retirando-se com sua filha após isso.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Quando olhamos para a esposa do Carlos ela estava trêmula, com lágrimas nos olhos e aí começamos a constatar que o engano havia fisgado uma mulher que pensávamos ser à prova dessas coisas. Ela disse:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— O pastor disse pra mim que alguém ia me dar um doce muito cheiroso, com frutas!!! E que esse doce era um trabalho para me derrubar! Esse bolo deve ter sido feito para acabar com minha saúde! Tem um trabalho nele... vou jogar tudo fora!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Eu e Márcio nos entreolhamos... naquele momento não nos ocorreu a passagem bíblica, mas, se fosse hoje, sem dúvida teríamos ficado com o bolo!&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Depois disso foi tudo tranqüilo: levei o Márcio até sua casa sem nenhum sinal de perigo. E aí aconteceu algo que não sei como descrever. Não quero apresentar nenhuma idéia errada a meus leitores e gostaria de reforçar que este texto é completamente subjetivo, ou seja, está até mesmo colocado na seção de “Textos Diversos”, pois é um compêndio de testemunhos pessoais... portanto, o que narro a partir deste ponto não é regra e nem inquestionável, OK?&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Vinha eu dirigindo contente pela Avenida Brasil, principalmente pelo fato de estar sozinho no carro, ou seja, as condições da “visão” do pastorzinho já não haviam se cumprido. Vinha agradecendo a Deus por Sua bondade e grandeza quando, já bem próximo de minha casa, eu não ouvi nenhuma voz e nem vi anjos. Não vi luzes, não vi nada sobrenatural... mas formou-se um raciocínio tão sólido que eu poderia dizer estar ouvindo-o através de minha mente: não era nada que tivesse me ocorrido e muito menos estava pensando naquilo. Foi algo mais ou menos assim:&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Deus te livrou. Deus sempre fez, faz e vai fazer isso... mas não precisa ficar se exibindo! Ou você acha que está vivo até hoje por seus próprios méritos? Satanás é ardiloso! Assim como fez com Jó e Pedro: enquanto vocês estavam ali naquele antro, Satanás foi a Deus pedir para ceifar suas vidas! Ele estava irado com a presença de vocês ali e queria realmente matá-los! Verdadeiramente ele pediu permissão a Deus para que pudesse destruir suas vidas em um acidente de carro... e Deus disse simplesmente “NÃO”!! Essa não foi a primeira vez... Deus os livra constantemente de coisas que nem mesmo imaginam! E o mais importante de tudo é que o Senhor não fica fazendo propaganda de cada livramento que dá... Ele simplesmente o faz por ser Deus! Todo o poder e honra e glória a Ele pertencem!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Quem precisa e quer muito ser reconhecido por seus “milagres” é Satanás! Na verdade, ao ter seu pedido negado, voltou imediatamente para tentar reverter a derrota em um lance no qual pudesse angariar um pouco de sua fé ou, pelo menos, abalar seus fundamentos: ele simplesmente contou os fatos assumindo a posição de Deus! E é assim que ele tem feito para convencer muitos crentes! E muitos têm crido nestas mentiras! A intenção do inimigo é roubar, matar e destruir... mas cada vez que tem seus pedidos negados por Deus ele se apresenta como portador do livramento: tolo é quem crê que Deus ficaria contando grandezas e enumerando cada livramento, pois livrar e salvar é exatamente o que Ele faz a cada milésimo de segundo.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Deus, conforme está escrito em Daniel, revela o profundo e o escondido! A festa na casa da vizinha era algo tão visível... o bolo, em sinal de agradecimento, era tão previsível... o mundo espiritual não se prova por sinais tão óbvios! Está lá em     &lt;span class=&quot;bibleref&quot;&gt;I Coríntios 8&lt;/span&gt; tudo o que se precisa saber sobre ofertas dedicadas a outros “deuses”... Satanás conseguiu disseminar desconfiança entre duas vizinhas no que deveria ser um gesto simples de boa vontade... e o pior é que a crente é quem vai errar! Vai perder oportunidades de falar a verdadeira Palavra de Deus, vai se afastar por recear de supostos “trabalhos” que nunca existiram... e, se não voltar à sanidade bíblica, será consumida neste universo de profecias, sinais e prodígios. Quem está de pé cuide para que não caia!&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;— Você precisa ver os livramentos que Deus te dá para glorificá-lo? Você precisa ter sinais sobrenaturais para saber que Deus existe? Precisa ver anjos para testificar da Palavra? Não faça como os homens de pouca fé... segue em frente confiando no Senhor e o mais ele fará! Glorifica através de sua vida e seu testemunho e não através de repetições! Leia e medite sobre a Palavra de Deus... e somente sobre ela!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Houve mais? Sim... porém não me recordo com precisão.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;O que foi isso? Eu não sei... só sei que a fé independe do sentimento. Não pedi por isso e nem pedirei para que ocorra novamente. Oro para que Deus me livre do mal e aja através de minha vida.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Se eu vou ficar buscando esse tipo de experiências de novo? Não... Definitivamente não cabe a mim mover o sobrenatural. Meu papel é apenas estudar e falar sobre a Bíblia... e o mais o Senhor há de fazer!&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Tudo isso ocorreu sem que eu perdesse a consciência: eu estava dirigindo e assim o fiz até chegar em casa. Não fui arrebatado, não tive visões e não fiquei tendo chiliques... na verdade eu sequer pretendia registrar tal evento: é um testemunho pessoal apenas e completamente inválido como norma ou regra.&lt;/p&gt;     &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;&lt;span class=&quot;capitular&quot;&gt;E&lt;/span&gt; é justamente por crer e querer mais do verdadeiro e único Jesus Cristo que realizei este absurdário: na sincera intenção de alertar os cristãos fiéis à Palavra de Deus de alguns dos muitos tipos de engano em que podem estar sendo sutilmente sendo envolvidos.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Existem muitos outros testemunhos e até considero a possibilidade de catalogar uma segunda parte, porém seria realmente proveitoso se os relatos pudessem ser comprováveis e não meramente piadas. Volto a repetir que o objetivo dessa coletânea não é e nem nunca foi escarnecer de pessoas, porém expor os erros que têm contaminado as igrejas.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;comum&quot;&gt;Obrigado àqueles que colaboraram e que o Senhor Deus possa nos abençoar com sabedoria para discernir as tantas armadilhas armadas para vitimar os incautos.&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;signature&quot;&gt;&lt;strong&gt;Teóphilo Noturno&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2009/06/o-absurdario-gospel.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3850823037158929866.post-3361228463642483489</guid><pubDate>Tue, 09 Jun 2009 00:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-08T17:25:14.437-07:00</atom:updated><title>Dezessete artimanhas que satanás usa conta nós</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leitura Bíblica:&lt;/strong&gt; &lt;u&gt;2Coríntios 2:1-7&lt;/u&gt;  &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;1 Mas deliberei isto comigo mesmo: não ir mais ter convosco em tristeza. 2 Porque, se eu vos entristeço, quem é que me alegrará, senão aquele que por mim foi contristado? 3 E escrevi-vos isto mesmo, para que, quando lá for, não tenha tristeza da parte dos que deveriam alegrar-me; confiando em vós todos, que a minha alegria é a de todos vós. 4 Porque em muita tribulação e angústia do coração vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que vos entristecêsseis, mas para que conhecêsseis o amor que abundantemente vos tenho. 5 Porque, se alguém me contristou, não me contristou a mim senão em parte, para vos não sobrecarregar a vós todos. 6 Basta-lhe ao tal esta repreensão feita por muitos. 7 De maneira que pelo contrário deveis antes perdoar-lhe e consolá-lo, para que o tal não seja de modo algum devorado de demasiada tristeza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nosso objetivo: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecermos e rechaçarmos as principais  artimanhas que Satanás usa contra nós.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Introdução:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;10 E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; porque, o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; &lt;strong&gt;para que    não sejamos vencidos por Satanás; 11 Porque não ignoramos os seus ardis&lt;/strong&gt;.    &lt;/span&gt;&lt;u&gt;(2Coríntios 2:10-11)&lt;/u&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Para assegurarmos vitória, temos que conhecer os pontos fortes, as artimanhas, as estratégias, as armas, os planos que Satanás usa contra nós. Note as 17 Artimanhas Mortais de Satanás.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;1. DESAPONTAMENTO &lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Todos nós temos nos desapontado, às vezes, por não obtermos aquilo que desejávamos. Mas o crente com conhecimento reconhece que TODOS os seus desapontamentos são os apontamentos de Deus, e têm que ser vistos como tais, para que Satanás não obtenha vantagem. &lt;span&gt;Ficar desapontado é esquecer &lt;u&gt;Romanos  8:28&lt;/u&gt; &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&lt;em&gt;&quot;&lt;/em&gt;E sabemos que &lt;strong&gt;todas as coisas contribuem  juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados  segundo o seu propósito.&lt;/strong&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;2. DESENCORAJAMENTO&lt;/strong&gt; &lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Desencorajamento é a segunda etapa. O desapontamento leva ao  desencorajamento. &lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;21 Eis aqui &lt;strong&gt;o SENHOR teu Deus tem posto esta terra diante de ti; sobe, toma posse dela, como te falou o SENHOR Deus de teus pais; não temas, e não te assustes&lt;/strong&gt;. ... 28 Para onde subiremos? Nossos irmãos fizeram com que se derretesse o nosso coração, dizendo: Maior e mais alto é este povo do que nós, as cidades são grandes e fortificadas até aos céus; e também vimos ali filhos dos gigantes. &lt;/span&gt;&lt;u&gt;(Deuteronômio  1:21,28)&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;3. DESESPERO &lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Desespero é a terceira etapa seguindo-se ao desapontamento e&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;ao desencorajamento. A não ser que seja  barrado, ele pode destruir a sua vida como crente. &lt;span&gt;Desesperar-se é esquecer&lt;span&gt;  &lt;u&gt;2Coríntios 4:8&lt;/u&gt; &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;&lt;strong&gt;Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas  não desanimados&lt;/strong&gt;.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Desesperarmo-nos é  esquecer que Deus está trabalhando em nossas vidas.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;4. DÚVIDA&lt;/strong&gt; &lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Satanás atacou Eva no Jardim do Éden com dúvida, fazendo com que ela  duvidasse da palavra de Deus. &lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;Ora, a serpente era mais  astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. &lt;strong&gt;E esta  disse à mulher: &#39;&lt;u&gt;É assim que Deus disse?&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Não comereis de toda a  árvore do jardim?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&quot;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;u&gt;Gênesis 3:1&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duvidar é esquecer de ORAR e esquecer  &lt;u&gt;1Timóteo 2:8&lt;/u&gt; &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;&lt;strong&gt;Quero, pois, que os homens orem em  todo o lugar&lt;/strong&gt;, levantando mãos santas, sem ira nem  contenda.&quot;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;5 DESCRENÇA&lt;/strong&gt; &lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Descrença é a forma final da dúvida. &lt;span&gt;&lt;u&gt;Gênesis 3:4,5&lt;/u&gt; [&quot;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;4  &lt;strong&gt;Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis&lt;/strong&gt;. 5 Porque Deus  sabe que &lt;strong&gt;no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis  como Deus, sabendo o bem e o mal.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&quot;].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrer é esquecer  &lt;u&gt;Hebreus 3:12&lt;/u&gt; &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;Vede, irmãos, que &lt;strong&gt;nunca haja  em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus  vivo.&lt;/strong&gt;&quot;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;6. DESVIAR A ATENÇÃO&lt;/strong&gt; &lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Podemos desviar nossa atenção da perfeita vontade de Deus para as coisas boas, mas colaterais, quando ficamos doentiamente preocupados/absorvidos com nossa família ou trabalho. O real inimigo de “o MELHOR” não é “o PIOR”, mas é o simplesmente “o BOM”!!!&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Distrair a atenção é esquecer  &lt;u&gt;Mateus 14:30&lt;/u&gt; &lt;em&gt;&quot;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;Mas, &lt;strong&gt;&lt;u&gt;sentindo&lt;/u&gt; o vento  forte, teve medo&lt;/strong&gt;; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor,  salva-me!&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&quot;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;7. DUPLICIDADE DE MENTE &lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Um homem de “mente dobre” em grego significa ser de “dupla alma ”. &lt;span&gt;Ser de mente dobre é esquecer&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;u&gt;Tiago 1:8 e 4:8&lt;/u&gt; &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;1:8 O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos.  5:8 Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações.&quot;&lt;/span&gt; Ver também  &lt;/span&gt;&lt;u&gt;Mateus 6:24; Efésios 4:14; 1João 2:15-17&lt;/u&gt;. &lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;color:#0000ff;&quot;&gt;Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. (Mateus 6:24)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. (Efésios 4:14)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. 16 Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. 17 E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. (1 João 2:15-17)&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;8. DESONESTIDADE&lt;/strong&gt; &lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Podemos ser desonestos de várias maneiras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) mentindo ou  trapaceando,&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;b) escondendo  certos fatos, ou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) sendo menos do que deveríamos ser como pastores, pais  ou trabalhadores. Isto é trapacear com nosso rebanho e filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É estimado que mais que $500 milhões são levantados a cada ano pelos falsos “curadores da fé” que não podem de modo algum fazer o que alegam. &lt;span&gt;Ser desonesto é esquecer&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span&gt;2&lt;/span&gt;Coríntios 4:2&lt;/u&gt;, &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;Antes, &lt;strong&gt;rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não  andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus&lt;/strong&gt;; e assim nos  recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela  manifestação da verdade.&quot;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;Desonestidade é o resultado de medo ou  de ganância.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;9.  ENGANO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;8 E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; 9 A esse &lt;strong&gt;cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, 10 E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. 11 E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira&lt;/strong&gt;; 12 Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade. (2 Tessalonicenses. 2:8-12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 ¶ Por isso, tendo este ministério, segundo a    misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; 2 Antes, &lt;strong&gt;rejeitamos as    coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a    palavra de Deus&lt;/strong&gt;; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. (2 Coríntios 4:1-2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque &lt;strong&gt;já muitos enganadores entraram no mundo&lt;/strong&gt;, os quais    não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o    anticristo. (2 João 1:7)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;span&gt;Ser enganado é esquecer  Jeremias 17:9, &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;&lt;strong&gt;Enganoso é o coração, mais do que todas  as coisas, e perverso&lt;/strong&gt;; quem o  conhecerá?&quot; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;10. NEGLIGÊNCIA &lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;(ou ser mal-ouvido, fazer ouvidos de mercador)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Negligência significa dormir em relação às coisas de Deus. Os leitores [aos quais foi endereçado o livro] de Hebreus sofriam de negligência. Eles precisavam de sãos professores da Bíblia para trazê-los de volta aos seus sentidos. Uma vez que eles eram negligentes, eles não podiam ser usados por Deus. &lt;span&gt;Ele diz a razão: &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;12  Porque, &lt;strong&gt;devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus&lt;/strong&gt;; e  &lt;strong&gt;vos haveis feito tais que necessitais de leite&lt;/strong&gt;, e não de sólido mantimento. 13 Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino. 14 Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal.&quot;&lt;/span&gt; (&lt;u&gt;Hebreus  5:12-14&lt;/u&gt;)&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Esta negligência também estava infectando a  igreja de Corinto. &lt;span&gt;Ouça a  severa advertência que Paulo lhe fez: &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;1 ¶ E eu, irmãos,  &lt;strong&gt;não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em  Cristo&lt;/strong&gt;. 2 &lt;strong&gt;Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis,  nem tampouco ainda agora podeis, 3 Porque ainda sois carnais&lt;/strong&gt;; pois, havendo  entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não  andais segundo os homens?&quot;&lt;/span&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;u&gt;1Coríntios  3:1-3&lt;/u&gt;&lt;em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Sofrer de negligência é esquecer de &lt;u&gt;Hebreus 5:11  &lt;/u&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;Do qual muito temos que dizer, &lt;strong&gt;de difícil  interpretação; porquanto vos fizestes negligentes para  ouvir.&lt;/strong&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;11. ESTAR MORTO &lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Estar morto significa negligência (fazer ouvidos de mercador) que não quer  ser barrada. &lt;span&gt;[Ah, irmão,] não  seja morto como a igreja de Sárdis &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;E ao anjo da igreja que  está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete  estrelas: &lt;strong&gt;Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás  &lt;u&gt;morto&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;.&quot;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;u&gt;Apocalipse 3:1&lt;/u&gt;.&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;12. PROCRASTINAR&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;DEIXAR PARA DEPOIS&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Procrastinação é usada para: (a) deixar a salvação para depois; (b) deixar o  servir ou Deus para depois. &lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Apressei&lt;/u&gt;-me, e não me detive, a observar os teus    mandamentos.&lt;/strong&gt;&quot; &lt;/span&gt;&lt;u&gt;Salmos    119:60&lt;/u&gt;&lt;em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;13. DISCÓRDIA &lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Igrejas que crêem na Bíblia têm se dividido muito mais por causa de discórdia, de meras e lamentáveis contendas pessoais, do que por doutrina. Algum causador de confusão começa sua fofoca mortal em uma igreja local, levantando questões e dúvidas nas mentes das pessoas, dúvidas que de outro modo nunca teriam sido entretidas. Quão efetivamente Satanás usa esta ferramenta, e quão doloroso será no julgamento do trono de Cristo, o BEMA, para os carnais semeadores de discórdia.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Semear discórdia é esquecer  &lt;u&gt;Provérbios 6:16-19 &lt;/u&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;16 &lt;strong&gt;Estas seis coisas o SENHOR  odeia, e a sétima a sua alma &lt;u&gt;abomina&lt;/u&gt;:&lt;/strong&gt; 17 Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, 18 O coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, 19 A testemunha falsa que profere mentiras, e &lt;strong&gt;o que semeia contendas entre  irmãos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;14. CONTAMINAÇÃO &lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Contaminação com as coisas do mundo. Deus insiste que exige vasos limpos. Um crente que se contamina a si mesmo com as coisas deste mundo não pode nunca ser plenamente usado por Deus, não importa a sua educação, habilidade, energia ou experiência. &lt;span&gt;Tornar-se  contaminado é esquecer &lt;u&gt;1Coríntios 3:16, 17,&lt;/u&gt; &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;16 ¶ &lt;strong&gt;Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito  de Deus habita em vós?&lt;/strong&gt; 17 &lt;strong&gt;Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o  destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo&lt;/strong&gt;.&quot;&lt;/span&gt;  &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;15. DESCONTENTAMENTO&lt;/strong&gt; &lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Uma das mentiras favoritas de Satanás é dizer às pessoas que as coisas serão melhores se eles forem para outro local: Por exemplo, se elas:&lt;br /&gt;a) mudarem  seus cônjuges;&lt;br /&gt;b) mudarem de igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas estão sempre  reclamando. &lt;span&gt;Deus  diz: &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;Sejam vossos costumes sem avareza, &lt;strong&gt;contentando-vos    com o que tendes&lt;/strong&gt;; porque &lt;strong&gt;ele disse: Não te deixarei, nem te    desampararei&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;u&gt;(Hebreus 13:5)&lt;/u&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos,    estejamos com isso contentes&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;u&gt;(1 Timóteo 6:8)&lt;/u&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não digo isto como por necessidade, porque&lt;strong&gt; já aprendi    a contentar-me com o que tenho&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;u&gt;(Filipenses    4:11)&lt;/u&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;16. DIFAMAR &lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Quão freqüentemente os crentes são culpados de [o mais ampla e desnecessariamente possível] criticar ou depreciar outros crentes. Se temos algo contra um crente, digamo-lo a ele DIRETAMENTE, face a face. &lt;span&gt;Difamar alguém é esquecer &lt;u&gt;Salmos 101:5&lt;/u&gt;,  &lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;&lt;strong&gt;Aquele que murmura do seu próximo às escondidas, eu o  destruirei&lt;/strong&gt;; aquele que tem olhar altivo e coração soberbo, não  suportarei.&quot;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;strong&gt;17. DESOBEDIÊNCIA &lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Há dois homens famosos na Bíblia chamados Saulo. &lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;a) Ambos eram da tribo de Benjamim (1Samuel 9:2; Filipenses 3:5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b)    Um era alto e impressionante; o outro baixo e não causava boa    impressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) O Saul do Velho Testamento começou como amigo de Deus e terminou como inimigo de Deus. O Saulo do Novo Testamento começou como inimigo de Deus mas terminou como amigo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) O Saul do Velho Testamento foi consultar a feiticeira de Endor na sua hora de morte. O Saulo do Novo Testamento voltou-se para a Palavra de Deus na sua hora de morte.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;O que é que fez a diferença entre estes dois homens?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Saul do  Velho Testamento era desobediente, o Saulo do Novo Testamento era obediente.  &lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;22    Porém Samuel disse: &lt;strong&gt;Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e    sacrifícios, como em que se &lt;u&gt;obedeça&lt;/u&gt; à palavra do SENHOR&lt;/strong&gt;? Eis que    &lt;strong&gt;o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a    gordura de carneiros&lt;/strong&gt;. 23 Porque &lt;strong&gt;a rebelião é como o pecado de    feitiçaria, e o porfiar é como iniqüidade e idolatria&lt;/strong&gt;. Porquanto tu    rejeitaste a palavra do SENHOR, ele também te rejeitou a ti, para que não    sejas rei.&quot;&lt;/span&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;u&gt;(1Samuel 15: 22, 23)&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Desobedecer é esquecer  &lt;u&gt;Romanos 6:14-18&lt;/u&gt;&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff;&quot;&gt;&quot;14 Porque &lt;strong&gt;o pecado não  terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da  graça&lt;/strong&gt;. 15 Pois que? &lt;strong&gt;Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum. 16 Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?&lt;/strong&gt; 17 Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. 18 E,&lt;strong&gt; libertados do pecado, fostes feitos servos da  justiça.&lt;/strong&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Conclusão:&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;Sede sóbrios, sede vigilantes. Não sede destruídos pelas  artimanhas de Satanás.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: center;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;Pr.  &lt;span&gt;Keith Piper&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mensagens evangélicas, poemas e estudos bíblicos para abençoar a sua vida&lt;/div&gt;</description><link>http://vigiandoeorando.blogspot.com/2009/06/dezessete-artimanhas-que-satanas-usa.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>